Análise de Algoritmos
|
|
|
- Luiz Henrique Dias Vilaverde
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Análise de Algoritmos Técnicas de Prova Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG julho
2 Técnicas de Prova Definição Uma prova é um argumento válido que mostra a veracidade de um enunciado matemático. Para provar algo, pode-se assumir como verdade: a hipótese do teorema, axiomas, outros teoremas que tenham sido provados anteriormente. Com esses fatos e regras de inferência, o passo final da prova é mostrar a veracidade do que está sendo provado.
3 Técnicas de Prova Os métodos de prova que veremos são importantes não somente porque provam teoremas matemáticos, mas também por terem muitas aplicações na Ciência da Computação. Essas aplicações incluem: verificação de que algoritmos estão corretos, verificação de que sistemas operacionais e protocolos de rede são seguros, construção de inferências na inteligência artificial, verificação de que especificações de software são consistentes, etc.
4 Terminologia Teoremas são enunciados matemáticos que podem ser provados. Geralmente os teoremas são os resultados mais importantes de um estudo. Outros enunciados menos importantes que podem ser provados e que podem ser utilizados na prova de um teorema são chamados de Proposição ou Lema.
5 Terminologia Para mostrar que um Teorema, um Lema ou uma Proposição são verdadeiros, nós precisamos apresentar uma prova. A prova é um argumento válido que garante a veracidade do Teorema em todos os casos que o mesmo abrange.
6 Terminologia Axiomas são verdades absolutas, não precisam ser provados. Corolários são consequências diretas de teoremas que já foram provados. Conjecturas são hipóteses que ainda não foram provadas, mas que acredita-se que sejam verdadeiras devido a algumas evidências parciais ou intuição de algum especialista no assunto.
7 Terminologia Sobre conjecturas: Quando uma conjectura é provada, ela se torna um teorema. Se um contraexemplo para uma conjectura for apresentado, a conjectura é falsa e não é um teorema.
8 Terminologia Exemplo: Teorema Se x > y, onde x e y são números reais positivos, então x 2 > y 2. Para provar esse teorema, podemos assumir que são verdades as premissas (também chamadas hipóteses) do teorema: x é um número real positivo; y é um número real positivo; x > y.
9 Terminologia Além das premissas, podemos usar propriedades dos números reais: 1 Se x > y, então xx > xy. 2 Da mesma forma, se x > y, então xy > yy. 3 De (1) e (2), pode-se concluir que xx > xy > yy. 4 Portanto, xx > yy.
10 Terminologia Partindo das premissas e de propriedades conhecidas (que são axiomas, ou lemas, proposições e teoremas já provados), devemos criar regras de inferência que nos levem à conclusão do Teorema. (Nesse caso, que nos levem a concluir que x 2 > y 2.) Ao chegar nessa conclusão, desde que as regras de inferência estejam corretas e tenham se baseado em fatos verdadeiros, o Teorema está provado.
11 Terminologia Observe que o Teorema precisa ser provado para todo o universo que seu enunciado abrange. (Nesse caso, para qualquer que seja o par de números reais positivos x e y). Como a prova deve considerar todos os pares de números reais positivos, apresentar algumas evidências (exemplos que satisfazem o teorema) não é uma prova, pois não cobre todos os casos.
12 Técnicas de Prova Para provar a proposição x : P(x) Q(x). Deve-se provar que P(c) Q(c) é verdade, para um elemento c qualquer do domínio.
13 Técnicas de Prova Lembre-se das aulas de Lógica: P(c) Q(c) é verdade, a menos que P(c) seja verdade e Q(c) seja falso. A B A B V V V V F F F V V F F V Então para provar que P(c) Q(c) é verade, só precisamos provar que Q(c) é verdade quando P(c) é verdade.
14 Prova Direta Para construir uma prova direta para uma afirmação do tipo A B: suponha que A é verdade; os passos seguintes são construídos utilizando-se regras de inferência; a última delas deve implicar que B também é verdade.
15 Prova Direta Uma prova direta mostra que uma afirmação A B é verdade apresentando argumentos de que se A é verdade, então B tem que ser verdade também. Assim, a combinação A verdade e B falso nunca ocorre. Em uma prova direta, nós consideramos que A é verdade e usamos axiomas, definições, e resultados provados anteriormente, junto com regras de inferência, para mostrar que B também é verdade.
16 Prova Direta Definição Um número inteiro n é par se existe um inteiro k tal que n = 2k, e n é ímpar se existe um inteiro k tal que n = 2k + 1. Note que um inteiro ou é par ou é ímpar, e nenhum inteiro é par e ímpar.
