WebTV Da ideologia à construção

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1 Katiéllen Bnfanti e Pedr Iv Freire apresentam: WebTV Da idelgia à cnstruçã Guia prátic para a execuçã de prjets de WebTV basead na experiência cm Cmplex Magnífica Mundi Orientaçã: Rsana Brges ATENÇÃO Este é um guia cm direits autrais que seguem padrã Cpyleft, aprimrad pela Creative Cmmns denminad Atribuiçã-Us Nã-Cmercial-Cmpartilhament pela mesma Licença 2.5 Brasil, nde sã permitids: cpiar, distribuir, exibir, executar e criar bras derivadas à partir desta, desde que haja crédit as autres riginais desta bra (cm referência bibligráfica u citaçã-autral); nã utilizaçã desta bra u de bras derivadas cm finalidades cmerciais; distribuiçã da bra resultante sb uma licença idêntica a esta. Para mais infrmações sbre s direits desta bra acesse Este guia é livre para alterações! Divulgue- e aprimre-, recriand u ns sugerind melhrias nas infrmações aqui cntidas! Ajude-ns a cnstruir cnheciment subversiv e anti-burcrátic vcê também. Acesse u ns escreva: Para falar cm s autres deste guia escreva para Pedr Iv Freire u e Katiéllen Bnfanti u 1

2 Dedicatória Para quem? Dedicams esse trabalh primeiramente as nsss pais que, sempre guiaram nsss caminhs de uma frma livre, simples e humilde. Acima de tud, s agradecems pr nunca duvidarem de nssas capacidades de aprendizad, enquant tants utrs fizeram, pr a cntrári d que esperávams, ns mstrarem d que sms capazes; agradecems particularmente à dedicaçã e cmpreensã de nssa prfessra rientadra, Rsana Brges, que cm tda atençã e cmprmiss acreditu em nsss prjets e enfrentu juntamente cm tda a equipe Magnífica s précnceits ds crredres facmbians. Agradeciments especiais também a nss prfessr, mestre e pr vezes pai, Niltn Jsé ds Reis Rcha (Véim), que cm seu imens espírit guerreir ns ensinu a acreditar na luta cletiva e na insubmissã de nssa futura prfissã; agradecems também a utrs prfessres que, de uma frma u de utra, acreditaram em nss ptencial e nss trabalh, pr vezes ns defendend, e clar àqueles que nã acreditaram em nós pela frça que, invluntariamente, ns deram para prsseguir. As nsss amigs e cmpanheirs Renat Cirin e Jsé Gmes de Vascncels Net, pr cmpartilharem cnsc td cnheciment adquirid durante seus ans de experiências na Magnífica; as nsss cmpanheirs de prjet Tatiane de Assis, Hug Paiva, Lrena Gnçalves, Kamyla Maia, Lídia Amrim, Ícar Batista, Lrena Rdrigues Sares, Gabriela Marques, Ana Lúcia Nunes, Maiara Durad, Danielle Ogêda, Arthur Felíci e Luiz Eduard Rsa Silva pel imens prazer de suas cnvivências e pr ns prprcinarem felicidades incntáveis, pr sua fé em dias melhres para a cmunicaçã e pela cmpanhia nessa difícil jrnada de ficinas, viagens, dificuldades e planejaments megalmaníacs para a Magnífica Mundi. Dedicams esse trabalh ainda a tds s amigs de fra das paredes facmbianas, pela cmpreensã relacinada à falta de temp e de atençã e pr muitas vezes ns sustentarem em nsss snhs, nssas caminhadas e pr ns entenderem nas hras de desesper; também a tds s membrs d CMI-Giânia, que sempre dispsts a ns ajudarem em nssas jrnada. A Deus, pela frça nas hras difíceis, pr ser a luz d caminh árdu e a sustentaçã ns mments de angústia. 2

3 Prólg O iníci de tud Cm e prque executar um prjet de WebTV? Esse é tema de nss trabalh. Mas afinal, prque falar sbre iss? N decrrer de nssa frmaçã percrrems diverss caminhs. Da ftgrafia à ediçã e diagramaçã de um jrnal impress; de vinhetas à prduçã de grandes reprtagens radifônicas; a execuçã de matérias de telejrnalism; u mesm um breve passei pels bscurs caminhs d tal jrnalism científic. N decrrer de tda essa trajetória, um prjet de extensã em especial: Magnífica Mundi WebTV. Baseads nas experiências vividas pr mei desse prjet, d qual fizems parte de maneira mais intensa, é que irems tentar explicar que dá significad a nss trabalh: prque executar um prjet de WebTV. N períd de, em média, dis ans e mei, vivems situações em que pr muitas vezes tentams mudar a história, fazer história e ser história, e, na mairia delas, tivems as nssas próprias histórias mudadas e recntadas. Impssível cnseguir deixar aqui pel mens a metade de nssas vivências, u mesm traduzir em palavras srris de crianças, cm as da escla agrícla Hlanda, a ter seu primeir cntat cm rádi, a realizarem a própria cmunicaçã, à sua maneira, ns micrfnes da rádi livre Pancadã Hlandês, u nas ficinas de ftgrafia, fanzine e tantas utras. Impssível descrever prazer e a alegria de trabalhadres rurais d Assentament Oziel Alves Pereira a tmarem cnsciência de que muit mais d que rmper as cercas das terras, ds grandes latifúndis, é precis rmper as cercas d ar, ds cnglmerads e mnpólis da cmunicaçã. Ou mesm explicar a frça cletiva n simples at de subir uma antena de rádi e realizar, pr mei de suas ndas, a sua própria cmunicaçã, cm sentiment de liberdade e de aprpriaçã, de pder. É pr mei dessas e de utras vivências descritas psterirmente, que tentarems fundamentar a imprtância de cnstruçã de uma WebTV cm a Magnífica Mundi num cntext de cmunicaçã cmunitária e de us das nvas tecnlgias cm frma de demcratizar a cmunicaçã e acess à infrmaçã. Pr fim, um manual prátic de cm executar um prjet de WebTV. 3

