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1 >- / ",!.-..p.. --»---- 7",: l^jh " * - H 1.. JWllO»><^l_lll»- ". *"!«" mu NA ESTACA ZERO O AUMENTO DO FUNCONALSMO Demtu-se a Comssão Especal nomeada por Vargas, com exceção do representante dos servdores Autorzar o mnstro da Fazenda a nomear nova comssão é ratfcar a stuação protelatóra já exstente Declarações do sr. Lyco Hauer á nossa reportagem Lea na Sexta Págna, ^^^^^^^^^^mm^m^kmm^^^*--- ^ -^ -^^ % mmmmmmmammmmlêmmmmmmmêmmwmmmmmm^tmmmmmmm *.&* K-K-X ** -K -K -K-K ***-K*K*X**# T^S^^^^^^^^^^^^JSSSpg^P y^fooor»"-*** " ^^^^^^^^^^^"**^**"^"*oflflflwflc»s_l- Í /Í^CT n_^t lftw^ ^*S***^ *"* y fl^^^ CB_5 Z ^ / *** *. "Cfl_rfl_ HBh *v %X. VT^^^o^c^o^^^^^^^^y^^g^^^^^^^^J^M^^^^^^^^^^^^^ggg^M^^M^^---11 ",,flfl^p,*l*rr^^^^^^^^^^^ ^^^^^^j^w^pss^-. ^S_-_-^_-S^ fl C S - " - ^Mfíí.W^SSSZ _, ** *. - vv_h BS-V\.\ v -S rí/vó5, comunstas, nao apelamos para golpes mltares nem para conspratas de gene- (<Unamos a mensa vontade de paz da maora esmagadora da nação e sole* ras mos o pequeno grupo de tradores e reaconáros que de* sejam uma nova guerra mundal ^ MPRENSA POPULAR vem denuncando em suas COMO colunas, aumenta cm, todo o pas a onda de provocações ant-comunstas, acompanhada de númeras prsões arbtrárlas de cvs e mltares, sob o pretexto ãe desartcular um pretenso golpe comunsta. MPRENSA POPULAR vu-se na obrgação de esclarecer as grandes massas sobre os crmnosos objetvos dessa espalhafatosa campanha, nsprada pelo mperalsmo norteamercano e realzada pelo govorno de tração naconal dc PERGUNTA: Podera dzer-nos algumas palavras sobre 11 atual canpanha contra o comunsmo no país c, mes e.pecalmenle, sobre a falada nfltração comunsta nas forças «rmadas? RESPOSTA: Com todo o prazer, pos, mas do que nunca «ndspensável que o Povo braslero conheça a verdade e não se dexe levar pelo barulho que fazem os provocadores de guerra com o objetvo dc assustar as pcsso_s de nervos fracos, consegur ludbrá-las e sepavá-las de todc. aqueles que em nossa pátra lutam pela paz e pela ndependênca naconal. É um fato que a reação polcal aumenta no pas. O jíovêrno do sr. Vargas já não faz grande questão de salvar as aparêncas e aparece cada vez mas com a sua verdadera catadura dc nmgo d0 povo. Mas o que todos precmos compreender c que sso não sgnfca força, pos, ao contráro, traduz a fraqueza do governo. As tentatvas que faz no sentdo da mplantação do fascsmo no país, a onda dc reação que procura desencadear, tem explcação no fato de que é cada vez maor a resstênca do nosso povo aos planos guerreros e colonzadores dos mperalntas amercanos. Apesar das tentatvas fetas, Vargas anda não pôde envar tropas brasleras para a Coría, nem entregar o petroleo, nem consegue mpedr que o proletarado c o povo lutem contra a fome e a mséra. Nem, pôde também sufocar :b vontade de paz de nosso povo quo contnua sc manfestando com vgor crescente. Nestas condções, para atender às exgêncas cada vez mas prementes dc seus patrões amercanos, procura tomar novas e mas severas meddas dc repressão contra o povo na esperança de consegur ar.n quebrar essa resstênca. Em todo o país lares são assaltados, os patrotas e democratas, sob qualquer pretexto, são arbtraíamente detdos, espancados e torturados pelos carrascos polcas, a mprensa popular é perseguda, e assocações populares têm suas sedes nvaddas e são daramente ameaçadas em sua vda e atvdade., E, quanto aos mltares, é claro que os patrotas c de- «ocratas fardados não poderam escapar dessa onda reaco- -nára. Eles também sofrem as conseqüêncas da polítca de guerra do sr. Vargas. Os mltares brasleros possuem ums Telha e glorosa tradção de patrotsmo e de apoo a todos as grandes movmentos populares. Os generas e almrantps amercanos já comandam hoje as forças armadas brasleras, mas não conseguram elmnar suas melhores tradções. Ora, o governo do sr. Vargas, obedente aos seus patrões amercanos, faz o possvcl para transformar as forças armadas naconas, em bandos de mercenáros e em polcas, carrr.stos de nosso própro povo, quer fazer das forças armadas brasleras um mero departamento do FB amercano e de -ada quartel um local de tortura. Cvs e mltares, nclusve mulheres, como anda há pouco ocorreu em Pernambuco, são detdos, espancados e torturados sob ordens dretas de ofca-, fascstas c lecaos do mperalsmo. Tanto no Exércto; «orno na Marnha e na Aeronáutca, já exstem corpos dc Polca que prendem a cvs e mltares e que se especalzam nas brutaldades contra o povo. Mas a maora dos mltares brasleros ofcas e soldados não sc presta a tão ndgno papel e, da, a necessdade da ntmdação que, como não poda dexar de ser, é feta sob a bandera do antcomunsmo, da luta contra a «nfltração comunsta» nas fôr-as armadas. Tudo sso, porém, não quebra a resstênca dos mltares (Sgnos e patrotas, como não dmnue a vontade dc luta de todo o povo. Ao contráro, tas fatos só podem aumentar a ndgnação das massas que vêem cada da mas claramente para onde o governo de Vargas quer arrastar a nação, só podem elevar seu desejo ue luta cm defesa da paz e da pátra, das lberdades e de melhores condções de vda» * PERGUNTA: Pensa, então, que esta em lgação com sso tu atual agtação feta pela mprensa reaconára em torno do «pergo comunsta»? RESPOSTA: A atual grtara em torno do velho fantasma do «pergo comunsta» não tem nada de orgnal, é a repetção de outras anterores e. certamente, não será a últma. O fenômeno vem se repetndo nos últmos meses, como vagas sucessvas, mas com a característca nova e muto partcular de qud morrem sem alcançar a repercussão certamente desejada pelo sr. Vargas e demas agentes anques em nossa terra. E sto é um bom sntoma da stuação que atravessamos, é um ndco de maor compreensão polítca das grandes massas.... Vejamos o que se passa: enquanto o sr; Vargas, de um lado, manda assnar p tratado mltar com os Estados Undos tçrrvel ameaça à vda de nossa.juventude e, logo cm seguda, sancona a nova le do servço mltar, que permte _ convocação medata de todos os brasleros de 17 a 45 anos, sejam ou não reservstas, de outro lado, moblza os mercenáros a servço do mperalsmo amercano para a grtara do «pergo comunsta», das «conspratas comunstas», dos «golpes armados preparados pelos comunstas», etc. e tenta, assm, ocultar à nação os novos crmes cometdos contra s sua segurança e o seu futuro. Ao mesmo tempo que os jornas da «sada» c as agêncas telegráfcas amercanas transformam cm «revolução comunsta» no Ro Grande do Norte a nm smples tro de uma scntnela assustada, o sr. Vargas manda apressar no Congresso a votação do seu projeto que vsa entregar o petróleo braslero à Standard Ol. O objetvo é claro: assustar com o comunsmo para r completando a venda do país ao mperalsmo e dando passos no camnho da preparação para a guerra. Mas não se trata apenas dsso o sr. Vargas espera também crar no país um ambente de nervossmo, ou de pânco mesmo, que lhe permta consegur do Congresso as les de exceção para mplantar «democratcamente» a dtadura aberta e moblzar a nossa juventude para as guerras de Truman. Nosso povo, porém, assm como não se ntmda com a reação polcal, já não se dexa enganar por essa grtara de polcas e generas reaconáros, e nem se dexa levar pelas mentras da mprensa de aluguel. E, sto, certamente, è um snal dos tempos. O povo braslero já aprendeu muto, amadurece Já poltcamente. Não há dúvda que o esforço feto pelos comunstas nos últmos anos para elevar,o nível polítco das grames massas operáras e populares começa a woduar tens fruto», PERGUNTA» Pensa, então, qu* noooo *«9» po* oamr marcha para o fascsmo enfrentar vtorosamente o ameaça de guerra? RESPOSTA: Sem dúvda alguma, desde qu* o po*_ bro* oílero tome em suas mão» a causa da paz o o defenda até * ím. O graje Staln, chefe do governo sovétco «campeão mundal da paz, dsse há poucos das que a guerra não está hoje mas próxma do que há dos ou três anos atrás. sto se. dem íubdaswntalmenle è, polítca de *t da UKSS a à Vargas, com o apoo de toda. a mprensa a servço da reação e dos magnatas anques! Para sso, procurou ouvr a palavra esclarecedora"do grande líder do povo braslero, Luz Carlos Prestes, As perguntas formuladas pelo nosso jornal, o chefe do P.O.B. respondeu com a clareza que lhe r> pecular, mostrando o verdadero sgnfcado e ccnttudo da presente campanha ant-comunsta e ndcando ao poro braslero o justo camnho da luta pela pas, pela lbertação naconal e pela lberdade. resstênca crescente dos povos que no mundo ntero lutam pela paz, muto partcularmente ao heroísmo com que o povo coreano, ajudado pelos voluntáros chneses, tem resstdo à brutaldade da agressão norte-amercana. A paz vem sendo mposta pelos povos e sto é um fato também aqu em nosso país. A ameaça de guerra aumentara, porém, para o nosso povo, na medda em que enfraquecesse a sua resstênca. Estou certo, no entanto, dc que o povo não dexará de lutar, que há-de lutar com redobrado vgor para lqudar os ntentos monstruosos de seus pores nmgos, E é neste sentdo que desejo aprovetar esta oportundade para fazer um novo apelo a todo o nosso povo. É ura dever de todos os patrotas nãn permtr que o povo seja enganado pelas manobras crmnosas dos provocadores dc guerra. Enquanto o sr. Vargas procura dvdr a nação em comunstas e ant-comur.stas, unamos a mensa vontade de paz da maora esmagadora da nação e solemos o pequeno ARBTRARAMENTE Preso Doníso Encna grupo de tradores e reaconáros que desejam uma nova guerra mundal e tudo fazem para arrastar nosso pas às aventuras crmnosas do governo dos Estados Undos. Drjo, me a todos os brasleros ndependentemente de posção socal, de seus pontos de vstas polítcos, de suas crenças relgosas, e a todos apelo para que se unam para defender a paz e para lbertar o Brasl da crescente escravzação pelos monopólo* amercanos. Nenhuma pessoa honesta pode, dexar de luta contra os crmes que os generas anques estão cometendo há quase dos ant, na Coréa. É ndspensável que se levante no pas ntero um vgoroso protesto contra o crme da guerra bac*. terológca já ncada pelo governo de Tr.man c que consttu ameaça a vda de todos ca povos. Nosso povo não pode contnoar por mas tempo vtma da fome crescente nem permtr que prossga a venda do país e sua completa submssão à cr* mnosa polítca dos provocadores dc guerra do Departamento de Estado norte-amercano. Exjamos a anulação do últmo acordo mltar com os Estados Undos, lutemos contra o aumento des efetvos mltares do país, nâo permtamos que o petróleo braslero seja entregue à Standard Ol, que seja aprovado no Congresso o projeto entregusta do sr. Vargas, exjamos a lberdade de todos os presos polítcos e que cessem as perseguções polcas contra os operáros grevstas, contra os partdáros da paz e contra os patrotas cvs ou mltares que lutam em dcíesa do petróleo e da soberana naconal. Nós, comunstas, não apelamos para golpes mltares nem para conspratas de generas, porque estamos certos de " que c a força do povo organzado com a classe operára à frente que há-de quebrar a polítca de guerra do atual governo, de derrotá-lo poltcamente, até consegur substtu-lo por um governo efetvamente democrátco e popular, que lberte o país do jugo mperalsta, que arsegure a entrega gratuta da terra dos latfundáros nos trabalhadores do campo, que desloque nossa pátra do campo da guerra e da reação para o campo da paz, da democraca e do socalsmo. \ K^^*--***-N?Í-yH KÍ»_sSrW-SS-R> VJ-íôro^íVA T* \V * f _3_F N!\v *Y wmmmm Dretor: PEDRO MOTTA LMA %ssm: Ano V Ro, Domngo, 4 dc Mao de 1952 N.» Mí MÃES, ASSNA O APELO POR UM PACTO DE PAZ! AVÃO DESASTRE DE ROMA, 3 (A.F.P.) Um avão de tursmo precptouse a oto qulômetros desta captal, morrendo carbonzaos os dos ocupantes, um nsrutor do Aero Clube de Roma e um passagero. O aparelho aca.ava de dexar o aerodromo de Urbe, quando se chocou com fos telefôncos, o que provocou sua queda. Venceu o Corntans MÉXCO, 3 (P) No momento cm que saa de sua Durante as comemorações seus dretos e lberdades. resdênca fo preso o secretaro geral do Partdo Comu- cnqüenta patrotas ferdos, houve um morto e cerca de nsta do Méxco, Donso o que vem causando verdadera ndgnação em todo o Encna. A prsão do prcstgoso der comunsta está pas. Já _í encontram ANCARA, 3 (AFP) O presas e dretamente relaconada com clube brsalero Corntans processadas pela polca mas de 30 a»s comemorações de Prmero de Mao quando ò pro- tendo a recente prsão do Paulsta derrotou hoje um pessoas, quadro msto desta captal letradp mexcano fo _s pela contagem de.3x1. secretarb r»-rrtl do PCM ruas proclamando sua decsão de conqustar a paz a vocado verdadera onda de pro- Ao termnar o prmero tempo já os brasleros vencam ndependênca naconal e protestos. por 1x0. "Gostara que outros brasleros pudessem Ver de perto esta nova cvlzação99 Sg-MftWaWMOOOMWWaMMMBMMMBM^M,, gmhammmnhmmom0o_o- -_»-_- - -E-_a-_-á DECLARAÇÕES DO SR. ALBERTO QUEROZ DO AMARAL NA RADO DE MOSCOU * LEA NA 6a PAG. EDSTAS Mãe braslera, a vda de teu flho e;ta em pergo! Enquanto preparam o lançamento da bomba atômca na Coréa, os agrsso-cs norte-amercanos desencadeam a agressão bacterológca contra os povos coreano o chnês. Pensa tem, o governo de Vargas acaba de sanconar.uma le pela qual podem ser convocados para a guerra, mesmo que não sejam O TRANSMSSOR DA MORTE AMERCANOS A BASE AÉREA DE VAL-DE-CAS nal e As agêncas telegráfcas, a propósto do acdente do «Presdent». da Pan Paraqucdl,tas.,,, Bjj-fl» Dúfállte quatro horns sr, guldas, o avso <ue cnnduuj os médcos parnnu-dlsles nor. rjarlercnhos s_jllãqu cntèm q1t_ cau o»vwo "Pr- o lo.. ljene^jdj: Pan_Anerlo._r.- Segundo apuramos, tanto. pl_y.t.0s. uúcoa r_t (w:<m:,-r,_n o r t s-jjjn;rlcnnc ücbraram a Pnn*\m"í!*- que consderam dfícl, o* 1-nrr.ot- -"possbldade dt d» fld dt pamurdlslv MTAM. FAKds. 2 <APP?. A Pí>. Amr.-cw A l r a- a t nn-cn que j-v!y_ Pfltrlca U03 fívnspnícutlu rpdírõj p-nfcr.nelrís"* rw ja_ llsj j*(t cxércllo. partlnm r"rá o P cal èm que cau.-o qt-sdrlm* tor Presdente, no Flado bn, sllcro dn M-uanb0. J5}*, rv." s "- D_MJran.ll-.C"ta_r. üü. Pj-J TT_* fl NOTA OFCA, DA B. PAN AME1UCAN.. 1 # nwro!ma, ftnjàl""? E5ÍF 1 mw^âew^^m Amercan Arways, trouxe a elas públco (e são absolutamente nsuspetas nesse caso) um fato da maor gravdade, porque mporta em volação da soberana naéonal: tropas de paraquedstas amercanos encontram-se estaconadas na base aérea de Val-de Cãs, em Belém do Pará. O notcáro a respeto fo publcado no «Dáro da Note» de 2 do corrente, conforme fac-smle áo lado, e procede das agêncas Merdo \ reservstas, pessoas dos 17 até os 45 anos. Além dsso, ês *? mesmo governo frmou um acordo com Os Estados Undos, esm prometendo-se a env.ar tropas para a Coréa e a permtr que tropas amercanas ocupem o nosso solo. Defende a vda de vosso* flhos lutando contra a guerra. Assna o apelo poe um Pacto de Paz entre ae Cnco Grandes Potêncas!, Ordenando o dosencadeamento da agressão mcro blan» na Coréa, Truman Be apresenta ««. «ttto* U. Humandade como o transmssor da morte,., portador do baclérlas e germe» das mas terrível, doenças epl<*emlcas. A respeto dèsso crme mon,.ruoso, quo consttu uma amenca»" * mun ntero, publleamos no suplemento de nossa edção do hoje an.pl» reporagem. to,.«wtagem. «ue contém fatos de grando.tnwl.de. d emonstra a plena res, n.ab ldado d. HlM norte-amercano pela agressão bacterlológt ca, que vlnl.» sendo preparada desde UU 5 France Press, concdndo com a nota ofcal da Panar. Esse fato, que comentamos em nota na 3a. págna, é uma confrmação das patrótcas denúncas que M- PRENSA POPUALR tem feto. PRESO 0 Jl TO TELLES Há mas de 3 das em poder dos banddos d Ordem Polítca aquele nosso companhero Na note de 30 de abrl o vês^é «Cosas da Cdade»*, nosso redator Humberto Teles, que o publco conhece e os «tras» da Ordem Poltffo volentamente preso ptca, admra prncpalmente atra- que o conduzram par» lugar gnorado. Até o momento, há mas de três dlsa, Humberto Teles se encontra em poder da polca, tendo sldco ontem mpetrada ordem do habeas corpus em seu favor". O nosso companhero fo preso pelos banddos da rua: da Relação quando, depos de dexar o trabalho, dr» gla-se^para a sua resdêncas Leana3apg* M V h

2 1 BJ Páqlm 2 MPRENSA POPULAH fs-lèsí Ca no Vaso e no Rdículo "Plano Cofen" da Baha A ARENGA Do Espão Ttsta OSVALDO PERALVA As representações do governo de Vargas na ugosláva e a lâêssc pas no Brasl foram elevadas, como se sabe, à categora de embaxada, tendo o embaxador do Tto, que acaba de chetj-ar ao fw^fejto declarações à mprensa que não podem passar *m brancas \núvens. Antes deytudo devemos desmascarar a desfaçatez com <w> qué fascstas do governo ugoslavo contnuam, a se atrbur o título de comunstas. A camarlha de Belgrado conseguu, durante muto tempo, fazer-se passar por tal: dza-se comunata e drga um Partdo Comunsta, embora o mantvesse quase na legaldade, conforme denuncou ó Bureau de nformação, e o dssolvesse na Frente Popular, trando-llje assm uma das prncpas caracterísíícub dos PP. CC. sua posção de vanguarda; proclamava-se una repúblca popular, embora nunca tvesse efetvamente cumprdo o seu papel de lqudar as pelo classes exploradoras e marchar camnho do socalsmo; e anda hoje fala num Exércto Popular, que nada tem de popular, uma vez que vem se armando até os dentes com armas do mperalsmo amercano e executando o papel de provocador de guerra nos Bálcãs, Üra, poder-se-a magna^ «no os Estados Undos mpe-1, W a aterrssar, por ntmaçlo ralstas fornocessem armas a dos caças sovétcos, levava em 3: to, como vêm fornecendo, bojo apare.hoa e rado, mapas pnra reforçar seu poder, sa do terrtóro húngaro e uma sste poder se exercesse não sére de outras cosas que evdenc:avam seus propóstos de contra os trabalhadores e sm contra os captalstas, os exjploradorc3, os latfundáros? tno. íugç-slãya. esponagem. E qual o seu des- A verdade é que a ugoslava envc>*edou defntvamente multo claros. No nforme oue Depos de tudo, 03 fatos são feo car..ho do restabe cm- em 1949 Gheorghu.pej apív. 3cn.o do captalsmo e d-j senteu ao Bureau de nformação, sob o ttulo:..<0 Partdo eem-feudasmo, da exploração dos camponeses pobres pelos Comunsta ugoslavo, fcm Poder.camponeses rcos, da exploração üoa trabalhadores pelu captalstas, da exploração do jpuvo pelos especuladores. Quem o confessa é o própro «mbauador ugoslavo, quando ulz: «Mant.émos a lberdade dos camponeses, enquanto na Eus.a ca fo anqulada». Essa ^lberdade:? é a lberdade pa.a os donos da terra expo. 1arem os que nela trabalhara, sosa que, sm, fo para serápre anqulada na UlíSS. tínbre n ndustra, ele afrma que,<*todus as empresas ndustras sde vulto pertencem à Socedale, 4 Nação, porém não ao Estado, como acontece na Rua. sa>. Repare-se que a Sócodade, a nação ugoslava compõe-sg de classes exploradoras * exploradas, e e cla;*j que náo tão os explorados que possuen: as grandes empresas (se as possuíssem não seram exporados). Na URSS, ds tato, «.comece aferente:. oa explorados confscaram ou bens de produção dos exploradores, l- Cudaram com a popra «x. floração, de tal modo que mão exstem classes dntagónícas, não uá explorados nem (Exploradores. Um ponto que aí merece flestaque e quando êle dz, dan do maores detalhes sobre a ndústra, que «o Estado estaíbeleco as dretvas 0 o progra* ma econômcos.. Quer dze*: o Estado dexa as lábrcas e us». ma3 nas mãos dos captalstas, unas se arvora o dreto de d- Ber-hes o que devem produzr, E nomo se dssessem: pode. txplora* oa trabaharcres, contanto que façam aqulo que nesesstamos. *ão era esse ur,. jdos prnclpo3 báscos do na zsmo e -jo fascsmo? Por fm acrescenta que «mantemos n comérco nterno a lberdade líconòmca», sto c, a lberdade para 03 tubarões comprarem por X e venderem por X vêzs sem, para fazer câmbo negro para especular com a fome d(. povo, como é fato notóro qu de Assassnos e Sspões», ele recordou que «desde o tempo do guerra, em 1943, a rádo de Londres, que apoava flhalovtch e o governo emgrádr, do ex-re Pedro, mudou bruscamjte üe tom ém favor de Tto. Soube-se mas tarde qut uma mssão mtar brfámõt, se achava junto ao eatadomaor de 1no e que este últmo tnha em seguda nomeado o coronel Veleot (atualmente general), agente do ntellgenct; Servce, como representante em Lon dres-». E mas: <Churchll euvou seu própro flho, Randolph, para o desempenho d-* mssãc especal junto a Tto. Mas tarde o velho reaconaro, nmgo jurado da URSS. teve uma entrevsta pessoal com Tto.». Por outro lado, t general ugoslavo Popívoda mostrou sob seu verdadero as pecto a posção concladora d. Tto, Rankovtch e outros a respeto aos nvasores htlers tas e da Gestapo, assm como a manera nfame com que traíram 03 guerrlheros ugoa lavo nos momentos mas tluros da guerra>. A camarlha ttsta não passa, pos, ds um bantío de assassnos 3 espões e de prov,, eadores de guerra a servço do mperalsmo anque. Reforçand7 suas relações dplomatcas com ces, o governo Vargas presta assm mas um se*. Vço aos belcstas amercanos e se mostra anda mas caramerte o nmgo que sem pre fo da paz e da lberdade. PROFESSORES PART^CÜLARES Compareçam ao exame de rao X (Abreugrafa) no ns* ttuto Médco Pedagógco «Oswaldo Cruz» à praça Gulherme Gunle, s/n, segundas, quartas e sextas, às 12 horas, terças, quntas e sábads, às 8 horas, apre- assm lá acontece. sentando E evdente que o sr, Oetú prova de dentdade: So Vargas não Acaoo na melhora Jorge da Rocha, Antôno as relações comercas Savo e dp.o Dabul, Auro* ra anáteas cnm a ugosláva, dos Prazeres sem Andrade, Dalva gualquer pressüo da Alves opnã. Pe.-ara, Dva Fausto públca, se ela fosse Salguero, drgda Deryse de por comunstas, Carvalho, se nâo Fábula Rates de peruem cessa já, de Sousa, modo ndscutível, da Stemck, Lazy;. t órbta do 1.eralsmo ame-j ^arís ^uz»t $0.mS> Mara, tcano. Reforçando tas rela*) ^ Lurdes Mederos e Marta ções, o governo Vargag serve] n^arm^j^-- de nstrumento para prestgar NSCRÇÃO PARA Sm bando de provocadores dc O MERCADO guerra, para amplar o campe Gle ação Je uma camarlha ut SÃO JOSÉ «spoes a servço úob amerca- O Departamento de Abas* aos e dfamadorca da Unão üo tecjmento da P. D. F., av* wétea, baluarte da pas mun sa aos nteressados, abaxo (S o. relaconados, que solctaram nscrção para o Recorde-se que anda lu. Merca* jpouco tempo a ugosláva apa aeceu no notcáro nternado sal como uma base de atvda des de espões e sabotadore: tcontra os pases do socalsmo c la democraca popular, O avar tunercano que volou o terrl ftóro da Hungra e que fo for «mas 10 ANVERSÁROS: Hoje, dos Jornalstas Manoel de Fretas Slva, Francsco de Paula Achlles e Fernando Va Das, Trascorre hoje o anversarc natalco do dr. Darc Montejo, medco do Hosptal dc Pronto Socorro. Fazem anos, amanhã, o: confrades Mauro Satlles, Roberto Catald, Eugêno Leuon* roth, Alqnso Caldas, A." Porto da Slvera, presdente do Ündlcato dos Jornalsta*;, e {Luz Carlos da Fonseca Ju*»ov. p NASCMENTOS: ALMR, fllho do «r. «m. Wztmdacc fls Paula. O NOVADOS: Oom tc-^o* rnh* Jacn Santo», funconarfa muncpal, (lha do nowo aonfrade Jooelyn Santo* da ova. Noamla Santoa, «mtrata «asamento m. Trancan de 9ouza Olvera, também (un afanara da Prefetura flho la vuva RU Alexandrna dt Jlve-a» do São José, para comercar com salgados, que deverão comparecer ao Servço de Dstrbução (Setor de Mercados), stuado na Avenda Ro Branco, 277, sobreloja, dentro de cnco das úes a fm de confrmarem seus peddos: Ernanl Vdal e Produtos Supos náco Nunes. merons ASSSTÊNCA pronto So. corro; e CORPO DE BOMBEROS PARTDA E CHEGADA DE BARCAS: 22*9356. PARTDA E CHEGADA DE NAVOS:42-0Í91. PARTDA E CHEGADA DE AVQES: PANAR: 27*7770. AEROVAS BRASL: CRUZERO NATAL: MOVMENTO DE TREN. E. r. Central do Brasl bt E. f. Central "F. do Braslí: ~ %. Ro, Douro: 42*7575 Leoppldlna:28*8?35--p!. Ço. vado: 25*0016. Repórter popular:, PREVSÃO DO TEMPO Mewatrttt Fum-v** P» boea. Ntvotarf. ^am^m. ratura eataval. Toatce «s Sul a Leste, fwacca. MÁXMA. 28,3 9 Os estudantes exgem a medata lbertação do líder unverstáro Aqules Gadelha e demas patrotas presos pala políca fascsta do governador Regs Pacheco O alarmsmo dos jornas, do náuseabundo chato, drgdos pelo negocsta Clarco Ta -res, provoca -"«.*- a repulsa do povo baano - (Correspon* SALVADOR, 3 dente Cau no vaso a romcula tonta va dà polca balara de ura «pano Colíerp local. Apesar de todo o úlarde da1 mprensa do nadsoábundo Chato; drgda1 pelo negocsta Odçrco Tavajres, n das volêncas da políca polítca pratcadas sob as ordens do torvo espanendor Laurndj Rega, a tentatva redundou num completo fracasso. Po* de-ce afrmar que o «plano Cohcn» da Baha morreu no nascedouro e fo enterrado QUAL A RANHA DA MPRENSA POPULAR? GENY CONTNUA FRME NA PONTA GRANDE REAÇÃO DE NERCY A FESTA DE DALVA ARÍETTÈ, FORTE CAND- DATA JUDTH A MAS UNDA MOÇA,-zzr~ DA VLA - QENY, a lournha do Meer, 1 JUDTH, a mas lnda moça contnua na ponta, nsstndo òs Vla sabel, dentro em bro aos ataques das outras compedoraqtores. Sua canddatura ao t- ve será apresentada aos letulo de Ranha da MPREN- 1W1PW1 SA POPULAR fo lan-ada pe- H *4 ** > *. Arlcte, a caddatw da Uglt Anda há pouce-s das, ela esteve em v.sta.ao D-.-Mlton Lobato, pedndo apoo para sua canddatura, obtendo dele a segunte declaração: «Veto em Gany, e aconselho todos meus amgos á fazerem o mesmo, po.s consdérp-a dgna de pr^sur ejte gloroso título Banha da MtJKEN* oa POPULAR». Como se vã, a lournha está trabalhando de vrrdade. ííercy, que na egunda apu* ração hava p-jrduo á v.cclderança para sa, reacoabu brlhantemente e voltou ; o segundo.prsto, ameaçando csramente as preterções de Geny, Vamos ver se *jla proasegura com a n/rsma düposçâe. DALVA, d canddata de Bon sucesso, está trabalhando «na mota», e, segundo o que já andaram nos bechchando, a festa, que está se realzando hoje, produzrá uma arrecada* ção capaz c/j leva-la ao prmero posto., ARETTÈ, garota muto popular entre as telefonstas, é também uma farte canddata, e lá em.sua - estrea, quase chegou a ml votos. VfWHywjfjL/**! as Comssões do MAP de Vla sabel, Tjuca, Manguera, Andaraí, Grajaú, Aldea Campsta, Ro Crmprdo o Fa* brca Cruzero e Confança. Judth goza de grande prestglo em Vla :abel, e não quer se canddatar para perder, pos o grande saudoso poeta do povo, Noel Ro-a, já dza em um dos seus mortas sam* bas: «A Vla não pode perder pra nnguém...» NOVAS CANDDATAS serão lançaãa.- pelos clubes da Penha e l/.nador Camará. Aguar demos as surprezas, que po. certo farão. TERÇA FERA, daremos no* vas notcas do concurso. com a repulsa de todo o povo baano, que enfrenra uma da*3 mares crses de sua hstóra. Os estudantes, os par.ldá* ros da Paz, os patrotas protestam contra as cenas de sevagera, contra o terror desen cadeado polo governo do sr. Regs Pacheco e exgem a medata lberdade dos cda dãos atngdos pela volênca fascsta. Com um cnsmo negualável, a mprensa mercenára de Chato e Odorco auxla os polcas, nvéntan do planos, mapas e revoluções. O líder unverstáro Aqules Gadelha to preso num café, quando la um jornal, tendo sdo covardemente espancada em praça públca, algemado e seqüestrado an.>; qs protestos do povo, que presencava a degradante cena los boleguns Estes voltaram suas metralhadoras contra os populares. O secretáro da íyíovrnento dos Partdáros da Paz em Salvador, sr. Walter Flzola, fo preso quando passava por uma rua da Estrada da Lberdade. Os cdadãos ldsfonso Aguar Rbero e Manoel Rodrgues Morera foam arrancados de uma resdênca partcular, sob espancamentos. O mapa apreenddo como altamente subversvo poa palca do balcgum Laurndo Regs e como tal apresenado pela mprensa do negocsta Odorco Tavares é um gráfco, que esteve duramo mutos das exposto ao públco. Assnala a marcha da coleta das assnaturas por um Pacto de Paz, no Estado da Baha Os estudantes estveram no Paláco Ro Branco, exgndo a SoS. lberdade dos patrotas prê- Tabela de Preços nos Camnhões * Fera Fxou o Departamento do Abastecmento da Prefetura, a se gunte tabela do preços máxmos permssves, nos camnhõesferas: Legumes e verduras Abóbora de l.a, lg. 2,50; abóbora de 2.a, kg. 1,jO; alcbora dágua, kg. 1,50; abobrnha D.F., ítg. 2,00; apm, l:g. 2,00; alface paulsta, pé 1,50; batata d:ce, kg. 2,C0; batata amerela gráudaí Ug. 3,00; mrüa, kg 2,50; nula kg. 2,00; berngola, kg. 4,00; beterraba, kg. -1,00; cebola Ro Grande kg. 3,50; cenoura paulsta especal, kg. 6,00; mudá,l:r- 5.C0; xuxu, kg. 2,C0; nhame graudo, kg. 1,50, múdo, kg. 2,00 glú, kg. 3,00; maxxo, l;g. 4,C0; mlho verde, eap. 0,80; nabo branco lmpo kg. 2,00; c. rama, kg. 2ÍO0; nabo roxo lmpo, kg. 3,50; c. rama, kg. 3,00; pepno, kg. 6,(V,; pmentão doce kg 7,00; quabo, kg. 4,00; repolho, kg. 3,00; tcráte especal, kg. 11,00; tomate de l.a.kg. 10,00;; tomate de 2.a, kg. 0,00; vagem mantega graúda, kg. 5,00; vagem mantega múda, kg. 4,00. Frutas abacate grande, um 2,00: medo, 1,00; banana dágua graúda, dz. 2,00; meda, dz. 2,00; banana maçã, graúda, dz 3,50; meda, dz. 3,00; banana ouro, graúda dz. 2,00; meda, dz 1,50; banana prata, graúda, dz. 3,0*0; meda, dz. 2,50; banana da torra graúda, dz. 3,00; meda, dz. G,00; coco seco, um 5 00;. laranja pera, dz 0,00; lma da Pérsa, dz. 6 00; lmão paulsta 5,0 lmão verdadero, dz, 7,00; mamão, kg. 5,00; ovos comuns, dz. 1C.C0; ovos especas, dz. 18,00. Frutas estrangeras maçã k. 13,00; pera, kg. 13,00; uva, kg. 22,50. flffe 11 Sí*í.^k. 0% fc J Ata. ám%*.a\ mê*ék\,.7.. > *} uw %JHVHH%JJnt, «3».«Àr,A^>^o^_^: -.:. ü T_. -. PRODUÇÃO DE JUTA Realzou-se, recentemente, em Belém do Pará, a Conferênca da Juta. O sr. João Cleofas, mnstro da Agrcultura, compareceu à Conferênca, acpmpanlado de grande comtva. Muto se dscutu e, agora, os deputados nos que tomaram parte debates voltaram dzendo que é possível exportarmos a juta dentro cm breve. Evdentemente, esses deputados não sa* bem o que estão dzendo ou procuram crar confusão. Como o trgo, a juta é um produto que não se desenvolve no Brasl <ím quantdades sufpentes paraabastecer o mercado porque o governo, fazendo o jogo dos mperalstas, tudo faz para anqular qualquer tentatva. De fato, a produção prevsta para,0, ano corrente é bem grande edá perfetamente para abastecer toda a ndústra de sacara. Apesar dsto, a Cartera de mpbrt&ção e Exportação contnua dando lcença para a mpor- tação da fbra ndana. O mesmo aconteceu no ano passado, tendo mesmo fcado alguns mlhares de toneladas da nossa juta sem comprador. XCQNGRESSO DE BG2ENE Sob o patrocíno da Soce. dado Braslera de Hgene, será" realzado en Belo Hor. zonte,, no período de 191 a 25 de pútubrq do corrente ano. o # Congresso Braslero da Hgee. TELAS PARA DESENHO -A. Comssão Consultva do ntercftmbo Comercal. com o Exteror, em recente sessfo, resolveu lcencar7mportagões. de panos dé. aí» godâò enyjrnzada para suprmerto semestral, - éxçlus* vamerte em moedan-rrcoí-. versves, para frmas tradenas, dentro de sues *as necessdades., *.- ;ÍPÍRMTp*/:::.;;;:r-. E-çame da valdação..érova " escfta - Dreto Penal Tterá-lugar na próxlrna terça-fera, da 6 do, corretfc, às 15 pm, a" prova escrta de Dreto Penal para todos oa canddatos nscrtos noa exames dè val» dação do cun» de tt*e> &VÇO DB VACNAÇÃO VACNAÇÃO CONT«A VlFO MOLÉSTAS..; nsanamssveía. - Bervcos gratuto» nó».«e» fulntes dstrtos santáro». da Secretara Geral de Saúde..* Assstênca; Rezende Elpdo Boa Morte 28 Bento Lsboa 48 General Severano 91 ; Camernç- 27 Desem» bargador sdro 168 Marechal Rangel 194 j.eopoldna Kugo Cânddo Benclo 15(3 (Bangú) Dr. Augusto Vascocelos 154 * (Campo Grande) Senador Carr-ará 56 (Sapta Cruz) e lha do Governador. VACNAÇÃO ANT-HAPCA Funcona um posto de va- -nação ant-rábca no ns* ttuto Pasteur, à rua João Pablo Duarte, n. 11 dáramente das 8 às 12 horas. Funcona também um. posto de vacnação antrabca nos seguntes hqsp» tas da P.vfetura*. D, Pe» <3rp. -*- em Santa Cruz; Ca,rlos Chagas Getulo. Vargas Mguel Couto 4 Dlspensáro do Méer «lha do Governador. wawos a,jhmzrm VmMMovmmt. Uaradn» nttu DANUKR (N. «r*lht» ANNA O (Genov»)». PKDRO (Reclht 0OVAUNA O (««o»_5 fl8e8 (QcnoTH) SUO HHNDOZA MO»" kttc PK. MUNDMÍ LA (Bueno* Alre.) AUQUSTÍ8 (Oenov») BO TUNNUVÀN (Nova _rt«m_ m&m uma _l_o_a - - LLOYU PARAGUA (Hamburgo) HO AMAZONAS (P. Alegre) NAVOS K DESTNOS Saus ontcn: ALEGETB (Cabedelo) MO 8. FUANCÍJCO (tajal) TAQUAUA (CabcUelo) AUG1JNT1NA (Duenoa Ares) RO MENDÒEA (ucnua Area) GOVANÍA C (Buenos Ares) ANíA C (Eucno< Ares) tjallas Juj-: NÕRTH 1Ç1NG (Santos) LA (ílova oque) AUGUSTUS (Eueus Ares), Kavos atracades: 1 Argentna; 2 Hlghland Brlaade; 3 Tjtjalengl:a; 4" Lloyd Colômba; f Aldcba:and; t Transpaclc; 7 - Olvebank e Snuelo; 8 Pardo; 9 Egyytlan Reefcr; 1(1 Copacabana; 11 í.lonacswan; 12 Uantos; 13 landú; 14 taquera; 15 Campnas; lü Potengy; 17 Vnho Castelo e üüo Paulo; 18 Santa Madalena; Prolongamento Daz, Pqrnas, scar Pnho, Ro pranga, Dona Rosa. Ro Mondego, Taquary, Lode Urugua, Un, Nctuno o Norma. WÊsMÊ- Hoje: rua Torres Homem e Petrocochno Vla sabel; Rua Goás Engenho de Dentro; Rua Lopes Quntas Gávea; Avenda CÔnego Vasconcelos Bangu; Praa do Caju São Crstóvão; rua Coração de Mara Cachamb; rua Res Flho Penha Crcular; Pr,aça Fogma Rcardo de Albuquerque; rua José Guedes Urca; rua tabra, Usna da Tjuca; Avenda VJpte e Nove de Qutubro é- Esação de Del Castlho; Praça Barão de Taquara Jacarepaguá; rua Marechal MoÜestno Reaengo; Av. Automóvel Clube Pavuna; rua Araçatuba Estação de Coe- ho.neto; rua General Tasso. Frarroso. Ancheta; rua S Paralela à Albno Men-. des. Amanha Praça Santo Çrsfo -- Garnboa, Largo do Catumbl w. CaUmVj "» Ma Foref ~ Bonsucesso; jf» lün ±$ MareçharHer- PW{ W» -row-ngof Lopea m Madurera; rua Vema Magalhães -- Engenho No* fo? a, Av?nll«Henrque WMmojt -» panema - rua Alfredo, fflnto o Eduardo 9tfm sa Tíjue»; Praça Oto _ fata Bocha M- KW?)»; ru» Araújo Gondm Leme; rua Cordovl. EstacAo de Lucas, [SkSSbuM V DE MAO São Paulo, 3 (A N.) - Em comemoração ao Da do lra balho, o Sndcato dos.hmn lstas realzou, ontem h note, uma reunão na sede do Sn- llchto dos Bancáros, no od- leo Martnel, quo contou com a presença de grande nú mero de ass.1. tentes. RACONAMENTO De Energa Elétrca S. PAULO, 3 (Do correspon {nteror, ns ndústras r^r^udente) Ccnnua o racona- zlrnm seu consumo em 30 por mento do energa ek^ca. cento, dspensando, em conseqüênca, numerosos opera* Na Captal A 6 de três a qun ro o número de cortes r f -los ros. no fornecmento de energa. Numerosos edfícos est fo DESASTRE DE cnm e>.*vadores paralsados, bem como bombas rfágqa, etc., CAMNHÃO DEMAGOGA OFCAL NO 1." DE MAO São Paulo, 3 (Do correspon» e montado em um enorme saladente) Como parte das co. r"* do F"(gorlfco Wlson, memorações do Da nternado-1 Os gráfcos paulstas envnnal do Trabalho nesta Captal, ram uma delejwão de 60 pesforam realzados, város atos noas nara n Anhnnprabnt mas públcos, entre os quas dc ban- -t polco mped11 sua mnnfpscáros e jornalstas profsso- t^rso com ns faxas aue onnnas. Durante a reunão dns dúza. Uma das faxas reclajornalstas fo aprovada uma rpava a nnsso medata da dremoção de protesto contra a pr-1 tora eleta nam o Sndcato são do jornalsta do HOJE, fns Gráfcos. Dante da attude Mas Chaves Neto. As comemorações ofcas do 1 de Mao no Anhangabaú consttuíram verdaderas palhanadas entre demagogas e. propagandas comercas. Numa aos trabalhadores, o governo fez desflar caravanas de pelegos, exaltando as «realzações» do sr. Lucas Carcez e Getulo Vargas pelos operáros. Antes dos desfles, foram ex bdas numerosas propagandas de frmas naconas e estrangeras, ntre as quat um homem vestdo com roupa do Ü13S PARALSA NFANTL S. PAULO, 3 (Do conespon dento) As autordades pau lstas nformam quo está do clnando o surto de paallba nfantl. que rrompeu no nto ror do Estado, matando numerasas cranças e atacando ou tas que se encontram em tra tamento. Enquanto sto o nu mero de vtmas aumenta, n fomando-te que até ontem 61 casas regstraram-se na mas afetada. zona ícarretando seras dfctld*!- Çâo Paulo. 3 (AN) Oc-ordes para seus. moradores. No % 3U na manhft de ontem, um /osastre na estrada de m.oròvocado pelo motorsta enduza qun um camnhão, o vebulo procedja de Osaseo rumo a pnheros em ewps&o contram-se desaparecdos. a segunte a lsta ofcal: S Estão desaparecdos os osgulntes trjpulantes: Gumer» cndo Pexoto; Manoel Seráfm dos Anjos r Mlton Alves le Olvera, carvoeros; Mamevs Perera dos Santosj marnhero e Manoel Fars moço. Salvaram-se: Comandante. fascsta da nnlfca dq Carrez cs tvhalhadores se recusaram a desflar. tlulado^roj e veoclnarte e, e sof^ndo fov. r-errarjatem, saul da pna, subu o pnsse0 derr-^nnaú "m noste dp enerr**a plfrlcf. Com parte da carrocera de" 28 mnlu narelalrrente 0 prédo n"*ntandb-**e em sermda, an prédo contfr»un.. *?n*>-a*do nelo ounrto f> Durando h* saa de.lantar, resulrando do r.el. dente a morte do negocanta J-sê Jesus Pres. que?e en* cpntrava dnrmndo com sua esnosa, sendo que esta soíreu séros fermentos, o artp do casal e a sala da vstas fcaram totalmente.tomados pelo camnhfo au* levou para.os fundos da casa, devdo a volênca em nue st J projetou, todos os móves. NAUFRAGOU O «RO ALMADA» 5 pessoas desaparecdas provavelmente mortas* Cabo Fro, 3 (Do correspon- lente 1 Naufragou o navo íro Almada», no ltoral flumr/.*n?e, trazendo 13 homens a bordo. O navo sossobrou err meo a volento temporal. Un ma nhoro morreu esmagado por rnmbores. Três outros enlou* quectfram e ro atraram ao mar, sendo que o maqulnsta Gumerendo Pexoto, quando ío fcflrr.cfnjrvr da terra tpv. um acesso de loucura, lançan*!ose ao mar. Dos 14 homens salvaram-se 9 e os outros morreram ou en De Vtóra PASSEATA CONTRA A CARESTA Vrrtll-l.-l, 3 (üo.currespomlnnte) tontuu-su nfs ruptnl a anuncada ns>,nta -mtu a uu restu. urunuvu unu 1el-ruç- U, Mulh-n-H tlu Esprta Kuntu.,V H.SS3 popular concontruu*so en frnto Câmara da..r-o"» quando fo frlu a -ntr.-r 1 dc um dócum-ulo ao frcslde.tc. Vnr.s vorcadorm usaram da palavra >xando u Cumaru, as m.íhoa acumpauladas du massa pnpultr dlrlfflrám-sè cm pnsoulu pel-h rtar sol) ns jrüs -.Vns curv o m- nos -anlã», «Abaxo a caresta dn PEDEM FORTAZA, 3 (Do correspondente) Dezenat de campo neses pobres do muncípo 1<? Senador Pompeu, drgram um abaxo assnada ao pre- W&fMê**êM0 1orelra. nco relâmpago na praça Costa vtlan, clo sdo realzado um co- Ds Fortaleza Alfredo João Gonçalves; me» dato Antôno Cardoso: mestra Servulo Mont-oro da Svp mocos, José dos Santos e He» raldo! Montero; Marnhero Arthur Toml Leal; carvoera Alzro Serafm dos Anjos e co* pnheros Jacomas Games doa Santos e Mancul Oscar Gome^ tefero. CONGRESSO DE ESTL^APrTESÍ CONTRA A PETROBRÁS, FORTALEZA, 3 (Do correspondene) O X Congresso estadual de Estudantes, ns- (alado nesta captal, com a OS FAVELADOS ENXADAS E MANTMENTC3 * sdente da Repúblca, alegan do que, catando na maor m séra, sem roupas, romdas. remédos o casas pnra eles e Suas famílas, e sem ferraraentas para o trabado, vnham pedr fossem ds trbuldós mantmentos -.uas para famílas, e os enxadas que, embora tenham aqu "lando rara dstrbução aos.obres, ejtão sendo desvadas *)ara os rcos e venddas aos cbres pelas autordades en* carregadas da dsrbução. JmW^^J C A S M R A S, TROPCAS E UNHOS NAUONAS E ESTRANGEROS M. FERNANDES - CASMRAS cnsmo revpltante, de MPORTADORES Rua Evarsto da Vega, 45-C Loja Tels.: e 42 «S _.,._, Camsas, CamOH esyorto,.jams o Lt--as, Cònfcccücs...) ny.lt.u, *,.._.... partcpação de sete Megu* ções efetvas das dversas Fa«eu dades e representantes doa estudantes gnasanos de todo o Estado, decorreu num am» bente de entusa- mo e fra» terndade, tendo sdo debatdos em lvre dscussão todos os problemas lgados aos n» terêsses da classe estudantl e -do pas. Fo aprovada pelo plenáro uma moção apresen» tada pela delegação da Faeuldade de Cêncas Eeonômras, mantfestandn-se pela mononóllo esata na explora» <?âo do netróleo e contra a Petrobrás e os trustes ame» rcanos. De Salvador * - - " *^J FRACASSO ADEMAR SALVADOR, 3 (Do com* ondente) Consttuu um estrondoso fracasso o comro promovdo nesta captal pelo demagogo Ademar que, num apresjntou» se ao nosso povo, acompanhada alguns <entusastas partdüros» que o saudavam como «futuro presdente da Repübl» ca». Apenas algumas dezenaa de curosos foram ouvr o tranete massacrador dos operáros ACETAM-SK KN(N»KN»AS PEX) RKKRBOLSO paullstas* tubaraò dt> *«- _!^ negro e do jogo do bcho fl1 M \Wèk em fpsr.í-v Wí MMweí * Av. 13 BK MAO, 23. 9» andar Sala llwkjo UAKU ATENÇÃO Qualquer servço -le bombero, eletrc ía de e mecânca ím ce* -al, cr-^ulte o RFltF pelo Pel: _2-0ír54. Desde Cr$ 20,0( TERNOS DE CASMBA TROPCAL E.TNHO Desde Cr$ 59, VESTDOS E TAERS :,.6 nó TNTURARA AL* l,nçavda Av. Mem do Sá 103 Telefono 22*4846, ju Rua do Orente, Í22. Telefcne 52*9808 WNTURABA MUNÇA DE Ww^ãwl&WlMétàM Apresentamos abaxo os resultados dos trabalhos no mê*a de Abrl: Clube Sócos Arrecadação % Frente Juvenl. ol 40 Cr? 1.420,00 Marechal Hermes ,00 panema Leblon ,60 Meer 78 llonsucesso ,00 l.o-lu.oo Norte ,00 Senador Camará ,00 Centro Tera ,00..gt ,00 Cetro Mar ,00 Flamengo ,103,60 Penha Orla Marítma ,00 Centro Cdade ,00 - P D* F» ,00 Sao Crstóvão Saúde o 175,00 Dcpt." Femnno. Tt 160,00 Madurera...» o 0 E. F. C. B.... o 0 Total: CrÇ ,10 0 Foíam os seguntes os vencedores do mês dé Abrl; 1. lugar no mêss Frente Juvenl. Maor arrecadação no mês p^r-ma Leblon. Maor ndmero de sócos nfl**! no panema Leblon. Clube que cobru n cota de flrrnws. Frente, Juvenl. Clube que f<:z -n manr nftme* d> comandos: Pom-ueesüo. Pedmos aos clubes JorçH venre* nue mandem seus re* nresentnntes h nocsa sdo. terça-fera nróxlma, ás 19 horas, a fm de receber oa prêmos. AOS TOaRXT.ffaDOlUS DA KHTT Terça-fera próxma, àa 18,80 horas, realzar-se-á em nossa cede, à rua Gustavo de ^acer* DENTADURAS MODERNAS QUE NAO SE DESPRENDEM DA BOCA Wer-njo bo cata mu. dosnlmauore, aderndo ncl.ta, Ubo «a «"Pírar wmo na nferor, «rereccma petrnra (íarantl..1» trabalno xmuuüo. Corret» de detelto no demoramo cum «"*"** D** * SU10BO - tua Elpdo Boa Mor!» >. Mt, a.- brado (prtalmj do SA-S da 1rac» d» Bandera). Kalo anunco d* dreto um qrtameuto grat, lróte»e própra. Daramente do* 8. ll t-oras. funsctuo em ÜU mnuto apenu! 88, ,2 69, ,3 45,6 44,9 40,4 87,5 35,9 30,1 28, ,6 20,3 11 "94 0 f Colocjnt&f 1,0 - í" 3.«4.". 6.«6.» 7.» 8.«O.» 10." 11.» 12.» » 15.» 16.» 17.» 18.» 19." Í9.«da 19," í.» andar, mas uwt»! reunão do clube do MAP doa Trabalhadores da Lght. Levando em oonta a m-* portânclq desta reunão, pedmos a presença. do9 resnonsávels pelos setores, bem como dos temas trabalhadores dà.lcht nue desperta n-hq- a mprensa POPU» LAR. MPR-FUSÜ PflPJLíü **WÍQ MOYA W RedctçS» «Admnstrelíâo. S. Ctettev» taovtés, Sâ, wb. Awnatura». Anual,,:, _v»,o. ^emestít,,... «O-W rrrne«r«,.,., TO.00 Ma* beness no nteror. Número avulso..- M Número atrasada Í7 > W 1 hh ^ ^^^*»a. ^. ^..\

