UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Gustavo Costa Alves Fonseca Marcelo Soares do Carmo Rafael Ferreira Tavares ESTUDO DE VIABILIDADE PARA MECANIZAÇÃO DAS ETAPAS DE CHAPISCO, EMBOÇO E REBOCO NA CONSTRUÇÃO CIVIL GOVERNADOR VALADADRES 2011

2 Gustavo Costa Alves Fonseca Marcelo Soares do Carmo Rafael Ferreira Tavares ESTUDO DE VIABILIDADE PARA MECANIZAÇÃO DAS ETAPAS DE CHAPISCO, EMBOÇO E REBOCO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Trabalho de Conclusão do Curso para obtenção do grau de bacharel em Engenharia Civil, apresentada à Faculdade de Engenharia da Universidade Vale do Rio Doce. Orientador: Anderson Caetano Gusmão GOVERNADOR VALADARES 2011

3 Gustavo Costa Alves Fonseca Marcelo Soares do Carmo Rafael Ferreira Tavares ESTUDO DE VIABILIDADE PARA MECANIZAÇÃO DAS ETAPAS DE CHAPISCO, EMBOÇO E REBOCO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Trabalho de Conclusão do Curso para obtenção do grau de bacharel em Engenharia Civil, apresentada à Faculdade de Engenharia da Universidade Vale do Rio Doce. Orientador: Anderson Caetano Gusmão Governador Valadares, de dezembro de Banca Examinadora: Prof. Almir Cleber Lacorte Universidade Vale do Rio Doce Prof. Anderson Caetano Gusmão Universidade Vale do Rio Doce Prof. Oton Silva Soares Universidade Vale do Rio Doce

4 AGRADECIMENTOS Agradecemos primeiramente a Deus pela luz, força e as bênçãos derramadas nesta longa caminhada. Agradecemos aos professores e mestres pela dedicação e paciência. Aos nossos familiares pela paciência, carinho e orações. A todos que, de alguma forma contribuíram para que este trabalho fosse possível.

5 O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer. Albert Einstein

6 RESUMO Este trabalho estuda a viabilidade financeira em se adotar um método de projeção de argamassa de forma mecanizado comparando os custos das formas de projeção convencional (manual) e mecanizada. Desta maneira, pretende-se apresentar uma forma bastante eficiente de introduzir a mecanização na construção civil a fim de diminuir custos e prazos de execução. Especificamente, trata-se de uma maneira viável de melhorar as aplicações de chapisco, emboço e reboco na construção civil, sendo este último não abordado devido a sua baixa utilização atualmente, já que os construtores têm preferido por apenas duas camadas de revestimento. Para a comparação, foram levantados dados através de medições em diferentes obras e adotados valores de produtividade encontrados em outras publicações acadêmicas e comerciais. Foi medida a quantidade de horas-trabalhadas de uma equipe, por metro quadrado de revestimento realizado pelo método de projeção por spray de ar comprimido com recipiente acoplado ( canequinha ). A medição trouxe um resultado de 0,10 h/m 2 de emboço pelo método mecanizado com a Canequinha B. A Bomba A de argamassa teve uma produtividade média adotada de 0,043 h/m². Em relação aos custos de aquisição do equipamento, utilizando-se de ferramentas de orçamentação de capital como VPL e payback descontado, foi verificado que a Bomba A (R$ ,00) necessita de uma produção média de 2946,62 m² por ano para o retorno do capital investido durante a vida útil da máquina, que é de cinco anos. A canequinha B (R$ 4.890,00) necessita de uma produção média de 710,72 m² por ano para o mesmo fim. Os custos por metro quadrado de serviço encontrados foram de R$ 17,53 para a Bomba A adquirida, R$ 17,77 para a Bomba A alugada, R$ 15,27 para a canequinha B e R$ 20,47 para o serviço manual. Isso demonstra que o método de projeção por spray é o mais vantajoso para as produtividades encontradas. Palavras-chave: Projeção de argamassa. Mecanização. Viabilidade financeira.

7 ABSTRACT This work studies the financial feasibility of adopting a method projection mortar mechanically comparing the costs of conventional forms of projection (manual) and mechanized. It aims to present a very efficient way to introduce mechanization in construction in order to reduce costs and deadlines execution. Data were collected through productivity measurements of equipment named cannikin and values about mortar pumps and the conventional method were adopted based on others academic or commercial publications. The Cannikin B productivity level was 0,10 h/m² of rendering. It was adopted a value of 0,043 h/m² for the Pump A and 0,40 h/m² for the manual method. The price to acquire the Pump A is US$ ,67 and through tools of capital budgeting as NPV and discounted payback, it was possible to appoint that the Pump A had a demand of 2946,62 m² of rendering so the builder could have returned his invested capital. The Cannikin B costs US$ 2.643,24 and had a demand of 710,72 m² for the same purpose. The price per square meter encountered for each situation was: US$ 9,47 for a bought Pump A, US$ 9,60 for a rented Pump A, US$ 8,25 for the Cannikin B and US$ 11,06 for the conventional method. It demonstrates that the projection using the Cannikin B is the most advantageous to the productivity levels adopted. Key-words: Mortar projection. Mechanization. Financial feasibility.

8 LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Fluxograma dos processos para argamassa mista preparada em obra Figura 2 - Fluxograma dos processos para argamassa industrializada em sacos Figura 3 - a) Abastecimento do equipamento; b) Equipamento em funcionamento.. 21 Figura 4 - a) Orifícios que permitem a saída do ar; b) furos para passagem da argamassa; c) detalhe do registro (gatilho); d) vista geral da canequinha Figura 5 - a) aplicação errada; b) aplicação correta Figura 6 - a) projeção por eixo helicoidal; b) projeção por pistão Figura 7 - Aplicação em zigue-zague do revestimento bombeado Figura 8 - Obra n º Figura 9 - Obra nº Figura 10 - a) Vista "wireframe" do equipamento; b) Vista renderizada do equipamento Figura 11 - a) Recipiente para argamassa e tubo com saídas de ar; b) Furo para a saída da argamassa; c) Recipiente pronto Figura 12 - a) Parede chapiscada; b) Parede já revestida Figura 13 - Aspecto de textura do revestimento projetado Figura 14 - Gráfico de comparação... 51

9 LISTA DE TABELAS Tabela 1 - Espessuras admissíveis de revestimentos Tabela 2 - Espessuras mínimas nos pontos críticos Tabela 3 - Controle de recebimento de materiais Tabela 4 - Tabela para determinação do custo horário do combustível Tabela 5 - BDI adotado pelo grupo Tabela 6 - Tabela de Encargos Sociais para mensalistas Tabela 7 - Demonstração do custo horário da Bomba A Tabela 8 - VPL nulo da Bomba A Tabela 9 - Payback descontado da Bomba A Tabela 10 - Demonstração do custo horário da Canequinha B Tabela 11 - VPL nulo da Canequinha B Tabela 12 Payback descontado da Canequinha B Tabela 13 - Composição de custo do serviço manual... 50

10 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS JUSTIFICATIVA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA REVESTIMENTOS DE ARGAMASSA Chapisco Emboço Taliscamento e mestras Argamassas industrializadas TECNOLOGIA NA CONSTRUÇÃO CIVIL EQUIPAMENTOS DE PROJEÇÃO DE ARGAMASSA Projetor tipo spray de ar comprimido com recipiente acoplado Bomba de projeção de argamassa Argamassa de gesso e outros acabamentos projetáveis Qualidade do revestimento projetado INVESTIMENTO EM EQUIPAMENTOS Olhar financeiro: técnicas de orçamento de capital Payback descontado VPL TIR Olhar pelo setor de orçamentação Depreciação Método linear Método do saldo devedor... 30

11 Método da soma dos anos Juros Pneus Combustível e energia elétrica Lubrificantes Mão de obra Manutenção Equipamento alugado PRODUTIVIDADE Razão Unitária de Produção BDI metodologia de trabalho COMPARAÇÃO DE PRODUTIVIDADE Desenvolvimento do equipamento ORÇAMENTO DE CAPITAL Critérios adotados Escolha do BDI Encargos da mão de obra DEMONSTRAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS COLETA DE DADOS EM CAMPO Dificuldades no equipamento produzido ADOÇÃO DE ÍNDICES DE PRODUTIVIDADE PLANILHAS DE ORÇAMENTO DE CAPITAL VIABILIDADE DE LOCAÇÃO ANÁLISE FINAL DOS RESULTADOS CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 55

