DESIGN DE INTERFACES GRÁFICAS CORPORATE TV / DIGITAL SIGNAGE. Bruno Nobre

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DESIGN DE INTERFACES GRÁFICAS CORPORATE TV / DIGITAL SIGNAGE. Bruno Nobre bruno.nobre@iade.pt"

Transcrição

1 DESIGN DE INTERFACES GRÁFICAS CORPORATE TV / DIGITAL SIGNAGE Bruno Nobre

2 O que é? Digital Signage é um tipo de painel informativo tipicamente colocado em espaços públicos, usados normalmente para informar ou publicitar.

3 DESIGN DE INTERFACES GRÁFICAS CORPORATE TV / DIGITAL SIGNAGE

4

5

6

7 Tendência: Interactividade e Multiplataforma Expo UrbanTv: Milano 2015 Multi - platform TV channel

8 DESIGN DE INTERFACES GRÁFICAS CORPORATE TV / DIGITAL SIGNAGE

9 DESIGN DE INTERFACES GRÁFICAS CORPORATE TV / DIGITAL SIGNAGE

10

11 Tendência: Perversiva e Direccionada Minority Report Steven Spielberg (2002)

12 Tendência: Perversiva e Direccionada

13

14 Formatos:

15 Formatos:

16 Formatos:

17 Formatos:

18 DESIGN DE INTERFACES GRÁFICAS CORPORATE TV / DIGITAL SIGNAGE Formatos:

19 Como desenhar uma Interface Gráfica para Digital Signage ou Canal Corporativo?

20 Através de disciplinas que estudam: - Psicologia da Cor - Psicologia da Forma - Princípios de Usabilidade - Experiência do Utilizador - Design de Interacção - Design Gráfico - (entre outras)

21 Proposta de método: 1. Análise da Problemática; 2. Definição de Objectivos; 3. Criação de Personas; 4. Arquitectura de Informação; 5. Design de Wireframes; 6. Design da Interface; 7. Prototipagem; 8. Testar, testar, testar!

22 1. Análise da problemática Pesquisa e faz a identificação de: Oportunidades; Diferenciação; Contexto de uso; Ecossistema; Público-alvo; Tecnologia; Limitações; e todos os restantes factores que possam influenciar o projecto!

23 1. Análise da problemática Esboçar a ideia

24 2. Definição de Objectivos Devem ser respondidas as perguntas de base ao conceito geral do projecto: Qual o propósito (statement)? Quais os objectivos principais? Qual o público-alvo? Que informações disponibilizar? De que forma disponibilizar?

25 2. Definição de Objectivos Mensuráveis (measurable) Específicos (specific) SMART Alcançáveis (attainable) Temporizável (time-bound) Realistas (realistic)

26 3. Criação de Personas

27 3. Criação de Personas Identificar as necessidades/tarefas dos utilizadores:

28 DESIGN DE INTERFACES GRÁFICAS CORPORATE TV / DIGITAL SIGNAGE

29 3. Criação de Personas

30 DESIGN DE INTERFACES GRÁFICAS CORPORATE TV / DIGITAL SIGNAGE

31 4. Arquitectura de Informação Identificar e organizar os conteúdos: Organizar e dividir por áreas lógicas os conteúdos a incluir no website; Fazer uma catalogação geral dos conteúdos mais relevantes para o tema que se está a abordar; Hierarquizar os conteúdos a incluir, mediante os objectivos iniciais;

32 4. Arquitectura de Informação Saber o que disponibilizar e quando disponibilizar! Tornar claro o que é complexo Richard Wurman (1997) in Information Architects

33 4. Arquitectura de Informação Antes da AI Depois da AI

34 4. Arquitectura de Informação Contexto Conteúdo Utilizador Peter Morville (2004) In Semiantic Studios

35 5. Wireframing Identificar blocos; Determinar dimensões; Escolher posições; Manter separações; Escolher contrastes;

36 5. Wireframing

37 5. Wireframing

38 5. Wireframing

39 5. Wireframing

40 5. Wireframing

41 6. Design da Interface Gráfica Algumas considerações sobre: Formatos; Psicologia da Cor Psicologia da Forma Tipografia; Uniformidade; Branding; Exemplos;

42 6. Design da Interface Gráfica Formatos e tamanhos (em pixéis): 1920x x x x x x x x x x x x x x x x1200

43 6. Design da Interface Gráfica Áreas de Segurança:

44 6. Design da Interface Gráfica Cor - Psicologia da Cor:

45 6. Design da Interface Gráfica Cor - Psicologia da Cor:

46 6. Design da Interface Gráfica

47

48

49 6. Design da Interface Gráfica Forma - Psicologia da Forma:

50 6. Design da Interface Gráfica Forma - Psicologia da Forma: ASSOCIAÇÃO PROXIMIDADE SEMELHANÇA CLAUSURA CONTINUIDADE PREGNÂNCIA CONTRASTE SIMETRIA

51

52 6. Design da Interface Gráfica Sistema de Grelha:

53 6. Design da Interface Gráfica Sistema de Grelha:

54 6. Design da Interface Gráfica Sistema de Grelha:

55 6. Design da Interface Gráfica Sistema de Grelha: Wireframing Um esboço desenhado à mão é suficiente para ter uma ideia geral e já bem definida do pretendido.

