REVISÃO PARA A PROVA CONCEITOS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REVISÃO PARA A PROVA CONCEITOS"

Transcrição

1 REVISÃO PARA A PROVA CONCEITOS COMPORTAMENTO OPERANTE Comportamento operante é uma ação (ou reação) voluntária do sujeito que opera sobre o ambiente, o alterando e sofrendo as atuações do mesmo, estando sujeito a estímulos consequentes. Portanto, comportamento operante é adquirido e mantido devido suas consequências; é aprendido. Sempre estamos sujeitos a contingências, ou seja, estímulos que antecedem (SA) e que consequência (SC) nossas respostas (sempre que nos comportamos estamos sob a influência de diversos estímulos). SA R SC CONSEQUÊNCIAS As consequências podem ser reforçadoras, punitivas ou uma extinção e ocorrem após um comportamento. As consequências reforçadoras aumentam a frequência de um comportamento. As consequências punitivas diminuem a frequência de um comportamento pela adição de estímulos aversivos. E a extinção também diminui a frequência de um comportamento pela retirado do reforço. SA R SC

2 REFORÇO É um estímulo consequente que aumenta a frequência de um comportamento. Há reforço positivo e reforço negativo. SA R SC reforçador REFORÇO POSITIVO (R+) É um estímulo consequente que aumenta a frequência de um comportamento com o acréscimo de estímulos prazerosos. Exemplo: Dizer bom dia para seu vizinho e receber a resposta de bom dia. O comportamento de dizer bom dia será mantido devido sua consequência de receber a resposta bom dia, a probabilidade de continuar cumprimentando o vizinho é alta. REFORÇO NEGATIVO (R-) É um estímulo consequente que aumenta a frequência de um comportamento com a retirada de estímulo aversivo. Exemplo: Estar sentindo dor de cabeça e tomar um remédio, fazendo a dor passar. O comportamento de tomar o remédio sempre que sentir dor de cabeça será mantido devido à consequência de a dor passar, a probabilidade de tomar o remédio sempre que houver dor de cabeça é alta, pois a consequência é a retirada de um estímulo aversivo (dor).

3 EXTINÇÃO É um procedimento que diminui a frequência da resposta ao remover o reforço, ou seja, o comportamento não é mais reforçado, porém há a possibilidade do comportamento ser retomado. Também é uma consequência. SA R SC extinção EFEITOS DA EXTINÇÃO No início do processo de extinção ocorre um aumento da frequência da resposta, aumento da variabilidade da topografia da resposta e, por fim, elicia respostas emocionais. Exemplo: O rato sempre que pressionava a barra recebia a gota de água, após a suspensão do reforço, ou seja, sempre que o rato pressionava a barra não recebia mais a gota de água, ele (no início) pressionou a barra mais vezes, depois se comportou de outras maneiras como mordendo a barra e, apresentou comportamentos de agitação. Exemplo: Sempre que Maria ligava para Carla, Carla atendia ao telefone e lhe dava atenção. Quando Carla parou de atender ao telefone (começou a aplicar a extinção do comportamento de Maria de sempre ligar), Maria passou a ligar com mais frequência, depois passou a deixar mensagens e mandar s e, mais tarde, passou a pensar o que teria feito de errado para Carla não atender mais suas ligações. A frequência do comportamento de Maria de sempre ligar diminuiu, porém se Carla voltar a atender sempre suas ligações (dando o reforço da atenção), o comportamento de Maria poderá voltar a se repetir. É possível alterar situações modificando os nossos comportamentos e, consequentemente os estímulos irão se modificar, pois existe uma inter-relação entre estímulos e respostas, ou seja, um influencia o outro.

4 PUNIÇÃO É um estímulo consequente que diminui a frequência de uma resposta. Há punição positiva e punição negativa. A punição elicia respostas emocionais (como agitações e choros), supressão de outros comportamentos além do punido (comportamentos que ocorreram temporalmente próximos ao momento da punição) e emissão de respostas incompatíveis ao comportamento punido (o organismo não consegue discriminar que a contingência da punição não está mais em vigor); a punição é imediatamente reforçada negativamente, ou seja, existe a imediatividade da consequência. Não é necessário que haja privação (como no caso da extinção) e existe uma facilidade no arranjo das contingências. SA R SC punição PUNIÇÃO POSITIVA É um estímulo consequente que diminui a frequência de uma resposta pela adição de consequências aversivas. Exemplo: Faltar nas aulas e sua mãe lhe dar uma bronca, diminuindo a probabilidade do comportamento de faltar nas aulas ocorrer novamente. A bronca que foi dada pela mãe foi punitiva positiva, pois foi um acréscimo de um estímulo aversivo que consequência com a diminuição da resposta de faltar nas aulas novamente. PUNIÇÃO NEGATIVA É um estímulo consequente que diminui a frequência de uma resposta pela subtração de consequências reforçadoras positivas. Exemplo: Faltar nas aulas e sua mãe não dar mais a mesada, diminuindo a probabilidade do comportamento de faltar nas aulas ocorrer novamente. A atitude da mãe de não dar mais a mesada punitiva negativa, pois houve a retirada de um estímulo reforçador positivo (a mesada) que consequência com a diminuição da resposta de faltar nas aulas novamente.

5 CONTROLE AVERSIVO Consiste em controlar os comportamentos através de estímulos aversivos. No controle aversivo há a presença de estímulos reforçadores negativos e punições. TIPOS DE RESPOSTAS Existem respostas manifestas e encobertas. SA R SC RESPOSTAS MANIFESTAS São comportamentos que são visíveis às pessoas que estão ao redor. Exemplo: Uma pessoa tropeça. As pessoas que estão no mesmo ambiente do que a pessoa que tropeçou conseguem ver o comportamento de tropeçar. RESPOSTAS ENCOBERTAS São comportamentos que não são visíveis às pessoas que estão ao redor. Exemplo: Uma pessoa pensa, se lembra, tem alguma emoção ou sentimento. São comportamentos que não podem ser vistos pelas pessoas que estão no mesmo ambiente.

