Empresa Demo 1 PT

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Empresa Demo 1 PT500000001"

Transcrição

1 Empresa Demo 1 PT Member of Federation of Business Information Service

2 Índice Índice Introdução...3 Classificação total...4 Classificação por dimensão... 5 Quota de mercado...6 Volume de negócios líquido... 7 Valor acrescentado... 8 Resultado operacional...9 Total de capitais próprios ajustados...10 Total do balanço Número de empregados...12 Rendibilidade e eficiência...13 Rácio do valor acrescentado Margem operacional...15 Margem líquida Rendibilidade dos capitais próprios Rendibilidade dos ativos Rendibilidade do capital investido Volume de negócios por empregado Valor acrescentado por empregado Resultado operacional por empregado...22 Custos com pessoal/volume de negócios...23 Devedores/volume de negócios Índice de rotatividade de capital Consolidação Solvabilidade...27 Capital de exploração/volume de negócios Rácio de liquidez corrente Cobertura de riscos Rácio de endividamento...31 Juro médio da dívida Rácio de cobertura de juros...33 Rácio de evolução Classificação segundo as últimas contas anuais apresentadas Classificação baseada nas médias históricas...36 Responsabilidade da Faqtum Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 2

3 Introdução Introdução A presente análise oferece uma comparação setorial personalizada, na qual é o próprio cliente quem designa as empresas do seu setor com as quais quer ser comparado Este relatório é composto por uma série de rácios sobre a rendibilidade, eficiência, evolução e quota de mercado. O relatório compara o estado atual da empresa, segundo as últimas contas anuais apresentadas e as tendências dos últimos dez anos. A média sustentável dos rácios históricos da empresa é comparada com a média dos rácios históricos do conjunto de concorrentes*. No final, a empresa classifica-se dentro de cada categoria de rácios comparativamente com as restantes empresas analisadas. * No conjunto de concorrentes inclui-se a própria empresa e os restantes concorrentes citados. A evolução da quota de mercado, a proporção do resultado operacional e a proporção do valor acrescentado na rubrica de classificação segundo as últimas contas anuais apresentadas baseia-se no último exercício ordinário. No caso de as contas anuais correspondentes a determinado exercício não terem sido publicadas, o item é assinalado com um -. Comparámos a Empresa Demo 1 (PT ) com as empresas seguintes: Empresa Demo 2 (PT ) Empresa Demo 3 (PT ) Empresa Demo 4 (PT ) Empresa Demo 5 (PT ) Empresa Demo 6 (PT ) Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 3

4 Classificação total Classificação total A avaliação global das empresas classificadas baseia-se em quatro categorias: dimensão, eficiência e rendibilidade, crescimento e consolidação. Há que ter em conta que a avaliação se baseia no rendimento sustentável durante um período de longo prazo: um histórico de até 10 anos. Como é evidente, é sempre discutível se é preferível ser-se a maior empresa ou crescer rapidamente e mais do que ninguém; por outro lado, são poucos os que se opõem à ideia de que se deve ambicionar melhor eficiência e rendibilidade e, ao mesmo tempo, uma empresa bem consolidada. Isto aplica-se tanto às empresas como às economias particulares. Partindo do ponto de vista de que a maioria das empresas ambicionam crescer e, portanto, influenciar o mercado criando emprego, aumentando as receitas, etc., optámos por deixar que também estes parâmetros constituam a base da classificação total entre as empresas comparadas. Seguidamente, apresenta-se uma breve descrição da comparação entre as 6 empresas. A empresa que obteve a pontuação total mais alta foi a Empresa Demo 5, com 181 pontos de um máximo de 210. Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo... Classificação por dimensão Rendibilidade e eficiência Consolidação Rácio de evolução Pontuação total Posição O quadro mostra o posicionamento total entre as empresas comparadas, ordenadas em função da pontuação alcançada. Pode ver-se em maior detalhe como cada uma das empresas alcançou o seu lugar em cada secção dentro do seu respetivo campo de ação. Empresa Demo 1 Empresa Demo 2 Empresa Demo 3 Empresa Demo 4 Empresa Demo 5 Empresa Demo 6 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 4

5 Classificação por dimensão Classificação por dimensão A empresa com a melhor posição por dimensão, dentro da maioria das categorias foi a Empresa Demo 5. Esta empresa é a maior nas seguintes categorias: quota de mercado, volume de negócios líquido, valor acrescentado, resultado operacional, total de capitais próprios ajustados, total do balanço e número de empregados uma posição global de 42. Empresa Demo 1 pode ser considerada a segunda mais forte se for comparada do ponto de vista da dimensão. No total, o Empresa Demo 1 obtém 34 pontos, um valor mais alto do que a média das empresas comparadas, que é de 25 pontos; portanto, pode considerar-se mais forte do que as restantes empresas do conjunto da comparação, no que se refere à dimensão. Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo... Quota de mercado Volume de negócios líquido Valor acrescentado Resultado operacional Total de capitais próprios ajustados Total do balanço Número de empregados Pontuação (máx. 42) Posição O quadro expressa a posição total entre as empresas comparadas, ordenadas em função da pontuação alcançada. Empresa Demo 1 Empresa Demo 2 Empresa Demo 3 Empresa Demo 4 Empresa Demo 5 Empresa Demo 6 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 5

6 Quota de mercado (%) Quota de mercado (%) Total do volume de negócios líquido / volume de negócios líquido do conjunto de concorrentes Comparação em Empresa Demo 1 12,3 Empresa Demo 2 9,8 Empresa Demo 3 14,7 Empresa Demo 4 11,7 Empresa Demo 5 43,5 Empresa Demo 6 8, Empresa Demo 1-13,0 12,4 13,9 13,6 13,1 12,3 11,0 12,3 Empresa Demo 2-13,7 14,4 12,5 12,2 11,2 10,3 9,7 9,8 Empresa Demo 3-9,5 10,4 10,8 9,9 12,0 13,0 15,5 14,7 Empresa Demo 4-15,0 13,6 13,1 12,7 11,7 12,1 11,1 11,7 Empresa Demo 5-45,4 44,5 44,6 45,1 45,6 45,1 43,1 43,5 Empresa Demo 6-3,5 4,6 5,1 6,5 6,4 7,0 9,5 8,0 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 6

7 Volume de negócios líquido (EUR '000) Volume de negócios líquido (EUR '000) As receitas provenientes de mercadorias vendidas e serviços prestados, que fazem parte da atividade normal da empresa, deduzidos os descontos concedidos, o IVA e outros impostos diretamente ligados ao volume de negócios Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 7

8 Valor acrescentado (EUR '000) Resultado operacional + amortizações + custos com pessoal Valor acrescentado (EUR '000) Trata-se de um parâmetro que pode ser utilizado para explicar a diferença entre aquilo que a empresa obtém das mercadorias e serviços vendidos e o que a própria empresa teve de pagar por eles Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 8

9 Resultado operacional (EUR '000) Resultado operacional (EUR '000) Os resultados operacionais menos os custos operacionais são iguais ao resultado operacional. O custo operacional é, dito de outra maneira, o resultado antes das despesas financeiras, atribuições para outras provisões e impostos Empresa Demo 1 33 Empresa Demo 2 58 Empresa Demo 3 49 Empresa Demo 4 15 Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 9

10 Total de capitais próprios ajustados (EUR '000) Total de capitais próprios ajustados (EUR '000) Rubrica do balanço da empresa que consiste na diferença entre o ativo e o passivo da empresa. Também pode ser expresso da seguinte maneira: o ativo financia-se de duas maneiras: através de capitais próprios ou através de capitais alheios (passivo). A soma destes dois valores é igual ao ativo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 10

11 Total do balanço (EUR '000) O ativo total segundo o balanço, ou também, o total passivo mais capitais próprios. Total do balanço (EUR '000) Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 11

12 Número de empregados Número de empregados Empresa Demo 1 20 Empresa Demo 2 16 Empresa Demo 3 21 Empresa Demo 4 36 Empresa Demo 5 68 Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 12

13 Rendibilidade e eficiência Rendibilidade e eficiência Empresa Demo 5 é a empresa classificada no lugar mais alto no que se refere a eficiência, na maioria das categorias. Esta empresa é a melhor na seguinte categorias: margem operacional, margem líquida, rendibilidade dos capitais próprios, rendibilidade dos ativos, rendibilidade do capital investido, resultado operacional por empregado, devedores/volume de negócios e Índice de rotatividade de capital, com uma pontuação global de 66. Empresa Demo 1 pode ser considerada a empresa segunda mais fraca, se comparada do ponto de vista da rendibilidade e da eficiência. A empresa é menos eficiente/rentável em 1 categorias. No total, a Empresa Demo 1 obtém 32 pontos, valor mais baixo do que a média das empresas comparadas, que se situa nos 43 pontos; portanto, pode considerar-se mais fraca do que as restantes empresas do conjunto objeto de comparação quanto a rendibilidade e eficiência. Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo... Rácio do valor acrescentado Margem operacional Margem líquida Rendibilidade dos capitais próprios Rendibilidade dos ativos Rendibilidade do capital investido Volume de negócios por empregado Valor acrescentado por empregado Resultado operacional por empregado Custos com pessoal/volume de negócios Devedores/volume de negócios Índice de rotatividade de capital Pontuação (máx. 72) Posição O quadro apresenta a posição total entre as empresas comparadas, ordenadas em função da pontuação obtida. Empresa Demo 1 Empresa Demo 2 Empresa Demo 3 Empresa Demo 4 Empresa Demo 5 Empresa Demo 6 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 13

