TRIBUTAÇÃO - DEDUÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE

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1 TRIBUTAÇÃO - DEDUÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE Conceito Toda pessoa física titular de remuneração ou proventos de qualquer natureza é contribuinte do imposto de renda, sendo o mesmo devido na medida em que os rendimentos forem recebidos, conforme tabela estabelecida pela Receita Federal. Caracterização/Particularidades O imposto retido na fonte é compensado na declaração anual apresentada pelo servidor na Receita Federal, até 30 de abril de cada exercício. É permitido ao servidor deduzir do valor da base de cálculo do IRRF, parcela fixa referente ao dependente que possua dependência econômica. É vedada a dedução concomitante por mais de um contribuinte, na base de cálculo do imposto, o valor relativo a um mesmo dependente. Sendo o casal servidor público estatutário, em qualquer esfera estadual, municipal, distrital ou federal, os dependentes comuns poderão, opcionalmente, ser considerados por qualquer um dos cônjuges. Se um dos contribuintes for servidor público estatutário e o outro for empregado regido pela CLT, aplica-se a mesma regra. Mesmo quando há emancipação pelo casamento, o filho casado poderá continuar sendo dependente de um de seus pais até completar 25 (vinte e cinco) anos, desde que a partir dos 21 (vinte e um) anos seja estudante em estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de 2º grau. A legislação tributária não prevê grau de parentesco e/ou dependência e, consequentemente, dedução de imposto de renda na fonte para sogro ou sogra, pois para efeito de dedução esses não se constituem como dependentes próprios do servidor. Assim, quando apresentada a declaração na qual estejam sendo tributados em conjunto, rendimentos de ambos os cônjuges, os dependentes podem ser Atualizado em Pág. 1

2 considerados encargos de familiares na declaração apresentada em nome do outro cônjuge, pois na declaração deste tipo o contribuinte representa a entidade familiar. A partir do mês em que o contribuinte completar 65 (sessenta e cinco) anos de idade, desde que esteja na situação de aposentado ou pensionista, os seus rendimentos terão uma parcela isenta prevista na tabela de incidência mensal do imposto. Condições para dependência econômica Para que ocorra a dedução do IRRF é considerado o grau de parentesco do dependente com o servidor, o que permite, ainda, definição ou não da data fim da dependência. Segue quadro demonstrativo que identifica as condições a serem preenchidas para que o dependente esteja apto como dependente econômico. Grau de Parentesco Ascendente - Pai/Mãe Avô(ó)/Bisavô(ó) Companheiro(a) Enteado(a) Esposo(a) Condições para Concessão - não ter rendimento próprio ou auferir rendimentos tributáveis ou não, desde que não superiores à soma do limite de isenção mensal. - não ter rendimento próprio ou auferir rendimentos tributáveis ou não, desde que não superiores à soma do limite de isenção mensal. - ter vida em comum com o servidor por mais de 5 anos ou por período menor se da união resultou filho. - ter entre 0 e 21 anos. - em qualquer idade se incapacitado física ou mentalmente para o trabalho. 1 - ter de 21 a 25 anos (ao completar 25 anos) e estar cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de 2º grau. - existir vida em comum. Ex-Esposo(a) - haver decisão judicial. Filho(a) 2 - ter entre 0 e 21 anos. - em qualquer idade se incapacitado física ou mentalmente para o trabalho. 3 - ter de 21 a 25 anos (ao completar 25 anos) e estar cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de 2º grau. 1 Após a inclusão do dependente e da dependência econômica no SIGRH pelo setorial/seccional, a incapacidade física ou mental para o trabalho do(a) enteado(a) é estabelecida pela GEPEM/DSAS/SEA. 2 O menor adotado que vive sob a guarda e o sustento do servidor, mediante declaração judicial de guarda, é considerado filho. 3 Após a inclusão do dependente e da dependência econômica no SIGRH pelo setorial/seccional, a incapacidade física ou mental para o trabalho do(a) filho(a) é estabelecida pela GEPEM/DSAS/SEA. Atualizado em Pág. 2

