ANÁLISE DE BALANÇOS MÓDULO 1
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- Flávio Valente Neves
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1 ANÁLISE DE BALANÇOS MÓDULO 1
2 Índice Análise Vertical e Análise Horizontal Introdução Objetivos e técnicas de análise Análise vertical Cálculos da análise vertical do balanço patrimonial Comentários sobre a análise vertical no balanço patrimonial Cálculos da análise vertical na demonstração do resultado do exercício Comentários sobre a análise vertical na demonstração de resultado do exercício Análise horizontal Cálculos da análise horizontal do balanço patrimonial Comentários sobre a análise horizontal no balanço patrimonial Cálculos da análise horizontal na demonstração do resultado do exercício. Quadro II Comentários sobre a análise horizontal na demonstração de resultado do exercício Análise horizontal e a inflação
3 ANÁLISE VERTICAL E ANÁLISE HORIZONTAL 1. INTRODUÇÃO A expressão análise de balanços é tecnicamente perfeita, e também a mais utilizada, embora a expressão mais adequada seja análise das demonstrações financeiras, uma vez que todas as demonstrações financeiras são objeto de análise, não somente o balanço patrimonial. Neste estudo, abordaremos a análise de apenas dois demonstrativos contábeis, o balanço patrimonial e a demonstração do resultado do exercício. Entretanto, para que possamos melhor aplicar as técnicas de análise, é necessário conhecermos a estrutura desses dois demonstrativos contábeis. Apenas mostraremos essa estrutura, sem nos aprofundarmos em maiores detalhes, por ser a estrutura do balanço patrimonial e da demonstração do resultado do exercício objeto de estudo de disciplina adiante em nosso curso Contabilidade Intermediária. A palavra estrutura significa forma de apresentação, ou seja, como o balanço patrimonial e a demonstração do resultado do exercício devem ser apresentados a seus usuários. Para uniformizar essa forma de apresentação, as Leis nº 6.404/76 e nº definiram essa estrutura. Ou seja: Para o balanço patrimonial, a estrutura legal é definida como sendo: Balanço patrimonial Observamos que o balanço patrimonial é subdividido em três grandes grupos: 1) ativo (bens e direitos); 2) passivo (obrigações para com terceiros em geral); e 3) patrimônio líquido (obrigações para com os proprietários). No ativo, encontramos as contas agrupadas nos seguintes subgrupos: circulante, realizável a longo prazo e permanente este subdividido em investimento, imobilizado, intangível e diferido. No passivo, encontramos as contas agrupadas nos seguintes subgrupos: circulante, exigível a longo prazo e resultados de exercícios futuros. No patrimônio líquido, encontramos as contas agrupadas nos seguintes subgrupos: capital, reservas de capital, ajustes de avaliação patrimonial, reservas de lucros, ações em tesouraria e prejuízos acumulados. 3
4 Para demonstração de resultado do exercício, a estrutura legal é definida como sendo: Receita bruta (-) Deduções das vendas = Receita líquida (-) CMV/CPV/CSP = Lucro bruto (-) Despesas de vendas (-) Despesas financeiras (+) Receitas financeiras (+) Outras receitas/despesas operacionais = Lucro/prejuízo operacional (+) Receitas não-operacionais (-) Despesas não-operacionais = Resultado antes de imposto de renda (-) Provisão para contribuição social (-) Provisão para o imposto de renda (-) Participações (-) Contribuições = Lucro do exercício 2. OBJETIVOS E TÉCNICAS DE ANÁLISE As demonstrações contábeis de uma empresa permitem-nos extrair diversas informações sobre a situação econômica e financeira da mesma. As possibilidades de combinações de análise são grandes, e sempre há condições para se estabelecer novas relações. Em nosso presente estudo, abordaremos as análises usuais e de alto grau de aplicação. Historicamente, a análise dos demonstrativos contábeis surgiu objetivando a concessão de crédito pelos bancos; atualmente, diversas são as suas finalidades. Cada usuário da análise tem um interesse específico nas informações. O analista externo, por exemplo, um banco, objetivará o recebimento dos empréstimos concedidos; um acionista estará interessado nos dividendos que poderão ser distribuídos; um concorrente objetiva saber qual é a margem de lucro da empresa analisada. Já a análise realizada internamente, além do objetivo de observar a evolução da situação econômica e financeira da empresa, deverá comparar a performance da empresa com as demais empresas do setor de atividade em que ela atua. Assim, cada usuário terá um interesse maior em determinado tipo de análise. Para a realização da análise, o analista deverá ter em mãos demonstrativos contábeis de pelo menos três períodos contábeis, pois conclusões de uma análise feita com poucos períodos contábeis podem ficar prejudicadas. Após a obtenção dos demonstrativos contábeis, algumas reclassificações/simplificações se fazem necessárias para melhorar a eficiência da análise. Esses procedimentos ocorrerão sobretudo no balanço patrimonial e na demonstração do resultado de exercício, e visam a reagrupar algumas contas, pois, por exemplo, se a empresa coloca um imóvel para venda, imóvel este até então classificado no ativo permanente 4
