Mini Curso Qualidade e Produtividade

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Transcrição:

Mini Curso Qualidade e Produtividade Ano: 2014

Mini Curso Qualidade e Produtividade Ano: 2014

Sobre a Empresa: Fundada em 2006 por Paulo Mendonça. Aumento da Sociedade: José Macedo (2008) Certificada em ISO 9001:2008 para o escopo: Consultoria, Auditoria e Treinamento em Sistema de Gestão, Gestão Empresarial Produtos: Consultoria, Auditoria e Treinamento em Sistemas de Gestão da Qualidade, Meio Ambiente, Segurança, Responsabilidade Social, Qualidade Automotiva, SASSMAQ, PBQP-H, Seis Sigma e Lean Manufacturing. Gestão Administrativa: reorganização empresarial, planejamento estratégico, gerenciamento da rotina, etc

Alguns Clientes:

Alguns Clientes:

Apresentação Nome: Paulo Ricardo de Mendonça Mestre Comunicação/Cultura Industrial (Uniso) Pós Graduação Engenharia Produção (UFSCar) Graduação em Química (USC) Graduação em Farmácia (USC) Black Belt (Six Sigma) (FDG/AmBev) Lean for Executives (Toyota/Dana) Auditor SA 8000 (MCG/Batalas) Lead Assessor OHSAS 18001 Pillar Management/USA Lead Assessor ISO TS 16949 Pillar Management/USA Lead Assessor ISO 9001 Pillar Management/USA Lead Assessor ISO 14001 HGB/Stat a Matrix-USA Experiência Profissional: Cia de Bebida das Américas (AmBev) Qualidade/Meio Ambiente Lord Indústrias Ltda Qualidade / Meio Ambiente / Segurança Dana Indústrias Ltda Meio Ambiente / Segurança Ihara Qualidade, Meio Ambiente, Segurança, Sustentabilidade Certifica Gestão de Sistemas - Diretor Esamc/Pitágoras/Facens/Iat Prof. Grad., Pós Grad. e Extensão E-mail: paulo@certificags.com.br / 15 9 9783-5487

SEJAM BEM VINDOS! 7

1 O Nascimento da Produção Enxuta Novas idéias são uma resposta para problemas concretos. Para entender a Manufatura Enxuta, nós precisamos entender o Sistema de Produção em Massa que está sendo suplantando. Vamos então fazer uma breve viagem no tempo. Lean Production Simplified 8

A Produção Artesanal Lean Production Simplified Se você quisesse comprar um carro em 1900, você deveria visitar uma das oficinas artesanais próximo a sua área. O proprietário da oficina, iria conversar com você a respeito das especificações do veículo. Meses depois você teria o seu veículo. Você iria então realizar um test drive acompanhado de um mecânico, que iria ajustar o veículo às suas necessidades e preferências. 9

Lean Production Simplified A Produção Artesanal continua a sobreviver em pequenos nichos de mercado, como por exemplo para os carros luxuosos. Companhias como Lamborghini, Ferrari e Aston Martin continuam a produzir baixos volumes com preços extremamente altos, para compradores em busca de prestígio e da oportunidade de negociar diretamente com o fabricante. 10

A Produção em Massa Lean Production Simplified Fred Winslow Taylor, norte-americano, inicialmente técnico em mecânica e operário, formou-se engenheiro mecânico estudando à noite, tornous-e um gerente de fundição na Philadelphia, e lançou os fundamentos da produção em massa. Ele foi um dos primeiros a aplicar sistematicamente os princípios científicos na manufatura. Frederick Winslow Taylor 1856-1915 11

Lean Production Simplified Taylor Seu livro Scientific Management (O Gerenciamento Científico) tornou-se um marco e continua sendo considerado um clássico.. O Sistema artesanal era bastante empírico, dependendo da experiência do artesão. Taylor procurou identificar a melhor maneira de realizar o serviço através de princípios científicos. Ou seja, ele inventou a Engenharia Industrial. Livro Scientific Management 12

Lean Production Simplified Exemplo de estudo dos movimentos: Operação otimizada através do estudos dos movimentos. 13

Taylor Lean Production Simplified O Taylorismo é para algumas pessoas uma palavra maldita, que está associada a falta de cérebro, e a sistema de trabalho desumano. Porém se a produção em massa se desenvolveu para esse caminho, não era a intenção de Taylor. Suas inovações incluíram: A padronização do trabalho (identificando a melhor e mais fácil maneira de realizar a tarefa). Redução do tempo de ciclo (tempo que a tarefa demora para ser realizada) Estudo dos tempos e dos movimentos (uma ferramenta para a padronização do trabalho). Medição e Análise da melhoria contínua do processo (um protótipo do PDCA) 14

