ESTUDOS KUSER PARTICIPAÇÕES Perfil de consumo dos Corretores Imobiliários

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTUDOS KUSER PARTICIPAÇÕES Perfil de consumo dos Corretores Imobiliários"

Transcrição

1 ESTUDOS KUSER PARTICIPAÇÕES Perfil de consumo dos Corretores Imobiliários

2 Coordenação Geral: Heitor Kuser Direção de Tecnologia: Coordenação de Relacionamento: Coordenação de Logística: Direção de Arte: Designer Gráfico: Jornalista Responsável: Colaboração: Tradução: Coordenação de Conteúdo: Tadeu Luiz Fossá Thaís Di Dario Charles-Eric Valle Jader Félix e Stéphanie Medeiros Divanir Mattos ( RP/MTb 4536/DF) Thatiana Sestrem (número de registro) César Oliveira James Francis Walsh Heloisa Rosignoli

3 Sumário 9 PENSO LOGO EXISTO. PESQUISO, LOGO SEI 10 MAPAS 12 SITUAÇÃO DO CPF 13 SEXO 14 FAIXA ETÁRIA 16 ESTADO (UF) 19 CAPITAL X INTERIOR 20 SÓCIO DE EMPRESA 21 RENDA ESTIMADA 23 TRIAGEM DE RISCO 25 ATIVIDADE DE CONSUMO 27 GRUPOS DE CONSUMIDORES 29 CONSUMIDORES POR SEGMENTO 30 AFINIDADE A ARTIGOS DE LUXO 31 AFINIDADE A AQUISIÇÃO DE IMÓVEIS 32 AFINIDADE A BANDA LARGA 33 AFINIDADE A CARTÃO DE CRÉDITO 34 AFINIDADE A CELULAR PÓS-PAGO 35 AFINIDADE A CRÉDITO PESSOAL 36 AFINIDADE A E-COMMERCE 37 AFINIDADE A PACOTES DE TURISMO 38 AFINIDADE A TV PAGA 39 COMO ANALISAR O PERFIL EXPRESS: 39 ATIVIDADE DE CONSUMO

4 Nosso comprometimento faz a diferença NOSSA MISSÃO Disseminar informação, democratizar o conhecimento e gerar riqueza NOSSA VISÃO Ser uma geradora de negócios e oportunidades sustentáveis, com alta rentantabilidade e perenes (ou duradouros) ONDE ESTAMOS Brasília/DF Balneário Camboriú/SC Cuiabá/MT Natal/RN Porto Alegre/RS Rio de Janeiro/RJ Salvador/BA São Paulo/SP O QUE FAZEMOS Como business developer atuamos desde o início até a operação dos negócios: Planejamento Estudos e pesquisas setoriais Promoção no Brasil e no exterior Missões comerciais Implantação e operação Desenvolvimento institucional

5 APRESENTAÇÃO Informação é a chave do crescimento O setor imobiliário brasileiro, assim como outros setores da economia, passa por intensas modificações. Um mercado cada vez mais competitivo, consumidores informados e exigentes, a necessidade de modernizar a gestão de ativos e pessoas são só alguns exemplos do cenário que desafia empresas e gestores. E é nesse contexto que a informação consolida seu caráter fundamental no planejamento e na definição de estratégias de crescimento, tanto em nível nacional, quanto internacionalmente. A projeção de índices confortáveis de desenvolvimento no mercado imobiliário nacional e internacional deve servir de pilar para a adoção de novas estratégias que possibilitem não somente o crescimento do setor, mas a consolidação, em bases robustas, da indústria imobiliária nacional. Acreditamos que o esforço das autoridades públicas, em todos os níveis de governo, das empresas e da própria sociedade - enquanto protagonista e beneficiária do desenvolvimento - seja importante para o setor. No entanto, a informação correta e sistematizada é a chave para a permanência de um ciclo virtuoso neste setor da economia. A construção de uma base dados sólida, capaz de oferecer elementos para o desencadeamento de estratégias eficazes de mercado, foi o combustível para que a Kuser Participações oferecesse ao setor este relatório sobre o perfil de consumo de 225 mil corretores de imóveis e consequentemente consumidores brasileiros. Em uma pesquisa inédita com base na quantidade de corretores de imóveis da Serasa Experian, do Banco de Dados ConsumerView, revelamos uma fotografia dos corretores de imóveis. Compartilhar essas informações com o setor significa não somente democratizar o conhecimento mas, sobretudo, oferecer elementos para ações de marketing e mercado mais baratas e eficazes. As organizações em todo mundo buscam hoje conhecer não só o mercado para o qual dirigem seu trabalho e produtos, mas conhecer cada pessoa individualmente. Essa estratégia baseada na informação individualizada reduz os custos de relacionamento com o consumidor e torna cada ação mais focada e eficaz. Ao apresentarmos esse documento, a Kuser S/A entrega ao setor imobiliário um conjunto de informações que permite projetar o futuro a partir do cidadão, de seus hábitos de consumo e necessidades. Entender este conjunto de informações como o início de um processo que permite identificar individualmente o público potencial da indústria imobiliária é fundamental para o setor, para a economia do país e para a sociedade brasileira.

6

7 ESTUDOS KUSER PARTICIPAÇÕES Perfil de consumo dos Corretores Imobiliários BRASÍLIA/DF 2014

8 CONSELHEIRO NELSON TOMAZ BRAGA

9 PENSO LOGO EXISTO. PESQUISO, LOGO SEI Penso, logo existo certamente está dentre as frases mais usadas no mundo, fruto de reflexões do francês René Descartes, deixadas como enorme legado à humanidade em sua autobiografia e a metodologia por ele criada no O Discurso do Método. Em sua trajetória filosófica, Descartes constatou que as verdades variavam conforme as culturas e definiu que quatro são as regras para se chegar ao conhecimento verdadeiro: a evidência, a análise, a síntese, e finalmente a da enumeração. Com o devido respeito e licença do famoso filósofo, ao parafrasea-lo quero prestar uma legítima homenagem ao inserir o Pesquiso logo sei em sua famosa reflexão. Como sempre digo, que me rendo à técnica, em nossos negócios não nos permitimos planejar ou atuar sem conhecimento de causa e isso se dá via pesquisa ou busca de cases que nos permitam minimizar nossos erros. Foi com a intenção de melhorar nosso aproveitamento e resultados que decidimos criar uma série de estudos e boletins setoriais, e disponibilizarmos ao mercado o que aprendemos e estudamos, o que pesquisamos, portanto, o que sabemos. Na expectativa de que podemos colaborar e contribuir para o desenvolvimento humano, profissional, das corporações e do mercado é que trazemos o perfil de consumo dos corretores de imóveis do Brasil, uma pesquisa jamais realizada e que certamente facilitará o entendimento deste importante e vital profissional do setor imobiliário. Mais do que conhecer é importante entender quem se pretende atender. E isso certamente este documento irá possibilitar a quem a ele tiver acesso. Todos pensam, logo existem. Esperamos que todos pesquisem, portanto saibam. Aqui nossa singela contribuição para esse conhecimento. Heitor Kuser Diretor Presidente 9

10 MAPAS No mapa abaixo você pode observar a distribuição dos registros da sua base pelo território nacional. CONCENTRAÇÃO ALTA BAIXA 10

11 O mapa mostra uma comparação entre a base de corretores de imóveis brasileiros com a concentração das pessoas do ConsumerView SM. PENETRAÇÃO ALTA MAIOR QUE A MÉDIA MÉDIA MENOR QUE A MÉDIA BAIXA 11

12 SITUAÇÃO DO CPF O cadastro de pessoas físicas (CPF) é o registro de um cidadão na Secretaria da Receita Federal do Brasil no qual devem estar todos os contribuintes. A Situação do CPF indica o status cadastral do CPF segundo a Receita. Distribuição e Comparação Cod Situação do CPF Base Cliente % ConsumerView SM % Índice A ATIVO , ,7 112 S SUSPENSO , ,3 12 I INATIVO 398 0, ,9 19 Registros identificados Registros sem informação 7 Total de registros da Base Cliente Na tabela acima e no gráfico abaixo, o campo Índice mostra a representatividade dos corretores de imóveis em relação ao ConsumerView SM. Além disso, o gráfico representa a distribuição percentual dos dados para cada variável, permitindo uma comparação direta das semelhanças e diferenças das duas bases. Um valor de 100% representa distribuições iguais tanto na base de dados dos corretores de imóveis como no ConsumerView SM. À esquerda (menor que 100%) temos uma concentração relativa menor. À direita (maior que 100%), uma concentração maior Código Índice A 112 S 12 I 19 O gráfico abaixo representa a distribuição percentual dos corretores para cada variável, permitindo uma comparação direta das semelhanças e diferenças das duas bases utilizadas no estudo Código BC % CV % A 98,5 87,7 S 1,4 11,3 I 0,2 0,9 A S I Resumo da Análise 1. A maior ocorrência de Situação do CPF na base dos corretores de imóveis é ATIVO 2. A maior ocorrência de Situação do CPF no ConsumerView SM na base dos corretores de imóveis é ATIVO 3. A Situação do CPF ATIVO é o mais representativo na base dos corretores de imóveis quando comparado ao ConsumerView SM 4. A Situação do CPF SUSPENSO é o menos representativo na base dos corretores de imóveis 12