17 Prova Direta Exemplo 1 Provar: Se n é um inteiro ímpar, então n 2 é ímpar. Note que esse teorema é uma proposição n : P(n) Q(n), onde: P(n) é n é um inteiro ímpar e Q(n) é n 2 é ímpar. Vamos seguir a convenção usual das provas matemáticas, vamos mostrar que P(n) ser verdade implica que Q(n) tem que ser verdade, sem usar exemplos para tentar provar.
18 Prova Direta Exemplo 1 Provar: Se n é um inteiro ímpar, então n 2 é ímpar. Demonstração: Suponha que a hipótese é verdadeira, ou seja, n é ímpar. Pela definição de um inteiro ímpar, tem-se n = 2k + 1, onde k é algum inteiro. Nós queremos mostrar que n 2 também é ímpar. Podemos elevar os dois lados da equação n = 2k + 1 ao quadrado para obter uma nova equação que expressa n 2.
19 Prova Direta Então, n 2 = (2k + 1) 2 = 4k 2 + 4k + 1 = 2(2k 2 + 2k) + 1. Por definição de número ímpar, podemos concluir que n 2 é ímpar (n 2 é duas vezes um inteiro mais 1). Portanto, se n é um inteiro ímpar, então n 2 é ímpar.
20 Prova Direta Definição Um inteiro n é um quadrado perfeito se existe um número b tal que n = b 2.
21 Prova Direta Exemplo 2 Provar: Se m e n são quadrados perfeitos, então nm também é um quadrado perfeito. Demonstração: Para produzir uma prova direta desse teorema, suponha que a hipótese é verdadeira, ou seja, considere que n e m são quadrados perfeitos. Pela definição de quadrado perfeito, sabemos que existem dois números inteiros s e t tais que m = s 2 e n = t 2. O objetivo dessa prova é mostrar que mn é um quadrado perfeito quando m e n são quadrados perfeitos.
22 Prova Direta Para conseguir uma equação com mn, vamos multiplicar as duas equações m = s 2 e n = t 2. Com essa multiplicação, obtemos mn = s 2 t 2, o que implica que mn = sstt = stst = (st) 2. Pela definição de quadrado perfeito, isso implica que mn também é um quadrado perfeito, pois é o quadrado de st, que é um número inteiro. Portanto, se m e n são quadrados perfeitos, então mn também é um quadrado perfeito.
23 Provas Indiretas Provas diretas assumem que a hipótese é verdadeira e usam regras de inferência para mostrar que a conclusão do teorema é verdadeira. Às vezes, não é possível fazer a prova direta de um teorema. Provas Indiretas Provas de teoremas que não são diretas, ou seja, que não começam assumindo que a hipótese é verdadeira e terminam mostrando que a conclusão do teorema é verdadeira, são chamadas provas indiretas.
24 Prova por Contraposição Um tipo extremamente útil de prova indireta é a prova por contraposição. Provas por contraposição fazem uso do fato de que a proposição A B é equivalente à sua contrapositiva B A. A B A B B A B A V V V F F V V F F V F F F V V F V V F F V V V V
25 Prova por Contraposição Observação Pela equivalência entre essas proposições, A B pode ser provada mostrando-se que sua contrapositiva, B A, é verdadeira. Em uma prova por contraposição de A B, deve-se: 1 considerar que B é verdadeira, 2 usar axiomas, definições e teoremas já provados, junto com regras de inferência, e 3 concluir que A é verdadeira.
26 Prova por Contraposição Exemplo 3 Provar: Se n é um inteiro e 3n + 2 é ímpar, então n é ímpar. 1 a tentativa: Prova direta. Suponha que a hipótese é verdadeira, ou seja, 3n + 2 é um inteiro ímpar. Isso significa que 3n + 2 = 2k + 1, para algum inteiro k. Como esse fato pode ajudar a mostrar que n é ímpar? Vemos que 3n = 2k 1, ou seja, 3n é ímpar, mas não parece haver nenhuma forma direta de concluir que n é ímpar.
27 Prova por Contraposição Já que a tentativa de prova direta falhou, nossa próxima tentativa é a prova por contraposição. 1 considerar que B é verdadeira, 2 usar axiomas, definições e teoremas já provados, junto com regras de inferência, e 3 concluir que A é verdadeira.
28 Prova por Contraposição Exemplo 3 Provar: Se n é um inteiro e 3n + 2 é ímpar, então n é ímpar. 2 a tentativa: Prova por contraposição. Considere que a tese da afirmação Se 3n + 2 é ímpar, então n é ímpar é falsa, ou seja, assuma que n é par. Então, por definição de número par, n = 2k para algum inteiro k. Substituindo 2k por n, tem-se 3n + 2 = 3(2k) + 2 = 6k + 2 = 2(3k + 1). Portanto, 3n + 2 é par (pois é um múltiplo de dois), e então não é ímpar.
