26 CAPÍTULO 4. LIMITES E ASSÍNTOTAS
|
|
|
- Thiago Orlando Felgueiras Teixeira
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Capítulo 4 Limites e assíntotas 4.1 Limite no ponto Considere a função f(x) = x 1 x 1. Observe que esta função não é denida em x = 1. Contudo, fazendo x sucientemente próximo de 1 (mais não igual a1), mais próximo de 2 R serão os valores de f. Com efeito, f(x) = x 1 = (x 1)( x+1) = x+1 x 1 x 1 x 1 Neste caso, dizemos que f tem por ite 2 quando x tende para 1 e escrevemos f(x) = 2. Se denimos g(x) := x+1, vemos que f e g coincidem quando x 1 x 0, mas g é bem denido no ponto 1 e temos g(x) = 2 = g(1). Isso x 1 indica que g é contínua em Continuidade Denição 4.1. Dizemos que uma função f é contínua num ponto x 0 quando as seguintes condições estão satisfeitas: a) f está denida em x 0 (ou seja, x 0 D f ) b) f(x) tem ite com x x 0 e esse ite é igual a f(x 0 ): x x 0 f(x) = f(x 0 ) Dizemos que f é contínua num intervalo I se ela for contínua em cada ponto de I. Proposição. Se f é derivável no ponto x 0 então f é também contínua em x 0. Uma função derivável num intervalo I é contínua em I. Observação. Uma função pode ser continua num ponto sem ser derivável nele (cf. f(x) = x ). 25
2 26 CAPÍTULO 4. LIMITES E ASSÍNTOTAS Proposição. Sejam f e g duas funções contínuas num intervalo I e λ R. Então: f +g é contínua em I. λ.f é contínua em I. f.g é contínua em I. Se além das hipóteses g não zera em I, então 1 g e f g são contínuas em I. Proposição. Se f é contínua num intervalo I e g contínua num intervalo J contendo f(i). Então f g é contínua em I. Exemplo. A raiz duma função racional f é contínua em todo intervalo contido no domínio: D f R +. Pelas proposições acima, podemos dizer que todas funções com que lidaremos nesse curso serão contínuas em seu domínio (e mesmo, em geral deriváveis). As vezes, a falta de continuidade num ponto fora do domínio é articial. Como por exemplo a função f dada na introdução que não é contínua em x = 1 somente porque não está denida neste ponto. Porque não denir f em 1 como sendo igual a2? Isto é perfeitamente natural e sempre que uma função tiver ite l quando x x 0, é natural denir f em x 0 como sendo esse ite: Exemplos. f(x 0 ) := x x 0 f(x). f(x) = x2 +8x 20 x 2, x 2; x 2 f(x) = 4 x 2 f(x) = x2 4, x 4; x 4 f(x) = 8 x 4 Mas em geral, um ponto não pertence ao domínio porque a função não tem um ite nito nesse ponto Limite innito Não sempre uma função tem um ite nito quando nos aproximamos de um ponto dado. Observe o comportamento da função f(x) = 1 (1+x) 2 quando x está próximo de 1 (mas não igual a 1). Vemos que quando x se aproxima cada vez mais de 1, f(x) cresce sem itação.
3 4.1. LIMITE NO PONTO 27 Denição 4.2. Seja f(x) uma função denida em um intervalo aberto contendo a, exceto, possivelmente, em x = a. Dizemos que f(x) = + se sempre que x se aproxima de a, f(x) cresce indenidamente. De modo semelhante podemos denir f(x) = quando f(x) decresce indenidamente. Exemplo. f(x) = x 1 ; f(x) = x x Limites laterais Algumas funções exibem comportamentos diferentes em cada um dos lados de um ponto a. Por exemplo, a função inversa 1 não tem ite em 0, os valores x 1 não cabem em nenhuma das denições acima porque a função cresce quando x nos aproximamos de x = 0 pelo lado direito mas decresce se nos aproximamos pelo lado esquerdo. Por isso, aprimorando nossas denições, vamos considerar o ite à direita e o ite à esquerda de uma função num dado ponto. Denotando 0 + para signicar que x se aproxima de 0 por valores superiores e 0 para signicar que x se aproxima de 0 por valores inferiores, poderemos escrever 1 x 0 x = e 1 x 0 + x = +. Denição 4.3. Seja f uma função eaum número real; λ pode ser um número real, ou +. Dizemos que λ é o ite à esquerda de f quando x tende para a, e escrevemos f(x) = λ se e só se a restrição de f a ],a[ tem λ por ite em a. Denição 4.4. Dizemos que λ é o ite à direita de f quando x tende para a, e escrevemos + f(x) = λ se e só se a restrição de f a ]a,+ [ tem λ por ite em a. Exemplo. Sejaf(x) = x. Determine f(x) e f(x). Esboce o gráco x x 0 x 0 + de f. O ite denido as seções anteriores é dito ite bilateral. O ite bilateral existe se e só se os ites laterais existem e coincidem: f(x) = λ f(x) = λ = f(x).