12 11 1 INTRODUÇÃO O que se espera dos novos engenheiros civis é a procura pela constante melhoria dos serviços e processos na construção civil, em que sejam menos custosos, mais rápidos e sustentavelmente corretos. Esse desafio deve ser encarado com extrema seriedade, pois essa busca é fator decisivo para se sobressair no atual mercado, cada vez mais competitivo. A busca pela racionalização de algumas etapas pode ser um desses fatores decisivos. Ao longo do tempo, diversos setores da economia têm se modernizado e investido em novas tecnologias para melhoria dos seus produtos finais. A construção civil, sobretudo a parte voltada a edificações, ainda anda em passos lentos, visto que vários processos construtivos ainda são, de certa forma, arcaicos. O levantamento de alvenarias para vedação, fabricação de argamassas, aplicação de tintas e revestimentos, por exemplo, têm praticamente os mesmos procedimentos executivos há décadas. Os revestimentos de argamassa, industrializada ou não, ainda são aplicados de forma manual em grande parte do país, inclusive na região de Governador Valadares. Esta etapa depende muito de mão de obra bem treinada para que o serviço seja de boa qualidade e o revestimento raramente apresenta uniformidade durante sua execução. O maquinário específico para esta etapa da construção civil, já vem se desenvolvendo há algumas décadas, principalmente na Europa, sede de muitas empresas que fabricam projetoras de argamassa. No Brasil essa tecnologia foi apresentada apenas no final do século XX e mesmo com mais de vinte anos, ela é pouquíssima aproveitada. No Brasil predominam dois métodos de aplicação de argamassa por projeção: um por recipiente acoplado aplicado com ar comprimido e outro por bombas, este último é o que a Associação Brasileira de Argamassas Industrializadas (ABAI) considera como o verdadeiro projetor de argamassas. Os custos de implementação desse tipo de sistema ainda é uma das principais barreiras para sua expansão. Outro empecilho é a mão de obra que tem enorme dificuldade para superar paradigmas e abraçar novas tecnologias. Alguns

13 12 construtores que já se aproximaram desse método, simplesmente o abandonaram devido à falta adaptação de seus funcionários. O que deve ser explicitado é como a adoção de métodos para aplicação de argamassa projetada trará benefícios para todo o conjunto da obra, diminuindo a necessidade de grandes quantidades de trabalhadores, indo de encontro à escassez de mão de obra no setor da construção civil. Outra questão abordável é saber se vale a pena as construtoras se reestruturarem para a adoção do método ou o surgimento de empresas especializadas nessa etapa seria uma alternativa mais eficaz.

14 13 2 OBJETIVOS 2.1 OBJETIVO GERAL Demonstrar que a adoção do sistema mecanizado de projeção de argamassas é economicamente viável para Governador Valadares e região, trazendo resultados melhores aos obtidos com o método convencional. 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS a) Comparar por meio de medições em campo e informações de fabricantes de máquinas projetoras, a produtividade dos métodos convencional e mecanizado de aplicação de revestimento de argamassa; b) Determinar se é mais vantajoso adquirir o equipamento em definitivo (comprar) ou se a locação é a saída mais indicada; c) Identificar outros fatores que estão atrelados à mudança do método de aplicação de revestimento de argamassa e seus consequentes custos e benefícios; d) Incentivar a busca por novas tecnologias na construção civil a fim de modernizar ainda mais os processos.

15 14 3 JUSTIFICATIVA O aquecimento acelerado do setor da construção civil e a facilidade na obtenção de crédito para fins de habitação fizeram as construções de edificações alcançarem um patamar nunca antes visto no Brasil. O setor impulsionou o surgimento de inúmeras novas empresas atraídas pelo volume de dinheiro injetado no mercado e a concorrência aumentou drasticamente. Nesse cenário, os construtores necessitam se destacar em algum segmento do seu trabalho, pela economia ou pela agilidade já trazer produtos de qualidade é obrigação de todos, apesar de não ser possível observar isso claramente em todo o mercado. O revestimento, segundo Salgado (2009), é o elemento que protege a construção das intempéries (ventos, chuva, sol, variação da umidade, entre outros) e garante estanqueidade a edificação. Mesmo sendo elemento tão importante, muitos profissionais não tratam esta etapa com a seriedade necessária e o revestimento é recorrente vítima de patologias, quase sempre por falta de acompanhamento do engenheiro (ou responsável) na produção e aplicação da argamassa. Diante dessa importância técnica e também econômica, já que o revestimento representa de 2% a 4% do orçamento da construção, agilizar esta etapa e consequentemente diminuir custos, principalmente com relação à mão de obra, é uma grande vantagem para os construtores (CONSTRUÇÃO MERCADO, 2010). É importante frisar que esse processo diminui a parcela de custo da parte operacional, pois apenas 21% dos custos envolvidos na aplicação do revestimento são com material (CONSTRUÇÃO MERCADO, 2010). Além dos benefícios econômicos, o revestimento projetado ainda não encontrou empecilho técnico em termos de patologia, porque os problemas encontrados se devem mais a composição e produção da argamassa do que a fase de projeção propriamente dita (CONSTRUÇÃO MERCADO, 2010). Diante do cenário apresentado, este trabalho busca apresentar com clareza as reais vantagens que os empresários, engenheiros e empreendedores da construção civil, principalmente voltados à edificações, obterão ao substituir o método convencional de aplicação de argamassa, pelo método mecanizado.

16 15 4 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 4.1 REVESTIMENTOS DE ARGAMASSA A NBR (ABNT, 1995) define o revestimento de argamassa como cobrimento de uma superfície com uma ou mais camadas superpostas de argamassa, apto a receber acabamento decorativo ou constituir-se acabamento final. Esta camada deve ser aplicada sobre uma base (parede ou teto não metálicos), previamente limpos respeitando as indicações da NBR 7200 (ABNT, 1998) que contempla substratos de tijolo e bloco cerâmico, bloco de concreto, de concreto celular e sílico-calcário. A NBR (ABNT, 1996) recomenda um desvio de prumo máximo de H/900, sendo H a altura da parede em metros. A mesma norma sugere desnível de nivelamento sempre inferior a L/900, sendo L o comprimento do maior vão do teto em metros. As espessuras máximas e mínimas recomendadas pela NBR (ABNT, 1996) estão descritas na tabela 1: Tabela 1 - Espessuras admissíveis de revestimentos internos e externos Revestimento Espessura Parede interna 5 e 20 Parede externa 20 e 30 Teto interno e externo e 20 Fonte: ABNT NBR Nota: Dimensões em milímetros Baía e Sabbatini (2001) recomendam que se use uma tela de aço galvanizado, caso haja necessidade de revestimento com espessura maior a máxima estabelecida em norma. Deve-se sempre, porém, respeitar o tempo de cura de cada camada entre uma aplicação e outra, sendo este período de três dias entre o chapisco e emboço, vinte e um ou dias se a argamassa de emboço for a base de cal e sete dias se forem mistas ou hidráulicas entre emboço e reboco e mais vinte

17 16 um dias de idade entre o reboco e o acabamento final (ABNT, 1996). Segundo Baía e Sabbatini (2001), espessuras mínimas diferentes devem ser utilizadas em alguns casos de substratos específicos como mostrado na tabela 2: Tabela 2 - Espessuras mínimas nos pontos críticos TIPO DE BASE ESPESSURA MÍNIMA (mm) Estrutura de concreto em pontos localizados 10 Alvenaria em pontos localizados 15 Vigas e pilares em regiões extensas 15 Alvenaria em regiões extensas 20 Fonte: Baía e Sabbatini (2001) Chapisco A NBR (ABNT, 1995) define o chapisco como uma camada de preparo de base que tem o propósito de uniformizar a superfície em relação a absorção e melhorar a aderência do revestimento. Este revestimento preliminar é bastante fluido e constituído basicamente de cimento e areia grossa, quase sempre na proporção de 1:3. Usualmente é preparado em obra, mas também é vendido como argamassa industrializada, ou ainda, pode ser aplicado com rolo (chapisco rolado) na parede. Segundo Salgado (2009) a espessura do chapisco deve variar entre cinco e sete milímetros Emboço O emboço é a camada de revestimento executada após o chapisco. Segundo a NBR (ABNT, 1995) tem a finalidade de regularizar a camada anterior e servir de base para outro revestimento, como reboco ou revestimento decorativo, ou mesmo ser definida como acabamento final. Segundo Salgado (2009) é cada vez