O Sistema Ford Henry Ford era um jovem empresário tentando projetar um automóvel que fosse fácil de produzir e fácil de reparar. Ford finalmente atingiu seu objetivo em 1908 com o modelo T. Lean Production Simplified Henry Ford e o modelo T 15

Lean Production Simplified Ford Visão esquemática da nova linha de montagem do modelo T 16

Lean Production Simplified Ford Resumindo, as principais inovações da Ford nesse período foram: Intercambiabilidade e facilidade na montagem das peças; Redução das ações necessárias por cada operário para concluir uma tarefa, Implementação da linha de montagem móvel. 17

A Segunda Guerra Mundial terminou com o fim das batalhas no Pacífico, após a rendição do Japão depois do bombardeio das cidades de Hiroshima e Nagazaki com bombas nucleares que terminaram de arrasar o país. Lean Production Simplified O Nascimento da Produção Enxuta 18

Lean Production Simplified O Nascimento da Produção Enxuta Após o bombardeio, as cidades ficaram completamente arrasadas. Em 14 de agosto de 1945 o Japão assina a rendição incondicional. 19

Lean Production Simplified Tear Manual de Madeira Toyoda Tear AutomáticoToyoda 20

Lean Production Simplified O Nascimento da Produção Enxuta Na primavera de 1950, um jovem engenheiro japonês, Eiji Toyoda visitou a grande fábrica da Ford em Detroit. Tanto o Japão e a Toyota Motor Company estavam em crise. Após 13 anos de esforços, a Toyota era capaz de produzir apenas 2685 automóveis. Em contraste, a fábrica da Ford em Detroit produzia 7000 veículos por dia. Eiji Toyoda 1913 21

Lean Production Simplified O Nascimento da Produção Enxuta Eijo Toyoda estudou cada canto do complexo da Ford em Detroit, o maior e mais complexo do mundo. Após seu retorno ao Japão, Eiji e o seu funcionário e gênio da produção, Taiichi Ohno, concluíram que a produção em massa não funcionaria no Japão. Eles também concluíram que Existe algumas possibilidades de melhoria no sistema de produção da Toyota. 22

Lean Production Simplified O Sistema de Produção Enxuto O Sistema de Produção Enxuto, também conhecido como Sistema Toyota de Produção, significa fazer mais com menos menos tempo, menos espaço, menos esforço humano, menos maquinário, menos material enquanto entrega aos consumidores o que eles querem. Dois livros importantes popularizaram o termo Enxuto (em inglês LEAN): A máquina que mudou o mundo James Womack, Daniel Jones e Daniel Roos Editora: Simon & Schuster 1990 O Pensamento Enxuto James Womack & Daniel Jones Editora: Simon & Schuster 1996 23

Lean Production Simplified Por que a mudança? - Quem fizer as coisas do jeito que sempre fez... - Vai obter os resultados que sempre obteve. - Vai obter resultados cada vez piores!!! 24

Lean Production Simplified Reflexão Para mim, os custos existem para serem eliminados, não calculados Taiichi Ohno Pai do Sistema Toyota de Produção 25

Lean Production Simplified O que é o Sistema Toyota de Produção (STP)? O que estamos fazendo é observar a linha de tempo em que o cliente nos faz um pedido até o ponto em que recebemos o pagamento. E estamos reduzindo essa linha de tempo, removendo as perdas que não agregam valor. Taiichi Ohno 29 de fevereiro de 1912 28 de maio de 1990 26

Lean Production Simplified Foco no Cliente Sakichi Toyoda (14 fevereiro de 1867 30 outubro de 1930) O Cliente em primeiro lugar: mais do que uma declaração isto torna o primeiro mandamento para a empresa, seus produtos e para as pessoas 27

Lean Production Simplified 3MU MURI MURA MUDA Sobrecarga Variação - Desperdício Antes de dizer que você não consegue fazer algo, tente Sakichi Toyoda 28

Lean Production Simplified COMBINAÇÃO ENTRE: MURI MURA - MUDA Exemplo: 1º) Transportar 6 Toneladas em uma única viagem (Capacidade de carga do caminhão é de 3 toneladas) 1 Ton 1 Ton 1 Ton 1 Ton 1 Ton 1 Ton Efeito: Sobrecarga Excesso = MURI 29

