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1 Cuií it Pistril VeiMir BIBLITECA piirwaf I^S jeabrirri^ FE^85Mi58 I

2 mv çfrí t IT ESSE É UM AN UE ABRE 0 ESPA Ç PARA UMA MAIR PARTICIPAÇÃ D PV E RGANIZAÇÃ DS GRUPS E M V1MENTS PPULARES. CHEGU EM TERESiNA 0 NV PAS TR DM MIGUEL UE VEM ANIMAR A CA MINHADA DAS UNIDADES. ESTEVE TAMBÉM VISITAND AS UNIDADES DA ZNA SUL BISP DA DICESE DE VE- RNA-ITÁL. ELE VEI DAR API E SLIDARIEDADE A TRABALH DA RE- GIÃ ANIMAD PELA EUIPE ITALNA. PR UTR LAD, CRESCE NAS VÁRS UNIDADES TRABALH DE MUTIRÃ E A RGANIZAÇÃ DE ASSC ÇÔES DE MRADRES E CNSELHS U NITÁRIS. ISS MSTR'A UE PV UER E É CAPAZ DE ASSUMIR PRCES S DE DECISÃ E PARTICIPAÇÃ NA VIDA PÚBLICA E SCL. A ENTRADA D NV GVERN TANCRED NEVES MUITAS UESTÕES IM- PRTANTES VÃ TER UE SER DISCUTI- DAS. PV VAI TER UE SABER RES- PNDER ÀS PLÍTICAS E PRPSTAS D GVERN UE TENTARÁ CPTAR MUITAS LIDERANÇAS. É PRECIS UE NSSS GRUPS, UNIDADES, LiDERANÇAS,AM PLIEM SUA VISÃ PLÍTICA E TAMBÉM UMA MAIR CAPACIDADE DE ARTICULA- ÇÃ PARA, ASSIM, VERDADEIRAMENTE CNUISTARMS AS MUDANÇAS UE IN- TERESSA A NÓS, A MAIR D PV, PARTICULARMENTE S JVENS SÃ CNVIDADS A TEREM UMA ATUA ÇÃ E ENGAJAMENT MAÍS FIRMES NES SE AN UE É DEDICAD "AN INTERNACINAL DA JUVENTUDE."N SA- CI, PRMRAR, N INTERIR, EMFU EM TD PAÍS, ESTÃ SEND PRGRA MADAS ATIVIDADES PARA FAZEREM DES- SE AN UM AN DE LUTA PELA VALRI- ZAÇÃ E PARTICIPAÇÃ DS JVENS..AMMADRES C6B l 5 PASTCRAlL í^^^- ClAl r> Um publicçã d CENTR DE ESTU- DS ALTERNATIVS - CEA - sedidc n. 82 cs 01 - Prque Piu: Cx. Pstl CEP Te-PT. Assinturs: ANUAL...Cr$ 5.0, API...Cr$ 10.;

3 C H E A JSBEiá S ^7 ;T : JA. mm.-r t-mtr^m www»» n immt f? TERESINA A MUIT i TEMP ESPERAVA A CHJ DA DE UM F\ST0R CNT U^UASSE 0 TRAtBALHG DE DM JSÉ. A DICl É RICA DE INICTIVAS MAS PRECISAVA ALGUÉ UE FIZESSE D^LAS CAMTKHADA UM DE T- BISP AP CAMINHAPA DAS UMIí^SS e BASe DA DICESE, VEI DM MIGUEL '. ASSEMBLÉ D V LG SE APRESENTU G- M ÜM VERDADEIR PAS- TR, SE PRECU 7 TDA FÉ AUTENTICA TE^ y^a DIMENSÃ s bisps d N deste 04, que brnge s estds d Piui e Mrnhã, se reunirm n iníci de jneir pr vlir trblh feit e plnejr n de 85- Nscerm dis nvs setres de trbih s Ceb's e s leigs. Dm Ricrd, bisp de Crt-M, cmpnhr s cmuniddes de bse ; e Dm Pul de S.Luis-M, s leigs. 0 tem centrl d encntr Fi fe e çã scil n vid d Igrej. A cnclusã d SCL encntr fi que tds s linhs de pstrl, evngeiizç, liturgi, etc, deyçr ter d i mençã se i I pr serem U[tcmt i cs. 0e ft td fe utentic tem um dimençã scil, Fi iss que pere ceu ti içument fi n i. 0 encntr fi crdend pels pdres Rimund Jsé e Rbert Agstini d dicese de Teresin; Pr pdre Ezi d dicese de Cn did Mendes e pr um Irmã d dicese de Pinh i r. PADRES, FREIRAS S LEIGS. E MSTRAMD PARTICULAR INTERESSE PR TUD UE 0 PV DE DEUS FAZ PARA CNS- TRUIR 0 R AS K03S " DADES ESTÃ SA; II TAS E ESTÃ PREPAR/N - D-SE PARA RECEBÊ-L E DLGAR ELE: DEUS NS DEU UM GRANDE DM, VAMS CNSERVÁ-L. Lei % ÜRNAI, i^wi^-ici. iv.i'-»»* "'*"- "" i vj* H f-" q TATeRi^5^

