Probabilidade e Estatística. Correlação e Regressão Linear
|
|
|
- Irene Custódio Jardim
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Probabldade e Estatístca Correlação e Regressão Lnear
2 Varáves Varável: característcas ou tens de nteresse de cada elemento de uma população ou amostra Também chamada parâmetro, posconamento, condção... Duas varáves estão relaconadas se a mudança de uma provoca a mudança na outra. Exemplo: velocdade x consumo combustível
3 Correlação Correlação entre duas varáves Quando uma delas está, de alguma forma, relaconada com a outra. Quando a alteração no valor de uma varíavel (dta ndependente) provoca alterações no valor da outra varável (dta dependente)
4 Dagramas de Dspersão Um dagrama de dspersão mostra a relação entre duas varáves quanttatvas, meddas sobre os mesmos ndvíduos. Os valores de uma varável aparecem no exo horzontal, e os da outra, no exo vertcal. Comumente, coloca-se no exo x um parâmetro Cada ndvíduo aparece como o ponto do gráfco defndo pelos valores de ambas as varáves para aquele ndvíduo
5 Exemplos Fabrcação Número de peças produzdas e número de peças defetuosas Construção Número de falhas em uma obra e a satsfação méda dos construtores Das de atraso de entrega x número de das chuvosos Fnancero Méda de tempo de atraso de pagamento e número de erros de fatura Vendas % de móves venddos na data de entrega da obra x satsfação méda dos clentes nos últmos 10 empreendmentos.
6 Exemplo - Peso x altura Peso (kg) Altura (m) 80 1, , , , , , , , , ,65 Altura Peso x Altura 1,95 1,9 1,85 1,8 1,75 1,7 1,65 1,6 1, Peso
7 Exemplo Peso x Altura Estratfcando... Peso (kg) Altura homens (m) Altura Mulheres (m) 80 1, , , , , ,65 1,90 1, , ,65 Pesos Peso x Altura (por sexo) Homens Mulheres 1,5 1,6 1,7 1,8 1,9 Alturas
8 Dcas Exo x Varável que é alterada por uma modfcação no processo (varável ndependente) Geralmente uma possível causa de um problema Exo y Varável que pode mudar de acordo com a mudança da varável em x (varável dependente) Geralmente um ndcador de qualdade ou efeto gerado por uma causa.
9 Analsando Dagramas de Dspersão Os aspectos abaxo são relevantes na análse dos Dagramas: DIREÇÃO (crescente, decrescente) FORMA (lnear, não-lnear, aglomerados) PONTOS DISCREPANTES
10 Interpretando Padrões de Dspersão Quanto maor a correlação, mas próxma de uma reta a 45 o ou 135 o será a dstrbução.
11 Interpretando Grau de Relaconamento Escala?...
12 Problemas da Análse Gráfca A análse gráfca da relação entre varáves é mportante, mas os olhos nem sempre são um bom juz da ntensdade de uma relação lnear. Os dagramas a segur lustram precsamente os mesmos dados, mas o gráfco nferor é menor em um campo mas amplo (escala dferente).
13
14 Problemas da Análse Gráfca Nossos olhos podem ser enganados por uma mudança de escalas, ou pela quantdade de espaço em branco em torno do aglomerado dos pontos. Deve-se, então, utlzar uma medda numérca para suplementar o gráfco. Coefcente de Correlação Lnear (r)
15 Coefcente de Correlação Lnear r mede o grau de relaconamento lnear entre valores emparelhados x e y em uma amostra. Mede a ntensdade e a dreção da relação lnear entre duas varáves quanttatvas. Chamado também de Coefcente de Correlação de Pearson (Karl Pearson, ).