13 SEXO Contém informações de gênero exatas e calculadas. O dado exato refere-se a captura do dado informado. O dado calculado é feito através de uma biblioteca de nomes e gêneros. Distribuição e Comparação Código Situação do CPF Base Cliente % ConsumerView SM % Índice M MASCULINO , ,6 144 F FEMININO , ,5 58 I INDEFINIDO , ,9 94 Registros identificados Registros sem informação 1 Total de registros da Base Cliente Na tabela acima e no gráfico abaixo, o campo Índice mostra a representatividade desta variável na base de dados dos corretores de imóveis em relação ao ConsumerView SM. Um valor de 100% representa distribuições iguais tanto na base dos corretores de imóveis como no ConsumerView SM. À esquerda (menor que 100%) temos uma concentração relativa menor. À direita (maior que 100%), uma concentração maior Código Índice M 144 F 12 I 19 O gráfico abaixo representa a distribuição percentual dos dados da Base de Corretores de Imóveis e do ConsumerView SM para cada variável, permitindo uma comparação direta das semelhanças e diferenças das duas bases. 70,0 60,0 50,0 40,0 Código BC % CV % M 67,2 46,6 F 28,2 48,5 I 4,6 4,9 30,0 20,0 10,0 0,0 M F I Resumo da Análise 1. A maior ocorrência da variável Sexo na Base de Corretores de Imóveis é MASCULINO 2. A maior ocorrência da variável Sexo no ConsumerView SM é FEMININO 3. O Sexo MASCULINO é o mais representativo na Base de Corretores de Imóveis quando comparado ao ConsumerView SM 4. O Sexo FEMININO é o menos representativo na Base de Corretores de Imóveis quando comparado ao ConsumerView SM 13

14 FAIXA ETÁRIA A idade é exata e calculada a partir da data de nascimento dos indivíduos. Agrupamos em 10 faixas para melhor análise. Código Faixa Etária Base Cliente % ConsumerView SM % Índice Índice 1 18 a , , a , , a , , a , , a , , a , , a , , a , , a , , de , , Registros identificados Registros sem informação 172 Total de registros da Base Corretores de Imóveis Um valor de 100% representa distribuições iguais tanto na base corretores de imóveis como no ConsumerView SM. À esquerda (menor que 100%) temos uma concentração relativa menor. À direita (maior que 100%), uma concentração maior Código Índice 18 a a a a a a a a a de

15 O gráfico representa a distribuição percentual dos dados da Base Corretores de Imóveis e do ConsumerView SM para cada variável, permitindo uma comparação direta das semelhanças e diferenças das duas bases. 16,0 14,0 12,0 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0 Base Cliente (BC) ConsumerView SM (CV) Código BC % CV % 18 a 23 0,6 5,1 24 a 28 4,1 10,1 29 a 33 8,5 12,3 34 a 38 9,9 11,5 39 a 43 10,6 10,5 44 a 48 12,0 10,0 49 a 53 13,9 9,1 54 a 58 13,4 7,8 59 a 65 14,2 8,4 + de 65 12,9 15,2 Resumo da Análise 1. A maior ocorrência de Faixa Etária na Base Corretores de Imóveis é 59 a A maior ocorrência de FaixaEtária no ConsumerView SM é + de A Faixa Etária 54 a 58 é a mais representativa na Base Corretores de Imóveis quando comparado ao ConsumerView SM 4. A Faixa Etária 18 a 23 é a menos representativa na Base Corretores de Imóveis quando comparado ao ConsumerView SM 15

16 ESTADO (UF) Unidades Federativa do Brasil Distribuição e Comparação Código Faixa Etária Base Corretores de Imóveis % ConsumerView SM % Índice N AM , ,4 79 N AC 206 0, ,3 34 N RR 137 0, ,2 35 N AP 178 0, ,3 27 N RO 808 0, ,7 52 N PA , ,6 71 N TO 999 0, ,5 90 NE MA 992 0, ,0 22 NE PI , ,1 45 NE CE , ,2 139 NE RN , ,5 77 NE PB , ,5 99 NE PE , ,2 41 NE AL , ,1 79 NE SE , ,9 107 NE BA , ,6 91 CO DF , ,6 337 CO GO , ,9 187 CO MS , ,3 93 CO MT , ,4 99 SE SP SE RJ SE MG SE ES S PR S SC S RS Registros identificados Registros sem informação Total de registros da Base Corretores de Imóveis

17 Na tabela acima e no gráfico abaixo, o campo Índice mostra a representatividade desta variável na Base Corretores de Imóveis em relação ao ConsumerView SM Um valor de 100% representa distribuições iguais tanto na Base Corretores de Imóveis como no ConsumerView SM. À esquerda (menor que 100%) temos uma concentração relativa menor. À direita (maior que 100%), uma concentração maior Código BC % CV % AM 1,1 1,4 AC 0,1 0,3 RR 0,1 0,2 AP 0,1 0,3 RO 0,4 0,7 PA 1,9 2,6 TO 0,5 0,5 MA 0,5 2,0 PI 0,5 1,1 CE 4,4 3,2 RN 1,1 1,5 PB 1,5 1,5 PE 1,7 4,2 AL 0,9 1,1 SE 1,0 0,9 BA 5,1 5,6 DF 5,2 1,6 GO 5,5 2,9 MS 1,2 1,3 MT 1,4 1,4 SP 23,2 28,0 RJ 16,2 10,4 MG 6,9 10,7 ES 1,1 1,7 PR 6,8 5,7 SC 6,0 3,3 RS 6,0 6,1 17

18 O gráfico abaixo representa a distribuição percentual dos dados da Base Corretores de Imóveis e do ConsumerView SM para cada variável, permitindo uma comparação direta das semelhanças e diferenças das duas bases. 30,0 25,0 Base Cliente (BC) ConsumerView SM (CV) 20,0 15,0 10,0 5,0 0,0 AM AC RR AP RO PA TO MA PI CE RN PB PE AL SE BA DF GO MS MT SP RJ MG ES PR SC RS Código BC % CV % AM 1,1 1,4 AC 0,1 0,3 RR 0,1 0,2 AP 0,1 0,3 RO 0,4 0,7 PA 1,9 2,6 TO 0,5 0,5 MA 0,5 2,0 PI 0,5 1,1 Código BC % CV % CE 4,4 3,2 RN 1,1 1,5 PB 1,5 1,5 PE 1,7 4,2 AL 0,9 1,1 SE 1,0 0,9 BA 5,1 5,6 DF 5,2 1,6 GO 5,5 2,9 Código BC % CV % MS 1,2 1,3 MT 1,4 1,4 SP 23,2 28,0 RJ 16,2 10,4 MG 6,9 10,7 ES 1,1 1,7 PR 6,8 5,7 SC 6,0 3,3 RS 6,0 6,1 Resumo da Análise 1. A maior ocorrência da variável UF na Base Corretores de Imóveis é SP 2. A maior ocorrência da variável UF no ConsumerView SM é SP 3. A UF DF é a mais representativa na Base Corretores de Imóveis quando comparado ao ConsumerView SM 4. A UF MA é a menos representativa na Base Corretores de Imóveis comparado ao ConsumerView SM 18

19 CAPITAL X INTERIOR Essa variável indica a localização das pessoas em cidades capitais x cidades do interior dos estados brasileiros. Distribuição e Comparação Código Situação do CPF Base Corretores de Imóveis % ConsumerView SM % Índice C CAPITAL , ,6 168 I INTERIOR , ,4 69 Registros identificados Registros sem informação Total de registros da Base Cliente Na tabela acima e no gráfico abaixo, o campo Índice mostra a representatividade desta variável na Base Corretores de Imóveis em relação ao ConsumerView SM Um valor de 100% representa distribuições iguais tanto na Base Corretores de Imóveis como no ConsumerView SM. À esquerda (menor que 100%) temos uma concentração relativa menor. À direita (maior que 100%), uma concentração maior Código Índice M 168 F 69 O gráfico abaixo representa a distribuição percentual dos dados da Base Corretores de Imóveis e do ConsumerView SM para cada variável, permitindo uma comparação direta das semelhanças e diferenças das duas bases. 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 Base Cliente (BC) ConsumerView SM (CV) Código BC % CV % C 53,0 31,6 I 47,0 68,4 20,0 10,0 0,0 C I Resumo da Análise 1. A maior ocorrência da variável Capital x Interior na Base Corretores de Imóveis é CAPITAL 2. A maior ocorrência da variável Capital x Interior no ConsumerView SM é INTERIOR 3. CAPITAL é o mais representativo na Base Corretores de Imóveis quando comparado ao ConsumerView SM 4. INTERIOR é o menos representativo na Base Corretores de Imóveis quando comparado ao ConsumerView SM 19