5 imobilizado, pode o contador, diante dessa nova situação, reclassificá-lo no ativo circulante ou no ativo realizável a longo prazo. Caso o imóvel seja reclassificado no ativo circulante, a situação financeira da empresa a curto prazo irá melhorar. Entretanto, sabemos que vender e receber um imóvel no mesmo ano é tarefa difícil de ser realizada; assim sendo, é necessário reclassificar a conta imóvel para venda para o ativo realizável a longo prazo. Outro exemplo é o caso das receitas financeiras, que são legalmente operacionais, mas se quisermos apurar a verdadeira taxa de rentabilidade obtida pela atividade operacional da em presa, devemos reclassificá-la no grupo não-operacional. As principais contas que deverão ser reclassificadas são: duplicatas descontadas: deverão ser classificadas no passivo circulante; despesas antecipadas (AC) e o diferido (AP) deverão ser subtraídos do patrimônio líquido; resultado de exercícios futuros: deverá ser adicionado ao PL. Além dessas reclassificações, algumas simplificações poderão ser feitas, como, por exemplo: transformar os valores em milhares de reais; no grupo do AC, devem-se destacar as disponibilidades (pelo total), as duplicatas a receber e os estoques, podendo as demais contas ser agrupadas sob o título de outras contas, dependendo, é claro, de sua representatividade; no grupo do AP, devem se destacar, pelos totais, os investimentos, o imobilizado e o intangível; os grupos ARLP e PELP e PL podem ser apresentados por seus totais; na DRE, as despesas operacionais podem ser apresentadas por seus grupos representativos. Após essa preparação, os demonstrativos contábeis estarão aptos para serem aplicadas as técnicas de análise, quais sejam: 1. análise vertical; 2. análise horizontal; 3. análise através de índices: 3.1 índices de liquidez; 3.2 índices de endividamento; 3.3 índices de atividade; 3.4 índices de rentabilidade. Para a implementação das técnicas de análise anteriormente descritas, os demonstrativos contábeis de uma empresa existente, denominada Sadive S/A Distribuidora de Veículos, localizada no estado de SP, cujas operações consistem na comercialização de veículos automotivos Mercedes-Benz, peças e acessórios e oficina mecânica de pneus. Os demonstrativos contábeis foram publicados em 25 de abri l de 2007 e se referem aos exercícios sociais encerrados em 31/12/06 e 31/12/05, aqui transcritos na íntegra: Sadive S/A Distribuidora de Veículos 5
6 Notas explicativas: 1. Contexto operacional: as operações da empresa consistem na comercialização de veículos automotores Mercedes-Benz, peças, acessórios e oficina mecânica de pneus. 2. Principais práticas contábeis: a) as demonstrações financeiras refletem os efeitos das alterações introduzidas na legislação do imposto de renda; suas elaborações deram-se nos princípios estabelecidos pela Lei nº de ; b) sendo os bens do ativo imobilizado depreciados às taxas permitidas em lei, os investimentos em coligadas e controladas avaliados pelo método da equivalência patrimonial; c) os estoques são demonstrados ao custo médio de aquisição excluídos os impostos recuperados; d) as receitas e despesas foram contabilizadas segundo o regime de competência; e) a provisão para o imposto de renda foi calculada à alíquota de 15% sobre o lucro tributável acrescido dos adicionais previstos em lei; foi constituída também a provisão para a contribuição social à alíquota de 9%; 3. Capital social: em , é de R$ ,00, composto de ações ordinárias e nominativas no valor de R$ 1,00 cada. Demonstração do resultado do exercício 6
