1.1 Propriedades Básicas
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- Geovane di Castro Carrilho
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1 1.1 Propriedades Básicas 1. Classi que as a rmações em verdadeiras ou falsas, justi cando cada resposta. (a) Se x < 2, então x 2 < 4: (b) Se x 2 < 4, então x < 2: (c) Se 0 x 2, então x 2 4: (d) Se x < 2, então x 3: (e) Se x = 3, então x 3: (f) Se jxj > 2, então x > 2: 2. Se p é um número ímpar, então p 2 também o é. Como consequência deduz-se que se p 2 é par, então p também é par. 3. O número p 2 não é racional. 4. Se p é um número inteiro, tal que p 2 é divisível por 3, mostre que p também o é. Use este fato para mostrar que o número p 3 não é racional. 5. O conjunto Q é fechado para soma e produto. (a) Mostre que a soma e o produto de dois números racionais é um número racional. (b) Dê exemplo de dois números irracionais x e y, tais que x + y e x y sejam racionais. 6. Sejam r um número racional e x um irracional. (a) Mostre que x + r é irracional. (b) Se r 6= 0, mostre que o produto x r é irracional. 7. Sejam x e y dois números irracionais, de tal forma que x 2 y 2 seja um racional não nulo. Mostre que os números x y e x + y são irracionais. Por exemplo, p 3 + p 2 e p p 3 2 são irracionais. 8. Reduza os números x = 5; 2121 : : : e y = 0; : : : à forma de fração ordinária. 9. Estude o sinal de cada uma das expressões abaixo. (a) x 1 (b) (2x + 1) (x 2) (c) 2 3x x 2 x + 2 (d) x (x 1) (2x + 3) (e) (2x 1) x (f) x x (g) x 6 x (h) x x 2 4
2 2 CÁLCULO DE UMA VARIÁVEL MARIVALDO P. MATOS 1.2 Valor Absoluto & Desigualdades 1. Resolva as desigualdades. (a) x 2 4 > 0 (b) x (c) x 2 4 (d) x 2 > 1 (e) (x a) 2 < r 2 ; r 0: 2. Resolva as equações. (a) jxj = 2 (b) jx + 1j = 3 (c)j2x 1j = 1 (d) jx 2j = 1 q (e) j2x + 3j = 0 (f) jxj = 2x + 1 (g) j1 2xj = j3x + 5j (h) (x 4) 2 = 1 q q (i) (x 1) 2 = 5 (j) (2 x) 2 = 4 (k) x q 1 5x = 4 (l) x = ( 4) 2 3. As desigualdades abaixo envolvem produtos e quocientes e podem ser resolvidas por meio do estudo do sinal, como no Exercício 9 da Seção 1.1. (a) (4x + 7) 20 (2x + 8) < 0 (b) x (2x 1) (x + 1) > 0 (c) 3p x (d) 2x 1 x 3 > 5 x 2x 1 3x 2 (e) 3 (f) (2x 1) (x + 3) < 0 (g) < 0 (h) 2x 3 x x 0 (d) x2 9 x + 1 < 0 (j) (2x 1) x Resolva as Desigualdades. x 3 x > 5 (i) x2 4 x > 0: (a) x 2 3x + 2 < 0 (b) x 2 + x (c) 3x 2 + x 2 > 0 (d) 4x 2 4x (e) x > 0 (f) x 2 + x + 1 > 0 (g) x 2 5x (h) x (i) (x 2) (x + 3) (1 x) > 0 (j) x < 3x x 2 3 (k) x (x + 4) 2 (x 2) 4 < 0 (l) x 2 4 x 2 3x Dê o conjunto solução de cada uma das inequações modulares abaixo. (a) jxj 1 (b) j2x 1j < 3 (c) jxj > 3 (d) j3x + 3j 1=3 (e) 2x 2 1 < 1 (f) j3x 1j < 2 (g) jx + 3j 1 (h) j2x 1j < x (i) jx + 1j < j2x 1j (j) jx 2j jx 5j > x (k) (x 1) 3 < 1 (l) jx 1j + jx + 3j < j4xj 6. Duas desigualdades são ditas equivalentes, se possuem o mesmo conjunto de soluções. Com base nesta de nição, classi que os pares de desigualdades abaixo. (a) p x 1 < p 2 x e x 2 < 1 x: (b) x 2 > 1 e x 1 > 0: 7. Resolva os sistemas de inequações. (a) ( 8x 2 < x 1 2x 2 x 1 (b) ( 4x 2 4x 3 < 0 1=x 2 1