20 SÓCIO DE EMPRESA A marcação Sócio de Empresa indica CPFs fazem parte do quadro social de uma empresa no país. Distribuição e Comparação Código Situação do CPF Base Corretores de Imóveis % ConsumerView SM % Índice S SIM , ,9 387 N NÃO , ,1 50 Registros identificados Registros sem informação 1 Total de registros da Base Cliente Na tabela acima e no gráfico abaixo, o campo Índice mostra a representatividade desta variável na Base Corretores de Imóveis em relação ao ConsumerView SM Um valor de 100% representa distribuições iguais tanto na base do cliente como no ConsumerView SM. À esquerda (menor que 100%) temos uma concentração relativa menor. À direita (maior que 100%), uma concentração maior Código Índice S 387 N 50 O gráfico abaixo representa a distribuição percentual dos dados da Base Corretores de Imóveis e do ConsumerView SM 100,0 80,0 60,0 40,0 Base Cliente (BC) ConsumerView SM (CV) Código BC % CV % S 57,5 14,9 N 42,5 85,1 20,0 0,0 S N Resumo da Análise 1. A maior ocorrência em relação à presença de Sócio de Empresa na Base Corretores de Imóveis é SIM 2. A maior ocorrência em relação à presença de Sócio de Empresa no ConsumerView SM é NÃO 3. Comparando a Base Corretores de Imóveis com o ConsumerView SM, temos maior concentração de SIM para a presença de Sócio 20

21 RENDA ESTIMADA Contém a faixa de renda individual estimada, calculada a partir de um modelo estatístico com base nas informações cadastrais e comportamentais Distribuição e Comparação Cod Renda Estimada Base Corretores de % ConsumerView SM % Índice Imóveise 1 Ate R$ 500, , , Mais de R$ 500,00 a R$ 1.000, , , Mais de R$ 1.000,00 a R$ 1.500, , , Mais de R$ 1.500,00 a R$ 2.000, , , Mais de R$ 2.000,00 a R$ 2.500, , , Mais de R$ 2.500,00 a R$ 3.000, , , Mais de R$ 3.000,00 a R$ 4.000, , , Mais de R$ 4.000,00 a R$ 5.000, , , Mais de R$ 5.000,00 a R$ 6.000, , , Mais de R$ 6.000,00 a R$ 7.000, , , Mais de R$ 7.000,00 a R$ 8.000, , , Mais de R$ 8.000,00 a R$ 9.000, , , Mais de R$ 9.000, , ,0 347 Registros identificados Registros sem informação Total de registros da Base Corretores de Imóveis Na tabela acima e no gráfico abaixo, o campo Índice mostra a representatividade desta variável na Base Corretores de Imóveis em relação ao ConsumerView SM Um valor de 100% representa distribuições iguais tanto na Base Corretores de Imóveis como no ConsumerView SM. À esquerda (menor que 100%) temos uma concentração relativa menor. À direita (maior que 100%), uma concentração maior Código Índice

22 O gráfico representa a distribuição percentual dos dados da Base Corretores de Imóveis e do ConsumerView SM 35,0 30,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0,0 Base Cliente (BC) ConsumerView SM (CV) Cod BC % CV% 1 0,8 1,0 2 11,6 31,7 3 23,5 34,8 4 18,5 15,0 5 11,1 6,2 6 7,7 3,3 7 10,2 3,4 8 5,9 1,7 9 3,4 0,9 10 2,0 0,6 11 1,3 0,4 12 0,9 0,2 13 3,3 1,0 Resumo da Análise 1. A maior ocorrência da Renda Estimada na Base Corretores de Imóveis está na faixa Mais de R$ 1.000,00 a R$ 1.500,00 2. A maior ocorrência da Renda Estimada no ConsumerView SM está na faixa Mais de R$ 1.000,00 a R$ 1.500,00 3. A faixa Mais de R$ 8.000,00 a R$ 9.000,00 é a mais representativa na Base Corretores de Imóveis quando comparado ao ConsumerView SM 4. A faixa Mais de R$ 500,00 a R$ 1.000,00 é a menos representativa na Base Corretores de Imóveis quando comparado ao ConsumerView SM 22

23 TRIAGEM DE RISCO Indicador que classifica as pessoas conforme perfis de risco financeiro, com objetivo de realizar uma triagem inicial voltada para ações de marketing. Distribuição e Comparação Base Corretores Cod Renda Estimada % ConsumerView de Imóveis SM % Índice 1 ALTISSIMO , , ALTO , , MEDIO , , BAIXO , , BAIXISSIMO RISCO , ,2 134 Registros identificados Registros sem informação Total de registros da Base Corretores de Imóveis Na tabela acima e no gráfico abaixo, o campo Índice mostra a representatividade desta variável na Base Corretores de Imóveis em relação ao ConsumerView SM. Um valor de 100% representa distribuições iguais tanto na Base Corretores de Imóveis como no ConsumerView SM. À esquerda (menor que 100%) temos uma concentração relativa menor. À direita (maior que 100%), uma concentração maior Código Índice O gráfico representa a distribuição percentual dos dados da Base Corretores de Imóveis e do ConsumerView SM 35,0 30,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0, Base Cliente (BC) ConsumerView SM (CV) Código BC % CV % 1 25,9 25,3 2 10,3 8,9 3 15,9 19,2 4 14,2 21,3 5 33,7 25,2 23

24 Resumo da Análise 1. A maior ocorrência da variável Triagem de Risco na Base Corretores de Imóveis é BAIXISSIMO RISCO 2. A maior ocorrência da variável Triagem de Risco no ConsumerView SM é ALTÍSSIMO 3. O valor BAIXISSIMO RISCO é o mais representativo na Base Corretores de Imóveis quando comparado ao ConsumerView SM 4. O valor BAIXO é o menos representativo na Base Corretores de Imóveis quando comparado ao ConsumerView SM 24

25 ATIVIDADE DE CONSUMO Indicador desenvolvido por um modelo estatístico que analisa a intensidade ou frequência de consumo das pessoas. Além de classificar a atividade de consumo de uma pessoa em alta, média, baixa ou inativa, ainda identifica tendência de crescimento, queda ou estabilidade deste consumo. Distribuição e Comparação Cod Atividade de Consumo Base Corretores de Imóveis % ConsumerView SM % Índice A1 Alta atividade de consumo e entrada recente no mercado 303 0, ,2 95 A2 Alta atividade de consumo com tendencia crescente , ,3 200 A3 Alta atividade de consumo com tendencia decrescente , ,4 623 M1 Baixa atividade de consumo 357 0, ,3 15 M2 Inativos em credito e cheques , ,9 49 M3 Inativos em credito e ativos em cheque , ,9 253 B1 Média atividade de consumo e entrada recente no mercado , ,8 107 I1 Média atividade de consumo com tendencia crescente , ,4 28 I2 Média atividade de consumo com tendencia decrescente , ,7 88 Registros identificados Registros sem informação Total de registros da Base Corretores de Imóveis Na tabela acima e no gráfico abaixo, o campo Índice mostra a representatividade desta variável na base do cliente em relação ao ConsumerView SM Um valor de 100% representa distribuições iguais tanto na Base Corretores de Imóveis como no ConsumerView SM. À esquerda (menor que 100%) temos uma concentração relativa menor. À direita (maior que 100%), uma concentração maior Código Índice A1 95 A2 200 A3 623 M1 15 M2 49 M3 253 B1 107 I1 28 I2 88 Resumo da Análise 1. A maior ocorrência da Atividade de Consumo na Base Cliente por Base Corretores de Imóveis é Média atividade de consumo e entrada recente no mercado 2. A maior ocorrência da Atividade de Consumo no ConsumerView SM é Média atividade de consumo e entrada recente no mercado 3. A faixa Alta atividade de consumo com tendência decrescente é a mais representativa na Base Corretores de Imóveis quando comparado ao ConsumerView SM 4. A faixa Baixa atividade de consumo é a menos representativa na Base Corretores de Imóveis quando comparado ao ConsumerView SM 25

26 26 Perfil de Consumo dos Corretores de Imóveis

27 GRUPOS DE CONSUMIDORES Esses indicadores classificam a população brasileira em 10 grupos e posteriormente em 39 segmentos distintos em função de renda, geografia, demografia, padrões comportamentais e estilo de vida. Distribuição e Comparação Cod Atividade de Consumo Base Corretores de Imóveis % ConsumerView SM % Índice A Ricos, Sofisticados e Influentes , ,0 717 B Prósperos Moradores Urbanos , ,3 275 C Assalariados Urbanos , ,4 107 D Empreendedores e Comerciantes , ,2 340 E Aspirantes Sociais , ,1 121 F Periferia Jovem , ,9 26 G Envelhecendo na Periferia , ,7 34 H Aposentadoria Tranqüila , ,1 13 I Envelhecendo no Interior 694 0, ,3 5 J Brasil Rural , ,1 20 Registros identificados Registros sem informação Total de registros da Base Corretores de Imóveis Na tabela acima e no gráfico abaixo, o campo índice mostra a representatividade desta variável na Base Corretores de Imóveis em relação ao ConsumerView SM Um valor de 100% representa distribuições iguais tanto na Base Corretores de Imóveis como no ConsumerView SM. À esquerda (menor que 100%) temos uma concentração relativa menor. À direita (maior que 100%), uma concentração maior Código Índice A 717 B 275 C 107 D 340 E 121 F 26 G 34 H 13 I 5 J 20 27