29 Prova por Contraposição Portanto, 3n + 2 é par (pois é um múltiplo de dois), e então não é ímpar. Isso é uma negação da hipótese do teorema! Então concluímos que A é verdadeira. Portanto, se n é par, então 3n + 2 é par. Pela equivalência da contraposição, concluí-se que se 3n + 2 é ímpar, então n é ímpar.
30 Exemplos de Provas Definição O número real r é racional se existem inteiros p e q com q 0 tais que r = p q. Um número real que não é racional é chamado de irracional.
31 Exemplos de Provas Exemplo 4 Provar: A soma de dois números racionais é racional. (Note que nós queremos provar que Para todo número real r e todo número real s, se r e s são racionais, então r + s é racional. ) 1 a tentativa: Prova Direta. Considere que r e s são números racionais. Pela definição de números racionais, isso implica que: existe um números inteiros p e q com q 0, tais que r = p q, existem inteiros t e u, com u 0, tais que s = t u. Podemos usar essa informação para mostrar que r + s é racional?
32 Exemplos de Provas O passo óbvio é somar r = p q com s = t u, para obter r + s = p q + t u pu + qt =. qu Como q 0 e u 0, isso implica que qu 0. Consequentemente, pode-se expressar r + s como uma fração de dois inteiros, pu + qt e qu, onde qu 0. Então, pela definição de números racionais, r + s é racional. Portanto, a soma de dois números racionais é racional.
33 Kenneth ROSEN.Discrete Mathematics and Its Applications. McGraw-Hill Education, 6th edition (July 26, 2006).
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA PARA A COMPUTAÇÃO PROF. DANIEL S. FREITAS UFSC - CTC - INE Prof. Daniel S. Freitas - UFSC/CTC/INE/2007 p.1/81 1 - LÓGICA E MÉTODOS DE PROVA 1.1) Lógica Proposicional
Referências e materiais complementares desse tópico
Notas de aula: Análise de Algoritmos Centro de Matemática, Computação e Cognição Universidade Federal do ABC Profa. Carla Negri Lintzmayer Conceitos matemáticos e técnicas de prova (Última atualização:
Matemática Discreta - 04
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Matemática Discreta - 04 Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti www.twitter.com/jorgecav
Demonstrações. Terminologia Métodos
Demonstrações Terminologia Métodos Técnicas de Demonstração Uma demonstração é um argumento válido que estabelece a verdade de uma sentença matemática. Técnicas de Demonstração Demonstrações servem para:
Indução Matemática. Matemática Discreta. Indução Matemática. Mayara Midori Omai e Sheila Morais de Almeida UTFPR-PG. Abril
Matemática Discreta Indução Matemática Mayara Midori Omai e Sheila Morais de Almeida UTFPR-PG Abril - 2017 Indução Matemática Se desejamos provar que A(n) B(n) é verdade para números inteiros k maiores
Notas de Aula 2: Métodos de Prova
IFMG Campus Formiga Matemática Discreta Notas de Aula 2: Métodos de Prova Prof. Diego Mello 2o. Semestre 2012 Sumário 1 Introdução 2 2 Conceitos 2 3 Teoremas 4 4 Métodos de Prova 6 4.1 Prova Direta........................................
Demonstrações Matemáticas Parte 2
Demonstrações Matemáticas Parte 2 Nessa aula, veremos aquele que, talvez, é o mais importante método de demonstração: a prova por redução ao absurdo. Também veremos um método bastante simples para desprovar
Técnicas de Demonstração. Raquel de Souza Francisco Bravo 17 de novembro de 2016
Técnicas de Demonstração e-mail: [email protected] 17 de novembro de 2016 Técnicas de Demonstração O que é uma demonstração? É a maneira pela qual uma proposição é validada através de argumentos formais.
Semana 3 MCTB J Donadelli. 1 Técnicas de provas. Demonstração indireta de implicação. indireta de. Demonstração por vacuidade e trivial
Semana 3 por de por de 1 indireta por de por de Teoremas resultados importantes, Os rótulos por de por de Teoremas resultados importantes, Os rótulos Proposições um pouco menos importantes, por de por
Bases Matemáticas. Como o Conhecimento Matemático é Construído. Aula 2 Métodos de Demonstração. Rodrigo Hausen. Definições Axiomas.
1 Bases Matemáticas Aula 2 Métodos de Demonstração Rodrigo Hausen v. 2012-9-21 1/15 Como o Conhecimento Matemático é Construído 2 Definições Axiomas Demonstrações Teoremas Demonstração: prova de que um
Aula 1: Introdução ao curso
Aula 1: Introdução ao curso MCTA027-17 - Teoria dos Grafos Profa. Carla Negri Lintzmayer [email protected] Centro de Matemática, Computação e Cognição Universidade Federal do ABC 1 Grafos Grafos
1. Métodos de prova: Construção; Contradição.
Universidade Estadual de Santa Cruz Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas Bacharelado em Ciência da Computação Fundamentos Matemáticos para Computação 1. Métodos de prova: Construção; Contradição.
