Lista 2 - Bases Matemáticas
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- Dalila Amaral Aragão
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1 Lista 2 - Bases Matemáticas (Última versão: 14/6/ :00) Elementos de Lógica e Linguagem Matemática Parte I 1 Atribua valores verdades as seguintes proposições: a) 5 é primo e 4 é ímpar. b) 5 é primo ou 4 é ímpar. c) (Não é verdade que 5 é primo) e 4 é par. d) Não é verdade que (5 é primo ou 4 é ímpar). 2 Atribua um valor verdade as seguintes proposições: a) Se 2 é par, então 3 não é par. b) Se 2 não é par, então 3 não é par. c) Se 3 não é par, então 3 não é ímpar. d) Se minha mãe é um trator então eu sou uma moto-serra. 3 Negue as seguintes proposições: a) 3 > 4 e 2 é par. b) Não é verdade que (3 é par ou 5 é impar). c) 2 é número par e não é verdade que 3 é um número ímpar. d) Se 3 > 4, então 2 é par. e) Se 2 é par então(π = 3 ou π = 4). f) Se 2 é par então não é verdade que 3 é par. 4 Em um planeta distante, a população local se divide em dois grupos distintos, por eles chamados de HI e HO (não há nenhum indivíduo que pertença a ambos os grupos). Nessa população, há indivíduos com antenas e indivíduos sem antenas. Os indivíduos são coloridos, podendo ser verdes, brancos ou vermelhos (não há indivíduos bicolores ou tricolores). Sabemos que: (i)se um indivíduo é do grupo HI, então ele possui antena. (ii)se um indivíduo é verde ou branco, então ele não possui antena. Pergunta-se: a) Se um indivíduo possui antena, podemos saber a que grupo pertence? b) Se um indivíduo não possui antena, podemos saber a que grupo pertence? c) Se um indivíduo é do grupo HI, o que podemos afirmar sobre sua cor? d) Se um indivíduo é do grupo HO, o que podemos afirmar sobre sua cor? e) Se um indivíduo é verde, podemos saber a que grupo pertence? f) Se um indivíduo é branco, podemos saber a que grupo pertence? g) Se um indivíduo é vermelho, podemos saber a que grupo pertence? 5 Sejam p(n) e q(n) proposições sobre números naturais. Assuma que a implicação p(n) q(n) é verdadeira, para todo n natural. Sabe-se que as proposições p(2) e q(3) são verdadeiras e que as proposições p(5) e q(7) são falsas. Podemos então afirmar que (pode haver múltiplas alternativas corretas ou
2 mesmo nenhuma): a) q(2) é verdadeira b) p(3) é verdadeira c) q(5) é falsa d) p(7) é falsa 6 Observe o diagrama genérico abaixo: premissa 1 premissa 2 conclusão Ele representa o seguinte argumento: assumindo como verdadeiras a premissa 1 e a premissa 2, pretendemos deduzir que também é verdadeira a conclusão. Um argumento desse tipo será considerado um argumento válido, se a conclusão seguir necessariamente das premissas, isto é, se não for possível termos as premissas verdadeiras e a conclusão falsa. Com esse significado, propõe-se o seguinte problema: dadas duas proposições simples p e q, determine quais dos argumentos abaixo são válidos: 7 Escreva cada uma das proposições compostas abaixo usando somente os conectivos indicados a) p q, usando e b) p q (ou exclusivo), usando, e c) p q, usando e d) p q, usando e e) p q, usando e f) p q, usando e 8 Ache a contrapositiva, a recíproca e a inversa das seguintes frases: a) p q b) p q c) p q d) Se chove, então eu não vou trabalhar. e) Se x é par, então x + 1 é ímpar. f) Se minha mãe é um trator, então eu sou uma