Engenharia da Qualidade I Aula 4
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- Carmem de Abreu
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1 Engenharia da Qualidade I Aula 4 Ferramentas para o Controle e Melhoria da Qualidade Prof. Geronimo Virginio Tagliaferro
2 O processo de melhoria contínua de produtos e processos envolve basicamente as seguintes etapas: Identificação dos problemas prioritários; Observação e coleta de dados; Análise e busca de causas-raízes; Planejamento e implementação das ações; Verificação dos resultados.
3 Etapas em controle de processos.
4 Para auxiliar o desenvolvimento dessas ações, foram criadas várias ferramentas, classificadas como As Sete Ferramentas da Qualidade, que compreendem: 1. estratificação; 2. folha de verificação; 3. gráfico de Pareto; 4. diagrama de causa e efeito; 5. histograma; 6. diagrama de dispersão; 7. gráfico de controle.
5 As Sete Ferramentas Gerenciais: 1. diagrama de relações; 2. diagrama de afinidades; 3. diagrama em árvore; 4. matriz de priorização; 5. matriz de relações; 6. diagrama de processo decisório (Process Decision Program Chart); 7. diagrama de atividades (diagrama de flechas). Além dessas, outras ferramentas da qualidade bastante difundidas são: 5S (Seiton arrumação, Seiri organização, Shitsuke disciplina, Seiketsu padronização e Seiso limpeza); mapeamento de processos; 5W1H (O quê, Por quê, Onde, Quando, Quem, Como).
6 Principais finalidades das ferramentas da qualidade. Classificação genérica Finalidade Identificação e priorização de problemas Identificação de dados Elaboração e implementação de soluções Verificação de resultados Ferramenta Amostragem e estratificação Folha de verificação Histograma, medidas de locação e variância Gráfico de Pareto Gráfico de tendência, gráfico de controle Mapeamento de processo Matriz de priorização Estratificação Diagrama espinha de peixe Diagrama de afinidades Diagrama de relações Relatório das três gerações (passado, presente, futuro) Diagrama árvore Diagrama de processo decisório 5W1H 5S Amostragem e estratificação Folha de verificação Histograma, medidas de locação e variância Gráfico de Pareto Gráfico de tendência, gráfico de controle
7 1 - Estratificação A estratificação consiste na divisão de um grupo em diversos subgrupos com base em características distintivas ou de estratificação. As principais causas de variação que atuam nos processos produtivos constituem possíveis fatores de estratificação de um conjunto de dados: equipamentos, insumos, pessoas, métodos, medidas e condições ambientais são fatores naturais para a estratificação dos dados.
8 Com a estratificação dos dados, objetiva-se identificar como a variação de cada um desses fatores interfere no resultado do processo ou problema que se deseja investigar. Alguns ex. bastante utilizados são: condição climática: os efeitos dos problemas (ou resultados indesejáveis) são diferentes de manhã, à tarde, à noite? turno de produção: os efeitos são diferentes quando consideramos diferentes turnos de produção? local: os efeitos são diferentes nas diferentes linhas de produção da indústria ou nas diferentes regiões do país onde o produto é comercializado? matéria-prima: são obtidos diferentes resultados dependendo do fornecedor da matéria-prima utilizada? operador: diferentes operadores estão associados a resultados distintos? A estratificação é um recurso bastante útil na fase de análise e observação de dados
9 2 - Folha de verificação A folha de verificação é usada para planejar a coleta de dados a partir de necessidades de análise de dados futuras. A coleta de dados é simplificada e organizada, eliminando-se a necessidade de rearranjo posterior dos dados. A folha de verificação consiste num formulário no qual os itens a serem examinados já estão impressos. Diferentes tipos de folha de verificação podem ser desenvolvidos
10 Os dois tipos mais empregados são: verificação para a distribuição de um item de controle de processo, com definição dos limites LIE Limite Inferior da Especificação e LSE Limite Superior da Especificação Folha de verificação de um item de controle de um processo.
