MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO"

Transcrição

1 MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO IMA REGRAS DO AR E SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO 30 JUN 1999

2 MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA DIRETORIA DE ELETRÔNICA E PROTEÇÃO AO VÔO TRÁFEGO AÉREO IMA REGRAS DO AR E SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO 30 JUN 1999

3 Portaria DEPV nº 46 /DIRPV, de 25 de junho de Tráfego Aéreo. Aprova a Instrução disciplinando as Regras do Ar e os Serviços de O DIRETOR DE ELETRÔNICA E PROTEÇÃO AO VÔO, usando da atribuição que lhe confere o Artigo 5º, inciso III, do Regulamento da DEPV, aprovado pela Portaria n.º 1.118/GM3, de 28 DEZ 1995, R E S O L V E: Art. 1º - Aprovar a reedição da Instrução do Ministério da Aeronáutica, IMA "REGRAS DO AR E SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO", elaborada pela Diretoria de Eletrônica e Proteção ao Vôo. IMA , de 22 OUT Art. 2º - Fixar a data de 30 de junho de 1999 para a entrada em vigor e revogar a (a) Maj.- Brig.- do - Ar LUIZ FERNANDO BARBEDO Diretor da DEPV (Boletim Interno da DEPV nº 119, de 25 de junho de 1999.)

4 25 DEZ 2003 IMA (M6) SUMÁRIO PREFÁCIO DISPOSIÇÕES PRELIMINARES FINALIDADE ÂMBITO DEFINIÇÕES E ABREVIATURAS DEFINIÇÕES ABREVIATURAS REGRAS DO AR AUTORIDADE COMPETENTE APLICAÇÃO TERRITORIAL DAS REGRAS DO AR OBEDIÊNCIA ÀS REGRAS DO AR RESPONSABILIDADES QUANTO AO CUMPRIMENTO DAS REGRAS DO AR PLANEJAMENTO DO VÔO AUTORIDADE DO PILOTO EM COMANDO AERONAVE EM EMERGÊNCIA USO DE INTOXICANTES, NARCÓTICOS, DROGAS E BEBIDAS REGRAS GERAIS PROTEÇÃO DE PESSOAS E PROPRIEDADES OPERAÇÃO NEGLIGENTE OU IMPRUDENTE DE AERONAVES ALTURAS MÍNIMAS NÍVEIS DE CRUZEIRO LANÇAMENTO DE OBJETOS OU PULVERIZAÇÃO REBOQUE LANÇAMENTO DE PÁRA-QUEDAS VÔO ACROBÁTICO AUTORIDADE COMPETENTE ÁREAS RESTRITAS PREVENÇÃO DE COLISÕES PROXIMIDADE DIREITO DE PASSAGEM LUZES A SEREM EXIBIDAS PELAS AERONAVES OPERAÇÕES EM AERÓDROMO OU EM SUAS IMEDIAÇÕES OPERAÇÃO NA ÁGUA PLANOS DE VÔO APRESENTAÇÃO DO PLANO DE VÔO CONTEÚDO DE UM PLANO DE VÔO MUDANÇA NO PLANO DE VÔO ENCERRAMENTO DO PLANO DE VÔO SINAIS HORA SERVIÇO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO AUTORIZAÇÕES DO CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO OBSERVÂNCIA DO PLANO DE VÔO COMUNICAÇÕES NOTIFICAÇÃO DE POSIÇÃO INTERFERÊNCIA ILÍCITA INTERCEPTAÇÃO MÉTODO DE INTERCEPTAÇÃO ORIENTAÇÃO DA AERONAVE INTERCEPTADA SINAIS VISUAIS AR-AR COMUNICAÇÃO RÁDIO ENTRE O ÓRGÃO DE CONTROLE DE INTERCEPTAÇÃO OU A AERONAVE INTERCEPTADORA E A AERONAVE INTERCEPTADA COORDENAÇÃO ENTRE OS ÓRGÃOS DE CONTROLE DE INTERCEPTAÇÃO E OS ÓRGÃOS DOS SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO SINAIS A SEREM UTILIZADOS EM CASO DE INTERCEPTAÇÃO REGRAS DE VÔO VISUAL CRITÉRIOS GERAIS RESPONSABILIDADE DO PILOTO...53

5 30 JUN 1999 IMA CONDIÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE VÔO VFR PERÍODO DIURNO PERÍODO NOTURNO NÍVEIS DE CRUZEIRO MUDANÇAS DE VÔO VFR PARA IFR VÔO VFR FORA DE ESPAÇO AÉREO CONTROLADO REGRAS DE VÔO POR INSTRUMENTOS REGRAS APLICÁVEIS A TODOS OS VÔOS IFR EQUIPAMENTO DAS AERONAVES NÍVEIS MÍNIMOS MUDANÇA DE VÔO IFR PARA VFR REGRAS APLICÁVEIS AOS VÔOS IFR EFETUADOS DENTRO DE ESPAÇO AÉREO CONTROLADO REGRAS APLICÁVEIS AOS VÔOS IFR EFETUADOS FORA DO ESPAÇO AÉREO CONTROLADO NÍVEIS DE CRUZEIRO COMUNICAÇÕES NOTIFICAÇÃO DE POSIÇÃO CONDIÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE VÔO IFR SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO NORMAS E MÉTODOS ESPAÇO AÉREO SOB JURISDIÇÃO DO BRASIL ESTRUTURA DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DO ESPAÇO AÉREO DESIGNAÇÃO DO ESPAÇO AÉREO CONFIGURAÇÃO DO ESPAÇO AÉREO CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS AÉREOS ATS DIMENSÕES DAS AEROVIAS AEROVIAS SUPERIORES AEROVIAS INFERIORES ROTAS DE NAVEGAÇÃO DE ÁREA (RNAV) SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO AUTORIZAÇÕES DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO A HORA NOS SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO TRÁFEGO MILITAR INFORMAÇÃO DE TRÁFEGO ESSENCIAL EMERGÊNCIAS DESCIDA DE EMERGÊNCIA FALHA DE COMUNICAÇÕES AEROTERRESTRES PROCEDIMENTO A SER EXECUTADO PELA AERONAVE COM FALHA DE COMUNICAÇÃO AERONAVES EXTRAVIADAS OU NÃO IDENTIFICADAS DESCIDA E SUBIDA POR INSTRUMENTOS EM LOCAIS DESPROVIDOS DE ÓRGÃOS DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO LOCAIS SITUADOS EM AEROVIA LOCAIS SITUADOS FORA DE AEROVIA SOBREVÔO DE AERÓDROMOS DESPROVIDOS DE ÓRGÃOS DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO INTERFERÊNCIA ILÍCITA MENSAGEM DE POSIÇÃO FINALIDADE RESPONSABILIDADE APLICABILIDADE DIVULGAÇÃO CONTEÚDO DA MENSAGEM DE POSIÇÃO MENSAGEM DE INFORMAÇÃO OPERACIONAL E METEOROLÓGICA CONTEÚDO DA AERONOTIFICAÇÃO (AIREP) TRANSMISSÃO DA AERONOTIFICAÇÃO EXEMPLOS DE AERONOTIFICAÇÃO EFEITO DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA SOBRE AS AERONAVES CATEGORIAS DAS AERONAVES SEGUNDO A ESTEIRA DE TURBULÊNCIA APLICAÇÃO DOS MÍNIMOS DE SEPARAÇÃO DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA MÍNIMOS DE SEPARAÇÃO RELACIONADOS COM AS CONDIÇÕES DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA AVISOS DE PRECAUÇÃO EM CASO DE ESTEIRA DE TURBULÊNCIA MUDANÇAS DE VÔO IFR PARA VFR SERVIÇO DE CONTROLE DE ÁREA FINALIDADE...79

6 18 ABR 2002 IMA (M4) 8 SERVIÇO DE CONTROLE DE ÁREA FINALIDADE JURISDIÇÃO E SUBORDINAÇÃO SEPARAÇÕES SEPARAÇÃO VERTICAL SEPARAÇÃO VERTICAL MÍNIMA NÍVEL MÍNIMO DE AEROVIA DESIGNAÇÃO DE NÍVEIS DE CRUZEIRO NÍVEIS MÍNIMOS IFR FORA DE AEROVIA SEPARAÇÃO HORIZONTAL SEPARAÇÃO LATERAL SEPARAÇÃO LONGITUDINAL REDUÇÃO DOS MÍNIMOS DE SEPARAÇÃO HORIZONTAL SEPARAÇÃO DE AERONAVES NOS CRUZAMENTOS DE AEROVIAS OU ROTAS DE ASSESSORAMENTO AUTORIZAÇÕES EMISSÃO DAS AUTORIZAÇÕES DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO CONTEÚDO DAS AUTORIZAÇÕES DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO DESCRIÇÃO DAS AUTORIZAÇÕES DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO SOLICITAÇÃO PARA MUDANÇAS DE PLANO DE VÔO AUTORIZAÇÃO ÀS AERONAVES PARA QUE SUBAM OU DESÇAM, CUIDANDO DE SUA PRÓPRIA SEPARAÇÃO, MANTENDO-SE EM CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE VÔO VISUAL SERVIÇO DE CONTROLE DE APROXIMAÇÃO ATRIBUIÇÕES JURISDIÇÃO E SUBORDINAÇÃO PROCEDIMENTOS GERAIS PARA AS AERONAVES QUE SAEM SEPARAÇÃO DE AERONAVES SEPARAÇÃO MÍNIMA ENTRE AERONAVES QUE SAEM AUTORIZAÇÕES ÀS AERONAVES QUE SAEM PARA QUE SUBAM, CUIDANDO DA SUA PRÓPRIA SEPARAÇÃO EM CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE VÔO VISUAL INFORMAÇÃO PARA AS AERONAVES QUE SAEM ACELERAÇÃO TRANSÔNICA PROCEDIMENTOS GERAIS PARA AS AERONAVES QUE CHEGAM AUTORIZAÇÕES ÀS AERONAVES QUE CHEGAM PARA QUE DESÇAM, CUIDANDO DA SUA PRÓPRIA SEPARAÇÃO E SE MANTENHAM EM CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE VÔO VISUAL INFORMAÇÃO PARA AS AERONAVES QUE CHEGAM APROXIMAÇÃO VISUAL APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTOS ESPERA PROCEDIMENTOS DE ESPERA ORDEM DE APROXIMAÇÃO HORA ESTIMADA DE APROXIMAÇÃO SEPARAÇÃO ENTRE AS AERONAVES QUE SAEM E AS QUE CHEGAM MENSAGENS QUE CONTÊM INFORMAÇÃO METEOROLÓGICA PROCEDIMENTOS PARA AJUSTE DE ALTÍMETRO ALTITUDE DE TRANSIÇÃO NÍVEL MÍNIMO DE ESPERA NÍVEL DE TRANSIÇÃO DECOLAGEM E SUBIDA APROXIMAÇÃO E POUSO APROXIMAÇÃO PERDIDA AUTORIZAÇÃO PARA VÔOS VFR ESPECIAIS SERVIÇO DE CONTROLE DE AERÓDROMO FUNÇÕES DAS TORRES DE CONTROLE DE AERÓDROMO SUSPENSÃO DAS OPERAÇÕES VFR MÍNIMOS METEOROLÓGICOS DE AERÓDROMO APROXIMAÇÃO IFR EM CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS ADVERSAS SUSPENSÃO DAS OPERAÇÕES DE DECOLAGEM IFR RESPONSABILIDADE DOS PILOTOS AUTORIZAÇÕES E INFORMAÇÕES POSIÇÕES CRÍTICAS DAS AERONAVES NO TÁXI E NO CIRCUITO DE TRÁFEGO DO AERÓDROMO CIRCUITO DE TRÁFEGO PADRÃO SELEÇÃO DA PISTA EM USO