14 Rácio do valor acrescentado (%) (Resultado operacional + amortizações + custos com pessoal) / total de volume de negócios líquido. Rácio do valor acrescentado (%) O rácio do valor acrescentado indica o volume de negócios, uma vez deduzidos os custos externos, custos com pessoal, amortizações, custos de taxas de juro, impostos e lucros Empresa Demo 1 39,6 Empresa Demo 2 35,0 Empresa Demo 3 33,9 Empresa Demo 4 44,5 Empresa Demo 5 34,1 Empresa Demo 6 30,3 Conjunto de concorrentes 34, mediana Empresa Demo 1-49,9 50,3 37,0 42,2 44,8 40,5 41,3 39,6 41,7 Conjunto de concorrentes - 38,5 37,6 35,3 41,2 41,5 34,8 34,5 34,5 35, Empresa Demo 1-49,9 50,3 37,0 42,2 44,8 40,5 41,3 39,6 Empresa Demo 2-33,3 32,0 31,3 34,7 35,8 32,7 31,4 35,0 Empresa Demo 3 42,1 35,5 38,3 34,4 49,0 44,3 34,8 34,1 33,9 Empresa Demo 4-46,9 44,9 36,4 43,4 48,5 34,7 35,0 44,5 Empresa Demo 5 31,6 31,2 32,4 31,0 40,2 38,6 36,6 37,4 34,1 Empresa Demo 6-41,5 36,8 36,1 36,7 30,5 30,5 24,4 30,3 Conjunto de concorrentes - 38,5 37,6 35,3 41,2 41,5 34,8 34,5 34,5 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 14

15 Margem operacional (%) 100 * Resultado operacional/ total de volume de negócios líquido Margem operacional (%) Este rácio é uma medida da rendibilidade que apresenta a rendibilidade antes das receitas financeiras e das despesas. 8,0 6,0 4,0 2,0 Empresa Demo 1 2,4 Empresa Demo 2 5,1 Empresa Demo 3 2,9 Empresa Demo 4 1,1 Empresa Demo 5 6,9 Empresa Demo 6 2,9 Conjunto de concorrentes 2,9 1 8,0 6,0 4,0 2,0 mediana Empresa Demo 1-3,6 8,7 1,0 2,3 4,2 7,1 6,5 2,4 3,9 Conjunto de concorrentes - 3,3 4,1 1,8 4,5 2,9 2,4 5,2 2,9 2,9 12,0 1 8,0 6,0 4,0 2,0-2,0-4,0-6,0-8,0-1 Empresa Demo 1-3,6 8,7 1,0 2,3 4,2 7,1 6,5 2,4 Empresa Demo 2-8,2 4,2 2,2 0,3-2,0 1,3 3,9 5,1 Empresa Demo 3 5,4 2,4 4,1 1,4 9,6 7,3 2,1 7,0 2,9 Empresa Demo 4-3,0 3,4-8,3-3,9 1,6 0,6-0,8 1,1 Empresa Demo 5 2,1 1,6 3,6 3,2 8,1 7,5 8,5 10,5 6,9 Empresa Demo 6-5,0 4,8 5,0 6,8-5,0 2,7 2,9 2,9 Conjunto de concorrentes - 3,3 4,1 1,8 4,5 2,9 2,4 5,2 2,9 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 15

16 Margem líquida (%) 100 * Resultado líquido, depois de receitas e despesas financeiras / total de volume de negócios líquido Margem líquida (%) Este rácio representa o lucro obtido por cada euro faturado pela empresa, relativo às operações anuais antes de impostos, depois de cobertas todas as despesas operacionais. Este rácio não indica o valor da rendibilidade total, uma vez que não sabemos o capital que a exploração exige. 8,0 6,0 4,0 2,0 Empresa Demo 1 2,2 Empresa Demo 2 4,8 Empresa Demo 3 2,3 Empresa Demo 4 0,6 Empresa Demo 5 6,9 Empresa Demo 6 2,8 Conjunto de concorrentes 2,5 8,0 6,0 4,0 2,0 mediana Empresa Demo 1-2,6 7,6 0,4 1,9 3,9 6,7 6,2 2,2 3,3 Conjunto de concorrentes - 2,7 3,4 0,9 4,5 2,2 2,1 4,8 2,5 2,5 12,0 1 8,0 6,0 4,0 2,0-2,0-4,0-6,0-8, ,0 Empresa Demo 1-2,6 7,6 0,4 1,9 3,9 6,7 6,2 2,2 Empresa Demo 2-7,3 3,4 1,4-0,3-2,5 1,0 3,4 4,8 Empresa Demo 3 7,2 2,8 3,1 0,3 8,5 6,9 1,5 6,5 2,3 Empresa Demo 4-2,0 1,5-10,3-6,1 0,6 0,3-0,9 0,6 Empresa Demo 5 1,7 1,4 3,5 3,4 8,2 7,3 8,0 10,4 6,9 Empresa Demo 6-4,3 3,4 4,5 7,0-5,1 2,6 2,8 2,8 Conjunto de concorrentes - 2,7 3,4 0,9 4,5 2,2 2,1 4,8 2,5 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 16

17 Rendibilidade dos capitais próprios (%) 100 * resultado líquido, depois de receitas e despesas financeiras/total de capitais próprios ajustados Rendibilidade dos capitais próprios (%) Este parâmetro denomina-se por vezes rendibilidade privada. Em geral, a rendibilidade dos capitais próprios deve ser sempre igual ou superior à taxa de juro do depósito bancário mais um prémio de risco. Caso contrário, a liquidação da empresa pode ser uma alternativa melhor para os seus proprietários. 14,0 12,0 1 8,0 6,0 4,0 2,0 Empresa Demo 1 3,8 Empresa Demo 2 13,7 Empresa Demo 3 7,3 Empresa Demo 4 5,6 Empresa Demo 5 11,9 Empresa Demo 6 11,8 Conjunto de concorrentes 9,5 2 15,0 1 5,0 mediana Empresa Demo 1-5,0 14,6 1,0 3,8 7,0 11,2 9,7 3,8 6,0 Conjunto de concorrentes - 10,9 12,8 3,0 17,1 7,0 6,7 12,4 9,5 9, Empresa Demo 1-5,0 14,6 1,0 3,8 7,0 11,2 9,7 3,8 Empresa Demo 2-20,9 11,5 4,8-0,9-7,4 3,4 10,8 13,7 Empresa Demo 3 25,0 8,8 11,1 1,3 21,7 18,1 4,6 23,1 7,3 Empresa Demo 4-13,0 9,7-249, ,2-8,2 5,6 Empresa Demo 5 1 8,6 21,5 21,2 33,6 14,9 16,0 19,1 11,9 Empresa Demo 6-13,1 14,0 13,1 17,1-14,8 8,8 14,0 11,8 Conjunto de concorrentes - 10,9 12,8 3,0 17,1 7,0 6,7 12,4 9,5 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 17

18 Rendibilidade dos ativos (%) 100 * (resultado operacional + ganhos financeiros) / total de ativos Rendibilidade dos ativos (%) Esta relação expressa o rendimento proporcionado pelos ativos totais. O parâmetro utilizado não é influenciado pela compensação de quem disponibiliza o capital em questão. O parâmetro constitui um superavit do qual se paga a compensação às fontes de financiamento. 1 8,0 6,0 4,0 2,0 Empresa Demo 1 2,2 Empresa Demo 2 7,3 Empresa Demo 3 4,2 Empresa Demo 4 1,6 Empresa Demo 5 8,1 Empresa Demo 6 6,3 Conjunto de concorrentes 5,2 1 8,0 6,0 4,0 2,0 mediana Empresa Demo 1-3,4 8,6 1,3 2,4 4,4 6,5 5,7 2,2 3,9 Conjunto de concorrentes - 5,5 6,9 2,9 6,7 3,9 4,2 5,5 5,2 5,2 2 15,0 1 5,0-5, ,0-2 Empresa Demo 1-3,4 8,6 1,3 2,4 4,4 6,5 5,7 2,2 Empresa Demo 2-11,4 5,7 3,5 0,6-2,4 1,4 5,1 7,3 Empresa Demo 3 10,7 4,6 5,7 2,3 11,2 10,4 2,6 9,2 4,2 Empresa Demo 4-6,2 6,5-18,2-7,6 3,3 1,0-1,3 1,6 Empresa Demo 5 5,4 4,8 8,7 8,7 16,4 9,2 10,7 12,6 8,1 Empresa Demo 6-8,7 7,4 8,6 11,0-8,6 5,9 5,3 6,3 Conjunto de concorrentes - 5,5 6,9 2,9 6,7 3,9 4,2 5,5 5,2 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 18

19 Rendibilidade do capital investido (%) Rendibilidade do capital investido (%) 100 * (resultado operacional + receitas financeiras) / (total de ativos - passivos a que não acrescem juros) Este rácio representa a eficiência e rendibilidade da base dos investimentos de capital da empresa. A rendibilidade do capital investido deverá ser sempre mais elevada do que o nível de juros a que a empresa contrata o dinheiro emprestado; caso contrário, cada incremento dos custos dos créditos reduzirá os lucros dos acionistas. Uma variante deste rácio é a rendibilidade do capital investido médio, que mostra a rendibilidade media do capital investido suportado e repercutido durante um período de tempo. 12,0 1 8,0 6,0 4,0 2,0 Empresa Demo 1 2,6 Empresa Demo 2 10,2 Empresa Demo 3 5,7 Empresa Demo 4 5,6 Empresa Demo 5 10,6 Empresa Demo 6 11,4 Conjunto de concorrentes 8,0 12,0 1 8,0 6,0 4,0 2,0 mediana Empresa Demo 1-3,9 10,2 1,7 3,3 5,3 7,6 6,7 2,6 4,6 Conjunto de concorrentes - 10,7 10,4 5,4 9,2 8,3 5,6 10,1 8,0 8, Empresa Demo 1-3,9 10,2 1,7 3,3 5,3 7,6 6,7 2,6 Empresa Demo 2-11,7 8,9 6,6 1,1-3,4 2,1 7,4 10,2 Empresa Demo 3 27,9 8,2 10,5 4,2 16,9 12,1 3,0 13,5 5,7 Empresa Demo 4-10,6 9,1-32,6-16,4 11,3 3,6-6,3 5,6 Empresa Demo 5 13,1 10,8 23,0 24,1 25,9 11,9 14,0 17,0 10,6 Empresa Demo 6-13,3 16,6 14,8 15,1-13,2 8,8 12,8 11,4 Conjunto de concorrentes - 10,7 10,4 5,4 9,2 8,3 5,6 10,1 8,0 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 19

