Brasil: exportador de software ou de empregos?*

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Brasil: exportador de software ou de empregos?*"

Transcrição

1 Brasil: exportador de software ou de empregos?* A despeito do vigoroso crescimento de dois dígitos do segmento de TI acumulado na média da década passada, o potencial do mercado interno brasileiro poderia ser, pelo menos, quatro vezes maior quando comparado com economias desenvolvidas como França, Reino Unido e Alemanha. Estes países possuem território e população significativamente menores, empresas em quantidade bastante inferior aos mais de cinco milhões de CNPJ s registrados no Brasil e um PIB, em média, em patamar similar ao brasileiro. Segundo o IDC, o mercado brasileiro de softwares e serviços fechou 2009 em 12º colocado no ranking mundial e com um montante de US$ 15 bilhões de mercado interno. Crescimento de 2,4% se comparado com o ano anterior, que poderia ser até 10% maior, considerando apenas o aspecto da oscilação da paridade cambial média - em torno de R$ 2,00 por US$ 1,00, num ano de crise internacional aguda. Embora considerado o maior mercado de TI (incluindo software e hardware) da América Latina, com 47% de participação no resultado de US$ 65 bilhões alcançado pela região, há um longo caminho a percorrer caso o Brasil queira destacar-se e competir internacionalmente. Hoje o país conta com exportações muito modestas, estimadas em US$ 3 bilhões em considerando US$ 92 milhões em software, US$ 271 milhões em serviços sobre plataformas de software nacional e o saldo em serviços offshore contratados sob encomenda pelo melhor custo homem/hora. Agrava este quadro o fato de que 71% dos US$ 5,3 bilhões de vendas de software no mercado interno são de produtos importados. Não há ainda dados consolidados de importação de serviços. Pelas projeções do observatório Softex de 2009, baseadas em dados oficiais e estatísticas do IBGE, o Brasil tem cerca de 150 mil empregos diretos na IBSS Indústria Brasileira de Software e Serviços de TI. Desse total, um terço referese a profissionais terceirizados que atendem como prestadores de serviços. Pelo menos outros 450 mil profissionais estão alocados nas áreas de TI de empresas dos mais diversos setores. Apesar destes números significativos, há pelo menos 10% de vagas abertas no setor de TI, atrasando o crescimento e pressionando os custos com pessoal por falta de profissionais especializados. Segundo estimativas do Softex, até 2013 esse gap aumentará consideravelmente e será superior a 200 mil profissionais. Tudo isso num setor que paga salários superiores ao dobro da média nacional. Diante de todos esses fatos é possível concluir que caminhamos para uma situação de colapso setorial, onde teremos um crescimento de exportação de empregos; o aumento do desequilíbrio histórico da balança setorial; e a manutenção da fragilidade de um setor predominantemente composto por pequenas e médias empresas, incapazes de criar cadeias comerciais e redes de suporte eficientes para crescer no Brasil, muito menos para conquistar exportações e a confiança do mercado internacional.

2 Segundo a pesquisa do IDC, das cerca de nove mil empresas realmente ativas no setor, 94% são PMEs, 5% possuem porte médio e apenas 1% são grandes empresas. Mais da metade das PMEs de TI morrem antes de completar cinco anos de existência por falta de incentivo e oportunidade de mercado para multiplicar conhecimento em escala e viabilizar crescimento de forma competitiva e com menor risco operacional. Este quadro indesejável e estagnado está fortemente associado à incapacidade das empresas inseridas no atual modelo setorial conseguirem organizar processos de vendas recorrentes e sistemáticas que viabilizem um crescimento sustentável e de baixo risco. Para entender o perfil atual da IBSS, suas perspectivas e o que gera o baixo desempenho da balança comercial de TI brasileira, apresentamos para análise quatro fatores histórico-estruturais que consideramos determinantes para a composição deste contexto: 1. Séculos de educação de baixa qualidade e pouca penetração horizontal na sociedade; 2. Os anos cegos da lei de informática, que criaram reserva de mercado para a indústria nacional de TI, defasando-a em mais de 10 anos dos progressos técnico-científicos do setor; 3. Uma visão míope da importância do papel do estado no fortalecimento e fomento de um setor estratégico que aporta inteligência e produtividade horizontalmente em todos os setores econômicos, tem elevada e rápida capacidade de geração de empregos de alto valor, além de arrecadação e exportações limpas; 4. O custo Brasil, especialmente tributário, com encargos sociais e burocracia legal que aumentam custos e tiram agilidade de um segmento cujos gastos com pessoal representam cerca 70% da composição de custos e despesas. Os quatro fatores acima estão diretamente relacionados às decisões macroeconômicas do Estado ao longo do tempo. Refletem-se na competitividade do setor e, muitas vezes, em outros que dependem de tecnologia de ponta em TI. Nos países onde o segmento se desenvolveu, cresceu e é de alguma forma importante no cenário internacional e para o PIB, o Estado tem sido parceiro setorial ou pelo menos disponibiliza condições macro-econômicas favoráveis. Educação e formação profissional técnica Um país que paga pouco para professores, tem uma rede de ensino público de primeiro e segundo graus tolerante com a má qualidade e uma gestão cara e deficiente no setor, resulta num cenário onde cerca de 50% dos estudantes não completam o segundo grau e apenas um modesto percentual chega a graduação, cujas universidades apresentam níveis médios muito abaixo dos melhores padrões internacionais de qualidade. Além disso, a formação de

3 pessoas em áreas técnico-científicas é muito menor do que a necessidade do país. No momento em que se precisa de mais profissionais qualificados para promover crescimento e desenvolvimento, é necessário um plano de recuperação da educação e formação de mais técnicos com perfil global. Caso contrário, acompanharemos a exportação das oportunidades de empregos, o aumento da importação de produtos e serviços e mais uma vez deixaremos as oportunidades de mercado passarem para o país do futuro. Sem educação não existirá futuro promissor. Lei de informática e proteção do mercado Com a lei federal 7.232/84 até a lei federal 8.248/91, o país viveu uma pseudopolítica de incentivo e apoio ao desenvolvimento da IBSS, que tinha reserva de mercado ou barreiras de importação elevadas para hardware e software internacionais. O resultado desta experiência foi uma indústria que se acomodou com um mercado interno importante, que aprendeu a copiar mais do que a inovar ou apenas eventualmente melhorar e ampliar soluções. Ocorreu um grande crescimento da pirataria no país, que começou pelo setor de software e alastrou-se para a música e outras indústrias. No mesmo período em que Índia, Alemanha, Israel, Irlanda, Japão e Coreia passavam por revoluções tecnológicas baseadas na educação e na formação de profissionais com perfil aderente a demanda, o Brasil passou 10 anos embotando sua reconhecida criatividade e espírito empreendedor. Esta situação foi agravada com a chegada da Internet como canal efetivo de comunicação e negócios, ampliando durante a década de 90 o atraso tecnológico de TIC no Brasil do período anterior, enquanto o país não tinha uma infraestrutura minimamente razoável de acesso qualificado à Internet. A privatização das telecomunicações trouxe expectativas positivas na virada do milênio e possibilitou que hoje exista um celular no mercado para cada brasileiro. Outros dois fortes movimentos inovadores do governo colocavam o Brasil da virada do milênio com indicativos que avançaria de forma diferenciada: o lançamento do bem estruturado Sistema Brasileiro de Pagamentos (SBP) e vários projetos pioneiros em e-gov, que na época colocavam o Brasil na vanguarda deste segmento (urnas eletrônicas, declaração de Imposto de Renda pela Internet, compras eletrônicas, início da negociação de energia em mercado aberto por meios eletrônicos, entre outros). Contudo, a partir de 2002 a mudança do foco e orientação do Governo para a discussão de plataforma tecnológica, a ser cada vez mais produtor e concorrente setorial e a insistência no apoio ao modelo de código aberto e serviços, voltou a retirar vantagens competitivas do setor de TI duramente conquistados, levando o país a perder dezenas de posições nos indicadores internacionais de TIC.

