ESCOAMENTOS EM REGIME PERMANENTE
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- Teresa Braga Igrejas
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1 ESOAMENTOS EM EGME EMANENTE eie eete: são escoetos qe ão eset ição co o teo t = Escoetos i-diesiois: só eset cooete de elocidde qe só i e dieção Escoetos siles idodiicete deseolidos: ão eset ição dieção icil do escoeto Escoetos eteos: elícl de ile co esess costte Escoeto o edo de ese co bi otção
2 Adiesiolição si Y = si essão edid, o essão odiicd e Y e e Y
3 3 Fto de tito Núeo de eolds e e e
4 Eelo: ESOAMENTO E OETTE: Escoeto li idodiâicete deseolido ete ds lcs lels e iiit Hióteses: otiidde: V t w 5 = cte V cte. Flido Newtoio. oieddes costtes cte, =cte 3. eie eete t =. - l b >> = 5. >> esc. deseolido = 6. Escoeto iclido de co oiotl, idde eticl 7. costte 8. li odição de cotoo: == ; = V i
5 V t V Q. M. - dieção Q.M.. Nie-Stoes:, w t w w eo w eo Q. M. - dieção cos cos t cotiidde eo cotiidde eo cos loo etão 5
6 Q. M. - dieção si t w si Note qe celeção é l, loo eiste eqilíbio de oçs, tesão cislte ede se eqilib co oç de essão e itciol Note o qe só deede de e qe só ode deede de, etão qe ildde teio sej eddei, é ecessáio, qe s ds cels sej iis costte, loo K si si o ois 6
7 odeos o ite eqção ci e detei o eil de elocidde ete s ds lcs K odições de cotoo: =; = =K + + =- ; = =K - + K K K As costte e ode se cilete deteids + - Sbstitido s costtes e eessão elocidde, deteios os eil de elocidde ete s lcs. edo, teos 7
8 8 oecido o eil de elocidde, odeos li ão, ssi coo tesão cislte Vão: A T T T A d A Q b d Q b Q 3 ; b A T ; 3 O eil de tesão cislte ode se cilete obtido, já qe d d ode se Vos o lis csos ticles do cso ci: oecido o eil de elocidde, odeos li ão, ssi coo tesão cislte Vão: A T T T A d A Q b d Q b Q 3 ; b A T ; 3 O eil de tesão cislte ode se cilete obtido, já qe d d ode se Vos o lis csos ticles do cso ci:
9 9 so : º. eelo: obs: =+ = = ; so : º. eelo: K ; 3 K K b b A d t ; K K so : =, =, 96 e
10 so 3: ; ode d d
11 so : ; so 5: Neste cso, tesão ede ieio é l etão K se K e K
12 so 6: O lido óio ede seio dieit esco dieit e óio ede ieio esco esqed. A tesão ede ieio é eti, s
13 osidedo o, teos se so 7: se se ode se ositio se se so 8: se se se ode se eo, K > 3
14 Eelo: eteie o eil de elocidde elícl de á escodo o loo de ede iclid, co esess costte. Ql ão obte ile co esess? esedo s etbções etd e síd. Hióteses:. lido Newtoio, oieddes costtes =cte, cte: di V. de:, w= 3. eie eete: t=. Esess =cte: 5. i 6. essão ioe il essão toséic: Já ios qe co s ióteses ci V i Eq. de qt. de oieto dieção t eo eo eo eo codição de cotoo: = ; HO = cos K HO = -K K
15 codição de cotoo: =, = = 5 K K K K K bd Q 3 3 b Q cos ão
16 ESOAMENTO E OS FOS MSÍVES ENTE AS AAS ANAS Escoeto li idodiâicete deseolido Hióteses: otiidde: V t b w 5 b V cte cte. Flido Newtoio. oieddes costtes cte, =cte 3. eie eete t =. - l w >> =b = 5. >> =b esc. deseolido = 6. Escoeto iclido de co oiotl, idde eticl 7. costte 8. li odição de cotoo: =b; = =-b; = V V i i 6
17 bos os lidos: Q. M. - dieção t w tedo cd se o o ois 7 d d d d
