Desenho centrado em utilização

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Desenho centrado em utilização"

Transcrição

1 Desenh centrad em utilizaçã Engenharia de Usabilidade Prf.: Clarind Isaías Pereira da Silva e Pádua Departament de Ciência da Cmputaçã - UFMG Desenh centrad em utilizaçã Referências Cnstantine, L.L., & Lckwd, L.A.D. Sftware fr Use : A Practical Guide t the Mdels and Methds f Usage-Centered Design, Addisn-Wesley, Hacks, J.T., Redish, J.C. User and Task Analysis fr Interface Design. Jhn Wiley & Sns, Desenh centrad em utilizaçã Abrdagem de desenh centrad em utilizaçã Mdelagem de usuári Desenh centrad em utilizaçã Abrdagem de desenh centrad em utilizaçã Desenh centrad n usuári representa uma mudança de fc da tecnlgia para usuári Desenh centrad em utilizaçã cncentra-se em cm e para que fim a ferramenta de sftware vai ser utilizada 3 4

2 Desenh centrad em utilizaçã > Abrdagem de desenh centrad em utilizaçã Desenh centrad em utilizaçã > Abrdagem de desenh centrad em utilizaçã Elements Diretrizes pragm áticas de desenh. Prcess de desenh dirigid pr mdel Atividades de desenvlviment rganizadas Melhrias iterativas Medidas de qualidade Mdels guiand desenvlviment Utilizam cnceit de abstraçã. a abstraçã encraja invações Ajudam desenvlvedres a levantar prblema de uma frma que rganiza pensament e facilita entendiment visand desenh da sluçã Nã pdem ser cmplicads a pnt de atrasar desenvlviment. 5 6 Desenh centrad em utilizaçã > Abrdagem de desenh centrad em utilizaçã > mdels guiand desenvlviment Desenh centrad em utilizaçã > Abrdagem de desenh centrad em utilizaçã > mdels guiand desenvlviment Mdelagem essencial Arquitetura da interface Busca capturar a essência ds prblemas através de descrições livre de tecnlgia, idealizada e abstratas Tendem a ser mais rbustas e reus áveis Prcura retratar prpósit e necessidades ds usuáris Arquitetura da interface se refere a estrutura cmpleta, tda a rganizaçã da interface. Muits prjetistas de interfaces usam telas, janelas, widgets. Os melhres pensam em term de arquitetura da interface. A rganizaçã da interface é imprtante para usuári nã se perder. 7 8

3 Desenh centrad em utilizaçã > Abrdagem de desenh centrad em utilizaçã > mdels guiand desenvlviment Visões múltiplas Diferentes visões (mdels) sã necessárias para a mdelagem da interface. Exempl da engenharia civil cm a utilizaçã de diversas plantas. Permite estud d prblema sb diferentes ânguls. Desenh centrad em utilizaçã > Abrdagem de desenh centrad em utilizaçã > Mdels guiand desenvlviment > visões múltiplas Questões a serem respndidas Quem sã s usuáris e cm eles se relacinam cm sistema? Quais tarefas s usuáris vã buscar reslver cm a ajuda d sistema? O que s usuáris necessitam d sistema? Cm sistema deve ser rganizad? Quais sã as cndições de peraçã na utilizaçã d sistema? Qual a aparência e cmprtament da interface? 9 10 Desenh centrad em utilizaçã > Abrdagem de desenh centrad em utilizaçã > Mdels guiand desenvlviment > visões múltiplas Desenh centrad em utilizaçã > Abrdagem de desenh centrad em utilizaçã > Mdels guiand desenvlviment > visões múltiplas Mdels utilizads Mdels centrais. Mdels adicinais Mdels centrais Mdel de papeis de usuáris Relacinament entre usuáris e sistema. Mdel de tarefa Estrutura das tarefas que s usuáris têm que realizar. Mdel de cnteúd Organizaçã da interface em espaçs de trabalh

4 Desenh centrad em utilizaçã > Abrdagem de desenh centrad em utilizaçã > Mdels guiand desenvlviment > visões múltiplas > mdels centrais Desenh centrad em utilizaçã > Abrdagem de desenh centrad em utilizaçã > Mdels guiand desenvlviment > visões múltiplas Cada mdel cnsiste de duas partes: uma cleçã de descrições e um mapeament de inter-relacinaments entre elas: Mdel de papeis de usuáris Papéis de usuári Mapeament de usuári Mdel de tarefa Cas de us essencial Mapeament de cass de us Mdel de cnteúd Espaç de trabalh Mapeament de navegaçã Mdels adicinais Mdel peracinal Cntext peracinal em que sistema vai ser usad Mdel de implementaçã Prjet visual da interface e descriçã de sua peraçã Desenh centrad em utilizaçã > Abrdagem de desenh centrad em utilizaçã > Mdels guiand desenvlviment > visões múltiplas Mdels essenciais Desenh centrad em utilizaçã > Abrdagem de desenh centrad em utilizaçã > Mdels guiand desenvlviment> visões múltiplas Mdel de papéis de usuáris Mdel de tarefas Mdel de cnteúd Observar que: Nã há indicaçã de uma seqüência para desenvlviment ds mdels Mdel peracinal Análise Desenh Mdel de implementaçã Outrs mdels, cm mdels de dads estã fra de escp dessa abrdagem Deve-se buscar, iterativamente, simplificar e generalizar s mdels Dependência 15 16

5 Desenh centrad em utilizaçã Mdelagem de usuári Intrduçã Papel de usuári Cnstruçã de mdels Mdelagem de usuári usuári Papel de usuári Um papel de usuári é uma cleçã abstrata de necessidades características, interesses, expectativas, cmprtaments e respnsabilidades, caracterizand um tip particular de relaçã entre alguns usuáris e sistema. Um papel é representad pr um nme e descriçã de suas características de interesse. Usarems a ntaçã Supervisã-almxarifad para papéis. De preferência, nme deve indicar papéis a invés de nme de prfissã usuári > Papel de usu ári usuári > Papel de usu ári Um papel de usuári é um cnceit relacinad a cnceit de atr da UML. atr (UML): cnjunt cerente de papéis que usuáris de cass de us representam quand interagind cm cass de us. Váris usuáris pdem exercer um mesm papel e váris papéis pdem ser representads pr um mesm usuári. Papéis pdem mudar cm temp