6 FUGA E ESQUIVA Os comportamentos de fuga e esquiva estão presentes no controle aversivo e sempre ocorrem quando há uma consequência reforçadora negativa. COMPORTAMENTO DE FUGA Comportamento seguido pela remoção de um estímulo aversivo, ou seja, um reforço negativo. Diante de uma situação aversiva, interrompê-la com um comportamento de fuga. Exemplo: Na presença de um cheiro muito forte, tampar o nariz. O comportamento de fuga é o de tampar o nariz ao escapar de inalar o cheiro forte, ou seja, é um comportamento que será mantido devido à remoção de um estímulo aversivo (reforço negativo). COMPORTAMENTO DE ESQUIVA Comportamento que previne um estímulo aversivo. O organismo nem se coloca diante de uma situação aversiva, já se comporta esquivando-se. A esquiva pode ser prejudicial quando excessiva, pois se não houver exposição às determinadas situações a pessoa nunca irá adquirir resistência e repertório para aguentar situações problemas no futuro. Exemplo: Desviar do caminho em que sabe da presença do cheiro forte, evitando senti-lo. O comportamento de esquiva é o de desviar do caminho para escapar de inalar o cheiro forte, ou seja, é um comportamento que será mantido devido à retirada de uma situação aversiva.

7 CONTROLE DE ESTÍMULOS Consiste na influência que os estímulos antecedentes possuem em nossas respostas. O estímulo antecedente serve de ocasião, pode ser estímulo discriminativo (SD) ou estímulo delta (S ). SA R SC ESTÍMULO DISCRIMINATIVO SD Sinaliza que haverá uma consequência reforçadora que pode ser tanto positiva quanto negativa. SD R SC Reforço Exemplo: Na presença de um gato uma criança diz miau e é recompensada com elogios e beijos. SD (presença do gato) R (dizer miau ) SC Reforço (elogios e beijos) ESTÍMULO DELTA S Sinaliza que haverá uma consequência punitiva (tanto positiva quanto negativa) ou uma extinção. S R SC Punição ou Extinção Exemplo: Na presença de um gato uma criança diz au au e não recebe atenção ou leva uma bronca. S (presença do gato) R (dizer au au ) SC Punição ou Extinção (não receber atenção ou a bronca)

8 ANÁLISE FUNCIONAL Aplicação de todos os conceitos aprendidos Todas as vezes que Marcus (sujeito) chora durante a sessão (resposta de fuga), a terapeuta muda de assunto (consequência reforçadora negativa). Explicação: Marcus mantém o comportamento de chorar (fugindo da situação) sempre que quiser mudar de assunto, eliminando um estímulo aversivo (o assunto indesejado). O comportamento de fuga ocorre quando o sujeito encontra-se em uma situação indesejada e encontra meios para escapar como o ato de chorar que consequência a mudança de assunto. SD durante a sessão. Todas as vezes que a mãe de Nancy começa a gritar com ela, Nancy (sujeito) tranca-se (resposta de fuga) no quarto (consequência reforçadora negativa). Explicação: Nancy mantém o comportamento de trancar-se no quarto para fugir dos gritos da mãe, portanto, é um comportamento (de fuga pois na situação indesejada encontrou meios de escapar) mantido devido a um reforçador negativo, pois ocorre a retirada de um estímulo aversivo (gritos da mãe). SD mãe que começa a gritar. Bete (sujeito) ultrapassou a velocidade máxima permitida (resposta) e recebeu uma multa por isso (consequência punitiva positiva). Explicação: Bete não irá manter o comportamento de ultrapassar a velocidade permitida para não receber mais multas, sendo o estímulo de receber multas um acréscimo de estímulo aversivo, por isso, punição positiva. Bruno (sujeito) veio fazer o curso de psicologia (resposta de esquiva) para continuar recebendo a mesada do pai (consequência reforçadora negativa).

9 Explicação: Bruno irá manter o comportamento de continuar com o curso devido à um reforço negativo, pois se ele não o fizer irá perder a mesada que o pai lhe dá. É uma resposta de esquiva, pois o sujeito nem se colocou na situação de perder a mesada, já encontrou uma maneira para não passar por esta situação. Quando Pedro (sujeito) diz eu te amo (resposta de fuga) para a namorada, esta para de chamá-lo de infiel (consequência reforçadora negativa). Explicação: Pedro, na situação aversiva, encontrou uma maneira de escapar dizendo eu te amo, assim, a namorada deixa de chamá-lo de infiel, consequência que reforça o comportamento de Pedro de sempre repetir esse mesmo comportamento diante de situações semelhantes ao retirar o estímulo aversivo (ser chamado de infiel). Maurício (sujeito) era uma criança bastante briguenta. No recreio da escola, sempre que agredia um colega (resposta) sua professora o retirava da brincadeira (consequência punitiva negativa). Ultimamente incidentes agressivos de Maurício têm sido raros. Explicação: A resposta de agredir um colega de Maurício foi evitada devido a uma retirada de um reforçador negativo sempre que o sujeito realizava o comportamento agressivo, assim, tais comportamentos foram deixando de serem praticados. Karina (sujeito) deu água a vontade (resposta) a seu animal antes de realizar seu experimento no laboratório e recebeu uma bronca de seu professor (consequência punitiva positiva). Ela nunca mais fez isso. Explicação: Karina não repetirá mais o comportamento de dar água a vontade para o animal devido a um acréscimo de estímulo aversivo (receber a bronca).

10 Maria (sujeito) sentiu alívio (resposta encoberta) depois de dar um trocado (resposta de fuga) para o pedinte, pois assim ele parou de amolá-la (consequência reforçadora negativa). Explicação: Sentir alívio é uma resposta encoberta, pois não é um comportamento possível de ser visualizado pelas pessoas que estão no seu redor. Diante de uma situação considerada ruim, Maria encontrou uma maneira de sair da situação aversiva ao dar os trocados para o pedinte. O comportamento será mantido devido a retirada do estímulo aversivo quando o pedinte parou de amolá-la. SD presença do pedinte. Sempre que Pedrinho (sujeito) grita mãe liga o ventilador (resposta), a mãe levanta-se da cadeira e liga o ventilador para o filho (consequência reforçadora positiva). Explicação: A probabilidade do comportamento de Pedrinho ser mantida é alta devido a sua consequência reforçadora positiva, pois sempre que o sujeito pede que o ventilador seja ligado, ele é ligado, acrescentando um estímulo prazeroso. SD presença da mãe.