20 Volume de negócios por empregado (EUR '000) Total do volume de negócios líquido / número de empregados Volume de negócios por empregado (EUR '000) Esta relação é um parâmetro sobre a eficiência de uma empresa representada em números. É de destacar que, quando os preços sobem, o volume de negócios por empregado aumenta sem que o mesmo aconteça no volume de produção. Um aumento do volume de negócios por empregado costuma significar uma melhor rendibilidade se a situação salarial for relativamente estável Empresa Demo 1 71 Empresa Demo 2 71 Empresa Demo 3 81 Empresa Demo 4 37 Empresa Demo 5 74 Empresa Demo 6 92 Conjunto de concorrentes mediana Empresa Demo Conjunto de concorrentes Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Conjunto de concorrentes Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 20

21 Valor acrescentado por empregado (EUR '000) (Resultado operacional + amortizações + custos com pessoal) / número de empregados Valor acrescentado por empregado (EUR '000) Representa o valor acrescentado médio de cada empregado para cobrir os custos salariais, amortizações, despesas de financiamentos e impostos Empresa Demo 1 28 Empresa Demo 2 25 Empresa Demo 3 27 Empresa Demo 4 17 Empresa Demo 5 25 Empresa Demo 6 28 Conjunto de concorrentes mediana Empresa Demo Conjunto de concorrentes Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Conjunto de concorrentes Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 21

22 Resultado operacional por empregado (EUR '000) Resultado operacional por empregado (EUR '000) Resultado operacional / número de empregado Mostra a contribuição dos empregados para a produção de lucros. O resultado operacional representa, ainda, a contribuição dos empregados para a cobertura das despesas de financiamento da atividade Empresa Demo 1 2 Empresa Demo 2 4 Empresa Demo 3 2 Empresa Demo 4 Empresa Demo 5 5 Empresa Demo 6 3 Conjunto de concorrentes mediana Empresa Demo Conjunto de concorrentes Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Empresa Demo Conjunto de concorrentes Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 22

23 Custos com pessoal/volume de negócios (%) Custos com pessoal/volume de negócios (%) Este rácio proporciona uma imagem do nível de custos salariais da empresa comparado com empresas equivalentes do mesmo setor Empresa Demo 1 25,1 Empresa Demo 2 25,6 Empresa Demo 3 19,7 Empresa Demo 4 38,9 Empresa Demo 5 23,6 Empresa Demo 6 20,8 Conjunto de concorrentes 24, mediana Empresa Demo 1-32,8 30,1 23,0 26,1 30,3 28,1 28,4 25,1 28,2 Conjunto de concorrentes - 28,2 23,9 22,4 25,7 27,5 24,9 22,9 24,3 24, Empresa Demo 1-32,8 30,1 23,0 26,1 30,3 28,1 28,4 25,1 Empresa Demo 2-20,1 21,2 21,5 25,3 27,6 26,1 22,7 25,6 Empresa Demo 3 25,8 24,8 23,8 22,4 26,4 23,5 21,4 18,9 19,7 Empresa Demo 4-40,4 36,6 38,3 41,6 41,4 29,1 31,2 38,9 Empresa Demo 5 21,4 21,7 20,5 20,9 23,8 24,5 23,7 23,0 23,6 Empresa Demo 6-31,7 24,1 22,4 21,8 27,4 22,2 18,7 20,8 Conjunto de concorrentes - 28,2 23,9 22,4 25,7 27,5 24,9 22,9 24,3 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 23

24 Devedores/volume de negócios (%) Devedores/volume de negócios (%) Uma forma não atípica de expansão é a venda a crédito que costuma ter como resultado uma redução da qualidade dos clientes e, consequentemente, da qualidade dos devedores, ou seja, aumenta o risco da empresa ser afetada pelas perdas dos clientes, o que, por sua vez, pode influir na liquidez Empresa Demo 1 35,4 Empresa Demo 2 20,7 Empresa Demo 3 26,0 Empresa Demo 4 47,9 Empresa Demo 5 41,6 Empresa Demo 6 39,6 Conjunto de concorrentes 37, mediana Empresa Demo 1-38,1 41,8 28,9 36,1 34,9 34,1 36,1 35,4 35,7 Conjunto de concorrentes - 32,6 30,3 27,1 31,8 34,3 34,8 39,6 37,5 34, Empresa Demo 1-38,1 41,8 28,9 36,1 34,9 34,1 36,1 35,4 Empresa Demo 2-31,4 33,0 29,1 35,4 26,3 30,8 20,2 20,7 Empresa Demo 3 26,4 33,9 31,7 25,2 28,2 33,6 35,5 41,3 26,0 Empresa Demo 4-27,2 28,9 21,4 25,2 30,1 38,7 39,1 47,9 Empresa Demo 5 12,2 11,3 12,0 10,3 10,4 36,7 32,9 40,1 41,6 Empresa Demo 6-36,8 28,7 33,8 36,9 42,0 36,9 45,5 39,6 Conjunto de concorrentes - 32,6 30,3 27,1 31,8 34,3 34,8 39,6 37,5 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 24

25 Índice de rotatividade de capital Total do volume de negócio líquido / total de ativos Índice de rotatividade de capital Este rácio representa o nível de vendas em relação aos passivos e aos capitais próprios, ou seja, o grau de eficiência no aproveitamento dos ativos totais administrados pela empresa. 3,00 2,00 1,00 0 Empresa Demo 1 0,94 Empresa Demo 2 1,42 Empresa Demo 3 1,45 Empresa Demo 4 1,39 Empresa Demo 5 1,14 Empresa Demo 6 2,16 Conjunto de concorrentes 1,40 2,00 1,00 0 mediana Empresa Demo 1-0,93 0,97 1,18 0,99 1,05 0,92 0,88 0,94 0,96 Conjunto de concorrentes - 1,56 1,42 1,60 1,36 1,34 1,24 1,30 1,40 1,40 3,00 2,00 1,00 0 Empresa Demo 1-0,93 0,97 1,18 0,99 1,05 0,92 0,88 0,94 Empresa Demo 2-1,38 1,32 1,48 1,22 1,21 1,07 1,29 1,42 Empresa Demo 3 1,32 1,08 1,26 1,51 1,15 1,44 1,21 1,31 1,45 Empresa Demo 4-2,10 1,90 2,19 1,98 2,04 1,59 1,67 1,39 Empresa Demo 5 2,48 2,79 2,28 2,28 1,94 1,24 1,27 1,17 1,14 Empresa Demo 6-1,74 1,52 1,68 1,50 1,71 2,21 1,85 2,16 Conjunto de concorrentes - 1,56 1,42 1,60 1,36 1,34 1,24 1,30 1,40 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 25

26 Consolidação Consolidação A Empresa Demo 1 é a empresa que regista melhores resultados no que respeita à consolidação, ao risco e à situação em termos de juros. Esta empresa é a melhor nas seguintes categorias: capital de exploração/volume de negócios, rácio de liquidez corrente, juro médio da dívida, solvabilidade, rácio de endividamento e juro médio da dívida, e obtém uma pontuação global de 35. Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo... Solvabilidade Capital de exploração/volume de negócios Rácio de liquidez corrente Cobertura de riscos Rácio de endividamento Juro médio da dívida Rácio de cobertura de juros Pontuação (máx. 42) Posição A seguir apresenta-se a classificação geral das empresas comparadas, ordenadas por ordem de pontuação alcançada. Empresa Demo 1 Empresa Demo 2 Empresa Demo 3 Empresa Demo 4 Empresa Demo 5 Empresa Demo 6 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 26

27 Solvabilidade (%) 100 * Total de capitais próprios ajustados / total de ativos Solvabilidade (%) Este rácio indica a proporção de capitais próprios ajustados relativamente aos ativos totais. Expressa a proporção de capitais próprios relativamente aos ativos totais e a proporção de ativos da empresa financiados através capitais próprios Empresa Demo 1 54,1 Empresa Demo 2 49,5 Empresa Demo 3 44,8 Empresa Demo 4 15,1 Empresa Demo 5 65,6 Empresa Demo 6 51,2 Conjunto de concorrentes 50, mediana Empresa Demo 1-49,3 50,8 49,5 50,1 57,4 55,1 55,9 54,1 52,4 Conjunto de concorrentes - 46,3 37,1 39,5 46,0 56,2 46,6 39,0 50,3 46, Empresa Demo 1-49,3 50,8 49,5 50,1 57,4 55,1 55,9 54,1 Empresa Demo 2-48,1 38,8 41,9 40,8 40,2 33,1 40,8 49,5 Empresa Demo 3 38,2 33,9 34,9 37,1 45,1 54,9 38,2 36,9 44,8 Empresa Demo 4-33,0 29,7 9,0-2,6-2,5 21,6 19,0 15,1 Empresa Demo 5 41,5 44,5 37,6 36,1 47,0 60,5 63,1 64,0 65,6 Empresa Demo 6-56,8 36,5 57,4 61,4 59,5 66,1 37,2 51,2 Conjunto de concorrentes - 46,3 37,1 39,5 46,0 56,2 46,6 39,0 50,3 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 27