4 .FEV. JVENS " ^ " i J.A 4 é r Cfl JUVENTUDE " "' 'í' '"' '";'*'/ - -,- iwrrnriytwmij-mi unm Em 1979, rgnirçã ds Nções Unids (NU) esclheu n de 1985 cm An Internci ni d Juventude. Atulmente, 20/ d ppulçã mundil e frmd de jvens entre 15 e 24 ns. Cnstt-se que m i ri vivem em pises subdesenv.! v i ds. A brut I di fereríç entre numer ds j vens d terceir mund se d i v i d i ssems em sjrups de 10, seri 8 d terceir mun d e 2 d pr i me i r, i st e, : 8 s p i ses subdesenviv i- d e 2 ds p i ses desenv I --. vid. Est prpç cnti-i nur escend e terá cn-, se( juenc i s i mprev i s i ve i s. Es tes milhes de jvens v; necessitr de espç, de em preg, educçã, prt i ci pç c lzer. Aprt i r de 1960 m i - ri ds p i ses d terce i r mund fi gvernd pr ditdurs. s regimes utritri s s sempre d i stntes ív i s, ue i s, i nsenc i ve i s e n d chnce de qulijuer tip de prticipçã. A tul gerçã de j j vens d terce i r mund ns-' ceu e esceu dentr deste. mb i ente. S milhes de jvens desligds e pátics, dis-«tntes ds prblems sóci: i s e pii t i cs, Mu i ts de-.jes se revltm qund^ per- cebem su imprtânci em prvcr um mudnç, ms cbm u send destruíds pel sistem u cem n desesper è n frustrçã, j que seu idelism Juvenil de cnstru i r um se i e dde just n e levd em: cnt. H tmbém um numer escente de jvens que s t engnjds de mneir m i s bjet i v e que Iutm pr um trnsfrmçã. Ms ind s pucs, cnsidernd numer de jvens n mund, AVíS eunã\tep *Tvmim\ UBW Cfi&WXi NA reimtâpjbm UER 5eR /\pgfcf5ma8 PSA R P0'RT R / V JtíHNMiSTAL 16-UAL haça f>a ^m PEDR II ABRE AN DA JÜVefTUE ; Em 1982, prticiprem cm Esperntin-Pi 8 jvens de Pedr II um cngress de jvens cm tem relidde[ Br- í Ieir, A prt ir díí i! i spertrr pr um cònsc i] ene i itic, prmverem; debtes e estuds d reli-i dde, pr i nci p1mente pr- 1 veitm s nvens de Ntl e uresm pr refletirem junt pv ns birrs d c i dde. N n segu i nte 83, envirm 6 jvens e cngress de Espernt i n e sent i rm que em Pedr Ii precisv de um encntr, e prmverm este pr s dis 3/4 e 5 de fevereir de 84, trxerm pr este encntr Pe. Rbert d Prqui d Prque Piui-7e ê equipe d EA ( Centr de estuds Alterntivs ), pr um frmçã de 1ideres". Frm 35 jvens que Prticiprm ceste curs que refrçu --:. cm i nhed, inicid n mesm n de 84, prtirm pr encntrs cm s jvens d interir d cidde e irm jrnl EL JVEM pr fcilitr trblh e cmumc< ç entre cidde e interi- A bertur deste n ck juventude, re!izu-sci 20 de jneir cm i presenç de 240 jvens. Sei id Í985 n intern cini d juventude, s jvens ce pedr II~P i u T sen- 1 rm necess! s i de dde ci< r^ se rgn i zrem. Sent i rm que c hr de mudr; que j che g de cmdism e dependervc i. Nest i i nh cmeçrm trblhr pr se i i i>er trem t i vrr^ríte d I j :. Pv viv que uinhíi em busc'çfe um mund melhr nde tds tenh» vez e vz. r Mâ luiz (Pedr I»)

