Metodologia de Solução de Problema
|
|
|
- Cecília Rocha Valverde
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 Plan CARACTERIZAÇÃO DO PROBLEMA Definir claramente o problema e reconhecer a sua importância Identificação do problema mais prioritário Histórico do Problema Gráficos Filmes Fotografias Diretrizes e Itens de Controle Gerenciais (do chefe, do gerente de dpto., gerente div., etc) da área de trabalho, referentes ás dimensões da qualidade total (qualidade intrínseca, custo, entrega, moral e segurança). O que é um problema? Um problema é o resultado indesejável de um trabalho. Através de fatos e dados (diretriz + resultados dos itens de controle gerenciais) identifique o problema mais prioritário de sua área de trabalho (diretoria, divisão, dpto., etc). Qual a frequência do problema? Como ocorre? Alerta não procure causas, levante apenas as consequências do problema. FATOS HISTÓRICOS Obs.: caso o problema não tenha histórico registrado, criar uma planilha de coleta de dados para se levantar um breve histórico (isto é válido para problemas de alta frequência). Definir TEMA (e subtemas) Qualificar GANHOS possíveis Estabelecer META Análise de Pareto de resultados indesejáveis Neste passo, no caso de uma seção, o chefe deverá realizar uma análise de Pareto sobre o problema gerencial prioritário identificado, com o objetivo de: - priorizar TEMAS (e subtemas); - quantificar GANHOS possíveis; - estabelecer uma META. Obs.: não se procuram causas aqui, só resultados indesejáveis. As causas serão procuradas no processo. 4 Mostrar PERDAS ATUAIS e GANHOS VIÁVEIS em relação a meta estabelecida. Gráfico seqüencial das perdas (U$) Listagem das perdas Relacione todas as perdas (conseqüências indesejáveis); Quantifique (U$) essas perdas, se possível (esforce-se para isso!); Quantifique (U$) os ganhos possíveis. 5 Nomear responsáveis Nomear Formar grupo de trabalho e nomear líder Obs.: daqui por diante as tarefas serão realizadas pelo grupo de trabalho 6 Elaborar Cronograma Elabore um cronograma para referência. Este cronograma DEVE SER ATUALIZADO ao final de cada processo. Obs.: comece o cronograma estipulando a data para conclusão dos trabalhos e procure mantê-la
3 Plan OBSERVAÇÃO Investigar o problema sob vários pontos de vista com base em fatos e dados para conhecer suas características Fluxo de tarefas Ferramentas empregadas Observação Formar uma visão inicial das possíveis causas do problema Investigação do problema através de OBSERVAÇÃO NO LOCAL. Obs.: neste passo, busca-se por todas as informações não quantificáveis. Fazer fluxograma do processo com problema Brainstorming Diagrama causa e efeito Visita ao local do problema Deve ser contínua ou freqüente (para auxiliar pode-se fazer filmes de vídeo e/ou fotografar). Entrevistas com as pessoas envolvidas com o problema: - Como ocorre o problema? - Porque ocorre o problema? - O que o problema ocasiona? (saber a importância dada ao problema e como ele afeta os colaboradores) Esta causa e efeito têm por objetivo fornecer uma visão inicial de possíveis causas do problema, a fim de clarear ao grupo quais informações deverá coletar na OBSERVAÇÃO. Investigadores criminais e detetives particulares experientes sempre, antes de fazerem qualquer outra coisa, investigam amplamente o local do crime. Vale o mesmo para a resolução de problemas. Se possível, as pessoas envolvidas na investigação devem se transferir (ou visitar continuamente) para o local de ocorrência do problema, para obter mais facilmente informações que não podem ser registradas na forma de dados. Obs.: a observação no local não deve parar em nenhum momento até o final do processo VERIFICAÇÃO. Fluxograma Fazer um fluxograma do processo com problema, para ajudar a conhecer melhor o problema e auxiliar na elaboração do plano de coleta de dados. 4 Investigação do problema através de COLETA DE DADOS. Importante: Quanto mais tempo se gastar aqui, mais fácil será para se resolver o problema. Obs.: esta etapa nem sempre se realiza, dependendo do tipo de problema sendo atacado. Análise de Pareto Estratificação observar o problema sob vários pontos de vista. Sugestões: A) Tempo os resultados diferem por período, por dia, por mês? B) Local os resultados diferem em partes diferentes de uma peça? Em locais diferentes? (máq. A sim e máq. B não? C) Tipo os resultados são diferentes dependendo do produto, matéria-prima, do material usado? D) Sintonia o absenteísmo é por falta ou por licença médica? Parada por queima de motor ou falha mecânica? E) Indivíduo os resultados diferem por turno, por operados? Obs.: além destes pontos de vista é necessário investigar outros. Use a cauda e efeito e o fluxograma para achar novos pontos de vista. Coleta de Dados é importante gastar tempo com a definição de quais informações coletar, com o projeto de planilha e com a elaboração do plano para coleta de dados (use o 5WH). Isso garantirá uma coleta de dados confiáveis e consequentemente uma análise confiável. Gráficos de Pareto para cada ponto de vista fazer um pareto geral com o total dos dados do problema. Desdobramento dos Gráficos de Pareto analisar cada gráfico geral e desdobrar os estratos que apresentam predominância (priorização) É aqui que se começa a chegar próximo das causas fundamentais do problema. Obs.: nesta altura se for percebido que ainda faltam informações sobre o problema, volte ao passo, e procure incrementar o diagrama causa e efeito, identificando novos pontos de vista a observar.