16 Coefcente de Correção Lnear ou Coefcente de Pearson = = n xx x x S 1 ) ( = = n yy y y S 1 ) ( = = n xy y y x x S 1 ) )( ( S xx S yy Sxy r. = -1 r 1 = ) ( ) ( xx x x n S = ) ( ) ( yy y y n S ) )( (. = xy y x y x n S
17 Coefcente de Correção Lnear ou Coefcente de Pearson ( ) ( )( ) ( ) ( ) 1 1 = r y y n x x n y x y x n r
18 Interpretando o Coefcente de Correlação Lnear r sempre será um valor entre -1 r 1 Quanto mas próxmo de 1: maor correlação negatva Quanto mas próxmo de 1: maor correlação postva Quanto mas próxmo de 0: menor a correlação lnear
19 Interpretação do Valor de r valor de r correlação negatva forte correlação negatva fraca ausênca de correlação correlação postva fraca correlação postva forte
20 Propredades do Coefcente de Correlação de Pearson -1 r +1 O valor de r não vara se todos os valores de qualquer uma das varáves são convertdos para uma escala dferente. O valor de r não é afetado pela escolha de x ou y. Permutando x e y, r permanece nalterado. r: só mede a ntensdade ou grau de relaconamentos lneares. Não serve para medr ntensdade de relaconamentos nãolneares.
21
22 Ex.: Alturas e Pesos de Ursos Sberanos Comprmento (pol.) Peso (lb.) x y x.y x y 53, , , , , , , , , , , , , , , , Totas ,
23 Ex.: Alturas e Pesos de Ursos Sberanos r = r = = n n x ( x ) ( )( ) y x y ( ) x n y ( y ) 8( ) (516,5)(.176) 8(34.55,75) (516,5) = 0, , (78.50) (.176) =
24 Reta de Regressão Lnear Dferentes retas podem ser traçadas, a olho nu, e um dagrama de dspersão Cada pessoa terá uma tendênca dferente Nenhuma reta passará exatamente por todos os pontos (se a correlação não for máxma) Precsamos encontrar uma reta que esteja tão próxma dos pontos quanto possível Os erros de predção para a reta são erros em y (dreção vertcal)
25 Reta de Regressão Lnear Se um dagrama de dspersão sugere uma relação lnear, é de nteresse representar este padrão através de uma reta Usa-se o método dos mínmos quadrados para ajustar uma reta de regressão ao conjunto de pontos do dagrama A reta de regressão descreve como uma varável resposta (dependente) y vara em relação a uma varável explanatóra (ndependente) x
26 Varáves Varável resposta (y) (dependente) Mede um resultado em um estudo Varável explanatóra (x) (ndependente) Procura explcar os resultados observados Varável ndependente (x) Temperatura do forno ( o C) Quantdade de adtvo (%) Renda (R$) Memóra RAM (GB) Varável dependente (y) Resstênca mecânca da cerâmca (MPa) Octanagem da gasolna Consumo (R$) Tempo de resposta do sstema (s)
27 Defnção Dada uma coleção de dados amostras emparelhados, a segunte equação de regressão descreve a relação entre as duas varáves ŷ = α + β O gráfco da equação é chamado reta de regressão (ou reta de melhor ajuste, ou reta de mínmos quadrados) x
28 Defnção β = α = α = ŷ = α + β x ( ) ( )( ) ( ) ( ) n x x n x y x y ( )( y ) ( )( ) x x xy ( ) ( ) n x x y β n x β: coefcente angular α: ponto onde a reta ntercepta exo y
29 Exemplo Consdere um expermento em que se analsa a octanagem da gasolna (Y) em função da adção de um adtvo (X). Para sto, foram realzados ensaos com os percentuas de 1,, 3, 4, 5 e 6% de adtvo. Os resultados seguem.