Compreendendo o controle aversivo

Compreendendo o controle aversivo Compreendendo o controle aversivo setembro 2012 Maura Alves Nunes Gongora [Universidade Estadual de Londrina] Justificativa: Controle aversivo constitui um amplo domínio do corpo teórico-conceitual da

Leia mais

RELATÓRIO DE ANÁLISE DO COMPORTAMENTO

RELATÓRIO DE ANÁLISE DO COMPORTAMENTO CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA DE SANTO ANDRÉ Ana Paula Sampaio Valera Damaris Lima de Oliveira.. RELATÓRIO DE ANÁLISE DO COMPORTAMENTO Santo André Novembro/2011 CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA DE SANTO

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA DE SANTO ANDRÉ. Ana Paula Valera RA 2135001778. Hellen Cruz RA 1053004695. Roseli Cristina RA 2135006467

CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA DE SANTO ANDRÉ. Ana Paula Valera RA 2135001778. Hellen Cruz RA 1053004695. Roseli Cristina RA 2135006467 CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA DE SANTO ANDRÉ Ana Paula Valera RA 2135001778 Hellen Cruz RA 1053004695 Roseli Cristina RA 2135006467 RELAÇÃO RESPOSTA-CONSEQUÊNCIA: POSSÍVEIS EFEITOS DE EVENTOS CONSEQÜENTES

Leia mais

INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA

INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA Prof. Arlindo F. Gonçalves Jr. arlindo@puc-campinas.edu.br Psicologia Aplicada à Comunicação Social 1 ACEPÇÕES DO TERMO PSICOLOGIA PSICOLOGIA PRÉ-REFLEXIVA MITOLOGIA SENSO COMUM

Leia mais

ITECH Instituto de Terapia e Ensino do Comportamento Humano. Abuso e dependência de álcool e substâncias psicoativas. Cristina Belotto da Silva

ITECH Instituto de Terapia e Ensino do Comportamento Humano. Abuso e dependência de álcool e substâncias psicoativas. Cristina Belotto da Silva ITECH Instituto de Terapia e Ensino do Comportamento Humano Abuso e dependência de álcool e substâncias psicoativas Cristina Belotto da Silva Tainara Claudio Maciel O abuso e a dependência de álcool e

Leia mais

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA 4CCHLADPMT03 A TÉCNICA DE CONDICIONAMENTO OPERANTE DENTRO DO LABORATÓRIO Katiuscia de Azevedo Barbosa (1) ; Ellen Dias Nicácio da Cruz (1) ; Jandilson Avelino da Silva (2) ; Thyala Maria Alexandre Lourenço

Leia mais

TEORIAS DE CONTÉUDO DA MOTIVAÇÃO:

TEORIAS DE CONTÉUDO DA MOTIVAÇÃO: Fichamento / /2011 MOTIVAÇÃO Carga horária 2 HORAS CONCEITO: É o desejo de exercer um alto nível de esforço direcionado a objetivos organizacionais, condicionados pela habilidade do esforço em satisfazer

Leia mais

Reflexão Pessoal. A Aprendizagem

Reflexão Pessoal. A Aprendizagem Reflexão Pessoal A Aprendizagem No decorrer da nossa vida aprendemos a falar, a utilizar os talheres, a atar os cordões dos sapatos, a ler, a utilizar eletrodomésticos, a cumprimentar pessoas, entre muitas

Leia mais

Filhotes. bem-educados

Filhotes. bem-educados Filhotes bem-educados Erros cometidos pelos donos logo nos primeiros meses de vida dos cães podem prejudicá-los ao longo de toda sua vida. Aprenda como evitá-los Texto ana luísa vieira É fácil cair na

Leia mais

Neuropsicologia da aprendizagem PAULO NASCIMENTO NEUROPSICOLOGO NEUROTERAPEUTA PSICÓLOGO

Neuropsicologia da aprendizagem PAULO NASCIMENTO NEUROPSICOLOGO NEUROTERAPEUTA PSICÓLOGO Neuropsicologia da aprendizagem PAULO NASCIMENTO NEUROPSICOLOGO NEUROTERAPEUTA PSICÓLOGO Conceito de Neuropsicologia É o campo de conhecimento interessado em estudar as relações existente entre o sistema

Leia mais

Palavras-chave: sonho, análise funcional, terapia comportamental. A análise dos sonhos é uma questão antiga na história da humanidade, sendo

Palavras-chave: sonho, análise funcional, terapia comportamental. A análise dos sonhos é uma questão antiga na história da humanidade, sendo SONHOS: uma questão de contingências Renata Cristina Rodrigues Alves 1 Resumo: O comportamento de sonhar, para a Análise do Comportamento, está associado a eventos privados cujo acesso se dá através do

Leia mais

Encontro 7 26 de agosto de 2015

Encontro 7 26 de agosto de 2015 PROGRAMA DE ORIENTAÇÃO FAMILIAR Serviço de Atendimento Psicopedagógico SILVANY BRASIL Serviço Socioeducacional DIVANEID ARAÚJO Serviço de Orientação Educacional CINTHYA GUERRA Encontro 7 26 de agosto de

Leia mais

A PSICOTERAPIA ANALÍTICO FUNCIONAL (FAP)

A PSICOTERAPIA ANALÍTICO FUNCIONAL (FAP) A PSICOTERAPIA ANALÍTICO FUNCIONAL (FAP) Casos Maringá 2011 Instituto de Psicoterapia e Análise do Comportamento tel/fax: (43) 3324-4740 fconte@sercomtel.com.br Erros podem ajudar. Ex. T atendia sempre

Leia mais

Mordidas e agressões na escola

Mordidas e agressões na escola Mordidas e agressões na escola É muito comum que nas escolas de educação infantil, mais especificamente nas turmas de maternal, de crianças com aproximadamente dois anos de idade; aconteçam as mordidas

Leia mais

DESAFIOS CRIATIVOS E FASCINANTES Aula de Filosofia: busca de valores humanos

DESAFIOS CRIATIVOS E FASCINANTES Aula de Filosofia: busca de valores humanos DESAFIOS CRIATIVOS E FASCINANTES Aula de Filosofia: busca de valores humanos Glorinha Aguiar glorinhaaguiar@uol.com.br Eu queria testar a metodologia criativa com alunos que eu não conhecesse. Teria de

Leia mais

Skinner: condicionamento e aprendizagem

Skinner: condicionamento e aprendizagem Skinner: condicionamento e aprendizagem Ensino é o arranjo das contingências de reforço que acelera a aprendizagem. Um aluno aprende sem que lhe ensinem, mas aprenderá mais eficientemente sob condições

Leia mais

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

pelas consequências de sua ação. São as consequências produzidas pelo comportamento que aumentarão ou diminuirão a probabilidade de que ele ocorra.

pelas consequências de sua ação. São as consequências produzidas pelo comportamento que aumentarão ou diminuirão a probabilidade de que ele ocorra. 136 Recriando o recreio O início das aulas é anunciado pelo sinal sonoro. Alunos e professores dirigem-se para as salas. A aula é planejada e as estratégias são definidas, levando-se em conta objetivos

