Transportes OPINIÃO OPINION. Nº 18 Junho 2008 Revista Novabase Edition No. 18 June 2008 Novabase Magazine

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1 e Edição motion Nº 18 Junho 2008 Revista Novabase Edition No. 18 June 2008 Novabase Magazine Transportes Paulo Alexandre Coelho Bilhética para transportes: Uma área com grande potencial de internacionalização Ticketing for transports: A field with great potential for internationalisation Caixa Geral de Aposentações Recorrer ao outsourcing foi uma necessidade absoluta Resorting to outsourcing was an absolute necessity OPINIÃO OPINION A terceira geração de Transportes Colectivos assente nas TI A third generation of Mass Transit based on IT André Ampelas

2 Ficha técnica Publication Details e-motion, edição nº 18, Junho 2008 Design e Produção Design and Production S.T. & S.F., Sociedade de Publicações, Lda e-motion, edition no. 18, June 2008 Redacção Editing Sónia Branco Publicação Publishers Novabase - Direcção de Marketing e Comunicação Publicação gratuita This publication is not for sale ÍNDICE CONTENTS Direcção Project Manager Cristina Aragão Teixeira Edição Editor Sofia Adelaide Loureiro Tiragem Circulation exemplares copies Nota: todos os artigos de opinião são da responsabilidade dos seus autores Note: all opinion expressed in articles are those held by their respective authors Av. D. João II, Lote , Parque das Nações, Lisboa Portugal Tel.: Fax: NOTÍCIAS Parcerias, lançamentos e certifi cações recentes da Novabase 6 TEMA DE CAPA Bilhética para transportes: Uma área com grande potencial de internacionalização 10 CLIENTES Transportes Intermodais do Porto: Fornecedores de mobilidade Carris: Pioneira na inovação e certifi cação em qualidade Metropolitano de Tenerife: Um projecto que está a superar as expectativas 18 OPINIÃO A terceira geração de Transportes Colectivos assente nas TI André Ampelas 28 FOTO-REPORTAGEM Novabase muda-se para a beira-rio Novabase patrocina Cursos de Verão para crianças 32 TEMA DE DESTAQUE Novabase na CGA: Gerir um Sistema de Informação crítico para o país 34 CLIENTES Caixa Geral de Aposentações: Recorrer ao outsourcing foi uma necessidade absoluta 36 REPORTAGEM Conferência Novabase e Diário Económico: A caminho de uma revolução wikinómica 40 OPINIÃO Banca: diferenciação procura-se Nuno Fórneas, Partner da Novabase 42 CLIPPING A Novabase na imprensa 4 NEWS Novabase partnerships, launches and recent certifi cation processes 6 COVER STORY Ticketing for transports: A fi eld with great potential for internationalisation 10 CLIENTS Transportes Intermodais do Porto: Purveyors of mobility Carris: Pioneering in innovation and quality certifi cation Tenerife Metropolitan: A Project beyond expectations 18 OPINION A third generation of Mass Transit based on IT André Ampelas 28 PHOTO-REPORT Novabase moves down to the river Novabase backs Summer Courses for children 32 SPECIAL FEATURE Novabase in CGA: Managing a nationally critical Information System 34 CLIENTS Caixa Geral de Aposentações: Resorting to outsourcing was an absolute necessity 36 REPORT Novabase and Diário Económico Conference: Heading towards a Wikinomics revolution 40 OPINION Banking: in search of differentiation Nuno Fórneas, Partner of Novabase 42 CLIPPING Novabase in the press 2 e-motion

3 EDITORIAL EDITORIAL O Historial A Novabase completou recentemente 19 anos de actividade desde a sua fundação em Sendo a sua área de acti-vidade as tecnologias de informação e em particular a área do software, definiu o seu posicionamento inicial como uma empresa que construía soluções para as grandes organizações de forma mais eficiente e adequada possível. Desenvolveu esta aposta inicial tendo por base a posse de conhecimentos tecnológicos profundos e uma grande dedicação e qualidade dos seus profissionais. Soube adaptar-se às mudanças de paradigma no seu sector que se operaram durante os anos 90 e soube definir uma forma de crescer que privilegiasse a especialização como forma de se diferenciar e competir. Compreendeu que as melhores empresas têm que ter os melhores profissionais. Essa década foi marcada por um grande crescimento e afirmação da Novabase como um dos principais players do nosso mercado no sector das tecnologias de informação. Neste período, a Novabase aprendeu que a tecnologia não é um fim em si mas uma extraordinária ferramenta de transformação dos negócios. Para servir os nossos clientes, não basta conhecer a tecnologia, é necessário conhecer os problemas de negócio. No final da década de 90, a Novabase tomou a decisão estratégica de colocação em bolsa. Ganhou a aposta. Continuou a crescer e a melhorar. Já na década de 2000 enfrentou crises, viveu com a instabilidade dos mercados, soube merecer o lugar de destaque que logrou atingir: a maior empresa portuguesa do seu sector. Uma referência no panorama nacional. A Novabase soube conquistar negócios internacionais, desenvolveu novas áreas de competência, desenvolveu uma organização interna adaptada à sua nova dimensão. Cresceu, amadureceu, sofisticou-se, especializou-se. Com este historial, a Novabase está preparada para novos desafios. Acredita em si e nas suas capacidades. É respeitada, é uma referência de competência. Estou certo que continuará por muito mais anos sabendo o que quer e como deve atingir os seus objectivos. Criando valor para os seus clientes, accionistas, colaboradores e para as comunidades em que se insere. A mudança será sempre uma constante mas a Novabase será sempre uma referência cada vez mais respeitada! The Background Novabase recently completed its 19th year of operational activity since the company was founded in Given its core businesses lie in the area of information technologies and particularly software, it originally set out to build the most effi cient and effective solutions possible for major organisations. Its initial product and service range was based on the advanced level of technological knowledge and great dedication and quality of its professional team. Able to adapt to the changes in paradigm experienced by the sector throughout the 1990s, the company proved able to grow while opting for specialisation as the preferred means for differentiation and ensuring competitiveness. Novabase understood that the best companies have to employ the best professionals. This decade saw very signifi cant growth as Novabase emerged as one of the leading players in the national information technology sector. During this time Novabase learned that technology is not an end in itself but an extraordinary tool in transforming businesses. To effectively serve our clients, not only do we need to understand technology, we also need to understand the business issues. At the end of the 1990s, Novabase made the strategic decision to undertake an initial public offering. It was a success. The company continued to grow and improve. In the decade that followed, Novabase coped with challenges and experienced the instability of the markets, but managed to earn its distinguished position: the largest Portuguese company in its sector. A national benchmark. Novabase learned how to win international contracts, to develop new areas of competence and internally adapt its organisational structure in keeping with its new scale. Novabase grew, matured, sophisticated and specialised. With this track record, Novabase is prepared for new challenges, believing both in itself and its capacities. It is respected and a benchmark for competence. I am certain that we shall continue for many more years in the full awareness both as to what the objectives are and how to attain them, creating value for clients, shareholders, employees and the surrounding community. Change will always be a constant but Novabase shall stand tall as an increasingly respected point of reference! Rogério Carapuça, Presidente da Novabase Rogério Carapuça, Novabase Chairman and CEO Junho