4 Papel do Estado no Desenvolvimento Setorial Em todas as economias que o setor de TIC se destaca, o Estado foi fundamental agente organizador e fomentador. Especialmente no Brasil, onde o Estado administra 38% do PIB nacional pela sua arrecadação, seu papel passa a ser determinante para o sucesso da IBSS. O Estado brasileiro, considerando todos níveis e instâncias do poder público, é o maior consumidor de software e serviços de TI. Contudo, é apenas o quinto segmento em compras, porque também é o maior empresário, empregador e produtor e, muitas vezes, concorrente direto da iniciativa privada. Como empresário do setor de software, o Governo não tem a agilidade necessária para liderar o modelo da indústria num dos setores mais dinâmicos da economia, não arrecada e não exporta, apropria-se de inovações que não se multiplicam comercialmente, prefere e direciona o mercado para um modelo de código aberto que exige mais serviços e mão-de-obra que o país não tem disponível e não apresenta um modelo auto-sustentável de fomento a pesquisa e ao desenvolvimento. O poder de compra e de financiamento do Estado, utilizado com inteligência e voltado à geração de solução de padrão internacional, replicáveis e de alta aderência à demanda, em poucos anos traria condições adequadas para um rápido crescimento do setor da IBSS e para inversão da balança setorial negativa, transformando TIC como um todo num fator estratégico de desenvolvimento horizontal de todo o país. Custo Brasil e Insegurança Jurídica O financiamento da Previdência Social baseado na incidência de encargos de 20% sobre folha, associado ao Seguro Acidente de Trabalho, FGTS, salário educação, Incra e contribuições ao Sistema S, perfaz uma carga direta de 36%. A tais encargos se somam os tributos federais indiretos - PIS e COFINS, e municipal - ISS. A eles também se juntam os impostos federais diretos, Imposto de Renda de lucro presumido ou lucro real e CSLL. Especialmente os encargos sobre folha representam, principalmente nessas empresas altamente intensivas em mão-de-obra, um enorme fator restritivo ao emprego formal. Dois são os efeitos práticos do atual modelo de encargos sobre folha. De um lado as companhias vivem sob constante pressão do mercado para reduzir custos trabalhistas. Isso acaba gerando relações bastante conflituosas entre os agentes (empresas, sindicatos e Ministério Público do Trabalho) e, frequentemente, levam à formação de legados trabalhistas que distorcem o valor das companhias, trazem insegurança jurídica para empregadores e empregados e prejudicam a própria arrecadação do governo. De outro lado, esse nível elevado de encargos não encontra paralelo em países concorrentes como Índia e China, mas também Argentina, Chile ou México. Em médio e longo prazos, caso o quadro atual se mantenha, o fator custos acabará levando o Brasil à condição de exportador de empregos, pois os demandantes tenderão a contratar desenvolvimento de software e serviços em outros países. O que a IBSS solicita do governo não é a concessão de

5 incentivos fiscais insustentáveis para o Tesouro. O que se espera é a mudança do modelo de encargos, de modo que ocorra a completa formalização do setor de TI. A partir de uma tributação mais racional, haverá ampliação da base de contribuintes e ganhos de arrecadação do governo; valorização das companhias; aumento dos investimentos; maior competitividade internacional e mais empregos. É fundamental ainda por fim à cobrança (indevida) de ICMS nas operações de venda de software. A lei é clara quanto à incidência de ISS, e não de ICMS, nessas operações. Há de se resolver também o conflito de interesses entre municípios no recolhimento de ISS de empresas de software e serviços. Não é aceitável que essas empresas convivam com a bitributação quando, originárias de um município, vendem software ou prestam serviços em outro. Em segundo lugar, é preciso que a União se empenhe em dar segurança jurídica aos processos de terceirização, hoje precariamente regulados por instruções do Tribunal Superior do Trabalho. O setor precisa de uma Lei estável e confiável nesse campo. Terceirização está no cerne do modelo de organização do setor em todo mundo, por que não no Brasil? Propõe-se tributação simplificada sobre faturamento, sem encargos sobre a folha; menos burocracia; liberdade e amparo legal para estabelecer relações de prestações de serviços, respeitando a legislação pertinente. Conclusões Ao longo dos últimos anos o governo brasileiro apostou fortemente num modelo de exportação baseado na oferta de profissionais em serviços terceirizados, como acontece com a Índia e a China. Ou seja, uma estratégia focada na competição em custo por homem/hora, onde o país não tem vantagem competitiva direta. O sucesso relativo até aqui dependeu, na verdade, do reconhecimento do país como uma opção secundária para desconcentração da produção mundial de serviços offshore e do esforço localizado de algumas empresas internacionais com base de desenvolvimento no Brasil. Produzem e arrecadam aqui pelo custo de criação e desenvolvimento dos melhores técnicos nacionais e faturam pelo valor percebido das soluções entregues ao mercado, muitas vezes embarcadas em outras ofertas de produtos e serviços em TIC, bancários etc. Ou seja, essas empresas rapidamente reconheceram o modelo para ter sucesso a partir do talento brasileiro. O governo brasileiro não. Continua exportando talentos ao preço da commodity setorial (homem/hora) e importando software de alto valor percebido e fomentando uma política de código aberto com iniciativas como o do Portal do Software Livre, onde mais de 50% dos downloads são do exterior, levando conhecimento brasileiro pago com dinheiro público, para concorrer com a indústria nacional de software e serviços. Mesmo neste modelo de baixo valor percebido, pelos custos dos encargos e pela melhor remuneração de profissionais no Brasil, onde falta mão-de-obra especializada, tem-se percebido que o país torna-se pouco atrativo para competir de forma igualitária com os custos apresentados por nações asiáticas, não podendo explorar neste modelo seus diferenciais de inovação e qualidade de solução de processos, uma vez que oferta algo que todos já oferecem.