5 lev. Birr JAJ A Assc i çã -< Mv^mentBu á^^e Sluções, Prque Piuí, rejeitu prpst d, CHAB, cie ceder um rc de pens 3.040m 2 pr cnstruçã de su sede, um CRECHE e um hrt cmunitári, A rc ferecid,si tud entre s qudrs 12, 13, 14, e 21, é in suficiente pr cmpr tr PRJET. Pis I um priridde d AMBS em 8.5 fzer um eche cm tividdes plivi ente, "Chegms n temp em que nsss psições deverã ser mntids.c bedecend s necessid ds d cmunidde, Ns ss direits n pderã ser vendids u trcds pr um preç injust", declru um ds d i r i gentes d AM- BS. Pensnd ssim e que AMBS mntém-se Tirme ns negcições cm CHAB, s ceitnd um áre que stisfç s interesses cmun i tr i s. tl^vtamsf ti bc clíjr Este fi títul d livr lnçd n di 19 de jneir n CSU d Prque Piuí.0 livr relt experi ênci de lut ds fvelds de Slvdr - Bhi. 0 utr, Fernnd Cnceiçã, esteve presente, reltnd experiênci pr mis de 150 pesss de cmuniddes. 0 lnçment d livr fi prmvid pel Centr de Estuds Alterntivs- GEA e Centr Piuiense de Açã Culturl-CEPAC. 8«M; ' CRD GRUP E DESB4- ÍPREGADS.... N Pi XII e muit grnde numer de desempregds. Pr iss; cmunidde reslveu rgnizr um grup de desempregds pr refletir s prblems junts e prcurr siu çes. VLTA A FIMCIM MÚCLE D PT. H temp destivd, est de vlt núcle d PT d Pi XII. Ess nv frm de fzer plític precis ser ssumid pels lidernçs e mrdres. míímmm: ASSEMBLÉ A crdençã d Centr d Mnte Cste i reii zu um mini-assembléi di , cuj finlidde e vii r trb!h reii zd em 1984 e prgrmr trblh pr 1985.

6 e^ ggirr mtmm "'ti'' ' " 21. SACI EM MUTIRAi grup de Csis cm Crist d Sci, reslvend prtir pr um çã mis cnet, frmrm um cmissã Pró-Cnstruçã d Cenl tr Cmunitári. 0 Centr cntr cm Auditóri e váris sls,inclu sive cm Biblitec. A referid c missã cntu cm pi de tds s grups rgnizds d cmunidde, Fi prtir dí que surgiu grnde prtunidde de se efetivr velh ssei ds Csis: UM MUT.E Rà pr dr iníci cnstruçã d centr Cmunitári. Fi reliz d cm grnde sucess n di " ,85. 0 primeir multirã, cntu cm clbrçã de de 60 pesss entre csis e vens'. Fi lg mrcd pr segund MUTIRÃ, tmbém teve plen sucess. que mis jdi que: A semente d mutirã fi pln td e já germinu. A cmunidde tem certez que Menin Jesus de Prg ns drá frçs pr que nin guém esmreç e sim tds s gru-; ps rgnizds d cmunidde se; frtifiquem pr junts superrem s dificulddes. PARABÉNS TDS S GRUPS D SACI PR ESSE BELÍSSIM TRABALH, UE ESTà DESENVLVEND! (ClbrçÃ: Pretestt) CLÉGI NEGAD A UNIDADE A cmunidde d Sci sfre pr nã ter um lcl nde pss se reunir. s csis cm Crist, pr exempl, reunim-se tds s sábds n Unidde Esclr Edgr Ngueir. Prém ultimmente sentirm se privds desse direit; sim,pis, Clégi n md de ver d c munidde, pertence à mesm. Um Clégi nã é um bjet u cis pri vd d Diretr u de quem quer que sej. Privds desse direit pssrm s csis reunir-se n Igrej Menin Jesus de Prg. NVA DIRE^ '. -. :-:.>:.X 0 encntr de Csis cm Cris t (ECC) d Próqui de sã Jã Evngelist fi implntd em Dezembr de 1Ô82, tend cm dicigen te espiritul Pe. Rbert Agsti ni. A direçã d -ECC- é frmd pr 05 csis, cm funções específics. Seu mndt é de 01 n,i qund se elege utrs 05 csis. N di , tmu psse III grup de trblh que cnt cm s seguintes csis: Arimtéi-célis= Pré-encntr; Miltn-JÚli= Mnt-! gem; Werbert-De Deus=Recepçã dei Plestrs; Brges-Mrlene=Finnçs; e Anchiet=Teresinh=PÓs-encntr.i '.Xf-Xèm.... r^rih- I