3 Grau de Parentesco Guarda/Tutela 4 Irmão(ã) Neto(a)/Bisneto(a) Curatela - incapaz que não seja filho(a) 5 Condições para Concessão - ter entre 0 e 21 anos e viver sob a guarda ou tutela do servidor. - ter de 21 a 25 anos (ao completar 25 anos), e viver sob a guarda ou tutela do servidor e estar cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de 2º grau. A guarda ou tutela precisa ter sido concedida até os 21 anos. - ter entre 0 e 21 anos, sem arrimo dos pais e viver sob a guarda do servidor. - ter de 21 a 25 anos (ao completar 25 anos), sem arrimo dos pais, viver sob a guarda do servidor e estar cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de 2º grau. A guarda judicial precisa ter sido concedida até os 21 anos. - ter entre 0 e 21 anos, sem arrimo dos pais e viver sob a guarda do servidor. - ter de 21 a 25 anos (ao completar 25 anos), sem arrimo dos pais, viver sob a guarda do servidor e estar cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de 2º grau. A guarda judicial precisa ter sido concedida até os 21 anos. - em qualquer idade se incapacitado física ou mentalmente para o trabalho e viver sob curatela do servidor. Documentação para concessão de dependência A documentação comprobatória da dependência está condicionada ao tipo de grau de parentesco do dependente. Segue quadro demonstrativo que identifica, conforme o grau de parentesco, a documentação a ser apresentada em processo para que ocorra a concessão da dependência econômica. Grau de Parentesco Ascendente - Pai/Mãe Avô(ó)/Bisavô(ó) Companheiro(a) Documentação - certidão de nascimento ou casamento do dependente e atestado judicial que comprove a dependência econômica. - certidão de nascimento ou casamento do dependente e atestado judicial que comprove a dependência econômica. - certidão de nascimento do filho(a) e do(a) companheiro(a), desde que haja vida em comum por menos de 5 anos. - certidão de nascimento do(a) companheiro(a) quando a vida em comum é superior a 5 anos. 4 A guarda destina-se a regularizar a posse de fato por familiar (tio, primo, etc.), visando a proteção e a assistência da criança ou adolescente. A tutela é o encargo atribuído pela justiça a um adulto, para que proteja, zele, guarde, oriente, responsabilize-se e administre os bens da criança ou adolescente cujos pais são falecidos, estejam ausentes ou tenham tido o poder familiar destituído. 5 Após a inclusão do dependente e da dependência econômica no SIGRH pelo setorial/seccional, a incapacidade física ou mental para o trabalho do(a) curatelado(a) é estabelecida pela GEPEM/DSAS/SEA, conforme rotina definida no tópico Procedimentos Administrativos deste manual. Atualizado em Pág. 3

4 Grau de Parentesco Enteado(a) Esposo(a) Ex-Esposo(a) Filho(a) Documentação - entre 0 a 21 anos: certidão de nascimento do(a) enteado(a) e certidão de casamento do servidor. - entre 21 e 25 anos (ao completar 25 anos): certidão de nascimento do(a) enteado(a), certidão de casamento do servidor e declaração de frequencia em estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de 2º grau. - incapacitado física ou mentalmente para o trabalho: além da documentação acima, o termo de inspeção de saúde emitido pelo Órgão Médico Oficial (GEPEM/DSAS/SEA). - certidão de casamento. - certidão de casamento e documento da decisão judicial de dependência econômica junto ao imposto de renda. - entre 0 e 21 anos: certidão de nascimento do(a) filho(a). Sendo filho(a) adotivo acrescentar o termo de sentença judicial. - entre 21 a 25 anos (ao completar 25 anos): certidão de nascimento do(a) filho(a) e declaração de frequencia em estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de 2º grau. - incapacitado física ou mentalmente para o trabalho: além da documentação acima, o termo de inspeção de saúde emitido pelo Órgão Médico Oficial (GEPEM/DSAS/SEA). Guarda/Tutela Irmão(ã) Neto(a)/Bisneto(a) Curatela - incapaz que não seja filho(a) - entre 0 e 21 anos: certidão de nascimento e termo de sentença judicial. - entre 21 a 25 anos (ao completar 25 anos): certidão de nascimento, termo de sentença judicial e declaração de frequencia em estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de 2º grau. - entre 0 e 21 anos: certidão de nascimento e termo de sentença judicial (guarda). - entre 21 a 25 anos (ao completar 25 anos): certidão de nascimento, termo de sentença judicial (guarda) e declaração de frequencia em estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de 2º grau. - entre 0 e 21 anos: certidão de nascimento e termo de sentença judicial (guarda). - entre 21 a 25 anos (ao completar 25 anos): certidão de nascimento, termo de sentença judicial (guarda) e declaração de frequencia em estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de 2º grau. - certidão de nascimento, autorização judicial regularizando a posse de fato e o termo de inspeção de saúde emitido pelo Órgão Médico Oficial (GEPEM/DSAS/SEA). Prorrogação da dependência Sendo o dependente estudante em estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de 2º grau, a prorrogação da dependência será efetuada semestralmente pelo formulário MLR-47. Perda da dependência Atualizado em Pág. 4

