Palavras-chave: sonho, análise funcional, terapia comportamental. A análise dos sonhos é uma questão antiga na história da humanidade, sendo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Palavras-chave: sonho, análise funcional, terapia comportamental. A análise dos sonhos é uma questão antiga na história da humanidade, sendo"

Transcrição

1 SONHOS: uma questão de contingências Renata Cristina Rodrigues Alves 1 Resumo: O comportamento de sonhar, para a Análise do Comportamento, está associado a eventos privados cujo acesso se dá através do relato verbal. O terapeuta pode utilizar o relato do cliente como forma de intervenção ou como instrumento para auto-observação por parte do cliente. O presente artigo apresenta uma revisão dessa temática na análise do comportamento utilizando-se de um caso clínico como exemplo. Palavras-chave: sonho, análise funcional, terapia comportamental. A análise dos sonhos é uma questão antiga na história da humanidade, sendo objeto de estudos místicos e até esotéricos. O filósofo Aristóteles ( a.c.) afirmava que sonhar é uma atividade mental normal durante o sono e que os sonhos são produzidos dos mesmos processos biológicos como a imaginação, o pensamento e a lembrança (VANDENBERGHE; PITANGA, 2007, p. 240). Para o povo egípcio os sonhos faziam parte de um mundo sobrenatural e por isso vistos como mensagens divinas (SCHULZE, 1997 apud SILVA, 2000, p. 435). Na Psicologia, Sigmund Freud ( ) pode ser considerado o autor mais famoso no contexto dessa temática. Dentro da abordagem psicanalítica, em sua obra A interpretação dos sonhos, de 1900, ele apresenta a primeira concepção sobre a estrutura e funcionamento da personalidade. A Psicanálise nesse contexto teria como função principal buscar a origem do sintoma do indivíduo, de origem inconsciente, o que poderia ser atingido através de vários métodos. Entre eles estariam interpretação de sonhos, atos falhos e associações livres. 1 Renata Alves é graduada em jornalismo (2003), pós-graduada em Gestão de Negócios (2006) e atualmente concluiu o 9º período de Psicologia no Centro Universitário Newton Paiva. 1

2 O relato de sonhos acontece usualmente pela concepção comum de que são causados por sentimentos e pensamentos. A interpretação dos sonhos não é exclusividade da Psicanálise. Terapeutas clínicos de diversas abordagens lidam constantemente com relatos de sonhos de seus clientes e podem utilizar-se deles ou não no contexto clínico de acordo com os objetivos terapêuticos. Para a Análise do Comportamento (AC) sonhar é um tipo de comportamento encoberto, como sentir, pensar e desejar. Isso significa dizer que eles não são acessíveis a uma observação direta, mas através de uma forma pública por comportamento verbal. Nesse contexto, eventos encobertos não podem ser entendidos como indícios de uma entidade mentalista, interna ao sujeito. Delitti (1993, p. 44) defende que o sonho é um comportamento manifesto que descreve outro comportamento, encoberto, e as relações entre esses dois tipos de comportamento precisam ser compreendidas funcionalmente. O interesse do terapeuta comportamental não está no que o cliente sonha, mas em como o que ele sonha se relaciona com o seu repertório e seu contexto (op. cit., 2000, p. 207). Isso significa considerar o sonho como um comportamento modelado por contingências, assim como os demais comportamentos que esse mesmo sujeito emite. A maneira como a pessoa reage ao contexto do sonho é resultado da sua história de aprendizagem nas suas vivências acordadas. Isso é importante para o clínico, porque comportamento modelado pelas contingências inevitavelmente traz informações sobre as contingências que o modelaram. (VANDENBERGHE; PITANGA, 2007, p. 243). Silva (2000, p. 442) afirma que Skinner (1974) relaciona o comportamento de sonhar com a privação. Por estar privado, o sonhador pode se empenhar em ver o objeto e esse comportamento tem como consequência uma frequência de respostas diretamente relacionadas ao grau de privação. Ou seja, quanto mais privado mais reforçador esse comportamento e maior a probabilidade de emissão do mesmo. Tais comportamentos serviriam de estímulos para o comportamento de sonhar. Para ter 2

3 acesso ao comportamento privado de sonhar é necessária a auto-observação e, na sua expressão pública, o sonho torna-se um exemplo de comportamento verbal. (GUILHARDI, 1994). CASO CLÍNICO Fátima 2, 29 anos, solteira, um filho de seis anos. Mora em um barracão nos fundos da casa dos pais e passa muitas dificuldades financeiras, uma vez que afirma não ter ajuda de ninguém para cuidar do filho ou com as despesas da casa. Trabalha em um emprego que não gosta e está cursando universidade com o objetivo de crescer profissionalmente e poder dar uma vida melhor para o filho. Buscou terapia por motivo do término do namoro por parte do companheiro há quase dois meses. Após algumas sessões de terapia, Júlio 1, seu ex-namorado, volta a procurar Fátima mantendo várias conversas pelo telefone. Em uma das sessões, a cliente afirma gostar do ex-namorado e querer reatar a relação, mas ao mesmo tempo deseja não gostar tanto dele. Fátima considera que ela e Júlio brigam demais e que ele talvez não seja o homem da sua vida por não possuir as características básicas que aprecia em um homem. Quanto maior o número de ligações por parte de Júlio, mais nervosismo Fátima passa a demonstrar nas sessões. A cliente afirma que quando estão juntos eles brigam muito e o ex-namorado deixa sua casa muito desorganizada. Apesar do desejo de retomar o namoro, Fátima afirma ter muito medo do retorno de Júlio para sua casa, porque acha que a relação não vai dar certo. A cliente disse que aceitaria voltar a namorá-lo, desde que fosse fora da sua casa. Duas sessões após Júlio ter voltado a ligar para Fátima, a cliente chega à sessão muito angustiada. Ela se queixa de ter tido um sonho muito ruim e que gostaria 2 Nomes fictícios. 3