7 Birr J.A. A v ATE AGRA ÜÜÜ» PREFEIT FREITAS ^ET FALTA A PALAVRA Aindd n n pssd um cmissã de cmercintes, rgnizd pe I Assciçã de Mrdres, tiveüm udiênci cm Sr. Prefeit de Teresin, Freits Net,nde fi reivindicd cnstruçã de um mercd públic pr cmunidde d Bel Vist. Depis de uvir ns ss justifictivs pr tl reivin dicçã, Sr. Prefeit ns prmeteu que cnstruiri Mercd em dezembr de b4 nd de Mercd. Em utr reu niã Prefeit prmeteu que ern.i neir de 85 iniciri cnstru- çã. Ms té gr nd de mercd. É pr iss e pr muits ciss que nã pdems mis editr n pl vr de certs plítics. N sbems mis quem recrrer pr reslver s prblems de nss bir- 'r, pis pess mis indicd er Prefeit e este pr muits vezes 5 ns fltu cm plvr. (Clbrçã: ivi d Fntenele) PRESIPEME DA CCHAB FAZ NEGCTA C TERREííC PÚ81 IC. N e muit de se dmirr f<jr m cm se cmprt presidente d Chb Sr. Smpi Rmeir, pis depis de invdir s áres livres n Prque Piuí, permitiu que se cnstruísse um hrrível plhç em frente Cnjunt Bel Vist!. N n pssd Chb expulsu s mrdres de um pequen fvel lci izd ld d Bel Vist e gr Sr. Smpi Rmeir utr_i_ z cnstruçã dquel "fei plhç", que ns fz e que exi;s te negcit plític pr trás dis t. Tnt e ssim que s mrdres d Cnjunt, trvés de seu rg de representçã, Assciçã de Mrdres, vem h lgum temp slj_ citnd ds utriddes (Chb,Pre feítur,dner) fim de que impeç cnstruçã dquel Plhç, que só ir trzer dessssseg cmun i dde. Um grup de mrdres v entrr cm um çã ppulr cntr titude d ml dministrd CHAB d Piuí.

8 wmiiiniiti LUEIVAL PAREVTt Birr T J.A. VILA SANTA CRUZ RENUNC, ** PRESIDENTE s prmesss" 0 presidente d ssciçã de Mrd- Ires ti birr Lurivl. jprente^r. Verisseim renunciu crg n 'di 22 de jneir. 0 mtiv d renunci fi dificuldde em ceitr prpsts levntds pel vice-presiden te - Jsé Fernndes,du rnte reuniã d diretr i, Fi cnvcd umi ssembléi, nde Sr. Sebstiã Ferreir Gmes fi clmd nv ipresidente. ASSEMBLÉ GERAL \ > A cmunidde d Lu rivl Prente se reuni ;r n di 10 de feve, jreir pr vlir s «trblhs d n de 1984 e prcurr integrr mis pesss ns tividdes desse n. id ssembléi sirá 'pln de trblh pr 585. A ssembléi será in SALÃ UNITÁRI, ls 8 s 16 hs. PRMRAR DENÚNC ASSCÇÃ PRESSÕES. DENUNC A ssciçã de Mrd res d Prmrr vem investi gnd s váris css de despejs que estã crrenrd e prcurnd ver sluções pr prblem. s M rdres estã recebend váris tips de pressã, cn é cs de D. Rimund que já recebeu dezens de crts e fi levd pr prestr depiment n 4 2 distri t, Sã muits s que querem se prveitr ds mrdres que estã cm s pres tções trsds, devid lt enrme de seu vlr e flt de empreg. A ssciçã pede que t 1 ds s mrdres cmpreçm à su sede, à.40l-i9 C.g, às segunds e quint-feirs prtir ds 19:0Chs,, pr i flr de seus prblems. L s mrdres d fvel St 5 Cruz, lclizd trás d PRRAR, e n miri prvinds deste cnjunt,es t h mis de n reivindi : cnd águ e luz. Pel me- \ ns águ já liviv su situçã. Até gr só ; prmesss. Apreceu pr lá ^veredr, líder de cmunid j de e gr td mund su-, ' miü. s mrdres já estsb., ^nsds de ir n Prefeitur e nd. Eles pedem. um mir pi pr cnsegui rem esse mínim pr sbref viverem que é águ. L VILA SÃ FRANCISC Flt águ 0 prblem d Vil Sã Frncisc é' flt de á- gu. Já fzem sete meses que nã tem águ. Nem CAC (Cnissã de Assistênci C munitári) e nem prefeitu r querem reslver prble m. É precis que sej rec lcd bmb d Pç de águ que estru. A cmunidde está se vlend de um crr Pip. A vil sã Frncisc sem pre fi um birr mrginl! zd pels utriddes. 0 pv tem que rrncr cm muit sur s melhris pr birr. i