28 Capital de exploração/volume de negócios (%) Capital de exploração/volume de negócios (%) 100 * (total de ativo circulante - total de dívida a curto prazo) / total de volume de negócios líquido O capital de exploração corresponde a todos os ativos que não esteja previsto a empresa deter de forma permanente, uma vez deduzidas as dívidas cujo pagamento vença no prazo de um ano. Este rácio pode ser utilizado para avaliar as necessidades de capital operacional no caso de uma alteração planeada do volume de negócios Empresa Demo 1 24,0 Empresa Demo 2 6,5 Empresa Demo 3 10,9 Empresa Demo 4 5,1 Empresa Demo 5 31,7 Empresa Demo 6 23,0 Conjunto de concorrentes 17, mediana Empresa Demo 1-34,7 37,1 22,0 27,0 28,2 23,6 24,7 24,0 25,9 Conjunto de concorrentes - 24,0 19,1 16,1 15,9 26,5 24,1 19,8 17,0 19, Empresa Demo 1-34,7 37,1 22,0 27,0 28,2 23,6 24,7 24,0 Empresa Demo 2-31,4 16,7 7,9 6,8 8,5 6,7 0,4 6,5 Empresa Demo 3 26,4 12,7 6,4 14,0 16,5 26,5 27,5 20,3 10,9 Empresa Demo 4-16,6 26,9 18,2 15,2 19,0 1,4-0,4 5,1 Empresa Demo 5 1,1 2,0 0,5 0,7 2,6 29,0 24,7 27,8 31,7 Empresa Demo 6-35,2 21,6 28,7 25,4 26,5 25,7 19,3 23,0 Conjunto de concorrentes - 24,0 19,1 16,1 15,9 26,5 24,1 19,8 17,0 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 28

29 Rácio de liquidez corrente (%) 100 * (total de ativo circulante - inventário) / total de dívidas de curto prazo Rácio de liquidez corrente (%) Este rácio expressa a liquidez de curto prazo e deve ser comparado com o indicador do setor. Considera-se que a empresa tem uma boa liquidez se o ativo líquido for superior às dívidas de curto prazo Empresa Demo 1 182,7 Empresa Demo 2 94,1 Empresa Demo 3 110,6 Empresa Demo 4 83,0 Empresa Demo 5 254,4 Empresa Demo 6 205,5 Conjunto de concorrentes 146, mediana Empresa Demo 1-380,7 317,4 205,5 168,8 256,6 237,0 187,8 182,7 221,2 Conjunto de concorrentes - 150,5 103,8 95,7 99,0 171,4 153,5 131,9 146,7 146, Empresa Demo 1-380,7 317,4 205,5 168,8 256,6 237,0 187,8 182,7 Empresa Demo ,8 127,8 91,6 86,7 100,5 73,3 77,2 94,1 Empresa Demo 3 120,5 91,3 89,9 72,5 88,1 117,5 87,8 103,1 110,6 Empresa Demo 4-100,8 90,3 6 56,6 68,6 81,1 81,1 83,0 Empresa Demo 5 98,9 95,8 95,5 99,8 109,8 225,4 219,2 224,9 254,4 Empresa Demo 6-200,3 112,2 164,2 309,3 236,9 289,1 160,7 205,5 Conjunto de concorrentes - 150,5 103,8 95,7 99,0 171,4 153,5 131,9 146,7 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 29

30 Cobertura de riscos (%) Rendibilidade dos ativos - juro médio da dívida Cobertura de riscos (%) A diferença entre a rendibilidade dos ativos e o juro da dívida designa-se cobertura de riscos, pois indica a diminuição de rendibilidade e/ou o aumento da taxa de juro da dívida que a empresa pode assumir sem perder o seu financiamento através da dívida (por exemplo, em caso de aumento dos juros e/ou variações da rendibilidade). Uma cobertura de riscos negativa é uma situação grave, sobretudo se se mantiver ao longo de vários anos seguidos. 8,0 6,0 4,0 2,0-2,0 Empresa Demo 1 1,7 Empresa Demo 2 5,8 Empresa Demo 3 1,6 Empresa Demo 4 Empresa Demo 5 7,0 Empresa Demo 6 5,5 Conjunto de concorrentes 3,6 6,0 4,0 2,0-2,0 mediana Empresa Demo 1-0,6 5,0-1,1 1,0 3,2 5,5 4,9 1,7 2,4 Conjunto de concorrentes - 1,7 2,0-0,8 4,1 1,1 3,1 5,0 3,6 3,1 15,0 1 5,0-5, , ,0-3 Empresa Demo 1-0,6 5,0-1,1 1,0 3,2 5,5 4,9 1,7 Empresa Demo 2-7,5 2,4-0,5-2,0-4,0 0,6 3,3 5,8 Empresa Demo 3 7,7 0,5 1,0-2,4 7,1 8,9 0,4 7,5 1,6 Empresa Demo 4-1,4-2,2-27,2-16,3-0,9-0,2-1,8 Empresa Demo 5 2,0 2,0 7,2 6,0 14,7 8,3 8,5 11,1 7,0 Empresa Demo 6-4,4 1,5 4,9 9,2-9,3 5,7 5,0 5,5 Conjunto de concorrentes - 1,7 2,0-0,8 4,1 1,1 3,1 5,0 3,6 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 30

31 Rácio de endividamento (%) 100 * total de dívidas / Total de capitais próprios Rácio de endividamento (%) Este rácio representa a relação das dívidas com os capitais próprios. Como o próprio nome indica, o valor deve ser o mais baixo possível. É difícil indicar valores orientadores significativos; seja como for, é necessário realizar uma comparação profunda com os indicadores do setor Empresa Demo 1 85,0 Empresa Demo 2 102,2 Empresa Demo 3 123,4 Empresa Demo 4 564,2 Empresa Demo 5 52,3 Empresa Demo 6 95,5 Conjunto de concorrentes 98, mediana Empresa Demo 1-102,8 96,9 101,9 99,5 74,2 81,5 78,8 85,0 91,0 Conjunto de concorrentes - 116,2 169,8 154,2 112,7 74,2 121,7 157,1 98,8 116, Empresa Demo 1-102,8 96,9 101,9 99,5 74,2 81,5 78,8 85,0 Empresa Demo 2-107,8 157,7 138,7 144,9 148,9 202,5 145,3 102,2 Empresa Demo 3 161,6 194,7 186,8 169,6 122,0 82,1 161,9 171,3 123,4 Empresa Demo 4-202,6 237, , ,2 426,9 564,2 Empresa Demo 5 141,0 124,6 166,0 176,9 112,7 65,3 58,5 56,2 52,3 Empresa Demo 6-76,1 173,6 74,1 62,8 68,0 51,2 169,0 95,5 Conjunto de concorrentes - 116,2 169,8 154,2 112,7 74,2 121,7 157,1 98,8 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 31

32 Juro médio da dívida (%) 100 * total de despesas financeiras / total de dívidas Juro médio da dívida (%) O juro médio da dívida é um parâmetro das despesas num contexto de financiamento com recursos externos. Visto as despesas financeiras serem calculadas sobre a dívida total, por vezes este parâmetro é algo baixo porque nem todas as dívidas dão direito a juros, por exemplo, as contas de credores comerciais e a dívida fiscal não realizada sobre reservas não tributadas. 2,0 1,0 Empresa Demo 1 0,3 Empresa Demo 2 1,0 Empresa Demo 3 1,7 Empresa Demo 4 0,9 Empresa Demo 5 0,9 Empresa Demo 6 0,5 Conjunto de concorrentes 0,9 3,0 2,0 1,0 mediana Empresa Demo 1-1,9 2,4 1,6 0,9 0,9 0,7 0,5 0,3 0,9 Conjunto de concorrentes - 2,5 2,6 2,6 1,4 0,9 0,7 0,8 0,9 0,9 6,0 4,0 2,0 Empresa Demo 1-1,9 2,4 1,6 0,9 0,9 0,7 0,5 0,3 Empresa Demo 2-2,5 2,0 2,5 1,6 1,0 0,5 1,1 1,0 Empresa Demo 3 1,8 2,5 2,9 2,9 2,7 1,1 1,3 1,0 1,7 Empresa Demo 4-2,9 5,1 4,7 4,3 2,1 0,7 0,3 0,9 Empresa Demo 5 2,2 1,8 0,9 1,7 1,1 0,7 1,7 1,1 0,9 Empresa Demo 6-3,1 3,6 2,6 1,3 0,5 0,2 0,2 0,5 Conjunto de concorrentes - 2,5 2,6 2,6 1,4 0,9 0,7 0,8 0,9 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 32

33 Rácio de cobertura de juros (resultado operacional + receitas financeiras) / despesas financeiras Este rácio indica a capacidade da empresa para pagar as despesas de financiamento. Rácio de cobertura de juros 30 25, , ,00 0 Empresa Demo 1 13,90 Empresa Demo 2 14,27 Empresa Demo 3 4,52 Empresa Demo 4 2,11 Empresa Demo 5 27,01 Empresa Demo 6 24,32 Conjunto de concorrentes 14, , , ,00 0 mediana Empresa Demo 1-3,56 7,27 1,63 5,22 11,74 22,01 25,41 13,90 9,51 Conjunto de concorrentes - 4,21 3,92 2,00 6,46 6,64 10,86 19,82 14,09 6, Empresa Demo 1-3,56 7,27 1,63 5,22 11,74 22,01 25,41 13,90 Empresa Demo 2-8,62 4,59 2,36 0,59-4,01 4,32 7,70 14,27 Empresa Demo 3 9,48 2,80 3,06 1,26 7,70 21,64 3,16 14,22 4,52 Empresa Demo 4-3,19 1,80-4,22-1,70 1,54 1,90-5,88 2,11 Empresa Demo 5 4,27 4,86 14,90 8,19 27,20 35,39 17,40 31,60 27,01 Empresa Demo 6-6,61 3,25 7,85 22,49-39,34 112,13 52,62 24,32 Conjunto de concorrentes - 4,21 3,92 2,00 6,46 6,64 10,86 19,82 14,09 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 33