6 O primeiro grande desafio que o segmento precisa vencer refere-se, portanto, a uma mudança de modelo de negócios. É essencial que o governo fomente e lidere um movimento de mercado que explore a comercialização de produtos, sistemas de maior valor percebido e onde o país tem know-how e reputação internacional como é o caso dos softwares voltados para as áreas financeira, de segurança, energética, sistemas de gestão (ERP) e e-gov. Não se trata de desprezar o que foi feito até o momento, mas sim, buscar um equilíbrio entre os dois modelos para que o segmento cresça, aumente sua produtividade, gere renda, riqueza e impostos e se fortaleça, invertendo o déficit da balança comercial. Parte disso também ocorre porque o processo de financiamento oferecido ao setor é insuficiente, complexo e burocrático - mesmo com a existência de boas iniciativas mais recentes do FINEP e melhorias no Prosoft do BNDES. Como reflexo o que se vê é que 71% dos softwares consumidos no país são desenvolvidos no exterior como mencionado anteriormente. Ainda sem uma captura estatística ou de pesquisas direcionadas, o país assisti a chegada progressiva de capital internacional comprando controle ou importantes participações nas poucas empresas nacionais de destaque e uma oferta crescente de atendimento de serviços offshore importados ou convites para instalações de centros de desenvolvimento no exterior, como oferecem Índia e Uruguai, por exemplo. Se o país desejar alcançar outros mercados de TI, é fundamental manter o controle estratégico da inteligência em software que permeia todos os setores da economia. Será necessário criar políticas que fomentem o desenvolvimento da indústria nacional e permitam a essas empresas se consolidarem, crescerem e se transformarem em organizações de maior porte, capazes de ter fôlego para competir. Outra questão bastante crucial para aumento das exportações brasileiras e TI, refere-se à qualificação de mão-de-obra, tema crítico para o segmento. Essa defasagem merece um plano emergencial para formar mais profissionais em quantidade suficiente ou excedente para exportar. Seja por meio de adequações das grades curriculares das universidades ou parcerias com empresas, ou programas diretos do governo, este quadro precisa ser urgentemente alterado para evitar-se um apagão de mão-de-obra. Sem dúvida há uma grande janela de oportunidades pela frente, mas se o país desejar aproveitá-la precisará trabalhar essas questões básicas mencionadas acima. Sem isso, infelizmente as empresas brasileiras de software e serviços de TI continuarão a serem vistas como grãos de areia no mercado internacional, coadjuvantes da maior revolução do século que consolidará a sociedade da informação. O Brasil tem talentos, meios e não depende de fatores externos para conquistar uma posição de destaque neste novo mundo. É apenas uma questão de vontade política e de ação rápida e disciplinada. *Gérson Schmitt é presidente da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software)

O VALOR ESTRATÉGICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

O VALOR ESTRATÉGICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO O VALOR ESTRATÉGICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Agosto de 2010 O VALOR ESTRATÉGICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (RESUMO EXECUTIVO) O setor de Tecnologia da Informação propõe ao governo e aos candidatos

Leia mais

Máquinas e Equipamentos de Qualidade

Máquinas e Equipamentos de Qualidade Máquinas e Equipamentos de Qualidade 83 A indústria brasileira de máquinas e equipamentos caracteriza-se pelo constante investimento no desenvolvimento tecnológico. A capacidade competitiva e o faturamento

Leia mais

A Presença da Siderurgia Brasileira no Mercado Internacional: Desafios para Novos Avanços

A Presença da Siderurgia Brasileira no Mercado Internacional: Desafios para Novos Avanços A Presença da Siderurgia Brasileira no Mercado Internacional: Desafios para Novos Avanços Fernando Rezende 1 As importantes transformações ocorridas na siderurgia brasileira após a privatização promovida

Leia mais

Perspectivas para o Mercado de Sw & Serviços de TI:

Perspectivas para o Mercado de Sw & Serviços de TI: Perspectivas para o Mercado de Sw & Serviços de TI: Política Industrial & Plano de Ação C,T&I 2007-2010 Ministério da Ciência e Tecnologia Secretaria de Política de Informática - SEPIN outubro/2010 Agenda

Leia mais

PROPOSTAS DA INDÚSTRIA PARA AS ELEIÇÕES 2014

PROPOSTAS DA INDÚSTRIA PARA AS ELEIÇÕES 2014 PROPOSTAS DA INDÚSTRIA PARA AS ELEIÇÕES 2014 Propostas para os candidatos Desde as eleições de 1994, a CNI apresenta à sociedade e aos candidatos sugestões para melhorar o desempenho da economia. Propostas

Leia mais

Sistema produtivo e inovativo de software e serviços de TI brasileiro: Dinâmica competitiva e Política pública

Sistema produtivo e inovativo de software e serviços de TI brasileiro: Dinâmica competitiva e Política pública Conferência Internacional LALICS 2013 Sistemas Nacionais de Inovação e Políticas de CTI para um Desenvolvimento Inclusivo e Sustentável 11 e 12 de Novembro, 2013 - Rio de Janeiro, Brasil Sistema produtivo

Leia mais

Bernard Appy LCA Consultores. TRIBUTOS E ENCARGOS SOBRE A ELETRICIDADE: Impactos sobre a Eficiência Econômica

Bernard Appy LCA Consultores. TRIBUTOS E ENCARGOS SOBRE A ELETRICIDADE: Impactos sobre a Eficiência Econômica Bernard Appy LCA Consultores TRIBUTOS E ENCARGOS SOBRE A ELETRICIDADE: Impactos sobre a Eficiência Econômica Roteiro EFEITOS DO MODELO DE TRIBUTAÇÃO DA ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL A estrutura tributária

Leia mais

FORUM NACIONAL DE EDUCAÇÃO

FORUM NACIONAL DE EDUCAÇÃO FORUM NACIONAL DE EDUCAÇÃO Educação Profissional e Tecnológica Sergio Moreira BRASIL ÍNDICE GLOBAL DE COMPETITIVIDADE 2013/2014 Ranking Global de Competitividade BRICS: 2006 a 2013 Brasil ficou em 56º

Leia mais

PROSOFT. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES

PROSOFT. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES Programa para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação PROSOFT Agosto / 2008 1 Definições:

Leia mais

Prioridades e Recomendações (2011-2014) INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA

Prioridades e Recomendações (2011-2014) INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA Prioridades e Recomendações (2011-2014) INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA Documento de Trabalho SESSÃO TEMÁTICA INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA Indicador de importância das prioridades (Resultado

Leia mais

Tributação: entrave ou instrumento para o desenvolvimento. Roberto Abdenur Presidente-Executivo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial - ETCO

Tributação: entrave ou instrumento para o desenvolvimento. Roberto Abdenur Presidente-Executivo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial - ETCO ROBERTO ABDENUR DIPLOMATA DURANTE 44 ANOS, APOSENTADO; ATUA COMO CONSULTOR EM ASSUNTOS INTERNACIONAIS; FOI EMBAIXADOR DO BRASIL NO EQUADOR, NA CHINA, NA ALEMANHA NA ÁUSTRIA E PERANTE OS ORGANISMOS INTERNACIONAIS

Leia mais

Orientações sobre Micro Empreendedor Individual

Orientações sobre Micro Empreendedor Individual Orientações sobre Micro Empreendedor Individual Micro Empreendedor individual Definição Microempreendedor Individual (MEI) é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário.

