Declaração de Espólio

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Declaração de Espólio"

Transcrição

1 SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Conceito de Espólio 3. Declarações de Espólio 3.1. Declaração inicial 3.2. Declarações intermediárias 3.3. Declaração final 4. Declaração de Bens 5. Prazo para Apresentação da Declaração Final de Espólio 6. Responsabilidade dos Sucessores e do Inventariante 7. Acréscimo de Bens ao Inventário 7.1. Bens acrescidos antes da partilha 7.2. Bens acrescidos após a partilha 8. Imposto de Renda Devido 9. Restituição do Imposto de Renda 10. Multa por Atraso na Entrega Código de recolhimento 1. Considerações Iniciais Neste texto examinaremos os procedimentos relativos à Declaração de Espólio que deve observar as normas aplicáveis à declaração de pessoas físicas e as normas específicas estabelecidas pela Instrução Normativa SRF nº 81/01, com a redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 897/08. Para a legislação tributária, a pessoa física do contribuinte não se extingue imediatamente após sua morte, prolongando-se por meio do seu espólio (art. 11 do RIR/99). 2. Conceito de Espólio O espólio é considerado uma universalidade de bens e direitos, responsável pelas obrigações tributárias da pessoa falecida, sendo contribuinte distinto de meeiro, herdeiros e legatários. 3. Declarações de Espólio Relativamente à obrigatoriedade de apresentação das declarações de espólio, aplicam-se as mesmas normas previstas para os contribuintes pessoas físicas. Assim, caso haja obrigatoriedade de apresentação, a declaração de rendimentos, a partir do exercício correspondente ao ano-calendário do falecimento e até a data da homologação judicial da partilha ou da adjudicação dos bens, será apresentada em nome do espólio, classificando-se em inicial, intermediária e final. IRPF

2 Na hipótese de ocorrência de morte de ambos os cônjuges, observa-se o seguinte (art. 22 da Instrução Normativa SRF nº 81/01): I casamento em regime de comunhão parcial ou universal de bens: a) morte conjunta deve ser apresentada, em relação a cada exercício, se obrigatória, uma única declaração em nome de um dos cônjuges, computando-se, nela, todos os bens, direitos e obrigações e rendimentos pertencentes ao casal, que devam ser incluídos nas declarações do espólio, informando-se, na declaração de bens e direitos, essa circunstância, bem como o nome e o CPF do outro cônjuge; b)morte em datas diferentes, mas antes de encerrado o inventário do premorto também deve ser apresentada uma única declaração para cada exercício, em nome do cônjuge premorto, abrangendo os bens, direitos e obrigações e rendimentos do outro cônjuge, a partir do exercício correspondente ao ano-calendário de seu falecimento; II casamento em regime de separação de bens: quer a morte seja conjunta quer seja em datas diferentes, deve ser apresentada para cada exercício uma declaração, caso a sucessão seja processada em um inventário, ou duas, se for processada em dois inventários. Na hipótese do número I e, se apresentada única declaração, do número II, deve ser solicitado o cancelamento do CPF do cônjuge não declarante por qualquer de seus dependentes ou parentes, quando da entrega da Declaração Final de Espólio Declaração inicial Declaração inicial é a que corresponde ao ano-calendário do falecimento. Entretanto, ocorrendo o falecimento a partir de 01 de janeiro do ano seguinte ao do recebimento dos rendimentos, porém antes da entrega da Declaração de Ajuste Anual, a declaração referente ao ano-calendário anterior não se caracteriza como de espólio. No caso de a apresentação da declaração ser obrigatória, esta deverá ser apresentada em nome da pessoa falecida e assinada pelo inventariante, cônjuge meeiro, sucessor a qualquer título ou por representante desses Declarações intermediárias Referem-se aos anos-calendários seguintes ao do falecimento, até o ano-calendário anterior ao da decisão judicial transitada em julgado que homologa a partilha, sobrepartilha ou adjudicação dos bens Rendimentos que deverão ser incluídos nas declarações inicial e intermediária Nas declarações inicial e intermediária, se obrigatórias, devem ser incluídos (art. 7º da Instrução Normativa SRF nº 81/01): I os rendimentos recebidos durante todo o ano-calendário, observando-se o seguinte: a)no caso de falecimento de contribuinte casado: a.1) todos os seus rendimentos próprios, inclusive os produzidos pelos seus bens particulares ou incomunicáveis; a.2) as parcelas que lhe couberem dos rendimentos produzidos pelos bens possuídos em conjunto com terceiros; a.3) 50% dos rendimentos produzidos pelos bens comuns que integrem o regime de comunhão universal ou parcial, adotado na sociedade conjugal ou, por opção, 100% desses rendimentos; IRPF-2015

3 b)no caso de falecimento de contribuinte em união estável: b.1) todos os seus rendimentos próprios, inclusive os produzidos pelos seus bens particulares ou incomunicáveis; b.2) as parcelas que lhe couberem dos rendimentos produzidos pelos bens possuídos em conjunto com terceiros; b.3) 50% dos rendimentos produzidos pelos bens possuídos em condomínio com o convivente ou com o percentual estabelecido em contrato escrito; c) no caso de falecimento de contribuinte não casado, todos os rendimentos próprios, inclusive os produzidos pelos seus bens particulares ou incomunicáveis, bem como as parcelas que lhe couberem nos rendimentos produzidos pelos bens possuídos em condomínio; II todos os bens e os direitos que integram o regime de comunhão universal ou parcial, adotado na sociedade conjugal, e os possuídos em condomínio, inclusive na união estável, bem como as obrigações do espólio, ainda que anteriormente constassem da declaração do cônjuge ou convivente sobrevivente Declaração final A declaração final deve abranger os rendimentos recebidos no período compreendido entre 01 de janeiro e a data da decisão judicial transitada em julgado que homologa a partilha, sobrepartilha ou adjudicação dos bens inventariados, aplicando-se-lhe as normas estabelecidas para o ano-calendário em que ocorrer o termo final, observado o disposto no inciso I do art. 7º da Instrução Normativa nº 81/01. O imposto de renda deve ser apurado mediante a utilização dos valores da tabela progressiva mensal, vigente no ano-calendário a que corresponder a declaração final, multiplicados pelo número de meses a partir de janeiro até o da decisão judicial transitada em julgado, ainda que os rendimentos correspondam a apenas um ou alguns meses desse período. A declaração de bens e direitos correspondente à declaração final deverá: I ter demonstrada, discriminadamente por bem ou direito, a parcela que corresponder a cada beneficiário, identificados por nome e CPF; II na coluna Situação na Data da Partilha, ter os bens e direitos informados pelo valor constante na última declaração apresentada pelo de cujus ou pelo valor de aquisição, se esta houver sido efetuada pelo espólio, observada a legislação vigente; III na coluna Valor de Transferência, ter informado o valor pelo qual o bem ou direito, ou cada parte deste, deve ser incluído na declaração de bens do respectivo beneficiário, observado o disposto no art. 10 da Instrução Normativa nº 81/01. Nota Cenofisco: O programa para a Declaração Final de Espólio estará disponível no endereço da Secretaria da Receita Federal do Brasil na internet no site Rendimentos que compõem a declaração final Conforme dispõe o art. 8º da Instrução Normativa SRF nº 81/01, a declaração final deve abranger os rendimentos recebidos no período compreendido entre 01 de janeiro e a data da decisão judicial transitada em julgado que homologa a partilha, sobrepartilha ou adjudicação dos bens inventariados, aplicando-se-lhe as normas estabelecidas para o ano-calendário em que ocorrer o termo final. IRPF