6 usuári > Papel de usu ári usuári > Papel de usu ári Imprtante: usuáris sã de interesse ds desenvlvedres nã cm pessas, mas pr causa ds papéis que eles desempenham n relacinament cm sistema. Bm sens: desenvlvedr nã pde prescindir da participaçã d usuári mas usuári também nã pde ditar desenh d sistema. Nã registre infrmaçã sem sentid u que se sabe desnecessária. Nã tente adivinhar: bserve, pesquise! Mtivaçã O bjetiv principal da mdelagem de papéis de usuáris é facilitar a identificaçã de cass de us. N entant, mdel de papéis de usuáris é utilizad em diversas situações cm a definiçã da arquitetura da interface de md geral, definiçã da navegaçã, leiaute de telas, etc usuári > Papel de usu ári usuári Exempl: papéis de usuáris perante um prcessadr de text: 1.Escritr 2.Ediçã-de-redaçã 3.Diagramaçã Mdelagem d usuári Questões Quem utilizaria u pderia utilizar sistema? Qual é a classe u grup a que ele pertence? O que distingue cm ele usa u pderia usar sistema? 23 24

7 usuári > Mdelagem d usu ári usuári > Mdelagem d usu ári Questões O que caracteriza seu relacinament cm sftware? O que ele tipicamente necessita d sftware? Cm ele se cmprta em relaçã a sftware e cm ele espera que sftware se cmprte? Papel fcal Um cnjunt selecinad de Papéis cnsiderads principais u típics u que sejam cnsiderads imprtante pr algum mtiv cm d pnt de vista de negóci sã cnsiderads fcais. Os papéis fcais sã cnsiderads cm mais atençã. Sã utilizads pr razões práticas, pr simplificaçã usuári > Mdelagem d usu ári usuári > Mdelagem d usu ári Atividades de mdelagem Brainstrm u reuniã estruturada para geraçã ds papéis candidats. Etapas de cnstruçã de mdels. Identificaçã de papéis-de-usuári fcais. Mapeament de papéis de usuáris Define inter-relacinaments entre s papéis de usuáris Revela cm s diverss papéis se encaixam na utilizaçã d sistema. O cnceit matemátic de relaçã é utilizad para representar inter-relacinaments. Usar ntaçã UML

8 usuári > Mdelagem d usu ári > Mapeament de papéis de usuáris usuári > Mdelagem d usu ári > Mapeament de papéis de usuáris Afinidade: A afinidade B Representa similaridade, que pde se dar em terms de estil de interaçã, expectativas u qualquer utra característica. Usar a ntaçã de relacinament de assciaçã UML cm estereótip <<affinity>> Ex.: num sistema de bibliteca, um papel de usuári Pesquisadr tem afinidade cm um papel Prfessr segund tip de interesse. Especializaçã: A especializa B Representa subtip, n cas, A herda as características de B. Ex.: Funcinári-Administrativ e Funcinári-Técnic pdem ser dis papéis que representam variações especializadas d papel Funcinári usuári > Mdelagem d usu ári > Mapeament de papéis de usuáris usuári > Mdelagem d usu ári > Mapeament de papéis de usuáris Agregaçã: A agrega B Utilizad para indicar que um papel cmbina as Diagrama UML: Prfessr <<affinity>> Pesquisadr características de dis u mais papéis (relaçã td-parte), eventualmente cm utras características próprias. Ex. Num sistema para uma empresa, papel de Gerência Funcinári Gerência Administrativa Administrativa agrega s papéis de Gerência de Secretaria, Cntrle de Almxarifad e de Manutençã. Funcinári Técnic Funcinári Administrativ Gerência de Secretaria Cntrle de Almxarifad Manutençã 31 32

9 usuári > Mdelagem d usu ári Exempl: applet para inserçã de símbls em editr de text Cnsidere s váris perfis de usuáris e suas necessidades usuári > Mdelagem de usuári > Exempl... usuári > Mdelagem de usuári Papéis de usuáris Perfis de usuári Digitaçã-casual Traduçã-casual Matemátic-casual Cientista-casual Engenheir-casual Cdificaçã-casual Fuçadr-enfeitadr-visual Educacinal Prficiência Interaçã Infrmaçã Objetivs de usabilidade Suprte funcinal Ambiente de trabalh Outrs perfis 35 36

10 usuári > Papel de usu ári usuári > Mdelagem de usuári > Perfis Ver exempl de gabarit de usuári Educacinal Geral (treinaments, experiência, sfisticaçã, etc) Operadr de sistema de empresa área necessita treinament e memrizaçã ds códigs Cnheciment d dmíni Gerente de banc cnhece muit de finanças e cntabilidade mas pde ter puca prática na peraçã de um sistema bancári Cnheciment d sistema usuári > Mdelagem de usuári > Perfis usuári > Mdelagem de usuári > Perfis Prficiência Nível de habilidade na peraçã d sistema Nviç Intermitente Freqüente Interaçã Descreve padrã típic u esperad de utilizaçã d sistema. Freqüência: cm que freqüência s usuáris atuam neste papel? Regularidade: n papel, há um períd regular de us u este é esprádic? Cntinuidade: a interaçã é cntínua u intermitente? 39 40

11 usuári > Mdelagem de usuári > Perfis > Interaçã usuári > Mdelagem de usuári > Perfis > Interaçã Cncentraçã: n papel, a utilizaçã se dá em rajada (burst) u frnadas (batch) u de frma mais distribuída? Intensidade: qual é a taxa de utilizaçã? Previsibilidade: as interações n papel sã regulares/previsíveis u sã altamente variáveis? Frma de cntrle: n papel, a interaçã é dirigida pr prcess u cntrlada pel usuári Cmplexidade usuári > Mdelagem de usuári > Perfis usuári > Mdelagem de usuári > Perfis Infrmaçã Descreve rigem da infrmaçã para usuári e cm ela flui. Origem da entrada Direçã de flux Vlume Cmplexidade Objetivs de Usabilidade Descreve a imprtância ds diverss atributs de usabilidade. Prdutividade Aprendizad Retençã na memória Prevençã de errs 43 44

12 usuári > Mdelagem de usuári > Perfis > Objetivs de Usabilidade usuári > Mdelagem de usuári > Perfis Satisfaçã Cnfiabilidade Acurácia Clareza Outrs Suprte Funcinal Descreve necessidades funcinais u características específicas. Ex.: a necessidade de um teclad especial para um papel que exige rapidez de digitaçã usuári > Mdelagem de usuári > Perfis Ambiente de trabalh Ambiente físic Ambiente scial Ambiente cultural Risc peracinal usuári > Mdelagem de usuári > Perfis Outrs perfis As vezes risc peracinal está mais assciad a um papel d que a um cas de us. Ex.: papel Prescriçãde-medicament em um sistema de hspital. Requisits de dispsitivs Ambiente 47 48