3 y,. ; , «".! ««.««. «.« MPRENSA POPULAR Págna 3 Tropas Paraqnedstas lercans n subsrmmvo sgs sdenbw Ocupam a Base Aérea de Val-de-cãs! Anunca-se, para dentro de cnco das,,a petróleo, apcoentaçuo oo projeto ua VÜ\ some o ao mesmo tempo ja se fazem em lorno «lesse projeto, not. jornas reaconá* ros, as uaab yaruuaa especua(ues. lz-se, da vda dêase partdo. por exunpo, que o sutsltuvo udensta nuo A ocupa.âo daí bases mlll* tares brasleras polas forcas norte-amercanos vam de sor roforçada após», a assnatura do gnomnoso Pacto de guena assnado no tamaratí pólos govemos do Brasl «dos Estados Undos. Esso fato é reveado nc notcáro das agêncas tejegrá-cas, relatvo as buscas do quadrl-motor «PresWent», da Panar, que cau nas frontelras do Pará com Mato Grosso. Segundo um telegrama do da 2, da AFP, procedente de Mam, Flórda, uma undade de paraquedstas anques ocupa a base acre-» da Val-de-Càes, em Belém do para. Dz o telegraroa: «....avões amercanos transportando, médcos, entersncu-ab paraquedstas do exercto, partram para o local oro que ca,u o quadnnotcr «Presdent., no Estado oraslen, Uo Maranhão. Esse* avões partram de Belera do Pará.. Um despacho da aguca Merdena, da mesma data, também é cxpl.cto: «Durante qua tro horas segudas, 0 aváo que conduza os médcos paraquedscas norte-amercanos sobre voou o local em que cau EM FUNÇÃO O NFAME PACTO rr^tar ASSNADO NO TA- MTJZAJZl ENTRE OS GOVERNOS DO BRASL E DOS EE.UU. As aj^cjr-fj telegra"^as, em despachos cobre o acdente com o «Presclent», revelam a volação do ter rltórüo nac.onal A nota ofcal da Panar confrma o atentado Escorracemos do 300 braslero os nvasores anques! ptero norte-amercano, dz aln- gundos formos nfamados por da a agênca, tentara descer no (lvets.s letores declarara local, porém náo conseguu também que «paraquedsta/ partcpam,, No da 1 de Mao, ao trensmtr as prmeras nofnlas re- das buscas». norte-amercanos (atvas à localzação do aparelho, o Repórter Esso - se- ca publcada a respato do E, fnalmente, em nota oft- acldente, a PanAmercan declara categorcamente que «medcos paraquedstas da Força nal, realzadas pelos gangstera das operações de busca do «Pre aldant». Estes sáo os graves fatos, que denuncamos ao povo, sobre a vlolac&o da sobeona nrcky fardados anques, com a conlvenca do governo do tralçho naconal de Vargas. Os budldoo anques, ppndo em vgor. o «tratado bl-ateral de ajuda e assstênca mútua», váo amplando a ocupaçüo do temtó* ro pátro. Essa brutal vola.do da foasa soberana, pratcada com a convênca do geverno VargaB. encontra a mas ndgnada re pulsa por parte das patrotas Frramos, pos, o nosso brado de revolta: «Fora do Brasl os nvasores anques». Venceremos o Projeto Entregusta de Vargas O popular ator do teatro, DECLARAÇÕES DO ATOR MODESTO DE de Carvalho SouTà! te décfamçõe^ílgêí- "OUSA E DO QUÍMCO LUZ FERNANDO ca nter Press, em,.que após J)]]] CARVALHO «referr-se a mportânca da nova dretora do CEDPEN, eleta - O Centro de Defesa do naconal, _á tem, no seu acervo no da 21. Da do Petróleo e Petróleo, que tem quatro anos de campanhas uma grande v que cau o [da ndependênca x,.. ; tóra o arquvaemt.to do es- Naconal, de fervorosas lutas contra os avão «Presdente. Um hellcô- *afrmou: j tfjtut(««ntregusta do petróleo, que entam destrur a economa na atual campanha em que ^ sr. Gerard Breman enca andou h â * unvesal. Desde pouco essa época, mas ou menos psrodcamen.e, sur-, tempo fazendo pesquzas na regão em que os falangstas.fuzlaram a afrmações nesse sent- 5*em na Espanha novas Garca Lorca, a fm de do., localzar o túmulo do poeta. E chega à conclusão Mas que dferença exste, caso fosse verdade, de que os restos do cantor de «Bodas de San- quando ele anuncou ae mundo: entre o alto c.eru esnanhòl e a Falange? Gover- El gre» teram sdo crmen fué em jogados numa rbancera da Granada». nam juntos a Espanha aldea de Vznar, Edepos cometeram,para perto que nn- juntos os de Granada. guem mas esquecesse: «síros crmes, contnuam a pratcá-los em «Mataram a Frederco!» Já se passaram dezesses anos sobre o crme, comum. Se o sr. Breman fvesse De nualouer mane!ra, e os assassnos de Pederco contnuam mpunes, dúvda sobre o local exato do crme, ao menos ee depomento: «Um am- o sr. Breman co.h.u este O desvelo do sr. Breman, sabe, e embora revelando poíera dz"-lo. go poz-me em contato profunda admraqão pelo sers algo-res- va tor falarão com mu ho- sobre ouas foram os com a Tf em aue afrma- poeta, podera entretanto r além dos barrancos tele mesmo relembra, a ção de Frederco. TVgse- Até 1947, conforme mem presente à execu* soltáros de Vznar, e é censura e a poíca de me psse p^tuít cv*. Torca fora leva-r.0 dreta, precsamente o oue o sr. Franco r.r.o perm.pm Breman não ousa. Ao oue se fp^.sre no norte rente da ensa ds Rosales (nocta em cna res- contraro, suas pesques do noetn. To-^as a*, nvtblcalões da E^nmnha. nas der-ra de Granada Fre- servram apenas para que mas uma vez se tentasse nsnuar na opnão papson-se n de*-,"o**r,_cpr- n*m nrf^o fpl-í.h^s^à en escolas e uptyer-rf-atfes, dcrc.o?e b.osnednra) s publca mundal a duvda oue er-sfra Frederco Vznar. E, po p.*mont.e*er, sobre os verdadrros assassnos de Federco Fo entãfj qte o sr. Serco. onde o f.-tílp.*»*pm». Garca Lorca. condur^o px po b-^rran- Garca Lorca. rano Suner, ex-m5nstro Que mas duvdas poderam pssaltar ao sr. ooo do Exteror, falando a m. todo o penoso traba* Um jornalsta me-r-^aro, Breman? lho do sr. Breman» declarou que a ordem de Os assassnos de Federco estão mpunes, conem sua peregrnação para localzar o túmulo do tra de elementos leratnuam a cometer nov<*s matar Grca Lorca pnr- poeta, eu prefro a verdade daqueles versos de Franco pretenda com não esnucre o 5 u f.ra-*dos ao alto clero, e não crmes- Até nuando? da Falange. O povo espanhol, que Antôno Machado, rmão sso exmr-se do crme de poeta, saberá respon* em poesa de Frederco, que revoltara a consc- der. «LBERDADE» ANQUE Sob o governo de provoeadores de guerra chefado por Mr. Truman o concerto de lberdade Be aperfeqpa gradatvãmente. Cdadãos estranfrerns le renome mundal como Char- -e Chapln, Oscar Nemeyer Petro Nenn e outro;**, não são admtdos noo Estados Undos por terem se manfestado a favor da paz. Taul Robson, o grande cantor negro, glóra da arte do canto em «ua pátra, é um prsonero da «democraea amercana». O Departamento de Estado probé agora, as vagens de cdadãos amercanos paa a Unão Sovétca, Democracas Populares c Chna. E, no entanto, lá como aqu a Consttução garante ao cdadão o dreto de r e vr lvremente cm tempo de pas. m r-«o ALFAATE \ H1A BENTO KHKKO. S3 and >«!»» TEL «S-OOM f.«u 0Êm mm.«*.- *. #-- As Eleções da Assocação Dos Samenos Múscos destacou a memo. ravel campanha lderada por eeta entdade contra o Estatute do Petróleo, o levantamento aa questão dos mnéros estratégcos, partcularmente das aeas monnzítcns. NOVA NVESTDA «DA STANDARD Dante da nova nvestda da empenhamos - nós do Centro, Standard Ol prosse-ruu o apoados pela opnão públca entrevstado cabe ao braslera saremos também CEDPEN levantar novamente a vtorosos consegundo, a der-, bandera da luta pela ndepenrota da Petrobrás. renca naconal. Com efeto, a MOMENTO DE EXTREMA Comssão de Estudos do Centro GRAVDADE demo.strou, claramente, flue o O químco ndustral Luz projeto que cra a Petrobrás Fernando de Carvalho, mem- de:xa númeras brecht,s por onbro da dretora do Centro de de o truste noderr*. asse-urar-se Estudos e Defesa do Petróleo e. < controle da ndústra dr peda Economa Naconal decla- tróleo no Brasl, o nue não norou que estamos vvendo mo- dc ser admtdo pelos patrotas mentos de. extrema gravdade e pelo trovo, oue nnsenr-t por para a nossa ndependênca ver o nosso pas lvre, ndepen; econômca, po. os trustes e dente e defntvamente eneammonopólos aumentam a pressão nhado v et^rln do **r-n-resso. para obterem o completo do- ntlfo^.ca!. O C7.NTR0 trno da nos.a economa. DO PETRÓLEO Esclarecendo * s u a s afrma-, Cor,cl nd0 observou o consa* ções, lembrou a vagem do sr. do ator. Gordon Dean ao Brasl, para. b eor.segur os nossos mnéros es-1 Acredto, pos, que todos tratí-rcos, a nstalação no Bra- os brasleros são contra os ensl de um apêndce do Chase tvegustes e contra os dj.sfares Bank, do sr., Roclcfeller, sob a du que estes lançam mao. Mas forma de banco de nvestmen- è precso que todos compareçam tos, entre város aspectos que, aos atos públcos e jpartcpem assume a penetração dos trusles cm nosso país. CENTRO DRETOR DAS LUTAS PATRÓTCAS Rc.crndo-se à atuação desenvolvda pelo CEDPEN em defesa de nossas rquezas fun- (ementas o sr. Luz Fernando das ncatvas do Centro, re fo-çardo-o para que essa valoresá e patrótca entdade possa preservar dos trustes es* tranteros nossas rquezas e garantr a utlzação de nossos mr.erns para o bem-estar, paz e progresso do povo braslero. TRAS ANQUES Na Políca Central Entre as númeras vtmas zação legal e a soldo ao «sdas volêncas polcas que trangero. Becusou-se a asspréíüderarr as comemorações nar esse nfame documento e ofcas do Prmero de Mao fo novamen*.-.1 cpancado e conta-sa o trabalhador José, ameaçado de morte com um."erera Vtal, sapatero dc pro- ounhal encostado na garganfssão, que veo ontem, à nos- ; ta. sa redação, lavrar o sou nro- «rsfo e relatar detalnes da volenca de que fo vtma. No da 30, às 6 30 horas, fo preso por um grupo de t- -as da oolíca pomca quan do na CfÃtral dn Rres1 com- «arava um exemplar do nns^ -nel. Poroue reag-se ft pr «são arbtrada e legal fô* pr-n,"7(10 Koh p^no-annr-ontns nrn a Polca Cpntr.1 -«..(ín voltou a ser espancado com edobrada íe.o.dade. Qu~e- -am obrga lo a assnar um locumento no qual tera que?clarar nunea ter pertencdo pcb _er uma organl dà Uma comssão de sargentos a attude d:s membros -TUDO AZUL de Ewrsas corporações pro-.atual dretora que nao tomacurou nosa reportagem pa- rpm posção em defe n r o ra Neste..* de Mao, em Berlm, de. mm * =h. denuncar a farsa que cons presdente seqüestrado r*lo m-c». «u-» «uu, *r_.*»t, mas m * «t"»" ««*- - _,.!.-.. j -,,.-,,...r, l jft -"orvpn ervço SPL-letO. wn» nos dos setores em que os provocadores de guerra. ttuu as eleções oe sao-ao Secreto. _--.-. :._-._.»_-_l j,_.-j.-j. -n. -,n^nfr> nnra Borte-amercano mantêm a captal germânca dvdda, comemoram a dat nternaconal do prolelarado, reafrmando ra da Assocação dos Múscos. pasendo para a nova dreto- 9 «eu juramento de defender a paz, unfcar sua pátra Enb Mltares e ao mesmo tempo nm regme democrátco «pnalar e lutar «té o fm contra lavrar o seu veemente protesto contra as volêncas e coa- a rcmltarzr.ção e utlzação de seu solo com baae para & planejada agreuo Ímperalsta a Democracas Populares çoes havdas durante o pleto. te URSS. Dos uas ar-«_a uaa, t._e-*u;s, -TRAÇÃO o -.c.v-.o _.üc_eao uo _xe-ca.o, v.,uüu0 uejorgan»-.ar a caapa Suas _- _;e o_;o^._uo aos seus cantluatc.., cujo p»-e-.uüaue u uuargeao,aüc...enao e l.o tesouae.ro, o _tt,0íu«j a^uguru, sequesuou u p*c-»ueue uu a-ual _,..c.oa.a, c-.jj parauco con-.nua gn-*c.uu. /.ua o Lí.r-» Mas um ato de tração o sr. Getulo Vargas acaba de pratcar contra os funconáros públcos aos quas prometeu determnar urgênca para a conclusão dos estudos da Comssão Governnmental: acetou a dssolução da comssão que exsta e recomendou ao seu mnstro da Fazenda a nomeação de uma outra. Por essa e oatras o funconalsmo começa a compreender que nada tem a esperar desse governo e que a vtóra na campanha pelo aumento só vrá como resultado de sua decsão e energa em conqustá-lo, Vargas utlza com t. tnema facldad* cnsmo, a tração t aa promessas. ASSNATURA El mas dt <ustr» mete que aendor Atencastra «Sul* ttwea escreve daramente contra o nr. Lafer, a propósto te plano feneváre da ComO* Msta Braal-Eetadoe Un* «os, endossado pelo mlnstro da Fazenda. Tem gast» *ut0 fósforo, bestsnte materal do seu farto arquva de ex-dretor da Central do Brasl a resmaa de papel para provar que nesse plano mprodutvo para o reergulmento do sstema ferrováro bn.llt._o a «ulpa toda cabe a Lafer. Fa mala* barsmoe o senador caroca para noeentar sr. Getulo Vargas nessa farsa ferrovára, qae encobre pura e smplesmente a entrega de toda a rede ferrovár* d» pas m controle amercano^ NOVA TECLA Depos de ter explorado, até gastá-la completamente, * ca da melhora de condcõeb de vda para o pr<«etarado, o r. Cetulo Varrras, de parcers com a «-.abnha. (D. Alzra), começou nova exploração: reforma agrára e ntegração do trabalhador rural nos benefícos da sua legslação trabalhsta e sndcal. Os jornas subvenconar.: pela caxnha do Catete, só falam nsso como se o presdente tvesse descoberto t. chave do segredo de emancpa o Brasl polítca e econo*. mesmente, mantendo-o ao r,esm0 tempo amarrado» pol- _&* da guerra e de colonzado de Washngton. Resta saber» eme pensas, es cam_ anuía <íss nlüa fl_n_ud_l M G**> vço Sec»-e-o aornecau «_eeps.v para o transporte dos ee.ores, drgdos por elementos seus, procurando, assm, n mdar aqueles que fossem votar pela chapa contrara. Durante-as eleções, eram re ra uu "",_,.-. not,/,:,.u na» ue- l.rn», Ma»»»,».» -».» O.ener., C^. Perera Ua, Bedfel &&*^^> t- ^^S^ "««.«* [^SL; tr « derte «" e-í * Costa falou mprensa uo llccf,... l.ndor teno catreguw». w»«ua»mmm ém ttf e defendeu todos aa teses fascs lendor a teso cnregu.ha. ~ * ;~~,B. HaUracM 4a tas dos norte-amercanos, ncral Canrobert Perel» da Ca*. """^ * prscpalmeat* da entres» do nosso elogou» Petrobrs f.l >»«W»"" * JfgSj petróleo aos anques, através da longe: aloglos logo, tatnbesa, a W mt, m chamada «Petrobrs». O crada da M» fetravuu Maconal. Mottras-aa deawreata * da rnassr, wrtlwsr «a msnr. general ca se laa de rogado para eonce- rtuí-o k eaamada, ebatalka Sa a «Dsaa «a Ttmtm m m. atasse *>radut»»» da Vargas»» aa*!-»a- rdsaa «a Ag»*» Umm. Ma aaa aalsne aberto, saaelolada m.tamos atontoa e pnsfsassasn AMtaM-P pafs^lmawj^ Wmmmf 9êmWkS a erdeau.._._, Defaadta m mmw, a ***«**» da, das sargentos a aaldadat. Tal * MmmWm rmfttt taadm «asa» ^^ u ta,. *aj*du<»*» «a HsHaèla etatwma laman»» e m ^ " Untln m mwmlm,»» SMStSH «a ma-ase >«J»M. A. t.._.. bandera _t. da.._.«._>nal anu-comualsaaa?»* _*»**» * **«_. *y léglo de nna tantos, aontra a 4a greade maora. gnerra a bandera da HltUr. fbaaa a aaasa tatwyendlaete «M O general Canrobert Perera da defenda a eoleataasdo, «ws» *»- Costa, aa agtar a mesma baade Ceada aa aosaa» r«aeua «aaaa Sabre aa srokmas elclt-.s ao ra de Htler defender aa tese» defende ea.re»»ls_-», qaem ev Club Mltar, declarou que nao sabe aluda qual dos dos canddatos Kstados Undos, est coerente eom * ps_. q general Canrobert rarcra gaerrelras do» governantes doa febde» gaerra qaem defende a sará vtoroso. Mas prncpal a sen passado de ofcal reaca- Costa presta, certamente, servço de grande projeção, qaando defendo a entrega da pretole» braslelro aoa magnata» norte-amerlunea. K*s tnâo ndlea aue ale GÁVEA sa enfsas com a ar»»t_mlo» «a Xrnmaa «orno aa eagaaoa»am a r-tnado de ml anca de Adolfo Htler. > poro braslera, aa fcamea» slnpler, «todo»» patrõla» aabero defon-sr aa rlquesas natural» ds nossa p.trla a ala farmlttrta estradoa os que votaram con-l «ntrevut-. f»»r poutca,»". n. -...,«_._->,--_. aak. u E-ír-Kô. BB do* trarlo à chapa do Servço Se esabom seja, aa Estreto, am doa creto, consegundo desse modo que város eetores suíra- qaa aula aa batam aontra a llba* dada da pansameao da allataudagassem seus canddatos, te* soma aoa sompaakalra da atas, mendo futuras represaas. Sa* Gla Monte», pensa ano a lberbedores do ocorrdo, dada na Bnírclto dava atr a prl-r- grande numero de sargentos, entreos quas os membros da comssão, não apareceu na Assocação. Fnalzando suas declaraçúes a comssão éxtranhou CONHEÇA A No cubculo a que fo recolhdo eneontr.u mas dos rabalhadores presos nesse me«*mo da, vm em T-Sarp?*^. Hermes e outro em Bento R- lero. Mas tarde che-raram -Mttroí cmadnos nres&«da mos - n fnrr,*". v!«lenta e lmftal: mn-t^ro ft J"1 harnprn l*1(>,r,mo fo-vasío. Todns trazam Teve onortunldr *. de ver os amercanos que em com* ->nnvn de ptros trps nassavam revlrta nos cubículos 3,.-7.s nor da e davam ordens. Rncont-nu um deles no ln*"- ror da Sala dos Detdos em rerv"o de tspe^o nnatdo»- rp*rp.,*> o (««He"1) para ~t pvrrdo à pnfprrnra. O onerí.ro José Tv>-era V! tal. posto em lberdade on- ">m. em vrtude de «haheas -">rnu.!>. tro"vp f nossa rp--*»- ^".o na- unu. prova da de- ->.npn f?ta rnlo o«">,>*"nt>..o, ro-e *Tentes do FPT mn- -rol-tv) p.t-ntrnrr. a polda polítca de Vargas. Utca». Temes ã a confssão ae que a UDN cede ante a pressão popular, ante o re* pado de um numera cada vea maor de brasleros, contráros à entrega de nosso petróleo aos amercanos. _.sa «poltca» tem um nomes cüama-se oportunsmo, t. o oportunsmo é a recurso doa que não têm l-a polítca conseqüente, dos que não se orentam per prncípos, dos que navegam «* daa convenêncas momentâneas. A VDU, ao anuncar aeü projeto, confessa o desejo de captalzar a populardade da formula «o petróleo é nosso», durante tanto tempo combatda, nos jornas smpátcos so brgadersmo, pelos corfeus dos lenços brancos. * Quando o sr. Luís Garca, de jaquetão azul, calça de fantasa e gravata de essa* cra ta cu-aur guumcue eaatat e que, apenas cogtará de um «mas rgoruao controe» do lstado sòore a empesa de capta-j tsua, da formula governsa da re* trours. v Maa sto não sa do terreno das probabllusues. luamnemos os fatos. O pres* dente da Vüss, ar. Oaon Braga, é um dos res uo entregusmo naconal e em matéra de pefrúco esta numa posção tão ou mas npatrútca quanto a cw governo. Ao mes* mo tempo, eu deuarafues publcas, o sr. Aonso Arnos decura com toda clareza que a attude dá UDN é uma attude «po- mento anuncou na Câmara, com o máxmo de solendade, a proclamaua adesão udensta à tese do monopóloestatal, leu os nomes dos próceres udenstas encarregados da elaboraçãa do substtutvo. Entre esses nomes fgura o do sr. Deodato. Por concdênca, três dlss antes a sr. Deodato hava feto declarações k Rádo Naconal, de smpata ao projeto da Petrobrás, consderando-o acetável, apenas com pequenas alterações a serem consubstancadas em emendas. De que se trata de ums posção oportu* nsta no pode mas haver dúvda, pos o sr. Afonso Arnos, sem ser submetdo a nenhum nterrogatóro hábl, resolveu confessor jüe a attude udumsa ««políuca». Analsemos, agorn, alguns precedentes Durante a batalha dos mandatos dos parlamentarea couuíbu., a UDN publca» mente manfestava-se contra a cassarão. Nesse sentdo, os anas da Câmara e.*.;.c_ cheos «de dscursos dc arrouba, pronunca- dos pelos mas graduados elemento» elenco do udensta. Entretanto, enquanto seus ondores, na trbuna, esbaldavam-se lançando aos quatro Cantos do plenáro na flores de sua melhor cloqu.ncla, nos ba.tdores hava sórddo o conchavo com o sr. Dutra - 0 acòrdo nterpartdáro, que deu alento ao antgo?"_srf«. narfsrao para nvestr com Entretanto, polcalsmo do sr. Du* tra, o tortufsmo de seus alados udenstas mascarados de oposção, e a demagoga lambtm á desmoralzada do sr. Getulo Var» gas, todos esses fatos, confrontados combatva, com o heróca e cbnscqucnte dos comunstas posrão e de todos os verdaderos patrotas, consttuem excelentes lções tlcas de prá- polítca. E 0 povo aprende extraordnára com facldade tas" llçfm obet* lâtotí. p;6ra v.tôra.da tcse d«m»5oho estatal é demmstracâo do poder de reco. tvdade das massas d. nte de todas 7*. campanhas que vsem realmente resolver oo problemas naclontls. fl Enganam-s. os udenstas quando nl!* mentem s déa de ludr o povo através d«um substtutvo que vse, antes de ntn. a servço da Standard, dourar s pílula do projeto da Petrobrás. A questãt do petróleo è clara e seus aspectos fundamentas já penetraram na conscênca das massas, hoje convencdas por melo de exemplas concretos como este da nt!ude polta da UDN da f-rnde forca da campanha naeonal sob a legenda «o petróleo è nosso». A hora já.mo é de palavras sonoras nem de dema-rofra barata, pos o que as massna exgem sãn att rdes c-rras e vgorosas, acrw subterfrgos nem so.sm.a_, TÓPCOS -k CRSE AGRARA, f PARALSA Rr.ahr.a-se em Paraguagu Paulsta uma conferencu de agrcultores, que teve nco pn.em. a raune, ao que se dz, cerca de^ml rcprescntan.es, quase todos pequenos propretáros. Um dos prncpas assuntos a serem ventladí ò nesse conclave é a crse do algodão. Como se sabe, o governo, segundo orentação que concde com os nteresses de duas empresas mperalstas monopolzadoras do benefcamento do algodão (a Anderson Clayton e a Sanbra), mpôs aos cotonlcultores preços runosos. A- lem de jogarem com esses preços, as duas frmas amercanas, valendo-se de seus amplos recursos, fazem estocagem de algodão de safras anterores e se retraem na época em que os plantadores colhem a nova sa* fra do ano. Por meo dâsso ardl botam a faca nos..- pelr? nao^^tjs íazenderos e pagam pelo algodão da saíra nova o preço que entendem, sempre abaxo do mnmo, já nsuporavel, estpulado pelo governo. Entretanto, a Anderson Clayton e a Sanbra, com sua desmedda ambção, estão matando a galnha aos ovos de ouro e os coton* cultores jà não se aguentam mas. Agora, reundos em Paraguaçu Paulsta, ps plantadores de algodão vão tratar de um assunto para êl&s vtal e para a economa naconal muto séra.. Já se sabe que verdaderoa }ajaculès vrão a ser dscu.dos, nclusve um pro.eto do governo, nsp.rauo peo honrado mnstro da X-azencla, o tubarão Lafer, que" fxou cm teto baxo d preço do algodão mas líberou o dos subprodutos, o que por sua vez prejudca os produtores de lete, que almentam o gado com pastt. de caroço. Enquanto na vda real se passa essas cosas, no mundo das promessas estratos* fércas do sr. Va - ouvem-se, através de dscursos, novas palavras bontas sobre proreão aos homens da campo e reforma agra* ra... O General Canrobert Defende. A Entrega do Nosso Petróleo _,_ -J-áàu..,«,*.» «rz mérto de lt. classe da ordem «a decorado por Htler com a cm de la alemã - Defesa da taevtab.ld-.-e da guerra do -oda» a mz SSL do. no.l.w,cano. - O»-ffUgg ** «*» $**. o pets-o braslero «a nonso supumento, publca, mos nm» repurletem eompe» sobre o barro da Cv^a. A fera (U l.opt» Uulntss. a DOMNGO PRÓXMO Fb.ca Caroca, o (JoUulflcu, a 1ar^ae n. S, a Vavalluh» do«ílalo e os barracos lrenuados d» Hípca, o barro» -íaneuíaento, a üve» «m oda a sua extea.0 ser» Tlvltla, eom sous problema» n suas lutas, uas p.ülm.a domlnguelras de osj tegunde eaderuo. M" dexe d» ler er»a r<*^ lagora a aoatrlbnlr mm «aa Toe* souber t bre a populoso balrra «perau, taleío-r-fr»aa» " Sfl-HÈ-S, «basade Mm peaaata. pa jamas «ua m oeaaame * arlme da entres* d» " ««afcelaa aaa U.- ddoa»ora>-amerlsa»»e, masaaerado.j 4» herl*» Os jornas nu.cararn, c.. cc-nu e~canuaao, o aparècaràeuo ue gaua uüe ro ue casos uv paraza m- ánul no moraor ce Sâo -auo. gnora-se, porem, que aqu.mesmo, em nossa cdade, essa moes.a esu á_unto progressos aarrnantéj. Anda agora surge na Câmara um proje.o ue au.o.a uo w. -íejamm.«aral autorzanco a aoertura ue c,*edto para a construção ue um hospatal especalzado. Quas os fundamentos dostr requermento? Eles ropousam na stuação real em ue _e encontra a população nfantl do Ro. Os me* dcos anda nfo localzaram co. exatuão a causa to crescente número uu ca.,os uw pa.as.a lantl e os atrbuem a transmssão mus frequete do vírus a deter* mnaua a-pcoe ue mu_.a, sto no entano, anda é oo. jeto Cr pesqusas, yue üestno está a Saude Publ t:a dando às cranças carocas atngdas pelo mal? Elas estão sendo mandada* para o pavlhão de solamento do São Sebastão. Mas essa pavlhão é um dep sto da doentes portadores das n.s pergosas moléstas, todas contagosas. Além do pergo que a precaredade das nstalacões as subrr.-.nem, fl* cam prvadas da t«rrlo o con* tact com as fanrla*.. n que constuu uma creunson_ ca verdaderamente atroz. ESCOLA DO POVO Acham-se abertas, na secretara da Escola do Povo, à Av. Venezuela, 27-6." andar, as matrículas nteramente 0ratutas para os cursos abaxo arrolados: Alfaí-etzação de Adubos, Eüemers» tar (Português, Artmétca, Geografa e H. âo Brenl) Comerca. Prátco (Taqugrafa, Artmétca e Português) ng!ês Pntura e Xlogravura Prót<íse Teora Muscal Canto (-ceral Enfermagem Corte e Costura Rádo Técnco. DR»«ajaaaa_-««r»-j 0Wf++A A. CAMPOS (Crurgão Dentsta) aveatadane aastênlcas, wt proceaso norte-amertraaa. Krtnco.e tre o»-racws ua boca - HB.K.- FXO4* í;.u1.vks (Boa-n mm materal sara-tlrlo po t-r.ca.. >tels («nnaul- Mraa: Maa do «armo a» - D» anda - sala «Hss. ê. n abado» t Kua D Maaarl, S - sob se tc. Ms etoa- -fflraa. - TÜÍ.KF.UNtr «.!.}«*#####»»»»##»##»->#»Í»##*#f>«-r*»###*##^^ NCAT\ DAÜ.S.T.DF. MEMORÍA À Câmara dos Deputados SENHORES DEPUTADOS: «Consderando que o mposto sndcal ê uma d antl-nperérla estentc so 110 Brasl; Consderando que nos outros oalses os trabalhadores alo pau*"* mpostos para ter os seus sndcatos; Consderando que depos da crnçlo (lesse mposto, ps sndcatos, com raras exceções, perderam o seu verdadero caráter de luta em defesa dos nteresses dos trabalhadores e se desmoralzaram pelas bandalheras pratcadas com o dnhero arrecadado; Consderando que esse dnhero, retrado anualmente re nm da de saláro dos trabalhadores,,tem servdo para corrupçses, negocatas e desfalques; Consderando que as autordade,-, do Mnstéro do Trabalho, responsáves pela arrecadação do mposto sndca, aa acusam mutuamente pelo desfalque da vároa mlhões 4o N-aar-aa 4o Funda Sndcal; CaaaMaraada qua rsa mposta lacra nconsltuco- a aa «fala «V tados oa trabalhadores, de lustre» parla- MMtarrt. 4a raadsa.uata o jurladas «na honram a matomlam WarlMra, Ot TRAALHADORES ABAXO ASSNADOS, «s* plaaaa a desejo da todos, aa trabalhadores do Brasl, re-. clamam dos lustres membros do legsltt.o Federal a -ext_s a medata do mposto Sndcal, oooa, otot u «ooo oa o a o a oooq o o o o aooooa* oooa o oot 0«O0 lllt «"«0000 O <)( < 11 «oeo a o o o < (.«o oooa «é o o o o»oo»««sooo»oo«ot ooao oooo»«* * 0 so o o o «o *o«a o -, 1, 0000 to um -*< ) O.1001 *» o oooo M «< tt» «*«.««««*0«0 ««00 OOO* «OPf * ««oo«* * oooa l»oo ooo oooo ee Coloque sua assnatura e remeta o recorte l nossa.*< para aer eneamahado U ST DF.