18 17 mais comum adotarem-se apenas duas camadas de revestimento, o chapisco e o emboço, antes do acabamento. Baía e Sabbatini (2001) diferenciam essa segunda camada de revestimento entre emboço (caso seja base para o reboco) e massa única (se for a última camada de revestimento). Este trabalho tem maior enfoque na aplicação do emboço como revestimento final Taliscamento e mestras Baía e Sabbatini (2001) definem taliscamento como a etapa em que cacos cerâmicos são fixados na base com a mesma argamassa que se usará para revestimento que servem para demonstrar a altura da camada. É recomendada uma distância horizontal máxima de 1,80 metros entre as taliscas, assentadas utilizandose de fios de prumo e linha (SALGADO, 2009) e entre as mesmas, verticalmente devem ser feitas mestras para o auxílio do sarrafeamento. Mestras, segundo Salgado (2009), são faixas de revestimento realizadas entre cada conjunto de taliscas Argamassas industrializadas As argamassas industrializadas podem ser definidas como: Produto proveniente da dosagem controlada, em instalação própria, de aglomerante(s) de origem mineral, agregado(s) miúdo(s) e, eventualmente, aditivo(s) e adição(ões) em estado seco e homogêneo, ao qual o usuário somente necessita adicionar a quantidade de água requerida (ABNT, 1995, p. 4). Esse produto ainda é muito pouco utilizado na construção civil. Excetuando as argamassas colantes para assentamento de cerâmicas, pedras e outros acabamentos, quase nenhuma outra etapa se utiliza desse produto. Regattieri e Silva (2003) acreditam que isso se deve á falta de avaliação das empresas sobre a possibilidade de ganhos na eficiência em processos que vão desde o recebimento à

19 18 utilização da argamassa. Os mesmos autores compararam os processos envolvidos na utilização da argamassa preparada em obra e da industrial em fluxogramas, conforme as figuras 1 e 2. Figura 1 - Fluxograma dos processos para argamassa mista preparada em obra Fonte: REGATTIERI e SILVA, 2003 Figura 2 - Fluxograma dos processos para argamassa industrializada em sacos Fonte: REGATTIERI e SILVA, 2003 O uso da argamassa industrializada é um dos fatores que diferenciam os dois métodos de projeção de argamassa existentes no Brasil. Enquanto a canequinha aplica a argamassa virada em obra, a bomba projetora só aceita o produto industrializado. Este é um importante fator de avaliação na hora do construtor escolher o método que melhor lhe atende. Uma grande vantagem da argamassa industrializada, esta ligada à logística, está no fato de a mesma permitir um descarregamento mais mecanizado (tanto em

20 19 sacos quanto em silos) o que pode ter como consequência uma menor quantidade de mão de obra envolvida e menor desperdício (REGATTIERI e SILVA, 2003). Regattieri e Silva (2003) apontam também a maior necessidade de controle da argamassa preparada em obra devido a maior quantidade de materiais envolvidos na sua preparação. A tabela 3 demonstra alguns cuidados que devem ser tomados durante o recebimento do material. Tabela 3 - Controle de recebimento de materiais Fonte: adaptado de SOUZA; TAMAKI, 2001 apud REGATTIERI e SILVA, TECNOLOGIA NA CONSTRUÇÃO CIVIL Para Santos (2003) apud Corrêa (2008) a construção civil começou a se industrializar no Brasil quando novos processos de construtivos começaram a chegar a partir da década de Abiko (2003) diferencia técnica de tecnologia ao dar o seguinte exemplo: (...) o pedreiro ao assentar um tijolo para executar uma alvenaria, está utilizando uma técnica que envolve o conhecimento do manuseio da colher de pedreiro, o conhecimento da elaboração de uma argamassa de assentamento misturando cal, cimento, areia e água nas proporções adequadas, e a melhor amarração entre os tijolos e a sua colocação em prumo. O pedreiro ao executar esta alvenaria domina uma técnica e não uma tecnologia (ABIKO, 2003, p. 1)

21 20 O autor, porém, lembra que a falta de conhecimento da tecnologia não quer dizer que o pedreiro executa mal a alvenaria, já que, neste segmento, o bom profissional é aquele que domina a técnica. A definição de tecnologia poderia ser: a solução de problemas técnicos por meio de teorias, métodos e processos científicos (ABIKO, 2003, p.2). Segundo Abiko (2003) a falta de uma base teórica para aqueles que praticam as técnicas construtivas ajudam a barrar o avanço de tecnologias para o setor da construção civil. O autor aponta que as pessoas que adotam esse tipo de inovação são geralmente construtores e empresários que utilizam o conhecimento técnico e científico desenvolvendo seus sistemas e processos construtivos (ABIKO, 2003, p.5). 4.3 EQUIPAMENTOS DE PROJEÇÃO DE ARGAMASSA Ainda são poucas obras que abordam este assunto, a maioria relacionada ao tema, apenas cita a possibilidade de se fazer a aplicação de argamassas de modo manual e mecanizado. Os métodos de mecanização da etapa se dividem entre a projeção por spray de ar comprimido com recipiente acoplado, conhecido como canequinha, e a bomba de argamassa com eixo helicoidal ou bomba de pistão (CONSTRUÇÃO MERCADO, 2010). A projeção de argamassas na Europa data de longo período. Em países como França e Portugal, esse método é bastante difundido e aplicado quase exclusivamente com o uso das bombas de argamassa. Independente do método adotado encontra-se qualidade no revestimento projetado, já que a quantidade de ar no processo é reduzida e a constante energia de lançamento da argamassa garante maior superfície de contato entre a argamassa e o substrato e menor variação no coeficiente de aderência (CONSTRUÇÃO MERCADO, 2010). Além dos métodos citados, o grupo encontrou um terceiro método que consiste na aplicação da argamassa por uma máquina de esteira. Esse equipamento é abastecido manualmente e travado no piso e teto do local, enquanto sobe pelas barras de apoio, sua esteira coleta argamassa no recipiente e a projeta na parede a

22 21 sua frente. A esteira, aparentemente, faz também o trabalho da régua, pois a argamassa já fica com um aspecto de sarrafeada e desempenada. A figura 3 traz uma dessas máquinas. O grupo não fez estudo específico sobre o equipamento, por não ter encontrado informação suficiente sobre a máquina e seu desempenho. a) b) Figura 3 - a) Abastecimento do equipamento; b) Equipamento em funcionamento. Fonte: BARAM, Projetor tipo spray de ar comprimido com recipiente acoplado A projeção por bomba de argamassa foi a primeira tecnologia que chegou ao Brasil e devido a dificuldades em se adaptar ao processo, o método da projeção com o recipiente acoplado é mais facilmente aceito (CONSTRUÇÃO MERCADO, 2010).

23 22 A canequinha consiste em um recipiente de plástico ou metal preso a uma base metálica que possui 4 furos com cerca de 20 mm, por onde sai a argamassa, e mais 4 orifícios com cerca de 2 mm por onde o ar é lançado (FERNANDES, 2007). A base é ligada a um tubo metálico que serve tanto para apoio como para passagem do ar comprimido, sendo que este tubo contém uma válvula que regula a entrada de ar que vem do compressor (FERNANDES, 2007). A figura 4 ilustra bem a composição da canequinha. a) b) C c) d) Figura 4 - a) Orifícios que permitem a saída do ar; b) furos para passagem da argamassa; c) detalhe do registro (gatilho); d) vista geral da canequinha. Fonte: GRUPO, Este método foi adotado principalmente em São Paulo, devido principalmente à sua simplicidade de operação e quase nenhuma necessidade de treinamento (TÉCHNE, 2008; FERNANDES, 2007), nem por isso não existam desvantagens, como o peso do equipamento carregado (FERNANDES, 2007) e a própria necessidade de ficar reabastecendo o equipamento, tornando a aplicação um processo intermitente (CONSTRUÇÃO MERCADO, 2010). A curvatura no tubo próximo ao engaste com o recipiente se deve a necessidade de a aplicação ser feita de forma ortogonal a parede, de baixo para

24 23 cima (FERNANDES, 2010). A figura 5 ilustra a forma errada e a correta de se proceder: a) b) Figura 5 - a) aplicação errada; b) aplicação correta. Fonte: FERNANDES, Bomba de projeção de argamassa Os equipamentos de projeção de argamassa são mais sofisticados que o apresentado no método anterior exigindo maiores mudanças na logística da obra e normalmente vem integrado com um misturador de argamassa (PARAVISI, 2008). O sistema também é impulsionado por ar comprimido, mas o equipamento também possui um motor elétrico e um painel. Essas máquinas possuem modelos de projeção por eixo helicoidal e por pistão, sendo o primeiro mais indicado para produções menores (vazão de até 5 m³/h) e a outra para produção mais vultuosas, pois tem vazão de 20 m³/h (PARAVISI, 2008). Goodier (2002) apud Paravisi (2008), porém afirma que o sistema com pistão é menos confiável devido a presença de válvulas. A figura 6 ilustra ambos os meios de projeção.

25 24 a) b) Figura 6 - a) projeção por eixo helicoidal; b) projeção por pistão Fonte: PARAVISI, 2008 apud SANTOS, Diferente do movimento da canequinha, este método pede uma aplicação em zigue-zague em movimentos horizontais. A figura 7 mostra o aspecto da parede após a aplicação do revestimento. Figura 7 - Aplicação em zigue-zague do revestimento bombeado Fonte: CORRÊA, 2008.

