Portos Brasileiros: Diagnósticos, Políticas e Perspectivas

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1 Portos Brasileiros: Diagnósticos, Políticas e Perspectivas Congresso Internacional NAVEGAR 2010 Carlos Campos Neto Porto Alegre, agosto de 2010

2 2/33 Sumário Diagnóstico Marco regulatório e legal Gargalos e demandas Interface com políticas econômicas Financiamento e investimento Estrutura tarifária inter-portos Impactos do setor na economia nacional Perspectivas e cenários Planos e Programas de alavancagem Cenários 2025

3 3/33 Objetivo Apresentar as principais questões econômicas e institucionais do setor (últimos anos); Planos e programas desenvolvidos com o intuito de alavancar o setor; e Projeções e cenários.

4 4/33 Justificativa Importância que o setor portuário tem para a economia brasileira em geral, e para o comércio internacional, especificamente; e Participação dos portos na relação comercial brasileira com o resto do mundo chegou a aproximadamente 80% em 2008.

5 5/33 Diagnóstico

6 6/33 Mapeamento IPEA de Obras Portuárias: caracterização Total de 265 obras Valor de R$ 42,88 bilhões 4 categorias de gargalos Dragagens e derrocamento Acessos terrestres Ampliação, construção e recuperação Infraestrutura portuária (outras obras)

7 7/33 Setor portuário: metodologia específica PNLT (2007); Plano CNT de Logística (2008); PPA (PPA); PAC (2009); Anuário Exame de Infraestrutura; entrevistas; entre outras; Prioridade dos valores das obras no Mapeamento: PAC, PPA e PNLT. Obras não constantes em qualquer destes, o valor atribuído foi o mais alto dentre os encontrados; e Acessos terrestres (rodoviário e ferroviário) obras incluídas em um raio de até 120 km de cada porto, exceto a ferrovia Transnordestina [trechos Salgueiro - Suape (564 km) e Salgueiro - Pecém (550 km)].

8 R$ Bilhões 8/33 Gráfico 1: Portos brasileiros principais gargalos (2009) 30,00 20,46 17,29 15,00 2,78 2,34 0,00 Construção, Ampliação e Recuperação Acessos Terrestres Dragagem e Derrocamento Infraestrutura Portuária (outras obras) Fonte: Mapeamento Ipea de obras portuárias (2009). Elaboração: Ipea.

9 R$ Bilhões 9/33 Gráfico 2: Construção, ampliação e recuperação de áreas portuárias 8,00 7,35 6,00 4,00 3,67 4,18 2,00 2,19 1,56 1,52 0,00 Terminais e Pátios Berços e Píeres Áreas e Retroáreas Portuárias Outras Obras Cais e Molhes Construção de Novos Portos e Terminais Fonte: Mapeamento Ipea de obras portuárias (2009). Elaboração: Ipea.

10 R$ Bilhões 10/33 Gráfico 3: Acessos terrestres 12,00 10,26 9,00 6,84 6,00 3,00 0,00 0,19 Rodovias Ferrovias Rodoferroviários Fonte: Mapeamento Ipea de obras portuárias (2009). Elaboração: Ipea.

11 R$ Milhões 11/33 Gráfico 4: Infraestrutura portuária (outras obras) 1.600, , ,23 800,00 400,00 0,00 Equipagem e Instalações de Apoio 408,10 Terminais e Acessos Aquaviários e Intermodais 320,70 Vias Intra- Portuárias 164,57 134,98 Sistemas de Saneamento e Eletrificação Sistemas de Segurança e Sinalização 21,00 Estudos e Projetos Fonte: Mapeamento Ipea de obras portuárias (2009). Elaboração: Ipea.

12 12/33 Deficiências burocráticas e de gestão Das empresas exportadoras brasileiras, 49,1% consideram a infraestrutura portuária como a mais deficiente dentre as etapas pósprodutivas, chegando a afetar negativamente 88% das empresas que se utilizam desse setor para escoar seus produtos (CNI, 2008); Dentre os maiores problemas portuários indicados pelas empresas, excetuando os de infraestrutura, encontram-se especialmente: - burocracia na liberação de cargas (indicada como gargalo por 65,3% das empresas); e - greves que interferem na movimentação ou liberação de cargas (indicada por 56,4%).

13 13/33 Problemas identificados Empresários consideram infraestrutura portuária como a mais deficiente dentre as etapas pós-produtivas; Burocracia na liberação de cargas (Receita Federal); Greves que interferem na movimentação e liberação de cargas; Altos custos de estiva e capatazia; Poucas horas de funcionamento de aduanas; Falta de integração entre as entidades que atuam na área portuária; Necessidade de mudança de hábitos e atitudes por parte dos servidores e administradores portuários: foco no cliente; e Problemas regulatórios tendem a inibir o investimento privado (Decreto nº 6.620).

