X Encontro Nacional de Economia da Saúde: Panorama Econômico e Saúde no Brasil. Porto Alegre, 27 de outubro de 2011.
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- Milton Vasques Álvares
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1 X Encontro Nacional de Economia da Saúde: Panorama Econômico e Saúde no Brasil Porto Alegre, 27 de outubro de 2011.
2 Brasil esteve entre os países que mais avançaram na crise Variação do PIB, em % média anual * Estatísticas World Economic Outlook (abril de 2011). Fonte: FMI Elaboração: Ministério da Fazenda 2
3 Perspectiva de crescimento de países selecionados * *Fonte: FMI World Economic Outlook (Set/2011) Elaboração: Ministério da Fazenda 3
4 Crescimento da taxa de investimento no Brasil Investimento FBCF ( % do PIB) ,1 18,4 19, ,3 16,1 15,9 16,4 17,4 16, ** 4
5 Crescimento dos investimentos em infraestrutura Investimentos em Infraestrutura (R$ bilhões e %) 5
6 Dívida Pública cai (%) PIB Dívida Líquida do Setor Público 65,0% 60,0% 60,4% 55,0% 54,8% 50,0% 45,0% 50,6% 48,4% 47,3% 45,5% 42,8% 40,0% 38,5% 40,2% 39,2% 35,0% 30,0% * Fonte: Banco Central Elaboração: ASSEC/STN (*)Posição de agosto de
7 US$ bilhões Dívida Externa Líquida Brasil se torna credor internacional líquido ,0 151,0 135,7 Brasil Devedor - Dívida Externa Total supera Haveres Internacionais ,1 74, * -11,9 Brasil Credor - Haveres Internacionais superam a Dívida Externa Total -27,7-61,8-50,6-69,6 Fonte: Banco Central Elaboração: ASSEC/STN (*)Posição de agosto de
8 R$ bilhões Criação de emprego auxilia no balanço da Previdência Social % PIB Em julho de 2011, o déficit da Previdência Social decresceu para 0,96% do PIB. O aumento da arrecadação e a formalização no mercado de trabalho são os fatores mais importantes para esse desempenho, ajudado, também, pela maior restrição para concessão de novas aposentadorias e rigor das perícias médicas de auxílio-doença. Contribuintes da Previdência Social registra percentual recorde de 69,3% da população em julho de ,9% 75 55, ,0% 1,2% 1,6% 1,6% 146,0 125,8 107,1 108,4 93,8 65,8 75,3 88,0 80,7 71,0 62,5 1,7% 1,8% 123,5 165,6 1,7% 1,2% 224,9 1,2% 185,3 199,6 182,0 212,0 163,4 140,4 1,3% 313,9 276,9 266,3 254,9 240,1 0,90% 1,05% * 2012 (PLOA) Arrecadação Previdenciária Benefícios Previdenciários Déficit Previdenciário (% PIB) * Projeções Decreto de Programação Orçamentária e Financeira nº 7.558/2011 Fonte: STN/MF Elaboração: STN (*)Acumulado em 12 meses até julho de ,0% 1,8% 1,6% 1,4% 1,2% 1,0% 0,8% 0,6% 0,4% 0,2% 0,0% 8
9 Criação de empregos mantém taxa de desemprego baixa EMPREGO FORMAL: CRIAÇÃO DE NOVOS POSTOS (Acumulado jan-dez de cada ano - em milhares) Fonte: CAGED/MTE Elaboração: ASSEC/STN 9
10 Proporção de empregos formais continua a crescer A taxa de formalização atingiu 53% em julho de 2011, o mais alto nível registrado pela nova metodologia da Pesquisa Mensal de Emprego (PME). De 2003 a 2010 o Brasil criou 12,9 milhões de empregos 10
11 A dinâmica da taxa de desemprego Taxa de Desemprego (%) 11
12 Gasto Social: Evolução dos gastos com educação R$ milhões (%) PIB Gastos da União na Função Educação ,2% ,2% ,8% 0,8% 0,8% ,7% 0,8% 0,7% ,4% 1,2% 1,0% 0,8% 0,6% 0,4% 0,2% * 0,0% Fonte:STN Elaboração: ASSEC/STN 12
