Escrituração Contábil Digital
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1 Sped- Contábil Escrituração Contábil Digital Edmar da Cunha Soares, Contador, Professor, especialista em Auditoria de compliance. Consultor em gestão contábil-financeiro. Formação em Ciências Contábeis (FUMEC) com registro no CRCMG mediante aprovação no Exame de Suficiência. Formação em Auditoria (UFMG) e possui Registro no IBRACON como Auditor Independente, Mestre em Administração (FUMEC) dissertação em Governança Corporativa, Professor de Práticas Contábeis e Laboratório Contábil (UNA.). Habilidade para realização de trabalho de valoração Empresarial Valuation. CRCMG: Educação Continuada Página 1
2 Conteúdo Programático Apresentação/do Manual de orientação do Leiaute da ECD Prazo de Entrega Obrigatoriedade Leiaute Programa Validador e Assinador (PVA) Instruções práticas de preenchimento Leiaute 4 obrigatório a partir de Abertura, identificação e Referências. I lançamentos Contábeis J Demonstrações Contábeis Controle Encerramento do Arquivo Digital Plano de Contas Referencial Vinculação entre Plano de Contas da Pessoa Juridica e Plano referencial Tipos de livros da ECD Distinção entre Livro Geral e Livro-Auxiliar Novo Livro Auxiliar de Imobilizado Novo Livro auxiliar de Moeda Funcional Novo Livro auxiliar de Subcontas. CRCMG: Educação Continuada Página 2
3 Considerações: Por meio do Decreto nº 8.373, de 11/12/2014 (DOU de 12/12/2014), foi instituído o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (esocial). Com esse novo sistema, será padronizada a forma de transmissão das informações, validação, armazenamento e distribuição, substituindo a obrigação de entrega das mesmas informações em outros formulários e declarações. Estão sujeitos a obedecer a nova norma: o empregador (inclusive doméstico), a empresa, o segurado especial, as pessoas jurídicas de direito público da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios e as demais pessoas jurídicas e físicas que pagarem ou creditarem por si rendimentos sobre os quais tenha incidido retenção do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF), ainda que em um único mês do anocalendário. CRCMG: Educação Continuada Página 3
4 Introdução e legislação Decreto nº 6.022, de 22 de janeiro de 2007 Ato instituidor do Sistema Público de Escrituração Digital - SPED. Departamento do Registro Empresarial e Integração (DREI) - Instrução Normativa nº 11, de 5 de dezembro de 2013 Dispõe sobre procedimentos para a validade e eficácia dos instrumentos de escrituração dos empresários individuais, das empresas individual de responsabilidade Ltda - Eireli, das sociedades empresárias, das cooperativas, dos consórcios, dos grupos de sociedades, dos leiloeiros, dos tradutores públicos e intérpretes comerciais. Conselho Federal de Contabilidade: Resolução n 1.299/10 Aprova o Comunicado Técnico CTG 2001 que define as formalidades da escrituração contábil em forma digital para fins de atendimento ao Sistema Público de Escrituração Digital (SPED). Resolução n 1.020/05 Aprova a NBC T 2.8 Das Formalidades da Escrituração Contábil em Forma Eletrônica. CRCMG: Educação Continuada Página 4
5 Instrução Normativa RFB nº 1.420, de 19 de dezembro de 2013 (com as alterações da IN RFB 1.486/2014 e da IN RFB 1.510/2014). Instrução Normativa RFB nº 1.594, de 4 de dezembro de Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.420, de 19 de dezembro de 2013, que dispõe sobre a Escrituração Contábil Digital (ECD). Institui a Escrituração Contábil Digital (para fins fiscais e previdenciários). Ato Declaratório Executivo Cofis nº 42, de 25 de maio de Dispõe sobre o Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Contábil Digital (ECD). CRCMG: Educação Continuada Página 5
6 Esse país não é meu. Nem vosso ainda, poeta. Mas ele será um dia O país de todo homem. Andrade América Introdução CRCMG: Educação Continuada Página 6 SPED (Escrituração Pública de Escrituração Fiscal) é um sistema de escrituração de dados eletrônico, específico para o atendimento das
