Instituto Brasileiro de Ensino Ensino de Língua Espanhola Ensino de Língua Espanhola

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2 1 ENSINO DE LÍNGUA ESPANHOLA GUIA DE ESTUDO 3 PROFESSOR (A): PROF. LEONARDO FELÍCIO LIRA

3 2 SUMÁRIO INTRODUÇÃO FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LINGUA ESPANHOLA A origem da língua espanhola no mundo Diferenciando Castelhano e Espanhol. Há diferenças? Saberes de um professor de língua espanhola Posturas e rotinas O ambiente de ensino AS MULTIPLAS RELAÇÕES QUE UM PROFESSOR ESTABELECE O professor Relação professor e aluno Relação professor e escola METODOLOGIA DA PESQUISA REFERÊNCIAS CONSULTADAS E UTILIZADAS APENDICES... 42

4 3 INTRODUÇÃO Olá, sejam bem vindos ao curso de especialização no Ensino de Língua Espanhola. O ensino de uma segunda língua no Brasil passou por um longo processo de adaptação e estruturação. Mesmo tendo iniciado sua jornada ainda no período colonial, com a vinda da família real para o Brasil, e a determinação de Dom João VI que se passasse a ensinar língua estrangeira nas escolas brasileiras. Contudo o primeiro foco foi para o ensino da língua inglesa, pois, naquela época as relações entre Portugal e Inglaterra eram extremamente próximas. Contudo, todos os demais países de nosso continente foram colonizados pela Espanha, recebendo destes a sua herança lingüística. Com o passar dos anos, o espanhol foi sendo incluído sutilmente nas grades curriculares das escolas, mas a principio somente nas turmas chamadas de segundo grau, e posteriormente nas turmas de primeiro grau. Hoje chamados respectivamente de Ensino Médio e Ensino Fundamental. Mas isso ainda não foi suficiente. Nem mesmo nos cursos de idiomas o Espanhol ganhou prestígio de idioma a ser ensinado primordialmente, sempre aparece como a segunda língua a ser ensinada dentro de uma escola de idiomas. Diante desse cenário que a princípio não parece ser muito animador é que convidamos e convocamos você, professor de língua espanhola a se especializar e se aprimorar, a fim de agregar valor ao ensino da língua espanhola dentro das escolas brasileiras e de cursos de idiomas. Não será esta uma tarefa fácil. O brasileiro tem a mania de dar um jeitinho em tudo, e chega a ser engraçado como muitos brasileiros chegam pensar que podem misturar português com espanhol famoso portunhol e assim se comunicarem na língua portenha ou espanhola. E isso acontece com mais ousadia até do que acontece com aqueles que fingem falar espanhol. Então, querido professor. Reconhecemos aqui que a sua tarefa é árdua, e possivelmente você por muitas vezes já tenha se sentido desmotivado e até mesmo pensado que o seu trabalho não está tendo frutos. Contudo, nós acreditamos que com uma maior especialização, e nesse sentido queremos deixar claro aqui que não temos a pretensão de passar

5 4 conhecimentos lingüísticos específicos da língua espanhola, mas sim tentar passar técnicas de ensino que são aplicadas no ensino de idiomas como segunda língua. O educador da língua espanhola tem aqui uma grande vantagem que é o fato de estarmos trabalhando agora em um mundo globalizado, as economias estão em blocos. E, como pertencemos ao MERCOSUL, temos todos os ingredientes para aguçar a curiosidade dos alunos e estimulá-los a fazer com que se sintam motivamos a aprender uma nova língua. A língua espanhola. Então, agora comum fator motivador que diferencia das aulas de inglês neste momento, o professor de língua espanhola pode entrar em sala de cabeça erguida e mostrar aos seus alunos que a língua espanhola tem o seu papel global sim, e que se o mesmo quiser fazer parte do mundo que vive de maneira plena precisa também ter um conhecimento dessa língua. É com base nisso tudo que convidamos a todos vocês a desfrutarem de nosso curso e tomarem parte na formação de nossos alunos de maneira plena e intensa e mostrá-los o papel da língua espanhola no mundo de hoje.

6 5 1. FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LINGUA ESPANHOLA A completa formação de um professor de língua estrangeira, no nosso caso de língua espanhola, não deve simplesmente passar pelo fato de que o professor precisa somente ter certo grau de fluência na língua, mas também é necessário que o (a) mesmo (a) conheça a origem do idioma, e também como o mesmo passou a ser ensinado no Brasil. É importante que este professor saiba também expor para seus alunos a importância da língua espanhola no contexto geográfico-social que temos hoje em dia. Os blocos econômicos significam muito. E isso trás significado para o aprendizado dos nossos alunos, agrega valor e os motiva e desperta a curiosidade dos mesmos para o aprendizado. Transformando o processo de aprendizado completo, pois, assim será uma troca. Há ainda outros elementos que devem ser levados em consideração ao abordamos a formação do professor de língua espanhola. A grade curricular dos cursos de Letras/Espanhol. Infelizmente a maior parte dos cursos deste tipo que temos nas nossas universidades não prepara o professor para o dia a dia da sala de aula. E, ainda são vistos socialmente como cursos de segunda opção. Há uma urgência de uma reforma acadêmica, e se ensinar uma língua é um pouco mais do que saber teorias. O professor precisa ter mais oportunidades de vivências e interação com os alunos antes mesmo de ter a sua graduação completa. Faz então a necessidade de movimentos estudantis que preparem o professor para a vivencia de sala de aula. O primeiro deles é o aluno que ainda na graduação se engaja na jornada educacional, participa de seminários, cursos, work-shops, etc. E, assim que tem a primeira oportunidade de começar a sua carreira como professor ele o faz. E, faz isso de forma apaixonada e dedicada na maior parte das vezes. Mesmo sem ter consigo ainda todas as ferramentas necessárias para ser um professor. E o faz de forma incompleta, pois, não apresenta ainda os elementos psicológicos necessários para o seu papel em sala de aula, mas estamos falando aqui de uma área carente no ensino e o professor acaba ficando em sala de aula e passando pela graduação de forma mais preocupada com o trabalho do que com a sua formação. O segundo tipo é constituído por aqueles alunos que apesar de estarem no curso de letras, não se identificam com o ensino de línguas e passam a ensinar português. E o terceiro e

7 6 ultimo grupo é composto por aqueles que mesmos amando a língua espanhola, não querem de forma alguma entrar para a vida acadêmica. Então, acabam por auxiliar de alguma outra forma no estudo e aprendizado da língua espanhola, como tradutores, interpretes e ou corretores gramaticais, etc. Assim como os professores das demais disciplinas, o professor de língua espanhola deve ser um profundo conhecedor do seu campo de ensino. E, por ser a língua espanhola algo que ainda podemos considerar como sendo vivo, por estar passível de constante mudança, tem que ter um time de educadores que esteja constantemente em atualização e em busca de mais a oferecer aos seus alunos. Ou seja, a formação acadêmica não é o bastante para formar um professor de língua espanhola. 1.1 A origem da Língua Espanhola no Mundo A língua espanhola é o resultado de mais de 1000 anos de evolução, nos que as diversas línguas dos habitantes da península receberam a influência dos romanos e os árabes. No final do século XV, com a união das monarquias de Castela e Aragão, que estenderam seu domínio por grande parte da península, o castelhano se impulsionou sobre os demais idiomas e dialetos; ademais cruzou o Atlântico nos barcos dos conquistadores e missionários. A colonização espanhola do s.xvi levou a língua as Américas, aos Estados Federais de Micronesia, Guam, Marianas, Palaos e Filipinas. O latim vulgar que falavam os exércitos romanos e os colonos na antiga Espanha foi à base de muitos dos dialetos que se desenvolveram depois em várias regiões do país durante a Idade Média. O dialeto de castilla ou espanhol de castilla, foi pouco a pouco convertido na língua standard, pelo domínio político de Castela no século XIII. A maioria das palavras do espanhol deriva do latim, mas também têm algumas que vem de outras línguas pré-latinas, como o grego ou o celta. A invasão

