Caso clínico Febre puerperal
|
|
|
- Laís Gusmão Vieira
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 2º Curso Teórico- Prá1co de Doenças Médicas e Gravidez Caso clínico Febre puerperal Ana Ravara Bello Alice Cabugueira
2 o 33 Anos, Leucodérmica o IO: 1011, PTE 4 anos antes o Gravidez vigiada o AP:! DG diagnosacado às 28 semanas controlado com dieta! Útero fibromiomatoso: mioma ístmico prévio! Obesidade IMC 32! Alergia Penicilina! HTA crónica
3 Caso clínico febre puerperal INTERNAMENTO o RPPTM às 32 semanas + 6 dias: 19/4/ MAC! ApiréAca, sem queixas, sente MF! CTG tranquilizador sem contracções.! ECOGRAFIA: feto transverso, LA diminuído (3.5 cm)! Análises Hb 12.6, GB com 82% N, PCR 0.9 Maturação pulmonar fetal betametasona Profilaxia anabióaca com clindamicina 900 mg ev 8/8h
4 33 SEM + 2 DIAS o D3 pós rotura de membranas! ApiréAca, sem queixas o Análises:! Hb 11.1, GB 9800 com 68%N, PCR 0.8 o Ecografia:! feto transverso, dinâmica normal, MR presentes, LA quase ausente Cesariana
5 CESARIANA o 22/04/2013 o Profilaxia com cefazolina 2g ev o Feto sequestrado! Prolongamento em T inverado da incisão uterina! Miomectomias múlaplas! Extracção muito dihcil: RNV, Masc, 1950g IA 7/9 o Cirurgia prolongada (> 2h), trauma uterino. AB tripla com clindamicina, gentamicina e eritromicina
6 PUERPÉRIO D7 D9 D10 Febre > 38ºC EO: abdómen livre e indolor; sutura sem sinais inflamatórios, lóquios normais sem cheiro Análises: Hb 8.3, GB 17300, 84%N, PCR > 27 mg/l Mantém febre > 38ºC AssintomáAca Análises sobreponíveis Urocultura neg Hemoculturas neg Pára anabioterapia anterior e Inicia Imipenem Tax 36.4ºC Análises: HB 8.5, GB 27700, 87%N, PCR 22.2 Ecografia: Cavidade uterina com fina lâmina líquida <> com sangue. Sem imagens sugesavas de colecções intra- abdominais, pélvicas ou na parede.
7 D11 o Ressonância abdomino- pélvica! 3 colecções líquidas provavelmente infectadas, uma com 7x2cm, pré- uterina, subjacente ao plano muscular e outra comunicante com esta, subcutânea com 17x2cm. Outra área líquida subhepáaca direita com 7 cm! Útero muito heterogéneo, com áreas de necrose ou degenerescência e eventual infecção numa extensão de 14x6cm (extenso mioma com necrose e infecção central?). 2 soluções de conanuidade na parede anterior que comunicam com as colecções descritas.
8 o Infecção pélvica grave:! Piomioma, necrose miometrial e endomiometrite! Abcesso pélvico e da parede abdominal! Resistência anabióaca? infecção polimicrobiana Laparotomia Exploradora
9 Caso clínico febre puerperal LAPAROTOMIA EXPLORADORA o Abcesso pélvico e da parede abdominal envolvendo o espaço pré- vesical, espaço para uterino e goteiras parieto- cólicas o Histerectomia total com conservação de anexos o Lavagem e exploração da cavidade abdominal e pélvica. Não se idenaficou colecção subhepáaca direita descrita na RMN
10 DIAGNÓSTICO HISTOLÓGICO o Descrição macroscópica:! Útero com 1640g de 16x15x11 cm! Superhcie irregular com áreas vermelhas e acinzentadas! Miométrio espessado com várias áreas hemorrágicas. o Descrição microscópica:! Infiltrado inflamatório granulocíaco disperso principalmente ao longo da sutura e cavidade endometrial, e áreas de necrose na parede uterina.
11 PÓS- OPERATÓRIO o Evolução favorável o Cumpriu 10 dias de imipenem o Alta ao 8º dia pós- operatório! Análises: Hb 9,4; GB 8400, 61%N, PCR 2,7
12 Febre puerperal por infecção pélvica grave que terminou em histerectomia Maternos Obstétricos o Obesidade o Hipertensão o Diabetes o Útero miomatoso o o Pré- parto! Prematuridade! Rotura de membranas prolongada Parto! CESARIANA! Miomectomias múlaplas Trauma uterino! Tempo cirúrgico > 2h! UAlização de muito material de sutura o Pós- parto! Resistência anabióaca?