28 O gráfico a seguir representa a distribuição percentual dos dados da Base Corretores de Imóveise e do ConsumerView SM para cada variável 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0,0 Base Corretores de Imóveis (BC) ConsumerView SM (CV) A B C D E F G H I J Cod BC % CV% A 21,4 3,0 B 17,2 6,3 C 13,3 12,4 D 24,4 7,2 E 9,8 8,1 F 5,6 21,9 G 4,0 11,7 H 1,3 10,1 I 0,3 6,3 J 2,7 13,1 Resumo da Análise 1. A maior ocorrência de Mosaic Grupos na Base Corretores de Imóveis é D 2. A maior ocorrência de Mosaic Grupos no ConsumerView SM é F 3. O Grupo Mosaic A é o mais representativo na Base Corretores de Imóveis quando comparado ao ConsumerView SM 4. O Grupo Mosaic I é o menos representativo na Base Corretores de Imóveis quando comparado ao ConsumerView SM 28

29 CONSUMIDORES POR SEGMENTO Neste relatório a Kuser Participações subdivide os 10 grupos em 39 segmentos, para que você possa entender seus clientes com mais detalhe e profundidade, a fim de elaborar suas estratégias de marketing e compor o melhor mix de produtos de acordo com o desejo e a necessidade de cada segmento. Distribuição e Comparação Cod Mosaic Segmentos Base Corretores de Imóveis % ConsumerView SM % Índice A01 Empresários de Sucesso das Grandes Cidades , ,8 894 A02 Executivos e Formadores de Opinião , ,2 437 B03 Prósperos e Tradicionais , ,8 219 B04 Vida Contemporânea , ,5 347 B05 Empregos Estáveis , ,4 370 B06 Aposentadoria dos Sonhos , ,6 188 C07 Antigos Moradores , ,8 124 C08 Jovens Promissores , ,1 240 C09 Técnicos e Operários , ,8 53 C10 Vida no Aperto , ,7 82 D11 Empreendedores Bem-Sucedidos , ,9 695 D12 Pequenos Empresários , ,8 204 D13 Microempresários , ,6 218 E14 Profissionais em Ascensão Social , ,9 148 E15 Boa Vida no Interior , ,5 177 E16 Jovens em Busca de Oportunidades , ,7 55 E17 Consumidores Indisciplinados , ,9 114 F18 Jovens Trabalhadores de Baixa Renda , ,9 34 F19 Jovens na Informalidade , ,2 48 F20 Trabalhadores de Baixa Qualificação , ,8 17 F21 Excluídos do Sistema 147 0, ,1 3 F22 Estudantes da Periferia 50 0, ,6 4 F23 Familias Assistidas da Periferia , ,4 17 G24 Maturidade Difícil , ,7 21 G25 Casais Maduros de Baixa Renda , ,7 21 G26 Operários Aposentados da Periferia , ,2 50 H27 Aposentados de Boa Vida , ,7 24 H28 Aposentadoria Sem Conforto 498 0, ,8 6 H29 A Melhor Idade No Interior 461 0, ,6 8 I30 Aposentados Rurais do Nordeste 37 0, ,9 1 I31 Famílias Assistidas do Interior 601 0, ,8 9 I32 Idosos do Agreste 56 0, ,6 2 J33 A Pequena Alemanha no Brasil , ,2 60 J34 Trabalhadores Rurais em Busca de Oportunidade 714 0, ,2 27 J35 Trabalhadores e Proprietários da Terra 280 0, ,2 10 J36 Jovens Empregados do Agronegócio , ,1 13 J37 Jovens Trabalhadores do Nordeste Rural 610 0, ,6 10 J38 Migrantes do Centro-Oeste , ,6 38 J39 Ribeirinhos da Grande Amazônia 145 0, ,1 6 Registros identificados Registros sem informação Total de registros da Base Corretores de Imóveis Resumo da Análise 1. Os 3 Segmentos principais na Base Corretores de Imóveis é A01, D11 & D13 2. O Segmento A01 é o mais representativo na Base Corretores de Imóveis quando comparado ao ConsumerView SM 29

30 Cod AFINIDADE A ARTIGOS DE LUXO Marcação baseada em modelo estatístico que identifica pessoas que possuem perfil de afinidade ou perfil semelhante aos consumidores de artigos de luxo. Muito útil para cenários onde não existem dados sobre ações anteriores ou para prospecção de novos mercados e novos canais. Distribuição e Comparação Afinidade a Artigos de Luxo Base Corretores de Imóveis % ConsumerView SM % Índice S SIM , ,6 241 N Nao , ,4 51 Registros identificados Registros sem informação 24 Total de registros da Base Corretores de Imóveis Na tabela acima e no gráfico abaixo, o campo Índice mostra a representatividade desta variável na Base Corretores de Imóveis em relação ao ConsumerView SM Um valor de 100% representa distribuições iguais tanto na Base Corretores de Imóveis como no ConsumerView SM. À esquerda (menor que 100%) temos uma concentração relativa menor. À direita (maior que 100%), uma concentração maior Código Índice S 241 N 51 Variável, permitindo uma comparação direta das semelhanças e diferenças das duas bases. 80,0 70,0 60,0 50,0 40,0 Base Cliente (BC) ConsumerView SM (CV) Código BC % CV % S 61,8 25,6 N 38,2 74,4 30,0 20,0 0,0 S N Resumo da Análise 1. A maior ocorrência da variável Afinidade a Artigos de Luxo na Base Corretores de Imóveis é SIM 2. A maior ocorrência da variável Afinidade a Artigos de Luxo no ConsumerView SM é Não 3. SIM é o valor mais representativo para Afinidade a Artigos de Luxo na Base Corretores de Imóveis quando comparado ao ConsumerView SM 4. Não é o valor menos representativo para Afinidade a Artigos de Luxo na Base Corretores de Imóveis e quando comparado ao ConsumerView SM 30

Portfólio de dados de Marketing Services. Informações relevantes, estratégias de marketing eficazes

Portfólio de dados de Marketing Services. Informações relevantes, estratégias de marketing eficazes Portfólio de dados de Marketing Services Informações relevantes, estratégias de marketing eficazes Você conhece profundamente o seu público? Tem informações relevantes para desenvolver ações de sucesso?

Leia mais

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde INFORME SARGSUS Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde 1 ESFERA MUNICIPAL 1.1 Relatório de Gestão Ano 2013 Até a presente data,

Leia mais

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1)

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) ANEXO I BICICLETA ESCOLAR Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) Assunto: Adesão à ata de registro de preços nº 70/2010 do pregão eletrônico nº 40/2010. 1 2 BICICLETA 20 - AC,

Leia mais

Indenizações Pagas Quantidades

Indenizações Pagas Quantidades Natureza da Indenização Jan a Dez 2011 % Jan a Dez 2012 % Jan a Dez 2012 x Jan a Dez 2011 Morte 58.134 16% 60.752 12% 5% Invalidez Permanente 239.738 65% 352.495 69% 47% Despesas Médicas (DAMS) 68.484

Leia mais

Censo Nacional das Bibliotecas Públicas P

Censo Nacional das Bibliotecas Públicas P Ministério da Cultura Secretaria de Articulação Institucional Diretoria de Livro, Leitura e Literatura Fundação Biblioteca Nacional Sistema Nacional de Bibliotecas PúblicasP Censo Nacional das Bibliotecas

Leia mais

De janeiro a junho de 2013 as indenizações pagas pelo Seguro DPVAT registraram crescimento de 38% ante mesmo período de 2012.