26 25 Este método de aplicação de argamassa é ainda muito pouco adotado no Brasil e sua utilização é concentrada em centros como Brasília, Salvador, Curitiba e Campinas (CONSTRUÇÃO MERCADO, 2010). Os motivos dessa baixa adesão são variados: a) Alto custo de aquisição do equipamento; b) Necessidade de treinamento especializado para a equipe de aplicadores; c) Cuidados especiais na utilização de argamassa preparada em obra; d) Mudanças em vários processos (necessidade de aprimoramento de logística) para que o sistema funcione plenamente Argamassa de gesso e outros acabamentos projetáveis Nenhum trabalho sobre projeção de argamassas de gesso projetadas pelo método da canequinha foi encontrado, mas o a bomba de argamassa permite isso. Existem empresas que fornecem argamassas de gesso e outros revestimentos decorativos projetáveis exclusivos para projeção (TÉCHNE, 2010), sendo aplicadas diretamente sobre o chapisco. É necessário observar, no entanto, se o equipamento aceita esse tipo de argamassa, nem todos são preparados para isso Qualidade do revestimento projetado Paravisi (2007) encontrou bons resultados na utilização da argamassa projetada em relação à resistência de aderência à tração do revestimento. A autora cita uma resistência média de 0,39 MPa, acima dos 0,30 MPa sugeridos por norma ficando apenas 26,6% dos corpos de prova (em um de seus estudos de caso) abaixo deste último valor. Em relação a permeabilidade, Paravisi (2007) encontrou resultados bastante variados, como 0,059 ml/min e 0,029 ml/min. A autora credita tal fato a grande sensibilidade do ensaio às condições climáticas.

27 26 O revestimento apresenta um melhor comportamento quando tanto a etapa de chapisco quanto de emboço são realizadas mecanicamente (PARAVISI, 2007, p.113). Sobre o ponto de vista patológico, as empresas não observaram problemas no revestimento que possa ser diretamente relacionado ao método de projeção, mas sim com a argamassa (CONSTRUÇÃO MERCADO, 2010). 4.4 INVESTIMENTO EM EQUIPAMENTOS Quando o construtor adquire um equipamento, ele não está gastando seu dinheiro está investindo, está trocando uma quantia em dinheiro por um bem de valor equivalente (MATTOS, 2006, p. 110). É importante ressaltar que a aquisição de equipamento de projeção trata-se de um investimento e, se sua compra foi bem planejada, haverá retorno do capital investido, já que muitos profissionais da área desistem da mudança devido aos preços envolvidos na aquisição do equipamento. Outros podem acabar comprando o aparelho sem observar se tem serviços suficientes que viabilizem economicamente o investimento. A avaliação da aquisição de um equipamento pode ser observada por dois aspectos: sob o olhar do setor financeiro da empresa e de orçamentação (especificamente para obras), porém ambos devem apontar para um mesmo fim Olhar financeiro: técnicas de orçamento de capital As empresas desenvolvem fluxos de caixa relevantes para decidirem sobre variados tipos de projetos de investimento, que podem acabar sendo aceitos, rejeitados ou colocados em ordem de importância (GITMAN, 2001, p. 299). Existem ferramentas que auxiliam a essa tomada de decisão ao projetar o tempo de retorno do investimento realizado, ou o valor máximo de desconto de capital (custo de capital) durante o período avaliado. As principais técnicas de orçamento de capital são: payback, payback descontado, Valor Presente Líquido (VPL) e Taxa Interna de Retorno (TIR), sendo o

Aula 3: Custo de equipamento

Aula 3: Custo de equipamento Aula 3: Custo de equipamento CONSTRUÇÃO CIVIL IV Prof. 1 Dr. Leonardo F. R. Miranda Equipamentos representatividade relevante no custo da obra obras que envolvem terraplenagem estabelecer uma taxa horária

Leia mais

Principais funções de um revestimento de fachada: Estanqueidade Estética

Principais funções de um revestimento de fachada: Estanqueidade Estética REVESTIMENTO DE FACHADA Principais funções de um revestimento de fachada: Estanqueidade Estética Documentos de referência para a execução do serviço: Projeto arquitetônico Projeto de esquadrias NR 18 20

Leia mais

5. Limitações: A argamassa Matrix Assentamento Estrutural não deve ser utilizada para assentamento de blocos silicocalcário;

5. Limitações: A argamassa Matrix Assentamento Estrutural não deve ser utilizada para assentamento de blocos silicocalcário; A argamassa Matrix Assentamento Estrutural é uma mistura homogênea de cimento Portland, agregados minerais com granulometria controlada e aditivos químicos. 3. Indicação: Excelente para assentamento de

Leia mais

SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO

SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO CONCEITO A tipologia estrutural composta por bloco, argamassa, graute e eventualmente armações é responsável por um dos sistemas construtivos

Leia mais

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL 0405 05 IDENTIFICAÇÃO: Título: ORÇAMENTO EMPRESARIAL Atributo: ADMINISTRAÇÃO EFICIENTE Processo: PLANEJAMENTO E CONTROLE ORÇAMENTÁRIO O QUE É : É um instrumento de planejamento

Leia mais

O custo da perda de blocos/tijolos e argamassa da alvenaria de vedação: estudo de caso na construção civil

O custo da perda de blocos/tijolos e argamassa da alvenaria de vedação: estudo de caso na construção civil O custo da perda de blocos/tijolos e argamassa da alvenaria de vedação: estudo de caso na construção civil Suenne Andressa Correia Pinho (UPE) - suenne_correia@hotmail.com Alberto Casado Lordsleem Jr.

Leia mais

ALVENARIA ESTRUTURAL: DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II PROF.: JAQUELINE PÉRTILE

ALVENARIA ESTRUTURAL: DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II PROF.: JAQUELINE PÉRTILE ALVENARIA ESTRUTURAL: BLOCOS DE CONCRETO DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II PROF.: JAQUELINE PÉRTILE O uso de alvenaria como sistema estrutural já vem sendo usado a centenas de anos, desde as grandes

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA EXECUÇÃO DE REVESTIMENTO INTERNO COM PROGESSO PROJETÁVEL

PROCEDIMENTOS PARA EXECUÇÃO DE REVESTIMENTO INTERNO COM PROGESSO PROJETÁVEL PROCEDIMENTOS PARA EXECUÇÃO DE REVESTIMENTO INTERNO COM PROGESSO PROJETÁVEL DESCRIÇÃO DO MÉTODO DE EXECUÇÃO: 1. Condições para o início dos serviços A alvenaria deve estar concluída e verificada. As superfícies

Leia mais

REVESTIMENTO DEFACHADA. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I

REVESTIMENTO DEFACHADA. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I REVESTIMENTO DEFACHADA Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I FUNÇÕES DO REVESTIMENTO DE FACHADA Estanqueida de Estética CONDIÇÕES DE INÍCIO

Leia mais

TRAÇO Proporções e consumo de materiais

TRAÇO Proporções e consumo de materiais TRAÇO Proporções e consumo de materiais Prof. Marco Pádua Em cada fase da obra usamos diferentes proporções de aglomerantes (cimento e cal), e agregados (areia e pedra) cujo objetivo pode visar: resistência,

Leia mais

Sistemas de mecanização. Engª Elza Nakakura

Sistemas de mecanização. Engª Elza Nakakura Sistemas de mecanização Engª Elza Nakakura Etapas de serviços de revestimento Etapas Convencional Projetado Recebimento/armazenagem Dosagem da argamassa 3 produtos Baias Peneirar areia Quantificação dos

Leia mais

ALVENARIA: como reconhecer blocos de qualidade e ecoeficientes!

ALVENARIA: como reconhecer blocos de qualidade e ecoeficientes! ALVENARIA: como reconhecer blocos de qualidade e ecoeficientes! Bloco de concreto As paredes são montadas a partir de componentes de alvenaria - os blocos. Portanto, é imprescindível que eles obedeçam

Leia mais

A NOVA GERAÇÃO DE OBRAS SISTEMA PREMIERE

A NOVA GERAÇÃO DE OBRAS SISTEMA PREMIERE A NOVA GERAÇÃO DE OBRAS SISTEMA PREMIERE Esta inovação faz nascer a técnica industrial aplicada a construção no Brasil SISTEMA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL A Construção Sustentável Premiere representa uma

Leia mais

Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI. Prof. Fernando Rodrigues

Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI. Prof. Fernando Rodrigues Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI Prof. Fernando Rodrigues Quando se trabalha com projetos, é necessária a utilização de técnicas e ferramentas que nos auxiliem a estudálos, entendê-los e controlá-los.