7 10.11 INFORMAÇÕES RELATIVAS À OPERAÇÃO DAS AERONAVES INFORMAÇÃO SOBRE AS CONDIÇÕES DO AERÓDROMO ORDEM DE PRIORIDADE CORRESPONDENTE ÀS AERONAVES QUE CHEGAM E QUE PARTEM TRATAMENTO ESPECIAL À AERONAVE DE INSPEÇÃO EM VÔO CONTROLE DAS AERONAVES PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA INTERFERÊNCIA ILÍCITA CONTROLE DO TRÁFEGO QUE NÃO SEJA O DE AERONAVES NA ÁREA DE MANOBRAS CONTROLE DAS AERONAVES NO CIRCUITO DE TRÁFEGO CONTROLE DAS AERONAVES QUE SAEM CONTROLE DAS AERONAVES QUE CHEGAM PROCEDIMENTO PARA OBTENÇÃO DA AUTORIZAÇÃO DE PLANO DE VÔO E ACIONAMENTO DOS MOTORES LUZES AERONÁUTICAS DE SUPERFÍCIE ILUMINAÇÃO DE APROXIMAÇÃO ILUMINAÇÃO DA PISTA ILUMINAÇÃO DE ZONA DE PARADA ILUMINAÇÃO DE PISTA DE TÁXI BARRAS DE PARADA ILUMINAÇÃO DE OBSTÁCULOS FAROL ROTATIVO DE AERÓDROMO SINAIS PARA O TRÁFEGO DO AERÓDROMO SINAIS COM LUZ CORRENTE E COM LUZ PIROTÉCNICA SERVIÇO DE INFORMAÇÃO DE VÔO APLICAÇÃO ATRIBUIÇÃO REGISTRO E TRANSMISSÃO DE INFORMAÇÃO RELATIVA À PROGRESSÃO DOS VÔOS TRANSFERÊNCIA DE RESPONSABILIDADE QUANTO À PRESTAÇÃO DO SERVIÇO DE INFORMAÇÃO DE VÔO TRANSMISSÃO DE INFORMAÇÃO MEIOS DE TRANSMISSÃO TRANSMISSÃO DE INFORMAÇÃO SIGMET TRANSMISSÃO DE INFORMES ESPECIAIS SELECIONADOS E DE CORREÇÕES EM PREVISÃO DE AERÓDROMO SERVIÇO AUTOMÁTICO DE INFORMAÇÃO TERMINAL (ATIS) SERVIÇO DE ASSESSORAMENTO DE TRÁFEGO AÉREO OBJETIVO E PRINCÍPIOS BÁSICOS AERONAVES QUE UTILIZAM O SERVIÇO DE ASSESSORAMENTO DE TRÁFEGO AÉREO COMPETE AOS ÓRGÃOS DOS SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO SERVIÇO DE INFORMAÇÃO DE VÔO DE AERÓDROMO AFIS ELEMENTOS BÁSICOS DE INFORMAÇÃO PARA AS AERONAVES OPERAÇÃO DE AERONAVES SEM EQUIPAMENTO RÁDIO OU COM ESTE INOPERANTE CIRCUITO DE TRÁFEGO PADRÃO RESPONSABILIDADE DO PILOTO EM COMANDO SERVIÇO DE ALERTA APLICAÇÃO FASES DE EMERGÊNCIA EMPREGO DE CIRCUITOS DE COMUNICAÇÃO LOCALIZAÇÃO DE AERONAVES EM EMERGÊNCIA INFORMAÇÃO PARA O EXPLORADOR COORDENAÇÃO FINALIDADE EXECUÇÃO COORDENAÇÃO REFERENTE À PRESTAÇÃO DO SERVIÇO DE INFORMAÇÃO DE VÔO E DO SERVIÇO DE ALERTA COORDENAÇÃO REFERENTE À PRESTAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSESSORAMENTO DE TRÁFEGO AÉREO COORDENAÇÃO REFERENTE À PRESTAÇÃO DO SERVIÇO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO COORDENAÇÃO ENTRE CENTROS DE CONTROLE DE ÁREA ADJACENTES COORDENAÇÃO ENTRE CENTRO DE CONTROLE DE ÁREA E CONTROLE DE APROXIMAÇÃO COORDENAÇÃO ENTRE CONTROLE DE APROXIMAÇÃO E TORRE DE CONTROLE DE AERÓDROMO COORDENAÇÃO ENTRE POSIÇÕES DE CONTROLE DE UM MESMO ÓRGÃO TRANSFERÊNCIA DE CONTROLE ENTRE AS POSIÇÕES OPERACIONAIS TORRE E CONTROLE DE SOLO COORDENAÇÃO DE TRÁFEGO AÉREO REFERENTE AO PLANO DE VÔO VISUAL PLANO APRESENTADO NO AERÓDROMO DE PARTIDA: PLANO APRESENTADO EM VÔO (AFIL) COORDENAÇÃO ENTRE ÓRGÃOS ATC E ESTAÇÕES DE TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS...136

8 13.8 COORDENAÇÃO ENTRE ÓRGÃOS ATS E O SERVIÇO DE METEOROLOGIA COORDENAÇÃO ENTRE ÓRGÃOS ATS E A ADMINISTRAÇÃO DO AEROPORTO EMPREGO DO RADAR NOS SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO LIMITAÇÕES PERFORMANCE DO EQUIPAMENTO RADAR UTILIZAÇÃO DO RADAR UTILIZAÇÃO DO TRANSPONDER EMERGÊNCIA IDENTIFICAÇÃO RADAR MÉTODOS DE IDENTIFICAÇÃO RADAR PRIMÁRIO MÉTODOS DE IDENTIFICAÇÃO RADAR SECUNDÁRIO FUNÇÕES DO RADAR NO SERVIÇO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS RADAR SERVIÇO DE VIGILÂNCIA RADAR SERVIÇO DE VETORAÇÃO RADAR SEPARAÇÃO RADAR SEPARAÇÃO DE ALVOS MÍNIMOS DE SEPARAÇÃO RADAR UTILIZANDO O RADAR DE TERMINAL UTILIZANDO O RADAR DE ROTA USO DAS INFORMAÇÕES DE RADAR SECUNDÁRIO PARA PROVIMENTO DE SEPARAÇÃO AJUSTES DE VELOCIDADE MÍNIMOS PARA AJUSTES DE VELOCIDADE INFORMAÇÃO DE POSIÇÃO INFORMAÇÕES FORNECIDAS DURANTE A PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS RADAR TRANSFERÊNCIA DE CONTROLE RADAR MÉTODOS DE TRANSFERÊNCIA RADAR TRANSFERÊNCIA DE COMUNICAÇÕES TRANSFERÊNCIAS SUCESSIVAS PARA O CONTROLE DE APROXIMAÇÃO CONFIRMAÇÃO DE IDENTIFICAÇÃO TRANSFERÊNCIA DE CONTROLE E DE COMUNICAÇÕES ULTRAPASSAGEM OU DIVERGÊNCIA PARTIDAS E CHEGADAS ESPAÇO AÉREO ADJACENTE BORDA DA TELA RADAR ESPAÇAMENTO DO ALVO DE RADAR SECUNDÁRIO EMPREGO DO RADAR NO SERVIÇO DE CONTROLE DE APROXIMAÇÃO PROCEDIMENTOS DE APROXIMAÇÃO RADAR PROCEDIMENTOS DE APROXIMAÇÃO INICIAL E INTERMEDIÁRIA PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO FINAL APROXIMAÇÃO DE VIGILÂNCIA APROXIMAÇÃO DE PRECISÃO FRASEOLOGIA CONCEITUAÇÃO GENERALIDADES PROCEDIMENTOS RADIOTELEFÔNICOS IDIOMAS ALFABETO FONÉTICO ALGARISMOS NÚMEROS INTEIROS NÚMEROS DECIMAIS HORAS NÍVEL DE VÔO VELOCIDADE MARCAÇÃO, RUMO E PROA AJUSTE DE ALTÍMETRO, PISTA EM USO E TRANSPONDER DIREÇÃO E VELOCIDADE DO VENTO TESTES DE EQUIPAMENTOS RADIOTELEFÔNICOS INDICATIVO DE CHAMADA DAS AERONAVES INDICATIVO DE CHAMADA DOS ÓRGÃOS ATS DESIGNADORES DE ROTAS ATS GLOSSÁRIO DE TERMOS ABREVIATURAS E CÓDIGO Q

9 15.19 PALAVRAS E FRASES PADRONIZADAS FRASEOLOGIA GERAL CHAMADA INICIAL DA AERONAVE E RESPOSTA DO ÓRGÃO ATS INFORMAÇÕES METEOROLÓGICAS INFORMAÇÃO SOBRE ESPAÇO AÉREO CONDICIONADO AUTORIZAÇÃO DE SOBREVÔO INFORMAÇÃO SOBRE NOTAM INFORMAÇÃO RELACIONADA COM SUBIDA E DESCIDA EMERGÊNCIAS SISTEMA ANTICOLISÃO DE BORDO ( ACAS) TRANSMISSÃO DE PLANO DE VÔO APRESENTADO EM VÔO ( AFIL) SERVIÇO DE CONTROLE DE ÁREA CONCESSÃO DE AUTORIZAÇÃO SEPARAÇÃO INFORMAÇÃO DE POSIÇÃO MUDANÇA DE PLANO DE VÔO INFORMAÇÃO DE TRÁFEGO SERVIÇO DE CONTROLE DE APROXIMAÇÃO CHAMADA INICIAL DA AERONAVE AERONAVE CHEGANDO AERONAVE SAINDO SERVIÇO DE CONTROLE DE AERÓDROMO AERONAVE SAINDO AERONAVE CHEGANDO AERONAVE NO CIRCUITO DE TRÁFEGO SERVIÇO DE INFORMAÇÃO DE VÔO DE AERÓDROMO - AFIS TRÁFEGO CHEGANDO TRÁFEGO SAINDO SERVIÇO DE TRÁFEGO AÉREO COM USO DO RADAR IDENTIFICAÇÃO RADAR USO DO TRANSPONDER VIGILÂNCIA RADAR VETORAÇÃO RADAR CONTROLE DE FLUXO APROXIMAÇÃO COM RADAR DE VIGILÂNCIA SERVIÇO DE TRÁFEGO AÉREO COM USO DO VHF-DF DISPOSIÇÕES FINAIS ANEXOS ANEXO 1 - SINAIS ANEXO 2 - TABELA DE NÍVEIS DE CRUZEIRO ANEXO 3 - CLASSIFICAÇÃO DE ESPAÇOS AÉREOS ATS ANEXO 4 - MODELO PARA SUGESTÕES ANEXO 5 - CONTROLE DE MODIFICAÇÕES

10 PREFÁCIO A reedição desta IMA visa, prioritariamente, incorporar todas as modificações ( 1ª a 17ª ) realizadas na edição anterior, bem como promover alterações na estrutura, buscando facilitar seu manuseio, e efetuar as correções editoriais necessárias. As sugestões para melhoria desta publicação poderão ser encaminhadas ao endereço abaixo, utilizando-se o modelo de formulário anexo. Diretoria de Eletrônica e Proteção ao Vôo Subdiretoria de Operações Divisão de Gerenciamento de Tráfego Aéreo Av. General Justo, Rio de Janeiro - RJ 11

11 12

12 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.1 FINALIDADE A presente publicação tem por finalidade estabelecer as normas inerentes às Regras do Ar e Serviços de Tráfego Aéreo. 1.2 ÂMBITO Os procedimentos aqui descritos, de observância obrigatória, aplicam-se às aeronaves que utilizem o espaço aéreo sob jurisdição do Brasil e aos órgãos ATS. 13