4 No caso de pessoa não residente no Brasil, os rendimentos produzidos no Brasil e recebidos pelo espólio estão sujeitos à incidência do imposto de forma definitiva ou exclusiva na fonte, que devem ser recolhidos em nome do espólio, a partir do falecimento até a data do trânsito em julgado da decisão judicial da partilha, sobrepartilha ou adjudicação dos bens, nos prazos previstos na legislação vigente Informações prestadas na declaração final Na declaração final devem ser prestadas as seguintes informações, relativamente ao formal de partilha, de sobrepartilha ou de adjudicação, do seu termo de encerramento e do trânsito em julgado da decisão judicial: I número do processo judicial e da vara e seção judiciária onde tramitou; II data da decisão judicial e do seu trânsito em julgado Deduções permitidas Nas declarações de espólio, inclusive na final: I são permitidas todas as deduções previstas na legislação tributária; II os limites anuais relativos a dependentes e despesas com instrução podem ser utilizados pelo total, desde que preenchidos os requisitos legais para a dedução; III podem ser considerados dependentes o cônjuge ou o convivente sobrevivente e demais dependentes, desde que não tenham recebido rendimentos ou, caso os tenham recebido, sejam incluídos nas declarações do espólio (art. 14 da Instrução Normativa SRF nº 81/01). Nota Cenofisco: Poderão ser considerados dependentes: a) o cônjuge; b) o companheiro ou a companheira, desde que haja vida em comum por mais de cinco anos, ou por período menor se da união resultou filho; c) a filha, o filho, a enteada ou o enteado, até 21 anos de idade, ou até 24 anos de idade, se estiverem cursando estabelecimento de ensino superior, ou escola técnica de 2º grau, ou de qualquer idade quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho; d) o menor pobre, até 21 anos, que o contribuinte crie e eduque e do qual detenha a guarda judicial; e) o irmão, o neto ou o bisneto, sem arrimo dos pais, até 21 anos de idade, ou até 24 anos de idade, se estiverem cursando estabalecimento de ensino superior, ou escola técnica de 2º grau, desde que o contribuinte detenha a guarda judicial, ou de qualquer idade quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho; f) os pais, os avós ou os bisavós, desde que não aufiram rendimentos, tributáveis ou não, superiores ao limite de isenção mensal; g) o absolutamente incapaz, do qual o contribuinte seja tutor ou curador Inexistência de bens ou direitos sujeitos a inventário Na inexistência de bens ou direitos sujeitos a inventário ou arrolamento, não devem ser entregues as declarações de espólio, devendo ser solicitado o cancelamento da inscrição da pessoa falecida no CPF, pelo cônjuge ou convivente ou por qualquer de seus dependentes ou parentes. As declarações correspondentes ao ano do falecimento e do ano anterior, quando obrigatórias, devem ser apresentadas como se o contribuinte estivesse vivo e assinadas pelo cônjuge ou convivente ou por qualquer de seus dependentes ou parentes. 4. Declaração de Bens Na declaração de bens e de direitos correspondentes à declaração final (art. 9º da Instrução Normativa SRF nº 81/01, com a redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 897/08): IRPF-2015

5 I no campo Discriminação será informada a parcela de cada bem ou direito que corresponder a cada beneficiário, identificado pelo nome e pelo número de inscrição no CPF; II no campo Situação na Data da Partilha a parcela correspondente a cada beneficiário será informada, em reais, pelo valor constante na última declaração apresentada pelo de cujus; III no campo Valor de Transferência será informado, em reais, o valor pelo qual o bem ou direito, ou cada parte deste, está sendo transmitido para os herdeiros, meeiros ou legatários (art. 10 da Instrução Normativa SRF nº 81/01): a) a transferência dos bens e direitos aos herdeiros, meeiros ou legatários pode ser efetuada pelo valor constante no campo Situação na Data da Partilha (valor constante na última declaração de bens e direitos apresentada pela pessoa falecida) ou por valor superior (valor de mercado); b)na declaração de rendimentos relativa ao exercício correspondente ao ano-calendário da decisão judicial da partilha, o meeiros, os herdeiros e os legatários deverão incluir em suas declarações os bens e direitos recebidos pelo valor informado no campo Valor de Transferência da declaração de bens e direitos da Declaração Final de Espólio; c) se a transferência for efetuada por valor superior ao constante no campo Situação na Data da Partilha, ainda que conste do formal de partilha, a diferença constitui ganho de capital e, observadas as instruções a ele pertinentes, ficará sujeita à incidência do Imposto de Renda à alíquota de 15%, inclusive nos casos de espólio iniciados antes de 01/01/1998. Nessa hipótese o inventariante deve apurar o ganho de capital por meio do Programa Demonstrativo de Ganhos de Capital do ano-calendário correspondente ao em que for proferida a decisão judicial ou lavratura da escritura pública e importar os respectivos dados para a Decla-ração Final de Espólio. Na hipótese de o custo de aquisição utilizado pelo herdeiro no cálculo do ganho de capital, na alienação de bens e direitos recebidos em herança, legado ou meação antes da entrega da Declaração Final de Espólio, ser maior do que o valor atribuído ao respectivo bem nessa declaração, caberá ao herdeiro o recolhimento da diferença do imposto sobre o ganho de capital apurado com base no valor de transferência, com os devidos acréscimos legais. Cabe frisar que o imposto devido sobre o ganho de capital apurado deve ser pago pelo inventariante até 30 dias do trânsito em julgado da decisão judicial da partilha, sobrepartilha ou adjudicação ou lavratura da escritura pública. 5. Prazo para Apresentação da Declaração Final de Espólio A Declaração Final de Espólio deve ser apresentada pelo inventariante, historicamente, até o último dia útil do mês de abril do ano-calendário subsequente ao: I da decisão judicial da partilha, sobrepartilha ou adjudicação dos bens inventariados, que tenha transitado em julgado até o último dia do mês de fevereiro do ano-calendário subsequente ao da decisão judicial; II da lavratura da escritura pública de inventário e partilha; III do trânsito em julgado, quando este ocorrer a partir de 01 de março do anocalendário subsequente ao da decisão judicial da partilha, sobrepartilha ou adjudicação dos bens inventariados. Se o prazo para a entrega da declaração final ocorrer antes daquele fixado para a entrega da Declaração de Ajuste Anual do ano-calendário anterior, ambas as declarações devem ser entregues na data determinada para a declaração final, se o prazo menor não estiver estipulado na legislação tributária. Nessa mesma data deve ser pago o imposto apurado nas duas declarações, não podendo ser parcelado. IRPF

