Web site como ambiente de comunicação: uma análise da usabilidade dos web sites dos Convention & Visitors Bureau do Estado de Santa Catarina

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1 Vl. 9 Nº 1 págs Web site cm ambiente de cmunicaçã: uma análise da usabilidade ds web sites ds Cnventin & Visitrs Bureau d Estad de Santa Catarina Adriana Gmes de Mraes i (Brasil) Resum: Cientes de que a infrmaçã de qualidade é essencial para qualquer rganizaçã e que para iss é precis que exista sistemas de infrmaçã fáceis de serem usads. Pis essa necessidade de infrmaçã qualificada e de ba usabilidade trna a interface cm usuári parte fundamental ds sistemas de infrmaçã. Pr iss bjetiv dessa pesquisa fi analisar a usabilidade ds web sites ds Cnventin & Visitrs Bureau pertencentes a Estad de Santa Catarina. O métd nessa pesquisa fi a analise de cnteúd, mediante us ds seguintes critéris: bjetiv, acessibilidade, identidade visual, cnteúd, arquitetura da infrmaçã, Hipermídia, navegabilidade. Tal analise verificu que s web sites devem prcurar mair adequaçã às recmendações ergnômicas. Palavras chave: Web site; Cnventin & visitrs Bureau; Usabilidade. Title: Web site and cmmunicatins envirnment: an analysis f the usability f web sites f Cnventin & Visitrs Bureau f Santa Catarina. Abstract: Aware that quality infrmatin is essential fr any rganizatin, which means that there must be infrmatin systems easier t use. Fr this need fr quality infrmatin and gd usability makes the User Interface fundamental part f infrmatin systems. Therefre the aim f this study was t analyze the usability f web sites f the Cnventin & Visitrs Bureau belnging t the State f Santa Catarina. The methd used in this study was t examine the cntent by using the fllwing criteria: bjective, accessibility, branding, cntent, infrmatin architecture, hypermedia, navigability. This analysis fund that web sites shuld seek t better match the ergnmic recmmendatins. Key-wrds: Web site; Cnventin & visitrs Bureau; Usability. i Mestre em e Hteleria. PASOS. Revista de y Patrimni Cultural. ISSN

2 48 Web site cm ambiente de cmunicaçã:... Cnsiderações Iniciais A evluçã tecnlógica que envlve mund, as rganizações e as pessas atingem praticamente tdas as atividades e favrece a veiculaçã livre e rápida de grande vlume de infrmações pr diverss meis, principalmente pela Internet. A rapidez de evluçã nessa área crreu devid à necessidade de tecnlgias padrnizadas e eficientes na melhria da qualidade ds prcesss e de mdels prátics e ágeis. A tecnlgia da infrmaçã (TI), que é gerada e explicitada devid a cnheciment das pessas, tem sid, a lng d temp, cada vez mais intensamente empregada cm instrument para s mais diverss fins. É utilizada pr indivídus e rganizações, para acmpanhar a velcidade cm que as transfrmações vêm crrend n mund; para aumentar a prduçã, melhrar a qualidade ds prduts; cm suprte à análise de mercads; para trnar ágil e eficaz a interaçã cm mercads, cm clientes e até cm cmpetidres. É usada também cm ferramenta de cmunicaçã e gestã empresarial, de md que rganizações e pessas se mantenham perantes e cmpetitivas ns mercads em que atuam. Em face diss, além de sua rápida evluçã, é cada vez mais intensa a percepçã de que a tecnlgia de infrmaçã e cmunicaçã nã pde ser dissciada de qualquer atividade, cm imprtante instrument de api à incrpraçã d cnheciment cm principal agregadr de valr as prduts, prcesss e serviçs entregues pelas rganizações as seus clientes. Cm nã pderia deixar de acntecer em tds s setres n turism us da tecnlgia de infrmaçã a cada dia aprxima-se mais da realidade de muits usuáris, que utilizam à internet para diversificadas cnsultas (cmpra de passagens áreas, rdviárias, pactes de viagens, cnsulta as atrativs das cidades etc.). Diante dessa discussã esse artig tem cm bjetiv analisar a usabilidade ds web sites ds Cnventin & visitrs Bureau d Estad de Santa Catarina a fim de cnhecer se as ferramentas usadas estã cumprind seu papel que é de infrmar de frma simples usuari que deseja participar u fazer um event nas cidades assciadas u até mesm viajar para turism de lazer. Cm estad de Santa Catarina apresenta-se em privilegiada e variadas regiões litrâneas,serranas etc. ptu-se em