56 6. Design da Interface Gráfica Sistema de Grelha: Wireframing

57 6. Design da Interface Gráfica Sistema de Grelha: Wireframing

58 6. Design da Interface Gráfica Sistema de Grelha: Wireframing

59 6. Design da Interface Gráfica Sistema de Grelha: Wireframing

60 6. Design da Interface Gráfica Sistema de Grelha: Wireframing

61 6. Design da Interface Gráfica Algumas considerações: Efeitos 3D, usados (muito) pontualmente; (e aplicar sempre cores neutras como fundo) Tendência para flat design;

62 6. Design da Interface Gráfica Algumas considerações: Cores fortes, usadas só pontualmente; Atenção aos ícones giros (devem ser usados com bastante contenção)

63 6. Design da Interface Gráfica Algumas considerações: Espaço negativo em abundância;

64 6. Design da Interface Gráfica Algumas considerações: Texto não deve ser centrado;

65 6. Design da Interface Gráfica Algumas considerações: Colocar sempre o texto mais IMPORTANTE com maior destaque que o texto dito normal

66 6. Design da Interface Gráfica A tipografia é tão importante como qualquer outro media, mas tem limitações:

67 6. Design da Interface Gráfica Tipografia:

68 6. Design da Interface Gráfica Tipografia: Leitura (16%) vs. Reconhecimento (79%); Ler em ecrã é cansativo (25% mais lento que papel); Impulso para seguir apontadores; Utilizadores não querem perder tempo ; Destacar as palavras-chave do texto; Apenas uma ideia por parágrafo; Pirâmide invertida: começar pelas conclusões;

69 6. Design da Interface Gráfica Tipografia:

70 6. Design da Interface Gráfica Exemplos:

71 6. Design da Interface Gráfica Exemplos:

72 6. Design da Interface Gráfica Exemplos:

73 6. Design da Interface Gráfica Exemplos:

74 DESIGN DE INTERFACES GRÁFICAS CORPORATE TV / DIGITAL SIGNAGE 6. Design da Interface Gráfica Exemplos:

75 6. Design da Interface Gráfica Exemplos:

76 6. Design da Interface Gráfica Exemplos:

77 6. Design da Interface Gráfica Exemplos:

78 6. Design da Interface Gráfica Exemplos:

79 6. Design da Interface Gráfica Exemplos:

80 6. Design da Interface Gráfica Branding:

81 6. Prototipagem Prototipagem é uma forma de reproduzir representações mais baratas (mas menos precisas) de uma interface; A prototipagem é essencial num processo de design em espiral, tanto nas primeiras iterações, como nas iterações posteriores; É uma forma de: Obter feedback mais cedo e mais barato; Experimentar alternativas; Fazer mudanças mais facilmente;

82 6. Prototipagem

83 6. Prototipagem BAIXA-FIDELIDADE Omite detalhes, usa técnicas mais baratas e experimenta diversas técnicas de interação; (e.g. esboço; desenho à mão) ALTA-FIDELIDADE Mais próximo do resultado final; (e.g. maquete executada no computador que recria as mesmas funcionalidade, contudo ainda não implementadas)

84 6. Prototipagem Protótipo interactivo em papel: Esboço em papel da aparência do ecrã; Os pedaços de papel representam as janelas, os menus e as caixas de diálogo; A interação é natural; aponta-se com o dedo; escrita = digitação; Uma pessoa simula as operações do computador; organiza as várias peças de papel conforme solicitado; descreve o que está a acontecer ao utilizador; pode-se escrever as respostas no ecrã ; Baixa fidelidade no aspecto e no interagir Alta-fidelidade em profundidade (funcionalidades); pessoa a simular o backend;

85 6. Prototipagem Porquê fazer Prototipagem em Papel: Mais rápido de construir; (sketching é mais rápido que programar) Mais rápido de fazer mudanças; (entre testes ou mesmo durante um teste) Não há investimento na programação; (tudo pode ser deitado fora à excepção do design) Dá uma perspectiva geral do sistema; (o designer não tem que se preocupar com detalhes e os clientes dão sugestões mais criativas são menos picuinhas) Não programadores podem ajudar; (não são necessárias competências aprofundadas)

86 6. Prototipagem Papéis para a equipa de design: Computador Simula o protótipo; Não dá nenhum feedback que o computador não desse; Facilitador Apresenta a interface e as tarefas ao utilizador; Encoraja o utilizador a pensar alto fazendo questões; Delimita o teste para não sair do caminho estipulado; Observador Não pode esboçar opiniões; Tira notas da interacção;

87 6. Prototipagem O que é que se pode aprender com um Protótipo em Papel? Modelo Conceptual Os utilizadores entenderam o modelo estabelecido? Funcionalidade O sistema faz o que é preciso? Faltam recursos? Navegação e Fluxo de Tarefas Os utilizadores encontram o seu caminho para chegar onde querem? Terminologia Os utilizadores perceberam os rótulos empregues? Conteúdo O que é que precisa estar no ecrã?

88 6. Prototipagem O que é que NÃO se pode aprender com um Protótipo em Papel? Aspecto (cor, fonte, etc ); Tempo de resposta do sistema; Pequenas mudanças podem não ser percepcionadas; Utilizadores tendem a não explorar a interface;

89 6. Prototipagem Exemplo:

90 6. Prototipagem Protótipo em Computador Simulação interactiva através de software; Alta-fidelidade no aspecto e no sentir; Baixa-fidelidade em profundidade; (a prototipagem em papel tinha uma pessoa a simular o backend; o computador não)

91 6. Prototipagem O que é que se pode aprender com um Protótipo em Computador? Tudo o mesmo que num protótipo em papel, mais: Layout do ecrã; Cores, fontes, icones; Feedback interactivo; Percepção de problemas relacionados com a Lei de Fitts;

92 6. Prototipagem Exemplo:

93 6. Prototipagem Feiticeiro de Oz Simulação de software com intervenção directa de um ser humano; Feiticeiro de Oz = pessoa atrás da cortina ; O feiticeiro está geralmente, mas nem sempre, escondido; É uma técnica usada com frequência para testar tecnologia futura;

94 DESIGN DE INTERFACES GRÁFICAS CORPORATE TV / DIGITAL SIGNAGE

Desenvolvimento de Interfaces Prototipação

Desenvolvimento de Interfaces Prototipação Autarquia Educacional do Vale do São Francisco AEVSF Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina - FACAPE Centro de Engenharia e Ciências Tecnológicas CECT Curso de Ciência da Computação Desenvolvimento

Leia mais

Arquitectura de Informação

Arquitectura de Informação Arquitectura de Informação Saul Wurman, criou o termo em 1976. Foi usado para design impresso: mapas guias e atlas. Posteriormente para layouts e outros campos do design. Morville e Rosenfeld, autores