moto-serra. g) Se 2 k + 1 é primo, então k é uma potência de 2. h) Se x 2 + y 2 = 0, então x e y são iguais a 0. a) b) c) d) p q p q p q q p p q não p não q p q não q não p 9 Para os pares de proposições p e q, diga se p é condição necessária ou suficiente para q. Em todos os itens em que é mencionado, x denota um número natural. a) p : x > 2 q : x > 3 b) p : x > 2 q : x 2 c) p : x > 0 e x < 2 q : x < 2 d) p : x > 0 e x < 2 q : x = 1 e) p : é um triângulo isósceles q : é um triângulo equilátero f) p : M é uma matriz com determinante diferente de 0 q : M é uma matriz inversível 2
3 Parte II 10 Determine o conjunto-verdade das seguintes proposições abertas, para as quais o domínio de discurso é o conjunto dos números naturais a) n 2 < 12 b) 3n + 1 < 25 c) 3n + 1 < 25 e n + 1 > 4 d) n < 5 ou n > 3 e) n é primo e não é verdade que n > 17 f) (n 2)(n 3)(n 4)(n 5) = 0 13 Interprete cada proposição abaixo (isto é, escreva em linguagem natural) e determine seu valor-verdade. O universo de discurso é o conjunto dos números naturais a) n (n + 1 > 2) b) n (n < 2 (n < 5 n > 3)) c) n (n + 1 > 2) d) n (n < 2 (n < 5 n > 3)) e) n (n par n + 1 ímpar) f) n (n primo n + 1 par) g) n (n primo n + 1 ímpar) 14 Determine o valor-verdade das seguintes proposições a) x R, tal que 2x 2 5x 1 < 0 b) x R, tal que x 2 3x + 5 < 0 c) x N, tal que x 2 13x + 42 < 0 11 Nas seguintes proposições abertas o domínio de discurso é o conjunto dos números reais. Para essas proposições esboce na reta real o seu conjunto verdade. a) x > 2 e x < 4 b) x > 2 ou x < 3 c) x < 2 ou (x < 5 e x > 3) d) não é verdade que (x > 2 e x < 4) 12 Dê exemplos ou contra-exemplos, se existirem, para as seguintes afirmações a) Para todo x R, x + 1 > 2. b) Todas as letras da palavra banana são vogais. c) Para todo x R, x 2 < x. d) x < 2 ou (x < 5 e x > 3) e) Todos os números naturais são primos. f) Nenhum número natural é primo. g) Qualquer numero inteiro possui inverso multiplicativo. 15 Identifique a variável livre e determine o conjunto-verdade das seguintes proposições abertas (o domínio de discurso é o conjunto dos números naturais) a) Para todo n, n 2 m b) m = 2n + 1 para algum n c) Para todo m par, nm é par d) Para todo n ímpar, nm é ímpar 16 Dê exemplos ou contra-exemplos, se existirem, para as seguintes afirmações a) Existe m N tal que n 2 m para todo n Z b) Para todo n Z existe m N tal que n 2 m c) Para todo x R, existe n N tal que n > x d) Existem m, n N distintos tais que m + n = 0 e) Para todos m, n N, m + n é par. f) Para todos m, n N pares, m + n é par. g) Para todos m, n N, se m + n é par, então m e n são ambos pares. 3
4 17 Interprete cada proposição abaixo (isto é, escreva em linguagem natural) e determine seu valor-verdade. O universo de discurso é o conjunto dos números naturais a) n m (n + 1 > m) b) n m (n + 1 > m) c) n m (n + 1 > m) d) n m (n, m pares n + m par) e) n m (n + m par n, m pares) f) m n (nm é ímpar) g) m n (nm é par) h) m n (m 2 = n) i) m n (n 2 = m) 18 Para cada proposição abaixo, diga se é universal ou particular e determine o valorverdade. O universo de discurso é co conjunto dos números naturais a) x y (x < y) b) y x (x < y) c) x y (x < y) d) y x (x < y) e) x y (x < y) f) x y (x < y) 19 Determine o valor-verdade das seguintes proposições. O universo de discurso é o conjunto dos números reais. a) x