4 . Páttfna 4 MPRENSA P-pULAR 4 5 1S52 carepa í #1 1 W B l El llllllllllll 9 w Wtw - ^gsf as nas ^tw w_ N ws 3 ü Esa -Ss? COM UMA POPULAÇÃO DE 05 ML PESSOAS» NAO TEM HOSPTAL PRONTO SO- CORRO, NEM MERCAD1NHOS NEM BARHAC.Ú DO b.a.p.s. APWAS TRÊS RUAS CALÇADAS E UMA PARTE DE OUTRA POR SER MLTARMENTE ESTRAffS- GCA VÁROS MLHARES DE CRANÇAS SEM ESCOLAS E VDA MAUS CARA QUE NA CDADE FALTA DÁGUA E PROBLEMA DE TRANSPORTE Reportagem.de HÉLO BENÉVOLQ Fotografas de ORLANDO MAA Tara quem salta na ostr.çüo do Cascadura, Jncarepaguá flca * apenas alguns mnutos de lotação. O prmero contacto com nquelo subúrbo caroca é a sensação do «eu clma prvlegado, que lhe gnnncou mportânca como zona resdencal t própra {para u nstalação de Hosptas e Sanatóros. Jacnrepttguá tem uma superfíce de Km2. Comera»m Cascnduru e Termna na Tjuca, depos dc se lgar a Madutre ra, Oownldo Cruz, Marechal Hermes, Gávea, Leblon e O Mar, ttompreendendo um perímetro total de 8C.15S metros. A maor fprte das torres nlnda é floresta, mns o número de casns aumen- r. da a da, dando Aquele subúrbo o aspecto de cdade em forgnuçüo. BUBURBO ABANDO, C DONADO As dfculdade» dc Vda «xs. Üentp.» em Jncarepagud, em Eons-.quenola do abandono em aue aquele subúrbo se en* cunrru, va desdo a exstênca de um umeo cemtéro, em Pe. ch.ncha, aíé o alto tusto Ja.-yda Compreendendo os balr* ros da Praça Unr&o de Ta. guau e adjacêncas, Tanque, Taquara e Frâgcsá, que por «ua vez, compreende Anl. Vo.: ta Dágua» Pechncha, apem-;j m mas prncpas, ou sejam Cânddo Oeneof Nelson Cardoso o Gcremdrlo Dantas tém calçam-mto. Alem dessas, uma parto da rua Baronesa, po sor consderada estratégca, servndo de lgação entre Campo dos Afonsos e a Eatra* da Ho Sâo Pauto, tambem í- calçada. Aa demas s&ó co* bertas pelo matagal, cortada, por valas fétdas e enormes uuracos. Apenas a rua Cânddo Be* nc cem servço de esgoto, mas nf.o funcona. sto por* que a Prefetura al ncou, hd ses meses passados, um levantamento, e nao lermlnon. dexando aquela ru cóm os NOTA OFCAL DA U.M.E. «A Comssão consttuída peos presdentes das Unão Naíonal dos Estudantes Unão Metropoltana dos Estudantes Dretóro Central dus Estudantes da Unversdade do Brasl Uno Uraslcra dos Estudantes becundúr.os Umüo Caneca ílus Estudunles de Comerco Assocação Metropoltana dos Estudantes Üocuhdáíís e 0 reprysentantn dos Estudantes do Restaurante Ucutu, cumprtò eeberação do Conselho de Represenlantes da U.M.E., realzara uma concentração monstro tem frente á Eacu.a Naconal Ue Engenhara, (Eargo de Sâo rrunclsfcj, segünua-éra próxma; da 6 de mao, de onde rão sn (lssüatu, ;o Mnstéro ua Educação. atndo du Largo de tíão rranoaco, os estudantes rumarão Bo Mnstéro ua Eduçfçtü, passando pelo centro du cdade. Esta concentraçãote u medcla passeata conslturão um protesto dos estuunntes carocas contra a má vontade dos jos pode- públcos de resolver a questão do Restaurante Central, já quo sao passados 1(1 das que as entdades ncorporadas estveram pela segunda vez com o presdente da Repúblca, ate aetltí duta á nenhuma pre. resposta recebeu, às suas revndcações sumdas nos seguntes rc- tens: ~ nt,"llu"1,q?e aume)lt fosse conceddo e que fossem re- HOSPTAS, ESCCLA3 E CAESTA,. n..1. "o CÜ"lT de (,Uatlü Apesar 5?Y* f,u? (CrS 4UU> de sua densu e ~»l "uzeros popula. Í,n,L,-,!-T ue 8 euwm fossem eoqbs.t> èr>tdos ção, aacarepagua nao leu tosptas da tronto msta por uma composta de representantes da m.u.b. U.M.E. o do ^ocorro, Su pura salvaguardar a moraldade conruço é uma da das 8. - sua dstrbução. - mas Abertura do um credto pura satlsíaer sentdas íevndcaçom udantes a daquela mas necesstados, de 2UUÜ es- credto este que mportara populaç&o, sete mlhões, novecentos ra qua nào lem madl* qutía de e otenta ml cruzeros do esforços nosas sentdo dus. A ComsGuo espera (C contar com de oj baxo.assnados todos os aos L. e seu est protesto pjblco alcance vrco resultado de ouro, não consegundo ès autordades des que estão dspostos a lutar «oes - ela Comssão - pelus (a.) José U.M.E Galnt Júnt FACULDADE NACON, DE fwga ~ para a FLOSOFA próxma reunuo do Conselho Ua Uc Bale do Uauuro O áeuo clu pres- u. n. tomun.ua que, pur mouvò de torça.a.or, uca au.auo u uo.e uj tu.uu.u, a.ra oput-utucu: uutmtuu o da <* nua ua reunzayuu? Cu\Cí.í*Jl^.hj ua UN*.VEblAtoo u pcsmente _j.. k. Consderando que é da absoluto mte.csoc pura a elas- 8e estudantl, a luta q_e Sc e.n pro-uj uo une.a.vntru aí* ta dos preços án refeções no jrcsuru.vv uo _!-«.,_,.., medda WB,,. áo em vsta que esut dornu afltva a s.tuaçdo de m* Xats ue ^u.eras Ue váras fcuuad.a, cvajuu em conta que lha um cupr:ms,o Ue pa.we du governo em manter as ro* ü.çjes a dos cruze.ros, cum* prndo um uever de se aonuaízar com toaas as campanhas quu vzem o nteresse du» co* Joga-,, nclusve por.níenssat nuüfc uoa colegas Ue Fosu* Ja, da seu apau ao traoaho dus no.egub que lutam por manter e assegurar esta cunqusuj e apoo a ncatva das urga* nzaçôes estudants para a realzaço de uma passeata o pe* de, lou.j oj Cq.o.ja seu com* parecmento a éate protesto contra o desnteresse da adm* astração públca. FACULDADE RACONAL DB BELAS ARTES O presdente do D.A. com> lca a convocação da uma as sembléa geral terça-fera proalma, para comuncação dc «ntedlmento havdos com a D* retorla da Faculdade do Arqu ctura, sobre a falta de espa* go para as aulas de ambas aa.faculdades. FACULDADE DE CÊNCAS E LETRAS DA U.D.F. Realzou-se ontem, üs 20,3«5» salão nobre da nsttuto La. Fayette, a rua Haddoclt Lcb- 253, a cermona do colaçso dc grau uos bacharés do 1851, do Faculdade de CGncas e Lo trás da Unversdade do Dlstr to Federal. Em nomo dos pa* 2-an!nfos das dversas turma" fcnn o professor Antenor Nascente. TODERAÇAO UNTVER8TA* RA FLUMNENSE Tfogot unfrerafdro» flunl- Senass -r Estão programados para a semana d? 10 a 17 ds mao corrente, j A naugursçao. tárívcr ter lugar no da 10, Uc 3S.H0 horas, no estdlo Calo Martns. NOTCAS DO ESTRANGERO presdente, sr. Vtctor Hugo. e ter sdo servdo uos presentes um corutel. loram 11- Prega O Secretáro da UK decdu conceder 10 novas \agas a estudantes dos."lace. da Amérca Latna no Sana* tórlo da UE era Trebo.ov.(Chccoslováqula). Brstol Os estudante! da Unversdade de Brstol já recolheram centenas de asslnaturns protestando contra as reduções que afetam o ensno. Envaram seus protestos ao Mlalàto da Eüucas-O foram prevstas competções esportvas nternaconas de dferentes categoras de esporte.entre outros serão con. vdadas a partcpar as equ* P-s unverstáras da França, Grã-Bretanha, tála, Hscandnávla, Flandá, Bélrca, URSS, Chna, países da Ámórca Latna, Polôna, Hungra. RumAna, Bulgára, Médo Orntal e Áfrca. PEQUM A Federação Put-Chnm de Estudantes tetb» de drgr uma mensagem à Federação Democrátca de Estudantes do Paqustão, por motvo de seu prmero anversáro. Em sua mensa* gem, deseja um maor desen volvlmento da amzade edn undade entre oó estudantes da Chna e do Paqustão, j que a FDEO alcance anda maores êxtos no trabalho de unr os estudantes na luta contra as guerras, mneraüstas e em defesa da paz mundal. Conselho de Paz De Londrna LONDKNA, 3 (.P.) Na sede do Curso Castro A., ves, em ambente festvo, com a presença d» homens,, mullerec e jovens, realzouse ü cermona do posse da nova dretora do Conselho de Paz dt) Londrna, recstrt. turado em ampas bases. Aborta a sessão polo proíe3. sor Natan Morera dos Santos, este explcou a fnaldade da reunão o dou a palavra ao professor Almo Sa* turnlno, que dscorreu longa* mente sobre a mportânca da luta pela paz no mundo, e sobre as atvdades do Con- A CAMPANHA NO -^, Ros, e em Pechncha, (na 1ejuesa;, a na Praga Barão e 1aquara. E um roubo nessas fet* as e.p.cu a sra. JovaLa ülvn, resdente na rua Trôs.os. Três lõllaa de couve por l cruzero. E assm mesma ;e a gente qusóí. Em rpda vsta que flze* mos nas qutandas e pada. as locas, regstramos város paralellppedos soltos, esbura* Nas escoas públcas nfo tcodu e com o nvel desgua, nhun mas vagas,!e cenoura a 7 cfuzflros e o preços entre os qals r qulo o que dfculta o trflnsto do1 A vlütt em Jacarepa^uâ * do xmu a G. Na Padara Ma* vo.culog. Quand.» chove, as rals cara que ta Cdade, O. -angá, stuada na rua Candcb Denco, o pão de 0,80 aqu ruas so transformam em a. gêneros sío al venddos maças, por Como é o caso da t_uo pfeos nbà elevados, nao ra Cdade, era venddo a 1,20. Teles, quo comoçn no morro obôtrtnte tratar-se de sca Entranhamos os preços e um e deposta grando quantdade produtor. A carne popular k popular explcduros quo em da terra na.cânddo tíanca, vendda nos balcoes dos açougues ao preço de 20 cruze- preços normas. laearepnguá nqueleí, eram os nterrompendo, em consequen* Ca, o transto pôr al. ros e a domclo o 25, Mem SUBÚRBOS SOLADOS sempre, além dsso, aquele Jacarepaguâ é pratlc-ten» POPULAÇÃO ABANDO. NADA A populaç&c do Janarepaguá compreenda atualmente cercj da Ü9.000 pessoas. Aps. sar do sou conslunte croaomento, a Profetura n&o toma qualquer provdenca no son* tdo de melhorar ns condtçõos de vda _ renantes. A pro. sença do város hosptas, cn tre os quas a Colôna de Ou* rtpaltl, stuados, mutos dólcs, próxmos de cana3 que por* correm quase todo o subúrbo em questão, põem cm ccn3tan té pergo a população local. Város moradores nformaram* nos que o lxo e.rrc polo canal, vnda do3 hospl.al8. Apesar de cxlatr em Jacaropajuá a Reprcza dos Cga no3, destnada ao abástoclmo* to local, o problema da falta dágua é um dos maa sentdos pela pnpulaçflo daquele subr, bo. Em sua maora, as ruas nso tém encanamento do ag^a e os e:tnlent03 catão dofeltuo sos, sendo comum encontrar.se ruas alagadas pelos canos luradas ou partdos. Há soto:-,: quo fcam som o precono 11* quldo durante meses e tté.aesmo anos. As provdencas da Pròfo.* tura d3te a sra Mara da Craça Lsal, moradora na rua CJullrm de que o problema da falta dugua no3la zona esta rcso.vdo é mentrosa. Nom r.eata nem nas ruas prexnes exstem encanamentos o a gen. te apanha água, a grande dtstaneta, muna b.ca exstente na rua Hnto Tclss. entretanto a boa Vontade dn Prefetura que aoga falta us verba. Os postos de saúde ocas de quuae nada servom, não só jjela defcênca dos servços, como pola falta do materal necessáro. Já lou-, t péssma quo perderam o brag em conseqüênca de mjsçõaj aplcadas naqueles postos. As ambulâncas são poddas ao ospte.1 Canos Chagas, cm Marechal nermes, maj só clu gam com grandes atrazos. Quando trabalhava conta-nos o sr. Benedto Rbo.ro. resdente na Eotrada da Tljuua,.a Frcgueza, um mu companhero fo acdenadó cd lunbuànca, mas quando esta chegou ele já estava mor* to. De.xuu cnco flh03 na m sera, Era btscatero como eu. Anualmente, város mlhares de cnançu não conseguem ma rlcua nas escoc.s nublcasd. lacaepagua, em vrtude do seu redmdo numero- E anuc o sr. Benedto Rbero que conta: Não consegu matrcular mnhas três flas na Escola São José, porque me pedram ml cruzeros por cada uma. Fcaram para o próxma ano. selho de Paz desta cdade, colos nombros de dreção, no ano passado, sofreram ura golpe traçoero, sendo presos, sem que, apesar dsso, o Conselho tvesse sdo lqudado e. sem que oa par. tdáros da paz da Londrna dexassem de desfraldar a bandera da luta pela paz em todo o Norte do Eotado. Apôs tar dscursado o novo das as novas adesões do psr* sonalídades à campanha pela paz. ESPRTO SANTO A campanha de a3snatu- bas coletado, até o momerras por um Pacto de Paz no to, frmas, que cor- Estado do Esprto Santo respondem a 94,3 % da cota vem se dasenvolvendo com ^oj" Muncpos que estso grande entusasmo tendo os ha vanguarda da coleta süo partdáros da paz caplcha- os seguntes: Vtóra..; (100,3%) Cachoera do tapemrm (102,9 %) Colatlna (102,7%) Carlacca. 4,578 (114.0%) Esprto Santo (87,7 %) Guagul (43,1%) Serra (137,6%) SSo Mateus 402 (80,4%) Outros muncípos 1.S19 (41,2 T.) TOTAL do Estado (94,3 $).,. ADMSSÃO AO GNASAL E COMERCAL BÁSCO MANHA -- TARDE NOTE ndspensável para quem desejo em 1053 ngressa»- nos GUBSOS GNASAL OU COMERCAL Educandáro Ruy Barbosa RUA GAGO COUTNHO, 25 - LARGO DO MACHADO produto é encontrado. Contou nos o sr. Elpído saac de Lma, morador na rua Gere máro Dantas, que ha poucos das teve que vr a Lapa com* ptaí carne. Outros moraaore." também narraram-nos casos rcmeüántes, en ro os quas n sra. dalna Mederos quo nem na Cdade cnseguu comprnr o pre d t to. Tacar.cpa.Tua não tem mercadnhos nem barracas do 3. lão já? \aclo e A. P, S. Há p.cnas peras* quátn lvros, aos domnton "fartas fera?, ra Prn-a Pro* fossór Camsão, na rua Trôs fcam assm e Um subúrbo solado, apoar de grande,arte de "ua população trabalhar err ôüres lugares. Cada um ds barros que consltuem aque* o subúrbo se resume âã praças centras, onde fcam üs ontoâ fnas dõs lotaáõés e bondes. O comérco al se ompõí de.dos ou três bote* quns, um açougue, umn far- um pequeno clhema. restaurantes sendo as (eíe:"õís fetas n6s botenuls. As ruas que partem dessas,rn",.s, ntt d*s rvns prncpas sem qualquer PELA LBERTAÇÃO DE MARA AFFÔNSÓ LMS E EAN SARKS O sr. M. B. de Campos, murador cm Nova guaçu, en* vsu ao sr. mnstro Ò-zlmbo Nonato a segune cara cujo tc::to pedu-nus publcação: «Custa*me escrever parn um Mnstro üa Jüstlçáj tauna./ he sôbe a Justça, uma vez que sendo operáro, ojsta ma tóra está muto ílstanta d. mnha competânca. Mas há casos na Justça que u m* nha cor.cclr.ca dn. humem t lambem reíjonsável, como choro, de numerosa famla não me permta fcar en s* cnclo, sobro tão melndroso assunto. As senlwas Mara Affon;:ó Lns e,tcan Sa;:Í3 cumprem pena na prsão por um ato qua nenhuma conscênca smples e justa pad* condenar, antes aplaudr, por* que só merece aplausos a mue braslera qué apoando a nossa consttução, repele energcamente que a mesma ;;eja volada, remetendo -se jovens brasleros em troca ud vl metal corruptor das conscêncas humanas para uma guerra de gréssao, co....e:a,u por todas as les humanas, e dvnas. E a,->olado na confaçu que me nspra o seu elevado esprto de Jus- ça, que atrevo a lèvar-vos o meu apelo de chefe do nume*,-cca prole, para as referda!* senhoras aos saus lares re* f-ressaren, gosendo tas lberdades consttuconas! Aproveto mo da òportunl* dade para hptreoar-vos a m* nha confança à sua elevada conscênca de Juz sobretud como pessoa humana.» * As.) M. B. de Campos. VANTAGEM QUE NNUdEM LHE OFERECE A NSTA,ADOBA dà máqunas de costura com 5 gavetas, e 10 anos de jfft garanta. Serzc Franze Borda Costura para frente a para traz. ENTRADA CtUUUAAlMA, 150 Cr$ 150,00 e Cr$ 330,00 TELEFONE: 23*4438 PORTUGUÊS MASEMAMCA Orentação do prof. CONTABLDADE COSTA MAA DATLOGRAFA < TAíUGRAFKA AULAS NDVDUAS OU EM TURTÍAS MANHA TARDE NOTE Educandáro Ruy Barbosa RUA GAGO COUTNHO, 25 LARGO DO MACHADO PART " " * "»» * «* «*» 1 UaPta.*-., Folhnha co Hovmenío Caroca Pela Paz 3 ABRL TOTA, R? ASSNATURAS RECOLHDO ATF O DA S» t-_.8t7 68% 1 Grupo O. P. DA tba..., K. O. P. BO. SERTÃO CAROCA % O. ]>. DOS JORNALSTAS <% C. P. DA LUT 20, % C. P. DOS SnVDORlS ÍUBLCOS 8.02S M% O. V. DR REALENGO ÍV> 3 Grupo * C. P. DO CENTRO _v % C. P. DE NO.L ROSA U.M2 Ufc C. P. DOS SECCRTARtCS % O. P. DOS _.0101.Dnt.NBl.S % C. P. DOS TEXTLS %,. Jr-.... \.. CHUEEASCO Nõo dexe 0í cúr:.)"- recoc ao Grande Clurraco da Paz, nromovkb polo Movmento Caroca Pela Paz em hornenugem aos Conselhos d? Paz do Dltrlto Federal, no da 11 do í.íalo. Procuro maores nformaçèes à AV. Ro Branco, 14 5» andnr soüe omcp P. TESOUREROS Estão sendo convocados pnra uma reunão- secunda* fera às 18,30 loro.s, todo" os tesoureros dos <.,h;h)o» de Paz do Dstrto Federal. Dada mportânca dessa reunão, o Movmento Caroca chama a atenção dos con* vocados pnra que não de- -cu de comarecer. ndução cm qu se locomo- am os moradores paa.u-r :omprns.. Os fndos compre mdem duas lnhas: que par ;em ds Cnncadtrp fara Tu uarn e.:ara Fejuesla, am bas smples e com desvos o que torna dfcultoso o trans porte por a ttees veculns Depos das 21 horas não re trados os reboques o os car 7 ros metores trafegam super- rados cnm atrasos dc quase r*! hora. As tlemalg cnnduçfles comprr-enrlom uma llnln dc ônbus de Tucjara-Candclárln, ao preço c!*. 5 cruzeros por passa* r;cm e lotações entre (nscadra e Taquara, Freguesa e \nll, Nm das de vlsltn hft o* taçccs especas entre aquele Àgrávacla a sur^j com a relrada do3 rsns da lnh;: "10" A Lgh redtòlu o mú-.:; *ê bondes E a Prsíeíura fez ouvdor surdo» aos prc-síos du povo.ooalknlo A mrtrrcm da Kstrnda te Vr-o Cctntl (lu lluüll e (lstaatu lu U. lttl> UjfH B qulunctrn, o sllu lu Hnn- \\U tíst;ír so Le u c unu ulfcllturs, quu custltue um lurmunu ura (.9 Kf.LS uruüurtb, Uma tlbtubp quí (\ mesmo( um pmvo prutl-.m, ó Uutclè.cla lu t*»«m».ht. ;\;M»:;r t.c nãu l-rar muto lujt! dn lllnud 6 uu, nupl :u pura o» (]Uu leslltm m t-tttasm Ou lja:.;::.u o.lükr utó us lucb (lu tmllu. luhurhlo e os hosptas dc Ja-.aypaguá. Com.) he vé a sc/luçso do pro* lena dos tranrnor^s, é outra.cnlldn revndcarão da po* nlnçflo de JacaropaTá, que, penns dos ônbus 1á e;;ls enms mas nlntln vln4n rnnle em sua moor!a pelos (tons da Central, com grandes demoras. WêÊÊMO l OS LOTAtjOES líxlfllcr, c eclu, lllhasd e auto-,oíh6ch quu pas.um p,-la t«ut..u tlt. tíaupulu, Coutuüo U.uo hüü m!, km lurcaduh n sar üu cana lp->nto du patld a cbuçícb do com mas (le 1! torus de antere* A FAl.TA,*ldr,<.-n, ({ulllu, 1)0 TtllM fnscdra N» «O» e déncu, u fm du nüu perder am, cutudu, os S l. (.u rhxu prülle Cu cletus, nndo du du ãervçc. í, comu rcrponá* f.h- tus oauuuj-.no bpj* bom unt;u, pssnm pola estação de Snu a», ve. por essn stuação afltva, eadu nu t n fldlu nu. ltlha>cttn jsavnu - so mnls cum uu o ru- contra» so us trk-mtfs» Ccs*, aldea, a BUpren*.)) lu ttom u» «10», tum. pus lou lutaduj. tra do lusll e a 1refeltura. j :. cctcf do con o mtütíír), Sul» íu estaco o 1elru * l-1 nha tomo cètaçíü termnu; o Uu- * tunlu üu Dl-nlu, Bcrvlhd, pur- tlntff a unu vuutft pnpchtcâa dns pnrudan ÍntcUmc(..Í.trss. A lrut."tu dn Central dn llrasl; tola-. le Saía - è Dernütorí* va, 5en ]nuj(].t Justfcatvo, buprmu unsu 11lm, prcjudlrnnlr, A scl,ão moderna é tnontur o apartamento Com ashn, nlllarcs du pcsàuas uu st: cn\a.m\o ramos" HSTORAS VERDADERAS ã0 # % 1 m mm FEÜREBA Clna Médca Espe-.ãldaçlè: tuberculose e doenqns pulmonares pneumotora:. artfcal Consultóro e rertíjfnèa Travessa Manuel Coelho WrS" 4 ôj»j^>p sídímm 10DSLQS r* cusn-vs j^cevrerfões corscam Astcus mun PAcsnt 11 BOSríS T*W^y$!\ ClrTOS Cd pas CAtlTedM HfííS SAS MH /MÂQ Moue. couro 39.sue. Te/,./$-23?s: Kll, ll. tlí.-vum lcíücí Um*. Aftora OJlslt*, punua, a Unha «lü» (.Mu- (nrvru), cujh (.nn nu el-luu.a t-spurta «a...,ll,;us pu,flf;rrua du..cm auprmldo, nucron prutvbtos lu;n hí!u levuntatloa p^lus prcjllcados, mas a co n drocüu dll ll1ll a/, da du ucrcadur. A.rr K otlro» tempo», os moradore do tíampntt ul.la au utlzaram doa.01k.-h Ca l.t:;ll, muto embora de-orssaem baatnute para unar.1 cdade. Agura, porem, u empre- 3~ estrabelr» ncuerlnda pels Crufultura, olesuu que, durante a Uarnaval, oa elétrcos eram danllcado» e, por íbo, retrou <a elrcunçu. un (,.uu númuru du nondes. Fcaram u.sln o mmadures tímle prejudcados com a lalta du dus 1bbu melo do condução. K.lu, enbum uadro rápdo de um Hupecto dus p.-ullemas em que s,. dcl.t a pupnco de aampao, ít muouluc-u ccrt, muns K7.cs us ( u lem ccubsuade do clcenr cedo ans locas de tra- peças ade ;...s. sern o antquado recurso de móves s<.clz«tlos ljata todos os comp.ntl, mcpus donésttos dspomos de pe^an ovubas 6 de conjuntos ntcrcmsnne» Cm nat? varados tamt nhus. btpndade. coulorto, dstnção. hxcca! se moves sud encotneuda tallll A U t A G A M h N í O ÍJO lhmus MOVhlb NUVUS RUA Dt) CÂÍEÍE. 100 «THU 25 10ü2 JARDM DE ÍNFANÜ1A E PRMÁRO Orentaçõo dn professora: DMA GO.DENJEtU DE SOUZA. HOÍÀUO: - Das» ns 10h30m - AA1KCU- íar ABlítjÁS. Edücàndáro Ruy Barbosa RA C.W.O COUfÍNHO, 25 - LARGO do machado ;*-W_--àMW O C... GUER UMA OPORTUNDADE? mportante frma moblára, nesta Captal, com **ran* dc cr.daslro de realza ;;6cs, oferece cxcelolc o.ortnntlade para pessocfl ro nmbos os sexos, sem prenzos de suas nty-lâtps partclnrcs pnra vendas de terreno a lonco pntr-o, cm local tle fácl neclação. preços módcos e um pano dp vendas únco no gênero. Asscrtramn.-! êxto absoluto, l.r.os ns-sftêíclá (étnco, preferros pppsoas spm prátca. Lembramos qne pahnr dnlpro não é prvlígo. E necessár, apenas, qve você tenha boa vontade e nós o faremos um grando corretor cm.lí"> das, Amto, ftnnhe o tempo pertldo, expermentando esla OPOÍtTllNnADK. nformações e dctalles sem compromssos, dlúrnmente, das S m 18 loras, à rua Méxco, andar Grupo (Ok J Orsanzaçã CAL 5 -* - " toúlára j «UÊÊÊmummÈsammtm, -*^ >mm**mmmmmmwr - - mmw mmumm!unra wnru-nn ^wmw um twmàmm **A»»*»1-*_1MM>«*_»«^^^ f* *$m ^;?r>;.;fe:; -^1..;*-^;..?.? -.. ll,;-:.,..-??.?:./ "s.. 11 STO É A GUERRA Sônln e Kstrlc, dut-s mo.;as s.í-j.-íí.b. VlÉns dn hstíldade nazsta durínto a «"<-"- - **** Na gravua, cas apurocom cüíu suu unformo.doa campos de conceutrasà» da lltler...» * * ^È^^^^^^^^^Ê^^^^^^mmmmwt