4 que a terapeuta lhe dissesse o que significa. Fátima relatou que sonhou que estava em sua casa quando viu a figura de um capeta muito feio na sua cozinha. Ele a perseguia, tentava agarrar-lhe e ela desviava de seus braços rapidamente. Ela pedia insistentemente para que ele fosse embora, mas ele lhe afirmou que voltou pra ficar e a sensação que ela tinha é de que realmente ele já tinha estado na sua casa. Muito nervosa, ela relatava que queria realmente que ele fosse embora, mas não tinha forças para expulsá-lo. Fátima explicou para a terapeuta que ela tinha tido esse sonho há umas duas semanas e não sabe por que se lembrou dele naquele momento. Na perspectiva da Análise do Comportamento, a partir do sonho a terapeuta buscou compreender junto com a cliente porque ela resolveu relatar tal sonho naquela sessão e se havia alguma relação entre o sonho e seu atual momento de vida. A relação que foi estabelecida por Fátima entre o relato e seu contexto foi que mesmo ainda muito apaixonada por Júlio, ela tinha muito medo da relação dar errado e principalmente das brigas em casa voltarem o que era muito aversivo pra ela. Fátima associou a figura do capeta ao seu ex-namorado, não porque ele era ruim com ela. Como o capeta é uma figura que lhe causa medo, naquele momento ela sentia medo semelhante ao imaginar o namorado voltando pra casa dela. As cenas do capeta tentando agarrá-la foram relacionadas com as ligações de Júlio, tentando convencê-la a reatar o namoro e como ela ainda estava muito receosa e dava muitas desculpas para não voltar, pôde associar essas estratégias com o fato de no sonho ter conseguido escapar dos braços do capeta. É possível que os dados obtidos com o relato e a interpretação deste pudessem ser coletados de outra forma durante as sessões com essa cliente o que significa dizer que a análise de sonhos não é um tipo de intervenção essencial para a Análise do Comportamento. Porém, o terapeuta da AC precisa ficar sensível a esse tipo de relato percebendo-o como uma possibilidade de conhecer seu cliente. Através do que 4

5 é dito ele pode, por exemplo, ter acesso a acontecimentos da história passada e atual do cliente, que sem o sonho poderiam demorar muito ou não aparecerem nas sessões. Na prática clínica, o terapeuta pode usar os sonhos relatados de três formas distintas: como instrumento de coleta de dados, para intervenção terapêutica e para se estimar funcionalmente os efeitos de tais relatos na terapia (DELITTI, 1993, p. 42; VANDENBERGHE & PITANGA, 2007, p. 242). De modo geral, a interpretação de sonhos junto ao cliente é uma oportunidade de promover o autoconhecimento por parte deste, principalmente para aqueles que tem um repertório de auto-observação baixo. Por estar privada a certo tempo dos reforçadores do ex-namorado, é possível compreender porque Fátima sonhou com o mesmo. Três fatos podem ter servido de estímulos para o comportamento de sonhar de Fátima: trabalhar somente esse tema nas sessões de terapia durante um mês, pensar no relacionamento durante várias horas por dia e ainda ter acesso aos telefonemas de Júlio. A partir do caso relatado pode-se perceber que dificilmente consegue-se interpretar um sonho sem o conhecimento da história de vida do sujeito. É improvável que os símbolos e significados disponíveis em livros de sonhos, por exemplo, sejam adequados a todas as pessoas. É preciso fazer o caminho inverso: os significados vão de encontro com a história de cada sujeito, sendo particulares, individuais. Isso pode ser observado na análise feita pela cliente, em que a interpretação dada é muito próxima ao contexto vivido por ela. A significação que é atribuída ao sonho vai depender também do repertório verbal do sujeito que o descreve uma vez que o comportamento de sonhar é muito distinto do comportamento de relatar um sonho. Quanto mais rico esse repertório, maior a probabilidade do terapeuta analisar funcionalmente junto ao sujeito aquilo que foi sonhado com as contingências da sua vida quando desperto. Interpretar um sonho sem conhecer a história do cliente não é fazer uma análise funcional. Do 5

6 ponto de vista do behaviorismo radical, isso seria sem sentido (GUILHARDI, 1994, p. 14). REFERÊNCIAS DELITTI, M. O uso de encobertos na terapia comportamental. In: Temas em Psicologia. São Paulo: Editora Gráfica FCA, 1993, n. 2, p Relato dos sonhos: como utilizá-los na prática da terapia comportamental. In: WIELENSKA, R. C. (org.). Sobre Comportamento e Cognição. Santo André: SET, 2000, v. 6, cap. 24, p FREUD, Sigmund. A Interpretação dos Sonhos (segunda parte) e sobre os sonhos. Rio de Janeiro, Imago, 1972, v. 5, 773 p. GUILHARDI, H. J. Um modelo comportamental de análise dos sonhos. In: RANGÉ, B. (org.). Psicoterapia comportamental e cognitiva. Campinhas: Editora Psy, 1994, p Disponível em: <http://www.alppsicologa.hpg.ig.com.br/modelo_comportamental_de_an ALISE_DOS_SONHOS.pdf>. Acesso em: 12 out SILVA, Francynete Melo e. Uma análise behaviorista radical dos sonhos. Psicologia: Reflexão e Crítica, 2000, v. 13, n. 3, p Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/prc/v13n3/v13n3a12.pdf>. Acesso em: 11 out SKINNER, B. F. Contingencies of Reinforcement: a theoretical analysis. New York: Appleton Century Crofts, 1969, p VANDENBERGHE, L.; PITANGA, A. V. A análise dos sonhos nas terapias cognitivas e comportamentais. Estudos de Psicologia. Campinas, 2007, v. 24, n. 2, p Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/estpsi/v24n2/v24n2a10.pdf>. Acesso em: 11 out

Teorias e Técnicas Psicoterápicas I e II

Teorias e Técnicas Psicoterápicas I e II Teorias e Técnicas Psicoterápicas Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Faculdade de Psicologia Teorias e Técnicas Psicoterápicas I e II Ano letivo: 2014 Créditos: três Períodos: 7º e 8º Objetivos

Leia mais

MESA REDONDA: EVENTOS PRIVADOS E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO: ACERTOS E EQUÍVOCOS 1

MESA REDONDA: EVENTOS PRIVADOS E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO: ACERTOS E EQUÍVOCOS 1 MESA REDONDA: EVENTOS PRIVADOS E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO: ACERTOS E EQUÍVOCOS 1 O COMPORTAMENTO ENCOBERTO NA PRÁTICA CLÍNICA: UM FIM OU UM MEIO? Roberto Alves Banaco 2 Antes de iniciar a discussão proposta

Leia mais

O controle por regras na terapia comportamental

O controle por regras na terapia comportamental OUT. NOV. DEZ. 2005 ANO XI, Nº 43 369-373 INTEGRAÇÃO 369 O controle por regras na terapia comportamental ANDRÉ LUIS JONAS* Resumo O presente trabalho procurou contextualizar o controle por regras e o comportamento

