UM OLHAR CLÍNICO SOBRE A CRIANÇA DIFÍCIL DE ALIMENTAR 2 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UM OLHAR CLÍNICO SOBRE A CRIANÇA DIFÍCIL DE ALIMENTAR 2 1"

Transcrição

1 UM OLHAR CLÍNICO SOBRE A CRIANÇA DIFÍCIL DE ALIMENTAR 2 1 Resumo do Caso: A seletividade exagerada é um dos distúrbios da alimentação mais frequentes e deve ser avaliada com todo o cuidado para que o pediatra possa impedir as consequências adversas de um problema que pode cronificar e levar a sequelas antropométricas e clínicas. Comentado por: Dr. Mauro Fisberg CRM-SP

2 Um olhar clínico sobre a criança difícil de alimentar Dr. Mauro Fisberg CRM-SP Professor associado e coordenador clínico do Setor de Medicina do Adolescente, Departamento de Pediatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Coordenador CientÍfico da Força-Tarefa Estilos de Vida Saudável Membro da Diretoria ILSI Brasil Ex-presidente e secretário geral da Sociedade Latino-Americana de Investigação Pediátrica (SLAIP) Identificação - JJF, masculino, 5 anos e 8 meses, natural e procedente de São Paulo. Queixa e duração - Encaminhado de consultório de pediatria por ingestão insuficiente desde o primeiro ano de vida e extrema preocupação dos pais. História pregressa da moléstia atual - JJF sempre foi uma criança saudável, com excepcional capacidade de aprendizado e bom desempenho, de gênio afável e muito inteligente. No entanto, desde o final do primeiro ano de vida, quando iniciou a mudança de alimentação pastosa para a adulta, começou a dar muito trabalho para se alimentar. Como seus pais são um casal misto (herança baiana e japonesa), tentaram oferecer alimentos de todos os tipos, mas J sempre recusa experimentar ou provar novos alimentos a não ser após muita insistência e brigas. Tem enorme dificuldade de experimentar qualquer alimento que não conheça e é extremamente sensível a mudanças de marcas de produtos. Como começou a apresentar perda de peso nos últimos meses e uma anemia ferropriva, foi encaminhado ao especialista para acompanhamento, diagnóstico e orientação nutricional. Interrogatório dos diversos aparelhos - Não tem tido alterações de temperatura, pais referem perda de aproximadamente meio quilo a cada dois meses. Não tem tido um crescimento estatural de acordo com o esperado pelo pediatra. Dorme bem, mas tem enorme dificuldade para obedecer aos horários de sono determinados inicialmente por seus pais. Nega alterações visuais, auditivas. Mãe refere que desde o princípio do primeiro ano de vida recusa tocar determinados alimentos, não tolera contato com lã, areia, gelatinas ou massinhas de modelar. Ritmo intestinal com fezes endurecidas a cada dois dias, sem sangramentos. Urina normal. Restante do interrogatório sem alterações. Antecedentes pessoais - Teve discreto atraso de desenvolvimento oromotor, e só falou corretamente aos três anos de idade. Apresentou vários processos virais de pouca importância (vias aéreas superiores), nos primeiros dois anos de vida. Já apresentou queilite angular, tratada com pomadas. Teve anemia ferropriva tratada com sulfato ferroso por três meses aos 18 meses. Relacionamento social e escolar - Tem bom desempenho escolar, mas não participa do lanche escolar (fornecido pela escola). Mãe envia chocolates e biscoitos recheados mesmo contra a orientação da escola. Não é convidado para as casas de outros amigos porque não aceita qualquer tipo de alimentação oferecida. Mesmo na casa dos avós, só come guloseimas. Composição familiar Pai com 38 anos, engenheiro, obeso, colesterol elevado e hipertenso leve; mãe com 26 anos, bancária, magra, sem problemas de saúde. Avós paternos com diabetes e obesidade; maternos sem problemas. Não possui irmãos. Pai era muito seletivo quando criança e, segundo os seus pais, apresentava enorme irritabilidade ao andar descalço ou em areia. Hábitos alimentares - Mamou no peito por três meses de forma exclusiva e, posteriormente, um mês com introdução de leite artificial (fórmula láctea), com desmame total no quarto mês de vida. Introdução de papas de frutas e sucos de frutas no sexto mês de vida, com enormes dificuldades de aceitação. Introdução de papa salgada no sexto mês, com legumes e verduras batidas.

3 Não ingeria grandes quantidades. Aos 12 meses foram introduzidos alimentos parecidos com os da família, havendo recusa de ingestão de alguns alimentos após exposição inicial. Tem predileção por macarrão instantâneo sem molho e sem tempero. Não aceita carne, exceto empanados de frango fritos em pequena quantidade. Aceita algumas colheradas de arroz e feijão e logo refere nojo. Se os pais insistem, engasga ou tenta vomitar. Não aceita frutas, verduras e legumes. Não aceita ovos. Aceita pizza de queijo e pastel de queijo e palmito. Já gostou de peixes, mas atualmente tem ojeriza a peixes e frutos do mar. Às vezes, aceita alguns alimentos na escola, mas logo refere não gostar do grupo de alimentos. Exame físico - Paciente sem alterações gerais, eupneico, pouco colaborativo e irritado. Descorado +/++++, anictérico, pele normal, cavo hiperemiado, sem secreções, pulmões e ausculta cardíaca normais. Abdome sem alterações ou visceromegalias, sistema nervoso sem alteração. Peso: 16,2 kg e 106,5 cm. Curvas de índice de massa corporal e estatura para idade anexas (duas consultas anteriores, com três e quatro anos de idade). Comentários e condutas - De acordo com a história clínica e exame físico, podemos verificar que se trata de uma criança com seletividade exagerada. Essa situação clínico-nutricional também é caracterizada na literatura como criança com aversão sensorial, picky eater, criança que escolhe demais ou neofóbica. São crianças que costumam seguir um padrão familiar em que a extrema escolha de alimentos é acompanhada de distúrbios sensoriais, com reação exagerada ou sensação desagradável a alimentos de determinadas consistências, texturas, cores, sabores, além de reação a toques ou a pisar em superfícies arenosas, granulosas, e outras. A reação sensorial pode ser tátil, auditiva ou gustativa. Muitas vezes há discreto atraso do desenvolvimento orofacial ou motor. O quadro de seletividade alimentar usualmente tem início ao se introduzirem alimentos de transição ou com consistência diferente da pastosa. A criança tem dificuldades de mastigação, e tem preferências por alimentos semelhantes, marcas, produtos e cores específicos. Quase sempre são crianças que não comem alimentos novos a não ser após inúmeras exposições repetidas, e quando forçadas Figura 1- Curvas de referência para Índice de Massa Corporal para idade e sexo de acordo com as normas da Organização Mundial da Saúde ( 2006 e 2007 )