6 Vence também nessa data o imposto relativo ao ganho de capital apurado pelo espólio na transferência de bens e de direitos aos sucessores, quando transferidos por valor acima daquele declarado pelo de cujus (arts. 8º e 15 da Instrução Normativa SRF nº 81/01). 6. Responsabilidade dos Sucessores e do Inventariante São pessoalmente responsáveis (art. 23 da Instrução Normativa SRF nº 81/01): I o espólio, pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da abertura da sucessão; II o sucessor a qualquer título e o cônjuge meeiro, pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da partilha ou da adjudicação, limitada essa responsabilidade ao montante do quinhão, do legado, da herança ou da meação; III o inventariante, pelo cumprimento da obrigação tributária do espólio resultante dos atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei. Na hipótese de não ser possível exigir, do espólio, o pagamento do imposto, o inventariante responde solidariamente com ele quanto aos atos em que intervier ou pelas omissões de que for responsável, não se sujeitando à multa de ofício. Nota Cenofisco: Encerrada a partilha, a responsabilidade pelo imposto devido pela pessoa falecida, até aquela data, é do sucessor a qualquer título e do cônjuge meeiro, limitando-se ao montante dos bens e dos direitos a eles atribuídos. 7. Acréscimo de Bens ao Inventário De acordo com o art. 11 da Instrução Normativa SRF nº 81/01, são passíveis de sobrepartilha os bens (art do Código de Processo Civil): I sonegados; II da herança, que se descobrirem depois da partilha; III litigiosos, assim como os de liquidação difícil ou morosa; IV situados em lugar remoto da sede do juízo onde se processa o inventário. Nas situações de que tratam os números III e IV, a partilha dos demais bens integrantes do espólio, embora implique sua baixa na declaração de bens do espólio, não obriga a entrega da declaração final, que somente é exigida quando do trânsito em julgado da partilha desses bens Bens acrescidos antes da partilha Havendo bens trazidos aos autos do inventário em data anterior à do trânsito em julgado da decisão judicial da partilha ou da adjudicação, as declarações do espólio devem ser apresentadas normalmente, nelas incluindo-se, a partir do ano-calendário em que eles forem trazidos aos autos, os bens e os rendimentos por eles produzidos. Se os bens e os direitos trazidos aos autos houverem produzido rendimentos em anos anteriores, não abrangidos pela decadência, devem ser retificadas as declarações apresentadas nos exercícios correspondentes, desde a abertura da sucessão, para que nelas sejam incluídos esses bens e os rendimentos por eles produzidos, observado o disposto no subitem (art. 12 da Instrução Normativa SRF nº 81/01) Bens acrescidos após a partilha IRPF-2015

7 Relativamente aos bens trazidos aos autos após o trânsito em julgado da decisão judicial da partilha ou da adjudicação, deve ser observado o disposto no subitem e (art. 13 da Instrução Normativa SRF nº 81/01): I se já tiver sido apresentada a declaração final relativa a essa fase, deve ser requerida sua retificação, para nela serem incluídos os bens objeto de sobrepartilha e os rendimentos por eles produzidos: a) até a data da decisão judicial da sobrepartilha, se esta ainda ocorrer dentro desse mesmo ano-calendário; b)em todo o ano-calendário, se a decisão judicial da sobrepartilha ocorrer em anocalendário posterior, passando essa declaração a ser considerada intermediária; II se a declaração final não tiver sido entregue: a) caso a decisão judicial da sobrepartilha ocorra no mesmo ano-calendário, na declaração final são informados os bens objeto da partilha e da sobrepartilha e os rendimentos produzidos por todos esses bens até a data da partilha e pelos sobrepartilhados até a data da decisão judicial transitada em julgado da sobrepartilha; b)se a decisão judicial da sobrepartilha ocorrer em ano-calendário posterior, na declaração intermediária correspondente ao ano-calendário da decisão judicial da partilha, se obrigatória, devem ser informados os bens objeto da partilha e da sobrepartilha e os respectivos rendimentos produzidos até 31 de dezembro Bens sobrepartilhados que produziram rendimentos Se os bens sobrepartilhados houverem produzido rendimentos: I em anos anteriores, não alcançados pela decadência, são aplicadas as normas de que trata o subitem 7.1; II posteriormente ao ano em que foi proferida a decisão judicial transitada em julgado da partilha ou da adjudicação, devem ser apresentadas as declarações dos exercícios correspondentes, onde são incluídos apenas os bens sobrepartilhados e os rendimentos por eles produzidos. 8. Imposto de Renda Devido O pagamento do imposto deve ser efetuado até a data prevista para a entrega da declaração. Esse prazo aplica-se igualmente ao imposto apurado na declaração correspondente ao ano-calendário anterior à decisão judicial da partilha, da sobrepartilha ou da adjudicação, bem como a quaisquer outros créditos tributários ainda não quitados, se o prazo menor não estiver estipulado na legislação tributária. Não é permitido o pagamento em quotas. Nota Cenofisco: Se houver bens a inventariar, o imposto deve ser pago pelo espólio. Inexistindo bens a inventariar, o cônjuge sobrevivente ou os dependentes não respondem pelos tributos devidos pela pessoa falecida, devendo ser solicitado o cancelamento da inscrição no CPF da pessoa falecida observado o seguinte: a) no caso de óbito de pessoa física residente ou domiciliada no País, o cancelamento de inscrição no CPF será instruído com os seguintes documentos (arts. 18 e 21 da Instrução Normativa SRF nº 81/01 e arts. 27, 28, 29 e 30 da Instrução Normativa RFB nº 1.042/10, com alterações introduzidas pela Instrução Normativa nº 1.359/13): a.1)se houver espólio, a declaração final de espólio, apresentada pelo inventariante; a.2)se não houver espólio, a certidão de óbito apresentada pelo cônjuge meeiro, convivente ou parente; b) no caso de óbito de pessoa física residente ou domiciliada no exterior, o cancelamento de inscrição no CPF será instruído com a certidão de óbito apresentada pelo cônjuge meeiro, convivente ou parente; c) o cancelamento de inscrição no CPF por óbito solicitado por inventariante, cônjuge meeiro, convivente, sucessor a qualquer título ou parente que esteja no exterior deve ser solicitado à repartição diplomática brasileira do país em que se encontre, resida ou tenha domicílio, com a apresentação do formulário Ficha Cadastral de Pessoa Física, disponível na página da SRF na internet, no endereço IRPF

8 d) no caso de óbito informado por terceiro, em conformidade com convênios de troca de informações celebrados com a RFB. 9. Restituição do Imposto de Renda Não havendo bens sujeitos a inventário, a restituição será liberada mediante requerimento dirigido ao delegado da Delegacia da Receita Federal da jurisdição do último endereço do de cujus. Existindo bens sujeitos a inventário ou arrolamento, a restituição depende de alvará judicial, ainda que o inventário já tenha sido encerrado (art. 897 do RIR/99 e arts. 17 e 19 da Instrução Normativa SRF nº 81/01). 10.Multa por Atraso na Entrega A entrega da declaração final fora do prazo está sujeita à seguinte multa: a)existindo imposto devido, multa de 1% ao mês ou fração de atraso calculada sobre o valor do imposto devido, observados os valores mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% do imposto devido; b)não existindo imposto devido, multa de R$ 165, Código de recolhimento Na hipótese de a entrega da Declaração de Ajuste Anual ser efetuada fora do prazo legal, a multa correspondente deverá ser recolhida no código 7130 multa por atraso na entrega da DAA-espólio (art. 107, V, da Instrução Normativa RFB nº 1.500/14) IRPF-2015

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/espolio.htm

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/espolio.htm Page 1 of 9 Espólio - Contribuinte Falecido CONCEITO 085 O que é espólio? Espólio é o conjunto de bens, direitos e obrigações da pessoa falecida. É contribuinte distinto do meeiro, herdeiros e legatários.