Leia mais

1. explicar os princípios do condicionamento clássico, do condicionamento operante e a teoria da aprendizagem social;

1. explicar os princípios do condicionamento clássico, do condicionamento operante e a teoria da aprendizagem social; Após o estudo desta teoria, você deve estar apto a: 1. explicar os princípios do condicionamento clássico, do condicionamento operante e a teoria da aprendizagem social; 2. Fazer comparações entre o condicionamento

Leia mais

Aprendendo a vencer a Ansiedade

Aprendendo a vencer a Ansiedade Rua Conde de Bonfim 232/301 Tijuca Rio de Janeiro RJ Tel:2234-2399 Email: eliane@epvpsicologia.com Home Page:www.epvpsicologia.com Aprendendo a vencer a Ansiedade Um guia para os pais sobre a ansiedade

Leia mais

A PSICOTERAPIA ANALÍTICO FUNCIONAL (FAP) E UM SONHO DE CRIANÇA

A PSICOTERAPIA ANALÍTICO FUNCIONAL (FAP) E UM SONHO DE CRIANÇA A PSICOTERAPIA ANALÍTICO FUNCIONAL (FAP) E UM SONHO DE CRIANÇA Fátima Cristina S. Conte/2000- ABPMC Instituto de Psicoterapia e Análise do Comportamento e-mail: psicc@onda.com.br tel/fax: (43) 324-4740

Leia mais

Prevenção do bullying. Quando o seu filho é a vítima, o agressor (bully) ou o espectador

Prevenção do bullying. Quando o seu filho é a vítima, o agressor (bully) ou o espectador Prevenção do bullying Quando o seu filho é a vítima, o agressor (bully) ou o espectador O que é bullying? Bullying não é um conflito nem uma briga. O bullying é o abuso físico, verbal ou emocional deliberado,

Leia mais

A PREENCHER PELO ALUNO

A PREENCHER PELO ALUNO Prova Final do 1.º e do 2.º Ciclos do Ensino Básico PLNM (A2) Prova 43 63/2.ª Fase/2015 Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho A PREENCHER PELO ALUNO Nome completo Documento de identificação Assinatura

Leia mais

COMO ABA PODE SER USADA COMO FORMA DE

COMO ABA PODE SER USADA COMO FORMA DE ABA - WORKSHOP GUARATINGUETÁ RESUMO DA PALESTRA DA DRA. MICHELINE SILVA COMO ABA PODE SER USADA COMO FORMA DE INTERVENÇÃO NO TRATAMENTO DE SINTOMAS AUTÍSTICOS ABA RESUMO DO WORKSHOP GUARATINGUETÁ APRESENTAÇÃO

Leia mais

Grupo de estudos Anthony Robbins

Grupo de estudos Anthony Robbins Grupo de estudos Anthony Robbins Coaching e PNL caps 5-26/11/2013 Queria saber qualquer coisa e tudo sobre como podemos aumentar a qualidade de nossas vidas, e tentei aplicar a mim mesmo, além de partilhar

Leia mais

PROBLEMAS COMPORTAMENTAIS EM GATOS. Aonde estamos errando?

PROBLEMAS COMPORTAMENTAIS EM GATOS. Aonde estamos errando? PROBLEMAS COMPORTAMENTAIS EM GATOS Aonde estamos errando? O que é um gato? Doméstico há 4 mil anos no Egito Restos Felix libyca Chipre 6 mil anos O que é um gato? História de adoração e abjeção Criados

Leia mais

Psicologia no Gerenciamento de Pessoas

Psicologia no Gerenciamento de Pessoas Psicologia no Gerenciamento de Pessoas Capítulo 3 Behaviorismo, o controle comportamental nas organizações Profª. Márcia Ms. Regina Márcia Banov Regina 3 1. A escola Behaviorista Escola norte-americana.

Leia mais

para ler Coerção e suas implicações

para ler Coerção e suas implicações Laboratório de Psicologia Experimental Programa de Estudos Pós-graduados em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento 2009 para ler Coerção e suas implicações 100 80 60 40 20 0 2001 2002 2003 2004

Leia mais

As crianças adotadas e os atos anti-sociais: uma possibilidade de voltar a confiar na vida em família 1

As crianças adotadas e os atos anti-sociais: uma possibilidade de voltar a confiar na vida em família 1 As crianças adotadas e os atos anti-sociais: uma possibilidade de voltar a confiar na vida em família 1 Resumo: Os atos anti-sociais são para Winnicott, quando ocorrida a perda da confiabilidade no ambiente,

Leia mais

AUTO-ESTIMA NA PERSPECTIVA DO BEHAVIORISMO RADICAL

AUTO-ESTIMA NA PERSPECTIVA DO BEHAVIORISMO RADICAL CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA - UNICEUB FACULDADE CIÊNCIAS DA SAÚDE - FACS CURSO: PSICOLOGIA AUTO-ESTIMA NA PERSPECTIVA DO BEHAVIORISMO RADICAL BRUNO ALVES CAIXETA BRASÍLIA JULHO/2009 BRUNO ALVES CAIXETA

Leia mais

O ABC da gestão do desempenho

O ABC da gestão do desempenho Por Peter Barth O ABC da gestão do desempenho Uma ferramenta útil e prática para aprimorar o desempenho de pessoas e organizações 32 T&D INTELIGÊNCIA CORPORATIVA ED. 170 / 2011 Peter Barth é psicólogo

Leia mais

TERAPIA POR CONTINGÊNCIAS DE REFORÇAMENTO (TCR) 1. HÉLIO JOSÉ GUILHARDI 2 Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento Campinas - SP

TERAPIA POR CONTINGÊNCIAS DE REFORÇAMENTO (TCR) 1. HÉLIO JOSÉ GUILHARDI 2 Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento Campinas - SP 1 TERAPIA POR CONTINGÊNCIAS DE REFORÇAMENTO (TCR) 1 HÉLIO JOSÉ GUILHARDI 2 Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento Campinas - SP A Terapia por Contingências de Reforçamento (TCR), sistematizada

Leia mais

Laboratório de Psicologia Experimental Programa de Estudos Pós-graduados em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento

Laboratório de Psicologia Experimental Programa de Estudos Pós-graduados em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento Laboratório de Psicologia Experimental Programa de Estudos Pós-graduados em Psicologia Experimental: nálise do Comportamento o estudo de processos comportamentais básicos no laboratório II M Luisa Guedes,

Leia mais

Meu Grande Amigo. Como Escolher O Cão Ideal Para Você E Sua Família. Paulo I. S. Doreste