Indução Matemática. Profa. Sheila Morais de Almeida. junho DAINF-UTFPR-PG
Indução Matemática Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG junho - 2018 Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Indução Matemática junho - 2018 1 / 38 Este material é preparado usando como referências os
1 Conjuntos, Números e Demonstrações
1 Conjuntos, Números e Demonstrações Definição 1. Um conjunto é qualquer coleção bem especificada de elementos. Para qualquer conjunto A, escrevemos a A para indicar que a é um elemento de A e a / A para
No. Try not. Do... or do not. There is no try. - Master Yoda, The Empire Strikes Back (1980)
Cálculo Infinitesimal I V01.2016 - Marco Cabral Graduação em Matemática Aplicada - UFRJ Monitor: Lucas Porto de Almeida Lista A - Introdução à matemática No. Try not. Do... or do not. There is no try.
Análise de Algoritmos
Análise de Algoritmos Indução Matemática - parte II Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG setembro - 2015 Indução Matemática - Exemplo 1 Provar que se S é um conjunto finito com n elementos, n
Lista 2 - Bases Matemáticas
Lista 2 - Bases Matemáticas (Última versão: 14/6/2017-21:00) Elementos de Lógica e Linguagem Matemática Parte I 1 Atribua valores verdades as seguintes proposições: a) 5 é primo e 4 é ímpar. b) 5 é primo
Aula 7: Dedução Natural 2
Lógica para Computação Segundo Semestre, 2014 DAINF-UTFPR Aula 7: Dedução Natural 2 Prof. Ricardo Dutra da Silva -introdução Dada uma premissa A, nós podemos concluir A B para qualquer fórmula B. A justificativa
Introdução à Lógica Matemática
Introdução à Lógica Matemática Disciplina fundamental sobre a qual se fundamenta a Matemática Uma linguagem matemática Paradoxos 1) Paradoxo do mentiroso (A) Esta frase é falsa. A sentença (A) é verdadeira
Lista 1 - Bases Matemáticas
Lista 1 - Bases Matemáticas Elementos de Lógica e Linguagem Matemática Parte I 1 Atribua valores verdades as seguintes proposições: a) 5 é primo e 4 é ímpar. b) 5 é primo ou 4 é ímpar. c) (Não é verdade
Demonstrações, Recursão e Análise de Algoritmo
Demonstrações, Recursão e Análise de Algoritmo Objetivos do Capítulo Após estudar este capítulo, você estará apto a: Realizar demonstrações de conjecturas, usando técnicas de demonstração direta, demonstração
Para provar uma implicação se p, então q, é suficiente fazer o seguinte:
Prova de Implicações Uma implicação é verdadeira quando a verdade do seu antecedente acarreta a verdade do seu consequente. Ex.: Considere a implicação: Se chove, então a rua está molhada. Observe que
Para Computação. Aula de Monitoria - Miniprova
Para Computação Aula de Monitoria - Miniprova 1 2013.1 Roteiro Provas e Proposições Conjuntos Provas e Proposições Proposição - Sentença que ou é verdadeira ou é falsa. ex: Hoje é sábado. -> É uma proposição.
