Sistemas de Controle 2
|
|
|
- Patrícia Canejo Terra
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 2 Cap.7 - Erros de Estado Estacionário Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro
2 Sistemas de Controle 2 Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Cap.7 - Erros de Estado Estacionário 7. Erros de Estado Estacionário 7.1 Introdução 7.2 Erro de Estado Estacionário de Sistemas com Retroação Unitária 7.3 Constantes de Erro Estático e Tipo de Sistema 7.4 Especificações de Erro de Estado Estacionário 7.5 Erros de Estado Estacionário Devidos a Perturbações 7.6 Erro de Estado Estacionário para Sistemas com Retroação Não-unitária 7.7 Sensibilidade 7.8 Erro de Estado Estacionário de Sistemas no Espaço de Estados Bibliografia principal: Engenharia de Sistemas de Controle Norman S. Nise
3 Objetivos do capítulo Como determinar o erro de estado estacionário de um sistema com retroação unitária Como especificar o desempenho de erro de estado estacionário de um sistema Como determinar o erro de estado estacionário devido a perturbações na entrada Como determinar o erro de estado estacionário de sistemas com retroação não-unitária Como projetar parâmetros do sistema que permitam atender especificações de desempenho de erro de estado estacionário Como determinar o erro de estado estacionário de sistemas representados no espaço de estados
4 7.1) Introdução Definição e Entradas de Teste O erro de estado estacionário é a diferença entre a entrada e a saída para uma entrada de teste quando t
5 7.1) Introdução Definição e Entradas de Teste
6 7.1) Introdução Degrau Aplicação a Sistemas Estáveis Resposta natural tende a zero quando t Erro nulo Calculando os Erros de Estado Estacionário Representação geral Erro finito = e2 Representação para sistemas com retroação unitária Erro nulo Rampa Erro finito Erro infinito Foco inicial do estudo
7 7.1) Introdução Fontes de Erro de Estado Estacionário Não linearidades Configuração do Sistema Tipo de entrada Exemplos de não-linearidades: Folgas de engrenagens Movimento do motor apenas após um limiar de tensão Escopo do estudo Erros de: Configuração do Sistema Tipo de entrada
8 7.1) Introdução Erro de configuração de sistema Sistema com ganho puro K no percurso direto: C(s) = KE(s) Erro finito e não nulo Valor do estado estacionário do erro Valor do estado estacionário da saída Sistema com apenas um ganho constante no sentido direto sempre apresenta um erro
9 7.1) Introdução Inserção de um integrador: Sistema com ganho puro K no percurso direto: A medida que c(t) aumentar e(t) diminuirá até chegar a zero. C(s) = KE(s) Para uma resposta em degrau: Erro finito e não nulo E s K C s = s C s E s = s. K c t e t = K δ (t) e t = 0 Para uma resposta em degrau: Erro zero (Aplicando Inversa de Laplace) 0
10 7.2 Erro de Estado Estacionário de Sistemas com Retroação Unitária Erro de Estado Estacionário em Termos de T (s) Calculando erro de estado estacionário: Teorema do valor final Aplicando teorema do valor final e fazendo s 0: Permite obter o valor de e( ) no tempo sem calcular a transformada inversa de laplace.
