Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ"

Transcrição

1 Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Universidade do Minho Escola de Psicologia

2 O que são? 2

3 Competências de vida Definição Potencialidades pessoais internas, características e competências que podem ser facilitadas ou desenvolvidas numa dada área (ex: desporto) e que podem ser transferidas para outros domínios de vida (ex: escola) Vantagem Aprendizagem da competência de vida pode ser transferida para outros contextos de vida 3

4 Competências de vida Tipo de competências de vida Comportamentais (e.g., cumprir um horário definido, gerir o tempo) Cognitivas (e.g., conseguir resolver problemas) Interpessoais (e.g., comunicar de modo positivo com os outros.) Intrapessoais (e.g., saber formular objetivos de vida) Organização Mundial de Saúde (OMS) Ensinar competências de vida é essencial para Ajudar os jovens a lidar com as mudanças das suas circunstâncias sociais Promover crianças saudáveis e contribuir para o desenvolvimento dos adolescentes 4

5 Porquê treinar?

6 Vantagens de intervir com adolescentes Adolescência representa uma etapa onde a maioria dos jovens enfrenta mudanças de vida que podem ser bastante stressantes Possibilidade de promover comportamentos de saúde e diminuir os comportamentos de risco (ex: falta de experiência a lidar com ansiedade nos testes e o consumo de álcool) Possibilidade de promover expectativas positivas relativamente ao futuro, ajudando no desenvolvimento da identidade e na construção de um projeto de vida satisfatório Jovens podem não responder tão facilmente a programas tradicionais de promoção de saúde, centrados na divulgação de informação sobre os comportamentos de risco 6

7 Estado atual

8 Competências de vida Investigação: Necessidade de demonstrar Que as competências de vida aprendidas num contexto são efetivamente transferíveis (ex: do desporto para a escola) Que as competências de vida não se aprendem automaticamente numa atividade (ex: desporto) mas devem ser aprendidas e treinadas Que a aprendizagem de competências de vida não invalida a obtenção de objetivos centrais dos contextos onde se insere o jovem (ex: ganhar no desporto) Que treinar competências vida tem eficácia (e.g., fatores de sucesso da intervenção, modelos teóricos, medidas usadas, etc.) 8

9 Promover Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ O programa

10 Promover experiências positivas Interesse crescente pelas potencialidades, recursos e capacidades humanas e não apenas pela procura das fraquezas, defeitos e défices Desenvolvimento positivo Crianças e adolescentes assumem práticas de vida saudáveis, satisfatórias e produtivas nestas etapas e mais tarde como adultos De que modo? Fornecer estratégias (ex: competências de vida) e experiências que Estimulem a confiança e o otimismo Ajudem a lidar com a adversidade, stresse e incerteza que caracterizam a vida nestas idades e mais tarde como adultos 10

11 Módulos / temas Apresentação 1. Gestão de stresse 2. Motivação 3. Gestão do tempo 4. Resolução de problemas 5. Comunicação 6. Trabalho em equipa Desenvolvimento do programa Fatores individuais para fatores de grupo Estabilidade no número de sessões por módulo Possibilidade de personalizar intervenção 11

12 Tema Competências de vida Competência de vida 1. Gestão de stresse Trocar emoções / pensamentos Critério de sucesso Emoções e pensamentos baseados em factos ou situações realistas 2. Motivação Formular objetivos Difíceis mas realistas Importantes Específicos 3. Gestão do tempo Formular horário Conciliar o que se deve fazer e o que se gosta de fazer 4. Resolução de problemas Resolver problemas por etapas Perceber as causas dos problemas Formular planos de ação controláveis e realistas 5. Comunicação Abordagem positiva Usar comportamentos positivos na relação com os outros 6. Trabalho em equipa Trabalhar em equipas eficazes Conhecer os outros Definir a missão e plano de ação Saber comunicar e lidar com obstáculos 12

13 Lidar com stress!! De que são feitos os PEPinhos Máximo rendimento sob máxima pressão Motivação!!! Gerir o tempo! Resolver problemas! Comunicar Lutar por objetivos! Conciliar o que deve e gosta de fazer Pensar melhor e mais rápido!! Compreender e ser compreendido Trabalho em equipa 1 = 0 / 2 = 1 Positivas ( PEP-CJ) 13