13 2º Curso Teórico- Prá1co de Doenças Médicas e Gravidez Caso clínico Febre puerperal Ana Ravara Bello Alice Cabugueira
Curso de Emergências Obstétricas INTERVENÇÕES IMEDIATAS NO PARTO PREMATURO IMINENTE
Curso de Emergências Obstétricas INTERVENÇÕES IMEDIATAS NO PARTO PREMATURO IMINENTE PREMATURIDADE DIAGNÓSTICO CORRETO DEFINIR NECESSIDADE DE TOCÓLISE DEFINIR AÇÕES DIANTE DA PREMATURIDADE IMINENTE PREMATURIDADE
RM padrão de 1,5T no câncer endometrial: moderada concordância entre radiologistas
Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina Departamento de Diagnóstico por Imagem RM padrão de 1,5T no câncer endometrial: moderada concordância entre radiologistas Especializanda: Renata
Ex-Presidente da Sociedade Goiana de Ginecologia e Obstetrícia. Mestre em Doenças Infecciosas e Parasitárias pelo IPTESP UFG
Ex-Presidente da Sociedade Goiana de Ginecologia e Obstetrícia Mestre em Doenças Infecciosas e Parasitárias pelo IPTESP UFG Professor da Faculdade de Medicina da UFG. Sociedade Goiana de Ginecologia e
MATERNIDADE ESCOLA ASSIS CHATEAUBRIAND. Diretrizes assistenciais ROTURA PREMATURA DE MEAC-UFC 1
MATERNIDADEESCOLA ASSISCHATEAUBRIAND Diretrizes assistenciais ROTURA PREMATURA DE MEMBRANAS MEAC-UFC 1 ROTURA PREMATURA DE MEMBRANAS Jordana Parente Paiva Francisco Edson de Lucena Feitosa É definida como
TRABALHO DE PARTO PREMATURO
MATERNIDADEESCOLA ASSISCHATEAUBRIAND Diretrizes assistenciais TRABALHO DE PARTO PREMATURO MEAC-UFC 1 TRABALHO DE PARTO PREMATURO José Felipe de Santiago Júnior Francisco Edson de Lucena Feitosa 1. INTRODUÇÃO
Patologias do 3o. e 4o. períodos do parto
Patologias do 3o. e 4o. períodos do parto JCP DEQUITAÇÃO + 4o. PERÍODO PARTO períodos ricos acidentes e complicações mortalidade materna Dequitação ou secundamento Três fases Descolamento Descida Expulsão
InDUÇÃO DO TRABALHO DE PARTO
CAPÍTULO 17 InDUÇÃO DO TRABALHO DE PARTO 1. CONCEITO Consiste em estimular artiicialmente as contrações uterinas coordenadas e efetivas antes de seu início espontâneo, levando ao desencadeamento do trabalho
PUERPERIO PATOLÓGICO. 1. HEMORRAGIAS PÓS PARTO (vide protocolo específico) 2. MORBIDADE FEBRIL PUERPERAL
PUERPERIO PATOLÓGICO 1. CONCEITO São complicações que se instalam após o terceiro período de trabalho de parto até algumas semanas pós parto. São elas: - Hemorragias pós parto; - Infecções; - Doenças tromboembólicas;
InFECÇÕES DE SÍTIO CIRÚRGICO
Unidade 3 - Ginecologia Infecções de Sítio Cirúrgico CAPÍTULO 12 InFECÇÕES DE SÍTIO CIRÚRGICO A incidência de infecção pós-operatória é de aproximadamente 38% das infecções nosocomiais. Entre as infecções
Protocolo de Vigilância Materno-Fetal MATERNIDADE DANIEL MATOS
Protocolo de Vigilância Materno-Fetal MATERNIDADE DANIEL MATOS PROTOCOLO GRAVIDEZ SEM RISCO PRÉ-NATAL Médico de Família Consulta de Referência 11-13 semanas 20-22 semanas 28-32 semanas 40 semanas Atenção
CAPÍTULO 18. MIOMAS SUBMUCOSOS: ESTADIAMEnTOS PARA TRATAMEnTO HISTEROSCÓPICO. 1. INTRODUçãO
CAPÍTULO 18 MIOMAS SUBMUCOSOS: ESTADIAMEnTOS PARA TRATAMEnTO HISTEROSCÓPICO 1. INTRODUçãO Leiomiomas uterinos são os tumores mais frequentes do trato genital feminino, clinicamente aparentes em 25% das
CIRURGIAS DO SISTEMA GENITAL FEMININO. João Moreira da Costa Neto
CIRURGIAS DO SISTEMA GENITAL FEMININO João Moreira da Costa Neto CIRURGIAS DO OVÁRIO E ÚTERO Ovariosalpingohisterectomia Cesariana Ovariosalpingohisterectomia Indicações Inibição do ciclo estral Distúrbios
Implicações do parto humanizado na redução da mortalidade materna. Maykon dos Santos Marinho Palloma Freitas PET-Saúde da Família IMS-UFBA
Implicações do parto humanizado na redução da mortalidade materna Maykon dos Santos Marinho Palloma Freitas PET-Saúde da Família IMS-UFBA Mortalidade materna As mortes de mulheres por complicações na gestação,
Apresentação de caso. Marco Daiha / Raquel Lameira
Apresentação de caso Marco Daiha / Raquel Lameira História clinica inicial: Criança feminina, 4 anos, admitida no Hospital Alcides Carneiro/Petrópolis- Rj, transferida de outra unidade de saúde para investigação