desenvlver a pesquisa nesse estad que segund dads da Santa Catarina n an de 2009 durante s meses de janeir e fevereir teve um mviment estimad de gerand uma receita de ,83. Pr se tratar de uma assciaçã que tem cm bjetiv Prmver, captar e gerar events que acntecem ns destins assciads bem cm a visita de atrativs turístics n destin e demais cidades filiadas fi esclhid analisar s web sites ds CVB. A Tecnlgia de infrmaçã nas estruturas rganizacinais Cm surgiment das tecnlgias da infrmaçã fi inevitável surtir grande efeit na peraçã, na estrutura e na estratégia das rganizações turísticas d mund td. Cm a nva tecnlgia, reduzem-se s custs de cmunicaçã e peraçã. Prem exerce efeit cntrari na flexibilidade, interatividade, eficiência, prdutividade e cmpetitividade. Uma vez que a cmpetitividade das empresas e das destinações está em prcess de redefiniçã devid à maximizaçã da utilizaçã, desenvlviment e a aplicaçã destas tecnlgias. Para (Cper et al 2001) as tecnlgias de infrmaçã lideram a mudança de fc de rganizaçã turística vltadas para prdut,para perações cm capacidade de respsta mais flexíveis e vltadas para mercad,nas quais sucess depende de captaçã de respstas rápidas as mudanças nas necessidades ds clientes. Na mesma linha de pensament (Prter 1999) sustenta que as tecnlgias da infrmaçã pdem cntribuir para a cadeia de valr ds prduts e serviçs,seja melhrand sua psiçã de cust,seja pela diferenciaçã d prdut. Nã resta duvida de que as tecnlgia de infrmaçã estã frçand um remdelament da cmpetitividade e as cnseqüentes implicações estratégicas para a prsperidade das rganizações. Prem nã é remédi para reslver s baixs desempenhs das rganizações, mas tem ferecid prtunidades sem precedentes as prestadres de serviçs que instigaram um nv design ds sistemas para integrar cmpletamente essas tecnlgias. As tecnlgias da infrmaçã apresentam efeits benéfics ns desempenhs das rganizações, mas sucess d desenvlviment e da implementaca de nvs sistemas para bter vantagem cmpetitiva sustentável exige planejament, gerenciament racinal das tecnlgias das infrmações, cmprmiss e visã da alta PASOS. Revista de y Patrimni Cultural, 9(1) ISSN

3 Adriana Gmes de Mraes 49 gerencia e também treinament em tda a hierarquia. O us de tecnlgia da infrmaçã n turism cm em tds s setres está a cada dia mais rapidamente send difundid pr tds s usuáris. Cm s prduts turístics sã cmprads geralmente antes d mment d us e lnge d lcal de cnsum, dependend quase que exclusivamente de representações e descrições frnecidas pel cmerci de viagens e utrs intermediáris. A infrmaçã precisa e crreta, aprpriada as necessidades d cnsumidr, é muitas vezes a chave para a satisfaçã ds cnsumidres. Ns dias atuais as tecnlgias da infrmaçã sã centrais para a demanda d turism, já que requerem geraçã, cleta, prcessament, aplicaçã e cmunicaçã da infrmaçã para as perações. O impact das tecnlgias da infrmaçã fi tã grande que frçu setr a reavaliar a frma pela qual rganiza seus prcediments de prduçã e negócis, s métds que utilizam para clcar n mercad, prmver e distribuir seu prdut, e papel cumprid pel treinament e evluções cm relaçã à educaçã da mã- de- bra. A imprtância das tecnlgias da infrmaçã para s Cnventin & Visitrs Bureau Um cnventin and visitrs bureau é uma rganizaçã abrangente que representa uma cidade u área urbana n atendiment e na prestaçã de serviçs a tds s tips de visitantes, sejam a negócis, lazer u ambs. É a entidade que cngrega s interesses da administraçã municipal, assciações cmerciais u cívicas e prestadres de serviçs de viagem individuais- htéis, mtéis, restaurantes, atrações, transprte lcal n increment d trafeg de visitantes de fra para aquela regiã. Para (Geldner 2002) O turism é uma fnte de renda e empreg cada vez mair na mairia das áreas metrplitanas e demanda um esfrç crdenad e cletiv para que cresça. A melhr frma de estimular esse cresciment é através d papel que um cnventin and visitrs bureau pde cumprir na melhria cntinua da abrangência e da qualidade ds serviçs que a cidade frnece as rganizadres de encntrs de crprações e assciações, viajantes individuais a negócis de lazer. O bureau é a ligaçã, na cidade, entre s ptenciais visitantes a regiã e as empresas que s receberã quand vierem. Ele