Lean Production Simplified COMBINAÇÃO ENTRE: MURI MURA - MUDA Exemplo: 2º) Transportar 6 Toneladas em duas viagens 4 + 2 toneladas. (Capacidade de carga do caminhão é de 3 toneladas) MURI MUDA 1 Ton 1 Ton 1 Ton 1 Ton 1 Ton 1 Ton Efeito: Inconstância Flutuação Variação = MURA 30

Lean Production Simplified COMBINAÇÃO ENTRE: MURI MURA - MUDA Exemplo: 3º) Transportar 6 Toneladas em três viagens 2 + 2 + 2 toneladas. (Capacidade de carga do caminhão é de 3 toneladas) 1 Ton 1 Ton 1 Ton 1 Ton 1 Ton 1 Ton Efeito: Desperdício = MUDA 31

Lean Production Simplified COMBINAÇÃO ENTRE: MURI MURA - MUDA Exemplo: 4º) Transportar na capacidade nominal (Capacidade de carga do caminhão é de 3 toneladas) 1 Ton 1 Ton 1 Ton 1 Ton 1 Ton 1 Ton Efeito: Não há MURI MURA MUDA = Equilíbrio 32

8 Tipos de Desperdício 1. Superprodução 2. Espera 3. Transporte 4. Superprocessamento 5. Inventários 6. Movimento 7. Correção 8. Criatividade perdida 33

Superprodução 34

Espera 35

Transporte 36

Superprocessamento 37

Inventário 38

Movimento 39

Correção 40

Síntese Transporte Movimentação de materiais de um lugar para outro Espera Operadores esperando para realizar uma tarefa (tempo ocioso) Super Produção Produzir mais que o consumidor precisa, resultando em produto e mão de obra desperdiçados Criatividade Não utilizar a contribuição intelectual dos empregados ou usá-la ineficientemente (idéias, sugestões, capacidade de resolução de problemas) Estoque Tudo que está em excesso, além do mínimo necessário para executar a atividade Superprocessamento Mais etapas/processos sem necessidade Retrabalho Refazer atividades, corrigir erros ou má qualidade Movimento Todo movimento que não agrega valor ao produto ou serviço 41

QUALIDADE 42

O PDCA - HISTÓRIA O Ciclo PDCA (Ciclo de Shewhart ou Ciclo de Deming), foi introduzido no Japão após a guerra, idealizado por Shewhart, e divulgado por Deming, quem efetivamente o aplicou. O ciclo de Deming tem por princípio tornar mais claros e ágeis os processos envolvidos na execução da Gestão, como por exemplo na Gestão do Meio Ambiente, Qualidade, Segurança e Resp. Social, dividindo-a em quatro principais passos. 43

O CICLO DO PDCA 7 - Ações Corretivas 8 - Padronização 1- Identificação da Meta 2- Análise do Fenômeno 3- Análise do Processo 4- Plano de Ação 6 - Verificação do Plano de Ação 5 - Execução 44

Identificação do Problema Identificar a Meta Diálogo entre Alice e o Mestre Gato: Alice: qual o caminho devo seguir? Mestre Gato: para onde você quer ir? Alice: não sei! Mestre Gato: então, qualquer caminho serve! Lewis Carrol Alice no País das Maravilhas 45

Identificação do Problema O QUE É META? OBJETIVO + VALOR Exemplo: Aumentar a produção da linha IV em 15% ref. Ano 2013 + PRAZO até dezembro de 2014 46

Análise do Fenômeno VARIABILIDADE DE PROCESSO Todos os processos apresentam variabilidade. Quando fabricamos um produto, suas características irão apresentar uma variação inerente ao processo, devido a alterações sofridas pelos fatores que compõem as etapas produtivas. 47

Individual Value Análise do Fenômeno VARIABILIDADE DE PROCESSO FATORES 0,9 Processo 0,8 0,7 0,6 0,5 0 10 20 Diferenças entre máquinas; Mudanças nas condições ambientais; Variações entre lotes de matéria-prima; Diferenças entre fornecedores; Outros. 48

Análise do Fenômeno VARIABILIDADE DE PROCESSO Mesmo com todos os esforços para se controlar a variabilidade em cada um destes fatores, existe sempre a variabilidade no produto de cada um dos processos. Portanto, é importante que esta variabilidade também seja controlada, mantendo assim uma boa qualidade. 49

Análise do Fenômeno ESTABILIDADE DO PROCESSO Processo Instável: Produtos Defeituosos; Perda de Produção; Baixa Qualidade; Acidentes Ambientais Acidente de Trabalho Perda de confiança do cliente. 50