Design Patterns ABSTRACT FACTORY EMERSON BARROS DE MENESES

Design Patterns ABSTRACT FACTORY EMERSON BARROS DE MENESES Design Patterns ABSTRACT FACTORY EMERSON BARROS DE MENESES 1 Breve Históric Sbre Design Patterns A rigem ds Design Patterns (Padrões de Desenh u ainda Padrões de Prjet) vem d trabalh de um arquitet chamad

Leia mais

Projetos, Programas e Portfólios

Projetos, Programas e Portfólios Prjets, Prgramas e Prtfólis pr Juliana Klb em julianaklb.cm Prjet Segund PMBOK (2008): um prjet é um esfrç temprári empreendid para criar um nv prdut, serviç u resultad exclusiv. Esta definiçã, apesar

Leia mais

TESTE DE SOFTWARE (Versão 2.0)

TESTE DE SOFTWARE (Versão 2.0) Universidade Luterana d Brasil Faculdade de Infrmática Disciplina de Engenharia de Sftware Prfessr Luís Fernand Garcia www.garcia.pr.br TESTE DE SOFTWARE (Versã 2.0) 9 Teste de Sftware Imprtância Dependência

Leia mais

Os novos usos da tecnologia da informação nas empresas Sistemas de Informação

Os novos usos da tecnologia da informação nas empresas Sistemas de Informação Os nvs uss da tecnlgia da infrmaçã nas empresas Sistemas de Infrmaçã Prf. Marcel da Silveira Siedler siedler@gmail.cm SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS Planejament

Leia mais

Plano de aulas 2010 1ª série 1ª aula 2ª etapa

Plano de aulas 2010 1ª série 1ª aula 2ª etapa Plan de aulas 2010 1ª série 1ª aula 2ª etapa Escla Clégi Eng Juarez Wanderley Prfessr Fernand Nishimura de Aragã Disciplina Infrmática Objetivs Cnstruçã de um website pessal para publicaçã de atividades

Leia mais

UML Diagrama de Caso de Uso Análise e Projeto de Software

UML Diagrama de Caso de Uso Análise e Projeto de Software UML Diagrama de Cas de Us Análise e Prjet de Sftware Prfª. Cibele da Rsa Christ Sinti cibele@senacrs.cm.br SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS Intrduçã Cass

Leia mais

Modelagem, qualificação e distribuição em um padrão para geoinformações

Modelagem, qualificação e distribuição em um padrão para geoinformações Mdelagem, qualificaçã e distribuiçã em um padrã para geinfrmações Julia Peixt 14h, 14 de junh de 2010. Mtivaçã Acerv de dads desde 1994 em diferentes áreas de pesquisa; Muitas pessas fazend muits trabalhs

Leia mais

Principais Informações

Principais Informações Principais Infrmações Quem é Benefix Sistemas? Frmada pr ex-executivs e equipe de tecnlgia da Xerx d Brasil, que desenvlvem e suprtam sluções e estratégias invadras para setr públic, especializada dcuments

Leia mais

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso Universidade Federal d Ceará Campus de Sbral Curs de Engenharia da Cmputaçã Regulament para realizaçã d Trabalh de Cnclusã de Curs Intrduçã Este dcument estabelece as regras básicas para funcinament das

Leia mais

Academia FI Finanças

Academia FI Finanças Academia FI Finanças A Academia é melhr caminh para especializaçã dentr de um tema n ERP da SAP. Para quem busca uma frmaçã cm certificaçã em finanças, mais indicad é participar da próxima Academia de

Leia mais

Apresentação do Curso

Apresentação do Curso At endi m ent acl i ent e Apr es ent aç ãdc ur s Apresentaçã d Curs O curs Atendiment a Cliente fi elabrad cm bjetiv de criar cndições para que vcê desenvlva cmpetências para: Identificar s aspects que

Leia mais

Matemática / 1ª série / ICC Prof. Eduardo. Unidade 1: Fundamentos. 1 - Introdução ao Computador

Matemática / 1ª série / ICC Prof. Eduardo. Unidade 1: Fundamentos. 1 - Introdução ao Computador Unidade 1: Fundaments 1 - Intrduçã a Cmputadr Cnceits básics e Terminlgias O cmputadr é uma máquina eletrônica capaz de realizar uma grande variedade de tarefas cm alta velcidade e precisã, desde que receba

Leia mais

H. Problemas/outras situações na ligação com a Segurança Social;

H. Problemas/outras situações na ligação com a Segurança Social; Mdel de Cmunicaçã Certificads de Incapacidade Temprária Âmbit d Dcument O presente dcument traduz mdel de cmunicaçã entre Centr de Suprte da SPMS e clientes n âmbit ds CIT Certificads de Incapacidade Temprária.

Leia mais

Universidade Luterana do Brasil Faculdade de Informática. Disciplina de Engenharia de Software Professor Luís Fernando Garcia www.garcia.pro.

Universidade Luterana do Brasil Faculdade de Informática. Disciplina de Engenharia de Software Professor Luís Fernando Garcia www.garcia.pro. Universidade Luterana d Brasil Faculdade de Infrmática Disciplina de Engenharia de Sftware Prfessr Luís Fernand Garcia www.garcia.pr.br EVOLUÇÃO EM ENGENHARIA DE SOFTWARE 10 Sistemas Legads O investiment

Leia mais

Sistemas Baseados na Web (Web-based Systems) são também chamados aplicações Web (Web Applications), ou simplesmente WebApps. Exemplos de WebApps:

Sistemas Baseados na Web (Web-based Systems) são também chamados aplicações Web (Web Applications), ou simplesmente WebApps. Exemplos de WebApps: N e e w L L w w. /1032547698;:1< 4=>29?@A4B1@D4D2D@9E9894GF9@ HI19K! " # "%'#(*" +, - Engenharia de istemas de Infrmaçã Prfs. sé arls Maldnad e Elisa Yumi Nakagawa 2 semestre de 2002 istemas Baseads na

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL Intrduçã O presente Regulament cnstitui um dcument intern d curs de Ciências Cntábeis e tem pr bjetiv reger as atividades relativas a Estági de Iniciaçã

Leia mais

Introdução à UML. Mas usaremos apenas um sub-conjunto da UML

Introdução à UML. Mas usaremos apenas um sub-conjunto da UML A Linguagem UML Intrduçã à UML UML = Unified Mdelling Language (Linguagem de Mdelagem Unificada) É uma ntaçã gráfica (visual) para prjetar sistemas Define diagramas padrnizads É extensível É cmplexa Mas

Leia mais

Workflow. José Palazzo Moreira de Oliveira. Mirella Moura Moro

Workflow. José Palazzo Moreira de Oliveira. Mirella Moura Moro Pdems definir Wrkflw cm: Wrkflw Jsé Palazz Mreira de Oliveira Mirella Mura Mr "Qualquer tarefa executada em série u em paralel pr dis u mais membrs de um grup de trabalh (wrkgrup) visand um bjetiv cmum".

