Elaboração de videoaulas seguindo padrões de objetos de aprendizagem para disponibilização no serviço de educação a distância (EDAD) da RNP

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1 Elaboração de videoaulas seguindo padrões de objetos de aprendizagem para disponibilização no serviço de educação a distância (EDAD) da RNP Eduardo Barrére Liamara Scortegagna

2 Atualizando o título: Elaboração de videoaulas seguindo padrões de objetos de aprendizagem para disponibilização no serviço Eduardo Barrére Liamara Scortegagna

3 Quem somos Eduardo Barrére: Doutor em Engenharia de Computação e Sistemas pela COPPE/UFRJ e Especialista em Design Instrucional pela UNIFEI, é professor Adjunto II do Departamento de Ciência da Computação da UFJF. Atua como parceiro no serviço e é responsável pela divulgação e uso de videoaulas na UFJF. Liamara Scortegagna: Doutora em Engenharia de Produção pela UFSC, com ênfase em Educação à Distância, é professora Adjunto I do Departamento de Ciência da Computação da UFJF. Atua com educação a distância nos cursos presenciais e no curso de Licenciatura em Computação ofertado pelo UAB.

4 Sumário Objetos de Aprendizagem OAs Conceituação Características Padrões Produção de OAs ROAs Videoaula (Serviço EDAD) Arquitetura Ferramentas Exemplos Mãos a obra!

5 Introdução Expansão rápida da EAD Uso das NTICs na EAD Novas alternativas para as Instituições de ensino superior 20% das disciplinas EAD Cursos de extensão Cursos de graduação e pós-graduação EAD

6 A educação procura garantir a qualidade de seus serviços. Necessidade de utilização de conteúdos didáticos estruturados e mais organizados. e para garantir uma boa qualidade de ensino investe-se em novas ferramentas.

7 Conteúdos pedagógicos similares que são utilizados em diferentes ambientes de ensino on-line. Dificuldade na reutilização, decorre de: incompatibilidade entre ambientes; dificuldade de busca do conteúdo; questões diretamente relacionadas ao processo pedagógico Objetos de Aprendizagem - OAs

8 Conceituação A mais referenciada é a de Wiley(2000): qualquer recurso digital que possa ser reutilizado no processo para assistir à aprendizagem Muzio (2001): um granular e reutilizável pedaço de informação independente de mídia.

9 Sosteric & Hesemeier (2001): um Objeto de Aprendizagem é um arquivo digital (imagem, filme, etc.) que pretende ser utilizado para fins pedagógicos e que possui, internamente o através de associação, sugestões sobre o contexto apropriado para sua utilização.

10 Características Reusabilidade: reutilizável diversas vezes em diversos ambientes de aprendizagem. Adaptabilidade: adaptável a qualquer ambiente de ensino. Granularidade: conteúdo em pedaços, para facilitar sua reusabilidade. Escalabilidade: A facilidade de poder ser utilizado com pequeno ou grande número de usuários.

11 Acessibilidade: acessível facilmente via Internet para ser usado em diversos locais. Durabilidade: possibilidade de continuar a ser usado, independente da mudança de tecnologia. Interoperabilidade: habilidade de operar através de uma variedade de hardware, sistemas operacionais e browsers, intercâmbio efetivo entre diferentes sistemas. Metadados: descrever as propriedades de um objeto, como: título,autor, data, assunto e etc.

12 Padrões Para que os OAs possam ser reutilizados e disponibilizados em repositórios, é necessário que sejam considerados dois aspectos fundamentais: Os pedagógicos: espera-se que estes recursos sejam capazes de garantir a aprendizagem e a avaliação. Os técnicos: requerem protocolos específicos e padrões para a entrega de pacotes de conteúdo, garantindo a interoperabilidade entre diferentes AVAs.