Leia mais

Perspectivas para o setor de TI. BM&F Bovespa. 26 de junho de 2013 BRASSCOM

Perspectivas para o setor de TI. BM&F Bovespa. 26 de junho de 2013 BRASSCOM Perspectivas para o setor de TI BM&F Bovespa 26 de junho de 2013 BRASSCOM Associados BRASSCOM 1 Mercado Mundial de TI Crescimento Mercado TI BRASIL (2012/2011) 10,8% Crescimento Mercado TI Mundo (2012/2011)

Leia mais

Empresas no Desenvolvimento do Mercado Nacional PROF. LÍVIO GIOSA

Empresas no Desenvolvimento do Mercado Nacional PROF. LÍVIO GIOSA O papel das Micro e Pequenas Empresas no Desenvolvimento do Mercado Nacional PROF. LÍVIO GIOSA PROF. LÍVIO GIOSA Especialista em modelos de Gestão Empresarial Presidente do CENAM: Centro Nacional de Modernização

Leia mais

2013 Inventta Todos os direitos reservados.

2013 Inventta Todos os direitos reservados. Agenda Quem Somos Gerindo a Inovação nas Empresas Estímulos Governamentais à Inovação Resultados da pesquisa FDC/Inventta Conclusões O GRUPO A Inventta é uma consultoria especializada em gestão da inovação,

Leia mais

Reforma Tributária ria e Política de Desenvolvimento Regional Cuiabá,, Agosto 2007 Reuniões com Governadores Natureza das reuniões anteriores: Governadores de diferentes regiões do país e dirigentes das

Leia mais

Uma agenda tributária para o Brasil. Fóruns Estadão Brasil Competitivo Bernard Appy Maio de 2014

Uma agenda tributária para o Brasil. Fóruns Estadão Brasil Competitivo Bernard Appy Maio de 2014 Uma agenda tributária para o Brasil Fóruns Estadão Brasil Competitivo Bernard Appy Maio de 2014 Sumário Introdução Problemas do sistema tributário brasileiro Sugestões de aperfeiçoamento 2 Sumário Introdução

Leia mais

Cenário Econômico para 2014

Cenário Econômico para 2014 Cenário Econômico para 2014 Silvia Matos 18 de Novembro de 2013 Novembro de 2013 Cenário Externo As incertezas com relação ao cenário externo em 2014 são muito elevadas Do ponto de vista de crescimento,

Leia mais

Indústria brasileira de bens de capital mecânicos. Janeiro/2011

Indústria brasileira de bens de capital mecânicos. Janeiro/2011 AGENDA DE TRABALHO PARA O CURTO PRAZO Indústria brasileira de bens de capital mecânicos Janeiro/2011 UMA AGENDA DE TRABALHO (para o curto prazo) A. Financiamento A1. Taxa de juros competitiva face a nossos

Leia mais

Sistema tributário brasileiro: Distorções e necessidade de mudança

Sistema tributário brasileiro: Distorções e necessidade de mudança Sistema tributário brasileiro: Distorções e necessidade de mudança Bernard Appy maio de 2015 Sistema tributário brasileiro Características desejáveis Características desejáveis de um sistema tributário

Leia mais

FILOSOFIA DE INVESTIMENTO. Retorno esperado de um lançamento 80% 100% + 20% 100% ( ) = 60% ( 1 20% ) 20 =1,15%

FILOSOFIA DE INVESTIMENTO. Retorno esperado de um lançamento 80% 100% + 20% 100% ( ) = 60% ( 1 20% ) 20 =1,15% Através da CARTA TRIMESTRAL ATMOS esperamos ter uma comunicação simples e transparente com o objetivo de explicar, ao longo do tempo, como tomamos decisões de investimento. Nesta primeira carta vamos abordar

Leia mais

( ) Gerson Schmitt. ABES Associação Brasileira das Empresas de Software Presidente

( ) Gerson Schmitt. ABES Associação Brasileira das Empresas de Software Presidente ( ) Gerson Schmitt ABES Associação Brasileira das Empresas de Software Presidente Perfil Empresas ABES 8% 6% 8% 21% 57% 1.400 Associados (*) 7,5 bilhões de dólares 80.000 empregos diretos 94% de MPE (*)

Leia mais

VALOR E PARTICIPAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES, POR FATOR AGREGADO E PAÍS DE DESTINO

VALOR E PARTICIPAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES, POR FATOR AGREGADO E PAÍS DE DESTINO VALOR E PARTICIPAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES, POR FATOR AGREGADO E PAÍS DE DESTINO 1 - CHINA 2 - ESTADOS UNIDOS 2014 34.292 84,4 4.668 11,5 1.625 4,0 6.370 23,6 5.361 19,8 13.667 50,6 2013 38.973 84,7 5.458 11,9

Leia mais

Desafios do Brasil contemporâneo Infraestrutura, produtividade, reformas e pacto federativo

Desafios do Brasil contemporâneo Infraestrutura, produtividade, reformas e pacto federativo Desafios do Brasil contemporâneo Infraestrutura, produtividade, reformas e pacto federativo A grande janela de oportunidades (O Brasil decola) A grande janela de oportunidades Linha do tempo das conquistas

Leia mais

Celso Furtado Criatividade e dependência na civilização industrial, 2008.

Celso Furtado Criatividade e dependência na civilização industrial, 2008. Quaisquer que sejam as antinomias que se apresentem entre as visões da história que emergem em uma sociedade, o processo de mudança social que chamamos desenvolvimento adquire certa nitidez quando o relacionamos

Leia mais

(confira quadro com os conceitos envolvidos na pag. 25). Mas, a

(confira quadro com os conceitos envolvidos na pag. 25). Mas, a Indústria Nova marca, VELHOS BRASIL IT+ PASSA A SER A IDENTIFICAÇÃO PARA TODA A EXPORTAÇÃO DE TIBRASILEIRA. A NOVIDADE CHEGA JUNTO COM NOVOS PLANOS DE ENTIDADES E EMPRESAS PARA GANHAR O MERCADO GLOBAL

Leia mais

98,3% 90,3% 64,2% 38% 63,3% 3º trimestre/2014. das empresas avaliaram o sistema 80,7% tributário brasileiro qualitativamente como ruim ou muito ruim.

98,3% 90,3% 64,2% 38% 63,3% 3º trimestre/2014. das empresas avaliaram o sistema 80,7% tributário brasileiro qualitativamente como ruim ou muito ruim. 3º trimestre/2014 das empresas avaliaram o sistema 80,7% tributário brasileiro qualitativamente como ruim ou muito ruim. 98,3% 90,3% 64,2% 38% 63,3% das indústrias gaúchas avaliam que o número de tributos

Leia mais

CARTILHA DA LEI GERAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO MUNICÍPIO DE CURITIBA

CARTILHA DA LEI GERAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO MUNICÍPIO DE CURITIBA CARTILHA DA LEI GERAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO MUNICÍPIO DE CURITIBA Curitiba tem se mostrado uma cidade dinâmica e de grandes oportunidades para os trabalhadores e empreendedores.