34 Rácio de evolução Rácio de evolução Optámos por tentar classificar as empresas desta análise comparativa numa perspetiva do crescimento, recorrendo a uma série de rácios de contabilidade já apresentados neste relatório e, através deles, analisar a evolução ao longo do tempo desses rácios como um quarto elemento de análise. A Empresa Demo 5 é a empresa considerada mais forte em termos de crescimento. Esta empresa é a mais forte nas seguintes categorias: tendência média da volume de negócios, tendência média do valor acrescentado, tendência média do resultado operacional, variação médio do número de empregados, tendência média do ativo total, tendência média dos capitais próprios e variação da proporção do valor acrescentado, obtendo uma pontuação global de 49. A empresa em estudo pode ser considerada a terceira mais fraca em termos de crescimento, comparativamente às outras em análise. A empresa tem a classificação mais baixa em 1 categorias. No total, a Empresa Demo 1 obtém 29 pontos, um valor mais baixo do que a média das empresas comparadas, que é de 33 pontos; pode, por isso, considerar-se mais fraca em termos de crescimento do que as outras empresas em análise. Tendência média da volume de negócios Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo Tendência média do valor acrescentado Tendência média do resultado operacional Variação médio do número de empregados Tendência média do ativo total Tendência média dos capitais próprios Variação da quota de mercado Variação da proporção do valor acrescentado Variação da proporção do resultado operacional Pontuação (máx. 54) Posição O quadro apresenta a posição total entre as empresas comparadas, ordenadas em função da pontuação obtida. Empresa Demo 1 Empresa Demo 2 Empresa Demo 3 Empresa Demo 4 Empresa Demo 5 Empresa Demo 6 Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 34

35 Classificação segundo as últimas contas anuais apresentadas Classificação segundo as últimas contas anuais apresentadas Classificação por dimensão Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo... Quota de mercado Volume de negócios líquido Valor acrescentado Resultado operacional Total de capitais próprios ajustados Total do balanço Número de empregados Pontuação (máx. 42) Posição Rendibilidade e eficiência Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo... Rácio do valor acrescentado Margem operacional Margem líquida Rendibilidade dos capitais próprios Rendibilidade dos ativos Rendibilidade do capital investido Volume de negócios por empregado Valor acrescentado por empregado Resultado operacional por empregado Custos com pessoal/volume de negócios Devedores/volume de negócios Índice de rotatividade de capital Pontuação (máx. 72) Posição Consolidação Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo... Solvabilidade Capital de exploração/volume de negócios Rácio de liquidez corrente Cobertura de riscos Rácio de endividamento Juro médio da dívida Rácio de cobertura de juros Pontuação (máx. 42) Posição Rácio de evolução Tendência média da volume de negócios Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo Tendência média do valor acrescentado Tendência média do resultado operacional Variação médio do número de empregados Tendência média do ativo total Tendência média dos capitais próprios Variação da quota de mercado Variação da proporção do valor acrescentado Variação da proporção do resultado operacional Pontuação (máx. 54) Posição Pontuação total (máx. 210) Posição total Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 35

36 Classificação baseada nas médias históricas Classificação por dimensão Classificação baseada nas médias históricas Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo... Quota de mercado Volume de negócios líquido Valor acrescentado Resultado operacional Total de capitais próprios ajustados Total do balanço Número de empregados Pontuação (máx. 42) Posição Rendibilidade e eficiência Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo... Rácio do valor acrescentado Margem operacional Margem líquida Rendibilidade dos capitais próprios Rendibilidade dos ativos Rendibilidade do capital investido Volume de negócios por empregado Valor acrescentado por empregado Resultado operacional por empregado Custos com pessoal/volume de negócios Devedores/volume de negócios Índice de rotatividade de capital Pontuação (máx. 72) Posição Consolidação Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo... Solvabilidade Capital de exploração/volume de negócios Rácio de liquidez corrente Cobertura de riscos Rácio de endividamento Juro médio da dívida Rácio de cobertura de juros Pontuação (máx. 42) Posição Rácio de evolução Tendência média da volume de negócios Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo...Empresa Demo Tendência média do valor acrescentado Tendência média do resultado operacional Variação médio do número de empregados Tendência média do ativo total Tendência média dos capitais próprios Variação da quota de mercado Variação da proporção do valor acrescentado Variação da proporção do resultado operacional Pontuação (máx. 54) Posição Pontuação total (máx. 210) Posição total Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 36

37 Responsabilidade da Faqtum Responsabilidade da Faqtum Toda a informação compilada foi obtida junto de fontes consideradas fiáveis. Contudo, não é possível garantir que a informação disponibilizada por essas fontes seja completa e exata. A Faqtum não assume qualquer responsabilidade por eventuais danos e perdas, diretos ou indiretos, de qualquer natureza, que possam resultar da utilização deste relatório da concorrência. Elaborado em por Antonio Gallego, analista. O grupo FAQTUM realiza avaliações de empresas em mais de cinquenta países. Análise da concorrência da Empresa Demo 1 (PT ) 37

Relatórios Informa D&B

Relatórios Informa D&B Relatórios Informa D&B RELATÓRIO COMPLETO Toda a informação sobre uma empresa, em comparação com o seu sector, para quem necessite de decidir com plena confiança. - Sumário executivo Novo - Avaliação de

Leia mais

Balanço e análise setorial

Balanço e análise setorial Balanço e análise setorial Data 2-3-215 Utilizador Utilizador exemplo N.º 51871 Referência Relatório de exemplo SOCIEDADE EXEMPLO, LDA NIF 123456789 DUNS 45339494 RUA BARATA SALGUEIRO, 28 3º, 4º E 5º,

Leia mais

Balanço e demonstração de resultados Plus

Balanço e demonstração de resultados Plus Balanço e demonstração de resultados Plus Data 2-3-215 Utilizador Utilizador exemplo N.º 51871 Referência Relatório de exemplo SOCIEDADE EXEMPLO, LDA NIF 123456789 DUNS 45339494 RUA BARATA SALGUEIRO, 28

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICO FINANCEIRA DA EMPRESA BOMBRIL S.A.

ANÁLISE ECONÔMICO FINANCEIRA DA EMPRESA BOMBRIL S.A. Universidade Federal do Pará Centro: Sócio Econômico Curso: Ciências Contábeis Disciplina: Análise de Demonstrativos Contábeis II Professor: Héber Lavor Moreira Aluno: Roberto Lima Matrícula:05010001601

Leia mais

ANÁLISE DE BALANÇO DAS SEGURADORAS. Contabilidade Atuarial 6º Período Curso de Ciências Contábeis

ANÁLISE DE BALANÇO DAS SEGURADORAS. Contabilidade Atuarial 6º Período Curso de Ciências Contábeis ANÁLISE DE BALANÇO DAS SEGURADORAS Contabilidade Atuarial 6º Período Curso de Ciências Contábeis Introdução As empresas de seguros são estruturas que apresentam características próprias. Podem se revestir

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC)

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) 1 de 5 31/01/2015 14:52 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) A Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) passou a ser um relatório obrigatório pela contabilidade para todas as sociedades de capital aberto

Leia mais

Contabilidade Financeira II 1G111

Contabilidade Financeira II 1G111 Introdução 1G111 Balanço da CIRES Comp.ª Industrial de Resinas Sintéticas II. Demonstração dos Fluxos de 2 Introdução Introdução Numa perspectiva estática, o Balanço evidencia as origens e as aplicações

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL AULA 06: ANÁLISE E CONTROLE ECONÔMICO- FINANCEIRO TÓPICO 01: ANÁLISE POR ÍNDICES Fonte (HTTP://WWW.FEJAL.BR/IMAGES/CURS OS/CIENCIASCONTABEIS.JPG) ANÁLISE POR INTERMÉDIO

Leia mais

Unidade IV. A necessidade de capital de giro é a chave para a administração financeira de uma empresa (Matarazzo, 2008).

Unidade IV. A necessidade de capital de giro é a chave para a administração financeira de uma empresa (Matarazzo, 2008). AVALIAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Unidade IV 7 ANÁLISE DO CAPITAL DE GIRO A necessidade de capital de giro é a chave para a administração financeira de uma empresa (Matarazzo, 2008). A administração

Leia mais

Vamos, então, à nossa aula de hoje! Demonstração de Fluxo de Caixa (2.ª parte) Método Indireto

Vamos, então, à nossa aula de hoje! Demonstração de Fluxo de Caixa (2.ª parte) Método Indireto Olá, pessoal! Aqui estou eu de novo, para continuar o assunto da aula passada: Fluxo de Caixa e Demonstração do Fluxo de Caixa. Assunto da maior importância, que está sendo cobrado nos atuais concursos

Leia mais

CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL

CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL Renara Tavares da Silva* RESUMO: Trata-se de maneira ampla da vitalidade da empresa fazer referência ao Capital de Giro, pois é através deste que a mesma pode

Leia mais

INSTITUTO ASSAF: ANÁLISE DO DESEMPENHO DOS BANCOS MÉDIOS E DOS BANCOS GRANDES

INSTITUTO ASSAF: ANÁLISE DO DESEMPENHO DOS BANCOS MÉDIOS E DOS BANCOS GRANDES INSTITUTO ASSAF: ANÁLISE DO DESEMPENHO DOS BANCOS MÉDIOS E DOS BANCOS GRANDES O Instituto Assaf comparou diversos indicadores de desempenho dos bancos grandes e dos bancos médios de 2009 a 2011. Primeiramente

Leia mais

ANEXO A à. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO. relativo ao Sistema europeu de contas nacionais e regionais na União Europeia

ANEXO A à. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO. relativo ao Sistema europeu de contas nacionais e regionais na União Europeia PT PT PT COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 20.12.2010 COM(2010) 774 final Anexo A/Capítulo 08 ANEXO A à Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO relativo ao Sistema europeu de contas nacionais