De janeiro a junho de 2013 as indenizações pagas pelo Seguro DPVAT registraram crescimento de 38% ante mesmo período de 2012. De janeiro a junho de 2013 as indenizações pagas pelo Seguro DPVAT registraram crescimento de 38% ante mesmo período de 2012. Os casos de Invalidez Permanente representaram a maioria das indenizações pagas

Leia mais

Evolução demográfica 1950-2010

Evolução demográfica 1950-2010 Evolução demográfica 195-1 37 A estrutura etária da população brasileira em 1 reflete as mudanças ocorridas nos parâmetros demográficos a partir da segunda metade do século XX. Houve declínio rápido dos

Leia mais

Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015. Perspectivas da economia / Comprometimento de renda. Novembro/2015. Copyright Boa Vista SCPC 1

Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015. Perspectivas da economia / Comprometimento de renda. Novembro/2015. Copyright Boa Vista SCPC 1 Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015 Perspectivas da economia / Comprometimento de renda Novembro/2015 Copyright Boa Vista SCPC 1 Objetivo, metodologia e amostra o Objetivo: Pesquisa para

Leia mais

Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015 Novembro/2015

Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015 Novembro/2015 Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015 Novembro/2015 Copyright Boa Vista SCPC 1 Objetivo, metodologia e amostra o Objetivo: Pesquisa para mapear os hábitos de consumo e compras para época

Leia mais

Acesso à Internet e à televisão e posse de telefone móvel celular para uso pessoal

Acesso à Internet e à televisão e posse de telefone móvel celular para uso pessoal Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Ministério das Comunicações Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD Suplementar 2013 Acesso à Internet e à televisão e posse de telefone móvel celular

Leia mais

Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil

Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil Número 24 Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 29 de julho de 2009 COMUNICADO DA PRESIDÊNCIA Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 2 1. Apresentação Este

Leia mais

Pesquisa Hábitos do Consumidor da Classe C. 2014 Copyright Boa Vista Serviços 1

Pesquisa Hábitos do Consumidor da Classe C. 2014 Copyright Boa Vista Serviços 1 Pesquisa Hábitos do Consumidor da Classe C 2014 Copyright Boa Vista Serviços 1 Índice Objetivo, metodologia e amostra... 03 Perfil dos Respondentes... 04 Principais constatações sobre os hábitos de consumo

Leia mais

Relatório Anual de Desempenho 2012

Relatório Anual de Desempenho 2012 Relatório Anual de Desempenho 2012 Brasília, janeiro de 2013 ALÔ SENADO Em 2012, o Alô Senado registrou 1.098.035 mensagens distribuídas. A maior parte dos atendimentos (95%) foram solicitações de envio

Leia mais

População residente, por situação do domicílio Brasil, 2000 Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000 Resultados do Universo

População residente, por situação do domicílio Brasil, 2000 Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000 Resultados do Universo Material elaborado pelo Ético Sistema de Ensino Ensino fundamental Publicado em 2012 Prova bimestral 3o Bimestre 5o ano Geografia Data: / / Nível: Escola: Nome: 1. Leia os dados e o gráfico do censo do

Leia mais

Pendências de Envio do Relatório de Gestão Municipal-2013 aos CMS

Pendências de Envio do Relatório de Gestão Municipal-2013 aos CMS INFORME SARGSUS Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde 1 ESFERA MUNICIPAL 1.1 Relatório de Gestão Ano 2013 Até a presente data,

Leia mais

Nova divisão de classes dos brasileiros

Nova divisão de classes dos brasileiros 1 Olá amigo, Meu nome é Isaac Martins, sou professor e fundador do Instituto Isaac Martins, empresa de consultoria e treinamento que atua na área comercial com foco em televendas. Conheça um pouco mais

Leia mais

CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE:

CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE: Lista de Siglas d CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE: Boletim Ano VI - Edição nº 2/211 Boletim Ano VI - Edição nº 1 / 211 Painel de Indica Nº 1/215 Técnicos Respon Equipe

Leia mais

DEMANDA DE CANDIDATOS POR CARGO / UF NÍVEL SUPERIOR

DEMANDA DE CANDIDATOS POR CARGO / UF NÍVEL SUPERIOR EM CARGOS DE E DE NÍVEL INTERMEDIÁRIO Administrador AC 1 14 14.00 Administrador AL 1 53 53.00 Administrador AP 1 18 18.00 Administrador BA 1 75 75.00 Administrador DF 17 990 58.24 Administrador MT 1 55

Leia mais

Pesquisa Hábitos de Consumo Dia dos Pais 2015

Pesquisa Hábitos de Consumo Dia dos Pais 2015 Pesquisa Hábitos de Consumo Dia dos Pais 2015 Agosto de 2015 2014 Copyright Boa Vista Serviços 1 Índice o Objetivo, metodologia e amostra... 03 o Sumário... 04 o Perfil dos respondentes... 05 o Pretensão

Leia mais

Monitoramento de agrotóxicos em água para consumo humano

Monitoramento de agrotóxicos em água para consumo humano Seminário de Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Agrotóxicos Mesa Redonda I Exposição humana a agrotóxicos: ações em desenvolvimento Monitoramento de agrotóxicos em água para consumo humano Coordenação

Leia mais

O SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR NO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA. Mara Luísa Alvim Motta Gerente Executiva GERÊNCIA NACIONAL DE MEIO AMBIENTE

O SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR NO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA. Mara Luísa Alvim Motta Gerente Executiva GERÊNCIA NACIONAL DE MEIO AMBIENTE O SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR NO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA Mara Luísa Alvim Motta Gerente Executiva GERÊNCIA NACIONAL DE MEIO AMBIENTE Crédito Imobiliário 2003 a 2010 75,92 47,05 275.528 MCMV 660.980

Leia mais

Indenizações Pagas Quantidades

Indenizações Pagas Quantidades Natureza da Indenização Jan a Dez 2012 % Jan a Dez 2013 % Jan a Dez 2013 x Jan a Dez 2012 Morte 60.752 1 54.767 9% - Invalidez Permanente 352.495 69% 444.206 70% 2 Despesas Médicas (DAMS) 94.668 19% 134.872

Leia mais

RELATÓRIO DA GERÊNCIA DE MONITORAMENTO PANORAMA DO COOPERATIVISMO BRASILEIRO - ANO 2011

RELATÓRIO DA GERÊNCIA DE MONITORAMENTO PANORAMA DO COOPERATIVISMO BRASILEIRO - ANO 2011 RELATÓRIO DA GERÊNCIA DE MONITORAMENTO PANORAMA DO COOPERATIVISMO BRASILEIRO - ANO 2011 Março 2012 SUMÁRIO I - EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE COOPERATIVAS, COOPERADOS E EMPREGADOS, 3 II - ANÁLISE POR RAMO, 8 2.1

Leia mais

Quantidade de pedidos registrados por mês

Quantidade de pedidos registrados por mês Relatório de Pedidos de Acesso à Informação e Solicitantes (*) Informações adicionais para o correto entendimento do relatório podem ser encontradas na última seção. Órgão(s) de referência: MinC - Ministério

Leia mais

Apresentação do IDConselho Municipal. Apresentação elaborada pela Coordenação Geral de Vigilância Socioassistencial CGVIS Brasília

Apresentação do IDConselho Municipal. Apresentação elaborada pela Coordenação Geral de Vigilância Socioassistencial CGVIS Brasília Apresentação do IDConselho Municipal Apresentação elaborada pela Coordenação Geral de Vigilância Socioassistencial CGVIS Brasília 5.366 Conselhos Municipais que preencheram o Censo SUAS 2014 Dinâmica de

Leia mais

EVOLUÇÃO & PROGNÓSTICOS

EVOLUÇÃO & PROGNÓSTICOS APRESENTAÇÃO POPULAÇÃO CARCERÁRIA BRASILEIRA O objetivo deste trabalho, elaborado pela Comissão de Monitoramento e Avaliação do DEPEN, é realizar um levantamento, de forma sucinta, sobre o quadro evolutivo

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA: O ENVELHECIMENTO E A QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS

AUDIÊNCIA PÚBLICA: O ENVELHECIMENTO E A QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS AUDIÊNCIA PÚBLICA: O ENVELHECIMENTO E A QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS BRASÍLIA, Julho de 2014 1 Proteção Social entre os Idosos (pessoas com 60 anos ou mais de idade) - Brasil 2 Cobertura Social entre os

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Acessos Quantidade de Acessos no Brasil Dividido por Tecnologia/Velocidade/UF

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Acessos Quantidade de Acessos no Brasil Dividido por Tecnologia/Velocidade/UF AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Acessos Quantidade de Acessos no Brasil Dividido por Tecnologia/Velocidade/UF UF Tecnologia Velocidade Quantidade de Acessos AC ATM 12 Mbps a 34Mbps 3 AC ATM 34 Mbps

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL MÉDIO DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL MÉDIO DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA Nível superior Cargo 1: Contador DF Brasília/Sede da Administração Central 35 1820 52,00 Nível médio Cargo 2: Agente Administrativo AC Rio Branco/Sede da SRTE 2 1496 748,00 Nível médio Cargo 2: Agente

Leia mais

No que diz respeito à siderurgia em nível mundial, podemos destacar como principais pontos:

No que diz respeito à siderurgia em nível mundial, podemos destacar como principais pontos: Setor Siderúrgico 1 O setor siderúrgico brasileiro passou por profundas transformações na década de 90, tendo como principal elemento de mudança o processo de privatização do setor, que desencadeou, num

Leia mais

CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE:

CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE: Lista de Siglas do Pa CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE: Boletim Ano VI - Edição nº 2/211 Boletim Ano VI - Edição nº 1 / 211 Painel de Indicador Nº 2/215 Técnicos Responsáv

Leia mais

HIV/AIDS no Norte e Nordeste

HIV/AIDS no Norte e Nordeste HIV/AIDS no Norte e Nordeste Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde www.aids.gov.br 04 de dezembro de 2014 Foco em populações chave 12% 10% 10,5%

Leia mais

Gestão da Qualidade da Banda Larga

Gestão da Qualidade da Banda Larga Gestão da Qualidade da Banda Larga Agência Nacional de Telecomunicações Brasília, 17 de maio de 2013 METODOLOGIA DE MEDIÇÃO INDICADORES DE BANDA LARGA FIXA Avaliações realizadas através de medidores instalados

Leia mais

1. Consulta de Certificado Digital 1. 2. Modelo de faturamento por Central de Serviços 3. 3 Configuração de informações para Faturamento de pedidos 4

1. Consulta de Certificado Digital 1. 2. Modelo de faturamento por Central de Serviços 3. 3 Configuração de informações para Faturamento de pedidos 4 CONFIGURAÇÃO PEDIDOS 1. Consulta de Certificado Digital 1 2. Modelo de faturamento por Central de Serviços 3 3 Configuração de informações para Faturamento de pedidos 4 4 Faturamento de NF-e pela SEFAZ

Leia mais

MEC. Censo da Educação Superior 2014

MEC. Censo da Educação Superior 2014 MEC Censo da Educação Superior 2014 BRASÍLIA DF 04 DE DEZEMBRO DE 2015 Tabela Resumo Estatísticas Gerais da Educação Superior Brasil 2014 Categoria Administrativa Estatísticas Básicas Total Geral Pública

Leia mais

O QUE É A LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE?