4 Índice d Guia Onde ficam as infrmações deste guia? O Prjet...6 A Criaçã...8 Sbre prjet Magnífica-TEC...15 Prque uma WebTV?...17 Um puc de teria...18 WebTV s e suas pssibilidades...31 Relatóri de Trabalh Antes de cmeçar: O que é uma WebTV? Dicas para assimilar as infrmações d guia Equipaments pré-requerids: Requisits mínims para cmputadr Requisits mínims para equipaments de imagem e sm Requisits medians para cmputadr Requisits medians para equipaments de imagem e sm Sistema Linux Cmands básics d Linux Dcumentaçã Data e hra Infrmações d sistema (hardware e prcesss) Arquivs e diretóris Sistema de arquivs Usuáris e grups Utilitáris de text Mnitrament de acess Rede Móduls carregáveis d Kernel Shell (Bash) e utilitáris de terminal Opções Teclas de emergência d GNU/Linux Servidres Dméstics SSH Apache Samba Transmissã Tutrial Flumtin Slucinand prblemas d Flumtin Dispnibilizand acess à transmissã d Flumtin Técnicas audivisuais básicas Plans de câmera Plan geral (PG) Plan abert (PA) Plan american (PA u PAm) Plan médi (PM) Primeir plan (PP) Primeiríssim plan (PPP) u Clse Plan detalhe u Super Clse (S-Clse) Mviments e angulaçã de câmera

5 5.2.1:Traveling Panrâmica (PAN) Tilt Zm In e Zm Out Angulaçã e eix de câmera Iluminaçã básica Micrfnes e captura de áudi Ominidirecinais Iluminaçã básica Micrfnes e captura de áudi Ominidirecinais Direcinais Hipercardióides Direcinal de Lapela Dicinári de terms Bibligrafia

6 O Prjet Sb pnt de vista de dis membrs O prjet experimental Magnífica Mundi é um cmplex de cmunicaçã livre e cmunitária. Livre prque nã está vinculada a nenhum tip de interesse plític. É independente de gverns, partids u iniciativas privadas; sem interesses particulares u classistas e cmunitária prque prevê a participaçã de diverss e diversificads setres de atuaçã scial. A idéia é, assim cm a da Escla Ppular de Cmunicaçã Crítica, criada pel Observatóri de Favelas e diversas entidades da sciedade civil, buscar a frmaçã de repórteres ppulares capazes de pensar e expressar uma visã de mund diferente da representada pela grande mídia. [...] Uma cmunicaçã cmunitária se faz imprtante para que a ppulaçã pssa ser ativa e nã passiva na busca de infrmações, que seja capaz de realizar uma discussã ampla da cmunicaçã e cmpreendê-la cm instrument de cntra-hegemnia. (Vitr Mnteir de Castr) Enquant cmplex de cmunicaçã, a Magnífica Mundi é frmada principalmente pr estudantes, e tem também pr bjetiv a aprpriaçã cletiva em que s sujeits passem de agentes passivs (espectadres) a agentes ativs de seus discurss (prdutres). Apesar de ser frmada em grande parte pr estudantes, a Magnífica Mundi cnta cm api de diverss prfessres, funcináris, crdenadres e também de mviments sciais u diretóris acadêmics, que buscam, entre utras cisas, uma nva perspectiva pedagógica de ensin e aprendizagem e a sustentaçã de um canal livre e abert a tds. A Magnífica, mais d que qualquer utr grande e ambicis prjet, pssui falhas, defeits e carmas. Da mesma frma que uma rádi livre e/u cmunitária luta cntra leis de puniçã e limitaçã d us das ndas radifônicas, a Magnífica Mundi mantém cnstantemente viva a luta pela sua própria sbrevivência. Iss inclui enfrentament de regras de cnduta, de us de equipament e transmissã de imagem e víde, tant n âmbit Universitári cm n que diz respeit à maneira cm tradicinalmente é feita a cmunicaçã. Fundamentalmente, Cmplex Magnífica Mundi representa a inserçã da UFG e seus estudantes em uma nva realidade cmunicacinal, nã smente para as práticas jrnalísticas, mas também para a famsa era da infrmaçã. De maneira bem 6