4 Plan ANÁLISE Definir as causas fundamentais # Fluxo de tarefas Ferramentas empregadas Observações Revisão e incremento do diagrama de Causa e Efeito direcionado com as características que mais tem relação com o problema Diagrama de causa e efeito Com base nas informações e dados obtidos no processo, OBSERVAÇÃO, faça uma revisão na causa e efeito do problema, eliminando as causas menos prováveis e acrescente novas causas não percebidas anteriormente. Escolha das causas mais prováveis (candidatas a causa fundamental) Indique no Diagrama de Causa e Efeito Através do consenso e com base nas informações de dados obtidos na observação, escolha e priorize as causas mais prováveis. Não? Sim Tem-se dados suficientes sobre todas as causas mais prováveis escolhidas? Teste das causas mais prováveis Não: voltar para a OBERVAÇÃO. Visite o local onde atuam as hipóteses para coletar informações e faça um outro plano para coleta de novos dados (5WH). Sim: passe para o próximo passo Fazer experiências. Analisar dados referentes as causas mais prováveis usando Pareto, Diagramas de Correlação, Histogramas e Gráficos Use o Pareto para priorizar Diagrama de Correlação para testar correlação entre hipótese e o efeito Histograma para avaliar a dispersão Gráficos para verificar a evolução Fazer experiências para comprovação de causas fundamentais (se for possível fazer a reprodução intencional do problema, para evidenciar causas fundamentais). Não? Sim Houve confirmação de alguma causa mais provável? Com base nos dados coletados e nos resultados das experiências será confirmada ou não a existência de relação entre o problema 0(efeito) e as causas mais prováveis (hipóteses) Não? Sim Tese de consistência da causa fundamental. Método dos 5 porquês Existe evidência técnica de que é possível bloquear? O bloqueio geraria efeitos indesejáveis? Pegue a causa (ou causas) fundamental e aplique o método dos 5 porquês para verificar se não há uma outra causa que seja fundamental. Se o bloqueio é tecnicamente impossível ou se pode provocar efeitos indesejáveis (sucateamento, alto custo, retrabalho, etc.) pode ser que a causa determinada ainda não seja a causa fundamental, mas um efeito dela. Neste caso, pergunte outro POR QUE para este efeito, a fim de achar a verdadeira causa fundamental.
5 4 Plan PLANO DE AÇÃO Criar um plano para bloquear as causas fundamentais Elaboração da estratégia de ação Discussão com o grupo envolvido Elaboração do plano de ação para o bloqueio da causa Tabela de ações propostas Ações propostas Ação proposta Há garantia contra reincidência? *Insignificantes, Inconveniente, Significativo ou Excessivo. Implantação rápida ou demorada? Ação sobre o efeito ou sobre a causa? Discussão com o grupo envolvido Planilha 5WH das atividades de cada ação de bloqueio Plano de ação Primeira ação: Abrir o registro de água do Tanque 6. Responsável: Augusto (Líder do Grupo de Trabalho) Controle de ação: Jato de água do Tanque 6 ao Tanque 5. (*) ordem de grandeza do custo de implantação Em grupo, gere possíveis ações de bloqueio das causas fundamentais. As ações serão tomadas sobre as causas fundamentais e não sobre seus efeitos. As ações propostas não devem produzir efeitos colaterais. Se ocorrerem, analise a eficácia e custo de cada uma e escolha a melhor. Escolher as ações a serem implementadas. Obs.: nesta etapa é fundamental que haja a participação do nível hierárquico superior (chefe,...) ao líder de grupo, a fim de garantir que estas ações não firam o Plano de Ação Anual nem o planejamento Estratégico da empresa. Desdobre cada ação escolhida em atividades a serem executadas. Para cada ação e suas atividades faça uma planilha 5WH. Estabeleça uma forma de controle para cada ação e uma forma de controle para cada atividade. Identificação das atividades que necessitam treinamento e Elaboração de um Plano de Treinamento Atividade (O Que) Objetivo (Por que) Responsável (Quem) Prazo (Quando) Pontos Importantes (Como) Local (Onde) Controle de Atividade. Levantamento Obter, no - Edson Imediato, Contagem de voltas Junto aos Conhecimento da quantidade Tanque 6, (Operador de durante a dadas no registro registros e registro nos voltasnecessárias a mesma Tratamento troca de do tanque 6 com a dos avisos das para abertura do vazão de Térmico Turma turno. mesma quantidade tanques 5 voltas a serem registro de água do água do A Rota 6) de voltas e 6. dadas. tanque 6. tanque 5.. Colocação de Alertar os Edson dia. Escrito com letras Junto aos Facilidade e avisos operadore pretas em fundo registros percepção s quanto amarelo: dos pelos as voltas a ABRIR_VOLTAS tanques 5 operadores ao serem dadas Colocação em local e 6. visível abrirem os registros Planilha 5WH Atividade (O Que) Treinamento dos operadores de tratamento térmico no processo de têmpera em geral e na abertura dos registros de água. Planejamento do Treinamento Objetivo Respons (Por que) ável Evitar pinos com baixa dureza devido a têmpera insuficiente. (Quem) Augusto (líder de produçã o) Prazo (Quando) Dia seguinte ao da colocação dos avisos no início dos turnos. Conteúdo (Como) Conceitos sobre o processo de têmpera. Fatos e dados sobre o problema obtido até aqui. Quantidade de voltas para aberturados registros. Forma (Como) Reunião com os dois operadores de cada turma e com os substitutos eventuais Local (Onde) Junto aos tanques de têmpera. Avaliar as atividades descritas no Plano de ação, identificando aquelas que necessitam treinamento para implementação e desenvolver um plano de treinamento.
6 5 Do AÇÃO Agir para bloquear as causas fundamentais Treinamento de todos os envolvidos na ação de bloqueio Divulgação do plano a todos. Reuniões participativas. Técnicas de treinamento. Seguir o plano de treinamento. Identifique quais ações necessitam da ativa cooperação de todos. Dê especial atenção a estas ações. Apresente claramente as tarefas e razão delas. Certifique-se de que todos entendem e concordam com as medidas propostas. Divulgação Reuniões participativas Execução da ação Seguir o plano (5WH) Durante a execução verifique fisicamente e no local em que as ações estão sendo efetuadas. Todas as ações e os resultados bons ou ruins devem ser registrados com a data que foram tomados.