13 Educação: Comparativo Brasil X Países da OCDE Despesa total com Educação (% PIB) 5,53 5,49 5,66 5,20 A razão Brasil/média OCDE sai de 66,8% em 1995 para 91,9% em ,70 3, Média OCDE Brasil Fonte: OCDE/Education at a Glance 2010 Elaboração: ASSEC/STN 13
14 Redução da desigualdade de renda e da pobreza Distribuição da Renda Índice de Gini 14
15 Pobreza caiu 52% em 8 anos O Brasil antecipou em oito anos as Metas de Desenvolvimento do Milênio, estabelecidas em 1990, pelas Nações Unidas, para a redução da pobreza pela metade em No período compreendido entre 2003 e 2010, a pobreza foi reduzida em 52% 15
16 Participação do rendimento do trabalho na Renda Nacional Entre 2004 e 2010 a participação do rendimento do trabalho na renda nacional aumentou 14,8%. O grau de desigualdade na distribuição pessoal da renda do trabalho foi reduzido em 10,7% no mesmo período. Evolução do índice de Participação do Rendimento do Trabalho na Renda Nacional (1960 = 100) 14,8% Fonte : IPEA Elaboração: ASSEC/STN 16
17 Formação do mercado de consumo de massa Aumenta participação das classes A/B e C, e reduz-se a participação das classes D e E. Em % da população* 17
18 Panorama Geral sobre a Saúde no Brasil
19 R$ bilhões Investimentos na Saúde Para a União a aplicação mínima para a saúde corresponde aos valores empenhados no ano anterior corrigidos pela variação do PIB nominal Crescimento Real dos Recursos Mínimos Aplicados em Saúde Total empenhado /2010 = + 14,6% 71,0 16,0% 14,0% /2003 = + 78,5% 61,9 62,0 12,0% /2003 = + 55,8% 47,4 50,3 52,3 54,1 10,0% 8,0% 6,0% 45 39,8 44,2 4,0% 40 2,0% 35 0,0% * -2,0% Fonte: SIAFI STN Elaboração: ASSEC/ STN *- Previsão STN OBS: Valores corrigidos pelo IPCA para final
20 R$ Bilhões Investimentos na Saúde Os Estados têm que aplicar 12% das receitas orçamentárias em Saúde 60,0 50,0 Crescimento Real dos Recursos Aplicados* pelos Estados na Função Saúde Total empenhado 2010/2003 = + 91,7% 11,1% 46,9 10,7% 40,0 42,3 8,2% 38,2 21,4% 35,3 30,0 29,1 6,4% 3,6% 7,7% 55,7 53,8 49,9 20,0 10,0 0, Fonte: STN/ Consolidação das Contas Públicas Elaboração: ASSEC/ STN * Valores corrigidos pelo IPCA para final de
21 R$ Bilhões Investimentos na Saúde Os Municípios têm que aplicar 15% das receitas orçamentárias em Saúde Crescimento dos Recursos Aplicados* pelos Municípios na Função Saúde Total empenhado 70,0 10,1% 67,0 30,0% 60,0 2010/2003 = + 90,9% 5,0% 12,7% 60,8 25,0% 50,0 27,0% 51,4 54,0 20,0% 40,0 30,0 35,1-3,0% 20,4% -1,3% 34,0 33,6 40,4 15,0% 10,0% 20,0 5,0% 10,0 0,0% 0, Fonte: STN/ Consolidação das Contas Públicas Elaboração: ASSEC/ STN * Valores corrigidos pelo IPCA para final de ,0% 21
22 Investimentos na Saúde R$ bilhões Crescimento dos Recursos Aplicados na Função Saúde Total empenhado 46% 184,7 176, , /2003 = +77,8% 150,6 67,0 60, ,1 54,0 119,2 51, ,5 103,9 40, ,6 34,0 53,8 55,7 35, ,9 46,9 42,3 38, ,3 29, ,9 62,0 39,8 44,2 47,4 50,3 52,3 54, União Estados Municípios Fonte: STN/ Consolidação das Contas Públicas e COFIN Elaboração: ASSEC/ STN * Valores corrigidos pelo IPCA para final de
23 Principais Políticas de Saúde Pública Transferências fundo a fundo Valores Transferidos pela União aos Estados e Municípios (em R$ milhões*) Ano Atenção Básica Média e Alta Complexidade Vigilância em Saúde Assistência Farmacêutica Gestão do SUS Farmácia Popular Investimentos Total Crescimento 2002/ % 139% 44% 179% 1118% % Fonte: Ministério da Saúde /Sala de Situação Elaboração: ASSEC/ STN *Valores corrigidos pelo IPCA para final de