4 NOTÍCIAS NEWS Entrega electrónica de Censos Novabase desenvolve solução para o INE O Instituto Nacional de Estatística (INE) dispõe agora de uma aplicação que permite testar a entrega electrónica dos Censos da População e da Habitação de Com esta solução implementada pela Novabase, o INE está a testar, num universo de 7000 utilizadores e durante um período de um mês, a fiabilidade da entrega via Internet dos questionários dos Censos 2011, recolhendo simultaneamente a opinião dos utilizadores e indicadores de utilização da aplicação. A entrega, via electrónica, integra também um sistema de validação online que vai eliminar eventuais erros de preenchimento e contribuir para uma redução de custos associados à impressão e digitalização dos questionários em papel. Segundo Fernando Casimiro, Coordenador do Gabinete dos Censos do Instituto Nacional de Estatística, trata-se de um sistema inovador ( ) que, se se provar eficaz como todos esperamos e desejamos, será usado na realização dos Recenseamentos da População e da Habitação, em 2011, junto de toda a população residente em Portugal E-census delivery Novabase develops a solution for the INE The INE National Institute of Statistics is now in possession of an application to be tested and designed to enable the e-delivery of the 2011 National Population Census. With this Novabase developed solution, currently under INE testing for a sample of 7,000 users and over a one month period, the reliability of Internet questionnaires for the 2011 Census is being evaluated in addition to gathering the opinion of users and indicators for application utilisation. The e-delivery also includes an online validation system that aims to eliminate possible errors in completion and reduce the costs associated with printing questionnaire forms and their subsequent digitalisation. According to Fernando Casimiro, Coordinator of the Census Offi ce at INE, this is an innovative system ( ) which, should it prove effi cient as we all hope and expect, is to be used for the National Census taking place in 2011 and covering the entire population resident in Portugal.. NetEmprego Imigrante Um novo portal do IEFP João Paulo Dias Surgido no quadro da nova Lei que regula a entrada e permanência de cidadãos estrangeiros não pertencentes à União Europeia em Portugal, o portal NetEmprego Imigrante é uma plataforma de divulgação de ofertas de emprego disponíveis no mercado português e direccionadas a cidadãos não pertencentes à União Europeia que pretendam trabalhar em Portugal. O desenvolvimento e implementação deste portal estiveram a cargo da Novabase, em parceria com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). Entre outras funcionalidades, o NetEmprego Imigrante permite a divulgação internacional de oportunidades de emprego que ainda não tenham sido preenchidas ao fim de 30 dias por cidadãos nacionais ou comunitários. Foi também implementado um processo de candidatura simplificado, orientado especificamente aos cidadãos estrangeiros, permitindo-lhes interagir directamente com as entidades, libertando, desta forma, os serviços do IEFP. O novo sistema assegura a integração com o sistema de back-office dos Centros de Emprego, tendo sido montada uma nova arquitectura de integração baseada nos standards e recomendações actuais. O projecto foi desenvolvido maioritariamente em tecnologias Java e Oracle, tendo sido montada uma equipa multidisciplinar com diversas competências, desde o Custom Development, Quality Assurance e Webdesign, na qual a coordenação global do Departamento de Sistemas de Informação do IEFP foi factor fundamental para o sucesso do projecto. NetEmprego Imigrante A new IEFP website Within the framework of the new law regulating the entrance and residence of non-european Union citizens in Portugal, the NetEmprego Imigrante website is a platform designed to publicise the range of employment opportunities available in the Portuguese market focusing on citizens outside of the European Union but seeking to work in Portugal. The development and implementation of this site was attributed to Novabase, in partnership with the IEFP the Institute of Employment and Professional Training. Among other functions, NetEmprego Imigrante 4 e-motion

5 fosters international awareness as to employment opportunities that have yet to be fi lled after a period of 30 days whether by national or European Union citizens. A simplifi ed application process was also introduced designed specifi cally for foreign citizens enabling them to interact directly with the respective entities and thus reducing the burden on the IEFP services. The new system is integrated into the back-offi ce system in place at Employment Centres with a new integrated architecture set up based on the standards and recommendations in effect. The project in the main featured Java and Oracle technologies and was designed by a multi-disciplinary team with a range of competences ranging from Custom Development, Quality Assurance to Webdesign and in which the overall coordination of the IEFP Department of Information Systems was a fundamental factor in project success. Logistel e Novabase Sistema de bilhética para Luanda A Logistel e a Novabase estão a implementar, na cidade de Luanda, o sistema de bilhética nos transportes públicos colectivos de passageiros. O sistema desenvolvido vai permitir melhorar a mobilidade na área de abrangência do sistema, sem perda de receitas para os diversos operadores, um controlo mais eficaz das concessões de transporte colectivo de passageiros. Vai também funcionar como elemento integrador da actual rede de transportes, que conta com 5 empresas operando cerca de 400 autocarros e, ainda, da futura rede, que se prevê que venha a integrar um novo o Metro Ligeiro de Superfície. O sistema de bilhética incluirá equipamentos de venda, personalização, validação e fiscalização de títulos de transporte, inteiramente integrados numa rede de controlo, gestão e tratamento da informação. A utilização da tecnologia sem contacto permitirá reduzir a fraude e tornar mais rápido e eficaz o embarque dos passageiros. Será ainda criado um passe intermodal que servirá de elemento de integração do sistema de transportes que será válido para todos os operadores. Está também prevista a integração com o transporte ferroviário convencional já existente, bem como com o transporte marítimo de cabotagem de passageiros. Logistel and Novabase A ticketing system for Luanda Logistel and Novabase are implementing a collective public transport passenger ticketing system for the Angolan capital of Luanda. The system developed will enable greater mobility within its scope without the loss of revenue for the respective operators and providing more effective control over collective transport concessions. It also serves as a factor of integration for the current transport network that includes fi ve companies running some 400 buses as well as the future network that is to integrate a new, light surface railway network. The ticketing system feature equipment for personalised sales, validation and inspection of transport tickets, entirely integrated into a control, management and information network. The utilisation of no-contact technology further enables fraud to be reduced and the faster and more effi cient embarkation of passengers. Furthermore under the auspices of this project is an inter-modal pass that functions as a means of integrating the transport system and is to be valid across all operators. The system further incorporates the already existing conventional railway transport network as well as passenger ferry services. Sistema Integrado de Apoio ao Cliente Gestão de dúvidas e reclamações nos CTT A Novabase desenvolveu, em parceria com os CTT - Correios de Portugal, o Sistema Integrado de Apoio ao Cliente (SIAC). Com a implementação desta solução, a Novabase contribui para a agilização dos processos de tratamento e gestão de dúvidas e reclamações dos CTT, facilitando as trocas de informação, agora integrada num sistema único e multicanal. A possibilidade de recolha e tratamento da informação nos Centros de Distribuição Postal e nas Estações de Correio traduz-se, assim, numa economia significativa e simultânea de tempo, esforço e recursos materiais. Para os clientes, a vantagem deste sistema concretiza-se na obtenção de respostas mais rápidas e com um maior grau de fiabilidade; já para os CTT manifesta-se numa prestação de serviços mais satisfatória, favorável a um relacionamento mais estreito com os seus clientes. Integrated Client Support System Question and complaint management at CTT In partnership with the Portuguese Post Offi ce CTT - Correios de Portugal, Novabase developed SIAC the Integrated Client Support System. Via the implementation of this solution, Novabase contributed towards freeing up the handling and management of questions and complaints and facilitating the exchange of information throughout CTT now integrated into a unique single multichannel system. The possibility of collecting and handling information from Postal Distribution Centres and Post Offi ces has thus generated signifi - cant economies whether in terms of time, human and material resources. For clients, the great advantage of this system lies in the quicker response times and the greater degree of reliability. As regards CTT, the results derive from the provision of higher quality services and bringing about closer relationships with its clients. Paula Nunes Junho

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7 TEMA DE CAPA COVER STORY Bilhética para transportes Uma área com grande potencial de internacionalização A área da bilhética para transportes em Portugal tem evoluído significativamente nos últimos anos, sendo essa evolução visível na concretização de alguns projectos altamente inovadores e merecedores de reconhecimento a nível nacional e internacional. Muitos desses projectos têm a assinatura da Novabase, pioneira na criação de sistemas e equipamentos de bilhética tecnologicamente avançados. Luís Quaresma e Manuel Relvas, Administradores da Octal, empresa Novabase, explicam porque razão esta é a área com maior potencial de internacionalização dentro do portfolio da Novabase. O desenvolvimento de uma oferta de bilhética na Novabase está intimamente ligado à Octal, empresa responsável pelo desenho e desenvolvimento dos equipamentos e software de bilhética da Novabase, pela sua instalação e integração no cliente. O primeiro projecto de bilhética que fizemos foi para a Transtejo, com a automatização da gestão dos acessos aos cacilheiros. A partir daí, concentrámo-nos em ser especialistas nesta área, explica Manuel Relvas. Com efeito, ao longo da última década, a Octal conseguiu criar para a Novabase uma oferta end-to-end, tendo vindo sempre a evoluir no tipo de sistemas de bilhética utilizado, desde os sistemas magnéticos e, mais recentemente, recorrendo à mais avançada tecnologia sem contacto. Para Manuel Relvas, a área de bilhética é uma área pioneira e muito importante dentro do portfolio da Novabase. Por um lado, é um negócio que envolve sistemas que são mission critical para os nossos clientes processamos cerca de um milhão e meio de transacções por dia. Por outro lado, esta é uma área em que a Novabase possui tecnologia própria e que portanto é aquela que tem o maior potencial de internacionalização. De referir que a Octal tem uma equipa de 70 pessoas a trabalhar em bilhética, metade das quais dedicadas à enge-nharia e outra metade dedicada à assistência técnica. O mercado de bilhética em Portugal, embora já algo maduro, tem oferecido à Novabase oportunidades frequentes de negócio, o que se traduz numa base instalada de clientes composta pelos principais operadores de transportes nacionais, dos quais são exemplo: o Metro do Porto e a CP Porto, a Carris, os Transportes Colectivos do Barreiro, a Transtejo e a Soflusa, a Fertagus, a Rede Nacional de Expressos, o Metro Sul do Tejo, a Vimeca, a Horários do Funchal e os Transportes Urbanos de Coimbra. Ticketing for transports: A field with great potential for internationalisation The transport ticketing area in Portugal has undergone significant evolution in recent years with this level visible in the implementation of various highly innovative projects that have achieved both national and international recognition. Many such projects come with the Novabase signature, a pioneer in the creation of technologically advanced ticketing systems and equipment. Luís Quaresma and Manuel Relvas, Directors of Octal, a Novabase company, explain why this is the area with the greatest potential for international expansion within the Novabase portfolio. The development of the Novabase ticketing product and service range is entirely tied to Octal, an engineering company founded by Manuel Relvas. Octal is responsible for the design and development of the Novabase ticketing equipment and software as well as its installation at the client. The fi rst ticketing project that we completed was for Transtejo, with the automation of access management to its ferry services. Henceforth, we concentrated on specialising in the area as Manuel Relvas outlined. In effect, over the subsequent decade, Octal has created for Novabase an end- -to-end service that has been undergoing constant evolution in the type of ticketing systems on offer ranging from magnetic systems through to the more recent, advanced no contact technologies. According to Manuel Relvas, the ticketing area is a pioneering fi eld and highly important to the Novabase portfolio range. On the one hand, this is a business area that involves mission critical systems to our clients processing around a million and a half transactions per day. On the other hand, this is an area in which Novabase owns its own technology and that is therefore capable of generating the greatest internationalisation potential. It should be stated that Octal has a team of 70 people working on ticketing, over half of which are dedicated to engineering with the other half rendering technical assistance. The ticketing market in Portugal, while already mature, has provided Novabase with frequent business opportunities, which has translated into a client base made up of the leading national transport operators including examples such as: the Oporto metro and railway systems, the Lisbon bus company, Barreiro mass transport system, the Transtejo and Sofl usa ferry services, the Fertagus commuter railway service, the national coach service, the South Tagus Junho