5 A perda da dependência ocorre por óbito do dependente, separação judicial, exercício de atividade remunerada ou casamento do dependente. Cabe ao servidor comunicar o setorial/seccional a perda da dependência na dedução mensal do IRRF. Separação judicial Havendo acordo homologado judicialmente ou decisão judicial de separação do servidor, é vedado a dedução no IRRF referente ao filho(a) quando o mesmo ficar sob a guarda da outra parte. Quando do recebimento do ofício da Vara da Família o setorial/seccional verifica a quem cabe a guarda do dependente filho(a): se ficar com a outra parte deve inativar a dedução do IRRF, bem como inativar, se houver, a dedução no IRRF referente ao dependente esposo(a) ou companheiro(a). Atualização cadastral do servidor Quando ocorrer a solicitação de registro de dependente esposo(a) ou companheiro(a), o setorial/seccional precisa conferir o estado civil do servidor registrado no SIGRH, atualizando se necessário. Concessão de pensão pelo IPREV a dependente incapaz A Lei Complementar nº 590, de , define que a pensão por morte é devida ao dependente filho maior (superior a 21 anos), solteiro, inválido em caráter permanente para o exercício de toda e qualquer atividade laboral, desde que a invalidez tenha sido atestada pela Perícia Médica Oficial do Estado antes do óbito do servidor. Procedimentos Administrativos 1Concessão Servidor Preencher o formulário MLR-45, anexando a documentação comprobatória da dependência conforme o grau de parentesco do dependente. Atualizado em Pág. 5

6 Protocolar a documentação no setor de protocolo do órgão/entidade de lotação. A consulta do trâmite do documento poderá ser realizada no site - menu serviços - sgp-e (sistema de gestão do protocolo eletrônico). Setorial/Seccional Receber o processo de solicitação de inclusão de dependente e/ou dependência econômica no SIGRH, conferindo se todos os campos do formulário MLR-45 estão devidamente preenchidos, inclusive assinatura e, se está correta a documentação anexada. Não estando o formulário MLR-45 devidamente preenchido ou sendo a documentação anexada insuficiente, diligenciar o processo. Estando o processo devidamente instruído e confirmado o direito, digitalizar a documentação (certidão de nascimento, certidão de casamento ou declaração de união estável) anexada ao formulário MLR-45. Registrar o dependente (Cadastro - Dependente - Manter Dependentes) e/ou dependência (Cadastro - Dependente - Vincular Dependentes) e armazenar a documentação no SIGRH (Cadastro - Vínculo - Manter Documentos Digitalizados). Comunicar o servidor. Arquivamento do processo. As comunicações e notificações devem ser realizadas para o pessoal institucional (PAE) ou, na ausência deste, para o cadastrado no SIGRH, salvo as situações onde está determinado expressamente o contrário. 1.1 Dependência econômica de incapacitado física ou mentalmente para o trabalho Servidor Adotar todos os procedimentos apresentados no item 1 (Concessão) do tópico Procedimentos Administrativos. Apresentar-se na unidade de saúde do servidor da GEPEM/DSAS/SEA na data e horário agendados pelo setorial/seccional. Setorial/Seccional Adotar os procedimentos administrativos definidos no item 1 (Concessão) do tópico Procedimentos Administrativos. Constando no processo que o servidor informou no formulário MLR-45 que o Atualizado em Pág. 6

7 dependente é incapaz física ou mentalmente para o trabalho, após o registro do dependente, vinculação da dependência e armazenamento da documentação no SIGRH, agendar data e horário na avaliação pericial na unidade de saúde do servidor da GEPEM. Quando do retorno do processo da unidade de saúde do servidor da GEPEM e averiguado a emissão do termo de inspeção de saúde, digitalizar o mesmo. Registrar os dados da incapacidade (Cadastro - Dependente - Manter Dependentes - Opção Carteira de Saúde) e armazenar o termo de inspeção de saúde (Cadastro - Vínculo - Manter Documentos Digitalizados), ambos no SIGRH. Unidade de Saúde do Servidor (GEPEM/DSAS/SEA) Recepcionar o processo de solicitação de emissão de termo de inspeção de saúde. Comunicar o servidor sobre o local, data e horário da avaliação pericial. Realizar a avaliação pericial. Emitir o termo de inspeção de saúde. Encaminhar o processo com do termo ao setorial/seccional. 2 Alteração ou exclusão cadastral Servidor Preencher o formulário MLR-46, anexando, quando necessário para justificar a solicitação, a documentação comprobatória. Protocolar a documentação no setor de protocolo do órgão/entidade de lotação. A consulta do trâmite do documento poderá ser realizada no site - menu serviços - sgp-e (sistema de gestão do protocolo eletrônico). Setorial/Seccional Receber o processo de solicitação de alteração ou exclusão de dependente e/ou dependência no SIGRH, conferindo se todos os campos do formulário MLR-46 estão devidamente preenchidos, inclusive assinatura e, quando necessário, se está correta a documentação anexada. Não estando o formulário MLR-46 devidamente preenchido ou sendo a documentação anexada insuficiente, diligenciar o processo. Estando o processo devidamente instruído, digitalizar a documentação (certidão de nascimento, certidão de casamento, declaração de união estável ou certidão de óbito) anexada ao formulário MLR-46, quando a solicitação é de alteração. Atualizado em Pág. 7