funcina cm um pnt de infrmaçã e cnsulta sbre administraçã de cnvenções e agencias prmcinal para a cidade, muitas vezes, cm um estimulante para desenvlviment e renvaçã urbans. Entre s serviçs geralmente ferecids para rganizadres de events, está à rientaçã em relaçã à cidade, ligaçã entre s prestadres de serviçs e administraçã de events. Cm uma rganizaçã que representa uma cidade e segment de atividade bureau também adtu us de nvas tecnlgias para facilitar cntat cm seu cliente ptencial. Os web sites trnaramse a tecnlgia adtada segund um relatóri publicad pel Natinal Cuncil f State Turism Directrs, esse relatóri cnclui também que a mesm temp em que usam sites para fins tradicinais,cm listagens de calendári de events,links para sites afins e apresentaçã de mapas turístics estaduais e lcais, eles estã aprfundand us desses recurss. O turism e a infrmaçã na Wrld Wide Web Em se tratand de prestadres de serviçs turístics, a internet (w w w )ferece uma infra-estrutura para a distribuiçã glbal e frneciment de infrmaçã multimídia de natureza turística. O us dessa ferramenta também prprcina mair pder a cnsumidr, através d frneciment dirigid de prduts que atendem as suas necessidades individuais, diminuind assim, a distancia entre cnsumidr e a destinaçã de frma interativa e flexível. Para (Cper et al 2001) A internet também pde frtalecer as funções de marketing e cmunicações de destinações distantes,sejam elas periféricas u insulares, bem cm de empreendiments turístics de pequen e médi prte,a pssibilitar a cmunicaçã direta cm cnsumidres ptenciais. Assim send, ferece prtunidades sem precedentes e acessíveis para a representaçã e marketing glbal para prestadres de serviçs turístics grandes e pequens. N mercad de agencias de viagens atualmente sã muitas as alternativas das agencias n line que desenvlvem interfaces aprpriadas as cnsumidres. A internet também ferece prtunidade sem igual para apresentações de multimídia, que pssibilita mair interaçã de quem busca a infrmaçã e de quem frnece. N entant, para que turism pssa explrar ptencial ttal d cmerci eletrônic e de seus cnsumidres é precis ter seguranças nas transmissões, garantir credibilidade e respnsabilidade pelas infrmações, garantir direits autrais, reduzir a cnfusã e as insatisfações ds usuáris. PASOS. Revista de y Patrimni Cultural, 9(1) ISSN

4 50 Web site cm ambiente de cmunicaçã:... Cm cresciment e a sfisticaçã da demanda turística, surgiu nva dependência da mídia eletrônica pr parte ds cnsumidres, frnecedres e intermediáris. Númers cada vez maires de cnsumidres utilizam s sites cmerciais e nã cmerciais da internet para planejament,busca,reserva, aquisiçã e mdificações em prduts turístics. Viajantes experientes ganham pder cm as tecnlgias da infrmaçã e us de sistemas de infrmaçã e reserva para melhrar a eficiência pessal. As tecnlgias da infrmaçã, prtant, transfrmaram a distribuiçã d prdut turístic, para frmar um mercad eletrônic, n qual acess a infrmaçã é instantâne. Além diss, desenvlviment cntínu, de grandes prprções, crrid na internet resultu em uma reengenharia de td prcess de prduçã e distribuiçã ds prduts turístics. Cm cnseqüência dessa explsã tecnlógica, a frmataçã d turism está se trnand cada vez mais individual, um prcess que ferecerá nvas prtunidades e ameaças a tds s participantes d turism. O Web site u websíti aqui entendid cm um cnjunt de páginas web, ist é, de hipertexts acessíveis geralmente pel prtcl HTTP na Internet é a ferramenta bastante utilizada para a divulgaca de cidades turisticas e servics turistics. As páginas num site sã rganizadas a partir de um URL básic, u síti nde fica a página principal, e geralmente residem n mesm diretóri de um servidr. As páginas sã rganizadas dentr d site numa hierarquia bservável n URL, embra as hiperligações entre elas cntrlem md cm leitr se apercebe da estrutura glbal, md esse que pde ter puc a ver cm a estrutura hierárquica ds arquivs d site. Cm a finalidade de permitir a usuari de web sites sucess de sua prcura surge a ergnmia que vei aumentar seu ram de atuaçã a lng ds ans. Cm enrme desenvlviment ds Sistemas de Infrmaçã, cmeça também a haver uma enrme necessidade de trnar esses sistemas mais acessíveis e usáveis. Cm