8 DR TEMA DE CAPA COVER STORY Sistemas sem contacto A Novabase tem vindo a investir, ao longo dos últimos dez anos, na chamada tecnologia sem contacto que permite aos operadores de transportes substituir os cartões mecânicos e os cartões magnéticos por cartões com um chip incorporado. A grande vantagem destes sistemas em relação, por exemplo, aos sistemas magnéticos é que permitem eliminar toda a componente mecânica de leitura da banda magnética tornando-se, por isso, mais fi áveis e menos dependentes de manutenção. Por outro lado, são sistemas mais seguros pois não são tão fáceis de duplicar como a banda magnética e possuem uma maior capacidade de escrita e leitura de dados, o que permite aumentar a complexidade de serviços que podem ser prestados com esse cartão. Por último, um sistema sem contacto oferece ao operador uma maior controlo sobre as transacções efectuadas. A Novabase foi pioneira no desenvolvimento desta tecnologia o que lhe garantiu cerca de 80% dos clientes instalados em território nacional. Na verdade, os próprios operado-res de transportes em Portugal foram também pioneiros na adopção desta tecnologia, o que gerou uma dinâmica muito grande entre clientes e fornecedor que permitiu a concretização de algumas das instalações de bilhética mais avançadas a nível mundial. Exemplo disso foi a implementação efectuada nos Transportes Intermodais do Porto, um projecto que falaremos mais adiante, que representa o que de melhor se faz em bilhética actualmente e que se assume como uma referência a nível internacional. Neste momento, a estratégia da Novabase consiste em consolidar a sua presença já bastante forte no mercado português e consolidar as referências no estrangeiro de modo a internacionalizar a oferta de bilhética, adianta Luís Quaresma. Tornar a oferta de bilhética exportável Numa fase inicial, a estratégia de internacionalização da oferta de bilhética da Novabase terá como alvo países geograficamente complementares a Portugal, como é o caso de Espanha e Angola, ou países que trabalham no mesmo standard que utilizamos, o Calypso, como é o caso de França, Bélgica, Israel e alguns países da América Latina, refere Luís Quaresma. No entanto, este processo de internacionalização exige toda uma preparação e desenvolvimento prévios. Conforme explica Manuel Relvas, o nosso modelo de oferta, tal qual está, não é exportável, pois assenta numa componente muito forte de serviço e de relacionamento com o cliente. É necessário portanto, em primeiro lugar, produtizar a oferta de bilhética com vista à exportação e, em segundo lugar, estabelecer uma rede de parceiros internacionais que sejam capazes de implementar e configurar localmente o software da Novabase. A escolha destes parceiros de negócio obedece assim a um duplo critério de selecção. Por um lado uma componente comercial, de grande proximidade e conhecimento do mercado local e, por outro lado, uma componente técnica, de grande domínio tecnológico e capacidade de concretização. Metro, the Lisbon suburban bus company Vimeca, as well as the Horários do Funchal and Coimbra transport services. Currently, Novabase strategy consists in consolida-ting its already fairly strong presence in the Portuguese market and to consolidate its international points of reference so as to internationalise its ticketing range, added Luís Quaresma. Making the ticketing range exportable At an initial phase, the internationalisation strategy for the Novabase ticketing range is to focus on countries geographically complementary to Portugal as is the case with Spain and Angola or countries with the same standard that we use, Calyipso, as is the case of France, Belgium, Israel and some countries in Latin America, detailed Luís Quaresma. However, this internationalisation process demands thorough preparation and development. As Manuel Relvas explained our model of product, simply as it is, is not exportable as it is based on a very high service component and client relationship. It is therefore necessary to fi rstly produce a ticketing range designed for exportation and secondly, to set up a network of international partners that are able to implement and confi gure the Novabase software locally. The choice of these business partners must thus be in keeping with a dual selection criteria. On the one hand, there must be the commercial component, with great proximity and knowledge of the local market and, on the other, a technical component with signifi cant technological mastery and implementation capacities. In order to carry out this service preparation process, Novabase established an investment program of around three and a half million euros, designed to: - complement the current product range in order to offer clients a complete range of products based on open standards; - customise the system so that it is able to be exported and aligning all aspects ranging from the most obvious such as the language through to the most complex as is the case with the differing norms and tariffs that vary from country to country and from year to year. As Manuel Relvas stressed, for us to internationalise, we have to be prepared for whatever the situation as the way in which transport systems are organised differs greatly from country to country and this results in specifi c needs. The first steps The fi rst Novabase incursion into international territory took place in a project for Tenerife Metro in operation for around a year. This is a project with great developmental perspectives as the initial 8 e-motion

9 Manuel Relvas e Luís Quaresma, Administradores da Octal/Novabase start up was with the implementation of a magnetic system out of a need to integrate into local transport realities however, during the course of this year, the leap forward to no contact technology is due to take place. Another important reference was the project carried out for an urban bus service in Chartes, France. Although representing a relatively small initiative, this project did enable Novabase to standardise its ticket system with that of France and may now take up its place as a point of reference for larger scale projects in the future. France is one country where the ticketing system is very advanced and where there is a huge level of national norms for the transport sector. Hence, gaining recognition and being able to address this marketplace is so very important, explained Manuel Relvas. Furthermore, Novabase is now working on its fi rst project for Angola. Meanwhile, in the Spanish city of Seville, the company is responsible for the supply of automatic machines for the new metropolitan system that is due for inauguration at the end of this year. Finally, in Bordeaux, Novabase is in a partnership with France Telecom and Veolia, the largest transport operator in the world, on a highly innovative project that will result in via the incorporation of a no contact chip in mobile phones, the elimination of the physical ticket and the use of this equipment as a means of transport validation. No contact systems Throughout the last ten years, Novabase has been investing in what is known as no contact systems: a technology that enables transport operators to replace mechanical cards and magnetic cards with an incorporated chip. One example of the great advantage of these systems is that they enable the removal of the entire mechanical magnetic band reading component and are thus rendered more reliable and less dependent on regular maintenance. Furthermore, these systems are safer as they are not as easy to defraud as magnetic band systems and contain greater data writing and reading capacities. Finally, a no contact system provides greater operator control over the number of transactions undertaken. Novabase pioneered the development of this technology that has now been adopted by around 80% of its clients in Portugal. In fact, it was national transport operators who also took part in this pioneering technological adoption that generated a very strong dynamic between clients and supplier that enabled some of the most advanced ticket systems in the world to come on stream. One example of this is Transportes Intermodais do Porto, a project we discuss below, which represents the very best in cutting edge ticketing systems and has now become an international benchmark reference. Para concretizar o processo de preparação da oferta, a Novabase criou um programa de investimento na ordem dos três milhões e meio de euros, destinado a: - Complementar a actual oferta de produtos, de modo a oferecer aos clientes uma linha completa de produtos baseados em standards abertos. - Customizar o sistema para que possa ser distribuído noutros países, configurando aspectos tão óbvios como a língua, até aspectos mais complexos como é o caso das diferentes normas e tarifários que variam de país para país e que evoluem de ano para ano. Como reforça Manuel Relvas, para nos internacionalizarmos temos que estar preparados para responder a qualquer situação, pois a forma como os transportes se organizam difere muito de país para país e isso gera necessidades específicas. Primeiros passos além fronteiras A primeira incursão da Novabase em território internacional ocorreu com um projecto para o Metro de Tenerife, em operativo há cerca de um ano. Trata-se de um projecto com grandes perspectivas de desenvolvimento pois embora tenha arrancado inicialmente com a implementação de um sistema magnético - por necessidade de integração com o operador rodoviário local prevê-se que, ainda este ano, haja uma evolução para a tecnologia sem contacto (ver páginas16 e 17). Uma outra referência importante foi o projecto realizado para um operador rodoviário urbano, em Chartres, França. Embora tratando-se de uma pequena iniciativa, este projecto permitiu à Novabase homologar o seu sistema de bilhética em França e assumir-se como uma referência para futuros projectos de maior dimensão que possam surgir. França é um país onde a área de bilhética está mais desenvolvida e onde existe uma enorme produção de normas nacionais ao nível dos transportes. Portanto, sermos uma empresa reconhecida e apta a endereçar este mercado é para nós muito importante, explica Manuel Relvas. Neste momento, a Novabase encontra-se a trabalhar no seu primeiro projecto em Angola. Na vizinha Espanha, em Sevilha, é responsável pelo fornecimento das máquinas automáticas para o novo metropolitano que será inaugurado no final deste ano. Por fim, em Bordéus, a Novabase está a desenvolver, em conjunto com a France Telecom e com a Veolia, o maior operador de transportes do mundo, um projecto altamente inovador que irá permitir, através da incorporação de um chip sem contacto no telemóvel, a eliminação do bilhete físico e a utilização deste equipamento como meio de validação nos meios de transporte. Junho