Leia mais

Blocos de. Absorção de água. Está diretamente relacionada à impermeabilidade dos produtos, ao acréscimo imprevisto de peso à Tabela 1 Dimensões reais

Blocos de. Absorção de água. Está diretamente relacionada à impermeabilidade dos produtos, ao acréscimo imprevisto de peso à Tabela 1 Dimensões reais Blocos de CONCRETO DESCRIÇÃO: Elementos básicos para a composição de alvenaria (estruturais ou de vedação) BLOCOS VAZADOS DE CONCRETO SIMPLES COMPOSIÇÃO Cimento Portland, Agregados (areia, pedra, etc.)

Leia mais

2202 ARGAMASSA MATRIX REVESTIMENTO FACHADA Argamassa para uso em revestimento de áreas externas

2202 ARGAMASSA MATRIX REVESTIMENTO FACHADA Argamassa para uso em revestimento de áreas externas É composta por uma mistura homogênea de cimento Portland, cal hidratada e agregados minerais com granulometria controlada e aditivos químicos. O produto é oferecido na cor cinza. 3. Indicação: A argamassa

Leia mais

a) 0:1:3; b) 1:0:4; c) 1:0,5:5; d) 1:1,5:7; e) 1:2:9; f) 1:2,5:10

a) 0:1:3; b) 1:0:4; c) 1:0,5:5; d) 1:1,5:7; e) 1:2:9; f) 1:2,5:10 ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO CIVIL PCC 2435 - TECNOLOGIA DE CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS I DEFINIÇÃO E DOSAGEM DE ARGAMASSAS PARA ASSENTAMENTO DE

Leia mais

FAQ - Frequently Asked Questions (Perguntas Frequentes)

FAQ - Frequently Asked Questions (Perguntas Frequentes) FAQ - Frequently Asked Questions (Perguntas Frequentes) 1- Qual tipo de aço da vigota e qual a sua norma? São produzidas com aço estrutura ZAR 345, com revestimento Z275, no qual segue as prescritivas

Leia mais

4.2 MODELOS MATEMÁTICOS PARA A ANÁLISE DE INVESTIMENTOS

4.2 MODELOS MATEMÁTICOS PARA A ANÁLISE DE INVESTIMENTOS 4 PLANILHA ELETRÔNICA 4.1 CONTEXTO O Capítulo 3 tratou do método de pesquisa utilizado, as etapas e as estratégias adotadas neste trabalho. Neste capítulo, discorre-se sobre a planilha eletrônica desenvolvida

Leia mais

GERENCIAMENTO DA CONSTRUÇÃO CIVIL

GERENCIAMENTO DA CONSTRUÇÃO CIVIL GERENCIAMENTO DA CONSTRUÇÃO CIVIL FSP - Faculdade Sudoeste Paulista Departamento Engenharia Civil ENGª. M.Sc. Ana Lúcia de Oliveira Daré Cap. 3: OS CUSTOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL 3.1 Custos na construção civil

Leia mais

2101 ARGAMASSA MATRIX REVESTIMENTO INTERNO Argamassa para Revestimento Interno de alvenaria

2101 ARGAMASSA MATRIX REVESTIMENTO INTERNO Argamassa para Revestimento Interno de alvenaria FICHA TÉCNICA DE PRODUTO 1. Descrição: A argamassa 2101 MATRIX Revestimento Interno, é uma argamassa indicada para o revestimento de paredes em áreas internas, possui tempo de manuseio de até 2 horas,

Leia mais

Objetivos. Engenharia de Software. O Estudo de Viabilidade. Fase do Estudo de Viabilidade. Idéias chave. O que Estudar? O que concluir?

Objetivos. Engenharia de Software. O Estudo de Viabilidade. Fase do Estudo de Viabilidade. Idéias chave. O que Estudar? O que concluir? Engenharia de Software O Estudo de Viabilidade Objetivos O que é um estudo de viabilidade? O que estudar e concluir? Benefícios e custos Análise de Custo/Benefício Alternativas de comparação 1 2 Idéias

Leia mais

Implantação do Sistema de Projeção de Argamassa em empreendimentos supereconômicos Eng. Sédio Pires

Implantação do Sistema de Projeção de Argamassa em empreendimentos supereconômicos Eng. Sédio Pires Implantação do Sistema de Projeção de Argamassa em empreendimentos supereconômicos Eng. Sédio Pires Perfil da Empresa 32 anos de mercado Matriz em Contagem/MG Atua em Minas Gerais na região metropolitana

Leia mais

Misturadores de Argamassa ANVI. Maior Produtividade e Qualidade na sua Obra. Misturadores e Projetores de Argamassa FABRICADO NO BRASIL

Misturadores de Argamassa ANVI. Maior Produtividade e Qualidade na sua Obra. Misturadores e Projetores de Argamassa FABRICADO NO BRASIL Misturadores de Argamassa ANVI Maior Produtividade e Qualidade na sua Obra FABRICADO NO BRASIL Misturadores e Projetores de Argamassa Solução na medida para a exigência do mercado Misturadores de argamassa

Leia mais

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

LINHA de Argamassas. Uma mistura de qualidade com alta produtividade.

LINHA de Argamassas. Uma mistura de qualidade com alta produtividade. Concreto LINHA de Argamassas Uma mistura de qualidade com alta produtividade. Estabilizada 01Argamassa Projetada A evolução chegou ao canteiro de obras. Elimine etapas, corte custos e aumente o controle

Leia mais

MASSA LISA PROTEC. Embalagem: Saco de 20 kg Consumo: 1,0 a 1,3 kg/m² por milímetro de espessura

MASSA LISA PROTEC. Embalagem: Saco de 20 kg Consumo: 1,0 a 1,3 kg/m² por milímetro de espessura MASSA LISA Massa extra-lisa para revestimento de paredes e tetos. Substitui a massa corrida e o gesso, reduzindo o uso de lixas. Sem desperdício e de rápida aplicação; Reduz o uso de lixas; Aplicação sobre

Leia mais

porcelanato interno ficha técnica do produto

porcelanato interno ficha técnica do produto 01 DESCRIÇÃO: votomassa é uma argamassa leve de excelente trabalhabilidade e aderência, formulada especialmente para aplicação de revestimentos cerâmicos e s em áreas internas. 02 CLASSIFICAÇÃO TÉCNICA:

Leia mais

EDITAL CONCORRÊNCIA 02/2015 ANEXO IX - ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DA CONCESSÃO.

EDITAL CONCORRÊNCIA 02/2015 ANEXO IX - ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DA CONCESSÃO. EDITAL CONCORRÊNCIA 02/2015 ANEXO IX - ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DA CONCESSÃO. Análise Econômico-financeira da Concessão A licitante deverá apresentar uma análise econômico-financeira da concessão,

Leia mais

TUPER ESTRUTURAS PLANAS

TUPER ESTRUTURAS PLANAS TUPER ESTRUTURAS PLANAS LAJES MISTAS NERVURADAS Soluções estruturais e arquitetônicas em aço, traduzidas em estética, conforto, segurança e versatilidade. Catálogo destinado ao pré-lançamento do produto.

Leia mais

MACO II PUC GO Professora Mayara Moraes

MACO II PUC GO Professora Mayara Moraes MACO II PUC GO Professora Mayara Moraes Argamassas NBR13281 Histórico 1º. registro de emprego na construção: Pré-História Piso polido de 180 m² feito com pedras e argamassa cal e areia: ~ 7000 a 9000

Leia mais

Relatório de Estágio Curricular. Rafael Menezes Albuquerque

Relatório de Estágio Curricular. Rafael Menezes Albuquerque Instituto Tecnológico de Aeronáutica Divisão de Engenharia de Infra-Estrutura Aeronáutica Relatório de Estágio Curricular Rafael Menezes Albuquerque São José dos Campos Novembro2005 Relatório de Estágio

Leia mais

ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO Recomendações gerais

ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO Recomendações gerais ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO Recomendações gerais LA-J ARTEFATOS DE CIMENTO LUCAS LTDA Av. Cônsul Assaf Trad 6977 Em frente ao Shopping Bosque dos Ipês / Campo Grande MS 0800 647 1121 www.lajlucas.com.br

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA CIVIL CAMPUS CAMPO MOURÃO ENGENHARIA CIVIL MARCELO DADAMO VIEIRA RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO Relatório de Estágio Curricular

Leia mais

PAREDES EXTERNAS EM CONCRETO ARMADO MOLDADO IN LOCO COMO SOLUÇÃO PARA EDIFÍCIOS VERTICAIS

PAREDES EXTERNAS EM CONCRETO ARMADO MOLDADO IN LOCO COMO SOLUÇÃO PARA EDIFÍCIOS VERTICAIS I CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL X ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO 18-21 julho 2004, São Paulo. ISBN 85-89478-08-4. PAREDES EXTERNAS EM CONCRETO ARMADO MOLDADO

Leia mais

Argamassa TIPOS. AC-I: Uso interno, com exceção de saunas, churrasqueiras, estufas e outros revestimentos especiais. AC-II: Uso interno e externo.