Leia mais

ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE

ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE 2009/2 GABARITO COMENTADO QUESTÃO 1: Quando nos referimos à qualidade da interação

Leia mais

Interface Homem-Computador

Interface Homem-Computador Faculdade de Ciências e Tecnologia do Maranhão Interface Homem-Computador Aula: Prototipação Professor: M.Sc. Flávio Barros flathbarros@gmail.com Prototipar...... desenvolver e testar interfaces antes

Leia mais

ARQI. Arquitetura de Informação. Prototipação, layout e wireframe. Curso Superior de Tecnologia em Design Gráfico

ARQI. Arquitetura de Informação. Prototipação, layout e wireframe. Curso Superior de Tecnologia em Design Gráfico ARQI Arquitetura de Informação Curso Superior de Tecnologia em Design Gráfico Prototipação, layout e wireframe Conserva o modelo das sãs palavras que de mim tens ouvido, na fé e no amor que há em Cristo

Leia mais

Soluções Web Centradas no Utilizador. Ivo Gomes

Soluções Web Centradas no Utilizador. Ivo Gomes Soluções Web Centradas no Utilizador Ivo Gomes 1 Soluções Web Centradas no Utilizador Os interfaces gráficos foram desenvolvidos para dar controlo às pessoas sobre os seus computadores. Colmatar as necessidades

Leia mais

Wireframes Desenho de Iteração. Henrique Correia. Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Wireframes Desenho de Iteração. Henrique Correia. Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa 1 Wireframes Desenho de Iteração Henrique Correia Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Sistemas Hipermédia - 1º ano Mestrado Ensino da Informática 11 de Outubro de 2011 2 Wireframes Introdução

Leia mais

Prototipagem em Papel Desenvolver e testar interfaces antes de iniciar a programação. Ivo Gomes

Prototipagem em Papel Desenvolver e testar interfaces antes de iniciar a programação. Ivo Gomes Prototipagem em Papel Desenvolver e testar interfaces antes de iniciar a programação Ivo Gomes 1 Novos desafios Interfaces cada vez mais complexos; Novos desafios através do uso de Rich Internet Applications:

Leia mais

h=p://bjork.com/# v Projecto Integrador - 2012 / 2013 USER EXPERIENCE DA INTERFACE GRÁFICA À EXPERIÊNCIA Bruno Nobre bruno.nobre@iade.

h=p://bjork.com/# v Projecto Integrador - 2012 / 2013 USER EXPERIENCE DA INTERFACE GRÁFICA À EXPERIÊNCIA Bruno Nobre bruno.nobre@iade. Projecto Integrador - 2012 / 2013 Bruno Nobre bruno.nobre@iade.pt Cláudia Pernencar claudia.pernencar@iade.pt USER EXPERIENCE DA INTERFACE GRÁFICA À EXPERIÊNCIA h=p://bjork.com/# v 1 USER EXPERIENCE DA

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE CONTEÚDO EDUCACIONAL CENTRADO NO USUÁRIO BASEADO NA INTERNET APLICADO EM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

DESENVOLVIMENTO DE CONTEÚDO EDUCACIONAL CENTRADO NO USUÁRIO BASEADO NA INTERNET APLICADO EM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DESENVOLVIMENTO DE CONTEÚDO EDUCACIONAL CENTRADO NO USUÁRIO BASEADO NA INTERNET APLICADO EM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 05/2005 137-TC-C5 Sergio Ferreira do Amaral Faculdade de Educação da UNICAMP

Leia mais

Design de Interacção - IxD

Design de Interacção - IxD Design de Interacção - IxD Formadores: Bruno Nobre e Cláudia Pernencar PORQUÊ FAZER ESTA FORMAÇÃO? Só uma parceria próxima entre o Design, a Tecnologia e o Utilizador permite obter soluções adequadas,

Leia mais

Objectivos Gerais da Aplicação 5 Requisitos Mínimos e Recomendados 5 Processo de Instalação 6

Objectivos Gerais da Aplicação 5 Requisitos Mínimos e Recomendados 5 Processo de Instalação 6 MANUAL DO UTILIZADOR A informação contida neste manual, pode ser alterada sem qualquer aviso prévio. A Estratega Software, apesar dos esforços constantes de actualização deste manual e do produto de software,

Leia mais

Porque prototipar? Prototipagem e Cenários. Dilema. Prototipação. Artefatos do Design. Veja antes, decida depois. Prototipagem & Design Iterativo

Porque prototipar? Prototipagem e Cenários. Dilema. Prototipação. Artefatos do Design. Veja antes, decida depois. Prototipagem & Design Iterativo Porque prototipar? Prototipagem e Veja antes, decida depois Falhas identificadas rapidamente Possibilidade de explorar o design space Protótipos: artefatos que simulam parte das características do sistema

Leia mais

A Ergonomia e os Sistemas de Informação. Ivo Gomes

A Ergonomia e os Sistemas de Informação. Ivo Gomes A Ergonomia e os Sistemas de Informação Ivo Gomes A Ergonomia e os Sistemas de Informação Para a maior parte das pessoas, a ergonomia serve para fazer cadeiras mais confortáveis, mobiliário de escritório

Leia mais

PROTOTIPAGEM KIT DE CONTEÚDO TAKE A TIP. Inovação e Negócios

PROTOTIPAGEM KIT DE CONTEÚDO TAKE A TIP. Inovação e Negócios PROTOTIPAGEM KIT DE CONTEÚDO TAKE A TIP Inovação e Negócios 1 SOBRE O KIT DE CONTEÚDO Em uma missão de disseminar o conhecimento e a cultura de inovação, a Take a Tip lança seu primeiro kit de conteúdo.

