Método de Análise e. Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT
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- Glória Marreiro Lagos
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1 Método de Análise e Solução de Problemas Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT
2 Introdução Esta metodologia de trabalho é mais uma etapa do processo de qualidade. Não é, e não pode ser encarada como um modismo que vem e passa, mas sim, como um estágio a mais no processo de melhoria. Tal processo se consolida numa ascensão de pequenas melhorias, porém contínuas, e depende de todos da organização, onde o comprometimento com a qualidade é algo que não admite retrocesso.
3 Objetivos Planejar a qualidade: Estabelecimento de padrões da qualidade para a satisfação das pessoas Manter a qualidade: Manutenção da qualidade-padrão, procedimento padrão Q - qualidade C - custo E - entrega M - moral S - segurança Melhorar qualidade: Estabelecimento de novos padrões visando atingir novos objetivos.
4 Método de Análise e Solução de Conceito: Problemas - MASP É uma seqüência lógica de passos para se atingir uma meta desejada - análise e solução de problemas. O MASP como método de controle por excelência é o PDCA rodado para solucionar problemas. O método é a parte mais importante do CQT, é o coração do CQT.
5 Método de Análise e Solução de Problemas MASP Composição: O método de análise e solução de problemas (MASP) é composto por duas partes: Metodologia PDCA Ferramentas da Qualidade A C P D
6 Metodologia PDCA/MASP PDCA P FLUXO 1 2 FASE Identificação do problema Observação Análise OBJETIVO Definir claramente o problema e reconhecer a sua importância Investigar as características específicas do problema sob vários ptos de vista 3 Análise Descobrir as causas fundamentais 4 Plano de Ação Elaborar um plano para bloquear as causas fundamentais D C A N 5 Ação Bloquear as causas fundamentais 6 Verificação Verificar se o bloqueio foi efetivo? (Bloqueio foi efetivo) 7 8 S Padronização Conclusão Prevenir contra o reaparecimento do problema Recapitular todo o processo de sol. prob. p/ trabalho futuro
7 1. Identificação do problema Escolher um problema (Não procure causas, e sim conseqüências, resultados indesejáveis) Apresentar o histórico do problema: dados que mostrem a trajetória do problema; Qual a freqüência do problema? Como ocorre? Mostrar perdas atuais e ganhos viáveis O que se está perdendo? O que é possível ganhar resolvendo total ou parcialmente o problema?
8 1. Identificação do problema 4 Priorizar temas pelo Gráfico de Pareto. 5 Nomear responsáveis: nomear a pessoa responsável ou o grupo responsável e também o líder. Propor uma data limite para ter o problema solucionado. Ferramentas de apoio
9 Carta do Projeto (Formulário PDCA) Espécie de contrato Metas e parâmetros do projeto Declaração do problema: qual é o nosso problema Declaração da meta: quanto do problema será solucionado Limitações, suposições, diretrizes: meios para chegar à solução Membros da equipe: quem trabalhará na solução do problema Cronograma preliminar: quais os prazos para alcançar a meta
10 Mapa do Processo Documentar conhecimento existente Descreve: limites, tarefas, parâmetros do produto/processo SAÍDA: Especificações necessárias na saída INÍCIO PROCESSO TUDO OK? FIM SIM ENTRADA: Especificação necessárias na entrada NÃO
11 Gráfico de Pareto 100, ,00 50,00 25, Quantidade de defeitos Freqüência Acumulada 20 0,00 0 Gfa.s/cola Gfa.Risc. Outros Tipo de defeitos Farol de controle de defeitos: Até 85 % 85,1 % - 95 % Até 95,1 % %
12 Selecionar o Tema Após a identificação dos problemas deve-se selecionar um assunto para ser estudado, ou seja, o tema a ser estudado. Sugere-se uma seqüência de perguntas para balizar essa tomada de decisão. A escolha pelo tema pode ser ponderada pela importância estratégica para a empresa.
13 Selecionar o Tema Guia prático O tema proposto vincula-se ao planejamento estratégico e ao plano gerencial anual? Qual a urgência da solução do problema? Qual a relação custo/benefício no caso de utilização do MASP? O tema da atividade está alinhado com a demanda de outros departamentos e dos usuários? O período de tempo estimado para a condução dos trabalhos é apropriado?