cresciment substancial de infrmaçã dispnível na Web, trna-se mais difícil distinguir a qualidade da infrmaçã que se retém. A infrmaçã que cnta é aquela que satisfaz a necessidade de quem a pretende. Mas nem sempre resultad que se btém é qualitativamente, fiável, ainda que utilizadr julgue que seja. Um web site para ser bem sucedid, têm que ser cncebid e estar rganizad de frma a nã fazer perder temp usuari: frnecer a infrmaçã que ele quer, e fazê-la da frma mais simples e intuitiva pssível. A simplicidade pde nã bastar para trnar bem sucedid, mas é sem dúvida necessária. Para iss surge a ergnmia que estuda a Usabilidade, Fatres Humans, Ergnmia Cgnitiva, Interacçã Hmem-Cmputadr. A Usabilidade é apenas mais uma área de atuaçã da ergnmia aplicada a prdut. A usabilidade pde ser aplicada tant a bjets físics cm a sistemas de infrmaçã. Na usabilidade aplicada as sistemas de infrmaçã deve-se criar um sistema que seja intuitiv e fácil de utilizar. O bjetiv é criar um sistema tã simples e inteligível, que seja impssível haver errs pr parte ds usuáris. A usabilidade depende de um grande númer de fatres, incluind fat da funcinalidade ir u nã de encntr cm as necessidades d usuari, s passs dads durante us d sistema servem u nã para realizar as tarefas d usuari, e as respstas dadas pel sistema sã cmpatíveis u nã cm as expectativas de quem busca a infrmaça Sã inúmers fatres que cndicinam a fiabilidade da infrmaçã: desde tip de publicidade à ausência de elements de cntext, tud pde cncrrer para que usuari julgue estar de psse de dads crrets, frmuland a partir deles uma piniã quand de fat nã sã, e resultad pde ser mais u mens desastrs. A página web de uma empresa u rganizaçã é a prta de entrada para a sua infrmaçã, prduts e serviçs. Cm tal, deveria refletir as necessidades ds seus usuari. Infelizmente, a cncepçã e design de websites é nrmalmente centrad na tecnlgia, na estrutura rganizacinal da empresa, u ns bjetivs de negóci, em vez de estar centrad nas necessidades reais d usuari. Metdlgia Quant as bjetivs a pesquisa caracteriza-se cm explratória. Quant as prcediments técnics à pesquisa em fnte de papel é bibligráfica, para a cnstruçã ds fundaments teórics fram cnsultads livrs sbre ciências da infrmaçã, tecnlgia da infrmaçã e turism. Caracteriza-se também cm dcumental, pis se valeu de materiais que nã receberam ainda um tratament analític. Para a realizaçã da pesquisa primeiramente fi levantad junt a Cnfederaçã Brasileira de Cnventin & Visitrs PASOS. Revista de y Patrimni Cultural, 9(1) ISSN

5 Adriana Gmes de Mraes 51 Bureau univers de assciads, que representads pr tdas as regiões brasileiras sã um ttal de 77 Cnventin & Visitrs Bureau. Após fi pesquisad numer de bureau filiads a Cnfederaçã Brasileira de CVB pertencentes a Estad de Santa Catarina- que fi bjet da pesquisa- O Estad cnta cm 13 municípis/regiões assciadas que pssuem web sites. Para atingir bjetiv de pesquisa prpst fi usada a análise de cnteúd que cnsiste segund (Bardin 1997) Em um cnjunt de técnicas de análise das cmunicações visand bter, pr prcediments sistemátics e bjetivs de descriçã d cnteúd das mensagens, indicadres (quantitativs u nã) que permitam a inferência de cnheciments relativs às cndições de reprduçã/recepçã dessas mensagens. Para a análise prpsta fram utilizads s seguintes critéris: Critéris de avaliaçã 1-Qual é bjetiv d web site? 2. Acessibilidade: existe a liberdade de acess ns dis navegadres (Internet Explrer e Netscape ), sem prejuíz a cnteúd. 3-Identidade visual d site- 4-Cnteúd: qualidade e a cerência de cnteúd publicad. 5-Facilidade n us e a arquitetura da infrmaçã 6--Hipermídia e utrs Web 2.0 e s desafis da interatividade 7- Navegabilidade Após a analise de cnteúd as respstas fram categrizadas e interpretadas cnfrme s critéris estabelecids acima e feita uma síntese e seleçã ds resultads relevantes para utilizaçã ds resultads de analise cm fins teórics. Análise ds Resultads Primeiramente é imprtante ressaltar que cnfrme descrit na metdlgia Estad de Santa Catarina pssui 13 municípis/regiã filiads a Cnfederaçã Brasileira de Cnventin & Visitrs Bureau e que pssuem ficialmente web site cnfrme divulgad na web page da cnfederaçã. N entant a pesquisa smente