Gravidez após os 40 Anos
Gravidez após os 40 Anos Helena Gonçalves Serviço de Obstetrícia MDM / CHUC PROGRAMA DE FORMAÇÃO em SAÚDE MATERNA Atualizações em obstetrícia e neonatologia Janeiro / Fevereiro 2017 Gravidez após os 40
* Depende do protocolo da Unidade Coordenadora Funcional
PROTOCOLO DE VIGILÂNCIA MATERNO-FETAL Consulta Pré-concepção Médico de Familia GRAVIDEZ S/RISCO Médico de Família GRAVIDEZ DE RISCO Médico de Medicina Materno-Fetal Consulta de Referência HAP ou HAPD Consulta
CHECK UP. Dr. Alisson Chianca Ginecologia Avançada. ATIVIDADE FÍSICA Previne o Câncer pg. 08. Sinônimo de Prevenção Contra o Câncer. pg.
CHECK UP Sinônimo de Prevenção Contra o Câncer pg. 05 Edição 02/2017 Eletronic Book ATIVIDADE FÍSICA Previne o Câncer pg. 08 Dr. Alisson Chianca Ginecologia Avançada 04 Infertilidade: Avaliação do Casal
TÉCNICAS INVASIVAS DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA FETAL
TÉCNICAS INVASIVAS DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA FETAL Texto da responsabilidade do Centro de Diagnóstico Prénatal da Maternidade Dr. Alfredo da Costa. Última revisão: Janeiro 2003 AMNIOCENTESE E CORDOCENTESE
Glândulas suprarrenais
Estudo Imagiológico gico do Abdómen 16 -Glândulas suprarrenais Meios de estudo Principais aplicações clínicas 17-Aparelho genital Meios de estudo Principais aplicações clínicas Próstata, vesículas seminais
A PREVENÇÃO faz a diferença
1 A prevalência do Aneurisma da Aorta Abdominal (AAA), em Portugal, em pessoas com mais 65 anos é de 2,47%. Este valor sobe, no caso dos homens com mais de 65 anos e fumadores, para 4,7%. O AAA é a 12ª
A) Condutas que são claramente úteis e que deveriam ser encorajadas
A) Condutas que são claramente úteis e que deveriam ser encorajadas Plano individual determinando onde e por quem o parto será realizado, feito em conjunto com a mulher durante a gestação, e comunicado
31/08/2015. Obstetrícia. Profa Elaine C. S. Ovalle. Diagnóstico. Beta- hch. hormônio gonadotrófico coriônico
Fisioterapia na Saúde da Mulher Obstetrícia Profa Elaine C. S. Ovalle Beta- hch Diagnóstico hormônio gonadotrófico coriônico 1 Conceitos - Embrião: até a 8ª semana - Feto: 9ª semana até o nascimento -
Punções: abdominal, vesical e torácica
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE CLÍNICA CIRÚRGICA Disciplina de Técnica Operatória e Cirurgia Experimental Punções: abdominal, vesical e torácica [email protected] http://labtoce.ufsc.br
CAPÍTULO 10. GRAVIDEZ ECTÓPICA: DIAGnÓSTICO PRECOCE. 1. DEfINIçãO:
Unidade 3 - Ginecologia Gravidez Ectópica: Diagnóstico Precoce CAPÍTULO 10 GRAVIDEZ ECTÓPICA: DIAGnÓSTICO PRECOCE 1. DEfINIçãO: Implatação do ovo fora da cavidade endometrial, como, por exemplo, nas tubas,
I Simpósio de Assistência ao Parto em Minas Gerais
I Simpósio de Assistência ao Parto em Minas Gerais Cesariana eletiva no Brasil: indicações e limitações Victor Hugo de Melo Era uma vez, uma reunião em Fortaleza, no ano de 1985... Países com as taxas
ROTURA PREMATURA DE MEMBRAnAS
CAPÍTULO 25 ROTURA PREMATURA DE MEMBRAnAS É deinida como a perda de líquido amniótico, oriunda da rotura prematura das membranas ovulares (RPM), antes de iniciado o trabalho de parto. Complica até 5% de
Cristina Nogueira- Silva 1,2, Elisa Pereira 3, Sónia Barata 4, Conceição Alho 4, Filipa Osório 4,5, Carlos Calhaz- Jorge 4,5
Cristina Nogueira- Silva 1,2, Elisa Pereira 3, Sónia Barata 4, Conceição Alho 4, Filipa Osório 4,5, Carlos Calhaz- Jorge 4,5 1 Serviço de Ginecologia e Obstetrícia, Hospital de Braga; 2 Escola de Ciências
HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL N.º 02/2014 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS
HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL N.º 02/2014 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS PROCESSO SELETIVO 42 MÉDICO I (Ginecologia e Obstetrícia) 01. D 11. E 21. C 02. C 12. B 22. D 03. E
Dr. Fábio Cabar. Sangramentos genitais da segunda metade da gestação. Sangramentos de Segunda Metade da Gestação. Placenta Prévia.