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Introdução Departamento de Matemática Universidade dos Açores Hélia Guerra helia@uac.pt Engenharia de software A economia de todos os países desenvolvidos depende do software. O

Leia mais

Usabilidade e Acessibilidade dos Museus Online. Ivo Gomes

Usabilidade e Acessibilidade dos Museus Online. Ivo Gomes Usabilidade e Acessibilidade dos Museus Online Ivo Gomes Análise aos websites dos Museus Nacionais Em colaboração com o Público Digital Análise aos websites dos Museus Nacionais O Público Digital pediu

Leia mais

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Curso Técnico em Informática ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Clayton Maciel Costa

Leia mais

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT Estudo sobre a integração de ferramentas digitais no currículo da disciplina de Educação Visual e Tecnológica floor planner Manual e Guia de exploração do floor planner para utilização em contexto de Educação

Leia mais

Webdesign Fluxo de Desenvolvimento do Webdesign

Webdesign Fluxo de Desenvolvimento do Webdesign Webdesign Fluxo de Desenvolvimento do Webdesign Conteúdos Os materiais de aula, apostilas e outras informações estarão disponíveis em: www.thiagomiranda.net Tópicos da Aula 1. Design 2. Importância do

Leia mais

CURSO DE DESIGN E TECNOLOGIA DAS ARTES GRÁFICAS ADEQUAÇÃO A BOLONHA

CURSO DE DESIGN E TECNOLOGIA DAS ARTES GRÁFICAS ADEQUAÇÃO A BOLONHA CURSO DE DESIGN E TECNOLOGIA DAS ARTES GRÁFICAS ADEQUAÇÃO A BOLONHA 1.º ANO Desenho 1.º Semestre A cadeira de Desenho visa dotar os alunos de uma sólida base de conhecimentos e promover acções específicas

Leia mais

Processos de Design de IHC (Parte II)

Processos de Design de IHC (Parte II) Interface Homem/Máquina Aula 8 Professor Leandro Augusto Frata Fernandes laffernandes@ic.uff.br Material disponível em http://www.ic.uff.br/~laffernandes/teaching/2011.1/tcc-00.184 Roteiro da Aula de Hoje

Leia mais

IV.4 Análise de Dados da Avaliação

IV.4 Análise de Dados da Avaliação Melhor e Pior? IV - Avaliação IV.4 Análise de Dados da Avaliação Interactive System Design, Cap. 10, William Newman IV.4 Análise de Dados da Avaliação 2 Melhor e Pior? Resumo Aula Anterior! Avaliação com

Leia mais

João Paiva e Carla Morais

João Paiva e Carla Morais João Paiva e Carla Morais Generalidades sobre WebQuests WebQuest Definição A WebQuest is an inquiryoriented activity in which some or all of the information that learners interact with comes from resources

Leia mais

Prototipagem. Capítulo 7. Prototyping for Tiny Fingers, Marc Rettig (Artigo de Interactions, April 1994) HCI, Cap. 5, AlanDix

Prototipagem. Capítulo 7. Prototyping for Tiny Fingers, Marc Rettig (Artigo de Interactions, April 1994) HCI, Cap. 5, AlanDix Prototipagem Capítulo 7 Prototyping for Tiny Fingers, Marc Rettig (Artigo de Interactions, April 1994) HCI, Cap. 5, AlanDix Transparências da disciplina de Interfaces Homem-Máquina IST, Mário Rui Gomes

Leia mais

Desenvolvimento Iterativo. Unified Process (UP) Esta abordagem ao desenvolvimento

Desenvolvimento Iterativo. Unified Process (UP) Esta abordagem ao desenvolvimento Desenvolvimento Iterativo Esta abordagem ao desenvolvimento assegura que o sistema cresce de forma incremental assegura que a complexidade se mantém controlada permite ainda obter rápido feedback de várias

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

Fluxo de Desenvolvimento do Webdesign

Fluxo de Desenvolvimento do Webdesign Webdesign Fluxo de Desenvolvimento do Webdesign Apresentação, Fluxo de Desenvolvimento e Arquitetura da Informação Apresentação Thiago Miranda Email: mirandathiago@gmail.com Site: www.thiagomiranda.net

Leia mais

Portal AEPQ Manual do utilizador

Portal AEPQ Manual do utilizador Pedro Gonçalves Luís Vieira Portal AEPQ Manual do utilizador Setembro 2008 Engenharia Informática - Portal AEPQ Manual do utilizador - ii - Conteúdo 1 Introdução... 1 1.1 Estrutura do manual... 3 1.2 Requisitos...

Leia mais

DESIGN DE INTERAÇÃO. José Alexandre Ducatti

DESIGN DE INTERAÇÃO. José Alexandre Ducatti DESIGN DE INTERAÇÃO José Alexandre Ducatti DESIGN DE I NTERAÇÃO PERCEPÇÃO DESIGN BOM E MAU DESIGN METAS DE DESIGN DE INTERAÇÃO METAS DE USABILIDADE METAS DECORRENTES DA EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO PRINCÍPIOS

Leia mais

Forum of ISCTE-IUL School of Technology and Architecture 2015 Pág. 1 de 9 FISTA 2015. http://fista.iscte-iul.pt/

Forum of ISCTE-IUL School of Technology and Architecture 2015 Pág. 1 de 9 FISTA 2015. http://fista.iscte-iul.pt/ Forum of ISCTE-IUL School of Technology and Architecture 2015 Pág. 1 de 9 Propostas de Workshops para Escolas Secundárias (10º, 11º e 12º anos) no âmbito do (Forum of ISCTE-IUL School of Technology and

Leia mais

Mobile UI / UX Design

Mobile UI / UX Design CURSO INTENSIVO Mobile UI / UX Design Mobile UI/UX Design #Lisboa Duração total: 124h 100h : Curso Intensivo prático 16h : 1 Workshop intensivo à escolha Investimento: 255 x 4 (sem juros) (Pronto Pagamento

Leia mais

Forum of ISCTE-IUL School of Technology and Architecture 2016 Pág. 1 de 9 FISTA 2016