8 7 dos visigodos, a princípios do século V d.c. também entraram palavras germanas. A conquista dos árabes, três séculos mais tarde, introduziu muitas palavras árabes na língua, a maioria delas é muito facilmente reconhecível pelo prefixo "al". A influencia dos eclesiásticos franceses do século XI e dos peregrinos que iam para Santiago de Compostela, fez com que se incorporassem a língua muitas palavras e frases francesas. Durante os séculos XV e XVI, devido à dominação da Itália por parte dos aragones, a Espanha recebeu também influência da Itália e se viu influenciada pela moda da poesia italiana. A relação de Espanha com suas colônias e possessões, deu passo à introdução de novos términos de línguas nativas americanas e de outras fontes. Os estudos e investigações aumentaram também consideravelmente os empréstimos lingüísticos. Na América, os descendentes dos espanhóis, os espanhóis crioulos e os mestiços seguiam utilizando a língua. Depois de que as guerras da independência liberaram estas colônias no s.xix, as elites existentes estenderam o uso do espanhol a toda à população para reforçar a unidade nacional. Em Filipinas este processo não ocorreu assim por varias razões. Era a única colônia espanhola da Ásia longe de todas as que existiam na América latina. Filipinas mais que uma colônia espanhola, era a colônia de uma colônia espanhola, da nova Espanha e era México quem a administrava. Em comparação com seus homólogos na América latina, a população filipina era quase exclusivamente nativa, e os espanhóis, que eram quase todos mexicanos, eram maioria frente aos mestiços. Depois da guerra entre Espanha e América, os poucos espanhóis que sobraram regressaram a Nova Espanha (México) e mais tarde a Espanha. E em Filipinas, muito dos poucos mestiços que havia morreram por causa da guerra, o inglês se declarou língua oficial e em 1973, o espanhol de ser a língua oficial deste país. A Real Academia da língua espanhola se fundou em Estabelecia os critérios para sancionar os neologismos e para a incorporação de palavras de âmbito internacional. A gramática espanhola se normalizou durante este período e a literatura espanhola foi muito prolífica, devido à expressão de liberdade que permitia

9 8 aos escritores e falantes utilizar a língua sem seguir umas regras determinadas para a ordem das palavras, criando assim diversos estilos literários. O século XX foi testemunho de como mudou o uso do espanhol. Na língua entrou multitude de neologismos, alimentados pelos avances tecnológicos e científicos. Desde os clássicos: termômetro, átomo e psicanálises a os modernos e apenas hispanizados: filmar, radar, cassete, PC e modem. 1.2 Diferenciando Castelhano de Espanhol Há diferenças? Muitas pessoas pensam que Espanhol e Castelhano são línguas totalmente diferentes, mas isto não é verdade. De acordo com o dicionário normativo da Real Academia Espanhola, trata-se de termos sinônimos. As denominações, Espanhol e Castelhano surgiram em épocas diferentes. O termo castelhano é mais antigo. Ele remonta ao reino de Castela, na Idade Média, quando a Espanha ainda não existia. Quando o país começou a se consolidar, no século 13, o reino de Castela se impôs aos outros territórios da região que hoje formam a Espanha. Por causa dessa liderança, o Castelhano, um dialeto com forte influência do Latim, acabou sendo adotado como língua oficial do novo país em 1492, com a unificação dos reinos que correspondem à Espanha atual. O termo espanhol procede do latim medieval Hispaniolus, denominação latina da Península Ibérica Hispânica. A denominação do idioma como espanhol, em detrimento da forma castelhano, costuma gerar uma situação conflituosa. Sabe-se que na Espanha existem outros idiomas, tais como o Galego Basco e Catalão. Assim, se você disser que fala Espanhol, pode estar subentendido que você também fala esses outros idiomas. De acordo com a Constituição Espanhola de 1978, o Castelhano é considerado língua oficial em toda a Espanha, mas nas regiões onde há um idioma próprio, este possui valor co-oficial. Assim, torna-se possível compreender porque

10 9 em lugares como na Catalunha ou no País Basco, por exemplo, o idioma co-oficial é falado no dia-a-dia. A razão pela qual alguns países optam por chamar o idioma de Castelhano e outros de Espanhol pode ser política: você dificilmente vai ouvir um argentino dizendo que fala Espanhol, já que o nome remete ao período colonial. Por esse motivo, o termo Castelhano é mais usado na América do Sul. Já a forma Espanhola é comum no Caribe, no México e nas áreas de fronteira com outra grande língua, o inglês. Na Espanha, o uso dos termos depende da região: no norte, as pessoas referem-se à língua como Castelhano. Na Andaluzia e nas ilhas Canárias, o idioma é chamado de Espanhol. Assim como os brasileiros não falam o Português idêntico ao de Portugal, sabe-se que existem variações no modo de falar dos diferentes povos latinoamericanos colonizados pela Espanha, mas nada que possa fazer-nos considerar qualquer dessas variantes como um idioma a parte. Apesar de o espanhol ser um idioma falado em regiões relativamente distantes, a ortografia e as normas gramaticais asseguram a integridade da língua. As diversas Academias de Língua Espanhola são responsáveis por preservar esta unidade. A Espanha elaborou o primeiro método unitário de ensino do idioma, que é difundido por todo o mundo, através do INSTITUTO CERVANTES. Atualmente, o espanhol é a terceira língua mais falada no mundo, perdendo apenas para o Mandarim e para o Inglês. Assim, é possível encontrar falantes do idioma nos Estados Unidos, nas Filipinas (antiga colônia espanhola) e até mesmo na África. Nos Estados Unidos, o Espanhol é usado como língua de comunicação entre a maioria dos anglo-saxões dos estados do Colorado, Arizona, Califórnia e Novo México, e também por numerosos grupos de Nova Iorque e da Flórida. Além disso, é a língua estrangeira mais estudada em escolas e em universidades do país. Reparem no mapa as regiões onde se fala o Espanhol. Nas áreas em azul escuro, o Espanhol é a língua oficial. Nos EUA existem diferenças no número de pessoas que falam Espanhol em cada Estado, confira:

11 10 EUA - nos EUA, a população que fala o Espanhol varia bastante: nas zonas com azul mais escuro, mais de 25% da população fala a língua espanhola, nas com azul um pouco mais claro, de 10 a 20% da população fala Espanhol e nas zonas com o azul mais claro de todos, apenas entre 5 e 10%. 1.3 Saberes de um professor de língua espanhola Um professor de língua espanhola, em sua maioria é alguém que passou por um curso de graduação de Letras / Espanhol, e que se espera que tenha um conhecimento do idioma, não apenas gramatical ou teórico, mas também de como o mesmo é articulado, ou falado. Quanto à formação universitária do professor, temos que entender que as nossas faculdades de letras, em sua grande maioria atendem muito bem a formação teórica desses alunos e alunas, fazendo com que os mesmos tenham um conhecimento amplo sobre estruturas gramaticais, lingüística, fonética, literatura e todo aparado formal para o bom uso de uma língua como meio de comunicação. Mas, existem ainda algumas lacunas que precisam ser preenchidas nesse aspecto. Quando falamos de educação formal, no que se diz respeito à língua inglesa. Temos aí um primeiro aspecto a ser observado, certo número escolas contratam como professores pessoas que simplesmente tiveram uma experiência de vida fora do país, portanto, apresentam um grau de fluência no idioma. Contudo, essas pessoas são bons falantes da língua, conhecem a linguagem informal, sabem gírias, expressões, cantam os hits musicais do momento, mas podem falhar no conhecer as estruturas gramaticais. Por outro lado, os alunos recém-saídos da faculdade apresentam uma boa bagagem de conhecimentos lingüísticos, conhecem a tonicidade das palavras, as estruturas gramaticais corretas, a fonética e tudo mais. Mas, em sua maior parte são pouco conhecedores da linguagem falada. Não são seguros quanto à harmonização das palavras, não conhecem gírias, e toda a gama de fatores que mostram que a língua inglesa está ainda em constante formação. Em constante mudança.

12 11 Nesse complexo todo de estruturação do ensino da língua espanhola e até mesmo de formação do professor dessa disciplina, devido principalmente à carência de material humano para ensinar fazem-se alguns ajustes e temos algumas pessoas que passam a ensinar a língua. Qual a principal conseqüência disso? Uma desvalorização do ensino da língua espanhola e também do profissional que fez essa tarefa, e mais ainda, daqueles que são professores de verdade e que querem levar essa carreira a sério. Ainda temos que somar o fato que muitas pessoas pensam que por apresentarem muitos aspectos similares com o Português algumas pessoas consideram menos importante dar atenção ao aprendizado da língua Espanhola e consequentemente a estruturação do seu ensino. Como reverter isso? Comecemos com um melhor preparo para entrar em sala de aula. Segundo pesquisas e publicações, todos nós passamos por um determinado momento de ansiedade e preocupação antes do primeiro dia de aula. E, o que devemos ter em mente nesse primeiro momento é que ele é a marca como andará todo o ano letivo com a turma. Portanto, algumas coisas devem ser bem feitas. Segundo DIXIE (2006) é nesse primeiro contato que o professor precisa mostras como ele age com seus alunos e quão seguro está sobre a matéria que ensinará. Mais algumas coisas que DIXIE (2006) nos orienta fazer: Ser capaz de obter a total atenção dos alunos na sala de aula quando e onde for preciso. Está convicto de que sua autoridade não será diminuída em situações de aprendizagem livre. Ser capaz de manter boas relações informais com os alunos na sala de aula e, ao mesmo tempo, manter a capacidade de convertê-las em situações mais controladas e formais sempre que necessário. Ainda de acordo com DIXIE (2006) algumas atitudes que o professor tem não estão de acordo com o comportamento de um docente, como ser arrogante, pomposo, sarcástico, convencido, insensível, dogmático, detalhista demais, mal humorado, inflexível ou incoerente. A fim de evitar esse tipo de comportamento a primeira coisa a se fazer é se conhecer muito bem, saber seus limites e limitações. Não se envergonhar dos mesmos, mas sim, estar ciente que são eles que farão de