O QUE É A LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE? O QUE É A LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE? Instrumento que permite o financiamento, por meio de incentivos fiscais, de projetos esportivos aprovados pelo Ministério do Esporte. BASE LEGAL: Lei 11.438/06 -

Leia mais

Investir em autoestima e bem-estar é sempre um excelente negócio

Investir em autoestima e bem-estar é sempre um excelente negócio Investir em autoestima e bem-estar é sempre um excelente negócio Abrir uma empresa envolve paixão, razão e empatia. Ao optar por um segmento é preciso sentir-se parte dele. É preciso sentir-se bem. O mercado

Leia mais

InfoMais. Enxergue potencial em seus clientes.

InfoMais. Enxergue potencial em seus clientes. InfoMais Enxergue potencial em seus clientes. Enxergue mais possibilidades. Conhecer e se relacionar com o seu cliente ficou mais fácil. Com InfoMais, você adiciona diversas informações à sua base de dados.

Leia mais

Apresentação da Companhia. Setembro de 2010

Apresentação da Companhia. Setembro de 2010 Apresentação da Companhia Setembro de 2010 Comprovada capacidade de execução Visão geral da Inpar Empreendimentos por segmento (1) Modelo de negócios integrado (incorporação, construção e venda) Comercial

Leia mais

UOL e o Segmento Imobiliário

UOL e o Segmento Imobiliário UOL e o Segmento Imobiliário Já somos mais de 83 milhões de internautas no Brasil 11% NORDESTE 8% NORTE/ CENTRO- OESTE 67% SUDESTE 14% SUL Fonte: Estimativa comscore (outubro/ 2011) 3º meio com mais Penetração

Leia mais

Relatório de Curso ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES JORNALISMO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA FLORIANÓPOLIS

Relatório de Curso ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES JORNALISMO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA FLORIANÓPOLIS Relatório de Curso ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES JORNALISMO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA FLORIANÓPOLIS Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais G O V E

Leia mais

EDITAL SG/MPU N.º 27, DE 2 DE OUTUBRO DE 2007.

EDITAL SG/MPU N.º 27, DE 2 DE OUTUBRO DE 2007. VA PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO DE 4/10/2007, SEÇÃO 3, PÁG.. EDITAL SG/MPU N.º 27, DE 2 DE OUTUBRO DE 2007. Divulgar a distribuição de vagas do Concurso Público para provimento de cargos e formação

Leia mais

MICROCEFALIA DENGUE CHIKUNGUNYA ZIKA NOVEMBRO DE 2015

MICROCEFALIA DENGUE CHIKUNGUNYA ZIKA NOVEMBRO DE 2015 MICROCEFALIA DENGUE CHIKUNGUNYA ZIKA NOVEMBRO DE 2015 Situação da microcefalia no Brasil Até 21 de novembro, foram notificados 739 casos suspeitos de microcefalia, identificados em 160 municípios de nove

Leia mais

FEIRÃO CAIXA DA CASA PRÓPRIA. II Fórum de Comunicação do Governo Federal no Nordeste 11 NOV 2008

FEIRÃO CAIXA DA CASA PRÓPRIA. II Fórum de Comunicação do Governo Federal no Nordeste 11 NOV 2008 FEIRÃO CAIXA DA CASA PRÓPRIA ESTRATÉGIA DO FEIRÃO OS PÚBLICOS TRABALHADOS ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO RESULTADOS ESTRATÉGIA DO FEIRÃO Disponibilizar espaço para a interação entre demanda (população), oferta

Leia mais

Guerra Fiscal e Desenvolvimento Regional. Audiência Pública Senado Federal 18 de outubro de 2011

Guerra Fiscal e Desenvolvimento Regional. Audiência Pública Senado Federal 18 de outubro de 2011 Guerra Fiscal e Desenvolvimento Regional Audiência Pública Senado Federal 18 de outubro de 2011 Quem ganha com a Guerra Fiscal? O país perde Porque grande parte dos incentivos é concedido a importações

Leia mais

PESQUISA DE SATISFAÇÃO PARTICIPANTES

PESQUISA DE SATISFAÇÃO PARTICIPANTES PESQUISA DE SATISFAÇÃO PARTICIPANTES Brasília, janeiro/2011 Objetivos específicos da pesquisa 2 Avaliar a quantidade e a qualidade da rede credenciada. Avaliar os serviços oferecidos: o Plano CASSI Família

Leia mais

I I F ó r u m N a c i o n a l d o s. Conselhos de Usuár ios

I I F ó r u m N a c i o n a l d o s. Conselhos de Usuár ios I I F ó r u m N a c i o n a l d o s Conselhos de Usuár ios PESQUISA DE SATISFAÇÃO E QUALIDADE PERCEBIDA Destaques dos Resultados Coletiva de Imprensa Superintendência de Relações com Consumidores 29/03/2016

Leia mais

Gráfico 01: Estados brasileiros - Evolução do emprego formal - primeiro semestre de 2014 Variação relativa (%)

Gráfico 01: Estados brasileiros - Evolução do emprego formal - primeiro semestre de 2014 Variação relativa (%) 1,96 1,96 1,76 1,73 1,54 1,47 1,37 0,92 0,85 0,74 0,50 0,46 0,31 Nº 17 / 14 Embora o cenário macroeconômico aponte perda de dinamismo para setores importantes da economia brasileira, os resultados do emprego

Leia mais

Geração de Emprego Formal no NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, JULHO DE 2011

Geração de Emprego Formal no NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, JULHO DE 2011 Geração de Emprego Formal no RIO DE JANEIRO NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, JULHO DE 211 1 211 O crescimento da economia fluminense nos últimos

Leia mais

2014 DEZEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos

2014 DEZEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos 2014 DEZEMBRO Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos Elaboração, distribuição e informações: MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) Diretoria

Leia mais

Hábitos de Consumo Dia dos Namorados 2015

Hábitos de Consumo Dia dos Namorados 2015 Hábitos de Consumo Dia dos Namorados 2015 3 de junho de 2015 2014 Copyright Boa Vista Serviços 1 Objetivo, metodologia e amostra o Objetivo: a sondagem ter por objetivo identificar os hábitos de compras

Leia mais

Vigilância em saúde para prevenção de surtos de doenças de transmissão hídrica decorrentes dos eventos climáticos extremos

Vigilância em saúde para prevenção de surtos de doenças de transmissão hídrica decorrentes dos eventos climáticos extremos Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis Coordenação Geral de Doenças Transmissíveis Unidade de Vigilância das Doenças de Transmissão

Leia mais

O PRESENTE E O FUTURO DO PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA. SINDUSCON RIO MAIO 2013

O PRESENTE E O FUTURO DO PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA. SINDUSCON RIO MAIO 2013 O PRESENTE E O FUTURO DO PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA. SINDUSCON RIO MAIO 2013 DEMANDA HABITACIONAL O crescimento da Demanda Habitacional é influenciado principalmente por fatores como: Distribuição

Leia mais

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (julho/2015) Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda larga fixa (SCM)

Leia mais

A PRESENTE PESQUISA ESTÁ ENQUADRADA NA ESTRATÉGIA DO

A PRESENTE PESQUISA ESTÁ ENQUADRADA NA ESTRATÉGIA DO A PRESENTE PESQUISA ESTÁ ENQUADRADA NA ESTRATÉGIA DO SINDICATO APEOC DE CONSTRUIR A ADEQUAÇÃO DO PLANO DE CARREIRA DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO COM BASE NA LEI Nº 11738 DO PISO NACIONAL NA SUA FORMA ORIGINAL

Leia mais

POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS

POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS Seminário POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS LEGISLAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E POLÍTICA DE SEGURANÇA Brasília DF 13 de setembro de 2012 Regulamentação da atividade de mototaxista Mesmo diante da ausência

Leia mais

4» Quadra escolar Maria Nascimento Paiva. 1» Centro de Artes e Esportes Unificados. 2» Unidade Básica de Saúde, Clínica da Família Quadra 308

4» Quadra escolar Maria Nascimento Paiva. 1» Centro de Artes e Esportes Unificados. 2» Unidade Básica de Saúde, Clínica da Família Quadra 308 1 2 8 1» Centro de Artes e Esportes Unificados Rio Branco AC 2» Unidade Básica de Saúde, Clínica da Família Quadra 308 Recanto das Emas DF 3» Creche Ipê Rosa Samambaia DF 4» Quadra escolar Maria Nascimento

Leia mais

TRANSPORTE ESCOLAR PROGRAMAS DE APOIO DO GOVERNO FEDERAL

TRANSPORTE ESCOLAR PROGRAMAS DE APOIO DO GOVERNO FEDERAL TRANSPORTE ESCOLAR PROGRAMAS DE APOIO DO GOVERNO FEDERAL PAULO DE SENA MARTINS Consultor Legislativo da Área XV Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia MAIO/2008 Paulo de Sena Martins 2 2008

Leia mais

FÓRUM ESTADUAL DA UNDIME. Belo Horizonte, 3 de abril de 2013.