Forum of ISCTE-IUL School of Technology and Architecture 2016 Pág. 1 de 9 FISTA 2016 Forum of ISCTE-IUL School of Technology and Architecture 2016 Pág. 1 de 9 Propostas de Workshops para Escolas Secundárias (10º, 11º e 12º anos) no âmbito do (Forum of ISCTE-IUL School of Technology and

Leia mais

_aplicando ux design em. projetos digitais cases da Catarinas Design

_aplicando ux design em. projetos digitais cases da Catarinas Design _aplicando ux design em projetos digitais cases da Catarinas Design Esse ebook tem o objetivo de mostrar que é possível inserir UX design na sua empresa, startup ou projeto. Neste material apresentamos

Leia mais

Modelos Conceptual e Mental

Modelos Conceptual e Mental Interfaces Pessoa Máquina 08-10-2012 Modelos Conceptual e Mental Cap. 6 Conceptualização da Interação 06 Melhor e Pior? 1 Melhor e Pior? Resumo Aula Anterior Análise de Utilizadores O que é? Porquê? O

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO E DESIGN MULTIMÉDIA

AVALIAÇÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO E DESIGN MULTIMÉDIA AVALIAÇÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO E DESIGN MULTIMÉDIA Outubro 2009 ÍNDICE 1. Introdução 3 2. População e Amostra 3 3. Apresentação de Resultados 4 3.1. Opinião dos alunos de Comunicação e Design Multimédia

Leia mais

ideação de produtos e geração de ideias

ideação de produtos e geração de ideias ideação de produtos e geração de ideias Regional Scrum Gathering Rio 3 de setembro de 2014 Leonardo Monteiro de Miranda UX Designer, ScrumMaster e Professor nademiranda@gmail.com design centrado no usuário

Leia mais

Modelos do Design de Software

Modelos do Design de Software Modelos do Design de Software Modelos do Design de Software O processo de design na Engenharia de Software parte de três pressupostos básicos: O resultado do design é um produto; O produto é derivado de

Leia mais

Quadros Interactivos Multimédia e Formação Contínua de Docentes. InterwriteBoard Guia de Iniciação

Quadros Interactivos Multimédia e Formação Contínua de Docentes. InterwriteBoard Guia de Iniciação Quadros Interactivos Multimédia e Formação Contínua de Docentes InterwriteBoard Guia de Iniciação A. Jorge Mesquita Maio, 2008 Conteúdo Introdução... 1 Antes de iniciar... 1 Caneta interactiva... 1 Interagir

Leia mais

Sumário. Engenharia de Software. Gestão da Complexidade. Objectivos. Engenharia de Software

Sumário. Engenharia de Software. Gestão da Complexidade. Objectivos. Engenharia de Software Engenharia de Software Engenharia de Software António Rito Silva Rito.Silva@inesc-id.pt Objectivos Problemas Qualidades Técnicas Conclusões Referências Sumário Engenharia de Software 2 Objectivos A engenharia

Leia mais

Interacção Homem-Máquina 4-A Engenharia de Usabilidade

Interacção Homem-Máquina 4-A Engenharia de Usabilidade Interacção Homem-Máquina 4-A Engenharia de Usabilidade Pedro Campos dme.uma.pt/pcampos pcampos@uma.pt O Ciclo de Vida de uma Tecnologia O Paradoxo da Tecnologia de Norman Por um lado, é consensual que

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA GESTÃO

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA GESTÃO 07-05-2013 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA GESTÃO Aula I Docente: Eng. Hercílio Duarte 07-05-2013 2 Objectivo Sistemas Modelos Dados Vs. Informação Introdução aos sistemas de Informação 07-05-2013 3 Introdução

Leia mais

Sistemas Operativos. Funções genéricas de um S.O.

Sistemas Operativos. Funções genéricas de um S.O. Introdução Funções genéricas de um S.O.! O S.O. é a primeira camada de software indispensável para que o sistema informático possa funcionar! Tem por funções controlar e gerir os recursos de hardware Torná-los

Leia mais

Será analisado o design dos stands que estiveram presentes em feiras, exposições e eventos.

Será analisado o design dos stands que estiveram presentes em feiras, exposições e eventos. DESIGN 01 - EVENTOS Nesta categoria será avaliado o design de eventos que decorreram no período em análise. Será tido em conta a decoração do espaço, o jogo de luzes, a criatividade inerente que transforma,

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PRODUÇÃO DE DESIGN MULTIMÉDIA Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PRODUÇÃO DE DESIGN MULTIMÉDIA Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular PRODUÇÃO DE DESIGN MULTIMÉDIA Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Arquitectura e Artes (2º Ciclo) 2. Curso Mestrado em Design 3. Ciclo de Estudos 2º 4. Unidade Curricular

Leia mais

Desenvolvimento de Conteúdos Educativos

Desenvolvimento de Conteúdos Educativos Projecto de Publicação de Informação Educativa Escola Superior de Educação de Bragança Vitor Manuel Barrigão Gonçalves Bragança, 2003 Sumário Contexto Objectivos Modelo Tecnológico e Modelo de Desenvolvimento

Leia mais

ESTRATÉGIA DIGITAL. Prof. Luli Radfahrer

ESTRATÉGIA DIGITAL. Prof. Luli Radfahrer ESTRATÉGIA DIGITAL Prof. Luli Radfahrer - Conforme estipulado no Termo de Uso, todo o conteúdo ora disponibilizado é de titularidade exclusiva do IAB ou de terceiros parceiros e é protegido pela legislação

Leia mais

Produção de Websites. Composição Web. Artur M. Arsénio. Engenharia Informá:ca / Informá:ca Web 2014/15

Produção de Websites. Composição Web. Artur M. Arsénio. Engenharia Informá:ca / Informá:ca Web 2014/15 Produção de Websites Composição Web Engenharia Informá:ca / Informá:ca Web 2014/15 Artur M. Arsénio Planeamento Estratégico Análise da informação, a par:r de um briefing com o cliente Detectar corretamente

Leia mais

Análise de usabilidade de menus de navegação em portal com grande quantidade de informação e vários níveis hierárquicos

Análise de usabilidade de menus de navegação em portal com grande quantidade de informação e vários níveis hierárquicos Análise de usabilidade de menus de navegação em portal com grande quantidade de informação e vários níveis hierárquicos Marcia Maia Outubro/2007 Vamos ver nesta apresentação Análise de usabilidade de menus

Leia mais

MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES. MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com. URL: http://esganarel.home.sapo.

MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES. MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com. URL: http://esganarel.home.sapo. MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com URL: http://esganarel.home.sapo.pt GABINETE: 1G1 - A HORA DE ATENDIMENTO: SEG. E QUA. DAS 11H / 12H30 (MARCAÇÃO

Leia mais

+ Entendendo o cliente e o

+ Entendendo o cliente e o + Entendendo o cliente e o produto a ser entregue Prototipar a ideia de negócio para receber feed back Esta apresentação foi elaborada para ilustrar apresentações e testes de modelos de negócios na etapa

Leia mais

Apresentações Impactantes e Atractivas! 28 de Abril

Apresentações Impactantes e Atractivas! 28 de Abril EXPRESS SESSIONS CURTAS, EXPERIENCIAIS ENERGIZANTES! As Express Sessions são cursos intensivos (120 minutos) e altamente práticos e experienciais, focados em competências comportamentais específicas, desenvolvidos

Leia mais

Parte I Requirement Engineering. Gestão de Projectos Informáticos. Gestão do Âmbito (Scope Management) Requirement Engineering.

Parte I Requirement Engineering. Gestão de Projectos Informáticos. Gestão do Âmbito (Scope Management) Requirement Engineering. Parte I Requirement Engineering Gestão de Projectos Informáticos Gestão do Âmbito (Scope Management) Requirement Engineering Introduzir as noções requisitos de sistema e processo de engª de requisitos

Leia mais

DESIGN CENTRADO NO USUÁRIO. Caio Cesar

DESIGN CENTRADO NO USUÁRIO. Caio Cesar DESIGN CENTRADO NO USUÁRIO Caio Cesar Caio Cesar? Ensino / Pesquisa / Consultoria Comunicação online Marketing Design de Interação www.caiocesar.cc Tema de hoje Design Centrado no Usuário O quê? Por quê?

Leia mais

PHC dteamcontrol Externo

PHC dteamcontrol Externo PHC dteamcontrol Externo A gestão remota de projectos e de informação A solução via Internet que permite aos seus Clientes participarem nos projectos em que estão envolvidos, interagindo na optimização

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Processos de software Departamento de Matemática Universidade dos Açores Hélia Guerra helia@uac.pt Processo Um processo é uma série de etapas envolvendo actividades, restrições e

Leia mais

Extração de Requisitos

Extração de Requisitos Extração de Requisitos Extração de requisitos é o processo de transformação das idéias que estão na mente dos usuários (a entrada) em um documento formal (saída). Pode se entender também como o processo

Leia mais

Avaliação de Interfaces Humano- Computador

Avaliação de Interfaces Humano- Computador Avaliação de Interfaces Humano- Computador Classificação de métodos de avaliação Inspeção de usabilidade Não envolve usuários Usado em qualquer fase do desenvolvimento do sistema Testes de usabilidade

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Processos de software Departamento de Matemática Universidade dos Açores Hélia Guerra helia@uac.pt Processo Um processo é uma série de etapas envolvendo actividades, restrições e

Leia mais

Análise e Conc epç ão de Sist em as de Inform aç ão,qwurgxomrj(qj GH5HTXLVLWRV. Adaptado a partir de Gerald Kotonya and Ian Sommerville

Análise e Conc epç ão de Sist em as de Inform aç ão,qwurgxomrj(qj GH5HTXLVLWRV. Adaptado a partir de Gerald Kotonya and Ian Sommerville Análise e Conc epç ão de Sist em as de Inform aç ão,qwurgxomrj(qj GH5HTXLVLWRV Adaptado a partir de Gerald Kotonya and Ian Sommerville 1 Objectivos Introduzir as noções requisitos de sistema e processo

Leia mais

Interface Humano-Computador IHC Paradigmas de IHC

Interface Humano-Computador IHC Paradigmas de IHC Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Campus Formosa Interface Humano-Computador IHC Paradigmas de IHC Prof. M.Sc. Victor Hugo Lázaro Lopes IHC Paradigmas de IHC AGENDA Engenharia Cognitiva

Leia mais

Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento. Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller

Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento. Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller 1 Introdução O objetivo deste trabalho é verificar a eficiência da Avaliação com o Usuário e da

Leia mais

Programa de Formação Contínua em Matemática para Professores do 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico

Programa de Formação Contínua em Matemática para Professores do 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico Programa de Formação Contínua em Matemática para Professores do 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico Organização espacial cadeia de tarefas. Referencias do PMEB Propósito principal de ensino Desenvolver nos

Leia mais

Usabilidade e Arquitectura de Informação

Usabilidade e Arquitectura de Informação Usabilidade e Arquitectura de Informação a construção da experiência do utilizador O que é a Usabilidade O que é a Arquitectura de Informação Como pensar a web A experiência do utilizador Pensar como um

Leia mais

Colaborações em ambientes online predispõem a criação de comunidades de

Colaborações em ambientes online predispõem a criação de comunidades de Ficha de Leitura Tipo de documento: Artigo Título: Colaboração em Ambientes Online na Resolução de Tarefas de Aprendizagem Autor: Miranda Luísa, Morais Carlos, Dias Paulo Assunto/Sinopse/Resenha: Neste

Leia mais

Memorial Descritivo. Portfólio Acadêmico Online

Memorial Descritivo. Portfólio Acadêmico Online Faculdade de Tecnologia SENAC Memorial Descritivo Portfólio Acadêmico Online Projeto Integrador do Módulo 1 Produção Multimídia Por Irene Coelho 09 de maio de 2014 Sumário 1. Introdução pág.01 2. Objetivos

Leia mais

Caderno do aluno UM POR BIMESTRE: teoria, exercícios de classe, as tarefas de casa atividades complementares.