14 Objetivos gerais Modelo de investigação ação Ideia central Promover Experiências Positivas Quatro domínios do saber Saber: conhecer competências pessoais e sociais Fazer: usar competências pessoais e sociais Estar: aumentar o ajustamento e integração social Ser: facilitar o desenvolvimento e crescimento psicológico Critério de sobrevivência Eficácia! 14

15 1. Educação e formação Conhecer a competência 2. Treino e automatização Dominar o uso da competência Fases do módulo / tema 3. Transferência para contextos de vida Dominar a aplicação da competência 4. Generalização nos vários contextos de vida Dominar as aplicações da competência Ou seja Sei o que é! Sei como se faz! Sei como se aplica! 15

16 Níveis da formação 1. Trabalho individual 2. Trabalho com pequenos grupos 3. Trabalho com todo o grupo 16

17 Métodos de formação 1. Expositivo 2. Trabalho independente 3. Demonstração e análise de casos 4. Partilha e reflexão de experiências 5. Modelagem e simulação de competências 17

18 Participantes e duração das sessões Monitores Formação graduada em ciências humanas E/OU Experiência de trabalho com crianças e jovens Participantes Grupo 1: até aos 10 anos e com domínio da leitura e escrita Grupo 2: mais de 10 anos (até final da adolescência) Grupos 1 monitor 8 a 12 participantes por grupo Duração das sessões 75 a 90 minutos (60 minutos de trabalho efetivo) 18

19 Plano temporal Nº Sessões 1 Apresentação 1 Nº Sessões 5 Gestão de stresse 5 Até 10 anos 6 5 Motivação Gestão do tempo 6 5 Mais de 10 anos 5 Resolução de problemas 5 6 Comunicação 6 Trabalho em + 5 equipa a 9 meses 34 1 ano letivo 19

20 Aplicação do programa

21 G1 PEP-CJ Plano de intervenção Intervenção (6 Módulos / Temas) G1 PEP-CJ G2 Controle Medidas de resultado Pré-intervenção Instrumentos e medidas G2 Controle Medidas de resultado Pós-intervenção Medidas de processo - Avaliação inicial programa Medidas de processo - Avaliação módulo/tema Medidas de implementação - Avaliação da sessão Medidas de processo - Avaliação final programa 21

22 Instrumentos e medidas Nível 1: Implementação Grupo: Monitor Avaliação de cada sessão dos módulos / temas realizados Objetivo Monitorizar a implementação em quatro domínios: Cumprimento do horário Cumprimento dos objetivos Cumprimento das atividades propostas Utilização dos materiais propostos 22

23 Instrumentos e medidas Nível 2: Processo Grupo: Monitor / Participantes Avaliação inicial do programa ( expectativas ) Avaliação do módulo / tema Avaliação final do programa Objetivo Monitorizar a eficácia do programa em três domínios Monitor (e.g., condução do programa, motivação, empenho) Formação (e.g., horário, atividades, materiais, duração) Participante (e.g., aprendizagens, utilidade da participação, gozo) 23

24 Instrumentos e medidas Nível 3: Resultado Grupo: Participantes Inventário Desenvolvimento Pessoal em Jovens (IDPJ) (Gomes, 2009) The Youth Experience Survey 2.0 (YES) (Hansen & Larson, 2005) Teste de Orientação de Vida (Revisto) (TOV-R) (Cruz & Gomes, 2007) Life Orientation Test Revised (LOT-R) (Carver & Scheier, 2001, 2003; Scheier, Carver, & Bridges, 1994) Escala de Satisfação com a Vida (ESV) (Neto, 1993, 1999) The Satisfaction With Life Scale (SWLS) (Diener et al., 1985) Objetivo Monitorizar a mudança psicológica e aquisição de competências Psicológicas (e.g., otimismo, pessimismo, satisfação geral) Aquisição de competências (e.g., saber formular objetivos) 24