FÓRUM ESTADUAL DA UNDIME. Belo Horizonte, 3 de abril de 2013. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FÓRUM ESTADUAL DA UNDIME MINAS GERAIS Belo Horizonte, 3 de abril de 2013. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ALINHAMENTO DOS PLANOS MUNICIPAIS E ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO AO PNE SECRETARIA DE ARTICULAÇÃO

Leia mais

acompanhar a situação das famílias vulneráveis planejar suas ações no território ofertar benefícios de forma transparente e republicana

acompanhar a situação das famílias vulneráveis planejar suas ações no território ofertar benefícios de forma transparente e republicana Proteção e Promoção Social no Brasil A proteção social básica e a promoção de oportunidades para as famílias em situação de pobreza têm hoje, como instrumento principal de gestão, o Cadastro Único. Mais

Leia mais

Carga Tributária dos Combustíveis por Estado. Referência: Junho/2015

Carga Tributária dos Combustíveis por Estado. Referência: Junho/2015 Carga Tributária dos Combustíveis por Estado Referência: Junho/2015 Pontos importantes da Lei 12.741/2012 para a revenda de combustíveis Art. 1º Emitidos por ocasião da venda ao consumidor de mercadorias

Leia mais

ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR

ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR 8 ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR Secretaria de Vigilância em Saúde/MS 435 ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA/COR MORTALIDADE POR CAUSAS EXTERNAS Evolução da mortalidade por causas externas

Leia mais

Sondagem Festas Juninas 2015

Sondagem Festas Juninas 2015 Sondagem Festas Juninas 0 de Maio de 0 0 Copyright Boa Vista Serviços Índice o Objetivo, metodologia e amostra... 0 o Perfil dos respondentes... 0 o Comemoração das Festas Juninas... 09 o Do que os consumidores

Leia mais

Centro de Artes e Esportes Unificados, Sertãozinho SP. UBS Elpidio Moreira Souza AC. UPA município de Ribeirão Pires SP

Centro de Artes e Esportes Unificados, Sertãozinho SP. UBS Elpidio Moreira Souza AC. UPA município de Ribeirão Pires SP Centro de Artes e Esportes Unificados, Sertãozinho SP UBS Elpidio Moreira Souza AC Quadra da Escola Municipal Érico de Souza, Águas Lindas GO UPA município de Ribeirão Pires SP UBS Clínica da Família,

Leia mais

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA COORDENAÇÃO GERAL DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE INVESTIMENTOS. DNIT www.dnit.gov.br

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA COORDENAÇÃO GERAL DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE INVESTIMENTOS. DNIT www.dnit.gov.br DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA COORDENAÇÃO GERAL DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE INVESTIMENTOS BREVE HISTÓRICO SISTEMA DE GERÊNCIA DE PAVIMENTOS O SISTEMA DE GERÊNCIA DE PAVIMENTOS (SGP) É UM CONJUNTO

Leia mais

FICHA DE CADASTRO PARA ADOÇÃO 1º PRETENDENTE (É obrigatório o preenchimento de todos os campos) Nome Completo

FICHA DE CADASTRO PARA ADOÇÃO 1º PRETENDENTE (É obrigatório o preenchimento de todos os campos) Nome Completo FICHA DE CADASTRO PARA ADOÇÃO 1º PRETENDENTE (É obrigatório o preenchimento de todos os campos) Nome Completo CPF Sexo ( )Masculino ( )Feminino Estado Civil ( )Solteiro(a) ( )Casado(a) ( )Viúvo(a) ( )Divorciado(a)

Leia mais

Objetivos. 1. Fazer o diagnóstico das condições de saúde bucal da população brasileira em 2010. 2. Traçar comparativo com a pesquisa SB Brasil 2003

Objetivos. 1. Fazer o diagnóstico das condições de saúde bucal da população brasileira em 2010. 2. Traçar comparativo com a pesquisa SB Brasil 2003 Objetivos 1. Fazer o diagnóstico das condições de saúde bucal da população brasileira em 2010 2. Traçar comparativo com a pesquisa SB Brasil 2003 3. Avaliar o impacto do Programa Brasil Sorridente 4. Planejar

Leia mais

MIGRAMED Migração médica no Brasil: tendências e motivações. Autores: Paulo Henrique D Ângelo Seixas Aniara Nascimento Corrêa José Cássio de Moraes

MIGRAMED Migração médica no Brasil: tendências e motivações. Autores: Paulo Henrique D Ângelo Seixas Aniara Nascimento Corrêa José Cássio de Moraes MIGRAMED Migração médica no Brasil: tendências e motivações Autores: Paulo Henrique D Ângelo Seixas Aniara Nascimento Corrêa José Cássio de Moraes CONTEXTO Observatório de RH em Saúde de SP Eixo: Formação

Leia mais

DO BACO INFORMA. Brasil Dados Públicos. O que é o DO BACO INFORMA

DO BACO INFORMA. Brasil Dados Públicos. O que é o DO BACO INFORMA especificações Busca textual pré-definida pelo assinante a qualquer conteúdo publicado em 213 Diários Oficiais de 27 Estados. O BACO Informa leva informação onde você estiver. O que é o O BACO INFORMA

Leia mais

PROCOMPI Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias. 6ª Conferência Brasileira de APLs Brasília - DF

PROCOMPI Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias. 6ª Conferência Brasileira de APLs Brasília - DF PROCOMPI Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias 6ª Conferência Brasileira de APLs Brasília - DF Dezembro de 2013 OBJETIVO Promover a competitividade das micro e pequenas empresas

Leia mais

EMPRESÁRIOS DA INDÚSTRIA, CONSTRUÇÃO, COMÉRCIO E SERVIÇOS NO BRASIL (2002-2012)

EMPRESÁRIOS DA INDÚSTRIA, CONSTRUÇÃO, COMÉRCIO E SERVIÇOS NO BRASIL (2002-2012) DA INDÚSTRIA, CONSTRUÇÃO, COMÉRCIO E SERVIÇOS NO BRASIL (2002-2012) EMPRESÁRIOS DA INDÚSTRIA, CONSTRUÇÃO, COMÉRCIO E SERVIÇOS NO BRASIL (2002-2012) Março/2014 Estudos e Pesquisas 1 SEBRAE 2 Estudos e Pesquisas

Leia mais

A Carreira Muller. As melhores soluções para sua empresa

A Carreira Muller. As melhores soluções para sua empresa ABRIL 2.013 A Carreira Muller ESTUDO REEMBOLSO QUILOMETRAGEM ABRIL 2013 As melhores soluções para sua empresa A Carreira Muller é uma empresa de consultoria empresarial que desenvolve e implanta soluções

Leia mais

Síntese da Pesquisa Realização BERNARDO LEITE CONSULTORIA www.bernardoleite.com.br

Síntese da Pesquisa Realização BERNARDO LEITE CONSULTORIA www.bernardoleite.com.br Síntese da Pesquisa Realização BERNARDO LEITE CONSULTORIA www.bernardoleite.com.br Objetivo da pesquisa: Identificar as práticas na aplicação da Avaliação de Desempenho Período da Pesquisa: 15 de Dezembro

Leia mais

No Brasil, existem cerca de 45 milhões de Pessoas com Deficiência, o que representa ¼ da população geral (Censo IBGE, 2010).