Leia mais

IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA - 2011

IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA - 2011 IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA - 2011 Perguntas e Respostas 1. QUAL CONDIÇÃO TORNA A PESSOA FÍSICA OBRIGADA A APRESENTAR DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA? Está obrigado a apresentar a declaração,

Leia mais

Pessoas obrigadas a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do IRPF 2015

Pessoas obrigadas a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do IRPF 2015 Pessoas obrigadas a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do IRPF 2015 Está obrigada a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda referente ao exercício de 2015, a pessoa física

Leia mais

IR/ PESSOAS FÍSICAS GANHO DE CAPITAL NA ALIENAÇÃO DE BENS OU DIRIEITOS

IR/ PESSOAS FÍSICAS GANHO DE CAPITAL NA ALIENAÇÃO DE BENS OU DIRIEITOS IR/ PESSOAS FÍSICAS GANHO DE CAPITAL NA ALIENAÇÃO DE BENS OU DIRIEITOS Nesta edição, a Asscontas traz esclarecimentos acerca do cálculo e da incidência do Imposto de Renda sobre o ganho de capital auferido

Leia mais

Obrigatoriedade na declaração

Obrigatoriedade na declaração A declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física 2010 aparece com algumas novidades, especialmente em relação aos parâmetros que definem a obrigatoriedade da apresentação, o que deverá fazer com que diminua,

Leia mais

Entenda como é realizado o cálculo do Imposto de Renda Retido na Fonte:

Entenda como é realizado o cálculo do Imposto de Renda Retido na Fonte: Entenda como é realizado o cálculo do Imposto de Renda Retido na Fonte: Observação: Como exemplo, será utilizado o Demonstrativo de Pagamento fictício apresentado abaixo, cuja competência é de junho de

Leia mais

ANO XXIV - 2013-4ª SEMANA DE SETEMBRO DE 2013 BOLETIM INFORMARE Nº 39/2013

ANO XXIV - 2013-4ª SEMANA DE SETEMBRO DE 2013 BOLETIM INFORMARE Nº 39/2013 ANO XXIV - 2013-4ª SEMANA DE SETEMBRO DE 2013 BOLETIM INFORMARE Nº 39/2013 IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA DECLARAÇÃO DE ESPÓLIO - CONSIDERAÇÕES GERAIS... Pág. 537 IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA SISCOSERV

Leia mais

Organização Hilário Corrêa Assessoria Empresarial e Contabilidade

Organização Hilário Corrêa Assessoria Empresarial e Contabilidade Desde o dia 02/03/2015 iniciamos o período de entrega da declaração de imposto de renda pessoa física de 2015 com base nos fatos ocorridos no ano de 2014, a declaração poderá ser transmitida até o dia

Leia mais

Índice 1. Obrigatoriedades... 3. 2. Forma de elaborar a declaração de IRPF 2013... 4. 2.1 Formas de entrega... 4. 2.2 Prazo de entrega...

Índice 1. Obrigatoriedades... 3. 2. Forma de elaborar a declaração de IRPF 2013... 4. 2.1 Formas de entrega... 4. 2.2 Prazo de entrega... Índice 1. Obrigatoriedades... 3 2. Forma de elaborar a declaração de IRPF 2013... 4 2.1 Formas de entrega... 4 2.2 Prazo de entrega... 4 2.3 Multa pelo atraso na entrega da declaração... 4 3. Modelos de

Leia mais

Ajuda do Programa IRPF 2015

Ajuda do Programa IRPF 2015 / Índice / Índice Ajuda do Programa IRPF 2015 Índice Índice... 2 Declaração de Ajuste Anual... 4 Declaração de Final de Espólio... 15 Declaração de Saída Definitiva do País...27 Situações Individuais...

Leia mais

Imposto de Renda Pessoa Física 2015

Imposto de Renda Pessoa Física 2015 Imposto de Renda Pessoa Física 2015 1 IRPF É um imposto federal brasileiro que incide sobre todas as pessoas que tenham obtido um ganho acima de um determinado valor mínimo. Anualmente este contribuinte

Leia mais

Cartilha Imposto de Renda 2014 ÍNDICE 1. OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO...3

Cartilha Imposto de Renda 2014 ÍNDICE 1. OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO...3 CARTILHA DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2014 ÍNDICE 1. OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO...3 2. FORMA DE ELABORAR A DECLARAÇÃO DE IRPF 2014...4 2.1 FORMAS DE ENTREGA...4 2.2 PRAZO DE ENTREGA...4 2.3 MULTA

Leia mais

Declaração de Imposto de Renda 2012

Declaração de Imposto de Renda 2012 Declaração de Imposto de Renda 2012 Cartilha Índice 1. Forma de elaborar a declaração de IRPF 2012... 3 1.1 Formas de entrega... 3 1.2 Prazo de entrega... 3 1.3 Multa pelo atraso na entrega da declaração...

Leia mais

ITCMD. Perguntas mais frequentes:

ITCMD. Perguntas mais frequentes: ITCMD Perguntas mais frequentes: 1. Quando nasce a obrigação de pagar o ITCMD? O ITCMD é o imposto estadual incidente sobre a transmissão de quaisquer bens ou direitos a título gratuito (ato não oneroso).

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DA FAZENDA

ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DA FAZENDA ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DA FAZENDA ITCMD Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de quaisquer Bens ou Direitos MANUAL DO USUÁRIO 2012 O ITCMD tem como fato gerador a transmissão de bens e direitos

Leia mais

Além da documentação acima a inscrição será efetivada com a doação de uma lata de leite em pó que será doado à uma instituição filantrópica da região.

Além da documentação acima a inscrição será efetivada com a doação de uma lata de leite em pó que será doado à uma instituição filantrópica da região. Peruíbe, 10 de março de 2013. As Faculdade Peruíbe realizará pela 1ª vez o serviço de preenchimento gratuito da declaração do imposto de renda (IRPF 2014) para pessoas físicas na atividade IRPF Social.

Leia mais

a d en e R d sto o p e Im 20 d eclaração Cartilha D 1

a d en e R d sto o p e Im 20 d eclaração Cartilha D 1 ÍNDICE 1. Obrigatoriedades... 3 2. Forma de elaborar a declaração de IRPF 2014... 4 2.1 Formas de entrega... 4 2.2 Prazo de entrega... 4 2.3 Multa pelo atraso na entrega da declaração... 4 3. Modelos de

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Centro de Economia e Administração. Faculdade de Ciências Contábeis

Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Centro de Economia e Administração. Faculdade de Ciências Contábeis Pontifícia Universidade Católica de Campinas Centro de Economia e Administração Faculdade de Ciências Contábeis OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO Renda Recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste

Leia mais

DIRF DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE

DIRF DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE DIRF DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE O que é? Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte - DIRF é a declaração feita pela FONTE PAGADORA, com o objetivo de informar à Secretaria da Receita

Leia mais

Capítulo 1 CONTRIBUINTES

Capítulo 1 CONTRIBUINTES Capítulo 1 CONTRIBUINTES Contribuintes do Imposto de Renda São contribuintes do imposto de renda, sem distinção da nacionalidade, sexo, idade, estado civil ou profissão as pessoas físicas domiciliadas

Leia mais

Especial Imposto de Renda 2015

Especial Imposto de Renda 2015 Especial Imposto de Renda 2015 01. Quais são os limites de rendimentos que obrigam (pessoa física) a apresentação da Declaração de Ajuste Anual relativa ao ano-calendário de 2014, exercício de 2015? A

Leia mais

EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários

EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários Sumário 1. Conceito 2. Procedimentos Fiscais na Extinção 2.1 - Pessoa Jurídica Tributada Com Base no Lucro Real 2.2 - Pessoa Jurídica Tributada Com Base

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 17 DE SETEMBRO DE 2007

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 17 DE SETEMBRO DE 2007 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 17 DE SETEMBRO DE 2007 Publicada no DOE(Pa) de 19.09.07. Retificação no DOE(Pa) de 25.09.07. Institui a Declaração de Bens e Direitos, relativa ao Imposto sobre Transmissão

Leia mais

AGENDA TRIBUTÁRIA FEDERAL: DEZEMBRO DE 2015 - ADE CODAC Nº 37, DE 20/11/2015

AGENDA TRIBUTÁRIA FEDERAL: DEZEMBRO DE 2015 - ADE CODAC Nº 37, DE 20/11/2015 AGENDA TRIBUTÁRIA FEDERAL: DEZEMBRO DE 2015 - ADE CODAC Nº 37, DE 20/11/2015 Divulga a Agenda Tributária do mês de dezembro de 2015. O COORDENADOR-GERAL DE ARRECADAÇÃO E COBRANÇA, no uso da atribuição

Leia mais

IRPF 2012. Principais Novidades. Março 2013. Elaborado por: Wagner Mendes. O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a).