pde ser feita em 10 bureau pis 2 estavam em manutençã e 1 estava divulgand um event gastrnômic cm um banner n line- quand realizada a pesquisa em marc de 2010 que nã permitiu acess as demais infrmações d web site, ficand prtant a referida pagina dand smente infrmações acerca d event. Cm s sítis pesquisads sã de dmíni public e pr questões éticas segue abaix a relaçã ds sites pesquisads. Após a identificaçã ds respectivs web sites, tds fram previamente testads para verificar se estavam cm endereç crret e se estavam atualizads. Para dessa frma, dar andament na pesquisa, cnfrme s critéris estabelecids. Ns demais resultads apresentads s sítis serã representads pr rdem numérica crescente, cnfrme estabelecid n quadr 1. Quant a bjetiv ds web sites analisads 4 apresentam claramente infrmações a quem deseja realizar events nas cidades u até mesm que visitar e nde hspedar,cmer para quem pretende viajar a turism de lazer. Os demais sites divulgam s atrativs de sua cidade/regiã cm links de meis de hspedagem sem maires aprfundaments sbre acesss, mapas e demais infrmações cnsideradas indispensáveis para quem busca cnhecer uma cidade pela primeira vez, pr iss, nem sempre as infrmações sã pertinentes. O que chamu a atençã é que em alguns sites cm banners de prpaganda é mair que dispnibilidade das infrmações efetivamente da lcalidade. Diante diss é imprtante ressaltar que em um web site tud gira em trn da crreta definiçã d bjetiv da açã u d retrn sbre investiment. Se suberms para que site fi elabrad, saberems definir se ele está adequad u nã a seu públic-alv, basead n sucess ds bjetivs predefinids (vendas,, exibiçã de prtfóli,turism de lazer, events etc.).n cas ds web sites ds CVB das lcalidades é precis delinear para que existem esses sits? Quem prcura infrmações nesse lcal deseja saber exatamente que? Parte da dificuldade de muitas empresas é justamente definir um bjetiv clar para a sua presença na internet e, a partir daí, criar métricas para medir sucess (em vendas, em acesss, em temp de navegaçã, em retrn para a marca etc.) de um determinad web site. A acessibilidade - definida cm grau de pssibilidade de sucess n acess a cnteúd d prtal pr parte d usuári, desde a busca d endereç até a efetivaçã da leitura d cnteúd desejad fram PASOS. Revista de y Patrimni Cultural, 9(1) ISSN

6 52 Web site cm ambiente de cmunicaçã:... Web site Municípis que representa 1-http://www.aguasdalturuguai.cm.br Cncórdia, Itá,Piratuba. 2-http:// Prt Bel, Itapemae Bmbinhas 3-http://www.blumenau.cm.br Blumenau 4-http://www.chapeceregiacvb.cm.br Este Chapecó endereç de está send prtegid de spam, vcê precisa de Javascript habilitad para vê-l 5-www.serracatarinense.cm/cnventin Bm Jardim da Serra, Bm Retir, Lages, Laur Muller, Sâ Jaquim, Ri Rufin, Urubici, Urupema. 6-http:// Tubarã, Ri Frtuna, Santa Rsa de Lima, Laguna, Garpaba, Gravatal, Grã Pará, Braç d Nrte, Sã Ludger, Pedras Grandes, Treze de Mai, Sangã, jaguaruna, Capivari de Baix,Imarui, Armazém, Sã Martinh e Imbituba. 7- Flrianóplis Sã Jsé, Palhça, Angelina, Sant Amar,Biguaçu, Antôni Carls, Sâ Pedr de Alcântara e Ranch Queimad,Gvernadr Cels Rams 8-http://www.jaraguacnventin.cm.br Jaraguá d Sul, Guaramirim, Schreder, Crupá,Massaranduba, Sã Jã d Itaperuí, Barra Velha. 9-http:// Jinville, Sã Francisc d Sul, Sã Jã d Itaperiu, Itapá, Barra d Sul, Garuva, Araquari,BarraVelha 10-http:// Fraiburg, Videira, Pinheir Pret, Tangará, Treze Tílias,Jaçaba e Piratuba. Quadr 1- Identificaçã ds web sites pesquisads utilizads s testes de validaçã de aderência a padrões, da Wrld Wide Web Cnsrtium (W3C), dispnibilizads n website dessa rganizaçã, na frma de aplicativs acinads remtamente: clca-se num frmulári aprpriad endereç d website que se quer analisar e própri aplicativ analisa e avalia sua cnstruçã (se utiliza u nã s respectivs padrões). Ns testes realizads, nenhum ds prtais bteve êxit. As páginas iniciais nã pssuíam um element que declarava exatamente qual tip e versã de HTML que estava send utilizad (dctype) e iss causu a reprvaçã de tds. Esta reprvaçã influenciu negativamente teste de CSS, que parece estar cndicinad a aprvaçã d HTML, cnfrme alguns indicativs frnecids pels resultads da avaliaçã. O fat de site ser u nã