4 Figura 2 - Curvas de referência para estatura para idade e sexo de acordo com as normas da Organização Mundial da Saúde (2006 e 2007) ou quando se insiste demais em que ingiram alimentos não apreciados, podem engasgar, vomitar, ou se isolar. Esse comportamento faz com que se isolem, não frequentem casas de amigos ou parentes, ou ponham-se à parte no período do lanche escolar. A seletividade é mutante e comem bem alimentos de que gostam, mas não experimentam, sendo que muitas vezes têm períodos de adoração a um alimento e repentinamente, sem qualquer explicação, rejeitam definitivamente o mesmo alimento, levando seus pais e cuidadores ao desespero. Apesar de conseguirem manter o estado nutricional preservado por bastante tempo, suas preferências podem levar a carências específicas como deficiência de ferro, zinco, cálcio, vitaminas, especialmente se não ingerem carnes, frutas, verduras, legumes ou derivados lácteos. A curva ponderal pode apresentar decréscimo lento e gradual, acompanhado pela diminuição da velocidade do crescimento, como acontece no caso acima. O comportamento durante as refeições é bastante irregular, com rituais intensos de manipulação. Demoram muito para comer, jogam com os alimentos no prato, derrubam talheres e pratos, e usam inúmeras desculpas para não comer. Tipicamente, quando alimentos específicos são colocados na boca, a aversão inicial é seguida de recusa sistemática e tendem a generalizar o comportamento para diferentes produtos. Usualmente, quando maiores, tendem a comer melhor na casa de parentes ou na escola. No entanto, o diagnóstico de seletividade exacerbada deve ser considerado quando há associação do hábito alimentar inadequado, dos distúrbios sensoriais e da alteração nutricional, acompanhada de extrema ansiedade ao serem expostos a alimentos de que não gostam. O tratamento da criança seletiva deve ser dirigido a estabelecer um entendimento por parte de seus pais e cuidadores de que o problema é amplo, tem influência familiar, e envolve vários órgãos do sentido. A criança necessita de modelos, de limites e de pessoas experientes e dedicadas para desenvolver uma mudança de atitudes de toda a família. A criança deve ser convencida, educada e nunca agredida, por mais sutil que seja a pressão. O diagnóstico deve ser feito precocemente evitando-se a deterioração

5 do estado nutricional, o aparecimento de carências específicas e o decréscimo da curva ponderal. É importante o uso adequado de parâmetros de comparação, utilizando-se curvas de referência que permitam avaliar o comportamento do peso, estatura e índice de massa corporal, para idade e sexo, como as curvas da OMS 2005 (para menores de 5 anos ) e as da OMS 2007 (para crianças e adolescentes) Do ponto de vista nutricional, o uso de alimentos preferenciais ou de maior aceitação deve ser evitado e os alimentos novos devem ser sempre ofertados para o restante da família, mas não para a criança seletiva, visando estimular a curiosidade. A criatividade na apresentação dos alimentos é essencial, visando captar a atenção da criança. Técnicas de educação nutricional devem ser adotadas a longo prazo e não somente uma orientação nutricional esporádica. A educação nutricional deve ser realizada por profissionais experientes e, às vezes, com a intervenção de psicólogos familiares e fonoaudiólogos. Para manutenção do estado nutricional durante o período de educação, o uso de um suplemento nutricional adequado, com fórmula equilibrada e completa, que proporcione um seguro alimentar, deve ser considerado. Em casos de diagnóstico de deficiências nutricionais específicas, pode ser necessária a utilização de medicamentos com ferro e zinco. Suplementos completos possuem quantidades adequadas desses nutrientes e têm resultados comprovados em estudos feitos com pré-escolares brasileiros e em estudos internacionais. O tratamento precoce é mais fácil, especialmente no período de introdução de novos alimentos, enquanto que os pré-escolares exigem maior exposição a novos alimentos, até dezenas de vezes. É essencial que o pediatra e os profissionais da saúde tenham conhecimento dos tipos de diagnóstico dos distúrbios alimentares, reconhecendo a seletividade exacerbada. E deem prioridade à preservação e ou tratamento das deficiências nutricionais gerais e específicas neste momento crucial do crescimento e desenvolvimento. Deve ser parte imprescindível da consulta pediátrica a identificação dos problemas nutricionais, o que demanda tempo e paciência, além de técnicas adequadas de educação. Os pais devem evitar promessas, privilégios, ameaças e recompensas se a criança se alimentar, porque distraem a criança do objetivo principal e têm resultados pouco adequados. O modelo familiar é fundamental e essas crianças tendem a repetir comportamentos e rituais dos adultos da casa. As crianças tendem a experimentar um novo alimento se observam seus familiares comendo os mesmos. Atitudes neutras são mais favoráveis que o excesso de elogios ou castigos. No entanto, algumas crianças persistem com comportamentos seletivos exagerados por muitos anos, e muitas levam esses rituais até a vida adulta. Remover a pressão intensa sobre elas pode ser o papel de suplementos alimentares, enquanto o processo educacional é realizado. Algumas dicas podem ser orientadas: 1- Crianças comem melhor quando recebem alimentos conhecidos e favoritos. 2- Aceitam melhor alimentos que a família aceita bem. 3- Evitar ansiedade da criança oferecendo sistematicamente alimentos que causem ojeriza. 4- Evitar situação de estresse obrigando a criança a comer em casa de amigos ou parentes.

6 5- Realizar dessensibilização gradual, evitando oferecer alimentos quando a criança engasga ou vomita. 6- Se a criança rejeita ou cospe alimentos, oferecer pequenas quantidades em outros momentos, seguidas de bebidas ou alimentos que a criança aceita normalmente. 7- Aumentar gradualmente a oferta de alimentos menos aceitos. 8- Rodiziar alimentos em refeições e dias. 9- Oferecer alimentos a familiares, mas não para a criança (avisar que o alimento é da família mas que, se ela quiser, a família irá oferecer para que ela experimente). 10- Ficar neutro independentemente de a criança aceitar ou não um novo alimento. 11- Trabalhar com educação nutricional com apoio de profissionais da área de nutrição. 12- Alimentos podem ser decorados, ter caráter lúdico, mas não devem ser mascarados ou escondidos das crianças. Referências 1. Abreu CLM, Fisberg M. A inapetência na infância. Alimentação na Infância: Um grande desafio. 2003;2: Barbosa RM, Soares EA, Lanzillotti HS. Avaliação da ingestão de nutrientes de crianças de uma creche filantrópica: aplicação do Consumo Dietético de Referência. Rev Bras Saude Matern Infant. 2007;2: Birch LL, Fisher JO. Development of eating behaviors among children and adolescents. Pediatrics. 1998;101: [pubmed/ open access] 4. Chatoor I, Surles J, Ganiban J, Beker L, McWade-Paez L, Kernzner B. Failure to thrive and cognitive development in toddlers with infantile anorexia nervosa. Pediatrics. 2004;113:e Farias GJ, Osório MM. Padrão alimentar de crianças menores de cinco anos. Rev Nutr. 2005;18: Fisberg M, Martins LA, Azevedo TCG. Anorexia na infância. Módulo de Reciclagem - PRONAP-SBP. 1996;1(3): Fisberg M, Maulen-Radovan IE, Tormo R, Carrascoso MT, Giner CP, Martin FA, et al. Effect of oral nutritional supplementation with or without synbiotics on sickness and catch-up growth in preschool children. International Pediatrics. 2002;17(4): Fisberg M, Naufel CCS, Oliveira CL, Rodrigues AM. O papel do cobre na saúde humana. Qualidade em Alimentação Nutrição. 2001;8: Fisberg M, Rhein SO, Fernandes RL, Mittermeyer O. Deficiência de zinco em Pediatria. Nutrição em Pauta. 2001;48: Fisberg RM, Marchioni DM, Cardoso MR. Estado nutricional e fatores associados ao déficit de crescimento de crianças frequentadoras de creches públicas do Município de São Paulo, Brasil. Cad Saúde Pública. 2004;20: [pubmed/open access] [crossref] 11. Fisher JO, Birch LL. Restricting access to palatable foods affects children s behavioral response, food selection, and intake. Am J Clin Nutr. 1999;69: [crossref] 12. Kachani AT, Abreu CLM, Lisboa SBH, Fisberg M. Seletividade alimentar da criança. Pediatria. 2005; 27(1): Kerzner B. Clinical investigation of feeding difficulties in young children: A practical Approach. Clin Pediatr (Phila) Nov;48(9): Epub 2009 Jul Marreiro D, Fisberg M, Cozzolino SMF. Zinc nutritional status in obese children and adolescents. Biological Trace Element Research. 2002;86(2): Rossi A, Moreira EA, Rauen MS. Determinantes do comportamento alimentar: uma revisão com enfoque na família. Rev Nutr. 2008;21: [crossref] 16. Scaglioni S, Salvioni M, Galimbert C. Influence of parental attitudes in the development of children eating behaviour. Br J Nutr. 2008;99 Suppl 1:S22-5. [pubmed/open access] [crossref] 17. Skinner JD, Carruth BR, Wendy B, Ziegler PJ. Children s food preferences: a longitudinal analysis. J Am Diet Assoc Nov;102(11): [pubmed/open access] [crossref] 18. Vellozo EP, Cintra IP, Fisberg M. Suplementação nutricional da criança. Pediatria Moderna. 2005;61: Produção e comercialização: AC Farmacêutica.. Abbott Center Central de Relacionamento com o Cliente Material de distribuição exclusiva para médicos e nutricionistas. MATERIAL PRODUZIDO EM AGO/10.