13 14

14 30 JUN 1999 IMA DEFINIÇÕES E ABREVIATURAS 2.1 DEFINIÇÕES Os termos e expressões abaixo relacionados, empregados nesta Instrução, têm os seguintes significados: AERÓDROMO Área definida sobre a terra ou água destinada à chegada, partida e movimentação de aeronaves. AERÓDROMO CONTROLADO Aeródromo no qual se presta serviço de controle de tráfego aéreo para o tráfego do aeródromo. NOTA: A expressão "AERÓDROMO CONTROLADO'' indica que o serviço de controle de tráfego aéreo é prestado para o tráfego de aeródromo, porém não implica necessariamente a existência de uma zona de controle. AERÓDROMO DE ALTERNATIVA Aeródromo para o qual uma aeronave poderá prosseguir, quando for impossível ou desaconselhável dirigir-se para ou efetuar o pouso no aeródromo de destino previsto. Existem os seguintes tipos de aeródromo de alternativa: a) aeródromo de alternativa pós-decolagem: - aeródromo no qual uma aeronave pode pousar, logo após a decolagem, se for necessário, caso não seja possível utilizar o aeródromo de saída. b) aeródromo de alternativa em rota: - aeródromo no qual uma aeronave pode pousar, caso ocorram condições anormais ou de emergência em rota. c) aeródromo de alternativa de destino: - aeródromo para o qual uma aeronave pode prosseguir, quando for impossível ou desaconselhável pousar no aeródromo de destino previsto. AERÓDROMO IMPRATICÁVEL Aeródromo cuja praticabilidade das pistas fica prejudicada devido a condição anormal (aeronave acidentada na pista, pista alagada, piso em mau estado etc.), determinando a suspensão das operações de pouso e decolagem. AERÓDROMO INTERDITADO Aeródromo cujas condições de segurança (chegada e saída da aeronave presidencial, operações militares, ordem interna etc.) determinam a suspensão das operações de pouso e decolagem. AERONAVE Todo aparelho manobrável em vôo que possa sustentar-se e circular no espaço aéreo mediante reações aerodinâmicas apto a transportar pessoas ou coisas. AERONAVE EM EMERGÊNCIA Toda aeronave que se encontra em situação de perigo latente ou iminente. AERONAVE EXTRAVIADA Toda aeronave que se desviou consideravelmente da rota prevista, ou que tenha notificado que desconhece sua posição. 15

15 25 DEZ 2003 IMA (M6) AERONAVE NÃO IDENTIFICADA Toda aeronave que tenha sido observada, ou com respeito à qual se tenha notificado que está voando em uma determinada área, mas cuja identificação não tenha sido estabelecida. AERONOTIFICAÇÃO Reporte de uma aeronave em vôo preparado de acordo com os requisitos de informação de posição, operacional e/ou meteorológica. AEROPLANO (AVIÃO) Aeronave mais pesada que o ar, propulsada mecanicamente, que deve sua sustentação em vôo principalmente às reações aerodinâmicas exercidas sobre superfícies que permanecem fixas em determinadas condições de vôo. AEROPORTO Aeródromo público dotado de instalações e facilidades para apoio de operações de aeronaves e de embarque e desembarque de pessoas e cargas. AEROVIA Área de Controle, ou parte dela, disposta em forma de corredor e provida de auxílios à navegação. AJUSTE A ZERO Pressão barométrica em determinado ponto do solo (estação ou aeródromo), expressa em hectopascais; quando introduzida no altímetro de bordo, este indicará a altura zero, quando a aeronave ali pousar. AJUSTE DE ALTÍMETRO Pressão barométrica de um determinado ponto do solo (estação ou aeródromo), reduzida ao nível médio do mar, expressa em hectopascais; quando introduzida no altímetro de bordo, este indicará a altitude do aeródromo, quando a aeronave ali pousar. ALCANCE VISUAL NA PISTA Distância na qual o piloto de uma aeronave, que se encontra sobre o eixo de uma pista, pode ver os sinais de superfície da pista, luzes delimitadoras da pista ou luzes centrais da pista. ALERFA Palavra-código utilizada para designar uma fase de alerta. 16

16 ALTITUDE Distância vertical entre um nível, um ponto ou objeto considerado como ponto e o nível médio do mar. ALTITUDE DE DECISÃO Altitude especificada em uma aproximação de precisão, na qual deve ser iniciado um procedimento de aproximação perdida, caso não seja estabelecida a referência visual exigida para continuar a aproximação e pousar. NOTA: A referência visual exigida significa aquela parte dos auxílios visuais ou da área de aproximação, que tenha estado à vista durante tempo suficiente para permitir que o piloto faça uma avaliação da posição da aeronave e seu deslocamento, em relação à trajetória de vôo desejada. ALTITUDE PRESSÃO Pressão atmosférica expressa em termos de altitude que corresponde a essa pressão na atmosfera padrão. ALTITUDE DE TRANSIÇÃO Altitude na qual ou abaixo da qual a posição vertical de uma aeronave é controlada por referência a altitudes. ALTITUDE MÍNIMA DE DESCIDA Altitude especificada em uma aproximação que não seja de precisão ou em uma aproximação para circular, abaixo da qual a descida não pode ser efetuada sem referência visual. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR A altitude mais baixa que pode ser usada, provendo-se uma separação mínima de 300m (1000 pés) acima de todos os obstáculos contidos em um setor circular de 46 Km (25NM) de raio centrado no auxílio à navegação básico do procedimento. ALTURA Distância vertical de um nível, ponto ou objeto considerado como ponto e uma determinada referência. ALVO Indicação observada numa tela radar resultante do retorno de um sinal emitido por radar primário ou secundário. APRESENTAÇÃO RADAR Apresentação eletrônica de informações oriundas de um radar e que representa a posição e o movimento das aeronaves. APROXIMAÇÃO DE NÃO-PRECISÃO Aproximação por instrumentos baseada em auxílio à navegação que não possua indicação eletrônica de trajetória de planeio (NDB, VDF, VOR). APROXIMAÇÃO DE PRECISÃO Aproximação por instrumentos baseada em auxílio à navegação que possua indicação eletrônica de trajetória de planeio (ILS ou PAR). APROXIMAÇÃO DE VIGILÂNCIA Aproximação conduzida de acordo com instruções emitidas por um controlador radar, baseada numa apresentação radar de vigilância. APROXIMAÇÃO PAR Aproximação de precisão conduzida de acordo com instruções emitidas por um controlador radar, baseada numa apresentação radar de precisão que mostre a posição da aeronave em distância, azimute e elevação. APROXIMAÇÃO DIRETA 17

17 Aproximação por instrumentos que conduz a aeronave, no segmento de aproximação final, em rumo alinhado com o eixo da pista ou, no caso de aproximação de não-precisão, em rumo, formando ângulo de 30 ou menos com o eixo da pista. APROXIMAÇÃO PARA CIRCULAR Complemento de um procedimento de aproximação por instrumentos que exige que a aeronave execute, com referências visuais, uma manobra para circular o aeródromo e pousar. APROXIMAÇÃO PERDIDA Fase de um procedimento de aproximação por instrumentos que deverá ser executada pela aeronave, caso não seja estabelecida a referência visual para continuar a aproximação e pousar. APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTOS Aproximação na qual todo o procedimento é executado com referência a instrumentos. APROXIMAÇÃO RADAR Aproximação executada por uma aeronave sob orientação de um controlador radar. APROXIMAÇÃO VISUAL Aproximação em vôo IFR, quando parte ou a totalidade do procedimento de aproximação por instrumentos não se completa e se realiza com referência visual do solo. ARCO DME Rota percorrida por uma aeronave, voando a uma distância constante de um auxílio à navegação, com referência a um equipamento radiotelemétrico. ÁREA DE CONTROLE Espaço aéreo controlado que se estende para cima a partir de um limite especificado sobre o terreno. ÁREA DE CONTROLE TERMINAL Área de controle situada geralmente na confluência de rotas ATS e nas imediações de um ou mais aeródromos. ÁREA DE MANOBRAS Parte do aeródromo destinada ao pouso, decolagem e táxi de aeronaves, excluídos os pátios. ÁREA DE MOVIMENTO Parte do aeródromo destinada ao pouso, decolagem e táxi de aeronaves e está integrada pela área de manobras e os pátios. ÁREA DE POUSO Parte de uma área de movimento que está destinada ao pouso ou decolagem das aeronaves. ÁREA DE SINALIZAÇÃO Área de um aeródromo destinada à exibição de sinais terrestres. ÁREA PERIGOSA Espaço aéreo de dimensões definidas, dentro do qual existem riscos, potenciais ou atuais, para a navegação aérea. ÁREA PROIBIDA Espaço aéreo de dimensões definidas, dentro do qual o vôo é proibido. ÁREA RESTRITA Espaço aéreo de dimensões definidas, dentro do qual o vôo só poderá ser realizado sob condições preestabelecidas. AUTORIZAÇÃO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO 18

18 Autorização para que uma aeronave proceda de acordo com as condições especificadas por um órgão de controle de tráfego aéreo. NOTA 1: Por conveniência, a expressão "AUTORIZAÇÃO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO" é freqüentemente abreviada para "AUTORIZAÇÃO", quando usada em contextos apropriados. NOTA 2: O termo "AUTORIZAÇÃO" pode aparecer antecipando palavras, como "táxi", "decolagem", "abandono", "em rota", "aproximação" ou "pouso" para indicar a porção particular do vôo com a qual a autorização de controle de tráfego aéreo se relaciona. AUTORIZAÇÃO DE TRÁFEGO Posição de torre de controle de aeródromo, com freqüência específica, cujo uso é limitado às comunicações entre a torre de controle e as aeronaves, no solo, com a finalidade de expedir autorização de controle de tráfego aéreo. AVISO PARA EVITAR TRÁFEGO Aviso prestado por um órgão ATS, sugerindo manobras para orientar um piloto de forma a evitar uma colisão. BARRA DE CONTROLE DE RADAR SECUNDÁRIO Sinal de forma alongada apresentado na tela do radar e oriundo de um radar secundário. CAMADA DE TRANSIÇÃO Espaço aéreo entre a altitude de transição e o nível de transição. CATEGORIA DE VÔO Indicação que se dá a um vôo para o qual será proporcionado tratamento especial pelos órgãos dos serviços de tráfego aéreo. CENTRO DE CONTROLE DE ÁREA Órgão estabelecido para prestar serviço de controle de tráfego aéreo aos vôos controlados nas áreas de controle sob sua jurisdição. CENTRO DE COORDENAÇÃO DE SALVAMENTO Órgão encarregado de promover a eficiente organização do serviço de busca e salvamento e de coordenar a execução das operações de busca e salvamento, dentro de uma região de busca e salvamento. CENTRO METEOROLÓGICO Órgão designado para proporcionar assistência meteorológica à navegação aérea internacional. CIRCUITO DE TRÁFEGO DE AERÓDROMO Trajetórias especificadas que devem ser seguidas pelas aeronaves que evoluem nas imediações de um aeródromo. CÓDIGO DISCRETO É o código SSR que termina em algarismos diferentes de zero-zero. CÓDIGO NÃO DISCRETO É o código SSR que termina em zero-zero. CÓDIGO (CÓDIGO SSR) Número consignado para um determinado sinal de resposta de múltiplos impulsos, transmitido por um transponder. COMUNICAÇÃO AEROTERRESTRE Comunicação bilateral entre aeronaves e estações ou locais na superfície da terra. CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE VÔO POR INSTRUMENTOS 19

19 Condições meteorológicas expressas em termos de visibilidade, distância de nuvens e teto, inferiores aos mínimos especificados para o vôo visual. CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE VÔO VISUAL Condições meteorológicas, expressas em termos de visibilidade, distância de nuvens e teto, iguais ou superiores aos mínimos especificados para o vôo visual. CONTATO RADAR Situação que ocorre quando o eco radar ou símbolo de posição radar de determinada aeronave é visto e identificado numa tela radar. CONTROLADOR FINAL É o controlador radar que proporciona orientação de aproximação final, baseado numa apresentação de radar de precisão ou de vigilância. CONTROLADOR RADAR Controlador de tráfego aéreo qualificado, portador de habilitação para controlar o tráfego aéreo, utilizando diretamente informações oriundas de radar. CONTROLE DE APROXIMAÇÃO Órgão estabelecido para prestar serviço de controle de tráfego aéreo aos vôos controlados que cheguem ou saiam de um ou mais aeródromos. CONTROLE DE SOLO Posição de torre de controle de aeródromo, com freqüência específica, cujo uso é limitado às comunicações entre a torre de controle e as aeronaves no solo ou veículos autorizados na área de manobras do aeródromo. CONTROLE RADAR Termo usado para indicar que na provisão do serviço de controle de tráfego aéreo estão sendo utilizadas, diretamente, informações oriundas do radar. CURVA BASE Curva executada pela aeronave, durante a aproximação inicial, entre o término do afastamento e o início da aproximação intermediária ou final. Os rumos não são recíprocos. CURVA DE PROCEDIMENTO Manobra executada por uma aeronave, durante o segmento de aproximação inicial, que consiste em uma curva, a partir do rumo de afastamento, seguida de outra, em sentido contrário, de modo a permitir que a aeronave intercepte e prossiga ao longo do rumo de aproximação final ou intermediária. DECOLAGEM IMEDIATA Procedimento executado por uma aeronave que, devidamente autorizada pelo órgão ATC, deverá taxiar o mais rápido possível para a pista em uso em movimento contínuo e, sem deter-se, decolar imediatamente. DETRESFA Palavra-código usada para designar uma fase de perigo. DIA Período compreendido entre as horas do nascer e do pôr-do-sol. DURAÇÃO PREVISTA No caso de vôos IFR, o tempo estimado, a partir da decolagem, para chegar sobre um ponto designado, definido em relação ao auxílio à navegação, a partir do qual se iniciará um procedimento de aproximação por instrumentos, 20