Caderno do aluno UM POR BIMESTRE: teoria, exercícios de classe, as tarefas de casa atividades complementares. NOSSA META Que todos os alunos entendam todas as nossas aulas! TUDO GIRA EM TORNO DA AULA COMO? Aula bem proposta (autor) Aula bem preparada (professor) Aula bem dada (professor) Aula bem assistida (aluno)

Leia mais

DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho.

DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho. - DSI DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho. Preocupação: Problema técnicos Mudança na natureza e conteúdo do trabalho

Leia mais

APOO Análise e Projeto Orientado a Objetos. Requisitos

APOO Análise e Projeto Orientado a Objetos. Requisitos + APOO Análise e Projeto Orientado a Objetos Requisitos Requisitos 2 n Segundo Larman: n São capacidades e condições às quais o sistema e em termos mais amplos, o projeto deve atender n Não são apenas

Leia mais

Cypecad Cálculo de esforços de uma estrutura com introdução manual de acções verticais e horizontais

Cypecad Cálculo de esforços de uma estrutura com introdução manual de acções verticais e horizontais Cypecad Cálculo de esforços de uma estrutura com introdução manual de acções verticais e horizontais CAD 2 Rua Comendador Santos da Cunha, 304, Ap. 2330 4701-904 Braga Tel: 00 351 253 20 94 30 Fax: 00

Leia mais

O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma.

O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma. O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma. Universidade de Aveiro Mestrado em Gestão da Informação Christelle Soigné Palavras-chave Ensino superior. e-learning.

Leia mais

Mónica Montenegro António Jorge Costa

Mónica Montenegro António Jorge Costa Mónica Montenegro António Jorge Costa INTRODUÇÃO... 4 REFERÊNCIAS... 5 1. ENQUADRAMENTO... 8 1.1 O sector do comércio em Portugal... 8 2. QUALIDADE, COMPETITIVIDADE E MELHORES PRÁTICAS NO COMÉRCIO... 15

Leia mais

Realizou-se dia 24 de Março, na Maia, nas instalações da Sonae Learning Center, a 6ª sessão da CoP, desta vez presencial.

Realizou-se dia 24 de Março, na Maia, nas instalações da Sonae Learning Center, a 6ª sessão da CoP, desta vez presencial. CoP de Gestão do Conhecimento Notas da sessão presencial de 24 de Março de 2014 Realizou-se dia 24 de Março, na Maia, nas instalações da Sonae Learning Center, a 6ª sessão da CoP, desta vez presencial.

Leia mais

Utilizar o Microsoft Offi ce OneNote 2003: Iniciação rápida

Utilizar o Microsoft Offi ce OneNote 2003: Iniciação rápida Utilizar o Microsoft Offi ce OneNote 2003: Iniciação rápida Utilizar a iniciação ao OneNote 1 O MICROSOFT OFFICE ONENOTE 2003 OPTIMIZA A PRODUTIVIDADE AO PERMITIR QUE OS UTILIZADORES CAPTEM, ORGANIZEM

Leia mais

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE Objectivos gerais do módulo No final do módulo, deverá estar apto a: Definir o conceito de Help Desk; Identificar os diferentes tipos de Help Desk; Diagnosticar

Leia mais

Nome: Login: CA: Cidade: UF CARTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA

Nome: Login: CA: Cidade: UF CARTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 3º PERÍODO - 5º MÓDULO AVALIAÇÃO MP1 DATA 05/03/2009 ENGENHARIA DE SOFTWARE Dados de identificação do Acadêmico: Nome: Login: CA: Cidade: UF CARTÃO RESPOSTA

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA FACULDADE DE PSICOLOGIA E DE EDUCAÇÃO MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM INFORMÁTICA EDUCACIONAL Internet e Educação Ensaio: A Web 2.0 como ferramenta pedagógica

Leia mais

Aprender com o scratch. E.B. 2,3 José Afonso, Alhos Vedros Filomena Benavente e Ricardo Costa 5.º ano matemática

Aprender com o scratch. E.B. 2,3 José Afonso, Alhos Vedros Filomena Benavente e Ricardo Costa 5.º ano matemática Aprender com o scratch Filomena Benavente e Ricardo Costa 5.º ano matemática 2012 Aprender com o scratch Filomena Benavente e Ricardo Costa 2012 Designação: Aprender com o scratch Enquadramento curricular

Leia mais

Design de Interfaces e Usabilidade - Tópico 1

Design de Interfaces e Usabilidade - Tópico 1 Instituto Federal do Sertão-PE Design de Interfaces e Usabilidade - Tópico 1 Prof. Felipe Correia Conteúdo Por que estudar Design de Interfaces e Usabilidade?! Conceitos básicos sobre Design! Primeira

Leia mais

Planeamento e estratégia

Planeamento e estratégia Planeamento e estratégia Tipos de planos e vantagens Etapas do processo de planeamento Informação para o planeamento Análise SWOT Definir missão e objectivos Processo de gestão estratégica Níveis da estratégia

Leia mais

Microsoft PowerPoint 2003

Microsoft PowerPoint 2003 Página 1 de 36 Índice Conteúdo Nº de página Introdução 3 Área de Trabalho 5 Criando uma nova apresentação 7 Guardar Apresentação 8 Inserir Diapositivos 10 Fechar Apresentação 12 Abrindo Documentos 13 Configurar

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular

Ficha de Unidade Curricular Ficha de Unidade Curricular Unidade Curricular Designação: Prototipagem Digital II Área Científica: Design Gráfico e Multimédia Ciclo de Estudos: 1º Ciclo Carácter: Obrigatória Ano Lectivo: 2008/2009 Semestre:

Leia mais

Tecnologia da Informação e Comunicação. Douglas Farias Cordeiro

Tecnologia da Informação e Comunicação. Douglas Farias Cordeiro Tecnologia da Informação e Comunicação Douglas Farias Cordeiro O desenvolvimento de um SI Ciclo de desenvolvimento de um SI: O desenvolvimento de um SI Definição do sistema Nessa fase estima-se as dimensões

Leia mais

Conhecer melhor os números

Conhecer melhor os números A partir do Currículo Nacional de Matemática do 7º ano de escolaridade desenvolvem-se actividades com recurso ao computador utilizando essencialmente Excel e Geogebra Conhecer melhor os números Esta unidade

Leia mais

Princípios de Design TRADUÇÃO DE TATIANE CRISTINE ARNOLD, DO ARTIGO IBM DESIGN: DESIGN PRINCIPLES CHECKLIST.