Preferências alimentares individuais; Disponibilidade dos alimentos no mercado; Influência das propagandas no mercado, na televisão.

Preferências alimentares individuais; Disponibilidade dos alimentos no mercado; Influência das propagandas no mercado, na televisão. Nutrição na Infância e Adolescência A alimentação e a nutrição constituem requisitos básicos para a promoção e a proteção da saúde, possibilitando a afirmação plena do potencial de crescimento e desenvolvimento

Leia mais

EDUCAÇÃO NUTRICIONAL NA INFÂNCIA: INTRODUÇÃO DOS VEGETAIS NA REFEIÇÃO DAS CRIANÇAS

EDUCAÇÃO NUTRICIONAL NA INFÂNCIA: INTRODUÇÃO DOS VEGETAIS NA REFEIÇÃO DAS CRIANÇAS EDUCAÇÃO NUTRICIONAL NA INFÂNCIA: INTRODUÇÃO DOS VEGETAIS NA REFEIÇÃO DAS CRIANÇAS Vanessa dos Santos Ortega Jéssica de Paula Francisco Laudicéia Soares Urbano INTRODUÇÃO As crianças estão entre as populações

Leia mais

O desafio hoje para o Pediatra e também para sociedade é cuidar das crianças que vão viver 100 anos ou mais e que precisam viver com qualidade de

O desafio hoje para o Pediatra e também para sociedade é cuidar das crianças que vão viver 100 anos ou mais e que precisam viver com qualidade de O desafio hoje para o Pediatra e também para sociedade é cuidar das crianças que vão viver 100 anos ou mais e que precisam viver com qualidade de vida. A infância e adolescência são idades ideais para

Leia mais

Dicas para uma alimentação saudável

Dicas para uma alimentação saudável Dicas para uma alimentação saudável NECESSIDADE FISIOLÓGICA ATO DE COMER SOCIABILIZAÇÃO Comida Japonesa PRAZER CULTURAL Alimentação aliada à saúde Hábitos alimentares pouco saudáveis desde a infância,

Leia mais

Anamnese Alimentar Infantil

Anamnese Alimentar Infantil Anamnese Alimentar Infantil Identificação da Criança Nome do Aluno: Data de Nascimento: Tipo Sanguíneo: Refeições realizadas na escola: ( ) Colação ( ) Almoço ( ) Lanche Gravidez e Pós-Parto Com quantas

Leia mais

SUMÁRIO OBESIDADE...4 OBESIDADE EM ADULTOS...5 PREVENÇÃO...6 EM BUSCA DO PESO SAUDÁVEL...7 TRATAMENTO...9 CUIDADOS DIÁRIOS COM A ALIMENTAÇÃO...

SUMÁRIO OBESIDADE...4 OBESIDADE EM ADULTOS...5 PREVENÇÃO...6 EM BUSCA DO PESO SAUDÁVEL...7 TRATAMENTO...9 CUIDADOS DIÁRIOS COM A ALIMENTAÇÃO... 2 SUMÁRIO OBESIDADE...4 OBESIDADE EM ADULTOS...5 PREVENÇÃO...6 EM BUSCA DO PESO SAUDÁVEL...7 TRATAMENTO...9 CUIDADOS DIÁRIOS COM A ALIMENTAÇÃO...12 OUTROS HÁBITOS SAUDÁVEIS...14 ATIVIDADE FÍSICA...14 CUIDADOS

Leia mais

A Importância do Trigo na Alimentação Humana

A Importância do Trigo na Alimentação Humana SIMONE FREIRE Doutoranda em Ciências Pediátricas- UNIFESP Mestre em Ciência dos Alimentos - FCF-USP Especialista em Saúde Pública - UNIFESP Especialista em MKT - CESMA- ESPANHA A Importância do Trigo na

Leia mais

Alimentação no primeiro ano de vida. Verônica Santos de Oliveira

Alimentação no primeiro ano de vida. Verônica Santos de Oliveira Alimentação no primeiro ano de vida Verônica Santos de Oliveira Nutrição nos Primeiros Anos de Vida Deixe que a alimentação seja o seu remédio e o remédio a sua alimentação ( Hipócrates ) Nutrição nos

Leia mais

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE MENINAS DO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO Uyeda, Mari*

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE MENINAS DO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO Uyeda, Mari* AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE MENINAS DO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO Uyeda, Mari* Resumo: Vasconcellos, Jorge** As mudanças ocorridas em nosso pais, principalmente a crescente modernização e urbanização,

Leia mais

10 Alimentos importantes para sua saúde.

10 Alimentos importantes para sua saúde. 10 Alimentos importantes para sua saúde. 10 Alimentos importantes para sua saúde. Os alimentos funcionais geram inúmeros benefícios para o organismo. Como muitas patologias se desenvolvem por deficiência

Leia mais

Nutrição. Diana e Silva, Marta Rola

Nutrição. Diana e Silva, Marta Rola Outras dimensões Nutrição Diana e Silva, Marta Rola Hospital Pediátrico Integrado/ Centro Hospitalar São João Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto Suporte Nutricional

Leia mais

Estratégia Nacional de Promoção da Alimentação Complementar Saudável

Estratégia Nacional de Promoção da Alimentação Complementar Saudável Estratégia Nacional de Promoção da Alimentação Complementar Saudável Janeiro/2009 1. Introdução A introdução de alimentos na dieta da criança após os seis meses de idade tem a função de complementar as

Leia mais

EPIDERMÓLISE BOLHOSA NUTRIÇÃO. Andréa Gislene do Nascimento Nutricionista Chefe Serviço de Nutrição e Dietética 16 de agosto de 2014.