10 CLIENTES CLIENTS Transportes Intermodais do Porto Fornecedores de mobilidade Ao conceber um sistema intermodal de transporte público de passageiros, os Transportes Intermodais do Porto vieram melhorar significativamente a mobilidade dos cidadãos da Área Metropolitana do Porto e do concelho da Trofa. Mário Coutinho dos Santos, Administrador-delegado da TIP explica o funcionamento deste sistema pioneiro e salienta os benefícios que advêm deste conceito de intermodalidade. Coube à Novabase colocar esta visão em prática. Nos últimos 20 anos, o crescimento urbano das zonas periféricas à Área Metropolitana do Porto (AMP) originou grandes mudanças nos padrões de mobilidade, nomeadamente a diminuição das deslocações pendulares casa-trabalho e casa-escola e um aumento das deslocações periferia-periferia. A certo ponto, começou a ser notória uma disfunção entre a rede de transportes existente e a necessidade de mobilidade das populações. Porém, com a entrada em funcionamento de um novo modo de transporte o Metro do Porto surgiu uma oportunidade única e irrepetível de lançar um novo e inovador projecto que permitisse criar uma plataforma de intermodalidade que melhorasse as condições de mobilidade dos cidadãos. Foi este o driver por detrás da constituição da Transportes Intermodais do Porto (TIP). Criada a 20 de Dezembro de 2002, a TIP é a denominação adoptada pelo Agrupamento Complementar de Empresas (ACE) constituído pela Metro do Porto (MP), a Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP) e a CP Porto. A esta entidade coube a tarefa de conceber e implantar um sistema intermodal de transporte público de passageiros na AMP e concelho da Trofa, de implementar um sistema de bilhética e tarifário comum e exclusivo para os vários operadores de transporte público, bem como definir o modelo de repartição das receitas obtidas. Conforme explica Coutinho dos Santos, o conceito de intermodalidade por detrás da TIP corresponde a uma oferta de deslocação em transportes públicos, em que o título de transporte é válido em todos os operadores aderentes e onde o tarifário depende apenas do trajecto efectuado, sendo independente dos modos de transporte utilizados. Ou seja, o importante é a viagem e não o número de embarques efectuados. Só uma colaboração estreita entre os operadores envolvidos na criação do ACE no sentido de estabelecer regras de negócio comuns em domínios essenciais como o zonamento, tarifário, bilhética e repartição de receitas, tornou possível a criação de um sistema intermodal deste género. É a existência destes requisitos comuns que garante uma maior facilidade na utilização do Transporte Público, permitindo uma maior e melhor mobilidade dos cidadãos da AMP, explica o responsável. Transportes Intermodais do Porto: Purveyors of mobility In designing the inter-modal system for the public transport of passengers, Transportes Intermodais do Porto ended up significantly improving the mobility of citizens in the Oporto metropolitan area and the council of Trofa. Mário Coutinho dos Santos, Deputy-manager of TIP explains how this pioneering system has worked and highlights the benefits generated by this concept of intermodal transport. It was the responsibility of Novabase to put this vision into practice. In the last 20 years, urban growth around the peripheries of the Oporto Metropolitan Area (OMA) resulted in major changes to patterns of mobility and specifi cally a reduction in the number of return home-work and home-school journeys and a rise in the level of periphery-periphe-ry journeys. At a certain point, the dysfunctional nature of the existing transport network and the need for popular mobility became highly noticeable. However, with the operational launch of a new form of transport the Oporto Metro system there was a unique opportunity to launch a new and innovative project that would provide for an inter-modal platform able to improve citizen mobility. This was the driver behind setting up Transportes Intermodais do Porto (TIP). Set up on 20 December 2002, TIP is the name adopted by the Complementary Company Grouping (CCG) made up of Oporto Metro, the Oporto Society of Collective Transports (STCP) and CP Porto. This entity was encharged with designing and implementing an inter-modal public transport system for OMA passengers and the council of Trofa, incorporating a shared ticketing and transport system and exclusive to the various public transport operators in addition to defi ning a model for sharing the revenue generated. As Coutinho dos Santos defi ned, the concept of inter-modality behind TIP corresponds to a range of travel options in which the ticket acquired is valid across participating operators and where payment depends only on the route taken irrespective of the means of transport involved. Hence, what is important is the journey and not its number of components. The close cooperation between the operators involved in the process of setting out the rules of the shared business areas in critical areas such as zoning, tariffs, ticketing and revenue sharing made possible the establishment of an inter-modal system of this nature. It is the existence of 10 e-motion

11 Mário Coutinho dos Santos, Administrador-delegado da TIP these common requirements that guarantees greater ease in using public transport enabling greater and smoother mobility of citizens within the area, he explained. TIP adopted a cellular model (by zones) with a total of 46 zones instead of a radio-concentric (by crowns) system that would limit the scope of operators to a particular zone. As regards revenue, these are divided by level of demand, that is, the actual level of client utilisation of the transport services of each operator. The system identifi es validations and determines the route taken by each transport ticket identifying which zones the client passed through and the respective choice of operator. Based on this information, the ticket revenue is divided up proportionally between the operators. Mobility providers Andante was the name attributed by the TIP for its inter-modal transport tickets. However, and as Coutinho dos Santos made clear Andante is far more than some superfi cial marketing ploy; it is the face of inter-modality across the area covered by the scheme. Andante puts into practice a totally renewed approach to public transport, leveraging an integrated mobility system oriented around the client in the place of a traditional transport regime of absolute competition between the respective operators. This is a reality that confers an additional and new role on transporters to be the purveyor of mobility, as he explained. In effect, this intermodal system attributes a central role to the user, providing them with a set of benefi ts or clear facilities : - On the one hand, there is a tariff and zoning structure in effect that enables a journey to be made with recourse to the operators providing the best conditions of service. - On the other hand, the ticket price is irrespective of the number of interchanges carried out and the passenger does not have to acquire a new ticket each time they change their means of transport. From the perspective of the operators, this agreement brings about greater rationalisation in the system, avoiding the overlapping of routes and promoting meaningful internal competition. Finally, this intermodal approach has a signifi cant impact on society. In facilitating use of the system, it is naturally contributing towards the greater attractiveness of public transport, with important consequences for increased mobility of local citizens and reducing the consumption of private means of transport, correspondingly cutting back on congestion and generating an overall improvement in the quality of urban life, fi nalised Coutinho dos Santos. A TIP adoptou um modelo celular (por zonas), num total de 46 zonas, em detrimento de um sistema radioconcêntrico (por coroas) que limitaria a adesão dos operadores que não saíssem da mesma zona. Relativamente às receitas, estas são repartidas em função da procura ou seja, em função da utilização que os clientes fazem de cada título de transporte em cada operador. O sistema identifica as validações efectuadas, determinando o percurso realizado com cada título de transporte, identificando as zonas através das quais o cliente viajou e os operadores que utilizou em cada zona. Com base nesta informação, reparte o valor de cada título de transporte proporcionalmente pelos operadores. Fornecedores de mobilidade Andante foi a designação que a TIP encontrou para os seus títulos de transportes intermodais. No entanto, e conforme sublinha Coutinho dos Santos, o Andante é muito mais do que uma designação comercial atractiva; é o rosto da intermodalidade na AMP e concelho da Trofa. O Andante ilustra um olhar totalmente renovado sobre os transportes públicos, alicerçado num sistema de mobilidade integrado orientado em função do cliente, em detrimento do tradicional sistema de transportes em regime de absoluta concorrência entre os diversos operadores. Trata-se de uma realidade que confere um novo papel ao transportador: o de fornecedor de mobilidade, esclarece o responsável. Com efeito, este sistema intermodal veio atribuir um papel central ao utilizador, proporcionando-lhe um conjunto de benefícios ou facilidades evidentes: - Por um lado, a aplicação de um tarifário e de um zonamento comuns permitem-lhe fazer a viagem pretendida recorrendo aos operadores que lhe oferecem melhores condições de serviço. - Por outro lado, sendo o preço do bilhete independente do número de transbordos efectuados, tendo apenas associado um tempo limite para realizar a viagem, o passageiro não tem de adquirir um novo bilhete de cada vez que muda de meio de transporte. Já na perspectiva dos operadores, esta concertação irá permitir uma maior racionalização do sistema ao evitar situações de sobreposição de linhas e promover uma concorrência interna salutar. Junho

