5.1 Máximos e Mínimos
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- Márcio Wagner Gabeira
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1 5. Máximos e Mínimos 5.A Se f (x) = x + 4, encontre o número c que satisfaz a conclusão do TVM (Teorema do x Valor Médio) no intervalo [; 8] : 5.B Seja f (x) = jx j : Mostre que não existe um número c satisfazendo 3f 0 (c) = f (3) f (0). Isso contradiz o TVM? c 2] 3p 5.C Considere f (x) = x 2. Veri que que f ( ) = f (), mas não existe um número ; [, satisfazendo f 0 (c) = 0. Isso contradiz o Teorema de Rolle? Por que? 5.D Prove que a equação x 3 +x = 0 tem exatamente uma raiz real. (sug.: você está diante de um problema de existência e unicidade. A existência é comprovada pelo TVI e a unicidade é obtida como conseqüência do Teorema de Rolle, utilizando-se, para tanto, um argumento de contradição). 5.E Prove que existe um único número real x talque e x + x = 0: 5.F Seja f : [a; b]! R uma função contínua. Se f é derivável em (a; b) e f 0 (x) = 0; 8x 2 (a; b), mostre que f é uma função constante. (sug.: considere x e x 2 em [a; b] e aplique o TVM à função f em [x ; x 2 ]). 5.G Mostre que arctg x + arccotg x = =2: (sug.: mostre que a função f (x) = arctg x + arccotg x é constante e, então, calcule f ()). 5.H Seja f : [a; b]! R uma função contínua. Se f é diferenciável em (a; b) e f 0 (x) = f (x) ; 8x 2 (a; b), mostre que existe uma constante C tal que f (x) = Ce x ; 8x 2 [a; b] : (sug.: veri que que a função ' (x) = f (x) e x é constante). 5.I Sejam f; g : [a; b]! R funções contínuas. Se ambas são diferenciáveis em (a; b) e f 0 (x) = g 0 (x), para todo x 2 (a; b), mostre que essas funções diferem por uma constante, isto é, f (x) = g (x) + C:
2 30 DERIVADAS: aplicações COMPLEMENTOS 5 5.J Considere g (x) = x 4 4x+. Encontre a função f que satisfaz f 0 (x) = g 0 (x) e f () = 2: 5.K Mostre que e x > x, para x > 0: Mostre, em seguida, que e x > + x + x 2 =2, com a mesma restrição x > 0. Use o processo indutivo para provar, em geral, que: E se x 0 a desigualdade (5.) continua válida? 5.L Mostre que e x > + x + x2 2! + x3 3! + + xn ; para x > 0: (5.) n! x < ln ( + x) < x, seja qual for o x > 0: + x 5.M Mostre que sen x < x, seja qual for o x > 0: 5.N Mostre que a equação x 2 x sen x cos x = 0 tem duas e somente duas raízes, uma negativa e a outra positiva. 5.O Mostre que < tg, para 0 < < =2 : 5.P Considere a função f (x) = x 3 3x 2 + 3: (a) Decida sobre a existência de máximos ou mínimos locais e absolutos de f; (b) Calcule os valores máximo e mínimo de f no intervalo [ quais esses valores são assumidos. 2; 3] e determine os pontos nos 5.Q Considere a função ' (x) = 2x 3 9x 2 + 2x + 3: (a) Decida sobre a existência de máximos ou mínimos locais e absolutos de f; (b) Calcule os valores máximo e mínimo de f no intervalo [0; 3] e determine os pontos nos quais esses valores são assumidos; (c) Repita o ítem (b), considerando o intervalo [=2; 3] ; (d) Repita o ítem (b), considerando o intervalo [=2; 5=2] ; (e) Repita o ítem (b), considerando o intervalo [3=4; 9=4] : 5.R Analise cada uma das funções de nidas abaixo com relação à existência de máximos e mínimos locais e absolutos. (a) f (x) = sen x + cos x; x 2 [0; 2] (b) f (x) = xe x ; x 2 R (c) f (x) = 3 cos (2x) ; x 2 [0; ] (d) f (x) = p x 2 ; x 2 [ ; ] (e) f (x) = x 2 + x ; x 6= 0 (f) f (x) = x2p x 2 ; x 2 [ ; ]