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8 A ECD compreenderá a versão digital dos seguintes livros: i. livro Diário e seus auxiliares, se houver, ii. livro razão e seus auxiliares, se houver, e iii. livro Balancetes Diários, Balanços e fichas de lançamento comprobatórias dos lançamentos neles transcritos (utilizados principalmente p/ instituições financeiras). 1 Quem deve apresentar a ECD A partir de 1º de janeiro de 2014: Pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real. Pessoas jurídicas tributadas pelo lucro presumido que distribuam lucros, sem incidência do IRRF, acima da base de presunção diminuída dos impostos e contribuições. Imunes e isentas obrigada a entregar a EFD-Contribuições. Sociedades em conta de participação SCP. OBS.: Qualquer empresa pode apresentar a ECD facultativamente. CRCMG: Educação Continuada Página 8
9 Documentação digital 1. Um arquivo da ECD é sempre um livro. 2. Um arquivo não pode conter mais de um livro. 3. A ECD pode ser entregue em apenas um arquivo relativo ao ano-calendário. 4. Exceções: 5. escrituração resumida (R) exige livros auxiliares (A, Z). 6. O livro de balancetes e balanços diários B pode conviver com os livros auxiliares (A ou Z). (B). 7. Nas Situações Especiais (cisão, fusão, incorporação), devem ser geradas 2 escriturações 3.1.1: do primeiro dia do ano-calendário (ou data do início das atividades no ano-calendário) até a data do evento (escrituração de situação especial), e 3.2.2: do dia imediatamente posterior ao evento até o fim do ano-calendário (escrituração normal). : CRCMG: Educação Continuada Página 9
10 SPED CONTÁBIL CRCMG Educação Continuada ECD (INs RFB nºs 1.420/13, 1486/14, 1.510/14 e 1.594/2015) -SPED CONTÁBIL : mediante fluxo único, computadorizado, de informações. (Redação dada pelo Decreto -É a substituição n o 7.979, de 8 de da abril escrituração de 2013) em papel pela Digital, também chamada de: Ambientes do ECD SPED-Contábil ou ECD-Escrituração Contábil Digital. Trata-se São previstas da obrigação as seguintes de transmitir formas em de escrituração versão digital DIGITAL: os seguintes livros:.g - Diário Geral (Completo, sem escrituração auxiliar) Livro Diário.R - Diário com Escrituração Resumida (com escrituração Livro Razão (utilizado auxiliar) para resumir e totalizar, por conta ou subconta, os lançamentos efetuados no Diário).A - Diário Auxiliar; -IN RFB nº 1.420/2013 e alterações..z - Razão Auxiliar;.B - Livro de Balancetes Diários e Balanços. (instituições financ.) 1.2. Livros -Conviver com os livros auxiliares (A e Z) -Banco Central regulamentou a utilização deste livro e, praticamente, só é encontrado em instituições financeiras. CRCMG: Educação Continuada Página 10
11 FLUXOGRAMA GERAL A escrituração G (Diário Geral) não pode conviver com nenhuma outra escrituração principal no mesmo período, ou seja, as escriturações principais (G, R ou B) não podem coexistir. A CRCMG: escrituração Educação G não Continuada possui livros auxiliares A ou Z, e, consequentemente, Página 11 não pode conviver com esses tipos de escrituração. A escrituração resumida R pode conviver com os livros auxiliares (A ou Z). O livro de balancetes e balanços diários B pode conviver com os livros auxiliares (A ou Z).
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13 Funcionalidades do SPED Contábil A PJ gera Número um arquivo dos recibos texto, de a entrega partir das Declaração informações do Imposto em seus de bancos Renda Pessoa de dados, Física contendo (DIRPF), as informações dos últimos do livro digital, nos moldes do leiaute estabelecido por ato legal do sistema SPED. O sistema irá se desconectar caso o usuário fique mais de 30 minutos sem salvar/confirmar algum registro ou mudar de página. Os dados digitados não salvos serão perdidos e será necessário realizar novo acesso. PVA - O PVA da ECD valida este arquivo, assegurando que condições mínimas de integridade e consistência sejam atingidas. A ECD é assinada. Torna-se então disponível a função de gerenciar o requerimento. Pode ser preparado e assinado o Requerimento de Autenticação ou o Requerimento de Substituição de Livro Digital. Esses requerimentos são transmitidos ao SPED juntos com a escrituração. CRCMG: Educação Continuada Página 13