Meu Grande Amigo. Como Escolher O Cão Ideal Para Você E Sua Família. Paulo I. S. Doreste Meu Grande Amigo Como Escolher O Cão Ideal Para Você E Sua Família Paulo I. S. Doreste Notificação de Direitos Autorais Você pode compartilhar esse guia gratuitamente! Você não tem autorização para vendê-lo

Leia mais

SNIFFY, O RATO VIRTUAL

SNIFFY, O RATO VIRTUAL SNIFFY, O RATO VIRTUAL CONDICIONAMENTO OPERANTE FENÔMENOS OPERANTES BÁSICOS: 1) TREINAMENTO PARA USO DO ALIMENTADOR 2) MODELAGEM 3) EXTINÇÃO 4) RECUPERAÇÃO ESPONTÂNEA 5) REFORÇO SECUNDÁRIO SNIFFY CONDICIONAMENTO

Leia mais

Não é o outro que nos

Não é o outro que nos 16º Plano de aula 1-Citação as semana: Não é o outro que nos decepciona, nós que nos decepcionamos por esperar alguma coisa do outro. 2-Meditação da semana: Floresta 3-História da semana: O piquenique

Leia mais

Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção e Auto-Estima

Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção e Auto-Estima Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção e Auto-Estima Paulo José Costa Assistente de Psicologia Clínica Serviço de Pediatria do CHL, EPE (Leiria) www.paulojosecosta.com paulojosecosta@gmail.com

Leia mais

Psicologia Educacional I. Violência nas escolas

Psicologia Educacional I. Violência nas escolas Psicologia Educacional I Violência nas escolas Objectivos Analisar algumas das causas que levam à violência nas escolas. Analisar a forma como esta se manifesta, nomeadamente nas relações professor/aluno,

Leia mais

mdic.empauta.com Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior Clipping da imprensa Brasília, 02 de junho de 2008 às 10h51

mdic.empauta.com Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior Clipping da imprensa Brasília, 02 de junho de 2008 às 10h51 Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior Clipping da imprensa às 10h51 Gazeta do Povo PR Novas regras da tevê paga entram em vigor hoje......................................... 3 ECONOMIA

Leia mais

Estórias de Iracema. Maria Helena Magalhães. Ilustrações de Veridiana Magalhães

Estórias de Iracema. Maria Helena Magalhães. Ilustrações de Veridiana Magalhães Estórias de Iracema Maria Helena Magalhães Ilustrações de Veridiana Magalhães 2 No dia em que Iracema e Lipe voltaram para visitar a Gê, estava o maior rebuliço no hospital. As duas crianças ficaram logo

Leia mais

Capítulo 16 - Motivação

Capítulo 16 - Motivação Capítulo 16 - Motivação Objetivos de aprendizagem Após estudar este capítulo, você deverá estar capacitado para: Definir o processo motivacional. Descrever a hierarquia das necessidades humanas. Diferenciar

Leia mais

Química e Medicamentos Automedicação e os riscos à saúde

Química e Medicamentos Automedicação e os riscos à saúde Química e Medicamentos Automedicação e os riscos à saúde A falta de consciência da população no uso de diversos medicamentos sem a prescrição médica e os riscos da automedicação à saúde foram os principais

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO ANSIEDADE

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO ANSIEDADE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO ANSIEDADE Gabriele Gris Kelly Cristina da Silva Cardoso Luciana

Leia mais

Aprenda a Tirar Vantagem da 2º Maior Ferramenta de Buscas do Mundo!

Aprenda a Tirar Vantagem da 2º Maior Ferramenta de Buscas do Mundo! Aprenda a Tirar Vantagem da 2º Maior Ferramenta de Buscas do Mundo! Usar o Youtube profissionalmente é o upgrade que o seu negócio precisa para alavancar e obter muito mais vendas, contatos e visitas!

Leia mais

- ANEXO B - Planificação do Programa de Promoção de Competências Psicológicas Dança com bem-estar

- ANEXO B - Planificação do Programa de Promoção de Competências Psicológicas Dança com bem-estar - ANEXO B - Planificação do Programa de Promoção de Competências Psicológicas Dança com bem-estar 6 Planificação do Programa de Promoção de Competências Psicológicas Dança com bem-estar I FASE Apresentação

Leia mais

Análise Funcional do Transtorno Compulsivo (TOC): Implicações Clínicas e Relações com a Neuropsicologia

Análise Funcional do Transtorno Compulsivo (TOC): Implicações Clínicas e Relações com a Neuropsicologia 3º Encontro de Análise do Comportamento do Vale do São Francisco Petrolina, Pernambuco. 2012 Análise Funcional do Transtorno Compulsivo (TOC): Implicações Clínicas e Relações com a Neuropsicologia Sandro

Leia mais

Deficiência e Agressividade

Deficiência e Agressividade Deficiência e Agressividade Formadora: Elisa de Castro Carvalho 1 Temperamento e Agressividade Uma percentagem elevada de crianças, especialmente as que se encontram em idade escolar, desenvolve problemas

Leia mais

BOLETIM INFORMATIVO JAN/FEV.

BOLETIM INFORMATIVO JAN/FEV. BOLETIM INFORMATIVO JAN/FEV. 2013 [Edição 5] Mais um ano se inicia, novas oportunidades, novas aprendizagens e para iniciamos esse novo ano, algo comum de se fazer são as METAS. A Meta que destitinei ao

Leia mais

Vou embora ou fico? É melhor ir embora Estratégias de Evitamento

Vou embora ou fico? É melhor ir embora Estratégias de Evitamento Vou embora ou fico? É melhor ir embora Estratégias de Evitamento A única coisa a ter medo, é do próprio medo The only thing you have to fear is fear itself (Franklin D. Roosevelt) Alguma vez deixou de

Leia mais

Tomada de decisão. O que é necessário para ser bom? Algumas dicas práticas: Por que ser bom? Como tomamos boas decisões?

Tomada de decisão. O que é necessário para ser bom? Algumas dicas práticas: Por que ser bom? Como tomamos boas decisões? Exercitando o Caráter 4 a 6 anos Tomada de decisão O que é necessário para ser bom? Ser uma pessoa correta é mais do que somente fazer o que deve ser feito. É realmente escolher fazer o que deve ser feito.