30 Exemplo X Y 1 80,5 81,6 3 8,1 4 83,7 5 83,9 6 85,0 Índce de Octanagem 85,5 85,0 84,5 84,0 83,5 83,0 8,5 8,0 81,5 81,0 80,5 80, Quantdade de Adtvo (%)
31 Exemplo Calculando a equação de regressão... x y x x y 1 80,5 1 80,5 81, , 3 8,1 9 46,3 4 83, ,8 5 83, ,5 6 85, ,0 Soma 1 496, ,3 6(1754,3) (1)(496,8) 93 β = = = 6(91) (1) ,8 (0,886)(1) α = = 79,7 6 yˆ = 79,7 + 0,886x 0,886
32 Exemplo yˆ = 79,7 + 0, 886x Índce de Octanagem 85,5 85,0 84,5 84,0 83,5 83,0 8,5 8,0 81,5 81,0 80,5 80, Quantdade de Adtvo (%)
Probabilidade e Estatística. Correlação e Regressão Linear
Probabldade e Estatístca Correlação e Regressão Lnear Correlação Este uma correlação entre duas varáves quando uma delas está, de alguma forma, relaconada com a outra. Gráfco ou Dagrama de Dspersão é o
2 PROPRIEDADES ÓPTICAS
23 2 PROPRIEDADES ÓPTICAS A segur será feta uma revsão sobre as prncpas propredades óptcas de nteresse para o nosso estudo. 2.1. Luz Segundo Maxwell, a luz é uma modaldade de energa radante que se propaga
CORRELAÇÃO E REGRESSÃO
CORRELAÇÃO E REGRESSÃO Constata-se, freqüentemente, a estênca de uma relação entre duas (ou mas) varáves. Se tal relação é de natureza quanttatva, a correlação é o nstrumento adequado para descobrr e medr
Análise dos resíduos e Outlier, Alavancagem e Influência
Análse dos resíduos e Outler, Alavancagem e Influênca Dagnóstco na análse de regressão Usadas para detectar problemas com o ajuste do modelo de regressão. Presença de observações mal ajustadas (pontos
Análise de Regressão. Notas de Aula
Análise de Regressão Notas de Aula 2 Modelos de Regressão Modelos de regressão são modelos matemáticos que relacionam o comportamento de uma variável Y com outra X. Quando a função f que relaciona duas
Regressão e Correlação Linear
Probabldade e Estatístca I Antono Roque Aula 5 Regressão e Correlação Lnear Até o momento, vmos técncas estatístcas em que se estuda uma varável de cada vez, estabelecendo-se sua dstrbução de freqüêncas,
ESTATÍSTICA. na Contabilidade Revisão - Parte 2. Medidas Estatísticas
01/09/01 ESTATÍSTICA na Contabldade Revsão - Parte Luz A. Bertolo Meddas Estatístcas A dstrbução de frequêncas permte-nos descrever, de modo geral, os grupos de valores (classes) assumdos por uma varável.
Prof. Lorí Viali, Dr.
Prof. Lorí Val, Dr. [email protected] http://www.mat.ufrgs.br/~val/ 1 É o grau de assocação entre duas ou mas varáves. Pode ser: correlaconal ou expermental. Numa relação expermental os valores de uma das
Variáveis Indicadoras. Roteiro. Introdução
Varáves Indcadoras Rotero 1. Introdução 2. Varável Bnára de Intercepto 3. Varável de Interação 4. Aplcação 5. Varáves Qualtatvas com Váras Categoras 6. Referêncas Introdução Varáves Bnáras Modelo estenddo
NOÇÕES SOBRE CORRELAÇÃO E REGRESSÃO LINEAR SIMPLES
NOÇÕES SOBRE CORRELAÇÃO E REGRESSÃO LINEAR SIMPLES 1 O nosso objetvo é estudar a relação entre duas varáves quanttatvas. Eemplos:. Idade e altura das cranças.. v. Tempo de prátca de esportes e rtmo cardíaco
É o grau de associação entre duas ou mais variáveis. Pode ser: correlacional ou experimental.
Prof. Lorí Val, Dr. [email protected] http://www.mat.ufrgs.br/~val/ É o grau de assocação entre duas ou mas varáves. Pode ser: correlaconal ou expermental. Numa relação expermental os valores de uma das
b. As medidas de posição mais importantes são as medidas de tendência central. Dentre elas, destacamos: média aritmética, mediana, moda.