12 Ao facilitar a utilização do sistema pelos utilizadores, a intermodalidade estará naturalmente a contribuir para uma maior atractividade do transporte público, Por último, a intermodalidade tem um impacto significativo na sociedade. Ao facilitar a utilização do sistema pelos utilizadores, estará naturalmente a contribuir para uma maior atractividade do transporte público, com importantes reflexos no acréscimo da mobilidade da população e na diminuição do consumo de transporte privado, reduzindo assim o congestionamento e melhorando a qualidade de vida urbana, remata Coutinho dos Santos. Um projecto de referência para a Novabase Como se pode verificar, a TIP é um exemplo global de inovação na área dos transportes em Portugal. É também um dos projectos de referência da Novabase, que se orgulha de ter sido responsável pelo desenvolvimento e implementação do sistema e equipamentos de bilhética que tornam possível a concretização desta ideia de intermodalidade. O cliente visionou a intermodalidade. A Novabase soube colocar essa visão em prática desenvolvendo o sistema todo de raiz. A Novabase responde aos estímulos que os clientes lhe dão, salienta Manuel Relvas, da Novabase. Além disso, o esforço de promoção da Novabase nos fóruns internacionais na área dos transportes, no sentido de dar visibilidade a projectos pioneiros deste tipo tem contribuído para que a TIP se torne também um exemplo de inovação além fronteiras. Recebemos no Porto, quase todos os meses, delegações vindas de vários pontos do mundo que vêm visitar o sistema implementado na TIP porque ouviram falar do sucesso desta iniciativa, reforça Manuel Relvas. Hoje a rede intermodal da AMP e concelho da Trofa engloba a totalidade das linhas STCP, MP, 19 estações da CP entre Valongo e Espinho e 8 linhas de operadores privados rodoviários. DR com importantes reflexos no acréscimo da mobilidade da população e na diminuição do consumo In facilitating use of the system, the intermodal approach is naturally contributing towards the greater attractiveness of public transport, with important consequences for increased mobility of local citizens and reducing the consumption of private means of transport. A benchmark project for Novabase As explained, TIP is an overall example of innovation in the transport sector in Portugal. It also represents a leading project for Novabase that is proud to have been responsible for the development and implementation of the ticketing system and equipment that made this idea of inter-modality achievable. The client came up with the inter-modal vision, Novabase knew how to put this vision into practice with the development of a purpose built system. Novabase responds to the stimuli that clients provide, was how Manuel Relvas explained it. Furthermore, the promotional efforts of Novabase in international transport sector forums in order to provide visibility to pioneering projects has resulted in the project having gained an international reputation. Almost every month, we host delegations from all over the world that come to Oporto to see the system for themselves as they have heard about the success of this initiative, emphasised Manuel Relvas. Today, the inter-modal network for the Oporto Metropolitan Region covers all STCP routes, the metro, 19 railway stations between Valongo and Espinho as well as eight privately operated bus routes. 12 e-motion

13 CLIENTES CLIENTS Carris Pioneira na inovação e certificação em qualidade Em conversa com a e-motion, José Silva Rodrigues, Presidente da Carris, salienta a importância da implementação de um sistema de bilhética sem contacto, uma iniciativa integrada num plano de melhoria da qualidade do serviço prestado pela empresa enquanto operador de transportes da cidade de Lisboa. Um esforço que é reconhecido internacionalmente e que já valeu à Carris a obtenção de várias certificações de qualidade. José Silva Rodrigues, Presidente da Carris Como surgiu a iniciativa para a implementação de um sistema de bilhética assente na tecnologia sem contacto? Os Operadores da Região de Lisboa partilham desde 1976 um sistema tarifário baseado em passes Intermodais que permitiu um acesso aberto ao transporte público, mediante a definição clara de regras de validação e repartição de receitas. A necessidade de obter dados mais fiáveis de utilização das várias redes de transporte e de renovação dos equipamentos de venda e controlo de títulos, levou os operadores a criarem um grupo de trabalho, sob a forma de associação de empresas a Otlis com o objectivo de equacionar a aplicação da bilhética aos transportes da região de Lisboa. A Otlis é composta por 7 Operadores: Carris, Metropolitano, Transtejo, Rodoviária de Lisboa, CP, Rodoviária da Estremadura e Transportes Sul do Tejo. Em 1996, a Otlis decidiu integrar projectos europeus de investigação e desenvolvimento para introdução das tecnologias sem contacto nos sistemas de bilhética e de exploração das redes de transporte público. Os principais objectivos destes projectos eram, para Lisboa, a construção de um sistema que permitisse a obtenção de chaves de repartição de receitas dos títulos e a obtenção de matrizes O/D com base na utilização real, eliminando-se assim os inquéritos feitos periodicamente, nem sempre aplicados e a incerteza conferida por um método suportado numa amostra de clientes. Por outro lado, a mudança para um sistema de bilhética inovador permitiria a racionalização de um sistema tarifário demasiado complexo onde coexistiam mais de 200 títulos de transporte multimodal. Que razões conduziram à escolha da Novabase como empresa responsável pela implementação deste sistema? No ano de 2001, a Carris lançou um concurso público internacional para o Fornecimento, Instalação e Manutenção de um Sistema de Bilhética misto, ou seja, com duas tecnologias de validação, sendo o sistema de validação magnética para os títulos pré-comprados e a de validação sem contacto para os passes intermodais e próprios. A proposta da Novabase foi a seleccionada, por demonstrar uma forte capacidade técnica, soluções tecnológicas de ponta e um valor de proposta bastante competitivo. Carris: Pioneering in innovation and quality certification In conversation with e-motion, Carris President José Silva Rodrigues highlights the importance of the implementation of a no-contact ticketing system as an integrated initiative within a framework of service quality improvement provided by the company as a city of Lisbon transport operator. This effort has achieved international recognition and resulted in Carris being awarded a range of quality certifications. How did the idea of this no-contact technological ticketing system initiative come about? Since 1976, Lisbon Region Operators have shared a tariff system based on inter-modal monthly passes enabling open access to the public transport network with a clear defi nition of validation rules and sharing of revenue. The need to generate more reliable passenger data as regards the utilisation rates for the respective transport network and the looming replacement of ticket sale and validation equipment led operators to set up a working group structured as a company association Otlis with the objective of drawing up ticketing policies for the Lisbon region. Otlis is made up of seven operators: Carris, Metropolitano, Transtejo, Rodoviária de Lisboa, CP, Rodoviária da Estremadura and Transportes Sul do Tejo. In 1996, Otlis decided to participate in European research and development projects focusing on the introduction of no-contact ticketing systems and public transport network operational management. In the specifi c case of Lisbon, the core objectives of these projects featured establishing a system that would enable the sharing of ticket revenues and the obtaining of O/D matrixes based on real passenger movements and thereby eliminating the need for the questionnaires and surveys carried out, often irregularly and always with the uncertainty generated by a sample based methodology. Furthermore, the changeover to an innovative ticketing system would drive the rationalisation of an overly complex tariff system that contained over 200 multimodal transport tickets. Que objectivos se pretendiam cumprir com este projecto? Com o novo sistema de bilhética, a funcionar desde 2004, a Carris deu um passo muito significativo na reestruturação da empresa e na modernidade do seu serviço. Tornou-se possível melhorar a What were the reasons behind the choice of Novabase for the implementation of this system? In 2001, Carris launched an international public tender for the Supply, Installation and Maintenance of a mixed Ticketing Sys- Junho