Leia mais

CONVERSA DE PSICÓLOGO CONVERSA DE PSICÓLOGO

CONVERSA DE PSICÓLOGO CONVERSA DE PSICÓLOGO Página 1 CONVERSA DE PSICÓLOGO Volume 03 - Edição 01 Agosto - 2013 Entrevistada: Renata Trovarelli Entrevistadora: Cintia C. B. M. da Rocha TEMA: RELACIOMENTO AMOROSO Psicóloga Comportamental, atualmente

Leia mais

TERAPIA POR CONTINGÊNCIAS DE REFORÇAMENTO (TCR) 1. HÉLIO JOSÉ GUILHARDI 2 Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento Campinas - SP

TERAPIA POR CONTINGÊNCIAS DE REFORÇAMENTO (TCR) 1. HÉLIO JOSÉ GUILHARDI 2 Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento Campinas - SP 1 TERAPIA POR CONTINGÊNCIAS DE REFORÇAMENTO (TCR) 1 HÉLIO JOSÉ GUILHARDI 2 Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento Campinas - SP A Terapia por Contingências de Reforçamento (TCR), sistematizada

Leia mais

Terapia Comportamental de Casais

Terapia Comportamental de Casais CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO Terapia Comportamental de Casais Ana Paula M. Carvalho Cinthia Cavalcante

Leia mais

O MANEJO TERAPÊUTICO NA CLÍNICA CONTEMPORÂNEA

O MANEJO TERAPÊUTICO NA CLÍNICA CONTEMPORÂNEA O MANEJO TERAPÊUTICO NA CLÍNICA CONTEMPORÂNEA Donald Woods Winnicott, pediatra e psicanalista, foi uma das figuras de grande expressão no cenário psicanalítico. Ele nos trouxe contribuições valiosas e

Leia mais

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com 803 AS CONTRIBUIÇÕES DO LÚDICO PARA O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL INFANTIL NO CONTEXTO ESCOLAR Rafaela Reginato Hosokawa, Andréia Cristiane Silva Wiezzel Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA ACERCA DA AVALIAÇÃO E TRATAMENTO COGNITIVO-COMPORTAMENTAL DE UM CASO DE TRANSTORNO ALIMENTAR

RELATO DE EXPERIÊNCIA ACERCA DA AVALIAÇÃO E TRATAMENTO COGNITIVO-COMPORTAMENTAL DE UM CASO DE TRANSTORNO ALIMENTAR 178 RELATO DE EXPERIÊNCIA ACERCA DA AVALIAÇÃO E TRATAMENTO COGNITIVO-COMPORTAMENTAL DE UM CASO DE TRANSTORNO ALIMENTAR Renan Meirelles da Silva Luciano Haussen Pinto Centro Universitário Franciscano Resumo

Leia mais

Núcleo 2.8 - Terapia Comportamental

Núcleo 2.8 - Terapia Comportamental Núcleo 2.8 - Terapia Comportamental DEPARTAMENTOS ENVOLVIDOS: Métodos e Técnicas COORDENADOR: Paola Espósito de Moraes Almeida PROFESSORES: Alice Maria de Carvalho Dellitti, Denigés Maurel Regis Neto,

Leia mais

Psicologia Aplicada em Portugal

Psicologia Aplicada em Portugal Psicologia Aplicada em Portugal Áreas Técnicos de Saúde Mental Psicologia Educacional Psicologia do Trabalho Psicologia Profissional Psicologia Clínica Psicologia Criminal Psicologia Desportiva Psicólogo

Leia mais

REVISÃO PARA A PROVA CONCEITOS

REVISÃO PARA A PROVA CONCEITOS REVISÃO PARA A PROVA CONCEITOS COMPORTAMENTO OPERANTE Comportamento operante é uma ação (ou reação) voluntária do sujeito que opera sobre o ambiente, o alterando e sofrendo as atuações do mesmo, estando

Leia mais

Teóricos da abordagem fenomenológica. Prof. Roberto Peres Veras

Teóricos da abordagem fenomenológica. Prof. Roberto Peres Veras Teóricos da abordagem fenomenológica Prof. Roberto Peres Veras Psicologia Fenomenológica Técnica Método Teoria Concepção de homem Concepção de mundo Filosofia Fenomenologia - Escola Filosófica Edmund Husserl

Leia mais

Grade Curricular - Psicologia (Psicologia - integral)

Grade Curricular - Psicologia (Psicologia - integral) Grade Curricular - Psicologia (Psicologia - integral) SEMESTRE 1 - Obrigatórias BIO0105 Biologia 6 0 6 MAE0112 Introducao a Probabilidade e a Estatistica I 4 0 4 PSA0113 Psicologia da Aprendizagem PSE0101

Leia mais

* O presente artigo foi apresentado a ABPMC em 2010 em forma de comunicação oral e originou este artigo em caráter autônomo por iniciativa dos

* O presente artigo foi apresentado a ABPMC em 2010 em forma de comunicação oral e originou este artigo em caráter autônomo por iniciativa dos Sobre Comportamento e Cognição: Um levantamento bibliográfico sobre a prática da terapia analítico comportamental de casais nos últimos anos* Eduardo Tadeu da Silva Alencar GRUPO KSI BRASIL / Redepsi /

Leia mais

A ética na pesquisa com seres humanos sob um ponto de vista psicanalítico

A ética na pesquisa com seres humanos sob um ponto de vista psicanalítico 1 A ética na pesquisa com seres humanos sob um ponto de vista psicanalítico Samyra Assad Foi a oportunidade de falar sobre o tema da ética na pesquisa em seres humanos, que me fez extrair algumas reflexões

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO Terapia de Casal Débora Kalwana Flávia Verceze Júlia Montazzolli

Leia mais

determinam o comportamento e as consequências do comportamento no contexto de interação, ou seja, na relação funcional dos comportamentos.

determinam o comportamento e as consequências do comportamento no contexto de interação, ou seja, na relação funcional dos comportamentos. Psicoterapia comportamental infantil Eliane Belloni 1 A psicoterapia comportamental infantil é uma modalidade de atendimento clínico que visa propiciar mudanças no comportamento da criança a partir de

Leia mais

Para que serve a terapia?

Para que serve a terapia? Para que serve a terapia? Por Matias José Ribeiro Para um número cada vez maior de pessoas, fazer terapia tem sido uma maneira de superar suas angústias existenciais e conquistar um pouco mais de felicidade.