Leia mais

RESPOSTAS E EVENTOS SUBSEQÜENTES: CONTINGÊNCIA E CONTIGUIDADE 1 PUC-SP

RESPOSTAS E EVENTOS SUBSEQÜENTES: CONTINGÊNCIA E CONTIGUIDADE 1 PUC-SP RESPOSTAS E EVENTOS SUBSEQÜENTES: CONTINGÊNCIA E CONTIGUIDADE 1 MARIA AMALIA ANDERY E TEREZA MARIA SÉRIO 2 PUC-SP Desde a aula passada estamos discutindo relações entre respostas e alterações ambientais

Leia mais

Abordagem Contextual do Usuário de Maconha

Abordagem Contextual do Usuário de Maconha Abordagem Contextual do Usuário de Maconha Carla Bicca Psiquiatra Especialista em DQ FIPAD/UNIFESP Terapeuta Cognitiva / Instituto Beck Mestre em Ciências Médicas UFRGS Diretora da Villa Janus Resolução

Leia mais

A grande verdade é que a maioria das empresas está perdendo muito dinheiro tentando criar um negócio online.

A grande verdade é que a maioria das empresas está perdendo muito dinheiro tentando criar um negócio online. Você gostaria de aprender o que os negócios campeões em vendas online fazem? Como eles criam empresas sólidas na internet, que dão lucros por vários e vários anos? A grande verdade é que a maioria das

Leia mais

Liderança Ciclo Motivacional Clima Organizacional Cultura Organizacional

Liderança Ciclo Motivacional Clima Organizacional Cultura Organizacional Clima Organizacional Cultura Organizacional Disciplina: Gestão de Pessoas Página: 1 Aula: 09 O líder pode ser definido como uma pessoa capaz de unir outras através de esforços combinados para atingir determinado

Leia mais

A ALMA DO LÍDER 1. Ken Blanchard. a alma do líder. reflexões sobre a arte de influenciar pessoas. São Paulo

A ALMA DO LÍDER 1. Ken Blanchard. a alma do líder. reflexões sobre a arte de influenciar pessoas. São Paulo A ALMA DO LÍDER 1 Ken Blanchard a alma do líder reflexões sobre a arte de influenciar pessoas São Paulo 2009 A ALMA DO LÍDER 3 INTRODUÇÃO Quando eu estava no ensino médio, tinha um técnico de futebol

Leia mais

Legado evolutivo vital que leva um organismo a evitar ameaças, tendo um valor óbvio na sobrevivência.

Legado evolutivo vital que leva um organismo a evitar ameaças, tendo um valor óbvio na sobrevivência. ANSIEDADE E TRANSTORNOS DE ANSIEDADE MEDO E ANSIEDADE MEDO Legado evolutivo vital que leva um organismo a evitar ameaças, tendo um valor óbvio na sobrevivência. É uma emoção produzida pela percepção de

Leia mais

Psicologia da Educação

Psicologia da Educação Psicologia da Educação Faculdade de Humanidades e Direito Curso de Filosofia EAD VI semestre Módulo Formação Docente Prof. Dr. Paulo Bessa da Silva Objetivo O objetivo desta teleaula é apresentar os fundamentos

Leia mais

Psicologia da Educação

Psicologia da Educação Psicologia da Educação Aprendizagem na sala de aula DEFINIÇÃO GERAL DE APRENDIZAGEM APRENDIZAGEM E TRANSFERÊNCIA TEORIAS DE APRENDIZAGEM CONDICIONAMENTO OPERANTE A APRENDIZAGEM SOCIAL O ENSINO PROGRAMADO

Leia mais

TREINO DE APTIDÕES SOCIAIS

TREINO DE APTIDÕES SOCIAIS APTIDÕES SOCIAIS TREINO DE APTIDÕES SOCIAIS Objectivo: aumentar as competências do sujeito para lidar com situações sociais e diminuir a sua ansiedade ou desconforto nestas Teorias acerca da etiologia

Leia mais

Lucas Liberato Coaching Coach de Inteligência Emocional lucasliberato.com.br

Lucas Liberato Coaching Coach de Inteligência Emocional lucasliberato.com.br Script de Terapia de Liberação Emocional (EFT) para desfazer crenças relativas aos clientes que você merece ter. Eu não consigo atrair clientes dispostos a pagar preços altos A Acupuntura Emocional é uma

Leia mais

Quem te fala mal de. 10º Plano de aula. 1-Citação as semana: Quem te fala mal de outra pessoa, falará mal de ti também." 2-Meditação da semana:

Quem te fala mal de. 10º Plano de aula. 1-Citação as semana: Quem te fala mal de outra pessoa, falará mal de ti também. 2-Meditação da semana: 10º Plano de aula 1-Citação as semana: Quem te fala mal de outra pessoa, falará mal de ti também." Provérbio Turco 2-Meditação da semana: Mestre conselheiro- 6:14 3-História da semana: AS três peneiras

Leia mais

Aula 19 Conteúdo O homem e o meio ambiente. Principais problemas ambientais do mundo.

Aula 19 Conteúdo O homem e o meio ambiente. Principais problemas ambientais do mundo. CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade IV Natureza sociedade: questões ambientais. Aula 19 Conteúdo O homem e o meio ambiente. Principais problemas ambientais do mundo. 2 CONTEÚDO

Leia mais

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Universidade do Minho Escola de Psicologia rgomes@psi.uminho.pt www.psi.uminho.pt/ www.ardh-gi.com Esta apresentação não substitui a leitura

Leia mais

Manifeste Seus Sonhos

Manifeste Seus Sonhos Manifeste Seus Sonhos Índice Introdução... 2 Isso Funciona?... 3 A Força do Pensamento Positivo... 4 A Lei da Atração... 7 Elimine a Negatividade... 11 Afirmações... 13 Manifeste Seus Sonhos Pág. 1 Introdução

Leia mais

Robson Brino Faggiani. Doutorando Psicologia Experimental Universidade de São Paulo

Robson Brino Faggiani. Doutorando Psicologia Experimental Universidade de São Paulo Contornando os prejuízos de comunicação: Ensino de Comportamento Verbal Robson Brino Faggiani Doutorando Psicologia Experimental Universidade de São Paulo 1 O que é Comportamento Verbal? 2 Análise Funcional

Leia mais

18 - A surpresa... 175 19 A fuga... 185 20 O atraso... 193 21 Vida sem máscaras... 197 22 - A viagem... 209 23 - A revelação...

18 - A surpresa... 175 19 A fuga... 185 20 O atraso... 193 21 Vida sem máscaras... 197 22 - A viagem... 209 23 - A revelação... Sumário Agradecimentos... 7 Introdução... 9 1 - Um menino fora do seu tempo... 13 2 - O bom atraso e o vestido rosa... 23 3 - O pequeno grande amigo... 35 4 - A vingança... 47 5 - O fim da dor... 55 6

Leia mais

A patroa quer emagrecer

A patroa quer emagrecer A patroa quer emagrecer A UU L AL A Andando pela rua, você passa em frente a uma farmácia e resolve entrar para conferir seu peso na balança. E aí vem aquela surpresa: uns quilinhos a mais, ou, em outros

Leia mais

1- É importante conhecer os nossos pensamentos?