Unidade 1 - Elementos de Lógica e Linguagem Matemáticas. Exemplo. O significado das palavras. Matemática Básica linguagem do cotidiano
A Pirâmide de aprendizagem de William Glasser Unidade 1 - Elementos de Lógica e Linguagem Matemáticas Matemática Básica Departamento de Matemática Aplicada Universidade Federal Fluminense 2018.1 Segundo
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA PARA A COMPUTAÇÃO PROF. DANIEL S. FREITAS UFSC - CTC - INE Prof. Daniel S. Freitas - UFSC/CTC/INE/2007 p.1/26 3 - INDUÇÃO E RECURSÃO 3.1) Indução Matemática 3.2)
Introdução ao Curso. Área de Teoria DCC/UFMG 2019/01. Introdução à Lógica Computacional Introdução ao Curso Área de Teoria DCC/UFMG /01 1 / 22
Introdução ao Curso Área de Teoria DCC/UFMG Introdução à Lógica Computacional 2019/01 Introdução à Lógica Computacional Introdução ao Curso Área de Teoria DCC/UFMG - 2019/01 1 / 22 Introdução: O que é
Errata da lista 1: Na página 4 (respostas), a resposta da letra e da questão 13 é {2, 3, 5, 7, 11, 13, 17} (faltou o número 17)
Errata da lista 1: Na página 4 (respostas), a resposta da letra e da questão 13 é {2, 3, 5, 7, 11, 13, 17} (faltou o número 17) Lista 1 - Bases Matemáticas Elementos de Lógica e Linguagem Matemática 1
Dedução Indução Contra-exemplos Contradição Contrapositiva Construção Diagonalização
Dedução Indução Contra-exemplos Contradição Contrapositiva Construção Diagonalização 1 Provas, lemas, teoremas e corolários Uma prova é um argumento lógico de que uma afirmação é verdadeira Um teorema
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA PARA A COMPUTAÇÃO PROF. DANIEL S. FREITAS UFSC - CTC - INE Prof. Daniel S. Freitas - UFSC/CTC/INE/2007 p.1/81 1 - LÓGICA E MÉTODOS DE PROVA 1.1) Lógica Proposicional
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA PARA A COMPUTAÇÃO PROF. DANIEL S. FREITAS UFSC - CTC - INE Prof. Daniel S. Freitas - UFSC/CTC/INE/2007 p.1/81 1 - LÓGICA E MÉTODOS DE PROVA 1.1) Lógica Proposicional
Uma proposição é uma frase que pode ser apenas verdadeira ou falsa. Exemplos:
1 Noções Básicas de Lógica 1.1 Proposições Uma proposição é uma frase que pode ser apenas verdadeira ou falsa. 1. Os sapos são anfíbios. 2. A capital do Brasil é Porto Alegre. 3. O tomate é um tubérculo.
n. 18 ALGUNS TERMOS...
n. 18 ALGUNS TERMOS... DEFINIÇÃO Uma Definição é um enunciado que descreve o significado de um termo. Por exemplo, a definição de linha, segundo Euclides: Linha é o que tem comprimento e não tem largura.
Material Teórico - Módulo Equações do Segundo Grau. Equações de Segundo Grau: outros resultados importantes. Nono Ano do Ensino Funcamental
Material Teórico - Módulo Equações do Segundo Grau Equações de Segundo Grau: outros resultados importantes Nono Ano do Ensino Funcamental Autor: Prof. Fabrício Siqueira Benevides Revisor: Prof. Antonio
Gabarito da lista de Exercícios sobre Técnicas de Demonstração
Universidade Federal Fluminense Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Fundamentos Matemáticos para Computação Professora: Raquel Bravo Gabarito da lista de Exercícios sobre Técnicas de Demonstração
Bases Matemáticas. Aula 1 Elementos de Lógica e Linguagem Matemática. Prof. Rodrigo Hausen. 24 de junho de 2014
Aula 1 Elementos de Lógica e Linguagem Matemática Prof. Rodrigo Hausen 24 de junho de 2014 Definição Uma proposição é uma sentença declarativa que é verdadeira ou falsa, mas não simultaneamente ambas.
Matemática - Geometria Caderno 1: Ângulos triédricos
Programa PIBID/CAPES Departamento de Matemática Universidade de Brasília Matemática - Geometria Caderno 1: Objetivos Desenvolver e formalizar o raciocínio lógico do aluno. Conteúdos abordados Reconhecimento
Seminário Semanal de Álgebra. Técnicas de Demonstração
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CÂMPUS CATALÃO Seminário Semanal de Álgebra Técnicas de Demonstração Catalão, 26/11/2013. Universidade Federal de Goiás Campus Catalão Seminário Semanal de Álgebra Orientador:
OS DIFERENTES TIPOS DE DEMONSTRAÇÕES: UMA REFLEXÃO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA
Revista da Educação Matemática da UFOP, Vol I, 2011 - XI Semana da Matemática e III Semana da Estatística, 2011 ISSN 2237-809X OS DIFERENTES TIPOS DE DEMONSTRAÇÕES: UMA REFLEXÃO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA
Números Inteiros Axiomas e Resultados Simples
Números Inteiros Axiomas e Resultados Simples Apresentamos aqui diversas propriedades gerais dos números inteiros que não precisarão ser provadas quando você, aluno, for demonstrar teoremas nesta disciplina.
Regras de Inferência. Matemática Discreta. Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG. março
Matemática Discreta Regras de Inferência Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG março - 2017 Argumentos Válidos em Lógica Proposicional Considere o argumento: Se João pensa, então João existe.