25 Instrumentos e medidas Alguns cuidados Antes de fornecer os instrumentos Realçar o carácter confidencial e anónimo das respostas ( código de identificação ) Realçar a importância da honestidade das respostas Antes de iniciar o preenchimento Ler instruções de preenchimento dos instrumentos e colocar questões sobre o entendimento das mesmas Usar um item como exemplo para explicar a escala likert Em caso de dificuldades de entendimento Optar pelo preenchimento controlado item-a-item Após o preenchimento Pedir a um participante para colocar os protocolos dentro de um envelope e fechar 25

26 Grupos de intervenção e controle Alguns cuidados Obter consentimentos informados de participação nos grupos de intervenção (Anexo 2) e de controle (Anexo 3) Assegurar anonimato das respostas com os códigos de identificação Protocolos de avaliação Antes da intervenção: sessão de apresentação no grupo PEP e nesse período temporal no grupo controle Final da intervenção: última sessão do programa no grupo PEP e nesse período temporal no grupo controle O que podem ganhar os grupos na avaliação? Conhecimento dos resultados médios da avaliação e intervenção Grupo controle: entrar em intervenção em anos seguintes 26

27 Divulgação do programa

28 Envolvimento dos adultos O que se pretende? Envolver adultos que interagem com os participantes (e.g., familiares, professores, etc.) Facilitar a transferência e generalização das competências Como? Reuniões e encontros em cada módulo ou antes e após o programa Materiais Anexo 1: Conselhos e sugestões aos adultos (Manual dos Monitores) 28

29 Divulgação à comunidade O que se pretende? Aumentar a visibilidade da intervenção Sensibilizar para a importância do treino de competências de vida Criar fontes de apoio e ajuda à implementação do programa Como? Reuniões e encontros Jornais, boletins informativos, etc. Sessões convívio/dramatização entre os participantes Sessões de entrega de certificados de participação Materiais Racional existente no manual do monitor 29

30 OBRIGADO! Foi uma experiência PEP! Gostaria de saber mais sobre nós? (ver Intervenção )

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ. Rui Gomes Universidade do Minho Escola de Psicologia

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ. Rui Gomes Universidade do Minho Escola de Psicologia Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Universidade do Minho Escola de Psicologia rgomes@psi.uminho.pt www.ardh-gi.com Módulo 2 Motivação 1 Esta apresentação não substitui a leitura dos manuais do monitor

Leia mais

Módulo 1 Gestão de stresse

Módulo 1 Gestão de stresse Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Universidade do Minho Escola de Psicologia rgomes@psi.uminho.pt www.ardh-gi.com Módulo 1 Gestão de stresse 1 Esta apresentação não substitui a leitura dos manuais do

Leia mais

Escola de Verão. Liderar equipas eficazes. Informação

Escola de Verão. Liderar equipas eficazes. Informação Escola de Verão Liderar equipas eficazes Informação 10 a 14 de Julho de 2017 ProELid A Escola de Verão Liderar equipas eficazes, destina-se a pessoas com interesse pelo tema da liderança e/ou com funções

Leia mais

PROGRAMA DE COMPETÊNCIAS SOCIAIS PROGRAMA DE COMPETÊNCIAS SOCIAIS COMPETÊNCIA SOCIAL... COMPETÊNCIA SOCIAL... COMPETÊNCIA SOCIAL...

PROGRAMA DE COMPETÊNCIAS SOCIAIS PROGRAMA DE COMPETÊNCIAS SOCIAIS COMPETÊNCIA SOCIAL... COMPETÊNCIA SOCIAL... COMPETÊNCIA SOCIAL... 5º CONGRESSO CERCILEI HUMANIZAR PARA INTEGRAR A IMPORTÂNCIA DA DIFERENÇA A NO PROJECTO SER PESSOA PROGRAMA DE SOCIAIS PROGRAMA DE SOCIAIS Celeste Simões DEER / FMH / UTL o O que é a competência social

Leia mais

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga Telf Inventário de Desenvolvimento Pessoal em Jovens IDPJ

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga Telf Inventário de Desenvolvimento Pessoal em Jovens IDPJ UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar 70-057 Braga Telf. 5 60 Inventário de Desenvolvimento Pessoal em Jovens IDPJ The Youth Experience Survey.0 YES.0 Hansen & Larson (005) Rui Gomes