4 28 CAPÍTULO 4. LIMITES E ASSÍNTOTAS Denição 4.5. Se o ite de f em a ou a + ou a é o innito, dizemos que a curvay= f(x) tem a retax = a como assíntota vertical. Exemplo. O eixo vertical x = 0 é assíntota vertical da função inversa. 4.2 Limites no innito Denição 4.6. Seja f uma função denida ao menos num intervalo do tipo [a;+ [. Se quanto maior for x, f(x) cresce sem itação, então dizemos que f tem por ite + quando x tende por+ e escrevemos f(x) = + (Rigorosamente: M > 0, A R tal que x A f(x) M.) (explo: f(x) = x 2 ) Se quanto maior for x, f(x) decresce sem itação, então dizemos que f tem por ite quando x tende por+ e escrevemos f(x) = (Rigorosamente: M < 0, A R tal que: x A f(x) M.) (explo: f(x) = x2 2 ) Se quanto maior for x, f(x) aproxima-se cada vez mais de do valor l, então dizemos que f tem por ite l quando x tende por+ e escrevemos f(x) = l (Rigorosamente: por qualquer intervalo I =]l ε;l+ε[, ε R + existe um número real A tal que x A f(x) I.) Denição 4.7. Quando f(x) = l dizemos que y = f(x) tem a reta y = l por assíntota horizontal. Exemplo. A função inversa tem por assíntota horizontal o eixo horizontal y = 0, tanto no innito positivo, como no innito negativo. Exercício 4.1. Seja f uma função denida ao menos num intervalo ] ;a] e l um número. Escreva as denições de f(x) = +, f(x) = e f(x) = l. x x x
5 4.3. TÉCNICAS PARA CALCULAR LIMITES Técnicas para calcular ites Limites de funções usuais no innito O mais importante para nós é aprender alguns ites fundamentais. As funções f(x) = x, f(x) = x n, log(x) e e x têm por ite + em +. No innito (+ ou ) todo polinômio admite um ite qual é a ite do seu monômio de maior grau. No innito (+ ou ) toda função racional admite um ite qual é a ite do quociente dos monômios de maior grau so numerador e denominador. As funções sen e cos não têm ite no innito (nem + nem ) Operações com ites nitos Suponha que representa um dos ites laterais, +,, x. Se existem l 1 = f(x) e l 2 = g(x) números reais, então: a) [f(x)+g(x)] = f(x)+g(x) = l 1 +l 2 b) [f(x) g(x)] = f(x) g(x) = l 1 l 2 c) [f(x).g(x)] = f(x).g(x) = l 1 l 2 d) f(x) g(x) = f(x) g(x) = l 1 l 2, se l 2 0 Exemplos. Ache x 0 tanx x, x Limite e composição sen(2x), x sen(3x). x 0 (5x) ou Cada letra a, λ 1 e λ 2 designa um número real, ou +. Se f e g são duas f(x) = λ 1 funções contínuas que vericam ; então g f(x) = λ 2. g(x) = λ 2 x λ 1 Conseqüências: a) (f(x)) n = (f(x)) n b) n f(x) = n f(x), desde que f(x) 0 se n for par
6 30 CAPÍTULO 4. LIMITES E ASSÍNTOTAS c) [lnf(x)] = ln(f(x)), desde que f(x) 0 3x 2 2 Exemplo. x 2 1 = Operações com ites innitos e indeterminações f(x) g(x) h(x) = h(x) + + f(x)+g(x) f(x) g(x) indeterminado + l f(x)+g(x) f(x).g(x) + + l 0 f(x).g(x) ± ± 0 f(x).g(x) indeterminado l ± f(x)/g(x) 0 ± ± f(x)/g(x) indeterminado + l 0 f(x)/g(x) ± l 0 0 ± f(x)/g(x) ± 0 0 f(x)/g(x) indeterminado Os ites indeterminados precisem um estudo caso por caso. As indeterminações do tipo 0/0 são freqüentemente assimiláveis a derivadas Limites fundamentais Para tratar de certos ites indeterminados, aplicaremos os chamados ites fundamentais (dadas sem demonstrações). e x = +, n N xn
7 4.4. ESTUDO DO COMPORTAMENTO DAS FUNÇÕES 31 lnx = 0, n N xn sen(x) = 1 (demonstração no capítulo 3). x 0 x Teoremas de comparação Teoremas de minoração, majoração Teorema 4.1. Sejam f, u e v funções denidas num intervalo do tipo [a,+ [. Se por x suciente grande temos f(x) u(x) e se então f(x) = +. Se por x suciente grande temos f(x) v(x) e se então f(x) =. Existe teoremas análogos para ites em e ema. Exemplos. a) Seja f(x) = x+senx, calcule f(x). 1+x 2 b) Seja g(x) =, calcule g(x). Dica: u(x) = 1 x 0 x 2. x 2 Teorema do confronto u(x) = +, v(x) =, Teorema 4.2. Sejam f, u e v funções denidas num intervalo do tipo [a,+ [ elum número real. Se por x suciente grande temos u(x) f(x) v(x) e se v(x) = l, então f(x) = l. u(x) = Existe teoremas comparaveis para ites em e ema. Exemplo. Seja f(x) = 1+ senx x, calcule f(x). Dica: u(x) = 1 1/x e v(x) = 1+1/x. 4.4 Estudo do comportamento das funções Assíntota obliqua Seja f uma função denida ao menos num intervalo do tipo [a,+ ) (resp. (,a]) eδ uma reta de equação y = ax+b. Dizemos que δ é assíntota obliqua af no innito positivo (resp. negativo) se [f(x) (ax+b)] = 0. x