13 12 você um bom profissional. Tão logo você os conheça e os entenda estará preparado para começar a ensinar. É necessário que seja estabelecido um contrato de sala de aula. Um acordo que na maioria das vezes pode simplesmente pode ser verbal, mas que no caso principalmente de turmas de adolescentes e pré-adolescentes, pode ser mais interessante que seja feito de forma escrita e que fique se possível, fique escrito e impresso dentro da sala de aula. O professor deve ainda: O professor deve decidir o local em que os alunos vão se sentar. O professor deve conhecer os alunos pelo nome. Os alunos devem estar cientes de que todo grau de perturbação é inaceitável. Deve haver respeito mútuo entre professores e alunos. Todo aluno deve se sentir valorizado e totalmente inserido no processo de aprendizado. As correções devem ser feitas de forma amistosa e gentil. A fim de que conexões sejam permanente feitas entre professores e alunos. E a imparcialidade deve ser a melhor amiga do professor em suas análises e correções. 1.4 Posturas e rotinas Uma vez em frente de uma sala de aula o professor deve estar ciente que é como se estivesse em uma espécie de vitrine. E, que da mesma forma que suas atitudes e posturas podem indicar uma relação de qualidade com seus alunos as mesmas podem indicar uma relação não saudável e que comprometa o processo de aprendizado. Quando em sala de aula, o professor deve buscar atingir os alunos no mesmo nível, principalmente quando trabalhando com crianças, o professor deve sempre que possível buscar estar no mesmo nível que seus alunos. Quando necessário e possível sente-se no chão com seus alunos, cante, brinque, converse, promova interações que sejam símbolo de uma troca entre você e seus alunos. Inclusive essa

14 13 deve ser uma pratica constante com crianças. Devemos estar cientes de que nessa fase da vida o brincar ainda é extremamente importante, e que o brincar contribui para adultos mais fortes e confiantes. Por isso, brinque, cante, recite poesias, interaja com seus alunos de forma que eles sintam que você apesar de ter um conhecimento da língua inglesa que é maior do que o deles, não se sente melhor e muito menos mais especial do que eles por isso. E, acima de tudo, esteja preparado para todo o tipo de surpresa que isso pode gerar. No que concerne ao ensino de pré-adolescentes e adolescentes, estamos entrando em águas quentes. Muitos profissionais não gostam de lidar com essa faixa de idade, não se culpe por isso. É realmente complicado, eles estão em mudança, são mais questionadores. O que pode ser o primeiro meio de atingir esse publico. Apresente a eles o inglês como uma ferramenta de descoberta do mundo. Esteja preparado para surpresas. Talvez um grupo de alunos pré-adolescentes e ou adolescentes não te acompanhe em brincadeiras e algumas propostas que você faça como as crianças fariam. Contudo, não há razão para não ser criativo, muito pelo contrário, seja criativo ao máximo que puder, pesquise na internet as novas musicas, utilize sites como google, youtube, orkut, etc. como ferramentas de ensino e fontes constantes de pesquisa. Quando ensinando adultos os cuidados quanto a ser acompanhado em brincadeiras e jogos de sala de aula devem ainda ser maiores. Evite jogos que definam quem vence e quem perde, com placar. Esteja preparado para as dificuldades. Os adultos tendem a ser mais pessimistas quanto ao próprio aprendizado. E, o que acontece frequentemente é que são tímidos e inseguros; barreira que você como educador deve buscar vencer com um conjunto de posturas: Estabelecer um ambiente de ensino harmônico e amistoso sempre. Estabeleça uma rotina para a sua sala de aula. Essa será a espinha dorsal da sua aula, como por exemplo, horário de chamada, recapitulação do que foi ensinado, apresentação do que será ensinado na aula do dia, atividade individual ou em grupo, um encerramento. Lembre-se que o aluno precisa entender o porquê do que está aprendendo. Sabendo da necessidade do que está aprendendo o aluno terá mais condição de armazenar o conhecimento que você quer passar.

15 14 Seja simples na escolha de suas atividades, e ao propor as atividades seja claro nas instruções. Os alunos precisam saber o que você espera deles ao propor as atividades. A postura corporal de um professor em frente de sua sala de aula deve transmitir segurança e confiança para os seus alunos, eles precisam sentir isso em você para que sintam que podem aprender a matéria. Gesticule, porém não com gestos evasivos e exagerados demais, lembre-se que está diante de uma platéia que pode ser ao mesmo tempo o seu juiz e o seu carrasco. E a sua postura deve demonstrar clareza, disciplina e credibilidade. Jamais subestime o valor de um sorriso para os seus alunos e busque sempre manter contato visual com eles. Quando a voz do professor em sala de aula, primeiramente, devemos lembrar que esse é o nosso instrumento de trabalho. Antes de mais nada, o cuidado com a voz deve ser tomado. E, uma vez em frente de uma sala de aula o professor deve transmitir também com a voz, segurança e confiabilidade. Varie o tom de voz, transmita aos seus alunos credibilidade, e acima de tudo lembre-se de que é a sua oralização da língua a primeira coisa que eles pegarão como exemplo e registrarão como memória da língua. 1.5 O ambiente de ensino O ambiente de ensino é extremamente importante para o aprendizado. De acordo com DIXIE (2006, p.49) é necessário que se estabeleça um clima de cooperação e mútua colaboração dentro da sala de aula e dentro da escola. Não é necessária uma estrutura física luxuosa ou extremamente elaborada, mas é necessário que a mesma promova um ambiente confortável e convidativo para o processo de aprendizado. Parte disso é responsabilidade da escola, contudo, o ambiente físico passa a ser o menos significante quando dentro de sala de aula o aluno encontra tudo o que precisa para estimulá-lo a aprender. Para tanto é necessário como professor que a sua atenção esteja voltada para os seus alunos como um todo. Tome cuidado porque os alunos que são mais tímidos podem vir a apresentar um maior grau de timidez em sua aula ou não,

16 15 converse com os outros professores e procure sempre não estigmatizar os seus alunos. Procure achar familiaridades com seus alunos, para que possa estabelecer conversas com eles. Procure elogiar os seus alunos. Porem, elogiar pode vir a ser uma faca de dois gumes; um elogio vazio pode ser muito pior e devastador do que a total ausência de um. Uma boa maneira de criar uma sala de aula estimulante é apresentar perguntas, a fim de que os seus alunos possam pensar nas respostas e assim, ao invés de respondê-las você mesmo, você cria nos seus alunos a curiosidade. De acordo com CURY (2003, p.68) o objetivo fundamental de ensinar é fazer com que os alunos sejam pensadores e não repetidores de informação. Ocupamos um grande espaço grande de nossa memória com informações inúteis, por isso é necessário que o processo de pensar sobre o que se aprende é extremamente importante. Devemos então promover nos nossos alunos a condição de que façam esse armazenamento de forma coerente e completa. Dentro de uma sala de aula podemos enfrentar alguns momentos de conflitos, em especial nos dias de hoje, nos quais temos cada vez mais a competitividade sendo motivada dentro do sistema educacional e dentro das famílias, portanto, muitas vezes o professor tem que tomar dentro de sala atitudes que sejam promotoras de um comportamento que motive a resolução de conflitos, que minimize as ansiedades e as angustias que os alunos possam estar passando por elas. Segundo CURY (2003, p 78) O afeto e a inteligência curam as feridas da alma, reescrevem as páginas fechadas do inconsciente. O que é fundamental para que o processo de aprendizado seja completo e pleno. Conhecer bem seus alunos, como já mencionado acima, é extremamente importante pra que o ambiente educacional seja sadio e produtivo. O que acontece é que muitos educadores com a constante preocupação de ensinarem bem, de cumprirem uma metodologia ou até mesmo sobrecarregados com a carga de atividades de classe e extra-classe não tiram tempo suficiente ou de qualidade para conhecerem os seus alunos. Vale lembrar que a metodologia por si não ensina, e que não existe nenhuma metodologia que seja totalmente perfeita e que seja adequada para todos os alunos ao mesmo tempo.