Argamassa TIPOS. AC-I: Uso interno, com exceção de saunas, churrasqueiras, estufas e outros revestimentos especiais. AC-II: Uso interno e externo. Especificações Técnicas Argamassa INDUSTRIALIZADA : Produto industrializado, constituído de aglomerantes e agregados miúdos, podendo ainda ser adicionados produtos especiais (aditivos), pigmentos com a

Leia mais

CAPÍTULO 3 - ANÁLISE DE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTOS

CAPÍTULO 3 - ANÁLISE DE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTOS CAPÍTULO 3 - ANÁLISE DE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTOS III.1 - GENERALIDADES Após a classificação dos projetos tecnicamente corretos é imprescindível que a escolha considere aspectos econômicos. E é a engenharia

Leia mais

AS 7 ETAPAS PARA ELABORAR UMA BOA ANÁLISE DE INVESTIMENTO

AS 7 ETAPAS PARA ELABORAR UMA BOA ANÁLISE DE INVESTIMENTO AS 7 ETAPAS PARA ELABORAR UMA BOA ANÁLISE DE Quais são? Quais são os principais cuidados e lembretes de cada etapa? Francisco Cavalcante (francisco@fcavalcante.com.br) Sócio-Diretor da Cavalcante Associados,

Leia mais

Etapas e Serviços da Construção

Etapas e Serviços da Construção Especificação da Construção Capítulo 2 Etapas e Serviços da Construção 2.1 Introdução Antes de qualquer outra coisa, e dispondo basicamente do conjunto de documentos contendo a especificação da obra, um

Leia mais

ARG. COLANTE REVESTIMENTO REJUNTE COMPONENTES DO REVESTIMENTO

ARG. COLANTE REVESTIMENTO REJUNTE COMPONENTES DO REVESTIMENTO TECNOLOGIA DE REVESTIMENTO Componentes do sistema BASE CHAPISCO Base Características importantes: Avidez por água - inicial e continuada Rugosidade EMBOÇO ARG. COLANTE REVESTIMENTO REJUNTE Chapisco Função:

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO CONTROLE TECNOLÓGICO DO CONCRETO

A IMPORTÂNCIA DO CONTROLE TECNOLÓGICO DO CONCRETO 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( X ) TECNOLOGIA A IMPORTÂNCIA

Leia mais

Conceito AULA 4. Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil

Conceito AULA 4. Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil AULA 4 Gesso Acartonado Prof. Dr. Luiz Sergio Franco Escola Politécnica da USP Dep. de Engenharia de Construção Civil Construção

Leia mais

VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DA ALVENARIA ESTRUTURAL COM BLOCOS DE CONCRETO

VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DA ALVENARIA ESTRUTURAL COM BLOCOS DE CONCRETO VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DA ALVENARIA ESTRUTURAL COM BLOCOS DE CONCRETO 1a. parte: TÉCNICA Engenheiro Civil - Ph.D. 85-3244-3939 9982-4969 la99824969@yahoo.com.br skipe: la99824969 de que alvenaria

Leia mais

ESTUDO PARA IMPERMEABILIZAÇÃO NA INTERFACE ESTRUTURA METÁLICA E ALVENARIA

ESTUDO PARA IMPERMEABILIZAÇÃO NA INTERFACE ESTRUTURA METÁLICA E ALVENARIA ESTUDO PARA IMPERMEABILIZAÇÃO NA INTERFACE ESTRUTURA METÁLICA E ALVENARIA Joel Henrique Rohr 1 Resumo: Uma das patologias existentes na construção civil são as infiltrações. Um dos pontos críticos das

Leia mais

CONTABILIDADE DE CUSTOS. A necessidade da análise e do controle dos gastos empresariais acentua-se à medida que cresce a competição entre as empresas.

CONTABILIDADE DE CUSTOS. A necessidade da análise e do controle dos gastos empresariais acentua-se à medida que cresce a competição entre as empresas. CONTABILIDADE DE CUSTOS A necessidade da análise e do controle dos gastos empresariais acentua-se à medida que cresce a competição entre as empresas. A Contabilidade de Custos que atende essa necessidade

Leia mais

37 3231-4615 www.levemix.com.br GUIA PRÁTICO DE APLICAÇÃO CONCRETO LEVEMIX. Comodidade, economia e segurança ENTREGAMOS PEQUENAS QUANTIDADES

37 3231-4615 www.levemix.com.br GUIA PRÁTICO DE APLICAÇÃO CONCRETO LEVEMIX. Comodidade, economia e segurança ENTREGAMOS PEQUENAS QUANTIDADES GUIA PRÁTICO DE APLICAÇÃO CONCRETO LEVEMIX Orientações técnicas para o melhor desempenho de sua concretagem Comodidade, economia e segurança 37 3231-4615 www.levemix.com.br ENTREGAMOS PEQUENAS QUANTIDADES

Leia mais

Unidade III GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

Unidade III GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade III 3 CUSTOS DOS ESTOQUES A formação de estoques é essencial para atender à demanda; como não temos como prever com precisão a necessidade, a formação

Leia mais

tecfix EP quartzolit Adesivo para ancoragem à base de resina epóxi Boletim Técnico tecfix EP quartzolit Pág. 1 de 7

tecfix EP quartzolit Adesivo para ancoragem à base de resina epóxi Boletim Técnico tecfix EP quartzolit Pág. 1 de 7 Pág. 1 de 7 Adesivo para ancoragem à base de resina epóxi 1. Descrição: Produto bicomponente, pré-dosado, à base de epóxi, isento de estireno e não retrátil, disposto em bisnaga com câmaras independentes,

Leia mais

ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO

ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO INTRODUÇÃO As estruturas mistas podem ser constituídas, de um modo geral, de concreto-madeira, concretoaço ou aço-madeira. Um sistema de ligação entre os dois materiais

Leia mais

Revestimentos de Alto Desempenho - RAD

Revestimentos de Alto Desempenho - RAD Revestimentos de Alto Desempenho - RAD O mercado de revestimentos para pisos de concreto se desenvolveu mais expressivamente no Brasil na década de 1980. Foi nesse momento que os revestimentos autonivelantes

Leia mais

SINAPI Modelo de Apresentação

SINAPI Modelo de Apresentação SINAPI Modelo de Apresentação Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil Administrado pela CAIXA Precisão do Preço de Referência Margem de erro elevada MÉTODO DE CÁLCULO DO

Leia mais

Aplicações Xadrez Pigmento em Pó

Aplicações Xadrez Pigmento em Pó Dê asas à sua imaginação nas diversas aplicações do Pó Xadrez. Aplicações Xadrez Pigmento em Pó O PÓ XADREZ é um pigmento concentrado que proporciona efeitos decorativos em diversas aplicações. Mais econômico,

Leia mais

BLOCOS, ARGAMASSAS E IMPORTÂNCIA DOS BLOCOS CARACTERÍSTICAS DA PRODUÇÃO CARACTERÍSTICAS DA PRODUÇÃO. Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 1

BLOCOS, ARGAMASSAS E IMPORTÂNCIA DOS BLOCOS CARACTERÍSTICAS DA PRODUÇÃO CARACTERÍSTICAS DA PRODUÇÃO. Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 1 Escola Politécnica da USP PCC 2515 Alvenaria Estrutural BLOCOS, ARGAMASSAS E GRAUTES Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco IMPORTÂNCIA DOS BLOCOS! DETERMINA CARACTERÍSTICAS IMPORTANTES DA PRODUÇÃO! peso e dimensões

Leia mais

BRICKA ALVENARIA ESTRUTURAL

BRICKA ALVENARIA ESTRUTURAL BRICKA ALVENARIA ESTRUTURAL BRICKA ALVENARIA ESTRUTURAL Indice ALVENARIA ESTRUTURAL MANUAL DE EXECUÇÃO E TREINAMENTO...1 O QUE É ALVENARIA ESTRUTURAL?...1 Seu trabalho fica mais fácil...1 CUIDADOS QUE

Leia mais

Quanto aos esforços: compressão, tração e flexão; Flexibilidade de formas; Durabilidade; Transmissão de calor

Quanto aos esforços: compressão, tração e flexão; Flexibilidade de formas; Durabilidade; Transmissão de calor 1. CONCEITO: Produto resultante da associação íntima entre um aglomerante mais um agregado miúdo, mais um agregado graúdo e água (+ ferragens). 2. CARACTERÍSTICAS Quanto aos esforços: compressão, tração

Leia mais

5 Plano Financeiro. Investimento total. investimentos fixos; capital de giro; investimentos pré-operacionais. 5.1 Estimativa dos investimentos fixos