Dr. Fábio Cabar Médico formado pela Faculdade de Medicina da USP. Residência Médica em Obstetrícia e Ginecologia no Hospital das Clínicas da USP. Foi médico preceptor do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia
Sumário. 1. Visão geral da enfermagem materna Famílias e comunidades Investigação de saúde do paciente recém nascido...
Sumário Parte I Papéis e relacionamentos 1. Visão geral da enfermagem materna...23 O processo de enfermagem...25 Planejamento familiar...26 Gestação na infância ou na adolescência...26 Gestação após os
RESIDÊNCIA MÉDICA 2014 PROVA OBJETIVA
RESIDÊNCIA MÉDICA 2014 1 Questão 1 Médico atende, em um hospital de referência para procedimentos em endoscopia ginecológica no Sistema Único de Saúde (SUS), uma mulher de 32 anos, nuligesta, que se queixa
DESENVOLVIMENTO DE MATERIAL DIDÁTICO OU INSTRUCIONAL FACULDADE DE MEDICINA DE BOTUCATU- UNESP
PRODUÇÃO TÉCNICA DESENVOLVIMENTO DE MATERIAL DIDÁTICO OU INSTRUCIONAL FACULDADE DE MEDICINA DE BOTUCATU- UNESP Programa de PG em Medicina Mestrado Profissional Associado à Residência Médica MEPAREM AUTOR:
Processo Seletivo Unificado de Residência Médica 2017 PADRÃO DE RESPOSTAS ULTRASSONOGRAFIA EM GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Processo Seletivo Unificado de Residência Médica 2017 PADRÃO DE RESPOSTAS ULTRASSONOGRAFIA EM GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA Situação-Problema 1 A) Gestação gemelar dicoriônica. Dicoriônica B) Gestação Gemelar
Tipo Documental ProtocoloAssistencial Título Documento Parto Adequado - Protocolo de Indução de Parto
OBJETIVO - POPULAÇÃO ALVO Esse protocolo se destina às pacientes que serão submetidas e indução do trabalho de parto. APLICABILIDADE: CRITÉRIOS DE INCLUSÃO E CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO CRITÉRIOS DE INCLUSÃO:
Anticoagulação no ciclo. Adolfo Liao
Anticoagulação no ciclo gravídico-puerperal Adolfo Liao Agenda Razão de mortalidade materna (óbitos maternos / 100.000 NV) Sistema de Informações sobre Mortalidade Mortalidade Materna OMS, 2014 embolia
Manual de Cirurgia Segura
Manual de Cirurgia Segura Índice Apresentação... pág. 4 Termos de Consentimento Informado... pág. 4 Lateralidade... pág. 5 Profilaxia Antibiótica... pág. 6 Time Out ou Pausa Cirúrgica... pág. 7 NR 32...
Elsa Milheiras Mafalda Lucas Paula Borralho
Elsa Milheiras Mafalda Lucas Paula Borralho 36 anos, IO: 0000 Infecções urinárias de repetição prévias à gravidez Alergia a trimetoprim sulfametoxazol Gravidez espontânea, simples, sem intercorrências
Um caso de trombose venosa esplâncnica: dificuldades e particularidades. Vaz AM; Eusébio M; Antunes A; Queirós P; Gago T; Ornelas R; Guerreiro H.