8 32 CAPÍTULO 4. LIMITES E ASSÍNTOTAS Geometricamente, a curva gráco de f vem aproximar-se cada vez mais da reta quando x tend para o innito. Exemplo. A reta x+1 é assintota obliqua a curva y = x2 +x+1 x innitos. em ambos TVI, Rolle e valor médio Teorema do valor intermediário. Seja f uma função contínua num intervalo [a,b]. Então dado um número qualquer r entre f(a) e f(b), existe pelo menos um número c entre a e b, tal que r = f(c). Corolário. Se f é contínua em [a,b] e se f(a) ef(b) têm sinais opostos, então existe pelo menos um número c [a,b] tal que f(c) = 0. Exemplos. a) Mostre que x 3 4x+1 = 0 tem uma solução em [1,2]. b) Seja P(x) um polinômio de grau impar, então P tem no mínimo uma raiz real. Corolário. Se f continua e estritamente monotonia num intervalo I D f então f é uma bijeção em I. Demonstração. Já que f é injetiva, o TVI mostra que f é sobrejetiva. O teorema de Rolle, diz que se uma função derivável f, assume o mesmo valor em diferentes pontos a e b, então existe pelo menos um ponto do gráco de f, entre (a,f(a)) e (b,f(b)) = (b,f(a)), em que a reta tangente a ele é horizontal. y f(a) = f(b) a b x
9 4.4. ESTUDO DO COMPORTAMENTO DAS FUNÇÕES 33 Teorema 4.3 (Rolle). Se f é uma função contínua em [a,b] e derivável ]a,b[, com f(a) = f(b), então existe um ponto crítico de f em ]a,b[. Tem a seguinte interpretação dinâmica: se, num movimento retilíneo, um ponto retorna, num instante t 1 à posição inicial, ocupada no instante t 0 < t 1, então há um instante τ, t 0 < τ < t 1, quando sua velocidade é nula. O teorema de Rolle dá condições apenas de existência de pontos críticos, não fornece nenhum método para determiná-los. unicidade desses pontos. Também não há, em geral, O Teorema do Valor Médio é uma generalização do Teorema de Rolle. Teorema 4.4 (do Valor Médio). Se f é uma função contínua em [a,b] e derivável em ]a,b[, então existe c ]a,b[ tal que f(b) f(a) = f (c)(b a) Tabela de variações Ao acrescentar a tabela de variação com o estudo dos ites de f no bordo do seu domínio (e então determinar assíntotas eventuais), essa tabela nos fornece um esquema bastante preciso do gráco de f.
10 34 CAPÍTULO 4. LIMITES E ASSÍNTOTAS
Limites. Slides de apoio sobre Limites. Prof. Ronaldo Carlotto Batista. 7 de outubro de 2013
Cálculo 1 ECT1113 Slides de apoio sobre Limites Prof. Ronaldo Carlotto Batista 7 de outubro de 2013 AVISO IMPORTANTE Estes slides foram criados como material de apoio às aulas e não devem ser utilizados
Derivada. Capítulo Retas tangentes e normais Número derivado
Capítulo 3 Derivada 3.1 Retas tangentes e normais Vamos considerar o problema que consiste em traçar a reta tangente e a reta normal a uma curvay= f(x) num determinado ponto (a,f(a)) da curva. Por isso
CÁLCULO I Aula 11: Limites Innitos e no Innito. Assíntotas. Regra de l'hôspital.
Limites s CÁLCULO I Aula 11: Limites s e no... Prof. Edilson Neri Júnior Prof. André Almeida Universidade Federal do Pará Limites s 1 Limites no 2 Limites s 3 4 5 Limites s Denição Seja f uma função denida
CÁLCULO I. Apresentar e aplicar a Regra de L'Hospital.
CÁLCULO I Prof. Edilson Neri Júnior Prof. André Almeida Aula n o : Limites Innitos e no Innito. Assíntotas. Regra de L'Hospital Objetivos da Aula Denir ite no innito e ites innitos; Apresentar alguns tipos
Limites de Funções. Bases Matemáticas. 2 o quadrimestre de o quadrimestre de / 57
2 o quadrimestre de 2017 2 o quadrimestre de 2017 1 / Visão Geral 1 Limites Finitos Limite para x ± 2 Limites infinitos Limite no ponto Limite para x ± 3 Continuidade Definição e exemplos Resultados importantes
Limites. 2.1 Limite de uma função
Limites 2 2. Limite de uma função Vamos investigar o comportamento da função f definida por f(x) = x 2 x + 2 para valores próximos de 2. A tabela a seguir fornece os valores de f(x) para valores de x próximos
Chamamos de funções numéricas aquelas cujas variáveis envolvidas são números reais. Isso é funções denidas sobre R ou uma parte de R e a valor em R.