Leia mais

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DE COMPETÊNCIAS PESSOAIS E SOCIAIS

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DE COMPETÊNCIAS PESSOAIS E SOCIAIS PROGRAMA DE PROMOÇÃO DE COMPETÊNCIAS PESSOAIS E SOCIAIS Margarida Gaspar de Matos Celeste Simões csimoes@fmh.utl.pt PROGRAMA DE PROMOÇÃO DE COMPETÊNCIAS PESSOAIS E SOCIAIS... ajudar as crianças e adolescentes

Leia mais

I Seminário Nacional RED Rendimento Escolar e Desenvolvimento

I Seminário Nacional RED Rendimento Escolar e Desenvolvimento Rendimento Escolar e Desenvolvimento Aferição do Questionário de Inteligência Emocional de Bar-On para estudantes do Ensino Básico Português Candeias, Diniz, Pires, Rebelo & Franco 17 novembro 2012 Universidade

Leia mais

Formação e Treino de Líderes Programa de Intervenção

Formação e Treino de Líderes Programa de Intervenção Formação e Treino de Líderes Programa de Intervenção ---------------------------------------------- Promoção da Eficácia da Liderança ProELid 80 Dossier técnico UMinho EPsi ARDH-GI ProELid pág. 2 Desenvolvimento

Leia mais

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga Telf

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga Telf UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar 4710-057 Braga Telf. 253.604.232 Questionário de Comportamentos Parentais no Desporto (QCPD) Versões para atletas (avaliação do pai e da mãe) Rui

Leia mais

Católica Porto. Aprender a Educar. Sessões para Professores e Educadores. 4ª Edição

Católica Porto. Aprender a Educar. Sessões para Professores e Educadores. 4ª Edição Católica Porto Aprender a Educar Sessões para Professores e Educadores 4ª Edição 2013/2014 Ser Professor ou Educador nos dias de hoje é um desafio!... O APRENDER A EDUCAR Programa para Professores e Educadores

Leia mais

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga Telf

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga Telf UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar 70-07 Braga Telf..60. Questionário de Comportamentos Parentais no Desporto (QCPD) Versão para pais Rui Gomes (rgomes@psi.uminho.pt) 008 Referências

Leia mais

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga Telf

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga Telf UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar 4710-057 Braga Telf. 253.604.232 ENTREVISTA DE AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA PARA CRIANÇAS E JOVENS EAP-CJ Rui Gomes (rgomes@psi.uminho.pt) José Cruz (jcruz@psi.uminho.pt)

Leia mais

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga. Questionário de Stress Ocupacional Versão Geral (QSO-VG)

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga. Questionário de Stress Ocupacional Versão Geral (QSO-VG) UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar 7-57 Braga Questionário de Stress Ocupacional Versão Geral (QSO-VG) Rui Gomes (rgomes@psi.uminho.pt) () Grupo de investigação www.ardh-gi.com Rui

Leia mais

Serviço de Psicologia Externato da Luz

Serviço de Psicologia Externato da Luz Serviço de Psicologia Externato da Luz Índice Apresentação do Programa 3 Estrutura do Programa 4 Portefólio e Blogue Interactivo 5 Implementação do Programa 7 Grupos, horários e respectivos orientadores

Leia mais

GABINETE DE APOIO PSICOLÓGICO Educação

GABINETE DE APOIO PSICOLÓGICO Educação Sessão de esclarecimento On-line Informação ao Encarregado de GABINETE DE APOIO PSICOLÓGICO Educação 1 ORIENTAÇÃO VOCACIONAL Gabinete de Apoio Psicológico Agrupamento de Escolas de Almeida 2 ORIENTAÇÃO

Leia mais

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga. Questionário de Stress nos Professores do Ensino Superior (QSPES)

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga. Questionário de Stress nos Professores do Ensino Superior (QSPES) UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar 7-57 Braga Questionário de Stress nos Professores do Ensino Superior (QSPES) Gomes () Contacto: rgomes@psi.uminho.pt Grupo de investigação www.ardh-gi.com