18 odições de cotoo: Sbtido s eqções: 3 - b b 8 3 b b b ; b ; 3 ; 3 ; b b b Sodo s eqções 3 + b b
19 Os eis de tesão e elocidde de cd se são 9 b b b b b b b b
20 ESOAMENTO E HAGEN-OSSEE: Escoeto li idodiâicete deseolido e dto cicl V e se ; cos otiidde: V t V cte Etão = costte. odição de cotoo: = ; = = e e Hióteses:. Flido Newtoio. oieddes costtes cte, =cte 3. eie eete t =. - sieti l = 5. >> esc. deseolido = 6. Escoeto oiotl, idde eticl 7. costte 8. li eo V eo 5 i
21 V t V Q. M. - dieção Q.M.. Nie-Stoes: se t A celeção e o teo iscoso são los ois = e =, etão eqção ci se ed, se se cos loo *
22 Q. M. - dieção Noete celeção e o teo iscoso são los ois = e =, etão eqção ci se ed codo est eqção co eqção * t cos cos coclíos qe se cos
23 Q. M. - dieção Noete, eiicos qe celeção é l, e otto eiste eqilíbio de oçs, tesão cislte ede se eqilib co oç de essão costte elebdo qe tesão cislte é eo eo eo eo eo eo t ' 3 se e A iço d essão é só idostátic
24 tedo est eqção, odeos detei o co de elocidde e tesão cislte elebdo qe tesão cislte é l = ; = =K + =-K odições de cotoo: = ; e iitos sieti; = = K
25 5 O eil de elocidde é o ote qe coo o eil é siético, elocidde ái ocoe li de ceto
26 6 Vão: A T T T A d A Q d Q Q A T 3 8 O eil de tesão cislte é : Se etão <
27 7 N ede tesão ede s O to de tito ode o se obtido 6 3 ode sos qe o diâeto idálico tbo cicl é A T e 6 ; e Note qe coo s o to de tito tbé ode se escito coo s N ede tesão ede s O to de tito ode o se obtido 6 3 ode sos qe o diâeto idálico tbo cicl é A T e 6 ; e Note qe coo s o to de tito tbé ode se escito coo s N ede tesão ede s O to de tito ode o se obtido 6 3 ode sos qe o diâeto idálico tbo cicl é A T e 6 ; e Note qe coo s o to de tito tbé ode se escito coo s
28 O elção s tbé odei te sido obtid tés de blço de oçs o seite ole de cotole s + d d F A T d A d T s s A T Est elção ideede do eie de escoeto, isto é, é lid eie li e tbleto 8
29 Eelo : Escoeto ci e dto l eticl io eteo:, io iteo; oieto: Hióteses:. Flido Newtoio. oieddes costtes cte, =cte 3. eie eete t =. - sieti l = 5. >> esc. deseolido = 6. Escoeto eticl ci, idde eticl 7. costte. Escoeto ci, deido dieecil de essão iosto = o - 8. li Já ios qe co s ióteses ci Eq. de qt. de oieto dieção V e [ ] [ ] t eo 3 eo eo eo 5 eo eo 5 9
30 3 3 K A eqção ode se escit coo ode odeos deii essão odiicd qe icoo essão idostátic K A tesão e elocidde ode se obtidos itedo coo o eelo teio K K l ; odições de cotoo: = ; = =K + l + =-K - l K l K o o = ; = =-K [- ] + l =K [- ] l o l l
31 3 3 A elocidde ái ocoe ode = = A ão olétic Q e elocidde édi são l * l * K ode K K l l l o l d d d A Q o t 8 l d d A o t 8 A elocidde ái é deslocd ede ite, ois coo áe ite é eo deid é io A oç do lido s seícies t o t o A A F ] [ A oç de essão é cotblced el oç iscos e itciol
32 3 Eelo: esej-se bobe licei [= K 3, =, Ks] e tbo l oiotl. O diâeto iteo é i e o eteo de i. A tbo ossi de coieto. esej-se ão de,5 3 s. Ql otêci de bobeeto ecessái? l Q o 8 Q A F ot t 8 l Q o W Q ot l,,,,, l i = e =,5 e s Q A Q t, 96 7 A t 79 li e