3 CÁLCULO DE UMA VARIÁVEL MARIVALDO P MATOS 3 5.S A função f (x) = 2 j xj, de nida para 0 x 2; admite algum ponto de máximo ou de mínimo? 5.T Determine, se existirem, os pontos de mínimo e de máximo da função y = 2xe 2x : Analise, ainda, o grá co dessa função quanto à concavidade. 5.U Esboce o grá co de cada uma das funções de nidas abaixo. (a) f (x) = x 3 3x (b) f (x) = x 4 2x 2 (c) f (x) = x 4 x 3 (d) f (x) = x + x 2 (e) f (x) = x + x (i) f (x) = 4x x 2 9 (f) f (x) = x2 + x 2 (g) f (x) = + x2 x (h) f (x) = x2 + 2 x 3 (j) f (x) = x4 + x 2 (k) f (x) = x3 + x 2 (l) f (x) = 2x x 2 (m) f (x) = sen x + cos x (n) f (x) = x sen x (o) f (x) = xe x (p) f (x) = e x2 5.V A gura ao lado mostra o grá co de uma função y = f(x). (a) Para quais valores de x, f é crescente? E decrescente? (b) Essa função possui pontos de máximo e de mínimo? (c) Essa função possui ponto de in exão? (d) O que representa, no grá co, a reta y = 4? 5.W Suponha que a gura ao lado corresponda ao grá co da derivada f 0 de uma função y = f(x). (a) Qual a inclinação da tangente ao grá co de f em x =? (b) Com relação ao crescimento e à concavidade, descreva o grá co de f no intervalo [; 2]. (c) O grá co de f possui alguma tangente horizontal? (d) A função f possui algum ponto de máximo ou de mínimo local? 5.X Existe algum valor para m, de modo que a função f (x) = mx m 2 ln + x 2 tenha x = 2 como ponto de mínimo local?
4 32 DERIVADAS: aplicações COMPLEMENTOS 5 mínimo. 5.Y Se a 2 < 3b, deduza que a função f (x) = x 3 + ax 2 + bx + c não possui máximo nem 5.2 Problemas de Máximo e Mínimo 5.2A Determine dois números positivos x e y com produto p e cuja soma seja a menor possível. 5.2B Determine as dimensões de uma caixa retangular de base quadrada, sem tampa, de forma que sua área total tenha um valor pre xado A e seu volume V seja o maior possível. quadrado. 5.2C Demonstre que o retângulo de área máxima inscrito em um círculo de raio r é um 5.2D De todos os triângulos isóceles de igual perímetro, o que tem maior área é o triângulo eqüilátero. 5.2E Dois corretores, de larguras a e b, encontram-se num ângulo reto, como indica a gura ao lado. Seja l o comprimento máximo de uma viga que pode passar horizontalmente de um corredor ao outro. Determine l em termos de a e b: 5.2F Encontre sobre a curva y 2 x 2 =, o ponto mais próximo do ponto ( ; 0) : 5.2G Qual o número real positivo cuja diferença entre ele e seu quadrado resulta no maior valor possível? 5.2H Qual ponto da parábola y = x 2 está mais próximo da origem? (sug.: esse problema consiste em minimizar a função f (x) = x 2 + y 2 = x 2 + distância de um ponto da parábola à origem). x 2 2, que representa o quadrado da 5.2I Qual ponto da parábola y = x 2 está mais próximo da reta y = x 2? (sug.: minimize o quadrado da distância de um ponto a uma reta!). 5.2J Dentre todos os retângulos com o mesmo perímetro p, mostre que o quadrado é o de maior área. (sug.: o problema consiste em maximizar a função área A (x) = xy, sendo 2x+2y = p):