y (2x y = 0) b) y x (2x y = 0) c) y z (y + z = 100) d) y x (x 2 4x + y = 0) e) y x (x 2 4x + y = 0) f) y x (x 2 4x + y > 0) d) Não existe número inteiro x tal que x 2 é primo ou x 2 é negativo. e) Existe um número inteiro x tal que x 2 é par ou x 2 é ímpar. f) Para cada número real x existe um número real y tal que x + y = 0. g) Todo elemento do conjunto A é elemento do conjunto B. h) Todo número natural é divisível por 2, 3, 5 ou 7. i) Para todo número racional x, x é menor que 1/x. j) Existem dois números inteiros cuja soma é k) Não existe número racional cujo quadrado é 2. l) Para todos números a e b reais, há um número c que é menor que b e maior que a. 21 Para cada uma das proposições do exercício anterior, escreva a sua negação em linguagem simbólica e em linguagem natural 22 Reescreva cada afirmação a seguir em linguagem natural, sem usar notação simbólica a) n R, n < n 2. b) n R, n 2 = n. c)!n R, n 2 = n. d) n R, n 2 = n 3. e) n N, k N : k < n. f) a, b R, c, d R : a < c + d < b. g) a, b Z, c Z (a/b)c Z. h) a R, b R c R, ab = c i) a R, c R, b R ab = c 20 Transcreva as seguintes proposições para a forma simbólica a) Existe um número real n tal que n 2 = 2. b) Não existe número racional x tal que x 2 = 2. c) Existe um número inteiro x tal que x 2 é par e divisível por A Fórmula de Bhaskara é uma proposição universal. Identifique as suas variáveis (e seus universos) e descreva-a em linguagem simbólica. 4
5 Parte III Nos exercícios de 24 a 28, diga que tipo de técnica de demonstração foi usada para provar a proposição e explique como a técnica foi aplicada. 24 Proposição 1 : a b e a c a (b + c). Prova: como a b, k 1 : ak 1 = b; e como a c, k 2 : ak 2 = c. Assim, b + c = ak 1 + ak 2 = a(k 1 + k 2 ), o que significa que existe k (k = k 1 + k 2 ) tal que b + c = ak, ou seja, a (b + c). 25 Proposição: log 2 3 é irracional. Prova: suponha que existam a, b Z tais que log 2 3 = a/b. Assim, 2 a/b = 3 e (2 a/b ) b = 3 b. Como (2 a/b ) b = 2, teríamos 2 a = 3 b. Mas 2 elevado a qualquer inteiro deve ser par, e 3 elevado a qualquer inteiro deve ser ímpar. Como um número não pode ser par e ímpar ao mesmo tempo, temos que concluir que log 2 3 é irracional. 26 Proposição: Se a e b são números reais tais que ab é irracional, então pelo menos um dentre a e b deve ser irracional. Prova: se tanto a como b fossem racionais, então existiriam k 1, k 2, k 3, k 4 Z tais que a = k 1 /k 2 e b = k 3 /k 4. Então, ab = (k 1 /k 2 )(k 3 /k 4 ) = (k 1k 3 ) (k 2 k 4 ) o que significa que ab poderia ser escrito como quociente de dois inteiros, sendo assim racional. Portanto, se ab é irracional, ou a ou b deve ser irracional. 28 Proposição: A soma das medidas dos catetos de um triângulo retângulo é maior do que a medida da hipotenusa. Prova: dado um triângulo retângulo qualquer, sejam a e b os comprimentos de seus catetos e c o comprimento de sua hipotenusa. Suponha que a + b c. Elevando ambos os lados ao quadrado temos (a + b) 2 c 2, ou ainda, a 2 + 2ab + b 2 c 2. Como as medidas dos lados são todas positivas, resulta a 2 + b 2 < a 2 + 2ab + b 2 c 2, e portanto a 2 + b 2 < c 2. No entanto, o Teorema de Pitágoras afirma que a 2 +b 2 = c 2, e a prova está completa. Nos exercícios de 29 a 32, as demonstrações apresentadas estão incorretas. Aponte o erro em cada uma delas < 0. Prova: Seja um