33 Eelo : Viscosíeto de oette - Escoeto li eete ete dois cilidos Hióteses:. Flido Newtoio. oieddes costtes cte, =cte 3. eie eete t = io eteo:, io iteo; oieto: Toqe edido: T 5. Gidde eticl: = - e 6. Não á ições dieção l: =,. Escoeto ete tecil = e 33
34 3 3 Eqção de cotiidde t o s ióteses esetds, todos os teos são los e eqção de cotiidde é ideticete stiseit Eqção de qtidde de oieto lie ieção dil μ ρ ρ t ρ ieção il t μ ρ ρ ρ
35 35 Eqção de qtidde de oieto lie ieção l μ ρ ρ t o ρ ρ t 3 A tesão e coodeds cilidics
36 36 o O toqe T é F T Note qe o toqe e qlqe osição ideedete do io odição de cotoo: =, = =, = o o ] [ O toqe T i o cilido eteo é T o
37 o cso de cilido eteo estcioáio, eqto o cilido iteo i co elocidde l i, distibição de elocidde é i As solções esetds são álids soete eqes elociddes les. des elociddes, s oçs ieciis se to iottes e o escoeto dei de se ete tecil, e ótices tooidis ece ile Vótices de Tlo is de coete: élices b ete eiódico eiódico tecil siles dlo Vótices de Tlo 37
38 O di bio ilst eiões coesodetes dieetes eies de escoeto. A lidde ds ióteses iiciis dee se see eiicds, eqüeteete eeietlete. 38
39 Eelo : Foto d seície do líqido e otção Hióteses:. Flido Newtoio. oieddes costtes cte, =cte 3. eie eete t =. Escoeto ete tecil = e 5. Gidde eticl: = - e 6. Não á ições dieção l: =, o esss ióteses, ios qe ρ ρ odição de cotoo: =, e iito =, = = = A úic solção ossíel de eie eete é o oieto de coo íido. Note qe = ideedete se o lido é Newtoio o ão. 39
40 Sobe seície, essão é il essão toséic, o qe eite detei s, i.e. o d seície, odição de cotoo: = o, = = t tedo odeos obte distibição de essão ρ ρ o t ρ o s ρ
41 Eelo : Viscosíeto de oette co lido ei de otêci Hióteses:. Flido ei de otêci:. oieddes costtes cte 3. eie eete t =. Escoeto ete tecil = e 5. Gidde eticl: = - e 6. Não á ições dieção l: =, o esss ióteses, s eqções de qtidde de oieto dieção dil e il e l ão se odiic lido ão ewtoio e coo ios são ρ ρ A tesão de lido owe-lw e coodeds cilidics é
42 A eqção de qtiddde de oieto dieção l ode se escit coo d d te itedo odição de cotoo: =, =
43 3 o o Toqe te cilido eteo ido odição de cotoo =, = o T o T o T Ms ios qe
44 Eelo : Escoeto o edo de ese co bi otção Hióteses:. Flido Newtoio:. oieddes costtes cte, =cte 3. eie eete t =. Escoeto ete itl =, e 5. Gidde eticl: = - e 6. Não á ições dieção itl: =, Eqção de cotiidde e coodeds eséics é stiseit co s ióteses listds: Veto celeção d idde: e t si essão odiicd: si e e cos e si e cos si
45 Eqção de qtidde de oieto lie ieção dil si si si si si si si t μ ρ ρ ieção t μ ρ ρ si cot si cot si si si si cot 5 Bi otção
46 6 6 Eqção de qtidde de oieto lie ieção t μ ρ ρ cot si si cot si si si si si si istibição de essão: = cte. odição de cotoo: o etão = o = o cos istibição idostátic de essão
47 istibição de elocidde: si si odição de cotoo: =, = si Hiótese: = stise codição de cotoo: = si etão o d d d d si si d d d d si d d d d Est é eqção eqidiesiol, cj solção é do tio d d ; d d ; 7
48 8 8 etão si si odição de cotoo: = =, = si = 3 Toqe te ese ido: Foç iiiesil seície d ese: F e T d da da d τ e σ e F Os cooetes ão los de : si si μ μ e e e e e e e e τ e si e e τ e 3 μ