5 Plano Financeiro. Investimento total. investimentos fixos; capital de giro; investimentos pré-operacionais. 5.1 Estimativa dos investimentos fixos 5 Plano Financeiro Investimento total Nessa etapa, você irá determinar o total de recursos a ser investido para que a empresa comece a funcionar. O investimento total é formado pelos: investimentos fixos;

Leia mais

Casas com paredes de concreto Reportagem: Jamila Venturini

Casas com paredes de concreto Reportagem: Jamila Venturini Casas com paredes de concreto Reportagem: Jamila Venturini O sistema de construção com paredes de concreto moldadas in loco permite executar com agilidade e economia obras de grande escala como condomínios,

Leia mais

ANÁLISE DE VIABILIDADE DE EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS

ANÁLISE DE VIABILIDADE DE EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS ANÁLISE DE VIABILIDADE DE EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS Avaliação da Performance Financeira de Projetos 4.690.000 Veículos x 4,50 R$/veículo = 21.105.000 Receita bruta + (3.165.750) 15,0% Prefeituras e

Leia mais

Cronograma Físico e de Preço

Cronograma Físico e de Preço Especificação da Construção Capítulo 7 Cronograma Físico e de Preço 7.1 Introdução Ao longo de todo o curso, inserimos uma mensagem alertando para a diferenciação entre os termos preço e custo, que dizia

Leia mais

Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos Engenheiro Civil Paulo Roberto Vilela Dias, MSc Mestre em Engenharia Civil - uff Professor do Mestrado em Engenharia Civil da Universidade Federal Fluminense

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

! Revisão de conceitos importantes! Fluxo com VRG diluído! Fluxo com VRG no final do contrato! Comparação com outras alternativas de financiamento

! Revisão de conceitos importantes! Fluxo com VRG diluído! Fluxo com VRG no final do contrato! Comparação com outras alternativas de financiamento CAVALCANTE & COMO MONTAR O FLUXO DE CAIXA EM! Revisão de conceitos importantes! Fluxo com VRG diluído! Fluxo com VRG no final do contrato! Comparação com outras alternativas de financiamento Autores: Francisco

Leia mais

AULA 01 Conceitos básicos e Composição de

AULA 01 Conceitos básicos e Composição de AULA 01 Conceitos básicos e Composição de CONSTRUÇÃO CIVIL IV - Professor Rogerio Lemos custo unitário 13:42:49 1 ORÇAMENTO EMPRESARIAL ORÇAMENTO DE PRODUÇÃO ORÇAMENTO DE VENDA 2 ORÇAMENTO EMPRESARIAL:

Leia mais

COMPONENTES. Chapa de gesso: 3 tipos

COMPONENTES. Chapa de gesso: 3 tipos Paredes internas Estrutura leve GESSO ACARTONADO Fixado em perfis de chapa de aço galvanizado (esqueleto de guias e montantes) Parede: chapas de gesso em uma ou mais camadas Superfície pronta para o acabamento

Leia mais

Solução em Ar Comprimido: Tubulações em Alumínio

Solução em Ar Comprimido: Tubulações em Alumínio Solução em Ar Comprimido: Tubulações em Alumínio Quais são os principais problemas encontrados em redes de Ar Comprimido? Quais são os principais problemas encontrados em redes de Ar Comprimido? ❶ Vazamentos

Leia mais

Engenheiro Civil UFBA Administrador de Empresas UCSAL MBA Gestão de Negócios UNIFACS

Engenheiro Civil UFBA Administrador de Empresas UCSAL MBA Gestão de Negócios UNIFACS Engenheiro Civil UFBA Administrador de Empresas UCSAL MBA Gestão de Negócios UNIFACS 1. indicações precisas da localização da obra; 2. resistência característica do concreto (fck) definida em projeto;

Leia mais

IFES/CAMPUS DE ALEGRE - ES PROJETO BÁSICO

IFES/CAMPUS DE ALEGRE - ES PROJETO BÁSICO IFES/CAMPUS DE ALEGRE - ES PROJETO BÁSICO Especificação Destinada Construção do Núcleo de Empresas Junior INTRODUÇÃO A execução dos serviços referente Construção do Núcleo de Empresas Junior, obedecerá

Leia mais

Excelente para o assentamento e rejuntamento simultâneo de pastilhas de porcelana e vidro;

Excelente para o assentamento e rejuntamento simultâneo de pastilhas de porcelana e vidro; 01 Descrição: NOVO PRODUTO votomassa é uma argamassa que proporciona alta aderência e trabalhabilidade no assentamento de de porcelana e vidro 02 Classificação: votomassa combina cimento Portland, agregados

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 10 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÃO 31 A principal diferença entre um ferro fundido e um aço (aço carbono) é o teor de carbono. Portanto os percentuais de carbono nestes elementos são: Ferro

Leia mais

VENCENDO OS DESAFIOS DAS ARGAMASSAS PRODUZIDAS EM CENTRAIS DOSADORAS argamassa estabilizada e contrapiso autoadensável

VENCENDO OS DESAFIOS DAS ARGAMASSAS PRODUZIDAS EM CENTRAIS DOSADORAS argamassa estabilizada e contrapiso autoadensável VENCENDO OS DESAFIOS DAS ARGAMASSAS PRODUZIDAS EM CENTRAIS DOSADORAS argamassa estabilizada e contrapiso autoadensável Juliano Moresco Silva Especialista em Tecnologia do Concreto juliano.silva@azulconcretos.com.br

Leia mais

7. Viabilidade Financeira de um Negócio

7. Viabilidade Financeira de um Negócio 7. Viabilidade Financeira de um Negócio Conteúdo 1. Viabilidade de um Negócios 2. Viabilidade Financeira de um Negócio: Pesquisa Inicial 3. Plano de Viabilidade Financeira de um Negócio Bibliografia Obrigatória

Leia mais

bloco de vidro ficha técnica do produto

bloco de vidro ficha técnica do produto 01 Descrição: votomassa é uma argamassa leve de excelente trabalhabilidade e aderência, formulada especialmente para assentamento e rejuntamento de s. 02 Classificação técnica: ANTES 205 Bloco votomassa

Leia mais

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO Curso Técnico de Edificações Profª Engª Civil Alexandra Müller Barbosa EMENTA Estudos de procedimentos executivos: Estruturas portantes, Elementos vedantes, Coberturas, Impermeabilização,

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO 025/2009

MEMORIAL DESCRITIVO 025/2009 MEMORIAL DESCRITIVO 025/2009 PROPRIETÁRIO: CENTRAIS ELÉTRICAS DE RONDÔNIA S. A. CERON. OBRA: ENDEREÇO: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA EM SERVIÇOS DE ENGENHARIA PARA REALIZAR REFORMA E ADEQUAÇÃO NA

Leia mais

concreto É unir economia e sustentabilidade.

concreto É unir economia e sustentabilidade. concreto É unir economia e sustentabilidade. A INTERBLOCK Blocos e pisos de concreto: Garantia e confiabilidade na hora de construir. Indústria de artefatos de cimento, que já chega ao mercado trazendo

Leia mais

TRAÇOS DE CONCRETO PARA OBRAS DE PEQUENO PORTE

TRAÇOS DE CONCRETO PARA OBRAS DE PEQUENO PORTE 1 TRAÇOS DE CONCRETO PARA OBRAS DE PEQUENO PORTE Marcos R. Barboza Paulo Sérgio Bastos UNESP, Faculdade de Engenharia de Bauru, Departamento de Engenharia Civil Resumo Este trabalho surgiu de duas necessidades

Leia mais

FORMAÇÃO DE CUSTOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL

FORMAÇÃO DE CUSTOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL IETEC INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PÓS-GRADUAÇÃO APERFEIÇOAMENTO ENGENHARIA DE CUSTOS E ORÇAMENTOS TURMA 01 FORMAÇÃO DE CUSTOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL Ana Milagres do Nascimento Engenheira civil orçamentista

Leia mais

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010 Questão 21 Conhecimentos Específicos - Técnico em Mecânica A respeito das bombas centrífugas é correto afirmar: A. A vazão é praticamente constante, independentemente da pressão de recalque. B. Quanto

Leia mais

EDITAL DE PREGÃO PRESENCIAL Nº 024/2014 CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO ANEXO Q8

EDITAL DE PREGÃO PRESENCIAL Nº 024/2014 CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO ANEXO Q8 OBS.: CADA ITEM MENCIONADO A SEGUIR REFERE-SE AOS ITENS DA PLANILHA DE PREÇOS UNITÁRIOS (PPU) 1. Sub-item 1.1 e 1.2: Mobilização e Desmobilização. Será medido na conclusão total de cada sub-item, 100%

Leia mais

6 Manutenção de Tratores Agrícolas

6 Manutenção de Tratores Agrícolas 6 Manutenção de Tratores Agrícolas 6.1 Introdução Desenvolvimento tecnológico do país Modernização da agricultura Abertura de novas fronteiras agrícolas Aumento no uso de MIA Aumento da produtividade Maiores