14 CLIENTES CLIENTS informação que a empresa dispõe dos seus clientes, ou seja, todo um conjunto de indicadores que permitem à empresa definir estratégias comerciais de eleição e um serviço mais ajustado ao mercado. A nova bilhética conduziu também a Carris a um nível de sofisticação que permitiu reduzir os esforços de logística e da carga administrativa. Verificou-se também uma maior eficiência nos custos de manutenção, explicada pela inexistência de órgãos mecânicos e de peças com desgaste. Como funciona na prática este sistema? Funciona com uma arquitectura bastante simples, na qual se identificam três níveis. O primeiro é constituído pelos sistemas embarcados e pelos diversos postos de venda, quer da empresa, quer externos (concessionários e agentes). Este nível constitui a grande diferença entre os sistemas de bilhética sem contacto e os mais convencionais. A leitura dos suportes, cartões e bilhetes, é realizada por equipamentos de leitura e escrita sem contacto: os validadores. Nos sistemas embarcados, estes equipamentos têm as regras do negócio e comunicam com os cartões por rádio frequência, permitindo decidir sobre a validade de título sem necessidade de qualquer consulta a um sistema central. Nestes sistemas, são armazenados todos os registos de validação dos clientes, para posterior envio ao sistema central. Nos postos de venda, estes equipamentos servem para carregar os títulos nos suportes sem contacto. São estes o cartão Lisboa Viva e os bilhetes 7 Colinas, sendo o cartão Lisboa Viva utilizado para carregar passes mensais, dado ter elementos pessoais do cliente que o tornam o utilizador exclusivo daquele passe. O bilhete 7 Colinas é utilizado para títulos esporádicos. Os outros dois níveis são compostos pelos concentradores de estação e o Sistema Central. Os concentradores de estação recolhem toda a informação enviada pelos veículos quando entram na estação e, por sua vez, reenviam para o sistema Central. No sistema Central, toda informação recolhida, quer nos veículos quer nos postos de venda, é utilizada para a consolidação contabilística, apuramento das vendas e apuramento de resultados por redes e carreiras. Esta informação é crucial para a definição da política comercial e para o apoio ao cliente. Como foi efectuada a articulação deste sistema entre a Carris e o Metropolitano de Lisboa? A articulação decorreu de a implementação do sistema de biltem, that is, with two types of validation technology: the magnetic validation of pre-purchased tickets and the no-contact validation of multimodal passes and similar. The Novabase proposal was selected based on its strong technical capacity, state of the art technology and at a fairly competitive price. What objectives were defined for this project? With the new ticketing system, operational as from 2004, Carris took a signifi cant step forward in the restructuring of the company and the modernisation of its services. It became possible to improve information about clients. Overall, a new set of indicators enabled the company to defi ne commercial strategies and provide a better overall quality of service. This new ticketing approach further endowed Carris with a level of sophistication that resulted in facilitating logistics and reducing administrative costs. In addition, there was greater effi ciency in maintenance costs given the absence of mechanical instruments and no need of replacement of worn pieces. How does it all work in practice? It works around a fairly simple architecture made up of three levels. The fi rst is formed by onboard systems and the various points of sale, whether the company s or external (concessionaries and agents). This level represents the major difference between no-contact system and their more conventional predecessors. The reading of supports, cards and tickets is carried out at distance by control devices. In these onboard systems, this equipment puts into effect the business rules and communicate with cards via a radio frequency, enabling decision making as to ticket validity, without any need to consult a central system. These systems furthermore store all the client validation records for later sending to the central system. At points of sale, this equipment works to load the tickets onto the support without any contact. Those are the Lisboa Viva and 7 Colinas cards, with the Lisboa Viva used for carrying monthly passes given that this includes personal passenger information and is exclusive to the holder. The 7 Colinas ticket is designed for more sporadic users. The other two levels contain the station concentrators and the central system. The station concentrators gather all the information sent in by the vehicles whenever entering the station and in turn dispatch this information to the central system. Here all the information collected, whether from vehicles or points of sale, is processed for analysis of accounting, sales and network and route results. This information is crucial for the defi nition of commercial policies and client support. 14 e-motion

15 Paula Nunes How did you manage to link this system up to that of Metropolitano de Lisboa? The linkage came about via the implementation of a common ticketing system at both Carris and Metro resulting from a need experienced across Lisbon region operators and the corresponding objective of defi ning a data model able to meet all commercial and tariff requirements. Within this framework, the system was set up for Carris and the Metro and any other Lisbon region operator interested in joining up to the system. What evaluation would you provide of the Novabase participation in this project? Very positive. The relationship between Carris and Novabase is a genuine partnership. We would not have been able to advance with this no-contact ticketing system without full confi dence in Novabase. There is a great sense of responsibility at both companies. From our perspective, as clients we are demanding but we provide every condition for a competent and well planned service. From Novabase, we have received a quality product that meets our expectation and needs. Carris was one of the guests of honour at the 3rd European Public Transport 2008 Mobility Salon in Paris. What does this invitation demonstrate about the international profile of Carris Carris is internationally recognised as a pioneering company. Within this fi eld, we present Carris as in keeping with modern times in the sense of its multiplicity of roles as a transport operator in Lisbon. Rather than a mass passenger transport company, we want to be mobility providers and hence this is an important qualitative jump. Carris is investing in the improvement of its product, specifi cally through the renewal of its fl eet, rejuvenating its employee base, implementing modern ticketing systems facilitating the life of clients. Furthermore, we are restructuring our network of physical points of sale and upgrading the on board sales equipment and have installed a real time information system at stops and stations in addition to SMS information systems. There is also the ongoing restructuring of the Carris network with the reformulation of our routes. Indeed, all this has gained due recognition. Carris was the fi rst operator to achieve global quality certifi cation. And, just a month ago, the company was awarded its environmental and sustainabilty certifi cate. hética na Carris e no Metro resultar de uma necessidade sentida a o nível dos Operadores da Região de Lisboa, que com esse objectivo definiram um modelo de dados, capaz de satisfazer todos os requisitos comerciais e tarifários destes Operadores. Deste modo, ficou assegurada a articulação entre Carris e o ML, e de qualquer Operador da Região de Lisboa que viesse a aderir ao sistema. Que avaliação faz da participação da Novabase neste projecto? Muito positiva. A relação entre a Carris e a Novabase é uma verdadeira parceria. Não poderíamos avançar para um sistema de bilhética sem contacto se não tivéssemos confiança na Novabase. Há um grande sentido de responsabilidade de ambas as partes. Da nossa parte, enquanto clientes, somos exigentes mas oferecemos todas as condições para um serviço competente e planeado. Da parte da Novabase, esta fornece um produto com qualidade e que corresponde às nossas expectativas e necessidades. A Carris foi um dos convidados de honra do 3º salão europeu de mobilidade em Paris, o Transports Publics Este convite demonstra que o trabalho da Carris é reconhecido lá fora A Carris é reconhecida internacionalmente como uma empresa pioneira. Neste certame, apresentámos a Carris dos tempos modernos, naquilo que é a sua multiplicidade de intervenções como ope-rador de transportes na área de Lisboa. Mais do que uma empresa de transportes colectivos de passageiros queremos ser operadores de mobilidade e isso representa um salto qualitativo importante. A Carris está a apostar na melhoria da qualidade do seu produto, nomeadamente, com a renovação da sua frota, no rejuvenescimento dos seus tripulantes, na implementação de modernos sistemas de bilhética que facilitam a vida ao cliente, estamos a reformular a nossa rede de vendas física e a ultimar a instalação de equipamentos de venda a bordo, instalámos sistemas de informação real nas paragens e sistemas de informação de horários via SMS, e estamos a efectuar uma reestruturação da rede Carris com a reformulação das nossas linhas. Enfim, todo este esforço é reconhecido. A Carris foi o primeiro operador de transportes a ser globalmente certificado na sua qualidade, tem também metade das suas linhas certificadas, algo que muito poucos operadores europeus têm, e há cerca de um mês obteve um certificado ambiental e de sustentabilidade. Junho