11 7.2 Erro de Estado Estacionário de Sistemas com Retroação Unitária Verificar a estabilidade. Se for estável, aplicar teorema do valor final. Cap 6 Sistema estável degrau e = s s2 + 7s + 5 s s 2 + 7s + 10 S 0 *O teorema do valor final só pode ser aplicado de a função for estável. 11
12 Exercício em sala Calcule o erro de estado estacionário se a entrada for um degrau unitário. T s = 32 s 2 + 5s + 2 Solução E s = 1 s 1 32 s 2 + 5s + 2 E s = 1 s s 2 + 5s 30 s 2 + 5s + 2 T s = degrau 32 s 2 + 5s + 2 e = lim s 0 s. 1 s e = 15 s 2 + 5s 30 s 2 + 5s
13 7.2 Erro de Estado Estacionário de Sistemas com Retroação Unitária Erro de Estado Estacionário em Termos de G(s) Fornece maior compreensão na análise e projeto do Sistema. Deve-se verificar se o sistema é estável (critério de Routh-Hurwitz). Aplicar teorema do valor final: Laboratório 1 Estabilidade pelo MATLAB Analisar resposta segundo as 3 entradas de teste: Degrau Rampa Parábola 13
14 7.2 Erro de Estado Estacionário de Sistemas com Retroação Unitária Analisando entrada em Degrau: Para que o erro seja zero é preciso que: Se n = 0 Se n 1 Erro = 0 Pelo menos 1 integração no percurso direto Erro finito Nenhuma integração no percurso direto
15 7.2 Erro de Estado Estacionário de Sistemas com Retroação Unitária Entrada em Rampa: Para que o erro seja zero é preciso que: Se n 2 Erro = 0 Pelo menos 2 integrações no percurso direto Se n = 1 Erro finito Apenas uma integração no percurso direto Se n = 0 Erro infinito Nenhuma integração no percurso direto
16 7.2 Erro de Estado Estacionário de Sistemas com Retroação Unitária Entrada em Parabola: Para que o erro seja zero é preciso que: Se n = 2 Se n 3 Erro = 0 Pelo menos 3 integrações no percurso direto Erro finito Apenas 2 integrações no percurso direto Se n = 1 ou 0 Erro infinito Uma ou nenhuma integração no percurso direto
17 7.2 Erro de Estado Estacionário de Sistemas com Retroação Unitária Analisando erro do Sistema de acordo com o tipo de entrada Verificar se o sistema é estável Testar cada entrada
18 7.2 Erro de Estado Estacionário de Sistemas com Retroação Unitária
19 Teorema do valor final Exercício em sala
20 7.3 Constantes de Erro Estático e Tipo de Sistema Constantes de Erro Estático Parâmetros de especificação de desempenho de erro em estado estacionário. Relações para o erro de estado estacionário: Entrada: Erro de estado estacionário: Constantes de erro estático:
21 7.3 Constantes de Erro Estático e Tipo de Sistema Erro de estado estacionário por intermédio das constantes de erro estático Problema Para cada um dos sistemas abaixo, calcule as constantes de erro estático e obtenha o erro esperado para entradas padronizadas em degrau, rampa e parábola. Sistema 1 Sistema 2 Sistema 3
22 7.3 Constantes de Erro Estático e Tipo de Sistema Erro de estado estacionário por intermédio das constantes de erro estático Problema Para cada um dos sistemas abaixo, calcule as constantes de erro estático e obtenha o erro esperado para entradas padronizadas em degrau, rampa e parábola. Sistema 1
23 7.3 Constantes de Erro Estático e Tipo de Sistema Erro de estado estacionário por intermédio das constantes de erro estático Problema Para cada um dos sistemas da Fig. 7.7, calcule as constantes de erro estático e obtenha o erro esperado para entradas padronizadas em degrau, rampa e parábola. Sistema 2
24 7.3 Constantes de Erro Estático e Tipo de Sistema Erro de estado estacionário por intermédio das constantes de erro estático Problema Para cada um dos sistemas da Fig. 7.7, calcule as constantes de erro estático e obtenha o erro esperado para entradas padronizadas em degrau, rampa e parábola. Sistema 3
25 7.3 Constantes de Erro Estático e Tipo de Sistema Definindo o Tipo do Sistema n=0 Tipo 0 n=1 Tipo 1 n=2 Tipo 2
26 7.3 Constantes de Erro Estático e Tipo de Sistema Tipo de Sistema
27 7.3 Constantes de Erro Estático e Tipo de Sistema Tipo de Sistema
28 7.4 Especificações de Erro de Estado Estacionário Especificações de resposta transitória: - Relação de amortecimento - Tempo de assentamento, Ts - Instante de pico, Tp - Ultrapassagem percentual, %UP Especificações de erro de estado estacionário: - Constante de posição, Kp - Constante de velocidade, Kv - Constante de aceleração, Ka Uma única constante de erro de estado estacionário podem nos dizer muita coisa!