7 simplificada, cm explica ex-mnitr d cmplex Magnífica, Renat Cirin, a Magnífica clca a dispsiçã d mund inteir s trabalhs prduzids pels estudantes u de quem quer que seja. Parece ser esta a grande válvula de escape de um sistema de cmunicaçã mnplizad pr grandes empresas. Na verdade, surgiment de sites e nvs métds de prduçã, ediçã e veiculaçã de vídes trazids pel grande fenômen da Internet, facilitaram muit a vida daqueles que, cm nós, também snham cm um temp em que fazer cmunicaçã nã passe de uma brincadeira cheia de nvas experimentações e facilidades sem tamanh. A Magnífica acredita que a web televisã, se bem utilizada, pde trnar-se um mei para demcratizaçã d acess à infrmaçã, da mesma frma que a web rádi e as rádis cmunitárias já sã utilizadas há algum temp cm esse prpósit. E mais d que iss, cm afirma prfessr da Faculdade de Cmunicaçã da Universidade Federal de Juiz de Fra, Álvar American, O imprtante é nã perder hriznte de que, n mund em que vivems, frtemente influenciad pels meis de cmunicaçã, a demcratizaçã desses meis é uma das cndições para a verdadeira demcratizaçã da sciedade. Entendems que a Internet, a cntrári da televisã e d rádi, ainda é uma platafrma de transmissã extremamente inacessível para a mairia das pessas em td mund. N entant, acreditams n prcess de inclusã a lng ds ans. Vems cm muit mais entusiasm as imensas pssibilidades em se trabalhar nessas cndições esperançsas de um futur inclus digitalmente d que buscarms simplesmente métds cnvencinais de trabalh. A Internet ns surgiu cm um element maleável bastante para abarcar as milhares de idéias e é pr iss que a utilizams. A mesm temp em que nã se cnfigura cm demcrática n que diz respeit a acess, a televisã e rádi (cnvencinais) também nã se mstram nada demcrátics n que diz respeit à prduçã de cnteúd. A Magnífica mantém a idéia de unir igualmente a discussã teórica cm a sua prática e entende que esse prcess exista tant em suas discussões epistemlógicas quant em suas práticas artísticas, místicas u, muitas vezes baseadas em cnheciments diverss adquirids em nssas vivências. 7

8 A criaçã E alguns prblemas O cmplex de cmunicaçã Magnífica Mundi fi criad em abril de 2000 na Faculdade de Cmunicaçã e Biblitecnmia (Facmb) da Universidade Federal de Giás (UFG), cm tecnlgia básica de funcinament. Desde entã, estudantes, prfessres e funcináris, utilizam da estrutura ferecida pela faculdade, para criar e gerir uma prpsta diferente de rádi e tv. Trata-se da rádi cmunitária, da rádi nline e d canal de web televisã, Magnífica Mundi. O prjet de cmplex cmunicacinal firmu-se definitivamente smente em 2004, na perspectiva da Cmunicaçã Cmunitária via internet, cmeçand cm 12 prgramas e muit entusiasm, cm cnta prfessr Niltn Jsé, crdenadr d prjet. É necessári deixar clar que a Magnífica nunca esteve em psiçã de cnfrt e/u privilégi em seus it ans de existência na Faculdade de Cmunicaçã e Biblitecnmia da UFG. Sua cnstante discussã existencial, que permeia td embasament teóric riginári d seu passad um tant quant atrevid e usad, acaba gerand inicialmente, muitas dúvidas as nvs membrs. Dúvidas essas que, as pucs, sã sanadas através de ficinas, transmissões, leituras e práticas de cmunicaçã um tant quant nã cnvencinais. Para explicar melhr prcess de criaçã da Magnífica Mundi, apresentarems aqui text ds prfessres Niltn Jsé ds Reis Rcha e Angelita Pereira apresentad em mai de 2003 n 6º Fórum Nacinal de Prfessres de Jrnalism, cm dads readaptads. A gente fala cm mund - Magnífica Mundi, webjrnalism na UFG Pr Angelita Lima e Niltn Jsé A Faculdade de Cmunicaçã e Biblitecnmia da UFG iniciu, n an de 2000, uma experiência usada chamada Magnífica Mundi, um cmplex tecnlógic de web jrnalism na TV e n rádi. Esse prjet se prpõe a estabelecer uma intercnexã da prduçã labratrial. Cm equipaments barats, web jrnalism 8

9 permite circular a infrmaçã em escala planetária. Articula, a mesm temp, a prduçã e a distribuiçã e, ainda, pssibilita articular a recepçã. Mais d que qualquer utr mei, é uma chave para superar faz-de-cnta d jrnalism feit em labratóri e estimula envlviment ds aluns. É a recnt dessa experiência e cmpartilhament das dúvidas e angústias e vitórias que esse text se destina 1 A experiência A Magnífica Mundi funcinu pela primeira vez na Faculdade de Cmunicaçã e Biblitecnmia da UFG na passagem de 12 para 13 de mai de 2000, em cmemraçã atrasada a dia d jrnalista. A pretensã, mvida pela curisidade e desprendiment de alguns aluns e prfessres, era a de clcar n line uma versã da Magnífica FM 107,1, uma rádi cmunitária e labratóri instalada dentr da faculdade, desde O nme magnífica surgiu em funçã da campanha para a reitria, crrida naquele an. Duas mulheres eram as candidatas. Qualquer que vencesse seria magnífica e assim a rádi, que surgiu durante a cbertura das eleições, adtu nme. E junt cm a rádi, uma TV na Internet. Pis bem, a Magnífica entru em rede pela primeira vez cm uma prgramaçã de 24 hras prduzida e executada pels aluns e uma presença intensa ds mviments sciais. A façanha fi resultad de uma frmulaçã ds estudantes dispsts a utilizar esse ptencial de cmunicaçã dispnível e até entã nã explrad. Entraram n line simultaneamente a TV e a rádi, esta última cm uma nvidade: ela também tinha uma webcam ligada para registrar e divulgar cm a rádi estava send feita. Fi assim que surgiu a TV Magnífica e cm ela a grande descberta: era pssível falar cm mund, mstrar caras e bcas, diretamente d Campus Samambaia, sem muit investiment (na casiã eram dis cmputadres e uma câmera) e sem ter de enfrentar tda a burcracia plític-institucinal para cncessã da TV Educativa u a destinaçã de verba para cncert e ampliaçã ds equipaments d estúdi, nssas mais antigas lutas. A idéia d experiment nasceu de uma cncepçã labratrial cunhada na faculdade de cmunicaçã que bjetiva articular tdas as áreas de frmaçã e seus prduts dentr de um cmplex que é batizad de Central de Prduçã (idéia que ainda está em cnstruçã e, prque nã dizer, em disputa). O velh debate dictômic entre teria e prática, bem cm us d labratóri de jrnalism cm uma dinâmica 9