Capítulo 2 Funções e grácos 2.1 Funções númericas Chamamos de funções numéricas aquelas cujas variáveis envolvidas são números reais. Isso é funções denidas sobre R ou uma parte de R e a valor em R. Denição
Aula 22 O teste da derivada segunda para extremos relativos.
O teste da derivada segunda para extremos relativos. MÓDULO 2 - AULA 22 Aula 22 O teste da derivada segunda para extremos relativos. Objetivo: Utilizar a derivada segunda para determinar pontos de máximo
A derivada da função inversa, o Teorema do Valor Médio e Máximos e Mínimos - Aula 18
A derivada da função inversa, o Teorema do Valor Médio e - Aula 18 Alexandre Nolasco de Carvalho Universidade de São Paulo São Carlos SP, Brazil 10 de Abril de 2014 Primeiro Semestre de 2014 Turma 2014106
Universidade Federal de Pelotas. Instituto de Física e Matemática Pró-reitoria de Ensino. Módulo de Limites. Aula 01. Projeto GAMA
Universidade Federal de Pelotas Instituto de Física e Matemática Pró-reitoria de Ensino Atividades de Reforço em Cálculo Módulo de Limites Aula 0 208/ Projeto GAMA Grupo de Apoio em Matemática Ideia Intuitiva
DERIVAÇÃO de FUNÇÕES REAIS de VARIÁVEL REAL
DERIVAÇÃO de FUNÇÕES REAIS de VARIÁVEL REAL Derivada de uma função num ponto. Sejam f uma função denida num intervalo A R e a um ponto de acumulação de A. Cama-se derivada de f no ponto a ao ite, caso
Limite de uma função quando a variável independente tende a um número real a
Limite de uma função quando a variável independente tende a um número real a Santos Alberto Enriquez Remigio 10 de abril de 2018 Notação Seja f uma função e y = f (x) sua regra de correspondência, então:
Cálculo Diferencial e Integral I CDI I
Cálculo Diferencial e Integral I CDI I Limites laterais e ites envolvendo o infinito Luiza Amalia Pinto Cantão [email protected] Limites 1 Limites Laterais a à diretia b à esquerda c Definição precisa
Instituto de Matemática - IM/UFRJ Cálculo I - MAC118 1 a Prova - Gabarito - 13/10/2016
Instituto de Matemática - IM/UFRJ Cálculo I - MAC118 1 a Prova - Gabarito - 13/10/2016 Questão 1: (2 pontos) x (a) (0.4 ponto) Calcule o ite: 2 + 3 2. x 1 x 1 ( πx + 5 ) (b) (0.4 ponto) Calcule o ite:
CÁLCULO I. 1 Velocidade Instantânea. Objetivos da Aula. Aula n o 04: Limites e Continuidade. Denir limite de funções; Calcular o limite de uma função;
CÁLCULO I Prof. Edilson Neri Júnior Prof. André Almeida Aula n o 04: Limites e Continuidade Objetivos da Aula Denir ite de funções; Calcular o ite de uma função; Utilizar as propriedades operatórias do
CÁLCULO I Aula 05: Limites Laterais. Teorema do Valor Intermediário. Teorema do Confronto. Limite Fundamental Trigonométrico.
s Laterais CÁLCULO I Aula 05: s Laterais.... Prof. Edilson Neri Júnior Prof. André Almeida Universidade Federal do Pará s Laterais 1 s Laterais 2 3 4 s Laterais Considere a função de Heaviside, denida
LIMITES E CONTINIDADE
MATEMÁTICA I LIMITES E CONTINIDADE Prof. Dr. Nelson J. Peruzzi Profa. Dra. Amanda L. P. M. Perticarrari Parte 1 Parte 2 Limites Infinitos Definição de vizinhança e ite Limites laterais Limite de função
Capítulo 1. Limites nitos. 1.1 Limite nito num ponto
Capítulo 1 Limites nitos 1.1 Limite nito num ponto Denição 1. Seja uma função f : D f R R, x y = f(x, e p R tal que p D f ou p é um ponto da extremidade de D f. Dizemos que a função f possui ite nito no
Limite de uma função quando a variável independente tende a um número real a
Limite de uma função quando a variável independente tende a um número real a Santos Alberto Enriquez Remigio Março de 2018 Notação Seja y = f (x) a regra de correspondência da função f, então: 1. x tende
A derivada da função inversa
A derivada da função inversa Sumário. Derivada da função inversa............... Funções trigonométricas inversas........... 0.3 Exercícios........................ 7.4 Textos Complementares................
Teoremas e Propriedades Operatórias
Capítulo 10 Teoremas e Propriedades Operatórias Como vimos no capítulo anterior, mesmo que nossa habilidade no cálculo de ites seja bastante boa, utilizar diretamente a definição para calcular derivadas
Limites infinitos e limites no infinito Aula 15
Propriedades dos ites infinitos Limites infinitos e ites no infinito Aula 15 Alexandre Nolasco de Carvalho Universidade de São Paulo São Carlos SP, Brazil 03 de Abril de 2014 Primeiro Semestre de 2014
CÁLCULO I. 1 Assíntotas Oblíquas. Objetivos da Aula. Aula n o 19: Grácos.