Um caso de trombose venosa esplâncnica: dificuldades e particularidades Vaz AM; Eusébio M; Antunes A; Queirós P; Gago T; Ornelas R; Guerreiro H. Sexo feminino, 66 anos. Antecedentes pessoais: - 3 abortos
ABDOME AGUDO NA GRAVIDEZ Waldemar Prandi Filho
ABDOME AGUDO NA GRAVIDEZ Waldemar Prandi Filho NÁUSEAS VÔMITOS DOR ABDOMINAL LEUCOCITOSE ABDOME AGUDO NA GRAVIDEZ Raro 1/500 Diagnóstico Difícil: Sinais e Sintomas Fisíológicos Alterações Anatômicas e
Curso de Emergências Obstétricas PARTO VAGINAL OPERATÓRIO
Curso de Emergências Obstétricas PARTO VAGINAL OPERATÓRIO FÓRCEPS FÓRCEPS PRÉ-REQUISITOS PARA APLICAÇÃO: Feto vivo Proporção feto-pélvica (planos +1,+2,+3) Dilatação completa do colo Bolsa rota Diagnóstico
24ª Jornada de Obstetrícia e Ginecologia da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo 10 a 12 de junho de 2010
24ª Jornada de e Ginecologia da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo 10 a 12 de junho de 2010 Centro de Convenções Rebouças São Paulo Centro de Estudos Ayres Netto Condutas em Ginecologia e (10/3/2010)
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA PÓS PARTO HEMORRAGIA PAULO ROBERTO MUNIZ DANTAS Universidade Federal da Paraíba CONSIDERAÇÕES HEMORAGIA PÓS PARTO SITUAÇÃO DRAMÁTICA
SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A PUERPERA COM HISTÓRIA DE ACRETISMO PLACENTÁRIO NA GESTAÇÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIA
SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A PUERPERA COM HISTÓRIA DE ACRETISMO PLACENTÁRIO NA GESTAÇÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIA Oliveira, Maria Erylane de Jesus¹ CANUTO, Epoliana Garrote ² INTRODUÇÃO:
APE P NDICITE T A GUDA MARCELO LINHARES
APENDICITE AGUDA MARCELO LINHARES APENDICITE AGUDA INTRODUÇÃO Primeira descrição de apendicite Heister, 1683 Reconhecida como entidade patológica em 1755 Patologia mais importante do apêndice cecal Principal
CESARIANA EM FÊMEA EQUINA: RELATO DE CASO
CESARIANA EM FÊMEA EQUINA: RELATO DE CASO AGUIAR, Paulo Felipe¹ 1 ; MENTZ, Daiane Andréia¹; CARDONA, Rodrigo Otávio 2 Palavras-chave: Distocia. Feto. Cesariana. Introdução: A duração da gestação na égua
O transplante uterino (TU) é uma nova opção revolucionária para o tratamento
Nº 21 Transplante Uterino O transplante uterino (TU) é uma nova opção revolucionária para o tratamento de infertilidade causada por fator uterino (IFU), em pacientes com útero que não pode ser recuperado
Funcional - Pressão intracólica aumentada - Motilidade basal e propulsiva aumentada - Lume estreito contracções segmentares
Doença Diverticular Fisiopatologia Estrutural - Parede cólica: mucosa, submucosa muscular - circular - longitudinal - Teniae coli serosa - Falsos divertículos - Hipertrofia da camada muscular: da elastina
TRABALHO DE PARTO PREMATURO
1 TRABALHO DE PARTO PREMATURO 1 a edição: janeiro/2003 1 a revisão: maio/2004 2 a revisão: setembro/2008 Data prevista para a próxima revisão: setembro/2010 OBJETIVOS Responder adequadamente às complexas
Caso clínico Infeções urinárias e urossépsis
2º Curso Teórico-Prático de Doenças Médicas e Gravidez Caso clínico Infeções urinárias e urossépsis SMMF/URCI- MAC-CHLC C. Medicina Interna-MAC- CHLC UCI- HSC-CHLO Sofia Aguilar 7 de Março de 2015 Não
Manejo Ambulatorial de Massas Anexiais
Instituto Fernandes Figueira FIOCRUZ Departamento de Ginecologia Residência Médica Manejo Ambulatorial de Massas Anexiais Alberto Tavares Freitas Tania da Rocha Santos Abril de 2010 Introdução Representam
Hemorragia Genital na Pós-Menopausa
Curso de Pós-Graduação em Geriatria Hemorragia Genital na Pós-Menopausa Avaliação e orientação diagnóstica Pedro Viana Pinto Introdução 5% motivos de consulta em Ginecologia Maioria dos casos têm etiologias