9 ?v. R^^ÜH^de Piuiense JA. 9 ESHRANTIN SLIDARIEDADE A PE. LADISLAU r $m m Mis de 80 pesss,entre gentes de pstris, prfissinnis liberis, jvens e trblhdres ruris e ur ns, representnd 29 entiddes, em su miri Iiçjds igrej, prticiprm n ultim di 13 de mn í festçã de s1i dr i edde párc de Esperntin, Pe. Ldislu Jã d SMv, 35 ns, A mn i festç cm e pre senç de pesss envlvids n trblh sindic! e pstrl de Teresin, Brrs, Uniã, Pics, Prnib e PJ_ r i p i r i, f i prmv i d pei Centr Piuiense de Açã Culturl (CEPAC) pr prestr pi trblh pstrl d Pdre Ldislu e pr prtestr cntr s cusções que prefeit de Espernt i n, MnueI Lges Filh, fz trvés ds meis de cmunicçã de mss cntr trblh pstrl e se i I d Prqu i. "0 Di de Slidriecede" cmeçu s 11 hrs cm reu ni n Cs de S Y i cnte; cntinuu s 16 hrs cm psset pei s pr i nc i p i s rus d ç t djide e term i - nu, s 19 hrs, cm miss celebrd n Igrej " Nss Senhr d B Espernç " cr prt i ci pç de m i s c.e -i mi! f leis. 0 pdre Ld i siu f i rmu que pesr ds perseguições cntr i grej cnt i nurem depis d "Pi de Sl idrijí dde" seu trblh pst rl, "e imprtnte receber pi e sjjdriedde de u trs mviments, prque ci crgem pr prssegu i r um trbih reii g i s nde s pbres sejm tres principis e dns de su reii g i- ã. ^ÊmmmsÊsm^ ]A*À 15 EMSMTK C EMiADES N f i n I de Jne i r Centr piuiense de Açã Culturl (CEPAC)prmveu um encntr de ent i ddes que s mviments ppulres e s i nd i c I n P i eu i. Huve tmbém um mpl reuniã (Cnselh Cnsultiv) cm lidernçs de. td Estd pr vlir e dr sugestões pr um melhr trblh este n e crnu- Ih de esfrçs. i^; SELH RS0UCXVD! D CEA Relizu-se n di 13 de jneir l â sisembléi d Cnselh icnsultiv d CEA cm: prticipçã de mis! de 40 lidernçs ds birrs d zn sul.... INFRMAÇÃ FRMAÇÃ AETICLAÇÃ N ssembléi fi vlid trblh e discutid s pririddes pr 85. Ficu de: se divulgr mis jr nl Alterntiv: melhrr Jrnl; umi cmpnh de ssintuí rs ns birrs pr ir dnd mis utn mi finnceir Jr-; nl e que s grups e pesss ssumm mis Jrnl cm nss r- gã de infrmçã infrmçã e rticulçã. Viu-se que é fundmentl um melhr frmçã ds pesss esse n pr entender esse nv mment n Brsil e tmbém que sem um rticulçã de tds s grups d cmuni s grups ds cmun des, trblh nã p der dr psss nvs e escer.

10 : FEV*. PüTjCA TAMCRS^D, D «15 cfe Jneir Fi esclhid nv Pre si dente d Brsil. Vr-^ss expecttivs estã ids cm psse de TANCRED. Pr s trblhdres j n tem mis que cri ceder. Aceitr qu quer frm de pct se ri renuncir tds s spirções de verddej_ pv e imprtnte en rs mudnçs ( ument tender esse nv^ mmen j s! r i I, refrm gr j ri, liberddes e ut nmi sindicl, elei- PRPSTA ; ções direts e ssembléi cnstituinte ji m PACT SCL A estrtégi d nv gvern est mnt- ; d n prpst de pct scil. Um pct scil signific" que mbs s clsses Trblhdres e burguesi cncedem lgum cis ; em funçã de sir d! pert. S que resujm td de fund e mr^ rr s mãs ds trblhdres (n fzer greves, n reiv»nji_i cr, etc), pr slvr ; ise ds rics. Ms n prtic, te gr,; prpst de Tned n e segurr um pct scil. Trt-se de um pct de elites, cm tenttiv de cptr ás trblhdres. Pis^ n Flu cnetmen-i te que cederi s/ trblhdres em trc d que j pediu: um trégu plític. Ess é I i nh que PFL; (Prtid d Frente LI-j berl) e s setres «Hái derds d PMDB(ntlgj PP) defendeu. -.^ ^ FSCAS 00 GVEHKi. 0 gvern de Tnere? d Neves e pid desi d&t frçs de direit; à frçs de esquerd,; À direit est prth d d«v frente l iber! ; cm Sr, Srney, Aur I in. Mrcs Mciel r.\ etc. Tned prcurrá ind ter pi, ds n-rlufists g«e; ficrm n PDS, j! esquerd^dentr d PM DB, estã s prtids; cmunists e s pi itjj cs de esquerd independentes. Ms s mde: rds d ntig PP e, s liberis,tip Uiises Gu i mres, tds d^ PMDB, frmm mi- 1 ri. N esclh d Minis téri já se pderá per^ ceber mir pes dsi cnservdres. i N^verdde gvern; <âè Tned Neves ^tesi-; t cnci I i r s v-r grups d Burguesi,':' que 'pl&vf'-''^ (Si M í MlM fci.i.i..iiiiin i. i.ii-.y-;-.... ~ " '- ' ' MMHw«tffit«t%»»«Hn*4Mliiniit - MRBESTE E PRIfflfiftfE? N pdems ir ilusões, priridde i signific dr ministéri d inter i r pr um nrdestin c repssr um puc m i s de verb d uniã pr s estds Nrdestins Ms n verdde n se tcr n infr-estrutur ecnômic cm um mpl refrm grri ê um desenvlviment industril, descerstrlizd d regiã centr-su i. CUSTiUIiMTE UMA AUUh CE TAfíCRE!)0. Muits medids pre- «ism ser tmds Ig. Tned Neves vi querer clcr tds s questões imprtn tes e plemics pr seríd i scut i d? n cnstitui nte( cm s: elej^ çes direts, refrm grri, etc; qué ined defende pr-r.1986.cm iss ele cncèegu iri se descuipr dé t ud, qu ii que pv esper, j de mu- ^üiçs.