7 6 Check VERIFICAÇÃO Verificar a efetividade do bloqueio das causas fundamentais Verificação da efetividade das ações de bloqueio Gráfico Seqüencial Deve-se utilizar os dados coletados antes e após a ação de bloqueio para verificar a efetividade da ação e o grau de redução dos resultados indesejáveis. Os formatos usados na comparação devem ser os mesmos antes e depois da ação. Pareto, Cartas de Controle, Histogramas Obs.: quando o ganho obtido não é tão satisfatório quanto o esperado, certifique-se de que todas as ações planejadas foram implementadas conforme o plano. Quando os efeitos indesejáveis continuam a ocorrer, mesmo depois de executada a ação de bloqueio, significa que a solução apresentada foi falha. Levantamento do GANHO FINANCEIRO e comparação com o ganho financeiro possível Listagens dos efeitos secundários GANHOS $ = PERDAS $ _ PERDAS $ ANTERIORES ATUAIS Obs.: caso não seja possível esta quantificação financeira, relacione os ganhos e benefícios da forma que for possível. Efeitos Secundários BONS RUINS Converter os ganhos obtido em valores monetários e compará-los com os ganhos possíveis levantados no passo 4 do processo, CARACTERIZAÇÃO DO PROBLEMA. Relacionar todos os efeitos secundários que ocorrerem, tanto ruins como bons. Não? O bloqueio foi efetivo? Pergunta: a causa fundamental foi efetivamente encontrada e bloqueada? Comparar os resultados verificados com a(s) meta(s) e decidir se é satisfatório. Se a solução foi falha retornar ao processo, OBSERVAÇÃO. Sim
8 7 Action PADRONIZAÇÃO Prevenir contra o reaparecimento do problema Elaboração ou alteração do padrão Estabeleça o novo procedimento operacional ou reveja o antigo pelo 5WH Incorpore sempre que possível um mecanismo a prova de falhas ou à prova de bobeira. Esclarecer no procedimento o quê, quem, quando, onde, como e principalmente por quê, para as atividades que efetivamente devem ser incluídas ou alteradas nos padrões já existentes. Incorpore no padrão, sempre que possível, o mecanismo à prova de bobeira, de modo que o trabalho possa ser realizado sem erro por qualquer trabalhador. Verifique se as instruções, determinações e procedimentos implantados no processo 5, AÇÃO, devem sofrer alterações antes de serem padronizados, baseado nos resultados obtidos no processo 6, VERIFICAÇÃO. 4 Comunicação da existência do novo padrão ou das alterações Educação e treinamento Obs.: esta é a tarefa fundamental para o sucesso da padronização Acompanhamento da utilização do padrão Comunicação e circulares Reuniões Reuniões e palestras. Manuais de treinamento. Treinamento no trabalho. Estabeleça: - Data de início da nova sistemática; - Quais áreas serão afetadas. Objetivo: garantir que a aplicação do padrão ocorra em todos os locais necessários, ao mesmo tempo e por todos os envolvidos. Garanta que os novos padrões ou alterações nos existentes sejam transmitidas a todos os envolvidos. É imprescindível que o PORQUÊ do novo padrão seja compreendido por todos. Para isso, durante o treinamento dos usuários do padrão, estude com eles o relatório QC Story que gerou este padrão. Certifique-se de que os funcionários estão aptos a executar o procedimento operacional padrão. Proceda o treinamento no próprio local. Providencie documentos no local e na forma que forem necessários. Sistema de verificação do cumprimento do padrão Evite que o problema resolvido reapareça devido à degeneração no cumprimento dos padrões, através das seguintes ações: Estabelecer um sistema de verificações periódicas; Delegar o gerenciamento por etapas; O supervisor deve acompanhar periodicamente sua turma para verificar o cumprimento dos procedimentos operacionais padrão. Obs.: se ao longo do tempo os padrões começarem a ser negligenciados, o problema aparecerá novamente.
9 CONCLUSÃO 8 Action Revisar o processo de resolução do problema e planejar o trabalho futuro Relação dos problemas remanescentes Planejamento do ataque aos problemas remanescentes Análise dos resultados Demonstrações gráficas Aplicação da metodologia de solução dos problemas que forem importantes Reuniões Reflexão Reflexão cuidadosa sobre as próprias atividades da solução de problemas O que deu certo PONTOS FORTES Lições aprendidas: Por que deu certo Como melhorar? O que deu errado PONTOS FRACOS Por que deu errado Como evitar Buscar a perfeição por um tempo muito longo pode ser improdutivo. A situação ideal quase nunca existe, portanto, quando o limite de tempo original for atingido, conclua das atividades e faça um levantamento de até onde as atividades avançaram e o que não foi atingido. Mostre também os resultados acima do esperado, pois são indicadores importantes para aumentar a eficiência nos futuros trabalhos. Reavalie os itens pendentes (pendências do tema trabalho, mais temas não priorizados no início do trabalho), organizandoos para uma futura aplicação do Método de Solução de Problemas. Analise as etapas do Método de Soluções de Problemas (QC Story) nos aspectos: Cronograma Houve atrasos significativos ou prazos folgados demais? Quais Motivos? Elaboração do diagrama causa e efeito Foi Superficial? Isto dará uma medida de maturidade da equipe envolvida. Quanto mais complexo o diagrama, mais habilidosa a equipe. Pontos Fortes e Pontos Fracos Houve participação dos membros? O grupo era o melhor para solucionar aquele problema? As reuniões foram produtivas? O que melhorar? As reuniões ocorreram sem problemas (faltas, brigas, imposições de idéias)? A distribuição de tarefas foi bem realizada? O grupo ganhou conhecimento? O grupo melhorou a técnica de soluções de problemas, usou todas as técnicas? Obs.: após a reflexão sobre os pontos fracos e fortes do grupo no uso do método, faça uma discussão sobre como maximizar os pontos fortes e minimizar os pontos fracos nos trabalhos futuros.