número real x < 1. Aplicando o logaritmo em ambos os lados da desigualdade, temos log x < log 1. Como sabemos que log 1 = 0, então log x < 0. Agora dividimos ambos os lados por log x e obtemos 1 < 0. A 30 Todo número inteiro tem raiz quadrada inteira. Prova: Provemos a contrapositiva de n Z, n Z. Seja a = n. Temos que a 2 = n, e como o quadrado de um inteiro é sempre outro inteiro, n também é inteiro. A 27 Proposição: Se a é irracional, então a também é irracional. Prova: Se a for racional, então existem inteiros m e n tais que a = m/n. Elevando ambos os lados ao quadrado, temos a = m 2 /n 2. Como m 2 e n 2 são inteiros, a é racional. 31 Se 5 ab então 5 a ou 5 b. Prova: Se 5 ab então ab é da forma 5k para algum k. Portanto, ou a = 5m ou b = 5m para algum m. Assim, concluímos que 5 a ou 5 b. A 1 A notação a b significa que a divide b, isto é, que existe um inteiro k tal que b = ka. 5
6 32 1 = 2. Prova: Sejam a e b dois números iguais. Multiplicando ambos os lados de a = b por a obtemos a 2 = ab. Subtraindo b 2 dos dois lados, a 2 b 2 = ab b 2. Fatorando, (a + b)(a b) = b(a b). Cancelando (a b) temos a + b = b. Quando a e b valem 1, temos que = 1, e está concluída a prova. A 33 Demonstre que se p, q são números racionais, então p + q é um número racional. 35 Prove pelo método contra-positivo: Se x e y são dois números inteiros cujo produto é ímpar, então ambos têm de ser impares. 36 Mostre que o produto de um número racional não nulo com um número irracional é irracional. 37 Dados a, b, c números inteiros com c 0, mostre que a divide b se e somente se ac divide bc. 34 Use o método de redução ao absurdo para provar cada uma das seguintes proposições. a) A raiz cúbica de 2 é irracional. b) Dados a, b, c inteiros, se a não divide bc, então a não divide b. Exercícios Complementares 38 Use o método de redução ao absurdo para provar cada uma das seguintes proposições a) Não há soluções inteiras positivas para a equação x 2 y 2 = 10 b) Não há solução racional para a equação x 5 + x 4 + x 3 + x = 0 6
7 Respostas dos Exercícios 1 a.) F b.) V c.) F d.) F 9 a.) Condição necessária, mas não suficiente. d.) Condição necessária e suficiente. e.) Condição necessária, mas não suficiente. f.) Condição necessária e suficiente. 2 a.) V b.) V c.) F d.) V 3 a.) 3 4 ou 2 é impar. d.) 3 > 4 e 2 é ímpar. e.) 2 é par e π 3 e π 4. 4 a.) Não, pode ser HI ou HO c.) Certamente é vermelho d.) Nada f.) Sim, é HO 5 a.) Sim, q(2) é verdadeira c.) Não podemos concluir nada sobre q(5) 6 a.) válido b.) inválido 7 a.) p q b.) (p q) ( p q) d.) (p q) 8 [contrapositiva / recíproca / inversa] a.) q p / q p / p q b.) q p / não q não p / p q d.) Se vou trabalhar, então não chove. / Se não vou trabalhar, então chove. / Se não chove, então vou trabalhar. e.) Se x + 1 é par, então x é ímpar. / Se x + 1 é ímpar, então x é par. / Se x é ímpar, então x + 1 é par. h.) Se x 0 ou y 0, então x 2 + y 2 0 / Se x = 0 = y, então x 2 + y 2 = 0 / Se x 2 + y 2 0, então x 0 ou y 0 10 a.) {0, 1, 2, 3} c.) {4, 5, 6, 7} e.) {2, 3, 5, 7, 11, 13, 17} 12 a.) Exemplo: x = 7 (poderia ser qualquer número real maior que 1). Contra-exemplo: x = 5 (poderia ser qualquer número real menor ou igual a 1). b.) Exemplo: letra a (não há outro). Contraexemplo: letra b (poderia ser a letra n ). d.) Exemplo: x = π (poderia ser qualquer número real menor que 2 ou entre 3 e 5). Contraexemplo: x = 7 (poderia ser qualquer número real 2 x 3 ou x 5). e.) Exemplo: 11 (poderia ser qualquer número primo). Contra-exemplo: 18 (poderia ser qualquer número composto ou 0 ou 1). 