20 ou, se não existir auxílio à navegação no aeródromo de destino, para chegar à vertical de tal aeródromo. No caso de vôos VFR, o tempo estimado, a partir da decolagem, para chegar ao aeródromo de destino. ECO RADAR Expressão genérica utilizada para a indicação visual, em uma apresentação radar, da posição de uma aeronave obtida por radar primário ou secundário. EQUIPAMENTO RADIOTELEMÉTRICO Equipamento de bordo e de terra usado para medir a distância entre a aeronave e determinado auxílio à navegação. ESPAÇO AÉREO CONTROLADO Espaço aéreo de dimensões definidas, dentro do qual se presta o serviço de controle de tráfego aéreo aos vôos IFR e VFR de conformidade com a classificação do espaço aéreo. NOTA: Espaço aéreo controlado é um termo genérico que engloba as classes A, B, C, D e E de espaços aéreos ATS. ESPAÇO AÉREO DE ASSESSORAMENTO Espaço aéreo de dimensões definidas, ou rota assim designada, onde se proporciona o serviço de assessoramento de tráfego aéreo. ESPAÇOS AÉREOS ATS Espaços aéreos de dimensões definidas, designados alfabeticamente, dentro dos quais podem operar tipos específicos de vôos e para os quais são estabelecidos os serviços de tráfego aéreo e as regras de operação. NOTA: Os espaços aéreos ATS são classificados de A até G. ESPERA Manobra predeterminada que mantém a aeronave dentro de um espaço aéreo especificado, enquanto aguarda autorização posterior. ESTAÇÃO AERONÁUTICA Estação terrestre do serviço móvel aeronáutico. Em certos casos, a estação aeronáutica pode estar instalada a bordo de um navio ou de uma plataforma sobre o mar. ESTAÇÃO DE TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS Estação do serviço de telecomunicações aeronáuticas. ESTAÇÃO FIXA AERONÁUTICA Estação do serviço fixo aeronáutico. EXPLORADOR Pessoa, organização ou empresa que se dedica ou se propõe a dedicar à exploração de aeronaves. FASE DE ALERTA Situação na qual existe apreensão quanto à segurança de uma aeronave e à de seus ocupantes. FASE DE EMERGÊNCIA Expressão genérica que significa, segundo o caso, fase de incerteza, fase de alerta ou fase de perigo. FASE DE INCERTEZA Situação na qual existe dúvida quanto à segurança de uma aeronave e à de seus ocupantes. FASE DE PERIGO 21

21 Situação na qual existe razoável certeza de que uma aeronave e seus ocupantes estão ameaçados de grave e iminente perigo e necessitam de assistência. HORA ESTIMADA DE APROXIMAÇÃO Hora na qual o órgão de controle prevê que uma aeronave que chega, sujeita à espera, abandonará o ponto de espera para completar sua aproximação para pousar. NOTA: A hora em que realmente o ponto de espera será abandonado dependerá da autorização para a aproximação. HORA ESTIMADA DE CALÇOS FORA Hora estimada na qual a aeronave iniciará o deslocamento relacionado com a partida. IDENTIFICAÇÃO RADAR Processo de se relacionar um eco radar ou símbolo de posição radar com uma determinada aeronave. INCERFA Palavra-código utilizada para designar uma fase de incerteza. INCIDENTE DE TRÁFEGO AÉREO Toda ocorrência envolvendo o tráfego aéreo, que constitua risco para as aeronaves, relacionada com: a) facilidades - dificuldades causadas pela falha de alguma instalação de infra-estrutura de navegação aérea; b) procedimentos - dificuldades ocasionadas por procedimentos falhos, ou não cumprimento dos procedimentos aplicáveis; ou c) proximidade das aeronaves (AIRPROX) - situação em que, na opinião do piloto ou do órgão ATS, a distância entre aeronaves bem como suas posições relativas e velocidades foram tais que a segurança tenha sido comprometida. NOTA: Em função do nível de comprometimento da segurança, o incidente de tráfego aéreo é classificado como: Risco Crítico, Risco Potencial, Nenhum Risco e Risco Indeterminado. INDICAÇÃO AUTOMÁTICA DE ALTITUDE Função do transponder que responde às interrogações do "MODO C", transmitindo a altitude pressão da aeronave em centenas de pés. INDICADOR DE LOCALIDADE Grupo-código de quatro letras formulado de acordo com as disposições prescritas pela OACI e consignado a uma localidade, onde está situada uma estação fixa aeronáutica. INFORMAÇÃO DE TRÁFEGO Informação emitida por um órgão ATS para alertar um piloto, sobre outro tráfego aéreo conhecido ou observado que possa estar nas imediações da posição ou rota desejada do vôo e para auxiliá-lo a evitar uma colisão. INFORMAÇÃO SIGMET Informação emitida por um órgão de vigilância meteorológica e relativa à existência, real ou prevista, de fenômenos meteorológicos em rotas especificadas, que possam afetar a segurança das operações de aeronaves. INSTRUÇÃO DE CONTROLE DE TRÁFEGO Diretrizes expedidas pelo controle de tráfego aéreo com a finalidade de exigir que o piloto tome determinadas medidas. LIMITE DE AUTORIZAÇÃO 22

22 Ponto até o qual se concede autorização de controle de tráfego aéreo a uma aeronave. LUZ AERONÁUTICA DE SUPERFÍCIE Toda luz especialmente instalada para servir de auxílio à navegação aérea, exceto as exibidas pelas aeronaves. LUZES DE CABECEIRA Luzes aeronáuticas de superfície distribuídas de modo a indicar os limites longitudinais da pista. LUZES DE OBSTÁCULOS Luzes aeronáuticas de superfície destinadas a indicar obstáculos à navegação aérea. LUZES DE PISTA Luzes aeronáuticas de superfície dispostas ao longo da pista, indicando sua direção e limites laterais. LUZES DE PISTA DE TÁXI Luzes aeronáuticas de superfície distribuídas ao longo da pista de táxi. MEMBROS DA TRIPULAÇÃO DE VÔO Pessoa devidamente habilitada que exerce função a bordo de aeronave. MODO (MODO SSR) Letra ou número designado a um intervalo específico de pulsos dos sinais de interrogação, transmitidos por um interrogador. NOTA: Existem quatro modos - A, B, C e D - correspondentes a quatro diferentes intervalos de pulsos de interrogação. NAVEGAÇÃO DE ÁREA Método de navegação que permite a operação de aeronaves em qualquer trajetória de vôo desejada dentro da cobertura de auxílios à navegação, ou dentro dos limites das possibilidades dos equipamentos autônomos de navegação, ou de uma combinação de ambos. NENHUM RISCO Condição na qual a segurança da operação não tenha sido comprometida. NÍVEL Termo genérico referente à posição vertical de uma aeronave em vôo, que significa, indistintamente, altura, altitude ou nível de vôo. NÍVEL DE CRUZEIRO Nível que se mantém durante uma etapa considerável do vôo. NÍVEL DE TRANSIÇÃO Nível de vôo mais baixo disponível para uso, acima da altitude de transição. NÍVEL DE VÔO Superfície de pressão atmosférica constante, relacionada com uma determinada referência de pressão, hectopascais, e que está separada de outras superfícies análogas por determinados intervalos de pressão. NOTA 1 : O altímetro de pressão, calibrado de acordo com a atmosfera padrão, indicará: a) altitude - quando ajustado para " ajuste de altímetro" (QNH); b) altura - quando ajustado para " ajuste a zero" (QFE); e c) nível de vôo - quando ajustado para a pressão de hectopascais (QNE). 23

23 NOTA 2 : Os termos " altura" e "altitude", usados na NOTA 1, referem-se a alturas e altitudes altimétricas em vez de geométricas. NÍVEL MÍNIMO DE ESPERA Nível estabelecido em função de fatores topográficos ou operacionais, abaixo do qual não é permitido às aeronaves permanecerem em procedimento de espera. NOITE Período compreendido entre as horas do pôr-do-sol e do nascer-do-sol. NOTAM (AVISO PARA OS AERONAVEGANTES) Aviso que contém informação relativa ao estabelecimento, condição ou modificação de qualquer instalação aeronáutica, serviço, procedimento ou perigo, cujo pronto conhecimento seja indispensável para o pessoal encarregado das operações de vôo. OPERAÇÃO MILITAR Operação de aeronave em missão de guerra, de segurança interna ou em manobra militar, realizada sob responsabilidade direta da autoridade militar competente. ÓRGÃO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO Expressão genérica que se aplica, segundo o caso, a um Centro de Controle de Área, Controle de Aproximação ou Torre de Controle de Aeródromo. ÓRGÃO DOS SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO Expressão genérica que se aplica, segundo o caso, a um órgão de controle de tráfego aéreo ou a um órgão de informação de vôo. OVERLAY Informação superposta a uma apresentação radar para proporcionar indicação direta de dados selecionados. PÁTIO Área definida, em um aeródromo terrestre, destinada a abrigar as aeronaves para fins de embarque ou desembarque de passageiros, carga ou descarga, reabastecimento, estacionamento ou manutenção. PILOTO EM COMANDO Piloto responsável pela segurança da aeronave durante o tempo de vôo. PENETRAÇÃO Procedimento de descida por instrumentos elaborado para ser executado por aeronaves que chegam em altitudes elevadas e que prevê uma descida a partir do auxílio à navegação até um determinado ponto ou altitude, de onde é executada uma aproximação. PERNA BASE Trajetória de vôo perpendicular à pista em uso, compreendida entre a perna do vento e a reta final. PERNA DO VENTO Trajetória de vôo paralela à pista em uso, no sentido contrário ao do pouso. PISTA Área retangular definida, em um aeródromo terrestre, preparada para o pouso e decolagem de aeronaves. PISTA DE TÁXI Via definida, em um aeródromo terrestre, estabelecida para o táxi de aeronaves e destinada a proporcionar ligação 24

24 entre uma e outra parte do aeródromo, compreendendo: a) pista de acesso ao estacionamento de aeronaves: parte do pátio designada como pista de táxi e destinada a proporcionar, apenas, acesso aos estacionamentos de aeronaves. b) pista de táxi no pátio: parte de um sistema de pistas de táxi situada em um pátio e destinada a proporcionar uma via para o táxi através do pátio. c) pista de saída rápida: pista de táxi que se une a uma pista em um ângulo agudo e está projetada de modo que os aviões que pousam livrem a pista com velocidades maiores do que as usadas em outras pistas de táxi de saída, graças à qual a pista é ocupada o menor tempo possível. PLANO DE VÔO Informações específicas, relacionadas com um vôo planejado ou com parte de um vôo de uma aeronave, fornecidas aos órgãos que prestam serviços de tráfego aéreo. PLANO DE VÔO APRESENTADO Plano de Vôo tal como fora apresentado pelo piloto, ou seu representante, ao órgão dos serviços de tráfego aéreo, sem qualquer modificação posterior. PLANO DE VÔO EM VIGOR Plano de Vôo que abrange as modificações, caso haja, resultantes de autorizações posteriores. PLANO DE VÔO REPETITIVO Plano de Vôo relativo a uma série de vôos regulares, que se realizam freqüentemente com idênticas características básicas, apresentado pelos exploradores para retenção e uso repetitivo pelos órgãos ATS. PONTO DE NOTIFICAÇÃO Lugar geográfico especificado, em relação ao qual uma aeronave pode notificar sua posição. PONTO DE TRANSFERÊNCIA DE CONTROLE Ponto determinado da trajetória de vôo de uma aeronave no qual a responsabilidade de proporcionar serviço de controle de tráfego aéreo à aeronave é transferida de um órgão ou posição de controle para o seguinte. PONTO DE TROCA Ponto no qual se espera que uma aeronave que navega em um segmento de rota ATS definida por VOR trocará, em seu equipamento de navegação primário, a sintonia do auxílio à navegação de cauda pelo situado imediatamente à sua proa. NOTA: Pontos de troca são estabelecidos com o fim de proporcionar o melhor equilíbrio possível, relativo à intensidade e qualidade do sinal entre auxílios à navegação em todos os níveis utilizáveis e para assegurar uma fonte comum de orientação para todas as aeronaves que voem ao longo da mesma parte do segmento da rota. POUSO DE EMERGÊNCIA Pouso de conseqüências imprevisíveis que, embora não constituindo um pouso forçado, requer precauções especiais em virtude de deficiência técnica apresentada pela aeronave. NOTA: Em função da gravidade da emergência essa situação poderá requerer acionamento de ALERTA BRANCO ou AMARELO. 25