10 de faz-de-cnta, que nã prduz cmprmetiment ds estudantes, prfessres e funcináris sã, de certa frma, psts em xeque cm a articulaçã das prduções pr mei da central. Mas, a Magnífica se cncretizu antes mesm da superaçã desse debate prque fazer labratóri em televisã sempre fi muit difícil. A falta de manutençã e cust ds equipaments; a insuficiente dispnibilidade ds pucs funcináris; descas gerad em funçã da demra para se atender à demanda ds curss; e a ausência de um canal para veiculaçã têm servid a lng da história para justificar a ineficácia d labratóri de televisã. N entant, as cndições cncretas para se criar as transmissões via web já existiam na UFG desde meads da década passada: a banda hiper-larga estava dispnível e junt cm ela a equipe da UFGNET ( servidr da universidade) cm capacidade de fazer a adaptaçã de tecnlgia necessária. O que faltava era articular essas pssibilidades e incrprar na prática que já vem send debatid exaustivamente: as nvas tecnlgias n ensin de cmunicaçã. E para iss é sempre bm cntar cm a capacidade visinária de aluns, cm certeza mais antenads que muits de nós prfessres nessas questões tecnlógicas. (...) N an de 2000 fram feitas duas transmissões de 24 hras. Em 2001, três e em 2002, mais utras três, send que uma delas resultu na cbertura da reuniã anual da SBPC, realizada em Giânia. Fram sete dias de prduçã e transmissã intermitentes. A cbertura da SBPC fi uma belíssima experiência vivenciada nã só pels aluns da Facmb, cm s de utras universidades que trabalharam e mstraram na prática a viabilidade da central de prduções: cbertura pr mei da prduçã diária d jrnal labratóri (cm redaçã, ediçã e ftgrafia); cbertura direta e a viv para a Rádi Universitária; prgramas de entrevistas e debates na Magnífica (web e FM). A ver tud iss funcinand cm uma grande redaçã, prfessres-pesquisadres, plítics e a própria reitria (incrédula sbre a eficácia dessa cncepçã pedagógica labratrial) validaram a experiência. N entant, grande nó está na manutençã diária dessa dinâmica de fazer jrnalism. E esse nó tem de ser desatad pels própris prfessres de jrnalism. Nã é desej de que labratóri Magnífica se trne um prjet cm vida própria e desgarrad d cnjunt de disciplinas que frmam s jrnalistas. E mais d que iss, a Magnífica, para ter vida, nã pde prescindir de utr labratóri fundamental para jrnalism: labratóri scial. Ou seja, cmplex 10

11 Magnífica, quand está em funcinament, junta tud a mesm temp: frmaçã ds aluns, ds própris prfessres, questina as linguagens e ferece um lugar para que s mviments sciais tenham passagem. E se nã fr lá, será em utr síti. 2 A frmaçã ds jrnalistas frente às nvas tecnlgias Três grandes lições fram reveladas pel cmplex Magnífica Mundi para a cmunidade universitária da Facmb. A primeira delas é a desmistificaçã d us da tecnlgia cm alg extern e inatingível e para pucs. Está em Pierre Lévy questinament das nvas tecnlgias cm alg extern à sciedade, alg gerad à revelia das cndições históricas e sciais. Cm um cmeta u uma invasã de ETs, prduzid em utra dimensã, que viesse ns atrmentar e a invadir e impactar nssa cultura, nss md de vida. A nss ver, essa cncepçã questinada pr Lévy de, alguma frma, cntribui para retardar a aprpriaçã tecnlógica na perspectiva da difusã da infrmaçã cm um bem e um direit scial. As pssibilidades tecnlógicas pstas hje pela mudança da velcidade da transmissã de dads é também um prcess tecnlógic desenvlvid em determinad temp históric e, também, pels uss que se fazem dessa tecnlgia. E iss é recnhecer, de acrd cm Lévy, as tecnlgias cm prdut de uma sciedade de uma cultura e que as relações se dã entre humans: As verdadeiras relações, prtant, nã sã criadas entre a tecnlgia (que seria da rdem da causa) e a cultura (que sfreria s efeits), mas sim entre um grande númer de atres humans que inventam, prduzem, utilizam e interpretam de diferentes frmas as técnicas. (p. 23) A segunda liçã é a pssibilidade de, a custs relativamente baixs, fazer prduçã e distribuiçã da infrmaçã em grande escala. Nã precisams alugar um canal de satélite para fazer rede, a telefnia já integru essas pssibilidades e cmprams serviç cmplet. Cabe a nós definir us que se vai fazer dessa tecnlgia dispnível. E, lgicamente, encntrar frmas de trná-la mais dispnível frente a fss scial e ecnômic. Um desses uss, pr exempl, é articular a recepçã em larga escala, pr mei da interatividade. Esse, aliás, é, também, um cnceit em cnstruçã e, principalmente, em disputa. Se vai prevalecer mdel ds reality shws u se vams inventar e ppularizar utr mdel de interatividade (mais próxim à participaçã e as prcesss de cmunicaçã) iss é tarefa da academia e de seus labratóris. E nã é puc. (Um exempl desenvlvid pr um prjet experimental 11