EPIDERMÓLISE BOLHOSA NUTRIÇÃO. Andréa Gislene do Nascimento Nutricionista Chefe Serviço de Nutrição e Dietética 16 de agosto de 2014. EPIDERMÓLISE BOLHOSA NUTRIÇÃO Andréa Gislene do Nascimento Nutricionista Chefe Serviço de Nutrição e Dietética 16 de agosto de 2014. Bolhas orofaringeanas Constipação Fibrose submucosa Cáries dentárias

Leia mais

DISTÚRBIOS ALIMENTARES

DISTÚRBIOS ALIMENTARES CLÍNICA PEDIÁTRICA VER CRESCER DISTÚRBIOS ALIMENTARES Castelo Branco DISTÚRBIOS ALIMENTARES Conjunto de doenças provocadas por alterações significativas nos hábitos alimentares diários, tanto por ingestão

Leia mais

OBSERVATÓRIO JOSUÉ DE CASTRO. Lutar pela Alimentação Saudável dos Brasileiros. PARA QUÊ E COMO???? Sandra Chemin

OBSERVATÓRIO JOSUÉ DE CASTRO. Lutar pela Alimentação Saudável dos Brasileiros. PARA QUÊ E COMO???? Sandra Chemin OBSERVATÓRIO JOSUÉ DE CASTRO Lutar pela Alimentação Saudável dos Brasileiros. PARA QUÊ E COMO???? Sandra Chemin A alimentação saudável é essencial para o crescimento, desenvolvimento e manutenção da saúde.

Leia mais

O Programa Municipal de Nutrição, implantado em 07/04/2006, tem como. objetivo principal investir em ações de educação nutricional, promovendo

O Programa Municipal de Nutrição, implantado em 07/04/2006, tem como. objetivo principal investir em ações de educação nutricional, promovendo Secretaria Municipal de Saúde de São José dos Campos - SP Departamento de Políticas de Saúde Programa Municipal de Nutrição Atividades desenvolvidas em 2006 e 2007 O Programa Municipal de Nutrição, implantado

Leia mais

ACEITABILIDADE E QUALIDADE DA MERENDA ESCOLAR: UM ESTUDO DE CASO

ACEITABILIDADE E QUALIDADE DA MERENDA ESCOLAR: UM ESTUDO DE CASO ACEITABILIDADE E QUALIDADE DA MERENDA ESCOLAR: UM ESTUDO DE CASO Patrícia Santiago Vieira UFG/GO Ivna Custódio de Moraes UFG/GO Jeannie Carolina Pizarro UFG/GO Marcela Araújo Parreira UFG/GO RESUMO Neste

Leia mais

ANALISAR A QUALIDADE ALIMENTAR DE CRIANÇAS DE 3 A 5 ANOS DE IDADE, NO MEIO FAMILIAR, DE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA E DE UMA PÚBLICA DE APUCARANA-PARANÁ

ANALISAR A QUALIDADE ALIMENTAR DE CRIANÇAS DE 3 A 5 ANOS DE IDADE, NO MEIO FAMILIAR, DE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA E DE UMA PÚBLICA DE APUCARANA-PARANÁ ANALISAR A QUALIDADE ALIMENTAR DE CRIANÇAS DE 3 A 5 ANOS DE IDADE, NO MEIO FAMILIAR, DE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA E DE UMA PÚBLICA DE APUCARANA-PARANÁ ALVES,K.L.; MARIN,T. Resumo: Alimentação saudável é

Leia mais

NUTRIÇÃO INFANTIL E AS CONSEQUENCIAS NOS CICLOS DA VIDA. Profª Ms. Ana Carolina L. Ottoni Gothardo

NUTRIÇÃO INFANTIL E AS CONSEQUENCIAS NOS CICLOS DA VIDA. Profª Ms. Ana Carolina L. Ottoni Gothardo NUTRIÇÃO INFANTIL E AS CONSEQUENCIAS NOS CICLOS DA VIDA Profª Ms. Ana Carolina L. Ottoni Gothardo Infância -Promoção e consolidação dos hábitos alimentares - Incremento das necessidades nutricionais para

Leia mais

10. SUGESTÕES DE PROPOSTAS PARA IMPLANTAÇÃO NO MUNICÍPIO DE HORTOLÂNDIA/SP

10. SUGESTÕES DE PROPOSTAS PARA IMPLANTAÇÃO NO MUNICÍPIO DE HORTOLÂNDIA/SP 10. SUGESTÕES DE PROPOSTAS PARA IMPLANTAÇÃO NO MUNICÍPIO DE HORTOLÂNDIA/SP Políticas e Ambiente Escolar Padronização dos ambientes físicos de todas as escolas, procurando proporcionar espaços saudáveis

Leia mais

Reflexões sobre Amamentação e Ganho de Peso de Crianças Pequenas

Reflexões sobre Amamentação e Ganho de Peso de Crianças Pequenas Reflexões sobre Amamentação e Ganho de Peso de Crianças Pequenas Ana Júlia Colameo Apresentação elaborada para o seminário Amamentar às Segundas, agosto de 2013 Desenvolvimento infantil: É a transformação

Leia mais

PROMOVENDO A REEDUCAÇÃO ALIMENTAR EM ESCOLAS NOS MUNICÍPIOS DE UBÁ E TOCANTINS-MG RESUMO

PROMOVENDO A REEDUCAÇÃO ALIMENTAR EM ESCOLAS NOS MUNICÍPIOS DE UBÁ E TOCANTINS-MG RESUMO 1 PROMOVENDO A REEDUCAÇÃO ALIMENTAR EM ESCOLAS NOS MUNICÍPIOS DE UBÁ E TOCANTINS-MG RESUMO Iara de Souza Assunção 1 Josiane Kênia de Freitas 2 Viviane Modesto Arruda 3 Silvana Rodrigues Pires Moreira 4

Leia mais

O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima

O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima Saúde mais próxima. Por causa de quem mais precisa. Saúde mais Próxima é um programa da

Leia mais

Panorama Nutricional da População da América Latina, Europa e Brasil. Maria Rita Marques de Oliveira

Panorama Nutricional da População da América Latina, Europa e Brasil. Maria Rita Marques de Oliveira Panorama Nutricional da População da América Latina, Europa e Brasil Maria Rita Marques de Oliveira 1- MEIO AMBIENTE E PRODUÇÃO DE ALIMENTOS 2- ACESSO AOS ALIMENTOS 3- ALIMENTO SEGURO 4- PREVENÇÃO E CONTROLE

Leia mais

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária/ Saúde da Família. Brasília, 08 de Agosto de 2008

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária/ Saúde da Família. Brasília, 08 de Agosto de 2008 Oficina de Promoção da Alimentação Saudável para Agentes Comunitários de Saúde III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária/ Saúde da Família Brasília,

Leia mais

OFICINA: Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos

OFICINA: Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos I Mostra Estadual de Atenção Primária em Saúde Curitiba - PR OFICINA: Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos Gisele Ane Bortolini Helen Duar Coordenação Geral da Política de Alimentação e Nutrição

Leia mais

O PRÉ-ESCOLAR DE DOIS A CINCO ANOS DE IDADE: COMO ANDA SUA ALIMENTAÇÃO?