25 POUSO FORÇADO Pouso ditado por situação de emergência tal que a permanência da aeronave no ar não deva ser prolongada sob pena de grave risco para os seus ocupantes. NOTA : Essa situação requer o acionamento de ALERTA VERMELHO. PREVISÃO Informações das condições meteorológicas previstas para um período determinado e referentes a uma determinada área ou porção do espaço aéreo. PROA Direção segundo a qual é ou deve ser orientado o eixo longitudinal da aeronave. PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO PERDIDA Procedimento que deve ser seguido, se não for possível prosseguir na aproximação. PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO DE PRECISÃO Procedimento de aproximação por instrumentos, baseado em dados de azimute e de trajetória de planeio proporcionados pelo ILS ou PAR. PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTOS Série de manobras predeterminadas realizadas com o auxílio dos instrumentos de bordo, com proteção especifica contra os obstáculos, desde o fixo de aproximação inicial ou, quando aplicável, desde o princípio de uma rota de chegada até um ponto a partir do qual seja possível efetuar o pouso e, caso este não se realize, até uma posição na qual se apliquem os critérios de circuito de espera ou de margem livre de obstáculos em rota. PROCEDIMENTO DE REVERSÃO Procedimento designado para permitir que uma aeronave reverta 180 no segmento de aproximação inicial de um procedimento de aproximação por instrumentos. Esse procedimento poderá ser curva de procedimento ou curva base. PROCEDIMENTO TIPO HIPÓDROMO Procedimento designado para permitir que uma aeronave perca altitude no segmento de aproximação inicial e/ou siga a trajetória de aproximação, quando não for recomendável um procedimento de reversão. PROCEDIMENTO DE ESPERA Manobra predeterminada que mantém a aeronave dentro de um espaço aéreo especificado, enquanto aguarda uma autorização posterior. PUBLICAÇÃO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA Aquela publicada por qualquer Estado, ou com sua autorização, que contém informação aeronáutica, de caráter duradouro, indispensável à navegação aérea. RADAR Equipamento de rádio-deteção que fornece informações de distância, azimute e/ou elevação de objetos. RADAR DE APROXIMAÇÃO DE PRECISÃO Equipamento radar primário usado para determinar a posição de uma aeronave durante a aproximação final em azimute e elevação, com relação à trajetória nominal de aproximação e, em distância, com relação ao ponto de toque. RADAR DE VIGILÂNCIA Equipamento radar utilizado para determinar a posição das aeronaves em distância e azimute. 26

26 RADAR PRIMÁRIO Sistema radar que utiliza sinais de rádio refletidos. RADAR SECUNDÁRIO Sistema radar no qual um sinal rádio emitido por uma estação radar provoca a transmissão de um sinal rádio de outra estação. RADAR SECUNDÁRIO DE VIGILÂNCIA Sistema radar secundário que utiliza transmissores-receptores (interrogadores de solo e respondedores de bordo) e que se ajusta às especificações preconizadas pela OACI. RADIAL Rumo magnético tomado a partir de um VOR. REGIÃO DE INFORMAÇÃO DE VÔO Espaço aéreo de dimensões definidas, dentro do qual são proporcionados serviços de informação de vôo e de alerta. RETA FINAL Trajetória de vôo, no sentido do pouso e no prolongamento do eixo da pista, compreendida entre a perna base e a cabeceira da pista em uso. RETA FINAL LONGA Trajetória de vôo no sentido do pouso e no prolongamento do eixo da pista, quando a aeronave inicia o segmento de aproximação final, a uma distância superior a 7Km (4NM) do ponto de toque ou, quando a aeronave, numa aproximação direta, estiver a 15Km (8 NM) do ponto de toque. RISCO CRÍTICO Condição na qual não ocorreu um acidente devido ao acaso ou a uma ação evasiva com mudança brusca ou imediata da atitude de vôo ou de movimento. RISCO INDETERMINADO Condição sobre a qual as informações disponíveis não permitiram determinar o nível de comprometimento da segurança da operação. RISCO POTENCIAL Condição na qual a proximidade entre aeronaves, ou entre aeronaves e obstáculos, tenha resultado em separação menor que o mínimo estabelecido pelas normas vigentes sem, contudo, atingir a condição de risco crítico. ROTA Projeção sobre a superfície terrestre da trajetória de uma aeronave cuja direção, em qualquer ponto, é expressa geralmente em graus a partir do Norte (verdadeiro ou magnético). ROTA ATS Rota especificada, de acordo com a necessidade, para proporcionar serviços de tráfego aéreo. NOTA: A expressão "ROTA ATS" se aplica, segundo o caso, a aerovias, rota de assessoramento, rotas com ou sem controle, rotas de chegada ou saída etc. ROTA DE ASSESSORAMENTO Rota designada ao longo da qual se proporciona o serviço de assessoramento de tráfego aéreo. ROTA DE NAVEGAÇÃO DE ÁREA Rota ATS estabelecida para ser utilizada por aeronaves que possam aplicar o sistema de navegação de área. 27

27 RUMO Direção da rota desejada, ou percorrida, no momento considerado e, normalmente, expressa em graus, de 000 a 360 a partir do Norte (verdadeiro ou magnético), no sentido do movimento dos ponteiros do relógio. SALA DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS DE AERÓDROMO Órgão estabelecido em um aeroporto com o objetivo de prestar o serviço de informação prévia ao vôo e receber os planos de vôo apresentados antes da partida. SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO FINAL Fase de um procedimento de aproximação por instrumentos, durante o qual são executados o alinhamento e descida para pousar. SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INICIAL Fase de um procedimento de aproximação por instrumentos, entre o fixo de aproximação inicial e o fixo de aproximação final. SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INTERMEDIÁRIA Fase de um procedimento de aproximação por instrumentos, entre o fixo de aproximação intermediária e o fixo de aproximação final ou, entre o final de um procedimento de reversão ou procedimento tipo hipódromo e o fixo de aproximação final, segundo o caso. SEPARAÇÃO Distância que separa aeronaves, níveis ou rotas. SEPARAÇÃO NÃO-RADAR Separação utilizada, quando a informação de posição da aeronave é obtida de fonte que não seja radar. SEPARAÇÃO RADAR Separação utilizada, quando a informação de posição da aeronave é obtida de fonte radar. SERVIÇO DE ALERTA Serviço prestado para notificar os órgãos apropriados a respeito das aeronaves que necessitem de ajuda de busca e salvamento e para auxiliar tais órgãos no que for necessário. SEQÜÊNCIA DE APROXIMAÇÃO Ordem em que duas ou mais aeronaves são autorizadas para aproximação e pouso. SERVIÇO DE ASSESSORAMENTO DE TRÁFEGO AÉREO Serviço prestado em espaço aéreo com assessoramento para que, dentro do possível, sejam mantidas as separações adequadas entre as aeronaves que operam segundo planos de vôo IFR. SERVIÇO AUTOMÁTICO DE INFORMAÇÃO DE TERMINAL Provisão de informações regulares e atualizadas para as aeronaves que chegam e que partem, mediante radiodifusões contínuas e repetitivas durante todo o dia ou durante uma parte determinada do mesmo. SERVIÇO DE CONTROLE DE AERÓDROMO Serviço de controle de tráfego aéreo para o tráfego de aeródromo. SERVIÇO DE CONTROLE DE APROXIMAÇÃO Serviço de controle de tráfego aéreo para a chegada e partida de vôos controlados. SERVIÇO DE CONTROLE DE ÁREA Serviço de controle de tráfego aéreo para os vôos controlados em áreas de controle. 28

28 04 OUT 2001 IMA (M2) SERVIÇO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO Serviço prestado com a finalidade de: a) prevenir colisões entre aeronaves e entre aeronaves e obstáculos na área de manobras; e b) acelerar e manter ordenado o fluxo de tráfego aéreo. SERVIÇO DE INFORMAÇÃO DE VÔO Serviço prestado com a finalidade de proporcionar avisos e informações úteis para a realização segura e eficiente dos vôos. SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS Serviço de telecomunicações proporcionado para qualquer fim aeronáutico. SERVIÇO DE TRÁFEGO AÉREO Expressão genérica que se aplica, segundo o caso, aos serviços de informação de vôo, alerta, assessoramento de tráfego aéreo, controle de tráfego aéreo (controle de área, controle de aproximação ou controle de aeródromo). SERVIÇO FIXO AERONÁUTICO Serviço de telecomunicações entre pontos fixos determinados, que se aplica primordialmente para segurança da navegação aérea e para que seja regular, eficiente e econômica a operação dos serviços aéreos. SERVIÇO MÓVEL AERONÁUTICO Serviço de radiocomunicações entre estações de aeronaves e estações aeronáuticas, ou entre estações de aeronaves. SERVIÇO RADAR Termo utilizado para designar um serviço proporcionado diretamente por meio de informações radar. SISTEMA ANTICOLISÃO DE BORDO É um sistema instalado a bordo das aeronaves, que não depende de nenhum outro sistema de terra, cuja função primária é evitar colisão entre aeronaves. Este sistema adverte o piloto sobre a existência de aeronaves nas proximidades que possam constituir risco de colisão. SUBIDA EM CRUZEIRO Técnica de cruzeiro de um avião que resulta em um aumento da altitude à medida que diminui o peso do avião. TÁXI Movimento autopropulsado de uma aeronave sobre a superfície de um aeródromo, excluídos o pouso e a decolagem, mas, no caso de helicópteros, incluído o movimento sobre a superfície de um aeródromo, a baixa altura e a baixa velocidade. TETO Altura, acima do solo ou água, da base da mais baixa camada de nuvens, abaixo de 6000m ( pés) que cobre mais da metade do céu. TORRE DE CONTROLE DE AERÓDROMO Órgão estabelecido para proporcionar serviço de controle de tráfego aéreo ao tráfego de aeródromo. TRÁFEGO AÉREO Todas as aeronaves em vôo ou operando na área de manobras de um aeródromo. TRÁFEGO DE AERÓDROMO Todo o tráfego na área de manobras de um aeródromo e todas as aeronaves em vôo nas imediações do mesmo. NOTA: Uma aeronave será considerada nas imediações de um aeródromo, quando estiver no circuito de tráfego do aeródromo, ou entrando ou saindo do mesmo. 29

Aeroportos e sistemas aeroportuários: introdução

Aeroportos e sistemas aeroportuários: introdução Aeroportos e sistemas aeroportuários: introdução Definições e Conceitos AERÓDROMO: Área definida sobre a terra ou água destinada à chegada, partida e movimentação de aeronaves; AERÓDROMO CONTROLADO: Aeródromo

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-12 REGRAS DO AR E SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-12 REGRAS DO AR E SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-12 REGRAS DO AR E SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO 2006 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO TRÁFEGO

Leia mais

TRÁFEGO AÉREO ICA 100-12 REGRAS DO AR E SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO

TRÁFEGO AÉREO ICA 100-12 REGRAS DO AR E SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-12 REGRAS DO AR E SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO 2009 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-12 REGRAS DO AR E SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-12 REGRAS DO AR E SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-12 REGRAS DO AR E SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO 2006 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO TRÁFEGO