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15 Passo a Passo Consultar Situação de Escrituração ECD: Através da função disponível no PVA da ECD Consultar Situação - escolhese uma escrituração dentro do programa e é verificada sua situação no repositório nacional. Através do Sítio SPED link Consulta Situação de Escrituração Contábil - o usuário informa o hash da escrituração ou aponta um documento que identifique a escrituração contábil (como Arquivo de recibo, Termo de Autenticação, Termo de Notificação, ou Arquivo de Dados Agregados). O download das escriturações ECD: é provida por outro aplicativo, o ReceitanetBX, disponível gratuitamente no sítio do SPED. Por meio de um certificado digital, que assina digitalmente o pedido de download da escrituração, o responsável legal ou procurador da sociedade empresária pode baixar a ECD, o FCONT ou Dados Agregados. Se por algum motivo a pessoa jurídica perdeu o livro digital, ele pode ser baixado no ReceitanetBX e validado (importado) no PVA da ECD. Há um passo-a-passo do download no Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Contábil Digital (ECD). CRCMG: Educação Continuada Página 15
16 Repositório nacional do SPED: O Repositório recebe as escriturações contábeis e as mantêm armazenadas. O repositório comunica-se com o PVA, o ReceitanetBX e o sítio SPED para fornecer os termos e as situações da escrituração, e permitir que ela seja baixada. O repositório também interage com a Junta Comercial para enviar o resumo da escrituração e receber termos de Autenticação e Exigência. O Papel da Junta Comercial Para as ECD encaminhadas ao repositório nacional do SPED pelas sociedades empresárias, cabe à Junta Comercial: receber o resumo da escrituração, conferir o pagamento da taxa de autenticação e verificar as exigências formais da escrituração, analisando o livro digital e o requerimento emitido pelo usuário. exigir correções (emite Termo de Exigência) ou autenticar a escrituração (emite Termo de Autenticação). Fornecer os termos e a situação da escrituração ao repositório nacional, que faz a interface com o usuário. CRCMG: Educação Continuada Página 16
17 Leiaute da Escrituração Contábil O bloco 0 contém o importante registro 0000, que abre a escrituração digital, informando seu período e identifica o empresário ou a sociedade empresária. Além disso, o bloco 0 engloba outras inscrições cadastrais do empresário ou sociedade empresária, informações sobre escrituração contábil descentralizada, tabela de cadastro dos participantes e identificação do relacionamento com o participante PARTE I SPED CONTÁBIL ECD (INs RFB nºs 1.420/13, 1486/14, 1.510/14 e 1.594/2015) CRCMG: Educação Continuada Página 17
18 Bloco Descrição 0 Abertura, Identificação e Referências I Lançamentos Contábeis IMPRESSÃO DOS LIVROS J Demonstrações Contábeis Na transmissão da escrituração via Sped Contábil, há uma dispensa implícita: a 9 impressão Controle e dos Encerramento livros. do Arquivo Digital Não podem existir, dois livros diários em relação ao mesmo período, sendo um digital e outro impresso. CRCMG: Educação Continuada Página 18
19 LIVROS ABRANGIDOS PELO SPED CONTÁBIL São previstas as seguintes formas de escrituração DIGITAL:.G - Diário Geral (Completo, sem escrituração auxiliar).r - Diário com Escrituração Resumida (com escrituração auxiliar).a - Diário Auxiliar;.Z - Razão Auxiliar;.B - Livro de Balancetes Diários e Balanços. (instituições financ.) -Conviver com os livros auxiliares (A e Z) -Banco Central regulamentou a utilização deste livro e, praticamente, só é encontrado em instituições financeiras. A - Livro Diário Auxiliar ao Diário com Escrituração Resumida É o livro auxiliar previsto nos termos do 1º do artigo 1.184, contendo os lançamentos individualizados das operações lançadas no Diário com Escrituração Resumida. Z - Razão Auxiliar (Livro Contábil Auxiliar conforme leiaute definido pelo titular da escrituração) Este é um livro auxiliar a ser utilizado quando o leiaute do livro Diário Auxiliar não se mostrar adequado. É uma tabela onde o titular da escrituração define cada coluna e seu conteúdo. CRCMG: Educação Continuada Página 19