Estruturas Discretas INF 1631
Estruturas Discretas INF 1631 Thibaut Vidal Departamento de Informática, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Rua Marquês de São Vicente, 225 - Gávea, Rio de Janeiro - RJ, 22451-900, Brazil
Aula 1 Aula 2. Ana Carolina Boero. Página:
Elementos de lógica e linguagem matemática E-mail: [email protected] Página: http://professor.ufabc.edu.br/~ana.boero Sala 512-2 - Bloco A - Campus Santo André Linguagem matemática A linguagem matemática
Um pouco de história. Ariane Piovezan Entringer. Geometria Euclidiana Plana - Introdução
Geometria Euclidiana Plana - Um pouco de história Prof a. Introdução Daremos início ao estudo axiomático da geometria estudada no ensino fundamental e médio, a Geometria Euclidiana Plana. Faremos uso do
2013/1S EP33D Matemática Discreta Avaliação 01
013/1S EP33D Matemática Discreta Avaliação 01 Data: 10/07/013 Início: 13h00min Duração: 03 aulas h30min) OBSERVAÇÕES: i) a prova é individual; ii) qualquer forma de consulta não autorizada acarretará no
Aula 6: Dedução Natural
Lógica para Computação Primeiro Semestre, 2015 DAINF-UTFPR Aula 6: Dedução Natural Prof. Ricardo Dutra da Silva Em busca de uma forma de dedução mais próxima do que uma pessoa costuma fazer, foi criado
MD Métodos de Prova 1
Métodos de Prova Antonio Alfredo Ferreira Loureiro [email protected] http://www.dcc.ufmg.br/~loureiro MD Métodos de Prova 1 Introdução Objetivo: ter precisão de pensamento e linguagem para obter a certeza
Lógica. Fernando Fontes. Universidade do Minho. Fernando Fontes (Universidade do Minho) Lógica 1 / 65
Lógica Fernando Fontes Universidade do Minho Fernando Fontes (Universidade do Minho) Lógica 1 / 65 Outline 1 Introdução 2 Implicações e Equivalências Lógicas 3 Mapas de Karnaugh 4 Lógica de Predicados
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 6
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 6 Nome: N.º Turma: Apresente o seu raciocínio de forma clara, indicando todos os cálculos que tiver de efetuar e todas as justificações necessárias. Quando,
Aula 1 Aula 2 Aula 3. Ana Carolina Boero. Página:
Elementos de lógica e linguagem matemática E-mail: [email protected] Página: http://professor.ufabc.edu.br/~ana.boero Sala 512-2 - Bloco A - Campus Santo André Linguagem matemática A linguagem matemática
Resumo das aulas dos dias 4 e 11 de abril e exercícios sugeridos
MAT 1351 Cálculo para funções uma variável real I Curso noturno de Licenciatura em Matemática 1 semestre de 2016 Docente: Prof. Dr. Pierluigi Benevieri Resumo das aulas dos dias 4 e 11 de abril e exercícios
Cálculo Numérico / Métodos Numéricos. Solução de equações polinomiais Briot-Ruffini-Horner
Cálculo Numérico / Métodos Numéricos Solução de equações polinomiais Briot-Ruffini-Horner Equações Polinomiais p = x + + a ( x) ao + a1 n x n Com a i R, i = 0,1,, n e a n 0 para garantir que o polinômio
1 0 para todo x, multiplicando-se os dois membros por. 2x 1 0 x 1 2. b a x. ba 2. e b 2 c
CAPÍTULO 1 Exercícios 1..n) Como x 0 para todo x, o sinal de x(x ) é o mesmo que o de x; logo, x(x ) 0 para x 0; x(x ) 0 para x 0; x(x ) 0 para x 0.. n) Como x 1 1 0 para todo x, multiplicando-se os dois
PCC104 - Projeto e Análise de Algoritmos
PCC104 - Projeto e Análise de Algoritmos Marco Antonio M. Carvalho Departamento de Computação Instituto de Ciências Exatas e Biológicas Universidade Federal de Ouro Preto 7 de outubro de 2016 Marco Antonio
Análise I Solução da 1ª Lista de Exercícios
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS Centro de Ciências e Tecnologia Curso de Graduação em Matemática Análise I 0- Solução da ª Lista de Eercícios. ATENÇÃO: O enunciado
1 Congruências e aritmética modular
1 Congruências e aritmética modular Vamos considerar alguns exemplos de problemas sobre números inteiros como motivação para o que se segue. 1. O que podemos dizer sobre a imagem da função f : Z Z, f(x)
Introdução ao pensamento matemático
Introdução ao pensamento matemático Lisandra Sauer Geometria Euclidiana UFPel Uma das principais características da Matemática é o uso de demonstrações (provas) para justificar a veracidade das afirmações.