Leia mais

A PSICOTERAPIA ANALÍTICO FUNCIONAL (FAP)

A PSICOTERAPIA ANALÍTICO FUNCIONAL (FAP) A PSICOTERAPIA ANALÍTICO FUNCIONAL (FAP) Casos Maringá 2011 Instituto de Psicoterapia e Análise do Comportamento tel/fax: (43) 3324-4740 fconte@sercomtel.com.br Erros podem ajudar. Ex. T atendia sempre

Leia mais

HORÁRIO DE AULA 1º. SEMESTRE DE 2015 FAEF FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR E FORMAÇÃO INTEGRAL. CURSO DE PSICOLOGIA SÉRIE: 1o. TERMO NOTURNO QUARTA FEIRA

HORÁRIO DE AULA 1º. SEMESTRE DE 2015 FAEF FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR E FORMAÇÃO INTEGRAL. CURSO DE PSICOLOGIA SÉRIE: 1o. TERMO NOTURNO QUARTA FEIRA SÉRIE: 1o. TERMO NOTURNO 19:00 às 20:00 hrs Língua Portuguesa- Técnicas de Redação Língua Portuguesa- Técnicas de Redação Metodologia Científica I Psicologia Geral Psicologia do Desenvolvimento I Língua

Leia mais

EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL E DEFICIÊNCIA MENTAL: UMA RELAÇÃO A SER CONSIDERADA RESUMO

EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL E DEFICIÊNCIA MENTAL: UMA RELAÇÃO A SER CONSIDERADA RESUMO EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL E DEFICIÊNCIA MENTAL: UMA RELAÇÃO A SER CONSIDERADA Ana Cristina Polycarpo Gameiro Camila Carmo de Menezes Cristiane Ribeiro de Souza Solange Leme Ferreira Universidade Estadual

Leia mais

O QUE É TERAPIA POR CONTINGÊNCIAS DE REFORÇAMENTO (TCR) 1 HÉLIO JOSÉ GUILHARDI Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento Campinas - SP

O QUE É TERAPIA POR CONTINGÊNCIAS DE REFORÇAMENTO (TCR) 1 HÉLIO JOSÉ GUILHARDI Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento Campinas - SP O QUE É TERAPIA POR CONTINGÊNCIAS DE REFORÇAMENTO (TCR) 1 HÉLIO JOSÉ GUILHARDI Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento Campinas - SP A Terapia por Contingências de Reforçamento (TCR), sistematizada

Leia mais

Carolina Fernanda Nunes Paiva Monique Alves Felix Tayná Pinheiro Alves

Carolina Fernanda Nunes Paiva Monique Alves Felix Tayná Pinheiro Alves Carolina Fernanda Nunes Paiva Monique Alves Felix Tayná Pinheiro Alves O desenvolvimento do desenho na criança de acordo com Jean Piaget Trabalho apresentado na disciplina Psicologia da Educação III, ministrada

Leia mais

O meu filho e o psicólogo

O meu filho e o psicólogo O meu filho e o psicólogo Oficina de Psicologia www.oficinadepsicologia.com As 10 questões de muitos pais antes de marcarem consulta do seu filho 1)O meu filho não é maluco! Algumas crianças bem como alguns

Leia mais

TÉCNICAS COMPORTAMENTAIS NO ÂMBITO DA SAÚDE

TÉCNICAS COMPORTAMENTAIS NO ÂMBITO DA SAÚDE ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 TÉCNICAS COMPORTAMENTAIS NO ÂMBITO DA SAÚDE Amanda Gargantini Ferreira 1 ; Roberta Yuri Komatsu 1

Leia mais

Por que há sonhos dos quais não nos esquecemos?

Por que há sonhos dos quais não nos esquecemos? Opção Lacaniana online nova série Ano 3 Número 8 julho 2012 ISSN 2177-2673 Por que há sonhos dos quais não nos esquecemos? Luciana Silviano Brandão Lopes Quem já não teve a sensação de ter tido muitos

Leia mais

9. Papel, funções, atuação, limites e possibilidades do pesquisador na concepção burocrática e na concepção complexa de metodologia da pesquisa;

9. Papel, funções, atuação, limites e possibilidades do pesquisador na concepção burocrática e na concepção complexa de metodologia da pesquisa; Setor de Estudos: Fundamentos Teóricos Metodológicos da Psicologia 1. Conhecimentos popular, filosófico, religioso, artístico e científico: relações, construções, dificuldades e desafios do pesquisador;

Leia mais

Disciplina de Psicologia B 12 o Ano Turma A

Disciplina de Psicologia B 12 o Ano Turma A Disciplina de Psicologia B 12 o Ano Turma A Resolução da Ficha Formativa de Trabalho de Grupo nº1 1 Desde a antiguidade que a psicologia era entendida, morfologicamente, como no estudo da alma e da mente,

Leia mais

Faculdade de Ciências Humanas FUMEC Curso de Psicologia Abordagem Centrada na Pessoa

Faculdade de Ciências Humanas FUMEC Curso de Psicologia Abordagem Centrada na Pessoa Faculdade de Ciências Humanas FUMEC Curso de Psicologia Abordagem Centrada na Pessoa ACEITAÇÃO Ruy Miranda 1. O que é aceitação? Aceitar significa receber. Uma pessoa recebe a outra, abre as portas para

Leia mais

1º PERÍODO HORA 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA. Dinâmica de Grupo e Relações Humanas (Cristina Silva Gontijo)

1º PERÍODO HORA 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA. Dinâmica de Grupo e Relações Humanas (Cristina Silva Gontijo) 1º PERÍODO (André Amorim Martins) (André Amorim Martins) Anátomo-fisiologia (Ronaldo Mourão Anátomo-fisiologia (Ronaldo Mourão Dinâmica de Grupo e Relações Humanas (Cristina Silva Dinâmica de Grupo e Relações

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO ANSIEDADE

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO ANSIEDADE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO ANSIEDADE Gabriele Gris Kelly Cristina da Silva Cardoso Luciana

Leia mais

Psicologia da Educação

Psicologia da Educação Psicologia da Educação Faculdade de Humanidades e Direito Curso de Filosofia EAD VI semestre Módulo Formação Docente Prof. Dr. Paulo Bessa da Silva Objetivo O objetivo desta teleaula é apresentar os fundamentos

Leia mais

Habilidades sociais: Conceitos e campo teórico-prático.