5 CÁLCULO DE UMA VARIÁVEL MARIVALDO P MATOS K Ache a equação da reta que passa no ponto (3; 2) e, no primeiro quadrante, forma com os eixos coordenados um triângulo de área mínima ( gura 5.3). Proceda assim: (a) Admita a reta na forma y = ax+b e note que 3a+b = 2; (b) A função a ser minimizada é a função área: A = x 0y 0 2 (c) Determine x 0 e y 0 e, em seguida, a equação da reta. 5.2L Encontre os comprimentos dos lados do retângulo de maior área que pode ser inscrito em um semicírculo de raio r, estando a base do retângulo sobre o diâmetro do semicírculo. (sug.: a função a ser maximizada é a área e esta vem dada por: A = xy = x p r 2 x 2 : 5.2M Uma indústria de embalagens de metal onde você trabalha é escolhida para fornecer latinhas de cerveja de 500ml para um fabricante multinacional. O gerente da fábrica descobre que você é um funcionário que já estudou cálculo e, por essa razão, lhe procura e pergunta: as dimensões da lata (altura e raio) podem in uir no custo da produção? (sug.: lembre-se das fórmulas básicas da área total e volume do cilindro de raio x e altura y: A T = 2x 2 + 2xy e V = x 2 y = 500). 5.2N Uma indústria produz determinado artigo e vende-o com um lucro mensal dadao pela expressão L (q) = q 3 + 2q q 4, onde q representa a quantidade produzida mensalmente. Qual a produção que maximiza o lucro? Qual é esse lucro máximo? 5.2O Duas torres têm, respectivamente, 50 e 30 metros de altura, estando separadas por uma distância de 50 metros e um cabo guia deve ser estendido do ponto A até o topo de cada torre. (veja gura 5.6).
6 34 DERIVADAS: aplicações COMPLEMENTOS 5 (a) Localize exatamente o ponto A de modo que o comprimento total do cabo seja mínimo. (b) Mostre que o comprimento do cabo usado é mínimo sempre que os ângulos em A são iguais, independente da altura das torres. 5.2P Uma área retangular em uma fazenda será cercada por um rio e nos outros três lados por uma cerca elétrica feita de um o. Com 800m de o à disposição, qual é a maior área que se pode cercar e quais são suas dimensões? 5.2Q Uma folha com perímetro de 36m será enrolada para formar um cilindro, como é mostrado na gura ao lado. Que valores de x e y fornecem o maior volume? A mesma folha sofrerá uma revolução em torno de seu lado y gerando um outro cilindro. Que valores de x e y fornecem, agora, o maior volume? 5.2R Determine o raio r e a altura h do maior cilindro circular reto que pode ser colocado dentro de uma esfera de raio p 3, como sugere a gura 5.8 ao lado. (recorde-se que o volume da esfera e do cilindro sã o dados, respectimaente por: V E = 4 3 R3 e V C = r 2 h):
7 CÁLCULO DE UMA VARIÁVEL MARIVALDO P MATOS S Se o perímetro do setor circular apresentado na gura 5.9 ao lado for xado em 00m, que valores de r e s darão ao setor a maior área? Assíntotas Se a distância entre o grá co de uma função e uma reta xa se aproxima de zero à medida que a curva se afasta da origem, dizemos que a curva se aproxima assintóticamente da reta ou que a reta é uma assíntota do grá co. Assíntotas horizontais, verticais e oblíquas A reta y = b é uma assíntota horizontal do grá co da função y = f (x) se: f (x) = b ou f (x) = b: x! x! A reta x = a é uma assíntota vertical do grá co da