Leia mais

Comentários gerais. consultoria em sistemas e processos em TI, que, com uma receita de R$ 5,6 bilhões, participou com 14,1% do total; e

Comentários gerais. consultoria em sistemas e processos em TI, que, com uma receita de R$ 5,6 bilhões, participou com 14,1% do total; e Comentários gerais Pesquisa de Serviços de Tecnologia da Informação - PSTI A investigou, em 2009, 1 799 empresas de TI com 20 ou mais Pessoas Ocupadas constantes do cadastro de empresas do IBGE e os produtos

Leia mais

LINHAS DE PESQUISA EMPREENDEDORISMO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

LINHAS DE PESQUISA EMPREENDEDORISMO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO LINHAS DE PESQUISA EMPREENDEDORISMO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO Nos países desenvolvidos e, em menor grau, nos países em desenvolvimento, assiste-se ao surgimento de padrões tecno-econômicos onde os resultados

Leia mais

Competitividade da indústria nacional de PCs Política industrial e incentivos fiscais no Brasil. 6 de outubro de 2009

Competitividade da indústria nacional de PCs Política industrial e incentivos fiscais no Brasil. 6 de outubro de 2009 Competitividade da indústria nacional de PCs Política industrial e incentivos fiscais no Brasil 6 de outubro de 2009 1 Agenda Estado da Indústria Nacional de Informática Estímulos à Indústria Nacional

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006

DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 Conteúdo 1. O Sistema SEBRAE; 2. Brasil Caracterização da MPE; 3. MPE

Leia mais

Como competir com produtos inovadores no Brasil até 2010? Patrice Zagamé Presidente Novartis Brasil 18 de agosto, 2005

Como competir com produtos inovadores no Brasil até 2010? Patrice Zagamé Presidente Novartis Brasil 18 de agosto, 2005 Como competir com produtos inovadores no Brasil até 2010? Patrice Zagamé Presidente Novartis Brasil 18 de agosto, 2005 O que é um produto inovador? Dois caminhos para oferecer melhores medicamentos aos

Leia mais

BRASIL: Gigante de TI rumo ao mercado global

BRASIL: Gigante de TI rumo ao mercado global BRASIL: Gigante de TI rumo ao mercado global TENDÊNCIAS GLOBAIS DO SETOR DE TI-BPO 2 Empregos no Setor Milhões de Pessoas Ocupadas (1) Vendas do Setor Gasto em TIC no Brasil - USD Bi, 2008 (2) 11.7 100.3

Leia mais

O Desafio do Aumento da Produtividade na Indústria para Conquistar um Mercado Global

O Desafio do Aumento da Produtividade na Indústria para Conquistar um Mercado Global O Desafio do Aumento da Produtividade na Indústria para Conquistar um Mercado Global Jorge A r bache U n i v e r s i d a d e d e B r a s í l i a S E M P E X 2 0 1 4 M a c e i ó, 2 2 / 5 / 2 0 1 4 0,45

Leia mais

MPE INDICADORES Pequenos Negócios no Brasil

MPE INDICADORES Pequenos Negócios no Brasil MPE INDICADORES Pequenos Negócios no Brasil Categorias de pequenos negócios no Brasil MPE Indicadores MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL (MEI) Receita bruta anual de até R$ 60 mil MICROEMPRESA Receita bruta

Leia mais

AzTech Engineering Soluções em Engenharia de Software

AzTech Engineering Soluções em Engenharia de Software Plano de Negócio AzTech Engineering Soluções em Engenharia de Software Rodovia Celso Garcia Cid 2500 86051-990, Londrina - PR aztech@aztech.com.br André Ricardo Gonçalves - CEO / Tecnologia argoncalves@aztech.com.br

Leia mais

A Carga Tributária para a Indústria de Transformação

A Carga Tributária para a Indústria de Transformação nº 01 A A Indústria de Transformação brasileira deve encerrar 2014 com mais um resultado negativo para a produção, ratificando o quadro de baixa atividade fabril que caracterizou últimos quatro anos, período

Leia mais

1 Ver Castelo (2005). 2 GVconsult (2005).

1 Ver Castelo (2005). 2 GVconsult (2005). A Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas na Construção Civil Relatório de Pesquisa Equipe Técnica Prof. Dr. Fernando Garcia Profa. Ms. Ana Maria Castelo Profa.Dra. Maria Antonieta Del Tedesco Lins Avenida

Leia mais

Aspectos Tributários e Encargos Trabalhistas

Aspectos Tributários e Encargos Trabalhistas CAPÍTULO 3 Aspectos Tributários e Encargos Trabalhistas Apresentação Nos últimos anos, questões da tributação e dos encargos salariais têm sido objeto de um significativo conjunto de proposições, estudos

Leia mais

O que é desoneração da folha de pagamento e quais são seus possíveis efeitos?

O que é desoneração da folha de pagamento e quais são seus possíveis efeitos? www.brasil-economia-governo.org.br O que é desoneração da folha de pagamento e quais são seus possíveis efeitos? Josué Pellegrini 1 Marcos Mendes 2 Desde 2011 o Governo Federal tem alterado a forma pela

Leia mais

Reforma Tributária Contribuições de um Contador, Objetivando Melhoria de Prestação de Contas

Reforma Tributária Contribuições de um Contador, Objetivando Melhoria de Prestação de Contas Reforma Tributária Contribuições de um Contador, Objetivando Melhoria de Prestação de Contas Autor: Charles B. Holland, Contador, Conselheiro do CRC-SP, Sócio Diretor da Holland Consulting, Coordenador

Leia mais

A Sombra do Imposto. Propostas para um sistema de impostos mais simples e justo Simplifica Já

A Sombra do Imposto. Propostas para um sistema de impostos mais simples e justo Simplifica Já A Sombra do Imposto Propostas para um sistema de impostos mais simples e justo Simplifica Já Expediente A Sombra do Imposto Cartilha produzida pelo Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná).

Leia mais

Desafios na Realização de Investimento de P&D e a Destinação de Recursos. Chesf Companhia Hidro Elétrica do São Francisco

Desafios na Realização de Investimento de P&D e a Destinação de Recursos. Chesf Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Desafios na Realização de Investimento de P&D e a Destinação de Recursos Chesf Companhia Hidro Elétrica do São Francisco AGENDA 1. Visão Macro do Cenário P&D Nacional 2. A formula da Inovação 3. Desafios

Leia mais

Acredite no seu trabalho que o Brasil acredita em você. Ministério do Desenvolvimento, Confiança no Brasil.