Meddas de Posção Introdução a. Dentre os elementos típcos, destacamos aqu as meddas de posção _ estatístcas que representam uma sére de dados orentando-nos quanto à posção da dstrbução em relação ao exo
Diagnóstico em Regressão. Rejane Sobrino Pinheiro Tania Guillén de Torres
Dagnóstco em Regressão Rejane Sobrno Pnhero Tana Gullén de Torres Dagnóstcos em Regressão Introdução Conjunto de ferramentas para análse dos resíduos, detecção de valores extremos (outlers), de pontos
Proposta de resolução da Prova de Matemática A (código 635) 21 de Junho de 2010
Proposta de resolução da Prova de Matemátca A (códgo 6 Como A e B são acontecmentos ncompatíves, 0 e Ou seja, de acordo com os dados do enuncado, 0% 0% 0% Versão : B Versão : C Como se trata de uma únca
Medidas de tendência central. Média Aritmética. 4ª aula 2012
Estatístca 4ª aula 2012 Meddas de tendênca central Ajudam a conhecer a analsar melhor as característcas de dados colhdos. Chamamos de meddas de tendênca central em decorrênca dos dados observados apresentarem
Curso de extensão, MMQ IFUSP, fevereiro/2014. Alguns exercício básicos
Curso de extensão, MMQ IFUSP, feverero/4 Alguns exercíco báscos I Exercícos (MMQ) Uma grandeza cujo valor verdadero x é desconhecdo, fo medda três vezes, com procedmentos expermentas dêntcos e, portanto,
F-328 Física Geral III
F-328 Físca Geral III Aula exploratóra- 06 UNICAMP IFGW [email protected] F328 2 o Semestre de 2013 1 Corrente elétrca e resstênca Defnção de corrente: Δq = dq = t+δt Undade de corrente: 1 Ampère =
Análise de Regressão
Análse de Regressão método estatístco que utlza relação entre duas ou mas varáves de modo que uma varável pode ser estmada (ou predta) a partr da outra ou das outras Neter, J. et al. Appled Lnear Statstcal
Regressão Múltipla. Parte I: Modelo Geral e Estimação
Regressão Múltpla Parte I: Modelo Geral e Estmação Regressão lnear múltpla Exemplos: Num estudo sobre a produtvdade de trabalhadores ( em aeronave, navos) o pesqusador deseja controlar o número desses
A esse tipo de tabela, cujos elementos não foram numericamente organizados, denominamos tabela primitiva.
Dstrbução de Frequênca Tabela prmtva ROL Suponhamos termos feto uma coleta de dados relatvos à estaturas de quarenta alunos, que compõem uma amostra dos alunos de um colégo A, resultando a segunte tabela
CÁLCULO DA DIRECTRIZ
CÁCUO DA DIRECTRIZ I - Elementos de defnção da polgonal de apoo: - Coordenadas dos vértces da polgonal (M, P ); - Dstânca entre vértces da polgonal ( d); - Rumos dos alnhamentos (ângulo que fazem com a
Y = AN α, 0 < α < 1 (1) Π = RT CT = P Y W N (2) Π/ N = α N α -1 AP W = 0. W = α P AN α -1. P = W/α AN α -1
Gabarto da Lsta 1 de Macro II 2008.01 1 a Questão a)falso, pode ocorrer que a força de trabalho cresça juntamente com o número de empregados. Se a Força de trabalho crescer mas que o número de empregados
Escola Secundária de Lousada Ficha de trabalho de Matemática do 7º ano nº Data: / / 2011 Assunto: Tratamento de dados I Lições nº, e,
Escola Secundára de Lousada Fcha de trabalho de Matemátca do 7º ano nº Data: / / 2011 Assunto: Tratamento de dados I Lções nº, e, Estatístca é um ramos da Matemátca que permte fazer um estudo de uma forma
ESTATÍSTICA APLICADA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ ASSESSORIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO EMPRESARIAL NA MODALIDADE SEMIPRESENCIAL ESTATÍSTICA APLICADA Prof. João
Associação entre duas variáveis quantitativas
Exemplo O departamento de RH de uma empresa deseja avalar a efcáca dos testes aplcados para a seleção de funconáros. Para tanto, fo sorteada uma amostra aleatóra de 50 funconáros que fazem parte da empresa