Leia mais

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga. Questionário de Stress em Profissionais de Segurança (QSPS)

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga. Questionário de Stress em Profissionais de Segurança (QSPS) UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar 7-57 Braga Questionário de Stress em Profissionais de Segurança (QSPS) Rui Gomes (rgomes@psi.uminho.pt) () Grupo de investigação www.ardh-gi.com

Leia mais

Treinamento e Desenvolvimento

Treinamento e Desenvolvimento Treinamento e Desenvolvimento Agenda 1 2 T&D e Estratégia de RH Treinamento & Desenvolvimento 3 4 Coaching & Mentoring Desenvolvimento de Lideranças 1 T&D e Estratégia de RH Relembrando... Os processos

Leia mais

Universidade Minho. Escola de Psicologia. Guião de entrevista. Estilos de Liderança e Gestão de Equipas Desportivas (ELGED)

Universidade Minho. Escola de Psicologia. Guião de entrevista. Estilos de Liderança e Gestão de Equipas Desportivas (ELGED) Universidade Minho Escola de Psicologia Guião de entrevista Estilos de Liderança e Gestão de Equipas Desportivas (ELGED) A. Rui Gomes (rgomes@psi.uminho.pt) 2005 Referência do guião Gomes, A.R. (2005).

Leia mais

Universidade Minho. Escola de Psicologia. Guião de entrevista. Estilos de Liderança e Gestão de Equipas de Trabalho (ELGET)

Universidade Minho. Escola de Psicologia. Guião de entrevista. Estilos de Liderança e Gestão de Equipas de Trabalho (ELGET) Universidade Minho Escola de Psicologia Guião de entrevista Estilos de Liderança e Gestão de Equipas de Trabalho (ELGET) A. Rui Gomes (rgomes@psi.uminho.pt) 2005 Referência do guião Gomes, A.R. (2005).

Leia mais

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga. Planeamento da Prática de Exercício Físico (PPEF)

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga. Planeamento da Prática de Exercício Físico (PPEF) UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar 4710-057 Braga Planeamento da Prática de Exercício Físico (PPEF) Rui Gomes (rgomes@psi.uminho.pt) (2011) Grupo de investigação www.ardh-gi.com

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR. Laboratório de Investigação em Desporto PSICOLOGIA DO DESPORTO 2014

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR. Laboratório de Investigação em Desporto PSICOLOGIA DO DESPORTO 2014 INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR PSICOLOGIA DO DESPORTO 2014 Equipa: Doutor Carlos Silva Doutora Carla Chicau Doutor Luís Cid (coordenador) Psicólogo Luís Gonzaga

Leia mais

CONTRIBUTOS DA TUTORIA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE BOLONHA

CONTRIBUTOS DA TUTORIA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE BOLONHA INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Universidade Técnica de Lisboa Workshop: As Competências Transversais do MEEC no Modelo de Bolonha CONTRIBUTOS DA TUTORIA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE BOLONHA Gabinete de Estudos

Leia mais

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar 4710-057 Braga Escala Multidimensional de Liderança no Desporto EMLD Multidimensional Scale of Leadership in Sport (MSLS) Rui Gomes 2005 rgomes@psi.uminho.pt

Leia mais

Proporcionar aos participantes a aquisição de aptidões específicas nos domínios da expressão/comunicação e das capacidades relacionais

Proporcionar aos participantes a aquisição de aptidões específicas nos domínios da expressão/comunicação e das capacidades relacionais Assertividade Formato do curso: Presencial Localidade: Lisboa Data: 07 Nov. 2016 a 08 Nov. 2016 Preço: 625 Horário: Laboral - 09h00-17h00 Nível: Intermédio Duração: 14 horas No final desta ação, os participantes

Leia mais

Planejamento de Carreira

Planejamento de Carreira Planejamento de Carreira Aulas 17 e 18 Plano de carreira Análise do ambiente Oportunidades Ameaças Objetivos Alvos concretos Estratégias Ações e prazos para atingir objetivos Follow-up Análise de potencial