Acredite no seu trabalho que o Brasil acredita em você. Ministério do Desenvolvimento, Confiança no Brasil. Acredite no seu trabalho que o Brasil acredita em você. Ministério do Desenvolvimento, Confiança no Brasil. Indústria É assim que e Comércio a gente segue Exterior em frente. Introdução Atualmente, muitos

Leia mais

Perspectiva da Indústria de Autopeças no contexto do Inovar-Auto

Perspectiva da Indústria de Autopeças no contexto do Inovar-Auto Perspectiva da Indústria de Autopeças no contexto do Inovar-Auto Apresentação Paulo Butori Presidente do Sindipeças Elaboração: Assessoria Econômica do Sindipeças São Paulo, novembro de 2013 Números do

Leia mais

Programa Municipal de Competitividade e Inovação INOVA PALHOCA

Programa Municipal de Competitividade e Inovação INOVA PALHOCA Programa Municipal de Competitividade e Inovação INOVA PALHOCA Gestão Pública: Plano Palhoça 2030 Prefeito Municipal de Palhoça Comitê Executivo de Acompanhamento e Implantação Avaliação de Desempenho

Leia mais

COMO ABRIR SEU NEGÓCIO

COMO ABRIR SEU NEGÓCIO COMO ABRIR SEU NEGÓCIO 08 a 11 de outubro de 2014 08 a 11 de outubro de 2014 Reflexão Qual o principal motivo para buscar a formalização de seu negócio? É importante lembrarmos que: Para desenvolver suas

Leia mais

AGRONEGÓCIO PANORAMA ATUAL

AGRONEGÓCIO PANORAMA ATUAL AGRONEGÓCIO PANORAMA ATUAL IMPORTÂNCIA ECONOMICA 1- Exportações em 2014: Mais de US$ 100 bilhões de dólares; 2- Contribui com aproximadamente 23% do PIB brasileiro; 3- São mais de 1 trilhão de Reais e

Leia mais

Debate Sobre a Desoneração da Folha de Pagamento

Debate Sobre a Desoneração da Folha de Pagamento Debate Sobre a Desoneração da Folha de Pagamento Julho de 2011 1 Debate sobre desoneração da folha de pagamento deve ser feito com cautela e tendo como ponto de partida a compensação vinculada (principal

Leia mais

cargas tributárias para empresas no mundou

cargas tributárias para empresas no mundou Cliente: UHY Moreira Data: 04/10/2011 Veículo: Site Sped Contábil - Porto Alegre Seção/ Pág. : Impostos e Tributos HUhttp://spedcontabilspedfiscal.com.br/impostos-tributacao-arrecadacao/carga-tributaria-brasil-temuma-das-maiores-cargas-tributarias-para-empresas-no-mundo/U

Leia mais

NOVA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO

NOVA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO NOVA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO Política de Desenvolvimento Produtivo Elevar dispêndio em P&D Meta: 0,65% PIB Ampliar Investimento Fixo Meta: 21% PIB Posição 2007: 17,6% Macrometas 2010 Dinamização

Leia mais

Introdução. A Internet de Todas as Coisas está pronta para gerar pelo menos US$ 613 bilhões em lucros empresariais mundiais no. ano de 2013.

Introdução. A Internet de Todas as Coisas está pronta para gerar pelo menos US$ 613 bilhões em lucros empresariais mundiais no. ano de 2013. Internet de Todas as Coisas (IoE). 10 principais descobertas da Pesquisa Índice de valor da IoE da Cisco com 7.500 responsáveis pela tomada de decisão em 12 países Joseph Bradley Jeff Loucks Andy Noronha

Leia mais

As MPE s como eixo central de cadeias produtivas

As MPE s como eixo central de cadeias produtivas As MPE s como eixo central de cadeias produtivas Guilherme Lacerda Diretor de Infraestrutura Social, Meio Ambiente, Agropecuária e Inclusão Social Madrid Outubro 2012 MPEs Importância, Desafios e Contribuições

Leia mais

A Mobilização Empresarial pela Inovação: Recursos Humanos. Horácio Piva São Paulo - 17/6/2011

A Mobilização Empresarial pela Inovação: Recursos Humanos. Horácio Piva São Paulo - 17/6/2011 A Mobilização Empresarial pela Inovação: Recursos Humanos Horácio Piva São Paulo - 17/6/2011 OBJETIVOS Consolidar a percepção de que a formação de recursos humanos qualificados é essencial para fortalecer

Leia mais

Faz sentido o BNDES financiar investimentos em infraestrutura em outros países?

Faz sentido o BNDES financiar investimentos em infraestrutura em outros países? Faz sentido o BNDES financiar investimentos em infraestrutura em outros países? Marcos Mendes 1 O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tem financiado a construção de infraestrutura

Leia mais

ESTRATÉGIA ECONÔMICA LEAPFROG DO SÉCULO XXI: O RIO GRANDE DO SUL TORNA-SE O LUGAR MAIS SUSTENTÁVEL E INOVADOR DA AMÉRICA LATINA ATÉ 2030

ESTRATÉGIA ECONÔMICA LEAPFROG DO SÉCULO XXI: O RIO GRANDE DO SUL TORNA-SE O LUGAR MAIS SUSTENTÁVEL E INOVADOR DA AMÉRICA LATINA ATÉ 2030 ESTRATÉGIA ECONÔMICA LEAPFROG DO SÉCULO XXI: O RIO GRANDE DO SUL TORNA-SE O LUGAR MAIS SUSTENTÁVEL E INOVADOR DA AMÉRICA LATINA ATÉ 2030 Um relatório para o Governo do Estado do Rio Grande Sul (AGDI) e

Leia mais

Avaliação do Plano de Desenvolvimento Produtivo Departamento de Competitividade DECOMTEC / FIESP

Avaliação do Plano de Desenvolvimento Produtivo Departamento de Competitividade DECOMTEC / FIESP PROPOSTA DE DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTOS NA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE COMPETITIVIDADE E TECNOLOGIA DECOMTEC Avaliação do Plano de Desenvolvimento Produtivo MAIO Departamento de Competitividade

Leia mais

Retrato do mercado bancário para RH

Retrato do mercado bancário para RH Retrato do mercado bancário para RH Oportunidades X Ameaças - Uma visão panorâmica CLAUDIO PORTO PRESIDENTE DA MACROPLAN Bancarização como uma janela de oportunidades, o apagão de talentos como barreira

Leia mais

Análise CEPLAN Clique para editar o estilo do título mestre. Recife, 17 de agosto de 2011.

Análise CEPLAN Clique para editar o estilo do título mestre. Recife, 17 de agosto de 2011. Análise CEPLAN Recife, 17 de agosto de 2011. Temas que serão discutidos na VI Análise Ceplan A economia em 2011: Mundo; Brasil; Nordeste, com destaque para Pernambuco; Informe sobre mão de obra qualificada.