12 de aluns da Facmb é articulaçã ds mviments sciais na América Latina, cm trca de prduções tais cm vídes, prgramas de rádi e utrs via rede, chamad Vast Mund). A pstura que as faculdades de cmunicaçã adtarem na frmaçã ds jrnalistas vai fazer tda a diferença. Pis a questã é mens de rdem técnica e mais a frma cm ns relacinams cm ela. E se prblema nã é a técnica, resta-ns debruçar sbre que ns é mais car: tratament da infrmaçã (desde a prduçã até à distribuiçã) cm um direit scial nessa teia que é, a mesm temp, ampla e invisível. E diss decrre a terceira grande liçã tirada da Magnífica Mundi que é a prática labratrial ds curss de cmunicaçã. A ser desmistificada, a tecnlgia passa a ser alg dispnível para quaisquer segments e pessas. Qual será a funçã ds futurs jrnalistas diante dessa realidade? Há quem pense que adtar essa perspectiva significa defender fim d jrnalism, pis qualquer um pderá ser, na prática, um jrnalista fazend a prduçã e a difusã da infrmaçã. A nss ver, a cntrári, jrnalista nesse cntext tem uma respnsabilidade scial muit mair e a frmaçã para lead e sublead é insuficiente para esse mei (se já nã é para jrnalism tradicinal). Diante da inexrabilidade da Internet cm mei de transmissã e cm a supersaturaçã da infrmaçã, Barbeir e Rdlf de Lima, 2001, pensand sbre futur d rádi, apntam para a necessidade de uma frmaçã de jrnalista mais cnsistente e ampla. Os autres dizem que uvinte-web é cada vez mais exigente e, para se estabelecerem nesse mei, s jrnalistas devem ser mais cmpetentes para relacinar s fats histórics e cntextualizar a infrmaçã: (...) Essa circunstância exige melhr preparaçã ds jrnalistas, que deverã ser prvids de cnheciment históric, de métds de análise scilógica, de espírit crític e muit mais aberts a cntraditóri d que s persnagens ds nticiáris. Os jrnalistas d nv rádi terã que se adaptar a cnceit de que cnheciment scial se btém participand d labratóri riginal que é a sciedade entendida cm um cnjunt históric de feits e ats humans. Deverã entender as leis que mvem as ciências sciais nas quais as sciedades está eternamente imersa e que esses nvs fats estã histricamente determinads. Liquida-se cm cnceit de s fats acntecerem pr acas u sem explicações aparentes. O uvinte-internauta vai 12

13 questinar prquê. A lógica vai imperar n nv jrnalism exigid na web (...) (p.38) As armadilhas da rede sã muitas, principalmente se utilizada n frmat tradicinal. Cada vez mais as ntícias veiculadas ns diferentes meis surgem de um mesm cnjunt de agências internacinais. Esse é utr aspect a ser cnsiderad sbre papel d jrnalista que extrapla a transmissã. Articular a recepçã (esse term parece inadequad para públic internauta) pde vir a assumir uma imprtância singular na frmaçã ds jrnalistas. Mais d que receber a infrmaçã (de uma única fnte) será pssível articular diferentes culturas, diferentes versões da existência humana e rmper cm a fnte única. A frmaçã crítica virá desse mviment cmunicacinal. Caberá a esse jrnalista cnhecer s sujeits desse tip de cmunicaçã. Refletir sbre a relaçã entre públic e emissr nesse mei e cmpreender as práticas sciais ds diferentes atres que navegam na Internet. Nesse cntext, caberá perguntar qual a imprtância da infrmaçã via web na vida das pessas e qual será temp real da ntícia. Levar em cnta essas questões é fazer jrnalism sb um utr ângul. Há uma travessia a ser feita. E para iss, nã só as linguagens estã em xeque, mas papel d jrnalista e a própria fragmentaçã d cnheciment. Esse é ganh que se espera atingir cm funcinament d Cmplex Magnífica: permitir as estudantes e s prfessres a se experimentarem nessa relaçã cm a cmunicaçã. E cm paradigma da emissã mdificad, há que aprender a cnviver cm as críticas, a aceitar s errs e limites, rerientar a reflexã e temp para a reflexã... num cnstante refazer (n line). A nss ver, a intercnexã ds meis e a religaçã ds saberes (Mrin, 2001) sã dis fenômens em cmbinaçã para um nv ensin d jrnalism. Nesse mment em que curs de jrnalism na Facmb passa pr uma refrma curricular, a existência d cmplex Magnífica, dentr da cncepçã da central de prduções, pde trazer as nvas perguntas para ensin d jrnalism. E é delas que mais precisams. O grande desafi enfrentad pela Facmb, nesse mment, é a manutençã cntínua d flux da prduçã. E iss é reflex de uma transiçã ainda em andament. Cm a cncepçã é vincular ensin das disciplinas práticas à prduçã labratrial jrnalism na web é, para a Faculdade de Cmunicaçã da UFG, alg em cnstruçã e depende, num cert sentid, da nva grade curricular. (...) 13