CÁLCULO I Prof. Marcos Diniz Prof. André Almeida Prof. Edilson Neri Júnior Aula n o 9: Grácos. Objetivos da Aula Denir e determinar as assíntotas oblíquas ao gráco de uma função, Utilizar o Cálculo Diferencial
CÁLCULO I. 1 Funções Crescentes e Decrescentes
CÁLCULO I Prof. Marcos Diniz Prof. André Almeida Prof. Edilson Neri Júnior Aula n o 17: Crescimento e Decrescimento de funções. Teste da Primeira Derivada. Objetivos da Aula Denir funções crescentes e
Notas de aula: Cálculo e Matemática Aplicados à Notas de aula: Gestão Ambiental
Notas de aula: Cálculo e Matemática Aplicados à Notas de aula: Gestão Ambiental 3 Limites Considere a função f definida por: Qual o domínio dessa função? Se 1, então f () é dada por: (2 + 3)( 1). 1 2 +
Cálculo 1 A Turma F1 Prova VR
Cálculo 1 A 2017.2 Turma F1 Prova VR Nome (MAIÚSCULO): Matrícula: O IMPORTANTE É O RACIOCÍNIO, PORTANTO DEIXE-O TODO NA PROVA. RESPOSTAS SEM AS DEVIDAS JUSTIFICATIVAS SERÃO DESCONSIDERADAS. (1) Esboce
Bases Matemáticas Continuidade. Propriedades do Limite de Funções. Daniel Miranda
Daniel De modo intuitivo, uma função f : A B, com A,B R é dita contínua se variações suficientemente pequenas em x resultam em variações pequenas de f(x), ou equivalentemente, se para x suficientemente
Limites, derivadas e máximos e mínimos
Limites, derivadas e máimos e mínimos Psicologia eperimental Definição lim a f ( ) b Eemplo: Seja f()=5-3. Mostre que o limite de f() quando tende a 1 é igual a 2. Propriedades dos Limites Se L, M, a,
Aula 21 Máximos e mínimos relativos.
Aula 21 Objetivo Utilizar o conceito de derivada para determinar pontos de máximo e mínimo relativos de funções. Quando olhamos uma montanha, identificamos facilmente os picos da montanha e os fundos dos
Capítulo 1. Funções e grácos
Capítulo 1 Funções e grácos Denição 1. Sejam X e Y dois subconjuntos não vazios do conjunto dos números reais. Uma função de X em Y ou simplesmente uma função é uma regra, lei ou convenção que associa
Cálculo 1 Fuja do Nabo. Resumo e Exercícios P2
Cálculo 1 Fuja do Nabo Resumo e Exercícios P2 Fórmulas e Resumo Teórico Limites Exponenciais e Logarítmicos lim $ &' 1 + 1 x $ = e ou lim $ 0 1 + h 2 3 = e a $ 1 lim $ 0 x = ln a, a > 0 Derivadas Exponenciais
Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Universidade de São Paulo
Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Universidade de São Paulo Módulo I: Cálculo Diferencial e Integral Derivada e Diferencial de uma Função Professora Renata Alcarde Sermarini Notas de aula
Assíntotas. 1.Assíntotas verticais e limites infinitos 2.Assíntotas horizontais e limites no infinito 3.Assíntotas inclinadas
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I Assíntotas Prof.:
Resolução dos Exercícios Propostos no Livro
Resolução dos Eercícios Propostos no Livro Eercício : Considere agora uma função f cujo gráfico é dado por y 0 O que ocorre com f() quando se aproima de por valores maiores que? E quando se aproima de
CONTINUIDADE E LIMITES INFINITOS
MATEMÁTICA I CONTINUIDADE E LIMITES INFINITOS Profa. Dra. Amanda L. P. M. Perticarrari Parte 1 Continuidade de Funções Definição Tipos de Descontinuidade Propriedades Parte 2 Limites Infinitos Definição
6.1.2 Derivada de ordem superior e derivação implícita
6.1. DERIVABILIDADE E DIFERENCIABILIDADE 111 6.1.2 Derivada de ordem superior e derivação implícita Observe que se f é derivável num subconjunto A de seu domínio D, obtemos então uma nova função g = f
Limites. Entretanto, os gregos não usaram explicitamente os limites.