LEIS DE KIRCHHOFF EM CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA
EXPERIÊNCI 04 LEIS DE KIRCHHOFF EM CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNU 1. OBJETIVOS a) Determnar a força eletromotrz e a resstênca nterna de uma batera em um crcuto de malha únca. b) Calcular a resstênca nterna
Análise Exploratória de Dados
Análse Exploratóra de Dados Objetvos Análse de duas varáves quanttatvas: traçar dagramas de dspersão, para avalar possíves relações entre as duas varáves; calcular o coefcente de correlação entre as duas
Introdução e Organização de Dados Estatísticos
II INTRODUÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE DADOS ESTATÍSTICOS 2.1 Defnção de Estatístca Uma coleção de métodos para planejar expermentos, obter dados e organzá-los, resum-los, analsá-los, nterpretá-los e deles extrar
Regressão linear múltipla. Prof. Tatiele Lacerda
Regressão linear múltipla Prof Tatiele Lacerda Yi = B + Bx + B3X3 + u Plano de resposta E(Y i ) = 0,00 Y i i 0 (,33;,67) Y i 0 X i Xi X p i, p i 3 Modelo de regressão linear múltipla em termos matriciais,
1ª e 2ª leis da termodinâmica
1ª e 2ª les da termodnâmca 1ª Le da Termodnâmca Le de Conservação da Energa 2ª Le da Termodnâmca Restrnge o tpo de conversões energétcas nos processos termodnâmcos Formalza os concetos de processos reversíves
QUESTÕES DISCURSIVAS Módulo 01 (com resoluções)
QUESTÕES DISCURSIVAS Módulo 0 (com resoluções D (Fuvest-SP/00 Nos tens abaxo, denota um número complexo e a undade magnára ( Suponha a Para que valores de tem-se? b Determne o conjunto de todos os valores
CURVAS CARACTERÍSTICAS DE RESISTORES
EXPERIÊNCIA 02 CURVAS CARACTERÍSTICAS DE RESISTORES 1. OBJETIVOS a) Levantar curvas característcas (corrente x tensão) de resstores lneares e não lneares. b) Calcular a resstênca de um resstor metálco
TOM, SEMITOM, SUSTENIDO, BEMOL.
TOM, SEMITOM, SUSTENIDO, BEMOL. Tom e semitom (ou tono e semitono): são diferenças específicas de altura, existentes entre as notas musicais, isto é, são medidas mínimas de diferença entre grave e agudo.
Correlação e Regressão linear simples
Metodologia de Diagnóstico e Elaboração de Relatório FASHT Correlação e Regressão linear simples Prof. Cesaltina Pires [email protected] Plano da Apresentação Correlação linear Diagrama de dispersão Covariância
Plano da Apresentação. Correlação e Regressão linear simples. Correlação linear. Associação entre hábitos leitura e escolaridade.
Metodologia de Diagnóstico e Elaboração de Relatório FASHT Correlação e Plano da Apresentação Correlação linear Diagrama de dispersão Covariância Coeficiente de correlação de Pearson Teste de correlação
MÉTODO DE FIBONACCI. L, em que L
Métodos de bonacc e da Seção Aúrea Adotando a notação: MÉTODO DE IBOACCI L e L L, em que L b a, resulta a: ncal orma Recursva: ara,,, - (-a) ou ara,,, - (-b) A esta equação se assoca a condção de contorno
Estatística II Antonio Roque Aula 18. Regressão Linear
Estatístca II Antono Roque Aula 18 Regressão Lnear Quando se consderam duas varáves aleatóras ao mesmo tempo, X e Y, as técncas estatístcas aplcadas são as de regressão e correlação. As duas técncas estão
1. CORRELAÇÃO E REGRESSÃO LINEAR
1 CORRELAÇÃO E REGREÃO LINEAR Quando deseja-se estudar se exste relação entre duas varáves quanttatvas, pode-se utlzar a ferramenta estatístca da Correlação Lnear mples de Pearson Quando essa correlação
Medidas de Localização
MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS RESUMO Estatística 2 Medidas de Localização e Dispersão 10º ano Cláudia Henriques Medidas de Localização Estatísticas Medidas que se calculam a partir dos dados
Tensão, Corrente Elétrica e Resistência Elétrica