20 LIVROS ABRANGIDOS PELO SPED CONTÁBIL A escrituração G (Diário Geral) não pode conviver com nenhuma outra escrituração principal no mesmo período, ou seja, as escriturações principais (G, R ou B) não podem coexistir. A escrituração G não possui livros auxiliares A ou Z, e, consequentemente, não pode conviver com esses tipos de escrituração. A escrituração resumida R pode conviver com os livros auxiliares (A ou Z). O livro de balancetes e balanços diários B pode conviver com os livros auxiliares (A ou Z). carteira de identidade, etc. Quantidade de Livros por Arquivo e Quantidade de Arquivos por Ano-Calendário O arquivo da ECD sempre corresponde a um livro. Regra geral, a ECD será entregue em apenas um arquivo correspondente a todo o ano-calendário. Há algumas exceções, como por exemplo a ESCRITURAÇÃO RESUMIDA com livros auxiliares. Nessa situação, a escrituração poderá conter mais de um livro por ano-calendário e, consequentemente, mais de um arquivo, tendo em vista que haverá o livro principal (escrituração resumida) e um ou mais livros auxiliares. Há também o caso de o arquivo de um mês ultrapassar 1 GB (gigabyte), situação em que a escrituração pode ser entregue em arquivos mensais (12 arquivos por ano). CRCMG: Educação Continuada Página 20
21 Algumas observações: Apuração Trimestral do IRPJ: -Ainda que a apuração do IRPJ seja trimestral, o livro pode ser anual. A legislação do IRPJ obriga a elaboração e transcrição das demonstrações na data do fato gerador do tributo. -Nada impede que, no mesmo livro, existam quatro conjuntos de demonstrações trimestrais e a anual. (Bloco J) Mudança de contador no meio do período: -O período da escrituração pode ser fracionado para que cada contabilista assine o período pelo qual é responsável técnico. Mudança de plano de contas da empresa no meio do período: -O período da escrituração pode ser fracionado para que cada plano contas corresponda a um período. HASH DO LIVRO Ao ler o arquivo para a validação, o PVA do Sped Contábil calcula o hash do arquivo. O hash não tem letra "O" (é sempre o número ZERO (0)), pois é formado por um código hexadecimal (números de 0 a 9 e letras de A a F). Se o livro digital estiver validado, o hash do arquivo pode ser obtido utilizando o menu "Escrituração > Dados da Escrituração". Despreze os separadores e o dígito verificador para transcrever o hash em quaisquer campos do arquivo. O hash é, também, o número do recibo. CRCMG: Educação Continuada Página 21
22 I LUCRO REAL (INs RFB nºs 1.594/2015 e 1.420/13) Estão obrigadas a adotar a ECD, em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2014: I - as pessoas jurídicas sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no LUCRO REAL. II ENTIDADE SEM FINS LUCRATIVOS (INs RFB nºs 1.594/2015 e 1.420/13) a.período : ano 2014 e Está Obrigada a adotar a ECD, em relação aos fatos contábeis ocorridos em 2014/ 2015: -desde que tenha entregue a EFD Contribuições durante o respectivo ano. b.a partir de 1º/01/2016: - As pessoas jurídicas IMUNES e ISENTAS quando obrigadas a manter escrituração contábil, nos termos da alínea c do 2º do art. 12 e do 3º do art. 15, ambos da Lei nº 9.532/1997, que no ano-calendário, ou proporcional ao período a que se refere: c) manter escrituração completa de suas receitas e despesas em livros revestidos das formalidades que assegurem a respectiva exatidão. b.1) apurarem o PIS/Pasep, Cofins, Contribuição Previdenciária incidente sobre a Receita (Lei nº /2011), e a Contribuição incidente sobre a Folha de Salários, cuja soma seja superior a R$ aa ; ou b.2) auferirem receitas, doações, incentivos, subvenções, contribuições, auxílios, convênios e ingressos assemelhados, cuja soma seja superior a R$ aa. ATENÇÃO: Observar a norma contábil ITG CRCMG: Educação Continuada Página 22