Leia mais

BNDES Prosoft. Programa BNDES para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação

BNDES Prosoft. Programa BNDES para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação BNDES Prosoft Programa BNDES para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação Objetivo - Contribuir para o desenvolvimento da indústria nacional de software

Leia mais

RESUMO EXECUTIVO Todos os direitos reservados. Distribuição e informações:

RESUMO EXECUTIVO Todos os direitos reservados. Distribuição e informações: RESUMO EXECUTIVO O Ministro da Fazenda, Guido Mantega, comunicou no dia 27 de dezembro de 2011 que vai mudar o regime de tributação para a importação de produtos têxteis do atual ad valorem, em que no

Leia mais

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Pequenas e Médias Empresas no Canadá Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios De acordo com a nomenclatura usada pelo Ministério da Indústria do Canadá, o porte

Leia mais

Desafios para a Expansão das Exportações de TI ENAEX 2011. Antonio Gil Presidente

Desafios para a Expansão das Exportações de TI ENAEX 2011. Antonio Gil Presidente Desafios para a Expansão das Exportações de TI ENAEX 2011 Antonio Gil Presidente São Paulo, Agosto 2011 Sobre a BRASSCOM VISÃO Posicionar o Brasil como um dos cinco maiores centros de TI do mundo. MISSÃO

Leia mais

Competitividade: Do Diagnóstico à Ação. Wilson Brumer Setembro de 2014

Competitividade: Do Diagnóstico à Ação. Wilson Brumer Setembro de 2014 Competitividade: Do Diagnóstico à Ação Wilson Brumer Setembro de 2014 BRASIL FRENTE A UM NOVO DESAFIO DE CRESCIMENTO 6,00% 5,00% 4,00% 3,00% 2,00% 1,00% 0,00% -1,00% Evolução do PIB Mundial 5,35% 5,25%

Leia mais

RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO. Junho de 2012

RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO. Junho de 2012 RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO Junho de 2012 Riscos e oportunidades para a indústria de bens de consumo A evolução dos últimos anos, do: Saldo da balança comercial da indústria

Leia mais

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Fevereiro/2014 A taxa de câmbio é um dos principais preços relativos da economia, com influência direta no desempenho macroeconômico do país e na composição de

Leia mais

Índice. TIC Aqui tem Software e Serviço TIC

Índice. TIC Aqui tem Software e Serviço TIC 1 Índice TIC 2 TIC Aqui tem Software e Serviço IMAGEM I ) Importância do TIC II) Evolução / Inovação como competição III) Cenário Mundial de IT BPO Services IV) Cenário de TIC no Brasil V) Posicionamento

Leia mais

Panorama Mundial (2013)

Panorama Mundial (2013) Panorama Mundial (2013) Produção mundial alcançou US$ 444 bilhões em 2013; Mesmo com os efeitos da crise internacional, registra 85% de crescimento desde 2004, a uma taxa média de 7% ao ano; 54% da produção

Leia mais

Infraestrutura Turística, Megaeventos Esportivos e Promoção da Imagem do Brasil no Exterior. Ministro Augusto Nardes

Infraestrutura Turística, Megaeventos Esportivos e Promoção da Imagem do Brasil no Exterior. Ministro Augusto Nardes Infraestrutura Turística, Megaeventos Esportivos e Promoção da Imagem do Brasil no Exterior Ministro Augusto Nardes TEMA 2: Geração de emprego e renda na economia nacional 1. Frente Parlamentar e a micro

Leia mais

Os desafios da intermediação financeira no setor informal

Os desafios da intermediação financeira no setor informal Os desafios da intermediação financeira no setor informal VI Seminário Banco Central de Microfinanças 14.06.2007 Porto Alegre - RS Dinheiro, segundo o provérbio, chama dinheiro. Quando se tem um pouco,

Leia mais

EQPS Belo Horizonte. Política de Software e Serviços: Política Industrial & Plano de Ação C,T&I 2007-2010

EQPS Belo Horizonte. Política de Software e Serviços: Política Industrial & Plano de Ação C,T&I 2007-2010 EQPS Belo Horizonte Política de Software e Serviços: Política Industrial & Plano de Ação C,T&I 2007-2010 Antenor Corrêa Coordenador-Geral de Software e Serviços Ministério da Ciência e Tecnologia Secretaria

Leia mais

Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado, com certeza vai mais longe. Clarice Lispector

Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado, com certeza vai mais longe. Clarice Lispector Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado, com certeza vai mais longe. Clarice Lispector O brasileiro é um povo sem memória, que esquece seus feitos e seus heróis...

Leia mais

Workshop Reforma tributária: reflexos sobre empresas e regiões

Workshop Reforma tributária: reflexos sobre empresas e regiões Departamento Jurídico - DEJUR Workshop Reforma tributária: reflexos sobre empresas e regiões Painel - Reforma Tributária à luz do desenvolvimento regional Helcio Honda O que a Sociedade espera de uma Reforma

Leia mais

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010 Metodologia Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Através de e-survey - via web Público Alvo: Executivos de empresas associadas e não associadas à AMCHAM Amostra: 500 entrevistas realizadas Campo: 16

Leia mais

Sede Nacional Sede N a N ci c o i nal l - SP

Sede Nacional Sede N a N ci c o i nal l - SP Sede Nacional Sede Nacional - SP Fundação: 1937 - origem em um sindicato de máquinas têxteis; Possui 1.500 empresas associadas e representa 4,5 mil empresas; O setor representado pela ABIMAQ gera mais

Leia mais

Vida Segura Empresarial Bradesco:

Vida Segura Empresarial Bradesco: PRÊMIO ANSP 2005 Vida Segura Empresarial Bradesco: A democratização do acesso ao Seguro de Vida chega às Micro e Pequenas Empresas. 1 SUMÁRIO 1. Sinopse 3 2. Introdução 4 3. O desafio de ser o pioneiro

Leia mais

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 1 A Situação Industrial A etapa muito negativa que a indústria brasileira está atravessando vem desde a crise mundial. A produção

Leia mais

A Redução do Fluxo de Investimento Estrangeiro Direto e as Implicações para o Brasil

A Redução do Fluxo de Investimento Estrangeiro Direto e as Implicações para o Brasil A Redução do Fluxo de Investimento Estrangeiro Direto e as Implicações para o Brasil Análise Economia e Comércio Bernardo Erhardt de Andrade Guaracy 30 de outubro de 2003 A Redução do Fluxo de Investimento

Leia mais

Falta integrar as leis do Mercosul

Falta integrar as leis do Mercosul Publicado em: Gazeta Mercantil, no dia 04-06-1998, pág. 1 e A8 Autores: Marta Watanabe, Juiiano Basile e Adriana Aguilar Falta integrar as leis do Mercosul Apesar do crescimento de 300% em quatro anos

Leia mais

Perspectivas para o financiamento das PPPs

Perspectivas para o financiamento das PPPs Perspectivas para o financiamento das PPPs PPP Summit 2015 20 de maio de 2015 Frederico Estrella frederico@tendencias.com.br Histórico e perfil da Tendências 2 Histórico Fundada em 1996, a Tendências é

Leia mais

I Seminário Internacional Software e Serviços de TI. Políticas Públicas e Estratégias Empresariais para a AL e o Caribe. São Paulo.

I Seminário Internacional Software e Serviços de TI. Políticas Públicas e Estratégias Empresariais para a AL e o Caribe. São Paulo. I Seminário Internacional Software e Serviços de TI Políticas Públicas e Estratégias Empresariais para a AL e o Caribe São Paulo Fevereiro 2010 José Curcelli Presidente ABES Associação Brasileira das Empresas

Leia mais

Gestão de Pequenas Empresas no Brasil - Alguns Dados Importantes.