1. O que podemos dizer sobre a imagem da função. f : Z Z, f(x) = x 2 + x + 1?
1 Congruências e aritmética modular Vamos considerar alguns exemplos de problemas sobre números inteiros como motivação para o que se segue. 1. O que podemos dizer sobre a imagem da função f : Z Z, f(x)
Lógica Proposicional
Lógica Proposicional Lógica Proposicional Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG junho - 2018 Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Lógica Proposicional junho - 2018 1 / 55 Este material é preparado
Pré-Cálculo. Humberto José Bortolossi. Aula 2 13 de agosto de Departamento de Matemática Aplicada Universidade Federal Fluminense
Pré-Cálculo Humberto José Bortolossi Departamento de Matemática Aplicada Universidade Federal Fluminense Aula 2 13 de agosto de 2010 Aula 2 Pré-Cálculo 1 Problemas de organização e erros frequentes Problemas
A DEFINIÇÃO AXIOMÁTICA DO CONJUNTO DOS NÚMEROS NATURAIS.
A DEFINIÇÃO AXIOMÁTICA DO CONJUNTO DOS NÚMEROS NATURAIS. SANDRO MARCOS GUZZO RESUMO. A construção dos conjuntos numéricos é um assunto clássico na matemática, bem como o estudo das propriedades das operações
Os números primos de Fermat complementam os nossos números primos, vejamos: Fórmula Geral P = 2 = 5 = 13 = 17 = 29 = 37 = 41 = Fórmula Geral
Os números primos de Fermat complementam os nossos números primos, vejamos: Fórmula Geral P = 2 = 5 = 13 = 17 = 29 = 37 = 41 = Fórmula Geral 4 4 13 + 1 = 53 Em que temos a fórmula geral: Exatamente um
X Encontro da Olimpíada Regional de Matemática
completa X Encontro da Olimpíada Regional de Matemática Florianópolis, 28 de Março de 2015. completa Demonstrando igualdades Seja n um número natural qualquer maior do que 1. Qual será o valor da soma
Respostas Aula 1 (POTI) = Produtos Notáveis
Respostas Aula 1 (POTI) = Produtos Notáveis 01. CPM 010. Alternativa B. (a b) +(a+b) a (a+b) (a b) (a+b) = a ab+b +a +ab+b a b a +ab+b a +b = ab+b = b b (a+b) = b a+b 0. Ora: (x + xy + y ) = (x + y) =
1 Números Reais (Soluções)
Números Reais (Soluções). a) x2 4 b) x c) x d) x e) x f) 2 x+2 g) 2 x(x+2) h) x i) x 2 4 j) x(x + ) + x k) log(x) l) 2 log ( x 2 + x 2). 2. a) x = x 2 b) 2 x c) x d) x 0 x = e) x = 4 x = 2 f) x = x = 2
Afirmações Matemáticas
Afirmações Matemáticas Na aula passada, vimos que o objetivo desta disciplina é estudar estruturas matemáticas, afirmações sobre elas e como provar essas afirmações. Já falamos das estruturas principais,
Matemática Discreta. Prof. Nilson Costa 2014
1 Matemática Discreta Prof. Nilson Costa [email protected] 2014 Definições Importantes 2 Proposição: É qualquer afirmação, verdadeira ou falsa, mas que faça sentido. Exemplos: A: Todo número maior
SMA Elementos de Matemática Notas de Aulas
Universidade de São Paulo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação SMA 341 - Elementos de Matemática Notas de Aulas Ires Dias Sandra Maria Semensato de Godoy São Carlos 2009 Sumário 1 Noções
Negação. Matemática Básica. Negação. Negação. Humberto José Bortolossi. Parte 3. Regras do Jogo. Regras do Jogo
Matemática Básica Humberto José Bortolossi Departamento de Matemática Aplicada Universidade Federal Fluminense Parte 3 Parte 3 Matemática Básica 1 Parte 3 Matemática Básica 2 Qual é a negação do predicado
MESTRADO PROFISSIONAL EM MATEMÁTICA EM REDE NACIONAL. ENQ Gabarito
MESTRADO PROFISSIONAL EM MATEMÁTICA EM REDE NACIONAL ENQ 016. Gabarito Questão 01 [ 1,00 ] A secretaria de educação de um município recebeu uma certa quantidade de livros para distribuir entre as escolas
Linguagem matemática e elementos de lógica. Ana Carolina Boero
Linguagem matemática e elementos de lógica Ana Carolina Boero Quantificadores Em Matemática, os quantificadores existe e para todo, denotados respectivamente pelos símbolos e, são amplamente utilizados.