29 Revisão cap.4 - Especificações de resposta transitória - Relação de amortecimento - Tempo de assentamento, Ts: tempo para chegar em 2%. - Instante de pico, Tp - Ultrapassagem percentual, %UP %UP 29
30 7.4 Especificações de Erro de Estado Estacionário Exemplo: Um Sistema com Kv= Sistema estável Se não o Kv não estaria definido 2. Tipo 1 Kv finito. (Kv=0 é Tipo 0 / Kv infinito é Tipo 2) 3. Sinal de teste = Rampa. 4. Erro de estado estacionário para entrada de Rampa = 1/1000
31 7.4 Especificações de Erro de Estado Estacionário 1. Instavel ou estável? 2. Tipo? 3. Sinal de teste? 4. Valor dos erros de estado estacionário? 1. Sistema estável 2. Tipo 0 Kp finito, constante. 3. Sinal de teste = Degrau. 4. Erro de estado estacionário para entrada do degrau = 1/1001
32 7.5 Erros de Estado Estacionário Devidos a Perturbações Sistema com retroação Compensar perturbações Deduzindo expressão do erro de estado estacionário com a perturbação incluida: Isolando o E(s): Relaciona E(s) a R(s) Aplicando Teorema do valor final: Relaciona E(s) a D(s)
33 7.5 Erros de Estado Estacionário Devidos a Perturbações Erro estacionário em relação a R(s) Erro estacionário em relação a D(s)
34 7.5 Erros de Estado Estacionário Devidos a Perturbações Analizando como reduzir o erro em relação a perturbação: Perturbação em degrau: e D = lim s 0 sg 2 s 1 + G 1 s G 2 s (1 s ) Logo é possível reduzir o erro aumentando G1 e reduzindo G2 e D = lim s 0 e D = lim s 0 e D = lim s 0 G 2 s 1 + G 1 s G 2 s 1 1 G 2 s + G 1 s G 2 s G 2 s 1 1 G 2 s + G 1 s
35 7.5 Erros de Estado Estacionário Devidos a Perturbações Erro estacionário em relação a R(s) Erro estacionário em relação a D(s)
36 7.5 Erros de Estado Estacionário Devidos a Perturbações
37 7.5 Erros de Estado Estacionário Devidos a Perturbações
38 7.5 Erros de Estado Estacionário Devidos a Perturbações
39 Exercícios 39
40 7.2 Erro de Estado Estacionário de Sistemas com Retroação Unitária Resolver no final da aula ou em casa
41 7.2 Erro de Estado Estacionário de Sistemas com Retroação Unitária
42 7.2 Erro de Estado Estacionário de Sistemas com Retroação Unitária
43 7.4 Especificações de Erro de Estado Estacionário Resolver no final da aula ou em casa
44 7.4 Especificações de Erro de Estado Estacionário Resolver no final da aula ou em casa
45 7.4 Especificações de Erro de Estado Estacionário Sistema Tipo 1 Entrada: Rampa Aplicando o critério de Routh-Hurwitz verifica-se que é estável para este ganho
46 7.4 Especificações de Erro de Estado Estacionário
47 7.4 Especificações de Erro de Estado Estacionário Resolver no final da aula ou em casa Roteiro para solução do problema (dicas): Qual o tipo do Sistema? Qual o tipo de entrada para obter erro finito? Qual o valor da constante de erro? Pelo teorema do valor final calcular o valor de K.
48 7.4 Especificações de Erro de Estado Estacionário
SC1 Sistemas de Controle 1. Cap. 3 Erros no Regime Estacionário Prof. Tiago S Vítor
SC1 Sistemas de Controle 1 Cap. 3 Erros no Regime Estacionário Prof. Tiago S Vítor Sumário 1. Introdução 2. Erro em regime estacionário de sistemas com realimentação unitária 3. Constantes de Erro Estático
Erros de Estado Estacionário. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello 1
Erros de Estado Estacionário Carlos Alexandre Mello 1 Introdução Projeto e análise de sistemas de controle: Resposta de Transiente Estabilidade Erros de Estado Estacionário (ou Permanente) Diferença entre
Sistemas de Controle 2
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 2 Cap.7 - Erros de Estado Estacionário Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Sistemas de Controle 2 Prof. Dr. Marcos Lajovic
Sistemas de Controle 1
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 1 Cap4 Resposta no Domínio do Tempo Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Sistemas de Controle 1 Prof. Dr. Marcos Lajovic
Sistemas de Controle 2
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 2 Cap.8 - Técnicas do Lugar das Raízes Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Sistemas de Controle 2 Prof. Dr. Marcos Lajovic
Sistemas de Controle 2
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 2 Cap.9 Projeto por Intermédio do Lugar das Raízes Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro AED Cap.8 8.8 Lugar das Raízes Generalizado
Erros de Estado Estacionário. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello [email protected] 1
Erros de Estado Estacionário Carlos Alexandre Mello 1 Introdução Projeto e análise de sistemas de controle: Resposta de Transiente Estabilidade Erros de Estado Estacionário (ou Permanente) Diferença entre
Sistemas de Controle 2
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 2 Cap.9 Projeto por Intermédio do Lugar das Raízes Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Sistemas de Controle 2 Prof. Dr.