IRPF 2012. Principais Novidades. Março 2013. Elaborado por: Wagner Mendes. O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a). Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Código de Processo Civil, encontramos regras nesse sentido nos artigos 1003 e seguintes, 1022 e seguintes, artigo 1026.

Código de Processo Civil, encontramos regras nesse sentido nos artigos 1003 e seguintes, 1022 e seguintes, artigo 1026. Escritura pública de inventário e partilha Documentos Necessários A relação de documentos necessários para uma escritura pública de inventário e partilha, especialmente quando contemplam bens imóveis,

Leia mais

IRPF 2012 Cartilha IR 2012

IRPF 2012 Cartilha IR 2012 IRPF 2012 Cartilha IR 2012 A MAPFRE Previdência desenvolveu para os participantes de plano de previdência complementar PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), FGB Tradicional (Fundo Gerador de Benefício)

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011 Recolhimento Espontâneo 001 Quais os acréscimos legais que incidirão no caso de pagamento espontâneo de imposto ou contribuição administrado pela Secretaria da Receita

Leia mais

Cartilha Declaração de Imposto de Renda 2016

Cartilha Declaração de Imposto de Renda 2016 CARTILHA DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2016 1 SUMÁRIO 1. OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO... 4 1.1. Pessoas obrigadas à apresentação da Declaração de Ajuste Anual IRPF 2016... 4 1.2. Pessoas dispensadas

Leia mais

PERMUTA DE IMÓVEIS CONCEITO

PERMUTA DE IMÓVEIS CONCEITO PERMUTA DE IMÓVEIS CONCEITO Considera-se permuta toda e qualquer operação que tenha por objeto a troca de uma ou mais unidades imobiliárias, prontas ou a construir, por outra ou outras unidades imobiliárias,

Leia mais

Guia de Declaração de IRPF 2011. Ano-calendário 2010. Previdência. IR 2010 Prev e Cp_v2

Guia de Declaração de IRPF 2011. Ano-calendário 2010. Previdência. IR 2010 Prev e Cp_v2 Guia de Declaração de IRPF 2011 Ano-calendário 2010 Previdência IR 2010 Prev e Cp_v2 Quem é obrigado a declarar? Está obrigada a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda referente

Leia mais

LEI Nº 7.560, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1986

LEI Nº 7.560, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1986 LEI Nº 7.560, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1986 Cria o Fundo de Prevenção, Recuperação e de Combate às Drogas de Abuso, dispõe sobre os Bens Apreendidos e Adquiridos com Produtos de Tráfico Ilícito de Drogas ou

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Dedução de dependentes da base de cálculo do IRRF - Federal

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Dedução de dependentes da base de cálculo do IRRF - Federal Dedução de dependentes da base de cálculo do IRRF - Federal 03/02/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 4. Conclusão...

Leia mais

IRPF 2014 CARTILHA IR 2014

IRPF 2014 CARTILHA IR 2014 IRPF 2014 CARTILHA IR 2014 A MAPFRE Previdência desenvolveu para os participantes de plano de previdência complementar PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), FGB Tradicional (Fundo Gerador de Benefício)

Leia mais

Declaração de Saída Definitiva

Declaração de Saída Definitiva 1 de 5 1/3/2011 07:29 Declaração Declaração de Saída Definitiva Obrigatoriedade Comunicação de Saída Definitiva x Declaração de Saída Definitiva do País Prazo e local de entrega da Declaração de Saída

Leia mais

IMPOSTO DE RENDA IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA

IMPOSTO DE RENDA IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA IMPOSTO DE RENDA IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA IMPOSTO l ELEMENTOS DO IMPOSTO: INCIDÊNCIA FATO GERADOR PERÍODO DE APURAÇÃO BASE DE CÁLCULO ALÍQUOTA INCIDÊNCIA l IRPF - É o imposto que incide sobre o produto

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 298, de 12 de fevereiro de 2003

Instrução Normativa SRF nº 298, de 12 de fevereiro de 2003 Instrução Normativa SRF nº 298, de 12 de fevereiro de 2003 Aprova o formulário Resumo de Apuração de Ganhos - Renda Variável, para o exercício de 2004, ano-calendário de 2003. O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL,

Leia mais

INFORMAÇÃO TRIBUTÁRIA CONTRIBUIÇÕES JANEIRO/1989 A DEZEMBRO/1995 INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1.343/2013

INFORMAÇÃO TRIBUTÁRIA CONTRIBUIÇÕES JANEIRO/1989 A DEZEMBRO/1995 INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1.343/2013 INFORMAÇÃO TRIBUTÁRIA CONTRIBUIÇÕES JANEIRO/1989 A DEZEMBRO/1995 INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1.343/2013 Considerando a publicação da Instrução Normativa (IN) nº 1.343 em 08 de abril de 2013 pela Receita

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE:

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE: LEI COMPLEMENTAR Nº 21, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1988 Institui o Imposto sobre a Transmissão causa mortis e Doação de Bens ou Direitos. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE: seguinte Lei: FAÇO SABER que o Poder

Leia mais

IRPF IMPOSTO DE RENDA

IRPF IMPOSTO DE RENDA Le f is c L e g i s l a c a o F i s c a l CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL MINÁRIO DE ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO DE

Leia mais

ANEXO 1 AO COMUNICADO: NOVOS PROCEDIMENTOS REFERENTES À INSCRIÇÃO NO CPF

ANEXO 1 AO COMUNICADO: NOVOS PROCEDIMENTOS REFERENTES À INSCRIÇÃO NO CPF ANEXO 1 AO COMUNICADO: NOVOS PROCEDIMENTOS REFERENTES À INSCRIÇÃO NO CPF Abrangência: pessoas físicas obrigadas a inscrição no CPF. Conteúdo: procedimentos referentes à inscrição, alteração e cancelamento

Leia mais

PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN

PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN PORTARIA N.º 3 DE 22 /11 /2005 Dispõe sobre a prova de regularidade fiscal perante a Fazenda Nacional e dá outras providências. O PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA

Leia mais

O QUE É IRPF? Imposto Sobre a Renda Pessoa Física

O QUE É IRPF? Imposto Sobre a Renda Pessoa Física O QUE É IRPF? Imposto Sobre a Renda Pessoa Física O QUE É DAA? É a Declaração de Imposto de Renda Anual Denominada - Declaração de Ajuste Anual ÓRGÃOS REGULADORES Receita Federal do Brasil Procuradoria