3 COMPLEMENTOS 1 NÚMEROS REAIS 3 8. Mostre que: (a) x + 1 2; 8 x > 0: x (b) Não existem números reais x e y, tais que 1 x + 1 y = 1 x + y : RESPOSTAS & SUGESTÕES 1.1 EXERCÍCIOS ::::::::::::: ::: & ::::::::::::::::::: COMPLEMENTOS :::: 1. Uma sentença falsa pode ser justi cada com um contra-exemplo, o qual consiste de dados que atendem à hipótese, mas, não à tese. Por exemplo, se a sentença x < 2 {z } hipótese ) x 2 < 4 {z } tese fosse verdadeira, ela seria válida em qualquer valor atribuído à variável x. Note que para x = 3 a hipótese é atendida, mas a tese não. Por outro lado, uma sentença verdadeira deve ser justi cada usando conceitos e/ou regras, sem particularizar os dados. Por exemplo, a sentença x 2 < 4 {z } hipótese ) x < 2 {z } tese é verdadeira. De fato: x 2 < 4 ) p x 2 < p 4 ) jxj < 2, 2 < x < 2 e, em particular, conclui-se que x < 2, que é a tese. (a) F (b) V (c) V (d) V (e) V (f) F. 2. Se p é ímpar, então existe um inteiro k, tal que p = 2k + 1. Logo, p 2 = (2k + 1) 2 = 2m + 1; onde m = 2k 2 + 2k; e, portanto, p 2 é um número ímpar. 3. DEMONSTRAÇÃO POR ABSURDO Uma Demonstração por Absurdo consiste em negar a Tese e chegar a uma contradição da Hipótese. Isso nada mais é do que a equivalência das sentenças [P ] ) [Q] e [ Q] ) [ P ] (1.1)
4 4 CÁLCULO DE UMA VARIÁVEL MARIVALDO P. MATOS (em (1.1) Q indica a negativa da a rmação Q) Para provar que p 2 não é um número racional, raciocinemos por absurdo. Se p 2 fosse racional, ele se escreveria sob a forma irredutível p 2 = p=q, sendo p e q inteiros e q 6= 0: Assim, 2 = p2 q 2, p2 = 2q 2 : (1.2) De (1.2) segue que p e q são números pares, contradizendo a irredutibilidade da fração p q : 4. Mais uma vez usaremos a Demonstração por Absurdo. Se p não fosse divisível por 3, então o resto da divisão de p por 3 seria um inteiro r 6= 0, isto é, p = 3k + r e, por conseguinte, teríamos p 2 = 3 3k 2 + 2kr + r 2 = 3m + r 2 (1.3) Segue de (1.3) que o resto da divisão de p 2 por 3 não é zero, contradizendo a divisibilidade de p 2 por 3, que é a hipótese da sentença a ser provada. 5. Sejam r = p=q e s = m=n dois números racionais. (a) Temos: np + mq i. r + s = é racional (quociente de dois inteiros) e nq ii. r s = mp nq é racional. (b) Considere os irracionais x = p 2 e y = p 2. Então, x + y = 0 e x y = 2 são ambos racionais. 6. Seja r = p=q um número racional qualquer. (a) Se x + r fosse racional, então existiriam inteiros m e n; n 6= 0, tais que x + r = m=n. Assim, x + r = m n ) x = m n p q = mq np nq de onde deduzimos que x é racional (quociente de dois inteiros), contradizendo a hipótese. (b) Se o produto x r fosse racional, então x r = m n ) x = mq np e daí resultaria x racional, contradizendo a hipótese. 7. Por hipótese, x e y são irracionais e x 2 y 2 é um racional não nulo, de modo que podemos escrever (x y) (x + y) = p q : (1.4)