30 Limites O problema da área As origens do cálculo remontam à Grécia antiga, pelo menos 2.500 anos atrás, quando áreas eram calculadas utilizando o chamado método da exaustão. Naquela época, os gregos
CÁLCULO I. 1 Funções Crescentes e Decrescentes
CÁLCULO I Prof. Edilson Neri Júnior Prof. André Almeida Aula n o 14: Crescimento e Decrescimento. Teste da Primeira Derivada. Objetivos da Aula Denir funções crescentes e decrescentes; Determinar os intervalos
Cálculo diferencial. Motivação - exemplos de aplicações à física
Cálculo diferencial Motivação - eemplos de aplicações à física Considere-se um ponto móvel sobre um eio orientado, cuja posição em relação à origem é dada, em função do tempo, pela função s. st posição
Prova de Conhecimentos Específicos 1 a QUESTÃO: (2,0 pontos)
Prova de Conhecimentos Específicos 1 a QUESTÃO: (,0 pontos) 5x Considere a função f(x)=. Determine, se existirem: x +7 (i) os pontos de descontinuidade de f; (ii) as assíntotas horizontais e verticais
3 A Reta Tangente Definição: Seja y = f(x) uma curva definida no intervalo. curva y = f(x). A reta secante s é a reta que passa pelos pontos
3 A Reta Tangente Definição: Seja y = f(x) uma curva definida no intervalo (a, b) Sejam P(p, f(p)) e Q(x, f(x)) dois pontos distintos da curva y = f(x). A reta secante s é a reta que passa pelos pontos
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL APOSTILA DE CÁLCULO. Realização:
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL APOSTILA DE CÁLCULO Realização: Fortaleza, Fevereiro/2010 1. LIMITES 1.1. Definição Geral Se os valores de f(x) puderem
Capítulo 1 Funções reais de uma variável 1.3 Derivadas de funções definidas implicitamente
11-1-13 1.3 Derivadas de funções definidas implicitamente Uma equação do tipo f(,y) = nem sempre permite obter eplicitamente y como função de. Por eemplo, y 1 y 1 não é uma função y 1 y 1 y 1 y 1 3 1.3
Limites e continuidade
Limites e continuidade Limite (finito) de uma função em a Salvo indicação em contrário, quando nos referimos a uma função estamos sempre a considerar funções reais de variável real (f.r.v.r.), ou seja,
3. Limites e Continuidade
3. Limites e Continuidade 1 Conceitos No cálculo de limites, estamos interessados em saber como uma função se comporta quando a variável independente se aproxima de um determinado valor. Em outras palavras,
Estudo de funções. Universidade Portucalense Departamento de Inovação, Ciência e Tecnologia Curso Satélite - Módulo I - Matemática.
Universidade Portucalense Departamento de Inovação, Ciência e Tecnologia Curso Satélite - Módulo I - Matemática Estudo de funções Continuidade Consideremos as funções: f : R R g : R R x x + x x +, x 1
Derivadas Parciais Capítulo 14
Derivadas Parciais Capítulo 14 DERIVADAS PARCIAIS 14.2 Limites e Continuidade Nesta seção, aprenderemos sobre: Limites e continuidade de vários tipos de funções. LIMITES E CONTINUIDADE Vamos comparar o
CÁLCULO I. 1 Funções. Objetivos da Aula. Aula n o 01: Funções. Denir função e conhecer os seus elementos; Reconhecer o gráco de uma função;
CÁLCULO I Prof. Edilson Neri Júnior Prof. André Almeida Aula n o 01: Funções. Objetivos da Aula Denir função e conhecer os seus elementos; Reconhecer o gráco de uma função; Denir funções compostas e inversas.
Aula 11. Considere a função de duas variáveis f(x, y). Escrevemos: lim
Aula 11 Funções de 2 variáveis: Limites e Continuidade Considere a função de duas variáveis f(x, y). Escrevemos: f(x, y) = L (x,y) (a,b) quando temos que, se (x, y) (a, b) então f(x, y) L, isto é, se (x,
UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO INSTITUTO DE ENGENHARIA E GEOCIENCIAS-IEG PROGRAMA DE COMPUTAÇÃO
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO INSTITUTO DE ENGENHARIA E GEOCIENCIAS-IEG PROGRAMA DE COMPUTAÇÃO NOTAS DE AULA DA DISCIPLINA DE CÁLCULO 1 MATERIAL EM CONSTRUÇÃO
Derivada : definições e exemplos
Derivada : definições e exemplos Retome-se o problema Dada uma curva y f ( x curva ( =, determinar em cada ponto x f ( x, a tangente à e analise-se este problema numa situação simples: Considere-se a parábola
5.1 Máximos e Mínimos
5. Máximos e Mínimos 5.A Se f (x) = x + 4, encontre o número c que satisfaz a conclusão do TVM (Teorema do x Valor Médio) no intervalo [; 8] : 5.B Seja f (x) = jx j : Mostre que não existe um número c
Derivadas. Derivadas. ( e )
Derivadas (24-03-2009 e 31-03-2009) Recta Tangente Seja C uma curva de equação y = f(x). Para determinar a recta tangente a C no ponto P de coordenadas (a,f(a)), i.e, P(a, f(a)), começamos por considerar
Lista de Férias. 6 Prove a partir da definição de limite que: a) lim. (x + 6) = 9. 1 Encontre uma expressão para a função inversa: b) lim
Lista de Férias Bases Matemáticas/FUV Encontre uma epressão para a função inversa: + 3 a) 5 2 + e b) e c) 2 + 5 d) ln( + 3) 6 Prove a partir da definição de ite que: a) 3 ( + 6) = 9 b) = c) 2 = 4 2 d)
Resumo das aulas dos dias 4 e 11 de abril e exercícios sugeridos
MAT 1351 Cálculo para funções uma variável real I Curso noturno de Licenciatura em Matemática 1 semestre de 2016 Docente: Prof. Dr. Pierluigi Benevieri Resumo das aulas dos dias 4 e 11 de abril e exercícios