Leia mais

Projeto de Arquitetura Objetivos. Tópicos abordados. Arquitetura de software. Vantagens da arquitetura explícita

Projeto de Arquitetura Objetivos. Tópicos abordados. Arquitetura de software. Vantagens da arquitetura explícita Prjet de Arquitetura Objetivs Apresentar prjet de arquitetura e discutir sua imprtância Explicar as decisões de prjet de arquitetura que têm de ser feitas Apresentar três estils cmplementares de arquitetura

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS Cidade Universitária de Limeira

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS Cidade Universitária de Limeira DIRETRIZES PARA ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DOS CURSOS DE GESTÃO 1 Sumári I. O Estági em Gestã...3 II. O Estági curricular...4 III. Acmpanhament e avaliaçã...5 IV. Mdels de Plan de Atividades e de Relatóri...5

Leia mais

MASTERCOMP ESCOLA DE INFORMÁTICA

MASTERCOMP ESCOLA DE INFORMÁTICA www.mastercmp.net 1 www.mastercmp.net www.mastercmp.net INFORMAÇO ES ADICIONAIS DO CURSO DE PROMODEL E MS PROJECT Prgramaçã: Carga hrária: 32 Hras Lcal: Sã Sebastiã d Paraís MG Prgramas usads n curs: MS

Leia mais

3. TIPOS DE MANUTENÇÃO:

3. TIPOS DE MANUTENÇÃO: 3. TIPOS DE MANUTENÇÃO: 3.1 MANUTENÇÃO CORRETIVA A manutençã crretiva é a frma mais óbvia e mais primária de manutençã; pde sintetizar-se pel cicl "quebra-repara", u seja, repar ds equipaments após a avaria.

Leia mais

CONSIDERAÇÕES DA CAPGEMINI

CONSIDERAÇÕES DA CAPGEMINI CONSIDERAÇÕES DA CAPGEMINI 6.1 Requisits de Capacidade e Experiência d Prestadr A ANEEL deveria exigir um puc mais quant a estes requisits, de frma a garantir uma melhr qualificaçã da empresa a ser cntratada.

Leia mais

3 Formulação da Metodologia 3.1. Considerações Iniciais

3 Formulação da Metodologia 3.1. Considerações Iniciais 53 3 Frmulaçã da Metdlgia 3.1. Cnsiderações Iniciais O presente capítul tem cm finalidade prpr e descrever um mdel de referencia para gerenciament de prjets de sftware que pssa ser mensurável e repetível,

Leia mais

Modelo de Comunicação. Programa Nacional para a Promoção da Saúde Oral

Modelo de Comunicação. Programa Nacional para a Promoção da Saúde Oral Mdel de Cmunicaçã Prgrama Nacinal para a Prmçã da Saúde Oral Âmbit d Dcument O presente dcument traduz mdel de cmunicaçã entre Centr de Suprte da SPMS e utilizadres d Sistema de Infrmaçã para a Saúde Oral

Leia mais

INTRODUÇÃO A LOGICA DE PROGRAMAÇÃO

INTRODUÇÃO A LOGICA DE PROGRAMAÇÃO INTRODUÇÃO A LOGICA DE PROGRAMAÇÃO A Lógica de Prgramaçã é necessária à tdas as pessas que ingressam u pretendem ingressar na área de Tecnlgia da Infrmaçã, send cm prgramadr, analista de sistemas u suprte.

Leia mais

Regulamento da Feira de Ciência

Regulamento da Feira de Ciência Regulament da Feira de Ciência A Feira A Feira de Ciência é um é um prject rganizad pel Núcle de Física d Institut Superir Técnic (NFIST). Esta actividade cnsiste em desenvlver um prject científic pr um

Leia mais

III.3. SISTEMAS HÍBRIDOS FIBRA/COAXIAL (HFC)

III.3. SISTEMAS HÍBRIDOS FIBRA/COAXIAL (HFC) 1 III.3. SISTEMAS HÍBRIDOS FIBRA/COAXIAL (HFC) III.3.1. DEFINIÇÃO A tecnlgia HFC refere-se a qualquer cnfiguraçã de fibra ótica e cab caxial que é usada para distribuiçã lcal de serviçs de cmunicaçã faixa

Leia mais

Ontologias: da Teoria à Prática

Ontologias: da Teoria à Prática Ontlgias: da Teria à Prática I Escla de Ontlgias UFAL-USP Endhe Elias e Olav Hlanda Núcle de Excelência em Tecnlgias Sciais - NEES Universidade Federal de Alagas UFAL Rteir Mtivaçã Ontlgias Engenharia

Leia mais

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde Anex V Sftware de Registr Eletrônic em Saúde Implantaçã em 2 (duas) Unidades de Saúde Índice 1 INTRODUÇÃO... 3 2 ESTRATÉGIAS E PROCEDIMENTOS DE IMPLANTAÇÃO... 3 4 INFRAESTRUTURA NAS UNIDADES DE SAÚDE -

Leia mais

GESTÃO DE LABORATÓRIOS

GESTÃO DE LABORATÓRIOS Seminári Luanda, 26,27,28,29 e 30 de Mai de 2014 - Htel **** Guia Prática GESTÃO DE LABORATÓRIOS Finanças Assegure uma gestã eficaz de tdas as áreas 40 hras de Frmaçã Especializada Cnceits ecnómic-financeirs

Leia mais

1 Institucional. 1.1 Sobre a Vensis. 1.2 Missão, Políticas e Valores. 1.2.1 Missão. 1.2.2 Política da Qualidade

1 Institucional. 1.1 Sobre a Vensis. 1.2 Missão, Políticas e Valores. 1.2.1 Missão. 1.2.2 Política da Qualidade Institucinal 1 Institucinal 1.1 Sbre a Vensis A Vensis é uma empresa especializada n desenvlviment de sluções integradas para gestã de empresas. Atuand n mercad de tecnlgia da infrmaçã desde 1998, a empresa

Leia mais

HARDWARE e SOFTWARE. O Computador é composto por duas partes: uma parte física (hardware) e outra parte lógica (software).