Tensão, Corrente Elétrca e Resstênca Elétrca Bblografa: Instalações Elétrcas Predas Geraldo Cavaln e Severno Cerveln Capítulo 1. Instalações Elétrcas Hélo Creder Capítulo 2. Curso de Físca Volume 3 Antôno
Coordenação de Semáforos
Paragem dos Veículos Veículos "Lbertados" Paragem dos Veículos Veículos "Lbertados" "Agrupamento " Pelotões "Agrupamento " Pelotões C O O R D E N A Ç Ã O Onda Verde... IST/ Lcencaturas em Engª Cvl & Terrtóro
Curso de Análise Estatística Comparação entre variáveis contínuas: correlação e regressão Linear
NÚCLEO DE ESTATÍSTICA E METODOLOGIA APLICADAS Desenvolvendo conhecimento para a excelência dos cuidados em saúde mental UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO Curso de Análise Estatística Comparação entre variáveis
Probabilidade: Diagramas de Árvore
Probabldade: Dagramas de Árvore Ana Mara Lma de Faras Departamento de Estatístca (GET/UFF) Introdução Nesse texto apresentaremos, de forma resumda, concetos e propredades báscas sobre probabldade condconal
ANÁLISE ESTATÍSTICA APLICADA A MODELAGEM DE MISTURAS EXPERIMENTAIS DE ARGAMASSAS PARA ASSENTAMENTO DE BLOCOS DE CONCRETO
ANÁLISE ESTATÍSTICA APLICADA A MODELAGEM DE MISTURAS EXPERIMENTAIS DE ARGAMASSAS PARA ASSENTAMENTO DE BLOCOS DE CONCRETO Fernando Pelsser (); Phlppe J. P. Gleze (); Humberto R. Roman (); Ghad Mohamad (3)
Critérios de divisibilidade em bases numéricas genéricas
Crtéros de dvsbldade em bases numércas genércas Clezo A. Braga 1 Jhon Marcelo Zn 1 Colegado do Curso de Matemátca - Centro de Cêncas Exatas e Tecnológcas da Unversdade Estadual do Oeste do Paraná Caxa
Professor Mauricio Lutz CORRELAÇÃO
Professor Maurco Lutz 1 CORRELAÇÃO Em mutas stuações, torna-se nteressante e útl estabelecer uma relação entre duas ou mas varáves. A matemátca estabelece város tpos de relações entre varáves, por eemplo,
TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA AV. FERNANDO FERRARI, 514 - GOIABEIRAS 29075-910 VITÓRIA - ES PROF. ANDERSON COSER GAUDIO FONE: 4009.7820 FAX: 4009.2823
Regressão Linear - Introdução
Regressão Lear - Itrodução Na aálse de regressão lear pretede-se estudar e modelar a relação (lear) etre duas ou mas varáves. Na regressão lear smples relacoam-se duas varáves, x e Y, através do modelo
BIOESTATÍSTICA. Parte 1 - Estatística descritiva e análise exploratória dos dados
BIOESTATÍSTICA Parte 1 - Estatística descritiva e análise exploratória dos dados Aulas Teóricas de 17/02/2011 a 03/03/2011 1.1. População, amostra e dados estatísticos. Dados qualitativos e quantitativos
t sendo x o espaço percorrido em t segundos e v i a velocidade inicial. A - Uma partícula move-se ao longo da parábola 1 x , para x>0
A- Um dado movmento no plano tem a segunte equação de movmento: r(t)=cos(t) u x +sn(t) u y em undades do Sstema Internaconal. a) Determnar a velocdade da partícula no nstante t=π segundos. b) Determnar
LINEARIZAÇÃO DE GRÁFICOS
LINEARIZAÇÃO DE GRÁFICOS Física Básica Experimental I Departamento de Física / UFPR Processo de Linearização de Gráficos O que é linearização? procedimento para tornar uma curva que não é uma reta em um
Caderno de Fórmulas. CCB, CCE e NCE - Cetip21
- Cetp21 Elaboração: Novembro/2005 Últma Atualzação: 27/05/2016 Apresentação E ste Caderno de Fórmulas tem por objetvo nformar aos usuáros a metodologa e os crtéros de precsão dos cálculos referentes às
RISCO. Investimento inicial $ $ Taxa de retorno anual Pessimista 13% 7% Mais provável 15% 15% Otimista 17% 23% Faixa 4% 16%
Análse de Rsco 1 RISCO Rsco possbldade de perda. Quanto maor a possbldade, maor o rsco. Exemplo: Empresa X va receber $ 1.000 de uros em 30 das com títulos do governo. A empresa Y pode receber entre $
PROVA DE ESTATÍSTICA & PROBABILIDADES SELEÇÃO MESTRADO/UFMG 2010/2011