17 16 O que deve ficar claro aqui é que além de estabelecer uma relação com seus alunos o professor deve ser uma ponte entre este e o conhecimento a ser adquirido, sendo essa ponte, todas as atividades propostas constituirão as ferramentas necessárias para que essa travessia seja segura. Portanto, é necessário que antes de começar qualquer aula tenhamos em mente o que queremos ensinar, e como queremos que os nossos alunos assimilem esse conhecimento. Nesse aspecto serão a metodologia e a abordagem que nos guiarão, discutiremos isso depois. Contudo, para que a mesma seja bem sucedida um bom professor deve conhecer bem os seus alunos e saber como melhor ajudá-los a superar as suas dificuldades. De acordo com BODERNAVE (1999, p ) existem cinco tipos diferentes de professores. O PROFESSOR INSTRUTOR Aquele que procura ajudar os seus alunos a responderem ou atenderem as suas necessidades imediatamente, sem pensarem o que estão respondendo ou a necessidade do que estão respondendo ou aprendendo. Os alunos passam as aulas recitando definições, conceitos gramaticais e regras de ortografia ou pronuncia. O PROFESSOR/INSTRUTOR é dentro de sala a autoridade máxima e o aluno tem poucas alternativas sobre o seu próprio processo de aprendizado. É o tipo de professor mais comum em cursos rápidos, como preparatórios para concursos, pré-vestibulares e em alguns casos cursos de idiomas. PROFESSOR CONCENTRADO NO CONTEUDO É o professor que está primariamente focado em cumprir o conteúdo programático que foi estabelecido, por ele mesmo, pela escola ou pela coordenação do curso. Não é muito aberto para novidades e nem para discussões sobre o sistema de ensino, não é um professor muito amigo da originalidade e apresenta pouca criatividade. Seu foco é somente cumprir a matéria, e o que acontece é que muitas vezes esse tipo de professor não atinge os seus objetivos, pois, no que concerne o ensino de uma língua em mudança como a língua inglesa temos que estar em constante renovação.

18 17 PROFESSOR CONCENTRADO NO PROCESSO DE INSTRUÇAO Assim como o tipo anterior está simplesmente concentrado no domínio da matéria a ser ensinada, os alunos aqui são coadjuvantes no processo de aprendizado. Está mais preocupado com implantar nos seus alunos um modelo de raciocínio do que ensinálos a pensar, a principio, tem um estilo que pode chamar a atenção dos seus alunos, contudo, após certo tempo corre-se o risco de que os alunos estejam cansados dele e que os seus objetivos não sejam alcançados. PROFESSOR QUE SE CONCENTRA NO INTELECTO DOS ALUNOS Para esse tipo de professor o processo de ensinar está mais relacionado com fazer o aluno pensar do que simplesmente fazer deste um repetidor do que aprende, dá uma importância ao como, porquê, do saber. É confiante e seguro do conteúdo a ser ensinado, contudo, se compromete mais com o que deve ser ensinado em si do que com a pessoa que está aprendendo. E, apesar de em uma primeira visão de o seu papel ter uma boa perspectiva do que quer, ainda assim não consegue cumprir bem o seu objetivo, porque isolou o aluno do processo de aprendizado. PROFESSOR QUE SE CONCENTRA NA PESSOA TOTAL É um professor que tem muito em comum com o tipo anterior, concentra-se satisfatoriamente no estudante, contudo, este tipo acredita que o processo de aprendizado não pode ser desconectado dos demais fatores que envolvem a vida do aluno e de sua personalidade. Este tipo de professor considera o aprendizado como um processo completo e um desafio global, com muitas respostas ainda por serem datas. Esse tipo de professor assume que o aprendizado ainda está em mudança e evolução. É interessante notarmos que não há como sermos um tipo desses isoladamente, e que o que é mais curioso, pode dizer que em fases diferentes de sua vida profissional um professor apresenta um ou mais dos tipos de perfis referidos acima. A questão é, qual destes tipos citados você acha que mais contribui para que a formação dos alunos seja completa e alcance seus objetivos? Não há uma receita que possa ser dada para fazer com que os alunos aprendam mais ou

19 18 com que seja um professor de sucesso. Contudo, espera-se que na medida em que o professor conheça mais e mais seus alunos, mais motivado se sinta para variar e experimentar novos métodos. Aos poucos o professor se sentirá capaz de identificar quais são as diferenças de personalidade mais determinantes e as diferenças de aprendizado. Segundo BORDENAVE (1999, p. 69) isso ajudará o professor a agrupar os seus alunos por tipos e adequar seus métodos em diversos tipos, que melhor se adapte a cada grupo. Assim sendo, o professor terá como se concentrar melhor nos seus alunos como parte de aprendizado e como se adaptarem melhor ao que estão aprendendo. O que podemos concluir dizendo que o professor que desenvolve empatia e oportunidades de partilhar coisas reais com seus alunos é muito mais apto para ser bem sucedido em sua carreira.

20 19 2 MULTIPLAS RELAÇÕES QUE UM PROFESSOR ESTABELECE Dentro do contexto exposto até o presente momento, podemos encontrar várias situações e relações pelas quais nós professores e educadores devemos passar. Evidentemente a mais proeminente de todas é a relação professor aluno, contudo esta apenas a ponta de um grande iceberg. Todo o trabalho que um professor deve executar e precisa executar depende das múltiplas relações que o mesmo necessita estabelecer. Devemos considerar que cada uma dessas relações estabelecidas não tem maior ou menor grau de importância, o que devemos entender é que de fato todas apresentam a mesma complexidade e podem interferir diretamente tanto no andamento de uma aula como no funcionamento total de uma escola. Algumas dessas relações são mais estressantes para o professor, contudo, devemos ter todas essas relações em mente e saber que é a harmonia entre elas que faz com que se tenha sucesso em sala de aula. Nesta sessão apresentaremos algumas dessas relações, bem como maneiras de torná-las mais eficientes para que o processo de aprendizado seja eficaz. 2.1 O professor Antes de começarmos a discorrer sobre quais seriam as implicações da relação entre professores e alunos e a importância disso para o ambiente de ensino e o processo de aprendizado precisamos falar primeiro sobre o que é ser professor. Aqui fica clara uma grande diferença, que é ser professor e estar professor, o segundo nome representa um grupo de pessoas que exerce o papel de professor, que trabalha nas escolas, que tem conhecimento do assunto ensinado e que pode estar até a muitos anos fazendo isso. Entretanto, não é o melhor profissional, está sempre reclamando, não é aberto a mudanças e não se preocupa muito com o processo de aprendizado e com seus alunos. O outro grupo, o primeiro, por outro lado, é formado por aqueles que abraçaram a carreia de professor em alguns casos mesmo antes de terem a formação curricular exigida para tal. Mas

21 20 desempenham suas tarefas com desenvoltura e determinações, são apaixonados pelo que fazem e estão dispostos a andar até duas ou três milha a mais, a fim de que seus alunos aprendam corretamente. Em ambos os grupos encontram profissionais bons e bem sucedidos, assim como encontramos aqueles que ainda não encontraram o seu caminho propriamente dito. A primeira preocupação de um bom professor é o seu aluno, e não somente o processo de aprendizado ou apenas cumprir o conteúdo programático. Portanto, a primeira qualidade que um professor deve cultivar é a paciência. De acordo com PAIXÃO (2006, p. 35) para um professor de inglês, não é fundamental a formação em letras / inglês, ou pedagogia e nem mesmo ser nativo. Mas é fundamental que o professor de inglês tenha é a paciência. E por que a paciência é fundamental? Se não for um professor paciente, a primeira coisa que um profissional tende a fazer quando tem um aluno com dificuldades é facilitar demais as coisas para o aluno, o que compromete o processo de aprendizado do aluno e com o tempo o desmotiva de aprender. Porque ao ser tratado como um aluno com muita dificuldade de aprender, o mesmo incute em sua mente que nunca aprenderá e acaba abriando mão de fazer essa conquista. Como contornar esse tipo de comportamento? Conheça seus alunos, saiba o que eles esperam com o aprendizado da língua inglesa, estimule-os a encontrar as respostas e a raciocinarem e não simplesmente a receberem de você tudo pronto. Não embote o processo de aprendizado e a curiosidade dos seus alunos. A maioria de nós professores tem como principal público alunos que são pré-adolescentes ou adolescentes. De acordo com Brasil (PCNs) é no terceiro e quarto ciclo que os alunos começam a ter língua estrangeira. É também nessa fase que os alunos estão passando por um conjunto de mudanças físicas e emocionais. O que os torna mais complexos do que as crianças e mais difíceis de serem agradados, então, como saída para isso o professor se torna um professorpalhaço, de acordo com PAIXÃO (2006, p. 37) o professor com esse perfil é aquele que ensina pouco e brinca muito em sala de aula. É animado, agitado, comunicativo, e o seu perfil combina muito com cursos de idiomas. Contudo, em longo prazo nem mesmo as escolas de idiomas se satisfazem com eles.