função y = f (x) se: f (x) = ou x!a + x!a f (x) = : A reta y = ax + b é uma assíntota oblíqua do grá co da função y = f (x) se: jf (x) (ax + b)j = 0: jxj! Por exemplo, a função y = x + =x tem o eixo y como assíntota vertical e a reta y = x como uma assíntota oblíqua. De fato: x!0 f (x) = : jf (x) xj = j=xj = 0 e f (x) = + e jxj! jxj! x! T Veri que que o grá co de cada uma das funções y = f (x) de nidas abaixo possui ao menos um tipo de assíntota. (a) y = x + ln x (b) y = x 2 (c) y = x2 x 2 4 (f) y = p x3 (g) y = p x 2 + (h) y = x2 x + x 2 + (d) y = x3 x 2 + x 2 (i) y = p x 2 (e) y = x2 x + x (j) y = 4 x2 x +
8 36 DERIVADAS: aplicações COMPLEMENTOS A Regra de l Hôpital John Bernoulli descobriu uma regra para o cálculo de ites de frações cujos numeradores e denominadores tendem para zero. A regra é conhecida atualmente como Regra de l Hôpital, em homenagem ao marquês de St. Mesme, Guillaume François Antoine de l Hôpital (66-704), um nobre francês que escreveu o primeiro texto introdutório de cálculo diferencial, em que a regra foi impressa pela primeira vez. Forma Indeterminada 0=0 Se as funções contínuas f (x) e g (x) são zero em x = a, então f (x) x!a g (x) não pode ser calculado com a substituição x = a: A substituição gera a expressão 0=0, sem signi - cado algum. Recorde-se dos argumentos que utilizamos em sala de aula para calcular x!0 (sen x) =x, em que a substituição x = 0 produziu a forma indeterminada 0=0. Por outro lado, fomos bem sucedidos com o ite x!a f (x) x f (a) a com o qual calculamos a derivada f 0 (a) e que sempre resulta na forma 0=0 com a substituição x = a: A Regra de l Hôpital nos permite usar derivadas para calcular lites que, abordados de outra forma, conduzem à formas indeterminadas. Teorema (Regra de l Hôpital) Suponha que f (a) = g (a) = 0, que f e g sejam deriváveis em um intervalo aberto contendo a e que g 0 (x) 6= 0 nesse intervalo exceto, possivelmente, em x = a: Então: desde que exista o ite do lado direito de (5.3). f (x) x!a g (x) = f 0 (x) x!a g 0 (x) ; (5.3) Atenção Ao aplicar a Regra de l Hôpital não caia na armadilha de usar a derivada de f=g. O quociente a ser usado é f 0 =g 0 e não (f=g) 0. Exemplo Aplicando a Regra de l Hôpital A expressão cosx x + x 2 com x = 0 produz a indeterminação 0=0 e aplicando a regra (5.3), encontramos: cosx senx x!0 x + x 2 = x!0 + 2x = 0 = 0
9 CÁLCULO DE UMA VARIÁVEL MARIVALDO P MATOS 37 Formas indeterminadas =; 0; Uma versão da Regra de l Hôpital também se aplica a quocientes que produzem as formas indeterminadas =; 0;. Por exemplo, se f (x) e g (x) tendem ao in nito quando x! a, então a fórmula (5.3) continua válida, desde que o ite do lado direito exista. Aqui, como também na forma indeterminada 0=0, o ponto a onde investigamos o ite pode ser nito ou. Exemplo (a) x!=2 Solução Calcule sec x + tg x ln x (b) x! 2 p x (a) Note que o numerador e o denominador são descontínuos em x = =2, então investigaremos os ites laterais nesse ponto. Temos: x!(=2) sec x + tg x = = (l Hôpital) = x!(=2) sec x tg x sec 2 x = x!(=2) sen x = : O ite lateral à direita também é, e a forma indeterminada nesse caso é.. Logo, o ite é (b) x! ln x 2 p x = = (l Hôpital) = x! =x = p x = x! p x = 0: Exemplo Trabalhando com as Formas Indeterminadas 0 e Calcule (a) x sen x! x Solução (a) (b) x!0 sen x x x sen = 0 = (fazer t = =x) = x! x t!0 + t sen t = : (b) Se x! 0 +, então sen x! 0 + e, portanto, sen x x!. De maneira similar, se x! 0 ; então sen x x! + : Nenhuma das duas formas revela o que acontece com o ite. A saída é combinarmos as frações: sen x x = x sen x x sen x