Análise do Fenômeno ESTABILIDADE DO PROCESSO CAUSAS COMUNS Processo Variação na qualidade do resultado CAUSAS ESPECIAIS 51

Análise do Fenômeno CAUSAS DA VARIABILIDADE Causa Comum: O processo apresenta um comportamento estável e previsível. Faixa característic a do Processo A variabilidade se mantém em uma faixa estável O processo está sob controle estatístico! 52

Análise do Fenômeno CAUSAS DA VARIABILIDADE Causa Especial: O processo apresenta uma variabilidade bem maior do que a variabilidade natural. Faixa característica do Processo A variabilidade não se mantém em uma faixa estável O processo está fora de controle estatístico! 53

Análise do Fenômeno Gráfico com a variabilidade natural de um processo produtivo 1 3 5 7 9 11 13 15 17 19 21 23 54

Análise do Fenômeno 55

Relação entre a distribuição e a Estabilidade do Processo sob Controle: Predição LSL USL Tempo -0,5 0,0 0,5 1,0 1,5 É possível prever o comportamento do processo! 56

Relação entre a distribuição e a Estabilidade do Processo Fora de Controle:????????? Predição Predição LSL USL Tempo -0,5 0,0 0,5 1,0 1,5 Não podemos prever o comportamento do processo! 57

ISO International Organization for Standardization (Organização Internacional para Normalização) Organização não governamental; Elabora normas de aplicação internacional; Fundada em 23/02/47 - sede em Genebra (Suíça). 58

Termos e Definições - Qualidade O QUE É QUALIDADE? Imaginem que iremos viajar, para uma cidade à apenas 50 km daqui. Considerando este fato, qual carro você consideraria com mais qualidade para esta viagem? 1 Ferrari??? 2 Jeep??? E se a estrada não fosse asfaltada e tivesse chovido durante os três últimos dias... 59

Termos e Definições - Qualidade QUALIDADE: grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz requisitos. ISO 9001:2008 conformidade com requisitos 60

OITO PRINCÍPIOS DE GESTÃO 61

SISTEMAS DE GESTÃO NBR ISO 9001:2008 A ISO 9001 se baseia em oito princípios de gestão de qualidade, todos fundamentados em boas práticas de negócios. Quando são totalmente adotados, estes princípios ajudam a melhorar o seu desenvolvimento organizacional: 1. Foco no cliente 2. Liderança 3. Envolvimento de pessoas 4. Abordagem por processos 5. Abordagem sistêmica para a gestão 6. Melhoria contínua 7. Abordagem factual para tomada de decisão 8. Benefícios mútuos nas relações com os fornecedores 62

NBR ISO 9001:2008 Modelo de um SGQ baseado em processo Fornecedores

REQUISITOS DA NBR ISO 9001:2008 64

Norma ISO 9001:2008 5.6 Análise pela Administração 8.5.2 Ação Corretiva 8.5.3 Ação Preventiva 100% 0 Planejamento - Plan Capítulo 4 Capítulo 5.1 5.5 A P Capítulo 6 C D Verificação - Check Capítulo 8 Realização - Do Capítulo 7.0 65

Norma ISO 9001:2008 5.6 Análise pela Administração 8.5.2 Ação Corretiva 8.5.3 Ação Preventiva 100% 0 Planejamento - Plan Capítulo 4 Capítulo 5.1 5.5 A P Capítulo 6 C D Verificação - Check Capítulo 8 Realização - Do Capítulo 7.0 66

ETAPAS DO POOL 1ª. Etapa Conscientização Geral 2ª. Etapa Consultoria e implantação nas empresas 3ª. Etapa Formação de Auditores Internos 4ª. Etapa Acompanhamento das Auditorias Internas 5ª. Etapa Assessoria para Análise Crítica pela Direção 6ª. Etapa Acompanhamento da Auditoria Externa fase 1 (pré) 7ª. Etapa Ajustes no Sistema de Gestão 8ª. Etapa Acompanhamento da Auditoria Externa fase 2 (final) ETAPA EMPENHO TEMPO 1ª. Etapa 48 horas 60 dias 2ª. Etapa 64 horas 90 dias 3ª. Etapa 24 horas 30 dias 4ª. Etapa 8 horas 5ª. Etapa 8 horas 30 dias ETAPA EMPENHO TEMPO 6ª. Etapa 16 horas 7ª. Etapa 32 horas 30 dias 8ª. Etapa 16 horas 30 dias TOTAL 216 horas 9 meses

FIM! Site: www.certificags.com.br 68