22 21 Há também o professor exemplo ou professor show, acho podemos dizer que esse tipo de professor é um produto raro no mercado. Está mais preocupado com o aprendizado dos seus alunos do que as coisas ao redor, em alguns casos não se preocupa nem mesmo com o próprio salário. É amigo dos alunos, mas na medida certa, preocupa-se em dar conhecimento aos alunos utilizando uma linguagem e abordagem que se encaixam melhor com cada grupo de alunos, procura manter aulas planejadas e é responsável tanto para com a escola e também para com os seus alunos. Podemos dizer que é o mais raro de todos porque que o mercado educacional dos últimos anos tem matado lentamente essa qualidade de professor. Entretanto, são esses os professores que se sentem realizados com o que tem que fazer. Existem outros tipos de professores, claro que existem outros rótulos também. Contudo o mais importante aqui é ter em mente quais as qualidades e virtudes um bom professor deve buscar ter e cultivar. Com base nos escritos de COLL (1996, p. 264) o conceito de bom professor, ou quem é o bom professor é muito subjetivo. E obviamente há uma ambigüidade de valores aqui. Contudo, ainda de acordo com Coll existem alguns preceitos aqui que devem precisam observados. Uma melhor definição do conteúdo incluído dentro das expressões de ensino que podem ser progressistas ou liberais ou ainda tradicionais ou modernas. A partir dessa definição mais restrita saberemos melhor o que estamos ensinando. A aceitação por parte dos professores que por mais modernos que sejam alguns preceitos mais conservadores ajudam em sala de aula e estabelecem valores que são para a vida. Ou seja, o processo educacional estaria assim completo educar para a vida. A formação de um professor é um processo totalmente continuado, apesar de se nascer com uma vocação para o magistério, a estruturação formal dessa vocação é extremamente importante para que o professor tenha sucesso em sua jornada. E, acrescentando tudo o que foi mencionado acima vale lembrar que algumas outras características podem ainda ser acrescentadas à formação do professor. Segundo ARTHUR COSTA & BENA KALLICK (2000), alguns desses hábitos a serem desenvolvidos são os seguintes:

23 22 INCLINAÇÃO Além da inclinação profissional aqui, o que os autores querem mencionar é que essa inclinação pode ser útil na formação de uma personalidade que esteja mais apta a resolver problemas o que é extremamente útil em uma sala de aula. VALOR Apesar de ter características que podem se assemelhar a questão da inclinação, aqui temos uma qualidade que valoriza o raciocínio. Consideram possibilidades e valorizam ouvir lados opostos de uma situação. O que demonstra que um professor deve sempre buscar a imparcialidade. É importante ainda dizer que esse tipo de atitude motiva os alunos a terem o mesmo tipo de personalidade que busque conhecer os dois lados de cada situação. Como a autora mesmo cita uma aluna da segunda série que tem uma pesquisa para fazer sobre a imigração pode se sentir motivada a fazer entrevistas com imigrantes para que seu trabalho tenha imparcialidade. SENSIBILIDADE Mesmo que se tenha o mais perfeito repertório de atividades cognitivas, e o mais completo material e suporte pedagógico, tudo isso seria sem valor algum se não se percebesse quando usar cada uma dessas coisas, assim como, o professor também precisa ter a sensibilidade de saber que algumas atividades funcionam melhor com algumas turmas ou idades e outras nem tanto. Isso seria reconhecer qual a melhor ferramenta usar em cada trabalho, e demanda uma alta sensibilidade. CAPACIDADE - Os professores têm praticamente todo o controle sobre a capacidade de seus alunos de pôr em prática as capacitações cognitivas apropriadas. Enquanto os alunos não puderem decidir usar as capacitações cognitivas que possuem, não há inclinação, valor ou sensibilidade capaz de ajudar o indivíduo que não tem a capacidade de pôr em prática os tipos de raciocínio que os problemas demandam. Alunos de todas as idades podem desenvolver suas capacidades para comparar e contrastar objetos e idéias, criar categorias para organizar os fatos e usar argumentos lógicos para persuadir os outros. Essa área é a responsabilidade do professor e, embora alguns alunos possam desenvolver as capacitações cognitivas por conta própria, muitos deles não o farão sem orientação. No caso da língua estrangeira isso fica ainda mais explicita a necessidade de que o professor

24 23 tenha capacidade de colocar em prática as capacidades cognitivas dos seus alunos, pois, caso contrário, pode o mesmo criar mais problemas para o processo de aprendizado dos seus alunos. COMPROMETIMENTO Aqui temos duas vias de acesso. O processo de raciocínio não é simples, entretanto, algumas vezes este significa admitir um erro e recomeçar. O primeiro aspecto de comprometimento aqui é o comprometimento com a filosofia de ensino da escola ou curso de idiomas. Acreditar na metodologia que se usa, assim como saber como um bom professor vendê-la é algo extremamente importante para o sucesso do professor e da escola, e também para o aprendizado do aluno. O comprometimento com o raciocínio profundo e cuidadoso profundo e cuidadoso significa que a pessoa está constantemente adquirindo novas capacitações e conhecimentos. Estar comprometido não está somente ligado ao aprender, mas sim com fazer com que o processo de aprendizado seja bem sucedido. COSTA & KALLICk identificaram aproximadamente dezesseis hábitos intelectuais para a construção de um raciocínio eficiente. As pessoas que possuem esses hábitos não só conseguem raciocinar, com também escolhe fazê-lo. Esses hábitos intelectuais são escolhidos pela nossa inteligência, personalidade e experiência, e podem nos ajudar a acessar as nossas capacidades mentais para resolver problemas sempre que necessário. Enquanto professores e educadores essa é uma alternativa muito importante. PERSISTÊNCIA Pensadores e alunos bem-sucedidos não desistem simplesmente se o projeto for difícil. O professor nesse sentido encontra estratégias motivacionais para convencer seus alunos a irem em frente sempre. Fazendo com que os mesmos encontrem meios de resolverem seus obstáculos. ADMINISTRANDO A IMPULSIVIDADE Bons professores e pensadores incentivam os seus alunos na tomada de decisões, e o fazem para que as mesmas sejam tomadas não no calor de um momento, mas para que as atitudes tomadas por eles sejam pensadas e seguras. Eles reservam tempo

25 24 necessário para começar a estudar o problema antes de tomar uma decisão. Esse tipo de atitude prepara o aluno para a vida. No caso de uma língua estrangeira, no nosso caso o inglês, esse tipo de atitude é extremamente saudável, pois, o aluno preparado para pensar antes de tomar uma atitude o faz com mais propriedade, e sente-se mais seguro na aplicação da língua estrangeira na sua vida. Em uma situação real, não se sentirá constrangido, pois, terá treinado a sua capacidade de raciocinar e agir em tempo. OUVINDO OS OUTROS COM ATENÇÃO Um bom professor é também um bom ouvinte. E é uma qualidade a ser desenvolvida é aprender a ouvir os alunos e demonstrar interesse por eles. O bom professor além de ser atendo ao ouvir, sustenta sua opinião e reconhece que as outras pessoas têm idéias e informações que podem acrescer as suas. Vale reconhecer que este tipo de atitude ajuda inclusive na auto -estima dos alunos. RACIOCINANDO COM FLEXIBILIDADE Um bom professor deve estar preparado para mudar o seu raciocínio com rapidez sempre que encontrar argumentos que crenças arraigadas ou, sempre que um novo fato ou descoberta surgir. Através dessa qualidade é que o professor tem a condição de ver o quadro sob perspectiva mais generalizada. Conseguem ainda receber informações de diferentes fontes ao mesmo tempo e ainda assim sintetizar suas origens e confiabilidades. Tal característica é extremamente importante quando em uma sala de aula vários alunos ao mesmo tempo trazem novidades para falar com você. Em especial turmas de crianças de pré-adolescentes. METACOGNIÇÂO Pensadores e professores metacognitivos conseguem planejar os passos de uma atividade e supervisionar a sua execução cuidadosamente e com imparcialidade, o que é excelente para a execução de projetos educacionais. Qualidade que pode ajudar no somente em sala de aula, mas também no desenvolvimento de outras atividades dentro da escola e do funcionamento da mesma. BUSCANDO EXATIDÃO E PRECISÃO Como um artesão trabalha assim deve ser o trabalho do professor. Este deve ser norteado pelo desejo e a vontade de fazer as coisas sempre de uma maneira sempre melhor e mais

26 25 clara. Com precisão, objetivo ao que esta fazendo e conhecimento de todo o processo. É essa busca que faz com que o professor nunca cesse sua busca por conhecimento ou novidades dentro do seu processo de formação e, ao mesmo tempo é a qualidade que faz com que na busca pelo processo educacional o professor esteja sempre buscando fazer o seu melhor pelos seus alunos. QUESTIONANDO E LEVANTANDO PROBLEMAS A busca pela verdade e o questionamento são as suas molas que movem todo o pensamento cientifico. E, quando se trata de posturas em sala de aula encorajar os alunos a serem questionadores e formadores de seus próprios pensamentos é extremamente saudável, alguns podem se perguntar se mesmo em áreas como o ensino de línguas seria necessário esse tipo de postura. Contudo, vale dizer que esse tipo de postura é extremamente válido, como motivar seus alunos a questionarem pronuncias diferentes para uma mesma palavra, questionar diferenças de escrita entre o inglês americano e o britânico. Em outras palavras, extremamente saudável, porque assim os alunos tomam parte no processo do próprio conhecimento. A didática de levantar problemas é sempre válida, é ela que faz com que os alunos tenham mais motivação e mais interesse, o que diverge de toda a tendência atual que é dar respostas extremamente prontas e muito antes que os alunos sequer pensem em fazer perguntas. APLICAR O CONHECIMENTO EXISTENTE EM NOVAS SITUAÇÕES A habilidade de fazer conexão com informações que já fazem parte do conhecimento dos seus alunos é algo que faz com que os alunos se sintam ainda mais impressionados com o valor do conhecimento que eles possuem, uma coisa é você saber o uso de uma determinada palavra, outra é você notar, por exemplo, que, uma palavra assume diferentes significados em contextos diferentes e com combinações de palavras também diferentes. No ensino de línguas isso é extremamente válido, e no caso da língua inglesa isso acontece muito. Uma palavra associada à outra tem múltiplos significados. Falaremos mais sobre isso posteriormente. Ou seja, o