HARDWARE e SOFTWARE. O Computador é composto por duas partes: uma parte física (hardware) e outra parte lógica (software). HARDWARE e SOFTWARE O Cmputadr é cmpst pr duas partes: uma parte física (hardware) e utra parte lógica (sftware). Vcê sabe qual é a diferença entre "Hardware" e "Sftware"? Hardware: é nme dad a cnjunt

Leia mais

Integração com coletores de ponto, catracas, dispositivos de abertura de portas, fechaduras eletromagnéticas,

Integração com coletores de ponto, catracas, dispositivos de abertura de portas, fechaduras eletromagnéticas, Vsft ids Acess Web Cntrle de acess e pnt A Vsft desenvlveu uma sluçã baseada em sftware e hardware para cntrle de acess e u pnt que pde ser utilizada pr empresas de qualquer prte. Cm us da tecnlgia bimétrica

Leia mais

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000 ISO 9001:2008 alterações à versã de 2000 Já passaram quase it ans desde que a versã da ISO 9001 d an 2000 fi publicada, que cnduziu à necessidade de uma grande mudança para muitas rganizações, incluind

Leia mais

Proposta. Treinamento Lean Thinking Mentalidade Enxuta. Apresentação Executiva

Proposta. Treinamento Lean Thinking Mentalidade Enxuta. Apresentação Executiva Treinament Lean Thinking Mentalidade Enxuta www.masterhuse.cm.br Prpsta Cm Treinament Lean Thinking Mentalidade Enxuta Apresentaçã Executiva Treinament Lean Thinking Mentalidade Enxuta Cpyright 2011-2012

Leia mais

Proposta. Projeto: VENSSO. Data 25/05/2005. Andrade Lima Damires Fernandes Andrade Lima Damires Fernandes. Responsável. Autor (s)

Proposta. Projeto: VENSSO. Data 25/05/2005. Andrade Lima Damires Fernandes Andrade Lima Damires Fernandes. Responsável. Autor (s) Prpsta Prjet: Data 25/05/2005 Respnsável Autr (s) Dc ID Andrade Lima Damires Fernandes Andrade Lima Damires Fernandes Lcalizaçã Versã d Template

Leia mais

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social Anex 03 Recmendaçã nº 3: estatut padrã, estatut fundamental e cntrat scial 1. Resum 01 Atualmente, Estatut da Crpraçã da Internet para a atribuiçã de nmes e númers (ICANN) tem um mecanism únic para alterações.

Leia mais

Agenda. A interface de Agendamento é encontrada no Modulo Salão de Vendas Agendamento Controle de Agendamento, e será apresentada conforme figura 01.

Agenda. A interface de Agendamento é encontrada no Modulo Salão de Vendas Agendamento Controle de Agendamento, e será apresentada conforme figura 01. Agenda Intrduçã Diariamente cada um ds trabalhadres de uma empresa executam diversas atividades, muitas vezes estas atividades tem praz para serem executadas e devem ser planejadas juntamente cm utras

Leia mais

Em qualquer situação, deve ser incluída toda a informação que seja relevante para a análise e resolução da questão/problema.

Em qualquer situação, deve ser incluída toda a informação que seja relevante para a análise e resolução da questão/problema. Mdel de Cmunicaçã Prescriçã Eletrónica de Medicaments Revisã 2 Âmbit d Dcument O presente dcument traduz mdel de cmunicaçã entre Centr de Suprte da SPMS e clientes da Prescriçã Eletrónica de Medicaments

Leia mais

Integração com coletores de ponto, catracas, dispositivos de abertura de portas, fechaduras eletromagnéticas,

Integração com coletores de ponto, catracas, dispositivos de abertura de portas, fechaduras eletromagnéticas, Vsft ids Pnt Web Cntrle de acess e pnt A Vsft desenvlveu uma sluçã baseada em sftware e hardware para cntrle de acess e u pnt que pde ser utilizada pr empresas de qualquer prte. Cm us da tecnlgia bimétrica

Leia mais

Análise e Design: Visão Geral

Análise e Design: Visão Geral Análise e Design: Visã Geral As finalidades da disciplina Análise e Design sã: Transfrmar s requisits em um design d sistema a ser criad. Desenvlver uma arquitetura sfisticada para sistema. Adaptar design

Leia mais

Aula 11 Bibliotecas de função

Aula 11 Bibliotecas de função Universidade Federal d Espírit Sant Centr Tecnlógic Departament de Infrmática Prgramaçã Básica de Cmputadres Prf. Vítr E. Silva Suza Aula 11 Biblitecas de funçã 1. Intrduçã À medida que um prgrama cresce

Leia mais

5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO:

5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5.1 INTRODUÇÃO A rganizaçã da manutençã era cnceituada, até há puc temp, cm planejament e administraçã ds recurss para a adequaçã à carga de trabalh esperada.

Leia mais

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa Manual Cm intrduzir emplyeeship na empresa Índice Intrduçã Pass 1 - Cnheça as vantagens d emplyeeship para a empresa Pass 2 - Saiba que é a cultura emplyeeship Pass 3 - Aprenda a ter "bns" empregads Pass

Leia mais

Administração de Redes Servidores de Aplicação

Administração de Redes Servidores de Aplicação 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS SÃO JOSÉ SANTA CATARINA Administraçã de Redes Servidres de Aplicaçã

Leia mais

www.highskills.pt geral@highskills.pt

www.highskills.pt geral@highskills.pt www.highskills.pt geral@highskills.pt Índice Designaçã d Curs... 2 Duraçã Ttal d Curs de Frmaçã... 2 Destinatáris... 2 Objetiv Geral... 2 Objetivs Específics... 2 Estrutura mdular e respectiva carga hrária...

Leia mais

Pós-graduação. em Negócios e Marketing de Moda

Pós-graduação. em Negócios e Marketing de Moda Pós-graduaçã em Negócis e Marketing de Mda Pós-graduaçã em Negócis e Marketing de Mda Intrduçã A Faculdade Santa Marcelina é recnhecida nacinalmente pel seu pineirism pr lançar a primeira graduaçã de mda

Leia mais

Uma nova proposta para a Agenda Ambiental Portuária

Uma nova proposta para a Agenda Ambiental Portuária Uma nva prpsta para a Agenda Ambiental Prtuária Marcs Maia Prt Gerente de Mei Ambiente O grande desafi a tratar cm as questões ambientais prtuárias é bter um resultad equilibrad que harmnize s cnflits

Leia mais

GUIA RÁPIDO DE CONFIGURAÇÃO PARA WINDOWS

GUIA RÁPIDO DE CONFIGURAÇÃO PARA WINDOWS GUIA RÁPIDO DE CONFIGURAÇÃO PARA WINDOWS CONTEÚDO 1. Intrduçã... 3 2. Requisits de Sftware e Hardware:... 3 3. Usuári e Grups:... 3 3.1. Cnfigurand cm Micrsft AD:... 3 3.2. Cnfigurand s Grups e Usuáris:...