5 -""-»--" " "^m m 4-5*1952 Nota nternaconal O W de Mao em Tóquo As grandcnas manfestações populares de Tóquo con-.ra os mperalstas amercanos consttuem um ucontcclmento.de mportânca realmente hstórca, A salda cm praça p.bhca dc cerca de B manfestantes (pelo número, demonstração comparável à do regresso da FEB ao Brasl), o choque armado durante 0 qual saíram ferdos malg de 100 polcab, o destrução de carros pertencentes a amer. canos e a vaa lomérca, debaxo de uma chuva de ovos dres, pô- n agentes amercanos do mperalsmo que fugam cm vaturas mltares, tudo sso consttu uma prova, aos olhos dc todo o mundo, dc que os anques podem ter subornado altas personaldades japonesas e podem ter concertado bons cambalachos com os crmnosos de guerra postos fora do cárcere, mns não compraram o povo japonês. A 1." de Mao do ano passado os trabalhadores c outros elementos populares tentaram sar à rua, mas as fôrças amercanas de ocupação não o permtram. Apesar de tanto falarem numa lberdade «concedda» como esmola no povo japonê.-., os amercanos vêm mantendo (nclusve Jjnda agora, depos do chamado retorno do Japão «à comunhão de nações lvres»), nm regme de feroz dtadura mperlalsta naquele país. Todos os patrotas que lutam pela lbertacão naconal são persegudos como «pergosos, vermelhas». Sobe a o número dc jornas suspensos. Nenhuma orgtnr.açãn operára ou popular tem lberdade de ação. As úncas a desfrutarem legaldade são as que se submetem à poltca dc ocupação amercana, Que vsa essa polítca amercana dc ocupação? Vsa, fundamentalmente, três objetvos: prmero, utlzar o país como base estratégco; segundo, utlzar o Japão como base de aprovbonamentn mltar; tercero, utlzar o povo japope. como carne de canhão para suas aventuras guerreroa. No que se refere à utlzação de japoneses como carne de canhão, os deuses amercanos da guerra têm doutrna frmada. Como tod potênca mperalsta. o.s Estados Un* dos utlzam na guerra tropas mercenáras. E conhcmra, a esse respeto, a declararão do general líoberts, um dos co«mandanfes amercanos na Coréa. Dz ce, com a desfaçatez dc um banddo de fta de cfar -vest», que r.s hrancos não devem ser envados a combater na Ása senão cm últmo caso. Julga oue na Coréa poderam ser empregadas apenas tropas consttuídas dc flpnos, japoneses ou mesmo coreanos prsoneros, obrgados a combater contra seus patrcos. «Nós lhes pageramas. dz Robcrls, cnco dólares. por mês e uma rarão de arroz. Quando não combatessem, não teram arroz. Assm conseguríamos fazer com eles o que qusessemes». Esta declaração, cujo cnsmo toca às raas da boçaldade. não fo feta numa conversa confdencal e sm numa conferênca de mprensa! Além da mas absoluta opressão polítca, há no Japão, drgda pelos mperalstas amercanos, com o apoo dc quslngs npõncos, uma brutal exploração econômca. Ape-. sar dc probções formas do Mnstéro do Trabalho, anda se vendem cranças no Japão e esse mnstéro reconhece que de julho dc 1950 a julho dc 1951 o número dessas nfames transações elevou-se a nformações de outras fontes contcste.m essas cfras ofcas. Segundo alguns jornas é muto maor o número de cranças venddas. Os salaros representam um terço do necessáro para as necessdneles mínmas. Só de julho a setembro dc 1CJ51 os saláros baxaram 22%, enquanto os preces, nos nove meses que sc seguram à guerra na Coréa, subram em 607c. Para lvrar-se da opressão poltca e da exploração econômca, o povo japonês, com 0 proletarado ã frente, cada da se convence mas de que o camnho é o da luta contra a domnação amercana. Trovam sto as ggantescos manfestações de 1. de Mao. T-M*HKNSA ^OPÜLAB lonseeuetéz;do o Comérco Ml em Vrtude das Barreras lamnes REVELAÇÃO DO PROFESSOR NCO LAU ORLOV, NA- CONFERÊNCA ECONÔMCA DE MOSCOU MOSCOU, abrl (.P.) co maor to quo o do 1928 pulação de mutos O depomento do profes-.o volume países, quênca do comerco obrdo comérco nsor Ncolau gatóro com os Estados A redução do comérco n- Orlov na reunâo sôbrc o fomento pa- Undos. Essa ternaconal no ano de ernaccnal de tnuíos do Em certos polítca debses no países da Europa Ocdental e da Ása, comérco que se refere às ma- tou e agravou a stuarão nternaconal, durante a Conferênca Fconômen, revelou o pcjuzo que as barreras anques ao üvre comérco vem trasendo para os povos do mundo.. O professor Orlov ctou dados do Bureau de Estatístca da ONU, que demonstram ter sdo um pou- esse volume fo anda mas baxo do qua cm Entretanlo, a população do globo terrestre aumentou aproxmadamente em 25 por cento. A redução do comérco nternaconal salentou conduzu ao agrayamcnto do abastecmento da po- Páqna 5 Vtóra do Canddato da Paz Numa Eleção Muncpal Nos Estados Undos Amn Poncroy apresentou-se com um programa contendo dos pontos prncpas: economa <l«paz e fm da brutaldade polcal NOVA YOKK, (especal oa-. do pelos grandes captalstas a ra a nter Proas) - Va Perrca. por uma Na. c<j.dn,. pode Jurosa ca máquna aeattln as fôr eletoral, Pomercy ças da Paz apresentouse cem uma acabam de couqulstar a mas mportante plataforma contende doía vltóra dos íltlmos pontos dea unos, economa prncpas" de Nas oleçócu paz a fm du bru. para prefeto jpuncpal taldado polcal. Em obteve seu u vtóra o canrlldato ds. cuso pronuncado cm tomemo. quo se apresentou com ração à vtóra Pomeroy téras um sn leu- programa pró.paz, Alar. prmas, por^exemplo, econômca de mutos países ZmlS^ZmmT. dmnuu ak consderàvelmen- do ocdente europeu. prefeto WUam Dovn, apoa to as possbldades de aperfeçoamento e produção da ndústra.cvl. Declarou anda o pro* fessor Orlov que a desorganzação da balança comerca de mutos países é ocasonada pelas barreras artfcas cradas cm conse- ATVDADE DO EXÉRCTO POPULAR VETNAMTA.PARS, 3 (ll,3) ~ Os comu. ncados do comando do corpo expedconáro francês na ndochna, embora em geral sojam dscretos sobre as operações realzadas pelo _xcrcto Popular vetnamta, alardeam ultmamente o recrudoscmehtò de suas atvdades, especalmente no delta do ro Vermelho. Um comuncado de 15 de abrl últmo assnalava que um posto do corpo expeddo, núro fo atacado durante a note e varaè patrulhas foram duramente atngdas». O comuncado de 16 de abrl anuncava que, na zona -Mercuró» (pretensamente lmpa»), uma undade do corpo expedconaro sofreu «um volento ataque». Outro comuncado assnala «uma atvdade nmga aumentàda no norte do Vetnam, onde um posto fo atacado vgorosamente, enquanto un posto vznho era cercado durn. te a lote por um forte contngente. Numerosas emboscadas foram assnaladas no nte- ror do deta rntta as patralms de lgação». A mprensa anuncada depos qne o corpo expedclona. ro rcsüí-nra uma operação denomnada «operarão Polo», a uma vntena de qulômetros u lecle de Hanoí. Km uma aldea, uma undade blndada «fo nosta fora de combate» pela nfan*ar;a vetnamta e teve que recuar. Algumas horas depos, a «operação Polo» tnln sdo nterrompda, «tendo certas al-> deas fortfcadas oposto forte! resstênca». j A atvdade do exércto popular vetnamta nâo se lmta ao delta do Tonlcn. No sul. gualmente, as patrulhas tomam a ncatva dab opera- Coes. e o comando do corpo exnedeonaro anunravn que um batalhão vetnamta «atacou volentamente» o posto de Tram-Chef, a 200 qulômetros ao sul d Sagon. As perdas da guárnção dc Tram-Chef seram de cerca de 30 mortos e ferdos. A combatvdade crescente do exércto popular yetne.nta,, apôs ses anos de guerra, reporcute ntensamente no mo- ral do corpo expedconáro francês. Segundo o «Néw Ynrlc Tmes», as hostldades se reduzem, de manera «ouase catastrófen, ns quadros do ofras fanceses». ATROCDADES ODOSAS O jornal brtânco «Manchester Guardan» publcou reeentemente um artgo de seu envado especal na ndochna, Dcrrck Sngton, recêm-chegado de Salgon. Dz este jsrnclsta:, «Um de meus companheros do vagem aérea, um jovem co-, GREVE GERAL EM BERUTE BERUTE, 3 (A.F.P.) Grove gora está parallzantlo desde as prmeras horas da manha tôdas as comuncações ferrováras, por questão dc saláros. Estão também em parede oa empregados telefôncos. O Ml. «Desde que censuramos aos mssaro de políca francês, russos, e muto justamente, dtscreveu-me em termos pro- í"or fecharem suas portas, não frsona3 e objetvos os mto- Unhamos razão alguma para dos empregados em Hanoí pa- """ ""»- - ra forçar os suspetos a falar.» Depos de ctar as torturas descrtas pelo comssáro para obrgar homens do povo a dar ndcações sobre 0 exércto popular, dz o artculsta que este.-c-rescentou: «Certos prsoneros, entretanto, se recusam a «falar» durante város meses. «Então, dexamos de dar-lhes de comer e eles morrem...» nstéro do nteror, todava, u.du-üuíu crcular ntmando os grevstas dos telefones a vol tarem ao raba:ho e dedarando que todo empregado ou operáro que nao atender medatamente a essa ordem será cousderado como demssonáro. Acordos mportantes Na Conferênca de Moscou PARS, 3 <AF?) «Não chegue da Rússa com a mpressão de que j governo sovletco prepare a nvasão do um ou de város pases «declarou no almoço semanal da mprensa anglo-amercana o sr. Paul Bastd, antgo mnstro, membro da delegação francesa á recente Confercnca Econômca de Moscou. A propósto anda daconferenca, o sr. Bastd afrmou: recusar seu convte. O encon. tro em Moscou de homens de negócos pertencentes a dlverses contnenes é um faro dgno de consderação na atual stuação nternaconal. Foram concluídos acordos mportantes, agora submetdos a aprovação dos governos oc> dentas. Espero que estes secundem os esforços dos homens de negócos. Acho que é precso favorecer uma aproxlmação entre a Rússa e o Ocdente, na medda do possível p no nteresse do entendmento nternaconal. COLABORE PARA UMA MELHOR VDA DE NOSSOS FLHOS Se você tem algum poema, conto, artgo, reportagem fotografa ou desenho sobre a crança, enve para a, Redação deste jornal. Rua Gustavo Lacerda, 19, sob. tou que seu trunfo resultou sobretudo de tor apresentado a perspectva ue traoalhoa cfeos pa. como solução para os problemas qua afsem Seattlu. Entretanto, a vtóra dus forças democrátcas não se nutrngu à eleção do Prefeto A sra. Peal Whle, que con! correu a um cargo no Conselho Escoar, embora derrotada, ob teve mala de votos, A mportânca dessa votação,-ao sde em que, em prmero lü» gar, a sra Wbte Jofcndeu ur programa profundamente de. moeratco: pela Paz, pelas l= herdades e contra a dlscrmu nação racal, Esta últma cr* cunatanca é de grande sgn flcação, porque, representando os negros, a Sra. Whte rocebeu mas de 30% da votação, enquanto os eletores negrus, em todo o munepo, não che.. gam a 5 ml. No dstrto do Norlb Kng, por exemplo, enu que todos cão «brancos», a Sra, Whto recebeu votes contra 1./12 recebdos por seu opostor, Duncan, apoado as pe* poderosas máqunas polu tcas A vtóra do sr. Pomeroy a a votação recebda pels sra., VVhte consttuem um poderoô so estmulo para todos oa que lutam pela Paz nos EE.UU., e repesenou um séro gorre para os derrotstas, que acre» dtam que nada se pede faze? quando o pas é vtma da Ma, tera de guerra a marcha ace.» leraoamente para o lascsmo., Essa vtóra demonstra de ma= nera basunte elcquente que, também nos EE. UU., apesar do terror fascsta e de todo o o poder dos monopólos o do sua gganesca máquna de pro= paganda, crescem as forças pra= paz e exstem tòda3 dades as possb=> pura enfrenta e derrj= tar cs povocadores de guem em sua própra casa; NOTÍCAS DA PREFETURA DESPACHO DO PREFETO DEPARTAMENTO PESSOAL DO âespacno do dretor: Jor,- qum Krunco de Almeda ndeferdo; José Melo Rosoude e Pedro Rafael da Slva Arquva.bS SECRETARA GERAL, DE EDUCAÇÃO E CULTURA Atos- do Secretáro Gera; í)esgnando Máro José rtua Santos para o Uepartarneu.*. de Saúde Escolar; Darcía Pres Ue Almeda C mes para o Departamento de E. Compímenur; transferdo Nce nontero para o Departamento dj E. Técnco Profssonal; Sylva Conçalves Fraga para a Departamento de Eculaçáo ro Adu Vrajano Carca Cuunlhôe- pa<_ responder pelo expedonta da Esco.a Normal Carmela Uutra,, nas fukas o mpcd.mentos do dretor; Bn.p Araújo Lopes, Edgard BrUo Salvador Roero, Valdr Sanlana, SylsQ Vavuros, EucUcs da Slva couto, Vuldemro -uurenço e Benedto Montero dos Santos pata o Teatro Muncpal. DEPARTAMENTO DE EDU- CAÇÃO TÉCNCO PROFlá SONAx Ate* do dretor: Desgnando Mara Nobre Leão Veloso.Cav-c^nu oara a escçla Amaro Cavalcant; Manoela de Fgue. reuu paa a escola Bento Rbero. Erodo Santago para o -nâ->o Ru Branco; Marcelo More.ra para o Gnão de Bangu, DENOMNAÇÃO ESCOLAS DE pevua.. e.e autorzado pelo a*ref to, o Secretaro Geral tía Ddu-ação o Cultura resolv.u dar denomnação aos seguntaj estabelecmentos de crslno" prmd.no: ALBERTO JOSf; SAM- PAO à escola 29-13, stuada a rua nhumay, s/n. Pavuna, LORETO MACHADO â escola 12-16, stuada a Praa Guanabana, 247, na lha dc Governador; MANUEL BOMFM & sscola 31.8 =*- «oe ásaada au. Con mto Resdencal do Del Castlho; NASCMENTO SLVA a escola 10-0, stuada à rua U- emo Caruoso, 277, em S. Francsco Xaver;. UAMZ CALVÀO à e- Na Secretara de Fnanças: Àdel.a Mastrangclo Martns Deferdo; Slva Donzo Aprove a mnuta. Na Secretara dc Admnstração: Carlos Buado Moura cola 27-18, stuada à Praça Rcaído Conçalves, s/n. Pra Paulo da Slva, Dpníso de As- Ss,,lsé Comes Melo, lone Gollçalvcs, Atlade de Jejus, Hélo quara, Keaengo; S1LV1U- lomero ã esco. de Araújo, Máro Améla U:veru Vasconcelos e f^v-lha1,»». João Paulo, s/n. *~ em Houo a 2813, tuada a Avenda gas.. rm Autorzo: Eurldc-j to Curgel; larn-a Jorge uu >_,u_,., Muel VTAL BRASL à_ escola Ferrera de l.mu, Ademro 12-6, soaaa nu Abrgo Crsto Duncrn da Slva Jorge, Judtl Redentor,, na Avenda Bras;, de Oarvaho e oníra e Laur_ Mangunhos. Sallvd da Slva: ndeferda. Durval Menezes Pehtagna: Au. SECRETARA GERAL torm a rcadrhssão; Zlda nc DE AGRCULTURA Ass;mpçãc e Slva, Otava Perera de Andrade, Maro Cunr.a. Atos do Secretáro Gera.; Carlos Tn.uo, Humberto Felu Desguanao Cláudo Mendonça, e, Artur de Squera Cavalcant ndeferdo; Manoel Go les. Frederek Rob para apu- Walter Nunca de Souza e Char- mes Barbosa Aguarde abertura de credto; Joãc Perera no processo 2.l)3U..*)s7? r_r rregulardades apontadas Corsío e outros Autorzo c Despachos: Josó Rodrgues, pagamento. regstrado o créjto no Trbunal de Contas, laro, Carros de Regosa Manoel Fontes, Armando Ht- Deferdo. DEPARTAMENTO DE N DÚSTRA E COMÉRCU Atos do dretor: Transfern. do eernando oa Fonseca para o Servço de Assstênca Técmea: Alberto Mendes dos Sanos o Ney de Magalnúea Penna para o gabnete do dretor MONTEPO DOS EMr-ííÈGA. DOS MUNCPAS - Será exe. ROS (Codjgo 221, Propostas: S05 - f91 _ S J tuado amanhã, da 5 de mau de 1952, segunda fera, das í>,l5 às 16 horas o pagamento cas seguntes propostas d» empréstmos: COMUNS EXTRANUMERvl- COMUNS EXTRANUMERA- ROS (Códgo 23), Propostas: 1.S ~ E09 1.9H., EMERGÊNCA Matrículas: l G SEGUNDA CHAMADA EMERGÊNCA - Matrículas: O pagamento das propostas anuncadas nes e mcs e não procuradas ale a pa-s?nte data, far-se-á ãs quntas feras EXEPEDENTE DO DJÁ 3 DE MAO DE 1S52 Despacho do snr. Dretor /52, Ràymúndo Porelúncula to Mornos /52, Renato Cortes «Deferdo na forma do parecer.-!.. Des-wjho do snr. Chefe do Gabnete do snr. Dretor Adauto Ferrera Lete Alfredo de Olvera Amírco de Souza Pnto ~ Antôno Francsco Vlegas Antôno Vera dos Santos Júlo Ce zar Estrela - Mara do Carmo de Olvera Mello Olvero Bero de Carvalho Pedro Antôno da Costa Pedro Pnto de Carvalho Sebastão Josó Soares e S^verl no de Souza Barbosa «Compareça com urgênca ao bnete ga dentáro-. Despacho dn snr. Chefe do Servço de Co-t*ôle Lsgal Íl-DA) /51, João Severno da Slva «Traga os ttulos das nensonstas Mara Céla, Delfna e João» /52, Armando Bastos Cárvalhàes 313,347/52, Homero Germano Pr^s «Compareça urgente*. de Graclano Ramos çs$édmlj 7 KllBHS /V;!l)\l) -. (. S U6B1S1S le6c S8ílllS BPUB PRAGA, 3 (P) - Da se «Deves recusar a contrbução do vosso conhemassa da humandade» dz o apelo lançado cuar «Charles Unversíy*,,,....,..., em Praga, fo envado um cmento centfseo ao trabalho da lqudação em apelo u todos cs ns tuoò centífcos, a todos os cents- da hstórca «Charles Unversty» De tara a parte contnuam os protestos contra a guerra bacterológca, desencadeada pelos anques as e doutores do mundo ccdental, especalmente aos norte-amercanos, pelos centlstas tchecoslovacos. O documento, lançado em uma grande retnão públca Ja qual partcparam todos os centstas da Unversdade, Mnstros de Estado e elementes de destaque da vda pú blca tchecoslcvn.ca, pede" a todos os trabalhadores da clôncla que ergam suas vozes para condenar guerra bacterológca. «Apelamos para vós dz decumento conctando vos a recusar a contrbução do vosso conhecmento cen- tfco ao trabalho da lquda- f Da Tchecoslovaqua partção em massa da humanlda ram também protestos das de e à preparação de uma no-1 unversdades eslovenos, dn va guerra mundal. Exg de vosso governo o fm, da guerra crmnosa da Coréa. Deves compreender que se essas crmes não forem barrados o horror que hoje experlmentam os pacífcos habltantes da Coréa se exto-.dera amanhã a tot.os os povos mandes d apaz o mundo ntero». PROTESTAM OS JORNALS* TAS E O CLERO V O C Ê... QUER UMA OPORTUNDADE1 wporjante frma moblára, nesta Captal, com grande cadastro de realzações, oferece çxcclcnte oportundade para pessoas de ambos os sexos, sem prejuízos dc suas atvdades partculares, para vendas dc terreno a longo prazo, em local de fácl acetação, preços módcos e um pano de vendas únco no gênero. Asseguramos êxto absoluto, damos assstênca técnca, prefermos pessoas sem prátca, Lembramos que ganhar dnhero não é prvlégo. E necessáro, apenas, que você tenha boa vontade e nós o faremos um grande corretor em 15 das. Amgo, ganhe o tempo perddo, expermentando esta OPORTUNDADE. nformações e detalhes sem compromssos, daramente, das 15 as 18 horas, à rua Méxco, 74 6.» andar Grupo 608. Organzação CAL moblára Unão dos Jornalstas Tchecss do mnstros da greja Tcleca e do seu Bspo Palnarca, ar. Kovar, ae um grupo de, lotos amadores, Jcs trabalhadores das estações tratorctas, dos trabalhadores na construç*o de centras hdroelétrcas de pessoas e organzações 4e.todo o pas. Cobaas Humanas Utlzadas --» ma,, m _n vn mwmm m^ mwm, ^mw "»a_r ~_m _ H H M W fwwm ^Br Fun E mpossível descrever as atrocdades que os degeneradob fascstas pratcavam com suas vtmas. Nos laboratoros, njetavam-lhes bactéras cu peste, dversas espéces de tfo e de outras doenças. Ouras experêncas eram ensaadas; os.prsoneros eram amarrados em poste de ferro e depos se fazam explodrt projetes bactvrologcos a uma determnada dstanca, cujos fragmentos produzam a nfecção. A avação era também empregada para propagar bactéras e parasltas. Nó nverno, os prsoneros eram submetdos a um mt>!as Sensaconas Kevc-;*5e. do Processo de Kabarovsk V. MNADEV 2a. PARTE proceso de congelamento em dversos grau?. Mutas eram as «experêncas» empregadas Jtcs monstrog jajooneseg a,- ra assassnar pessoas de dl* versa naconaldade, sexo e dade, nclusve cranças! No período compreenddo entre 1940 e somente no destacamento numero 731, pereceram não menos de três ml pessdns em conseqüênca do contago de bactéras rror tferas. Segundo declarações dt* um banddo vestdo com a farda dc general, Kavasma, se um prsonero fcava curado apesar do contago, sso não o salvava dc novas experêncas, que o contagavuxl até o da, úe sua (ao ls9 Os mperalstas japoneses não v lmtam a experlmentar a arma bacterológca; eles a utlzavam pratcamente em suas operações contra as tropas sovétcas e mongolcas em 1939, Durante a agressão do Japão contra a."epblca. Popular da Mongola, um «destacamento de sacrtcados» especal contamnqu as águas do ro Jaljn- Gol com bactéras de pergo* :;as erformldac.es do aparelho dgestvo. Por essa operação, o destacamento fo dstnguce sos» una íupj-ona % «eu * flcrohana chefe, karl, promovda a coronel. A camarlha mltar japonesa «legalzou» o da arma bacterológca como meo de agressão num documentò secreto especal, cha nado «Tátca da guerra de ncursões o de sabotagem». Nessa monstruosa «obra», cuja reprodução fotográfca fo publcada na recompjlação, aflrma-se: «Na qualdade CONTRA A GUERRA BACTE- ROLOGCA TRABALHA* DORES COREANOS PRAGA, 3 CP) Os trabaacj-es de uma fábrca dc munção"j Exércto Popua; Coreano protestaram contra a gt.erra bacterológca movda pelas Nações Undas, daçlarando que sua resposta a 2sse crme sera o aumentb da produção de munções para a fronte coreana, para punr agressor anque Esse protesto e a conseqüente declaração encontrou um ta apoar as ações do «fronte.para responder a altura às atrocdades dos norte-ameru canos. Comícos e reunões desse gênero têm sdo realzados em toda a Coréa. PROTESTAM OS PADRES CATÓLCOS D" CRACOVA VARSOVA, 3 (P) Os pa* dres católcos de Cracova unram-se aos protestos -jue se erguem em odo o pas e no mundo ntero contra á nuerra bacterológlc* "--n, do aos ses fés uma mem sagem e mque dzem: «Sen» tmo-nes profundamente na flfmados pelos crme;- n>"as me se mostram anda pores do que os cometdos r^a-j hordas h!tlerls*as. Unmos cs nossos protestos aos de todos ns homens honeslos em todo o- mundo e exlgímo- que oa autores dessas desum.t-da/ drs na Coréa e na Chna se> grande éco no seo do povo. jam condenados por um tr coreano, quo vêm realzando _<mal» demonstrações vgorosas nas -»_,., quas reafrmam sua dlspos- *»"nde1««< «*ea de ção de aumentar o rendíme- Wroclaw opolaram a mens*-* to do trabalho j tendo em vs- gem dos sacerdotes «atóllcosj Okamoto em Novo Record Sul-Amercano Dsputaram-se na tarde da 3. prova 100 metros mneae B; B.o) Botafogo B? ontem, em Álvaro Chaves as homens nado de costas -» f.o) Tjuca B. provas corresponuemes a pnnera, parce co Uampe.naco lm8s; 2.») Adalberto Teles 1.) lo Montero (Bot) A CONTAGEM caroca ue 185í. Antes A cotagem da rea.zaçuo das (Flu) desfcs lmll,7s; prmera 3.) João etapa flou assm estabelecda* provas própramente dtas, ío Gonçalves (S.P.) lml2,6s. Flumnense 134 prosaua uma 4.» prova metros pontos,, Homenagem Botafogo 64 pela C. l. D. aos homens ponto*. nado de nadadores, peto Tjuca nadadoras, 47 técncos pontos, 1. ) empatados e aos sauaderes Ademar Grjó, do Botafogo e Otávo Mo- Vasco 1 Bangu 3 Muoa ponto»» Husn e Osvaldo Lopes Pore, ponto. bgla, como de São reconhecmento Paulo, com o pea tempo brlhante de 2m37,_s. <petíormmce» Consttu este cumpnua tempo em Lma, novos records caroca por ccafãq da e dsputa uo recente paulsta, superando os cor.ame do contnental.o resultado própro Grja e o de Wlly Oto Jordan. geral das provas ío este: l.«prova 200 metros 5. prova metros homens nado lvre l.v) lvre 1,) Slvo Kelly dos Aram Boghossan, (Tj) com Santos (Flu) J0m54,5s; 2ml3,ls; 2. ) João Gonçalves, 2.) Marvo Kelly dos Santos ts.p.) com 2ml4,5s. (Flu). 2. prova 100 metros A segur teve lugar a tentatva de Tetsuo Okamoto na MANLHA, 3 (AFP) Uma «-.lwmüa MÍtüDA moços nado de costas V) Edth Groha (Flu), com prova de 500 metros lvres, epdema msterosa, que cau«lm,17,2s; 2.- damys Busn, Conseguu o extraordnáro sa a morte medata, já ten com lml9,6s (novo record nadador de Marla estabelecer nova marca contnental, está lavrando em Brookea do perecdo varas pessoas, paulsta); 3.) Ana Mara Moras Lobo (Botafogo); 4.) sa com o temno de 6m9.2s. O record anteror.nertenclp ao arwan. 1ot, na provínca de Pala- Texera Cí*lu); 5.) Mara Madurera (Flu), rrertw) Duranona. E claro As autordades locas dr» que o record brnsüel-o, perrencente a Aram Boftfm-^an ro d Sauue fúblca, pos % gram um apelo ao Mnste* também cau O? tempos área afetada, pnr- que conta cer* ca de habtantes, res= bactéras ou mnas com meeanlsmo de relógo» No verão de 1940, fo envada à Chna Central uma expedção bacterológca especal, comandada pelo general japonês slh Slro, que valendose de pulgas nfectadas com baclos da pete contamnou emprego o terrtóro compreenddo na zana da cdade*de Nmbo. Esta operação ío flmada, pojetando-se as películas mas tarde com fns «ddátcos». Em 1941 e 1942 fórum envíadas à Chna varas ejftedções deste tpo. Muto» mülares de habtantes paccos morreram contamnados de de meos de extermíno do. peste, em conseqüênca das pessoal nmgo durante s atvdades das samuras japooperações realzadas utlzar-.ne«e&, se-ãu ífâ M9ÍUos flugçfto a«íáxntnua) clas de OVamoto fora : 50?1 Os; 100 mlí)";: tm<,<»." ,2m5W.?!s; 250?mn3<!; 300 SmS^f1-;?R0 ámf.rs; 400 4m55s; 450 Pr-?!?5í p tf-nmente para n<: FO mts, 6t"0s. 6.a preva 200 mts mo- ^as nado de peto l.o) Vanda de Castro (S P.).%8.Bs: 2.o) Cândda Barroso (Flu); 3.o) lolnda Veríssmo (Rot); 4.o) Gsola Lasszner (Bot). 7.a prova 400 mts moças nado lvre 1.o) Pedade Coutnho (convdada para compelr no lu"ar de Ledo Carvalho) Bm?3,2s; S.o) Talta dn Alencar Rod-gues (Flu) Bm47B: 3.o) flt-ntd. Paes Leme (Rot) - BrnB(l,8s; 4.o) ftamunda Pb ílüot); S.o Mara Flsa Alo.tearo (Flu) e Co) f-ílrnrn ^mrdcs (Flu). S.a prova revczttncnto de 4x100 mts. homens nado lvre l.o) -turma A do Flu. r.ncnco, çpnsttudj por Carlos do Vaseonccos, Martrn Amhade, Eduardo Aljo e Douglas Lma; 2.o) Tjuca (Aram BogllòBsan, Rcardo Cap-.nnma, uíto Fc!*( j Luz C:rrs Mar- Quesls 3.o) Botsíogo* 4.o) Flu- Wmês MNDO... saa! sente-se da falta absolu.a ds meücamentos. DESCDA OSTEND., _ afp) Um avão mltar amercano teve que fazer uma descda força, da na praa, estt tarde. DESMENTDO.., PARS, 3 (AFP) - O mí«nstéro francês <la Agrcultu» ra desmentu hoje a notca de fonte alem» segundo a qual tera sdo estabelecda pelo ctado Mnstéro um plano de em-acao de agrí* cultores alemães* para a Kran^ ça e declara ser luso desütul do de qualme tunoamento. oocdenttl.» NOVA YORK, 3 AFP- O ptqtenp Jean de Chambre, da tlosnnnos, fo onconrac.o merte, em seu pequeno leto, " obvamente afobada. Pouc» depos, encontrava se sua, mãe a sra. Ruth Scherff de Chambre, no bosque de West Hflvevs. nm,*rr!*rlores tc Unva \:rk. Ela vva anda - mas jaza nun mar de sanfíue, nm cs pulsos rf"*.m8? dos. O na, Fr-rnanr de Chambre, le np.r^fu-mdnrlp franeesa, encnntra^e ítualmot.? em Pars.

6 " " ".....,.,., PAGNA B ÍMPRFNSA POorn, AR 4-5.1*"í 50*/. je Aumento Para f s Sapateíros-lmanlã^Seflunda-Fera, Assembléa no S.ndcato " FASCSTZAÇÂO DOS SNDCATOS MARNUS CASTRO Sexta-fera últma o sr. Segadas Vana recebeu cm seu :abnete a vsta do «operára» J. Rcns, dretor-gcral adjunto da C..L.S.. a fm de snudar o mnstro e para um lgelro bate-papo de despedda. O sr. Segadas agradeceu a gentleza e nfo deaou dc dscorrer sobre a posção do Brasl em face daquela organzação. Acontece que a vsta não era smplesmente de cordaldade, conforme quz fazer crer a mprcü-a «sada». Mster J. Rens quera era partr para os Estados Undos com a certeza de que o governo braslero procurara dc fato lcar os sndcatos operáros à nternaconal Amarela. Não bastaram as palavras do mnstro de Vargas na Conferênca de Qutantlnha, quando garantu aos delegados norte-amercanos que o presdente da Rcpúblca hava encamnhado mensagem ao Legslatvo sugerndo a flação do Brasl à Confederação nternaconal dos sndcatos chamados «lvres». Com» se vê os «delegados» amercanos têm pressa dc que as nossas organzações sndcas fquem submetdas medatamente a uma organzação que, através dos dscursog e entrevstas de seus drgentes, confrma o seu de maquna do ódo papel c Rcrra do mperalsmo anglo-amercano. A esta conclusão chegaram os verdaderos sndcas líderes do mundo ntero, após o Congresso da C..L.S, qualquer c por sso, desprovdo de todo elemento de a denomnação real dc nternaconal Amarela, pos os tas burocra- quo parlcparam do conclave não foram sequer /es de trazer canauma contrbução orgnal, um novo toma qualquer c por sso, desprovdo de todo elemento nteresse de real para a classe operára, congresso nem podera atrar qão a atenção ponde, públca. A própra compos-, ção do con da CLS demonstrou o caráter Kamzaçao. d«wa A orgrande maora dos delegados dc agentes cra composta amercanos colocados á frente de n stas..solados grupos dvso- das grandes mas.as trabalhadoras.s dzer que o tema central e únco era a «luta mmo contra c defesa da o comu- democraca amercana». calos Para de Wall esses Street la- a democraca ê defender dos trstes os e n do,s erêsses monopólos, do, captalstas am blhões arrancados que acumu" à custa do suor mdhocs e de do trabalhadores sacrfca dè que vvem na mas extrema msí eréta^í tfà^áltsft "T ~ transformar T os jrabâsrís ^ESSSSTS Tt ansafor ní ** ^t"" araer"" ««X ZrTr S mnúj tn*, «"" caráter organzações fascsta, a servço ofcas dc do se. das patronato e contra proprras corporações os ntêrês* que representam. dará. ult.ma palavra será o proletarado T quem DESMORALZADO O.A.P.M PELA ÇAO LCENÇAS CONCEDDAS PELO NSTTUTO NÃO SAO ACETAS PELOS DRGENTES» DAQUELA COMPANHA DE NAVEGAÇÃO O OPERÁRO TRABALHA DOENTE OU ENTÃO Ê DEMTDO TRABALHADORES PROTESTAM EM NOSSA REDAÇÃO Trabalhadores de város st- sam a assnar aquele documen tores do Lode Braslero cstl- to, s&o suspensos por 25 d.aa veran em nossa redação, a fm ou pelo período #corrcsponden- " de protestar contra d attude to a lcença concedda pelo tomada pela dreção ~ " da e.uprè A.p.M sa em náo reconhecer como vá ldos os atestados mídcos e rtecorreram A JUSTÇA autorzações de lfcança paru tratamento de saúda tornec.dos Pressegundo, dsse a comssão que, trabalhadores com pelo nsttuto de Aposentado* ra 9, e pensões dos Mar.t.mor.. 10, 15 e 20 anos de servço no JSss cah.ja.la de drv.-omlzação do n3tltuto é encabeça- dos escapam a manobra arbtrára da pelos comanduntes "Souza comandantes Osvvaldo de Us..aldo Goulart c jbão Sotero. dt Souza Gouat*e Jo.0 tíotero que, não satsfetos, dcam proju- àlnda os trabalhadores ue, enfermos, nsstem na cencessão da lcença, OUMNOSpS CONSCENTES Ü8 trabalhadores, contando em detalhes o fato, d.seram que ao regressarem ds longas vagens pel0 estrangero e pc.o ltoral broslelo, mutos fcam doentes e nâo podem retorna. ao mar, pos as condções du luddos em sua bôa fé assnam o peddo de deslgamento, pensando que um comprovante da concessão da lcença é sufcente. Quando voltam ao Lodc são nformados de que estão demtdos e lhes são apresentacoa 03 documentos com suas assnaturas, nos quas deslgamse do Lode por «lvre e es pontãnca vontade». Vltmta. elamações desse tpo aumentam cada da que passa. «VSTA A VARGAS Fnalzando, dsseram os trabalhadores que estão procuran* do organzar uma grande comssão, a fm de comparecer ao Catete dentro do mas breve possível, pa.a exgr do governo o respeto as decsões tomadas pelo APM, desse esbulho, os marítmos autorzada " autarqua que esta a lhes conceder o prejudcados recorreram & Jus- perodo d lcença necessára tlça do Trabalho, onde as ro- para tratamento de saúde. " Gostara que outros brasleros pudessem ver de perto esta nova cvlzaçãor" MOSCOU, 30 (P) Falando na Rádo de Moscou, em transmssão para o Brasl, o sr. Alberto Quero.z do Amaral, fazendero de café e cereas cm Araraquara, no Estado de Sâo Paulo, mem- tratamento a borda sao as mas precáras possíves e até pssmas na maora.djs navos, üa slera e um dos delegados à bro da Soccdada Rural Bra- marítmos enfermos recorrem, recente Conferênca Econômca nternaconal, fez as então ao nsttuto, onde são examnados e lhes são abjna* seguntes declarações: dos os das necessáros para «Quê dzer da Confernca tratamento de saúde. Drgefse, em seguda, ao Lode, e Quo reunndo representantes Econômca nterncí-onal? apresentar,:, a lcença que não de váras regões da Terra é reconhecda pelos comandnntes ctados. Estes, porém, em ao desenvolvmento do comer- ela abru novas perspectvas vez de dzarem íssj aos tra,».;- co nternaconal. Realmente, lhadores,... dão-lhes um»u formula- Lwjnttt cata -- reunão - «w de aauatawau homens * d ro para»assnar, *o qual nada negècos mostrou a possbl mas é do que um p:d:da d. 4 deslgamento da companha Quando os operáros se reeu-» ldade dc se ntensfcar as trocas comercas entre as nações de sstemas socas Estaca v^v ^í-*$ ^-M) BB Aumento to Funconalsmo! A Cmssão Especal nomeaaa pelo sr. Getulo Vargas 0» estudar pao aumento de sala. «os e vencmentos ac fundonalmo se demtu, ngora que áá laavam prontos cs estudas 3 dependam, apenas, de m nmnhamèntò à Presdênca Ha KopúHlca. O peddo do (Semnão ío aceto e o Mna- Ho «a Fazenda ja está autor. Sado a nomear uma outra co- Bníssáo, com a mesma fnul. <8ade «atrbução, que devarã rcncar os estudos. A pr-poaíto, nossa reportagem ouvu ar. Lyco Hauer, representu te aos servdores na Comssão «únco membro rào demss - ftárlo, SUO TEM CONHECMENTO OFC/tt, eclarou ao repórter o Prs Mdete do Movmento Nacoaa Prô-Aumento dos Servdo-, ffeu Públcos: - Anda nâo tenho conhe;! Senv owal do despacho do B-eadente da Repúblca. Real. mente, é lamontave não telanam os dema.s membros da Comssão cumprdo com as de- Üermuações categórcas do sr Getulo Vargas, claramente dèflndaa por ocasão da entrega (ío memoral do funconalsmo Be Catete. O DESPACHO DO SR. VARGAS Falando sobre o despacho sr. do Getulo Vargas, que a mprema notlía, declarou o Líco dr Haucr: Torna-se evdente dexa que a crtéro d«j Mnstro «ta *aze«la a eacolna dos membros ce uma nova Comssão, nao solução para o poblema sso não é mas do que ratí- car uma atuaçào de fato exstente, ja tjaoe.uo.be u qua a.protelações da Comssão ""mss.unara dotveram couto cau üa pwpal a polítca tnance. ra orounxa seguda pelo mmstro Laler. Lssa poltca fo oem de«neaaa em recente ex pjsçsu d<: motvos, quando se pretendeu.hcumpub.jza u funconalsmo com o povo, levanando se a tese falsa e e- ^onej de que u aumento de vencmentos loflawona oa pr«ços. A EXPOSÇÃO DF MOTVOS UE LAFER Falando aa lespus.a do fun p.4uáu a tese uo Mnstro de Vargas, afrmou nosso «n. crcvstado: Tal lese fo rrefutável menu combatda pela proclamação da Comssão Central Pró-Aumento, quandu demona, tra, por exemplo, que após o * sufttancal aumento de venc, mentos conceddo pe.o Govèrno Lnhares, cm o rem-j u, crescmorto do custo de vca, em relação ao ano anteror, ee- ;..:.j- tj própru3 daü03 ofcas publcados na revsta «Conjuntura Econômca», de março últmo, baxou de 16,7% para 16,5%. leuozjo DO FUNCONA. LSMO Quanto 4 manera como 03 sevd.res públcos receberam o peddo coletvo de demssão des membros da Comssão Governamental, decarou anda: Em todo caso, a dcmssâ dos demas membro da Comssão Governamental fo recebda com regoaj.j no seo o funconalsmo. Representa tal demssão, até certo ponto, uma vtóra da classe que, há mas da um mès, vnha demonstrar., do o seu desagrado pela morosdade dos trabalhos da mesma Tal vtóra, porém, deve servr para que o tunelonalsmc rnfor«:e anda mas a sua unão, crando mas comssões e subcomssões locas e muncpas, porque só assm poderá ser atngda a vtóra fnal. ACABA DE SAR J. V. STALN "OBRAS" fc VOLUME CR$ 30,00 Ütoral Vtóra Ltda RUA DO CARMO ÓJ3 AND.,SALA 1306-TEL T- " " -^ ^ «^ B»" dferentes, o que, ndscutlvelmente, para a melhora das condções de vda dos povos, tem uma grande mportftnca. O Brasl, por exempo, tem possbldades de melhorar o mercado do seu melhor produto de exportação, que é o café». URSS, UMA NOVA CVLZAÇÃO Prossegundo, afrmou o sr. Alberto Queroz do Amaral: «E qu édzer desta grande cdade de 6 mlhões do habtantes onde fomos receb- dos com tanta hosptaldade e smpata brço de uma nova cvlzação, cheq d? belos jardns, praças, monu- Vda Sndcal * ASSEMBLÉAS No Sndcato dos Trabalhadores no Comérco Armazenador da Ro da Janero - Assembléa Geral Extraòrdrár.a a realzar-se no da 6 d» mao, terça-fera, às 18 ho" ras em prmera convocação ou às 19 horas em segunda convocação para aprecar e resolver dos requermentos de.város assocados e votaeão. por escrutíno secreto, das penaldades aplcadas pela Dretora.e assocados que ncorreram em precetos estatutóros. No Sndcato dos Trabalha* dores nas ndústras de Calçsdos e de Luvas. Bolsas o Peles de Resguardo do Ro de Tar-elro Assembléa Geral Extraordnára, nb da próxmo 5,7 amanhã, às 13 horas em prmera e ãs 19 horas em regunda convocaeão, para tratar do dssdo cnlevo para aumento de saláros. No Sndcato dos Ofcas Barberos.e Cabelereros, flssembléa Geral, para tratar do prossegumento e ntensncaçao da campanha pdr aumento cle saláros corporação para a no da 12 do corrente. AUMENTO DE SALÁRO PARA OS MARMORSTAS Os. trabalhadores nas dustras.de n- mármores e erantos do to de Janero reaüzàra no da 30 s abrl pas-,díavrquaestaobcíoéíaumppana:qu,e * mentos ao lado da moderna construção socalsta? Gostara qte outros brasleros pudessem ve de perto esta lava cvlzação que deseja p tudo faz por um melhor entendmento entre os homens Só desta forma poderan os brasleros fazer um juzo ade quado deste povo trabalhador -que deseja antes de tudo o peno respeto entre as nações». SAUDAÇÃO AOS AMGOS DO BRASL Fnalzando suas declarações, acentuou anda: «Sobre os objetves da Confer6nca Econômca, cremos frmemente na possbldade de uma colabora, ão entre pases de sstemas economcos e socas dferentes Aproveto esta oportuntdade que me oferece a Rado de Moscou pnra envar â mnhn fnmla e aos amgos do Brasl as mnhas saúdações». Conínr^mas * } Vfp Tf ~ {*» (!» f% ç Ur~ en-rá-tarla contra a mesmo. Adantou aquela -on ruor que presume ter s"do Posto na rua porque tvera ma lgera dscts?ão com dsca, um no da 16 de abrl, sore o regstro rlp nasskcens e aue a Ug-ht. não tendo molvo para dspensá-lo, aprovetou-re do pequena nclron» para 15 das dopos, commcar a sua demssão Fnalzando dsse nos o condutor Manoel da Blvn Pnto 1 LEGSLAÇAC DO TRABALHO V B. Càlheros Bonfm Escreve-nos o letor que se assna N. VAER10. «Desde <jue comece, a trabalhar, há três anos.almoço e janto no própro estabelecmento do empregador, embora nada dsso conste -de mnha cartera profssonal, lo sso quero saber: a) pode o patrão acaba com as mnhas refeções? b) em caro de ds. pensa, qual a ndenzação a que tenho dreto?». RESPOSTA, A almentação^ como qualquer outr> taçao dussa natureza, pres- tas como hab.tação, utldades, etc íaa parte ntegrante do saláro do empregado, pelo que r,áopodí ser retrada por ato exclusvo do empregador. For e?se em caso motvo de. dspensa njusta, deve o valor da almentação somado a sor zaçao, nao parte mportando fxa do dexe saláro de para constar efeto da do cartera cálculo de ndc- profssonal bm0"a essa crcunstânca. " LUZ COKREA. Todo empregado mensalsta tem saláro dreto mínmo. Sc trabalha ao menos de oto horas como deve-se sto é nao o cso ao empregado, mas sm ao empregador, admtu com horáro nferor que o ao normal. Todava,advertu a tendênca oa dos trbunas trabalhstas que ó empregado para mandar de acordo com pagar o 0 número de horas de se/vça PREVDÊNCA èocal* 4.berlo Ca.-r.o PAULO FGUEREDO DA COSTA Salvador. A sua mudança para outra cdade em nada lhe prejudcará, uma vez «P "èn que a sua profssão o torna contrbunte obrgatóro de um nsttuto, e êle tem âmbto naconal. O que pode acontecer é que, no de período sua mudança, você fque sem contrbur ou pelo menos, dmnua o valor de sua contrbução., sso pode trazer algum prejuízo se você precsar, logo depos, de auxílo, pos a percentagem de 60% é calculada sobre a dl» benrfíco" ^ ÚltÍm S ""^ anterore3 ao P«*:<- Em qualquer lugar do Brasl o desconto tem ò lmte mo, máx- que é de dos ml cruzeros mensas, c o mínmo culado sobre que é cal- o saláro mínmo em vgor você na localdade. nao Assm, poderá ser descontado sobre mportânca aquela, maor nem sobre do nu«menor do que a do saláro mínmo mesmo sem SS mcs VOCê ns ganhe P r faltes ^ PT t^ (Zl Também em qualquer benefíco que você receba, seja auxíl.o por doença ou aposentadora, a mensaldade não poderá ser menor do que 70% do saláro mínmo em vgor na cdade em SS cre^" traba,hand " maím "Ue 66% *?*? A duração do auxno-peeunáro ou por doença é de n«m& Apesar das denúncas fetas Por ete jornal sobre as m de- ss :<«,(jjuç se vêm do precessan- na Ltgt, a pretexto re nnma, eco- mas que na verdade nfln passam re uma manobra Para ne.tar o aumente trahlhaa- n mnw número de a re?, a emprôsn contnua ds- Pensar operáros, melhor cujo de «ervço tempo M* t S J ÍffUf.? metade da aposentadora, * ou seja S «fíht» í10-3 8alar,os dos doze «-mos meses ou nferor anos. a 10 ÊmSãMZ mmm?.em «W "" ocaldade. S«Onlp-n. por exemplo. Sl"mtdo»*etemos; a vsta ro condutor oms.em Vg0r "a l0ca,ídade ^ «le W "ao é Manoel da Slva. Pnto, nos comuncou que haver sdo mtrto re- sem nonhma causa.msta. Manoel da Slva tem AS SNE jrnas un ano p qtãfr.. re môce«, casa, porem, setnore "PARA um pm.rnonrt fo assíduo p cvm- TODOS" Wldor rns seus fcvnrés,»fo havendo razão no-tanto mra que aquela medda.extrema ^^"d«" to.de saláro fíf,caís terdos í?ad S para PeTSC^ aprovada sldo cs " um» Jko uut res *. assm Joder nesões ^aasbecompa^ htí"h,0s* S^ ^m ^ pa.rões. m os das nt-enzações estabelecdas em le. NUME oco» <» ENDEREÇO CDADE,,, ee0 oooo oo.o oooo.«,o 0o....».. ;,-,,0 r-- "> -" "> "" ««OO. eaoo....o0ooo "» OOO* OOO* , 9.0,.,B oooo ^Ç^ 0 " "-"»» O... O... 0O00,o ESTADO oo... o...,oos 0000 «ooo.,.. ooo.o,. MO a o a o» o o REDAÇÃO: Rua Evarsío a Ve! 10 - S RO DE JANtÜRO k. Y. MAA O «negóco» prncpa com a voz de um flho, contando íustora a do papa caçador de peles e da mamãe Índa: - naquele Papa, tempo, quera movmento e dnhero companha e por sso. em do gua Adolph Menjou (ator mumfcado mol) em s de for- 30 homens, nclusve um heró escocês de Warterloo, procuava o vale do castor, porque á era mato pele* de bcho. u^^3? para. confkur seus ntentes, tera que atravessar ab domfero**; <- h «oroso Índo HoHvJnH r!bus pele vermelha de SífeM M0"tab-.an; e P r ÍBS0- casou «<"" """«Se arques. Uma índla «Skt " neta do Krande chefe pele ver- SfeSsSarcacque J-carro1 Nash-La ** 8f ta,deb. hwa. m,r ndas dansas e*=oce8as, com gata de fole JZ ÇU "tó te?nar brn*íued». entre tj^b todos os dvert amgos daalutas do local. ««"««o mw» Mas, nem tudo é flordo nesta labuta de caçador de neles- &hft castosmlft.conv?nentrue be««ss uma flexa" nexa, e eu, nnh, h V F?»* atravessada anda brotnho, por fu evado pela floresta a den ^v^xr raval "*>*> - -W?íí M1,0..lí 0rrOroS0 H* «"»*» Kcardo MontaOu fo >trá«flme, oneo"zmo*7á tz Z "W t"1w *»»«-» sobta a vda de S. Uma hnlí moderna H «««Mo A egação da pxa conv^n ^ amgos da plota»em- Polôn? d&**x* pz asssrem a" P,Mlêses te dedcada à juventude. tnsfe ea* ílte «Pecalmen- PROGRAMAS PARA -"JJE Ü0EON - «Tco U<^> no eom íubâ, ABelmo Ou»rte, C4rrero,Mode»to Tonl* d«sona«. "UMPU JUrM P.-»c. - éoe mtaa Ow., SJV.MMWMí r-v: OLNDA - «Brtrm. o. ho." mon» «em le», u, tl,,ert Mt<Uum < Llzabctn Scott. PA-ACO - «Tco Uco no ub>, cora Anaelmo Duarte, Toma Carrero,- Uodeto d» Soua UarlM Prado. 9ÂSauwujt - «Batrad* *aa baomta Ha láa. am.»^ kart ^-..~m- -^ * a PARA TODOS - «Furla no Cosu, com Jotny We.smulle e Slet-y Moreluud. PAB - «Anala aru tard«demas», com Vlttoro de Sca o Anna Mara Pcrangcl. PLAZA - «Estrada doa ho? mens Bem le», com Houert Mtchum e Llzabott Scott. PRAJA - ^Desculpa a poelra», com Red», Red Skclton. «.óno. du.rf RFR FR FRFK PRESDENTE - «Fre Luz.de Jouza», em segunda aemna, com Mara Sampao/ e Joào Vlllaret. PRMOR - «Estrada dos homens sem le», com Robert Mtchum e Llzàbetl Scott. REX «Banddo romântco», com Loua Hayward e Patrca Medna. ROX - «Tco tco no fubá». com Anselmo Duarte," Tonla Carrero, Modesto de Souza o Marsa Prado, RAN «Mulheres em porl - go», com Glenn Ford e Gene Tcrncy. R* BRANCO - «O mundo ta- Uanho». HVOL «AluelnaçSo», oom Bert Qulstgaard Paul Reehhardt. RTÍ - «Estrada dos homens «n.1*1», com Robert Utchum Llzabeth Scott. ROSÁRO - «Tco tcono tgb», cora Anselmo Duarte, Tonla Carrero, Modesto de Souw e Marsa Prado.. ALCE - «Amtuhl será Urd» demas», com Vlttoro * Sca «Anna Mara Píerrange). S. PEDRO & «Tco tco no tuba», com Anselmo Duarto Tonla Carrero, Modesto dò Souza e Malsa Prado, 8. JOSÉ - «Amanha ser tarde demas», com Annu Mara Perangell «Vlttoro de Sca. 8. LUZ - «Tco tco no tub^». com Ascu "mí", Tonla Carrero, jludeto (««Sou^a o MaaaV «J-m«> VBLu - «Co.au.u aonafe-u.,,». V. SAüEL «A raposa do 4«Mlto». V. LOBO - «Tco Um ma tabéa, em Anaslmo Omte, Voalà Carraro, H~ltta e VTOílA - «Mulheres en perlgo», com Glenn Ford «(ene Tlerney. AMERCA - «Tco tco no fub», cum Asclno Uuurto, Tonla Carreo, Modesto de Souzs o Marsa Pado. ART-PALÀOO,- «Amanha seré tarde demas», com Anna Mara Perangell e Vlttoro de, Sca. ASTORA - «Estrada loa homons Bem le», com lu,t>jrt Mtclun o Llzabeth Scott.. AVENDA «Pandora», jom James Maaon o Ava Gardmr. AZTECA - «Banddo romnft- tco», com Loula Hayward e Pntrcn Medlnn. BANOERA. - «Amor pak4o», com Esther Wllams. BANDERANTES - «Punhjuo de bravos», «Loura Selvagem» o «Flash ( rdor no.lancta Martn» l? e 2» epsódos) BOThFOÜO - «Pandora», com James Mason e \t.t Gardner. B. DB PNA - «Derforra». CAROCA- - «Tco tco no. íubá», com Anselmo Duarte, Tonla Carrero, Modesto de Souza o Marsa Prado. CENTENÁRO - «A mulher do dabo», con- Laura Suare, COLSEU «Tco tco no íubá», com Anselmo Duarte. Tonla Carrero, Modesto dt 8ouza Marsa Prado, t COLONAL - «Estrada dos bomana sem le», com Robert Mtchum a Llzabeth Soott. X. DE SA «Ao car da note». FLUMNENSE - «O prata d* Trlpoll» e «Furla no Congo», com Jolnny Wolsamul- GUARAN «Hurlzonto do gloha» e «Trapalhadas de Harold» H. LOBO «EBtrada doshomea sem <e», cou Robert Mtchum e Llzabeth tfm DLAL «Vço tco no fubu», c;h Ansc.o L.uatc, Toma C»..,,.oueptu ue üuu.u e Ua.>,.d.,;u, lta...o - «o dao üe Laas;», cum ladmuu uwcu, Douad Cnsp e Laase. PANEMA - «Banddo (*. n&ntlco» oom loula Ku, «ard Patríca Medna. «««UM rlgo», com Glenn Ford» ne Ce- Tlerney. " e LEME - «Furla no Congo» com johnny Wclsamuler Sherry «Moreland. SfRA -tbanddo«- MARACANà - «Mulheres, cm Pergo», com Glenn Ford Gene a Tlerney. MAÍROCOS - «cnco- cova,.. no Egto», com Francdut no To- o Anne Baxter. MASCOTE - «Estrada los homens sem le», com Robert MRAMAR - «Tco tco no íubá». com Anselmo Duarte, PROGRAMAS DE HOJE ALVORADA - 3MM _,». chado). CARLOS OOMES * _ «Ponto e banca» _ ca Mlfuel Khalr - àa l«, ao * â horaa. COPACABANA - «.«OO - «o«ovos d* avestruz» ca Os Artstas Unldoa - aa M 31,80 horaa. PBN1X - (tachado). POLLrBS - 37^6 _ «T,,, mo dal» _ ca, juân Dâ. nel - àa 16, 50,80 c a?,» horaa. GNÁSTCO - (fechado). GLORA U - (fechado) JOÃO CAETANO - «-4m - (fechado). MUNCP/» - J2-28S5 _,... chtdo). RECHEO «m a ncordade nsso V» _ Empresa TlJAVRO UU BOLSO CJJ (f«!cll8(l«), ACA1 u,,u _ *várlüádc» Acu-lo» - a» : nm», a.ía.ü.-,> w, u,tt... vm A.uru.a.ay - as j» n«,,ua. BA^Al,A«.^a a-cla - jüu- sca a psta de danças. Lua Uolvo a«u e X aa B501NA - aa-asn - «l, flssq- co* ftlu» - CU. Blbl Ferralra r amaem m.mtau^^kmjmm «* tesa. Tonla Carrero, Modesto Snuza o Marlza Prado. MAUA - «Amanha será tar. «<" demas», com Anna Mara Perangell o Vlttoro de Sca. MONTE CASTELO - «Tco tco no fubá», com Anselmo Duarte, Tonla Carrero, Modeato de Souza o Marsa Prado. l. DE SA* - «Mulheres «m pergo». METROS (Passeo, Tjuca (Copacabana) - «Assm sao os fortes», com Clark Oable, -l caído Montalban e Mara Ele.a JUarquís. BEPÜBLCA ado).. (fe- Sans (,6ne» - ca. Alda Garrdo s 16, 30 e a horaa 8ERRADOR _ ^Ü «mlga da «,n. - Eva e acua artsta» - U t«, o e 22 TEATRNHO U OARDEL «Voe a,ue t u. u, prmo» - Empresa Gel- a Boscoll a 16, JO «at BAMBU - «Orquestra de Clauda Austn - a 23 horas CASABLANCA «y«l8dade»* - àa 33 horaa.,fíía1r.- 8J «Show com Cannem Pnto». ACQUARUM - AMBASSADOR ~ t7. AMBA -ESCALE - EMSASSY - «Psta de dan* ças» - as 2 horas. Mona 0A1U «Burlosque» - Show de Car. los Machado - a 1 nora NGl1 ANLl ÜAX «L«:cuua Cuan ü ys» - as 21 e ;Uu h.nh. «Jthc e o" *!( Orl,;nl-..,, íjj. ncutua «u e - lo u pat,1.1a ; hüaa.. Bu.CNUü DO ALVAREN- GA Vlüsca. SROCO «suow» a 21 ha V<ÍGUB _ VaSaSíu jtae--luohom.,... / -SYORGY SANDOR NA ABC -Conrttuu um real romm0 a apwsentaçlo ío p!an!«ta h«ngaro Gyorgy Sandor, no Teatro Muncpal, em 2 de mao últmo, num rectal que contou com a presença de numeroso públco admrado- de sua arte que ae aprmorou através dos anos, concertsta mundal que é há mas de 20 anos, exblndo-se em tournées na grandea Europa e na Amérca. Reconhecdo como um do. maores ntérpretes de L«t, nos deu sua nterpretação ma*;s-»ral em duas de suas obras muscas «Gonsolaclon» e «FuneraN les», e anda a «Fantasa e fuga em ta menor» de Bach, transcnçao de Lste, além de um mprovso de Schubert, o tão aplauddo Estudo em ré Sustendo menor de Scrabn, Estudos Snfô. meos de Schumann, nclundo anda no seu rectal «Dança Braslera» do Jovem compodtor braslero Cláudo Santoro, despertou que tntusáateaa aplausos de públco. O pansta, «tende»- *» a nsstentes peddos, «ecutou algum números extras. Para manhl, 6 de mao, está programado o segundo últmo concerto de Sandor, sob os auspícos da Assoeaço Braslera de Coneertes, quando o lustra Mrtuora executará o segunte programa: ) Fantasa am dò menor, Bach; Sonata em r maor, opct 28 (Pastoral) - Beethoven; Carnaval op. 9 - Sehumann. ) Balada em a bemol maor Chopn; Berceuse Chopn; Lenda Sertaneja Mgnonej Ostnato Bartok: Rtmo Bulgwo-Bartok, Meflsto Valsa-Lszt *****;-. CONCERTOS EXTRAORDNÁROS NA E.N.SS.. Terá lugar no próxmo da 6 d segundo concerto extraor* dnáro da Secretara Ofcal da Escola* Naconal de Músca que. a cargo do volnsta Leônrns Autuor e d«> panftn Mano v-vs, aprcsetlrá o segúto píonnunn:, ), Bch -:-: U(;35/175()-( - Soat en s..ncno (A-í-íí»1- íuesru, AnüuUu, Àlbgrò)* ) Haendel (1G ) - Sonata em re maor Adago, Allegro, Larghetto a Allegro) ) Haydn (1732*1800) faaatâ <no tel rt-~ (AUaS--*» Mo&a» JbmÉem -.,.