14 Nesse aspect cncrdams cm Barbeir que ns alerta que a mudança crrerá, cm td fat históric, de maneira gradual: O nv sistema está cntid n velh sistema - nasce de suas entranhas e cresce até deixar antig cmpletamente bslet e inadequad às nvas necessidades (p. 34). E sabems, também, que apstar na Internet cm um mei imprtante para a frmaçã d jrnalista nã significa, de frma alguma, desprezar s demais meis eletrônics e nã-eletrônics. Significa, sim, enxergar a existência de uma pssibilidade de aprendizad em um nv camp prfissinal de articulaçã scial e de pesquisa, alg que estúdi tradicinal de televisã, pr suas próprias limitações, nã permite. A página ficial da magnífica é e está em cnstante mudança e manutençã, assim cm td espaç físic labratrial da Facmb. (...) 14

15 Sbre cletiv Magnífica-Tec Quem sms nós? A Magnífica precisava de pessas que cnsertassem cisas que utras pessas, a experimentar, acabavam inutilizand. De qualquer frma, trabalh nã é vist pels membrs cm um fard a carregar, e sim, um pré-requisit para a sbrevivência d prjet que hje vive em um ecssistema acadêmic predatóri nde grande prérequisit para sucess cnsiste em uma busca cnstante e cada vez mais usada pr recurss, editais de pesquisa e blsas para estudantes. Os técnics da Magnífica sã, na verdade, de araque. Descbrem s prblemas e as sluções das cisas de frma autdidata e sem hierarquias. Os resultads ds estuds e experimentações geralmente sã psitivs cm relaçã à eficiência, prém um puc duvidss cm relaçã à sua durabilidade u cnfiabilidade em lng praz. Apesar diss, esse fat parece nã desanimar u desencrajar s membrs d grup. A cntrári d que se imagina, resultads ruins ns estuds s frçam a pensar em utras saídas para tentar adaptar u slucinar s prblemas de transmissã e preparaçã de equipament. Em resum, levand em cnsideraçã que s mecânics d prjet estudam para serem cmunicadres e nã técnics em eletrônica, resultad é satisfatóri e quase sempre, ideal. Assim cm s utrs membrs, cletiv técnic quer simplesmente aprender a cnfiguraçã e td prcess cmplicad da transmissã e funcinament ds equipaments. Definem-se cm pessas que querem crescer, experimentar e tentar trabalhar para que a estrutura física da Magnífica cnsiga, de frma eficiente, abarcar td cnteúd de idelgias libertárias da qual ela se prpõe a criar. O bjetiv é cnstruir um cnheciment técnic desmistificad, demcratizand- e recriand- cletivamente. Para tant, nã há segreds: estud muita experimentaçã. A História d cletiv Magnífica-TEC é tã antiga quant a própria Magnífica. Esse grup de pessas é respnsável ainda pr cnfigurar s cmputadres, preparar estúdi testand s micrfnes, câmeras e cabs, dentre utrs. Durante muit temp, td esse trabalh era feit smente pr uma u duas pessas. Hje, sms uma equipe. Trabalhar na parte técnica também é lutar em prl da discussã que envlve tda a demcratizaçã da infrmaçã, já que td cletiv entende que essa é uma fase 15

16 fundamental da transmissã de imagem e d áudi e que esse prcess de manutençã de equipaments detém cmpnentes imprtantes de estud e cmpartilhament de infrmações entre s membrs. Uma grande característica desse braç d cletiv Magnífica-Tec é trabalh em uma relaçã de amizade e aprendizagem, cm a certeza de que a curisidade é um ds maires dns que ser human pssui. A priridade é fazer funcinar (nã imprtand cm), que significa muitas vezes, imprvisar e principalmente, reaprveitar. Nós mantems a cnsciência clara da atuaçã que s jrnais, rádis e tevês cmerciais cnseguem uma psiçã de destaque n mercad e na piniã d públic, prque pssuem mais recurss técnics, dinheir, pder plític e principalmente, eficiência n maquinári mntad para apresentar as imagens. Cntud, cm avanç e barateament de nvas tecnlgias, pdems mudar essa lógica e fazer as cisas d nss jeit, cm dificuldades, acerts e errs, perdas e ganhs e criar uma nva estética televisiva cm nvas idéias de cnteúds. A WebTV Magnífica assim cm várias utras rádis e TV s livres u cmunitárias sã prvas dessa tentativa de quebra de uma mídia crprativa, aperfeiçand que chamams de faça mídia vcê mesm. Hje, td prcess de criaçã de cnteúds nã é car e muitas vezes custa apenas ba vntade. Acreditams que alternativas simples cm a veiculaçã de zines, transmissões isladas u nã de rádis livres, u de qualquer utr cnteúd de infrmaçã alternativa, aumentam a participaçã das pessas em atitudes diretas que ajudam a defender a cmunicaçã cm um direit de tds. Para mntar e manter esse tip de cmunicaçã alternativa, um cnheciment técnic mínim é necessári. Assim, explicams a nssa singela existência. 16