Leia mais

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autorizado pela Portaria nº 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 Componente Curricular: CONTROLADORIA PLANO DE CURSO

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autorizado pela Portaria nº 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 Componente Curricular: CONTROLADORIA PLANO DE CURSO Faculdade Independente d Nrdeste Credenciada pela Prtaria MEC 1.393, de 04/07/2001 publicada n D.O.U. de 09/07/2001. CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autrizad pela Prtaria nº 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01

Leia mais

- Diretor do Programa Internacional de Ortodontia da New York University. - Autor do primeiro livro sobre o tema: Biomecânica Interativa Autoligante

- Diretor do Programa Internacional de Ortodontia da New York University. - Autor do primeiro livro sobre o tema: Biomecânica Interativa Autoligante CURSO INTENSIVO DE CAPACITAÇÃO BIOMECÂNICA INTERATIVA AUTOLIGANTE MINISTRADORES: Prf. Celestin Nóbrega - Diretr d Prgrama Internacinal de Ortdntia da New Yrk University - Autr d primeir livr sbre tema:

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR 1. Históric da Jrnada AGIR Ns ambientes crprativs atuais, a adçã de um mdel de gestã integrada é uma decisã estratégica n api às tmadas

Leia mais

Gestão do Escopo 1. Planejamento da Gestão do Escopo: 2. Definição do Escopo: 3. Elaboração da EDT(EAP): 4. Verificação do Escopo:

Gestão do Escopo 1. Planejamento da Gestão do Escopo: 2. Definição do Escopo: 3. Elaboração da EDT(EAP): 4. Verificação do Escopo: Gestã d Escp 1. Planejament da Gestã d Escp: i. Autrizaçã d prjet ii. Definiçã d escp (preliminar) iii. Ativs em cnheciments rganizacinais iv. Fatres ambientais e rganizacinais v. Plan d prjet i. Plan

Leia mais

Mestrado em Sistemas de Informação

Mestrado em Sistemas de Informação U n i v e r s i d a d e d M i n h Departament de Sistemas de Infrmaçã Mestrad em Sistemas de Infrmaçã 2003/2005 Tecnlgias de Streaming em Cntexts de Aprendizagem Sb a rientaçã d Prfessr Dutr Henrique Sants

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos

Relatório de Gerenciamento de Riscos Relatóri de Gerenciament de Riscs 2º Semestre de 2014 1 Sumári 1. Intrduçã... 3 2. Gerenciament de Riscs... 3 3. Risc de Crédit... 4 3.1. Definiçã... 4 3.2. Gerenciament... 4 3.3. Limites de expsiçã à

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS. Uma visão geral Baseado nas diretrizes do PMI

GESTÃO DE PROJETOS. Uma visão geral Baseado nas diretrizes do PMI GESTÃO DE PROJETOS Uma visã geral Bead n diretrizes d PMI 1 Intrduçã Objetiv da Apresentaçã O bjetiv é frnecer uma visã geral ds prcesss de Gestã de Prjets aplicads à Gestã de Empreendiments. O que é Prjet?

Leia mais

Poder e escola: Uma analise acerca das relações entre professor e aluno.

Poder e escola: Uma analise acerca das relações entre professor e aluno. Pder e escla: Uma analise acerca das relações entre prfessr e alun. Marcs Paul A. Rdrigues 1 Andersn Silva Nunes 2 Intrduçã: O presente trabalh expõe s tips de pder exercid pels prfessres sbre s aluns,

Leia mais

Objetivo: Desenvolver as condições ideais para a boa formulação de objetivos, transformando-os em metas realizáveis.

Objetivo: Desenvolver as condições ideais para a boa formulação de objetivos, transformando-os em metas realizáveis. 1 Transfrmand Snhs em Metas Objetiv: Desenvlver as cndições ideais para a ba frmulaçã de bjetivs, transfrmand-s em metas realizáveis. Públic-Alv: Pessas interessadas em atingir sucess prfissinal e realizaçã

Leia mais

Os Oito Principais de Sistemas de

Os Oito Principais de Sistemas de Infrme Especial Os Oit Principais in Yur DSD Mits Mbile de Sistemas de Security Strategy Gerenciament de Armazém para empresas de pequen e médi prte. Intrduçã A era das perações manuais em Armazéns está

Leia mais

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA 1. Intrduçã e Objetivs a) O Cncurs de Ideias OESTECIM a minha empresa pretende ptenciar apareciment de prjets invadres na regiã d Oeste sempre numa perspetiva de desenvlviment ecnómic e scial. b) O Cncurs

Leia mais

Controle de Atendimento de Cobrança

Controle de Atendimento de Cobrança Cntrle de Atendiment de Cbrança Intrduçã Visand criar um gerenciament n prcess d cntrle de atendiment de cbrança d sistema TCar, fi aprimrad pela Tecinc Infrmática prcess de atendiment, incluind s títuls

Leia mais

Manual do DEC Domicílio Eletrônico do Contribuinte

Manual do DEC Domicílio Eletrônico do Contribuinte GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DA FAZENDA Crdenadria da Administraçã Tributária Diretria Executiva da Administraçã Tributária Manual d DEC Dmicíli Eletrônic d Cntribuinte Manual DEC (dezembr

Leia mais

SEGURANÇA DE DADOS CLÍNICOS

SEGURANÇA DE DADOS CLÍNICOS SEGURANÇA DE DADOS CLÍNICOS 6/16/2005 HSM/SSIT-07062005/CA Carls Ferreira Hspital de Santa Maria Serviç de Sistemas de Infrmaçã e Telecmunicações Av. Prf. Egas Mniz 1649-035 Lisba Tel.: (+351) 217805327

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DOS ESTÁGIOS FAFIT

REGULAMENTO GERAL DOS ESTÁGIOS FAFIT O significad das cisas nã está nas cisas em si, mas sim em nssa atitude em relaçã a elas. (Antine de Saint-Exupéry, 1943) CURSOS bacharelads: Administraçã Geral Ciências Cntábeis Direit Educaçã Física

Leia mais

EIKON DOCUMENTS - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

EIKON DOCUMENTS - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA EIKON DOCUMENTS - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA VERSÃO Eikn Dcuments 2007 Service Pack 5 (2.9.5) Fevereir de 2010 DATA DE REFERÊNCIA DESCRIÇÃO Sftware para implantaçã de sistemas em GED / ECM (Gerenciament Eletrônic