11 verificação para classificação de defeitos Folha de verificação para a classificação de defeitos
12 3 - Diagrama de Pareto O Princípio de Pareto foi adaptado aos problemas da qualidade por Juran, a partir da teoria desenvolvida pelo sociólogo e economista italiano Vilfredo Pareto ( ) O Princípio de Pareto estabelece que a maior parte das perdas decorrentes dos problemas relacionados à qualidade é advinda de alguns poucos mas vitais problemas. Princípio de Pareto afirma que se forem identificados, por exemplo, 50 problemas relacionados à qualidade (percentual de itens defeituosos, retrabalho, refugo, número de reclamações de clientes, gastos com reparos de produtos dentro do prazo de garantia, ocorrências de acidentes de trabalho, atrasos na entrega de produtos etc.). A solução de apenas oito ou dez desses problemas já poderá representar uma redução de 80 ou 90% das perdas que a empresa vem sofrendo devido à ocorrência de todos os problemas existentes O Princípio de Pareto afirma também que, entre todas as causas de um problema, algumas poucas são as grandes responsáveis pelos efeitos indesejáveis desse problema.
13 O Princípio de Pareto é demonstrado através de um gráfico de barras verticais (Gráfico de Pareto) que dispõe a informação de forma a tornar evidente e visual a ordem de importância de problemas, causas e temas em geral. Exemplos. Incidência de diferentes tipos de defeitos ou problemas Custo de retrabalho de diferentes tipos de defeitos Incidência de um tipo de defeito ou problema em lotes de peças resultantes de máquinas similares
14 Incidência de um tipo de defeito ou problema em lotes de peças resultantes de diferentes turnos de produção Causas para a ocorrência de um problema Como os recursos são limitados, eles devem ser aplicados onde os benefícios advindos da eliminação de problemas seja de maior impacto. Nesse sentido, o Diagrama de Pareto é uma ferramenta importante para a priorização das ações.
15 Etapas para a construção de um Gráfico de Pareto 1. selecione os tipos de problemas ou causas que se deseje comparar, e. g., frequência de ocorrência de diferentes tipos de defeitos resultantes de um processo, ou causas para ocorrência de um problema. Essa seleção é feita através de dados coletados ou através de discussão em grupo (brainstorming); 2. selecione a unidade de comparação, por exemplo, número de ocorrências, custo etc.; 3. defina o período de tempo sobre o qual dados serão coletados, e. g., oito horas, cinco dias ou quatro semanas; 4. colete os dados no local, e. g., defeito A ocorreu 55 vezes; defeito B, 75 vezes; defeito C, 30 vezes etc.; 5. liste as categorias da esquerda para a direita no eixo horizontal na ordem de frequência de ocorrência, custo etc. decrescente; 6. acima de cada categoria, desenhe um retângulo cuja altura represente a frequência ou custo para aquela categoria; 7. do topo do mais alto retângulo, uma linha pode ser adicionada para representar a frequência cumulativa das categorias.
16 1) A Tabela abaixo apresenta a espessura de uma camada de metal sobre 100 placas de silício resultante de um processo de depósito de vapor químico (DVQ) em uma indústria de semicondutores. Construa um histograma para esses dados
17 2) Registro de defeitos encontrados em embalagens de barras de chocolate Faça o gráfico de Pareto em frequência, frequência acumulada e porcentagem e porcentagem acumulada
18 Os dados apresentados na Tabela abaixo são leituras resultantes de um processo químico em dias consecutivos (ler de cima para baixo, da esquerda para a direita). Construa um histograma para esses dados. Faça comentários sobre a forma desse histograma 94,1 87,3 94,1 92,4 84,6 85,4 93,2 84,1 92,1 90,6 83,6 86,6 90,6 90,1 96,4 89,01 85,4 91,7 91,4 95,2 88,2 88,8 89,7 87,5 88,2 86,1 86,4 86,4 87,6 84,2 86,1 94,3 85,0 85,1 85,1 85,1 95,1 93,2 84,9 84,0 89,6 90,5 90,0 86,7 87,3 93,7 90,0 95,6 92,4 83,0 89,6 87,7 90,1 88,3 87,3 95,3 90,3 90,6 94,3 84,1 86,6 94,1 93,1 89,4 97,3 83,7 91,2 97,8 94,6 88,6 96,8 82,9 86,1 93,1 96,3 84,1 94,4 87,3 90,4 86,4 94,7 82,6 96,1 86,4 89,1 87,6 91,1 83,1 98,0 84,5
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