5 COMPLEMENTOS 1 NÚMEROS REAIS 5 Se, por exemplo, x y fosse racional, segue de (1.4) que x + y também seria racional e, portanto, x = 1 2 [(x y) + (x + y)] seria racional, contradizendo a hipótese. 8. x = 516=99 e y = 21486=99900: 9. Como ilustração, veja na Figura abaixo como se obtém o sinal da expressão (x 1) (x 2) : Vemos que a expressão (x 1) (x 2) é positiva se x < 1 ou x > 2 e é negativa se 1 < x < 2: positiva negativa zero inde nida (a) ( 1; 1) [ (2; +1) (1; 2) f1g x = 2 (b) ( 1; 1=2) [ (2; +1) ( 1=2; 2) f 1=2; 2g (c) ( 2; 2=3) ( 1; 2) [ (2=3; +1) f2=3g x = 2 (d) ( 3=2; 0) [ (1; 1) ( 1; 3=2) [ (0; 1) f0; 1; 3=2g (e) (1=2; +1) ( 1; 1=2) f1=2g (f) (0; +1) ( 1; 0) f0g 1.2 EXERCÍCIOS ::::::::::::: ::: & ::::::::::::::::::: COMPLEMENTOS :::: 1. (a) x 2 > 4, jxj > 2, x > 2 ou x < 2: (b) x 2 1, jxj 1, 1 x 1: (c) x 2 4, jxj 2, 2 x 2: (d) x > 1 ou x < 1: (e) (x a) 2 < r 2 ) jx aj < r, a r < x < a + r: 2. Decorre da de nição de Valor Absoluto que jj = a, = a: Esta é a propriedade a ser usada. (a) x = 2 (b) x = 2 ou x = 4 (c) x = 0 ou x = 1 (d)? (e) x = 3=2 (f) x = 1=3 (g) x = 4=5 ou x = 6 (h)? (i) x = 6 ou x = 4 (j) x = 2 ou x = 6 (k) x = 4=21 ou x = 4=19 (l) x = 4
6 6 CÁLCULO DE UMA VARIÁVEL MARIVALDO P. MATOS 3. Expressemos as respostas na forma de intervalo. (a) Na expressão (4x + 7) 20 (2x + 8) vemos que o primeiro fator é positiva e a expressão será negativa quando 2x 8 < 0, isto é, x < 4. (b) 1 < x < 0 ou x > 1=2. Na forma de intervalo, temos ( 1; 0) [ (1=2; +1) : (c) [ 1; 1] : (d) (3; 14=3) : (e) ( 3; 1=2) : (f) ( 1; 3=2) [ (9=5; +1) : (g) ( 1; 1=2) : (h) ( 1; 2=3] [ (2; +1) : 4. No estudo do sinal do trinômio do segundo grau ax 2 + bx + c; a 6= 0, ressaltamos alguns fatos: Se o discriminante = b 2 4ac for negativo, então o trinômio terá o mesmo sinal do coe ciente a, seja qual for o valor que se atribua a x: Se > 0, então o trinômio terá duas raízes reais e distintas x 1 e x 2 e o sinal será o mesmo do coe ciente a, se o x não estiver entre as raízes x 1 e x 2 ; ele terá sinal contrário ao de a, se o x estiver entre as raízes Se = 0, o trinômio terá uma única raiz real x 0 e o sinal coincide com sinal de a, se x 6= x 0. Na gura abaixo ilustramos algumas situações. (a) x 2 3x + 2 < 0; = 1 > 0: As raízes são x 1 = 2 e x 2 = 1 e o trinômio será < 0 quando 1 < x < 2: O conjunto solução é S = (1; 2) ou S = fx 2 R : 1 < x < 2g : Veja a ilustração na gura abaixo.
7 COMPLEMENTOS 1 NÚMEROS REAIS 7 (b) x 2 + x + 1 0; = 3 < 0: Conjunto solução S =? (conjunto vazio). (c) 3x 2 + x 2 > 0; = 25 > 0: Conjunto solução S = ( 1; 1) [ (2=3; +1) : (d) 4x 2 4x + 1 0; = 0: Conjunto solução S = f1=2g (conjunto unitário). (e) x > 0; = 12 < 0: Conjunto solução S = R ou S = ( 1; +1). (f) x 2 + x + 1 > 0; = 3 < 0: Conjunto solução S = R ou S = ( 1; +1). (g) x 2 5x + 6 0; = 1 > 0: Conjunto solução S = ( 1; 2] [ [3; +1). (h) x ; = 20 < 0: Conjunto solução S =? (conjunto vazio). (i) (x 2) (x + 3) (1 x) > 0: Para começar, veja a ilustração na gura abaixo. O conjunto solução é S = ( 1; 3) [ (1; 2). (j) A desigualdade proposta é equivalente a 2x 2 3x + 4 < 0; onde temos a = 2 e = 23 < 0: O trinômio será sempre positivo (tem o mesmo sinal de ) O conjunto solução S =?: (k) O termo (x + 4) 2 (x 2) 4 é não negativo, exceto quando x = 2. O sinal de x (x + 4) 2 (x 2) 4 depende tão somente do sinal de x: Assim, x (x + 4) 2 (x 2) 4 < 0, x < 0 e o conjunto solução é S = ( 1; 0) : (l) Veja na gura os sinais dos trinômios x 2 4 e x 2 3x + 2 e deduza que o conjunto solução é S = [ 2; 1] [ f2g : 5. (a) S = [ 1; 1] ou S = fx 2 R : 1 x 1g : (b) S = ( 1; 2) ou S = fx 2 R : 1 < x < 2g :