Princípios de Design TRADUÇÃO DE TATIANE CRISTINE ARNOLD, DO ARTIGO IBM DESIGN: DESIGN PRINCIPLES CHECKLIST. Princípios de Design TRADUÇÃO DE TATIANE CRISTINE ARNOLD, DO ARTIGO IBM DESIGN: DESIGN PRINCIPLES CHECKLIST. Um software deve ser projetado para simplificar tarefas e criar experiências positivas para

Leia mais

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT Estudo sobre a integração de ferramentas digitais no currículo da disciplina de Educação Visual e Tecnológica pixlr Manual e Guia de exploração da pixlr para utilização em contexto de Educação Visual e

Leia mais

A PÁGINA DISCIPLINAR DE MATEMÁTICA DO PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO

A PÁGINA DISCIPLINAR DE MATEMÁTICA DO PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO A PÁGINA DISCIPLINAR DE MATEMÁTICA DO PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO Resumo: Dolores Follador Secretaria de Estado da Educação do Paraná e Faculdades Integradas do Brasil - Unibrasil doloresfollador@gmail.com

Leia mais

Arquitetura de Informação de websites

Arquitetura de Informação de websites Arquitetura de Informação de websites Guilhermo Reis www.guilhermo.com Você consegue assimilar toda a informação que precisa? 2 1 3 Vivemos a era da explosão da informação Existe um tsunami de dados que

Leia mais

Projecto de Programação MEEC - 2010/2011-1ºSemestre. Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores

Projecto de Programação MEEC - 2010/2011-1ºSemestre. Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Programação 2010/2011 Enunciado do projecto O projecto a desenvolver pelos alunos consistirá numa sistema de monitorização do estado de

Leia mais

O que Vês na Imagem?

O que Vês na Imagem? O que Vês na Imagem? Fonte: Farol, versão portuguesa do COMPASS: www.humanaglobal.com Duração aproximada: 30 minutos a 1 hora Palavras-chave: direitos humanos, interpretação/visão individual dos direitos

Leia mais

2 ALGUMAS PLATAFORMAS DE ENSINO A DISTÂNCIA

2 ALGUMAS PLATAFORMAS DE ENSINO A DISTÂNCIA 2 ALGUMAS PLATAFORMAS DE ENSINO A DISTÂNCIA Neste capítulo faremos uma breve descrição de algumas plataformas para ensino a distância e as vantagens e desvantagens de cada uma. No final do capítulo apresentamos

Leia mais

Pós-Graduação em Marketing e Design Digital

Pós-Graduação em Marketing e Design Digital Marketing e Design Digital Pós-Graduação em Marketing e Design Digital Aula Inaugural - 28 de abril de 2015 Aulas aos sábados, das 8h às 15h Valor do curso: R$ 16.482,00 À vista com desconto: R$ 15.657,00

Leia mais

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES Poliana de Brito Morais ¹ Francisco de Assis Lucena² Resumo: O presente trabalho visa relatar as experiências

Leia mais

Arquitetura da Informação. A relação da Arquitetura da Informação com a Usabilidade na era do conhecimento

Arquitetura da Informação. A relação da Arquitetura da Informação com a Usabilidade na era do conhecimento A relação da Arquitetura da Informação com a Usabilidade na era do conhecimento Rodrigo Medeiros Tecnólogo em Sistema para Internet Faculdade Marista Especialista em arquitetura da Informação pela Jump

Leia mais

Levantamento, Análise e Gestão Requisitos. Aula 06

Levantamento, Análise e Gestão Requisitos. Aula 06 Levantamento, Análise e Gestão Requisitos Aula 06 Agenda Técnicas de Levantamento de Requisitos: Entrevista Workshop, Brainstorming, Storyboarding e Roleplaying Prototipação JAD Joint Application Design

Leia mais

ShowPath. Diretório Virtual. Bem-vindo à PARTTEAM

ShowPath. Diretório Virtual. Bem-vindo à PARTTEAM ShowPath Diretório Virtual Solução Global de Hardware e Software para Shoppings, Aeroportos, Museus, Estações de Comboio e outras áreas. Bem-vindo à PARTTEAM ShowPath - Solução Global de Hardware e Software

Leia mais

Administração da disciplina

Administração da disciplina Administração da disciplina Agrupamento Vertical de Escolas de Tarouca Documento disponível em: http://avetar.no-ip.org 1.Acesso e utilização da plataforma:. Seleccione a opção Entrar, que se encontra

Leia mais

A solução ideal para criar um site público e dinâmico â com um visual profissional, sem necessidade de conhecimentos em HTML.

A solução ideal para criar um site público e dinâmico â com um visual profissional, sem necessidade de conhecimentos em HTML. Descritivo completo PHC dportal A solução ideal para criar um site público e dinâmico â com um visual profissional, sem necessidade de conhecimentos em HTML. Benefícios Actualização e manutenção simples

Leia mais

Guião de Introdução ao Eclipse IDE Índice

Guião de Introdução ao Eclipse IDE Índice Índice 1. Introdução... 2 1.1. O que é um ambiente de desenvolvimento (IDE)?... 2 1.2. Visão geral sobre o Eclipse IDE... 2 2. Iniciar o Eclipse... 3 2.1. Instalação... 3 2.2. Utilizar o Eclipse... 3 3.

Leia mais