11 Frmçã Plític mms IÂ 11 UE VASSS ENTENDER 0 UE É CNSTITUINTE, PRA GEN TE PARTICIPAR 150 DEBA- TE NACINAL. V i r< n Brás i I um nv Cnstituiçã. ue sbems cjiss? Ctistitui^ci e n lei m is lt cfe) pis. El reçju- I dep i s tds s leis prticulres (códig civil, lei de imprens,etc) El estbelece cm deve se» rgn i zç p t i t i- c, s prti ds, s d i re i- ts civis, s relções sciis (ecnmi, refrnv ^ grri, etc), eleiçes,emfim, regul vid d gente e diz cm será rgn i- zd se i edde. H dus mneirs de se Fzer um cnstituiçã : (1) UTRGADA; é quel cnstituiçã ínpst pel pder execut i v (i mperdr u Presidente). As cnsti- tuições d Brsil de 1824/ 1937 e 1969 frm utrejds. (2) PRMULGADA:é qun d cnstituiçã e feit pr um Assetnblei cnst i- tu i nte, Est e reuni de delegds eleits em t d p i s e que pssm ger I mente um n elbrnd s nvs leis d pis. As cnst itu içes rs iie1rs de 1891, 1934 e 1946 frm prmulg cis. RXgUE Ê mwtaníe UHA N VA Nsmiiiçft. CNSTITUINTE PdeiiK)S.r dis mtivs imprtntes: 1- tul cnstituiçã im pst pei s m iii tres em 1969 j fi t remendd, que ei prpr i se cntr- diz, e est ultrpssd cm muits questões, 2- depis de 20 ns de d i tdur m i!i tr, Brás ii precis renvr em quse tud. N e que 3 cnsti- tuiçã' v reslver tds s prblems. N pdems ns í I. ud i r. E1 bre ps sibilidde de mudnçs.ms gr, um ci s é lei. Depis e que se vi pr prtic. Aindci mis n BrásiI que nunc se respei tu cnst i tu iç. AI em d m i s, s leis de um pis indic qul clsse que est n Pder. uem est n Gvern gr e clsse d Burguesi, representd pels seus pt íti cs (Tned, Srney, Aurelin, etc). N é pv que tem Pder 1. Pr iss s 'empresáris (burgueses.) v querer impr s âseus ir ps.v-t- e Pv, s trblhd -, T res, tmbém discutirem, tj_ rr sus prpsts e pressinr pr que ssemble i cnstituinte prve leis que beneficie mis p v, cm pr exempl, sl^ ri-desempreg, Iiberdde e utnmi sindic 1, etc. PRPCSTAS DE CÜSínUINTE Atu I mente ex i stem pr-. Li cmente dus pr- -'>,'<;.;; pre se fzer nv cnstituiçã. Primeir, de setres d Gvern eleit que e cie dr pderes cns- t i tu i nte nv Cngress eleit em A segund prpst e que 1nteress pv e de cnvcçã cie eleições m i s rp i ci pss i ve I pr eieger de 1 cds que i r pens fzer Cnstituiçã iss evit "PLITICAGEM " ds pii t i cs trd i c i nis e permite um mpl prti c i pç ppu!r. (N prx i m numer vms c nhecer h i str i ds Cns-' ti tu i çes brs iie i rs).