Leia mais

INFORMATIVO. Dispensa de IR sobre as contribuições do participante de 01/01/89 a 31/12/95

INFORMATIVO. Dispensa de IR sobre as contribuições do participante de 01/01/89 a 31/12/95 INFORMATIVO Dispensa de IR sobre as contribuições do participante de 01/01/89 a 31/12/95 Este informativo tem o propósito de orientar as associadas sobre as principais questões atinentes aos procedimentos

Leia mais

Perguntas Frequentes - Tributação

Perguntas Frequentes - Tributação 1. Tributação do Ganho de Capital Perguntas Frequentes - Tributação 1.1 - Como é feita a tributação dos ganhos obtidos com a alienação de ações? A tributação é feita em bases mensais, ou seja: o ganho

Leia mais

SUMÁRIO PREFÁCIO... 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 3 1.2 AS ATUAÇÕES DO MAGISTRADO (ESTADO-JUIZ) E DO

SUMÁRIO PREFÁCIO... 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 3 1.2 AS ATUAÇÕES DO MAGISTRADO (ESTADO-JUIZ) E DO SUMÁRIO PREFÁCIO... 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 3 1.2 AS ATUAÇÕES DO MAGISTRADO (ESTADO-JUIZ) E DO TABELIÃO (PRESTADOR DE SERVIÇO PÚBLICO EM CARÁTER PRIVADO)... 5 1.3 NOVA LEI HOMENAGEIA

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 0020, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2005

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 0020, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2005 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 0020, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2005 Publicada no DOE(Pa) de 29.11.05. Alterada pela IN 05/13. Dispõe sobre a apresentação da Declaração de Informações Econômico-Fiscais - DIEF relativa

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 599, de 28 de dezembro de 2005

Instrução Normativa SRF nº 599, de 28 de dezembro de 2005 Instrução Normativa SRF nº 599, de 28 de dezembro de 2005 DOU de 30.12.2005 Dispõe sobre os arts. 38, 39 e 40 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, relativamente ao Imposto de Renda incidente sobre

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 0 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 325 - Data 17 de novembro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA - IRPF PESSOA FÍSICA EQUIPARADA

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*)

Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*) Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*) DOU de 24.5.2005 Dispõe sobre o Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (Dacon) relativo a fatos geradores ocorridos no ano-calendário

Leia mais

DECLARAÇÃO IMPOSTO DE RENDA

DECLARAÇÃO IMPOSTO DE RENDA DECLARAÇÃO IMPOSTO DE RENDA Tendo em vista o início do prazo para a declaração de imposto de renda (IR), a Asscontas traz nesta edição do Afinal de Contas alguns esclarecimentos pontuais que podem ser

Leia mais

SUCESSÃO HEREDITÁRIA. fases práticas do inventário e partilha

SUCESSÃO HEREDITÁRIA. fases práticas do inventário e partilha EDUARDO MACHADO ROCHA Juiz de Direito da Vara de Família e Sucessões da Comarca de Dourados (MS). Pós-graduado - Especialização em Direito Processual Civil. Professor de Direito Civil na Unigran - Universidade

Leia mais

Inovações e desacertos no novo Direito Sucessório

Inovações e desacertos no novo Direito Sucessório Inovações e desacertos no novo Direito Sucessório Giselda Maria Fernandes Novaes Hironaka Doutora e Livre Docente em Direito pela Faculdade de Direito da USP Professora Associada ao Departamento de Direito

Leia mais

TRIBUTAÇÃO - DEDUÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE

TRIBUTAÇÃO - DEDUÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE TRIBUTAÇÃO - DEDUÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE Conceito Toda pessoa física titular de remuneração ou proventos de qualquer natureza é contribuinte do imposto de renda, sendo o mesmo devido na

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS NOVAS REGRAS PARA ESCOLHA DE BENEFICIÁRIOS

PERGUNTAS E RESPOSTAS NOVAS REGRAS PARA ESCOLHA DE BENEFICIÁRIOS PERGUNTAS E RESPOSTAS NOVAS REGRAS PARA ESCOLHA DE BENEFICIÁRIOS 1 - O que é Beneficiário Indicado? Qualquer pessoa física indicada pelo Participante conforme definido no regulamento do Plano. 2 - O que

Leia mais

Portaria CAT 29, de 4.3.2011.

Portaria CAT 29, de 4.3.2011. Portaria CAT 29, de 4.3.2011. LEGISLAÇÃO ESTADUAL (Diário Oficial do Estado de São Paulo) Portaria COORDENAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA DO ESTADO DE SÃO PAULO CAT/SP nº 29, de 04.03.2011 D.O.E.: 05.03.2011.

Leia mais

IRRF/ 2014. Instalar o programa da Receita Federal. WWW.receita.fazenda.gov.br. Nova. Após abrir declaração (importação/nova)

IRRF/ 2014. Instalar o programa da Receita Federal. WWW.receita.fazenda.gov.br. Nova. Após abrir declaração (importação/nova) IRRF/ 2014 Instalar o programa da Receita Federal WWW.receita.fazenda.gov.br Nova Tenho Anterior Após abrir declaração (importação/nova) Durante a importação o programa 2013 traz também os pagamentos efetuados.

Leia mais

DRF - Goiânia Imposto de Renda Pessoa Física

DRF - Goiânia Imposto de Renda Pessoa Física DRF - Goiânia Imposto de Renda Pessoa Física Normas Gerais IN SRF nº 1.500/2014 e 1.545/2014 Obrigado a declarar Está obrigada a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda referente ao

Leia mais

Professora Alessandra Vieira

Professora Alessandra Vieira Sucessão Legítima Conceito: A sucessão legítima ou ab intestato, é a que se opera por força de lei e ocorre quando o de cujus tem herdeiros necessários que, de pleno direito, fazem jus a recolher a cota

Leia mais

Rendimentos Tributáveis de Pessoa Jurídica Recebidos Acumuladamente TITULAR

Rendimentos Tributáveis de Pessoa Jurídica Recebidos Acumuladamente TITULAR Rendimentos Acumuladamente TITULAR Veja também... Os rendimentos recebidos acumuladamente, pelo titular da declaração, decorrentes de aposentadoria, pensão, transferência para a reserva remunerada ou reforma,

Leia mais

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL PORTARIA CONJUNTA Nº 900, DE 19 DE JULHO DE 2002. Disciplina o pagamento ou parcelamento de débitos de que trata o art. 11 da Medida Provisória nº 38, de 14 de maio de 2002.