perfeitamente aderente as padrões da W3C influencia na experiência de us d usuári cm navegadres alternativs a Internet Explrer. Prtais e web sites pdem apresentar prblemas na apresentaçã d seu layut e nas funcinalidades, cm nã funcinament ds btões ds menus, pr exempl. O bm funcinament ds prtais em utrs navegadres, além d Internet Explrer, indica cmpatibilidade em platafrmas livres, que sã incentivadas pel gvern brasileir e utilizadas em diversas iniciativas de inclusã digital. Percebeu-se também que a nem tds s sites apresentam dispnibilidade de versões em utras línguas, que cnsideru grande falha pr se tratar de sítis da internet que sã facilmente manuseads pr pessas d mund inteir. A ser bservad que desenvlviment de um site está intimamente relacinad a seu public alv, nã existe pertinência nas infrmações frnecidas em 4 sites avaliads, pis a identidade vi- PASOS. Revista de y Patrimni Cultural, 9(1) ISSN

7 Adriana Gmes de Mraes 53 Objetiv Para que de e rural sle de de web site sl e event mar e event event fi mar s event s s feit? s Está adequa d u nã a seu public alv? Existe pertinên cia nas infrma ções frneci das? Nã Sim Sim Nã Sim Nã Sim Sim Sim Sim Nã Sim Sim Nã Sim Nã Sim Sim Sim Sim Quadr 2- bjetiv d web site Existe a liberdade de acess ns dis navegadres (Internet Explrer e Netscape ), sem prejuíz a cnteúd Apresentam cmpatibilidade cm a mairia ds cmputadres e navegadres Quadr 3- Acessibilidade A cmbinaçã harmnia de cres, tipgrafia, imagens da web page sã adequadas? As imagens sãbas? Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Sim Sim Nã Sim Nã Sim Sim Sim Nã As infrmações sã legíveis? Puc Sim Sim Nã Sim Nã Sim Sim Sim Nã A identidade visual agrada a públic a que se destina? Nã Sim Sim Nã Sim Nã Sim Sim Sim Nã Quadr 4 - Identidade visual d site PASOS. Revista de y Patrimni Cultural, 9(1) ISSN

8 54 Web site cm ambiente de cmunicaçã:... O cnteúd expst é geradr de cnheciment para usuári? Nã Sim Sim Nã Sim Nã Sim Sim Sim Nã As infrmações estã atualizadas? Nã Sim Sim Nã Sim Nã Sim Sim Sim Nã Existem áreas de infrmaçã repetidas? Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Quadr 5- Cnteúd: qualidade e a cerência de cnteúd publicad sual d site precisa interagir cm públic. Alem de apresentarem tipgrafia muit pequena trnand as infrmações puc legíveis a baixa qualidade das imagens e a harmnia de cres usadas cntribuem também para a desarmnia d web site. A identidade visual de um site destinad a captaçã de turism de lazer e de events está intimamente relacinad a seu públic alv, pr iss as infrmações frnecidas precisam ser pertinentes e alinhadas a identidade visual baseada ns atrativs e equipaments que a lcalidade pssui para atrair seu public desejad. Em geral, a qualidade da identidade visual é a cmbinaçã de características cm ba harmnia de cres, precupaçã cm gestalt da página, trabalh de tipgrafia pensad para funcinar na internet, fts bem trabalhadas e uma estrutura e tecnlgia que permitam uma ba cmbinaçã desses elements, a cnsistência funcina cm um ds principais fatres de percepçã de uma identidade visual na web. Ist significa utilizar elements gráfics (tipgrafia, cres, imagens) de maneira a dar uma nçã de unidade para quem navegue pr qualquer seçã d website. Lembrand que, td esse prcess tem que ser cerente cm psicinament que se deseja dar a site. Em última instância, ele é um prdut cm bjetiv final de vender a imagem da cidade. A identidade tem que agradar e ser pensada para públic a que ela se destina. Dependend das características desse públic, ela pde ser mais u mens elegante, mais u mens de varej, mais u mens minimalista. O que vai definir a qualidade da identidade visual é quant essas linhas serã bem pensadas e prduzidas dentr da estratégia d site para atender seu públic alv. Quant a cnteúd, na análise fi percebid que é geradr de cnheciment para usuári em 6 web site, que também apresentaram infrmações atualizadas. Ns demais fi cnsiderad que s cnteúds sã puc úteis, pis nã permitem a usuári encntrar que prcura, as infrmações sã descnexas sem descrições ds lcais. A infrmaçã precisa ser geradra de cnheciment para usuári, iss significa infrmaçã + infrmaçã. Pr iss é imprtante atualizar as infrmações e cuidar para nã criar áreas cm infrmações repetidas, ns sites analisads que crreu fi a cntrari alguns pecaram pr falta de maires infrmações. O web site é fácil de navegar? Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim É eficiente na utilizaçã? Nã Sim Sim Nã Sim Nã Sim Sim Sim Sim Fácil de ser recrdad? Nã Sim Sim Sim Sim Nã Sim Sim Sim Nã Apresenta pucs errs? Nã Sim Sim Nã Sim Nã Sim Sim Sim Nã É subjetivamente agradável? Nã Sim Sim Nã Sim Nã Sim Sim Sim Nã As expressões usadas sã familiares a públic alv? Nã Sim Sim Nã Sim Sim Sim Sim Sim Nã É direcinad a quem vai utilizar? Nã Sim Sim Nã Sim Nã Sim Sim Sim Nã Quadr 6- Facilidade n us e a arquitetura da infrmaçã PASOS. Revista de y Patrimni Cultural, 9(1) ISSN

9 Adriana Gmes de Mraes 55 Que ferramentas sã utilizadas para atingir a Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã Nã interatividade? Pssui ferramentas dã vz a usuári? Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Quadr 7- Hipermídia e utra Web 2.0 e s desafis da interatividade Os ícnes utilizads n site sã de fácil cmpreensã? Nã Sim Sim Nã Sim Sim Sim Sim Sim Nã O menu principal aparece na mesma psiçã e em tdasaspáginas,asseguranduma fácillcalizaçã? Quadr 8 - Navegabilidade Fi bservad ns sites pesquisads que embra tds fram cnsiderads fáceis de navegar, 4 deles nã sã eficientes nas infrmações, bem cm sua usabilidade que aqui é cnsiderad ser fácil de aprender,eficiente na utilizaçã,facilidade de ser recrdad, ter pucs errs e ser subjetivamente agradável. A precupaçã cm essas questões define, mesm que de frma superficial, um primeir nível de usabilidade de um site. Para que nível seja realmente aferid, é necessári que sejam feits testes de usabilidade. Uma ba arquitetura cmeça n planejament d website e se materializa na superfície cm a qual usuári entra em cntat. Entã, é cnsiderad fundamental, partind d pressupst de que huve um bm planejament, criar um sistema de rtulagem cuidads, que utilize terms e expressões que sejam familiares a públic-alv. É necessári cmpreender que prjet de um website deve ser direcinad a quem vai utilizar, nã para gst e entendiment de quem prjeta. Arquitetura de infrmaçã existe para facilitar acess d usuári a cnteúd, Ela deve cnsiderar mdel mental d públic alv para que essas decisões de prjet sejam tmadas. Quant a us de hipermídia e ferramentas interativas cm usuári nenhum web site analisad faz us dessa ferramenta, que fi cnsiderad uma falta de visã muit grande, pis grande desafi d us das ferramentas interativas n setr de turism é fazer usuári sentir-se n lcal,interagir cm lcal sem sair de sua casa, iss em um primeir mment. Outr fatr que deve ser ressaltad sã as ferramentas que dã vz a usuári, em tds s web sites analisads é a única ferramenta que dá vz a usuári. Os cnceits d mviment Web 2.0 parecem ter marcad definitivamente a frma bilateral de cm s usuáris vã interagir Nã Sim Sim Nã Sim Sim Sim Sim Sim Nã em ambientes digitais. Pensand niss, as ferramentas que devem ser utilizadas para atingir a interatividade dentr de um site sã ferramentas que pssibilitem a cmunicaçã entre as pessas, que dêem vz a usuári cm, pr exempl: dar sua piniã, escrever matérias, cmpartilhas fts, áudis vídes. É imprtante ressaltar que s cnceits da Web 2.0 devem ser aplicads de frma transparente para usuári. É precis frnecer ferramentas que tenham serventia, que sejam funcinais e nã trféus de uma nva internet. Na avaliaçã da navegabilidade, sabese que a presença de menus que têm sua estrutura alterada durante a experiência de visitaçã pde cnfundir alguns usuáris. Da mesma frma, a presença de links ns texts pde remeter usuári a utrs cnteúds e acabar dispersand algumas leituras, cnsiderand que usuári pde nã estar acstumad, ainda, cm as leituras nã-lineares que s hiperlinks prprcinam. A navegabilidade ds sites pesquisads apresentu-se adequada em setes web sites, nde s ícnes utilizads sã de fácil cmpreensã, menu principal aparece na mesma psiçã e em tdas as páginas, assegurand uma fácil lcalizaçã a usuári. Prem três web sites fram cnsiderads inadequads pis nã dã cndições par usuári navegar de frma fácil. Apresentam-se de frma cnfusa e até mesm cm falta de cnteúd ns ícnes apresentads. A definiçã de ba navegabilidade de um site precisa basicamente mstrar a usuári nde ele está cm fazer para retrnar a lcal de nde vei e para nde pde ir. Cas um web site cnsiga mstrar iss a seu usuári pde-se cnsiderá-l de ba navegabilidade. Imagine chegar a uma cidade que vcê nã cnhece. Basicamente será necessári ter váris suprtes para deslcament (mapa, nmes de ruas, pla- PASOS. Revista de y Patrimni Cultural, 9(1) ISSN