14 Organização do Grupo de Trabalho (GSP) As atividades no Controle da Qualidade são geralmente desenvolvidas por um grupo de trabalho. Idem para as atividades do MASP. Os grupos não devem conter um nº excessivo de participantes (4 6). Devem ser comandados por um líder e os participantes devem ter poder de ação sobre o problema.
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16 2. Observação 1 Observe o local de ocorrência do problema: colete informações, faça entrevistas, se necessário fotografe, use filmadoras, etc. 2 3 Observe o problema sob vários pontos de vista: tempo, local, sintomas, indivíduo, entre outros, ou seja, estratifique... Elabore um cronograma, orçamento e meta.
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18 3. Análise 1 Definição das causas influentes Peça a contribuição nesta fase todas as pessoas que possam ajudar a resolver o problema. 2 Escolha das causas mais prováveis N 3? S Uso técnicas estatísticas para a análise das causas mais prováveis: (Gráfico de Pareto, Brainstorming, Diagrama de Causa Efeito, Técnica dos 5 porquês, Histograma, Diagrama de Dispersão, Carta de Controle, Gráfico sequencial, Box Plot, Matriz SWOT) Houve confirmação de alguma causa mais provável? N? S Teste de consistência da causa fundamental? Ferramentas de apoio
19 Brainstorming Máximo de idéias Inibe pensamento crítico Incentiva criatividade Folha de Verificação Seg Ter Qua Qui Sex M T M T M T M T M T Rótulo descolando // / // /// / Bolha /// // //// / / /
20 Diagrama de Causa e Efeito Causas terciárias Causas secundárias Causas primárias Espinha dorsal Característica Características (efeitos) Fatores (causas)
21 TÉCNICA DOS 5 PORQUÊS PORQUÊ? PORQUE? PORQUE? PORQUE? PORQUE? CAUSA RAIZ REINCIDÊNCIA DE PROBLEMAS
22 Gráfico de Pareto 100, ,00 50,00 25, Quantidade de defeitos Freqüência Acumulada 20 0,00 0 Gfa.s/cola Gfa.Risc. Outros Tipo de defeitos Farol de controle de defeitos: Até 85 % 85,1 % - 95 % Até 95,1 % %
23 Histograma Controle do processo Freqüê ência LIC LIE Capacidade do processo LSE LSC - 3 σ Média + 3 σ Dispersão dos dados (variabilidade)
24 Métricas Seis Sigma Ajudam a calcular geração de defeitos ou erros TIPOS BASEADAS EM DEFEITUOSOS BASEADAS EM DEFEITOS PROPORÇÃO DE DEFEITUOSOS RENDIMENTO FINAL DEFEITOS POR UNIDADE DEFEITOS POR OPORTUNIDADE DEFEITOS POR MILHÃO DE OPORTUNIDADES ESCALA SIGMA
25 Análise de Sistemas de Medição (ASM) Identificar grau de confiabilidade Auxiliar na proposição de melhorias ALTA EXATIDÃO BAIXA EXATIDÃO BAIXA PRECISÃO ALTA PRECISÃO
26 ÁRVORE DE PROBLEMAS CONVERGÊNCIA PARA 1 ÚNICO PROBLEMA EFEITO CAUSAS
27 Teste de Hipóteses Teste t, Teste z, Teste F, Qui-quadrado Correlação Linear Coeficiente de Correlação Regressão Simples e Múltipla ANOVA Anova One-way, Comparações múltiplas Projeto de Experimentos Fatorial 2 k, Bloqueamento