16 CLIENTES CLIENTS Metropolitano de Tenerife Um projecto que está a superar as expectativas O projecto de bilhética que a Novabase desenvolveu para o Metropolitano de Tenerife está a ser um êxito, excedendo todas as expectativas do operador. Trata-se de um projecto que permitiu criar um sistema integrado de transporte urbano em Tenerife, que articula o Metropolitano com o operador rodoviário local. Philippe Niay, Chefe do Projecto, conta como decorreu esta iniciativa e admite para breve a evolução da tecnologia magnética para um sistema de bilhética sem contacto. Como funciona o sistema integrado de transporte (metro de superfície e autocarro) na área metropolitana de Tenerife? Desde quando se encontra em funcionamento? A TITSA (Transportes Interurbanos de Tenerife S.A.) é um operador histórico de transportes públicos em Tenerife. Opera mais de 600 autocarros na ilha, sejam elas linhas urbanas na área metropolitana e linhas intercidades ou linhas rurais também. Em 2002, a entidade pública local, Cabildo Insular de Tenerife, fundou a Metropolitano de Tenerife SA (MTSA) para construir e operar a primeira linha de eléctricos, que serve 21 estações entre a capital Santa Cruz e La Laguna, com uma frequência de 5 minutos. Esta linha de eléctrico está em funcionamento desde o dia 2 de Junho de 2007 e ultrapassou já todas as expectativas, isto se atendermos a que este negócio foi concebido com base numa previsão de 38 mil passageiros por dia e ultrapassámos já os 48 mil passageiros diários, num crescimento constante. O que é que este sistema tem de novo e que vantagens oferece aos utilizadores e aos respectivos operadores de transporte? Esta nova linha de eléctrico vem contribuir para uma nova imagem e cultura para os transportes públicos em Tenerife. É eficiente, rápida, tem uma frequência elevada e um bom sistema de informação aos passageiros. É com orgulho que verificamos que apenas 30% dos nossos passageiros foram conquistados ao autocarro, o que significa que a implementação da linha de eléctrico era, de facto, uma necessidade em Santa Cruz, tendo a maioria dos nossos passageiros abandonado o automóvel, estando agora a usar os transportes públicos. Ao nível da bilhética, os veículos estão equipados com a actual tecnologia de banda magnética existente na TITSA, podendo os bilhetes ser usados tanto no metro como no autocarro. As máquinas de venda automática de bilhetes estão a ser usadas intensivamente pelos clientes para comprarem os seus bilhetes nas estações. O que levou o Metropolitano de Tenerife a contratar uma empresa portuguesa para implementar o sistema de bilhética que suporta esta plataforma de mobilidade? Que referências tinham da Novabase? A Novabase foi contactada pelo consórcio da Efacec Engineering, Tenerife Metropolitan: A Project beyond expectations The ticketing Project developed for the Tenerife Metropolitan by Novabase was a huge success, overcoming the expectations of this operator. This project enabled the creation of an integrated urban transport system in Tenerife, articulating the Metropolitan with the local road operator. Philippe Niay, the Head of Project, tells us how this project was developed and says that there is the possibility of further developing this system and move to contactless ticketing. How does the integrated public transport system (tramway and bus) work in the Tenerife metropolitan area? Since when has it been operating? TITSA (Transportes Interurbanos de Tenerife S.A.) is the historical public transportation operator in Tenerife. It operates more than 600 buses all over the island, urban lines in the metropolitan area and inter-city or rural lines as well. In 2002, the local public authority, Cabildo Insular de Tenerife, founded Metropolitano de Tenerife SA (MTSA) to build and operate the fi rst line of tramway, which serves 21 stations between the capital Santa Cruz and La Laguna, with a frequency of 5 minutes. The tramway has been in operation since the 2nd of June 2007, and has already surpassed all the expectations, since the business case was based on passengers/day and we already have passengers/day with a steady growth. What is new in this system and what benefits does it offer users and the respective transport operators? The tramway brings a new image and culture to public transportation in Tenerife. It is effi cient, fast, with a high frequency, and good information to the passengers. We feel proud that only 30% of our passengers come from the bus, this means that the implementation of the tramway was really a necessity in Santa Cruz, and that the majority of our passengers abandoned their private car and are new to the public transportation. At ticketing level, the trams are equipped with the existing magnetic strip technology in TITSA, and the tickets can be used in the tram or in the bus as well. The ticket vending machines are being used intensively by the clients to buy their tickets in the tram station. 16 e-motion

17 Philippe Niay, Chefe do Projecto do Metro de Tenerife What led Metropolitano de Tenerife to contract a Portuguese company to implement the ticketing system that supports this mobility platform? What references did Novabase have? Novabase was contracted by the consortium of EFACEC Engineering, a Portuguese company from Maia, near Oporto, and IKUSI, a Spanish company from San Sebastian. The UTE EFACEC-IKUSI was able to build the best tender for the Tenerife tender which included 15 systems, among which ticketing, but also SAE (Sistema de Ayuda a la Explotación), SCADA and Video monitoring. Novabase had excellent references in Portugal in contactless technology. For Tenerife they had to integrate the magnetic techno-logy of ERG to achieve the inter-operability with TITSA. What were your expectations regarding this project? Were they surpassed? The ticketing system has been operating since the beginning of the re-venue service of the tramway, and the passengers really did not have to change their habits from the bus, which probably helped them to be confi dent with the tramway. The fraud rate is particularly low, around 3,6%, because of the frequent inspections, a dissuasive 400 penalty, and because the other passengers do not hesitate to blame those who climb in the vehicle without validating! The current ticketing system in place is based on magnetic strip technology. Do expect to upgrade to a contactless technology system in the near future? Our hardware is already equipped to handle contactless technology, only pending to get the appropriate software to operate. The Cabildo Insular de Tenerife will launch public tenders this year to equip TITSA and MTSA with contactless technology. The system must operate before the end of We expect this will allow to improve the commercial speed of the buses, decrease the maintenance work-load on validators and ticket vending machines currently using magnetic technology, and above all give the operators and the Cabildo a fi ne knowledge of the demand in public transportation. The goal is to adjust the offer of lines to the demand, and promote targeted marketing operations thanks to the personalized card that we expect to submit to every client, like it was done in Lisboa and Oporto. uma empresa portuguesa da Maia, perto do Porto, e a Ikusi, uma empresa espanhola de San Sebastian. A UTE EFACEC-IKUSI apresentou a melhor proposta para Tenerife, a qual incluía 15 sistemas, de entre os quais o sistema de bilhética, mas também o SAE (Sistema de Ayuda a la Explotación), SCADA, Video monitoring, etc. A Novabase tinha excelentes referências em Portugal na área da tecnologia sem contacto. No caso de Tenerife, tiveram que integrar a tecnologia magnética da ERG para conseguir uma interoperabilidade com a TITSA. Quais eram as expectativas em relação a este projecto? Foram superadas? O sistema de bilhética tem estado a funcionar desde que a linha de eléctrico entrou em serviço, de modo que os passageiros não tiveram que mudar os hábitos adquiridos quando viajavam de autocarro. Isto ajudou-os a confiar no eléctrico. A taxa de fraude é particularmente baixa - cerca de 3,6% - dada a visita frequente dos inspectores e o facto de as multas poderem ascender a um valor dissuasivo de 400 euros. Por outro lado, os outros passageiros não hesitam em denunciar quem entra no eléctrico sem obliterar o bilhete! O actual sistema de bilhética implementado assenta numa tecnologia de banda magnética. Esperam poder evoluir em breve para um sistema de tecnologia sem contacto? O nosso hardware está já equipado para operar esta tecnologia sem contacto, sendo apenas necessário o software apropriado para a pôr em funcionamento. O Cabildo Insular de Tenerife lançará um concurso público durante este ano de modo a equipar a TITSA e a MTSA com tecnologia sem contacto. O sistema tem que estar operacional antes do final de Esperamos que isto permita melhorar a velocidade comercial dos autocarros, reduzir o uso de obliteradores e de máquinas de venda automática ainda a usar tecnologia magnética e, acima de tudo, transmitir aos operadores e ao Cabildo um bom conhecimento da procura nos transportes públicos. O objectivo é ajustar a oferta de linhas à procura e promover operações de marketing direccionadas, graças à disponibilização de um cartão personalizado que esperamos poder vir a apresentar a todos os clientes, tal como foi feito em Lisboa e no Porto. Junho

18 OPINIÃO OPINION André Ampelas A terceira geração de Transportes Colectivos assente nas TI O Transporte Público de Passageiros registou um forte desenvolvimento no início do século XX, em virtude da revolução industrial e do subsequente aumento da população urbana. Desde então, assistimos ao aparecimento de três gerações de transportes públicos. Esta emergência foi o resultado da combinação entre forte procura com novas técnicas adaptadas aos transportes, algo que acabaria por ser sinónimo de dinamismo renovado dos Transportes Públicos. A primeira geração surgiu no dispendiosa), bilhetes magnéticos (evitando assim a presença de revisores e Autoridades que têm que expandir mais variadas razões, e ainda pelas início do Século XX, quando os trabalhadores tinham que permitindo acelerar a entrada de passageiros) os transportes públicos sem gastarem se deslocar para os seus empregos nas grandes fábricas e quando a electricidade começou a substituir o recurso a animais e à energia a vapor. Convém não esquecer que o primeiro metropolitano, que apareceu em Londres e salas de comando central (para optimizar e regular a circulação de comboios e de autocarros). O importante era ser transportado mas de forma previsível. demasiado. O aumento dos custos da energia conduziria também a uma maior procura de Transportes Públicos: um estudo feito na Região de Paris em 2004 concluiu que, face a uma viagem de automóvel, uma em 1868, era movido a vapor e Com o aumento da população viagem de eléctrico gasta 10 não era muito utilizado mas vezes menos energia, uma viagem de metro 8 vezes menos e residente nas cidades e com o verdadeiro início da construção de metropolitanos, ou de eléctricos, teve lugar alguns o aumento da mobilidade assiste-se assim a uma forte de autocarro 2 vezes menos As tecnologias de informação anos mais tarde quando a electricidade começou a estar larganicações), a tecnologia que (processamento e telecomu- necessidade de mutualizar mente disponível. O importante era ser transportado. os espaços comuns disponíveis, dando-se assim cada vez mais maior expansão regista nos dias que correm, constituem uma boa resposta a esta nova prioridade aos Transportes Públicos. Em seguida apareceram as e forte procura, abrangendo viaturas particulares e a sua produção em série parecia vaticinar o fim dos transportes With the increase of people living in cities and more over their mobility increase there is a stronger need to uma série de aspectos: qualidade, conforto, informação, ecologia, redução de custos, públicos Muitas redes de eléctricos foram desmanteladas, importante continua a ser ser capacidade de resposta O mutualize the common available spaces and thus an sendo construídas auto-estradas junto às cidades para permitir a circulação de cada vez mais viaturas. increased priority given to Public Transports. transportado de forma previsível mas tentando optimizar e desfrutar o tempo em que Mas eis que os congestionamen- tos começaram a ocorrer: começou-se a fazer sentir a necessidade de controlar o tempo dispendido nas deslocações e o transporte de massas ganhou um novo incremento com o aumento da frequência de passageiros de colarinho branco. Aparecia assim a segunda geração de transportes marcada por um forte recurso a dispositivos electrónicos: nos anos 60 apareceu o controlo automático de comboios (de modo a permitir injectar mais comboios nos túneis, cuja construção era bastante Com o aumento da população residente nas cidades e com o aumento da mobilidade assiste-se assim a uma forte necessidade de mutualizar os espaços comuns disponíveis, dando-se assim cada vez mais prioridade aos Transportes Públicos que todos temos que utilizar, competindo e complementando outros meios de transporte. A exigência de qualidade e de optimização dos Transportes Públicos faz-se sentir assim junto de todos os intervenientes, a começar pelos passageiros que viajam cada vez mais, pelas se está a ser transportado (para não ficarmos com essa impressão de estarmos a perder tempo ). As linhas que se seguem fornecem alguns exemplos desta terceira geração, ainda em curso, e assente no processamento de dados e nas telecomunicações. Estas técnicas não são estáticas e têm vindo, de facto, a evoluir: são marcadas pela digitalização da informação, independentemente do tipo de informação em causa (voz, dados ou imagens), pela integração entre 18 e-motion