14 14/33 Interface com políticas econômicas

15 15/33 Financiamento Administração pública responsável pela construção e manutenção da infraestrutura portuária - via orçamentos fiscal e das empresas estatais - realizadas pelas companhias docas; Setor privado: responsável pelo investimento em equipamentos, recuperação e manutenção das instalações portuárias; e BNDES financia cerca de 60% dos investimentos privados.

16 (%) do PIB 16/33 Gráfico 5: Investimentos em transportes e no setor hidroviário 0,70% 0,60% Setor hidroviário Total R$ 15,2 bi R$ 15,9 bi R$ 16,8 bi R$ 19,2 bi 0,50% R$ 9,3 bi R$ 11,3 bi 0,40% R$ 8,4 bi 0,30% R$ 6,2 bi 0,20% 0,10% R$ 1,6 bi R$ 1,6 bi R$ 1,8 bi R$ 1,5 bi R$ 1,6 bi R$ 2,1 bi R$ 2,5 bi R$ 2,9 bi 0,00% Fonte: SIAFI e estimativas a partir de desembolsos do BNDES. Obs: Valores constantes de dezembro de 2009 atualizados pelo IGP-M.

17 R$ bilhões 17/33 Gráfico 6: Investimento público, privado e total no setor hidroviário 3,00 2,50 Público Privado Total 2,00 1,50 1,00 0,50 0, Fonte: SIAFI e estimativas a partir de desembolsos do BNDES. Obs: Valores constantes de dezembro de 2009 atualizados pelo IGP-M.

18 R$ Bilhões 18/33 Gráfico 7: Gargalos identificados (2008) versus investimentos do PAC ( ) 25,00 20,00 15,00 20,46 17,29 Gargalos Identificados Investimentos do PAC 10,00 6,78 5,00 0,00 1,11 2,78 1,54 2,34 0,42 Construção, Ampliação e Recuperação Acessos Terrestres Dragagem e Derrocamento Infraestrutura Portuária (outras obras) Fonte: Mapeamento Ipea de obras portuárias (2009); e PAC (2009). Elaboração: Ipea.

19 19/33 Estrutura tarifária inter-portos 1. Foram comparadas as tarifas cobradas pelo uso da infraestrutura portuária marítima (Inframar) e da infraestrutura portuária terrestre (Infraport); e 2. Tarifas de acostagem das embarcações. Portos considerados (75,8% da movimentação): Santos Paranaguá Rio de Janeiro Itajaí Vitória Rio Grande Salvador Aratu

20 R$/tonelada movimentada 20/33 Gráfico 8: Tarifas para movimentações de cargas a granel 4,5 Inframar Infraport 4,4 3,0 Média Inframar 2,6 2,7 Média Infraport 3,0 3,0 2,8 3,4 1,5 0,9 2,2 1,7 1,8 1,4 0,0 Santos Paranaguá Rio de Janeiro Itajaí Vitória Rio Grande Salvador e Aratu Fonte: Codespe, 2009; Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, 2009; Docas do Rio, 2009; Porto de Itajaí, 2009; Codesa, 2009; Porto do Rio Grande, 2009; e Codeba, Elaboração: Ipea.

21 R$/unidade movimentada 21/33 Gráfico 9: Tarifas para movimentações de conteineres Inframar Infraport 60,0 46,5 64,0 Média Inframar 45,0 47,3 Média Infraport 61,5 40,0 37,9 37,6 34,0 25,1 28,5 20,0 0,0 7,9 Santos Paranaguá Rio de Janeiro Itajaí Vitória Rio Grande Salvador e Aratu Fonte: Codespe, 2009; Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, 2009; Docas do Rio, 2009; Porto de Itajaí, 2009; Codesa, 2009; Porto do Rio Grande, 2009; e Codeba, Elaboração: Ipea.

22 R$/veículo movimentado 22/33 Gráfico 10: Tarifas para movimentações de veículos pelo sistema roll-on roll-off 6,0 Inframar Média Inframar Infraport Média Infraport 5,8 5,5 7,1 3,9 4,5 3,0 2,9 2,9 2,4 1,6 0,0 Santos Paranaguá Itajaí Vitória Rio Grande Salvador e Aratu Fonte: Codespe, 2009; Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, 2009; Docas do Rio, 2009; Porto de Itajaí, 2009; Codesa, 2009; Porto do Rio Grande, 2009; e Codeba, Elaboração: Ipea.