Leia mais

Promoção de Experiências Positivas em Crianças e Jovens. Manual para os participantes PROGRAMA DE COMPETÊNCIAS DE VIDA. (Grupo com mais de 10 anos)

Promoção de Experiências Positivas em Crianças e Jovens. Manual para os participantes PROGRAMA DE COMPETÊNCIAS DE VIDA. (Grupo com mais de 10 anos) Promoção de Experiências Positivas em Crianças e Jovens PROGRAMA DE COMPETÊNCIAS DE VIDA Manual para os participantes (Grupo com mais de 10 anos) RUI GOMES I 2010 RUI GOMES I 2010 NOTA BIOGRÁFICA RUI

Leia mais

Aconselhamento Psicológico no Ensino Superior Português: Que Necessidades?

Aconselhamento Psicológico no Ensino Superior Português: Que Necessidades? Aconselhamento Psicológico no Ensino Superior Português: Que Necessidades? Joana Carneiro Pinto Faculdade de Ciências Humanas, Universidade Católica Portuguesa Introdução Desafios da transição, adaptação

Leia mais

Plano Nacional de Leitura

Plano Nacional de Leitura 2012-2014 Plano Nacional de Leitura 1 I. O que motivou o projeto? Centralidade da leitura Leitura como ponto de partida para: - Aprender (competência transversal ao currículo) - Colaborar - Interagir /

Leia mais

1 ª sessão. Sessão com o treinador. Participantes. Treinador. Psicólogo. Motivação para o programa

1 ª sessão. Sessão com o treinador. Participantes. Treinador. Psicólogo. Motivação para o programa 1 ª sessão Sessão com o treinador Treinador Motivação para o programa Discussão sobre a importância das competências psicológicas Descrição do programa Importância do reforço Importância da colaboração

Leia mais

Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Colectiva. Crianças e Adolescentes. Variável. Nome da prova: Autor(es): Versão: Portuguesa

Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Colectiva. Crianças e Adolescentes. Variável. Nome da prova: Autor(es): Versão: Portuguesa Nome da prova: Autor(es): Versão: Tipo de aplicação: População: Tempo de aplicação: Objectivos: Materiais incluídos no jogo (kit) completo: Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Portuguesa

Leia mais

Programa de Tutorias (PT) Presidência Gabinete de Apoio ao Estudante e ao Diplomado Conselho Pedagógico

Programa de Tutorias (PT) Presidência Gabinete de Apoio ao Estudante e ao Diplomado Conselho Pedagógico Programa de Tutorias (PT) Presidência Gabinete de Apoio ao Estudante e ao Diplomado Conselho Pedagógico 1 Sumário Enquadramento Missão e objetivos Projeto-piloto Funcionamento do PT 2015/2016 Conclusões

Leia mais

ANEXO F ÁRVORE DE CATEGORIAS DAS ENTREVISTAS APRECIATIVAS

ANEXO F ÁRVORE DE CATEGORIAS DAS ENTREVISTAS APRECIATIVAS ANEXO F ÁRVORE DE CATEGORIAS DAS ENTREVISTAS APRECIATIVAS Categorias Número de Referências Projecto Intervir A Técnicos no O Estruturação do Reconhecimento do Actividades Enquadramento da intervenção Trabalho

Leia mais

STRESS DE TRABALHO EM CONTEXTO. Maria

STRESS DE TRABALHO EM CONTEXTO. Maria STRESS Maria José Chambel A Psicologia da Saúde Ocupacional tem mostrado que o bem-estar em contexto de trabalho tem 2 facetas: o lado negativo do bem-estar a doença, a tensão e o stress dos empregados.