23 III- LUCRO PRESUMIDO (INs RFB nºs 1.594/2015 e 1.420/13) a.período : ano 2014 e Está Obrigada a adotar a ECD, em relação aos fatos contábeis ocorridos em 2014/ qdo distribuir Lucro Contábil superior ao Lucro Presumível. V-SOCIEDADES COOPERATIVAS b. em (INs relação RFB nºs aos 1.594/2015 fatos contábeis e 1.420/13) a PARTIR DE 1º/01/2016 : Obrigadas a adotar b.1.manteve a ECD, em relação obrigação aos da fatos ECD= contábeis qdo distribuir a partir Lucro de 1º/01/2014, Contábil uma vez que elas estão sujeitas superior à ao tributação Lucro Presumível; pelo regime ou do Lucro Real ou Presumido, em relação à operações b2. NOVO -Obrigatório não cooperados: a ECD = A pessoa jurídica tributadas com -Sociedades base no LUCRO Cooperativas, PRESUMIDO ao nosso que entender, não se utilize depois da prerrogativa da publicação do prevista no único do Decreto nº 7.979/2013 e das IN RFB n os 1.420/2013, 1.486/2014 e 1.510/2014. art. 45 da Lei nº 8.981/ Assim,a PJ no LUCRO PRESUMIDO que mantém a escrituração contábil normal fica obrigada a confecção da ECD a partir do ano 2016 para entrega em LEMBRETE: A PJ deve atender as normas contábeis TG 1000 e ITG b.3.continua FACULTATIVO no ano/2016:a PJ tributada com base no LUCRO PRESUMIDO que escriturar somente do LIVRO CAIXA,perante Receita Federal ( único do art. 45 da Lei nº 8.981/1995..Nesse caso, na ECF ficará obrigada a confecção do Bloco Q Livro Caixa. CRCMG: Educação Continuada Página 23
24 IV-SOCIEDADE EM CONTA DE PARTICIPAÇÃO (SCP) (INs RFB nºs 1.594/2015 e 1.420/13) VI- a.em PJs relação DO SEGMENTO aos fatos contábeis DE CONSTRUÇÃO ao Ano de 2015: CIVIL (INs -Manteve RFB nºs p/ 1.594/2015 Sociedade e 1.420/13) em Conta de Participação (SCP), como livro auxiliar do sócio Obrigadas ostensivo. a adotar a ECD, em relação aos fatos contábeis partir de 2014: b.obrigadas a adotar -As a ECD, pessoas em jurídicas relação aos do segmento fatos contábeis de construção a partir civil de 1º/01/2016: obrigadas a escriturar -As Sociedades o livro Registro em Conta de Inventário de Participação e dispensadas (SCP), devem apresentar apresentar a EFD, a ECD devem como apresentálo PRÓPRIOS na ECD, como ou um LIVROS livro auxiliar. AUXILIARES do Sócio LIVROS Ostensivo Autenticação do Livro Contábil Via SPED LIVROS CONTÁBEIS TRANSMITIDOS ATÉ Autenticação Automática [art. 78-A do Decreto nº 1.800/1996, ora incluído pelo Dec. nº 8.683/2016] ECD de empresas transmitidas até 25 de fevereiro de 2016: -Autenticadas no momento da transmissão, exceto se estiverem "sob exigência" ou "indeferidas". No caso de estarem "sob exigência", devem ser sanadas as exigências e deve ser transmitida a ECD substituta.. LIVROS CONTÁBEIS TRANSMITIDOS APÓS 25/02/2016 -Autenticação Automática.ECD de empresas transmitidas após 25 de fevereiro de 2016: Autenticadas no momento da transmissão..- A autenticação dos livros contábeis digitais será comprovada pelo recibo de entrega emitido pelo SPED. O RECIBO de transmissão é o comprovante da autenticação. CRCMG: Educação Continuada Página 24
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26 1ºPASSO:Efetuar o Cadastro (como USUÁRIO) 2º PASSO: ACESSAR A CONTA CRCMG: Educação Continuada Página 26
27 3ª PASSO: Clik em SPED 4ºPASSO: Selecionar SPED para enviar e BOA SORTE. CRCMG: Educação Continuada Página 27
28 ASSINATURA obrigatório. DO LIVRO DIGITAL- ECD O livro ECD deve ser assinado por, no mínimo, duas pessoas: a)apessoa física que tiver poderes para a prática de tal ato; e b)o contabilista. -Não existe limite para a quantidade de signatários e as assinaturas podem ser feitas em qualquer ordem. O livro digital deve ser assinado com certificado digital de segurança mínima tipo A3. O certificado de pessoa jurídica (e-cnpj ) não pode ser utilizado. O livro pode ser assinado por procuração, desde que ela seja arquivada na Junta Comercial, no caso de empresas com registro em Junta Comercial, ou registrada em Cartório, no caso de sociedades não empresárias. A procuração eletrônica da RFB não pode ser utilizada. Não é possível utilizar nenhuma das duas modalidades de procuração eletrônica: a) Nem a outorga direta (via e-cac) do certificado digital do representante legal para o certificado do contador; e b) nem a outorga indireta, ou seja, aquela que, por meio de procuração cadastrada no site da RFB e validada em uma de suas unidades, não exige que o representante legal tenha certificado digital, mas somente o outorgado. CRCMG: Educação Continuada Página 28