Instruções: PROVA DE ESTATÍSTICA & PROBABILIDADES SELEÇÃO MESTRADO/UFMG 00/0 Cada uestão respondda corretamente vale (um) ponto. Cada uestão respondda ncorretamente vale - (menos um) ponto. Cada uestão
Matemática Básica Intervalos
Matemática Básica Intervalos 03 1. Intervalos Intervalos são conjuntos infinitos de números reais. Geometricamente correspondem a segmentos de reta sobre um eixo coordenado. Por exemplo, dados dois números
REGRESSÃO. Análise de Correlação
REGRESSÃO Linear, Não linear, simples e múltipla Análise de Correlação 2 Correlação Indica a força e a direção do relacionamento linear entre dois atributos Trata-se de uma medida da relação entre dois
Apostila de Estatística Curso de Matemática. Volume II 2008. Probabilidades, Distribuição Binomial, Distribuição Normal. Prof. Dr. Celso Eduardo Tuna
Apostla de Estatístca Curso de Matemátca Volume II 008 Probabldades, Dstrbução Bnomal, Dstrbução Normal. Prof. Dr. Celso Eduardo Tuna 1 Capítulo 8 - Probabldade 8.1 Conceto Intutvamente pode-se defnr probabldade
Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Ciências Exatas
Unversdade de São Paulo Escola Superor de Agrcultura Luz de Queroz Departamento de Cêncas Exatas Prova escrta de seleção para DOUTORADO em Estatístca e Expermentação Agronômca Nome do canddato (a): Questão
www.obconcursos.com.br/portal/v1/carreirafiscal
www.obconcursos.com.br/portal/v1/carrerafscal Moda Exercíco: Determne o valor modal em cada um dos conjuntos de dados a segur: X: { 3, 4,, 8, 8, 8, 9, 10, 11, 1, 13 } Mo 8 Y: { 10, 11, 11, 13, 13, 13,
AEP FISCAL ESTATÍSTICA
AEP FISCAL ESTATÍSTICA Módulo 11: Varáves Aleatóras ([email protected]) VARIÁVEIS ALEATÓRIAS 1. Conceto de Varáves Aleatóras Exemplo: O expermento consste no lançamento de duas moedas: X: nº de caras
Como rodar a regressão no gretl. Usando o Console para calcular elasticidade. Elasticidade. Usando o Console para calcular predição
Como rodar a regressão no gretl Alguns tópicos do gretl Usando o console: Comando: ols y const 3 Estima uma função linear usando o método de Mínimos Quadrados Ordinários. Elasticidade Intuição: resposta
MOQ-14 PROJETO e ANÁLISE de EXPERIMENTOS. Professor: Rodrigo A. Scarpel
MOQ-14 PROJETO e ANÁLISE de EPERIMENTOS Professor: Rodrgo A. Scarpel [email protected] www.mec.ta.br/~rodrgo Prncípos de cração de modelos empírcos: Modelos (matemátcos, lógcos, ) são comumente utlzados na
Incerteza e propagação de Erros em sistemas de medição. Prof. Valner Material desenvolvido com notas de aulas e
Incerteza e propagação de Erros em sstemas de medção Prof. Valner Materal desenvolvdo com notas de aulas e bblografa Incerteza de medção Documento mportante: Gude to the Epresson of Uncertant n Measurement
Nome: N.º: Endereço: Data: Telefone: PARA QUEM CURSA O 9 Ọ ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL EM 2016 Disciplina: MATEMÁTICA
Nome: N.º: Endereço: Data: Telefone: E-mail: Colégio PARA QUEM CURSA O 9 Ọ ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL EM 06 Disciplina: MATEMÁTICA Prova: DESAFIO NOTA: QUESTÃO 6 Analise cada item com atenção: I. O antecedente
Comprimento de Arco. Comprimento de Arco
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I Comprmento de Arco
Significado biológico dos parâmetros do modelo de regressão broken-line. bi-segmentado para o melhoramento genético de plantas
Pnto & Das Sgnfcado bológco dos parâmetros do modelo de regressão broken-lne b-segmentado para o melhoramento genétco de plantas Luz Roberto Martns Pnto Carlos Tadeu dos Santos Das Resumo: A avalação de
PROFMAT AV3 MA 11 2011. (1,0) (a) Prove isto: Se um número natural não é o quadrado de um outro número natural, sua raiz quadrada é irracional.