Leia mais

Sistema de Gestão de BPM

Sistema de Gestão de BPM 1/13 ESTA FOLHA ÍNDICE INDICA EM QUE REVISÃO ESTÁ CADA FOLHA NA EMISSÃO CITADA R. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 R. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 FL. FL. 01 X 26 02 X 27 03 X 28 04 X 29 05 X 30 06 X

Leia mais

Autocalibração com erros relacionados ao Sistema, Auto CQ e Troca de Reagente

Autocalibração com erros relacionados ao Sistema, Auto CQ e Troca de Reagente As Clientes ds Sistemas de Química ADVIA. Referente: Ntificaçã Urgente de Segurança em Camp CHSW 13 03 10816443 Rev. A Data Nvembr / 2013 E-mail assunts.regulatris.br@siemens.cm Internet www.siemens.cm

Leia mais

Por favor, considere a proteção ao meio ambiente antes de imprimir esse documento

Por favor, considere a proteção ao meio ambiente antes de imprimir esse documento Interbrs Tecnlgia e Sluções de Internet Ltda. Rua Dr. Guilherme Bannitz, 126 2º andar Cnj. 21 /179 Itaim Bibi - Sã Paul- SP - 04532-060 Fne: 55 11 9209-3717 / 55 11 8162-0161 Pr favr, cnsidere a prteçã

Leia mais

Vensis PCP. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 comercial@vensis.com.br www.vensis.com.br

Vensis PCP. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 comercial@vensis.com.br www.vensis.com.br Vensis PCP Vensis PCP O PCP é módul de planejament e cntrle de prduçã da Vensis. Utilizad n segment industrial, módul PCP funcina de frma ttalmente integrada a Vensis ERP e permite às indústrias elabrar

Leia mais

Um «site Internet» para aprimorar a atuação do Estado e fomentar a comercialização da madeira manejada do interior do Amazonas RESUMO EXECUTIVO

Um «site Internet» para aprimorar a atuação do Estado e fomentar a comercialização da madeira manejada do interior do Amazonas RESUMO EXECUTIVO Flresta Viva Prjet de prmçã d manej sustentável das flrestas pela prduçã e cmercializaçã da madeira n Amaznas Um «site Internet» para aprimrar a atuaçã d Estad e fmentar a cmercializaçã da madeira manejada

Leia mais

Plano de curso Planejamento e Controle da Manutenção de Máquinas e Equipamentos

Plano de curso Planejamento e Controle da Manutenção de Máquinas e Equipamentos PLANO DE CURSO MSOBRPCMME PAG1 Plan de curs Planejament e Cntrle da Manutençã de Máquinas e Equipaments Justificativa d curs Nã é fácil encntrar uma definiçã cmpleta para Gestã da manutençã de máquinas

Leia mais

Art. 2º. Trata-se de uma promoção de caráter exclusivamente de estimulo cultural, profissional e acadêmico sem vínculo com sorteios.

Art. 2º. Trata-se de uma promoção de caráter exclusivamente de estimulo cultural, profissional e acadêmico sem vínculo com sorteios. Prêmi Data Pint de Criatividade e Invaçã - 2011 N an em que cmpleta 15 ans de atuaçã n mercad de treinament em infrmática, a Data Pint ferece à cmunidade a prtunidade de participar d Prêmi Data Pint de

Leia mais

GUIA DE USO DO TECLADO VIRTUAL

GUIA DE USO DO TECLADO VIRTUAL GUIA DE USO DO TECLADO VIRTUAL A Indra, através das Cátedras de Tecnlgias Acessíveis que prmve em clabraçã cm a Fundaçã Adecc e diversas universidades espanhlas, apiu desenvlviment em cnjunt cm a Universidade

Leia mais

PORTARIA Nº 025-R, DE 14 DE MARÇO DE 2013.

PORTARIA Nº 025-R, DE 14 DE MARÇO DE 2013. PORTARIA Nº 025-R, DE 14 DE MARÇO DE 2013. ATUALIZA DIRETRIZES PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO ALFABETIZAÇÃO PARA ESTUDANTES DAS TURMAS DO 2º, 3º e 4º ANOS E 4ª SÉRIES DO ENSINO FUNDAMENTAL, COM DOIS ANOS

Leia mais

3 O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE

3 O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Matéria: O Prcess de Desenvlviment de Sftware Página: 29 3 O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE É mais fácil escrever um prgrama incrret d que entender um crret. [Alan Perlis] Um prcess define quem

Leia mais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais Nvas Salvaguardas Ambientais e Sciais Discussões Técnicas de Gvern ESS10 Acess a Infrmaçã e engajament de stakehlders 15 de utubr, 2014 Objetivs da ESS10 (1/2) Delinear uma abrdagem sistemática para engajament

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA REQUISITOS TECNICOS O Prgrama de Api as Actres Nã Estatais publica uma slicitaçã para prestaçã

Leia mais

PIM TECNOLOGIA EM GERENCIAMENTO DE REDES DE COMPUTADORES (GR3P30)

PIM TECNOLOGIA EM GERENCIAMENTO DE REDES DE COMPUTADORES (GR3P30) UNIP Brasília - Crdenaçã CG/CW/GR/AD Senhres Aluns, Seguem infrmações imprtantes sbre PIM: 1. O QUE É? - Os PIM (Prjet Integrad Multidisciplinar) sã prjets brigatóris realizads els aluns ds curss de graduaçã

Leia mais

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO. Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2016

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO. Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2016 Sua hra chegu. Faça a sua jgada. REGULAMENTO Prêmi de Empreendedrism James McGuire 2016 Salvadr, nvembr de 2015. REGULAMENTO Prêmi de Empreendedrism James McGuire 2016 é uma cmpetiçã interna da Laureate

Leia mais

UFES Universidade Federal do Espírito Santo CEUNES Centro Universitário Norte do Espírito Santo DECOM Departamento de Engenharias e Computação

UFES Universidade Federal do Espírito Santo CEUNES Centro Universitário Norte do Espírito Santo DECOM Departamento de Engenharias e Computação UFES Universidade Federal d Espírit Sant CEUNES Centr Universitári Nrte d Espírit Sant DECOM Departament de Engenharias e Cmputaçã CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO Cmpilaçã de Texts pr Maria das Graças

Leia mais

Aproveitamento da informação permite ganho de competitividade: conhecimento é poder (e poder = $$!)