Funções reais de variável real. Derivadas de funções reais de variável real e aplicações O essencial
Funções reais de variável real Derivadas de funções reais de variável real e aplicações O essencial Taxa média de variação Dada uma função real de variável real f e dois pontos a e b do respetivo domínio,
Cálculo Diferencial em
Cálculo Diferencial em Definição de Derivada Seja f uma função real de variável real definida num intervalo aberto que contém c. Chama-se derivada de f em c a caso este limite eista. f c lim ffc c, c Esta
Universidade Federal de Pelotas Cálculo com Geometria Analítica I Prof a : Msc. Merhy Heli Rodrigues Aplicações da Derivada
1) Velocidade e Aceleração 1.1 Velocidade Universidade Federal de Pelotas Cálculo com Geometria Analítica I Prof a : Msc. Merhy Heli Rodrigues Aplicações da Derivada Suponhamos que um corpo se move em
CÁLCULO I. Lista Semanal 01 - Gabarito
CÁLCULO I Prof. Márcio Nascimento Prof. Marcos Diniz Questão 1. Nos itens abaixo, diga se o problema pode ser resolvido com seus conhecimentos de ensino médio (vamos chamar de pré-cálculo) ou se são necessários
CÁLCULO I. Estabelecer a relação entre continuidade e derivabilidade; Apresentar a derivada das funções elementares. f f(x + h) f(x) c c
CÁLCULO I Prof. Marcos Diniz Prof. André Almeida Prof. Edilson Neri Júnior Aula n o 11: Derivada de uma função. Continuidade e Derivabilidade. Derivada das Funções Elementares. Objetivos da Aula Denir
MAT Cálculo I - POLI Gabarito da P2 - A
MAT 45 - Cálculo I - POLI - 006 Gabarito da P - A Questão A) Calcule (.0) (a) lim ( cos() ) / (.0) (b) 0 ( ( π ) ) cos + e d (a) Tem-se, ( π/4, π/4) \ {0}: (cos ) / = ep( ln(cos )). Pondo f() =. ln(cos
Cálculo 1 - Quinta Lista de Exercícios Derivadas
Cálculo 1 - Quinta Lista de Exercícios Derivadas Prof. Fabio Silva Botelho November 2, 2017 1. Seja f : D = R\{ 7/5} R onde 1 5x+7. Seja x D. Utilizando a definição de derivada, calcule f (x). Calcule
MAT Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia II 1 a lista de exercícios
MAT454 - Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia II 1 a lista de exercícios - 008 POLINÔMIO DE TAYLOR 1. Utilizando o polinômio de Taylor de ordem, calcule um valor aproximado e avalie o erro: a)
Esboço de Gráfico - Exemplos e Regras de L Hospital Aula 23
Esboço de Gráfico - s e Regras de L Hospital Aula 23 Alexandre Nolasco de Carvalho Universidade de São Paulo São Carlos SP, Brazil 06 de Maio de 2014 Primeiro Semestre de 2014 Turma 2014106 - Engenharia
CÁLCULO I. Aula n o 02: Funções. Determinar o domínio, imagem e o gráco de uma função; Reconhecer funções pares, ímpares, crescentes e decrescentes;
CÁLCULO I Prof. Edilson Neri Júnior Prof. André Almeida Aula n o 02: Funções Objetivos da Aula Denir e reconhecer funções; Determinar o domínio, imagem e o gráco de uma função; Reconhecer funções pares,
CÁLCULO I. Efetuar transformações no gráco de uma função. Aplicando esse teste às seguintes funções, notamos que
CÁLCULO I Prof. Marcos Diniz Prof. André Almeida Prof. Edilson Neri Júnior Aula n o 03: Funções Inversas e Compostas.Transformações no Gráco de uma Função. Objetivos da Aula Denir função bijetora e função
Limites Uma teoria abordando os principais tópicos sobre a teoria dos limites. José Natanael Reis
Limites Uma teoria abordando os principais tópicos sobre a teoria dos limites Este trabalho tem como foco, uma abordagem sobre a teoria dos limites. Cujo objetivo é o método para avaliação da disciplina
Lista 2 - Cálculo. 17 de maio de Se f e g são funções cujos grácos estão representados abaixo, sejam u(x) = f(x)g(x),
Lista 2 - Cálculo 17 de maio de 2019 1. Se f e g são funções cujos grácos estão representados abaixo, sejam u(x) = f(x)g(x), h(x) = f(g(x)) e k(x) = g(f(x)). Encontre as seguintes derivadas: (a) u (1)
Cálculo I (2015/1) IM UFRJ Lista 2: Limites e Continuidade Prof. Milton Lopes e Prof. Marco Cabral Versão Exercícios de Limite
Eercícios de Limite. Eercícios de Fiação Cálculo I (05/) IM UFRJ Lista : Limites e Continuidade Prof. Milton Lopes e Prof. Marco Cabral Versão 30.03.05 Fi.: Considere o gráco de = f() esboçada no gráco
Material Básico: Calculo A, Diva Fleming
1 Limites Material Básico: Calculo A, Diva Fleming O conceito de Limite é importante na construção de muitos outros conceitos no cálculo diferencial e integral, por exemplo, as noções de derivada e de
PARTE I EQUAÇÕES DE UMA VARIÁVEL REAL
PARTE I EQUAÇÕES DE UMA VARIÁVEL REAL. Introdução Considere f uma função, não constante, de uma variável real ou complexa, a equação f(x) = 0 será denominada equação de uma incógnita. EXEMPLO e x + senx
CÁLCULO I. 1 Concavidade. Objetivos da Aula. Aula n o 19: Concavidade. Teste da Segunda Derivada. Denir concavidade de uma função;
CÁLCULO I Prof. Marcos Diniz Prof. Edilson Neri Júnior Prof. André Almeida Aula n o 19: Concavidade. Teste da Segunda Derivada. Objetivos da Aula Denir concavidade de uma função; Denir ponto de inexão;
Derivada de algumas funções elementares
Universidade de Brasília Departamento de Matemática Cálculo 1 Derivada de algumas funções elementares Vamos lembrar que a função f é derivável no ponto x = a se existe o limite f f(x) f(a) f(a+) f(a) (a).