Leia mais

Interpretando a Variação da Necessidade de Capital de Giro

Interpretando a Variação da Necessidade de Capital de Giro Interpretando a Variação da Necessidade de Capital de Giro Por Carlos Alexandre Sá Neste trabalho vamos analisar um elemento importante do Fluxo das Atividades Operacionais: a necessidade de capital de

Leia mais

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira Aula 2 Gestão de Fluxo de Caixa Introdução Ao estudarmos este capítulo, teremos que nos transportar aos conceitos de contabilidade geral sobre as principais contas contábeis, tais como: contas do ativo

Leia mais

Balanço e Demonstração de Resultados. Conheça em detalhe a Avaliação de Risco. Risco Elevado SOCIEDADE EXEMPLO, LDA AVALIAÇÃO DO RISCO COMERCIAL

Balanço e Demonstração de Resultados. Conheça em detalhe a Avaliação de Risco. Risco Elevado SOCIEDADE EXEMPLO, LDA AVALIAÇÃO DO RISCO COMERCIAL Balanço e Demonstração de Resultados Data 26-6-215 SOCIEDADE EXEMPLO, LDA NIF 123456789 DUNS 45339494 RUA BARATA SALGUEIRO, 28 3º, 4º E 5º, 125-44 LISBOA TEL.: 213 5 3 FAX: 214 276 41 [email protected]

Leia mais

CAPÍTULO 2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS, IMPOSTOS, e FLUXO DE CAIXA. CONCEITOS PARA REVISÃO

CAPÍTULO 2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS, IMPOSTOS, e FLUXO DE CAIXA. CONCEITOS PARA REVISÃO Bertolo Administração Financeira & Análise de Investimentos 6 CAPÍTULO 2 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS, IMPOSTOS, e FLUXO DE CAIXA. CONCEITOS PARA REVISÃO No capítulo anterior determinamos que a meta mais

Leia mais

D&B Indicadores Setoriais

D&B Indicadores Setoriais D&B D-U-N-S : 899772800 Brasil Modelos da Construcao S/A. Sic Primário Empresa: 1629 Servs. de construcao civil. Av. Bernardino de Campos, 98-2 andar *Sic Primário Setor: 1620 Paraiso Fundação: 1990 Sao

Leia mais

ABC da Gestão Financeira

ABC da Gestão Financeira ABC da Gestão Financeira As demonstrações financeiras são instrumentos contabilísticos que reflectem a situação económico-financeira da empresa, evidenciando quantitativamente os respectivos pontos fortes

Leia mais

AS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS INDICADORES ECONÔMICO- FINANCEIROS: IMPORTANTE CONHECIMENTO NAS TOMADAS DE DECISÕES.

AS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS INDICADORES ECONÔMICO- FINANCEIROS: IMPORTANTE CONHECIMENTO NAS TOMADAS DE DECISÕES. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ UFPA INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS AS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS INDICADORES ECONÔMICO- FINANCEIROS: IMPORTANTE CONHECIMENTO

Leia mais

Resultado Líquido da Reditus aumenta 57,7% no 1º semestre de 2014

Resultado Líquido da Reditus aumenta 57,7% no 1º semestre de 2014 Resultado Líquido da Reditus aumenta 57,7% no 1º semestre de 2014 Proveitos Operacionais de 60,8 milhões de euros (+ 8,1%) EBITDA de 5,6 milhões de euros (+ 11,1%) Margem EBITDA 9,2% (vs. 8,9%) Resultado

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA UMA ANÁLISE SIMPLIFICADA

GESTÃO FINANCEIRA UMA ANÁLISE SIMPLIFICADA GESTÃO FINANCEIRA UMA ANÁLISE SIMPLIFICADA Pág. 1 Índice 1. BALANCETE... 3 2. BALANÇO... 5 3. DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS... 10 4. RESUMO... 12 Pág. 2 1. BALANCETE O balancete é um documento contabilístico

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA. Texto de Apoio 1. Análise Económica e Financeira

GESTÃO ESTRATÉGICA. Texto de Apoio 1. Análise Económica e Financeira INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS Departamento de Economia e Gestão ([email protected]) GESTÃO ESTRATÉGICA Texto de Apoio 1 à Análise Económica e Financeira Silva

Leia mais

CAP. 4b INFLUÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA

CAP. 4b INFLUÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA CAP. b INFLUÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA A influência do Imposto de renda Do ponto de vista de um indivíduo ou de uma empresa, o que realmente importa, quando de uma Análise de investimentos, é o que se ganha

Leia mais

1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira

1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA ESTGV-IPV Mestrado em Finanças Empresariais 1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira A análise baseada nos fluxos visa ultrapassar algumas das limitações

Leia mais

Poder de voto de residentes: informar o poder de voto na empresa declarante detido por residentes.

Poder de voto de residentes: informar o poder de voto na empresa declarante detido por residentes. Data Base 31.12.2010 Dados do declarante Participação no capital social do declarante Poder de voto de residentes: informar o poder de voto na empresa declarante detido por residentes. Poder de voto de

Leia mais

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 10 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 10 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos 2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos Tópicos do Estudo Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (Doar). Uma primeira tentativa de estruturar

Leia mais

UM CONCEITO FUNDAMENTAL: PATRIMÔNIO LÍQUIDO FINANCEIRO. Prof. Alvaro Guimarães de Oliveira Rio, 07/09/2014.

UM CONCEITO FUNDAMENTAL: PATRIMÔNIO LÍQUIDO FINANCEIRO. Prof. Alvaro Guimarães de Oliveira Rio, 07/09/2014. UM CONCEITO FUNDAMENTAL: PATRIMÔNIO LÍQUIDO FINANCEIRO Prof. Alvaro Guimarães de Oliveira Rio, 07/09/2014. Tanto as pessoas físicas quanto as jurídicas têm patrimônio, que nada mais é do que o conjunto

Leia mais

CRITÉRIOS / Indicadores

CRITÉRIOS / Indicadores CRITÉRIOS / Indicadores A lista de conceitos desta MELHORES E MAIORES Os valores usados nesta edição são expressos em reais de dezembro de 2014. A conversão para dólares foi feita, excepcionalmente, com

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO ASF Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões SUMÁRIO I PRODUÇÃO E CUSTOS COM SINISTROS 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

2. Operações de Venda ou de Transferência de Ativos Financeiros

2. Operações de Venda ou de Transferência de Ativos Financeiros TÍTULO : PLANO CONTÁBIL DAS INSTITUIÇÕES DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - COSIF 1 35. Instrumentos Financeiros 1. Conceitos 1 - Para fins de registro contábil, considera-se: (Res 3534 art 2º) a) instrumento

Leia mais

Análise aos dados recentes das principais empresas do sector Cordoaria e Redes

Análise aos dados recentes das principais empresas do sector Cordoaria e Redes Análise aos dados recentes das principais empresas do sector Cordoaria e Redes Gabinete de Estudos da FESETE Julho 09 1 Introdução Foi efectuada uma análise a um conjunto de empresas das indústrias de

Leia mais

31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA 31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA A demonstração de fluxos de caixa é um mapa de fluxos que releva a entradas e as saídas de caixa, durante um exercício. A Demonstração de fluxos de caixa é estruturada

Leia mais

NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária

NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária Alcance 1. Uma entidade que prepara e apresenta Demonstrações Contábeis sob o regime de competência deve aplicar esta Norma

Leia mais

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO?

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Desde a crise económica e financeira mundial, a UE sofre de um baixo nível de investimento. São necessários esforços coletivos

Leia mais

Objetivos 29/09/2010 BIBLIOGRAFIA. Administração Financeira I UFRN 2010.2 Prof. Gabriel Martins de Araújo Filho. Tópicos BALANÇO DE TAMANHO COMUM

Objetivos 29/09/2010 BIBLIOGRAFIA. Administração Financeira I UFRN 2010.2 Prof. Gabriel Martins de Araújo Filho. Tópicos BALANÇO DE TAMANHO COMUM Objetivos Administração Financeira I UFRN 2010.2 Prof. Gabriel Martins de Araújo Filho A EMPRESA NO MODELO DO BALANÇO PATRIMONIAL: análise das demonstrações financeiras Compreender a importância da padronização

Leia mais

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações

Leia mais

Unidade IV INTERPRETAÇÃO DAS. Prof. Walter Dominas

Unidade IV INTERPRETAÇÃO DAS. Prof. Walter Dominas Unidade IV INTERPRETAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Walter Dominas Conteúdo programático Unidade I Avaliação de Empresas Metodologias Simples Unidade II Avaliação de Empresas - Metodologias Complexas

Leia mais

UWU CONSULTING - SABE QUAL A MARGEM DE LUCRO DA SUA EMPRESA? 2

UWU CONSULTING - SABE QUAL A MARGEM DE LUCRO DA SUA EMPRESA? 2 UWU CONSULTING - SABE QUAL A MARGEM DE LUCRO DA SUA EMPRESA? 2 Introdução SABE COM EXATIDÃO QUAL A MARGEM DE LUCRO DO SEU NEGÓCIO? Seja na fase de lançamento de um novo negócio, seja numa empresa já em

Leia mais

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira Aula 3 Gestão de capital de giro Introdução Entre as aplicações de fundos por uma empresa, uma parcela ponderável destina-se ao que, alternativamente, podemos chamar de ativos correntes, ativos circulantes,

Leia mais

No concurso de São Paulo, o assunto aparece no item 27 do programa de Contabilidade:

No concurso de São Paulo, o assunto aparece no item 27 do programa de Contabilidade: Olá, pessoal! Como já devem ter visto, dois bons concursos estão na praça: Fiscal do ISS de São Paulo e Auditor Fiscal do Ceará. As bancas são, respectivamente, a Fundação Carlos Chagas (FCC) e a Escola