10 38 DERIVADAS: aplicações COMPLEMENTOS 5 e, então, aplicamos a Regra de l Hôpital ao resultado: x!0 sen x x = x!0 x sen x x sen x = 0 0 = x!0 sen x 2 cos x x sen x = 0 2 = 0: cos x = (l Hôpital) = x!0 sen x + x cos x = 0 0 = (l Hôpital) = Formas Indeterminadas ; 0 0 e 0 Os ites que produzem essas formas indeterminadas podem, às vezes, ser tratados utilizando-se logarítmos. De fato, da relação f (x) = exp [ln f (x)] deduzimos que: h i ln [f (x)] = L =) exp [ln f (x)] = exp ln f (x) = e L : (5.4) x!a x!a x!a Em (5.4) o ponto a pode ser nito ou : Exemplo Calcule (a) + x (b) x! x x!0 xx (c) + x! x=x Solução (a) Trata-se de uma indeterminação do tipo, a qual será convertida em 0=0 por aplicação do logarítimo. Considerando f (x) = ( + =x) x ; temos: ln f (x) = ln + x x = x ln + ln ( + =x) ln ( + =x) = =) f (x) = exp x =x =x e, portanto: x! f (x) = x! = exp exp [ln f (x)] = exp x! + =x x! = e = e: ln ( + =x) = exp( 0 =x 0 ) = (l Hôpital) = (b) Trata-se de uma indeterminação do tipo 0 0 e procederemos como no ítem (a). Temos: x!0 xx = 0 0 = exp [ln + x!0 xx ] = exp x ln x + x!0 + = (l Hôpital) = exp =x x!0 + =x 2 = exp = exp ( x) x!0 + ln x x!0 + =x = e 0 = : = exp( ) =
11 CÁLCULO DE UMA VARIÁVEL MARIVALDO P MATOS 39 (c) Temos agora uma indeterminação do tipo 0 e procederemos como no ítem (a). Temos: h x! x=x = 0 = exp ln x =xi ln x = exp = exp( x! x! x ) = =x = (l Hôpital) = exp = exp = e 0 = : x! x! x Escrevendo para aprender Demonstrando a Regra de l Hôpital Vamos demonstrar a Regra de l Hôpital (5.3), no caso em que o ite é nito, isto é, quando a for um número real. A demonstração é na verdade uma aplicação do Teorema do Valor Médio de Cauchy, que é uma versão um pouquinho mais geral do Teorema do Valor Médio apresentado em sala de aula. Teorema do Valor Médio de Cauchy Suponha que as funções f e g sejam contínuas no intervalo fechado [a; b] e deriváveis no intervalo aberto (a; b) e suponha, ainda, que g 0 (x) 6= 0 em qualquer x do intervalo (a; b) : Então existe um número c em (a; b) tal que: f (b) g (b) f (a) g (a) = f 0 (c) g 0 (c) : (5.5) Prova do TVM de Cauchy Daremos o roteiro e deixaremos os detalhes da demonstração para você preencher. Não deixe de fazê-lo. (i) Aplique o Teorema de Rolle para a função g em [a; b] e deduza que g (b) 6= g (a) ; essa condição é necessária em (5.5). (ii) Aplique o Teorema de Rolle à função F (x) = f (x) f (a) f (b) f (a) [g (x) g (a)] g (b) g (a) para deduzir que existe c em (a; b) tal que F 0 (c) = 0 e a partir dessa igualdade obtenha (5.5) Prova da Regra de l Hôpital Comece revendo as condições exigidas na regra. Suponha que x esteja à direita de a e aplique o TVM de Cauchy ao intervalo [a; x] : Existe c entre a e x tal que: f 0 (c) g 0 (c) = f (x) g (x) f (a) g (a) = f (x) g (x) (lembre-se que f (a) = g (a) = 0).