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30 Contratos CRCMG Educação Especiais Continuada de Trabalho - Direito desportivo Resumo: Este procedimento trata da natureza jurídica do desporto, a prática desportiva profissional, do atleta profissional, do contrato de trabalho, da entidade de prática desportiva formadora do atleta, dos deveres da entidade de prática desportiva empregadora, dos deveres do atleta profissional, do seguro de acidente de trabalho, da transferência de atleta profissional ou não profissional, do atleta estrangeiro, da participação de atletas profissionais em seleções e do direito de imagem. O sujeito passivo que deixar de apresentar, nos prazos fixados, ou que os apresentar com incorreções ou omissões, sujeitar-se-á às seguintes multas: I - por apresentação extemporânea: a) R$ 500,00 por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas jurídicas que estiverem em início de atividade ou que sejam imunes ou isentas ou que, na última declaração apresentada, tenham apurado lucro presumido ou pelo Simples Nacional; b) R$ 1.500,00 por mês-calendário ou fração, relativamente às demais pessoas jurídicas. II - por não cumprimento à intimação da Secretaria da Receita Federal do Brasil para cumprir obrigação acessória ou para prestar esclarecimentos nos prazos estipulados pela autoridade fiscal: R$ 500,00 por mês-calendário; III - por cumprimento de obrigação acessória com informações inexatas, incompletas ou omitidas: a) 3%, não inferior a R$ 100,00, do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa jurídica ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário, no caso de informação omitida, inexata ou incompleta. O código de receita da multa por atraso na entrega da ECD é CRCMG: Educação Continuada Página 30
31 SUBCONTAS CRCMG Educação Continuada Sped Contábil Cinco exemplos que exige (INs o controle RFB nºs de 1.594/2015 operações contábeis e 1.420/13 por SUBCONTAS: 1. Desdobramento do Custo de Aquisição de Participação Societária (art.92 IN RFB nº 1.515/14) 2. Adoção Inicial da Lei nº /14 em (Balanço em =diferença apurada nas Contas com RCIs e as regras vigentes em ) (arts. 162 e 163/ 176 IN RFB nº 1.515/14). Destacamos três tipos de SUBCONTAS contidas na IN 1.515/14: a) SUBCONTA NORMAL: -As Subcontas exigidas nos arts. 33 e 181 da IN RFB n º 1.515/2014, em relação ao AVP, AVJ, despesas não dedutíveis e receitas não tributáveis. 3. Identificação no e-lalur e no e-lacs (adições b) SUBCONTA e exclusões NA devem ADOÇÃO ser identificadas INICIAL: por meio de Contas ou Subcontas) ( 1º, art. 181 IN -Utilizada para identificar a diferença encontrada na data da ADOÇÃO INICIAL da Lei nº RFB /14. nº 1.515/14) -Comparar o valor do Ativo/Passivo contabilizado de acordo com as regras contábeis internacionais( ) e sem as regras internacionais(em )(arts.163/169 IN /14). Participação Societária no Exterior (Pessoa Essa jurídica diferença, controladora se houve em no Brasil , deverá deve registrar ser: em subcontas vinculadas. a)evidenciada em SUBCONTA; e 5. b)demonstrado A partir no LALUR, AVP via R.Y665/Sped e AVJ ECF: Demonstrativo das Diferenças na Adoção -No caso Inicial, de ATIVOS em relação ou ao PASSIVOS ano representados por mais de uma conta, tais como -bens depreciáveis, o controle deverá Lembre-se ser feito que com a partir a utilização de , de uma a SUBCONTA empresa deve PARA adotar as novas regras fiscais trazidas pela Lei nº /14, por CADA CONTA (IN RFB conseguinte nº 1.515/14,art. não 33, teremos 2º). mais tal diferença, uma vez que exige- -Cada SUBCONTA deve se referir destaques a apenas específicas uma ÚNICA em SUBCONTAS. DE ATIVO ou c) SUBCONTA AUXILIAR na Adoção Inicial: PASSIVO. Porém, quando Trata-se haja fundamentos de uma alternativa distintos para na contabilização sua utilização, dessa cada conta diferença de ativo ou passivo poderá se encontrada referir a mais na de ADOÇÃO uma subconta INICIAL (se houve em ) da Lei n /14, cf. arts. 163 a 169 INs RFB ns /14 e 1.575/15. CRCMG: Educação Continuada Página 31