Módulo 1 ABORDAGEM E OPÇÕES TERAPÊUTICAS NO DOENTE COM LITÍASE RENAL AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA CÓLICA RENAL 3 OBSERVAÇÃO 4 OPÇÕES TERAPÊUTICAS
ABORDAGEM E OPÇÕES TERAPÊUTICAS NO DOENTE COM LITÍASE RENAL Módulo 1 Palestrante: Dr. Luis Miguel Abranches Monteiro Urologia Moderador: Prof. Carlos Martins Medicina Geral e Familiar 01 Abril 2017 URO/2017/0010/PTp,
Infertilidade. Propedêutica básica do casal infértil
Propedêutica básica do casal infértil Conceitos -INFERTILIDADE: Ausência de contracepção após um ano de tentativa, sem a utilização de um método contraceptivo. -FECUNDIBILIDADE: É a probabilidade de se
Despacho nº 5739/2015, de 29 de maio Lista de indicadores para monitorização da qualidade
Despacho nº 5739/2015, de 29 de maio Lista de indicadores para monitorização da qualidade Cláudia Medeiros Borges ACSS Departamento de Gestão e Financiamento de Prestações de Saúde-DPS 9 de julho 2015
CIRURGIAS DO TRATO URINÁRIO
CIRURGIAS DO TRATO URINÁRIO DEFINIÇÃO Abertura cirúrgica da bexiga. Kystis = bexiga + tomia = incisão INDICAÇÕES: Cálculos principal indicação PRÉ-OPERATÓRIO: Suspeita ou diagnóstico Anamnese Avaliações
Diagnóstico Inicial Tratamento de Fertilização
Diagnóstico Inicial Tratamento de Fertilização Você está iniciando seu tratamento de fertilização. Preencha com atenção todos os campos para que possamos fazer um diagnóstico mais preciso. Data 1ª Consulta:
DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO-INFANTIL E PSIQUIÁTRICA ENP375 - ENFERMAGEM NA SAÚDE DA MULHER, NA SAÚDE MATERNA E NEONATAL 2º SEMESTRE DE 2017
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENFERMAGEM Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 419 - CEP 05403-000 Tel.: (011) 3061-7602 - Fax: (011) 3061-7615 São Paulo - SP - Brasil e-mail: [email protected] DEPARTAMENTO
ABORDAGEM DO RN COM FATOR DE RISCO PARA SEPSE PRECOCE
ABORDAGEM DO RN COM FATOR DE RISCO PARA SEPSE PRECOCE Dra Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck Área Técnica da Saúde da Criança e Adolescente CODEPPS SMS DE São Paulo SEPSE NEONATAL PRECOCE DE ORIGEM BACTERIANA
Instrutivo para Preenchimento do Roteiro para Consulta do enfermeiro no puerpério pós-parto cesáreo MARCIA REGINA CUNHA SÃO PAULO 2015
Instrutivo para Preenchimento do Roteiro para Consulta do enfermeiro no puerpério pós-parto cesáreo MARCIA REGINA CUNHA SÃO PAULO 2015 Este instrutivo é parte integrante da Dissertação apresentada ao programa
2286 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o
N. o 178 2-8-1996 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B 2285 c) Responsabilidade profissional ponderação de 2,5; d) Relações humanas no trabalho ponderação de 2,5. 7.2 Avaliação de conhecimentos: 7.2.1 Estágios
INDICADORES DE SAÚDE II
Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina / Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia INDICADORES
OPAT Outpatient Parenteral Antimicrobial Therapy
OPAT Outpatient Parenteral Antimicrobial Therapy Dr. Adilson J. Westheimer Cavalcante Infectologista do Hospital Heliópolis e da FM ABC Membro da Diretoria da Sociedade Paulista de Infectologia Sem conflitos
COMITÊ ESTADUAL DE PREVENÇÃO DA MORTALIDADE MATERNA 20 ANOS. VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA e PROCESSO DE TRABALHO DOS COMITÊS ESTUDOS DE CASOS
COMITÊ ESTADUAL DE PREVENÇÃO DA MORTALIDADE MATERNA 20 ANOS VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA e PROCESSO DE TRABALHO DOS COMITÊS ESTUDOS DE CASOS Enf. Lenita Antonia Vaz Representante da ABEN-Pr no CEMM e-mail:
Rotinas Gerenciadas. Departamento Materno Infantil. Divisão de Prática Médica/Serviço de Controle de Infecção Hospitalar
Rotinas Gerenciadas Departamento Materno Infantil Divisão de Prática Médica/Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Prevenção doença estreptocócica neonatal Versão eletrônica atualizada em Outubro 2007
Departamento de Ginecologia e Obstetrícia
Departamento de Ginecologia e Obstetrícia Córioamniorrexe prematura Córioamniorexe prematura Amniorrexe prematura Rotura Prematura Membranas antecede início trabalho parto IG 37 semanas RPM termo IG
Protocolo de Obstetrícia - Cesariana e Parto Normal. Descrição do Procedimento Operacional Padrão
Protocolo de Obstetrícia - Cesariana e Parto Normal Descrição do Procedimento Operacional Padrão Objetivo: Oferecer acolhimento imediato através da priorização do atendimento. Fornecer estrutura física
Consenso sobre Infecções Genitais femininas Transmissíveis: Endocervicites Infecções Pelvigenitais
Índice: Índice:...1 Consenso sobre IST s: Endocervicites e DIP S...2 Endocervicite...2 Definição...2 Etiologia:...2 1. CLÍNICA...2 2. DIAGNÓSTICO...3 3. TERAPÊUTICA...3 1. CLÍNICA...4 2. DIAGNÓSTICO...4
SITIOS DE INCISÃO ABDOMINAL. Prof. Dr. João Moreira da Costa Neto Departamento de Patologia e Clínicas UFBA
SITIOS DE INCISÃO ABDOMINAL Prof. Dr. João Moreira da Costa Neto Departamento de Patologia e Clínicas UFBA E-mail: [email protected] SITIOS DE INCISÃO ABDOMINAL Celiotomia Celi; celio: do grego koilía =abdome.
-VIA DA UNIMED- CONSENTIMENTO INFORMADO CONCORDANDO COM A INSTALAÇÃO DE DISPOSITIVO INTRA-UTERINO COMO MÉTODO REVERSÍVEL DE ANTICONCEPÇÃO.
-VIA DA UNIMED- CONSENTIMENTO INFORMADO CONCORDANDO COM A INSTALAÇÃO DE DISPOSITIVO INTRA-UTERINO COMO MÉTODO REVERSÍVEL DE ANTICONCEPÇÃO. DECLARANTE: Paciente: Idade: Endereço: Tel.:( ) Identidade nº:
PUERPÉRIO NORMAL E PATOLÓGICO PROF. IAPERI ARAUJO
NORMAL E PATOLÓGICO PROF. IAPERI ARAUJO NORMAL CONCEITO É PERIODO QUE SE SEGUE AO PARTO NO QUAL OCORREM MANIFESTAÇÕES INVOLUTIVAS E DE RECUPERAÇÃO DO ORGANISMO MATERNO OCORRIDAS NA GESTAÇÃO E NO PARTO
Capítulo 15 Perinatologia PATOLOGIA PERINATAL
Capítulo 15 Perinatologia PATOLOGIA PERINATAL Tanto as patologias como as anomalias que têm origem no período perinatal estão classificadas no capítulo 15 da CID-9-MC e categorias 760 779. LOCALIZAÇÃO
Gestação Prolongada. Ranuce Ribeiro Aziz Ydy
Gestação Prolongada Ranuce Ribeiro Aziz Ydy # GESTAÇÃO PROLONGADA Ou Pós-Termo (Serotina, Protraída, Retardada, Pós-maturidade): aquela que alcança ou ultrapassa 42 semanas (294 dias) de gestação (Organização
CENTRO UNIVERSITARIO SERRA DOS ÓRGÃOS UNIFESO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CCS CURSO DE MEDICINA
CENTRO UNIVERSITARIO SERRA DOS ÓRGÃOS UNIFESO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CCS CURSO DE MEDICINA PROGRAMA DE INTERNATO EM GINECOLOGIA/OBSTETRÍCIA - 10º Período 2017 INTRODUÇÃO Prezado estudante, O Internato,
FORMULÁRIO TERMO DE CONSENTIMENTO OBSTETRÍCIA: PARTO NORMAL OU CESÁREA
FORMULÁRIO Código: FOR DC / SM nº 247 Data Emissão: 27/03/2017 Versão: 001 TERMO DE CONSENTIMENTO OBSTETRÍCIA: PARTO NORMAL OU CESÁREA 1. PACIENTE No. IDENTIDADE ÓRGÃO EXPEDIDOR DATA NASCIMENTO No. PRONTUÁRIO
Dispositivo Intrauterino com Cobre (DIU TCU)
Dispositivo Intrauterino com Cobre (DIU TCU) Ação: Provoca uma alteração química que danifica o esperma e o óvulo antes que eles se encontrem. Assincronia no desenvolvimento endometrial por alterações
PRÉ-REQUISITO R4 ENDOSCOPIA GINECOLÓGICA (403) ORGANIZADOR
RESIDÊNCIA MÉDICA (UERJ-FCM) 0 PRÉ-REQUISITO (R) / 0 PROVA ESCRITA PRÉ-REQUISITO R ENDOSCOPIA GINECOLÓGICA (0) 0 RESIDÊNCIA MÉDICA (UERJ-FCM) 0 PRÉ-REQUISITO (R) / 0 PROVA ESCRITA OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA
Faculdade de Medicina - UNISUL NEOPLASIAS DO OVÁRIO. Aula disponível no site: Rodrigo Dias Nunes
NEOPLASIAS DO OVÁRIO Aula disponível no site: www.rodrigodiasnunes.com.br Rodrigo Dias Nunes Epidemiologia > 50 anos Obesidade Nuligestas Não usaram anticoncepcionais orais Ingesta carne e gordura animal
Aula 20 Pré-Natal de Alto Risco IV: Doenças. Prof. Ricardo Mattos UNIG,
Saúde Integral da Mulher Aula 20 Pré-Natal de Alto Risco IV: Doenças Obstétricas Prof. Ricardo Mattos UNIG, 2009.1 Neoplasia Trofoblástica Gestacional Mola Hidatiforme A freqüência é de 1 caso para cada
Em cada ano é necessário seleccionar o campo (ou campos) adequado para cada doente. Abcesso abdominal: documentado por ecografia, TAC, RMN ou cirurgia
Evolução Clínica: O protocolo pretende acompanhar a evolução clínica dos doentes com colite ulcerosa (CU) e doença de Crohn (DC) durante pelo menos cinco anos com inicio em Janeiro de 2007. Critérios de
Caso Clínico 5. Inês Burmester Interna 1º ano Medicina Interna Hospital de Braga
Caso Clínico 5 Inês Burmester Interna 1º ano Medicina Interna Hospital de Braga Apresentação do caso J.M.G.M.F. Homem, 40 anos de idade, psicólogo, casado e com 4 filhos Antecedente de enxaquecas Ex-fumador
Resolução CNRM Nº 11, de 10 de agosto de 2005
Resolução CNRM Nº 11, de 10 de agosto de 2005 Dispõe sobre conteúdos do Programa de Residência Médica de Cirurgia Geral e Cirurgia Geral Programa Avançado. O Presidente da Comissão Nacional de Residência
SANGRAMENTO DO TERCEIRO TRIMESTRE Rossana Maria Alves Carlos Augusto Alencar Júnior
SANGRAMENTO DO TERCEIRO TRIMESTRE Rossana Maria Alves Carlos Augusto Alencar Júnior A hemorragia no terceiro trimestre da gestação é grave ameaça à saúde e vida da mãe e feto. Junto com hipertensão e infecção
TERMO DE ESCLARECIMENTO E CONSENTIMENTO INFORMADO PARA PARTO
1/5 O objetivo deste Termo de Esclarecimento e Consentimento é esclarecer os procedimentos médicos que ocorrerão por ocasião do seu parto, ressaltando-se que você deverá tirar todas as suas dúvidas com
As recomendações da OMS para a prevenção e o tratamento de infecções maternas no período periparto. Sumário Executivo
As recomendações da OMS para a prevenção e o tratamento de infecções maternas no período periparto Sumário Executivo Guia das ações eficazes para a redução da incidência mundial de infecções maternas e
ÓBITO FETAL DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA DA FMABC DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA PROF. TITULAR: MAURO SANCOVSKI
DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA DA FMABC DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA PROF. TITULAR: MAURO SANCOVSKI ÓBITO FETAL EDUARDO AUGUSTO BROSCO FAMÁ PROFESSOR AFILIADO DO DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCA E GINECOLOGIA
INFECÇÃO EM CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO
INFECÇÃO EM CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO SERVIÇO DE CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO HUWC-UFC MÁRIO SÉRGIO R. MACÊDO JOSEPH LISTER Vaporizador de ácido carboxílico Louis Pasteur Robert Koch Ignaz Smmelweis
Difusão por Ressonância Magnética
Difusão por Ressonância Magnética A difusão é definida basicamente como o movimento aleatório pelo qual as moléculas de um soluto migram em direção a um gradiente mais baixo de concentração da solução.
FICHA DE AVALIAÇÃO EM PROCTOLOGIA ANAMNESE
IDENTIFICAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CURSO DE FISIOTERAPIA CLINICA ESCOLA DE FISIOTERAPIA AMBULATÓRIO DE FISIOTERAPIA DO ASSOALHO PÉLVICO FICHA DE AVALIAÇÃO EM PROCTOLOGIA ANAMNESE PRONTUÁRIO:...