Habilidades sociais: Conceitos e campo teórico-prático. Del Prette, A. & Del Prette, Z. A. P. Habilidades sociais: Conceitos e campo teórico-prático. Texto online, disponibilizado em http://www.rihs.ufscar.br, em dezembro de 2006. O campo teórico-prático das

Leia mais

Introdução à Psicologia

Introdução à Psicologia Introdução à Psicologia O QUE É PSICOLOGIA? É o estudo científico do comportamento e dos processos mentais. Está interessada nos comportamentos funcionais e disfuncionais (normais e patológicos) Engloba

Leia mais

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a João do Medo Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a mamãe dele. Um dia, esse menino teve um sonho ruim com um monstro bem feio e, quando ele acordou, não encontrou mais

Leia mais

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram Esquema de Palestra I. Por Que As Pessoas Compram A Abordagem da Caixa Preta A. Caixa preta os processos mentais internos que atravessamos ao tomar uma

Leia mais

Acting out: como tirar proveito dele? Lacan nos diz no seminário As formações do inconsciente, coisas muito

Acting out: como tirar proveito dele? Lacan nos diz no seminário As formações do inconsciente, coisas muito Acting out: como tirar proveito dele? Lacan nos diz no seminário As formações do inconsciente, coisas muito interessantes a respeito do acting out, entre elas, que ele é uma mensagem... sempre dirigido

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Rafael Marques Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Minha idéia inicial de coaching era a de uma pessoa que me ajudaria a me organizar e me trazer idéias novas,

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACS CURSO: PSICOLOGIA A IMPORTÂNCIA DOS SENTIMENTOS NO ATENDIMENTO A CRIANÇAS. LILIAN ALVES ARAUJO

FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACS CURSO: PSICOLOGIA A IMPORTÂNCIA DOS SENTIMENTOS NO ATENDIMENTO A CRIANÇAS. LILIAN ALVES ARAUJO FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACS CURSO: PSICOLOGIA A IMPORTÂNCIA DOS SENTIMENTOS NO ATENDIMENTO A CRIANÇAS. LILIAN ALVES ARAUJO BRASÍLIA - DF NOVEMBRO/ 2006 LILIAN ALVES ARAUJO A IMPORTÂNCIA DOS SENTIMENTOS

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PSICOLOGIA Ementário/abordagem temática/bibliografia básica (3) e complementar (5) Morfofisiologia e Comportamento Humano Ementa: Estudo anátomo funcional

Leia mais

Aprendizagem. Liliam Maria da Silva

Aprendizagem. Liliam Maria da Silva Liliam Maria da Silva O Consumidor como um ser aprendiz A aprendizagem é um processo de adaptação permanente do indivíduo ao seu meio ambiente, onde acontece uma modificação relativamente durável do comportamento

Leia mais

A psicologia tem uma dimensão prática que se integra em vários contextos e instituições sociais: escolas, hospitais, empresas, tribunais, associações

A psicologia tem uma dimensão prática que se integra em vários contextos e instituições sociais: escolas, hospitais, empresas, tribunais, associações PSICOLOGIA APLICADA A psicologia tem uma dimensão prática que se integra em vários contextos e instituições sociais: escolas, hospitais, empresas, tribunais, associações Os níveis de intervenção vão desde

Leia mais

UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS

UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS Jorge Ferreira da Silva Filho Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Viegas Ribas Pesquisador e Consultor Psicopedagógico

Leia mais

O contexto da supervisão grupal: ambiente para formação de terapeutas e de supervisores

O contexto da supervisão grupal: ambiente para formação de terapeutas e de supervisores ISSN 1982-3541 2012, Vol. XIV, nº 1, 31-37 Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva O contexto da supervisão grupal: ambiente para formação de terapeutas e de supervisores The context of

Leia mais

Feminilidade e Violência

Feminilidade e Violência Feminilidade e Violência Emilse Terezinha Naves O tema sobre a violência e a feminilidade apresenta-se, nas mais diversas áreas do conhecimento, como um tema de grande interesse, quando encontramos uma

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO 1 CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO VIOLÊNCIA DOMÉSTICA Gracielly Oliveira, Hans Alves e Lucia Politi

Leia mais

Compreendendo o controle aversivo

Compreendendo o controle aversivo Compreendendo o controle aversivo setembro 2012 Maura Alves Nunes Gongora [Universidade Estadual de Londrina] Justificativa: Controle aversivo constitui um amplo domínio do corpo teórico-conceitual da

Leia mais

PSICOTERAPIA INFANTIL

PSICOTERAPIA INFANTIL PSICOTERAPIA INFANTIL Claudia Ribeiro Boneberg 1 Demarcina K. Weinheimer 2 Ricardo Luis V. de Souza 3 Ramão Costa 4 Me. Luiz Felipe Bastos Duarte 5 1 TEMA Psicoterapia psicanalítica infantil 1.1 DELIMITAÇÃO

Leia mais

Terapia por Contingências de Reforçamento (TCR): discussão de uma queixa de depressão

Terapia por Contingências de Reforçamento (TCR): discussão de uma queixa de depressão 1 Terapia por Contingências de Reforçamento (TCR): discussão de uma queixa de depressão Helio José Guilhardi Instituto de Análise de Comportamento Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE JATAÍ - CESUT A s s o c i a ç ã o J a t a i e n s e d e E d u c a ç ã o

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE JATAÍ - CESUT A s s o c i a ç ã o J a t a i e n s e d e E d u c a ç ã o EMENTA Munir os alunos de conhecimentos sobre: estudo dos fenômenos psicológicos da relação homemtrabalho; Abordar temas como as influências da estrutura e da cultura organizacional sobre o comportamento,

Leia mais

A EXPERIÊNCIA NO TRATAMENTO PSICOLÓGICO COM PESSOAS SURDAS: UM ESTUDO DE CASO

A EXPERIÊNCIA NO TRATAMENTO PSICOLÓGICO COM PESSOAS SURDAS: UM ESTUDO DE CASO A EXPERIÊNCIA NO TRATAMENTO PSICOLÓGICO COM PESSOAS SURDAS: UM ESTUDO DE CASO Adriana Cattalini, Silvia Aparecida Fornazari. Centro Universitario Católico Salesiano Auxilium UNISALESIANO /Lins,SP. acattalini@bol.com.br,

Leia mais

ISBN 978-85-64468-27-6. 1. Psicologia Crianças. I. Título. CDU 159.9-053.2. Catalogação na publicação: Mônica Ballejo Canto CRB 10/1023

ISBN 978-85-64468-27-6. 1. Psicologia Crianças. I. Título. CDU 159.9-053.2. Catalogação na publicação: Mônica Ballejo Canto CRB 10/1023 Pausa no cotidiano L692 Lhullier, Raquel Barboza Pausa no cotidiano: reflexões para pais, educadores e terapeutas / Raquel Barboza Lhullier. Novo Hamburgo : Sinopsys, 2014. 88p. ISBN 978-85-64468-27-6