1- É importante conhecer os nossos pensamentos? DEFEITOS NO PENSAMENTO. E AGORA? Nosso pensamento ocorre de modo contínuo e automático, continuamos produzindo pensamentos até quando dormimos. São eles que determinam se teremos emoções e comportamentos

Leia mais

Autoestima do Professor:

Autoestima do Professor: Autoestima do Professor: combustível para ensinar e para aprender Júlio Furtado www.juliofurtado.com.br www.juliofurtado.com.br 1 Professa Confessa Abraça Adota a verdade o não-saber o compromisso de se

Leia mais

PESSOAS RESILIENTES: suas características e seu funcionamento

PESSOAS RESILIENTES: suas características e seu funcionamento CONNER, Daryl. Gerenciando na velocidade da mudança: como gerentes resilientes são bem sucedidos e prosperam onde os outros fracassam. Rio de Janeiro: Infobook, 1995. PESSOAS RESILIENTES: suas características

Leia mais

AMAR SEM ESTRAGAR. A difícil arte de educar

AMAR SEM ESTRAGAR. A difícil arte de educar AMAR SEM ESTRAGAR A difícil arte de educar O que esperam os pais? Terem uma família feliz, com saúde. Terem trabalho e boas condições de vida. Serem bons pais e que os filhos cresçam sem problemas. Realizarem

Leia mais

PARA CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL

PARA CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL Panorama Social Viviani Bovo - Brasil 1 RELATÓRIO FINAL PARA CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL PANORAMA SOCIAL Viviani Bovo Campinas - Brasil Panorama Social Viviani Bovo - Brasil 2 Relatório para Certificação

Leia mais

RECUPERAÇÃO DE IMAGEM

RECUPERAÇÃO DE IMAGEM RECUPERAÇÃO DE IMAGEM Quero que saibam que os dias que se seguiram não foram fáceis para mim. Porém, quando tornei a sair consciente, expus ao professor tudo o que estava acontecendo comigo, e como eu

Leia mais

Liberdade e Autonomia no Estudo

Liberdade e Autonomia no Estudo Liberdade e Autonomia no Estudo Externato Infante D. Henrique Serviço de Psicologia gab.psicologia@alfacoop.pt 2011/2012 Quando eu era aluno (a) DANTES. Mudam-se os tempos mudam-se as vontades. Luís Vaz

Leia mais

Consumidor brasileiro E. uma relação de. respeito!

Consumidor brasileiro E. uma relação de. respeito! Consumidor brasileiro E SMS marketing: uma relação de respeito! DE BRASILEIROS IMPACTADOS POR NOSSOS SERVIÇOS DAS 100 MAIORES EMPRESAS DO BRASIL SÃO NOSSOS CLIENTES DAS INTEGRAÇÕES DE INTERATIVIDADE MÓVEL

Leia mais

PROJETO APE E PROGRAMA ESCOLA DA FAMILIA

PROJETO APE E PROGRAMA ESCOLA DA FAMILIA PROJETO APE E PROGRAMA ESCOLA DA FAMILIA O enfrentamento do BULLYING, além de ser uma medida disciplinar, também é um gesto cidadão tremendamente educativo, pois prepara os alunos para a aceitação, o respeito

Leia mais

EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL E DEFICIÊNCIA MENTAL: UMA RELAÇÃO A SER CONSIDERADA RESUMO

EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL E DEFICIÊNCIA MENTAL: UMA RELAÇÃO A SER CONSIDERADA RESUMO EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL E DEFICIÊNCIA MENTAL: UMA RELAÇÃO A SER CONSIDERADA Ana Cristina Polycarpo Gameiro Camila Carmo de Menezes Cristiane Ribeiro de Souza Solange Leme Ferreira Universidade Estadual

Leia mais

ALGUMAS DIRETRIZES PARA MELHOR AÇÃO TERAPÊUTICA. Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento Campinas - SP

ALGUMAS DIRETRIZES PARA MELHOR AÇÃO TERAPÊUTICA. Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento Campinas - SP 1 ALGUMAS DIRETRIZES PARA MELHOR AÇÃO TERAPÊUTICA HÉLIO JOSÉ GUILHARDI Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento Campinas - SP 1. Identificamos e alteramos contingências de reforçamento. Nosso

Leia mais

Índios Legião Urbana Composição: Renato Russo

Índios Legião Urbana Composição: Renato Russo Nome: Nº: Turma: Português 2º ano Índios João J. Mai/09 Índios Legião Urbana Composição: Renato Russo Ter de volta todo o ouro Que entreguei a quem Conseguiu me convencer Que era prova de amizade Se alguém

Leia mais

APURAÇÃO DO RESULTADO (1)

APURAÇÃO DO RESULTADO (1) APURAÇÃO DO RESULTADO (1) Isnard Martins - UNESA Rodrigo de Souza Freitas http://www.juliobattisti.com.br/tutoriais/rodrigosfreitas/conhecendocontabilidade012.asp 1 Apuração do Resultado A maioria das

Leia mais

Alô, alô. www.bibliotecapedrobandeira.com.br

Alô, alô. www.bibliotecapedrobandeira.com.br Alô, alô Quero falar com o Marcelo. Momento. Alô. Quem é? Marcelo. Escuta aqui. Eu só vou falar uma vez. A Adriana é minha. Vê se tira o bico de cima dela. Adriana? Que Adriana? Não se faça de cretino.

Leia mais

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação.