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-37 SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-37 SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-37 SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO 2013 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO TRÁFEGO AÉREO ICA

Leia mais

Regras de voo visual nocturno (VFR Nocturno)

Regras de voo visual nocturno (VFR Nocturno) CIRCULAR DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA PORTUGAL INSTITUTO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL TELEFONE 218423502 INFORMAÇÃO AERONÁUTICA AFTN - LPPTYAYI AEROPORTO DA PORTELA, 4 19/02 TELEX 12120 - AERCIV P 1749-034 LISBOA

Leia mais

TEL: (5521) 21016320 AFTN: SBRJYGYC FAX: (21) 21016198 VEÍCULOS AÉREOS NÃO TRIPULADOS

TEL: (5521) 21016320 AFTN: SBRJYGYC FAX: (21) 21016198 VEÍCULOS AÉREOS NÃO TRIPULADOS BRASIL DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES AV GENERAL JUSTO, 160 2º AND. - CASTELO 20021-130-RIO DE JANEIRO RJ AIC N 21/10 23 SEP 2010 TEL: (5521) 21016320 AFTN: SBRJYGYC

Leia mais

P R E P A R A Ç Ã O P A R A B A N C A D A A N A C P I L O T O D E L I N H A A É R E A R E G U L A M E N T O S D E T R Á F E G O A É R E O

P R E P A R A Ç Ã O P A R A B A N C A D A A N A C P I L O T O D E L I N H A A É R E A R E G U L A M E N T O S D E T R Á F E G O A É R E O P R E P A R A Ç Ã O P A R A B A N C A D A A N A C P I L O T O D E L I N H A A É R E A R E G U L A M E N T O S D E T R Á F E G O A É R E O V Ô O P O R I N S T R U M E N T O S PLÍNIO JR. 1 D I S T Â N C

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-9 PROCEDIMENTOS ESPECIAIS PARA AERONAVE PRESIDENCIAL 2014 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-12 REGRAS DO AR

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-12 REGRAS DO AR MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-12 REGRAS DO AR 2013 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO TRÁFEGO AÉREO ICA 100-12 REGRAS

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-12 REGRAS DO AR

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-12 REGRAS DO AR MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-12 REGRAS DO AR 2013 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO TRÁFEGO AÉREO ICA 100-12 REGRAS

Leia mais

Gestão de operações aeroportuárias: Controle do espaço aéreo e auxílios à navegação

Gestão de operações aeroportuárias: Controle do espaço aéreo e auxílios à navegação Gestão de operações aeroportuárias: Controle do espaço aéreo e auxílios à navegação Designação de Aerovias ROTAS CONTINENTAIS: São aerovias traçadas sobre o continente ligando pontos e/ou auxílios de

Leia mais

MÓDULO 15 - TRÁFEGO AÉREO Alexandre L. D. Bastos e Derick M. Baum

MÓDULO 15 - TRÁFEGO AÉREO Alexandre L. D. Bastos e Derick M. Baum MÓDULO 15 - TRÁFEGO AÉREO Alexandre L. D. Bastos e Derick M. Baum (versão: 17/05/2009) 1. INTRODUÇÃO A idéia que o céu é infinito e que existe liberdade ao se voar pode ter seu romantismo, porém, e cada

Leia mais

ROTAER 2-1 CAPÍTULO II EXTRATO NORMATIVO

ROTAER 2-1 CAPÍTULO II EXTRATO NORMATIVO ROTAER 2-1 2-1 Utilização de Aeródromos CAPÍTULO II EXTRATO NORMATIVO a. Nesta publicação encontram-se relacionados somente aeródromos brasileiros abertos ao tráfego aéreo, de acordo com a IMA 58-10, de

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO CARTA DE ACORDO OPERACIONAL ENTRE O CONTROLE DE APROXIMAÇÃO DE BELO HORIZONTE (APP-BH), TORRE DE CONTROLE DE AERÓDROMO DE BELO HORIZONTE (TWR-BH),

Leia mais

INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO. IVAO Brasil Academy. Versão 01 / Maio 2013

INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO. IVAO Brasil Academy. Versão 01 / Maio 2013 INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO Versão 01 / Maio 2013 Regulamentos de Tráfego aéreo de helicópteros Padronizador: Cmte. João Gabriel Faria - VID

Leia mais

Manual de Fraseologia - Gold Virtual Airlines. Tutorial. Manual de Fraseologia

Manual de Fraseologia - Gold Virtual Airlines. Tutorial. Manual de Fraseologia Manual de Fraseologia 1 Neste tutorial você aprenderá a realizar comunicação com os órgãos de controle de tráfego aéreo. Introdução Após ter realizado seu planejamento de voo e envio do mesmo seguirá com

Leia mais

Classe de espaço aéreo

Classe de espaço aéreo Curso n 7 Classe de espaço aéreo As classes de espaço aéreo são uma normalização dos serviços prestados nos espaços aéreos. Uma classe de espaço define os serviços que são prestados de acordo com o regime

Leia mais

BRASIL DEPARTAMENTO DO CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES AV. GENERAL JUSTO, 160 2º Andar

BRASIL DEPARTAMENTO DO CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES AV. GENERAL JUSTO, 160 2º Andar BRASIL DEPARTAMENTO DO CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES AV. GENERAL JUSTO, 160 2º Andar AIC N 24/13 20021-130 RIO DE JANEIRO RJ 12 DEZ 2013 http://ais.decea.gov.br/ dpln1@decea.gov.br

Leia mais

CAPÍTULO II EXTRATO NORMATIVO

CAPÍTULO II EXTRATO NORMATIVO ROTAER 2-1 CAPÍTULO II EXTRATO NORMATIVO 2-1 Utilização de Aeródromos a. Nenhum aeródromo civil poderá ser utilizado por aeronaves civis se não estiver devidamente registrado ou homologado e, ainda, divulgado

Leia mais

INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO. IVAO Brasil Academy. Versão 01 / Maio 2013

INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO. IVAO Brasil Academy. Versão 01 / Maio 2013 INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO Versão 01 / Maio 2013 NDB Radio Farol Não Direcional Autor: Desconhecido Padronizado por: Cmte. João Gabriel Faria

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 105 EMENDA nº 00

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 105 EMENDA nº 00 REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 105 EMENDA nº 00 Título: Aprovação: SALTOS DE PARAQUEDAS Resolução ANAC nº xxx, de yyyyy de zzzz de 2010. Origem: SSO/GPNO SUMÁRIO SUBPARTE A - GERAL 105.1

Leia mais

SEMINÁRIO SOBRE SEGURANÇA E EFICÁCIA DE HELIPONTOS. Visão geral sobre a operação de helicópteros no espaço aéreo brasileiro

SEMINÁRIO SOBRE SEGURANÇA E EFICÁCIA DE HELIPONTOS. Visão geral sobre a operação de helicópteros no espaço aéreo brasileiro SEMINÁRIO SOBRE SEGURANÇA E EFICÁCIA DE HELIPONTOS Visão geral sobre a operação de helicópteros no espaço aéreo brasileiro ROTEIRO Operação em Plataformas Petrolíferas Corredores de Helicópteros Procedimentos

Leia mais

Manual de Voo VFR. Virtual Varig Brasil

Manual de Voo VFR. Virtual Varig Brasil Manual de Voo VFR Virtual Varig Brasil Setembro 2010 REGRAS DE VÔO Regras de vôo visual(vfr) -Visual Flight Rules(VFR). -São regras que evitam a colisão de aeronaves com obstáculos ou com outras aeronaves

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO BRASIL AIC N DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA 07/09 AV GENERAL JUSTO, 160 2º AND. - CASTELO 20021-130-RIO DE JANEIRO RJ 12 MAR 2009 TEL: 021 3814-8237

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO CIRCEA 100-11

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO CIRCEA 100-11 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO CIRCEA 100-11 CARTA DE ACORDO OPERACIONAL ENTRE O BRASIL E A BOLÍVIA REFERENTE À OPERAÇÃO NOS AERÓDROMOS DE CORUMBÁ E PUERTO SUÁREZ 2010 MINISTÉRIO

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO CIRCEA

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO CIRCEA MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO CIRCEA 100-18 CARTA DE ACORDO OPERACIONAL ENTRE A V FAE, APP-RJ E TWR-AF 2011 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE

Leia mais

Plano Diretor e Geral do Aeroporto e Requisitos para Aprovação do Projeto

Plano Diretor e Geral do Aeroporto e Requisitos para Aprovação do Projeto Plano Diretor e Geral do Aeroporto e Requisitos para Aprovação do Projeto Definições: Acostamento: faixa lateral nas pistas ou pátios com revestimento tal que evite a ingestão pelas turbinas de materiais

Leia mais

MAIORES INFORMAÇÕES NOS SITES: www.decea.gov.br www.cgna.gov.br www.anac.gov.br

MAIORES INFORMAÇÕES NOS SITES: www.decea.gov.br www.cgna.gov.br www.anac.gov.br Guiia prráttiico de consulltta sobrre as alltterrações do espaço aérreo parra a Riio+20.. Deparrttamentto de Conttrrolle do Espaço Aérreo ESTE GUIA TEM APENAS A FUNÇÃO DE ILUSTRAR E APRESENTAR, RESUMIDAMENTE,

Leia mais

OBJETIVO IDENTIFICAR OS CONCEITOS DE GERENCIAMENTO DE FLUXO DE TRÁFEGO AÉREO PUBLICADOS NO AIP-BRASIL

OBJETIVO IDENTIFICAR OS CONCEITOS DE GERENCIAMENTO DE FLUXO DE TRÁFEGO AÉREO PUBLICADOS NO AIP-BRASIL CGNA AIP-BRASIL OBJETIVO IDENTIFICAR OS CONCEITOS DE GERENCIAMENTO DE FLUXO DE TRÁFEGO AÉREO PUBLICADOS NO AIP-BRASIL 2 ROTEIRO O AIP BRASIL CONCEITOS REGRAS GERAIS REGRAS ESPECÍFICAS 3 Documento básico

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 133 EMENDA nº 00

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 133 EMENDA nº 00 REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 133 EMENDA nº 00 Título: OPERAÇÃO DE AERONAVES DE ASAS ROTATIVAS COM CARGAS EXTERNAS Aprovação: Resolução ANAC nº 174, de 9 de novembro de 2010, publicada

Leia mais

MINISTÉRIO DA AERONÁÚTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL SUBDEPARTAMENTO TÉCNICO SÍMBOLO DATA CATEGORIA DISTRIBUIÇÃO EFETIVAÇÃO 09.11.