Sistemas de Controle 2
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 2 Cap.8 - Técnicas do Lugar das Raízes Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Sistemas de Controle 2 Prof. Dr. Marcos Lajovic
Erro de Estado Estacionário
Erro de Estado Estacionário Carlos Eduardo de Brito Novaes [email protected] http://professorcarlosnovaes.wordpress.com 24 de agosto de 202 Introdução Um aspecto muito importante em um sistema de
Erro de Estado Estacionário
Erro de Estado Estacionário Carlos Eduardo de Brito Novaes [email protected] http://professorcarlosnovaes.wordpress.com 24 de agosto de 202 Introdução Um aspecto muito importante em um sistema de
Sistemas de Controle 1
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 1 Cap4 Resposta no Domínio do Tempo Prof. Filipe Fraga Sistemas de Controle 1 4. Resposta no Domínio do Tempo 4.1 Introdução
Sistemas de Controle 2
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 2 Cap.9 Projeto por Intermédio do Lugar das Raízes Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Sistemas de Controle 2 Prof. Dr.
Aula 8. Cristiano Quevedo Andrea 1. Curitiba, Abril de DAELT - Departamento Acadêmico de Eletrotécnica
Classificaçã dos Sistemas de Controle Especificaçõe do Estado Estacionário de Erro Aula 8 Cristiano Quevedo Andrea 1 1 UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná DAELT - Departamento Acadêmico
Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Prof: Marcos Lajovic Carneiro Aluno (a): Sistemas de Controle I
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Projeto de Escola de Engenharia ENG 3502 Controle de Processos Controle I Prof: Marcos Lajovic Carneiro Aluno (a): Sistemas de Controle I Estudo de Caso Antena
Erro em regime permanente em sistema de controle com
Erro em regime permanente em sistema de controle com realimentação unitária 0.1 Introdução Controle 1 Prof. Paulo Roberto Brero de Campos Um dos objetivos de um sistema de controle é que a resposta na
V. ANÁLISE NO DOMÍNIO DO TEMPO
INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA-AERONÁUTICA MPS-43: SISTEMAS DE CONTROLE V. ANÁLISE NO DOMÍNIO DO TEMPO Prof. Davi Antônio dos Santos ([email protected]) Departamento de
Sistemas de Controle 2
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 2 Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Sistemas de Controle 2 Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Planejamento da disciplina
Controle de Sistemas. Desempenho de Sistemas de Controle. Renato Dourado Maia. Universidade Estadual de Montes Claros. Engenharia de Sistemas
Controle de Sistemas Desempenho de Sistemas de Controle Renato Dourado Maia Universidade Estadual de Montes Claros Engenharia de Sistemas O é um telescópio de 2,4m, que fica a 380 milhas da Terra, sendo
Sistemas de Controle 1
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 1 Cap2 - Modelagem no Domínio de Frequência Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Sistemas de Controle 1 Prof. Dr. Marcos
Unidade V - Desempenho de Sistemas de Controle com Retroação
Unidade V - Desempenho de Sistemas de Controle com Retroação Introdução; Sinais de entrada para Teste; Desempenho de um Sistemas de Segunda Ordem; Efeitos de um Terceiro Pólo e de um Zero na Resposta Sistemas
Fundamentos de Controlo
Fundamentos de Controlo 3 a Série Estabilidade e Desempenho, Critério de Routh-Hurwitz, Rejeição de Perturbações, Sensibilidade à Variação de Parâmetros, Erros em Regime Estacionário. S3. Exercícios Resolvidos
ERRO EM REGIME PERMANENTE
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETRÔNICA ERRO EM REGIME PERMANENTE Inicialmente veja o sistema realimentado mostrado na figura
Estados Prof: Marcos Lajovic Carneiro Aluno (a): Laboratório Resumo Experimentos da Modelagem no Espaço dos Estados
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Espaço dos Escola de Engenharia ENG 3503 Sistemas de Controle Estados Prof: Marcos Lajovic Carneiro Aluno (a): Laboratório Resumo Experimentos da Modelagem no
Ações de controle básicas: uma análise do desempenho em regime
Capítulo 3 Ações de controle básicas: uma análise do desempenho em regime estático 3. Introdução Neste capítulo, as ações de controle básicas utilizadas em controladores industriais e o seu desempenho
Faculdade de Engenharia da UERJ - Departamento de Engenharia Elétrica Controle & Servomecanismo I - Prof.: Paulo Almeida Exercícios Sugeridos
Faculdade de Engenharia da UERJ Departamento de Engenharia Elétrica Controle & Servomecanismo I Prof.: Paulo Almeida Exercícios Sugeridos Estabilidade, Resposta Transitória e Erro Estacionário Exercícios
PMR3404 Controle I Aula 3
PMR3404 Controle I Aula 3 Resposta estática Ações de controle PID Newton Maruyama 23 de março de 2017 PMR-EPUSP Classificação de sistemas de acordo com o seu desempenho em regime estático Seja o seguinte