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Universidade Federal de Pernambuco Centro de Informática Estudo de Viabilidade SorveTech (Sistema de Gerenciamento) Professora: Carla Silva Disciplina: Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas

Leia mais

ENCUNHAMENTO DE ALVENARIA DE VEDAÇÃO ANÁLISE DE SOLUÇÕES PRÁTICAS. Comunidade da Construção Sistemas à base de cimento

ENCUNHAMENTO DE ALVENARIA DE VEDAÇÃO ANÁLISE DE SOLUÇÕES PRÁTICAS. Comunidade da Construção Sistemas à base de cimento ENCUNHAMENTO DE ALVENARIA DE VEDAÇÃO ANÁLISE DE SOLUÇÕES PRÁTICAS Carmo & Calçada COMPONENTES: Amaury Costa Maurício Brayner Paulo Roberto Marques Carmo & Calçada TITULO Soluções Para Encunhamento Entre

Leia mais

Banco de Boas Práticas Ambientais: Cases de. Antônio Malard FEAM 09/06/2015

Banco de Boas Práticas Ambientais: Cases de. Antônio Malard FEAM 09/06/2015 Banco de Boas Práticas Ambientais: Cases de Reuso de Água Antônio Malard FEAM 09/06/2015 Sumário Legislações de Reuso; Consumo de Água na Indústria; Experiências de Sucesso: Banco de Boas Práticas Ambientais;

Leia mais

ÁREA DE ENSAIOS ALVENARIA ESTRUTURAL RELATÓRIO DE ENSAIO N O 36555

ÁREA DE ENSAIOS ALVENARIA ESTRUTURAL RELATÓRIO DE ENSAIO N O 36555 LABORATÓRIO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL ENDEREÇO: Cidade Universitária Camobi, Santa Maria (RS) CEP 97105 900 TELEFONE: (55) 3220 8608 (Fax) Direção 3220 8313 Secretaria E-MAIL: lmcc@ct.ufsm.br 1/5

Leia mais

PAULUZZI BLOCOS CERÂMICOS

PAULUZZI BLOCOS CERÂMICOS Conheça a PAULUZZI BLOCOS CERÂMICOS Mais de 80 anos de experiência O imigrante italiano Giovanni Pauluzzi e seus filhos Theo e Ferrucio construíram a primeira unidade da empresa em 1928, especializada

Leia mais

4. Se alguma empresa passar um centavo do preco unitario da utfpr, sera desclassificada?

4. Se alguma empresa passar um centavo do preco unitario da utfpr, sera desclassificada? 1. podem nos enviar a planilha em EXCEL, tendo em vista que utilizamos o desconto linear e fica mais facil. Voces enviaram sempre, dessa vez so veio em PDF, a qual nao da pra editar e tambem para respeitar

Leia mais

Materiais de Construção Civil. Aula 07. Gesso para Construção Civil

Materiais de Construção Civil. Aula 07. Gesso para Construção Civil Materiais de Construção Civil Aula 07 Gesso para Construção Civil Taciana Nunes Arquiteta e Urbanista Gesso para Construção Civil O gesso é um mineral aglomerante produzido a partir da calcinação da gipsita,

Leia mais

Soluções para Alvenaria

Soluções para Alvenaria Aços Longos Soluções para Alvenaria BelgoFix Tela BelgoRevest Murfor BelgoFix Telas Soldadas Galvanizadas para Alvenaria BelgoFix : marca registrada da Belgo Bekaert Arames BelgoFix são telas soldadas

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

CAP. 2 CONSIDERAÇÕES SOBRE OS CRITÉRIOS DE DECISÃO

CAP. 2 CONSIDERAÇÕES SOBRE OS CRITÉRIOS DE DECISÃO CAP. 2 CONSIDERAÇÕES SOBRE OS CRITÉRIOS DE DECISÃO 1. OS CRITÉRIOS DE DECISÃO Dentre os métodos para avaliar investimentos, que variam desde o bom senso até os mais sofisticados modelos matemáticos, três

Leia mais

Blocos e Alicerces CONCEITO

Blocos e Alicerces CONCEITO CONCEITO Os blocos são elementos estruturais de grande rigidez que são ligados pelas vigas baldrame. Sua profundidade varia de 0,5 a 1 metro. São utilizados quando há atuação de pequenas cargas, como em

Leia mais

Projeto Aceleração de Negócios FACCAMP 2012

Projeto Aceleração de Negócios FACCAMP 2012 Projeto Aceleração de Negócios FACCAMP 2012 Objetivos e Metas Alavancar a empresa de uma forma sustentável, não apenas ambiental mas financeiramente. Introdução Histórico Tijolo Muralha da China construída

Leia mais

VtintaI = / / (Litros) VtintaF = / / (Litros)

VtintaI = / / (Litros) VtintaF = / / (Litros) ANEXO A TINTAS PLANILHA N o 2.18. Observador: Alternativas para redução dos desperdícios de materiais nos canteiros de obra MEDIÇÃO DE ESTOQUE (VtintaI E VtintaF): TINTA LÁ TEX ACRÍLICA OU LÁ TEX PVA A.

Leia mais

Anexo IV.2 Instruções para Elaboração do Estudo de Viabilidade Econômico-financeira

Anexo IV.2 Instruções para Elaboração do Estudo de Viabilidade Econômico-financeira Anexo IV.2 Instruções para Elaboração do Estudo de Viabilidade Econômico-financeira PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA ÍNDICE 1 ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DA CONCESSÃO... 2 1.1Planilha 1 Demonstração

Leia mais

SISTEMA DE VEDAÇÃO RACIONALIZADA

SISTEMA DE VEDAÇÃO RACIONALIZADA SISTEMA DE VEDAÇÃO RACIONALIZADA Concrete Show - 2011 Guilherme Coelho de Andrade PAE / 14 SISTEMA DE VEDAÇÃO RACIONALIZADA Gama Filho - Março de 2009 Guilherme Andrade PAE / 14 UM ÍCONE DA PESQUISA MCKINSEY

Leia mais

cerâmica externa ficha técnica do produto

cerâmica externa ficha técnica do produto 01 Descrição: Argamassa leve de excelente trabalhabilidade e aderência, formulada especialmente para aplicação de revestimentos cerâmicos em áreas internas e s. 02 Classificação técnica: ANTES Colante

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DE INDICADORES DE PRODUTIVIDADE E PERDAS PARA PROCESSOS CONSTRUTIVOS À BASE DE CIMENTO EM SALVADOR. Prof. Dayana Bastos Costa, UFBA

IMPLEMENTAÇÃO DE INDICADORES DE PRODUTIVIDADE E PERDAS PARA PROCESSOS CONSTRUTIVOS À BASE DE CIMENTO EM SALVADOR. Prof. Dayana Bastos Costa, UFBA IMPLEMENTAÇÃO DE INDICADORES DE PRODUTIVIDADE E PERDAS PARA PROCESSOS CONSTRUTIVOS À BASE DE CIMENTO EM SALVADOR Prof. Dayana Bastos Costa, UFBA Por que medir produtividade e perdas? Brasil vive descasamento

Leia mais

ESTUDO DE CASO: COMPARAÇÃO DE CUSTOS DIRETOS ENVOLVIDOS EM UMA OBRA DE MANUNTEÇÃO PREDIAL

ESTUDO DE CASO: COMPARAÇÃO DE CUSTOS DIRETOS ENVOLVIDOS EM UMA OBRA DE MANUNTEÇÃO PREDIAL ESTUDO DE CASO: COMPARAÇÃO DE CUSTOS DIRETOS ENVOLVIDOS EM UMA OBRA DE MANUNTEÇÃO PREDIAL Cristian Joaquim (1), Mônica Elizabeth Daré (2) RESUMO UNESC Universidade do Extremo Sul Catarinense (1)cristianjoaquim@hotmail.com(2)m.dare@terra.com.br

Leia mais

A busca da qualidade em proteção passiva contra fogo de estruturas metálicas

A busca da qualidade em proteção passiva contra fogo de estruturas metálicas MATERIAL DE REFERÊNCIA: PROFESSOR SERGIO PASTL A busca da qualidade em proteção passiva contra fogo de estruturas metálicas A proteção passiva contra fogo em estruturas metálicas é relativamente recente

Leia mais

CAPÍTULO III SISTEMAS ESTRUTURAIS CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA

CAPÍTULO III SISTEMAS ESTRUTURAIS CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA 1 CAPÍTULO III SISTEMAS ESTRUTURAIS CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA I. SISTEMAS ESTRUTURAIS Podemos citar diferentes sistemas estruturais a serem adotados durante a concepção do projeto de uma edificação. A escolha

Leia mais