12 40 DERIVADAS: aplicações COMPLEMENTOS 5 Logo, f 0 (c) g 0 (c) = f (x) g (x) : Conforme x tende para a, o número c também se aproxima de a, porque está entre x e a. Conseqüentemente, tomando o ite na última igualdade, com x! a + ; obtemos: f (x) x!a + g (x) = f 0 (c) x!a + g 0 (c) = f 0 (x) x!a + g 0 (x) ; (5.6) que estabelece a Regra de l Hôpital. O caso em que x está à esquerda de a o TVM de Cauchy é aplicado ao intervalo [x; a] e o ite obtido é o ite lateral à esquerda. 5.3A Calcule os ites indicados. ln x p (a) (b) x ln x (c) x! x x!0 + x!+ x=x x x (e) (f) x!+ + x x!0 xsen x ln ( x) (g) + x! x 2 ln ( + t) (i) y tg y (j) y!=2 2 t! log 2 t (d) x!0 ( + x) =x (h) x!0 ( cos x) cotg x (k) (x + e x ) =x (l) x (=2 arctg x) x!0 x! 5.3B A Regra de l Hôpital não ajuda a encontrar os ites apresentados abaixo. Tente; você voltará sempre ao mesmo ponto. Calclule os ites de outra maneira. p p 9x + sec x x cotg x (a) p (b) (c) p (d) x! x + x!(=2) tg x x!0 + sen x x!0 + cosec x 5.3C. Qual está correto e qual está errado? Justi que suas respostas. x 3 (a) x!3 x 2 3 = x!3 2x = x 3 (b) 6 x!3 x 2 3 = 0 6 = 0 5.3D Dê exemplo de duas funções deriváveis f e g com f (x) = g (x) = que x! x! satisfaçam as condições a seguir. f (x) (a) x! g (x) = 3 f (x) (b) x! g (x) = f (x) (c) x! g (x) = 0 5.3E Considere as funções 8 < x + 2; se x 6= 0 f (x) = : 0, se x = 0 8 < x + ; se x 6= 0 e g (x) = : 0, se x = 0: f 0 (x) f (x) (a) Mostre que x!0 g 0 = mas (x) x!0 g (x) = 2:
13 CÁLCULO DE UMA VARIÁVEL MARIVALDO P MATOS 4 (b) Explique porque isso não contradiz a Regra de l Hôpital. Curiosidade Por que 0 e 0 não são formas indeterminadas. Presuma que uma função f (x) não é negativa em um intervalo aberto contendo c e que f (x) = 0: x!c (a) Se g (x) =, então f (x) g(x) = 0 e (b) Se g (x) =, então f (x) g(x) = : x!c x!c x!c x!c De fato: primeiro, recorde-se que exp (+) = + e exp ( h i exp g (x) ln f (x) = exp [() ( )] = exp (). x!c ) = 0 e, depois, que x!c f (x) g(x) =
14 42 DERIVADAS: aplicações COMPLEMENTOS 5 Respostas e Sugestões 5.A c = 2 p 2 5.B Não há contradição porque f não é derivável em ]0; 3[ 5.C Não há contradição porque f não é derivável em ] ; [ 5.J f (x) = x 4 4x K (a) x = e x 2 = 2 são, respectivamente, pontos de máximo e de mínimo locais. A função não tem extremos absolutos porque f (x) = (b) x = 0 e x 2 = 3 são pontos de máximos x! absolutos, nos quais f atinge o valor 3; x 3 = 2 é ponto de mínimo local com f (2) = ; x 4 = 2 é ponto de mínimo absoluto com f ( 2) = 7: Dica: Uma maneira e ciente de comprovar que uma dada função f (x) não tem máximo e/ou mínimo absoluto é mostrar que f (x) = + e/ou. f (x) =. 5.L x M e x m representam, respectivamente, os pontos de máximos absolutos e mínimos absolutos: Max Loc Max Abs Min Loc Min Abs ' (x M ) e ' (x m ) (a) x = não há x 2 = 2 não há ' (x) = x! (b) x = x M = 3 x 2 = 2 x m = 0 ' (x M ) = 2; ' (x m ) = 3 (c) x = x M = 3 não há x m = =2 e x m = 2 ' (x M ) = 2; ' (x m ) = 7 (d) não há x M = e x M = 5=2 não há x m = =2 e x m = 2 ' (x M ) = 8; ' (x m ) = 7 (e) x = 9=4 x M = x 2 = 3=4 x m = 2 ' (x M ) = 8; ' (x m ) = 7 5.M Max Loc Max Abs Min Loc Min Abs f (x M ) e f (x m ) (a) 2 =4 0 5=4 f (x M ) = p 2; f (x m ) = p 2 (b) não há não há f (x M ) = =e; x! f = (c) não há 0 e não há =2 f (x M ) = 3; f (x m ) = 3 (d) não há 0 não há f (x M ) = 8; f (x m ) = 0 (e) não há não há = 3p 2 não há (f) não há p 2=3 não há ; 0 e 5.S Mín. Abs. x m = e x m = 2; Máx. Abs. x M = 5.T x = =2 é ponto de mínimo local; a concavidade f é voltada para baixo no intervalo ( ; ) e voltada para cima em ( ; +) 5.U Antes de esboçar o grá co não esqueça de determinar os pontos extremos, as regiões de crescimento ou decrescimento e as in exões da função.