12 FEV, TRABALHADRES RURAIS JA.^ T CnGRES^ S TBflBfli-HRDRES 5EM N.cidde de Curiti b, cpitl d Estd d Prná, lclizd n regiã Sul d Brsil, relizu-se 1^ Cngress Ncinl ds Trblhdres sem terr, ns dis 29,30e31 de jneir ps-sd. Es tvm presentes 1500 delegds, representr d tds s estds d Pís. N finl, fi - prvd um dcument, cntend s reivindic ções ds trblhdres brsileirs sem terr, que será entregue futur gvern. REIVINDICAÇÕES Aqui estã lguns exempls ds reivindicções cntids n dcument, em relçã distribuiçã e us d terr: - ue terr sej pr quem nel trblh; b- ue refrm - grári sej feit sb cntrle ds trblhdres; c- ue gvern le glize tds s terrs que frm cupds; d- ue gvern d sprprie tds s pr prieddes cim de 500 hectres. e- ue Estd grnt tds s cn^i ções de prduçã e de ssistênci ns terrs distribuíds. f- ue gvern g rnt que prduçã respeite preservçã d mei mbiente. g- ue gvern - plique, n minim, 5%' d rçment d Uniã pr refrm grri; h- ue gvern distribu imeditmente tds s terrs ns mãs ds gverns Federl e estdul. WÜLTIMACISiAIS -Exprpriçã de tds s terrs ds Multincinis e pribiçã de estrngeirs te rem terrs dqui pr frente n Brsil. ESTATUT DÁ TEHRA - 0 esttut d ter r nã prest. Exigims que sej estint. - Exigims que sejm ids nvs leis cm prticipçã ds trblhdres prtir d prtic e ds luts ds mesms. TERRA CLNIZAÇÃ -Fim de td e qulquer clnizçã dirigid, sej pel gvern, empres privd u cpertivs. - Assistênci dequd, em tds s níveis, ns prjets de clnizçã já existen tes. VILÊKC N BRASIL - Exigims segurnç pr nss lut de rgnizçã d mqvimen t sem terr. - Exigims que g vern federl ssum purçã de tds s ssssints e puniçã ds mndntes e execus s ds imes; - ue se reslvm s prblems de terrs sem us de plíci^ - Exigims utnmi d pder judici ri e içã de um justiç grári. - Cnsiderms s gverns estdul e fe derl s respnsáveis pr tds s ts de vilênci e ssssji nts de trblhdres e exigims que gver n cbe cm s me~ çs cntr s trblh dres. 0 dcument referese ind à rientções prpsts de rticulções d mviment.

13 LURIl/'AL_. PARENTE UM BAIRR PGUC MlSJü PEL PDER PÚBLIC N mis recente pesquis relizd pel CLUBE DE Jl/ENS LURIl/AL SALES PARENTE, fi cnsttd que birr Lurivl Prente, zn sul de Teresin, n recebe pi necessári pr prte d Gv/ern d Estd e Prefeitur Municipl de Teresin, excet águ e luz. Um birr cm quse 3<,000(Tres mil) fmílis, ttliznd mis de (Dezit mil) pesss, e prticmente nd de infrestrutur ' existe pr este pv. As inçs n fix esclr crrespndem: 28% (Uinte s- it pr cent) d ppulçã, mis de 7.000(Sete mil)-e;dests ' mens de 500(uinhents) estudm nn própri birr. A grnde miri se deslcm pr utrs birrs ru deixm de estudr. Nn birr nã existem prçs, qudrs, cmp de futebl, nem quisquer áres de lzer» Pr iss s^prátics esprtivs sã relizds' n mei dns rus u ns terrens bldis. Tmbém nã existe Mercd Publi, e s' prduts d PRAB-INAN clcds em tds birrs pbres de Tere sin, qui nunc chegrm. 0 Trnsprte Public n birr Lurivl Prente é mntid pel El PRESA G0MES ;. que destin 2(Dis) ds peres ônibus de.su frt, e cm rzã, pis smente 26^.(l/inte e seis pr cent) d birr recebeu clç-' mente, que lém de péssim qulidde, ind.fi clcd ns rus mens trfegáveis. 0 restnte d birr se crcteriz pr lmçl, burqueir e mtgl. A Segurnç é per pssível, de tl frm trnsfrmr n hsir r num ds mis uilents d cpitl. Crimes, sslt, rriibmeínts muits utrs Fims de vlnlsunifi nru.jl.bin nriw&tfiutnnmptb sm que prnvipm ci sejm tmds. Pr utr ld, BR-316 n trech Lurivl Prente, Prque Piuí e Bel Uist, fce péssim. ciçhi^çp >íp> m" n-il i ^f-u.-nn B cn- servçã cmplet qudr drmátic d birr, ft este j levd Ministéri ds Trnsprtes e DNER lcl. Tds estes prblems e muits utrs qui existentes, j rrm levds Pder Public inúmers vezes trvés de Crts, Requeriments Abix-ssinds, Cmissões e Prgrms Nticiss ns órgãs de cmunic çã, cntud nã se sbe té qund s mrdrs d hin Lurivl Pren te vã pdecer est miséri. Teresin, 31 de jneir de 1985.: CLUBE DE 30UEMS LURIUAL SALES PARENTE Vej Pesquis n V/ERS0,

14 . C «03 MD UJ E9 LJ n - i CL Csl l LA N LA» H C (A C V0 CE D. cs CL U. C C : CD m : Cl h- l rd ra N H CC c Ch l> MD c l-h Cl u CL Csl CA -trr tr CL C ; C LJ., 6^ n D- s CL ei lü =D h-. - i i d m CD ce cc I H I CC cc ZD CC c MD c _i rj _J CC UJ rh v CD u CL s: u ZD C3 CL M ^ CD : w -ü tr i i CC CG cx c I i i < CD CC LA ra c H CN c U q : i i h- I ZD. LJ CC i > < CL zc I I _J " ZD cx UJ CD (M ra LA!> c CA H rh H