13 Atualmente, os padrões mais aceitos para a formatação dos pacotes de conteúdo são os IMS Content Packaging (IMS Global Learning Consortium) e os SCORM (Advanced Distributed Learning). Dentre estes, o SCORM é o padrão mais utilizado pelos profissionais e empresas que produzem OAs. Além da qualidade dos recursos, seu destaque se deve ao atendimento de especificações técnicas desenvolvidas por diferentes organizações AICC, IEEE, IMS o que viabilizou a sua utilização satisfatória em diferentes AVAs

14 Um AO produzido em SCORM ou IMS conterá: um arquivo manifesto em formato XML um arquivo de esquema e definição identificados pelo manifesto Conteúdo Entre os três elementos, o arquivo manifesto é o grande responsável pelo funcionamento do recurso. Nele podem ser identificados os itens: Resources Organizations Metadados

15 Resources: responsáveis pela colocação dos arquivos e recursos na ordem correta. Organizations: apresentam os conteúdos que serão apresentados aos usuários durante o processo de aprendizagem. Metadados: considerados os dados sobre um conjunto de outros dados, ou seja, identificam e descrevem a forma como os dados devem ser organizados para que seja possível a compreensão total sobre sua natureza, facilitando assim a busca em bibliotecas e repositórios.

16 Eventuais deficiências em quaisquer dos elementos estruturadores do arquivo manifesto irão prejudicar o funcionamento do AO. Porém, é na composição do elemento Metadados que se encontram as maiores dificuldades. Assim, existem padrões para o desenvolvimento dos metadados ARIADNE, ADL SCORM, CanCore, IMS LD, Dublin Core e LOM (IEEE). O mais utilizado é o LOM por ser a base ou compor uma parcela significativa dos demais padrões.

17 O LOM utiliza nove categorias e esta subdivididas em diferentes informações, totalizando 58 metadados: Geral: nome, idioma, descrição e palavras-chave Ciclo de vida: história, versões e estado atual Meta-metadados: metadados do AO e linguagem utilizada Técnica: formato, tamanho, localização na web, navegadores e sistemas compatíveis Educacional: característica educacionais e pedagógicas, nível de complexidade, interatividade, público-alvo Direitos: Condição de uso e direitos autorais do OA Relação: relaciona o AO a outros que possam lhe ser complementares ou afins Anotação: comentários sobre o OA Classificação: a partir de um sistema de classificação predefinido, possibilita a identificação do nível educacional do AO, pré-requisitos para a utilização entre outros.

18 Produção de OAs A produção do objeto é realizada por meio da colaboração de três equipes: Pedagógica Design Tecnológica Todas com um objetivo em comum e cada uma contribuindo com sua especialidade.

19 Um AO pode ser produzido a partir de diferentes tipos de linguagens e programas. O que importa, além de realizar os procedimentos técnicos e pedagógicos, é a utilização de um software capaz de reunir e empacotar, em formato SCORM ou IMS, os textos, gráficos, sons, vídeos e demais elementos que constituem o recurso digital, criando assim o AO.

20 Softwares para produção de OA Existem diversos softwares gratuitos, com interfaces amigáveis e de fácil utilização e principalmente que, possibilitam a produção de OAs nas principais versões dos padrões SCORM e IMS. exelearning: completo (texto, atividades, estudo de caso...) (www.exelearning.org). Quandary: específico Windows, apenas para criação de desafios, atividades de resolução de problemas, questionários e estudos de caso (www.halfbakedsoftware.com).

21 XERTE: completo e permite inserir diversas mídias (http://www.nottingham.ac.uk/~ccjrt/editor/). CourseLab: versátil e fácil de utilizar além da criação de OAs nos formatos SCORM e AICC, possibilita a geração de arquivos que podem ser gravados e utilizados a partir de CD-ROM (http://www.courslab.com). Hotpotatoes: Apenas para testes(atividades) interativos em AVAs (http://web.uvic.ca/hrd/hotpot/).

22 Repositórios de OAs Repositórios de Objetos de Aprendizagem (ROA) são bancos de dados que armazenam informações sobre os objetos, os metadados e os objetos propriamente ditos. Ou ainda, pode ser definido como um armazém, no qual os objetos de aprendizagem ficam organizados e armazenados juntamente com o descritor dos objetos, os metadados, que são utilizados na recuperação dos objetos.

23 As vantagens de um repositório de OA estão intrinsecamente relacionados às vantagens do conceito de OA e à padronização de construção dos mesmos. O uso de padrões na construção de OA e o armazenamento desses objetos em repositórios abertos permitirá que: conteúdos sejam transferidos sem problemas entre plataformas que um material educacional seja facilmente pesquisado e localizado que um ambiente de aprendizado virtual possa utilizar produtos de diversos desenvolvedores sem conflito, combinando as possibilidades mais convenientes.