15 CÁLCULO DE UMA VARIÁVEL MARIVALDO P MATOS 43
16 44 DERIVADAS: aplicações COMPLEMENTOS 5 5.V (a) f decresce em x 2:6 e cresce em x > 2:6; (b) Min. Abs. em x m = 2:6 e Max. Abs. em x M = ; (c) x = 3:2 é um ponto de in exão; (d) y = 4 é uma assíntota horizontal. 5.W (a) 2; (b) Em [; 2] ; f 0 positiva e decrescente. Logo, f é crescente e seu grá co tem concavidade para baixo; (c) Sim, em x = 3; (d) x = 3 é máximo local, pois f 0 < 0, para x > 3; e f 0 > 0, para x < 3: 5.X m = 0 ou m = 5=4 5.2A p p; p p 5.2B b = p A=3 e h = b=2 5.2E l = [ a 2 b =3 + b] q + (a=b) 2=3 5.3F ( =2; p 5=2) 5.2G =2 5.2H ( p 2=2; =2) 5.34I (=2; =4) 5.2K 2x+3y = 2 5.2L r p 2 e rp M x = 3 q 250 e y = 2r 5.2N q = 0 e L max = L (0) 5.2O x = 93:75 e y = 56:25 5.2P x = 200 e y = Q x = 2 e y = 6 52R h = 25 e r = p 2 5.2S r = 25 e s = T (a) x = 0 (b) x = 0; y = 0 (c) x = 2; y = (d) y = x (e) y = x e x = (f) x = (g) y = x (h) y = (i) x = ; y = x (j) y = x e x = 5.3A (a) (b) 0 (c) (d) e (e) =e (f) g) + (h) 0 (i) (j) ln 2 (k) e 2 (l) 5.3B (a)3 (b) (c) (d) 5.3C O ítem (a) está incorreto, porque a Regra de l Hôpital não se aplica. O ítem (b) está correto; o ite é calculado com a substituição x = 3:
17 CÁLCULO DE UMA VARIÁVEL MARIVALDO P MATOS D (a) f (x) = 3x 2 e g (x) = x 2 (b) f (x) = 3x 2 e g (x) = x (c) f (x) = 3x e g (x) = x 2 5.3E (a) Para x 6= 0; temos que e portanto: f 0 (x) g 0 (x) = e f (x) g (x) = x + 2 x + ; f 0 (x) x!0 g 0 (x) = e f (x) x!0 g (x) = x + 2 x!0 x + = 2: (b) Esse exemplo não contradiz a Regra de l Hõpital porque as funções envolvidas não são deriváveis em x = 0 e, portanto, a regra não se aplica.