Leia mais

LEI Nº 11.441/2007 ESCRITURA PÚBLICA DE INVENTÁRIO E PARTILHA

LEI Nº 11.441/2007 ESCRITURA PÚBLICA DE INVENTÁRIO E PARTILHA SUCESSÕES: LEI Nº 11.441/2007 ESCRITURA PÚBLICA DE INVENTÁRIO E PARTILHA DOCUMENTOS ROTEIRO INTRODUÇÃO DOCUMENTOS NECESSÁRIOS ...una mala política legislativa, consagrada a través del tiempo, no se sabe

Leia mais

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva Direito Civil VI - Sucessões Prof. Marcos Alves da Silva INVENTÁRIO Dois sentidos para o mesmo vocábulo: Liquidação do acervo hereditário (registro, descrição, catalogação dos bens). Procedimento especial

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp Page 1 of 7 Instrução Normativa SRF nº 213, de 7 de outubro de 2002 DOU de 8.10.2002 Dispõe sobre a tributação de lucros, rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior pelas pessoas jurídicas domiciliadas

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos IRRF de Transportador Autônomo

Parecer Consultoria Tributária Segmentos IRRF de Transportador Autônomo Parecer Consultoria Tributária Segmentos IRRF de 10/02/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 4 3.1 Incidência do IRRF para

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Como ajustar a DIRF quando não foi realizado o cálculo em separado do IRRF sobre os Rendimentos Recebidos

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Como ajustar a DIRF quando não foi realizado o cálculo em separado do IRRF sobre os Rendimentos Recebidos Como ajustar a DIRF quando não foi realizado o cálculo em separado do IRRF sobre os Rendimentos Recebidos Acumuladamente (RRA) 24/06/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO Art 1 - Antes da lavratura de escritura pública, nas hipóteses previstas nos artigos 982 e 1.124-A do Código de Processo Civil, na redação dada pela Lei federal

Leia mais

Comprovante de Rendimentos Financeiros

Comprovante de Rendimentos Financeiros Comprovante de Rendimentos Financeiros INFORME DE RENDIMENTOS FINANCEIROS MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL INFORME DE RENDIMENTOS FINANCEIROS DE IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA 1. IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Inventário e Partilha

Inventário e Partilha 108 Inventário e Partilha Flávia de Azevedo Faria Rezende Chagas 1 O palestrante, Dr. Sérgio Ricardo de Arruda Fernandes, iniciou sua explanação abordando a abertura da via extrajudicial, prevista na Resolução

Leia mais

ORIENTAÇÕES GERAIS CRUZAMENTO DE DADOS ITCD SEFAZ/MT X RECEITA FEDERAL DO BRASIL

ORIENTAÇÕES GERAIS CRUZAMENTO DE DADOS ITCD SEFAZ/MT X RECEITA FEDERAL DO BRASIL "Garantir a realização da receita pública e o controle da aplicação do gasto público, com justiça fiscal, contribuindo para a ORIENTAÇÕES GERAIS CRUZAMENTO DE DADOS ITCD SEFAZ/MT X RECEITA FEDERAL DO BRASIL

Leia mais

Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90): Artigos 260 a 260-L

Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90): Artigos 260 a 260-L Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90): Artigos 260 a 260-L Art. 260. Os contribuintes poderão efetuar doações aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente nacional, distrital, estaduais

Leia mais

Redução Juros sobre Multa Punitiva. Redução Multa Punitiva. Parcela Única 60% 60% 75% 75% - N/A

Redução Juros sobre Multa Punitiva. Redução Multa Punitiva. Parcela Única 60% 60% 75% 75% - N/A TRIBUTÁRIO 16/11/2015 ICMS - Regulamentação do Programa Especial de Parcelamento do Estado de São Paulo PEP Reduções Com base na autorização do Convênio ICMS 117/2015, de 07 de outubro de 2015, no último

Leia mais

b) receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40.

b) receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40. Vitória/ES, 23 de fevereiro de 2013. ORIENTAÇÕES PARA DECLARAÇÃO DO IRPF 2013 A partir do dia 1º março a Receita Federal começa a receber a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda Pessoa Física.

Leia mais

Dimas Messias de Carvalho Promotor de Justiça aposentado/mg Mestre em Direito Constitucional pela FDSM Professor na UNIFENAS e UNILAVRAS Advogado

Dimas Messias de Carvalho Promotor de Justiça aposentado/mg Mestre em Direito Constitucional pela FDSM Professor na UNIFENAS e UNILAVRAS Advogado Dimas Messias de Carvalho Promotor de Justiça aposentado/mg Mestre em Direito Constitucional pela FDSM Professor na UNIFENAS e UNILAVRAS Advogado Membro do IBDFAM Autor de Obras Jurídicas Email: dimasmp@navinet.com.br

Leia mais

ORIENTAÇÕES GERAIS CRUZAMENTO DE DADOS ITCD SEFAZ/MT X RECEITA FEDERAL DO BRASIL

ORIENTAÇÕES GERAIS CRUZAMENTO DE DADOS ITCD SEFAZ/MT X RECEITA FEDERAL DO BRASIL "Garantir a realização da receita pública e o controle da aplicação do gasto público, com justiça fiscal, contribuindo para a ORIENTAÇÕES GERAIS CRUZAMENTO DE DADOS ITCD SEFAZ/MT X RECEITA FEDERAL DO BRASIL

Leia mais

Especial Imposto de Renda 2015

Especial Imposto de Renda 2015 Especial Imposto de Renda 2015 01. Durante o ano de 2014 contribuí para a Previdência Social como autônoma. Como devo fazer para deduzir esses valores? Qual campo preencher? Se pedirem CNPJ, qual devo

Leia mais

ITCMD para AFR/SP PARTE 2

ITCMD para AFR/SP PARTE 2 "Aprendi que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu. William Shakespeare ITCMD para AFR/SP PARTE 2 D) Das Isenções As isenções estão previstas no art. 6º da Lei 10705/2000

Leia mais

Parte II. A declaração

Parte II. A declaração Parte II A declaração Declaração Anual de Ajustes Deve ser apresentada até o último dia de abril do exercício seguinte ao da ocorrência do fato gerador (31/12). Pode ser apresentada de forma: completa

Leia mais

Tributação. Mercado à Vista e Day Trade, Compensação de Perdas e Declaração no Informe do Imposto Renda

Tributação. Mercado à Vista e Day Trade, Compensação de Perdas e Declaração no Informe do Imposto Renda Tributação Mercado à Vista e Day Trade, Compensação de Perdas e Declaração no Informe do Imposto Renda Índice Quem recolhe o Imposto? 3 Prazo para Recolhimento 3 Como calcular o Imposto 3 Imposto de Renda

Leia mais

IV - Bens e direitos que devem ser declarados

IV - Bens e direitos que devem ser declarados IV - Bens e direitos que devem ser declarados Regra geral, devem ser relacionados nessa ficha da Declaração a totalidade dos bens e direitos que, no Brasil ou no exterior, constituam, em 31 de dezembro

Leia mais

Sumário 1. INTRODUÇÃO

Sumário 1. INTRODUÇÃO Registro profissional dos contabilistas Em face da publicação da Resolução CFC nº 1.461/2014 - DOU 1 de 17.02.2014, este procedimento foi atualizado. Tópico atualizado: 1.1 Sujeição e aprovação em exame

Leia mais

Fique atento! Chegou a hora de declarar o. Especial. Não descuide do prazo de entrega e confira como declarar seus planos de previdência.

Fique atento! Chegou a hora de declarar o. Especial. Não descuide do prazo de entrega e confira como declarar seus planos de previdência. Especial IRPF 2011 Boletim Informativo dirigido a participantes de planos de previdência da Bradesco Vida e Previdência - Março de 2011 Chegou a hora de declarar o IRPF2011 Fique atento! Não descuide do

Leia mais

LEI N.º 1.427 DE 13 DE FEVEREIRO DE 1989. Alterações posteriores Lei n.º 2.052/92, Lei n.º 2.821/97, Lei n.º 3.515/00, Lei n.º 3.