Leia mais

Financiamento a Longo Prazo. Alternativas. Capital Próprio. Prf. José Fajardo EBAPE-FGV. Ações Ordinárias Ações Preferenciais

Financiamento a Longo Prazo. Alternativas. Capital Próprio. Prf. José Fajardo EBAPE-FGV. Ações Ordinárias Ações Preferenciais Financiamento a Longo Prazo Prf. José Fajardo EBAPE-FGV Alternativas Ações Ordinárias Ações Preferenciais Debêntures Outros títulos de dívida BNDES Capital Próprio Ações autorizadas x emitidas Lucros retidos

Leia mais

EXEMPLO. Prática Financeira II Gestão Financeira

EXEMPLO. Prática Financeira II Gestão Financeira EXEMPLO Tendo em conta as operações realizadas pela empresa CACILHAS, LDA., pretende-se a elaboração da Demonstração de fluxos de caixa, admitindo que o saldo de caixa e seus equivalentes, no início de

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO ASF Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões SUMÁRIO I PRODUÇÃO E CUSTOS COM SINISTROS 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

3. Evolução do mercado segurador e dos fundos de pensões

3. Evolução do mercado segurador e dos fundos de pensões Figura 5 Evolução de empréstimos, depósitos e taxas de juro do setor bancário 3% 2% 1% % -1% -2% -3% -4% -5% -6% -7% -8% Emprés mos concedidos pelo setor bancário (variação anual) dez-1 dez-11 dez-12 dez-13

Leia mais

Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão

Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Análise Financeira Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Introdução Objectivos gerais avaliar e interpretar a

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL)

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL) PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL) Melhor método para avaliar investimentos 16 perguntas importantes 16 respostas que todos os executivos devem saber Francisco Cavalcante([email protected])

Leia mais

COMO CALCULAR E ANALISAR A CAPACIDADE DE

COMO CALCULAR E ANALISAR A CAPACIDADE DE COMO CALCULAR E ANALISAR A CAPACIDADE DE! Como calcular o fluxo de caixa! Qual a fórmula para determinar a capacidade de pagamento! Como analisar a liquidez Francisco Cavalcante ([email protected])

Leia mais

EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL

EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL A equivalência patrimonial é o método que consiste em atualizar o valor contábil do investimento ao valor equivalente à participação societária da sociedade investidora no patrimônio

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo GESTÃO FINANCEIRA MÓDULO IV Objectivo Teoria tradicional do Equilíbrio Financeiro O Fundo de Maneio Funcional e as NFM A Tesouraria Líquida Estratégias de Financiamento face ao Risco ISEG/UTL Teoria Tradicional

Leia mais

2.28. Benefícios dos Empregados

2.28. Benefícios dos Empregados . Modelo Geral do Sistema de Normalização Contabilística 179.8. Benefícios dos Empregados.8.1. Introdução O presente ponto é fundamentado na Norma Contabilística e de Relato Financeiro (NCRF) 8, e visa

Leia mais

DADOS ECONÓMICO-FINANCEIROS

DADOS ECONÓMICO-FINANCEIROS Conheça os significados dos principais termos técnicos utilizados na IGNIOS no âmbito dos: DADOS ECONÓMICO-FINANCEIROS Criação de Valor Valor criado pela empresa num período temporal (fonte: Demonstração

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9 FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9 Índice 1. Lucro presumido...3 2. Lucro real...4 2 Dentre os regimes tributários, os mais adotados são os seguintes: 1. LUCRO PRESUMIDO Regime de tributação colocado

Leia mais

2.1. Giro dos Estoques O giro dos estoques geralmente mede a atividade, ou liquidez, dos estoques da empresa. Quanto maior for o valor dos estoques, maior será a necessidade de capital de giro da empresa.

Leia mais

BALANÇO INDIVIDUAL. Dezembro 2011

BALANÇO INDIVIDUAL. Dezembro 2011 BALANÇO INDIVIDUAL ACTIVO Activo não corrente: Activos fixos tangíveis... 5 52.063,72 63.250,06 Propriedades de investimento... Goodwill... Activos intangíveis. Activos biológicos.. Participações financeiras

Leia mais

TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR) PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES

TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR) PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR) 16 Perguntas Importantes. 16 Respostas que todos os executivos devem saber. Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV. É Sócio-Diretor

Leia mais

Para poder concluir que chegamos a: a) registrar os eventos; b) controlar o patrimônio; e c) gerar demonstrações

Para poder concluir que chegamos a: a) registrar os eventos; b) controlar o patrimônio; e c) gerar demonstrações Contabilidade: é objetivamente um sistema de informação e avaliação, destinado a prover seus usuários com demonstrações e análise de natureza econômica financeira. tratar as informações de natureza repetitiva

Leia mais

EXEMPLO COMPLETO DO CÁLCULO DO FLUXO DE CAIXA COM BASE EM DEMONSTRATIVOS FINANCEIROS

EXEMPLO COMPLETO DO CÁLCULO DO FLUXO DE CAIXA COM BASE EM DEMONSTRATIVOS FINANCEIROS EXEMPLO COMPLETO DO CÁLCULO DO FLUXO DE CAIXA COM BASE EM DEMONSTRATIVOS FINANCEIROS! O pagamento de juros conjunturais! O pagamento de juros estruturais! O recebimento de dividendos! A contratação de

Leia mais

Vamos à prova: Analista Administrativo ANEEL 2006 ESAF

Vamos à prova: Analista Administrativo ANEEL 2006 ESAF Pessoal, hoje trago a prova que a ESAF realizou recentemente para o concurso de Analista da ANEEL. A prova é interessante, pois houve várias questões mal formuladas, mas que não foram anuladas pela Banca.

Leia mais

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL relativa à actividade desenvolvida durante o 1º TRIMESTRE DE 2001

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL relativa à actividade desenvolvida durante o 1º TRIMESTRE DE 2001 Banif - Banco Internacional do Funchal, SA e Grupo Banif Consolidado INFORMAÇÃO TRIMESTRAL relativa à actividade desenvolvida durante o 1º TRIMESTRE DE 2001 Banif - Banco Internacional do Funchal, SA Sociedade

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO SUMÁRIO I PRODUÇÃO E CUSTOS COM SINISTROS 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros Danos d. Automóvel II PROVISÕES TÉCNICAS E ATIVOS REPRESENTATIVOS

Leia mais

OS PLANOS POUPANÇA-REFORMA

OS PLANOS POUPANÇA-REFORMA 7 OS PLANOS POUPANÇA-REFORMA 7 OS PLANOS POUPANÇA-REFORMA As alterações no sistema de Segurança Social, bem como a importância da manutenção do nível de vida após a idade de aposentação, têm reforçado

Leia mais

CONHECIMENTOS BANCÁRIOS: - - - - - - POLÍTICA ECONÔMICA & MERCADO FINANCEIRO

CONHECIMENTOS BANCÁRIOS: - - - - - - POLÍTICA ECONÔMICA & MERCADO FINANCEIRO CONHECIMENTOS BANCÁRIOS: - - - - - - POLÍTICA ECONÔMICA & MERCADO FINANCEIRO Prof.Nelson Guerra Ano 2012 www.concursocec.com.br INTRODUÇÃO Trata-se da política utilizada pelo Governo para obter desenvolvimento

Leia mais

Contabilidade Básica

Contabilidade Básica Contabilidade Básica 2. Por Humberto Lucena 2.1 Conceito O Patrimônio, sendo o objeto da Contabilidade, define-se como o conjunto formado pelos bens, pelos direitos e pelas obrigações pertencentes a uma

Leia mais

Microentidades passam a integrar o Sistema de Normalização Contabilística (SNC) a partir de 2016

Microentidades passam a integrar o Sistema de Normalização Contabilística (SNC) a partir de 2016 Microentidades passam a integrar o Sistema de Normalização Contabilística (SNC) a partir de 2016 Foi publicado no dia 2 de junho, o Decreto-lei n.º 98/2015, que procedeu à transposição da Diretiva n.º

Leia mais

Auditor Federal de Controle Externo/TCU - 2015

Auditor Federal de Controle Externo/TCU - 2015 - 2015 Prova de Análise das Demonstrações Comentada Pessoal, a seguir comentamos as questões de Análise das Demonstrações Contábeis aplicada na prova do TCU para Auditor de Controle Externo (2015). Foi

Leia mais

número 3 maio de 2005 A Valorização do Real e as Negociações Coletivas

número 3 maio de 2005 A Valorização do Real e as Negociações Coletivas número 3 maio de 2005 A Valorização do Real e as Negociações Coletivas A valorização do real e as negociações coletivas As negociações coletivas em empresas ou setores fortemente vinculados ao mercado

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA «21. O sistema de intermediação financeira é formado por agentes tomadores e doadores de capital. As transferências de recursos entre esses agentes são

Leia mais

Contabilidade Empresarial Demonstrações Financeiras: O Balanço Patrimonial. Prof. Dr. Dirceu Raiser

Contabilidade Empresarial Demonstrações Financeiras: O Balanço Patrimonial. Prof. Dr. Dirceu Raiser Contabilidade Empresarial Demonstrações Financeiras: O Balanço Patrimonial Prof. Dr. Dirceu Raiser O Balanço Patrimonial consiste em um conjunto de informações sistematizadas. Tais informações demonstram

Leia mais

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte TEORIA DA CONTABILIDADE Como vimos em aulas passadas, a Contabilidade engloba duas funções: 1. Função Administrativa: Controla o Patrimônio mediante registro dos fatos contábeis em livros apropriados (Diário

Leia mais

Tratamento das Receitas e Despesas Financeiras

Tratamento das Receitas e Despesas Financeiras Tratamento das Receitas e Despesas Financeiras! Onde considerar a despesa financeira?! A receita financeira é ou não operacional?! Faz sentido apresentar as receitas financeiras líquidas das despesas?