Leia mais

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 Claudiane da S. EUSTACHIO Dayana Pires Alves GARCIA Fátima RODRIGUES Jean de J. SANTANA 2 Juliana CESANA 3 Ana Lucia de Carvalho MARQUES

Leia mais

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom Entrevista esclarece dúvidas sobre acúmulo de bolsas e atividadess remuneradas Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes Quinta, 22 de Julho de 2010 19:16 No dia 16 de julho de 2010, foi publicada

Leia mais

CONVERSA DE PSICÓLOGO CONVERSA DE PSICÓLOGO

CONVERSA DE PSICÓLOGO CONVERSA DE PSICÓLOGO Página 1 CONVERSA DE PSICÓLOGO Volume 04 - Edição 01 Agosto - 2013 Entrevistada: Rafaela Conde de Souza Entrevistadora: Luciana Zanella Gusmão TEMA: A IMPORTÂNCIA DA DINÂMICA DE GRUPO PARA O DESENVOLVIMENTO

Leia mais

CollaborativeBook. número 4. Feedback

CollaborativeBook. número 4. Feedback CollaborativeBook número 4 Feedback Feedback 2 www.apoenarh.com.br Nesta nova publicação abordaremos o tema feedback, usando com o objetivo de instrumentalizar o indivíduo para ação e desenvolvimento.

Leia mais

TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR

TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR e Prática Clínica TRATAMENTO ANALÍTICO-COMPORTAMENTAL DO TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR TRATAMENTO ANALÍTICO-COMPORTAMENTAL DO TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR Maria Rita Zoéga Soares Samir Vidal Mussi e cols. Coordenação

Leia mais

18º Congresso de Iniciação Científica EFEITOS DO MONITORAMENTO DOS PAIS SOBRE COMPORTAMENTO DE ESTUDO DE ALUNOS EM INÍCIO DE ESCOLARIZAÇÃO

18º Congresso de Iniciação Científica EFEITOS DO MONITORAMENTO DOS PAIS SOBRE COMPORTAMENTO DE ESTUDO DE ALUNOS EM INÍCIO DE ESCOLARIZAÇÃO 18º Congresso de Iniciação Científica EFEITOS DO MONITORAMENTO DOS PAIS SOBRE COMPORTAMENTO DE ESTUDO DE ALUNOS EM INÍCIO DE ESCOLARIZAÇÃO Autor(es) ELAINE CRISTINA GUTIERREZ Orientador(es) LEILA MARIA

Leia mais

TOXICOMANIAS* COSTA, Priscila Sousa 1 ; VALLADARES, Ana Cláudia Afonso 2

TOXICOMANIAS* COSTA, Priscila Sousa 1 ; VALLADARES, Ana Cláudia Afonso 2 1 EFEITOS TERAPÊUTICOS DA COLAGEM EM ARTETERAPIA NAS TOXICOMANIAS* COSTA, Priscila Sousa 1 ; VALLADARES, Ana Cláudia Afonso 2 Palavras-chave: Arteterapia, Enfermagem psiquiátrica, Toxicomania, Cuidar em

Leia mais

MEDIAÇÃO DE CONFLITOS SOB A ÓTICA PSICANALÍTICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ACADÊMICAS DE PSICOLOGIA

MEDIAÇÃO DE CONFLITOS SOB A ÓTICA PSICANALÍTICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ACADÊMICAS DE PSICOLOGIA 111 MEDIAÇÃO DE CONFLITOS SOB A ÓTICA PSICANALÍTICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ACADÊMICAS DE PSICOLOGIA Francine Rocha de Freitas Graziela Miolo Cezne Jóice Maristela Hübner Kélen Medianeira Pozzobon

Leia mais

TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA DO ORIENTADOR CADASTRADO NA CP- PROPE

TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA DO ORIENTADOR CADASTRADO NA CP- PROPE ALUNO (A) Estefania Cheruli Fernandes ORIENTADOR (A) Lorismario Ernesto Simonassi TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA DO ORIENTADOR CADASTRADO NA CP- PROPE Multi-Análise Operante TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

TÍTULO: ARTE MARCIAIS EM BUSCA DO AUTOCONHECIMENTO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA

TÍTULO: ARTE MARCIAIS EM BUSCA DO AUTOCONHECIMENTO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: ARTE MARCIAIS EM BUSCA DO AUTOCONHECIMENTO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E

Leia mais

TRAÇOS CARACTEROLÓGICOS: MARCAS E REGISTROS DAS ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL

TRAÇOS CARACTEROLÓGICOS: MARCAS E REGISTROS DAS ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL TRAÇOS CARACTEROLÓGICOS: MARCAS E REGISTROS DAS ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL Christiano de Oliveira Pereira 1 RESUMO O caráter específico de cada indivíduo é resultante de todas as experiências

Leia mais

Aplicação da terapia cognitiva na depressão: análise de caso clínico

Aplicação da terapia cognitiva na depressão: análise de caso clínico Aplicação da terapia cognitiva na depressão: análise de caso clínico * Ana Carolina Diethelm Kley Introdução O objetivo do tratamento em terapia cognitiva no caso dos transtornos afetivos, grupo que engloba

Leia mais

MULHERES QUE AMAM DE MAIS

MULHERES QUE AMAM DE MAIS ROBIN NORWOOD MULHERES QUE AMAM DE MAIS Tradução de Isabel Alves k Índice Agradecimentos........................................ 9 Prefácio............................................... 11 Introdução............................................

Leia mais

Estrutura Curricular do Curso de Psicologia

Estrutura Curricular do Curso de Psicologia Estrutura Curricular do Curso de Psicologia 1º Período Bases Culturais da Psicologia - Bases Sociais da Psicologia - Leitura e Produção de Texto - 57 Fundamentos da Anatomia Humana - História da Psicologia

Leia mais

Lu Rochael - Psicóloga e Coach - Todos os direitos reservados

Lu Rochael - Psicóloga e Coach - Todos os direitos reservados Desenvolva e amplie sua autoestima Por que falar de autoestima? Trabalho como terapeuta há 10 anos, período em que pude testemunhar e acompanhar muitos clientes. Qualquer que fosse o motivo pelo qual as

Leia mais

PARA CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL

PARA CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL Panorama Social Viviani Bovo - Brasil 1 RELATÓRIO FINAL PARA CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL PANORAMA SOCIAL Viviani Bovo Campinas - Brasil Panorama Social Viviani Bovo - Brasil 2 Relatório para Certificação

Leia mais

Andréia Moreira Coelho

Andréia Moreira Coelho Instituto Brasiliense de Análise do Comportamento A Funcionalidade de Recursos Terapêuticos na Prática Clínica do Analista do Comportamento Andréia Moreira Coelho Brasília Agosto de 2011 2 Instituto Brasiliense

Leia mais

RENASCER PARA O CORPO. VIVER PLENAMENTE.