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO MECATRÔNICA ENG3502 SISTEMAS DE CONTROLE II
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO MECATRÔNICA ENG3502 SISTEMAS DE CONTROLE II PROF. MARCOS LAJOVIC CARNEIRO - 2017/1 Turma A01/1 PLANO
Sistemas de Controle 1
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 1 Cap2 - Modelagem no Domínio de Frequência Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Sistemas de Controle 1 Prof. Dr. Marcos
Resposta dos Exercícios da Apostila
Resposta dos Exercícios da Apostila Carlos Eduardo de Brito Novaes [email protected] 5 de setembro de 0 Circuitos Elétricos. Passivos a) b) V o (s) V i (s) 64s + 400 s + 96s + 400, v o ( ) v i ( )
Sintonia de Controladores PID
Sintonia de Controladores PID Objetivo: Determinar K p, K i e K d de modo a satisfazer especificações de projeto. Os efeitos independentes dos ganhos K p, K i e K d na resposta de malha fechada do sistema
Questões para Revisão Controle
Questões para Revisão Controle 1. (PROVÃO-1999)A Figura 1 apresenta o diagrama de blocos de um sistema de controle, e a Figura 2, o seu lugar das raízes para K > 0. Com base nas duas figuras, resolva os
Fundamentos de Controle
Fundamentos de Controle Análise de resposta transitória. Sistemas de primeira e segunda ordem. Prof. Juliano G. Iossaqui Engenharia Mecânica Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) Londrina,
EES-49/2012 Prova 1. Q1 Dado o seguinte conjunto de equações:
Q1 Dado o seguinte conjunto de equações: EES-49/2012 Prova 1 Onde: h C é o sinal de entrada do sistema; θ é o sinal de saída do sistema; T P é uma entrada de perturbação; T T, T R e h R são variáveis intermediárias;
CONTROLO. 2º semestre 2007/2008. Transparências de apoio às aulas teóricas Cap 6 Efeitos da Realimentação e Erros em Regime Permanente
CONTROLO 2º semestre 2007/2008 Transparências de apoio às aulas teóricas Cap 6 Efeitos da Realimentação e Erros em Regime Permanente Maria Isabel Ribeiro António Pascoal Maio de 2008 Todos os direitos
Sistemas de Controle 1
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 1 Cap3 Modelagem no Domínio do Tempo Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Sistemas de Controle 1 Prof. Dr. Marcos Lajovic
4.1 Pólos, Zeros e Resposta do Sistema
ADL17 4.1 Pólos, Zeros e Resposta do Sistema A resposta de saída de um sistema é a soma de duas respostas: a resposta forçada e a resposta natural. Embora diversas técnicas, como a solução de equações
ADL Sistemas de Segunda Ordem Subamortecidos
ADL19 4.6 Sistemas de Segunda Ordem Subamortecidos Resposta ao degrau do sistema de segunda ordem genérico da Eq. (4.22). Transformada da resposta, C(s): (4.26) Expandindo-se em frações parciais, (4.27)
Controle de Sistemas Dinâmicos. Informações básicas
Controle de Sistemas Dinâmicos Informações básicas Endereço com material http://sites.google.com/site/disciplinasrgvm/ Ementa Modelagem de Sistemas de Controle; Sistemas em Malha Aberta e em Malha Fechada;
INTRODUÇÃO AO CONTROLO
Capítulo 6- Efeitos Realimentação e Erros INTRODUÇÃO AO CONTROLO º semestre 202/203 Transparências de apoio às aulas teóricas Cap 6 Efeitos da Realimentação e Erros em Regime Permanente Maria Isabel Ribeiro
Resposta de Sistemas com Pólos Adicionais
ADL21 Funções de Transferência de Segunda Ordem Obtidas Experimentalmente Uma vez mais podemos medir na curva de resposta em laboratório a ultrapassagem percentual e o tempo de assentamento, de onde é
Sistemas de Controle 1
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 1 Cap5 Redução de Subsistemas Múltiplos Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Sistemas de Controle 1 Prof. Dr. Marcos Lajovic
EES-20: Sistemas de Controle II. 20 Outubro 2017 (Tarde)
EES-20: Sistemas de Controle II 20 Outubro 2017 (Tarde) 1 / 58 Recapitulando: Modelo da planta amostrada G z G c s u k u t y t y k T T G(z) = (1 z 1 ) Z { } G c (s) s Importante: Trata-se de discretização
Sistemas de Controle 1
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 1 Cap3 Modelagem no Domínio do Tempo Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Sistemas de Controle 1 Prof. Dr. Marcos Lajovic
Indice. Resposta forçada (condições iniciais nulas)
Indice 3.3 Inversão da TLP Fracções parciais Resolução equações diferenciais Polinómio característico Estabilidade resposta natural 3.4 Função de Transferência Estabilidade devido à entrada (resposta forçada)
Sistemas de Controle 1
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 1 Cap6 Estabilidade Prof. Filipe Fraga Sistemas de Controle 1 6. Estabilidade 6.1 Introdução 6.2 Critério de Routh-Hurwitz
EES-49/2012 Prova 2. Individual Duração: 100 minutos. Consulta permitida a uma página A4 com anotações pessoais e fórmulas.