32 LIVRO Z - Livro Razão Auxiliar Subconta poderá se referir ao mesmo grupo de ativos ou passivos, desde que haja Livro Razão Auxiliar que demonstre o detalhamento individualizado por ativo ou passivo. A empresa obrigada ao Livro Razão Auxiliar, cf. IN RFB n /14, transmitirá o LIVRO Z na ECD. Destacamos TRÊS situações que exigem a confecção do Livro Z : a.controle por Subcontas do Ajuste a Valor Presente e Avaliação ao Valor Justo, quando a subconta se referir ao mesmo grupo de ativos ou passivos. (arts. 33 a 63 IN RFB nº 1.515/14). b.na Adoção Inicial da Lei /14-Controle Por Subcontas Quando a subconta se referir ao mesmo grupo de ativos ou passivos. (art. 169 IN RFB nº 1.515/14). c.livro Auxiliar da Investida no Exterior - A ou Z. Caso as PJs investidas estejam situadas em país com o qual o Brasil não mantenha tratado ou ato com cláusula específica para troca de informações para fins tributários(art. 13 IN RFB n o 1.520/14). As PJs obrigadas a transmitir o LIVRO RAZÃO AUXILIAR DAS SUBCONTAS ( livro Z ) deverão utilizar o livro R (diário com escrituração resumida), tendo em vista que o livro G (diário geral) não aceita livros auxiliares. CRCMG: Educação Continuada Página 32
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34 SPED CONTÁBIL - LIVRO Z Bloco I 012: Livros Auxiliares ao Diário ou Livro Principal -Este registro deve ser preenchido: -Quando o indicador da forma de escrituração contábil (campo 02) do Bloco I 010 (identifica a escrituração contábil ) for igual a R (livro diário com escrituração resumida) deverá ser informado neste registro I 012 alguns dados preliminares do livro Z (razão auxiliar). Bloco I015: Identifica as Contas da Escrituração Resumida a que se Refere a Bloco Escrituração I 500: Parâmetros Auxiliar de Impressão e Visualização do Livro Razão Auxiliar com Leiaute - Preenchimento Parametrizável será obrigatório somente quando indicador da forma de escrituração contábil Neste (Campo registro 02) do deve registro ser especificado I010 for igual o tamanho a R. Identifica da fonte a as ser contas utilizado da escrituração na impressão resumida do livro a Z. que se refere a escrituração auxiliar. Os Bloco registros I 053: que Subcontas são utilizados Correlatas exclusivamente para escriturações do tipo Z são: I -Registro 500, I 510, utilizado, I 550 e I para 555. demonstrar os grupos compostos de uma CONTA e uma ou mais INÍCIO SUBCONTAS DA OBRIGATORIEDADERAZÃO correlatas. AUXILIAR DAS SUBCONTAS (RAS) - LIVRO -Exemplo Z (informar no registro I050 : Conta = Veículos O -Subconta livro razão = auxiliar Ajuste a das Valor subcontas Presente será (AVP). implementado na ECD a partir de janeiro de Assim, Conta as = empresas Depreciação obrigadas Acumulada ao livro razão auxiliar, conforme IN RFB n o 1.515/14, transmitirão -Subconta = o Ajuste LIVRO a Valor Z na Presente ECD de de 2016 Depreciação (referente ao ano-calendário 2015). (item 1.27 Manual ECD). CRCMG: Educação Continuada Página 34
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36 REFLEXÃO!!! Blocos do Arquivo Leiaute 4 A Partir do Ano-calendário 2015 Bloco Descrição 0 Abertura, Identificação e Referências I Lançamentos Contábeis J Demonstrações Contábeis 9 Controle e Encerramento do Arquivo Digital CRCMG: Educação Continuada Página 36
37 Os BLOCOS e REGISTROS são os mesmos utilizados pelas Pessoas Jurídicas enquadradas no regime: a.lucro Real; b.lucro Presumido; c.entidade Sem Finalidade de Lucros (Imunes e Isentas) TABELA DE REGISTROS CRCMG: Educação Continuada Página 37
38 TABELA DE REGISTROS CRCMG: Educação Continuada Página 38
39 continuação - TABELA DE REGISTROS CRCMG: Educação Continuada Página 39
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41 continuação - TABELA DE REGISTROS CRCMG: Educação Continuada Página 41
42 continuação - TABELA DE REGISTROS CRCMG: Educação Continuada Página 42
43 continuação - TABELA DE REGISTROS continuação - TABELA DE REGISTROS CRCMG: Educação Continuada Página 43
44 CRCMG: Educação Continuada Página 44
45 CRCMG: Educação Continuada Página 45
46 CRCMG: Educação Continuada Página 46
47 OS PRINCIPAIS REGISTROS DA ECD PARA: LUCRO REAL CRCMG: Educação Continuada Página 47
48 OS PRINCIPAIS REGISTROS DA ECD PARA: LUCRO PRESUMIDO CRCMG: Educação Continuada Página 48
49 . OS PRINCIPAIS REGISTROS DA ECD PARA: ESFL CRCMG: Educação Continuada Página 49