27 26 conhecimento de uma pronuncia, por exemplo, facilita toda a compreensão em contextos diferentes. RACIOCINAR E SE COMUNICAR COM CLAREZA E PRECISÃO Em sua obra COSTA descreve o raciocínio e a linguagem como os dois diferentes lados de uma moeda. Ele adverte que um linguajar confuso gera pensamentos e raciocínios confusos também. No ensino de línguas isso é ainda mais complicado, pois, os alunos estão aprendendo uma nova língua, então, as explicações que serão dadas precisam ser feitas com clareza, simplicidade e objetividade. E, é assim que deve ser feito, pois, caso contrario nossos alunos terão sérios riscos de não absorverem o conteúdo esperado, e ainda mais podem ficar traumatizados com o aprendizado da língua. USANDO TODOS OS SENTIDOS PARA COLETAR DADOS Principalmente no ensino de crianças é muito importante explorar os sentidos das crianças a fim de que as descobertas a serem feitas em sala de aula tenham significado. Brincar com os sentidos não é algo que se restrinja somente ao ensino de crianças. Deve ser algo que estimule tanto professor e alunos dentro de sala. Um professor habituado a fazer isso ou treinado para fazer isso tem maiores chances de conquistar seus alunos de um meio inusitado e cativá-los. E, o processo de aprendizado terá maior significado. CRIANDO, IMAGINANDO E INOVANDO Pessoas criativas tendem a ver as coisas de uma forma diferente. Elas estão sempre dispostas a ampliar o limite do que é previsível e correm riscos para ver seus objetivos melhor alcançados. A criatividade envolve mais do que lidar com atividades comuns, mas também a capacidade critica sobre aquilo que se realiza. O que é extremamente importante para o professor em sua jornada na educação. Essa criticidade melhora a qualidade do trabalho e aprimora as chances de obtermos um desenvolvimento melhor dos alunos em sala de aula. Vale dizer que essa critica não tem que provir de elementos externos, mas sim, partir do próprio professor. RESPONDER COM ESTUPEFAÇÃO E ESPANTO É uma capacidade que temos que desenvolver como professores, e está diretamente ligada a todas as demais atividades e potencialidades, que é a capacidade de interagir com

28 27 espanto e estupefação para todas as situações que aparecerem para nós no cotidiano. Qualquer fato novo, qualquer mudança merece ser olhada como algo inteiramente novo e pronto a ser descoberto. E, esse encantamento que as crianças apresentam diante da vida e que nós vamos perdendo de acordo com o nosso envelhecimento. Resgatar essa característica nós coloca no mesmo nível de encantamento das crianças, ou seja, nos aproxima delas, o que ainda é um facilitador do processo do aprendizado. ASSUMIR RISCOS COM RESPONSABILIDADE Todos nós temos uma grande dificuldade em sairmos de nossa zona de conforto. Entretanto, bons pensadores e consequentemente bons professores tem a habilidade de mudar de uma zona de conforto para uma zona mais nova ou desconhecida com mais facilidade. Entretanto, essas mudanças que se resumem em tomadas de riscos precisam ser feitas com respeito e segurança pelo que se faz. Segurança para que o processo seja o menos traumático possível, especialmente no que se trata de mudanças em processos educacionais e metodologias dentro de uma escola, e devemos fazê-los sempre com respeito porque existem pessoas envolvidas, e, portanto, cada um tem seu tempo de adaptação. E isso precisa ser considerado. ACHAR GRAÇA A habilidade de achar graça de situações cotidianas mostra sabedoria e autoconhecimento. O que tendem a mostrar os educadores com essa qualidade é um singular senso de humor para todas as situações. E, parece simples ensinar ou passar esse conhecimento aos alunos, entretanto, ensiná-los a fazer isso é ensiná-los a primeiramente a correr riscos e em segundo a se auto-conhecerem a ponto de confrontarem momentos singulares de suas vidas com humor. Isso contribui para a formação de adultos mais seguros e melhor resolvidos com suas emoções. RACIOCINANDO DE FORMA INDEPENDENTE - No século 21, os problemas tornaram-se tão complexos que ninguém consegue resolvê-los sozinho. Como COSTA e KALLICK (2000a) explicam, ninguém tem acesso a todos os dados necessários para tomar decisões importantes; ninguém sozinho consegue considerar tantas alternativas como muitas pessoas conseguem (p. 11). Para trabalhar bem com outras pessoas, é necessário que os alunos

29 28 sejam bons em fazer comentários, incluindo admiração e crítica construtiva. Para isso eles também precisam buscar e aceitar os comentários sobre suas próprias contribuições ao trabalho do grupo. APRENDENDO CONSTANTEMENTE - A motivação intrínseca para ser melhor como pensador e pessoa é o segredo do aprendizado para toda a vida. As pessoas com esses hábitos intelectuais estão sempre assumindo novos projetos e adquirindo novas capacitações. Embora elas possam ter certeza de seu ponto de vista com relação a um tópico, nunca estão tão certas a ponto de não estudar novas informações e mudar de idéia. Elas vêem os problemas como oportunidades de aprendizado e continuam a praticar todos os hábitos intelectuais durante toda a vida. Ensinar os hábitos intelectuais significa ensinar além do tópico do dia. Significa abordar cada atividade de ensino como um passo rumo a um aprendizado independente e para o resto da vida. Embora normalmente seja possível persuadir os alunos a concluir as atividades por meio de punições e recompensas extrínsecas, esse tipo de motivador diminui a motivação autêntica das tarefas de aprendizado e pode destruir o desejo de buscar o aprendizado fora da sala de aula. Ao modelar as atitudes e crenças que servem de base para um raciocínio crítico e criativo e ao criar uma cultura na sala de aula que premia o amor pelo aprendizado, os alunos não ficarão limitados ao que podem aprender na escola. Eles podem fazer de qualquer experiência uma experiência de aprendizado. 2.2 Relação professor e aluno: As relações humanas, embora complexas, são peças fundamentais na realização comportamental e também na formação da mesma. Desta forma, a relação entre professor e aluno envolve uma gama de interesses e interações que aponta para o maior expoente da educação que é aprendizado em si. Essa relação vai acima de tudo ser caracterizada pela escolha de conteúdos a serem ensinados bem como a sistematização didática escolhida para apresentá-los. De acordo com GADOTTI (1999, 2) o educador para colocar em prática o diálogo, não deve colocar-se na posição de detentor do saber, deve antes, colocar-

30 29 se na posição de quem não sabe tudo, reconhecendo que mesmo um analfabeto e portador de conhecimentos que podem ser úteis na vida. Assim estará diminuindo a barreira entre o professor e o aluno e fazendo com que se sentindo mais próximos tenham condição de começar a construir uma relação mais saudável e duradoura, que perdure melhor durante um ano letivo. A relação professor aluno talvez seja a relação mais complexa dentro de uma escola. O professor é o responsável direto pela imagem que o aluno constrói da escola, e é com o professor que o aluno passa a maior parte do seu tempo dentro da escola, e com o quem esse interage diretamente. Essa relação deve, portanto, ser construída com base na sinceridade e na abertura ao diálogo de ambos os lados. Os alunos devem sentir que o professor tem algo a transmitir-lhes que vai além do conteúdo programático. De acordo com COLL (1996, p ) a relação entre professor e aluno foi durante muito tempo baseada na forma de que esta deveria demonstrar certa superioridade por parte do professor em relação aos seus alunos, historicamente é assim que vemos primeiramente relatada essa relação. Contudo, na tentativa de superar tais problemas é que vemos o avanço dessa relação indo de encontro a uma aproximação entre professor e aluno, o que é bom, pois auxilia essa aproximação na formação do aluno. Segundo RYANS (1960), um professor justo, imparcial, com credibilidade, original, metódico, com sérios objetivos pessoais e profissionais apresenta maiores chances de ser bem sucedido na sua missão de educar. A fim de que essa relação possua essa base sólida é necessário que o professor tenha a expertise de conquistar os seus alunos com perspicácia e dedicação. E, para que essa conquista tenha fundamento o professor deve mostrar ao aluno que conhece com propriedade os conteúdos a serem ensinados bem como a aplicabilidade desses conteúdos em seu cotidiano, pois, o aluno só aprenderá verdadeiramente se souber para que sirva o que está aprendendo. O professor não deve preocupar-se somente com o conhecimento através da absorção de informações ou o acumulo de conceitos e regras a serem passadas aos seus alunos, mas também com um processo de construção de cidadania desse aluno, e em especial com o ensino da língua inglesa a inserção desse aluno em um