7 Aí MPRENSA PO?ULAR PAGNA r» r «/ * ** o uv.1 rfrnnlf n fxlto a m.kní». dflsflnvolvda nelo Sr João Lra Flho, Junto % Asaoclatjlon Uruguaya do Futebol, no ntuto do aclarar a CopaRw Branco em 19S3 JÍSffMÍSaf*^^ antgo presdente do C.N.D. Fcou, então, de ser marcada nova época para a realzação dos jogos, acrcdtando-so que estes, somente venham a ter lugar no ano vndouro ^9 /^^^m^m^m^^^ê- DATAÇÃO ENCERRA-SE HOJE A Dsputa do Certame Caroca Os maores "ases" da aquátca braslera estarão em ação A CBD lumsha ~arà os campeões sulamercanos As provas em revsta Esta manhã, na pscna de Álvaro Chaves, encerrar-se-á o Campeonato Caroca de Hatação correspondente ao ano de.s52. Reveste-se esta dsputa de grande nteresse, pos que a exemplo do que ontem ocorreu, os nadadores paulstas que ntegraram a delegação braslera que concorreu ao Sul-Amercano, bem como o mnstro Fernando Pavan, estarão presentes às provas. dando a estas um colo- cdo todo es.neeal. Assm t que, teremos os seguntes dsoutantos c\«rns neste cer tamo da metrópole: Umde.,. _ 3.» prova 200 metros,.no O CONTNENTAL DE ATLETSMO j, pjova 200 metros moças! nado de castas da- mvs Busn. 2 prova 100 metros no- TCgps, nado lvre - Paulo Ca- Buenos Ares, 3 «Espa) bara a MPRENSA POPULAR) -Dsputa-se amanhã, no cstédo do Rver Plate, a segun- a ornada do Campeonato lül- mórcáno de Atletsm emoortando as seguntes mens, nado «le costas Fernando Pavan. 5.* prova 100 metros, moças, nado de peto Wanda de Castro. C prova 400 metros, homens, nado lvre -- Tetsuo Ckamcto. 7.» prova 100 metros, homens, nado de peto Ota vo Mobgla. * Por outro lado, as elmnatóras realzadas domngo últmo, revelaram os seguntes fnalstas: 200 metros Moças, nado de costas Edth Oroba, Mara Helena Nunes e za Almeda Flumnense, La Guteck Botafogo. 1C0 metros Homens, lvre Aram Boghossan Tuca; Douglas Lma Flumtense Fernando Das Botafogo: Rcardo Capanema Tjuca; Eduardo Aljo Flumnense; Martm Andrade Flumnense. 200 metros Homens, costas Marvlo Kell, Júlo Grunfeld e Arstarco Olvera Flumnense: lo Fonseca e Flavo Herrlen Botafogo; Patríco Souza Bangú. 100 metros Moças, lvre Ana Mara M. Lobo Botafogo; Vlma Luz Flumnense; Mara Elsa Alentejano Flumnense; Tajta Ro drgues Flumnense; Orlanda Vergara Botafogo; GAÚCHOS VERSUS PARAENSES acarnpeonato Braslero de 0 AMSTOSO DESTA TARDE PARA OS CA- "* ^^gff^/ffls? Futebol terá prossegumento «jqrjaa _ n SE+ECONADO SULNO f PARA: Dodô - PJroba e Baesta tarde com a realzação *^^*.nr FAVORTO O VENCE- w ~ fambo< zé mú* 9 de um únco prélo, já que CONhlüJKAlU JJ^VUlflAU " lawr»z Mun? Telxerlnha, Qulba, mneros e matogrossenseg jyrm ENFRENTARA OS PAULSTAS, NAS juvenl, Hello e Jame msoppar a noteeu dfs* SEM-FNAS - OUTROS PORMENORES - OUTROS outros DETALHES mém A arbtragem estará a cargo do arbtro caroca Carlos í?í*.ú^m?j!m? pazes -*>as «altérosas» ^-rjeclonado a vtòra por 4x1. O encontro de Sul, que está sendo represen elmnou os amapaenses, os de Olvera Montero, o pópu- do Ro Grande do.tagem de 4x0. Já o Pará hoje reunrá no gramado do tado pela equpe do nternaconal de Porto Alegre, como res». E possível que o prélo nco prevsto para as 15,30 maranhenses e os «potgualar Tjolo. O Prellq tem o seu Botafogo as seleções do Ro Grande do Sul e do Pará. nüo poda dexar de ser, a- venha a agradar, bastando horas, devendo a prelmnar Trata-se, sam dúvda alguma, prçsenta um bom jogo conjuntvo, sobressando-se joga- atuem de uma forma razoabes do Deparlamento Autôno- para sso que os paraenses ser dsputada entre dos clu- de um jogo sem maores atratlvos, devdo justamente ao dores como Bodnlo e Jerônlmo que já multaram em «pampas» so classfque para cos, ao preço de Çr$ 20,00. vel. Para que a seleção dos mo. Os ngressas serão ún- OS ALVOS EM BAURU amplo favortsmo dos gau- canchas guanabarlnas. Ven as seml-fnals, a serem df.utadas com o «scrach» de São Como íuríc dos festejos comemoratvos à passagem do seu SJ> chos que são possudores de ceram «ís sulnos aos baanos anversáro o Bauru A. C. enfrentará na tarde de hpjs, o 8 Çn> um futebol muto mas evo por 1x0 e 4x1 e no domngo últmo, em Sâo Paulo, aos Em caso de derrota, serão Paulo, basta um empate. MNEROS. tovão do B\ R. que vem de Araraquara, onde eppatou com ludo. Jogam os nortstas à OS ADVERSÁROS c Ferrováro por três tentos. Os alvos estão bem dspostos, base do entusasmo e talvez paraenses, pela elevada con- efetuadas tantas prorrogações esperando obter wna bonta vtora sobre os seus rvas detono quantas forem necessáras DOS CAROCAS nas. No clchê, Geraldo Bulau, fgura de proa da defensva com sto consgam algo de para se obter.um vencedor, «cadete* r* r postvo neste match. O se- 03 QUADROS Com a vtóra obtda sobro RO GRANDE DO SUL: a seleção do Mato Grosso, pela ADVOGADO Hetor Rocha Fara CAUSAS CÍVES, COMERCAS. DRETO DE FAMÍLA E NVENTÁROS Rua Ouvdor, 168-S9H - Tel. 43-e -* > rm Tjuca; Slvo Kell Flumnense: Henrque Arduno Botafogo. CO metros Homens, peto Ademar Grjó Flumnense; Antôno Menezes Botafogo; José Godnho Ban^úl Everardo Cruz Flumnense; Alberto Danel Flumnense; Poul Madsen Botafogo. Revezamento de 4x100 metros Moças 2 turmas de Flumnense e 1 do Botafogo. Revezamento de 4x200 metros Homens 2 turmas do Flumnense, Botafogo e Tjucá. FLUMNENSE, O FAVORTO A etqu.ne trcolor, mercê da atuação de seus defensores, por ocasão das elmnatóras, vem sendo apontada como fa- OS PREÇOS PARA O TORNEO EXTRA A F.M.F. fará vgorar 03 seguntes preços para os jogos em dsputa do troféu «Carlos Martns da Rocha», ontem ncado: Doa Lndoberto e Oreco Paulnho, Salvador e Otlorlco NOVO RECORD NOVA YORK, 3 (A.F.P) O Boletm de nformação «a Unversdade da Y.le anuncou quo, durante una tentatva cs «record», efetuada, la três semcn-a, a equpe l< New Ha. Arqubancadas... Cr$ 11,50 ven bateu o «record* do mu.»- Caderas Cr$ do, da revezamento 3x100 metros, trêa estlos, com o tem-, GeruB Cr$ 6, 0 Mlllae3 Cr$ 3,80 po dp 3 mnutos o 7 segundos. PNTOR AETE -- LUXO JO/- FERBT3RA DA SLVA EUA DOS ANDFtADAS. 129 FONE: ESTRÉA O Flamengo em Recfe Os rubros-negros c/:sde on- r.ccfe contra o Amérca. A tem se encontram nacapta cegur atuará o quadro caroca pernambucana para onde se-, em Jof.o Pesoa, no da 10 em guram, com ft3 de dsputar Natal c fnalmsnte, encerran- A Corrda das "Ml Mlhas" BRESCA, 3 (René Centasso da - rance présçej A co.da anual das «Ml Munas» va começar na note de hoje. berá um da ue tesu pa-»a os talanos, que consuuam essa.prova autumodlstca como a demonstração de sua aptdão en organzar competções esportvas g;jaatescas e que gostam de saudar, r.a passagem, as con e- nas de máqunas nscrtas na corda. Ccmo seu nome ndca, as «Ml Mlhas» representam um percurso de 1.G00 qulômetros, em um tneráro que par e de Bresca e nclu váras grandes cdades, como Verona, Pa dua, Havera, Ancona, Pesca- provas. " r>,30 horas metros bsos. Fans, Cavalheros. 15,45 horas metros ra-ns. Fnas, Cavalheros. Vera Halpern *-- Tjuca horas -= Lançamento So peso. Cavalheros. Salto 100 metros Moças, Pe.o Cândda Barroso Flumnense: íplanda Veríssmo em extensão. Cavalhers. 16,15 horas 110 metros, Botafogo: Lectca Bretas com barrras, Seres. GragoaLt; Usela Lasszer horas metros Botafogo; Glda Vera Flumnene; Kyva Maos Flumnensera, Aqula, Roma, Vterbo, rases. 17,30 Salto em extensão. amas. 110 rnotrqs cm barre* 4Ò0 metros odona e Parma, antes de vol- Homens, lvre Sena, Florença, Bolonh, Douglas Lma Flumnense; Artur Bedg Botatar ao ponto de partda. Tas. Sem-flnas. 18,00 horas 400 metros fogo; Alberto Alcouloumbró rasos. Fnas. Flumnense: Álvaro Amo. í Mfmto be&wf ALEXANDRE FADEEV. P. FROLOV ÍLÁ ERHENBOURQ M. ROSENTAL PÀBLO NERUDA FUNDAMENTOS M. HLM M. HLM GRACLUNO RAMOS La Perroía 80,03 JRelatos Sôbre R- Bologa... 30,00 Pm Norte Amérca 20,00 Método Dalétco Marxsta...?.. 25,00 Canto General ,011 N, 25 Feverero ,09 L«s Montanas y los Hombres... 30,00 t anos quo cambaram e mundo 25,00 7 Hstóra» Verdaderas 25,00 mwm vtora troa *W QÍJANtlHÚ * fltehptmm «UjnUWHf {PH0«tMHOlStl "Cantos de Esperança" «RAFAEL DB CAKTALBO *- (POESA) Vv&\ W 20,00 à venda nas Urrara* «bo ajh-fr.-., deste jornal* vorta, devendo mesmo levar uma sere dc amstosos O do r.ícrnnorada, novamente em " "O de vencda esta dsputa. gro será ncado amanhã, em recfe. grêmo da Gávea receber apor ô;tes amstosos nada ^monos de S20 ml cruloros, lvre de despezas. Há O CORNTANS EM ANKARA Anlcara, 3 (Especal). Voltará a campo, amanhã á tarc"-\ nesta cdade, o quadro do Corntans Paulsta que enfrentará, em match-revanche, o Galatassaray, la prmera partda dsputada entre ambc», a vtóra pertenesu aos A utldade dessa prova, do ponto de vsta tócnco, é n dscutível. A maor des novos modelos das grandes marcas talanas foram sempre expermentados no pürcurso das «Ml Mlhas», cuja natureza tão varada nermte um exame precso das quadades e dos defetos dos dferentes lnos de automóvesd.sde cs automóves de t-"*3- mo até cs bóldos de corrda. PRESENT*- FANGO BRESCA, 3 (A.F.P.) - Juan Manuel Fango confrmou otcalmente que partcpara das «Ml Mlhas», prova cujos concorrentes partrão de B:esca, de mnuto a mnuto, a partr da note de hoje para amanhã. O CT-r-ão do mundo plotará uma Alfa r-m-n WlO-Snrnt, que parpee preparada para a grande.nrova anual da qual Fango partcpou em 1950 Pcla prmera vez. O AMÉRCA EM S. CATARNA A equpe rubra, que hoje jogará em Pelotas, frente ao S. brasleros, por um a mro. Ç. Pelotas, local, segurá Ço. O <j unm quadro do..>/ v.u, Cornfans... de..-- pos para Santa Catarna, verá fromar cem: Glmar onde saldará dos comproms- Murlo e Julão -«dáro. E0S a s p n do corrente, con- S haluznío3,bertgatão: tra o Aval e o Fguera, re, Jacltcon e Colombo. pectlvamenl\. u. UMRAW ll ÍÍ!,%.*"-./» - WSjWVVíj1** vv^l^rf> toívvt*«w,v* BXAWR8 «H «um-ue. mna. wtnrw. ete. PunçSo lomba», e-tame do llquor DaBnóstw pre«ôw «Ja gravwêa <»«:«««*»!; Znrdeh ou Mann. Avenda Almrante SSarroso. n«% (Tabòlero da Baana) } V andar - Sala Telefona «2-HHH0. \ Darameníí A* 8 àt 19 horas. Aoa aábadot ate 15 ho-as. } DR. A. CAMPOS (Crurgão - Dentsta) jjetsoráo»nat6mlfa», por proenao norto-amerlcao. K«r»t«Je» llrch e opcmcd u.. úca - UMKí* l-j.«ll» B.\1<>>«*» Buncl nm ntuenol tmtdo pur pn-co» raow. «-o»-*- tonotl Uu» «o "armo n V - 0- anlar - «ala Ml «?" «> *». * sábado» e Uua U. Manuel, M - aut> aa a**., «*» «cntas-lelraa. - ÍKLSFUNS Í2-W1* í s+w+^+*+*?*+++^+++t^+*+*++**+0**mm*4 #«*»(»*?«*? TRÊS AMGOS»»n»»»!" yjm v*, e)u«w» NOSSO Jornal. Ou*rt«, 4 í Wf çlante, O tercero é «s4«jflrnal, qu«? procura levar «você a verdade e o esclarecmento. No é natural que noa audemou mutuamente? Cumpre tu<lo e»ue vecí írectaar, emt» atentam»»»* * bmmkw anúntoa», C^an» *W K«rf»*»*»K*»»»* «* * 1" "mprensa.potntlkbr possbldades desta c::curs vr a ser prolongada, porém nunca até o da 15 do correte, pos que nesta data, terá o Flamefgq que segur para Lma, no Peru. LEAM -. NOVOS contagem de quatro tentos a um, classfcaram-se os representantes de ]Vlnas Geras para as sem-fnas do Campeonato Braserb, quando então, darão combate aos carocas. ESTRÉA O PALMERAS Cdady do Méxco, 3 Especa paraa Mj.-lttttíA JUx-ü- LAR) Apresenta-se amanhã, ao públco mexcan*), a -equpe braslera da Socedade Espoftva Palmeras que dará combate, nesta oportundade, ao Necaxa, forte conjunto local. O prélo, que terá lugar no Estádo Olímpco Costa captal, é aguardado sob ntensa expectatva pao públco «azteca», acredtando-uo que a arrecadação atnja a uma cfra bastante elevada. Dos jogadores qr.o ntegram a equpe do Palmeras, das são os que possuem maor cartaz: Jar e Juvenal, justamepto pelo fato de ambos tc;"m 1<C pertencdo ao «scratch» do Justo Empate Entre O3 quadros jã se mco.» ram pratcamente escalado»*, devunuo formar assm: PALMERAS Fábo Bu bens e Juvenal Túlo, Lux Vlla e banu Lmnha,, Moacr, Ponce de Leon, Jau «Janhòtlnho, NECAXA Morelo* Lo» pez «Lavada Roca, Gue» vara e Blanco Razero, Na-. anjo, La Madrld, Qunhonet) Leyya. Como to observa, o club me* xcano possu em seu conjun«to, dos «scratchmen» naco» nas, quas sejam o mea «11» reta Naranjo e o comandara te La Madrd. Lcmentam óí torcedores locas a ausênca h_ílh u 11 \j»o-h-.w*»-»«w entre vg os uo brasleros, *. 11\ 11»;, de wv Rjrlr».«.--#»»f»-> Brasl quo ntorve!o na Capa 1 g.vs, um dos campeões pana* da Mundo do mercanos. Msuceao ncado ontem o "Torneo Exíra», com o prélo enre vascanos rubro-ans Saladuro, Jansen, Edmur e Nannho, nessa ordem»-* os goleadores Ouras noas O PRMERO TEMPO Os rubros.ar.3 ncarar.*. bem o jogo, marcando logo ao:- 12 mnutos o seu prmero tento, por rtèrméçuò de Saladuro, ao recet}?.) um passo de Luztanu. E com este escore tor mnou a etapa ncal, apresentando maor volume dc jcgo d» Bonsucesso, assnalandoentretanto, que o Vasco já ao fnal se armava melhor. O SEGUNDO TEMPO Os vascano3 rencaram o jôjo com Vasconcelos, no lugar de Vvnho. E a equpa mel.o- RUMOS O JORNAL DA JUVENTUDE À VENDA O N. DE MAO -j=== j tt\rj-yy^jaí fer»*^^vpkb \àwb9^tt-. \j tx tojf Dando nco ao «Torna> rou consderavelmente de pro.. Vava, contunddo, ndo Jansen -_.. t.l.^x. fun^lnr. «/!.,.« , »,.»».> n mn nn 1 nt» Mon «no Carlos Martns da Rocha» eal.l dução, domnando ntcranònpt pura a níca canhota. Mas, oa veram em ação na tardo d: aos seu3 adveraárlas qua su lmltavãm a defender usaaspan vão ao.aque, pressonando o rubro-ans não se cm regam a ontem, em Alvuro Chaves, a3 equpes do Vasco o Donsucwso. damente. arco de Canos Albjrto. Ao* 12 Regstrou-se, ao fna do cm. Tenta o técnco leopoldnens mnutos süo operadas duas bate, um justo e merecdo cmpate 4e «os tentos, que veo ttu Saladuro por Vassl, a.s Aldema e Urubatâo, no lugac moluorar j seu acaíe u sul)*- aujs*..l«;6e3: Lola nq lugar õe premar aos esforços dos vutes dos jogadores em. campo, Concretzando no marcador r. mov.menur o marcador, por 23 mnutos. du Glberto,, t cabe ao Vasca sua superordade, u Vasco as. mtçrmádo de fcdmur, as 38 snala o seu prnerò tonto, mnr.s, numa nlccsüo da 1*9* por ntermédo de Jajor, txaz leaa rubro-anl, que esperou a.3 nuíoj, numa c;n..;-o a marcação tíe um mpedmento,. boca da meta do Ar, D:j.r lnalenle, ao apagar das!u entra um mnul-oa lopos. Sa (otvsttroswmtáfípem/oos,,$os {mco* POPOlftRlSí favo, ra. va-/y// BRLHAM OS BRASLEROS LKBOA, 3 (A.F P.) Nn mbto do torneo ntornacló nel de tro ao3 pombos, o Prê. mo Goulâo, do C3cu dos, fe ganho pa.*) Jla.- Care Cnklea, por 17/17. O braslero Morera Montero clasnfc"]*-"- cm tercero lugar, com 10/17. No Grande Prêmo d? Ouro e dô Tursmo, de jícudos, o braslero 0;\va co Borges Oo*;ta se encontra atualmente a frente, por 11)10, com o espanhol Cnn fíartlno. AMERCA Ao que pa*.jce, o estádo rubro terá a aua nauguràgao a 22 de junho próxmo, jogando as equpes do Amérca e Vasco da Gama, na prova prncpal. BANGU. Rlal e Vllaros são os novos elementos com que espera contar o grêmo, surburbanp, para a pró:;ma temporada. BONSVCHSSO Os jogadores Elas, Garca e lmar poderã.*) partcpa do Torneo Extra, segundo comuí-üeqcão feta pela F.M.F. Anda a entdade caroca con. cedeu o passe de Grngo, para o clvjb loopoldnense. NOVA MENTE EM MNAS ü O BOTA FOGO : PRESENTES OS CAMPEÕES PANAMEBCANOS BELO HORZONTE, 3 (Servço especal para a MPRENSA POPULAR) - Depos de jpgar na tarde do da.,> nerta captal, fronte uo combnado Amêrca-Cruzero, o Botafogo F. R., do Ro de Janero, voltará a campo amanhã para mas um compremsso, contra o mesmo av/ersáro. Terá, como se observa, o caráter de rovanche este jogo, pos que os mneros foram batdos na pt-mera oportundade por 4x2 e desta feta,.esperam melhor sorte. Contudo, oa alvl* negro» carocaa aão apontado» como favo» tto», alnd» mala quando * *»«U qua» *»>*«a»«-rca>oa eame&as Oatalo*, *5*tae»». «ante», À**«BwíOw»*»**»r*»*«tta «.»«*» auatwtawl* 4mmU íon«a, b>terwa «1» toreda, pa»»«v 4«nrolar. Al aqupea deverão * apr»ntar, n0 eatádlo do Amérca, com as egunte» fprmasôeat COMBNADO Aldo, Avelno «Dr- «; 1edrnho, Pampoln Saqv*r#»a! Wlaaa X. M*m M**».»«*»»* W*^***? P4ff»a*»> BOTAP-OQO -** Orwldo, Qm** «> toa; Arat, Buarnho e OavlU!, Paragua-». Gennho, Dno, Zeznho s Jame. \ : :í&m&^tt ) 7*8 J < WíHHmp» «4 ^m «..ffbraon ZS3 do encontro, precsamente aos 45 mnutos, o Bcnsucessa empata, caljodo a Nannho a autora <íy tento, dupcs do o8 a paleta oaldo ta treve, OUTROS DETAÜES vam Capelet fo um arl*- tro,cgulár. As duas equlpeíj. assm ce apresentaram VASCC»; Carlos Alberto Beün e Wl» son Aldmar (Lola), Bra c Jorge Vvnho (Vaseonet**» 103), Maneca, tdmur, Vavl (Jansen) e Jansen (Dejarn DONaUCESSO: Ary Elas Waldr Glberto (Urubatã*)), Garca e Luzranu ~ Mallnho, Saladuro (Vassl), Grngo, Na» nnho e Hélo., BOTAFOGO * Os alv-negr-s ea*rearão n«j íornçp Carlto Rocha, quarta*.era próxma, enfrentando o ôlantx. A equpe paraêate jugo, deverá ser a -/..gunte. Glson Haroldo e Floraho líubnlo, Ávla e Rclardl Mangaratba, Zeznho, Dno» Vnícus e Jame. C. DO RO Contem à tarde estveram jn u\.úo os profssonas can* torrences, tob as ordem» de* Newton Anet FLAMENGO Traçaa jú pertence pratca» mente, uj plante ua Gávea...u.ac-.r, ouo elemento uo ae*. jcorauo matogrossense que lüm utuíu.o com ue->taq.tí,.umjôn está aas cogltacoe»..e -av.o Losta. FLUMWENSJE Hoje pcla man»a, em Alva» Chaves, os trcolores entre> ^ar-se-üo a um ensao coletvo sob a «batuta» de Gradra. ílesta oporundade, será co nhocdo o tme que eatrear no Torneo Extra. MADURERA Genuno contnua um* ln«, cógnta.0 rapaz está aqu n» Uo, sem contrato com o gre«mo trcolor suburbano e an» da sendo cobçado pelo Fa* mango e já agora pelo Bangu, que lhe oferece vantagens ex* cepclonas. OLARA Também os barrls mov» mentar-se-ão- na manhã d» hoje. Delo Neves escalará, ne ocasão, o quadro que dâr1 combate ao Botafogo. S. CRSTÓVÃO Cunha, o valoroso «vanta mnero acaba de afrmar co«; trato cem o Juventus de Sã» Aulo, dexanóo desta m&n*v a, o plante alvo... VASCO Barbosa, ao que parec», t» ou três dedos de uma «5»,s mãos, o que o obrgar!) nls meses de natvtlale,.om sso, estará afastado d# «Scratch» Caroca.. f

8 3M 1& a.m*. mm «m doü mm mm, Wm!»U mm mm m M Mm ta mm *m% asm ÉT Bu--lV*Jl11*««Pw H#h llfwa 5^^r_fí ^BmWmÊ ^^m\w ^ mw^ W^ BmmW tw ^mw _. gppprapppp-w-^^ ^fü ^^^^^^"^.fv^s ^BHffl ^t jjüa CALÇADA que se v,è no clchê 6 a Nclon Cardoso. A outra não tem calçamento e se m^^p^é$^í a ;; ^^m *""*" notar M ""flcos e matagal que ameaça cobr-la. Como as demas, nüo tem esgote ;j> SR. BENEDTO RBERO quando narrava a morte de sev companhero de trabalho, por falta do um Hosptal de Pronto Bocorro local. Casos como ôsse são freqüentes cm Jacarepaguâ, mãs a Prefetura persste cm não melhorar o servço du assstênca médca daquele suburbo aí*^ ** no Prmero Ée Mao em Moscou :-..:.;.v, : ;. EM JACAREPAGUÂ-os enterros aãa conduzdos na mão. Este [ler, ~.;:tc fo co Taquara c terá de camnhar ató Pechncha v.a Freguesa, mulo fca o,.-.* Ulo no largo dc cemtéro loca PASSEATA DE PROTESTO DOS ESTUDANTES CAROCAS Unverstáro e sscundarstas em grande maníssíaçüo contra o desneresse do governo pelo rasam-ane esudanl do Calabouço Concentração às 14 horas no Largo de São Francsco e passeata até o Mnstéro da Educação" Os estudantes carocas vão dantes carocas para uma concentração monstro às 1*1 loras realzar amanha aama passeata, cm protesto contra o aumento no Largo da São Francsco, cm de pafço nas re/eçcas do rea*."rente à T-scola ííaaonal üc taurajte un Calabouçó, e o -lesrtéresraè do governo pala dantes rão até o Mnstéro ta Engenhara, de onde oa estu- questão. EduçáçSc cm paaaeata, prote.".* As entdades naconas e metropotanas,* de unverstáros <? vtordades que mandaram cons* tando contra o deacaso da3 au* secundaras representadas trulr o restaurante estudantl. Já pov suas dretoras, esttvcran com fns puramente demagogíc03. com o Mnstro da Educação e com o sr. Getíalo Vagas, pleteando o não aumento dos A NOTA OFCAL DA UME preços o a emssão do cartõas para mas estudantes que A propósto o presdente da se encontram nscrtos para a* Unão.Metropoltana do Estudantes dstrbuu a mprensa zer refeções no restauram-a estudantl, quo tem capacdades uma nota ofcal can quo relata para 4.C0O comensas o quo os trabalhos da3 entdades es. até c momento só atende a ludants junto às autordades, 750. O Mnstro da Educação demonstrando o sou descaso, e recusou categorcamente a resume as revndcações dos atender as revndcaçõas dos játudàntes em tr s tens: 1 estudantes, enquanto o sr. Var. Nenhum aumento no preço tas gas delas nem tomou conhecmento. Por sso, o Conselho dè sejam emtdos por uma co- rcfoçõ23, 2 Que 03 cartõas Representantes da Unão Me-. mlssalo msta da UME o E.M.b., tropoltana de Estudantes resolveu convocar todos os estu- Cr$ ,00. A 3 Abertura de um crédto da ntegra LEAM NOVOS RUMOS O JORNAL DA JUVENTUDE k VENDA O N. DE MAO da nota ofcal da UME publcarnes na secção Vda Estudantl; E Om HsroMA kcmwos* dacarepagnu. é nm halrro onde op admnstradores muncpas só comparecem de ano em ano: nas (estas de São João}, ou quando o pessoal do «puxa» lhes reudem homenagens bajulatóras, com churrascos ou banquetes ao ar lvre. Nunca a Prefetura se lembrou que Jacarepaguâ tem a quase totaldade de suas ruas por calcar, nem que Jacarepaguâ é desprovdo até de uma barraca do 8. A.P.S., e que os gêneros lá custam quase o dobro dos preços dosgêneros na cdade. Sobre Jacarepaguâ, o barro onde (ala de tudo, a reportagem que publcamos na quarta págna desta edção, de autora de HÉLO BENEVOLO e fotografas de ORLANDO MAA. glllg,, _ -flllll a.w...:w mm^^^^ : skgj^^^l-mwrw^mr^mmwmm^m\ : ««^ P^ÇíkMíSR-Í ^ NA KMSSSSSS- : : ;.Í..Y*. Y...,--.,...;;.. : ;. _.:._.YY -,-... :...:! Á CAU NO 13 OPERÁROS. 4 JURSTAS, 5 ESCRTO- RES, % MÉDCOS, 3 MÚSCOS, 2 JORNALS- TAS, 1 JOVEM, 1 COMERCANTE E 3 MU- LHERES COMPÕEM A REPRESENTAÇÃO DE NOSSO PAS Entre as delegações que assstram ao r de Mao em Moscou, conforme salentou mesmo a reportagem telegfafca que ontem publcamos, datada da captal sovétca, estava a representação braslera.." -",. Das atrás notcamos a vagem desses delegados de nosso povo, sob a presdênca do advogado Abel Çhermont, que já se encontravam a camnho da URSS. Posterormente apuramos mas detalhes sobre sua composção. A delagação compõe-se, no total, de 13 operáros, 4 jurstas, 5 escrtores, 2 médcos, 8 múscos, 2 jornalstas, 1 jovem, 1 comercante e 8 mulheres. São ao todo 34 pessoas, entre as quas* se encontram: o dr. Abel Chermont, presdente da delegacão; o desembargador João Perera Sampao; o advogado Snval Palmera, o escrtor Graclano Ramos, os panstas Arnaldo Estrela e Mauríco Yacovno, os escrtores Moacr Wèrneck de Castro e Dalcdo Jurandr, o dr. Marcelno Serrano, da Cruzada pela Paz, de São Paulo; o escrtor Palma Neto, da ABDE da Baha; a sra. Crstna Joffly, pansta; o dr. lha, medco do Ro Grande do Sul; a sra. Elosa Ramos, a escrtora Nar Batsta, o lder operáro Elseu Alves de Olvera, o dr. Maurlo Pacheco, medco em São Paulo; o jornalsta Fretas Nobre, presdente do Sndcato dos Jornalstas Profssonas de São Paulo, e mas 17 pessoas. CDADE "CONTO DO PACO Espancado o operáro pelo guarda-muncpal Morreu a crança mordda por um rao Recebeu um ro no abdômen Alrop#= lado na Praça da Bandera Fraturou o crâno ao ser atropelado Sucdou-se ngerndo ó xco Outras notas José Alv»ro. «Mübem conhecdo pelo vulsc de ««d»og»d», com nm pacote debuíxo do Ltaco, ondav» pclr.t ruas da cdade, * c.pera de que algoem aparecesse, albuom com as nnallda-.e neccssrla. para car o» «conto do paço». íostado a uma esquna, José Álvaro *guardavr. a cuegada do «escolhdo». Fnalmente, depo.s dé alguns momentos, surxl Manoel Coes, português, moralor~à avenda 28 de Setembro, 10, quo medatamente ío «bordado pelo «advogado». Al, entlo, vgarsta passou-lhe a manjadlssma «conversa»: A velha e batda hstóra Uo parente falecdo, que antes de morrer ««era vultosa duacào a Santa Casa, etc., etc. Manoel do G6es, bem que se lembrava de casos sem., hantes, acontecdos com outras pessoas quo.alram no «conto» Tod*- va, a lába do ma.andro lo mas forte, de modo que em pouco.em»*, Manoel estava convencdo da honestdade do vgarsta. sso Jol o «eo mar, pos acetou a ncumbênca do levar o dnhero à Saou Cma, dexando em troca, emo garanta, -. mportânca de 4 ml cruclrus. Ao chegar cm casa verfcando o logro em que caíra, sentu-se envergonhado pelo papel do otáro que desempenhara, mas crou coragem e apresentou-se a delegaca do 17.P dstrto, ondo apresentou quexa. quanto r.o passador" do couto, * desconhecdo seu paradero. ESPANCADO TELO POLCAL O ferrero Otávo dos Sant/s, casado, de 28 anos, morador na lua marquês do São V* cente, na Gávea, fo barbaramente esjancado pelo guarda muncpal n. 47, que atende, tamt-ám, pela alcunha de «joão guarda», conhecdo no Parque Proletáro, como ndvduo volento, além de ser um beborrão contumaz. Como há tompos, Otávo dos Santos tvesso uma dscussão com um rnào do atrabláro polca munclpa, t-ste agarrou-o, transportan do-o -para o «Salão Azul.lo Parque, local oflde são espar. cadoa os presos. A sofreu borrachadas na cabeça, fcando quase defarmado. O covarde cs- e no M. C. P. P. emoração ao de Mao Recomendação a todos os Conselhos, vsando a cobertura das colas de assnaturas No proumo da 8, às 17,30 mos aos campeões da coletauo frmas e aos Conselho-, re* horas, ssra, rea.zaua.a granue socnüa^de publca na cordkàs que, até 8 de Mao, acae do Vlóyrwnto Caroca tenham atngdos as cotas ^ca Paz, em ncmcaagen ao prevstas no plano de emulação. da 8 de Mao, da da vtora sobre o nazsmo. Ne^ta data, Nesse sentdo, alás, o Movmento Caroca esta se drl- as organzações de paz, em to* do o terrtóro naconal, t.eve* gndo a todos os Conselhos rão se apresentar com 84 por de Paz, ecorsondando a ntensfcação. da. coleta de as* cento de sua quota geral de frmas por um Pacto de Pa?, snaturas e seu recolhmento, entre as grandes potêncas, com a majema brevdade. A totalzando, em conjunto, que secretara do M.C.P.P. pede, tro mlhões e duzentas ml as também, por nosso ntermédo aos delegados do Dstrto Fe* deral qüé estveram preax-n* tes à Conferênca de Montevdeu, que compareçam com snaturas ao pè do Apelo de Berlm. Durante o ato que realzará em sua sede, à* Avenda Ro Branco, andar, o Movmento Carlcca tfela Paa». procederá a entrega de pre* JORGE BRANP/\0 urgênca à sua sede para tra* tar deascunto do máxmo nteresse. X Capítulo pavaador, termnada a «ses sâo» de espancamento,.ameaçou-o de morte caso levasse ao conhecmento do públco o suceddo. Mas Otávo não se ntmdou e pedu que fosse aberto nquérto no 1.» dstrto polcal, a fm de apurar a re* ponsabldade do guarda facanoroso. MORREU A CRANCNHA Faleceu no Hosptal Gotúllo Vargas a menna Suely, -e apenas un ms dé dade, flha de Paulo Gonçalves de Ollveíra, morador no Parque Arará, que fora transportadu, àquelo nosocômo depos de ser mordda por»am enorme rato. UM TRO NO ABDOME 0 Fo o que recebeu Mara dn Conceção, resdente na rua Comandante Maurtl, 126. C autor do dsparo fnjlseu companhero Ruflno dental, qu aconou a arma, aem quo pa» tanto houvesse motvo e sem dar qualquer explcação. Mara está nternada no Hosjutal do Pronto Socorro, enquanto Rufno está procuran* do para responder pela tenta* tlva de homcído. ATROPELADO NA PRAÇA DA BANDERA Manuel Rbero dos Santos, ferrováro resdente em Parada ae Lucas, fo colhdo pelo auto chapa 3-8U.1, na Prasa ffàé da Bandera. Como resultado do atropelamento, recebeu con* t.usões e escorações generalzadas, motvo porque fo medlcado no H. P. S. Mara Pnto Slva, que vva com Walter da Conceção Fer- n rera, no Hotel Sáo Lul íüu Praça da Cruz Vermelha, qx levar para o túmulo o motva porque resolveu desstr da v. da. Sem dexar cosa alguma que esclarecesse a razão dea* se ato desesperado, ngeru for» te corrosvo, vndo a falecer no H.P.S.. O corpo fo removdo para o necrotéro do.m.l., FETO ENCONTRADO Fo encontrado no cruzamen» to da avenda Camões com as rua Cascas, um feto de co branca, do sexo masculno O achado macabro fo removdo nara o nsttuto Médco Legal. CHOQUE DE VEÍCULOS Bom em frente ao Mnstéro da Guerra, na avenda Pres* dente Vargas, verfenu-se an madrugada da ontem uma colm jfã são de veículos. Aquela Ko, trafegava o ônbus «110» Gra*. jaú.laranjeras, chapa ,, quando surgu o auto transpor, te da Lght, chapa , que fo apanhado cm cleo pela coletvo, vrando espetacular, mente. O carro da Lght fcou com as rodas para o ar mas, felzmente, náo houve vtmo* pessnus. Ambos os motorstas fugram 9 a delegaca do 10.«dstrto regstrou a ocorrêncas. E O CRME DO SACOPA? Nesta altura do jogo, nada há, postvamente, a ser acrescem, tado ao notcáro do mstéro» so crme do aacopá. Pelo vato, a polca já sabe quem ma. tou o bancáro Afráno, mas nâo ne seme oom coragem pora detar-lhe as mãos, de ves que se trata de pessoas catalogada na «gento bem», Emu. deceu o advogado Leopoldo Hetor, que fo, alás, qu«m melhor se aprovetou da «chan» ue» ue ter uma publcdade gra. tuta e as autordades encarregadas da elucdação do barba, ro aasaasuato nada dzem. DESAPARECDO O SAPATERO EnconUa-so dosaparadrl «.[desde quarta fera ultma e FRATUROU O ORANO japaoho Antôno -auuno coe Apropelado em frente ao nu. Santos. Pessoas dt «ua lotamero 279 da rua Santo Crsto, a o companheros de Uanov* onde resde, o operáro Nso. -ho presumem que o meoaw José Lourenço fraturou o erano. Em estado gave fcou.n- pos a corporação a que pttr<> tenha sdo preso pela poucob ternr.do no Hosptal do Pronto.ehco encontxa-se em luta mos Socorro. aumento de saláros e Paula» SUCÍDO no dos Santos tem sdo um f«dos elementos que mas tem se destacado na campanha; revndca tra. - _ * jêmvgêgmmmgmmm^mm\ m TEMPOS 0EP0U...ZM UMA QfnVfítlOfí. tèm%\% : obmoel.-mm fature; morreu m mm MANOEL MHUJO Omt/(Onm MO MAS, EMBORA AmMTÍ,M\mL CARLOS OEMôOU fl SUJETO E DEPOS CMlOO-aB A facam PETO. -MORRM ODOl T/{ -HtLEM MCUL,$V(\RMÃ, PMMCOV luoq-t... /fm A HV SOCORRO PQKÍH.ÜS "WHí" JktRM OEMOJ,. "tmfamodera mm oma omwjcou mmn fítêuel CAULO JEU//-.MÍ0 MORREU, MS NÂO FO ÜòHHr A MOÇA TCQt COtA MNTfl RAlVr\QüE CHU0V A CAM 00 ÚEFUVTO MANOEL AMUJ0. :«Lata dágua na cabeça Lá va Mara... Lá va Mara...* P-, *~- -.,*»!!» mu jj^rl^^ Í^B^ 5? _^**^*~* v r":fc ************** Lea na 10a. Págna: Edtoral da "Pravda" Dedcado aos Apelos do Partdo Bolchevque Sobre o L de Mao t > y\. - - Kt>!mm^r\v * t 7- l ;.«? í W \ «Sln