EES-49/2012 Prova 2 Individual Duração: 100 minutos Consulta permitida a uma página A4 com anotações pessoais e fórmulas. Permitido o uso de calculadora para a realização de operações básicas, incluindo
SC1 Sistemas de Controle 1. Cap. 5 Método do Lugar das Raízes Abordagem de Projetos Prof. Tiago S Vítor
SC1 Sistemas de Controle 1 Cap. 5 Método do Lugar das Raízes Abordagem de Projetos Prof. Tiago S Vítor Sumário 1. Introdução 2. Definições 3. Alguns detalhes construtivos sobre LR 4. Condições para um
Laboratório de Projeto por Intermédio do Root Locus
Laboratório de Projeto por Intermédio do Root Locus Revisão Revisão Entrada Expressão do erro estacionário Degrau, Rampa, Parábola, Dado o sistema: Método do Lugar das Raízes Exercício 1 - Controlador
INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO CONTROLO. As questões assinaladas com * serão abordadas na correspondente aula de apoio.
INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES CONTROLO 2 a Série (resposta no tempo, diagrama de blocos, erro estático) As questões assinaladas com * serão abordadas na correspondente
Capítulo 7. Erros de Estado Estacionário
Capítulo 7 Erros de Estado Estacionário Tabela 7.1 Formas de onda dos sinais de teste para o cálculo dos erros de estado estacionário em sistemas de controle de posição Forma de onda Nome Degrau Rampa
João Baptista Bayão Ribeiro USO DO SCILAB PARA O CÁLCULO DO ERRO EM ESTADO ESTACIONÁRIO
João Baptista Bayão Ribeiro USO DO SCILAB PARA O CÁLCULO DO ERRO EM ESTADO ESTACIONÁRIO Rio de Janeiro 2014 2 ÍNDICE SUMÁRIO...3 INTRODUÇÃO...4 SISTEMAS DE REALIMENTAÇÃO UNITÁRIA...6 ERRO EM ESTADO ESTACIONÁRIO
Roteiro de Laboratório - Experiência 2 Controle de Sistemas e Servomecanismos II
Roteiro de Laboratório - Experiência 2 Controle de Sistemas e Servomecanismos II Carlos Eduardo de Brito Novaes [email protected] http://professorcarlosnovaes.wordpress.com 3 de novembro de 2012 1
EES-49/2012 Correção do Exame. QBM1 Esboce o diagrama de Nyquist para a seguinte função de transferência:
EES-49/2012 Correção do Exame QBM1 Esboce o diagrama de Nyquist para a seguinte função de transferência: Analise a estabilidade do sistema em malha fechada (dizendo quantos polos instáveis o sistema tem
PID e Lugar das Raízes
PID e Lugar das Raízes 1. Controlador PID 2. Minorsky (1922), Directional stability of automatically steered bodies, Journal of the American Society of Naval Engineers, Vol. 34, pp. 284 Pilotagem de navios
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia. Aluno (a): Aula Laboratório 11 Cap 6 Estabilidade
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Laboratório ENG 3503 Sistemas de Controle Prof: Filipe Fraga 11 Aluno (a): Aula Laboratório 11 Cap 6 Estabilidade 1- Considerações teóricas:
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia. Aluno (a): Aula Laboratório 07 Cap 9 Resposta no Domínio do Tempo
Escola de Engenharia Laboratório ENG 3503 Sistemas de Controle Prof: Filipe Fraga 07 Aluno (a): Aula Laboratório 07 Cap 9 Resposta no Domínio do Tempo 1- Considerações teóricas: A resposta de saída de
UNIVERSIDADE DO ALGARVE
UNIVERSIDADE DO ALGARVE FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Electrónica e Informática SISTEMAS DE CONTROLO Problemas Ano lectivo de 20062007 Licenciatura em Engenharia de Sistemas
UNIVERSIDADE GAMA FILHO PROCET DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA. Disciplina de Controle II Prof. MC. Leonardo Gonsioroski da Silva
UNIVERSIDADE GAMA FILHO PROCET DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Disciplina de Controle II Prof. MC. Leonardo Gonsioroski da Silva 1. K. Ogata: Engenharia de Controle Moderno, 5 Ed., Pearson, 2011 2.