31 30 mundo no qual o inglês é a língua mais falada, não em quantidade de pessoas, mas sim em uma esfera de importância e expansão. Para que isso ocorra, é necessário que o professor entenda o seu papel como facilitador de aprendizado e aberto a novas oportunidades dentro do processo de conhecimento, sempre procurando compreender, em uma relação empática, também os sentimentos e problemas que os alunos podem estar levando para a sala de aula. Sem, no entanto deixar que isso seja um entrave para o processo de aprendizado ou que os alunos tenham um professor amigo demais e professor de menos. Muitas vezes, a necessidade de fazer com que os alunos atinjam os objetivos de aprendizado rapidamente o professor acaba por tentar facilitar demais o trabalho para o aluno, não esperam que o mesmo aprenda com seus próprios erros. Acabam então indo de encontro com a teoria cognitiva de aprendizado, BRASIL (PCNs) na qual o aluno deve usar seus próprios erros para promover uma descoberta para o caminho certo, sendo o professor apenas um colaborador desse processo de descoberta. Esse tipo de professor acaba na maior parte das vezes se tornando o professor amigo, aquele que os alunos adoram de primeira, que é o querido durante todo o ano letivo porque suas provas são fáceis, suas aulas divertidas e os alunos não têm a menor dificuldade de entender o que ele quer, porque ele se encarrega de facilitar todo o processo. Mas com o passar do tempo os alunos notam que os objetivos relacionados ao aprendizado do conteúdo não estão sendo alcançados, e, portanto, esse não é o professor correto. De acordo com PAIXÃO (2006, p. 47), sobretudo no ensino de línguas, no nosso caso o inglês, quando o professor na tentativa de fizer com que o aluno melhore a sua pronuncia ou entenda algum conceito gramatical corre o risco de ou banalizar tal conteúdo ou ser simplório demais na correção da pronuncia e perder a atenção do aluno. A amizade entre professor e aluno é um ponto extremamente importante, contudo, há limites que devem ser calmamente observados, existem todas as singularidades por trás dessa relação. Entretanto, conquistar um aluno não quer dizer que o mesmo tenha que ser seu conselheiro ou vice-versa. E, muito menos que o processo de aprendizado deva ser facilitado ao ponto de os alunos perderem o interesse por sua matéria. De acordo com PAIXÃO (2006), a amizade entre professor e aluno é extremamente válida, entretanto, esta não deve de forma alguma interferir no processo de aprendizado.

32 31 A sobriedade e o respeito devem ser a via de acesso mútuo entre professores e alunos, tomando os devidos cuidados para que não se caia em nenhum estereótipo por ambos os lados. Porque, há também um grande risco de que o professor por desconhecimento sobre psicologias de aprendizado acabe rotulando os seus alunos, estereotipando os mesmos e tornando para esses o processo de aprendizado traumatizante e às vezes com marcas que perdurarão para o resto da vida desses alunos. Então, o que devemos entender aqui é que a relação entre professor e aluno deve ter suas bases na verdade mutua e na mutua colaboração, e não na facilitação dos conteúdos a serem aprendidos e muito menos na criação de estereótipos por ambos os lados. Baseando-se nisso que DIXIE (2003, p. 49) nos diz que Não devemos ignorar alunos quietos, nem permitir que alguns alunos dominem a sala. Ainda de acordo com ele, sempre que for necessário devemos procurar esses alunos em particular e explicar-lhes a importância de um compromisso de aprendizado. Para tanto, o aluno deve ter a idéia que ele é o próprio autor do seu processo de aprendizado. Ele é o principal responsável pelas conquistas de conhecimento que fará durante um ano letivo. A metodologia, o material didático, a escola e o professor funcionarão apenas como co-autores de tudo isso. FREIRE (1998) nos diz que é assim que damos autonomia aos nossos alunos e aprimorarmos o processo de aprendizado. O trabalho do professor em sala de aula e também na escola, assim como o relacionamento com seus alunos deve ser fruto de sua relação com a cultura. Um professor de língua espanhola precisa conhecer mais do que aspectos gramaticais da língua estrangeira, pronuncia e fonética e fonologia. Contudo, é necessário que se conheça a história da língua e aspectos sócio-culturais que a tornem interessantes para o aluno. De acordo com ABREU & MASETTO (1990, 115), que afirma que, o modo como um professor age em sala de aula, mais do que suas características e personalidade que colabora para a adequada aprendizagem dos alunos; fundamenta-se em uma determinada concepção do papel do professor, que por sua vez reflete valores e padrões da sociedade. Segundo FREIRE (1996: 96), O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento do seu pensamento. Sua aula é

33 32 um desafio e não uma cantiga de ninar. Seus alunos cansam, não dorme. Cansam porque acompanham as idas e vindas de seu pensamento, surpreendem-se com suas pausas, suas dúvidas e suas incertezas. Ainda segundo FREIRE, o professor autoritário, o professor licencioso, o professor competente, sério, o professor incompetente, irresponsável, o professor amoroso da vida e das gentes, o professor mal-amado sempre com raiva do mundo e das pessoas, frio, burocrático, racionalista, nenhum deles passa pelos alunos sem deixar uma marca. Apesar da importância da existência de efetividade, confiança, empatia e respeito entre professores e alunos para que se desenvolva a leitura a escrita, a escrita, a reflexão, a aprendizagem e a pesquisa autônoma; por outro lado, SIQUEIRA (2005: 01), afirma que os educadores não podem permitir que tais sentimentos interfiram no cumprimento ético de seu dever de professor. Assim, situações diferenciadas adotadas com um determinado aluno (como melhorar a nota deste, para que ele não fique para recuperação), apenas norteadas pelo fator amizade ou empatia, não deveriam fazer parte das atitudes de um formador de opiniões. Logo, a relação entre professor e aluno depende, fundamentalmente, do clima estabelecido pelo professor, da relação empática com seus alunos, de sua capacidade de ouvir, refletir e discutir o nível de compreensão dos alunos e da criação das pontes entre o seu conhecimento e o deles. Indica também, que o professor, educador da era industrial com raras exceções, deve buscar educar para as mudanças, para a autonomia, para a liberdade possível numa abordagem global, trabalhando o lado positivo dos alunos e para a formação de um cidadão consciente de seus deveres e de suas responsabilidades sociais. Sob a visão dos alunos o professor é alguém que gosta do que faz o que pode ser facilmente notado pelos alunos. E, por possuir essa qualidade consegue passar o que precisa com simplicidade e tranqüilidade, e consegue deixar no final das aulas um gosto de quero mais nos seus alunos. Quantas vezes em nossas vidas nos deparamos com criticas a respeito de nossas aulas, ou a nossa maneira de lecionar. Inclusive, essa deve ser uma qualidade o devemos como educadores aprender a desenvolver, procurar nos questionar ao final de cada aula se o objetivo da mesma foi alcançado em relação junto aos alunos. Não é apenas uma questão de técnica ou de domínio de sala de

34 33 aula, mas também de reconhecer que temos limites, não existem super-heróis na educação. Em seu livro intitulado Teaching Large Multilevel Classes (Ensinando Turmas Numerosas e de Níveis Múltiplos), NATALIE HESS relata realidades diversas de turmas, onde o numero de alunos e também o nível cultural são bastante diferentes também. Ela também relata a sua experiência com uma sala que tem em média vinte alunos, que de acordo com ela é uma sala numerosa. Os alunos eram cuidadosamente colocados em diferentes níveis de proficiência, e ainda assim, professores usualmente reclamavam da grande diferença entre os alunos e que podiam falar fluentemente e os que não podiam, entretanto, de forma inadequada aqueles alunos que podiam ler e escrever com certa facilidade e aqueles que não conseguiam ser coerentes com a fala. Como podem notar, ter dificuldades em sala de aula não é um privilégio apenas dos professores brasileiros que ensinam uma segunda língua para alunos também brasileiros. Os alunos apresentam aptidões diferentes, competências lingüísticas diferentes e até mesmo em atitude perante a aprendizagem de uma língua estrangeira. Ensiná-los não é uma tarefa simples, mas sim desafiadora. Por isso para estar preparado para essa tarefa é que mais uma vez insistimos que a interação entre o professor e a turma deve ser extremamente saudável e construtiva, o professor não deve ser visto pelos alunos como alguém distante ou inatingível. Será comentado mais sobre isso em nosso segundo módulo quando falaremos sobre a construção de uma sala de aula saudável e produtiva. 2.3 Relação professor e escola: A relação entre o professor e a escola é uma relação complexa. Ao mencionála aqui gostaria apenas de mostrar que essa relação está diretamente relacionada com todas as esferas que fazem o funcionamento de uma escola ser bom ou ruim. Uma boa relação entre professor e escola implica em uma sala de aula com uma qualidade melhor, o que influencia diretamente no processo de aprendizado dos