O PRÉ-ESCOLAR DE DOIS A CINCO ANOS DE IDADE: COMO ANDA SUA ALIMENTAÇÃO? ISBN 97-5-191-5-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 7 a 3 de outubro de 9 O PRÉ-ESCOLAR DE DOIS A CINCO ANOS DE IDADE: COMO ANDA SUA ALIMENTAÇÃO? Pâmela Carla de Andrade¹, Fabíola Roberta

Leia mais

Orientações para alimentação saudável de crianças menores de dois anos

Orientações para alimentação saudável de crianças menores de dois anos Orientações para alimentação saudável de crianças menores de dois anos 1-Por que crianças menores de 2 anos precisam de uma alimentação saudável? A criança menor de 2 anos está crescendo rápido e por isso

Leia mais

10 PASSOS PARA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

10 PASSOS PARA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL 10 PASSOS PARA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Secretaria de Saúde do Estado do Tocantins Gerência de Alimentação e Nutrição E-mail: nutricao@saude.to.gov.br (63) 3218 1789 Terezinha Franco Nutricionista ALIMENTAÇÃO

Leia mais

conhecer e prevenir DIABETES MELLITUS

conhecer e prevenir DIABETES MELLITUS conhecer e prevenir DIABETES MELLITUS 2013 Diretoria Executiva Diretor-Presidente: Cassimiro Pinheiro Borges Diretor Financeiro: Eduardo Inácio da Silva Diretor de Administração: André Luiz de Araújo Crespo

Leia mais

Atividades de Fixação. Nutrição Infantil Fabiana Borrego

Atividades de Fixação. Nutrição Infantil Fabiana Borrego Atividades de Fixação Nutrição Infantil Fabiana Borrego Gestante Gestante de 18 anos com 22 semanas gestacionais, acompanhada no centro de saúde, foi encaminhada a nutrição por apresentar baixo peso. Fumante:

Leia mais

RESUMOS SIMPLES...156

RESUMOS SIMPLES...156 155 RESUMOS SIMPLES...156 156 RESUMOS SIMPLES CARNEIRO, NELSON HILÁRIO... 159 CARNEIRO, NELSON HILÁRIO... 157 CORTE, MARIANA ZANGIROLAME... 159 CORTE, MARIANA ZANGIROLAME... 157 GARCIA JUNIOR, JAIR RODRIGUES...

Leia mais

OBESIDADE INFANTIL ESCOLAR

OBESIDADE INFANTIL ESCOLAR Pró-Reitoria de Graduação Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso II OBESIDADE INFANTIL ESCOLAR Autora: Damielle J. Costa Orientador: Prof. Dr. Ricardo Bernardo Mayolino Brasília - DF 2011 OBESIDADE

Leia mais

Alimentação na Gestação

Alimentação na Gestação ESPAÇO VIDA Nut. Fabiane Galhardo Unimed Pelotas 2012 Alimentação na Gestação 1 GESTAÇÃO PERÍODO MÁGICO DE INTENSA TRANSIÇÃO, ONDE A NATUREZA MODIFICA O CORPO E A MENTE PARA TRANSFORMAR MULHER EM MÃE A

Leia mais

CLÍNICA UPTIME TRATAMENTO DA DOR E PROBLEMAS EMOCIONAIS OBESIDADE A ESCOLHA DE ALIMENTOS COMO MANTER O CORPO. (segunda parte) A ESCOLHA

CLÍNICA UPTIME TRATAMENTO DA DOR E PROBLEMAS EMOCIONAIS OBESIDADE A ESCOLHA DE ALIMENTOS COMO MANTER O CORPO. (segunda parte) A ESCOLHA OBESIDADE A ESCOLHA DE ALIMENTOS COMO MANTER O CORPO (segunda parte) A ESCOLHA Responda à seguinte pergunta: Você gosta de carro? Se você gosta, vamos em frente. Escolha o carro de seus sonhos: Mercedes,

Leia mais

Programa Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) Campanha de Prevenção e Controle de Hipertensão e Diabetes

Programa Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) Campanha de Prevenção e Controle de Hipertensão e Diabetes Programa Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) Campanha de Prevenção e Controle de Hipertensão e Diabetes Objetivos: - Desenvolver uma visão biopsicossocial integrada ao ambiente de trabalho, considerando

Leia mais

JUSTIFICATIVA OBJETIV OS:

JUSTIFICATIVA OBJETIV OS: JUSTIFICATIVA Para termos um corpo e uma mente saudável, devemos ter uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes, carnes, cereais, vitaminas e proteínas. Sendo a escola um espaço para a promoção

Leia mais

Módulo 4: NUTRIÇÃO. Por que a boa nutrição é importante para o bebê? Qual o melhor leite para eles? Como monitorar o crescimento dos recém-nascidos?

Módulo 4: NUTRIÇÃO. Por que a boa nutrição é importante para o bebê? Qual o melhor leite para eles? Como monitorar o crescimento dos recém-nascidos? Atenção à saúde do Recém-nascido de Risco Superando pontos críticos Módulo 4: NUTRIÇÃO Por que a boa nutrição é importante para o bebê? Qual o melhor leite para eles? Q Quais uais são são as as necessidades

Leia mais

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA INFÂNCIA

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA INFÂNCIA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA INFÂNCIA Andréa Ott 1, Arléia Maria Gassen 1, Catiana de Moura Morcelli 1, Elisângela Maria Politowski 1, Débora Krolikowski 2 Palavras-chave: nutrição humana, criança, saúde. INTRODUÇÃO

Leia mais

CUIDADOS COM A ALIMENTAÇÃO

CUIDADOS COM A ALIMENTAÇÃO SENADO FEDERAL CUIDADOS COM A ALIMENTAÇÃO SENADOR CLÉSIO ANDRADE 2 Cuidados com a alimentação apresentação Uma boa saúde é, em grande parte, resultado de uma boa alimentação. Há muita verdade no dito

Leia mais

Escola: Escola Municipal Rural Sucessão dos Moraes

Escola: Escola Municipal Rural Sucessão dos Moraes Projeto Novos Talentos Escola: Escola Municipal Rural Sucessão dos Moraes Oficina: Comer bem, para viver melhor! Cristiane da Cunha Alves Tatiane Garcez Bianca Maria de Lima Danielle Costa INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA

Leia mais

O PAPEL DO FERRO SOBRE A NUTRIÇÃO E A SAÚDE

O PAPEL DO FERRO SOBRE A NUTRIÇÃO E A SAÚDE O PAPEL DO FERRO SOBRE A NUTRIÇÃO E A SAÚDE Introdução O ferro é um nutriente mineral encontrado em alimentos de origem vegetal e animal, e de grande importância para a saúde por seu papel como constituinte

Leia mais

Programa 5 ao Dia. Um Alimentação Saudável está nas nossas mãos.

Programa 5 ao Dia. Um Alimentação Saudável está nas nossas mãos. Programa 5 ao Dia Um Alimentação Saudável está nas nossas mãos. O que é o Programa 5 ao Dia? Enquadramento Conceito Objectivos e Destinatários Associação 5 ao Dia Desenvolvimento Enquadramento Mudança

Leia mais

ALIMENTAÇÃO/APETITE como lidar com a situação!

ALIMENTAÇÃO/APETITE como lidar com a situação! ALIMENTAÇÃO/APETITE como lidar com a situação! ISABEL DINIS Fases da Infância e as Problemáticas Infantis. Oliveira do Hospital, 2009 Importância da alimentação saudável Estado de saúde adequado Óptimo

Leia mais

Guia. Nutricional. para gestantes

Guia. Nutricional. para gestantes Referências bibliográficas consultadas: 1. Committee on Nutritional Status During Pregnancy and Lactation, Institute of Medicine. Nutrition During Pregnancy: Part I: Weight Gain, Part II: Nutrient Supplements.

Leia mais

COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL?

COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL? COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL? O Ministério da Saúde está lançando a versão de bolso do Guia Alimentar para a População Brasileira, em formato de Dez Passos para uma Alimentação Saudável, com o objetivo

Leia mais

Dicas de Saúde. Quero e preciso emagrecer! Uma Abordagem Realista

Dicas de Saúde. Quero e preciso emagrecer! Uma Abordagem Realista Dicas de Saúde Quero e preciso emagrecer! O sucesso no emagrecimento e manutenção de peso saudável depende de metas e expectativas sensatas. Se você traçar para si mesmo metas sensatas, terá maior probabilidade

Leia mais

PROJETO ESCOLA DO SABOR

PROJETO ESCOLA DO SABOR PROJETO ESCOLA DO SABOR COMPANHIA DE ENTREPOSTOS E ARMAZÉNS GERAIS DE SÃO PAULO CEAGESP 2012 1. INTRODUÇÃO A alimentação infantil escolar deve ser nutricionalmente equilibrada, confeccionada com alimentos

Leia mais

CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL PEQUENO POLEGAR

CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL PEQUENO POLEGAR CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL PEQUENO POLEGAR TURMA: 05 anos e Pré-escolar PROFESSORA: Marcia Regina Deucher Tenfen Márcia Regina Böll Steinheuser Estela Aparecida Fuck Münsfeld Irani de Souza da Silva TEMA:

Leia mais

Dietoterapia infantil I Avaliação nutricional da criança

Dietoterapia infantil I Avaliação nutricional da criança Dietoterapia infantil I Avaliação nutricional da criança Sávia Madalena Moura Vieira Elizabeth Machado Duarte Especialistas em Nutrição Clínica Setembro - 2008 Objetivos Ao fim desta discussão, deve estar

Leia mais

Vida saudável. Dicas e possibilidades nos dias de hoje.

Vida saudável. Dicas e possibilidades nos dias de hoje. CENTRO UNIVERSITÁRIO ASSUNÇÃO- Vida saudável. Dicas e possibilidades nos dias de hoje. Profa. Dra. Valéria Batista O que é vida saudável? O que é vida saudável? Saúde é o estado de complexo bem-estar físico,

Leia mais

Obesidade Infantil. O que é a obesidade

Obesidade Infantil. O que é a obesidade Obesidade Infantil O que é a obesidade A obesidade é definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma doença em que o excesso de gordura corporal acumulada pode atingir graus capazes de afectar

Leia mais

Atividade física no ambiente escolar

Atividade física no ambiente escolar Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção BásicaB Coordenação ão-geral da Política de Alimentação e Nutrição Atividade física x alimentação saudável no ambiente escolar

Leia mais

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Alimentação saudável É saborosa, variada, colorida e com harmonia entre quantidades e qualidade! Sempre que possível faça as refeições junto à família,

Leia mais

15/08/2013. Acelerado crescimento e desenvolvimento: IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NESSA FASE. Atinge 25% da sua altura final

15/08/2013. Acelerado crescimento e desenvolvimento: IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NESSA FASE. Atinge 25% da sua altura final Laís Cruz Nutricionista CRN 3 18128 2013 Período de transição entre infância e vida adulta (dos 10 aos 19 anos de idade) Muitas transformações físicas, psicológicas e sociais Acelerado crescimento e desenvolvimento:

Leia mais

Criança nutrida & criança Vitaminada

Criança nutrida & criança Vitaminada Criança nutrida & criança Vitaminada IMC INFANTIL Muitos pais se preocupam com o peso e a estatura de seu filho. Questionam-se se a massa corporal da criança está de acordo com a idade, se a alimentação

Leia mais

Incorporação da curvas de crescimento da Organização Mundial da Saúde de 2006 e 2007 no SISVAN

Incorporação da curvas de crescimento da Organização Mundial da Saúde de 2006 e 2007 no SISVAN Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição Incorporação da curvas de crescimento da Organização Mundial da

Leia mais

Modelo de Atenção às Condições Crônicas. Seminário II. Laboratório de Atenção às Condições Crônicas

Modelo de Atenção às Condições Crônicas. Seminário II. Laboratório de Atenção às Condições Crônicas Modelo de Atenção às Condições Crônicas Seminário II Laboratório de Atenção às Condições Crônicas A experiência das oficinas de reeducação alimentar na APS da SMS de Curitiba Angela C. Lucas de Oliveira

Leia mais

IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO NUTRICIONAL NA INFÂNCIA

IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO NUTRICIONAL NA INFÂNCIA IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO NUTRICIONAL NA INFÂNCIA INTRODUÇÃO Taciane Ávila Lazari Flavia Germinari Rodrigues Santos Solange da Silva Iurak Oliveira Laudicéia Soares Urbano A formação dos hábitos alimentares

Leia mais

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Evolução dos Fatores de Risco para Doenças Crônicas e da prevalência do Diabete Melito e Hipertensão Arterial na população brasileira: Resultados do VIGITEL 2006-2009 Luiz Augusto Carneiro Superintendente

Leia mais

QFase REVISTA TJ 11. Tiago Elias Junior. Volume 02 julho/2014 Ano 1 Bebedouro SP. Redator chefe. Experiências. Bebe da Semana. Obesidade infantil

QFase REVISTA TJ 11. Tiago Elias Junior. Volume 02 julho/2014 Ano 1 Bebedouro SP. Redator chefe. Experiências. Bebe da Semana. Obesidade infantil Marca registrada Volume 02 julho/2014 no 1 Bebedouro SP QFase REVIST Obesidade infantil Por : Dr. Tiago Elias Diferença da criança gordinha da criança obesa Bebe da Semana O Bebê da semana do facebook

Leia mais

GUIA ALIMENTAR COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

GUIA ALIMENTAR COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL GUIA ALIMENTAR COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL A promoção da alimentação saudável é uma diretriz da Política Nacional de Alimentação e Nutrição e uma das prioridades para a segurança alimentar e nutricional

Leia mais

Rua Rio Grande do Norte 57 sala 407 Bairro Santa Efigênia Belo Horizonte MG. Telefone: (31) 3226-7997 www.nutricio.com.br

Rua Rio Grande do Norte 57 sala 407 Bairro Santa Efigênia Belo Horizonte MG. Telefone: (31) 3226-7997 www.nutricio.com.br Esta é uma publicação da Nutrício Reeducação Alimentar e Emagrecimento que tem por objetivo fornecer informações a respeito dos cuidados nutricionais pré e pós cirúrgicos. As informações contidas neste

Leia mais

JORNAL ESTAÇÃO FELICIDADE

JORNAL ESTAÇÃO FELICIDADE CAMPANHA DA FRATERNIDADE SAÚDE PÚBLICA Quem és, deixa marca! CRIANÇA SAUDÁVEL É CRIANÇA FELIZ! BRINCAR É SAUDÁVEL E APRENDE-SE MUITO HIGIENE CORPORAL SEMANA PASSIONISTA - BRINCADEIRAS INFANTIS A importância

Leia mais

CUIDANDO DO SEU CORAÇÃO Controle e Prevenção da Doença Aterosclerótica Coronariana

CUIDANDO DO SEU CORAÇÃO Controle e Prevenção da Doença Aterosclerótica Coronariana HOSPITAL DAS CLÍNICAS - UFMG Programa de Reabilitação Cardiovascular e Metabólica Residência Multiprofissional em Saúde Cardiovascular CUIDANDO DO SEU CORAÇÃO Controle e Prevenção da Doença Aterosclerótica

Leia mais

Os erros que te impedem de emagrecer!

Os erros que te impedem de emagrecer! Os erros que te impedem de emagrecer! Os 20 erros que comprometem o seu emagrecimento Este artigo é de total responsabilidade e criação de GWBrasil. Acesse e saiba mais: http://goworkoutbrasil.com 1. Não

Leia mais

Para realizar a Avaliação Nutricional de Crianças de 5 a 10 anos, usa-se 3 parâmetros: estaturapara- idade, peso- para- idade e IMC para idade.