7 3. ANÁLISE VERTICAL A análise vertical é também conhecida como análise de estrutura. Sua técnica de elaboração é muito simples, consistindo no balanço patrimonial, em dividir o valor de uma conta ou um grupo de contas de ativo pelo valor total desse mesmo ativo e uma conta ou um grupo de contas do passivo pelo total desse passivo, obtendo-se, assim, o percentual de cada conta ou grupo de contas referente do todo. Na demonstração de resultado do exercício, a conta divisora das demais contas é a receita bruta, e os percentuais vão indicar o quanto cada conta de resultado representa em relação à receita bruta (observamos que alguns autores consideram a conta divisora e receita líquida, é indiferente). Por possuir a capacidade de mostrar o quanto cada elemento representa do todo é que a análise vertical é chamada de análise estrutural. 3.1 CÁLCULOS DA ANÁLISE VERTICAL DO BALANÇO PATRIMONIAL Atualmente, com a utilização de uma planilha eletrônica, é simples dividir todos os elementos componentes do ativo pelo total do ativo; utilizamos o balanço patrimonial já pronto para análise da empresa Sadive S/A: Quadro I 7
8 Vejamos a seguir, para exemplificar, como foram calculados os percentuais dos principais grupos de todas as contas compostas desses grupos do balanço patrimonial. Observamos que, ao elaborarmos os cálculos, consideramos duas casas decimais e não procedemos a nenhum arredondamento. Por esse motivo, os percentuais totais estão muito próximos dos 100%, ou seja, 99,98%, 99,97%. Análise vertical: cálculos para o ano 2005 do balanço patrimonial. Quadro I. 8
9 Análise vertical: cálculos para o ano 2006 do balanço patrimonial. Quadro I. 9
10 3.1.1 Comentários sobre a análise vertical no balanço patrimonial Observando os grandes grupos de contas do ativo, podemos dizer que a empresa Sadive S/A tem seu patrimônio em 2005 formado por 73% de circulante, 2% de realizável a longo prazo e 24% de permanente. 10
11 Uma outra informação que podemos tirar dessa análise é que, de um ano para outro, houve alterações na composição da estrutura do ativo da empresa Sadive S/A, pois aconteceu aumento percentual no circulante, passando de 73% para 80%, e redução no permanente, passando de 24%, em 2005, para 18% em Vejamos os grupos do passivo: Podemos observar que o patrimônio líquido em 2005 é o maior grupo do passivo, com 44% do total do passivo, seguido do passivo circulante, com 39%, e do exigível a longo prazo, com 15%; ainda em 2005, a participação do capital de terceiros, 55%, é superior à participação do capital próprio, 44%. Em 2006, a situação da estrutura patrimonial do passivo é alterada; há uma redução considerável do patrimônio líquido, que passa de 44% do total do passivo para 35%, e um aumento considerável do exigível a longo prazo, que passa de 15% para 27%, alterando para melhor o perfil da dívida da empresa. Pelo exposto, podemos confirmar que, em termos de estrutura, a empresa Sadive S/A tem uma posição confortável. Vejamos agora a demonstração do resultado do exercício da empresa Sadive S/A. Quadro II Cálculos da análise vertical na demonstração de resultado do exercício Vejamos a seguir, para exemplificar, como foram calculados os percentuais das contas componentes da demonstração do resultado do exercício. Observamos que, igualmente ao balanço patrimonial, consideramos duas casas decimais e não procedemos a nenhum arredondamento. 3.2 CÁLCULOS DA ANÁLISE VERTICAL NA DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO Análise vertical: cálculo para o ano de 2005 da demonstração do resultado do exercício. Quadro II. 11
12 Análise vertical: cálculo para o ano de 2006 da demonstração do resultado do exercício. Quadro II. 12
13 3.2.1 Comentários sobre a análise vertical na demonstração de resultado do exercício Normalmente, o que chama mais atenção na análise vertical da demonstração do resultado do exercício é o percentual do lucro líquido em relação à receita. É comum batermos o olho direto na última linha e observarmos que, de toda a receita gerada pela empresa, apenas uma pequena parte é lucro. Isso quando não nos deparamos com prejuízo. Em nosso exemplo, o lucro de 2005 representava 0,75% da receita, passando para 1,08% em O item mais representativo do DRE é o custo das vendas, que praticamente consumiu 85% da receita em ambos os anos analisados, o que gerou um lucro bruto em torno dos 5%, pois temos que considerar as deduções das vendas e serviços. 13