RENASCER PARA O CORPO. VIVER PLENAMENTE. RENASCER PARA O CORPO. VIVER PLENAMENTE. Elen Patrícia Piccinini Leandro Dierka Patrícia Asinelli Silveira RESUMO Em meio à correria e compromissos do dia a dia é difícil prestar atenção em nosso corpo.

Leia mais

Educação Espírita da Criança 1. 1. Por que o Espiritismo deve ser ensinado para as crianças?

Educação Espírita da Criança 1. 1. Por que o Espiritismo deve ser ensinado para as crianças? Educação Espírita da Criança 1 1. Por que o Espiritismo deve ser ensinado para as crianças? Jáder Sampaio Na concepção espírita, a infância é um estado passageiro no qual um espírito tem a oportunidade

Leia mais

CONSTRUINDO O SISTEMA NERVOSO HUMANO: UTILIZAÇÃO DE MODELOS E MODELAGENS COMO PRÁTICA ALTERNATIVA NO ENSINO DE CIÊNCIAS.

CONSTRUINDO O SISTEMA NERVOSO HUMANO: UTILIZAÇÃO DE MODELOS E MODELAGENS COMO PRÁTICA ALTERNATIVA NO ENSINO DE CIÊNCIAS. CONSTRUINDO O SISTEMA NERVOSO HUMANO: UTILIZAÇÃO DE MODELOS E MODELAGENS COMO PRÁTICA ALTERNATIVA NO ENSINO DE CIÊNCIAS. Brayan Paiva Cavalcante¹; Clécio Danilo Dias da Silva²; Dalvan Henrique Luiz Romeiro³;

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA ANEXO II DA RESOLUÇÃO CEPEC Nº 952 EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA NÚCLEO COMUM Análise do comportamento O método experimental na análise das relações comportamentais complexas:

Leia mais

FANTASIAS SEXUAIS INFANTIS, AS CRIANÇAS FALAM. A intenção deste trabalho foi escutar crianças pequenas a respeito da

FANTASIAS SEXUAIS INFANTIS, AS CRIANÇAS FALAM. A intenção deste trabalho foi escutar crianças pequenas a respeito da FANTASIAS SEXUAIS INFANTIS, AS CRIANÇAS FALAM Maria Elisa França Rocha A intenção deste trabalho foi escutar crianças pequenas a respeito da sexualidade, bem como conhecer suas fantasias e as teorias que

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico Unidade Universitária: CCBS - 040 Curso: PSICOLOGIA Disciplina: Núcleo Temático: SUPERVISÃO DE ESTÁGIO ESPECÍFICO EM PSICOTERAPIA BREVE DO ADOLESCENTE I Professores: Cristine Lacet Lourdes Santina Tomazella

Leia mais

judgment EM PERSPECTIVA:

judgment EM PERSPECTIVA: EM PERSPECTIVA: judgment As teorias de liderança geralmente estão baseadas em características individuais, como o carisma, influência, ética, entre outras, mas um determinante central da performance de

Leia mais

O AUTISMO- NA CRIANÇA

O AUTISMO- NA CRIANÇA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MÉRTOLA Escola E,B 2,3 ES\Escola S. Sebastião de Mértola Curso Profissional de Técnico de Apoio Psicossocial- 3ºano Disciplina de Psicopatologia Geral Ano letivo 2013\14 Docente:

Leia mais

O DOM DA DISLEXIA. Ronald D. Davis Rio de Janeiro, Rocco, 2004

O DOM DA DISLEXIA. Ronald D. Davis Rio de Janeiro, Rocco, 2004 O DOM DA DISLEXIA Ronald D. Davis Rio de Janeiro, Rocco, 2004 O QUE É REALMENTE A DISLEXIA Um talento latente Transtorno de aprendizagem Efeitos de desorientação Problemas com a leitura Problemas com a

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DA TERAPIA COGNITIVO- COMPORTAMENTAL COM PACIENTES EM SITUAÇÕES DE CRISE EDSON VIZZONI PSICÓLOGO IBH ABRIL 2014

A CONTRIBUIÇÃO DA TERAPIA COGNITIVO- COMPORTAMENTAL COM PACIENTES EM SITUAÇÕES DE CRISE EDSON VIZZONI PSICÓLOGO IBH ABRIL 2014 A CONTRIBUIÇÃO DA TERAPIA COGNITIVO- COMPORTAMENTAL COM PACIENTES EM SITUAÇÕES DE CRISE EDSON VIZZONI PSICÓLOGO IBH ABRIL 2014 Um estado temporário de perturbação e desorganização, caracterizado principalmente

Leia mais

Modelos do Tempo. O tempo veste um traje diferente para cada papel que desempenha em nosso pensamento. John Wheeler

Modelos do Tempo. O tempo veste um traje diferente para cada papel que desempenha em nosso pensamento. John Wheeler 2 Modelos do Tempo O tempo veste um traje diferente para cada papel que desempenha em nosso pensamento. John Wheeler Você pode olhar agora para a idéia do que sejam modelos. Modelos são descrições ou simulações

Leia mais

Pré-requisito Coreq Disciplina 01 - - PS14101 - História das Ideias Psicológicas - Ativa desde: 01/01/2014. Natureza - OBRIGATÓRIA TEÓRICA 72

Pré-requisito Coreq Disciplina 01 - - PS14101 - História das Ideias Psicológicas - Ativa desde: 01/01/2014. Natureza - OBRIGATÓRIA TEÓRICA 72 1 de 5 Nível:BACHARELADO Início: 20021 01 - - PS14101 - História das Ideias Psicológicas - Ativa desde: PS14102 - Sociologia - Ativa desde: PS14103 - Metodologia Científica - Ativa desde: PS14104 - Fundamentos