Fundamentos de Matemática. Lista de Exercícios Humberto José Bortolossi
GMA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA APLICADA Fundamentos de Matemática Lista de Exercícios Humberto José Bortolossi http://www.professores.uff.br/hjbortol/ 02 Demonstração direta, demonstração por absurdo e
Lógica Computacional Aulas 8 e 9
Lógica Computacional Aulas 8 e 9 DCC/FCUP 2017/18 Conteúdo 1 Lógica proposicional 1 11 Integridade e completude dum sistema dedutivo D 1 111 Integridade do sistema de dedução natural DN 1 112 3 12 Decidibilidade
Indução Matemática. George Darmiton da Cunha Cavalcanti CIn - UFPE
Indução Matemática George Darmiton da Cunha Cavalcanti CIn - UFPE Introdução Qual é a fórmula para a soma dos primeiros n inteiros ímpares positivos? Observando os resultados para um n pequeno, encontra-se
Aula 6: Dedução Natural
Lógica para Computação Segundo Semestre, 2014 DAINF-UTFPR Aula 6: Dedução Natural Prof. Ricardo Dutra da Silva Em busca de uma forma de dedução mais próxima do que uma pessoa costuma fazer, foi criado
MD Métodos de Prova 1
Métodos de Prova Antonio Alfredo Ferreira Loureiro [email protected] http://www.dcc.ufmg.br/~loureiro MD Métodos de Prova 1 Introdução Objetivo: ter precisão de pensamento e linguagem para obter a certeza
Tema I Introdução à lógica bivalente e à teoria de conjuntos
Tema I Introdução à lógica bivalente e à teoria de conjuntos Unidade 1 Proposições Páginas 13 a 9 1. a) 3 é uma designação. b) 3 = 6 é uma proposição. c) é o único número primo par é uma proposição. d)
Aula 4: Consequência Lógica e Equivalência Lógica
Lógica para Computação Segundo Semestre, 2014 Aula 4: Consequência Lógica e Equivalência Lógica DAINF-UTFPR Prof. Ricardo Dutra da Silva Definição 4.1. Em lógica proposicional dizemos que uma fórmula B
Os números reais. Capítulo O conjunto I
Capítulo 4 Os números reais De todos os conjuntos numéricos que estudamos agora, a transição de um para outro sempre era construída de forma elementar A passagem do conjunto dos números racionais aos reais
Os números inteiros. Capítulo 2
6 Capítulo 2 Os números inteiros Intuitivamente, o conjunto Z dos números inteiros é composto pelos números naturais e pelos "negativos". Como justificamos de uma forma simples qual a origem dos números
Binomiais e Primos. p p 2 + p 3 + p k. Demonstração. No produto n! = n, apenas os múltiplos de p contribuem com um fator p.
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Teoria dos Números - Nível 3 Carlos Gustavo Moreira Aula 16 Binomiais e Primos Começamos lembrando a Proposição 1 (Fatores do Fatorial) Seja p um primo Então a maior
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 5
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 5 Nome: N.º Turma: Apresente o seu raciocínio de forma clara, indicando todos os cálculos que tiver de efetuar e todas as justificações necessárias. Quando,
Invariantes de Laço. Profa. Sheila Morais de Almeida. junho DAINF-UTFPR-PG
Invariantes de Laço Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG junho - 2018 Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Invariantes de Laço junho - 2018 1 / 28 Este material é preparado usando como referências
Números naturais e cardinalidade
Números naturais e cardinalidade Roberto Imbuzeiro M. F. de Oliveira 5 de Janeiro de 2008 Resumo 1 Axiomas de Peano e o princípio da indução Intuitivamente, o conjunto N dos números naturais corresponde
Elementos de Lógica Matemática. Uma Breve Iniciação
Elementos de Lógica Matemática Uma Breve Iniciação Proposições Uma proposição é uma afirmação passível de assumir valor lógico verdadeiro ou falso. Exemplos de Proposições 2 > 1 (V); 5 = 1 (F). Termos
Expoente 10 Dossiê do Professor 2
Expoente 0 Dossiê do Professor Tema I Introdução à lógica bivalente e à teoria de conjuntos Unidade Proposições Páginas a 9. a) é uma designação. b) = 6 é uma proposição. c) é o único número primo par
Existem infinitos números de Carmichael, mas não provaremos isso neste curso.
6 Pseudoprimos 6.1 O Pequeno Teorema de Fermat nos diz que, se n é primo, então temos b n b (mod n) para todo b Z. Portanto, a contrapositiva diz que se temos b n b (mod n) ( ) para algum b Z, então n
Matemática Discreta. Lógica Proposicional. Profa. Sheila Morais de Almeida. agosto DAINF-UTFPR-PG
Matemática Discreta Lógica Proposicional Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG agosto - 2016 Tautologias Tautologia é uma fórmula proposicional que é verdadeira para todos os possíveis valores-verdade
Teoria dos Conjuntos. Matemática Discreta. Teoria dos Conjuntos - Parte I. Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG.
Matemática Discreta Teoria dos Conjuntos - Parte I Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG abril - 2017 Letras maiúsculas: conjuntos. Letras minúsculas: elementos do conjunto. Pertinência: o símbolo