MINISTÉRIO DA AERONÁÚTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL SUBDEPARTAMENTO TÉCNICO SÍMBOLO DATA CATEGORIA DISTRIBUIÇÃO EFETIVAÇÃO 09.11. MINISTÉRIO DA AERONÁÚTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL SUBDEPARTAMENTO TÉCNICO SÍMBOLO DATA CATEGORIA DISTRIBUIÇÃO IAC -3135-137-1095 EXPEDIÇÃO 20.10.95 09.11.95 NOSER D-HC-GV-SE-SR-IN-X TITULO: VÔO AGRÍCOLA

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA PROTEÇÃO AO VOO CIRPV 63-4

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA PROTEÇÃO AO VOO CIRPV 63-4 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA PROTEÇÃO AO VOO CIRPV 63-4 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS REFERENTES À DIFUSÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE CINZAS VULCÂNICAS 2009 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO CIRCEA 100-23

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO CIRCEA 100-23 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO CIRCEA 100-23 CARTA DE ACORDO OPERACIONAL REFERENTE AOS PROCEDIMENTOS DE TRÁFEGO AÉREO NA TMA FOZ, CTR CATARATAS, CTR FOZ, CTR GUARANI E ATZ ITAIPU

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-201-R02

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-201-R02 MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-201-R02 ANÁLISE DE SOLICITAÇÕES DE HOTRAN 02/2014 PÁGINA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 2 Brasília, 28 de fevereiro de 2014. Aprovado, Fabio Faizi Rahnemay Rabbani 3 PÁGINA

Leia mais

INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO. IVAO Brasil Academy. Versão 01 / Maio 2013

INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO. IVAO Brasil Academy. Versão 01 / Maio 2013 INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO Versão 01 / Maio 2013 Prodedimento RNAV (GNSS) Autor: TCel Av SERGIO KOCH Padronizado por: Cmte. João Gabriel

Leia mais

SINALIZAÇÃO HORIZONTAL. Profa. Mariana de Paiva

SINALIZAÇÃO HORIZONTAL. Profa. Mariana de Paiva SINALIZAÇÃO HORIZONTAL Profa. Mariana de Paiva 3. INSTRUMENTOS DE CONTROLE DE TRÁFEGO 3.2 SINALIZAÇÃO CLASSIFICAÇÃO Sinalização Vertical Sinalização Horizontal Sinais Luminosos Dispositivos de Sinalização

Leia mais

Regulamento de Tráfego Aéreo

Regulamento de Tráfego Aéreo Regulamento de Tráfego Aéreo ICAO/OACI Órgão regulamentador da aviação civil internacional. A ele compete promover, incentivar e estabelecer padrões para a aviação civil internacional. Idealizado na convenção

Leia mais

INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO. IVAO Brasil Academy. Versão 01 / Maio 2013

INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO. IVAO Brasil Academy. Versão 01 / Maio 2013 INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO Versão 01 / Maio 2013 Estrutura do Espaço Aéreo Brasileiro Autor: Renan Rodrigues - VID378006 Padronizado por:

Leia mais

ROTAS ESPECIAIS DE AERONAVES EM VOO VISUAL NA ÁREA TERMINAL DE SÃO LUÍS

ROTAS ESPECIAIS DE AERONAVES EM VOO VISUAL NA ÁREA TERMINAL DE SÃO LUÍS BRASIL DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO AIC N DIVISÃO DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS 21/12 AV GENERAL JUSTO, 160 2º AND. - CASTELO 20021-130-RIO DE JANEIRO RJ 13 DEZ 2012 TEL: 021 3814-8237 AFTN:

Leia mais

NPT 031 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO PARA HELIPONTO E HELIPORTO

NPT 031 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO PARA HELIPONTO E HELIPORTO Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 031 Segurança Contra Incêndio para Heliponto e Heliporto CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 5 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO CARTA DE ACORDO OPERACIONAL ENTRE O CONTROLE DE APROXIMAÇÃO DE BELO HORIZONTE (APP-BH), TORRE DE CONTROLE DE AERÓDROMO DE BELO HORIZONTE (TWR-BH),

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 121 EMENDA nº 00

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 121 EMENDA nº 00 REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 121 EMENDA nº 00 Título: REQUISITOS OPERACIONAIS: OPERAÇÕES DOMÉSTICAS, DE BANDEIRA E SUPLEMENTARES Aprovação: Resolução nº 146, de 17 de março de 2010,

Leia mais

AEROPORTO DE SALVADOR. Caracterização do Empreendimento da 2ª 2 Pista de Pouso e Decolagem

AEROPORTO DE SALVADOR. Caracterização do Empreendimento da 2ª 2 Pista de Pouso e Decolagem Caracterização do Empreendimento da 2ª 2 Pista de Pouso e Decolagem Gerência de Planos Diretores - Sede Abril/2010 Documento de Planejamento Plano Diretor Aeroportuário rio Objetivo Definição Objetivos

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO BRASIL AIC N DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA 05/11 AV GENERAL JUSTO, 160 2º AND. - CASTELO 20021-130-RIO DE JANEIRO RJ 13 JAN 2011 TEL: 021 3814-8237

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL -0> RESOLUÇÃO N 030, DE 21 DE MAIO DE 2008.

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL -0> RESOLUÇÃO N 030, DE 21 DE MAIO DE 2008. AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL -0> RESOLUÇÃO N 030, DE 21 DE MAIO DE 2008. Institui o Regulamento Brasileiro da Aviação Civil RBAC e a Instrução Suplementar IS, estabelece critérios para a elaboração

Leia mais

10. ESTABILIDADE E INSTABILIDADE ATMOSFÉRICA

10. ESTABILIDADE E INSTABILIDADE ATMOSFÉRICA 57 10. ESTABILIDADE E INSTABILIDADE ATMOSFÉRICA ESTABILIDADE ATMOSFÉRICA Ocorre quando há ausência de movimentos convectivos ascendentes. Pode produzir nuvens do tipo estratiformes e também gerar névoas

Leia mais

Anderson Ribeiro Correia. Superintendente de Infraestrutura Aeroportuária

Anderson Ribeiro Correia. Superintendente de Infraestrutura Aeroportuária Superintendência de Infraestrutura Aeroportuária Helipontos em São Paulo: Segurança, Irregularidades e Caminhos para Regularização Anderson Ribeiro Correia Superintendente de Infraestrutura Aeroportuária

Leia mais

Universidade do Estado de Santa Catarina Departamento de Engenharia Civil TOPOGRAFIA II. Profa. Adriana Goulart dos Santos

Universidade do Estado de Santa Catarina Departamento de Engenharia Civil TOPOGRAFIA II. Profa. Adriana Goulart dos Santos Universidade do Estado de Santa Catarina Departamento de Engenharia Civil TOPOGRAFIA II Profa. Adriana Goulart dos Santos Aerofotogrametria Fotogrametria é a ciência aplicada que se propõe a registrar,

Leia mais

SUMÁRIO SUBPARTE B [RESERVADO] SUBPARTE C [RESERVADO] SUBPARTE D [RESERVADO]

SUMÁRIO SUBPARTE B [RESERVADO] SUBPARTE C [RESERVADO] SUBPARTE D [RESERVADO] REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 121 EMENDA nº 03 Título: REQUISITOS OPERACIONAIS: OPERAÇÕES DOMÉSTICAS, DE BANDEIRA E SUPLEMENTARES Aprovação: Resolução nº 146, de 17 de março de 2010.

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO COMANDANTE DA AERONÁUTICA COMANDO DA AERONÁUTICA

MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO COMANDANTE DA AERONÁUTICA COMANDO DA AERONÁUTICA MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO COMANDANTE DA AERONÁUTICA COMANDO DA AERONÁUTICA PORTARIA N o 306/GC5, DE 25 DE MARÇO DE 2003. Aprova a Instrução sobre a cobrança das Tarifas Aeroportuárias de Embarque,

Leia mais

Jor nal Oficial L 281. da União Europeia. Legislação. Atos não legislativos. 55. o ano 13 de outubro de 2012. Edição em língua portuguesa.

Jor nal Oficial L 281. da União Europeia. Legislação. Atos não legislativos. 55. o ano 13 de outubro de 2012. Edição em língua portuguesa. Jor nal Oficial da União Europeia ISSN 1977-0774 L 281 Edição em língua portuguesa Legislação 55. o ano 13 de outubro de 2012 Índice II Atos não legislativos REGULAMENTOS Regulamento de Execução (UE) n.

Leia mais

SISTEMA DE RASTREIO ÓPTICO

SISTEMA DE RASTREIO ÓPTICO SISTEMA DE RASTREIO ÓPTICO 1 SISTEMA DE RASTREIO ÓPTICO VISÃO GERAL O Sistema de Rastreio Óptico, ou simplesmente SISROT, foi desenvolvido com o objetivo de rastrear foguetes nos primeiros instantes de

Leia mais

GPS (Global Positioning System) Sistema de Posicionamento Global

GPS (Global Positioning System) Sistema de Posicionamento Global GPS (Global Positioning System) Sistema de Posicionamento Global 1 Sistema de Posicionamento Global é um sistema de posicionamento por satélite que permite posicionar um corpo que se encontre à superfície

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL !" """ SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL PORTARIA N o 034/DGAC, DE 19 DE JANEIRO DE 2000 Aprova a Instrução de Aviação Civil que dispõe sobre alterações em vôos regulares e realização

Leia mais

Guia de relatórios de pernas dos tours da IVAO-BR

Guia de relatórios de pernas dos tours da IVAO-BR International Virtual Aviation Organization Divisão Brasil da IVAO Departamento de Eventos Guia de relatórios de pernas dos tours da IVAO-BR (para pilotos) BR-EAC Brasil, 02 de maio de 2014. - 1 - Índice

Leia mais

1. O QUE É O ISPS - CODE 2. OBJETIVO 4. LOCAIS DE ACESSO

1. O QUE É O ISPS - CODE 2. OBJETIVO 4. LOCAIS DE ACESSO 1. O QUE É O ISPS - CODE Trata-se de uma nova estrutura de normas internacionais, elaboradas pela Organização Marítima Internacional (IMO), pertencente à Organização das Nações Unidas (ONU) e aprovada

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-4 REGRAS E PROCEDIMENTOS ESPECIAIS DE TRÁFEGO AÉREO PARA HELICÓPTEROS

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-4 REGRAS E PROCEDIMENTOS ESPECIAIS DE TRÁFEGO AÉREO PARA HELICÓPTEROS MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-4 REGRAS E PROCEDIMENTOS ESPECIAIS DE TRÁFEGO AÉREO PARA HELICÓPTEROS 2014 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE

Leia mais

MANUAL TERMINAL RIO TMA Rio (SBWJ)

MANUAL TERMINAL RIO TMA Rio (SBWJ) MANUAL TERMINAL RIO TMA Rio (SBWJ) ESPAÇO AÉREO SOB RESPONSABILIDADE DO ÓRGÃO APP TMA Rio de Janeiro (SBWJ) ESPACO AÉREO SOB RESPONSABILIDADE DO ÓRGÃO ATC ÁREA CLASSIFICAÇÃO LIMITE VERTICAL TMA Setor 1

Leia mais

DIRETORIA DE ENGENHARIA. ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos.

DIRETORIA DE ENGENHARIA. ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos. fls. 1/5 ÓRGÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA MANUAL: ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio, oleodutos. APROVAÇÃO EM: Portaria SUP/DER-

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSULTA PÚBLICA Nº 54, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013 Atribuir a faixa de radiofrequências de 4.910 MHz a 4.940 MHz também ao Serviço Móvel, manter a atribuição da faixa

Leia mais

Instruções para Operação de Helicópteros para Construção e Utilização de Helipontos ou Heliportos

Instruções para Operação de Helicópteros para Construção e Utilização de Helipontos ou Heliportos MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA COMANDO GERAL DE APOIO DIRETORIA DE ELETRÔNICA E PROTEÇÃO AO VÔO Instruções para Operação de Helicópteros para Construção e Utilização de Helipontos ou Heliportos Portaria nº

Leia mais

NORMA BRASILEIRA. Accessibility in highway transportation

NORMA BRASILEIRA. Accessibility in highway transportation NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 15320 Primeira edição 30.12.2005 Válida a partir de 30.01.2006 Acessibilidade à pessoa com deficiência no transporte rodoviário Accessibility in highway transportation Palavras-chave:

Leia mais

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br Telecomunicações Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br Satélites Satélite é o elemento comum de interligação das estações terrenas, atuando como estação repetidora. Devido a sua altitude,

Leia mais

Sistema de localização e bloqueio veicular por célula de comunicação Objetivo Principal

Sistema de localização e bloqueio veicular por célula de comunicação Objetivo Principal de comunicação Objetivo Principal Prover uma solução de baixo custo para Identificação, localização, bloqueio e recuperação de veículos roubados ou procurados, através de micro circuitos embarcados de

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO FCA 100-69

COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO FCA 100-69 COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO FCA 100-69 CARTA DE ACORDO OPERACIONAL EN- TRE ARGENTINA BRASIL E PARAGUAI REFERENTE AOS PROCEDIMENTOS DE TRÁFEGO AÉREO NA TMA FOZ, CTR CATARATAS, CTR FOZ E CTR GUARANI

Leia mais

NORMA DA INFRAERO PINTURA DE SINALIZAÇÃO HORIZONTAL NAS ÁREAS DE MOVIMENTO DE AERONAVES PARA CONDIÇÕES NORMAIS DE OPERAÇÃO

NORMA DA INFRAERO PINTURA DE SINALIZAÇÃO HORIZONTAL NAS ÁREAS DE MOVIMENTO DE AERONAVES PARA CONDIÇÕES NORMAIS DE OPERAÇÃO NORMA DA INFRAERO ASSUNTO PINTURA DE SINALIZAÇÃO HORIZONTAL NAS ÁREAS DE MOVIMENTO DE PARA CONDIÇÕES NORMAIS DE OPERAÇÃO RESPONSÁVEL DIRETORIA DE OPERAÇÕES (DO) SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO OPERACIONAL (DOGP)

Leia mais

MARINHA DO BRASIL. Diretoria de Portos e Costas A A PRATICAGEM NO BRASIL

MARINHA DO BRASIL. Diretoria de Portos e Costas A A PRATICAGEM NO BRASIL MARINHA DO BRASIL Diretoria de Portos e Costas A A PRATICAGEM NO BRASIL Paulo José Rodrigues de Carvalho Vice-Almirante Diretor Sítio: WWW.DPC.MAR.MIL.BR (Internet) SUMÁRIO Principais atribuições da DPC

Leia mais

Climbing and Working at Heights

Climbing and Working at Heights STANDARD LME-12:001900 Upt Rev A Índice 1 Introdução... 3 2 Requisitos... 3 3 Locais e gerenciamento do local... 4 3.1 Edifícios e Telhados... 4 3.2 Estruturas de suporte de antenas... 4 3.3 Zonas de queda...