24 Exemplos de ROAs Universidade aberta do SUS - UNASUS RIVED Rede Interativa Virtual de Educação Coletânea de Entidades de Suporte ao uso de Tecnologia na Aprendizagem

25 Banco internacional de Objetos educacionais - MEC Domínio Público Merlot Online Learning Material Careo Campus Alberta Repository of Educational Objects

26 Videoaula Pode ser considerada uma videoaula: Um vídeo apresente uma aula; Um vídeo que, junto com outras mídias, apresenta um conteúdo mais amplo de uma aula (notações, opiniões, etc.); Segundo o serviço é uma aplicação multimídia que permite a apresentação de vídeo, slides e outros documentos de forma sincronizada e com possibilidade de navegação em um roteiro (liberdade de acesso ao conteúdo temporal).

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29 Vamos assistir as videoaulas Apresentação do Serviço Infraestrutura O que é possível fazer em uma videoaula Processo de Produção de videoaula Uma videoaula com animação

30 Nosso processo de Produção Slides: sem animação em flash Video: Profissional: (Algoritmos) Caseiro: (Sistemas Operacionais) Voz + Boneco: (Org. de Computadores) Ledor + Boneco: (Química 2) Outras videoaulas

31 Esquema Prático Definição do Tema / Conteúdo Definição do Roteiro Pensar em Objeto de Aprendizagem! Elaboração dos Slides Elaboração do Video Conversão das Mídias (Ferramentas) Composição da Videoaula (RIOComposer) Envio da Videoaula Testes e validação/alteração

32 Esquema Prático Definição do Tema / Conteúdo Definição do Roteiro Elaboração dos Slides Elaboração do Video Os slides e o video devem ser pensados a partir de um roteiro de navegação da videoaula Conversão das Mídias (Ferramentas) Composição da Videoaula (RIOComposer) Envio da Videoaula Testes e validação/alteração

33 Esquema Prático Definição do Tema / Conteúdo Definição do Roteiro Elaboração dos Slides Elaboração do Video Conversão das Mídias (Ferramentas) Elaborar o que será apresentado, com a maior riqueza de detalhes possível! Composição da Videoaula (RIOComposer) Envio da Videoaula Testes e validação/alteração

34 Esquema Prático Definição do Tema / Conteúdo Definição do Roteiro Elaboração dos Slides Elaboração do Video Conversão das Mídias (Ferramentas) Composição da Videoaula (RIOComposer) Gerar o video, independente do formato. Sendo sempre bem claro e obedecendo à organização do roteiro Envio da Videoaula Testes e validação/alteração

35 Esquema Prático Definição do Tema / Conteúdo Definição do Roteiro Elaboração dos Slides Elaboração do Video Conversão das Mídias (Ferramentas) Slides em swf Video em flv Composição da Videoaula (RIOComposer) Envio da Videoaula Testes e validação/alteração

36 Esquema Prático Definição do Tema / Conteúdo Definição do Roteiro Elaboração dos Slides Elaboração do Video Conversão das Mídias (Ferramentas) Composição da Videoaula (RIOComposer) Envio da Videoaula Realizar a sincronização do video com os slides e o roteiro Testes e validação/alteração

37 Esquema Prático Definição do Tema / Conteúdo Definição do Roteiro Elaboração dos Slides Elaboração do Video Conversão das Mídias (Ferramentas) Composição da Videoaula (RIOComposer) Envio da Videoaula Testes e validação/alteração Enviar a videoaula (todos os arquivos do diretório) para o servidor

38 Esquema Prático Definição do Tema / Conteúdo Definição do Roteiro Elaboração dos Slides Elaboração do Video Conversão das Mídias (Ferramentas) Composição da Videoaula (RIOComposer) Envio da Videoaula Testes e validação/alteração Assistir e voltar ao passo que for necessário para finalizar a videoaula

39 Nossa videoaula Tema: Água Slides: prontos e convertidos Falta: Gravar o vídeo Converter o vídeo Gerar a videoaula (RIOComposer) Enviar a videoaula Testar a videoaula

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