9 >- Kgr.-ag» lawbjjgagebbbbgfrupgmbaefc 1 Dl*«ft»*t P&DBO MOTTA tlmk.. -.«.»ív«^ wwwnmn waa l..««kwtn-ppjj» ;«ar a.-.»,. CUEll ^mmmmmtsêmmmvttêfmmmwêkmwmmmtmmmm*t mammmwwtwuummmmwmammtmms. AMO!? RO Dl JAHHÜO, DOMHW, 4 M MAO HW<-»s1M. 1» Dretor: feáro Motta Uma? Mo, ANO V «... Com que roupa que eu vou Ao samba que você me convdou...» Fo cantando esta músca que no ano de 1929 a Cdade tomou conhecmento da exstênca de Noel Rosa, o cantor número um de Vla zabel e mas tarde wa. dos maores sambstas do Brasl- Eu conhec Noel quando anda aluno do «28 de Setembro». Naquele tempo êle já compunha belas melodas. Nas batalhas de çonfet do seu barro, Noel era fgura mprescndível. Naqueles carros antgos, de capota arrada, lá am, o poeta e o seu volão, cantando para os carnavalescos as múscas de sua autora jque geralmente, se transformavam mas tarde em verdaderos sucessos. A prmera vez que v Noel num palco de teatro, fo no antgo Cnema Central mas tarde conhecdo «orno Eldorado. Naquele tempo Noel ntegrava o con- VESPASANO LUZ junto dos «Tangarâs», do qual partcpavam também, entre outros, Almrante e João de Barros. Este conjunto regonal marcou época nesta cdade de São Sebastão. As múscas que Noel compunha quase sempre se consttuíam em verdaderos sucessos porque procuravam levantar problemas populares e tnham como fonte de nspração o própro povo. «Flosofa», «Esquna da Vda», «Até Amanhã», «Mentr pra Que?», «Naquele Tempo...» e tantas outras múscas têm, negavelmente,um pouco da alma popular. São muscas que a. maora daqueles que enfrentam os problemas do da a da, assnaram porque essas múscas são pedacnhos de cada um de nós. Daí os grandes sucessos de Noel. v Um da, no ano de 1937, a morte traçoera veo e roubou Noel do nosso convívo. Mas, apeaar de ter partdo- êle contnuou entre nós pos, «... Vverá na saudade Da tua grande cdade Que não há de te esquecer...» Os moradores de Vla zabel, querendo mostrar de públco a sua gratdão ao poeta, mandaram colocas? seu busto na prncpal praça daquele populoso barro, E todos nós que conhecemos e prvamos da nt» mdade de Noel estamos de luto desde o da da sua partda. Não ostentamos aquele luto formal e protocolar que as convenções socas craram. Mas, sm, luto que Noel usara e do qual falou numa das suas mas belas quadras. «Luto preto é vadade Em quem se veste a. rgor, O meu luto é a saudade, E a saudade não tem côí«ééssba^ }!&>* >* > «." V- - B S&SãÈlssX". - ; ; -/

10 .. -.,-. &*y% j^ mwêm^^^m^^^mmw^^»^--- W^^ w^^^^m^w mf^% ""ü" m RT n 3^^l^^l^^fc^^^^^É^M l P^^^^^n^^P sí«!ímí^l^é:;s;m EUS «& :: >: : /? -.? _RnP^^H_R ::-: ^"**<_S^^&S^ ÈsbSs &&SS& : _^^WH K^^^^^lfll RH flrlrs_^sâ_b_sn_h síxsb Hras&íRÍÍy ^ _íéí8sx?tasís^â^ Q_7ÍC-_aa_l [ ^^^^S^w^^í^M ^8»lllP^^^H E x^m ÍP-" ^ê0^^íê^w-? : *íé^^éí*tó^^^^r^l_ot Ü í^^^w^^^^^^íl^ ^^^B ^llíh_a_é S l^^^ü^^- ^ah-^^^^^l^^^lfí^^^ *# J3^Á^ff>j:-:>teà^ ;. MB " ;:;,.;. ;:., ;. : :. /./ > : ; / - ; " ; ^,:::Í5SÍÍ:-::íS:-A^^ r_.íí-.ví:í::>j Í - %-&:ll_s Correo do Exteror { «CANTO GENERAL» NA FRANÇA O grande poema-»canto õeneral» c«_ Pablo Neruda ío trazdo recentemente para o francês por Alce Ahrweller scb o nome :«Le Chant General»*. Refe^ - rndo-se ao poeta chleno num artgo denomnado «0 poeta da frente da Paz», publcado na edção francesa da revsta «Temps Nouwaux», revsta essa de dyulgação mundal e publcada em russo, francês, n» glês, alemão, polonês e espanhol, V. Kutestehkova eloga a obra poétca de Keruda e exalta este seu grande poema. DANÇA MACABRA Um concerto de «músca atômca» \om de ser dado em Oak-Rdge (centro ame. rcano de fabrcação de bombas atômcas e de hdrogêno. O Eoletm ce Artes e Letras dos Estados Undos nos nforma que o compôs!- lor Roberts executou nessa ocasão uma «ouverture nuclear» em lo, m, do, porque estas notas são desgnadas em nglês pelas letrás A E C (Comssão de Snerga Atômca). O com postor empregou as gamas seradas 9 e 4 porque o número atômco do plutonum ó 94., «SOMOS PELA f AZ» O estúdo MOSFLM e a ^f-m-e-e f.*^j,vw»»««* ^fganzação cnematográfca xla Repúblca Democrátca Alemã, DEFA, realzaram conjuntamente um documento em cores sobre o Festva Mundal da Juventude e dos estudantes em Eorlm. Este documentáro mestra as emoconantes jornadas do mês de agosto do ano passado, quando dos mlhões da jevens de 104 paítes, em nome da paz o. da amzade, reunram-se em Berlm, declarando-se dspostos a lutar pela paz. O flme «Somos pela Paz» fo proetado pela prmera vez na Casa Cnematográfca de Moscou a 1.» de março e em breve será projetado nos cnemas de Moscou.. Apdlo do Fo.t A revsta progresssta norte-amercana «Masses & Manstrem» no seu número de abrl fndo, publca cnco poemas do grande ppeta turco Nazm Hkmét, traduzdos para o nglês, além de artgos^ de Céla L. Ztron, Merdel. le Steur, Phlp Bono&ky, B. Byalk, e o artgo de Howard Fast «Salvemos os Rosenbergs» que ê um apelo drgdo a todos os centstas e ntelectuas progressstas do mundo para reforçar a campanha pela lberdade do casal de cènts* tas atômcos Rosenberg, en* carcerado pelo mperalsmo amercano.x Num referendum organ. zado pelo Festval Mundal Cnematográfco de Bruxe- as, para determnar qua3 foram os melhores flmes dos últmos 50 anc-,3 deste aeculo, o «Couraçado Poten. km», obteve o 1.» lugar, o 2.» coube à película «Em Busca dé Ouro», em 3.» lupar fo classfcado «Q Ladrão de Bccletas». Os outros classfcados fpram: 4.», «Luzes ca Cdade*.*-: 5.» «A Grande Lasão» de Jcan Renor; 6.» «O Mlhão», de Re. né. Clar 7.» «Groed»; de Erch. von Stronhen; 8.v «Halleluíah»,. de Knç Vdov; 9.», «Bfceí Eneounter», de Noel Cowar-l e 30.» «O Homem òe Aran\ de Davd Flaherty. «COURAÇADO POTENKM*» A colocação deste flme produzdo em 1927, o pá. mero entre os 10 mas mportantes. merece ser ana. lsaoo, porque o flme do genal Sérgo Ensten. além de ser um flme sovétco, retém, em sua hstora, uma mensagem revoluconara. Para afrmar o caráter ra-? voluconaro desça realzação sovétca bastam a3 duas se. MEU 1* DE MAO (1) MAACOVSa A todos os que marchas pelas ruas e paras as máqunas e ofcnas, a todos desejosos de chegar a nossa festa com as costas carregadas de trabalho, vnde ao l9 de Mao, ao prmero dos Maos. Recebamo-lo, camaradas, com a voz entrelaçada de canções.-., Prmavera mnha, derrete as neves!!; Eu sou operáro, este mao é meu. Eu sou camponês, este mao é meu, À todos, estenddos nas trncheras, esperando a morte nfnta. A todos, os que de um carro blndado apontam contra seus rmãos8 hoje é prmero de mao* Vamos ao encontro dos prmeros dos nossos maíosv enlaçando as mãos proletáras., Cala vosso ladrar, morteros! Slênco, metralhadora! Eu sou marnhero, este mao é meu. Eu sou soldado, este mao é meu, < A todos, -- **»» as casas, às praças, - às ruas encolhdas pelo gelo hbenal A todos, fèmntos de fome, estepes, bosques,, (campos, Vnde neste prmero de mao! Glóra à gente fecunda Transborda nesta prmavera! Verdes campos, canta Soa srenes e aptos! 1 Eu sou de ferro, este mao é meu., Eu sou a terra, este mao é meu! Ul ESTE VOEM- FO OSOGA1H A ÜF 9» KM - BB U tk% queucas magstras: a prmefa sobre a revolta doa marnheros* e a segunda, quando era fubulosa monta, gem cnematográfca Ensten reconsttuu o massacre do povo pelos soldados do Tzarna «Escadara ae Odes. sa» Estas duas seqüêncas do grande cneasta, até hoje, sao estucaaas come exemplo do mas perfeto acabamento na arte cmcmato^raf-ca. tal como são estudadas as obras dos mortas mestres da nuuuca. Nada poderá ssr retrado ou acrescentado em «Couraçado Poténtm». E uma o ora defntva. No entanto, esta realzhção mágstra:, pouco transmtrá. para as platéas de hoje. saturadas nela técnca do cnema falado, da sua.vbração nterna sobre a revouçao. O habto crado pela ag. taçao dspersva do chamado «rtmo vgoroso» do cnema norte-amercano, é a causa da nsensbldade do espectauor que não consegue captar as\ emoções exste**... tes num «Couraqado Poten* m», ou mesmo, no recente «van,- o Terrível». Mesmo para os estudantes formalstas,.«couraçado Po. tenúm» atuará mas no sentdo estétco e pouco na emu«ção. Para conclurmos, não será demas advertr que o crtero usado no referendum do Festval Mundal de Bruxe- as, talvez tenha sdo baseado. apenas, na elevada qualdade estétca da grande realzação do mestre sovétco Sérgo Ensten. «EM BUSÓA DE OURO» E dlü«.u escolher o me. íhor flme de Chapln. Varas fases vveu o poeta da cartolnha, da bengala, do fraque surrado, e das gran. des botnas camnhando pe. -as estradas e ruas da cdado. Não é possve racocnar a heleza contda num flme de Chapln. A forma ngonua tão alada vve na tèr. nura do conteúdo que o cerebro e o coração, undos, fcam transformados em emo- Ç&o unversal. «Em busca de Ouro» ga. nhou o 2.» lugar, como poda ler sdo, em outro momento, ou lugar, «O garoto», «O Crco», «Tempos Modernos», «Grande Dtador», ou «Mon. Beur VerdÓüx». -Uma cosa prova o crtéro equlbrado do referendumj é ter Chapln, consegudo também, o 4.» lugar, com «Luzes da Cdade». «LADRÕES DE BCCLE* CLETAS» Quem não percebeu, anda^ nas personagens movmen* tadas pela sensbldade d$ Vtroro de Sca. um autent* co sentdo chaplnano? Vttoro de Sca, sem dú* vda é um segundo Chapln. nunca um copador porqu. «Ladrão de bccletas», «tém em seu todo, não o sm bosmo das personp.gena da Chapln, mas o produto doa sofrmentos de nossa época em uma atmosfera :talana= Vttoro de Sca, denunca e transmte ao espectador, uma esperança mpc-ssvel dentro do atual sstema do exploração do homem pelq homem..entre cs três prmeros cc-- locados no Festval Mundal! de Bruxelas, «Ladrão de B* cclatas», tem, anda, a honra de ser o únco flme fa«lado». " ;--.-- N M ^ NOTCAS HOJE,- será apresentado n_ audtóro da A.B.., à rua Araújo Porto Alegre, 71, o flme de longa metragem po-j lonêa «PRMERO VÔO». Tr_ta-se de uma moderna produção sobre a vda de oo. vens alunos de uma escoa de plotagem. A Legacâo da Polôna, <*on<vda todos os cdadãos po lonese3 e amgos da Polôna para assstr esta fta esp-«calmentc cedcada a juven- tude. En. rada lvre. CANNES O senhor NovaS Texera resmunga, de lá, quq no atual Festval de Cnema a «Russà» não está presen- te porque «A URSS sau da Bua época heróca do cnema (a do «Potenkm», «Lt«?! nha Geral», Mãe, etc.)» Ter- mna choramngando qua «apesar d~so, subsstem an da o sentdo de grandeza na captação da pasagem e un» jeto de mover massas raras vezes- superados nos cnemas da procedêncas mas prodw;, gosas». Josó Lewgol, Elane Laga e Fada Santoro, foram convdados para o Festval a HUNGRA Va ser nau* gurado em Budapeste un cnema preparado para pro» jecão de flmes em relevo.! J", estão os húngaros no se gundo flme em relevo, «Una exame de acrobaca», cuja fotografa já termnou. ür A revsta «TEMÁRO» sau 8 e entre os trabalhos, regstramos: «De Mlle, fabrlcante de espetáculos», do.. escrtor Valter da Slvera. \%!^_^.^^l ^_M l LENN Obras Escogdas t Cr$ UM #;. 0STR0VSK Os Flhos da Terapeslade s Cr 10,00 J. FUCHK Testamento m& a Wmm» r$ _,9Q/ Lvros e Novelas * BALZAC GORK T0LST0 E OUTROS A Crf SM NENHUM LVRO SEM DESCONTO! Revstas lustradas sobre a Unão Sovétca A Crê 3- f Revstas francesas- nglesas, chnesas, CeR&eBS. de folhetos a Cr$ 1,00 e Cr$ 2,0, EdtonaWórkMb Mlãfy&;.fí^.rrryr y., :t-:rr::-. :;í:v:;í*".j %5í%é?rríj,.- * p!%«sbbk8b3s88^^ m/- * m

11 * - <r./ * *- ASPECTOS Da Lteratura Sovétca JORGE AMADO A metáfora m URSS /transformou-**. e a lmen.e >l_uma arma do povo na construção do futuro, na lu* ta contra oa resquícos da r.fluênca burguesa dn so- c e d a d e captalsta dos jjqmas é necessáro lbertar o homem da mesma forma Como foram lqudadas as ln justças socas. Na consfruçfo da nova vda sócalsta e do novo homem so- [vétco, a lteratura dosemftenha um grande papel. Cada lvro, cada poema, cada artgo, tem uma nobre fnaldade: ser útl ao hogr.em. Por sso Molotov pode «dzer, nas comemorações do 31.* anversáro da Revolujção de Outubro, a 7 de nomembro de 1948: «Temos o (freto de estarmos orgulho- 6os dos sucessos conqustajdos pela arte sovétca, e, (prncpalmente, nestes ultsnos tempos, pela lteratura sovétca, o que consste juma realzação, que nüo jdeve ser esquecda, da ação «dretva do Partdo». Mas é necessáro-dzer, a ltera.ura Mo ê apenas grande peo seu conceúao, pea manera como encara a vda, pela nobre concepção do papel a ser desempenhada pelo lvro. Grande também como qualdade artístca. O letor sovétco exge dos escrtores ao lado da alta qualdade deologlca, a alta qualdade lterá-,_ra. Não é apenas pelo con«jteudo que a lteratura sovétca é superor, hoje, & j-qualquer lteratura do mundo. Ela o é também -qualdade pel& artístca. Dos romancstas sovléd- Cos, por exemplo, pode-se dzer que restturam ao romance novamente a sua grandeza. Depos do reals- ««no burguês, o romance so- _reu uma decadênca em toão o mundo. mpeldo pela burguesa para a ntrospegao, para a íuga da e_a realdade, paa um pscologsmo artfca, porque deslgado do tempo e do espaço, êle se efemmou e rnuchou nas mãos dos Gde de todos os pases captalstas. Foram ~s modernos romancstas sovétcos que Veram trazer mas uma vez cangue e carne, calor de vdá, ao romance. Resttuam-lhes seus amplos contornos que possuem algo d» mural e da epopéa. A poesa, por sua vez, vlí fou ndecfrável charada ua0, mãos da burguesa dos Usmos» lteráros. Não fo por acaso que o poeta Pa- [tolo Neruda, voltando d& jüss.e das Democracas Populares, resolveu nâo mas j reedtar a parte surrealsta de sua obra poétca. Os poé- (tas sovétcos, ndo buscar os rtmos maü accessíves ao povo, os mas smples e or sso mesmo os mas dffces de realzar artístca- (smente, ndcaram para todos os poetas do mundo os ícamínhos da lbertação da «poesa das grlhetas do forr.álsmo ant-pcpular e an«. t.^oétcò que a legrada e a «separa das grandes massas. * Ouv certa vez em Par í-ma conferênca do secretârò geral da Unão dos Escrtores Sovétcos, rojsn a n csta Alexander Fedeev. Dsse c autor de «A Derrota» entre outras cogas: «Para nós, escrtores Sovétcos, a lteratura não ê uma senstva escondda Jauma torre de crstal, po* ^BB*** ^ «"- "1 rém um gua para a vda, uma educadora para o povo. Há quem pretenda que e*v.ta manera de ver degrada a qualdade artístca da lteratura. No entanto, esta nossa manera de encarar a lteratura fo também a de Balzac e Stendhal, dé Tolsto e Dckens, de Zola c Chekov, de Gorky e de Roman Rolland. E nela se encontra, a meu ver, a orgem da mensa força, do talento desses escrtores, Eles reproduzam realmente a vda, daí a extraordnára lberdade e smplcdade de sua forma. Todos os grandes fenômenos lteráros são lgados à sua orgem naconal, popular E um grande escrtor deve necessáramente ter concênca de sua responsabldade dante de sua pátra e de seu povo». Em Moscou, Fedeev me contou uma hstóra a respeto das dscussões sobre lteratura. Numa de suas vagens ao estrangero, aguém lhe perguntou.porque se realzam tas dscussoes na URSS. O romancsta explcou o profundo sentdo explcavo dós debates, dsse-lhe que a «lteratura sovétca cra nsprando-se em sa alta responsabldade dante do povo, da pátra, do Estado, dante da humandade, e por sto mesmo está sueta~à dsessão e à crítca dos povos sovétcos dretamente a através do Pardo. O Partdo educa cs escrtores nesse sentmento de resüonsabldade perante o povo.» O nterlocutor perguntou então ao romancsta «se não era preferível abandonar todo esse trabalho de educação do escrtor á *aue as dseusrões falam com aue a reação enravecda caunappe a URSS, seu,t>ovo e seus escrtores». Fedeev respondeu; A reação nternaconal não ama "o nosso trabalho. Mas rão podemos de^ar de realçá-lo só porque êle desagrada a burguesa e ao lberalsmo. pada h* desa^radou e ofendeu tanto quanto a Revolução. Nem por sso podámos dexar de fa-rer a Revolução de Outubro. O Escrtor lütúue Faulkner, o Prêmo Nohel e o Comunsmo O «Prêmo Nobel de Lteratura» de há multo dexou de ser uma recompensa ao esforço nteleclual do homem posto a servço da causa do progresso e do bem-estar da humandade. Hoje é antes um resto de banquete atrado ao ntelectual que, torcendo seus sen* tmentos e desnaturando os fatos, mostra as mséras do sêr humano e prega a falta de confança em s mesmo e a descrença na caoacdade que tem o homem de progredr e de melhorar sempre. E um pagamento ao escr or de «bom comportamento.» Não fo por motvo dferente que Wllam Faulk* ner, tdo pelas rodas reaco* ráras dos Estados Undos como o melhor escrtor, fo premado.por aquela nsttu"ão. Na cermôna de recebmento do prêmo, um jornalsta perguntou a Faulkner qual o seu autor preferdo nos Estados Undos. Êle respondeu que não tnha, como também rãò tnha na Europa ou na Rússa. Depos per guntaram-lhe se gosjava de Snclar Le» ws, de Stenbeck ou Hemngway. Nunca l esses autores, respondeu êle. Dante da surpresa do -for» nalsta, acrescentou Faultener: Não gosto de ler. Nãc leo quase nunca. Prpsseguhdo, porém, nas suas exposções, FaUlkr-er chegou ao fm de seu «des» gosto»: */mo acma de tudo a mnha fazenda» dsse elo. Depos o repórter qus saher se era verdade que Faulkner tnha smpata, oa á tvera,.oelo comunsmo. O romancsta das classe» domnantes dsse: Oh, eu nunca poda sef comunsta! Erta aí uma resposta competmene r-fltll de mster Wllam Faulkner. A CARCATURA, Arma de Combate Popular O CARCATURSTA CHNÊS PERSEGUE OS MPERALSTAS ATÉ O FM DO MUNDO A «ARTE VGLANTE» DA POLÔNA A carcatura na Chna ê uma arte que se desenvolveu na luta revoluconára do povo chnês. Tão jovem anda, a smplcdade é uma das suas característcas. Como arma, dentfcou-se desdo o seu níco com as tarefas de lbertação do povo chnês e a ação dos poves tíe todo o mundo.pela Paz. O mperalsmo busca de» sencadear uma nova guerra. E os mperalstas, para encobrr os seus crmes com chero de sangue, usam a máscara da hpucrsa, procurando, por todos os meos, enganar os povos, fí, pos, dever do carcaturcta expor-lhes as mentras, des* mascará-lor, mostrar ao povo a verdadera face do mperalsmo. Os trtstas chneses do gênero têm sdo de grande efcênca neste bora &ENSA POPÜLAE * PÁGNA S trabalho seja abrndo a caxa mágca coberta com a swástca de Htler, se5a apagando a lanterna da «co» prosperdade do Exfremo Orente» ou movendo os tu teres da quadrlha de Chang Ka Chek. O carcatursta chnês persegue os m«íjer&lstas até o fm do» mundo. Travando esta ba» talha, os artstas da Chna não apenas nspram aos povos oue lutam pela Paz a pela lberdade, mas edu«- cam-se o aguçam sua arma de combate. NA POLÔNA POPULAR Na Polôna Popular a ca-*: rcatura é chamada de «ar«te vglante», devdo ao pa* pel mportante que dejemh penha na vda polítca. A- sá ra polítca apresenta-se hoje com todas as caraeteríscas de uma verdadera ap popula. e.sua nflunn*. ela se evdênca não acenas %:.-v.v.v.-í.. -.V.V *., v.v/.-í.f-. v.v.v ^. ^f^j9f.-^f.-.:-..:.::..:::;;:::;......,-...-.,.., ,...::.:..,.. :. ::....;. v_v,v.v.\.v....*.>. mwmhmyy-. ::; // f mm+m ^í;;«%:. í-. s *r yyy-y* * X rv ym? yyyyy. y-yy % * wymxymyyyyyyyyy^yy :<*- - ««:* ^yyyyyyy^-yyyyyyy yyyy-yyyy-:/: y^/..--..y ^ ^-^j */\ vag-* " "5*^»>^V ~«-MW wèéêèèèêéêè? J.í PASONARA Y UNA PALOMA Una paloma me djo «ue volando sobre Espan» cantar oyó esta cancón. ue una morena cantaba. Ncólás GULLEN «- Corre a donde está Dolore.% paloma, díle, díle tú que yo te he dcho que Espaía vve. 4 Que e Mnnzanarcs sangrent paloma, dílc, entre recuerdoa de pólvora «Dolores». dce. Que será Dolores, ella. paloma, díle, quen a corazón de Espaüs dolores qute. Que e nr*r deshecho cn a. p-rj? paloma, díle, y e lar.ro vento errabundo los dos a sguen: uno, con su voz de e_.puma_r% paloma, díle, <t»tro cargadò de rosaa y de jazmnes. Que desde e llano a a serr^ paloma, díle, pecho y peeho e pueblo jun»sç canta y sonríe. Que en dos caballos de fueg-^» paloma, díle, ^ pasan ardendo en a noch Modesto y Lfstcr. Que aí pe de árbol caído-, - paloma, díle, - otro árbol crece y su trone de verde vste» Que en sófànos y desvane^, paloma, díle, y en subterrâneos y mna pozos y algbes. en e fondo de a terra, paloma, díle, cerca de los manantaleâ y las raíces, un guerrllero sn suenop paloma, díle. ou. guerrlero sn suen% paloma, díle. un guerrlero sn suen carga su rfle. m através dos órgãos da mpreysa dára; mas anda íaos numesáves Jox Ncolás GULLEN. muras que os operáros compõem nas fábrcas e as estudantes ías èscòlasb Horrens E Fatos J Está de regresso ao Brasl o escrtor Jorge Amado, "pós urna permanênca d«mas de 4 anos no ex- -eror, quan» do teve opor*.undade de percorrer os pases da ú e mocraca Popular, a Unão Sové» tca e a Chna Popular, levando a todos esses pases socalstas a mensagem de fraterndade do povo braslero. Jurge Amado, cujo lvro «O Mundo da Paz» alcançou o maor sucesso em todo o mundo, nclusve no Brasl, a despeto -da probção fascsta que sofreu, recebeu o «Prêmo nternaconal Stáln pelo Fortalecmento da Paz Mundab. A romancsta Alna Pam vem de conclur seu novo romance, em que descreve o movmento grevsta, que fcou famoso, das mulheres dos ferrováros da Rede Mnera de Vação. Tendo colhdo um farto ma eral nos própros locas em que se desenvolvem as cenas do seu lvro, convvendo entre a massa trabalhadora (o que lhe valeu um processo absurdo e níquo movdo pelo governo a romancsta trabalhou ncessantemente na confecção do lvro, estando a dar os últmos retoques. "Encontram-se na Unão S o vétca, onde foram assstr os festeos comemoratvos do 1.* de Ma o, ntegrando urna dele- a não do Bra?l, os e s c r tore» Graclano Ramos, Da^do Jurandr, Moacyr Worneck de Castro e Nar Batsta. * lí $ Dentro de poucos das se-.rá anuncado o resultado do Concurso de Contos, Poemas, e Reportagens promovdo por MPRENSA POPU- LAR em comemora^co ao 30.» anversáo do P.C.B..«O escrtor e jornalsta fer.-ando Ser{smundo acaba de publcar um lvro em que reunu ardgos e engaos, destacando-se um trabalho "obre Cnrano Barata. outro sobre Fre Caneca e um sobre a mòrenoa capta sta e a mprensa socalsta. O novo lvro do autor de «A Hstóra da Revouoho Praera» e^tá sendo rvstrbudo pela Edtoral Vtóra.., ««Acaba de sar o prmero número da revsta «Seara», edtada em Goâna, sob a dreção de Bernardo Es e Haroldo de urto Gumarães*,"" A revsta apresenta-se com excelente materal ltefíuo, destacando-se p.cn-sas de Pabl-j Neruda e Haroldo de Brto Gumarães, conto de Bernardo EÍs, reportagem de Moacr Páxãò e Boanerges Çrspm Borges, crtca úe Deceux Crsíum e ou /..t Ít

12 m g w Soneca era um anãoznho #ue dorma, dorma, dorma... E por estar dormndo. Bão tnha tempo para ver torno os seus vsnho3, que êle julgava bons, se apodera-,vam das suas economas, dos sseua bens, das rquezas. Por «star sempre dormndo, não jva o progresso que os ou- tros anaoznhos fazam, eu-, x!í:í:7:77:".:-:::-v;:777-:::": rquecendo cada vez. mas. engordando cada vez mas,, fcando mas fortes e pode. rosos, enquanto êle defnha*? va. emagreca, camnhava para a mséra e a fomí. Quando Soneca abra um pouco os olhos, entre um sono e outro sono, os outros anão. znhos davam-lhe uma bala, um docnho..: -. <: : : íyh;íví?*: :*:-;:!*.? ::.."y7777: :7 :77 :.:^;;::v7:::.y:::--:"-;--7:7-.--v"7":: -. ; ": *.; -:* ":.-: 7*7 v7:7-,7. ;-.-:.- :. ::7 :V>: -. - WM-M^té K% --. 7; ty: Ms*ff%7$? $ H 7 7 7í. Wcc 7-77 Soneca chupava a bala, co. ma o ctocníj, e contnuava dormndo, crente na bondada dos vnznhos que lhe adoça» vam a boca. Quando Soneca nâo tnha mas o que rou» bar, fo acordado volentamente. Espantcu»se com a cara feroz dos outros anaoznhos que antes sorram para êle..;: : : ::. : - %/ *,«0/;y:.kyoym ~*~f<.-.\ -: -;*.; -. :- ; : ;. ;- - : : :-: ;. :.; -,: : -. : :-. :.*; y.yav, :..-:.; :. :*v. ; -»-. :. -. ;...:. -. *. : -. *. - <<w. :<-: :..;.. *.-. :. -:.-. *; - - ; ; ; :-:*.-:-.-: >: -:- -..:--..-;. : : » ; >: : : WSÍ7» SÜ f; :.:;Vy: yy>m :-/-y^f- ZyyZ^y :-:y: 7.7:;:--: : < - ":-.- >: --/.:. ^" ^.y.vyv : y.y:, ^y.yy S-vyy-rfyyyy:* í?! í=síy:. y?&: V/y :Ky>;í: Porque eles não eram mas anaoznhos. Eram ggantes antptcos, com aspecto de assassnos, trazendo nas mãos chcotes e revólveres. Fo posto de pé a soca*, e bofetôes. Fzeram-no camnlár. E Soneca nunca mas pou» de üormr. Fo traba har para os outros, como escravo. Sua almentação era uma sôrda que oa porcos recusaram. Só a muto custo Soneca conseguu se Jtsvenclhar dos seus persegudores. Dsse: «pernas pra qte te quero?* e começou a correr por forestas enormes, por camnhos cada vez mas cempr» dos, até que dc-gou, quase morto de cansaço, à terra de seus pequennos rmãos. En» controu todos dormndo. Acordou-os de pressa e a v» sou que os persegudores não tardavam a chegar. Era pre. cso que nnguém estvessa dormndo. Todos teram de fcar alertas, a fm de que 03 vsnhos í de má é não os roubassem nem os assassnassem. E fo assm que os anõeznhes venceram os peresgudores. Desse da em d. ante. Soneca nunca mas qus fcar dormndo o da todo. Ho.je dorme com um olho fechado c? o outro aberto» p Notctáfo SUJNECA Assocação Femnna Do Dstrto Federal Pfe^^f^^s^ás^ Na campanha por um Pacto de Paz entre as cnco grandes -potêncas, os jovens do mundo ntero, de todas as raças, relgõeo e tendêncas, mantêm uma posção de grande destaque. A gravura smbolza a undade da juventude cm defesa do dreto à vda e à alegra. MESA 8SDONDJ COHTSA A - CARESTA Realzou-se no da 29 p.p. a «M»?sa Redcnda» sobre a caresta, promovda pela Unão Femnna de Pedro Erncstro e Ramos. Além de grande número d easíoeadas e convdados, ccmpaocerám te; # dos representantes da CO. DEMOLÇÃO DA FAVELA DA F.A.P. e duas represneatntes mmcn da A.F.D.F. Por ncatva da Lrça Fe» Todos os presentes partc» rnnna Gayea^-eblon, fo ferma da uma com-psão de mas param dos debates que foram mutos anmados tendo sdo de cem moedores ov.e foran sugerdas váras meddas no à Câmara Muncpal nleltear sentd doe barrar a alta do os sus deretos. Anezar de custo de vda. uma ordem da Câmara para Encerrando a reunão a representante da A.F.D.F. fez realzada, tendo fcado cente- sustar as demol^es. esta fo um apelo aos presentes, para nas de moradores ao relento. qu eundos lutem organza» NTEMSFXOÜEMOS A CAM- PAHHA PELA LTBEHTlC.n.0 DE MARNETTE E JEAN! dàmente para exgr do go- neraas, etc, aos senhores M«verno a baxa dos preços sob nstros do Supremo Trbunal controle dreto das organza» Federal, pedndo que -ejam ções populares. Conclu con- absolvdas. O relator do pro* vtíando para a entrega do cesso e o Mnstro Abner de memoral ao Pesdente da Vasconcelos Rua Estáco Repúblca, no próxmo da 14 Combra, 40 Botafogo, às 15 hs. no Paláco do Cate» Dentro de poucos das rerão julgadas pelo Supremo Trbunal Federal, a? partdáras da Pa^ Mara Afonso Lns e Jean Sarks. É necessáro ntenífcar o envo de cartas, tele.^ra» mas, abaxo-assnados, telefo- Pedem-nos publcação para segunte: «A ASSOCAÇÃO FEMNNA lío D, F. xv-síí aacrua» mento contra s volêds -ow cas praícadas contra a asso* cada lstbel Dantas, <)Uc teve <b sou a." nvaddo, à«a loras da manhã, por um jfrjpo da nvestfradores da Ordem Pol»* tca e Socal, que varejou.* ea=. sa, prendendo seus moradores»: Volêncas desse tpo const*. tnem um séro atentado aoe prncípos consttuconas o ã«tradções democrtcas de noa. éo povo e vsam mpedr o <!e=* senvolvmento da luta pela Pa~u contra a caresta. A ASSOCA* CAO FEMNNA DO DSTU* TO FEDERAL reafrma sua confança nos anseos de 1ag da muüer caroca e eonnta todas as suas :*.ss->j dar: na=. nf es tarem sua ntera solda* yodado a sabel Dantas, fura qne seja lbertada o hü* meo ve possvel. A DH»:t.$,,Af. m & ^vtv^^^^^^jêê^jmtüm? PÁGNA é t ^yjamç,&9 wvéjàcmh húw&m mm $w$m n&o-m&s MFEENBâ FOPÜLAB

13 "^ /" SS"^-- xr. ***- *_» v* *^a^7ííáv,í,7"^v-v ír > *-«"***r*s J T3 íí «,sr»mv.w \ -> * -A js^-ív1 *»*w«..w-«#w!rb t* f --«kvj < <«-« 1 v~-çv»»?t??5çv.yyr_í?w, s-ís. Sm. \V "^lp»v<jo oc.e ** \ l * \ ^\ V? ^" vt w-,,,«.,>,., ^. A fl p» s**dko. _»*_t "^ */\ / X * * <"" ^K _ «<!, ^^ _(çí» * n «"f*5»*- *v*-.«* rak».\ - v,*)}v :. *( ->c Vf*-»**_5.í..-W llb 11t» «Jjjjàh. u.-r/.u «ls \\r>umh7.fk0^ ^^&^.M^y^L^^^^^^^X^ãíVmT URv*.t». lj j.hf.f.rttlè-.jp um hcm uu dul- *,íkj.,4» ;. j, -,jlt V\í- l _b> \l js pwflr*r>\r p l.rm N"»- * mun -mmm«11" mun g?^? Vj,w ~*aje. ^ípdb ^[Jr 1 V&Ml*"* u ) á* AjRm* cl.-r» lnm-m nu.lu m Lr;;, /<!«,*1M _! h> ^Brff-nl /- «Vee^Hí \S / jnnu" > fe Wj 4lt..-** <lns 1-xrrUrt y&uflfâ S,A S^L,*v ^<H_tl <f~!/m ÍBm f_ff Wn.*. 0.D r*jlrf* nt.l" com os l.lfc*./,*/ :^ffl,\^} jj^m^-a^w^jjjft f \\ ül1 fbf Ml %*> -»lw. **-.*n n.fn.lsla ü la\;<!/r "y ~^7?~. lírv^lkv l/lf\ l Jh: mén>.. >,..«..tü K-tu Ulake. o t^wtf-.z? f.% /,, //«fóssv ^ ltr ^^» Mj «s<lte_*;, f"s""" " _ \jj vjw-^l^tobkíay ^HsB Semanalmente costuma sar num dos órgãos dáros das mentras de Getulo de «últma hora», um suplemento de hsfcóras em quadrnhos que se nttula de «aventuras». Vejamos o que traz esse suplemento do qual mostramos So clchê acma a cena ncal. O nome da aventura é «Pesadelo na Chna», cujo heró e agente secreto norte-amercano Kent Dlake. Este recebe a mssão de r à Chna, entrar em contacto com Um grupo de «naconalstas» que tem por prograsna elmnar os «terrorstas», atuas drgentes do país. E é assm que certo da, de um submarno norte-amer- <fano, salta o mocnho Kent Blake para cumprr sua mssão. Os amgos letores vêem que esta «aventura» é uma vã tentatva de denegrr a Nova Chna, justfcar a agressão Korte-amercana ao povo chnês, preparar um estado de espí- Wto para a guerra. Sabemos, porém, que a grande democraca popular é n- Vencível e representa com seu menso podero um verdadero pesadelo para os mperalstas. Os Jovens A n Vamos íer*. amgos! Todos nós gostamos de ler, nos entusasmamos pela vda de nossos hcrós e doq herós d«> outros povos. E uma vez que enconíramog na lteratura personagens que correspondem a nossos deas, queremos cop:á*los, 65- gur-lhes o exemplo E por sso que nos voltamos cada vez mas para a lteratura sové» tca, para a vda dos novos homensí dos Konsomols, herócos durante a guerra de nvasão nazsta *» glorosos na construcão do socalsmo. E o jovem Pa vel de «Assm se forjou o aço...» (Ostrovsk), que de todas as suas Forças lutou pela defesa da jovem Kepúblca í.\>vétca. contra os nterv_.eonstas np»1 nalstas e a Guarda Bran. ca. São os bravos Komvomols Sérgo, Luba, Tolh, Oula, Vctor e Gena, de «A Jovem Guarda» (A. Fadeev), que deram valorosamente sua vda por amor à pátra querda na guerra contra a besta feroz nazsta. E anda o jovem Alocha de «A Colheta» (G. Ncolaevna) que não hesta em sacrfcar sua vda para salvar a colheta do campo amorosamente plantado pela Jovem Brgada de íonsonols do kolkhoz 1.» de mao. Jovens como esses, realzadores da nova vta, homens dferentes, puros, grandes, são os exemplos que a lteratura sovétca nos dá. Com eles aprendemos a vver, a lutar por no»s>s deas de lberdade e de vda feuz. Por sso, passaremos a comentar, toda semana* nessa seção, lvros mtcressantes que todos oe jovens gostam de ler. mbaaea-gb :.. Você Saba... ««Que Gonçalves Das morreu no naufrafo do «Vlle de Boulogne»? 0..Que as mas mportantes jazdas de sal do Bra3l encontram-se em N^sso. rô, Ms,caé e Cabo Fro? e.. Que Pagann, o grande Volnsta talano, faleceu em 1840? o..que o ro Oder fca na Alemanha, desaguardo no Baltco, após cerca de 860Km de percurso? o..que o pêssego é orgna, no da Pérsa? te Que coube à romancsta sueca Selma Lagerlof o prmero prêmo Nobelde lteratura? Trenando a Memóra 1) Quem escreveu Três Mosqueteros»? «Os 2) Qual a naconaldade John K.epler? de 3) Em que cdade francesa Napoleão Bonaparte assnou a abdcação? 4) Quem deu o nome de São Sebastão à cdade do Ro re Ro de Janero? 5) Quas os países que n-, tenderam na famosa guerra dos cem anos? 6) Quem fo Gregóro de Matos l \z_ SOLUÇÃO DO PRO- BLEMA ANTEROR í f 1!a L fí 5_^ Ô E 5_j? 3 M. A _ É 3 A L K b R E N 5 > j COMEMORA-SE HOJE O DA NACONAL DA JUVENTUDE DA NOVA CHNA Belas tradções pertencem à juventude ndomável da Chna, que comemora hoje, da 4 de mao, o seu Da Naconal. Nas dferentes fases da longa luta do povo chnês pela sua lbertação ea ndependênca, a juventude desempenhou um papel salente. Hoje, a Chna está empenhada no combate ggantesco para realzar, o mas rapdamente possvel, o menso trabalho de desenvolvmento da ndüstra e da agrcultura, em curar as ferdas causadas pela guerra, e ro estabelecmen.o dos fundamentos para a ndustralzação do país. A juventude, cuja vda sob o antgo regme era a mas penosa, lança-se à frente deste trabalho. Os moços e as mocas da Chna dão tes* temunhos de mensos esforços, de ncatva sem lmtes, para construr uma na* ção ndependente, democrátca, lvre e próspera. nsprada pelo seu amor ao país e tendo em conta que a Nova Chna tem grandes contrbuções a dar à luta pela Paz, à segurança e à prosperdade do mundo, a juventude chnesa está presente em todos os terrenos onde sejam necessàros entusasmo, esforço construtvo, coragem e herotno. Todos nós somos gratos à Í**_^*M*^* WP/ ^tfw<{?wwíí&%ya.7-y,a-.^ juventude da Chna aos seus valorosos voluntáros que ajudaram decsvamente a derrotar os agressores,.,, 1... «E,"> J. **^*J*. ^J^^»*.***»*** ^^W A juventude chnesa desfla felz. norte-amercanos na Coréa. Saudámos pos, nesse 4 de mao, a valorosa mocdade que sob a dreção de Mao- V"" HTM "T " r 11 ll r* *" *** -**---^**.^»-***-»*l^.-^-»*«.«.^» rkm P w**\ *«\c/hco Dêem tratos à bola, decfrem e mandem suas respostas para o Pacífco, Págna da Juventude, Rua Gustavo Lacerda, 19-sob. Entre os acertadores, sortearemos 3 lvros da Edtoral Vtóra. CARLCR! Segundo o Barão de tararé, exste uma lha no Pa* cífcoque faz tanto calor, mas tanto mesmo que os avcultores costumam dar pedrnhas de gelo às galnhas, para evtar que ponham ovos cozdos.... u- FNQUEM EN1ENDE... Quando um homem q«er.matar um tgre, dzem que é esporte: quando um tgre quer matar um hemem,,d- Eem que é ferocdade» * *- Bemard Shctw. RESPOSTAS "TRENANDO DE A MEMÓRA" ou q OTpes B^aod eqa?o (9 ~ 8$ubj_[ a BJaeSu (g BS ap opçjsa (^ nuaqauíeuo. (g BKaV ÍZ jbd %» H-n a ^jph»xav % Tse-Tung representa um força das mas mportantes na manutenção da Pa mundal. Acertadores Da Semana Jovens alemães fazem uma passeata pelas ruas. # Berlm prot-sa&snd wntm 9> _ç»m» _ -C«wá«é em defes» d» pm mundac São os seguntes os jovem que responderam corretamente os nossos testes: Wlley À. Santos lha do Governados Dstrto Federal; Humberto B. Souza Dstrto Federal? Lga M. dos Santos Dstrto Federal; Lucla Alves d«carvalho Rosaly, Estado d«ro e José Carvalho Sã* Paulo. Aos 2 últmos, os premou foram envados pelos correos* os outros deverão procurá-lof em nossa redação, à rua Gua» tavo Lacerda, 19 sob., com # Bors, das 14 às 18 horas. Contnuem, amgos escreve»1 do-nos sempre. agressão aene^ j# r 7 <; l _a#