13 a.) (F) Para todo número natural n, n + 1 > 2 (ou, de forma mais clara: o sucessor de qualquer número natural é sempre maior do que 2). d.) (V) Existe (pelo menos) um número natural que satisfaça n < 2 ou 3 < n < 5. e.) (V) Para todo número natural, se tal número é par, seu sucessor é ímpar (ou, de forma mais clara: o sucessor de qualquer número par é um número ímpar). g.) (V) Existe um número primo cujo sucessor é ímpar. 14 b.) F c.) F 15 a.) Variável livre: m. Conjunto-verdade: {0} b.) Variável livre: m. Conjunto-verdade: é o conjunto dos números naturais ímpares. c.) Variável livre: n. Conjunto-verdade: N. d.) Variável livre: m. Conjunto-verdade: é o conjunto dos números naturais ímpares. 7
8 16 a.) Exemplo: m = 0 (é o único exemplo para a variável m). Contra-exemplo: m = 4 e n = 1 (n 2 < m). b.) Exemplo: n = 5 e m = 3. Contra-exemplo: não há, pois a proposição é verdadeira. c.) Exemplo: x = 3, n = 2. Contra-exemplo: não há, pois a proposição é verdadeira. d.) Exemplo: não há, pois a proposição é falsa. Contra-exemplo: qualquer par de números distintos. e.) Exemplo: qualquer par de números naturais com mesma paridade. COntra-exemplos: qualquer par de números naturais com paridades distintas. f.) Exemplo: m = 2 e n = 4 ou m = 6 e n = 8. Contra-exemplos: não há, pois a proposição é verdadeira. g.) Exemplo: m = 2, n = 18, tem-se m + n = 20 (a soma é par e cada uma das parcelas também é par). Contra-exemplo: m = 3 e n = 5, tem-se m + n = 8 (a soma é par, mas as parcelas não são pares). 17 a.) (F) Para todo par de números naturais n e m, n+1 > m (ou, de forma um pouco mais clara: dados dois números naturais, o sucessor de um deles é maior do que o outro). b.) (V) Para todo número natural n, existe um número natural m que seja menor do que o sucessor de n. c.) (F) Existe (pelo menos) um número natural n cujo sucessor é maior do que qualquer outro número natural. d.) (V) A soma de dois números naturais pares é par. e.) (F) Se a soma de dois números naturais é par, então esses números são pares. f.) (F) Dado qualquer número natural m, existe um número natural n que, multiplicado por m, resulta em um número ímpar. g.) (V) Dado qualquer número natural m, existe um número natural n que, multiplicado por m, resulta em um número par. h.) (V) O quadrado de todo número natural é um número natural. i.) (F) Todo número natural é o quadrado de um número natural. 18 a.) Universal. Verdadeira. c.) Particular. Falsa. d.) Universal. Falsa. e.) Particular. Verdadeira. 19 a.) V b.) F c.) V d.) F e.) V f.) V 20 b.) ( x Q x 2 = 2) c.) x Z ( k, h Z x 2 = 2k x 2 = 3h) * simplificado: x Z x 2 é par e divisível por 3 d.) ( x Z [ d N, d x 2 (d = 1 d = x 2 ) ] x 2 < 0 ) * simplificado: ( x Z x 2 é primo x 2 é ímpar) e.) x Z ( k Z x 2 = 2k) ( h Z x 2 = 2h + 1) * simplificado: x Z x 2 é par ou x 2 é ímpar. g.) x A, x B 0 < x a < δ f (x) f (l)) < ε h.) x N, ( k Z x = 2k) ( k Z x = 3k) ( k Z x = 5k) ( k Z x = 7k) k.) ( x Q x 2 = 2 * alternativa: x Q, x 2 2 l.) a, b R, c R c < b c > a 21 a.) n Rn 2 2. Para todo número real n, n 2 2. b.) x Q x 2 = 2. Existe um número