19 processamento e telecomunicações, pela miniaturização que continua a ultrapassar os limites do que era considerado possível, pela subsequente multiplicação de dispositivos portáteis e ligações contínuas (mobilidade total), a um ritmo crescente (limites cada vez menores de transmissão, incluindo mesmo de imagens), facilitando assim a utilização de sistemas cada vez mais fáceis de usar. Os exemplos fornecidos podem ser de interesse geral, uma vez que os Transportes Públicos, tal como os centros comerciais ou qualquer local de encontro numa cidade, são um condensado dessas cidades, congregando actualmente mais de 50% da população mundial e são cada vez mais um espelho dos hábitos de vida humanos: tudo o que acontece aí ocorre também nos Transportes Públicos, incluindo os problemas de segurança, um problema que afecta também os Transportes Públicos. Tentativa de classificação das grandes áreas funcionais na área dos transportes colectivos e sua evolução Se começarmos pelo passageiro, aquele que deve ser actualmente a espinha dorsal de cada acção, podemos distinguir seis grandes áreas funcionais. [Ver esquema na página seguinte: proposta de classificação geral.] 1) Transporte de passageiros Esta área é a mais clássica e prende-se com o transporte físico de passageiros. As mudanças registadas podem dividirse em mudanças globais no sistema ou mudanças parciais referentes às actuais componentes dos sistemas de trânsito. A third generation of Mass Transit based on IT The Mass Transit developed strongly at the beginning of the 20th century due to the industrial revolution and the subsequent huge increase of urban population. Three generations of public transport can be observed since that time. Anyone of those results from the encounter of a clear demand with an adapted new technique and anytime was synonymous of a new youngness of Public Transports. he fi rst one happened at the beginning of the 20th century, when employees had to go Tto work in big factories and when the electricity took the place of animal or steam power. Indeed don t forget that the fi rst subway to appear was the one of London in 1868, which was steam powered and not that much frequented but the real start of building subways or trams occurred a few years after when electricity became available..the important thing was to be transported. Then private cars appeared and their production in big series sounded like the end of public transports Many tram networks were dismantled and city motorways created to allow for more and more cars. But congestion started to occur : a need to control one s time trip appeared and the mass transit gained a new youngness with white collar increased ridership. The second generation appeared thus, using strongly electronic devices: in the 60 s appeared automatic train control (to inject more trains in the expensive tubes), magnetic ticketing (to avoid the human checking and accelerate entrance), central control rooms (to optimize and regulate the trains or bus circulation). The important thing was still to be transported but in a predictive way. With the increase of people living in cities and moreover their mobility increase there is a stronger need to mutualize the common available spaces and thus an increased priority given to Public Transports that everyone has to use now in competition and as a complement to other means of transportation. A demand of quality and optimization of Public Transports is thus coming from all the actors, starting by the passengers who travel for more and more varied reasons and also from part of the Authorities who have to extend Public transports without spending too much. The increasing energy costs also create a stronger demand for Public Transport: a study done in the Paris Region in 2004 established that, in reference with a trip done by car, one by tram was 10 times less energy consuming, meanwhile one by metro was 8 times less and buses 2 times less The information technologies (processing and telecommunications) which are the more expanding technique nowadays do give many answers to these strong new demands, which cover numerous aspects: quality, comfort, information, ecology, cost reduction, reactivity The important thing is still to be transported in a predictive way but with the desire to optimize and live the transportation time (forgetting the impression to loose time ). The following lines will give some examples of this third generation, still in process and based on Data processing and Telecommunications. Those techniques are not fi xed and do also have an evolution: they are marked by information digitalization whatever the type of information (voice, data or images), by integration between processing and telecoms, by miniaturization that keeps pushing back the borders of what is considered possible, by subsequent multiplication of portable devices and continuous connections (total mobility) at increasing rates (less and less limits for transmission, including thus images), facilitating more and more user friendly systems. Junho

20 Classifi cação dos transportes colectivos em seis grandes áreas principais OPINIÃO OPINION ADMINISTRAÇÃO E MANUTENÇÃO INTEGRAÇÃO DOS TRANSPORTES COLECTIVOS NA CIDADE INFRA-ESTRUTURAS ATENDIMENTO DE PASSAGEIROS Vendas Informação aos passageiros PESSOAL Assistência Técnica Rádio Segurança PESSOAL Contacto Directo com passageiros PASSAGEIROS Telefone Fornecedores INSTALAÇÕES DE COORDENAÇÃO Electricidade TRANSPORTE DE PASSAGEIROS As mudanças são lentas em ambos os casos, uma vez que afectam uma área histórica do sistema de transito, devidamente optimizada pelos nossos antecessores, uma vez que abordam aspectos de segurança e por envolverem grandes montantes de dinheiro. As mudanças no sistema. Ajudam a melhorar a flexibilidade dos modos existentes ou até mesmo para conceber novos modelos com vista a melhorar os fluxos e para a comodidade dos residentes nas cidades. Os meios de transporte nas cidades são frequentemente comparados ao fluxo sanguíneo humano, sendo o seu grande vaso o transporte em massa e os pequenos vasos capilares os automóveis. Os veículos telecomandados ou veículos self service estão a ser testados actualmente um pouco por todo o mundo e remetem para o desejo (atendendo às novas possibilidades actualmente existentes) de conciliar o que até aqui não era conciliável: a customização dos Transportes Colectivos! A partilha de viaturas ou de autocarros pode ser uma solução interessante. De facto, até agora esta solução tem sido usada sobretudo para o transporte de pessoas com deficiência. Uma solução frequente consiste na criação de uma estrutura base fixa que permita, sempre que necessário, fazer desdobramentos, recorrendo para tal às TI. Este tipo de soluções serão provavelmente muito mais desenvolvidas no futuro com o aumento dos custos da energia. Os autocarros guiados estão a meio caminho entre o ideal (mas complicado de aplicar) e soluções como o metropolitano. O aumento do número de testes efectuados com autocarros pode ser explicado pelo valor proporcionado pelos autocarros sendo que, apesar dos custos operacionais relativamente elevados, estamos perante custos de investimento razoáveis. A canalização de autocarros para faixas bus ou em extensões das mesmas combina a flexibilidade de um autocarro com a eficiência de um metropolitano, ajustando assim a oferta de transporte aos passageiros. A emergência do metropolitano automático é uma forte tendência que afecta já 10 a 80% dos actuais metropolitanos no mundo. Na verdade, os custos de operação de comboios fora das horas de ponta são elevados, devido aos custos com pessoal (70% dos custos de operação em média), sendo que o automatismo total (ausência de funcionário a bordo) permite, tal como acontece com os ele-vadores verticais, uma adaptação da oferta em tempo real à procura (eventos especiais, ). O crescente número de vias para eléctricos é paradoxal do ponto de vista técnico, sobretudo em situações de elevada procura. Actualmente, existem mais de 700 eléctricos no mundo, um número que continua a crescer. Os BRT (Bus Rapid Transit) são cada vez mais frequentes em países que não podem ter um metropolitano: consiste num metro de superfície com linhas próprias, articuladas com o serviço de autocarros e com estações ao ar livre. O primeiro exemplo foi o de Curitiba, no Brasil, mas existem mais exemplos semelhantes na América Latina... No entanto, estes utilizam algumas componentes novas (bilhética, localização ) de modo a permitir uma operação mais eficiente. Esta solução permite dar alguma ordem a estas cidades ao evitar uma multiplicação caótica de pequenos autocarros, mas na sua grande maioria estamos perante pequenos substitutos A mudança de componentes melhora a segurança e o conforto dos modelos actualmente existentes. 20 e-motion

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