LEI N.º 1.427 DE 13 DE FEVEREIRO DE 1989. Alterações posteriores Lei n.º 2.052/92, Lei n.º 2.821/97, Lei n.º 3.515/00, Lei n.º 3. Publicada no D.O.E. em 14.02.1989 LEI N.º 1.427 DE 13 DE FEVEREIRO DE 1989 Alterações posteriores Lei n.º 2.052/92, Lei n.º 2.821/97, Lei n.º 3.515/00, Lei n.º 3.663/2001 Institui o Imposto sobre Transmissão

Leia mais

CONCEITO DE INVENTÁRIO

CONCEITO DE INVENTÁRIO DIREITO CIVIL Inventário e Partilha CONCEITO DE INVENTÁRIO Inventárioéoprocedimentojudicialatravésdoqual será realizado o levantamento dos bens, valores, dívidas e sucessores do autor da herança. OBJETIVO

Leia mais

1º Fica dispensada de apresentar a Declaração de Ajuste Anual, a pessoa física que se enquadrar:

1º Fica dispensada de apresentar a Declaração de Ajuste Anual, a pessoa física que se enquadrar: SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.246,DE 3 DE FEVEREIRO DE 2012 Dispõe sobre a apresentação da Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda referente ao exercício

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SMFA Nº 01/2010

INSTRUÇÃO NORMATIVA SMFA Nº 01/2010 INSTRUÇÃO NORMATIVA SMFA Nº 01/2010 Define as regras e os prestadores de serviços e substitutos tributários do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza obrigados a efetuar a Declaração Eletrônica Mensal

Leia mais

14/2/2013 DIRF-2013. Professor Carlos Alberto Silva de Lima Bacharel em Ciências Contábeis Pós Graduado

14/2/2013 DIRF-2013. Professor Carlos Alberto Silva de Lima Bacharel em Ciências Contábeis Pós Graduado DIRF-2013 Professor Carlos Alberto Silva de Lima Bacharel em Ciências Contábeis Pós Graduado 1 Obrigatoriedade de apresentação Programa gerador A apresentação Prazo de apresentação Retificação Processamento

Leia mais

DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2015 DETALHES A OBSERVAR

DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2015 DETALHES A OBSERVAR DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2015 DETALHES A OBSERVAR Muito embora não seja uma novidade, já que a maioria das pessoas estejam obrigadas a entregar a Declaração de Imposto de Renda, trazemos aqui alguns

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS

MANUAL DE PROCEDIMENTOS IMPOSTO DE RENDA E CADASTRO DE DEPENDENTES MANUAL DE PROCEDIMENTOS Agosto/2012 Este Manual tem por objetivo principal a orientação, às Unidades de Recursos Humanos das Secretarias e Supervisões de Gestão

Leia mais

PORTARIA CONJUNTA PGE/SEFAZ, Nº 04 DE 21/10/2014 (Publicada no Diário Oficial de 22/10/2014)

PORTARIA CONJUNTA PGE/SEFAZ, Nº 04 DE 21/10/2014 (Publicada no Diário Oficial de 22/10/2014) PORTARIA CONJUNTA PGE/SEFAZ, Nº 04 DE 21/10/2014 (Publicada no Diário Oficial de 22/10/2014) Estabelece rotinas de procedimentos de declaração e recolhimento do Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis

Leia mais

Resolução Conjunta SF/PGE Nº 1 DE 28/02/2013 (Estadual - São Paulo)

Resolução Conjunta SF/PGE Nº 1 DE 28/02/2013 (Estadual - São Paulo) Resolução Conjunta SF/PGE Nº 1 DE 28/02/2013 (Estadual - São Paulo) Data D.O.: 01/03/2013 Disciplina os procedimentos administrativos necessários à liquidação de débitos fiscais do Imposto sobre Operações

Leia mais

Instrução Normativa 1.343, DE 08.04.2013, DA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL

Instrução Normativa 1.343, DE 08.04.2013, DA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL Instrução Normativa 1.343, DE 08.04.2013, DA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL ASSISTIDOS COM INÍCIO DO RECEBIMENTO DO BENEFÍCIO NO PERÍODO DE JAN.2008 A DEZ.2012 Perguntas e respostas para entendimento

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 10.451, DE 10 DE MAIO DE 2002.

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 10.451, DE 10 DE MAIO DE 2002. Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 10.451, DE 10 DE MAIO DE 2002. Altera a legislação tributária federal e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço

Leia mais

INFORME DE RENDIMENTOS

INFORME DE RENDIMENTOS INFORME DE RENDIMENTOS Consultoria Técnica / Obrigações Acessórias Circular 06/2015 1. INTRODUÇÃO Instituído pela Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal sob nº 690 de 20/12/2006, as instituições

Leia mais

GANHO DE CAPITAL NA ALIENAÇÃO DE IMÓVEL (POR PESSOA FÍSICA)

GANHO DE CAPITAL NA ALIENAÇÃO DE IMÓVEL (POR PESSOA FÍSICA) GANHO DE CAPITAL NA ALIENAÇÃO DE IMÓVEL (POR PESSOA FÍSICA) A legislação brasileira prevê alguns benefícios na alienação de imóveis por pessoas físicas residentes no país. Os não-residentes não possuem

Leia mais

CHEGOU A HORA DE ACERTARMOS AS CONTAS COM O LEÃO.

CHEGOU A HORA DE ACERTARMOS AS CONTAS COM O LEÃO. Porto Alegre, 17 de fevereiro de 2012 Sr. Cliente: CHEGOU A HORA DE ACERTARMOS AS CONTAS COM O LEÃO. No período de 01 de março até 30 de abril de 2012, a RFB estará recepcionando as Declarações do Imposto

Leia mais

ANO XXIII - 2012-3ª SEMANA DE JULHO DE 2012 BOLETIM INFORMARE Nº 29/2012 ASSUNTOS SOCIETÁRIOS IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA

ANO XXIII - 2012-3ª SEMANA DE JULHO DE 2012 BOLETIM INFORMARE Nº 29/2012 ASSUNTOS SOCIETÁRIOS IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA ANO XXIII - 2012-3ª SEMANA DE JULHO DE 2012 BOLETIM INFORMARE Nº 29/2012 ASSUNTOS SOCIETÁRIOS CAPACIDADE PARA O EXERCÍCIO DA ATIVIDADE EMPRESARIAL - CONSIDERAÇÕES GERAIS Introdução - Quem Pode Ser Empresário

Leia mais

Art. 2º Fica suspenso o pagamento da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a receita bruta da venda, no mercado interno, de:

Art. 2º Fica suspenso o pagamento da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a receita bruta da venda, no mercado interno, de: Nº 240, quarta-feira, 16 de dezembro de 2009 1 ISSN 1677-7042 87 SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 977, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2009 Dispõe sobre a suspensão da exigibilidade

Leia mais

Tributação. Mercado de Derivativos, Fundos e Clubes de Investimentos, POP e Principais Perguntas

Tributação. Mercado de Derivativos, Fundos e Clubes de Investimentos, POP e Principais Perguntas Tributação Mercado de Derivativos, Fundos e Clubes de Investimentos, POP e Principais Perguntas 1 Índice Imposto de Renda para Mercado de Opções 03 Exemplos de Apuração dos Ganhos Líquidos - Antes do Exercício

Leia mais

VARGAS CONTABILIDADE atendimento@vargascontabilidaders.com.br ORIENTAÇÃO

VARGAS CONTABILIDADE atendimento@vargascontabilidaders.com.br ORIENTAÇÃO VARGAS CONTABILIDADE atendimento@vargascontabilidaders.com.br ORIENTAÇÃO PREVIDÊNCIA SOCIAL Décimo Terceiro Salário Nesta orientação, vamos apresentar como deve ser preenchida a declaração do SEFIP Sistema

Leia mais