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Introdução Criar um filho é uma tarefa extremamente complexa. Além de amor,

Leia mais

Figura 18. Distâncias das estações em relação ao Inmet e Mapa hipsmétrico

Figura 18. Distâncias das estações em relação ao Inmet e Mapa hipsmétrico 44 Figura 18. Distâncias das estações em relação ao Inmet e Mapa hipsmétrico A Figura 18 servirá de subsídios às análises que se seguem, pois revela importantes informações quanto ao comportamento das

Leia mais

ACTIVIDADES DE RELAXAÇÃO

ACTIVIDADES DE RELAXAÇÃO ACTIVIDADES DE RELAXAÇÃO Momentos de bem-estar, a pensar em si. ACAPO Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal Delegação do Algarve Ano 2011 A relaxação actua como um mecanismo regulador das emoções

Leia mais

PARTE V ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS

PARTE V ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS PARTE V ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS Ganhar, nem sempre. Amadurecer, sempre. Prof. Glauber Santos glauber@justocantins.com.br www.justocantins.com.br Introdução É impossível imaginar uma empresa onde não

Leia mais

INE 7001 - Procedimentos de Análise Bidimensional de variáveis QUANTITATIVAS utilizando o Microsoft Excel. Professor Marcelo Menezes Reis

INE 7001 - Procedimentos de Análise Bidimensional de variáveis QUANTITATIVAS utilizando o Microsoft Excel. Professor Marcelo Menezes Reis INE 7001 - Procedimentos de Análise Bidimensional de variáveis QUANTITATIVAS utilizando o Microsoft Excel. Professor Marcelo Menezes Reis O objetivo deste texto é apresentar os principais procedimentos

Leia mais

R E L A T Ó R I O D E E N G E N H A R I A D E S O F T W A R E ( 2 0 0 5 / 2 0 0 6 )

R E L A T Ó R I O D E E N G E N H A R I A D E S O F T W A R E ( 2 0 0 5 / 2 0 0 6 ) R E L A T Ó R I O D E E N G E N H A R I A D E S O F T W A R E ( 2 0 0 5 / 2 0 0 6 ) Tendo iniciado no presente ano lectivo 2005/2006 o funcionamento da plataforma Moodle na Universidade Aberta, considerou-se

Leia mais

Controle Coercitivo e Ansiedade - Um caso de "transtorno de pânico" tratado pela Terapia por Contingências de Reforçamento (TCR)

Controle Coercitivo e Ansiedade - Um caso de transtorno de pânico tratado pela Terapia por Contingências de Reforçamento (TCR) 1 Controle Coercitivo e Ansiedade - Um caso de "transtorno de pânico" tratado pela Terapia por Contingências de Reforçamento (TCR) Hélio José Guilhardi 1 Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento

Leia mais

Manual de Aplicação do Jogo da Escolha. Um jogo terapêutico para jovens usuários de drogas

Manual de Aplicação do Jogo da Escolha. Um jogo terapêutico para jovens usuários de drogas Manual de Aplicação do Jogo da Escolha Um jogo terapêutico para jovens usuários de drogas 1 1. Como o jogo foi elaborado O Jogo da Escolha foi elaborado em 1999 pelo Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA A IMPORTÂNCIA DO BEM-ESTAR NA PISCICULTURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA A IMPORTÂNCIA DO BEM-ESTAR NA PISCICULTURA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA A IMPORTÂNCIA DO BEM-ESTAR NA PISCICULTURA Graduanda em Zootecnia: Adriane A. Iwamoto Botucatu, Setembro

Leia mais

Meditações para os 30 dias de Elul

Meditações para os 30 dias de Elul 1 Meditações para os 30 dias de Elul O Zohar explica que quanto mais preparamos a alma durante o mês que precede Rosh Hashaná, melhor será o nosso ano. De acordo com a Kabbalah, o Recipiente para receber

Leia mais

Feedback. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

Feedback. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Feedback Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Feedback nos dicionários... Modificações feitas em um sistema, comportamento ou programa, causadas pelas respostas à ação deste sistema, comportamento

Leia mais

Controle Coercitivo e Ansiedade - Um caso de "transtorno de pânico" tratado pela Terapia por Contingências de Reforçamento (TCR) Hélio José Guilhardi

Controle Coercitivo e Ansiedade - Um caso de transtorno de pânico tratado pela Terapia por Contingências de Reforçamento (TCR) Hélio José Guilhardi 1 Controle Coercitivo e Ansiedade - Um caso de "transtorno de pânico" tratado pela Terapia por Contingências de Reforçamento (TCR) Hélio José Guilhardi Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento

Leia mais

Benefícios da leitura em voz alta

Benefícios da leitura em voz alta Ler em voz alta Ler em voz alta Benefícios da leitura em voz alta Ajuda a criança a adquirir informação e a desenvolver vários tipos de competências: Memorizar relações entre som e grafia, nas palavras

Leia mais

NIVEL PRATICANTE. Consultas de Registros Akáshicos PARTE 3. Tranformações e Prosperidade

NIVEL PRATICANTE. Consultas de Registros Akáshicos PARTE 3. Tranformações e Prosperidade NIVEL PRATICANTE Consultas de Registros Akáshicos PARTE 3 Tranformações e Prosperidade 1 MÓDULO 1 Sua Consulta : Legacia Financeira Esta parte do nível dos profissional é uma sessão de 3 partes que vai

Leia mais

Kimberly Willis. The Little Book Of Diet Help. Inês Rodrigues. Liliana Lourenço. Tradução de. Ilustrações de

Kimberly Willis. The Little Book Of Diet Help. Inês Rodrigues. Liliana Lourenço. Tradução de. Ilustrações de Kimberly Willis The Little Book Of Diet Help Tradução de Inês Rodrigues Ilustrações de Liliana Lourenço PARTE 1 > SOBRE ESTE LIVRO 9 PARTE 2 > VAMOS COMEÇAR 19 PARTE 3 > MUDE A FORMA COMO SE SENTE 49

Leia mais

GRUPOS. são como indivíduos, cada um deles, tem sua maneira específica de funcionar.

GRUPOS. são como indivíduos, cada um deles, tem sua maneira específica de funcionar. GRUPOS são como indivíduos, cada um deles, tem sua maneira específica de funcionar. QUANTOS ADOLESCENTES A SUA CLASSE TEM? Pequenos (de 6 a 10 pessoas) Médios ( de 11 pessoa a 25 pessoas) Grandes ( acima

Leia mais

PRIMEIRA LINGUAGEM DE AMOR: PALAVRAS DE ENCORAJAMENTO

PRIMEIRA LINGUAGEM DE AMOR: PALAVRAS DE ENCORAJAMENTO 50 Nona Lição AS CINCO LINGUAGENS DE AMOR Alguma coisa em nossa natureza clama por sermos amados. No âmago da nossa existência há o íntimo desejo se sermos amados. O casamento foi idealizado para suprir

Leia mais

Ter um/a namorado/a pode ser um acontecimento verdadeiramente excitante, mas também um pouco assustador.

Ter um/a namorado/a pode ser um acontecimento verdadeiramente excitante, mas também um pouco assustador. Violência no namoro Ter um/a namorado/a pode ser um acontecimento verdadeiramente excitante, mas também um pouco assustador. Poderão surgir algumas DÚVIDAS e PREOCUPAÇÕES: Será que ele/ela gosta mesmo

Leia mais