14 (p**^ * k,-v Jp,^. ^^^ SW^tSjgg p Mas Grand ue Aflge O TRAÍ *PORTE, A MORADA, A FALTA DÁGUA UM RE"] tato DO BARRO MORTALZADO POR NOEL "VLA A praça 7 é coração da vla. Dal se spalham as prncpas arte ls E a no. te quando des encontra a praça repleta le jovens e adultos. São gp os de pessoas que dscu m futebol e póltca; são morados de mãos dadas, en lendo a pra» juventude, pa de alegra vez se ouve de quando en mtar as veum cerestero tornaram a lhas canções q as canções Vla famosa. S sta da Vla. de Noel, o Aquele que so e cantar as alegras e as t 1ezas do pequeno mundo íe a Prefeno o 8.» Dstura assnala Janero. trto do Ro de Mas a Vla ao é apenas a Praça Sete, o tradconal mas tão aba onada pelas A autordades muncpas. Vla mede mal de 13 qulo. metros quadr; os e possu uma populaçã que sobe a duzentos ml habtantes. a 28 Suas ruas prn< paj Vsconde de de Setembro, Teodoro da Santa zabel, Slva não «recém ruas A Praça Sete, o coração de Tla sabel. TE LUTO ESCUTO ffl Esse o samba que, pela.prmera vez, fo cantado numa greja, por ocasão da mssa de 7.* da do saudoso Noel Rosa. Era a homenagem da Vla àquele que a mortalzara nos sambas e canções. O autor dessa letra permanece até hoje desçonhecdo, mas a músca fo trada no volão de Slvo Caldas, o maor serestero do Brasl e um dos melhores amgos e> Noel. O NASCMENTO DO SAMBSTA Numa casa modesta da rua Teodoro da Slva, nasceu o garoto que, mas tardo, sera o poeta mortal de Vla sabel Noel Rosa. Sua nfânca fo gual a de todas as outras cranças: Correras pelas ruas, brgas entre os gurs da Vla e os de outros barros. Emfm, a vda comum a todos os garotos fl" r^o novo. Ml Noel fez o curso prmáro e, depos, entrou para o Gnáso São Bento, a fm de fazer o curso secundáro. A partr daí começou a carrera artístca do sambsta da Vla. EWCONTRO COM CRCO ALVES Naquela época, cantores e compostores passavam horas nteras nas casas de músca, onde apresentavam suas últmas crações. Numa dessas ocasões, Noel Rosa teve seu prmero encontro com Francsco Alves, já então dono de grande populardade. Chco estava à porta de uma casa de dscos na rua do Ouvdor, quando dele se aproxmou o Sambsta "da Vla e falou: O senhor é Francsco Alves? Sm, por que? Noel Rosa, então, exclamou: l^sm^plííílk^;:^s^^^^ BHHHbBbBBJM^ Hllfl HHot Mf l--lslllll Sumndo o morro dos Máeacefb «tn «M«4«a «*a òost á wahgu de um barro tão famoso e A Vsconde de habtado. Sana zabel, por exemplo, completamente encontra-se São obras da esburacada. Prefetura. Obras que duram toda a vda. E as transversas da 28 de Stembro Souza Franco, Slva Pnto, etc. transformam-se em verdadero lamaçal, tão pronto São Pedro abra as prmeras torneras do céu. E o por é que ossa é a stuação do asfalto, da parte da vla que começa quando o morro termna. Há, porém,- os que Macacos, no moram nos Morro das Banderas, no morro da Arrela, no de Santo Antcno e no da Caxa Dágua. São dezenas de m. lhares de pessoas, que vvem debaxo das pores condções do exstênca. Que moram era mseráves, sem barracos agu?. e sem hgene, com as cranças Se mescola e com falta dos gêneros de prmera necessdade. A alegra dos morros são suas escolas de samba. No morro dos Ma- cacos, a «Undos da de Vla zabel» atra multdões. Ao som da euca e ao gemdo do volão do cerestero, os sambas de Noel desflam, mor. tas.. No morro da Arrela fca a «Floresta do Andara!». E no morro da Caxa Dágua % «Recreo da Mocdade». PROBLEMAS DA VLA Quem olha a Vla do alto, ou apenas procura, nas j expressões de seus habtantes, compreender o mundo de problemas que al nascem e crescem pouco ou quase nada saberá do barro de Noel. Seus habtantes não se dobram. Nnguém ouve uma E se algum lamenquexa. to se escuta, é a letra de Em geral a uma canção. Vla não chora. A Vla protesta. Anda recentemente a Vla toda se punha de pé para reclamar a melhora de varas ruas, o abastecmento dágua e outras revndcações. Na soberana luta do povo caroca a favor de um Pacto de Paz entre as cnco, Por nada, me chamo Noel Rosa e quera conheceo. Pos não respondeu Chco muto prazer, e quando quser apareça. Deram-se a conhecer, falaram alguns nstantes e, NOEL ROSA pouco depos, Noel despedu "RM<wamnH^l*nR se, sando pela rua do Ouvdor com seu jeto todo especal de andar. Andava sempre com uns lvos debaxo do braço, embora, a $ esta altura, raramente aparecesse na ercola... r"eram freqüentes as «gaze<% tas» para escutar o lançamento dos últmos sucessos, juntamente com os múscos mas populares, na Casa Gutarra de Prajta, Artur fü 1 Napoleão e Vuva Guerrero. Mesmo assm, Noel Rosa termnou o curso gnasal e vantava-se, almoçava, com«festa NO CÉU» A PBMEEA ngressou na Faculdade Nasuas múscas, sando punha conal de Medcna, onde SEU PRMERO SUCESSO «E à note, somente voltando ao o 3.* ano. chegou até amanhecer. Fo no «Café O SEGEEBO QUE NOEL LEVOU Eepos, abandonou os estuvla», que êle compoz a sua dos, para dedcar-se nteta AMANHÃ, ANVERSÁRO «Conversa de botequm»: ramente à músca. «Seu garção faça o favor «ANTES BOM SAMde me trazer depressa BTST^ no otje MAU uma boa méda MÉDCO...» que não seja requentada...» era exaltar o barro onde Outra característca ntecom a sua ndumentára, que Que tra samb, mas não Quando Noel comuncou O BANDO ressante hava nascdo DOS e TANGARÂS Vla, do do da trar deu, alás, motvo para este [quer patente» quat poeta aos amgos que abandonara nunca se afastara. Wlson ervande sucesso; era a cudado sua falta de Por esse tempo, surgu, COM QUE ROUPA os estudos, estes. perguntabatsta lançou um samba então, o Bando dos Tangaram a razão. E o poeta resem que procurava redcua rás, formado por grandes pondeu: rzar a Vla e sua gente. valores da época, como Al Prefro ser um bom E um trecho da músca de mrante, João de Barros, sp.mb^ta do que mau meddza o segunte: Wlson Noel e outros. O Bando conco. «Se você va à Vla, coloque -Já nesta época, começaqustou logo a smpata pocadeado no bolso...» Noel pular com a batucada «Na vam a aparecer as seus prrosa, ndgnado com sso, Pavuna». meros sambas coroados de depos, compunha 24 horas «Na Pavuna,. tum, tum, tum. sucesso. Sua prmera como samba «Pae lançava «Na Pavuna, tum, tum, tum, posção fo «Festa n oceu», com o qual nfelz», tem pte um samba segudo, pouco tempo decom Wlson duelo venca p pos, da embolada «Mnha que só dá gente runa». defconsagrava e Batsta Vola». Pouco depos desapareca, de seu a Vla ntvamente A SAUDAÇÃO A yla sem qualquer explcação, o coração. Noel Rosa era um apaxo«bando dos Tangarás». Noel, nado de Vla sabel. Daí ter «Quem é você que era compostor do concomposto um samba denoque não sabe o que dzí junto, fcou, com sso, lvre mnado «Eu vou pra Vla». Meu Deus do Céu para compor e dvulgar suas Era uma homenagem do crações. Sob os auspícos Que palpte nfelz Salguero e Salve Estáco, de Alvnho, grande amgo grande compostor ao barro p.rv>. realzou váras excurque o mortalzara. [Manguera O «CAFÉ VLA» Oswaldo Cruz e Matrz. ções pelos cnemas da cdano antgo «ponto do cem de. Já suas múscas domque sempre souberam mures», na avenda 28 de Senavam o Ro de Janero, sen[to bem tembro, *está localzado o do assunto obrgatóro de não a Vla Que quer abafar «Café Vla», quartel goneral todas as rodas de samba, [nnguém dos sambstas do barro. dos bales e festas famlasó quer mostrar que faz Fo neste botequm que Noel res. [samba também». apresentou seus melhores O DUELO COM WLSON verso, Noel, No segundo sambas e canções. Para êle, BATSTA esmaga Wlson Batsta, realquase todas as notes, o Noel vva em duelo com (ando a sua Vla. sambsta se drga, pos os outros compostores, po» «A Vla é rama cdade nquando chove as ruas fcam alagadas. O flagrante fo colhdo durante a fera. Faza sol,.- fl&m fenobt a&fc.. tasdnfca» ton máxma jp&goeupaeãd mm *m sssm\$» rolante <r«msg4fe $ (stoyâs«w q, «(dependente grandes potêncas, o povo da Vla zabel já contrbuu com cerca de 12 ml frmas, coletadas pelo Conselho de Paz Noel Rosa. Mas, se o povo da Vla não se dobra e sabe lutar com decsão por seus dretos e revndcações, sso não quer dzer que os problemas sejam poucos. Pelo contraro. O transporte, o cambo negro, a falta de escolas e hosptas, são problemas que torturam o povo do barro de Noel. A Vla, por exemplo, não de trem. é servda Seus meos de transporte são os ônbus 104, 106 e 85; os lotações Praça Sete-Candelára, Barão Drumon-Lcblom o Lns-Mauá; e os bondes Vla zabel, Lns, Andaraí,-LeoMalvno Res, Aldea polo, Campsta e um extraordnaro Barão de Drumon. O nu. mero de veículos não corresponde nem de longe às necessdades da Vla. Além do maís, os preços são smplesprncmente aterradores palmcnte os ônbus, que d 1,60 passaram para 2,50, provocando na Vla verdaderas demonstrações de protesto. A falta dágua é mas sentda na rua Slva Pnto e medações. Há resdêncas, f feéllpl^ Uma vsta geral do famoso barro de Noel al, onde as torneras não quenas escolas de comerco e corte e costura completam pngam uma gota dágua há varas semanas. Reclamao reduzdo numero de estaconstante beleementos de ensno para ções são fetas mente à Prefetura, mas neuma população escolar que huma solução é dada ao ansobe a mas de 70 ml jovens e cranças. gustoso prpblema. Escolas muncpas, someshosptas só há o Pedro Ermo a «Equador» e a «Argen. nesto, que apesar de naugutna», com capacdade para rado anda não entrou em 300 e 400 alunos. As demas, funconamento. E o cambo negro é pratpartculares, são anda me nores. A «João Lra», a cado até mesmo no Merca«Castro Alves», algumas pef!->v ab â&yâí ov^** Rosa. neros custam oc ohmm da cara. Mas a Vla e o seu povo não esmorece. Do alto doa morros, do fundo das ruas sem calçamento, dos becos mal lumnados, já não parte o gemdo, mas o protesto. E" o barro de Noel que luta contra os obstáculos. E quoí não espera que lhe dfam da presente aqulo qua sabe s6 poderá ser conqust?*) «tra- "L-u.1 u--armí*-?. ÜSSÜ Composção 00 poeta da- vla noel rosa j vou pra vla» o bando dos tangarás para o túmulo o duelo com wlson rat*~s be falecmento do notável compostor «como noel ensnou» sncera homenagee de nassaea e hervelto not/^ s<íbre a vda do grande compostor «Com que roupa Que ea vou Ao samba que você Me convdou». OS PARCEROS DE NOEL A roda de amgos de Noel Rosa era grande. Nem sempre compunha suas múscas soznho. Mutas vezes muscava cercado de amgos. Assm, entre os destacados parceros de Noel, encontravamslva, Custódo se; smael Mesquta, Nássara, Áry Bardos Prazeres, roso, Hetor Barboza, Pepe, Orestes Kd Hervê CordoPxngunha, vl e Vespasano Luz. CNEMA FALADO Quando se exbram no Ro os prmeros flmes falados, houve grande transformação. Todos queram m l os artstas de cnema. Sobre fato, Noel, com seu espírto crítco, lançou um grande samba em que dza; A gíra que o morro crou Bem cedo a cdade acetou e [usou E o malandro dexou de sam[bar Para dando pnotes Dansar na gafera o fox[trote E no fm, depos de rdcularzar os mtadores da moda amercana, Noel davalhes o exéque-mate»; «Amor lá no morro é amor [prá xúxú As rmas do samba, não são [ love you «fe mg,êsk> de «alô boy», ««Aro WK,ÍÍKV,WXv.w5,VV.VtVK A fera de Vla sabel é uma das mas concorrdas do Ro de Janero conversa de telefone». Conversa de têso no mcro[fone. MNHERO NÃO COMPRA ALEGRA Noel não perda uma oportundade para crtcar a njustça socal: «O mundo me condena De mm nnguém tem pena Falando sempre mal do [meu nome Dexando de saber Se vou morrer de fro Ou se vou morrer de fome.» Só pode ser Era a crítca à socedade. Logo adante, demonstrando toda a força de sua poesa. Noel dza: $1 a» Sa& 8ísz# to çpe você Sorúosm a socedade é mnha [nmga. Vou vvendo neste mundo Como escravo do meu [samba.> Que Agora Noel, va dreto no assunto e rdcularza os «donos da Vda». «Quanto a você, da arsto[craca, Tem dnhero mas não com[pra alegra, Sendo escravo desta gente Que cultva a hpocrsa. AS MÚSCAS DE NOEL Dfícl é fazer um levantamento de todas as craçõjes de Noel Rosa, pos fa* ram númeras. No entanto, m de maores sucessos fo* ram: Prove conversa de botequm Fetço da Vla Estréa da manhã, Cem ml rés Ando Csmando Samba Anatô» mco Prazer em conhece» lo Esquna da vda < Palpte nfelz Pela pr* mera vez Perrots apa «xonado Crvalho vem cando Va haver barulho no chato Não posso mas Só por contradção Apto da fábrca Professora Eu vou pra Vla Cnema falado Ultmo desejo. FALECMENTO DS 3WOEL Embora D. Marta tvesse todo o cudado com Noel, êle, como Castro Alves, grave molésta Ckmftog «s $&& * «r Wf Hí^^M 1 mm \ "^TV:-: mm m ftffj^ffsffljpqk.~"^"í

15 p Cnema Falado mm fr-rarr: mom ms. bía $UE TEM. A MANA. DA MTAÇÃO 9TAO SE LEMBRA QUE O SAMBA NAO TEM TRADUÇÃO &0 DOMA FRANCÊS. ^w^u^u ffudo AQULO QUE > MMaAMDRO PRONUNCA fsjflm A VOZ MACA «va BRASLERO. JA PASSOU DO PORTUGUÊS A GÍRA QUE O NOSSO MORRO CROU BEM CEDO A CDADE ACETOU E USOU- JB O MALANDRO DEXOU DE SAMBAR 2PARA, DANDO PNOTES, 3&ANSAR JÍA %<&& TROTE, > OOMA FALADO Ú GRANDE CULPAB- 3»A TRANSFORMAÇÃO. 2>ESSA GENTE QUE PENSA QUE UM BARRACÃO SPRENDE MAS QUE UM XADREZ. SE LA NO MORRO EU FZER UMA FALSETA A RSOLETA SlSQUECE LOGO DO FRANCÊS E DO NGLÊS. âmor LA NO MORRO f AMOR, PRA XÜXÜ AS RMAS DO SAMBA NAO SAO «LOVE YOU» SO 3ÈSTE NEGOCO DE ALÔ BOY, ALÔ JOHNY tõ PODE SER CONVERSA DE TELEFONE SSONVERBA DE TESO NO MCROFONE. OÍ Vd è mmm me condena!de MM NNGUÉM TEM p NA BALANDO SEMPRE MAL DO MffU NOM» DEXANDO DE SABER «SE VOÜ MORRER DE FRO DU SS VOU MORRER DE FOM MAS A FLOSOFA DA VDA HOJE ME AUXLA A VVER NDFERENTE ASSM 5WESSA PRONTDÃO SEM FM fngndo 9-AJUl QUE SOU RCO SflNGUftM ZOMBAR DS MM >m MS 3NCOMODO QU3 VOCÊ DGA QU A SOCEDADE S MNHA NMGA $W VVENDO NESTE MUNDO OM ESCRAVO DO MEU SAMBA MUTO EMBORA VAGABUNDO ^UAOTO A VOCÊ DA ARSTOCRACA fssm MNHERO, MAS NAO COMPRA ALEGRA SENDO ESCRAVO DESTA GENTS Uuadra &m PSUSTO S VADADS E GENTE FNA A RGOR &UTO P«A MM a SAUDADH 3 SAÜDADS NAO TEM CÔR», ^^^^^^^^^^^^m^m 0 Cnema uma das poucas dversões de Vla NOSSO AMOR QUE NÃO ESQUEÇO E QUE TEVE O SEU COMEÇO NUMA FESTA DE SAO JOÃO. MORRE HOJE SEM FOGUETE SEM RECADO E SEM BLHETE SEM LUAR E SEM VOLÃO PERTO DE VOCÊ ME CALO TUDO OUÇO E NADA FALO TENHO MEDO DE ERRAR NUNCA MAS QUERO OS TEUS BEJOS MAS MEU ÚLTMO DESEJO, VOCÊ NÃO PODÜ W&QAM SE ALGUMA PESSOA AMGA LHE PEDR QUE VOCÊ DGA SE VOCÊ ME QUER OU NÃO, DGA A TODAS QUE ME ADORA QUE VOCÊ LAMENTA E CHORA A NOSSA SEPARAÇÃO. E AS PESSOAS QUE EÜ DETESTO DGA A TODAS QUE EU NAO PRESTO QUE MEU LAR f UM BOTEQUM QUE EU ARRUNE SUA VDA E NAO MEREÇO A COMDA QUE VOCÊ PAGOU PRA MM. No Davd Nasser e Eervelto Martns f seram o samba «Como Nce ensnou», em hoao grande poeta da Vlas ATÉ Á LUA DA VLA QUE ERA DOCE E TRANQÜLA NAO NSPRA MAS AMOR NO CNEMA O cnema naconal, está começando a descobrr, e, art:..car, a v.da ae cornposu tores populares, em flmes muscas, to Re do Samba», sobre a vda de Snhô, autor do consagrado samba «oura», flme exbdo a pouco, fo uma adaptação lvre, executada co;-, 0 oonsentmco da própra flha do popular sambsta, c «T,co T,co no Fubá», em exbção, é outra, adaptação sobre a vda do co::.cc.do lúoqunha de Abreu. O que faltava no prmero, era, u^ík ae um esmero na parte técnca, ao menos nm pouco de bom gosto e aúten» tc.cade, na contruçãó da hs* tora. Em «Tco Tco no Fubá», encontramos esmerado apuro técnco, vas, apesar dos cor~ rcjs detalhes bem, trabalha-, dos na realzação, não sen. tmos o caráter e o temperc.:::e;o orcslero uas per* sonagens, lgadas ãretamen* te uo assumo da hstora, ro-= manceada na vda de Ze* qunha de Abreu, A «Vera Cruz:-,, que acaba ãe apresentar o segundo fu nu»...;...;. planeja flmar, dentro em pouco, a vda de Noel Rosa. A hstora já está escrta; e, ate Ssrg.o Cardoso, a revelação em Hanlet, no T E.B.. um dos escolhdos para nterpretar o autor ão \X do Problema», já fo submetdo a varas expe&ncas, nas mãos do ma» qulador. f" í :: ttttí-:: Pelo que aasttmoa em «Tloè Tco no Fubá», a vda <Lç, Noel Rosa será uma prodtac ção esmerada em sua partg técnca. Mas, quanto a hs< tora f Como serâf Pelo que temos ouvdo, ca hstora 6 de Davd Nasser < focalza, não propramente um Noel Rosa dentro da su época, condções humanas tf. econômcas ãe seu tempo»f sm, «um torturado dentro da note», um Noel Rosa. abarrotado de complexos pú*. cològcos e que procura a vda noturna a fm de escone der um recaque profundo. O quexo, ou a falta ã& quexo em Noel Rosa. é <r, motvo.daa atrapalhado^ pscológcas na personagem magnada dor Davd Nasser* Se de fato assm aconle^ eeu, com o flme sobre a Vda ae Noel Rosa, não te* remos surpresa, porque, aa deturpações que e:wamnhamb cegamente, vdas e proble* mas para o terreno apenas pscológco., fazem parte da plano da deologa reacona^ a que afasta, até mesmo a\ vda ãe um popular compo*. stor de samoas, de sas ra,u mes socas. Neste suplemento de Ma PRíüNSA POPULAR, dedu cad) ao barro que Noel R: :; tanto cantou tm suas poesas em forma ãe samba,, fca a nossa contrbução re<gstranüo uma advertênca, em defesa deste patrmôno que c Noel Rosa. Moradores onst PÃQQU «Vla aprovetam o ferado para trabalhar eus barracos. «Emquanto se descansa carregn pedras» dzem0 na -se VLA SABEL DESAFNA, PORQUE CHORA EM CADA ESQÜKA A FALTA DE SEU CANTOR. VLA SABEL FOSTES O BERÇO O VOLÃO FO O TERÇO O SAMBA SUA ORAÇÃO. SAMBSTA DE UM MUNDO NOVO DA ALMA SMPLES DE UM POVO QUE SAMBA DE PÉ NO CHÃO VLA SABEL RMA POBRE DE QUEM FEZ O SAMBA NOBRE RMANDO O NOME CONTGO» VLA SABEL DE NOEL TT VESTE UM GRANDE PAPEL NA GLORA DE TEU AMGO VLA SABEL, TU RECORDAS UM WÕ7 ÂO CUíÍÁS CORDAS A MÃO DE DEUS REBENTOU PORQUF PALA.?. AO SAMBA AGORA. A LAGRMA QUE O SAMBA CHORA COMO NOEL ENSNOU. ESCRTÓRO DE ADVOCACA DO DR. ALCDES RODRGUES JÚNOR Cvel crme, comerca «famíla tí Carmo. 6-9.» andar Sala 0-8 FONE &7S "BstemMmÊOMaBÊaaKmsBmBBaMasaatBBSBSÈSMWMase - Herma, na Praça Seíe, em homenagem a Soel. A VDA DO (Conclusão da pág, Central) e depos de város meses de sommenlo, no" da 5 da Mao de 1937, rodeado de amgos e de sua dedcada esposa D. Lndályá, faleca na casa 302, da rua Teodoroda Slva. Perda a Vla seu grande amgo, e seu grande compostor popular. Amanhã, 5 de Mao, completam qunze anos que Noeí desapareceu. Hoje, mas do que ontem, Noel é a exnressão máxma de nossa músca popular. E poeta da terra caroca. «Vla zabel desafna, por» «Vla sabel desafna, porna, a falta de seu cantor, Sflâ laabeí toste beígo, $ BARRO... volão fo o terço, o samba sua oração. Sambsta de um mundo novo, da alma smples de um povo, que samba de pó no chão.» E mas adante Hervèlto Martns e Davd Nassara, nes< ta sentda homenagem ao mesre dos compostores,, neste samba que te mo título "Noel de «Como Ens*** nou», declaram: «Vla zabel tu recorda^ um volão cujas cordas a mão de Deus rebentou. Porque falas ao samba ag«> [ra a lagrma que o samba chosoma Noel enstoou-a

16 ll ííl ttlf ê Wfí fl * K *w K-í <4 (jts y /íflrl 83. <$_ terologístas japoneses ha» vam. cebdo uma ordem do general Rdgway para so retrarem de Tóquo, com destno à Coréa. Levavam eles todo ) materal* nucessáro às «experêncas», tendo o pro» pósto de se servrem dos prsonero,1, coreanos e ch* neses como cobaas. «EXPERÊNCAS» COM PRSONEROS CHNESES E COREANOS {Co-.duscsC da pag 12) rq - ESSAS «experêncas», "v na verdade., foram rea».jzadas. Em março de 19fvl, no >.oefe do Servço Santáro í «(essa a nocente denomnação do servço bacterolog. co) conduz1.] o bsrco de da- : sernbarq.t n 1901 ao porto de VVonsan. Esse barco cont- _la toda a apart-lhagem nc cessara aos bactérologatarj, :,que se utlzaram dos volun-» tar-os chneses prsoneros pa. u expermentar as armas ;_nícrobanas. Segundo o correspondente 4\ <-*Unted Press», em desmclo de 18 de mao de 1951, co-. do barco possuíam bacllos característcos de enfgr* mdàdes da boca, estômago e ntestno As «experer.c as» foram realzadas num rtmo de três ml por da. O correspondente a.cref;= centa que, nos campos de prsoneros em que se encontram detdos mas de 125 ml prsoneros da Coréa do Norte, depos das «expcreneas» mas de 14 ml fjac.» soas íoram atacadas de enfermldades graves «2 80% foram atacados por nfecbj.es dversas Depos dessa data, verfrvar«y*.*.*^**grr*aja-jllr.._..l MBQÊÊmmmV*m*mmmmmmm* J*******»****"^ a ^ ;*:,^;:vrílílll 1 f tônfagení 0.S. 4 MBrA.*,...0..vA-f*í.A«\ %J# <$t$wfflmt 1952 j -^.gís...l,r<:t}.«.._-._í5-j-* a^".*"".,"».*^1- -- *a45- _*JUX -CÔN~... _ esse mesmo barco anortou á 11 m de Koe, vmdo de Won* «san. O correspondente relata cju**-:, desde esse da, foram fetas «experêncas» com os prsoneros coreanos. Os -.membros do corpo «clentf. (vv*jcov_uua(b cararn-se dos grandes levan». tes dos prsoneros de guerra, em snal de protesto con* tra os crmea monstruosos do3 agressores anquac. Os levantes foram víoentaruen. te esmagados, tendo sdo fuzlàdcs numerosos prsone ros. AS MBEGAS BA MORTE & Os prncpas centros de estudos e de produção em grande escala de mcróbos e nsetos íoram revelados por «L* Humanté». São eles pu número da cnco: quatro aos Estados Undos e um no Canadá, assm dscrmnados: No Estado de RÍrryíand, em Fréderck, encontr.-se to Camp-Detrck, nstalaçao-pvôto cuja cração remonta a Nesse centro bológco, sob as ordens do famgerado doutor losenbury, trabalham «1 ml operadores (homens e mulheres), consderados «herós da Amérca:) pelo governo amercano. No Estado de Mssssp, na lha de Haro. fundado gualmente en , encontra-se um centro ce ehtíao. No Estado de ndana, exste uma usna de produção ém grande escala de bactéras. No Estado de Utah, fo construído um campo de (Equpamento de ensao. Fnalmente, no Canadá, no sul de Alberta, fo fundada a estação expermental de Sucfeld, que cobre una extensão de hectares de torra. Üs trabalhos são realzados sob dreção amercana., assm como em /ruros sete laboratóros E.tuados no Canadá. Na estação de Suffcld declarou recentemente o dr. EPclcòtt, presdente do Conselho da Paz do Cs nada são produzdos os nsetos contamnados lançados peta avação amercana sobre a Coréa. Por que ê.les nsetos são reproduzdos no Canadá? Respondeu o dr. Endcótt: «Por» que o clma canadense é comparável, pelo seu rgor, ao da Mandchura». Não pode ser esquecda também a declaração de (llda Cloud, num artgo nttulado «As bactéras são ura grande ncgóco», publcado no «Saturclay Evenng Post» a 21 de março «de 19í*! Dz en: «O centro mas mportante do país e lalvez do mundo ntero para a cultura das bactéras encontra-se Suma pequena rua de Washngton, próxmo à resdênca do Governo dos EE.UU., E as autordades lançam sobre êle ota-ffes respetosos, já que este negóco é legítmo e florescente,.neste centro são cultvados mas de mcre-orgastlos ^ájíessate^, _jft«slu(og m Sas.aossífe-çw...,*. _,. O DESENCADBáJfENTO DA AGRESSÃO MCROBANA. -~ J Q Asarr? fo rca._.ad.-. & preparação da guerra mefobana pelos drgentes amercanos. A 28 de janero de , fo desencadeada em grande escala a agressüo bacterológca. Avões n"rt«*= amercanos sot«revoaram Tfhnrrk.H, Wewonl. Lonç» chaotung. e Longchotung, sto é, a regão stuada a su» donste de nchou, espabnrdo três espéces do nequenos nsetos que os habtantes jarras havam vsto: o pvímero parecdo eom uma ptíl» ga. o segundo eom uma mosca negra e c tercero a uma pequena aranha. As ncuí-r-res. d-^s-v. data em dante prosseguram mas agora esterdendo.se a tcjo s terrtóro coreano. Vermes, formgas. mosqutos, polhos, carrapatos? outros n petos foram Jantados sóbrv as cdades e os campos. Es= ses nsetos achavam-se rontàmna.dos com germes e bactéras do cólera morbus, da peste, do t-fo. da febre tfóde. da febre d:-u. monta» hhas ríoc*«os;-.? (caractersfcea dos EE CTT ).. da Febre Fluval Janonêsa ícat,vterís«tca do Janão). de dísente» yas bacla.res e de outrag enfermdades. O lançamento dos nsetos processou-se de dversas for» unas; arremessando pe -ut-nos pacotes, caxas, tu^os ou bombas. Uma das bombas nscrobanas,.íogada àòhre Pong-Yang, a cdade már» tr, fo fotografada ntacta. A bomba, ao car. se abre em duas partes,.dexando sar os nsetos por um orfíco. Tem a forma clíndrca e dentro do clndro há vá*, ros compartmentos. Dversas outras formas de propagação de endenas foram utlzadas pelos canbas anques. Folhetos e jornas contendo nsetos contamnados foram arremessv^os sôbre um vale a nordeste de Kulnvar e sobre Masontrn. Avões anoues lan*0ram ra» tos nfectados no dp 2^ d» feverero, a oeste de Kujang. No da 4 de marro, n art)- lhara anque bombardeou as posções sno-coreanos do «sfront-. ocdental, atrando grandes quantdr.des de r_e~ nas nfectáfl-ns. */ue sn esna«lharam apôs a explosão dos obnses; grandes quantdades de? *odão nfeetado f. "m atradas pelo mesmo processo no sudoeste de Marvatí?- san: folhas nfectadas foram arremessadas n0 mesmo da, por avões, sêbve Hwakòk, a noroeste de Kaesong. Não se lmtaram apenas a sso os bárbaros anques. Algum tempo depos, lança» ram pe!..e- contamnados sobre ocos de montanhas da Eenúblca Poouhr da Coréa» VS ABO O TEKRTÕMO CMNÊS O terrtóro da Re- Esse crme fo também publca Pooular da denuncado pflo sr. Kuo Chna teve suas fronteras Mo-Jn, prrsr^^nte do Comtê voladas pelos poress-orés Chnês dos Partdáros da anques, nt:e espalharam a Faz e vee-pres?cente do r.~rte co1^ a fota de n*.*??- Conselho Mundal da Paz, tos em dferentes regões. cm msn^a^em ;-*!-,^-f.no Cho, j_;n-t,a. M»nstro das flfrgda ao sábo Fredorc Relaeões Errternro-; r1*» Repíblca- P"nvlar da Chna, Conselho Mundal da "Tolot-Cure. nresd.gr.^e do Paz. tornou núbücn a 8 ce marco uma ^oelaraoõo protestando contra a Rtêrra b^etrjrolôpcx p.msr^cana o onntra. ag vlolaeõer; ro tor*":*ó^o chnês p^la avação mltar anque. Na declaração, afrma; «Derrg de haver desencadoado, em grande escala, uma guerra bacterológca na Coréa em 28 de janero co 10.^2, as fôrmas amercanas dn a-rressão envaram entre 2f) r1? feverero e 5 de mnreo (% c-^uaclrllhas qü<e realzaram Qítâ sôrt^as para rvàctr o espaoo aéreo chnós do nordeste, espalhamdo grande our.r"^-."!?- de nsetos portadores C" ger= mos em Pucbum. P«!;m.n, Ãntúníj, Kwantenr Lm.r"an_?, assm c?mo em òítro. HTra» res o bombardearam o metralhararr as rrt"*n dq Lnkárg e de Cllarígtenho- k-ov». ENQÜAB)T>.^BOS f &% :... O presdente da t _r -í_ cpmssr.o da /esocacão níernacor&l do.turstas Democratas roo c^s-* tgou cs crmes pratcados pólos agressores anques na Coréa, professor Wayner, fêz as seguntes declaraçcc* h \mv "n?í\ \ «Tendo em vsta a enor«m dade dêsre e de numerosos outros crmes prateados pelos ntervenconsta* amercanos, a oomssâo chogou à conclusão c!c ave as fôrçà? armadas dos Estados Undos so culpadas de crmes contra a humandade, conforme o que fo determnado polo Estatuto do Tr» bunal de Nürem^rg.. Ten-,ãQ em emprego da Na mensagem dz Kuo Mo-.To- «Os povos pacífcos de tor.os cs países elevem reconhocer a partr de agora, nos a Tressore.5 amercanos, o Jnmr.o mas temível da paz mundal e da justça humana. Estou convencdo de oue tal a-^ão, tal afqt?ta-- do contra a paz mundal e a segurança do rrç-o-o hustpío, fera condenado nor tornos anu.êles nne amrn % paz, e nne sofrerá poses demoldores por parte dos povos chnês e coreano». A respeto dos efetos dessa agressão monstruosa., baeta sal;entar ov.e, após o bonba^c-e0 de Mukden, capta da Mandchura, ver^ fcou*./? um surto epelêmco de posto naquela cdade, prontamente debelado entretanto, pelos servços san- NOS ESTATUTOS arma bacterológca e da arma químca, numa tentatva de extermnar to:.-, o povo coreano nu nn."o dele, a conrstão consdera, que as forças armadas norte» amercanas sáo culnaras, de acordo com o que fo do» termnado na Convenção Sobre Genocído, de 19^. Mutos dêsros crmes nao puderam.-cr prafcadbs fom pleno conhecmento e sem prêoarafv^s re^f^fos,>"os drgentes do governo dos E-tados Undos e do Alto Comando d-s forcas Arma* das Norte-Amercanas. Por sso a emssão consdera as pessoas de todos os of- eas das tropas em operações ^^í^^^^ír^l^l^ííí^^!^3 JJGVMO Cl SUCl C."_0._ CCl.of.íí.-ÇttO r;,_ as prncpas vtmas cos monstruosos bombardeos mcrobümos realzados pelos agressores av.quts ãa Coréa «como culpadas desses crímes.m como todos os soldados que tomaram par* te no cumprmento das or.clons. que contradzem o Dreto nternaconal», A ÜESS DENUNCA À ONU OS CEMES OS AMERCANOS 13 ~ Falando na comssão de desarmamento da ONU, por ocasão de sua prmera reunão em Nova York, a 14 de marco de 1952., o sr. Jacob Malk, repo,".entante do g:vârno da Unão Sovétca, denuncou os crmes pratcados pelos nteryencnstas amercanos na Corcja e na Chna. O sr. Jacob Mall: féz uma proposta à c:mssão co clesãrmamento nora a cessaoão da guerra baclorológca, decar ando: _ «Desta forma, não sera convenente que a comssão de desarmamento e.".amnesse medatamente e--ta volara*) da nterdção ra guerra bacterológca e ado* tc.se a nterdção t "olva deste tpo co arma, cujo emprego é detonroso, neompatível com a etncênca do mundo cvlzado?». A 26 de março de 1952, perante a mesma cpmstão, Jacob Malk reforçou sua denúnca: «O governo amercano tenta mpedr quo a cemssão de desarmamento examne este problema e se pronunce pola con...-nação urgente ca guerra baetero* lógca tomando mpossível esse vergonhoso crme de guerra. À luz des fatos enuncados, é evdente que esta ntenção do governo dos Estados Undos é pro= vr -eme em lnha dreta de sua polítca de preparaç ) *:. o a guerra baetero*- lógca, eo sua recusa em observar o acordo nternaconal relatvo à nterdção da arma bacterológca, de sua ntenção de empregar a arma de exíorrrf"o em massa. A comssão deve. rom d^tíora, examnar s, proposta feta pola delega*- ção da URSS o tomar uma decsão sobre o emprego da arma bacterológca e con«««tra os voladores da ntérd» ção desta arma de guera. a fm de tornar mpossível um crme do guerra tão ver» gonhoso». Colocado assm no banco dos réus, o governo amerca= no, com o apoo de seus satéltes e cúmplces, procurou refutar sem provas uma d-onúnca concreta e por fm se negou a recone*-* cer a autordade da Com.-* são de Desarmamento da ONU para delberar sobre esse assunto, AFÊLO >0 CONSELHO MUNDAL BA FM =«a... Tomando conhecmento dus denúncas, à t-ase dog fatos comprovados, o sábo Fredere JoUot Cure, presdento «o CoasslSo Mundal da P02, tornou públco no da 8 dc marco úm apôò drgdo coa povos do mundo. O apâlo salentava: «Esta conduta -crmnosa ê contrara às resoluções tomadas cn Varsóva, ora nome dr-. vontade de todos os povos, pelo Congresso Mundal da Paa, resoluções oue prevam a probrão das artaos bacterológcas, (nímcas, -o de odas as armas co destrução cm no.-sa. 500 mlhões de homens e mnlheres. polo apo.ó dado ao Apelo de Estocolmo, manfes» taram claramente sua vontade de r.ão tornar a ver nunca mas a repetção c:* tas crme:, ao exbr esta probrão. Hoje, os pova. podem constatar 000 ameara pesa sobre eles, por q;:e nelo- de terror cé tenta ntmdá-los. A OPNÃO PÚBLCA DEVE*-LEVANTAR-SE CONTRA O CPJM.E». De 25 ce raarçcí a!. de abr! d? 1052, reunu-se na cdade dé Oslo o Burea do Conselho Mundal da Paz, para nsculr sobro a nova e terrível ameaça. Esse organsmo nternaconal tornou públco,.10 fnal das d-crasôes, um apelo afrmando. «A guerra bacterológca não é somente um crme nfame _o qual deve ser posto torrão, consttu gualmente uma amea» ça a toda a humandade. Drgmo-nof. t çoncênca de -oclos. os homens o mulheres e.-ortando-os a revndcarem a cessação da guerra bacterológca c a probrão da nrra bact<ro!ó*< gca. Drgmo-nos, em prmero hgar, aos homens e-mulhe*. res ros Estados Undos, pof.s a cada um d-êlcs mpõe-se uma questão re honra e dgndade». «Exortamos a humandade a defender-se!» conclu O «pelo,