8 Registrar a alteração ou efetuar a exclusão do dependente (Cadastro - Dependente - Manter Dependentes) e armazenar o documento digitalizado (Cadastro - Vínculo - Manter Documentos Digitalizados), se for o caso, no SIGRH. Comunicar o servidor. Arquivamento do processo. As comunicações e notificações devem ser realizadas para o pessoal institucional (PAE) ou, na ausência deste, para o cadastrado no SIGRH, salvo as situações onde está determinado expressamente o contrário. Fluxograma Clique no link para visualizar: Fluxograma Concessão de Dedução de IRRF Formulário(s) Relacionado(s) Clique no link para visualizar: Requerimento de Dependente e ou Dependência Econômica - IRRF - Inclusão (MLR- 45) Requerimento de Dependente - Alteração e Exclusão Cadastral (MLR-46) Requerimento de Dependência Econômica - Prorrogação Semestral de Dependente na Dedução do IRRF (MLR-47) Procedimentos Computacionais Relacionados Clique no link para visualizar: Pagamento de Retroativo Cadastro de Dependente Definição de Siglas Clique no link para visualizar o significado das siglas: Atualizado em Pág. 8

9 Perguntas Frequentes 1) Quem é contribuinte do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF)? Toda pessoa física titular de remuneração ou proventos de qualquer natureza é contribuinte do imposto de renda, sendo o mesmo devido na medida em que os rendimentos forem recebidos, conforme tabela estabelecida pela Receita Federal. 2) É possível deduzir valores da base de cálculo do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF)? Sim. É permitido ao servidor deduzir do valor da base de cálculo do IRRF parcela fixa referente ao dependente que possua dependência econômica. No entanto, é vedada a dedução concomitante por mais de um contribuinte do valor relativo a um mesmo dependente. 3) Em que situações o servidor pode perder a dependência para dedução do IRRF? A perda da dependência ocorre por óbito do dependente, separação judicial, exercício de atividade remunerada ou casamento do dependente. Cabe ao servidor comunicar o setorial/seccional a perda da dependência na dedução mensal do IRRF. 4) Em caso de separação judicial como fica a dependência do(s) filho(s) para dedução do IRRF? Havendo acordo homologado judicialmente ou decisão judicial de separação do servidor, é vedado a dedução no IRRF referente ao filho(a) quando o mesmo ficar sob a guarda da outra parte. Quando do recebimento do ofício da Vara da Família o setorial/seccional deve verificar a quem cabe a guarda do dependente filho(s). Se ficar com a outra parte deve inativar a dedução do IRRF, bem como inativar, se houver, a dedução no IRRF referente ao dependente esposo(a) ou companheiro(a). 5) Em algum momento os valores descontados da remuneração do servidor a título de imposto de renda retido da fonte poderão ser ressarcidos? Sim. Na declaração anual apresentada pelo servidor na Receita Federal, até 30 de abril de cada exercício, o imposto retido na fonte é ajustado/compensado. Neste Atualizado em Pág. 9

10 momento, o servidor verificará se terá valores a serem restituídos ou se será restituidor. Fundamentação Legal Art. 6º, da Lei Federal nº 7.713, de (DOU de ), altera a legislação do imposto de renda. Art. 47, da Lei Federal nº 8.541, de (DOU de ), altera a legislação do Imposto de Renda. Art. 35, da Lei Federal nº 9.250, de (DOU de ), altera a legislação do imposto de renda das pessoas físicas. Decreto Federal nº 3.000, de (republicado em ), regulamenta a tributação, fiscalização, arrecadação e administração do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza. Lei Federal nº , de (DOU de ), altera os valores constantes da tabela do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física e altera as Leis n os , de 31 de maio de 2007, 7.713, de 22 de dezembro de 1988, 9.250, de 26 de dezembro de 1995, 9.656, de 3 de junho de 1998, e , de 2 de julho de Solução de Consulta nº 97 - SRRF09/Dist. Data 8 de abril de Permitida a reprodução parcial ou total, desde que citada a fonte. (Lei Federal nº 9.610, de ). Atualizado em Pág. 10

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