Gestão de Pequenas Empresas no Brasil - Alguns Dados Importantes. Gestão de Pequenas Empresas no Brasil - Alguns Dados Importantes. Por Palmira Santinni No Brasil, nos últimos anos, está ocorrendo um significativo aumento na criação de novas empresas e de optantes pelo

Leia mais

Pequenos Negócios no Brasil. Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br

Pequenos Negócios no Brasil. Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br Pequenos Negócios no Brasil Pequenos Negócios no Brasil Clique no título para acessar o conteúdo, ou navegue pela apresentação completa Categorias de pequenos negócios no Brasil Micro e pequenas empresas

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 93 Exposição na abertura do encontro

Leia mais

A decolagem do turismo

A decolagem do turismo A decolagem do turismo OBrasil sempre foi considerado detentor de um enorme potencial turístico. Em 1994, no entanto, o país recebeu menos de 2 milhões de turistas internacionais, um contingente que, na

Leia mais

OBSTÁCULOS TRIBUTÁRIOS AO CRESCIMENTO

OBSTÁCULOS TRIBUTÁRIOS AO CRESCIMENTO OBSTÁCULOS TRIBUTÁRIOS AO CRESCIMENTO TRIBUTAÇÃO, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E CIDADANIA EDUCAÇÃO FISCAL NO CONTEXTO SOCIAL RAZÕES DA CARGA TRIBUTÁRIA. DESENVOLVIMENTO E CONTROLE SOCIAL DO GASTO PÚBLICO

Leia mais

PROPOSIÇÕES PARA O FORTALECIMENTO DA INDÚSTRIA DE EQUIPAMENTOS PARA GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TEMPOS DE CRISE

PROPOSIÇÕES PARA O FORTALECIMENTO DA INDÚSTRIA DE EQUIPAMENTOS PARA GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TEMPOS DE CRISE 1ºTri 00 3ºTri 00 1ºTri 01 3ºTri 01 1ºTri 02 3ºTri 02 1ºTri 03 3ºTri 03 1ºTri 04 3ºTri 04 1ºTri 05 3ºTri 05 1ºTri 06 3ºTri 06 1ºTri 07 3ºTri 07 1ºTri 08 3ºTri 08 1ºTri 09 3ºTri 09 1ºTri 10 3ºTri 10 1ºTri

Leia mais

Projeto EFD Social Programa de Unificação do Crédito (Fazendário e Previdenciário)

Projeto EFD Social Programa de Unificação do Crédito (Fazendário e Previdenciário) Projeto EFD Social Programa de Unificação do Crédito (Fazendário e Previdenciário) Projeto EFD Social Integra o Programa de Unificação do Crédito Previdenciário) PUC 1 (Fazendário e Iniciativa

Leia mais

O Peso da Burocracia Tributária na Indústria de Transformação 2012

O Peso da Burocracia Tributária na Indústria de Transformação 2012 Departamento de Competitividade e Tecnologia O Peso da Burocracia Tributária na Indústria de Transformação 2012 Equipe Técnica Setembro de 2013 1 Sumário 1 Introdução 2 Custos do Sistema Tributário 3 Custos

Leia mais

O Futuro da Indústria Química CARLOS FADIGAS

O Futuro da Indústria Química CARLOS FADIGAS O Futuro da Indústria Química CARLOS FADIGAS A indústria química é relevante para o Brasil... Faturamento da Indústria Química Brasileira (US$ bilhões) +6% a.a. 166 160 162 124 129 101 2008 2009 2010 2011

Leia mais

Economia de mercado socialista da China: Papéis do governo e dos capitais privados e estrangeiros

Economia de mercado socialista da China: Papéis do governo e dos capitais privados e estrangeiros Economia de mercado socialista da China: Papéis do governo e dos capitais privados e estrangeiros Após a 3ª sessão plenária do 11º Congresso Nacional do Partido Comunista da China (PCCh) realizada em 1978,

Leia mais

Universidade de Coimbra Faculdade de Direito. Crise do Estado Fiscal, Competitividade e Bem-Estar Social

Universidade de Coimbra Faculdade de Direito. Crise do Estado Fiscal, Competitividade e Bem-Estar Social Universidade de Coimbra Faculdade de Direito Crise do Estado Fiscal, Competitividade e Bem-Estar Social Eduardo Molan Gaban Sócio das áreas de Direito Antitruste e Comércio Internacional de Machado Associados

Leia mais

Departamento de Competitividade e Tecnologia

Departamento de Competitividade e Tecnologia Custos Econômicos e Sociais da Guerra Fiscal do ICMS na Importação DECOMTEC/FIESP Se não bastassem os efeitos da guerra cambial, dos elevados juros e da elevada carga, a indústria nacional enfrenta agora

Leia mais

Apresentação. Torne-se um Empreendedor Individual e traga para o seu negócio todos os benefícios da formalização. Guia do Empreendedor Individual

Apresentação. Torne-se um Empreendedor Individual e traga para o seu negócio todos os benefícios da formalização. Guia do Empreendedor Individual Apresentação Muitos brasileiros trabalham informalmente por conta própria, ou seja, não têm nenhum tipo de registro. E por isso ficam sem acesso a diversos benefícios, como a Previdência Social, cursos

Leia mais

Desenvolvimento de educação técnica e científica para a operação de centros de PD&I no Brasil. Carlos Arruda, Erika Barcellos, Cleonir Tumelero

Desenvolvimento de educação técnica e científica para a operação de centros de PD&I no Brasil. Carlos Arruda, Erika Barcellos, Cleonir Tumelero Desenvolvimento de educação técnica e científica para a operação de centros de PD&I no Brasil Carlos Arruda, Erika Barcellos, Cleonir Tumelero Empresas Participantes do CRI Multinacionais Instituições

Leia mais

CONHECENDO O CHILE ATRAVÉS DE SEU SETOR SERVIÇOS. www.prochile.gob.cl

CONHECENDO O CHILE ATRAVÉS DE SEU SETOR SERVIÇOS. www.prochile.gob.cl CONHECENDO O CHILE ATRAVÉS DE SEU SETOR SERVIÇOS www.prochile.gob.cl O Chile surpreende pela sua variada geografia. Suas montanhas, vales, desertos, florestas e milhares de quilômetros de costa, o beneficiam

Leia mais

MACRO OBJETIVOS DO PROGRAMA

MACRO OBJETIVOS DO PROGRAMA Programa Estratégico de SOFTWARE E SERVIÇOS de TI 1. PANORAMA DO MERCADO 2. COMPARATIVOS INTERNACIONAIS 3. VISÃO DA POLÍTICA 4. PRINCIPAIS MEDIDAS E PROGRAMAS MACRO OBJETIVOS DO PROGRAMA 1- FORTALECER

Leia mais

Guia definitivo de ferramentas de Planejamento para Micro Empreendedores Individuais

Guia definitivo de ferramentas de Planejamento para Micro Empreendedores Individuais Guia definitivo de ferramentas de Planejamento para Micro Empreendedores Individuais Introdução O Brasil já tem 4,7 milhões de microempreendedores individuais, segundo dados de janeiro de 2015 da Receita

Leia mais

Portfólio de serviços - 1

Portfólio de serviços - 1 Portfólio de serviços - 1 www.valortributario.com.br { C om experiência de quem há mais de 12 anos oferece soluções empresariais para os mais diversos segmentos, a VALOR TRIBUTÁRIO destaca-se como uma

Leia mais