24 Principais Políticas de Saúde Pública Transferências fundo a fundo 66% dos recursos transferidos pela União para Estados e Municípios em 2010 destinaram-se à cobertura de procedimentos de média e alta complexidades. 22% dos recursos transferidos destinaram-se à atenção básica à saúde, sendo que o Programa de Saúde da Família é a principal política neste grupo % 314 1% % 307 1% 458,52 1% % % Atenção Básica Média e Alta Complexidade Vigilância em Saúde Assistência Farmacêutica Gestão do SUS Farmácia Popular Investimentos Fonte: Ministério da Saúde / Sala de Situação Elaboração: ASSEC/ STN OBS: Valores corrigidos pelo IPCA para final de
25 Despesas Orçamentárias Orçamento (Despesas ) PLOA 2012 (Discricionárias) Fonte: Ministério do Planejamento Elaboração: STN 25
26 Comparativo Internacional dos Dispêndios em Saúde (%) PIB 17,0 15,0 13,0 No Brasil os dispêndios em saúde passaram de 7% para 9% do PIB entre 2003 e ,6 16,2 11,0 10,7 9,0 7,0 5,0 9,5 8,3 9,5 7,0 9,0 7,5 8,3 4,84,6 4,6 4,2 6,5 5,8 7,8 9,4 5,65,4 3,0 Países Argentina Brasil Chile China Índia México Reino Zona Euro* Unido Rússia USA Fonte: World Health Organization/ONU *Considera Alemanha, Espanha, França, Grécia, Holanda, Itália e Portugal. OBS: Considera o gasto total em saúde (público e privado) 26
27 Origem Pública X Origem Privada (em 2009) 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 24,06 73,06 33,6 66,4 No Brasil os 54,3 52,6 49,7 gastos em 67,2 saúde passaram de 7% do PIB em 2003 para 45,7 47,4 50,3 9% em ,8 51,7 48,3 16,4 83,6 35,6 64,4 51,4 48,6 10% 0% Países Zona Euro Argentina Brasil Chile China Índia México Reino Unido Rússia USA Público Privado Fonte: World Health Organization/ONU *Considera Alemanha, Espanha, França, Grécia, Holanda, Itália e Portugal. 27
28 Grupo dos 20% mais pobres da população no Brasil 90% 80% 70% 77,9% 85,1% 87,5% SUS é o grande financiador dos atendimentos de saúde para setores menos favorecidos da população; 60% 50% No período avaliado, houve expansão de 12,3%. 40% 30% 20% 10% 2,9% 2,6% 3,7% 4,7% 4,6% 6,6% 0% SUS Planos de Saúde Privados Desembolso Pessoal Fonte: RADIS, nº 96. Dados PNAD/IBGE. 28
29 Atendimentos financiados pelo SUS 70% 65% 66,4% 66,7% 61,6% 68,7% 68,6% SUS tem preponderância no financiamento à saúde nas regiões mais pobres do Brasil Indutor da redução das desigualdades regionais 60% 55% 50% 56,7% 51,0% 49,9% 50,1% 53,2% 53,5% 56,2% 56,2% 54,9% 49,1% 56,8% 56,5% 45% 41,8% 40% 35% 30% Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Fonte: RADIS, nº 96. Dados PNAD/IBGE. 29
30 Grupo dos 20% mais ricos da população no Brasil 70% 60% 57,7% 60,1% 55,9% 50% 40% 30% Crescimento de 36,2% do SUS 19,1% 20,3% 26,8% 26,0% 30,8% 20% 14,9% 10% 0% SUS Planos de Saúde Privados Desembolso Pessoal Fonte: RADIS, nº 96. Dados PNAD/IBGE. 30
31 Pessoas com Planos de Saúde no Brasil, por Região Demográfica 40% 35% 30% 25% 33,3% 32,9% 35,6% 25,3% 30,0% 27,9% 25,9% 24,7% 24,6% 24,5% 24,6% 22,5% 20% 15% 17,0% 14,8% 13,3% 13,2% 12,4% 12,1% 10% 5% 0% Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Fonte: RADIS, nº 96. Dados PNAD/IBGE. 31
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