8 8 CÁLCULO DE UMA VARIÁVEL MARIVALDO P. MATOS (c) S = ( 1; 3) [ (3; +1) ou S = fx 2 R : x < 3 ou x > 3g : (d) S = [ 10=9; 8=9] ou S = fx 2 R : 10=9 x 8=9g : (e) S = ( 1; 0) [ (0; 1) ou S = fx 2 R : 1 < x < 1 e x 6= 0g : (f) S =? (conjunto vazio). (g) S = ( 1; 4] [ [ 2; +1) ou S = fx 2 R : x 4 ou x 2g : (h) S = (1=3; 1) ou S = fx 2 R : 1=3 < x < 1g : (i) S = ( 1; 0) [ (2; +1) ou S = fx 2 R : x < 0 ou x > 2g : (j) S = ( 1; 3) ou S = fx 2 R : x < 3g : (k) S = (0; 2) ou S = fx 2 R : 0 < x < 2g : (l) S = ( 1; 1) [ (1; +1) ou S = fx 2 R : x < 1 ou x > 1g : 6. (a) não equivalentes (b) equivalentes (a) S = [ 2 ; 1 7 ) ou S = fx 2 R : 1=2 < x < 1=7g : 1 (b) S = [ 2 ; 0) [ (0; 1] ou S = fx 2 R : 1=2 x < 0 ou 0 < x 1g : 8. (a) Basta observar que se x > 0, então x + 1 x 2, x2 2x e esta última desigualdade é válida seja qual for o valor real que se atribua a x: (b) Se existissem tais números x e y satisfazendo 1 x + 1 y = 1 x + y teríamos x 2 + xy + y 2 = 0 (1.5) e, olhando (1.5) como uma equação do segundo grau em x, vemos que = 3y 2 < 0 e a equação não tem solução.
3.1 Limite & Continuidade
3. FUNÇÕES CONTÍNUAS ANÁLISE NO CORPO R - 2018.1 3.1 Limite & Continuidade 1. Mostre que a função valor absoluto f (x) = jxj é contínua em qualquer ponto x 2 R: 2. A função de Dirichlet ' : R! R é de nida
4.1 Preliminares. 1. Em cada caso, use a de nição para calcular f 0 (x) : (a) f (x) = x 3 ; x 2 R (b) f (x) = 1=x; x 6= 0 (c) f (x) = 1= p x; x > 0:
4. FUNÇÕES DERIVÁVEIS ANÁLISE NO CORPO R - 208. 4. Preinares. Em cada caso, use a de nição para calcular f 0 (x) : (a) f (x) = x 3 ; x 2 R (b) f (x) = =x; x 6= 0 (c) f (x) = = p x; x > 0: 2. Mostre que
1.1 Domínios & Regiões
1. CAMPOS ESCALARES CÁLCULO 2-2018.2 1.1 Domínios & Regiões 1. Esboce o conjunto R do plano R 2 dada abaixo e determine sua fronteira. Classi que R em: aberto, fechado, itado, compacto, ou conexo. (a)
A = B, isto é, todo elemento de A é também um elemento de B e todo elemento de B é também um elemento de A, ou usando o item anterior, A B e B A.
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1 0 para todo x, multiplicando-se os dois membros por. 2x 1 0 x 1 2. b a x. ba 2. e b 2 c
CAPÍTULO 1 Exercícios 1..n) Como x 0 para todo x, o sinal de x(x ) é o mesmo que o de x; logo, x(x ) 0 para x 0; x(x ) 0 para x 0; x(x ) 0 para x 0.. n) Como x 1 1 0 para todo x, multiplicando-se os dois
1. Dê o domínio e esboce o grá co de cada uma das funções abaixo. (a) f (x) = 3x (b) g (x) = x (c) h (x) = x + 1 (d) f (x) = 1 3 x + 5 1
2.1 Domínio e Imagem 1. Dê o domínio e esboce o grá co de cada uma das funções abaixo. (a) f (x) = 3x (b) g (x) = x (c) h (x) = x + 1 (d) f (x) = 1 3 x + 5 1 3 (e) g (x) 2x (f) g (x) = jx 1j x, se x 2
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