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Transcrição:

COMENTÁRIO DA PROVA DE MATEMÁTICA A proposta de uma avaliação para a ª fase deve, ao nosso ver, contemplar características tais como: Abrangência Gradação Pertinência Criatividade Contextualização Correção Essas características foram contempladas de forma adequada na prova de matemática, transformando-a num bom instrumento de avaliação. Apenas uma ressalva: a prova foi, em algumas questões, extremamente trabalhosa o que pode ter prejudicado a administração do tempo destinado à resolução, principalmente para os alunos que fizeram também a discursiva de outra disciplina. Atribuindo valores a n, tem-se: n = 0 x 0+1 = x 0 a x = 5 1.x0. 9 4 n = 1 x 1+1 = x 1 a.x1 9 5 4 x =. 9 4 161 16 18 4 161 16. 4 18 161 7 (x ) 5 = 161 1 1 1 1 5 = 10 7 5184 5184 1000 10 1 MATEMÁTICA

Em 1 segundo há 1000 milissegundos. Assim, o número máximo de entradas n é tal que T(n) 1000: n + 5n + 6 1000 n + 5n 994 0 Deseja-se determinar o maior valor natural de n para o qual a desigualdade anterior se verifica. Atribuindo valores naturais a n, tem-se: n = 9 T(9) = 9 + 5. 9 994 = 0 < 0. Portanto, n = 9 é solução da desigualdade. n = 10 T(10) = 10 + 5. 10 994 = 56 > 0. Logo, n = 10 não é solução da desigualdade. Para valores de n maiores que 10, T(n) assume valores positivos tão grandes quanto se queira, pois a parcela do polinômio em n é dominante, de modo que o maior valor natural de n tal que T(n) 1000 é igual a 9. Vamos supor que o tempo de processamento de um dos blocos seja dado pelo polinômio Q(n) = an +bn+c, em que a, b, c são números reais. Desta forma, pelo método de Descartes, tem-se: T(n) = P(n). Q(n) n + 5. n + 6 = (n + 1). (an + bn + c) n + 5. n + 6 = a. n + (a + b). n + (b + c). n + c Da identidade dos polinômios, tem-se: a 1 a b 0 b c 5 c 6 Logo: a 1 b 1 c 6 Portanto: Q(n) = n n + 6 Observação: O polinômio Q também poderia ser obtido por meio do dispositivo prático de Briot-Rufini. MATEMÁTICA

Observe o triângulo retângulo em destaque em que h é a medida da altura, em cm, relativa a um dos lados de medida cm: Utilizando a razão seno no triângulo destacado, tem-se: sen = h h =. sen A área do triângulo isósceles de lados homólogos de medida cm, representada por S, em cm, é dada por: S =.h = h S = h Substituindo h =. sen, tem-se: S =. sen a) Se = 45 o, então: S =. sen 45 o S =. S = cm MATEMÁTICA

Outra maneira: A área (S) do triângulo, de lados a, b e c, pode ser dada por: S = 1. a. b. sen S = 1... sen 45o S =. S = b) Utilizando a fórmula S = 1. a. b. sen Subatituindo os valores S = 1... sen S. sen A área é máxima se, e somente se, sen é máximo, ou seja, sen = 1, logo o valor de = 90 o. Resposta: A área máxima para = 90 o. Para 0 < <, tem-se 0 < sen 1. Assim, a área do triângulo é máxima para sen = 1, isto é: S máx. =. sen90 o S máx. =. 1 S máx. = cm Portanto, = 90 o : 4 MATEMÁTICA

Obtenção das coordenadas do centro e do raio da circunferência: x + y 4x 6y 1 = 0 x 4x + y 6y = 1 (x 4x + 4) + (y 6y + 9) = 1 + 4 + 9 (x ) + (y ) = 5 Comparando a equação obtida com a equação reduzida da circunferência, (x a) +(y b) =R, de centro C (a, b) e raio de medida R, conclui-se que o centro tem coordenadas C (, ) e o raio mede 5. O ponto comum entre a circunferência e a reta é solução do sistema constituído pelas duas equações. y x1 x y 4x 6y 1 0 Substituindo a primeira equação na segunda, tem-se: x + (x + 1) 4x 6. (x + 1) 1 = 0 x + 4x + 4x + 1 4x 1x 6 1 = 0 5x 1x 17 = 0 ( 1) ( 1) 4. 5. ( 17) x =.5 x = x = 1 484 10 1 10 x = 1 ou x = 17 5 Substituindo em y = x + 1, tem-se: y =. ( 1) + 1 = 1 ou y =. 17 1 9 5 5 Portanto, os pontos de intersecção têm coordenadas ( 1, 1) e 17 5, 9. 5 5 MATEMÁTICA