10 Ferramentas Básicas para a Melhoria da Qualidade Ferramenta Forma O que é Para que serve?. Brainstorming ou tempestade de idéias É uma técnica de grupo para gerar idéias que se utiliza de algumas regras para discussão que incrementam as chances para originalidade e inovação. Para gerar idéias novas e úteis para a melhoria de processos e/ou solução de problemas; gerar idéias sobre possíveis causas de problemas; fazer um levantamento geral de problemas e oportunidades a serem trabalhadas.. Estratificação Separação dos dados sobre um problema em estratos (grupos). A coleta de dados estratificada possibilita uma melhor avaliação da situação, permitindo na análise identificar um problema principal ou uma causa fundamental.. Diagrama de Pareto Diagrama de barras que ordena classes (problema ou causas) da maior freqüência para a menor. Para separar poucos problemas (ou causas) vitais das muitas triviais, priorizando o ataque sobre eles. 4. Diagrama de causa e efeito É a representação gráfica do relacionamento entre causas que geram um resultado (desejado ou não). Para buscar ativamente em grupo, registrar e hierarquizar as causas de um resultado, tornando-se um guia para discussão do processo (problema) em questão. 5. Fluxogramas É uma ferramenta gráfica que representa passo a passo o fluxo de produção de um determinado produto ou serviço. Para planejar um novo processo ou conhecer melhor o processo atual, a fim de promover o seu aperfeiçoamento. 6. Lista de verificação para coleta de dados Equip Oper A B C D ª ª 4 M T M T M T Planilha para a coleta e registro de dados. 7. Histogramas Diagrama de barras que mostra a distribuição de freqüência num conjunto de dados. Para facilitar a coleta, compilação e a análise dos dados relacionados a um processo (problema) em investigação. Para verificar o comportamento de um processo em ralação à especificação. Permite uma avaliação visual da capacidade do processo. 8. Diagrama de correlação Representação gráfica da relação entra duas variáveis. Para comprovar a existência ou não de relação entre duas variáveis (entre uma hipótese de causa fundamental e o efeito indesejável). 9. Gráficos de Controle Gráfico de linhas, podendo ter especificado limites de controle (cartas de controle) ou meta de melhoria estabelecida para um período de tempo. Para monitorar os itens de controle de um processo, permitindo comparar seus resultados com os limites de controle ou então com a meta estabelecida.
MASP METODOLOGIA DE ANÁLISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS
MASP METODOLOGIA DE ANÁLISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS Elaborado por: Felipe Morais Menezes Porto Alegre 2013 2 3 MASP METODOLOGIA DE ANÁLISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS Uma das principais causas do insucesso de
Método de Análise e. Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT
Método de Análise e Solução de Problemas Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT Introdução Esta metodologia de trabalho é mais uma etapa do processo de qualidade. Não é, e não pode ser encarada como um modismo
Gerenciamento da Qualidade
Gerenciamento da Qualidade Aula 09 Prof. Ewerton Monti Objetivo principal das empresas: Satisfação das necessidades das pessoas. Incluindo consumidores, empregados, acionistas, sociedade, fornecedores
Fundamentos da Administração da Produção - MASP. Prof. Dr. Marco Antonio Pereira
Fundamentos da Administração da Produção - MASP Prof. Dr. Marco Antonio Pereira [email protected] MATERIAL APOIO AO CURSO www.marco.eng.br/gestao-producao RECORDANDO: Quais os dois livros que são leitura
ANEXO B MASP. Método de Análise e Solução De Problemas
ANEXO B MASP Método de Análise e Solução De Problemas Página B1 de B PROBLEMA? Adaptado de FALCONI 199; MATTOS 1998; ROTH 004 e ROSSATO 1996. Problema é o resultado indesejável de um trabalho. A solução
Gestão da Qualidade e Produtividade
Gestão da Qualidade e Produtividade Prof. Msc. Rômulo Martins França Curso de Administração UFMA Universidade Federal do Maranhão Unidade 3 1 UNIDADE 3 2 Introdução No dia a dia dos trabalhadores de cada
Unidade II PROCESSOS DECISÓRIOS. Prof. Me. Livaldo dos Santos
Unidade II PROCESSOS DECISÓRIOS Prof. Me. Livaldo dos Santos Objetivos MASP conceito geral Etapas do MASP Detalhamento das Fases do MASP PDCA Fases do PDCA MASP - Método de análise e solução de problemas
Método de Análise e Solução de Problemas PROGRAMA DE QUALIDADE USP. Tópicos principais: MÉTODO PDCA. 1 Método PDCA para gerenciamento de melhorias.
Método de Análise e Solução de Problemas PROGRAMA DE QUALIDADE USP Ano 2006 Prof. Jésus L. Gomes Tópicos principais: 1 Método PDCA para gerenciamento de melhorias. 2 Abordagem para identificação de problemas
PDCA. Imaginem a seguinte situação: Após lavar a louça do café da manhã a torneira da cozinha não fecha... A água sai continuamente...
PDCA PPGEP / UFRGS ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Imaginem a seguinte situação: Após lavar a louça do café da manhã a torneira da cozinha não fecha... A água sai continuamente... O que fazer?? Gerência da Qualidade
Disciplina: Gestão da Qualidade
Disciplina: Gestão da Qualidade Controle do Processo pelo PDCA 1ª Parte Prof. Fernando Porto Introdução É comum encontrar gerentes e diretores que acham que, quando ocorrem maus resultados, saem com a
MASP Método de Analise e Solução e Problemas. Prof. Dr. Marco Antonio Pereira
MASP Método de Analise e Solução e Problemas Prof. Dr. Marco Antonio Pereira [email protected] Bibliografia Recomendada Gerenciamento da Rotina do Trabalho do Dia-a-Dia Vicente Falconi Campos Padronização
AULA 5: CICLO PDCA. Ghislaine Miranda Bonduelle
AULA 5: CICLO PDCA Ghislaine Miranda Bonduelle CICLO PDCA O ciclo PDCA foi idealizado por Shewart e mais tarde aplicado por Deming no uso de estatísticas e métodos de amostragem. O Ciclo PDCA nasceu no
Disciplina: Processos Organizacionais Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 05 FERRAMENTAS E MÉTODOS PARA A RACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS
Disciplina: Processos Organizacionais Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 05 FERRAMENTAS E MÉTODOS PARA A RACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS 4 Técnicas de Apoio à Melhoria de processo: As Sete Ferramentas
ÍNDICE DO MÓDULO Atendimento ao cliente Reclamações dos clientes Controle de ensaios e calibrações não conformes
MÓDULO 4 REQUISITOS 4.7 - Atendimento ao cliente 4.8 - Reclamações dos clientes 4.9 - Controle de ensaios e calibrações não conformes 4.10 - Melhoria continua 4.11 - Ação corretiva 4.12 - Ação preventiva
DPS1036 SISTEMAS DA QUALIDADE I CAPÍTULO 2 METODOLOGIAS DE ANÁLISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS. Aula 07 PDCA
DPS1036 SISTEMAS DA QUALIDADE I CAPÍTULO 2 METODOLOGIAS DE ANÁLISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS Aula 07 PDCA 2 Qual é uma tarefa constante para profissionais de todas as áreas? Como o PDCA se encaixa nisso?