Leia mais

Promoção do sucesso escolar na transição do 1º para o 2º ciclo: Apresentação de um programa de ajustamento social e escolar em contexto rural

Promoção do sucesso escolar na transição do 1º para o 2º ciclo: Apresentação de um programa de ajustamento social e escolar em contexto rural Promoção do sucesso escolar na transição do 1º para o 2º ciclo: Apresentação de um programa de ajustamento social e escolar em contexto rural Vitor Coelho Introdução Do que se trata? O Projecto Atitude

Leia mais

346 Secretariado e Trabalho Administrativo

346 Secretariado e Trabalho Administrativo 346 Secretariado e Trabalho Administrativo Atendimento ao Público e Imagem da Organização Destinatários Apoios administrativos. Secretárias e todos os profissionais em contacto direto com clientes ou público

Leia mais

Burnout: Prevenção. Rui Gomes Universidade do Minho Escola de Psicologia

Burnout: Prevenção. Rui Gomes Universidade do Minho Escola de Psicologia Burnout: Prevenção Rui Gomes rgomes@psi.uminho.pt www.psi.uminho.pt www.ardh-gi.com Alguns aspetos introdutórios 2 Stress ocupacional Custa às empresas americanas 300 biliões de dólares/ano em absentismo,

Leia mais

Balanço de Competências

Balanço de Competências Balanço de Competências Modelo em Árvore de desenvolvimento de competências empreendedoras José Soares Ferreira Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução deste documento, ou de qualquer uma

Leia mais

Herding Behavior e o Sentimento do Investidor: Evidência no Mercado Português

Herding Behavior e o Sentimento do Investidor: Evidência no Mercado Português Universidade de Aveiro Herding Behavior e o Sentimento do Investidor: Evidência no Mercado Português 3ª Conferência Internacional de Educação Financeira Educação Financeira: Transversalidade e Cidadania

Leia mais

Católica Porto. Aprender a Educar. Sessões para Professores e Educadores. 3ª Edição

Católica Porto. Aprender a Educar. Sessões para Professores e Educadores. 3ª Edição Católica Porto Aprender a Educar Sessões para Professores e Educadores 3ª Edição 2012/2013 Ser Professor ou Educador nos dias de hoje é um desafio!... O APRENDER A EDUCAR Programa para Professores e Educadores

Leia mais

PROGRAMA DE MÉTODOS E HÁBITOS DE ESTUDO

PROGRAMA DE MÉTODOS E HÁBITOS DE ESTUDO PROGRAMA DE MÉTODOS E HÁBITOS DE ESTUDO MOTIVAR PARA O SUCESSO PRESSUPÕE INTERESSE, INVESTIMENTO, DISPONIBILIDADE, VONTADE, COMPETÊNCIA E ENVOLVIMENTO DE TODOS OS INTERVENIENTES NO PROCESSO EDUCATIVO!

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO EM CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS

CURSO DE FORMAÇÃO EM CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS 1 CURSO DE FORMAÇÃO EM CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS INTRODUÇÃO Os Cuidados de Saúde Primários (CSP), em Portugal, atravessam um momento de grande crescimento científico e afirmação como pilar essencial

Leia mais

O Impacto Psicossocial do Cancro na Família

O Impacto Psicossocial do Cancro na Família O Impacto Psicossocial do Cancro na Família Maria de Jesus Moura Psicóloga Clínica Unidade de Psicologia IPO Lisboa ATÉ MEADOS DO SEC.XIX Cancro=Morte PROGRESSOS DA MEDICINA CURA ALTERAÇÃO DO DIAGNÓSTICO

Leia mais

1/28/2017 PSICOLOGIA APLICADA AO FUTEBOL. A Relação Treinador Atleta. a influência do treinador vai muito além do contexto desportivo

1/28/2017 PSICOLOGIA APLICADA AO FUTEBOL. A Relação Treinador Atleta. a influência do treinador vai muito além do contexto desportivo PSICOLOGIA APLICADA AO FUTEBOL CURSO TREINADORES DE FUTEBOL NÍVEL I UEFA C Componente Específica Joana Cerqueira joanacerqueira.cifi2d@gmail.com a influência do treinador vai muito além do contexto desportivo

Leia mais

DIDÁTICA DO ENSINO SUPERIOR

DIDÁTICA DO ENSINO SUPERIOR DIDÁTICA DO ENSINO SUPERIOR professormarcelino@hotmail.com Perfil: fb.com/profmarcelino88 Fanpage: fb.com/profmarcelino Twitter: @profmarcelino MÓDULO 6 PROF. MARCELINO FERNANDES DIDÁTICA NO ENSINO SUPERIOR