Para realizar a Avaliação Nutricional de Crianças de 5 a 10 anos, usa-se 3 parâmetros: estaturapara- idade, peso- para- idade e IMC para idade. Angela Teodósio da Silva Graduanda de Nutrição Universidade Federal de Santa Catarina Bolsista PET- Saúde Nutrição Orientação de Avaliação Nutricional para crianças e adolescentes: Orientação Nutricional

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS PAIS

A IMPORTÂNCIA DOS PAIS 1 A IMPORTÂNCIA DOS PAIS NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR ELABORADO POR LUCILEIDE RODRIGUES DOS SANTOS Gerente de Supervisão e Avaliação DAE SEED/SE 2 EQUIPE DAE SEED/SE Edneia Elisabete Cardoso Diretora DAE - SEED/SE

Leia mais

PROGRAMA DE VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL NAS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL DO MUNICÍPIO DE ARARUNA PB

PROGRAMA DE VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL NAS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL DO MUNICÍPIO DE ARARUNA PB PROGRAMA DE VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL NAS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL DO MUNICÍPIO DE ARARUNA PB MELO, Calionara Waleska Barbosa de 1 ; AUGOSTINHO, Ana Kelis de Sousa 2 ; BARBOSA, Francilayne

Leia mais

7 alimentos que sabotam a dieta sem você perceber. Até mesmo as comidas consideradas "magras" pedem consumo moderado

7 alimentos que sabotam a dieta sem você perceber. Até mesmo as comidas consideradas magras pedem consumo moderado 7 alimentos que sabotam a dieta sem você perceber Até mesmo as comidas consideradas "magras" pedem consumo moderado Por Roberta Vilela - publicado em 26/11/2010 Mudança dos hábitos alimentares A mudança

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Dez passos para uma alimentação saudável para crianças brasileiras menores de dois anos

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Dez passos para uma alimentação saudável para crianças brasileiras menores de dois anos MINISTÉRIO DA SAÚDE Dez passos para uma alimentação saudável para crianças brasileiras menores de dois anos Brasília DF 2010 Apresentação A alimentação saudável é fundamental para garantir a saúde e o

Leia mais

Convivendo bem com a doença renal. Guia de Nutrição e Diabetes Você é capaz, alimente-se bem!

Convivendo bem com a doença renal. Guia de Nutrição e Diabetes Você é capaz, alimente-se bem! Convivendo bem com a doença renal Guia de Nutrição e Diabetes Você é capaz, alimente-se bem! Nutrição e dieta para diabéticos: Introdução Mesmo sendo um paciente diabético em diálise, a sua dieta ainda

Leia mais

ALIMENTAÇÃO PARA CRIANÇAS NÃO AMAMENTADAS

ALIMENTAÇÃO PARA CRIANÇAS NÃO AMAMENTADAS ALIMENTAÇÃO PARA CRIANÇAS NÃO AMAMENTADAS ALIMENTAÇÃO PARA CRIANÇAS NÃO AMAMENTADAS Quando o desmame não pôde ser revertido após orientações e acompanhamento dos profissionais ou em situações em que a

Leia mais

Alimentação Saudável

Alimentação Saudável ANO LECTIVO 2010/2011 Alimentação Saudável Turma: 8º A Elaborado por: Adriana nº1, Carolina Pereira nº8 e Cátia nº10 Disciplina: Área de Projecto e Formação Cívica Professores: Eurico Caetano e Helena

Leia mais

PESQUISA SOBRE HÁBITOS ALIMENTARES NA ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL ANDRÉ VIDAL DE NEGREIROS EM CUITÉ-PB.

PESQUISA SOBRE HÁBITOS ALIMENTARES NA ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL ANDRÉ VIDAL DE NEGREIROS EM CUITÉ-PB. 1 PESQUISA SOBRE HÁBITOS ALIMENTARES NA ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL ANDRÉ VIDAL DE NEGREIROS EM CUITÉ-PB. ¹Thatiany de Sousa Pereira; ¹ Sebastião Ângelo da Silva; ¹Adeilma Fernandes de Sousa

Leia mais

RELAÇÃO DA CONDIÇÃO SOCIOECONÔMICA DE GESTANTES E SEUS HÁBITOS ALIMENTARES E POSSÍVEL INFLUÊNCIA NO PESO AO NASCER

RELAÇÃO DA CONDIÇÃO SOCIOECONÔMICA DE GESTANTES E SEUS HÁBITOS ALIMENTARES E POSSÍVEL INFLUÊNCIA NO PESO AO NASCER ISBN 978-85-61091-05-7 EPCC VI EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 RELAÇÃO DA CONDIÇÃO SOCIOECONÔMICA DE GESTANTES E SEUS HÁBITOS ALIMENTARES E POSSÍVEL

Leia mais

Artigo especial: Os 8 piores hábitos alimentares.

Artigo especial: Os 8 piores hábitos alimentares. Artigo especial: Os 8 piores hábitos alimentares. Hábitos alimentares normalmente se referem a um amplo conceito de preferências, costumes e modos de comer, de um indivíduo ou população. Vários fatores

Leia mais

Alimentação complementar. Prof. Orlando Antônio Pereira Faculdade de Ciências Médicas Unifenas

Alimentação complementar. Prof. Orlando Antônio Pereira Faculdade de Ciências Médicas Unifenas Alimentação complementar Prof. Orlando Antônio Pereira Faculdade de Ciências Médicas Unifenas Alimentação saudável O conhecimento correto e atualizado sobre a alimentação da criança é essencial para a

Leia mais

Nutrição e Gastronomia Tendências e Inovações para a Alimentação Saudável. Andréa Luiza Jorge

Nutrição e Gastronomia Tendências e Inovações para a Alimentação Saudável. Andréa Luiza Jorge Nutrição e Gastronomia Tendências e Inovações para a Alimentação Saudável Andréa Luiza Jorge Introdução Nenhum alimento que entra em nossas bocas é neutro. A historicidade da sensibilidade gastronômica

Leia mais

Nutrição no tratamento da AIDS

Nutrição no tratamento da AIDS UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ALIMENTOS E NUTRIÇÃO (PPGAN) Ciclo de Palestras Nutrição no tratamento da AIDS Verônica Mayrinck Mestranda em Alimentos e Nutrição

Leia mais

Congregação das Filhas do Amor Divino

Congregação das Filhas do Amor Divino Congregação das Filhas do Amor Divino EXERCÍCIO FÍSICO E ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Em se tratando dos conhecimentos necessários para a prática de exercícios e/ou atividades físicas, a alimentação deve ser considerada

Leia mais

Mapeamento do Perfil Saúde em Instituição Pública - Fundação Centro de Atendimento Sócio Educativo ao Adolescente

Mapeamento do Perfil Saúde em Instituição Pública - Fundação Centro de Atendimento Sócio Educativo ao Adolescente 16 Mapeamento do Perfil Saúde em Instituição Pública - Fundação Centro de Atendimento Sócio Educativo ao Adolescente Leidiane Silva Oliveira Chagas Gestora de Recursos Humanos - Anhanguera Educacional

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E DA SAÚDE

FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E DA SAÚDE União Metropolitana de Educação e Cultura Faculdade: Curso: NUTRIÇÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E DA SAÚDE Disciplina: INTRODUÇÃO A NUTRIÇÃO Carga horária: Teórica 40 Prática 40 Semestre: 1 Turno:

Leia mais

ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR

ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR Secretaria de Saúde do Estado do Tocantins Gerência de Alimentação e Nutrição E-mail: nutricao@saude.to.gov.br (63) 3218 1789 Terezinha Franco Nutricionista ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR

Leia mais

Conteúdos Atividades de revisão da 2ª avaliação do 4º bimestre - Ciências da Natureza

Conteúdos Atividades de revisão da 2ª avaliação do 4º bimestre - Ciências da Natureza Conteúdos Atividades de revisão da 2ª avaliação do 4º bimestre - Ciências da Natureza Conteúdos 2ª Avaliação do 4º bimestre Área de Ciências da Natureza Habilidades Revisar os conteúdos da Área de Ciências

Leia mais

Art. 2º - São diretrizes da Política Municipal de Educação Alimentar e Combate à Obesidade:

Art. 2º - São diretrizes da Política Municipal de Educação Alimentar e Combate à Obesidade: PROJETO DE LEI N. 426/2013 ESTADO DO AMAZONAS ESTABELECE diretrizes para a Política Municipal de Educação Alimentar Escolar e Combate à Obesidade, e dá outras providências. Art.1º - O Poder Público Municipal,

Leia mais

A importância da alimentação no desempenho esportivo e competitivo

A importância da alimentação no desempenho esportivo e competitivo A importância da alimentação no desempenho esportivo e competitivo A alimentação adequada e nutricionalmente equilibrada é um dos fatores importantes e essenciais para a otimização do desempenho, sendo

Leia mais

Pontos nos ii DIVERSIFICAÇÃO ALIMENTAR. http://www.passe.com.pt

Pontos nos ii DIVERSIFICAÇÃO ALIMENTAR. http://www.passe.com.pt Pontos nos ii DIVERSIFICAÇÃO ALIMENTAR A alimentação do bebé e da criança constitui um dos factores mais importantes para o seu normal crescimento e desenvolvimento. Ao longo do 1º ano de vida, o bebé

Leia mais

ENVELHECER COM SABEDORIA Alimente-se melhor para Manter a sua Saúde e Independência

ENVELHECER COM SABEDORIA Alimente-se melhor para Manter a sua Saúde e Independência ENVELHECER COM SABEDORIA Alimente-se melhor para Manter a sua Saúde e Independência 1. ALIMENTE-SE MELHOR Prevê-se que em 2025 1, só na Europa, o grupo etário mais idoso (acima dos 80 anos), passe de 21,4

Leia mais

Autores: Cristina Somariva Leandro Jacson Schacht. SESI Serviço Social da Indústria Cidade: Concórdia Estado: Santa Catarina 27/10/2015

Autores: Cristina Somariva Leandro Jacson Schacht. SESI Serviço Social da Indústria Cidade: Concórdia Estado: Santa Catarina 27/10/2015 Autores: Cristina Somariva Leandro Jacson Schacht SESI Serviço Social da Indústria Cidade: Concórdia Estado: Santa Catarina 27/10/2015 REDUÇÃO DE PESO E CIRCUNFERÊNCIA ABDOMINAL EM TRABALHADORES DA INDÚSTRIA

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM EDUCAÇÃO NUTRICONAL: realização de dinâmicas educativas. SIMARA MARIA LOPES DE ARAÚJO

DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM EDUCAÇÃO NUTRICONAL: realização de dinâmicas educativas. SIMARA MARIA LOPES DE ARAÚJO 1 DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM EDUCAÇÃO NUTRICONAL: realização de dinâmicas educativas. SIMARA MARIA LOPES DE ARAÚJO Introdução A educação nutricional é um instrumento

Leia mais

CONSELHOS para uma boa alimentação em viagens por estrada

CONSELHOS para uma boa alimentação em viagens por estrada CONSELHOS para uma boa alimentação em viagens por estrada 1 Água ALIMENTE-SE DE FORMA EQUILIBRADA E SAUDÁVEL. A alimentação influi na sua segurança ao volante. Uma alimentação incorreta pode gerar fadiga,

Leia mais

I ENCONTRO DE EXPERIÊNCIAS BEM SUCEDIDAS EM PROMOÇÃO DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

I ENCONTRO DE EXPERIÊNCIAS BEM SUCEDIDAS EM PROMOÇÃO DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL I ENCONTRO DE EXPERIÊNCIAS BEM SUCEDIDAS EM PROMOÇÃO DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Marcia Juliana Cardoso Bruna Negrelli 13 DE SETEMBRO DE 2012 SÃO PAULO PREFEITURA MUNICIPAL DE PIRACICABA Secretaria Municipal

Leia mais

Nutrição Infantil. Paula Veloso / Nutricionista

Nutrição Infantil. Paula Veloso / Nutricionista Nutrição Infantil Paula Veloso / Nutricionista Relação alimentação/saúde é para toda a vida! A mulher grávida preocupa-se com a alimentação. Relação alimentação/saúde é para toda a vida! Os pais preocupam-se

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DAS CRIANÇAS ATENDIDAS NAS CRECHES BENEFICIADAS PELO PROGRAMA DE COMPLEMENTAÇÃO ALIMENTAR PRATO AMIGO DO MUNICÍPIO DE SALVADOR-BA

PERFIL NUTRICIONAL DAS CRIANÇAS ATENDIDAS NAS CRECHES BENEFICIADAS PELO PROGRAMA DE COMPLEMENTAÇÃO ALIMENTAR PRATO AMIGO DO MUNICÍPIO DE SALVADOR-BA PERFIL NUTRICIONAL DAS CRIANÇAS ATENDIDAS NAS CRECHES BENEFICIADAS PELO PROGRAMA DE COMPLEMENTAÇÃO ALIMENTAR PRATO AMIGO DO MUNICÍPIO DE SALVADOR-BA Por Lucas Valois, nutricionista do Centro Terapêutico

Leia mais

A DIETA CERTA SAÚDE IATE

A DIETA CERTA SAÚDE IATE Ganhar músculos ou perder peso requer alimentos diferentes. Adequar o hábito alimentar aos objetivos garante resultados mais rápidos e eficazes A DIETA CERTA A alimentação equilibrada é essencial para

Leia mais

Nutricionista Sheyla Andreola Marques

Nutricionista Sheyla Andreola Marques Nutricionista Sheyla Andreola Marques Universidade Federal de Goiás Aprimoramento em suporte nutricional enteral e parenteral em crianças e adultos. USP/Ribeirão Preto SP Especialista em atividade física

Leia mais

COMPLICAÇÕES DIGESTIVAS DE CRIANÇAS COM CDG

COMPLICAÇÕES DIGESTIVAS DE CRIANÇAS COM CDG COMPLICAÇÕES DIGESTIVAS DE CRIANÇAS COM CDG As crianças com CDG têm frequentemente queixas digestivas e problemas nutricionais. As causas não estão bem esclarecidas, são múltiplas e em última análise,

Leia mais

O LANCHE EM ESCOLAS PARTICULARES E SUA RELAÇÃO COM AS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DE ALUNOS DE 6ª SÉRIE.

O LANCHE EM ESCOLAS PARTICULARES E SUA RELAÇÃO COM AS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DE ALUNOS DE 6ª SÉRIE. O LANCHE EM ESCOLAS PARTICULARES E SUA RELAÇÃO COM AS AULAS Bruno da Silva Freire Carlos Vinícius da Silva Fonseca Diogo José dos Santos Ferreira DE EDUCAÇÃO FÍSICA DE ALUNOS DE 6ª SÉRIE. RESUMO O estudo

Leia mais