Transformadas de Laplace Engenharia Mecânica - FAENG. Prof. Josemar dos Santos
Engenharia Mecânica - FAENG SISTEMAS DE CONTROLE Prof. Josemar dos Santos Sumário Transformadas de Laplace Teorema do Valor Final; Teorema do Valor Inicial; Transformada Inversa de Laplace; Expansão em
1. Sinais de teste. 2. Sistemas de primeira ordem. 3. Sistemas de segunda ordem. Especificações para a resposta
Desempenho de Sistemas de Controle Realimentados 1. Sinais de teste. Sistemas de primeira ordem 3. Sistemas de segunda ordem Especificações para a resposta Fernando de Oliveira Souza pag.1 Engenharia de
Sistemas de Controle 2
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 2 Cap.10 Técnicas de Resposta em Frequência Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro 10. Técnicas de Resposta de Frequência
Pólos, Zeros e Estabilidade
Pólos, Zeros e Estabilidade Definindo Estabilidade A condição para estabilidade pode também ser expressa da seguinte maneira: se um sistema é estável quando sujeito a um impulso, a saída retoma a zero.
Conteúdo. Definições básicas;
Conteúdo Definições básicas; Caracterização de Sistemas Dinâmicos; Caracterização dinâmica de conversores cc-cc; Controle Clássico x Controle Moderno; Campus Sobral 2 Engenharia de Controle Definições
Sinais e Sistemas Unidade 5 Representação em domínio da frequência para sinais contínuos: Transformada de Laplace
Sinais e Sistemas Unidade 5 Representação em domínio da frequência para sinais contínuos: Transformada de Laplace Prof. Cassiano Rech, Dr. Eng. [email protected] Prof. Rafael Concatto Beltrame, Me.
Sumário. CAPÍTULO 1 Introdução 1. CAPÍTULO 2 Terminologia dos Sistemas de Controle 14
Sumário CAPÍTULO 1 Introdução 1 1.1 Sistemas de controle 1 1.2 Exemplos de sistemas de controle 2 1.3 Sistemas de controle de malha aberta e malha fechada 3 1.4 Realimentação 3 1.5 Características da realimentação
EES-49/2012 Resolução da Prova 3. 1 Dada a seguinte função de transferência em malha aberta: ( s 10)
EES-49/2012 Resolução da Prova 3 1 Dada a seguinte função de transferência em malha aberta: ( s 10) Gs () ss ( 10) a) Esboce o diagrama de Nyquist e analise a estabilidade do sistema em malha fechada com
REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL ESTADO DE SANTA CATARINA Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS - UDESC/CCT
Curso: ELE-ELE - Bacharelado em Engenharia Elétrica Departamento: DEE - Engenharia Elétrica Disciplina: null Código: ISC0001 Carga horária: 90 Período letivo: 2017/2 Professor: Celso José Faria de Araújo
Método do Lugar das Raízes
Método do Lugar das Raízes Conceito de Lugar das Raízes; O Procedimento do Lugar das Raízes; Projeto de Parâmetros pelo Método do Lugar das Raízes; Sensibilidade e Lugar das Raízes; Controlador de Três
Sistemas de Controle 1
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 1 Cap2 - Modelagem no Domínio de Frequência Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Sistemas de Controle 1 Prof. Dr. Marcos
Aula 9. Carlos Amaral Cristiano Quevedo Andrea. UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná DAELT - Departamento Acadêmico de Eletrotécnica
Aula 9 Carlos Amaral Cristiano Quevedo Andrea UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná DAELT - Departamento Acadêmico de Eletrotécnica Curitiba, Abril de 2012. Resumo 1 Introdução - Estabilidade
Compensadores: projeto no domínio da
Compensadores: projeto no domínio da frequência Relembrando o conteúdo das aulas anteriores: o Compensador (também conhecido como Controlador) tem o objetivo de compensar características ruins do sistema
Sistemas de Controle 2
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 2 Cap.10 Técnicas de Resposta em Frequência Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro 10. Técnicas de Resposta de Frequência
I Controle Contínuo 1
Sumário I Controle Contínuo 1 1 Introdução 3 1.1 Sistemas de Controle em Malha Aberta e em Malha Fechada................ 5 1.2 Componentes de um sistema de controle............................ 5 1.3 Comparação
Modelagem no Domínio da Frequência. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello 1
Modelagem no Domínio da Frequência Carlos Alexandre Mello 1 Transformada de Laplace O que são Transformadas? Quais as mais comuns: Laplace Fourier Cosseno Wavelet... 2 Transformada de Laplace A transf.