23 23/33 Quadro 1: Resultados para tarifas totais de movimentação (Inframar + Infraport) Porto Classificação no Contêiner Cheio Roll-on - Roll-off Granel (R$/ton) Ranking (R$/Unid) (R$/veículo) Santos 1 3,5 54,4 5,8 Paranaguá 2 3,9 75,5 8,4 Rio de Janeiro 3 2,7* 64,0* - Itajaí 4 4,8 79,0 2,4** Vitória 5 3,0* 47,3* 5,8* Rio Grande 6 5,9 25,1* 1,6* Salvador e Aratu 8 e 10 6,2 90,0 12,6 Fonte: Codespe, 2009; Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, 2009; Docas do Rio, 2009; Porto de Itajaí, 2009; Codesa, 2009; Porto do Rio Grande, 2009; e Codeba, Elaboração: Ipea. * Considerada apenas a tarifa Inframar. ** Considerada apenas a tarifa Infraport.

24 R$/navio*tempo 24/33 Gráfico 11: Tarifas de acostagem das embarcações 1.800, , , ,0 Preço por porto Média 900,0 600,0 545,0 650,0 612,5 612,0 375,0 300,0 76,9 0,0 Santos Paranaguá Rio de Janeiro Itajaí Vitória Rio Grande Salvador e Aratu Fonte: Codespe, 2009; Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, 2009; Docas do Rio, 2009; Porto de Itajaí, 2009; Codesa, 2009; Porto do Rio Grande, 2009; e Codeba, Elaboração: Ipea.

25 25/33 Perspectivas e Cenários

26 26/33 Planos e Programas de Alavancagem Reporto ( ); Programa Nacional de Dragagem (2007); Porto sem Papel (2010); Plano Nacional Estratégico dos Portos (PNE/Portos)/Plano Nacional de Logística Portuária (PNLP); e Plano Geral de Outorgas PGO (2009).

27 27/33 Cenários até 2025 Quadro 2: Perspectivas de Investimento para os Portos Discriminação Valor (em R$ bilhões) Período Previsto PAC 1 9,85* PAC 2 5,10* PNLT , Mapeamento BNDES 14, Mapeamento Ipea 42,88* Demandas atuais Fonte: PAC 1; PAC 2; PNLT 2009; BNDES (2010); e Mapeamento Ipea de Obras Portuárias (2009). Elaboração: Ipea. *Consideram acessos terrestres.

28 28/33 Conclusões

29 29/33 Diagnóstico O Decreto nº 6.620/2008 definiu três possibilidades de participação de entes privados e/ou públicos no seu fomento e desenvolvimento: Concessão/outorga de portos organizados por meio de licitação; Arrendamento de instalações portuárias mediante licitação, desde que integrantes do PGO; e Outorga de autorização para construção e exploração de instalação portuária de uso privativo. Parte do setor privado considera que este decreto traz problemas regulatórios, tendendo a inibir investimento. Foi identificada a necessidade de realização de 265 obras que totalizam R$ 42,88 bilhões em demandas. Destacam-se os déficits em áreas portuárias e acessos terrestres, que juntos são responsáveis por quase 90% do valor orçado.

30 30/33 Tarifas portuárias Diferença entre as estruturas estabelecidas por cada AP dificulta o trabalho de comparação pelo cliente do porto; Cliente se vê obrigado a elaborar estudos sobre o custo de atracar em diferentes portos, tendo em vista as largas variações das tarifas; Custo do serviço portuário influencia significativamente a decisão dos clientes a respeito do uso do porto; e Portos que cobram menores tarifas têm maior participação no comércio internacional.

31 31/33 Investimentos Investimentos totais em transportes [públicos e privados (% do PIB)], apresentaram crescimento real (passando de 0,4% em 2002 para 0,61% em 2009); Em transporte hidroviário eles passaram de 0,07% para 0,09% do PIB, de 2002 a 2009; e Em 2009, do total de investimentos públicos federais realizados no setor de transportes, apenas 15% foram destinados ao segmento hidroviário.

32 32/33 Investimentos PAC O PAC cobre apenas 19,2% do número de obras identificadas como necessárias, correspondendo a 23% do total de investimentos necessários; As categorias de gargalos mais contempladas pelo PAC são: dragagens, com previsão de solução de 55,3% das demandas identificadas e obras de acessos terrestres, com previsão de solução de 39,2%; e As menos contempladas são: infraestrutura portuária (outras obras) com 17,9% das demandas atendidas; e construção, ampliação e recuperação com apenas 5,4%.

33 33/33 Sugestões de políticas públicas Há a necessidade de ampliação dos recursos do PAC para o setor, além da execução das obras segundo seus cronogramas; Organizar o sistema de liberação de licenças ambientais, que têm, sistematicamente, atrasado o andamento de obras; Regulamentar o direito de greve no serviço público, minimizando os efeitos das paralisações, tais como as da Anvisa, RFB e estivadores; Aumentar o contingente de fiscais da Receita nos portos e agilizar o desembaraço, operando, se possível, 24 horas; e Rever estrutura dos trabalhadores e operadores portuários (terno de 12 homens) visando adequação aos avanços tecnológicos das operações portuárias e o grau de especialização requerido.

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