35 34 alunos. Por outro lado, uma relação conturbada entre professor e escola pode gerar um alto nível que stress para ambos os lados, o que pode e com certeza influenciará na qualidade das aulas dadas. A primeira esfera dessa relação que seria interessante mencionar seria a relação entre professor e técnicos e serviços de apoio. Muitas vezes durante o ano letivo o professor precise usar material de vídeo, áudio ou outros materiais, para os quais seria necessário o auxilio de um técnico da escola ou alguém do suporte pedagógico. Se a relação entre o professor e esses funcionários não for boa, o professor correrá sérios riscos de não ter o que precisa na hora que precisa. Então, aqui o que vale é a política dos bons relacionamentos: seja sincero e amistoso com esses funcionários, trate-los com respeito e educação sempre, e sempre tenha em mente que a sua aula pode depender deles para funcionar numa boa. Em segundo lugar, temos o pessoal da área administrativa, secretaria e recepção. Em cursos de inglês livres essa relação é mais direta do que nas escolas regulares. Mas é importante lembrar que parte do trabalho desses funcionários depende diretamente do seu trabalho, como confecção de declarações e outros documentos escolares nos quais podem ser necessárias informações que podem estar contidas nos diários de classe ou pautas do professor. O que vale dizer que se os seus diários ou pautas de classe estão organizados, apresentáveis e em dia facilitaram o trabalho dessas pessoas, o que certamente vai voltar para você da melhor foram possível quando precisar deles. De acordo com PAIXÃO (2006, p. 97) Um dono ou diretor de escola sempre pergunta ao pessoal da recepção dicas e opiniões sobre os professores. Outra relação a ser comentada aqui é a relação entre professor e a direção da escola e com os donos da escola. Apesar de parecerem aqui serem esferas diferentes a direção da escola é a voz do dono nas escolas privadas, ou às vezes é o próprio dono que fala ao professor e dirige a escola. Portanto, é com eles que a relação do professor deve ser mais clara a transparente possível. Nenhum administrador gostaria de ter em seu time de trabalho alguém que não rema junto com o time, em outras palavras, um professor que não veste a camisa da escola, que não quer participar de atividades extracurriculares promovidas pela escola etc.,

36 35 pode não ser um professor bem visto pela escola. Mesmo que o seu trabalho em sala de aula seja grandioso. No que diz respeito à educação, ninguém faz vôos solo. Ainda dentro das relações que um professor desenvolve no ambiente de trabalho temos que ressaltar a sua relação com os demais colegas professores. Essa é uma relação um tanto quanto conturbada em alguns locais. Muitas vezes por questões de hierarquia ou ordem de chegada na escola há certo grupo de professores que não é muito aberto a novidades e aos novos professores que chegam. Esses, em contrapartida, tendem a não facilitar muito as coisas para aqueles que já estão na escola há algum tempo. Sendo frios e em alguns casos extremos debochados. De acordo com PAIXÃO (2006, 209), mais do que nunca o trabalho entre professores deve ser um trabalho em equipe, pois, muitas vezes quando um colega substitui o outro, mesmo que seja por poucos dias, não toma o cuidado de estabelecer limites aqui, e acaba por ser o professor daquele grupo por poucos dias encantando demais os alunos daquele professor. E, o que acontece é que os alunos começam a comparar os dois professores, o que é comum, e o professor daquela turma passa a perder espaço, e uma vez que retorne a sua turma de origem não será como antes. Portanto, o que devemos ter em mente aqui é que como somos educadores e formadores de personalidades, a nossa ética profissional deve estar acima de tudo, pois, mais do que imaginamos os nossos alunos estão nos observando e copiando o que fazemos. O que deve ficar de mais importante é que o processo de aprendizado é uma via de mão dupla. Onde o professor não funciona como único agente deste processo, e muito menos o aluno aparece no mesmo como agente da passiva. Há extrema necessidade e urgência que as dinâmicas de sala de aula sejam aprimoradas a fim de possibilitar aos alunos uma maior participação no próprio processo de aprendizado. E, capacitar os professores para que os mesmos tenham condições de participar deste processo dos alunos de maneira plena e objetiva. No que se refere ao ensino da língua espanhola precisamos ter em mente que os desafios apresentados não são pequenos. Há muito que fazer, e acima de tudo há uma necessidade de desmistificar o fato de que por apresentar inúmeras semelhanças com o português a língua pode ser aprendida de forma relapsa e descuidada. Todo aprendizado precisa ser feito com propriedade e conhecimento de

37 36 causa. Está aí a principal base que fundamenta a necessidade da formação cuidadosa de professores de espanhóis. Não basta apenas conhecer a língua falada, há uma necessidade de se conhecer o idioma como um todo, com todos os seus aspectos lingüísticos e estruturais.

38 37 3 METODOLOGIA DA PESQUISA Como é sabido ao final de nosso curso será necessária à construção de uma dissertação no molde de uma dissertação científica. Portanto, devemos aqui esclarecer o que é a Metodologia Cientifica. De forma muito simplificada podemos concluir que a pesquisa cientifica nada mais é do que buscar respostas para questões previamente propostas e levantadas. Esse tipo de metodologia já é consagrado ao longo dos anos. E, como professores não devemos nunca perder a capacidade de questionar e estimular o questionamento em nossos alunos. O que caracteriza o método cientifico é a pesquisa em si, que é a atividade que seguindo processos e protocolos préestabelecidos conclui o raciocínio cientifico e também responde aos questionamentos levantados. A pesquisa cientifica tem por pura essência responder questionamentos na intenção de adquirir conhecimentos que podem não ter uma explicação muito clara anteriormente, ou não ter explicação alguma. E esse tipo de pesquisa pode atingir a área da saúde, de interesses pessoas, aos objetivos e a abordagens. No nosso caso, como teremos aqui uma pesquisa de procedimentos nada melhor para responder aos nossos argumentos do que pesquisas de campo e a analise e a comparação de dados. A pesquisa de campo é a observação de fatos como eles ocorrem. Nesse tipo de pesquisa não há abertura para se controlar as variáveis, mas é possível perceber as interações entre as partes e as suas variáveis. É claro que nesse campo alguns estudos exploratórios e experimentais podem ser úteis, assim como o acompanhamento dos mesmos. Não podendo nos esquecer é a bibliografia é o meio pelo qual recuperamos todas as informações obtidas. Pode-se também partir para o campo da dedução a partir das variáveis encontradas, e, dessa forma criar postulados que podem vir a ser provados, dando respostas para os questionamentos levantados anteriormente. O que queremos aqui lembrar é que não importa qual o método de abordagem cientifica você, nosso aluno, escolha para realizar as suas considerações ao final deste curso, mas importa que ao fazê-las, as faça seguindo os princípios da metodologia cientifica, para que

39 38 tenham como servir de exemplo para outros colegas de profissão que virão após cada um de vocês.

40 39 4 REFERÊNCIAS CONSULTADAS E UTILIZADAS ABREU, Maria C. & MASETTO, M. T. O professor universitário em aula. São Paulo, MG Editores associados, ALMEIDA FILHO, J. C. P. de. Dimensões Comunicativas no Ensino de Línguas. Campinas: Pontes, BASSO, E. A. A construção social das competências necessárias ao professor de língua estrangeira: entre o real e o ideal Um curso de letras em estudo Tese (Doutorado em Lingüística Aplicada) v. 1. Instituto de Estudos da Linguagem, UNICAMP, Campinas. B.BELLO. a Faria, Didáctica de las segundas lenguas. Estratégias y recursos básicos. Grupo Santillanas Ediciones, S.A BRASIL. MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: Lingua Estrangeira / Ensino Fundamental. Brasília: MEC/SEF,1998. BROWN, H. Douglas, Teaching by Principles: and interactive approach to language pedagogy. 2 nd ed. San Francisco: State University, CHIMIM, Renata. O fazer, o saber e o ser: reflexões de / sobre professores de inglês de uma escola de idiomas Dissertação (Mestrado em Lingüística Aplicada e Estudos de Linguagem) Pontifica Universidade Católica de São Paulo. São Paulo, COLL, CÉSAR. Desenvolvimento Psicológico e Educação Psicologia da Educação. Vol. 2. Artes Médicas, Porto Alegre, COSTA, A. L. (2000a). Components of a well-developed thinking skills program. Seattle, Washington: New Horizons, COSTA A. L. (2000b). Habits of mind. Em A. L. Costa (Ed.), Developing minds: A resource book for teaching thinking, (pp ). Alexandria, Virgínia: ASCD. COSTA, A. L.. & Kallick, B. (2000a). Describing 16 habits of mind. Alexandria, Virgínia: ASCD. (em inglês) CRACK, Glen Ray. Battle of Hastings Online. June 27 th 2010.

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43 42 5 APENDICES 1. Mapa ressaltando os países onde o espanhol é falado como língua oficial.

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