AULA 8 COMPENSAÇÃO POR ATRASO DE FASE. Universidade Federal do ABC UFABC ESTA003-17: SISTEMAS DE CONTROLE I PROF. DR. ALFREDO DEL SOLE LORDELO
Universidade Federal do ABC UFABC ESTA003-17: SISTEMAS DE CONTROLE I AULA 8 COMPENSAÇÃO POR ATRASO DE FASE PROF. DR. ALFREDO DEL SOLE LORDELO TELA CHEIA A configuração do compensador eletrônico por atraso
Sistemas de Controle
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle Resumo Espaço dos Estados Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Sistemas de Controle Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Resumo
Modelagem no Domínio da Frequência. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello 1
Modelagem no Domínio da Frequência Carlos Alexandre Mello 1 Transformada de Laplace O que são Transformadas? Quais as mais comuns: Laplace Fourier Cosseno Wavelet... 2 Transformada de Laplace A transf.
Sistemas de Controle I (Servomecanismo) Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello 1
Sistemas de Controle I (Servomecanismo) Carlos Alexandre Mello 1 Sobre a Disciplina 2 O que são sistemas de controle Um sistema de controle é um conjunto de componentes organizados de forma a conseguir
II. REVISÃO DE FUNDAMENTOS
INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA-AERONÁUTICA MPS-43: SISTEMAS DE CONTROLE II. REVISÃO DE FUNDAMENTOS Prof. Davi Antônio dos Santos ([email protected]) Departamento de Mecatrônica
Modelagem no Domínio da Frequência. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello 1
Modelagem no Domínio da Frequência Carlos Alexandre Mello 1 Transformada de Laplace O que são Transformadas? Quais as mais comuns: Laplace Fourier Cosseno Wavelet... 2 Transformada de Laplace A transf.
Resposta no Tempo. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello 1
Resposta no Tempo Carlos Alexandre Mello 1 Resposta no Tempo - Introdução Como já discutimos, após a representação matemática de um subsistema, ele é analisado em suas respostas de transiente e de estadoestacionário
Capítulo 10. Técnicas de Resposta de Freqüência
Capítulo 10 Técnicas de Resposta de Freqüência Fig.10.1 O Analisador Dinâmico de Sinal HP 35670A obtém dados de resposta de freqüência de um sistema físico. Os dados exibidos podem ser usados para analisar,
COMPENSAÇÃO CP s(s+2)(s+8) CP1- Dada a FT em malha aberta G(s) = de um sistema com realimentação
CP- CP- Dada a FT em malha aberta G(s) = COMPENSAÇÃO s(s+)(s+8) de um sistema com realimentação negativa unitária, compense esse sistema, utilizando métodos de lugar de raízes, de forma que: a) o sistema
Controle e Sistemas Não lineares
Controle e Sistemas Não lineares Prof. Marcus V. Americano da Costa F o Departamento de Engenharia Química Universidade Federal da Bahia Salvador-BA, 01 de dezembro de 2016. Sumário Objetivos Introduzir
SCS Sistemas de Controle / Servomecanismos. Aula 04 Diagrama do lugar geométrico das raízes
Aula 04 Diagrama do lugar geométrico das raízes Definição: O lugar das raízes de um sistema é um gráfico que representa a trajetória das raízes de sua equação característica pólos da função de transferência
Sistemas de Controle 1
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 1 Cap5 Redução de Subsistemas Múltiplos Prof. Filipe Fraga Sistemas de Controle 1 5. Redução de Subsistemas Múltiplos