Ferramentas gerenciais da Qualidade aplicadas à Manutenção
Ferramentas gerenciais da Qualidade aplicadas à Manutenção Agenda Definição de Meta. Definição de Método. Método PDCA. Ferramentas da Qualidade. Brainstorming. Atividade. 2 1 Definição de Meta Um objetivo
PDCA Melhoria Contínua
Melhoria Contínua Edição - Abril de 2018 Paradigma Q&P - Sistemas de Gestão c:\projeto\pdca\pdca01.doc Cel/WhatsApp (011) 9 9425 2934 e-mail: [email protected] 2 Apresentação Objetivos Ciclo Folha de
Ferramentas utilizadas durante o ciclo do PDCA. Diagrama de Causa e Efeito
Diagrama de Causa e Efeito MATÉRIA PRIMA MÃO DE OBRA MÁQUINA Problema, situação ou evento O Diagrama de Ishikawa, também conhecido como Diagrama de Causa e Efeito ou Espinha-de-peixe, é uma ferramenta
É o resultado indesejável de um processo ou trabalho; É o não atendimento de um requisito especificado;
Objetivo Problema TRATAMENTO DE NÃO CONFORMIDADE, AÇÕES CORRETIVAS E PREVENTIVAS Apresentar ferramentas para o tratamento de não conformidades e de solução de problemas. ANÁLISE BÁSICA DE UM PROBLEMA CONCEITOS
PDCA. Diagrama de Causa-Efeito. Sandra Cristine. Gerente de Qualidade Hospital Sírio-Libanês
PDCA Diagrama de Causa-Efeito Sandra Cristine Gerente de Qualidade Hospital Sírio-Libanês Gestão da Qualidade Medição Identificação das melhorias e problemas Ferramentas da Qualidade 7 Ferramentas da Qualidade
Introdução FERRAMENTAS PARA A GESTÃO DA QUALIDADE. Introdução. Ferramentas para a gestão da qualidade
Introdução FERRAMENTAS PARA A GESTÃO DA QUALIDADE Ferramentas da Qualidade são técnicas utilizadas para definir, mensurar, analisar e propor soluções para os problemas que interferem no bom desempenho
Engenharia da Qualidade I Aula 4
Engenharia da Qualidade I Aula 4 Ferramentas para o Controle e Melhoria da Qualidade Prof. Geronimo Virginio Tagliaferro O processo de melhoria contínua de produtos e processos envolve basicamente as seguintes
Unidade II TÉCNICAS DE RACIONALIZAÇÃO. Prof. Me. Livaldo dos Santos
Unidade II TÉCNICAS DE RACIONALIZAÇÃO DE PROCESSOS Prof. Me. Livaldo dos Santos Objetivos Ferramentas para análise dos processos Etapas do Processo de Racionalização Outras técnicas de apoio à melhoria
Ferramentas para o Controle e a Melhoria da Qualidade. Agradecimento ao Prof. M.Sc. Robson Miranda da Gama Pela apresentação original
Ferramentas para o Controle e a Melhoria da Qualidade Agradecimento ao Prof. M.Sc. Robson Miranda da Gama Pela apresentação original 1 Ferramentas da Qualidade Técnicas empregadas para investigar as causas
ISO 9001: Abordagem de processo
ISO 9001:2008 0.2. Abordagem de processo Apesar dos requisitos da ISO 9001 propriamente ditos só começarem no item 4 da norma, o item 0.2 Abordagem de processo, é uma exigência básica para a aplicação
Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos
Controle da Qualidade Total (CQT) Histórico Pré-história * Rebuscar ferramentas de caça Idade Média * Guildas - instituíam punições para os membros que produziam produtos de qualidade inferior; * Reis
NEM TODA SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA DE MÁQUINA É MELHORIA
Faculdade Ietec Pós-graduação Engenharia de Processos - Turma 26 16 de outubro de 2016 NEM TODA SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA DE MÁQUINA É MELHORIA Fernando Henrique de Oliveira [email protected] RESUMO
Gerência de Projetos e Qualidade de Software. Prof. Walter Gima
Gerência de Projetos e Qualidade de Software Prof. Walter Gima 1 OBJETIVOS O que é Qualidade Entender o ciclo PDCA Apresentar técnicas para garantir a qualidade de software Apresentar ferramentas para
Organização, Sistemas e Métodos. Unidade 5
Organização, Sistemas e Métodos Unidade 5 Ferramentas da Qualidade Brainstorming / Brainswriting GUT Método para Priorização de Problemas Diagrama de Causa e Efeito Histograma Gráfico de Controle Ciclo
Introdução ao CEP- Controle Estatístico de Processo
Introdução ao CEP- Controle Estatístico de Processo Prof. José Carlos de Toledo GEPEQ Grupo de Estudo e Pesquisa em Qualidade DEP- UFSCar 1. A METODOLOGIA DO CONTROLE DA QUALIDADE E O CEP O controle da
GERENCIAR MELHORIA AÇÃO CORRETIVA E PREVENTIVA HISTÓRICO DE REVISÕES. Elaborado por: Saada Chequer. Próxima revisão: após 1 ano da última aprovação
GERENCIAR MELHORIA AÇÃO CORRETIVA E PREVENTIVA HISTÓRICO DE REVISÕES Data Revisão Descrição da Revisão 00 Emissão Inicial 15/03/2013 01 Item 3 Definição de OM e RNCAC; Item 7: Anexo 1 Formulário de Gerenciamento
Gestão da Qualidade. Profa. Ms. Ana Cabanas 02/09/ Aula 2 - QUALIDADE TOTAL QUALIDADE TOTAL QUALIDADE TOTAL
Gestão da Qualidade Profa. Ms. Ana Cabanas - Aula 2 - QUALIDADE TOTAL Qualidade Assegura 1980 Aspectos segurança e responsabilidade civil Produto/serviço QUALIDADE TOTAL QUALIDADE TOTAL ISO 9000 Década
INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO ISO 9001 ISO /03/2015 QUALIDADE! GERENCIAMENTO DE PROJETOS GESTÃO DE QUALIDADE
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO CIVIL INTRODUÇÃO 2 GERENCIAMENTO DE PROJETOS Prof.: Heloisa Campos COMPETITIVIDADE NA CONSTRUÇÃO CIVIL SATISFAÇÃO DOS CLIENTES! INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO
QUALIDADE Grau até o qual um conjunto de características satisfaz as necessidades! Cumprimento dos requisitos pré determinados no Escopo do projeto;
SETOR DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO CIVIL Prof.ª: MSc.: Heloisa Fuganti Campos 2 COMPETITIVIDADE NA CONSTRUÇÃO CIVIL INTRODUÇÃO SATISFAÇÃO DOS CLIENTES! INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO
Padrão Gerencial. Gestão de Mudança
1 OBJETIVO Definir o processo de gestão das mudanças relevantes para organização. 2 DISPOSIÇÕES GERAIS 2.1 Este padrão aplica-se a todas as Gerências e Unidades do SESI DR-BA; 2.2 Documentação de referência:
Plan (Planejamento) Do (Execução) Check (Verificação) Act (Ação)
MODELO PDCA O ciclo PDCA tem por princípio tornar mais claros e ágeis os processos envolvidos na execução da gestão da qualidade, dividindo-a em 4 passos: Plan (Planejamento) Do (Execução) Check (Verificação)
Gestão da Qualidade Círculos de Controle da Qualidade
FACULDADE ATENAS MARANHENSE - FAMA Gestão da Qualidade Círculos de Controle da Qualidade GERISVAL ALVES PESSOA Mestre em Gestão Empresarial Especialista em Engenharia da Qualidade Auditor Líder ISO 9000
Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT
Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT Objetivos de uma empresa Objetivo principal Pessoas Meios Satisfação das necessidades das pessoas CONSUMIDORES EMPREGADOS ACIONISTAS VIZINHOS Qualidade Crescimento
Definição / Abordagem de Processos
Definição / Abordagem de Processos Ao longo da história dos processos produtivos e administrativos, as organizações têm crescido em tamanho, complexidade e requisitos. Para assegurar a qualidade, a eficácia
Ferramentas de gestão da Qualidade parte 2
Departamento de Gestão e Economia - DAGEE Ferramentas de gestão da Qualidade parte 2 Prof. Francisco R. Lima Jr. [email protected] Roteiro da aula Mais algumas ferramentas da qualidade: Poka
GESTÃO DE PROJETOS Unidade 6 Gerenciamento de Qualidade. Luiz Leão
Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Conteúdo Programático Conceitos de qualidade Planejamento da qualidade em projetos Stakeholders Revisões / Auditorias Controle de Qualidade Garantia
Disciplina: Gestão da Qualidade
Disciplina: Gestão da Qualidade Controle do Processo pelo PDCA 2ª Parte Prof. Fernando Porto Introdução Já foi dito que o Ciclo PDCA é um método para a prática do controle de processos, e constitui o fundamento
FORMAÇÃO DE AUDITORES INTERNOS DA QUALIDADE ISO 19011:2012 PROF. NELSON CANABARRO
FORMAÇÃO DE AUDITORES INTERNOS DA QUALIDADE ISO 19011:2012 PROF. NELSON CANABARRO PRINCÍPIOS ISO 9001:2015 1. Foco no cliente 2. Liderança 3. Engajamento das pessoas 4. Abordagem de processo 5. Melhoria
GERENCIAMENTO DA QUALIDADE DO PROJETO
GERENCIAMENTO DA QUALIDADE DO PROJETO Planejar a Qualidade O gerenciamento da qualidade do projeto inclui os processos e as atividades da organização executora que determinam as políticas de qualidade,
4ªJornada Científica e Tecnológica da FATEC de Botucatu 7 a 9 de Outubro de 2015, Botucatu SãoPaulo, Brasil
WHITE BELT PARA REDUÇÃO DE PERDAS DE MATERIAIS DE EMBALAGEM EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE UMA INDUSTRIA DO SETOR ALIMENTÍCIO NO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO Karen Cristina Ciano da Silva ¹ Gilson Eduardo
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR TÉCNICO EM QUALIDADE NA MODALIDADE A DISTÂNCIA
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR TÉCNICO EM QUALIDADE NA MODALIDADE A DISTÂNCIA DC 4020 04/10/2013 Rev. 01 1. Dados Legais Autorizado pelo Parecer 277 de 18/09/2007, Decreto 748 Publicado D.O 18.236 de 26/10/07.
Backlog de Manutenção
Backlog de Manutenção Objetivo Determinar o tempo que a manutenção deverá trabalhar para executar os serviços pendentes, supondo que não cheguem novos pedidos ou ordens de serviço durante a execução destes
AS SETE FERRAMENTAS DA QUALIDADE. Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira
AS SETE FERRAMENTAS DA QUALIDADE Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira 3º semestre ISHIKAWA: classificou as técnicas de controle estatístico em três grupos de complexidade
FERRAMENTAS DA QUALIDADE: ciclo PDCA e Brainstorming. Me. Edvin Kalil Freitas Granville Foz do Iguaçu, Agosto de 2010
FERRAMENTAS DA QUALIDADE: ciclo PDCA e Brainstorming Me. Edvin Kalil Freitas Granville Foz do Iguaçu, Agosto de 2010 OBJETIVOS Apresentar a definição de Controle de Qualidade; Verificar a aplicação do
Sistema de Excelência em Gestão Sindical
Rio de Janeiro, 2013 2013 Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo Qualquer parte desta publicação pode ser reproduzida, desde que citada a fonte. Disponível também em: http://www.cnc.org.br/central-do-conhecimento/apostila/ferramentas-da-qualidade-modulo-2
CICLO PDCA CICLO PDCA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANA DEPARTAMENTO DE CONSTRUC A O CIVIL GERENCIAMENTO DE PROJETOS. PROFª MSc. HELOISA F.