Leia mais

Estudo de Caso na Abordagem do Psicodrama

Estudo de Caso na Abordagem do Psicodrama Estudo de Caso na Abordagem do Psicodrama Júlia Linéia Schapuiz Acadêmica e Estagiária de Psicologia Ms. Evandir Bueno Barasuol Professora e Orientadora O presente estudo trata-se de um caso clínico do

Leia mais

PSICOTERAPIA PSICANALÍTICA COM CRIANÇAS

PSICOTERAPIA PSICANALÍTICA COM CRIANÇAS PSICOTERAPIA PSICANALÍTICA COM CRIANÇAS Marien Abou Chahine 1 Resumo Este artigo é resultado da mesa do IV Congresso de Psicologia da Unifil, cujo objetivo foi explanar sobre a prática da Psicanálise com

Leia mais

"Sombra e luzes a partir da prática dos Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola". Alciane Basílio de Almeida

Sombra e luzes a partir da prática dos Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola. Alciane Basílio de Almeida "Sombra e luzes a partir da prática dos Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola". Alciane Basílio de Almeida (Mestre em Psicologia - UCP 2014) Este trabalho tem por objetivo mostrar a relação

Leia mais

Gregor Samsa e a Patologia da Normalidade

Gregor Samsa e a Patologia da Normalidade Gregor Samsa e a Patologia da Normalidade Edvanio da Silva PINHEIRO 1 PUCPR Vem por aqui dizem-me alguns com olhos doces Estendendo-me os braços e seguros De que seria bom que eu os ouvisse Quando me dizem:

Leia mais

FACULDADE ASSIS GURGACZ - FAG

FACULDADE ASSIS GURGACZ - FAG 1 PERÍODO T01 MATUTINO História das Ideias Psicológicas 02/07 09:20 Sociologia 29/06 09:20 Metodologia Científica 01/07 09:20 Fundamentos do Desenvolvimento Humano 01/07 07:30 Psicologia e Sociedade 03/07

Leia mais

ANTÔNIO E SEUS AMORES: UM CASO CLÍNICO. Antônio é um jovem de 21 anos que veio à análise a pedido de uma das três

ANTÔNIO E SEUS AMORES: UM CASO CLÍNICO. Antônio é um jovem de 21 anos que veio à análise a pedido de uma das três ANTÔNIO E SEUS AMORES: UM CASO CLÍNICO Sandra Chiabi Antônio é um jovem de 21 anos que veio à análise a pedido de uma das três namoradas. Contou que estava envolvido com as três, e uma delas pedira que

Leia mais

UM MODELO COMPORTAMENTAL DE ANÁLISE DE SONHOS 1. Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento

UM MODELO COMPORTAMENTAL DE ANÁLISE DE SONHOS 1. Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento UM MODELO COMPORTAMENTAL DE ANÁLISE DE SONHOS 1 HÉLIO JOSÉ GUILHARDI Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento Uma cliente, após a morte de um amigo muito querido, disse numa sessão: Tenho

Leia mais

TOC E A INTERFERÊNCIA NA VIDA SOCIAL DO PACIENTE

TOC E A INTERFERÊNCIA NA VIDA SOCIAL DO PACIENTE TOC E A INTERFERÊNCIA NA VIDA SOCIAL DO PACIENTE Laís Rosiak 1 Rebeca Bueno dos Santos ¹ Mara Regina Nieckel da Costa 2 RESUMO O presente artigo apresenta o estudo realizado sobre o Transtorno Obsessivo

Leia mais

FREUD: IMPASSE E INVENÇÃO

FREUD: IMPASSE E INVENÇÃO FREUD: IMPASSE E INVENÇÃO Denise de Fátima Pinto Guedes Roberto Calazans Freud ousou dar importância àquilo que lhe acontecia, às antinomias da sua infância, às suas perturbações neuróticas, aos seus sonhos.

Leia mais

EXTINÇÃO 1 PUC-SP. Keller e Schoenfeld (1968), por exemplo, referem-se à extinção da seguinte maneira:

EXTINÇÃO 1 PUC-SP. Keller e Schoenfeld (1968), por exemplo, referem-se à extinção da seguinte maneira: EXTINÇÃO 1 MARIA AMALIA ANDERY E TEREZA MARIA SÉRIO PUC-SP Quando falamos em comportamento operante estamos falando de uma relação entre uma classe de respostas, as conseqüências por ela produzidas e as

Leia mais

Clínica Psicanalítica e Ambulatório de Saúde Mental

Clínica Psicanalítica e Ambulatório de Saúde Mental Clínica Psicanalítica e Ambulatório de Saúde Mental Trabalho apresentado na IV Jornada de Saúde Mental e Psicanálise na PUCPR em 21/11/2009. A prática da psicanálise em ambulatório de saúde mental pode

Leia mais

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Universidade do Minho Escola de Psicologia rgomes@psi.uminho.pt www.psi.uminho.pt/ www.ardh-gi.com Esta apresentação não substitui a leitura

Leia mais

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem Coordenação: Juliana Cristina Braga Autoria: Rita Ponchio Você aprendeu na unidade anterior a importância da adoção de uma metodologia para a construção de OA., e também uma descrição geral da metodologia

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL Élcio Aloisio Fragoso 1 INTRODUÇÃO Neste texto, faremos algumas considerações acerca do discurso simbolista no Brasil, relativamente à história

Leia mais

De: Alina Fernandes Enviado: sexta-feira, 19 de Abril de 2013 14:58 Para: ijportugal@pt.intrum.com Assunto: Regularização de valores relativos a serviços CABOVISÃO - SOC. TELEVISÃO

Leia mais

RESPOSTAS E EVENTOS SUBSEQÜENTES: CONTINGÊNCIA E CONTIGUIDADE 1 PUC-SP

RESPOSTAS E EVENTOS SUBSEQÜENTES: CONTINGÊNCIA E CONTIGUIDADE 1 PUC-SP RESPOSTAS E EVENTOS SUBSEQÜENTES: CONTINGÊNCIA E CONTIGUIDADE 1 MARIA AMALIA ANDERY E TEREZA MARIA SÉRIO 2 PUC-SP Desde a aula passada estamos discutindo relações entre respostas e alterações ambientais

Leia mais

Entrelaçamentos entre Arte e Interpretação na Clínica Extensa Leila Souza Alves de Araújo

Entrelaçamentos entre Arte e Interpretação na Clínica Extensa Leila Souza Alves de Araújo Entrelaçamentos entre Arte e Interpretação na Clínica Extensa Leila Souza Alves de Araújo Entrelaçamentos entre Arte e Interpretação é o que se busca promover a partir da realização do Projeto Transformador:

Leia mais