Substituindo no modelo os valores correspondentes de t e N, apresentados na tabela, tem-se: 70 a. b. c 85 a. 4 b. 4 c 80 a. 5 b. 5 c Multiplicando a 1ª equação por ( 1) e adicionando os produtos aos respectivos termos das duas outras equações, tem-se: 70 9a b c 15 7a b 10 16a b Mutiplicando a ª equação por ( ) e adicionando os produtos aos correspondentes termos da última equação, tem-se: 70 9a b c 15 7a b 0 a Resolvendo a ª equação, obtém-se: a = 10 Substituindo o valor obtido, a = 10, na ª equação, tem-se: 15 = 7. ( 10) + b b = 85 Substituindo os valores calculados de a e b na 1ª equação, tem-se: 70 = 9. ( 10) +. 85 + c c = 95 A relação entre t e N é dada por N(t) = 10t + 85t 95. A função é representada graficamente por uma parábola cuja concavidade é voltada para baixo. O valor máximo de N é obtido quando t assume o valor igual à abscissa do vértice da parábola que representa a correspondente função. 85 t =. ( 10) t = 85 0 t = 4,5 Logo, a quantidade máxima de sacas de cereal colhidas é obtida quando se plantam 4,5 sacos de semente. 6 MATEMÁTICA

Se c(x) = 10, então: 10 = 0,5. x 1,5 Elevando ao quadrado ambos os membros, tem-se: 10 = 0,5.x 1,5 100 = 0,5. x + 1,5 98,5 = 0,5. x x = 94 Logo, ao custo de 10 reais serão produzidas 94 unidades do produto. Se c(x) 1, então: 0,5. x 1,5 1 Quadrando todos os termos, tem-se: 0,5. x 1,5 1 9 0,5. x + 1,5 144 Subtraindo 1,5 de todos os termos, tem-se: 9 1,5 0,5. x + 1,5 1,5 144 1,5 7,5 0,5. x 14,5 Multiplicando por 4 todos os termos, tem-se: 0 x 570 Portanto, os valores naturais de x devem satisfazer 0 x 570, ou seja: x {0, 1,,..., 570} 7 MATEMÁTICA

Utilizando o teorema de Pitágoras no triângulo destacado, tem-se: 40 = 180 + h 57600 = 400 + h 500 = h h = 500 Fatorando o radicando e observando que h > 0, tem-se: 4 h =..5.7 h = 60 7 cm Os postes são paralelos. Logo, utilizando o teorema de Tales, tem-se: 75 x 60 y 45 z Observando que x + y + z = 40 cm, pelas propriedades das proporções, pode-se escrever: 75 60 45 75 60 45 x y z x y z Comparando as razões, tem-se: 75 x 60 y 45 z x = 100 4 y = 80 4 z = 60 4 180 40 Portanto, x = 100 cm, y = 80 cm e z = 60 cm. 4 8 MATEMÁTICA

Se x = 1 cm, a altura do cone mede h = cm. Sendo r a medida do raio da base do cone, em cm, utilizando o teorema de Pitágoras no triângulo destacado, tem-se: = 1 + r 4 = 1 + r = r r = cm (r > 0) O volume do cone é dado por: V c = 1.. r. h V c = 1... V c = cm 9 MATEMÁTICA