14 As despesas operacionais consumiram algo em torno de 7% da receita bruta, com pouca variação de um ano para outro. Destacamos os outros resultados operacionais que representam receitas, com percentuais em torno de 5% sobre a receita da empresa, sendo esses resultados os responsáveis pela geração do lucro nos dois períodos analisados. 4. ANÁLISE HORIZONTAL A análise horizontal ou de evolução também é conhecida como análise de tendência. Esse tipo de análise mostra a variação (crescimento ou decréscimo) dos itens dos demonstrativos contábeis de um período para outro, objetivando caracterizar tendências. Sua sistematização de cálculo é bastante simples, consistindo em fixar um período contábil com 100% e dividir os itens patrimoniais e de resultado dos demais períodos por esse período-base. O índice do ano-base é 100, e os anos subsequentes são expressos em relação ao ano-base. Vejamos um exemplo: Através da regra de três simples, encontramos a evolução, com base em 100, para X1 e X2. Então, teremos: O crescimento de X0 para X1 foi de 8% ( ), e o crescimento de X0 para X2 foi de 16% ( ) (X2 data-base). 4.1 CÁLCULOS DA ANÁLISE HORIZONTAL DO BALANÇO PATRIMONIAL Observamos que, ao elaborar os cálculos, consideramos duas casas decimais e não procedemos a nenhum arredondamento. Análise horizontal: cálculos para o ano 2006 do balanço patrimonial. Quadro I. 14
15 15
16 4.1.1 Comentários sobre a análise horizontal no balanço patrimonial O total do ativo teve um crescimento de 44,41% (144,41 100), sendo que o grupo que teve maior crescimento foi o do ativo circulante, com 58%, enquanto o que apresentou decréscimo foi o do realizável a longo prazo (10%) (90,23 100). No passivo, o grupo que teve maior crescimento foi o exigível a longo prazo, 146% (246,64 100), e o de menor crescimento foi o PL, com 14% (114,44 100). 4.2 CÁLCULOS DA ANÁLISE HORIZONTAL NA DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO. QUADRO II Vejamos a seguir, para exemplificar, como foram calculados os percentuais das contas componentes da demonstração do resultado do exercício. Observamos que, igualmente ao balanço patrimonial, consideramos duas casas decimais e não procedemos a nenhum arredonda mento. Análise vertical: cálculo para o ano de 2006 da demonstração do resultado do exercício. Quadro II. 16
17 4.2.1 Comentários sobre a análise horizontal na demonstração de resultado do exercício A análise horizontal da demonstração do resultado do exercício é muito interessante do ponto de vista prático, pois mostra o desempenho, a evolução das receitas, custos e despesas, além dos resultados brutos, operacionais e líquidos. A comparação dos elementos que compõem DRE com outros dados e informações, tais como os orçamentos da própria empresa, evolução da economia do país, dados de desempenhos setoriais ou de concorrentes é de grande importância para a administração da empresa. 17
18 Em nossa análise horizontal, verificamos que, de 2005 para 2006, as vendas brutas cresceram 24% (124,23 100), crescimento este acompanhado pelo lucro bruto em menor proporção, 14%, o que não foi seguido pelo lucro operacional, que mostrou um crescimento de 28%. O lucro líquido subiu, de 2005 para 2006, 78%, sustentado certamente pelo crescimento de outros resultados operacionais que atingiram, nesse período, um crescimento de 61%. 4.3 ANÁLISE HORIZONTAL E A INFLAÇÃO A empresa que utilizamos como exemplo, a Sadive S/A, apresentou seus demonstrativos contábeis em moeda com a mesma capacidade aquisitiva. Imaginemos que esse fato não fosse verdade; representaria pouco ou nada em crescimento nominal das vendas brutas de 24% de 2005 para 2006, conforme constatado, tendo em vista que a inflação do período pode ter sido inferior, igual ou até superior a tal percentual. Assim sendo, quando é feita a análise horizontal, devemos saber o crescimento real do item analisado, isto é, o crescimento quando se leva em conta a inflação. Quando se leva em consideração a inflação do período, a análise horizontal real pode ser calculada utilizando-se: a) índice inflacionário (o mais comum); b) índice deflacionário. a) Índice inflacionário: o objetivo é inflacionar o período antigo (2005 em nosso exemplo) e comparar com valores correntes ou nominais do período atual (2006 em nosso exemplo). Vamos supor um índice de inflação de 15%, com base, por exemplo, no índice geral de preço do mercado (IGPM). Na realidade, se considerarmos uma inflação de 15% no período, o crescimento real das vendas seria de 8%, e não de 24%, calculado da seguinte forma: Esse procedimento de atualização de valor, exemplificado para apenas uma conta, receita bruta, seria feito em todas as contas do balanço patrimonial e da DRE. b) Índice deflacionário: o objetivo é deflacionar o período atual (2006) e comparar com valores correntes ou nominais do período antigo (2005). Vamos supor um índice de deflação de 10%, com base, por exemplo, no Índice Geral de Preço de Mercado (IGPM). 18
19 Na realidade, se considerarmos uma deflação de 10% no período, o crescimento real das vendas seria de 11%, e não de 24%, calculado da seguinte forma: 19
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