17 struosa Guerra T»> %& D* zvwm de wm MS* 4 Mn tfgkso nem ntelgente falar «Sos ftcmotm <g«* tóxcos «4a guerra bacterológca, e depos acetar % guerra at-taak*. «Uu r.ào tmho nenhuma smpata peloa <& <- ^MBBM e&br*» humansmo ou o nurr.ísuo de uma arma t&argnsdo e uv. artgo ão general AUlen H. Watt, éto/o <&o se.vço da guerra quwíca dos Sêtés» P-sMcm, publcado cm «Coükrs» desta mmso DE 1947 a ajuda êa bactéras pode-s destrur a jjs-npusaça» lau destrur o* depó-rto* de mercadoras, nem os meos de ãffoítcportft, Êter» pímk3í.*«?í. começar a px^xma guerra mundal cora SEáto recorrendo arma bacterológca. para sso, suo tazem taj fabrcas ggantescas, já qu S> quantdade }» materal mortífero necessáro é mínma, com» ga-raáa «om a de que sz necesstara em explosvos. (targo de Gerald Vent, publcaíl om «Scteüm Rwttred» nesta data) HAO BE 194Â Confssões- qu estarrecem» fetas por generas, parlamentares-, jornalstas e autordades norte-amereanos Brutaldad-c e amoralsmo neompatves com um ser 1,1 humano normal ABRL DE 1950 Os mcróbos devem ser & atseessâro possuff grandes quantdades prontas para ser utlzadas... Quer d.zer,, a capacdade patogênca deve ser o mas extensa possível por exemplo, todas as pesseas contamnadas devem, se ls.o & possível, fcar doences... A enfermdade produzda deve ser também o mas dfícl de dagnostcar, e a orgem deve ser dfícl de determnar, e al onde seja possível, a munzação artfcal deverá fazer-se mpossível e o germe não deverá res= SKMJder a nenhuma claspe de terapêutca químca especal (Extraído da «Revsta Mltar», órgão do Cornando d Exércto dos Estados Undos e da Escola Superor ds Guerra de Fort Leanvenworth} desta data) 4 DE JULHO DE 1951 Enquanto oe especalstas da bomba «H» prossegue apressadamente suas nvestgações... dzem homens vestdos de branco, solados no menso recnto de Camp DetrcSg (Maryland) contnuem no maor segredo, guardados por f&= aleros navas, o» msterosos trabalhos ordenados pelo govér«no. São os homens da B.W.. da «áboloj»cal Warfare» íguerrse, Bológca) cuja tarefa essencal 6 realzar nvestgações baoc teromgcns e prever todos os aspectos que poder?n. adqurff? S&um futuro próxmo, uma guerra mcrobana. (Declararão dos técncos amercanos H. Kogaw ag, H. E. Hart sobre o papel ãa «Guema Bolóaca» 21 DE SETEMBRO DE 1951 Os Estados Undos trarão novos exérctos.,, Novas àrmag serão utlzadas... nformes que persstem gualmente sobre a artíha= ra atômca na Co- Ma, ou a camnho da Coréa. Além ds«oc fala-se no Congresso de que novas armas não atômcas. d«forma «fantástca», es-taram dsponíves para ser utlzadas na Coréa... A guerra da Ccréa oferece a perspectva d«s emprego de todo un arsenal do novas armas nos combates.e (Evtrado de «U. 8. News and WorM Reporto, âesté data) A, farop-agaçáo de enfermdades nfeccosas dará restí)*-* t-swãoa mas mportantes anda que o emprego da bonto t&ts-mca sxs m prevê a ;. ãlagão entre o número de vítma» (Estrsüdo de»w nforme do ar. Thomton Page sobre s bv/oa atômca, apresentado no Amencan Oxomatb > antgos aíwnos amercanos de Oxford $m *Dem4M.rate Nouvelle* desta, dakb- B JUNHO BE 1948 üm áa «ultma guerra mundí vu o aparecmento <Ste Ss3*?$S dseoobaríí-s da guerra toxcológca que não se utlza*- Eram *o eampo de batalha. E absolutamente ndspensável qua fsstejaxs-s adantados gôbre o mundo ntero, já que, se nã gstarnot, poderíamoíí perder e perderemos provavelmente gpés&m, gutttrra. íl»-»ek*c«pé* o general Watt, chefe do servço ame ts-kaww At guerra químca, gublcadm em smweíê rwíteeâwí» Susta data) 4GOBHO DB 1948 As 6<v5t«daa WrU,àor^ da morte podem s-s? lançadas dl«- s>u pc** projets tele-drgdos. A preferênca se detém níjéftvelmer.ta sobra o colora, a dsentéra e a peste bubônca, {Artgo 4o Dr. fhyman, pub%ç&dò m bcé^tm oatw%e &<tcf.st,n desta data) BE TEVEREBO Os -stfearôbk-a >*. m mo persegudos como n tempo dte PasUr: Álea são crados, «exaltados» cem cudado no centre geológco és Campo Detrck, em Mar^and, onde op * radoree, homer*^ «mulheres, proclas,ados «Herós da Aüérca»,, grabalham sob *a ordene do famoso Doutor ftosenbury. Assom= ^remo-nos depus dsta das «ha3 nterpahtáfas» do aecre» l&ro de Kataco Forrestal, dos ra.os arder, tes e dos -ünappeá fôeson* qm fa \o arreãbíânía os veatres...3*1(1 Camp earrfgadâ, bombas com tubos-, tpo Mr.rk 1, capazes d gsp&ad? -as Míjuá-doa mcrobanos sobre ccms.deráves extenp BOee. O veae» osd botulun, m-:.ta aos homens ao gado», taça as raw-js-çí& terra: com 65 gramas, pode-se matar & % WM» «e hommmt, a metade da humandade. (BftrmUlo és ww artgo de Perrc Devatít publcado tsm *La Semstm Ejonomqu3p PoUtqm F.nmoúXG* m ftaeço BE 1949 Achd <gue dí«-p mos dos melhores sábos que trabalham assunto. Até o fnal da segunda guerra mundal tnhu= tsêítrapaaaado a quaquer de nossos advesáros. {Entrevsta o general Watt, chefe do servço qufc mco do Exércto amercano publcada m «ÊüW W&pt Tmmr» desfa data) BE MAÍ&ÇQ DE O centro oajs mpotante do pafs c talvez do mundo tetero para a uíura daa bactéras encontra-se nuraa pequena í?ua de Washngton, próxmo à resdênca do Governo doa Eslados Undo*!. aa autordades lançam sobre êle olhares res-» petam, }& qu«êsfr neçóto é legtmo e florescente.... Neste oa-atro eultvam-se mas de mcro-orga= dferentes, ã:lud(*s os mas mòrcferos. (Artgo cv <GUdá Cloud». nttulado -As bactéras sd««t» grama tleggcto», publcado no d&aturdm Èvtm Posso garantr qw* estamos tão bem preparados «ter» d», bologa * da r-uímca como ro terreno da radologa, (Extra b> íí; un d-curso, pronuncado p>:lo senhor L. Jofrnsmí SvcrrfÚro de Estado da Defete dos 19f" tados tndo», em (Mego) BâGN.à d k. ^afwaa 2QPVLm 8 DE JULHO DE 1950 A guerra bacterológca terá talvez uma possbldade d ser ensaada se a luta contnuar un. pouco mas na Corésr; (Extraído de «Scence News Letter», desta data) 11 DE JULHO DE » - nventaro das armas de destrução em ma3sa. 2** As armas bológcas para a destrução do homem (baclos e toxnas), dos anmas (baclos e toxnas), das paíj= tas ísacróbos e nsetos). (Extrado de un Memorandm do «Comtê nterna* conal para os estudos do,s que toes ooreanas»,, pubfc cado em «Le Monde» desta data) 15 DE JULHO DE 1950 Contudo, entende-se que no caso de guerra mundal as Estadoa Undos não se sentram lgados de manera alguma, nclusve anda quando o nmgo não empregue outras armas além das chamadas clásscas, tas oomo os carros e a artlhana. O Secretaro de Estado, Acheson, declarou sso clara» mente em sua conferênca de mprensa, quando dsse que a povo amercano nâo se dexará enganar pelo Apê de E& tocolmo. (tle Monde», desta aaj. DEZEMBRO DE 1950 Os- trabalhos sobre a guerra bacterológca vôm sendo realzados com uma pressa razoável.. A últma nformação dsponível mostra-me que uma arma bacterológca de longo alcance prátco que pode ser utlzada, se sso fôr necessáro, ílasv& sdo nventada pelos Estados Undos. (Artgo publcado com a assnatura de Chapman Pn* cher cm «Dscovery»* revsta, sentfm brtânca, nesta data) $ANERO DE Em Alberta do Sul, sobre um espaço «jue cobre eêre*» de metros quadrados, a estação expermental de Suf-» íeld adquru uma fama mundal pelas suas experêncas a ar lvre, no domíno das armas qu:mcas e bológcas- («Rcadefs Dgest» desta data) 18 DE FEVERERO DE 1951 O essencal ê matar a maor quantdat& possível de düf aeses e coreanos. (Declaração ão general Rdgway) 20 DE FEVERERO DE 1951 A bomba atômca se classfca agora no quarto luffar entre as armas, acaba de declarar o sr. Earle Coke Jr., comandante naconal ua Legão Amercana durante um Congresso íènre Consdera êle que a bomba tíe hdrogêno, a guerra bacte= rlológca e os pcojets drgdos se classfcam com a bomba ctômca. (Extraa».: de «Le Monde» êesta data ABRL DS 1951 T6da arma me ofereça a possbldade teórca de pôr íora de combate n qualquer nação oue seja. aem danfcar suas fábrcas ou suas ofcnas, é uma arma atraente. Sobretudo se st, levar em cor*u que sua cra ão e fabrcação é muto menos cara que a da bc nba atômca... Pe recorda mos ^ue a epe m.q de nfluenza de t918 tnato»* mas nomt-us que toda & prmera guerra mundal, po-* d-.-se var claramente que mensa potencal reoresentam a feacteras tlzadp.s corno nstrumentos de guerra. (A-tqo nttulado «Epldrmes rtaà"?< orâens p»-* fclcaúò. èyíj 8-Scíjíüe Dgest» desta ku& 12 DE OUTUBRO DE 1951 Realzaram-se conve-sações sobre armas msterosas qu poderam ganhar a guerra... Â artlhara atômca fo ovetc de grande publcdade, mas nao é provável que seja consre*-- roda como decsva na Coréa. As.armas atômcas não ofera» cem uma sajgura efcáca na frente coreana, de uma extertpsa de 200 kms., onde o nmgo está amplamente dspersado sem real concentração de trocas ou de materal. (Extrado de «U. S. News and Woríã Reporte áestê data) S DE OUTUBRO DE 1951 Os recursos da guerra bacterológca podem represente a arma deal da dversão, já que podem ser utlzados mner-- eeptvelmente. Nada mas que um pequeno número de snbg= tâncas trabalhando atvamente podem causar um prejuízo consderável. As enfermdades produzdas por rneo da guerra bacteno^ lógca não se manfestam medatamente, Dado o caráter lerto da a^ão de dtas substâncas devd ao perodo de ncubação, e com a dfculdade em descobr -las-* náo será fácl verfcar nem fxar o momento em que tal ação de dversão se levará a efeto. Dto em outros termos, pode-se dar a mpressão de que Morte ou r.s orfermdpdes foram dov;d-s a causas natura-s0 (Extrado de um dscurso pronuncado wm Lousvlle pp.ln general Mac Aulffe e publcado no «Neu* York Jourral Amercan» nesta data) 31 DE OUTUBRO DE 1951 Está probdo aos nossos organsmos mltares dvulgar nformações a respt. ató de nossas. aoua-;!nões no domíno da guerra bacterológca e dos gases, e as nvestgações do Pm-- tágono neste terreno estão rodeadas de uma cortna de ferroc mas mpenetrável anda oue nara as pesqusas sobre a energa atômca fetas no curso da segunda guerra mundal. Os sábos que trabalham em estreto contacto com o como químco salentam que a admnstração de Truman se bascn anda em sua nolítíca ofc,nl sobre a declaração feta em junhe de 1943 pelo Presdente Roosevet. Nesta declaração. Foosevelt dza; «Declaro categórca^ mente que não empregaremos jamas, em nenhuma çrcüns= tanca, esta arma, se o nmgo r.áo a utlza prmero». Atualmente, os especal;stas da guerra químca afrmam qüe em 19^1 esta at<-"de não realsta. (Artgo de fímoard RacUynoor publcado lo «2?stff= York Journal Amercan» desta data) %% DE JANERO DE 1952 Até o momento em que o efetvo numérco do Exercte* possa converter-se no fator decsvo para alcançar a vtóra mmtar também en seu conjunto, o gás será a arma mas efe* tíva. Tambsm poderão ser utlzadas tnxnas com um fm es= tnte"-co contra centros ndustras de guerra e. em mnha op:n?ão, serão um meo sumamente mportante para dmnuf rapdamente o volume da orodunão..". (Declararão do General de bríqada Charles Loeksc chefe adjunto do corpo químco ão Exércto Am&< rcano, em Baltlmòre) 25 DE JANERO DE 195S De acordo eom mnha mas profun^ convcção, as armas Químcas e bacterológcas permtem dmnur os gastos ml^ tarrs e as força., de reástgnca do nnugo, assm como as= segurar para nós, desta manera, a vtóra sem uma devastac çâo econômep... Em conseqüênca realzaremos mas ranc damente experêncas esuecas com todas as espéces de as** mas possíves em v-ta da guerra bacterológca... A guerra bacterológca é 0 ahtípodá do Servço de Sàúde.«Contraramente h bomba atômca e a outras armas explo««vas. a guerra bacter -.lógca está drgda prncpalmente cs máqunafl, ruas opera contra o homem ou contra as fontes contra os homens; já que ão destró oa edfícos non) dan-fc» ffl álnjer/t-scãq^.tstq é. os anmfs doméstcos => as ^hntacôí-se / (D clarnrán âo ch»fe da Sereno de nvest frações daí Gnff-.r-QunUkt general âe brgada Wlw.m Gr&ma \ \

18 .- jjgggbm_b ~-.-~-«^.. BB^BMBBMBHMMBM-_----B-M_à -3_M_M_B -M-M *í" ledcado aos 0B0 oure o 1. Q6 flalq JLs nspradas palavras do Part do de Lenn e Sáln percorreram 9 mundo níaro e encontraram vva resonânca nos corações de mlhões de t rabalhadores MOSCOU, mao (P) Num l edtoral sobre os apelos do Comtê Central do Partdo Bo chevque para o da Prmero de Mao, a PRAVDA salenta que as nspradas palavras dos apelos para o Prmero de Mao. do Comtê Central do partdo Comunsta (b) da U. R.S.S;, percerreram o mundo ntero e encontraram ressonanca muto vva nos coraçxs de mlhões de trabalhadores. Os cdadãos sovétcos, os trabalhadores dos pares da democraca popular, os povos dos pa;ses captalstas, dns colônas e dos pa??s dependentes vêem nos apelos para Prmero de Mao do Par* tdo de Lênn e Staln uma nova e magnífca expressão do mtemaconalsmo prdletaro c da soldaredade nternaconal dos trabalhadores. Nas vésperas do Prmero d Mao, os trabalhadores de todos os pases voltam seus olhos, com amor o esperança, para a Unão Sovétca, poderoso baluarte da paz mundal, grande lutadora pela amzade s colaboração pa^fca de todos os povos. A Unão Sovetca, que leva a efeto o prograna de edfcação do comunsmo, marcha na vanguarda" do camoo da paz. aa democraca e do socalsmo. O desenvolvmento e for-.ateclmento da soldaredade das ressoas smnles de todos os países, em nossos das. man-festa-se através do movmeno verdaderamente grandoso dos partdáros da paz, que lutam contra a ameaça de uma nova guerra mundal, p-ta manutenção e consoldapão da naz. Mlhões e mlhões de trabalhadores- aclamam, com absoluta unanmdade. os apelos do Comtê Naconal dn Partdo Comunsta da L. E.S.S.: «Vva o Prmero ce Mao, da da soldaredade nternaconal dos trabalhadores,e da fraterndade dos onera- (ros de todes os países. Sauílacão fraternal a todos os po- vo. oue lutam contra o* agressores e fomentadores de uma nova guerra mundal, pela paz. pela democraca e pelo socalsmo.» PRAVDA acentua que, junto :orn o povo sovétco, ombro a mbro com ele, constróem a.ova vda e lutam atvamen- :e pela paz os trabalhadores os países^da democraca poular e da Republca Popular a Chna. A corrda armamentsta e a polítca de preparação de uma ova guerra mundal, levada efeto pelos agressvos po es cao* alstas, contrasta com pacífco e fecundo trabalho os povos lvres è com a sua c.lítca de paz. Os agressores anques delencadearam a crmnosa merra Vtão contra o povo coreano. transformando a \»«-,aha ocdental em posto da pressão mperalsta na Eu- pa. Ocunaram o Japão v- Bando convertê-lo em foco a agresão mperalsta no orente. Os ncendáros de guerra utlzam para seus crsnnosos fns a camarlha de {T.to e Rankovtch. Porém, os planos dos agres* >res mperalstas tropeçam ante a resstênca cada vez sanas Nos apelos oe 1.» de Mao dc Comtê Central do Partdo Comunsta da URSS fgu. a ema saudação fraternal ao valoroso povo coreano que deíende herocamente a lberdade e a ndependênca de sua.pátra e luta contra os nva* sores* estrangeros. Os cdadãos sovétcos e todos os partdáros da paz sau* dam as força*- democrátcas ã? mundo que lutam por um estado alemão, undo, nde* penderte. democrátco e a- mante da na^vs^^dom os *^oro:os patrotas da ugosláva que travam a luta lbertadora rontra o regme fascsta de Tto e RánkovtÇh. pela ndependênca de sua pátra e centra o mperalsmo. O novo sovétco saúda o povo aponês aue luta valòrosâmente conlra a ocupação estrangera, pelo resnrgmento da ndependênca da sua pána e n_la manutenção, da naz Na luta nela paz unem-se os povos de todos os.países. A festa de 1- de Mao é um meo de prepararão ultenor d? luta pela consoldação da paz. Como lema de combate do movmento dos nartdános ds paz soam as nalavras: -- «Trabalhadores de todos os países, a paz será mantda e consoldada se os povos to* tuararn em suas mãos a caupa da ^""utenero da naz e a defenderem vtorosamente,:wo tm. Reforça a undade dos povos na luta pela oaz! Multplca c un as fíeras dos partdáros da pa;1.! PartVvár*\r d-. r-a**- do nvtrv» ntero, desmascara e faze malograr os crmnosos pa* nos dos agressores moeralstas! Não dexes os fomentadore? de guerra enganar as massas populares com a mer- _J tr ae arrastá-las a uma no* va guerra mundal!» A polítca externa staln.» ta da Unão Sovétca, polt* ca de paz e segurança, da gualdade de dretos e anú«zade entre os povos, conqusta o reconhecmento gera a a aprovação das amplas mas-, sas de trabalhadores de todos ob países. Mas adante, Pravda afjrma que os cdadãos sovéth cs, em honra dc 1. de Mao, obtveram novos e magnífcos êxtos na edfcação da econema e da cultura. nspraoes pele partdo dt Lenn G!aln, os ídovos da URSS lu< tam pelo florescmento e fort-rlecmen-o da potênca dc» estado sovétco. Pravda acentua que a po«ltca do governo sovétco está mpregnada üs preocuna* ção pelo bem-estar geral dos trabalhadores. Os três decêmos de exstênca do estado sovétco demonstraram ao mundo a grande vantagem do sstema socalsta e sua superordade sobre o ssj.ema captalsta. Os g.*ndès ê**tos da URSS na. construção pacífca de após guerra tam* bém mostraram a força n.- vencível do regme socalsta e do estado sovéfco. O grande exemplo e a ajuda da Vn&p Sovétca, í n s n ram centenas de mlhões de tru* balhadores dos estados democrátcí-populares da Europa e da Ása na luta pela edfodção de uma nova vda. Um dos apelos do Comtê Central do Pardo Comunsta da URSS dz: «Vva a gran e, Unão das Repúblcas Sócalstas Sovétcas e a grande amzade dos trabalhadores e d-** povos do nosso pas, ba- luarte nvencível da paz no mundo ntero.1* DESQUTES AMGÁVES E JUDCAS TESTAMENTOS EM GERAL NVENTÁROS BENTO. Advogado FGUERA Kua BUENOS ARES, n " andar, Sala 111 Telefones e Das 9 ás 11 e das 17 ás 19 horas Caxa Postal n End. Tel. LEXBEN Acetam-se procurações dos Estados e do nteror do Brasl NERVOSOS í Daramente da 8 às 11 * 1ws 14 às 19 horas EUA ÁLVARO ALVM, 21-13» a_ta» TELEFONE ft2-»46 ds «Socety for the Psychologcal +; dy ot Saca asnes» «DR. J. GRABOTS TRATAMENTO ESPECALZADO DOS "../.. DST.SBOS " : NEURÓTCOS Angústa, desanmo, dstúrbos sew.uc ao -ornem e a» mulher nsôna, esgotamento, falta de me-tft-u, sentmentos 4o *»*r*ordade, nsegurança, déas de fracaoso, te. ^wfwsvv\f\rt\aj\nstf\/wfvvvv^< T~J*%km" *^*****lt****~***»**<l***a** CALCADOS CNTRA nv9 Mem do Sá _ft * l 9% Í 4 Ãm% No da. de Mao de 1950, na cdade de Ro Grande, no Ro Grande do Sul, os trabalhadores decdram que a data sera comemorada. Lavrava o terror em todo o Estado, ordenado por Dutra e desencadeado por Walter Jobm. Mas, o proletarado da cdade tnha suas revndcações. Estava com a sua Assocação fechada por ordem do Mnstéro do Trabalho e não podera fcar de braços cruzados e slencosos naquela grande data. Resolveram reunr-se numa festa campestre de confraternzação nos arrabaldes. Do churrasco marcharam para a cdade e se reunram na sede de sua Assocação, local de tantas assembléas memoráves, do tantas lutas e vtoras conqustadas. Termnado 0 churrasco, a massa consttuída de mutas centenas de trabalhadores, homens e mulheres, velhos e menores operáros, organzouse em desfle e tomou o runo da cdade. Desflaram cantando as canções populares que os trabalhadores guardam mfl_p v flüf«f ypm FALA A RÁDO DE MOSCOU... T PAAA PORTT7GA?- T>as 19,30 às 20,00 horas, nas ondas úe S1 e k metros PARA O BRASL Das 20,30 às 21,00 horas. aaa ondas de 3ü & U ^srm mbm B_BBjL na memóra, e o Hno Naconal. À frente, Angelna Gonçalves, a corajosa líder operara, levava o pavlhão da _ tra. Ao seu la o camnha? vam os líderes operáros Ho» noro Alves Couto, Qsvaldn Correa, Euldes Pnto e Ho» noro Porto. Es que, ato» caados numa curva da estra-* da, surgem à frentf* da co* luna operára «tras» da pclca polítca de Jobm e aofc dados embalados. A ordem de parar fo dada pela boca da_ armas vomtando fogo contr» os trabalhadores r.b*3sós. Po cas arrebata" *m daf mãos dé Angelna a bandera naconal, mas ela exempo de heroísmo roletáro de conscênca revoluconára não" permte que fque em mãos dos banddos alugados à reação, dos esbrros de Jo* bm e Dutra, o pavlhão d«pátra que eles vendem se_ mperalstas. E avança» bre os «tras» e reconqusta a bandera envolta, em cuja» dobras ca por terra, mortaè- -_: 4» M _r -..._... «&*«%«l-.!.."," -. - UWM1 Sft* «atoada é» talas. Sete w= panheros, entretanto, eont_*-> maram reagtfa valenteme -- te, som todas aa ma* fôrçaqae ataq&e ewraf-a o assa». fno. Tombaram «a luta H<fcafeta Àh-em Csvts, Osvald* m Corraa, Boeldea Pnto Hotfe-o Porte. O Vm Ma«5 ftoa Msnemoraá» «a K«Grande e o satgm rferramsm) ae estrada / * ém eam ( oenduz à edade, marcou Cnb de)evelnent«««ca (tatu ne Kemefa doe trafeothadores ^raaleroe. Hoja, a«estáda é São Januarn, enouantj m Get-la Yarsae deafa? <$ em ronarío de promessas f desnag-egsa, oe operáros al?«_ndo9 saraaur&o a memóre áoeaea herda e mártres, que B..-.ae_ e samfoho qoe tro. m&sa ns tra!»aftadarea para vlto_4f fna! de m eausag f»e a ea?* 4a **m te da W -«am Be c; *n Ommrfàm? mrnptm a v«nde máqunas de eoatvra usa» das. RefonA em 1 LVROS NOVOS «MPRENSA B BBMOOMAC1A» dradâ * ser e<3t«do a Vm» elmfr«nsa B DÍ5MO- ALADA CRACA>, do j»<rfee«or a Jornalsta Fernando Seesmundo. Publc&m-s* aesta seta teds anaaloe: um referente a Cprano Barata; outra, tela*» a Fre Caneca - ambos consderados como jomelétas allltantes das causas populares de seu tempo ~; «tarseto» acerca de mprensa captalsta e da socalsta, ao q»»l amo aaamlnadas as caracterstcas fundamentas do jo_aams«o da um a de outro tpo, sobretudo na Amérca donorts e aa URSS, respectvamente. O novo lvro do Autor 4a «A Wetóra da nsurreção praera» sau dos prelo» da Bdlttea e»$ _4* «atá sendo dstrbuído pela Edtoral VJt&rta, _J-_S_H... -J-_S.-Jl l Tnh"*.- tmmmmamxf EBBtgBM 1 " ^.,!?--"-^"--..--****4

19 Qq f :A-*y t mmwmmmíê/mwll^m9ê\m^w^f íf*"1 *?.*%, fôn*j A.1f 0 Prsoadroe l gverra chneses utludo como cobaas pelos bacterologstas anques, no posto de Wonsan Onde estão localzadas u fábrcas da morte 28 de lanero: desencadeamento em grande escala do ataque mcrobano contra a Coréa e a Chna Fotografada ntacta uma bomba com nsetos con. lamnados, lançada sobre Pong-ang Enquadrodos os agressores amercanos nos Estatutos de Nuremberg «Exorta* mos a humandade a defender-se», dz o apelo do Conselho Mund». da Paz. Chu En La AS EPDEMAS E AS GUERRAS - Através doa séculos, as doenças epdêmcas vêm se cons* ltundo num dos maores flagelos para os povos. Ondas epdêmcas de peste, desde a dade Méda até o século XX, {Varreram a Europa matando mutas vezes» em cada surto, dez por cento ou mas da população contnental. Ela se tor» aou conhecda como a «morte negra». Entre os anos de 1333 e 1362, provocou a morte na sa <S na Europa de 75 mlhões de pessoas. A Hstóra regstra, sempre, o aparecmento de grandes epdemas acompanhando as guerras. Durante a guerra Hsjpano-Amercana, verfcaram-se casos de febre tfóde entre homens dos acampamentos norte-amercanos. Jíá guerra Sul-Afrcana, o exércto colonal nglês, de Somens, teve casos de febre tfóde. Na Prmera Guerra Mundal, uma epdema de dsente* ra baclar causou a elevada proporção de 120 ml baxas em Çallpol. Na Segunda Guerra Mundal» a dsentera baclar fo anda a responsável por grande número tle baxas, como í»or exemplo, 31 por cento de nternamentos num hosptal mltar do Deserto Ocdental, e uma proporção semelhante entre as tropas nglesas, na Normanda. A dsentera, na Segunda Guerra, fo um flagelo dos campos de concentração e de prsoneros de guerra. Outra terrível doença, que açorapanhou a Prmera Guerra Mundal, fo o cólera morbus. Durante a Segunda Guerra Mundal, verfcaram-se epdemas extensas de cólera na índa e na Chna. AS EPDEMAS DE1BERADAMENTE - A propagação das epde mas se verfca quando as condções de organzação santára de de-, termnado pas são defc- ;entes. A falta de uma rede de esgotos, a habtação em conglomerados h u m anos, explcam o grande número de vítmas das epdemas 21a dade Méda. Durante as guerras, as condções de de- esa santára ev.dentemen- Esta fotografa fo publca» da pela revsta amercana «Lfe». Ela mo;>tra 0 equpa- Bnento que os «técncos» prepararam para ser utíísaro peí.s tronas que praa guerra mcrobana» COM AEMA BE GUERRA te se tornam mas precáras, cm vrtude da destrução de sstemas de esgotos e de canaízação das águas pelos bombardeos r dscrmna» dos. No campo, fora das cdadef^ essas condções se tornam anda mas agudas para os exérctos em combate. Surge assm/ com toda a evdênca, a monstruosdade do ato que sgnfca a propagação delberada das epdemas cemo arma de guerra. Os exérctos em combate e as populações cvs, sem proteção, colhdos pelas bactéras e germes de dferentes doenças, estão fadados ao anqulamento. A guerra mcrobana consttu um ato tãò condenável como o da utlzação da arma atômca. Merece destaque especal o fato de que as epdemas não se detêm em fronteras geográfcas. Elas se expandem faclmente, propagamse de país para país. Há alguns meses, o navo «Pasteur» chegou a Marselha de volta da ndochna. Logo em seguda, verfcaram-se casos de varíola naquele porto e em Avgron. Regstraram-se três casos ds morte. Nos servços de correo da Estação de Mouln (Aler), 24 trabalhadores que -manpulavam sacos de correspondênca vndos da ndochna foram também atacados de mal súbto, a,p r esentando temperatura elevada. Os médcos anda não puderam, dagnostcar Rôbre o mal fteportagm de JORGE RBERO CONFERÊNCA DE HAYA E GENEBRA 3. A CONFERÊNCA nternaconal de Haya de 1907, convocada para de. lberar sobre questões de d. reto nternaconal, estabe. leceu prncípos referentes às les, costumes e regras da guerra geralmente acetas, probndo o emprego da arma bacterológca. A Convenção de Haya fo aprovada, ncluve com a assnatura de Ru Barbosa, que al representou o pensamento do governo braslero. Apesar dsso, os mperalsta- alemães, na Grande Guerra, não hestaram em lançar mão da arma tóxca rontra os exérctos contraros. Em Ypres, no mês de abrl de 1945, pela prmera vez foram utlzadas gran?:,- das de gazes asfxantes con. tra as tropas francesas. 03 alemães utlzaram também a arma bacterológca, con. tamnando os sstemas de canalzação de agua3 de varas cdades. Em 1918, o estado-maor do Kaser ordenou que se fzessem tentatvas de lançar em certos se» toros do front ratos portadores de pulgas contamnadas com a peste, Esses fatos, quando dehunoados, provocaram force onda de ndgnação entre 03 poves do mundo, forçando a Conferênca de representan. tes de 37 nações, celebrada em Genebra no ano de a Se manfestar condenando «o emprego na guerra du gazes asfxantes* tóxcos ou semelhantes, assm como todo lqudo, matéras ou substancas análogas», estendendo essa condenação «aos meos de guerra bacte» rológcos». O Protocolo de -Genebra, frmado no da 17 de junho, não contém, no entanto, as assnaturas dos governos dos Estados Undos, Japão, Brasl, que se re. cusaram a acetar seus ter. mos. GUERRA MUNDAL («Experêncas» dos nazstas com a arma mcrobana) A» Os anos se passaram, rearmandò-se os mperalstas alemães com o auxílo dos governos dos EE.UU-, nglaterra e França. A 1.» de setembro de 1939, após a agressão contra a Áustra e a Tchecoslováqua, as hordas nazstas nvadem o terrtóro polonês. Era o níco da Guerra Mundal, que custou ao mundo nada menos de 80 mlhões de vítmas! Os bárbaros nazstas, sob o lema do ant-comunsmo, não se detnham dante de nenhuma atrocdade. Ses mlhões de judeus foram assassnados nos campos de concentração, sendo a maora na.s câmaras de gás. Mas os naztas não se lmtaram ao emprego da arma tóxca contra os cvs. Colocando a cênca a servço da morte e da destrução, realzaram dversas «experêncas» nos prsoneros dos campos de concentração. Segundo o depomento de Louse Alcan, que fo encarcerada üo campo de Àuschwtz (n ), rs nazstas «se servram de cobaas humanas para realzar experêncas «centífcas», em cujo decurso moléstas tas como o tfo, o cólera, febre tfóde, febre amarela e o mpaludsmo eram noculados nos deportados, que depos eram envados para a câmara do gás ou mortos por njeções ntracardíaess de fenol». Nos deportados para os campos de concentração stuados a leste da Europa, os htlerstas nocularam o germe do tfo c da poete, na esperança de que fossem assm provocadas epdemas nas fleras do exércto sovétco, à medda do seu avanço lbertador. Tas crmes foram comprovadps pelo Trbunal nternaconal de Nuremberg, sendo apontado nclusve o nome de um notóro nazsta, o dr. Walder Schareber, antgo general do Estado Maor da Wermacht, como mplcado nas «experêncas bacterológcas. Walter Schareber, atualmente, encontra-se nos EE.UU., «colaborando» com as forças aéreas d* Texas. EMPREGO DA ARMA MCROBANA NA CHNA PELOS JAPONESES f" Em 1931, muto an- *^ tes de deflagrada a Guerra Mundal, a Mandchura. já hava sdo ocupada pelos exérctos dos mltarstas japoneses e transformada em praça de armas para a agressão contra a URSS. Os bárbaros japonêses, que se havam recusado a assnar o Protocolo de Genebra, lançaram mão da arma mcrobna contra os patrotas chneses e cdadões de outras naconaldade. t O processo de Kabarovsk, celebrado de 25 a, 30 de dezembro de 1949 contra doze crmnosos de guerra japonêses culpados da preparação e do emprego da arma bacterológca pôs a nú todos os crmes pratcados pelos mperalstas japonêses nesse terreno. O mperador Hrohto promulgou um decreto especal sobre a formação secreta na Mandchúra de undades bacteroógca do exércto japonês, conhecdos como destaca" mentos ns. 100 e 731. Esses destacamentos, dsfarçados sob nomes nocentes, eram dotados de laboratóros onde, durante mutos anos, se fzeram «experêncas» com seres vvos nclusve cranças, para verfcar a ação das dversas bactéras mortíferas. O emprego da arma bacteroógca como meo de agressão" fo «legalzado» pela camarlha japonesa num documento secreto e» pecal denomnado «Tátca da guerra de ncursões e de sabotagem». As águas do ro Jaljn-Gol foram contamnadas com bactéras de prgosas enfermdades. Ex«pedções bacterológcas es» pecas foram envadas à Chna, para espalhar pulgas contamnadas com peste bu«bônca. Avões japoneses por dversas ocasões bom» bardearam o terrtóro chnês com asetos portadores Mè bactéra*. Entre os prn- spas crmlosos de guerra japorçêses, responsáves por essas atrocdades, fguram o mperador Hrohto, e os generas Shro sh, Kasahara, K t a n o e Wakamatzu. Apesar de condenados no ano de 1948 pelo Trbunal Mltar nternaconal em Tóquo, a 7 de março de 1950 o general Mac Arthur expeda uma crcular ordenando que os mesmos embora sob protesto do govêrno da Unão Sovétca fossem postos em lberdadc. H Mn^ww1^»^:^»!!l»K»mvll l! ^Br^^^^^^^pp^SfôPyffl m BâKHH_W^77 < mêè^êêmwsêms^sm^m ^KWíyí5»w».7. ;* 35 Frederc Jolot-Curú» A PREPARAÇÃO DA GUERRA MCROBANA NOS EE.UL C - Os mperalstas norte-amercanos que não hestaram em lançar a bomba atômca sobre Hroshma e Nagasak, já se preparavam no transcurso da segunda conflagração mundal para utlzar também a arma bacterológca. A êsse respeto, não dexam dúvda as declarações pres*- tadas ao «New York Tmes», a 13 de harco de 1919, pelo general Alden H. Watt, chefe do servço químco do Exér» cto amercano. Dsse êle: «Consdero que dspomos dos me* lhores sábos que trabalham neste assunto. Até o fnal da Segunda Guerra Mundal já havíamos ultrapassado qualquer de nossos adversáros». Laboratóros, campos de expermentação, fábrcas de equpamentos de ensao foram cudadosamente planfçados e construídos. A fase de preparação, nos EEUU., da guerra mcrobana, acha-se documentada com toda uma extensa sére de declarações de generas e centstas amercanos. São provas esmagadoras, que demonstram.também a preparação da guerra tóxca e os planos de bombardeamento atòmco da Coréa. Partcularmente sobre a utlzação da arma mcrobana na Coréa, é bastante explícta a declaração do «Scence News Letter», de 8 de julho de que numa con= fssão préva do crme afrmava: «A guerra bacterológca terá talvez uma possbldade de ensaar-se, se a luta contnua* um pouco mas na Coréa». BACTEROLOGSTAS JAPONESES A SERVÇO DOS AGRESSORES ANQUES 7 - Para levar a cabo os planos que engendraram, os drgentes do govêrno norte-amercano tomaram a seu servço os crmnosos de guerra japoneses que tnham partcpado atvamente da agressão mcrobana contra a Chna. ndultados por Mac Arthur depos de co.:denados pelo Trbunal nternaconal Mltar de Tóquo, os bacterologstas japoneses arrumaram suas malas e embarcaram para os EE.UU, no começo de < Eram em número de dezo» to, e entre eles encontravamae os crmnosos de guerra Shro sh, Ujro Walcâmatsu, e Masajo Ktáno. «L! Humanté», que fez a denúnca dêsse fato, acentua que os japoneses conduzram todos os documentos de que dspu» nham sobre a preparação e a produção da arma mcrobana. Outra denúnca, relatva à utlzação dos bacterologs*. tas japoneses pelas forças armacas dos EE.UU., fo íevantada pela agênca «Telepress». Num despacho de 5 de Dezembro de 1951, proce» dente de Hongkong, a agên«ca nformava que três bac* (Conclu na pág. 9) *:Pe*W-M\-r: >7í.;.»,?;.* :%? $&: hw?zz?:~b»s ^&B%& -.-;. :. ;*,*.:, -,. -;.*--.:fft :, í~ » -uv«s - -* *- frv-«*«*~»;-~»»^»*í( ;L- -..v--" * l-:,-:-,<í:-:.:--^ms- ^-^r-à^ftt^lzu&ltff-v*;-.-"-* "* --. m;:, - S.,y.,,: :".f.. a.^:7^m^^ :; ;... ;m\í * S.-.-s^-t: hsk l f-u-ht mm mím WÊÈ fy«. ffs-.-p-jfhfy"-- l-íjfr " j-yy--1." >: V&-~Í"-f*ÍÍ*r -*>r- -^;:~í ~*}í->í-^á^v*- rí AÍ^*... V / m :7: S^1 :, me- :- K~y,K $$$$-<.. h.y aí:.,$?.< *«.*.«tãka v-l, Vav"*-^:*-" "-:" F~V».-..y" **\>ít-: - r- * *--.-» - -* -\ " ÍÍlV.--TÍ»»W->!-^\ : ^V,mV^-.^í-^ff* ÜVfrvMt.> "" ~rá. : f,f-fyy-r,-^..,.--;.-4^-»-~*-v V.?. v."t] r- ^ Vs <*!>* *,*/.vlw*w..-«*«..ms.y.^m*..-/.,.^t^»;».ím,-» " L^w^>ít* *y* y»*?,í!?*.* "!jrj**f»*wv t*?***l»m^vv.**+v. tm sa í «V.Jí <7KV ::-*Vy,-. í..í «A. - * -. ; "**í. y, :.*.-. íf;**j»í -.,»H-»*jr ,* Z\.!í.,t -1...,.,,* *l : H^,,^-. th-yé d-ç ÍÚyélSÍè/0$0ê(Ay,-Í *^j0& ^y7 J s»ví - y% 5*?; 1 «> 7 ~l /;* e.cv ;Vs.-"1. f- >.".* p- 7 ã, *»*!** *»*. X 7v ". -7; s yí*f.v.- 7; t f?-. va»&«#.-*,,k< HWnv %fcjm, : : í.,,j-.:* -.-. * ": ^.-. *-*, : "."...,,!-..,.. $jt»*f($ { ;-.^. ;.,..}-.,.,-;.-.,,.v»:*, ;; ~. >» ,.-j-*-^**-~v, >>.-.*. -. ",-....^.7^3).ff^ac-smle» d mapa publcado po? «Lp Hnmantê», fndea&at do a tocaü-zftcjo àm m*m$ $smmtm. de» aoeóbào^oj, /.- (k - $? ;:!>«

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