28 PROCESSO 3 - ANÁLISE FERRAMENTAS FLUXO TAREFAS OBSERVAÇÕES EMPREGADAS 1 DEFINIÇÃO DAS CAUSAS INFLUENTES - TEMPESTADE CEREBRAL E DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO - PERGUNTA: POR QUE OCORRE O PROBLEMA? F - FORMAÇÃO DO GRUPO DE TRABALHO: ENVOLVA TODAS AS PESSOAS QUE POSSAM CONTRIBUIR NA IDENTIFICAÇÃO DAS CAUSAS. AS REUNIÕES DEVEM SER PARTICIPATIVAS. - DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO: ANOTE O MAIOR NÚMERO POSSÍVEL DE CAUSAS. ESTABELEÇA A RELAÇÃO DE CAUSA E EFEITO ENTRE AS CAUSAS LEVANTADAS. CONSTRUA O DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO COLOCANDO AS CAUSAS MAIS GERAIS NAS ESPINHAS MAIORES E CAUSAS SECUNDÁRIAS, TERCIÁRIAS, ETC., NAS RAMIFICAÇÕES MENORES. 2 3 ESCOLHA DAS CAUSAS MAIS PROVÁVEIS (HIPÓTESES) ANÁLISE DAS CAUSAS MAIS PROVÁVEIS (VERIFICAÇÃO DAS HIPÓTESES) - IDENTIFICAÇÃO NO DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO A C F B D E - COLETAR NOVOS DADOS SOBRE AS CAUSAS MAIS PROVÁVEIS USANDO A LISTA DE VERIFICAÇÃO. - ANALISAR DADOS COLETADOS USANDO PARETO, DIAGRAMAS DE RELAÇÃO, HISTOGRAMAS, GRÁFICOS. - TESTAR AS CAUSAS 100% - CAUSAS MAIS PROVÁVEIS: AS CAUSAS ASSINALADAS NA TAREFA ANTERIOR TEM QUE SER REDUZIDAS POR ELIMINAÇÃO DAS CAUSAS MENOS PROVÁVEIS BASEADAS NOS DADOS LEVANTADOS NO PROCESSO DE OBSERVAÇÃO. APROVEITE TAMBÉM AS SUGESTÕES BASEADAS NA EXPERIÊNCIA DO GRUPO E DOS SUPERIORES HIERÁRQUICOS. BASEADO AINDA NAS INFORMAÇÕES COLHIDAS NA OBSERVAÇÃO PRIORIZE AS CAUSAS MAIS PROVÁVEIS. - CUIDADO COM EFEITOS "CRUZADOS": PROBLEMAS QUE RESULTAM DE 2 OU MAIS FATORES SIMULTÂNEOS. MAIOR ATENÇÃO NESSES CASOS. - VISITE O LOCAL ONDE ATUAM AS HIPÓTESES.COLETE INFORMAÇÕES. - ESTRATIFIQUE AS HIPÓTESES, COLETE DADOS UTILIZANDO A LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA MAIOR FACILIDADE. USE O PARETO PARA PRIORIZAR, O DIAGRAMA DE RELAÇÃO PARA TESTAR A CORRELAÇÃO ENTRE A HIPÓTESE E O EFEITO. USE O HISTOGRAMA PARA AVALIAR A DISPERSÃO E GRÁFICOS PARA VERIFICAR A EVOLUÇÃO. - TESTE AS HIPÓTESES ATRAVÉS DE EXPERIÊNCIAS. A B C D F A N? S HOUVE CONFIRMAÇÃO DE ALGUMA CAUSA MAIS PROVÁVEL? - COM BASE NOS RESULTADOS DAS EXPERIÊNCIAS SERÁ CONFIRMADA OU NÃO A EXISTÊNCIA DE RELAÇÃO ENTRE O PROBLEMA (EFEITO) E AS CAUSAS MAIS PROVÁVEIS (HIPÓTESES). N? S TESTE DE CONSISTÊNCIA DA CAUSA FUNDAMENTAL - EXISTE EVIDÊNCIA TÉCNICA DE QUE É POSSÍVEL BLOQUEAR? - O BLOQUEIO GERARIA EFEITOS INDESEJÁVEIS? - SE O BLOQUEIO É TECNICAMENTE IMPOSSÍVEL OU SE PODE PROVOCAR EFEITOS INDESEJÁVEIS (SUCATAMENTO, ALTO CUSTO, RETRABALHO, COMPLEXIDADES, ETC.) PODE SER QUE A CAUSA DETERMINADA AINDA NÃO SEJA A CAUSA FUNDAMENTAL, MAS UM EFEITO DELA. TRANSFORME A CAUSA NO NOVO PROBLEMA (F) E PERGUNTE OUTRO PORQUE VOLTANDO AO ÍNICIO DO FLUXO DESTE PROCESSO.
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