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO N o 89.121, DE 6 DE DEZEMBRO DE 1983. Regulamenta a Lei nº 6.009, de 26 de dezembro de 1973, alterada pelo Decreto-lei nº 2.060,

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 013/DAT/CBMSC) SINALIZAÇÃO PARA ABANDONO DE LOCAL

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 013/DAT/CBMSC) SINALIZAÇÃO PARA ABANDONO DE LOCAL ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS - DAT NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 013/DAT/CBMSC)

Leia mais

Decisão ECC (09)02. Harmonização das faixas 1610-1626,5 MHz e 2483,5-2500 MHz para utilização por sistemas do Serviço Móvel por Satélite

Decisão ECC (09)02. Harmonização das faixas 1610-1626,5 MHz e 2483,5-2500 MHz para utilização por sistemas do Serviço Móvel por Satélite Decisão ECC (09)02 Harmonização das faixas 1610-1626,5 MHz e 2483,5-2500 MHz para utilização por sistemas do Serviço Móvel por Satélite aprovada em 26 de junho de 2009 alterada em 02 de novembro de 2012

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-016-R00

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-016-R00 MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-016-R00 CADASTRO DE OPERADORES AÉREOS DA SIA 02/2014 PÁGINA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 2 Brasília, 19 de fevereiro de 2014. Aprovado, Fabio Faizi Rahnemay Rabbani 3 PÁGINA

Leia mais

Proposta de alteração do RBAC 135 (Minuta de proposta de alteração do RBAC 135)

Proposta de alteração do RBAC 135 (Minuta de proposta de alteração do RBAC 135) RBAC 135 EMD 03 RBAC 135 EMD 04 para consulta pública SUBPARTE A SUBPARTE A GERAL GERAL 135.1 Aplicabilidade 135.1 Aplicabilidade (a) Este regulamento estabelece regras que regem: (a) Este regulamento

Leia mais

MODELO DE PLANO DE EMERGÊNCIA DO AERÓDROMO

MODELO DE PLANO DE EMERGÊNCIA DO AERÓDROMO MODELO DE PLANO DE EMERGÊNCIA DO AERÓDROMO (Artigo 3.º do Anexo III ao Regulamento n.º 36/2013 do INAC, I.P., publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 14, de 21 de janeiro de 2013) CLASSES I E

Leia mais

1 03 Ra R dio i n o a n vegação Prof. Diego Pablo

1 03 Ra R dio i n o a n vegação Prof. Diego Pablo 1 03 Prof. Diego Pablo 2 NDB: Radiofarol Não-Direcional (Non-Directional Beacon) Antena NDB ADF (Automatic Direction Finder) NDB numa carta aeronáutica 3 NDB: Radiofarol Não-Direcional (Non-Directional

Leia mais

Ao descolarmos de uma grande altitude a densidade diminui, o que acontece à sustentação?

Ao descolarmos de uma grande altitude a densidade diminui, o que acontece à sustentação? O que é a aerodinâmica? Aerodinâmica é o estudo do ar em movimento e das forças que actuam em superfícies sólidas, chamadas asas, que se movem no ar. Aerodinâmica deriva do grego "aer", ar, e "dynamis",

Leia mais

DECEA. Melhoria dos Serviços de Navegação Aérea nas Bacias Petrolíferas

DECEA. Melhoria dos Serviços de Navegação Aérea nas Bacias Petrolíferas DECEA Melhoria dos Serviços de Navegação Aérea nas Bacias Petrolíferas OBJETIVO Conhecer as propostas de Melhoria dos STA nas Bacias Petrolíferas. ROTEIRO Cenário Atual Concepção Operacional Planejamento

Leia mais

Powered By: IMPORTANTE:

Powered By: IMPORTANTE: Powered By: IMPORTANTE: Este manual contém informações seguras de operação. Por favor, leia e siga as instruções desse manual. Falhas podem resultar em ferimentos pessoais, morte, e/ou danos no Delphi

Leia mais

Tarifas Aeroportuárias e ATAERO. Uma proposta de destinação de parte destes recursos financeiros ao fomento do potencial turístico nacional

Tarifas Aeroportuárias e ATAERO. Uma proposta de destinação de parte destes recursos financeiros ao fomento do potencial turístico nacional Tarifas Aeroportuárias e ATAERO Uma proposta de destinação de parte destes recursos financeiros ao fomento do potencial turístico nacional Tarifas Aeroportuárias - legislação Criação de Tarifas Aeroportuárias

Leia mais

Transporte - Acessibilidade à pessoa portadora de deficiência - Trem metropolitano

Transporte - Acessibilidade à pessoa portadora de deficiência - Trem metropolitano ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas DEZ 1997 NBR 14021 Transporte - Acessibilidade à pessoa portadora de deficiência - Trem metropolitano Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13-28º andar

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO PAESP 2007-2027

CLASSIFICAÇÃO PAESP 2007-2027 1 AEROPORTO REGIONAL CLASSIFICAÇÃO PAESP 27-227 São os aeroportos destinados a atender as áreas de interesse regional e/ou estadual que apresentam demanda por transporte aéreo regular, em ligações com

Leia mais

FLY CENTER ESCOLA DE AVIAÇÃO CIVIL

FLY CENTER ESCOLA DE AVIAÇÃO CIVIL Saudações a todos Devido as mudanças ocorridas no sistema de aviação civil segue em anexo as questões alteradas na matéria de SISTEMA DE AVIAÇÃO CIVIL INTERNACIONAL E SISTEMA DE AVIAÇÃO CIVIL BRASILEIRO.

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

ORIENTAÇÃO TÉCNICA ILUMINAÇÃO PÚBLICA SINALIZAÇÃO E ISOLAMENTO DA ÁREA DE TRABALHO

ORIENTAÇÃO TÉCNICA ILUMINAÇÃO PÚBLICA SINALIZAÇÃO E ISOLAMENTO DA ÁREA DE TRABALHO 1/5 1. Objetivo Estabelecer critérios para sinalizar e isolar as áreas de trabalho, com a finalidade de garantir a distância e o isolamento adequado na execução de serviços em iluminação pública em redes

Leia mais

23.11.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 305/23

23.11.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 305/23 23.11.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 305/23 REGULAMENTO DE EXECUÇÃO (UE) N. o 1206/2011 DA COMISSÃO de 22 de Novembro de 2011 que estabelece os requisitos aplicáveis à identificação das aeronaves

Leia mais

Artigo 1º - Aprovar revisão da Política de Segurança da PRODEB, que com esta se publica.

Artigo 1º - Aprovar revisão da Política de Segurança da PRODEB, que com esta se publica. Classificação: RESOLUÇÃO Código: RP.2007.077 Data de Emissão: 01/08/2007 O DIRETOR PRESIDENTE da Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia - PRODEB, no uso de suas atribuições e considerando

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol.

ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol. fls. 1/5 ÓRGÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA MANUAL: ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio,

Leia mais

PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO E ANÁLISE DE DADOS DE VÔO (PAADV)

PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO E ANÁLISE DE DADOS DE VÔO (PAADV) PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO E ANÁLISE DE DADOS DE VÔO (PAADV) 20 DEZ 2004 PORTARIA DE APROVAÇÃO MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL PORTARIA DAC N o 1204/STE, DE 26

Leia mais

Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios

Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios Página 1 de 9 Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios Capitulos 01 - Requisitos 02 - Etaqpas 03 - Traçado 04 - Trafego e Clssificação 05 - Geometria 06 - Caracteristicas Técnicas 07 - Distancia

Leia mais

No meio urbano o desenvolvimento econômico passa pela relação entre os indivíduos, as edificações e os meios de deslocamento.

No meio urbano o desenvolvimento econômico passa pela relação entre os indivíduos, as edificações e os meios de deslocamento. No meio urbano o desenvolvimento econômico passa pela relação entre os indivíduos, as edificações e os meios de deslocamento. Pólos Geradores de Tráfego As cidades brasileiras vivem um momento de mudança

Leia mais

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL SUBDEPARTAMENTO DE SERVIÇOS AÉREOS DIVISÃO DE FISCALIZAÇÃO

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL SUBDEPARTAMENTO DE SERVIÇOS AÉREOS DIVISÃO DE FISCALIZAÇÃO REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL SUBDEPARTAMENTO DE SERVIÇOS AÉREOS DIVISÃO DE FISCALIZAÇÃO INSTRUÇÃO DE AVIAÇÃO CIVIL IAC 200-1001 PLANO DE ASSISTÊNCIA

Leia mais

Autorização para implantação de Adutora de Água, de Emissário de Esgoto e Rede de Vinhaça.

Autorização para implantação de Adutora de Água, de Emissário de Esgoto e Rede de Vinhaça. fls. 1/5 ÓRGÃO: MANUAL: DIRETORIA DE ENGENHARIA ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de Adutora de Água, de Emissário de Esgoto e Rede de Vinhaça. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio,

Leia mais

Monitor de Rastreamento de Frota para Segurança de Transporte Planejamento de Projetos Iterativos Aplicando o RUP Projeto Blue Moon

Monitor de Rastreamento de Frota para Segurança de Transporte Planejamento de Projetos Iterativos Aplicando o RUP Projeto Blue Moon Monitor de Rastreamento de Frota para Segurança de Transporte Planejamento de Projetos Iterativos Aplicando o RUP Projeto Blue Moon Exercício Estudar a descrição do sistema, examinar os planos de projetos

Leia mais

SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL. RESOLUÇÃO No- 316, DE 9 DE MAIO DE 2014

SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL. RESOLUÇÃO No- 316, DE 9 DE MAIO DE 2014 SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL RESOLUÇÃO No- 316, DE 9 DE MAIO DE 2014 Dispõe sobre o Regime Especial da Copa do Mundo FIFA 2014 e dá outras providências. A DIRETORIA DA

Leia mais

Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS

Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS Elementos geométricos de uma estrada (Fonte: PONTES FILHO, 1998) GEOMETRIA DE VIAS 1. INTRODUÇÃO: A geometria de uma estrada é definida pelo traçado do

Leia mais

Comunicação da informação a curta distância. FQA Unidade 2 - FÍSICA

Comunicação da informação a curta distância. FQA Unidade 2 - FÍSICA Comunicação da informação a curta distância FQA Unidade 2 - FÍSICA Meios de comunicação É possível imaginar como seria o nosso mundo sem os meios de comunicação de que dispomos? Os * * * * Aparelhos de

Leia mais

Plano Básico Ambiental

Plano Básico Ambiental Estaleiro e Base Naval para a Construção de Submarinos Convencionais e Plano Básico Ambiental SEÇÃO VI - PROGRAMA DE GERENCIAMENTO RADIOLÓGICO Projeto 4 Monitoramento Meteorológico 0 Emissão inicial 14/06/2010

Leia mais

PROVA OBJETIVA. 8 A CLAC é um organismo internacional subordinado à OACI. 9 As recomendações e resoluções estabelecidas pela CLAC são

PROVA OBJETIVA. 8 A CLAC é um organismo internacional subordinado à OACI. 9 As recomendações e resoluções estabelecidas pela CLAC são De acordo com o comando a que cada um dos itens a seguir se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com o

Leia mais