17 Prque uma WebTV? Para quê existims? Primeiramente é imprtante destacar que nós nã acreditams na WebTV cm a única frma de cmunicaçã alternativa, e sim cm uma delas. Ou seja, ela nã é, de maneira alguma, a sluçã para tds s prblemas da cmunicaçã, mas sim, uma ferramenta. A WebTV se cnfigura cm alternativa, e ferramenta, pel fat de dispr de uma autnmia imprescindível para a demcratizaçã da cmunicaçã. Clar, levand em cnta s meis cnvencinais. Se tmarms, pr exempl, a televisã aberta n Brasil, pdems demnstrar d que estams faland. Pr mei da WebTV, e das demais nvas tecnlgias, é pssível se cntrapr as pré-cnceits estabelecids. Sejams mais clars. Qual padrã de beleza instituíd pels veículs cnvencinais? Mulheres magérrimas, lipaspiradas, silicnadas, e quant mais claras, melhr. Mas quem instituiu esse padrã? Quem determinu que as grdinhas, as mulatas e demais nã sã belas? Pr mei ds nvs meis de cmunicaçã pdems nã smente cntestar esses padrões cm também mstrar que achams bel. Pdems criar a nssa própria identidade, discutir questões que jamais passariam pel filtr midiátic atual. Outra questã que levantams: qual interesse de indivídus da Cidade de Giás, pr exempl, em tmar nta sbre cngestinament de Sã Paul? É pr mei das nvas tecnlgias que apresentams a essas pessas, de cmunidades e segments nã representads na mídia cnvencinal, a pssibilidade de realizar sua própria cmunicaçã, de ver, uvir e ler, questões que realmente sejam de seu interesse, que de fat lhe digam alg de imprtante para sua frmaçã. Tmams entã a liberdade de cntar, a partir de agra, algumas de nssas experiências, nã apenas cm a WebTV, mas também cm utras ferramentas de cmunicaçã alternativa. 17

18 Um puc de teria As idéias e discussões que sustentam a atuaçã Alguns autres e discussões despertam e instigam a nssa atuaçã. Separams entã esse espaç para levantar questões e idéias, baseads em diverss texts presentes principalmente n ciberespaç, que pssam descrever um puc de nssa prática de cmunicaçã e nssas atividades numa tentativa de demcratizaçã das cmunicações. Para Manuel Castells (2007, p.17), infrmaçã e cmunicaçã sempre fram instruments de pderes dminantes, de pderes alternativs, das resistências e das mudanças sciais.segund este autr, O pder de influência sbre pensament das pessas que é exercid pela cmunicaçã é uma ferramenta de resultad incert, prém fundamental (2007, p.17). É clar que a idéia de que receptr nã participa d prcess da cmunicaçã, mas apenas recebe as infrmações que lhe sã transmitidas sem nenhum tip de influência n prcess, assim cm afirma a teria hipdérmica, nã ns é benquista. O própri autr defende que públic é ativ, e nã passiv n prcess cmunicacinal. N entant, nã pdems descnsiderar grande pder de influência ds meis de cmunicaçã ns diverss setres sciais. De acrd cm Castells, mldar um pensament é muit mais eficaz d que trturar um crp. (2007, p.18) O autr defende que, pensament cletiv, que ele define cm um pensament que absrve tud e é difundid pr tda a sciedade e que nã é a sma ds pensaments individuais em interaçã, se elabra na cmunicaçã. (2007, p.18) É também pr mei da cmunicaçã que as experiências, infrmações e piniões sã transmitidas n cletiv. Daí a imprtância ds meis na sciedade. Entretant, nã pdems deixar de falar sbre mnpóli exercid na cmunicaçã. A exempl pdems citar a França, em que, cm lembra Marie Bénilde, Entre as quinze principais frtunas francesas, cinc desenvlveram interesse pels meis de cmunicaçã. (2008) Esse é um pequen reflex d que acntece n mund inteir. As famílias tradicinais de grande pder aquisitiv enxergam a cmunicaçã cm instrument de pressã útil em cas de ter que enfrentar um adversári (BÉNILDE, 2008) De acrd cm a autra, mdel dinástic na cmunicaçã prprcina vantagens cm criar vass cmunicantes entre patrimôni pessal e interesse destes grups, ctads na blsa de valres. (2008). Para nã ir tã lnge, 18