Gráficos. Material online: h-p://www.im.ufal.br/professor/thales/calc1-2010_2.html
Gráficos Material online: h-p://www.im.ufal.br/professor/thales/calc12010_2.html O que f nos diz sobre f? O que f nos diz sobre f? f (x) < 0 f (x) > 0 f(x) =x 2 f (x) =2x x>0 f (x) > 0 x
FFCLRP-USP Regra de L Hospital e Lista - CALCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I
FFCLRP-USP Regra de L Hospital e Lista - CALCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I Professor Dr. Jair Silvério dos Santos 1 Teorema de Michel Rolle Teorema 0.1. (Rolle) Se f : [a;b] R for uma função contínua em
CÁLCULO I Aula 17: Grácos.
CÁLCULO I Aula 17: Grácos. Prof. Edilson Neri Júnior Prof. André Almeida Universidade Federal do Pará 1 Grácos (1) Domínio - vericar sempre em que pontos a função está denida ou não está denida; (1) Domínio
Diferenciabilidade de função de uma variável
Capítulo 6 Diferenciabilidade de função de uma variável Um conceito importante do Cálculo é o de derivada, que é um ite, como veremos na definição. Fisicamente o conceito de derivada está relacionado ao
Exercício 1 Dê o valor, caso exista, que a função deveria assumir no ponto dado para. em p = 9
Exercícios - Limite e Continuidade-1 Exercício 1 Dê o valor, caso exista, que a função deveria assumir no ponto dado para ser contínua: (a) f(x) = x2 16 x 4 (b) f(x) = x3 x x em p = 4 em p = 0 (c) f(x)
Assíntotas. Assíntotas. Os limites infinitos para a função f(x) = 3/(x 2) podem escrever-se como
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I Assíntotas Os limites
4.1 Preliminares. 1. Em cada caso, use a de nição para calcular f 0 (x) : (a) f (x) = x 3 ; x 2 R (b) f (x) = 1=x; x 6= 0 (c) f (x) = 1= p x; x > 0:
4. FUNÇÕES DERIVÁVEIS ANÁLISE NO CORPO R - 208. 4. Preinares. Em cada caso, use a de nição para calcular f 0 (x) : (a) f (x) = x 3 ; x 2 R (b) f (x) = =x; x 6= 0 (c) f (x) = = p x; x > 0: 2. Mostre que
CÁLCULO I. 1 Derivada de Funções Elementares
CÁLCULO I Prof. Marcos Diniz Prof. Edilson Neri Prof. André Almeida Aula n o : Derivada das Funções Elementares. Regras de Derivação. Objetivos da Aula Apresentar a derivada das funções elementares; Apresentar
Ementa detalhada até agora
Ementa detalhada até agora de Setembro de 07. (3/07): Introdução aos números reais: soma, produto, opostos, inversos,(o inverso de a só existe quando a 0). Demostração do fato que a 0 = 0, regra dos sinais,
Quando consideramos, por exemplo, a função f(x) = x 2, já sabemos do
Módulo 2 Derivação e Aplicações Quando consideramos, por exemplo, a função f(x) = x 2, já sabemos do Pré-Cálculo que seu gráfico é uma parábola. Algumas perguntas naturais que podemos fazer são: Se tomarmos
Aula 7 Os teoremas de Weierstrass e do valor intermediário.
Os teoremas de Weierstrass e do valor intermediário. MÓDULO - AULA 7 Aula 7 Os teoremas de Weierstrass e do valor intermediário. Objetivo Compreender o significado de dois resultados centrais a respeito
MATEMÁTICA A - 11o Ano Funções - Derivada (extremos, monotonia e retas tangentes) Propostas de resolução
MATEMÁTICA A - o Ano Funções - Derivada extremos, monotonia e retas tangentes) Propostas de resolução Exercícios de exames e testes intermédios. Temos que, pela definição de derivada num ponto, f ) fx)
LIMITES E CONTINUIDADE
LIMITES E CONTINUIDADE Marina Vargas R. P. Gonçalves a a Departamento de Matemática, Universidade Federal do Paraná, [email protected], http:// www.estruturas.ufpr.br 1 NOÇÃO INTUITIVA DE LIMITE