Aproveitamento da informação permite ganho de competitividade: conhecimento é poder (e poder = $$!) Data Mining Prfessr Jrge Mreira jmreirajr@htmail.cm Mtivaçã A infrmatizaçã ds meis prdutivs permitiu a geraçã de grandes vlumes de dads: Transações eletrônicas; Nvs equipaments científics e industriais

Leia mais

Banco Industrial do Brasil S.A. Gerenciamento de Capital

Banco Industrial do Brasil S.A. Gerenciamento de Capital Banc Industrial d Brasil S.A. Gerenciament de Capital 2014 1 Sumári 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL... 4 4. PLANO DE CAPITAL... 5 5. RESPONSABILIDADES... 6

Leia mais

Fundamentos de Informática 1ºSemestre

Fundamentos de Informática 1ºSemestre Fundaments de Infrmática 1ºSemestre Aula 4 Prf. Nataniel Vieira nataniel.vieira@gmail.cm SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS Descrevend Sistemas de um Cmputadr

Leia mais

- COMO PROCURAR EMPREGO -

- COMO PROCURAR EMPREGO - GUIA PRÁTICO - COMO PROCURAR EMPREGO - e 1 de 7 Técnicas de Prcura de Empreg...3 1. Aut Avaliaçã...3 2. Meis de Divulgaçã de Ofertas de Empreg...3 3. Carta de Apresentaçã...4 4. Curriculum Vitae...4 4.1.1.

Leia mais

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000 GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisã: 000 A Mercur S.A., empresa estabelecida desde 1924, se precupa em cnduzir as suas relações de acrd cm padrões étics e cmerciais, através d cumpriment da legislaçã

Leia mais

Manual de Instalação e Configuração

Manual de Instalação e Configuração Manual de Instalaçã e Cnfiguraçã Prdut:n-ReleaserEmbedded fr Lexmark Versã 1.2.1 Versã d Dc.:1.0 Autr: Lucas Machad Santini Data: 14/04/2011 Dcument destinad a: Clientes e Revendas Alterad pr: Release

Leia mais

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO 1 de 7 1. OBJETIVO Este prcediment estabelece prcess para cncessã, manutençã, exclusã e extensã da certificaçã de sistema de segurança cnfrme ABNT NBR 15540. 2. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES - ABNT NBR 15540:2013:

Leia mais

Cursos Profissionais de Nível Secundário (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março)

Cursos Profissionais de Nível Secundário (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) REFERENCIAL DE FORMAÇÃO Curss Prfissinais de Nível Secundári (Decret-Lei n.º 74/2004, de 26 de Març) Família Prfissinal: 07 - Infrmática 1. QUALIFICAÇÕES / SAÍDAS PROFISSIONAIS As qualificações de nível

Leia mais

UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU. Curso de Pós-Graduação. Gerenciamento de Projetos com Ênfase nas Práticas do PMI

UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU. Curso de Pós-Graduação. Gerenciamento de Projetos com Ênfase nas Práticas do PMI 1 UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU Curs de Pós-Graduaçã Gerenciament de Prjets cm Ênfase nas Práticas d PMI Shirlei Sares Medeirs Braghett Gerenciand escp em Prjet utilizand RUP e PMI Sã Paul 2010 2 UNIVERSIDADE

Leia mais

1- Introdução. 1.1 - Um pouco da história e conceitos de Business Intelligence

1- Introdução. 1.1 - Um pouco da história e conceitos de Business Intelligence Resum Este dcument trata d cnceit, técnicas e tecnlgias relacinadas a Business Intelligence. Após uma intrduçã as cnceits e há um puc da história d Business Intelligence n primeir capítul, sã explrads

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE JUIZ DE FORA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE JUIZ DE FORA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE JUIZ DE FORA PROGRAMA NACIONAL DE REORIENTAÇÃO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM SAÚDE PRÓ-SAÚDE PROJETO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA

Leia mais

DISCIPLINA: Matemática. MACEDO, Luiz Roberto de, CASTANHEIRA, Nelson Pereira, ROCHA, Alex. Tópicos de matemática aplicada. Curitiba: Ibpex, 2006.

DISCIPLINA: Matemática. MACEDO, Luiz Roberto de, CASTANHEIRA, Nelson Pereira, ROCHA, Alex. Tópicos de matemática aplicada. Curitiba: Ibpex, 2006. DISCIPLINA: Matemática 1- BIBLIOGRAFIA INDICADA Bibliteca Virtual Pearsn MACEDO, Luiz Rbert de, CASTANHEIRA, Nelsn Pereira, ROCHA, Alex. Tópics de matemática aplicada. Curitiba: Ibpex, 2006. PARKIN, Michael.

Leia mais

ARQUITETURA E INSTALAÇÃO PROTHEUS 11

ARQUITETURA E INSTALAÇÃO PROTHEUS 11 ARQUITETURA E INSTALAÇÃO PROTHEUS 11 OBJETIVO Infraestrutura e tecnlgia d Prtheus sã a base de uma sluçã de gestã empresarial rbusta, que atende a tdas as necessidades de desenvlviment, persnalizaçã, parametrizaçã

Leia mais

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Guia d Prcess de Sftware d MAPA Metdlgia de Desenvlviment de Sistemas Versã 1.0 Dcument cnfidencial e prprietári Versã d mdel: 1.1 Históric das Revisões Data Versã Descriçã Autr 24/03/2008 1.0 Iníci da

Leia mais

PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL

PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL Objetivs: Gestã Empresarial Desenvlver cmpetências para atuar n gerenciament de prjets, prestand cnsultria

Leia mais

CURSO PREPARATÓRIO PARA CERTIFICAÇÃO

CURSO PREPARATÓRIO PARA CERTIFICAÇÃO Cnteúd prgramátic CURSO PREPARATÓRIO PARA CERTIFICAÇÃO Este é cnteúd prgramátic d curs preparatóri n nv prgrama CDO-0001 para a certificaçã CmpTIA CDIA+. CONCEITUAL ECM Apresentaçã ds cnceits envlvids

Leia mais

1 Criando uma conta no EndNote

1 Criando uma conta no EndNote O EndNte Basic (anterirmente cnhecid pr EndNte Web), é um sftware gerenciadr de referências desenvlvid pela Editra Thmsn Reuters. Permite rganizar referências bibligráficas para citaçã em artigs, mngrafias,

Leia mais

Número de cédula profissional (se médico); Nome completo; 20/06/2014 1/7

Número de cédula profissional (se médico); Nome completo; 20/06/2014 1/7 Mdel de Cmunicaçã Sistema Nacinal de Vigilância Epidemilógica Âmbit d Dcument O presente dcument traduz mdel de cmunicaçã entre Centr de Suprte da SPMS e clientes d Sistema Nacinal de Vigilância Epidemilógica.

Leia mais