4.1 Preliminares. 1. Em cada caso, use a de nição para calcular f 0 (x) : (a) f (x) = x 3 ; x 2 R (b) f (x) = 1=x; x 6= 0 (c) f (x) = 1= p x; x > 0:
4. FUNÇÕES DERIVÁVEIS ANÁLISE NO CORPO R - 208. 4. Preinares. Em cada caso, use a de nição para calcular f 0 (x) : (a) f (x) = x 3 ; x 2 R (b) f (x) = =x; x 6= 0 (c) f (x) = = p x; x > 0: 2. Mostre que
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3.1 Limite & Continuidade
3. FUNÇÕES CONTÍNUAS ANÁLISE NO CORPO R - 2018.1 3.1 Limite & Continuidade 1. Mostre que a função valor absoluto f (x) = jxj é contínua em qualquer ponto x 2 R: 2. A função de Dirichlet ' : R! R é de nida
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2.1 Domínio e Imagem 1. Dê o domínio e esboce o grá co de cada uma das funções abaixo. (a) f (x) = 3x (b) g (x) = x (c) h (x) = x + 1 (d) f (x) = 1 3 x + 5 1 3 (e) g (x) 2x (f) g (x) = jx 1j x, se x 2
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INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO MAT-0 Cálculo Diferencial e Integral I (Instituto de Física) Segunda Lista de Eercícios - Professor: Aleandre Lymberopoulos. Calcule a derivada
1.1 Propriedades Básicas
1.1 Propriedades Básicas 1. Classi que as a rmações em verdadeiras ou falsas, justi cando cada resposta. (a) Se x < 2, então x 2 < 4: (b) Se x 2 < 4, então x < 2: (c) Se 0 x 2, então x 2 4: (d) Se x
1. Em cada caso, obtenha a equação e esboce o grá co da circunferência.
3.1 A Circunferência EXERCÍCIOS & COMPLEMENTOS 3.1 1. Em cada caso, obtenha a equação e esboce o grá co da circunferência. (a) Centro C ( 2; 1) e raio r = 5: (b) Passa elos ontos A (5; 1) ; B (4; 2) e
1. Verifique se as seguintes igualdades são válidas, seja por integração ou por. + (a + b)x3 3 + abx2 2 + c. + c. + c
Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Eatas Departamento de Matemática a Lista MAT - Cálculo I 7/II. Verifique se as seguintes igualdades são válidas, seja por integração ou por derivação:
4.1 Funções Deriváveis
4. Funções Deriváveis 4.A Em cada caso, encontre a derivada da função y = f (), usando a de nição. (a) y = + (b) y = 3 (c) y = 5 (d) y = 3 (e) y = +
MAT146 - Cálculo I - FEA, Economia
MAT46 - Cálculo I - FEA, Economia - 0 a Lista de Exercícios -) Calcule a derivada de cada uma das funções abaixo: (a) coshx := ( e x +e x) (b) senhx := e ( x e x) (c) f(x) = e (ex ) (d) f(x) = x e +e x
1. Limite. lim. Ou seja, o limite é igual ao valor da função em x 0. Exemplos: 1.1) Calcule lim x 1 x 2 + 2
1. Limite Definição: o limite de uma função f(x) quando seu argumento x tende a x0 é o valor L para o qual a função se aproxima quando x se aproxima de x0 (note que a função não precisa estar definida
Derivadas. Derivadas. ( e )
Derivadas (24-03-2009 e 31-03-2009) Recta Tangente Seja C uma curva de equação y = f(x). Para determinar a recta tangente a C no ponto P de coordenadas (a,f(a)), i.e, P(a, f(a)), começamos por considerar
Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Universidade de São Paulo
Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Universidade de São Paulo Módulo I: Cálculo Diferencial e Integral Derivada e Diferencial de uma Função Professora Renata Alcarde Sermarini Notas de aula
x 3 x3 dx = 1 + x2 u = 1 + x 2 5u 1 (u + 1)(u 1) du = A x ln xdx = x2 2 (ln x)2 x2 x2
Questão -A. (, pontos) Calcule a) arctg d = arctg() 1 d = 1 + arctg() 1 u 1 6 u du = u = arctg() du = 1 dv = d v = 1+ d u = 1 + du = d = arctg() 1 1 + [u ln u ] + k = arctg() + ln(1 + ) + k. 6 6 6 b) 5e