SETOR DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO CIVIL GESTÃO DE Prof.ª: MSc.: Heloisa Fuganti Campos 2 SUBMETIDA E APROVADA A PROPOSTA DO PROJETO PLANEJAMENTO PROCESSO DE
MODELO DE IMPLANTAÇÃO DAS 8 ETAPAS DO MÉTODO DE ANÁLISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS INTEGRADO AO CICLO PDCA
MODELO DE IMPLANTAÇÃO DAS 8 ETAPAS DO MÉTODO DE ANÁLISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS INTEGRADO AO CICLO PDCA Valéria Vasconcelos Perez (FEPI) [email protected] Adriana Amaro Diacenco (FEPI) [email protected]
NAGEH Pessoas. Eixo: Capacitação e Desenvolvimento de Pessoal 28/09/2015. Compromisso com a Qualidade Hospitalar
Eixo: Capacitação e Desenvolvimento de Pessoal 28/09/2015 Agenda: 28/09/2015 8:30 as 9:00 h Recepção dos participantes 9:00 as 11:00 h Eixo: Capacitação e Desenvolvimento 11:00 as 11:30 h Análise de Indicadores
Roteiro Prático para Administração de um Projeto 1
Roteiro Prático para Administração de um Projeto 1 Objetivos da aula de hoje Saber planejar as etapas para administrar um projeto. Saber administrar as etapas de um projeto. Administrar um Projeto Administrar
POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade
POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) A CONCERT Technologies S.A. prioriza a segurança de seus Colaboradores, Fornecedores,
Gráfico de Pareto. Ferramentas da Qualidade
Gráfico de Pareto Gráfico de Pareto Ferramentas da Qualidade O que é? Gráfico de barras verticais que evidencia a priorização de temas. Princípio de Pareto (sociólogo e economista italiano - 80/20) Juran.
Administração. Ferramentas da Qualidade. Professor Rafael Ravazolo.
Administração Ferramentas da Qualidade Professor Rafael Ravazolo www.acasadoconcurseiro.com.br Administração Aula XX FERRAMENTAS E TÉCNICAS DA QUALIDADE As ferramentas utilizadas nos processos de gestão
Atuar no planejamento e execução das Auditorias da Qualidade. Estabelecer lista de verificação para auditoria;
Página 1 de 9 AUDITORIAS DA QUALIDADE ETAPA 1. Objetivo geral: Atuar no planejamento e execução das Auditorias da Qualidade. Desempenho esperado: Estabelecer programa anual de auditorias; Elaborar agenda
Sumário. Introdução } 24/05/16 } 1. } Estatística: ciência que trata da coleta, processamento e disposição de dados.
Sumário } FERRAMENTAS DA QUALIDADE: INTRODUÇÃO FLUXOGRAMA ESTRATIFICAÇÃO FOLHA DE VERIFICAÇÃO GRÁFICO DE PARETO DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO HISTOGRAMA DIAGRAMA DE DISPERSÃO CARTA DE CONTROLE } CONCLUSÃO
Gerenciamento de Projetos
MBA em EXCELÊNCIA EM GESTÃO DE PROJETOS E PROCESSOS ORGANIZACIONAIS Planejamento e Gestão de Projetos Prof. Msc Maria C. Lage Prof. Gerenciamento de Projetos Gerenciamento de Riscos 1 Introdução Gerenciamento
Ferramentas da Qualidade PPGEP / UFRGS ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Ferramentas da Qualidade PPGEP / UFRGS ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Sete Ferramentas do Controle da Qualidade criadas visando ao controle de processos lidam principalmente com dados numéricos resolvem muitos
Cluster 3, 4 e 5 GPD
Cluster 3, 4 e 5 GPD O que está por trás do nome FALCONI? Liderança em consultoria de gestão no Brasil Foco Global: Escritórios nos EUA, México e América Latina Aproximadamente 800 consultores 50 segmentos
Ferramentas da Qualidade UDESC/CCT
Ferramentas da Qualidade UDESC/CCT Ferramentas da Qualidade 1. Diagrama de Pareto 2. Diagrama de causa-efeito (Ishikawa) 3. Histogramas 4. Folhas de verificação 5. Gráficos de dispersão 6. Fluxogramas
PROCEDIMENTO DA QUALIDADE
Pág.: 1 de 6 1. OBJETIVO Estabelecer procedimentos para identificação de não-conformidades, assim como a implantação de ação corretiva e ação preventiva, a fim de eliminar as causas das não-conformidades
Sem fronteiras para o conhecimento. Pacote Formação Especialista em Lean Manufacturing
1 Sem fronteiras para o conhecimento Pacote Formação Especialista em Lean Manufacturing 2 Seja um Especialista Lean Manufacturing O pacote de Formação de Especialista em Lean Manufacturing une a filosofia
PLANEJAMENTO CICLO PDCA PLANO DO PROJETO 29/03/17 GERENCIAMENTO DE PROJETOS. PROFª MSc. HELOISA F. CAMPOS GESTÃO DE ESCOPO ACT SETOR DE TECNOLOGIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ PLANEJAMENTO 2 SUBMETIDA E APROVADA A PROPOSTA DO PROJETO GESTÃO DE PROCESSO DE PLANEJAMENTO Prof.ª: MSc.: Heloisa Fuganti
PROINTER Projeto Integrador aula 7 Prof. Me. Érico Pagotto
PROINTER Projeto Integrador aula 7 Prof. Me. Érico Pagotto Gerenciamento de Riscos em Projetos Conceitos, ferramentas e técnicas para gerenciamento de ricos em projetos Utilização dos métodos propostos
AULA 8 - MONITORAMENTO E CONTROLE
ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA AULA 8 - MONITORAMENTO E CONTROLE Prof Me Alan Mazuco AGENDA: 1. INTRODUÇÃO 2. O CICLO PDCA 3. INDICADORES 4. BSC 5. RESUMO 1 Introdução Nesta aula vamos conhecer as formas de
As Ferramentas Básicas B Ishikawa Para a Qualidade
As Ferramentas Básicas B de Ishikawa Para a Qualidade Gráfico de Controle Diagrama de Pareto Brainstorming Fluxograma Estratificaçào Folha de Verificação Diagrama de Causa & Efeito Histograma Diagrama
Módulo 4. Estrutura da norma ISO Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos Requisitos 5.4, 5.5 e 5.6 Exercícios
Módulo 4 Estrutura da norma ISO 9001-2008 Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos Requisitos 5.4, 5.5 e 5.6 Exercícios 5.4 - Planejamento 5.4.1 - Objetivos da qualidade Os objetivos da qualidade devem
Planejamento dos Riscos
UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville Planejamento dos Riscos Régis Kovacs Scalice DEPS Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas Limites do Projeto
Etapa 6 - Elaboração da documentação da qualidade
Módulo 3 Etapa 6 Elaboração dos documentos do sistema de gestão da qualidade, Etapa 7 Implementação dos requisitos planejados, Etapa 8 Palestras de sensibilização em relação à gestão da qualidade e outros
IMPLANTAÇÃO DO TQC NA EMPRESA
IMPLANTAÇÃO DO TQC NA EMPRESA PROCESSO DE EDUCA AÇÃO E TREINAMENTO ALTA ADMINISTRAÇÃO GERÊNCIA OPERAÇÃO * COMPROMETIMENTO DO PRESIDENTE * DEFINIÇÃO DA ESTRUTURA DE SUPORTE * DEFINIÇÃO E CONDUÇÃO DO PLANO
Porque fazer o gerenciamento de riscos em um projeto é importante?
