A s. do de. TIAGO PEREIRA LIMA Diretor da ANTAQ São Paulo, 25 de agosto de 2010

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1 A Mod erniz ação dos Porto s Brasil eiros para a Copa do Mun do de 2014 TIAGO PEREIRA LIMA Diretor da ANTAQ São Paulo, 25 de agosto de 2010

2 A ANTAQ E A ESTRUTURA DO ESTADO UNIÃO Poder Executivo Secretaria de Portos ANTAQ Responsáveis pelas Políticas Delegação Administrativo Porto Público Regulação Fiscalização Regulação Fiscalização Autorização Infraestrutura Aquaviária brasileira Terminal Portuário de Uso Privativo Empresas de Navegação Delegação Administrativo Ministério dos Transportes

3 A ANTAQ E O TURISMO MARÍTIMO ATRIBUIÇÕES DA ANTAQ Estabelecer normas e padrões a serem observados pelas autoridades portuárias, nos termos da lei nº 8.630, de 1993, sobre a exploração de terminais portuários públicos de passageiros. Autorizar a construção, exploração e ampliação de Terminal Portuário de Uso Privativo de Turismo, para movimentação de passageiros, nos termos de Norma específica Orientar as autoridades portuárias quanto ao regramento da operação de navios de cruzeiro em portos públicos, com foco no ordenamento operacional do porto. Fiscalizar a exploração das instalações portuárias públicas e privadas. A ANTAQ não se envolve com a regulação do transporte aquaviário de turismo. A regulação é da competência do Ministério do Turismo e da Marinha do Brasil, quanto à segurança da navegação e ordenamento do espaço aquaviário.

4 INVESTIMENTOS NOS PORTOS PARA A COPA DE 2014 A Secretaria de Portos da Presidência da República é o órgão responsável pela coordenação dos projetos de investimentos em portos públicos para a COPA 2014 P O R T O D E N A T A L

5 PORTOS DAS CIDADES SEDE DA COPA 2014 Porto de Manaus Porto de Mucuripe Porto de Natal Porto de Recife Porto de Salvador Porto do Rio de Janeiro Porto de Santos

6 DIRETRIZES DA SEP PARA OS INVESTIMENTOS NOS PORTOS PARA 2014 Ampliar a oferta de leitos em navios de cruzeiro para a COPA 2014 e atender à demanda do turismo marítimo Garantir a implantação ou adaptação de terminal marítimo de passageiros e de infraestruturas de acesso marítimo e terrestre aos portos P O R T O D E M U C U R I P E Melhorar a qualidade do atendimento ao embarque e desembarque de passageiros e tripulantes e atracação de navios, atendendo as ações de vigilância sanitária, alfândega e de segurança

7 INVESTIMENTOS PREVISTOS NOS PORTOS COPA DE 2014 Fonte: SEP Fonte: SEP

8 PROGRAMA NACIONAL DE DRAGAGEM Fonte: SEP (ABR2010) Fonte: SEP

9 NAVIOS DE CRUZEIRO - HOTÉIS FLUTUANTES COPA 2014 ALTERNATIVA DE BAIXO CUSTO PARA AUMENTAR A CAPACIDADE DE HOSPEDAGEM NAS CIDADES SEDE COM ACESSO FLUVIAL E MARÍTIMO, REDUZINDO A POSSIBILIDADE DE GERAÇÃO DE OCIOSIDADE HOTELEIRA APÓS A COPA EXEMPLOS DE SUCESSO NO MUNDO: MUNDIAL DE FUTEBOL ITÁLIA 1990 JOGOS OLÍMPICOS SIDNEY 2000 OLÍMPIADAS GRÉCIA 2004

10 O EXEMPLO DOS JOGOS OLÍMPICOS DE ATENAS 2004 Para oferecer hospedagem segura, confortável e adicional à milhares de pessoas envolvidas com os jogos olímpicos, o porto de Pireus, considerado como o maior porto de passageiros da Europa, recebeu 8 navios de cruzeiros nas Olímpiadas de 2004, incluindo o maior, mais luxuoso e tecnologicamente avançado transatlântico da época, o Queen Mary 2, com capacidade de transporte e acomodação de até 2600 passageiros. O navio possui as seguintes características principais: 343 metros de comprimento, altura correspondente a um prédio de 21 andares e custo de construção de cerca de 800 milhões de dólares. Fonte: ABREMAR

11 CAPACIDADE ATUAL DE RECEBIMENTO DE NAVIOS NOS PORTOS ENVOLVIDOS NA COPA 2014 Fonte: SEP

12 A ANTAQ E O TURISMO MARÍTIMO REQUISITOS TÉCNICOS DAS INSTALAÇÕES PORTUÁRIAS BRASILEIRAS Foco na legislação nacional e na prestação de serviços adequados aos usuários dos terminais de passageiros. Píer Turístico de Canasvieiras -Florianópolis Píer Turístico de Itajaí Padronização dos requisitos, por meio da utilização das normas da ABNT relativas à acessibilidade de passageiros e tripulantes. Compatibilidade dos requisitos com padrões internacionais. estabelecimento de requisitos técnicos e operacionais adequados aos padrões brasileiros.