49 etão d T e e e e da 3 si da e eo e ooete il do toqe: T = d T e ; e = e cos e si d T 3 si da 3 si si d d T 3 3 dt 3 si d d T Este é o toqe qe o lido eece sobe seície d ese. te ese ido co elocidde l, é ecessáio oece o eio, toqe de il lo d dieção oost. Vlidde ds ióteses iiciis: A edid qe cesce, ece escoeto secdáio, ois oç de iéci dei de se deseíel. O líqido é do e dieção os ólos d ese e edo o o eqdo. 9
ESCOAMENTOS EM REGIME PERMANENTE
ESOAMENTOS EM EGIME EMANENTE eime emaete: são escoametos qe ão aesetam aiação com o temo t Escoametos i-dimesioais: só aesetam m comoete de elocidade qe só aia em ma dieção Escoametos simles hidodiamicamete
t AB s = s 0 (1) / 2 / 2 y y v t gt Cinemática de uma Partícula Cap. 12 v oya v oa v oya v oa
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Í é á: 565 á é í ú á í é á: 566 A A é, 376 A, 378 379 A á, 146 147 A, 309 310 A á, 305 A ( ), 311 A, 305 308 A á B, 470 A á, 384 385 A,, ç Bç, 338 340 A é, 337 Aé, 333 A, 410 419 A K, 466 A, 123 A, 32
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Modelção, Idetificção e Cotrolo Digitl 2-Modelos e Cotrolo por Coputdor 2 - Modelos e Cotrolo por Coputdor Objectivo: Itroduzir clsse de odelos digitis que são epregues est discipli pr o projecto de cotroldores
SÍNTESE. 1. Geometria analítica no plano. 2. Cálculo vetorial no plano. Inequações cartesianas de semiplanos
j h i TEMA III Geometi Anlíti 1. Geometi nlíti no plno Inequções tesins de semiplnos > < > + + < + + Sejm A( 1, ) e B( 1, ) dois pontos do plno: Distâni ente A e B. ( 1 1 ) + ( ) h 1 + 1 Ponto médio do
Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011
Estratégico III Seminário de Planejamento Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 G es tão Em pre sa rial O rie nta ção pa ra om erc ado Ino vaç ão et
4 SISTEMAS DE EQUAÇÕES LINEARES. 4.1 Equação Linear
SISTEMAS DE EQUAÇÕES INEARES. Eqção ier U eqção do tipo = qe epress vriável e fção d vriável e d costte, é chd eqção lier. A plvr lier é tilid tedo e vist qe o gráfico dess eqção é lih ret. D es for, eqção
9.1 Indutores e Indutância
Cpítuo 9 Indutânci 9.1 Indutores e Indutânci Neste cpítuo, estudmos os indutores e sus indutâncis, cujs proprieddes decorrem diretmente d ei de indução de Frdy. Cpcitores: Recpitução Lembre-se que, no
Escoamentos Internos
Escoamentos Internos Os escoamentos internos e incompressíveis, onde os efeitos da viscosidade são consideráveis, são de extrema importância para os engenheiros! Exemplos, Escoamento em tbo circlar: veias
ESCOAMENTO POTENCIAL. rot. Escoamento de fluido não viscoso, 0. Equação de Euler: Escoamento de fluido incompressível cte. Equação da continuidade:
ESCOAMENTO POTENCIAL Escoamento de fluido não viso, Equação de Eule: DV ρ ρg gad P Dt Escoamento de fluido incompessível cte Equação da continuidade: divv Escoamento Iotacional ot V V Se o escoamento fo
a é dita potência do número real a e representa a
IFSC / Mteátic Básic Prof. Júlio Césr TOMIO POTENCIAÇÃO [ou Expoecição] # Potêci co Expoete Nturl: Defiição: Ddo u úero iteiro positivo, expressão ultiplicção do úero rel e questão vezes. é dit potêci
Análise Dinâmica de Malhas Feedback: Respostas a SP e Carga.