Como fazer o gerenciamento em projetos com uma matriz Este conteúdo faz parte da série: Gerenciamento de Projetos Ver 6 posts dessa série Nesse artigo falaremos sobre: Porque fazer o gerenciamento em um
16 ANOS Avaliação das Práticas da Manutenção Avaliação das Práticas da Manutenção. Base para o Projeto de Melhoria Contínua
Avaliação das Práticas da Manutenção Base para o Projeto de Melhoria Contínua Avaliação das Práticas da Manutenção (APM) Base para o Projeto de Melhoria Contínua JWB Engenharia: Empresa nacional de consultoria
Professor Roberto César. O que é qualidade?
O que é qualidade? O que é qualidade? Século XX até o início dos anos 50 Sinônimo de perfeição técnica Década de 50 - Juran Satisfação do cliente quanto a adequação do cliente ao uso Feugenbaum (1986)
ADMINISTRAÇÃO GERAL. Gestão da Qualidade. Ciclo PDCA. Prof. Fábio Arruda
ADMINISTRAÇÃO GERAL Gestão da Qualidade Prof. Fábio Arruda O O teve origem na década de 1920, com Shewhart, nos Estados Unidos, mas tornou-se conhecido como ciclo de Deming a partir de 1950, no Japão.
POLÍTICA PCT 007 GERENCIAMENTO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS
POLÍTICA PCT 007 GERENCIAMENTO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS Data: 29/10/2018 Página 1 de 6 1. OBJETIVO Disseminar a cultura de gestão de riscos e o ambiente de controle em todos níveis da organização,
Guia PMBOK Gerenciamento de Riscos. Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares
Guia PMBOK Gerenciamento de Riscos Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Risco em projeto é...... um evento ou condição incerta que, se ocorrer, tem um efeito
PRINCÍPIOS DA ENGENHARIA DE SOFTWARE- AULA 06. Prof.: Franklin M. Correia
1 PRINCÍPIOS DA ENGENHARIA DE SOFTWARE- AULA 06 Prof.: Franklin M. Correia NOS CAPÍTULOS ANTERIORES... Atividades de Gerenciamento Planejamento de Projetos Programação de Projeto O QUE TEMOS PARA HOJE!!
ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 TRATAMENTO DE NÃO CONFORMIDADE, AÇÕES CORRETIVAS E PREVENTIVAS
ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 TRATAMENTO DE NÃO CONFORMIDADE, AÇÕES CORRETIVAS E PREVENTIVAS OBJETIVO Apresentar algumas ferramentas para o tratamento de não conformidades e de solução de problemas. PROBLEMA
Certificações do PNCQ
Isabeth Gonçalves Gestão da Qualidade PNCQ Certificações do PNCQ 1 A tendência natural de todos os processos é vigorar em estado caótico e não controlado. Tudo está sujeito a falhas. Não existe perfeição.
Engenharia da Qualidade II. Prof. Fabrício Maciel Gomes Departamento de Engenharia Química Escola de Engenharia de Lorena EEL
Engenharia da Qualidade II Prof. Fabrício Maciel Gomes Departamento de Engenharia Química Escola de Engenharia de Lorena EEL Objetivo de um Processo Produzir um produto que satisfaça totalmente ao cliente.
POLÍTICA DE COMPLIANCE E CONTROLES INTERNOS SUMÁRIO
POLÍTICA DE COMPLIANCE E CONTROLES INTERNOS SUMÁRIO I - Objetivo... 2 II - Público Alvo... 2 III - Responsabilidades dos Envolvidos... 2 3.1. Responsabilidades da Administração... 2 3.2. Responsabilidades
Manutenção Produtiva Total - A Bíblia do TPM Plano de Aula - 36 Aulas (Aulas de 1 Hora).
5453 - Manutenção Produtiva Total - A Bíblia do TPM Plano de Aula - 36 Aulas (Aulas de 1 Hora). Aula 1 Capítulo 1 - Fundamentos do TPM 1. Origem...26 2. Conceitos...28 3. Etapas de Implantação... 31 4.
Institui a Política de Gestão de Riscos - PGR do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União - CGU.
CONTEÚDO CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO II - DOS PRINCÍPIOS CAPÍTULO III - DOS OBJETIVOS CAPÍTULO IV - DA OPERACIONALIZAÇÃO CAPÍTULO V - DAS COMPETÊNCIAS CAPÍTULO VI - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Elaboração e implantação de um plano de manutenção produtiva total (TPM) em uma fazenda do município de Medeiros MG
Elaboração e implantação de um plano de manutenção produtiva total (TPM) em uma fazenda do município de Medeiros MG Estefânia Paula da Silva (1) ; Rafaela Leite das Chagas (1) ; Rodrigo Caetano Costa (2)