13 ASPECTOS FUNDAMENTAIS DA REGULAMENTAÇÃO Do ponto de vista do passageiro Tempo mínimo de espera e/ou de transferência. Conforto, serviço adequado de informações, facilidade e segurança no embarque e desembarque, infraestrutura adequada e facilidades para pessoas com necessidades especiais. Preocupação com a segurança física do usuário. Proteção contra acidentes (superfícies e equipamentos seguros, boa visibilidade e iluminação)

14 ASPECTOS FUNDAMENTAIS DA NORMA Do ponto de vista do empreendedor Segurança jurídica do investimento Custo adequado de operação e manutenção Infraestrutura compatível com o fluxo passageiros, tripulantes, bagagens e navios. de Flexibilidade da exploração do terminal em períodos de baixa temporada turística Aproveitamento das instalações existentes

15 ASPECTOS FUNDAMENTAIS DA NORMA Do ponto de vista do armador Infraestrutura adequada às necessidades de embarque, desembarque e trânsito de passageiros, tripulantes e bagagens. Prestação de serviços de qualidade no atendimento às necessidades dos passageiros e tripulantes. Infraestrutura adequada ao necessidades do navio no porto. atendimento das

16 PROCEDIMENTOS PARA NOVOS INVESTIMENTOS EM TERMINAIS PORTUÁRIOS PRIVATIVOS DE TURISMO Requerimento encaminhado à documentação estabelecida na Norma; ANTAQ, instruído com O requerente deverá ser pessoa jurídica de direito público ou privado, constituída segundo as leis brasileiras, com sede e administração no país; A análise da solicitação depende de posicionamento favorável da SEP; A outorga de autorização é formalizada mediante a celebração de Contrato de Adesão entre a ANTAQ e o interessado; O interessado deverá cumprir requisitos técnicos e jurídicofiscais para habilitação do empreendimento.

17 TERMINAIS PORTUÁRIOS PÚBLICOS Os requisitos para terminais privativos de turismo são os mesmos para terminais de passageiros instalados em portos públicos, conforme a revisão em andamento da norma que trata da exploração de áreas e instalações portuárias no porto organizado.

18 CLASSIFICAÇÃO DOS TERMINAIS RESOLUÇÃO Nº de 11/12/2009 Homeports Com capacidade para atracação de navios de cruzeiro e realização de embarque, desembarque e trânsito de passageiros, nacionais e internacionais, e tripulantes, com movimentação de bagagens Pier Mauá (RJ) e Terminial de Passageiros de Concais (Santos)

19 P r o je to d o P o r to tu r í s tic o in te r n a c io n a l d e S a n ta C a ta r in a - F lo r ia n ó p o lis Fonte: GT Náutico (Mtur) Instalações de acostagem e infraestrutura aquaviária compatíveis com o navio de cruzeiro. Instalações para recepção, triagem, atendimento aos passageiros e salas de espera dimensionadas para atender ao fluxo de pessoas projetado para o terminal. Instalações para recepção e restituição de bagagens.

20 Terminal Marítimo de Passageiros Porto de Recife

21 CLASSIFICAÇÃO DOS TERMINAIS RESOLUÇÃO Nº de 11/12/2009 Com capacidade de atracação de navios de cruzeiro e para realizar apenas o trânsito de passageiros, nacionais e internacionais, e tripulantes, sem movimentação de bagagens Píer Turístico de Itajaí- SC

22 P r o je to d e A m p lia ç ã o d o te r m in a l d e IT A J A Í Fonte: GT Náutico (Mtur) Instalações de acostagem e infraestrutura aquaviária compatíveis com o navio de cruzeiro. Instalações para recepção, triagem e atendimento aos passageiros e tripulantes em operação de trânsito, dimensionadas para atender ao fluxo de pessoas projetado para o terminal. Área de espera provida de assentos individuais em número compatível com o fluxo de pessoas projetado para o terminal.

23 A m p lia ç ã o d o te r m in a l d e IT A J A Í 2 ª fa s e Fonte: GT Náutico (Mtur)

24 P r o je to d e te r m in a l d e S ã o F r a n c is c o d o S u l Fonte: GT Náutico (Mtur)

25 P r o je to d e te r m in a l d e S ã o F r a n c is c o d o S u l Fonte: GT Náutico (Mtur)

26 CLASSIFICAÇÃO DOS TERMINAIS RESOLUÇÃO Nº de 11/12/2009 Sem atracação ou de fundeio. Não dispõe de instalações de acostagem para navios de cruzeiro Não realiza operações de embarque e desembarque de passageiros, nacionais e internacionais, tripulantes e bagagens. Porto Belo- SC

27 PO R TO BELO cais ou pier com capacidade para receber as embarcações utilizadas no transporte de passageiros e tripulantes de e para o navio situado em área de fundeadouro ao largo do terminal; área abrigada de espera e instalações sanitárias de uso geral; instalações para recepção e atendimento a passageiros e tripulantes; área de circulação, taxiamento e estacionamento de veículos de receptivo de turismo; serviços e instalações de apoio. Fonte: GT Náutico (Mtur)

28 Obrigado Tiago Pereira Lima Diretor /6640

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