Análie inâia de Malha Feedbak: eota a S e Carga. rof a Ninoka Bojorge eartaento de Engenharia Quíia e de etróleo UFF Função de Tranferênia Malha Fehada Álgebra de iagraa de Bloo elebrando Bloo e érie U...
P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010
P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010 D A T A D E A B E R T U R A : 2 9 d e d e z e m b r o d e 2 0 1 0 H O R Á R I O : 9:0 0 h o r a s L O C A L D A S E S S Ã O P Ú B L I C A: S a l a d a C P L/
1 Tração Axial. Dimensionamento de Elementos Estruturais de Aço. 1 Tração Axial. 2 Compressão Axial. 3 Flexão Reta. 4 Flexão Composta.
Deatamento de Engenhaia de Estutuas e Fundações Escola Politécnica - Univesidade de São Paulo Tação ial Dimensionamento de Elementos Estutuais de ço Comessão ial 3 Fleão Reta 4 Fleão Comosta Valdi Pignatta
Notas de Aula - Prof. Dr. Marco Antonio Pereira
Ecol de Engenhi de Loen - UP - inétic Químic pítulo 7 Intodução etoe Químico 1 - Intodução cinétic químic e o pojeto de etoe etão no coção de que todo o poduto químico indutii. É, pinciplmente, o conhecimento
2. A C l a s s i f i c a ção M S C 01 H i s t o r y a n d b i o g r a p h y 03 M a t h e m a t i c a l l o g i c a n d f o u n d a t i o n s 05 C o m
Áreas Científicas do Departamento de Matemática Docu mento de trab al h o 1. Introdução O D e p a r t a m e n t o d e M a t e m á t i c a e st á or g a n i z a d o e m q u a t r o S e c ç õ e s: S 8 1
CAPÍTULO 9 OPERADORES DIAGONALIZÁVEIS
INRODUÇÃO AO ESUDO DA ÁGERA INERAR i Frcisco d Cr Deprtmeto de Mtemátic Uesp/r CAÍUO 9 OERADORES DIAGONAIZÁVEIS No cpítlo 8 vi-se qe é possível determir mtri de m trsformção o de m operdor lier em relção
Substituição Trigonométrica. Substituição Trigonométrica. Se a integral fosse. a substituição u = a 2 x 2 poderia ser eficaz, mas, como está,
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I. Introdução Se integrl
Resolução Numérica de Sistemas Lineares Parte I
Cálclo Nérico Resolção Néric de Sistes ineres Prte I Prof. Jorge Cvlcnti [email protected] ATERIA ADAPTADO DOS SIDES DA DISCIPINA CÁCUO NUÉRICO DA UFCG - www.dsc.fcg.ed.br/~cn/ Sistes ineres itos
Teoria de Quadripolos. Teoria de Quadripolos. Teoria de Quadripolos. Teoria de Quadripolos Classificação dos quadripolos
-07-04 Qudriolo é u circuito eléctrico co dois teriis de etrd e dois teriis de síd. Neste disositivo são deterids s corretes e tesões os teriis de etrd e síd e ão o iterior do eso. Clssificção dos udriolos
Por que escolher a CWC?