10 56 Web site cm ambiente de cmunicaçã:... cas de trânsit). Em um website deve-se ter alg similar, referências e sinais que auxiliem deslcament d usuári. Cada tip específic exigirá uma abrdagem de navegaçã diferente. N entant, princípi básic é sempre mesm, rientar usuári sbre cm se deslcar pelas seções d website. Cnsiderações finais A cmbinaçã das diversas técnicas utilizadas na avaliaçã da usabilidade permitiu que fssem atingids resultads puc satisfatóris cm relaçã a uma identificaçã mais precisa ds prblemas relacinads à interface d ambiente analisad, além de aumentar a eficácia da avaliaçã ergnômica realizada. Percebeu-se cm essa pesquisa que s web site analisads precisam investir mais na infrmaçã, da interface cm s usuáris, é muit imprtante que a acessar e buscar infrmações usuári sinta-se n lcal. Os cnceits da Web 2.0 devem ser aplicads de frma transparente para usuári. Infelizmente muitas pessas utilizam as nvas ferramentas de interaçã sem critéri, apenas para que s sites sejam classificads cm Web 2.0. É precis frnecer ferramentas que tenham serventia, que sejam funcinais e nã trféus de uma nva internet. A usabilidade nada mais é d que trnar simples,acessível e ter ba navegabilidade web site a usuári. A ba navegabilidade deve respnder as seguintes questões: Onde estu? Cm vltar para lcal de nde vim? E para nde pss ir? Quand usuári cnseguir respnder a essas três perguntas, existe um bm sistema de navegaçã. Um web site deve ter váris suprtes para deslcament d usuári tais cm referencias e sinais que auxiliem deslcament d usuári. Cada tip específic (cmpras, educacinal, institucinal etc.) exigirá uma abrdagem de navegaçã diferente. N entant, princípi básic é sempre mesm: rientar usuári sbre cm se deslcar pelas seções d website. Diante da analise realizada a fim de que s web sites atinjam seus bjetivs alguns itens sã sugerids: Ampliar as fntes para que usuári tenha mair legibilidade das infrmações; Usar imagens ampliadas ds atrativs turístics e ds espaçs de events; Se lcal pssui espaçs para events, nada mais just que CVB dispnibilize infrmações técnicas sbre esses espaçs bem cm imagens; Fazer us de utras ferramentas de interaçã cm usuári cm: chats,skype,msn ; Dispnibilizar vídes para que usuári familiarize-se cm lcal; Criar uma identidade visual persnalizada em tdas as áreas d web site; Investir na prduçã de cnteúd de qualidade; Nã esquecer de que a arquitetura de infrmaçã existe para facilitar acess d usuári a cnteúd; Pr fim insistir ns cinc atributs básics da usabilidade: ser fácil de aprender, eficiente na utilizaçã, fácil de ser recrdad, ter pucs errs e ser subjetivamente agradável. Referencias bibligráficas Barret, Ald de Albuquerque Mudança estrutural n flux d cnheciment: a cmunicaçã eletrônica. Ci. Inf., Brasília, v. 27, n. 2, p , mai/ag.. Bardin, Laurence Analise de cnteúd. Lisba: Edições 70. Cnfederaçã brasileira de cnventin & visitrs bureau. Dispnível em: < Acess em: 10/10/2009. Cper Chris et al princípis e prática. Trad. Rbert Catald Csta. 2. ediçã. Prt Alegre:Bkman. Geldner, Charles;Ritchie,J.R.Brent; Mcitsh, Rbert W : Princípis, práticas e filsfias. Trad. Rbert Catald Csta. 8a ed. Prt Alegre: Bkman. Pesquisa mercadlógica estud da demanda turística estad de santa Catarina / Estimativa para janeir e fevereir sinpse cmparativa2007, 2008 e 2009 janeir/fevereir. Dispnível em: < www. santur.sc.gv.br > Acess em: 12/11/2009. Prter, Michael Cmpetiçã- Estratégias cmpetitivas essenciais. Trad. Afns Cels Cunha Serra. Ri de Janeir: Campus. Silva, Cinara e; rams, Liliani Beatriz Análise Ergnômica de um Ambiente de Cmunicaçã via Web.Flrianplis. Recibid: 07/12/09 Reenviad: 11/09/10 Aceptad: 07/11/10 Smetid a evaluación pr pares anónims PASOS. Revista de y Patrimni Cultural, 9(1) ISSN

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