No Brasil, existem cerca de 45 milhões de Pessoas com Deficiência, o que representa ¼ da população geral (Censo IBGE, 2010). O Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência PLANO VIVER SEM LIMITE 2011-2014 foi instituído por meio do Decreto da Presidência da República nº 7.612, de 17/11/2011 e tem como finalidade promover,

Leia mais

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes. Disque Denúncia Nacional: DDN 100

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes. Disque Denúncia Nacional: DDN 100 Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças

Leia mais

A EVOLUÇÃO DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE 2009 A 2012

A EVOLUÇÃO DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE 2009 A 2012 A EVOLUÇÃO DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE 2009 A 2012 BRASIL Série Estudos e Pesquisas A EVOLUÇÃO DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE DE 2009 A 2012 Junho/2014 Estudos e Pesquisas

Leia mais

Gestão de risco rural, Proagro, seguro rural e Fundo de Catástrofe. Mesquita de Sant Ana Coordenador-Geral de Seguro Rural SPA/DEGER

Gestão de risco rural, Proagro, seguro rural e Fundo de Catástrofe. Mesquita de Sant Ana Coordenador-Geral de Seguro Rural SPA/DEGER Gestão de risco rural, Proagro, seguro rural e Fundo de Catástrofe Eustáquio Mesquita de Sant Ana Coordenador-Geral de Seguro Rural SPA/DEGER RR AP AM PA MA CE RN AC 90 s RO MT TO PI BA PB PE AL SE 80

Leia mais

MERCADO DE CAPITALIZAÇÃO JANEIRO / ABRIL -2011

MERCADO DE CAPITALIZAÇÃO JANEIRO / ABRIL -2011 MERCADO DE CAPITALIZAÇÃO JANEIRO / ABRIL -2011 1 MERCADO DE CAPITALIZAÇÃO: O Mercado de títulos de capitalização vem mantendo crescimentos fortes e retornos robustos. Nesse período o volume de vendas atingiu

Leia mais

DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA

DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA Analista de Correios / Administrador AC / Rio Branco 123 1 123,00 Analista de Correios / Técnico em Comunicação Social Atuação: Jornalismo AC / Rio Branco 27 1 27,00 Médico do Trabalho Formação: Medicina

Leia mais

Departamento de Engenharia de Saúde Pública/CGEAR LICENCIAMENTO AMBIENTAL NAS OBRAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA FUNASA.

Departamento de Engenharia de Saúde Pública/CGEAR LICENCIAMENTO AMBIENTAL NAS OBRAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA FUNASA. Departamento de Engenharia de Saúde Pública/CGEAR LICENCIAMENTO AMBIENTAL NAS OBRAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA FUNASA Brasília 2005 O Licenciamento Ambiental nasceu de uma exigência social, fruto de uma

Leia mais

ESPORTE E UNIVERSIDADE: a reestruturação do esporte universitário no Brasil

ESPORTE E UNIVERSIDADE: a reestruturação do esporte universitário no Brasil ESPORTE E UNIVERSIDADE: a reestruturação do esporte universitário no Brasil Wadson Ribeiro Secretário Nacional de Esporte Educacional Ministério do Esporte A DÉCADA DO ESPORTE BRASILEIRO Criação do Ministério

Leia mais

Futura Economista Futuro Economista. Bem-vindo. a esta maravilhosa profissão!

Futura Economista Futuro Economista. Bem-vindo. a esta maravilhosa profissão! Futura Economista Futuro Economista Bem-vindo a esta maravilhosa profissão! O Conselho Federal de Economia traz para você informações importantes sobre as perspectivas da profissão. Bem - Vindo O COFECON

Leia mais

SONDAGEM INDUSTRIAL PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2004 RESULTADOS DE RIO BRANCO - ACRE

SONDAGEM INDUSTRIAL PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2004 RESULTADOS DE RIO BRANCO - ACRE O QUE É A SONDAGEM INDUSTRIAL A Sondagem é uma pesquisa qualitativa realizada trimestralmente pela CNI e pelas Federações das s de 19 estados do país (AC, AL, AM, BA, CE, ES, GO, MG, MS, MT, PA, PB, PE,

Leia mais

Diagnóstico Situacional da capacidade instalada Rede de Frio Crie Vigilância de Eventos Adversos

Diagnóstico Situacional da capacidade instalada Rede de Frio Crie Vigilância de Eventos Adversos Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações CGPNI Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis DEVIT Secretaria de Vigilância em Saúde SVS Diagnóstico Situacional da capacidade instalada

Leia mais

MTE - SPPE SECRETARIA DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE EMPREGO

MTE - SPPE SECRETARIA DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE EMPREGO Sistema Público de Emprego Trabalho e Renda (SPETR) O SPETR deve estruturar e integrar as seguintes funções/ações básicas e complementares: seguro-desemprego, intermediação de mão-de-obra, orientação profissional,

Leia mais

Transporte Escolar nos Estados e no DF. Novembro/2011

Transporte Escolar nos Estados e no DF. Novembro/2011 Transporte Escolar nos Estados e no DF Novembro/2011 UFs onde existe terceirização total ou parcial (amostra de 16 UFs) AC AL AP AM DF GO MT MS PB PI RJ RN RO RR SE TO TERCEIRIZAÇÃO TERCEIRIZAÇÃO TERCEIRIZAÇÃO

Leia mais

Desenvolvimento e Oportunidades da Agricultura Familiar. Marco Antonio Viana Leite Diretor PAC e Mais Alimentos

Desenvolvimento e Oportunidades da Agricultura Familiar. Marco Antonio Viana Leite Diretor PAC e Mais Alimentos Desenvolvimento e Oportunidades da Agricultura Familiar Marco Antonio Viana Leite Diretor PAC e Mais Alimentos Agricultura Familiar no Mundo São 500 milhões de estabelecimentos da agricultura familiar

Leia mais

MA003. Página 1 de 11. Responsável. Revisão A de 21/01/2015. Cantú & Stange Software. Página

MA003. Página 1 de 11. Responsável. Revisão A de 21/01/2015. Cantú & Stange Software. Página Manual de instalação de NF-e Zada MA003 Responsável Revisão A de 21/01/2015 FL Página 01 de 11 Página 1 de 11 MA003 Revisão A de 21/01/2015 Responsável: FL Manual de instalação de NF-e Zada MANUAL DE INSTALAÇÃO

Leia mais

Sublimites estaduais de enquadramento para. Nacional 2012/2013. Vamos acabar com essa ideia

Sublimites estaduais de enquadramento para. Nacional 2012/2013. Vamos acabar com essa ideia Sublimites estaduais de enquadramento para o ICMS no Simples Nacional 2012/2013 Vamos acabar com essa ideia 4 CNI APRESENTAÇÃO Os benefícios do Simples Nacional precisam alcançar todas as micro e pequenas

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008 Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008 Brasília DF 2009 SUMÁRIO LISTA DE TABELAS... 3 APRESENTAÇÃO...

Leia mais

Anteprojeto de Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas

Anteprojeto de Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas Avanços e Pontos para Reflexão Renato da Fonseca Secretário-Executivo do Conselho da Micro e Pequena Empresa da Confederação Nacional da Indústria Pontos para reflexão Por que devemos criar um regime especial

Leia mais

ECONOMIA DA CULTURA - EQUIPAMENTOS AUDIOVISUAIS NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS

ECONOMIA DA CULTURA - EQUIPAMENTOS AUDIOVISUAIS NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS IV ENECULT - Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura 28 a 30 de maio de 2008 Faculdade de Comunicação/UFBa, Salvador-Bahia-Brasil. ECONOMIA DA CULTURA - EQUIPAMENTOS AUDIOVISUAIS NOS MUNICÍPIOS

Leia mais

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (setembro/13) outubro de 2013 Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda

Leia mais

Política dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes e o Pacto Federativo

Política dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes e o Pacto Federativo Política dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes e o Pacto Federativo Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente - Setembro de 2010- Peculiaridades do Brasil na implementação

Leia mais

A Inovação. como Fator de Desenvolvimento das MPEs. Luiz Carlos Barboza. Diretor-Técnico del SEBRAE Nacional. 27 de outubro 2009

A Inovação. como Fator de Desenvolvimento das MPEs. Luiz Carlos Barboza. Diretor-Técnico del SEBRAE Nacional. 27 de outubro 2009 A Inovação como Fator de Desenvolvimento das MPEs Luiz Carlos Barboza Diretor-Técnico del SEBRAE Nacional 27 de outubro 2009 Ambiente Institucional Pro-inovaç inovação Fundos setoriais (16) estabilidade

Leia mais

Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar

Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar Parcerias: PeNSE 1. Introdução Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar O IBGE, em parceria com o Ministério da Saúde e da Educação realizará, em 2015, a 3ª edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar

Leia mais

ÍNDICE RELATÓRIO SIOR 2012. Pág. 02 NOTÍCIAS 2011/2012. Pág. 03 ANÁLISE DAS DEMANDAS. Pág. 04 GRÁFICO DE DEMANDAS POR ESTADO. Pág.

ÍNDICE RELATÓRIO SIOR 2012. Pág. 02 NOTÍCIAS 2011/2012. Pág. 03 ANÁLISE DAS DEMANDAS. Pág. 04 GRÁFICO DE DEMANDAS POR ESTADO. Pág. RELATÓRIO SIOR 2012 ÍNDICE NOTÍCIAS 2011/2012 ANÁLISE DAS DEMANDAS GRÁFICO DE DEMANDAS POR ESTADO TEMPO DE ATENDIMENTO DEMANDAS CONSIDERADAS PROCEDENTES MAPA DAS PRINCIPAIS DEMANDAS CONSIDERADAS PROCEDENTES

Leia mais

Propostas do Governo para o ICMS

Propostas do Governo para o ICMS Propostas do Governo para o ICMS Audiência pública da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal Brasília, 11 de março de 2013 Avaliação geral Proposta do Governo vai na direção correta em termos

Leia mais