P q lh CWC? t õ ç t 1. I i l ã à t t N it, l it, l ti á g l f E g i. t lê g I ívl t é á ti, tblh lh it h l. z i lh i iglê 4. V i Ativ Of i vi g tivi lt t i ii t. E tiv t v i ã t it çã tbé t t, xõ til lt
TIPOS DE GRANDEZAS. Grandeza escalar necessita apenas de uma. Grandeza vetorial Além do MÓDULO, ela
TIPO DE GRANDEZA Gndez escl necessit pens de um infomção p se compeendid. Nesse cso, qundo citmos pens o MÓDULO d gndez (intensidde unidde) el fic definid. Exemplo: tempetu(30ºc), mss(00kg), volume(3400
soluções sustentáveis soluções sustentáveis
soluções sustentáveis 1 1 1 2 3 KEYAS S OCIADOS UNIDADES DE NEGÓCIO ALGUNS CLIENTES 2 2 1 2 3 KEYAS S OCIADOS UNIDADES DE NEGÓCIO ALGUNS CLIENTES 3 3 APRES ENTAÇÃO A KEYAS S OCIADOS a tu a d e s d e 1
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS rof Me Arto Barboi SUMÁRIO INTRODUÇÃO EQUAÇÃO DIFERENCIAL ORDINÁRIA (EDO) Ordem de uma Equação Diferecial Ordiária Grau de uma Equação Diferecial Ordiária Solução geral e particular
Aplicação da conservação da energia mecânica a movimentos em campos gravíticos
ª aula Suário: licação da conservação da energia ecânica a ovientos e caos gravíticos. nergia oteial elástica. Forças não conservativas e variação da energia ecânica. licação da conservação da energia
Antenas de abertura. ANTENAS IST A. Moreira 1
tes de betu s tes de betu são usds s bds de UHF, SHF e HF, bds de fequêcis tmbém desigds po micoods ou ods cetimétics e milimétics s cofiguções mis comum dests tes são s que esultm d epsão de um gui de
0,01. Qual a resposta correta à pergunta de Chiquinho, considerandose os valores atribuídos às variáveis pelo professor?
GABARIO Questão: Chiquiho ergutou o rofessor qul o vlor umérico d eressão + y+ z. Este resodeu-lhe com cert iroi: como queres sber o vlor umérico de um eressão, sem tribuir vlores às vriáveis? Agor, eu
E v o lu ç ã o d o c o n c e i t o d e c i d a d a n i a. A n t o n i o P a i m
E v o lu ç ã o d o c o n c e i t o d e c i d a d a n i a A n t o n i o P a i m N o B r a s i l s e d i me nt o u - s e u ma v is ã o e r r a d a d a c id a d a n ia. D e u m mo d o g e r a l, e s s a c
3 Teoria: O Modelo de Maxwell-Garnett
Teo: O Modelo de Mxwell-Gett.1. sfe coduto peseç de u cpo elétco A Teo de Mxwell-Gett do eo efetvo 19,,5 é utlzd p desceve s popeddes óptcs de u tefce etl-delétco peseç de u cpo elétco e ote-se u expessão
( ) y. ( ) x 1. FUNÇÃO EXPONENCIAL. a a a + f é contínua em R ; f é estritamente decrescente ; f é estritamente crescente ; x y.
. FUNÇÃO EXPONENCIAL DEFINIÇÃO Chm-se unção eonencil de se, à unção: : R R, > 0 0 Cso rticulr: ( e GRÁFICO 0 < < Oservções: D R, CD R ; é contínu em R ; é estritmente decrescente ; A rect de equção 0 é
CAPÍTULO 9 COORDENADAS POLARES
Luiz Frncisco d Cruz Drtmnto d Mtmátic Uns/Buru CAPÍTULO 9 COORDENADAS POLARES O lno, tmbém chmdo d R, ond R RR {(,)/, R}, ou sj, o roduto crtsino d R or R, é o conjunto d todos os rs ordndos (,), R El
ANÁLISE DE TENSÕES E DEFORMAÇÕES
NÁLIS D TNSÕS DFOMÇÕS essê ds Mes eselee m medlg smles e lí qe lh s sdeções lees e eláss e qe ele egmes e geme ede à defçã e à álse d esd de esã ds s ís ds ess Nese íl esã eseds s fes d essê ds Mes qe
A formulação representada pelas equações (4.1)-(4.3) no método de elementos finitos é denominada de formulação forte (strong formulation).
4. Fomlção Mcl o Méoo Elmos Fos s cpílo sá ps fomlção mcl o méoo lmos fos pos plcção o méoo lv ssms lgécos q pom s ogzos fom mcl p poso solção po éccs mécs pops p c po qção fcl: lípc pólc o hpólc. O poo