Questão 1. (1,0) (a) Prove isto: Se um número natural não é o quadrado de um outro número natural, sua raiz quadrada é irracional. (1,0) (b) Mostre que 2 + 5 é irracional. (a) Seja n N. Se p q Q é tal
Uma estimativa bayesiana aplicada aos casos notificados de hantavirose no estado do Pará via regressão logística
Uma estmatva bayesana aplcada aos casos notfcados de hantavrose no estado do Pará va regressão logístca Pâmela Tamrs Caldas Serra de Souza 1 Wagner Rogéro Ferrera Pnhero 1 Crstane Nazaré Pamplona de Souza
1.10 Sistemas de coordenadas cartesianas
7 0 Sistemas de coordenadas cartesianas Definição : Um sistema de coordenadas cartesianas no espaço é um v v conjunto formado por um ponto e uma base { } v3 Indicamos um sistema de coordenadas cartesianas
UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI NA REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS. Uma equação simplificada para se determinar o lucro de uma empresa é:
UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI A REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS Ademr José Petenate Departamento de Estatístca - Mestrado em Qualdade Unversdade Estadual de Campnas Brasl 1. Introdução Qualdade é hoje
Experiência V (aulas 08 e 09) Curvas características
Experênca (aulas 08 e 09) Curvas característcas 1. Objetvos 2. Introdução 3. Procedmento expermental 4. Análse de dados 5. Referêncas 1. Objetvos Como no expermento anteror, remos estudar a adequação de
Medidas de Dispersão e Assimetria Desvio Médio Variância Desvio Padrão Medidas de Assimetria Coeficiente de Assimetria Exemplos.
Meddas de Dspersão e Assmetra Desvo Médo Varânca Desvo Padrão Meddas de Assmetra Coefcente de Assmetra Exemplos lde 1 de 16 Meddas de Dspersão - Méda ervem para verfcação e representatvdade das meddas
Contabilometria. Aula 8 Regressão Linear Simples
Contalometra Aula 8 Regressão Lnear Smples Orgem hstórca do termo Regressão Le da Regressão Unversal de Galton 1885 Galton verfcou que, apesar da tendênca de que pas altos tvessem flhos altos e pas axos
Análise de Regressão Linear Simples III
Análise de Regressão Linear Simples III Aula 03 Gujarati e Porter Capítulos 4 e 5 Wooldridge Seção.5 Suposições, Propriedades e Teste t Suposições e Propriedades RLS.1 O modelo de regressão é linear nos
Aula 3 Função do 1º Grau
1 Tecnólogo em Construção de Edifícios Aula 3 Função do 1º Grau Professor Luciano Nóbrega 2 FUNÇÃO POLINOMIAL DO 1º GRAU Uma função polinomial do 1º grau (ou simplesmente, função do 1º grau) é uma relação
CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnilesteMG
1 CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnlesteMG Dscplna: Introdução à Intelgênca Artfcal Professor: Luz Carlos Fgueredo GUIA DE LABORATÓRIO LF. 01 Assunto: Lógca Fuzzy Objetvo: Apresentar o
Ferramentas para a Qualidade
Diagrama de processo: seu objetivo é a listagem de todas as fases do processo de forma simples e de rápida visualização e entendimento. Quando há decisões envolvidas pode-se representar o diagrama de processo