19 pdems falar ds meis de cmunicaçã brasileirs, nde a mairia das cncessões públicas de rádi sã frnecidas à plítics u famílias de grande pder ecnômic. Ou mesm a puca vntade d gvern brasileir em reslver as questões de rádis cmunitárias, tã atacadas pels veículs cmerciais. Questões plíticas e ecnômicas à parte, a mídia, de fat, representa pder, mas a manipulaçã deve ter limites. Para Castells (2007, p.21), a mair influência que a mídia exerce nã é prveniente d que ela publica, mas sim d que nã é publicad. É esse nss grande questinament enquant cletiv de cmunicaçã. Se a cnstituiçã garante a tds direit à livre expressã ( é livre a expressã da atividade intelectual, artística, científica e de cmunicaçã, independentemente de censura u licença ), deveria também garantir mesm espaç e acess ds cidadãs as meis de cmunicaçã, independente de raça, sex, religiã e, principalmente, pder ecnômic u plític. O que vivems hje é a tentativa de manter em silênci as idéias imppulares e fazer cm que s fats incômds permaneçam na smbra, sem necessidade de nenhuma pribiçã ficial (Jrge Orwell, apud JOHN PILGER 2007 p.102). Esse pder exercid pels meis de cmunicaçã pde ser bem definid pr Gilles Deleuze (2005), quand explica que diz Fucault a respeit da definiçã de pder: ele é mens uma prpriedade que uma estratégia, e seus efeits nã sã atribuíds a uma aprpriaçã, mas a dispsições, a manbras, táticas, técnicas, funcinaments; ele se exerce mais d que se pssui, nã é privilégi adquirid u cnservad da classe dminante, mas efeit de cnjunt de suas psições estratégicas. (DELEUZE, 2005, p.35). Ou mesm cnceit de Pierre Burdieu a respeit d pder simbólic: O pder simbólic cm pder de cnstituir dad pela enunciaçã, de fazer crer e fazer ver, de cnfirmar u de transfrmar a visã de mund e, deste md, a açã sbre mund; pder quase mágic que permite bter equivalente daquil que é btid pela frça (física u ecnômica), graças a efeit específic de mbilizaçã, só se exerce se fr recnhecid, quer dizer ignrad cm arbitrári e ainda pder simbólic é um pder de fazer cisas cm palavras. E na medida em que é verdadeira, ist é, adequada às cisas, que a descriçã faz as cisas. Nesse sentid, pder simbólic é um pder de cnsagraçã u de revelaçã, um pder de cnsagrar u de revelar cisas que já existem. Iss significa que ele nã faz nada? De fat, cm uma cnstelaçã que cmeça a existir quand é selecinada e designada cm tal, um grup - classe, sex, regiã, naçã - só cmeça a existir enquant tal, para s que fazem parte dele e para s utrs, quand é distinguid, segund um princípi qualquer ds utrs grups, ist é, através d cnheciment e d recnheciment. (apud LEMOS, CARLOS E BARROS, 2008, p.04) 19

20 Prtant, para Burdieu, segund Lems, Carls e Barrs, a mídia pde ser pensada cm arena de disputa pela publicidade ds discurss. Ela cnfigura-se entã cm um espaç de aparência, em que scial e cultural frmulam-se cm status de real, legítim, públic e ntóri. Para s autres, a mídia cnstitui-se entã cm uma instância de prduçã e reprduçã cultural, cntribuind para a manutençã d sistema cultural vigente e desejad pels segments sciais interessads nessa manutençã, mvids pr interesses privads. É desse pder simbólic exercid pela mídia que tentams ns esquivar, cnclamand pr utra alternativa de cmunicaçã. É pela nã manutençã desses mdels que prcurams prduzir nsss própris cnteúds de maneira a mstrar utras alternativas culturais. Seria, prtant, uma nva platafrma de prduçã e reprduçã cultural. Já em 1969, Jean d Arcy, entã diretr da divisã de rádi e serviçs visuais d Serviç de Infrmaçã da ONU, em artig publicad na revista da Uniã Eurpéia de Radidifusã (UER), afirmava: A Declaraçã Universal ds Direits d Hmem, que, há 21 ans, estabeleceu pela primeira vez, em seu artig 19, direit à infrmaçã, terá de recnhecer, um dia, um direit mais ampl: direit d hmem à cmunicaçã. Pis, hje em dia, s pvs sabem, e, se sã mais difíceis de gvernar, é talvez prque instrument de cmunicaçã, infrmaçã e participaçã que lhes ferecems nã crrespnde mais a mund atual e a avanç de sua técnica (apud Armand Matellart, 2008) De acrd cm Armand Mattelart (2007), a lng da década seguinte (referente a que falava d Arcy), se desenvlveria, na Unesc, um nv mdel de cmunicaçã em cntra partida à caducidade d mdel vigente que, basicamente, se dava de maneira vertical (um flux cm sentid únic para a infrmaçã - da elite para as massas, d centr para a periferia, ds rics (em matéria de cmunicaçã) para s pbres). Segund autr, desde 2001, sã quatr s princípis-chave que fundamentam direit à cmunicaçã : liberdade, diversidade, acess e participaçã. Para ele, esses princípis estã n centr ds canteirs aberts pel mviment scial sbre a diversidade das expressões culturais e midiáticas. É a grande batalha atual. Sã também esses quatr princípis-chave que fundamentam a nssa atuaçã. A Magnífica se cnfigura para nós, e para diverss segments, cm um nv espaç de liberdade, diversidade, acess e participaçã. Esse é nss verdadeir bjetiv: criar um espaç em que, independente da idelgia u d pder ecnômic, diverss setres sciais pssam divulgar e expressar 20

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