racional cujo quadrado é igual a 2. c.) x Z ( k, h Z x 2 = 2k x 2 = 3h) (* simplificado: x Z, x 2 é ímpar ou não é divisível por 3) Para todo número inteiro, seu quadrado é ímpar ou não é divisível por 3. e.) x Z(x 2 2k k Z) (x 2 2h + 1 h Z) (* simplificado: x Z, x 2 é ímpar e x 2 é par.) Existe um número inteiro cujo quadrado é ao mesmo tempo par e ímpar. f.) x R y R x + y 0. Existe um número real x que não tem oposto. g.) x A x B Existe um elemento de A que não está em B. h.) n N 2 n 3 n 5 n 7 n Existe um número natural que não é divisível por 2, 3 5 e 7. Existe um número racional que é maior ou igual ao seu inverso. j.) m, n Z, m + n 1000 A soma de quaisquer dois inteiros é sempre diferente de Existe um número racional cujo quadrado é igual a 2. 8
9 l.) a, b R c Rc b c a Existe um par de números reais a e b para os quais qualquer número real c é menor ou igual a a ou é maior ou igual a b. 22 a.) Todo número real é menor que seu quadrado. b.) Existe um número real que é igual a seu próprio quadrado. c.) Existe um único número real que é igual a seu próprio quadrado. d.) Existe um número real cujo quadrado é igual a seu cubo. e.) Todo número natural é maior do que algum número natural. g.) Para todo par de inteiros a e b, existe um inteiro que multiplicado pelo quociente de a por b o torna inteiro. h.) Para todo número real a existe algum outro real b tal que para qualquer c real, ab é igual a c. i.) Para todo número real a e para todo número real c existe um número real b tal que ab = c. 23 A fórmula diz: dada uma (qualquer) equação ax 2 + bx + c = 0, com a 0 e b 2 4ac 0, suas soluções são dadas por ( b ± b 2 4ac)/(2a). Assim, as variáveis são a R, b R, c R e x R. A proposição universal que expressa a Fórmula de Bhaskara pode ser escrita, em linguagem simbólica, a, b, c, x, (ax 2 + bx + c = 0) (b 2 4ac 0) ) (x = b+ b 2 4ac 2a x = b b 2 4ac 2a 24 Prova direta. Assume-se que a hipótese é verdadeira e prova-se, manipulando algebricamente os dados, que a tese é verdadeira. 25 Redução ao absurdo. A prova consiste em demonstrar que a negação da tese (isto é, supor que log 2 3 é racional) leva a uma contradição. 26 Contrapositiva. A prova consiste em assumir que o consequente é falso (isto é, supor que a e b são racionais) e demonstrar que o antecedente também é falso (isto é, que ab é racional). 27 Contrapositiva. Assume-se que o consequente é falso ( a racional) e prova-se que o antecedente é falso (a racional). 28 Redução ao absurdo. A tese da proposição diz, na notação que usamos, que a + b > c, e a prova consiste em demonstrar que a negação da tese (a + b c) leva a uma contradição. 29 A própria demonstração diz que log x < log 1, isto é log x < 0. No entanto, ao multiplicar ou dividir uma inequação a < b por algum número negativo k, tem-se que ak > bk ou a/k > b/k (isto é, o sinal de ordem deveria ter sido invertido). 30 A proposição provada não é a contrapositiva do que se queria provar, e sim a recíproca. 31 A proposição é Se 5 ab então 5 a ou 5 b, e foi usada para provar a si mesma: ab é da forma 5k... Portanto ou a = 5m ou b = 5m para algum m. Em tempo: a proposição em si é verdadeira, é a demonstração que está errada. 32 Se a = b, então a b = 0. Nesse caso, não podemos cancelar o fator (a b) como fizemos. 9
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