Sendo R a medida do raio da esfera, em cm, o volume da esfera é dado por: V e = = 4. R V e = 4. V e = cm No cone em destaque a altura mede ( +x) cm. Por Pitágoras, pode-se obter a medida do raio da base em função da medida x: O volume do cone é dado por: V c = 1.. r. h V c = 1.. (4 x ).( + x) Se o volume da esfera é igual a quatro vezes o volume do cone, tem-se: V e = 4. V c = 4. 1.. (4 x ).( + x) 8 = (4 x ).( + x) x + x 4x = 0 x. (x + x 4) = 0 x = 0 ou x + x 4 = 0 Como x = 0 não convém, necessariamente, x + x 4 = 0. Resolvendo, obtém-se como raiz positiva x = 5 1 cm. 10 MATEMÁTICA

a) Utilizando a regra de Sarrus, tem-se: + 1 = 0 = 1 Portanto, para = 1 tem-se o determinante nulo. b) Substituindo = 0, tem-se: 0 0 1 S = 0 1 1 1 1 0 Sendo I, a matriz identidade de ordem, utilizando a definição de matriz inversa, tem-se: S. S 1 = I 0 0 1 a d g 1 0 0 0 1 1. b e h 0 1 0 1 1 0 c f i 0 0 1 O produto matricial e a igualdade entre matrizes de mesma ordem, permitem escrever: c 1 f 0 i 0 b c 0 e f 1 hi 0 a b 0 d e 0 g h1 11 MATEMÁTICA

Resolvendo, obtém-se: c 1 f 0 i 0 b c 1 e 1 f 1 h i 0 a b 1 d e 1 g 1 h 1 Portanto, a matriz S 1 é dada por: 1 1 1 S 1 = 1 1 0 1 0 0 Outra maneira. b) Com = 0 o det(s) = 1 logo calculando a matriz inversa de S, temos: 0 0 1 1 0 0 0 1 1 0 1 0 1 1 0 0 0 1 Somando a segunda linha à terceira linha, temos: 0 0 1 1 0 0 0 1 1 0 1 0 1 0 1 0 1 1 Multiplicando a terceira linha por ( 1) e somando à primeira linha: 1 0 0 1 1 1 0 1 1 0 1 0 1 0 1 0 0 1 Somando a primeira linha na terceira linha, temos: 1 0 0 1 1 1 0 1 1 0 1 0 0 0 1 1 1 0 Multiplicando a terceira linha por 1 e somando à segunda linha temos: 1 0 0 1 1 1 0 1 0 1 1 0 0 0 1 1 0 0 1 1 1 Logo a matriz inversa de S é S 1 = 1 1 0 1 0 0 1 1 1 Resposta: A matriz inversa de S é S 1 = 1 1 0 1 0 0 1 MATEMÁTICA

a) Vamos supor que os resultados de par ou ímpar de determinada rodada são independentes de qualquer outra. Sendo A e B os jogadores, é importante observar que existem 4 modos possíveis de ocorrer uma rodada qualquer, sendo deles com resultado par e outros com resultado ímpar. Jogador A B Soma Número Par Par Par Número Par Ímpar Ímpar Número Ímpar Par Ímpar Número Ímpar Ímpar Par Logo, em uma rodada qualquer a probabilidade de obter-se par é igual a 4 também é igual a 1. 1 e a probabilidade de obter-se ímpar Em 5 rodadas, a probabilidade de obterem resultado par, no máximo duas vezes, é igual à probabilidade de obterem par nenhuma vez, adicionada à probabilidade de obterem par uma única vez e, ainda, adicionada à probabilidade de obterem par exatamente duas vezes, ou seja: 0 5 1 4 0 1 p = C.. 1 1 1 C.. 1 C 5 5 5. 1. 1 1 p = 1. 1. + 5. 1. 1 16 + 10. 1 4.1 8 p = 16 1 = 0,50 = 50% Portanto, a probabilidade de se obterem no máximo resultados pares é igual a 50%. Se na 1ª rodada ocorreu um resultado par, então para ocorrer exatamente resultados pares nas 5 rodadas, é necessário e suficiente que nas próximas 4 rodadas, ocorram exatamente resultados pares e resultados ímpares. Logo, a probabilidade é dada por: 1 p = C.. 1 4 p = 6. 1 4. 1 4 p = 6 16 = 0,75 = 7,5% 8 Desta forma, sabendo que na primeira rodada saiu um número par, a probabilidade de ocorrerem exatamente resultados pares é igual a 7,5%. 1 MATEMÁTICA

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