Leia mais

COMO ANALISAR E TOMAR DECISÕES ESTRATÉGICAS COM BASE NA ALAVANCAGEM FINANCEIRA E OPERACIONAL DAS EMPRESAS

COMO ANALISAR E TOMAR DECISÕES ESTRATÉGICAS COM BASE NA ALAVANCAGEM FINANCEIRA E OPERACIONAL DAS EMPRESAS COMO ANALISAR E TOMAR DECISÕES ESTRATÉGICAS COM BASE NA ALAVANCAGEM FINANCEIRA E OPERACIONAL DAS EMPRESAS! O que é alavacagem?! Qual a diferença entre a alavancagem financeira e operacional?! É possível

Leia mais

Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre. 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos

Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre. 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos Contabilidade Financeira Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos 3º TESTE INTERMÉDIO NOME: NÚMERO: Atenção

Leia mais

REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09. Demonstração de Fluxo de Caixa

REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09. Demonstração de Fluxo de Caixa REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09 Demonstração de Fluxo de Caixa Demonstração de Fluxo de Caixa A partir de 28.12.2007 com a publicação

Leia mais

CONTABILIDADE NACIONAL 1

CONTABILIDADE NACIONAL 1 CONTABILIDADE NACIONAL 1 Ópticas de cálculo do valor da produção O produto de um país pode ser obtido por três ópticas equivalentes: Óptica do Produto permite-nos conhecer o valor do produto por sector

Leia mais

Introdução ao cálculo financeiro

Introdução ao cálculo financeiro Introdução ao cálculo financeiro Miguel Matias Instituto Superior Miguel Torga LICENCIATURA EM GESTÃO / 2ºANO 1ºSEM 2015/16 PROGRAMA 1. Introdução ao cálculo financeiro 2. Instrumentos financeiros de curto

Leia mais

CASA DO POVO DA ALAGOA. Demonstrações Financeiras e Anexo

CASA DO POVO DA ALAGOA. Demonstrações Financeiras e Anexo CASA DO POVO DA ALAGOA Demonstrações Financeiras e Anexo em 31 de Dezembro de 2014 BALANÇO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 RUBRICAS ACTIVO Euros DATAS 31-12-2014 31-12-2013 Activo não corrente Activos fixos

Leia mais

Relatório de Gestão. Exercício de 2014 INSTITUTO CARDIOLOGIA PREVENTIVA DE ALMADA. Audite Gestão Financeira

Relatório de Gestão. Exercício de 2014 INSTITUTO CARDIOLOGIA PREVENTIVA DE ALMADA. Audite Gestão Financeira Relatório de Gestão INSTITUTO CARDIOLOGIA PREVENTIVA DE ALMADA Audite Exercício de 2014 11-03-2015 Linda-a Velha, 11 de Março de 2015 Estimado cliente, O presente relatório pretende dar-lhe um flash da

Leia mais

Gestão Financeira. Trabalho Realizador Por: Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Beja. Tiago Conceição Nº 11903. Tiago Marques Nº 11904

Gestão Financeira. Trabalho Realizador Por: Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Beja. Tiago Conceição Nº 11903. Tiago Marques Nº 11904 Escola Superior de Tecnologia e de Beja Trabalho Realizador Por: Tiago Conceição Nº 11903 Tiago Marques Nº 11904 Paulo Martins Nº 11918 Ruben Estrela Nº 11905 Leonel Fontes Nº 11908 Miguel Baia Nº 11915

Leia mais

AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ):

AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ): Contabilidade Gerencial e Controladoria Prof. Oscar Scherer Dia 23/03/2012. AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ): Parte importante da administração financeira, devendo

Leia mais

INVESTIMENTO A LONGO PRAZO 1. Princípios de Fluxo de Caixa para Orçamento de Capital

INVESTIMENTO A LONGO PRAZO 1. Princípios de Fluxo de Caixa para Orçamento de Capital 5 INVESTIMENTO A LONGO PRAZO 1. Princípios de Fluxo de Caixa para Orçamento de Capital 1.1 Processo de decisão de orçamento de capital A decisão de investimento de longo prazo é a decisão financeira mais

Leia mais

ANÁLISE DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

ANÁLISE DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Unidade II ANÁLISE DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Prof. Jean Cavaleiro Introdução Essa unidade tem como objetivo conhecer a padronização das demonstrações contábeis. Conhecer os Índices Padrões para análise;

Leia mais

Boletim Econômico Edição nº 89 novembro de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico

Boletim Econômico Edição nº 89 novembro de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Boletim Econômico Edição nº 89 novembro de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Crise não afeta lucratividade dos principais bancos no Brasil 1 Lucro dos maiores bancos privados

Leia mais

Aula 12. Definição do Orçamento do Plano de Marketing. Profa. Daniela Cartoni

Aula 12. Definição do Orçamento do Plano de Marketing. Profa. Daniela Cartoni Aula 12 Definição do Orçamento do Plano de Marketing Profa. Daniela Cartoni Orçamento do Plano de Marketing Em paralelo ao plano de ação, é necessário que a empresa constitua um orçamento de apoio. Na

Leia mais

Contabilidade II Licenciatura em Economia Ano Lectivo 2007/2008. Contabilidade II. CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A. 2005

Contabilidade II Licenciatura em Economia Ano Lectivo 2007/2008. Contabilidade II. CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A. 2005 Contabilidade II II. Demonstração dos Fluxos de Caixa Introdução CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A. 2005 2004 2005 2004 ACTIVO AB AA AL AL CAP. PRÓPRIO E PASSIVO Imobilizado Capital próprio Imob.

Leia mais

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Unidade II FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Objetivos Ampliar a visão sobre os conceitos de Gestão Financeira; Conhecer modelos de estrutura financeira e seus resultados; Conhecer

Leia mais

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC Contabilidade Avançada Demonstração dos Fluxos de Caixa DFC Prof. Dr. Adriano Rodrigues Normas Contábeis: No IASB: IAS 7 Cash Flow Statements No CPC: CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa Fundamentação

Leia mais

LEITURA COMPLEMENTAR UNIDADE II

LEITURA COMPLEMENTAR UNIDADE II LEITURA COMPLEMENTAR UNIDADE II A leitura complementar tem como objetivo reforçar os conteúdos estudados e esclarecer alguns assuntos que facilitem a compreensão e auxiliem na elaboração da atividade.

Leia mais

REC 3600 Finanças 1 primeira prova

REC 3600 Finanças 1 primeira prova REC 3600 Finanças primeira prova Roberto Guena de Oliveira Setembro de 204 Nome Gaba² to nº usp:. Em um mundo com apenas duas datas, uma investidora dispõe de R$60 no ano corrente e pode fazer o li investimento

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Demonstração de Fluxos de Caixa

GESTÃO FINANCEIRA. Demonstração de Fluxos de Caixa GESTÃO FINANCEIRA MÓDULO VIII Objectivo Comparação com a Demonstração de Resultados Métodos de Cálculo Rácios baseados nos fluxos de caixa Documento que mostra a variação das disponibilidades entre dois

Leia mais

Métricas empresariais

Métricas empresariais Métricas empresariais 1 Índice 1. Lista de Indicadores Setoriais Pág. 4 2. Métricas de Marketing Geral Pág. 5. Métricas de Propaganda Pág. 4. Métricas de Promoção Pág. 7 5. Métricas de Distribuição Pág.

Leia mais

Conceito de Contabilidade

Conceito de Contabilidade !" $%&!" #$ "!%!!&$$!!' %$ $(%& )* &%""$!+,%!%!& $+,&$ $(%'!%!-'"&!%%.+,&(+&$ /&$/+0!!$ & "!%!!&$$!!' % $ $(% &!)#$ %1$%, $! "# # #$ &&$ &$ 0&$ 01% & $ #$ % & #$&&$&$&* % %"!+,$%2 %"!31$%"%1%%+3!' #$ "

Leia mais

Empresas de Capital Fechado, ou companhias fechadas, são aquelas que não podem negociar valores mobiliários no mercado.

Empresas de Capital Fechado, ou companhias fechadas, são aquelas que não podem negociar valores mobiliários no mercado. A Ação Os títulos negociáveis em Bolsa (ou no Mercado de Balcão, que é aquele em que as operações de compra e venda são fechadas via telefone ou por meio de um sistema eletrônico de negociação, e onde

Leia mais

REQUERIMENTO N.º, DE 2.006 ( Dep. BABÁ)

REQUERIMENTO N.º, DE 2.006 ( Dep. BABÁ) REQUERIMENTO N.º, DE 2.006 ( Dep. BABÁ) Solicita ao Ministério da Fazenda o atendimento do requerimento 3513/2005 que solicita informações sobre os detentores dos títulos da dívida Interna Pública Federal.

Leia mais

1. PÚBLICO-ALVO: O fundo é destinado a investidores em geral que pretendam buscar investimentos com rentabilidade superior ao CDI.

1. PÚBLICO-ALVO: O fundo é destinado a investidores em geral que pretendam buscar investimentos com rentabilidade superior ao CDI. LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS HEDGE CLASSIQUE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO LONGO PRAZO CNPJ/MF: Informações referentes a Dezembro de 2014 Esta lâmina contém um resumo das informações

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL AULA 03: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS TÓPICO 03: ORIGEM E EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA QUALIDADE A DRE tem por objetivo evidenciar a situação econômica de uma empresa,

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais CONTABILIDADE FINANCEIRA II

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais CONTABILIDADE FINANCEIRA II CONTABILIDADE FINANCEIRA II Equipa Docente: Data: 28 de Março de 2007 Cristina Neto de Carvalho Duração: 2 horas e 30 minutos Gioconda Magalhães Sílvia Cortês Joana Peralta Sofia Pereira Luiz Ribeiro 1ª

Leia mais