15 Entrevist VA. ei 8çâ ztzrm-ts*.. ADAIL RIBEIR, desempregd (estudnte), 21 ns, ex-membr d Juventude Frnciscn, e pre sidente d Chp PARTICIPAÇÃ,que cncrre s eleições d Assciçã de mrdres d Itrré. E lé ns fl ds prpsts d chp e s prblems cjue huverm n primeir vtg (nuld) nde chp PARTICIPAÇÃ FI venced r.. J.A.- UAIS AS PRPSTAS UE A CHAPA: PARTICIPAÇÃ TEM PARA RESLVER S PRBLE- MAS DÓ BAIRR? A.R.- Em primeir lugr, ve relidde ^ birr : Crefici de trnsprtes, snement, prblem hbitcinl e utrs. Em segund lugr, e discussã ds; prblems que s melhris pr birr cntecerã. Tems ind prpst d içã de um crdençã em cd setr d birr p/ fcilitr rgnizçã e en cminhment ds trblhs. J.A.- UEM SÃ AS PESSAS U GRUPS SÚE 1 APM A CHAPA PARTICIPAÇÃ? A.R,- Tems cmpnhe i r Bt i st, que prticip d grup HR-AÇÂ; grup de Jvens d Itrré; Sr. Antôni Clr,' Presidente d Assciçã ds crrceirs de Teresin, que fz prte d, cnselh fiscl d nv Chp; lideres de rgnizj ç; Pstrl perri d Itrré e Pess s d Cmunidde que mesm n tend um grup rgnizd, estã ns pind. J.A^- PR UE A ELEIÇÃ ANTERIR F! ANULADA? A.R.- Fltu rgnizçã h hr d vtçã : huve retrdment n hrr i d eleiçã; Prpgnd de divulgçã d u-^ tr chp n'hr d vtçã; Alem d u- tr chp - yini e lut, n ter ceit-' d clmçã d nss vitri e recmeri du d i reç d mes pr nu1 çã d eleiçã. Est n teve punh pr segurr resultd, ceitnd nulçã. - J,.A.- Cm) SÜRpj APnFSTA : ; ÇÃ DA CHAPA? A.R.- Surgiu d necessid de term;- um Assciç^ecmbtiv e representtiv! que rgnize es nsss luts. Pis nõ -- mentçffcems um Assc i çã s n nme. Un ssc i çã que n fz nenhum trbdi! h nível d rgnizçã ci bse. J.A.- UAIS AS DIFICULDADES EfrMTRA- DAS? A,R.- Em primeir lugr, pder d direit j instld n birr, que lev,es vezes, s pesss lhr cm vists s ss qulquer tip de rgnizçã. Pis; muits pesss chm que iss e um tent d rdem. Em segund Lugr, prte ds 'própris grups que tentm muder fc cis n birr. Pis existe divisc:? um ld, um grup que defende içã: de um ssciçã mis rgnizd e de u tr ld, um g^up que investe mis ns i iderenç^ e f chpis s msss ; serc: t?mbi í izs pn!?. J.A.- DE ACRD" ESSE RESULTAD; C "^ M VCÊ ACHA UE A UNIDADE IRÁ RUGIR, N CAS DE UMA NVA ELEIÇÃ? A.R.- As pesss que estiverm I e virm que cnteceu, j se mnifestrm nss fvr e vtrã cm certez n ns-: s chp.

16 FEV WWWiW JA 14 NEGR E A ESCRAVIDÃ Vej bem cr leitr Cm é triste pdeciment Ds negrs de nss terr É grnde seu trment Vivem sb esse rcism N beir de um bism Ns grrs d sfriment Ess triste histri Vu dizer nde iniciu Fi lá n velh Áfric ue negr esv se trnu Pr s rics er vendid A Brás ii er trzid E ssim esvidã cmeçu ffi Fzem gzçã de su cr Pr ele se envergnhr DesmrIi znd su rç uerend lhe iticr Aind dizem que ele e Precid cmlucifer S pr ele se zngr > E esvidã d injustiç E tmbém d precnceit D rcism e disiminçã ue tinge cm efeit E ssim cntinu sfriment Nunc pr seu trment E sempre d mesm jeit

======================== Œ œ»» Œ C7 ˆ_ ««G 7

======================== Œ œ»» Œ C7 ˆ_ ««G 7 1) É tã bnit n tr (ntrd) cminh cm Jesus (Miss d Temp mum cm crinçs) & 2 4 m œ É tã b ni t n_ tr me s s gr d, & œ t h brn c, ve ce s. & _ Mis s vi c me çr n ns s_i gre j; _u & j im c ris ti cm e gri, v

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