50 ABRIR ECD e NAVEGAR CRCMG: Educação Continuada Página 50
51 . CRCMG: Educação Continuada Página 51
52 INFORMAÇÕES CRCMG: Educação Continuada Página 52
53 INFORMAÇÕES GERAIS Requerimentos do PVA do SPED Contábil São dois tipos de requerimento: - AUTENTICAÇÃO de livro - SUBSTITUIÇÃO de livro. Assinatura desse Requerimento: -O documento deve ser assinado pelo sócio, administrador ou procurador legal da empresa. O contador não assina esse requerimento. O contador só assina a escrituração-ecd. O livro pode ser SUBSTITUÍDO mediante a geração de requerimento específico de substituição utilizando a funcionalidade de gerenciar requerimento do PVA do Sped Contábil, exceto quando estiver em um dos seguintes status: em análise (pela Junta Comercial) ou substituído ou autenticado. SOCIEDADE NÃO EMPRESÁRIA. No caso de pessoas jurídicas não empresárias, o programa da ECD não gerará requerimento de substituição. CRCMG: Educação Continuada Página 53
54 continuação- Modelo de Requerimento INFORMAÇÕES GERAIS CRCMG: Educação Continuada Página 54
55 MODELO DE CHECK LIST CRCMG: Educação Continuada Página 55
56 .. CRCMG: Educação Continuada Página 56
57 BLOCO 0: ABERTURA, IDENTIFICAÇÃO E REFERÊNCIAS. CRCMG: Educação Continuada Página 57
58 OBS. 1.SCP: Número de inscrição da pessoa jurídica no CNPJ (slide anterior). Esse CNPJ é sempre da Sócia Ostensiva, no caso do arquivo da SCP. 0 ECD de empresa não participante de SCP como sócio ostensivo. 1 ECD de empresa participante de SCP como sócio ostensivo. 2 ECD da SCP. -Identificação da SCP: deve ser preenchido pela própria SCP com o CNPJ/Código da SCP (Não é do sócio ostensivo). 2.MOEDA FUNCIONAL - Indica que a escrituração abrange valores com base na moeda funcional (art.156 IN RFB 1.515/14). - Nessa situação, deverá ser utilizado o registro I EMPRESA DE GRANDE PORTE -Entidade sujeita a auditoria independente: 0 Empresa não é entidade sujeita a auditoria independente. 1 Empresa é entidade sujeita a auditoria independente Ativo Total superior a R$ ,00 ou Receita Bruta Anual superior R$ ,00. CRCMG: Educação Continuada Página 58
59 BLOCO I LANÇAMENTOS CONTÁBEIS CRCMG: Educação Continuada Página 59
60 BLOCO I - REGISTRO CRCMG: Educação Continuada Página 60
61 BLOCO I - REGISTRO 030. CRCMG: Educação Continuada Página 61
62 BLOCO I REGISTROS 050 E 051. CRCMG: Educação Continuada Página 62
63 BLOCO I 050 e I 051 CRCMG: Educação Continuada Página 63
64 BLOCO I 052 Exemplos de AGLUTINAÇÃO: I S A ATIVO I S A DISPONIVEL I A BANCOS I I Campo 03 Código de Aglutinação, utilizado no Balanço Patrimonial e na Demonstração do Resultado do Exercício no Bloco J: A conta Bancos ficará sob o código de aglutinação 1.1 no balanço patrimonial, que indicará o total do Disponível ). CRCMG: Educação Continuada Página 64
65 BLOCO I REGISTROS 150 E 155 R. I155 traz o TOTAL dos débitos e créditos MENSAIS (contas contábeis do Ativo/ Passivo/ PL/ Resultado) para as Contas Patrimoniais após o encerramento do período. No I 200 temos lança/tos do Tipo E: encerramento das contas de resultado Soma dos Créditos e dos Débitos do I 250 (lçto contábil) devem ser iguais, respectivamente, ao valor dos débitos e dos créditos informados no registro de saldos mensais (I 155) para essa conta contábil.. CRCMG: Educação Continuada Página 65
66 . CRCMG: Educação Continuada Página 66
67 BLOCO I I 250 Lançamentos Contábeis. CRCMG: Educação Continuada Página 67
68 BLOCO J DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS. CRCMG: Educação Continuada Página 68
69 BLOCO J BALANÇO PATRIMONIAL CRCMG: Educação Continuada Página 69
70 BLOCO J DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO CRCMG: Educação Continuada Página 70
71 BLOCO J DMPL OU DLPA.. CRCMG: Educação Continuada Página 71
72 DEMONSTRAÇÃO DLPA - (DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS) CRCMG: Educação Continuada Página 72
73 REGISTRO J210: DMPL DEMONSTRAÇÃO DE MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CRCMG: Educação Continuada Página 73
74 REGISTRO J210: DMPL DEMONSTRAÇÃO DE MUTAÇÕES DO PL. CRCMG: Educação Continuada Página 74
75 CRCMG: Educação Continuada Página 75
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