Leia mais

Relacionamento Interpessoal na Auditoria: Você está preparado? Elisabeth Sversut

Relacionamento Interpessoal na Auditoria: Você está preparado? Elisabeth Sversut Relacionamento Interpessoal na Auditoria: Você está preparado? Elisabeth Sversut Você está preparado? Pense bem... Curso superior, pós-graduação, dois idiomas... Um Auditor Como qualquer outro profissional,

Leia mais

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar 4710-057 Braga Escala Multidimensional de Liderança nas Organizações EMLO Multidimensional Scale of Leadership in Organizations (MSLO) Rui Gomes

Leia mais

Treinamento e Desenvolvimento

Treinamento e Desenvolvimento Aula 8 Treinamento e Desenvolvimento Agenda 1 2 Seminário T&D e Estratégia de RH 3 4 Treinamento & Desenvolvimento Desenvolvimento de Lideranças 1 Seminário 3 The Young and the Clueless Bunker, K. A.;

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES (90 horas)

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES (90 horas) FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES (90 horas) DESTINATÁRIOS: O curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores da SALSUS destina-se a 14 formandos por grupo, sendo que deverá cumprir as seguintes

Leia mais

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga. Normas Subjectivas face ao Exercício Físico (NSEF)

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga. Normas Subjectivas face ao Exercício Físico (NSEF) UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar 4710-057 Braga Normas Subjectivas face ao Exercício Físico (NSEF) Rui Gomes (rgomes@psi.uminho.pt) (2011) Grupo de investigação www.ardh-gi.com

Leia mais

O Atendimento Psicopedagógico dentro das Escolas de Educação Infantil. A Psicopedagogia Positiva e Afetividade na Aprendizagem

O Atendimento Psicopedagógico dentro das Escolas de Educação Infantil. A Psicopedagogia Positiva e Afetividade na Aprendizagem O Atendimento Psicopedagógico dentro das Escolas de Educação Infantil. A Psicopedagogia Positiva e Afetividade na Aprendizagem Isabel Prata Psicopedagoga Mato Grosso do Sul Educação Infantil? Creche? Berçário?

Leia mais

AVALIAÇÃO DE INTERFACES

AVALIAÇÃO DE INTERFACES Conceitos do Livro: Interação Humano - Computador Simone D. J. Barbosa/Bruno Santana da Silva Orienta o avaliador: Introdução Fazer julgamento sobre a qualidade de uso Identificar problemas do usuário

Leia mais

Motivação, Ansiedade e Burnout em jovens atletas. Agradecimentos

Motivação, Ansiedade e Burnout em jovens atletas. Agradecimentos Agradecimentos Este trabalho foi realizado para conclusão da Licenciatura em Educação Física. Foram dois anos de intenso trabalho e esforço da minha parte. Depois de um dia de leccionação na minha escola,

Leia mais

PLANO DE AÇÕES DE MELHORIA

PLANO DE AÇÕES DE MELHORIA PLANO DE AÇÕES DE MELHORIA - ATUALIZADO EM OUTUBRO DE 2016 - TRIÉNIO 2015-2018 Índice I INTRODUÇÃO... 2 II ENQUADRAMENTO ESTRATÉGICO... 2 III IDENTIFICAÇÃO DAS ÁREAS DE MELHORIA... 3 IV PRIORIZAÇÃO DAS

Leia mais

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar 4710-057 Braga Medida de Burnout de Shirom-Melamed (MBSM) Shirom-Melamed Burnout Measure (SMBM) Tradução e adaptação: A. Rui Gomes (2012) (rgomes@psi.uminho.pt)

Leia mais

IV CURSO DE VERÃO. ESEnfCVPOA - ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DA CRUZ VERMELHA PORTUGUESA DE OLIVEIRA DE AZEMEIS. 28 junho a 04 julho Edição I

IV CURSO DE VERÃO. ESEnfCVPOA - ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DA CRUZ VERMELHA PORTUGUESA DE OLIVEIRA DE AZEMEIS. 28 junho a 04 julho Edição I ÁREA DA SAÚDE É A TUA ONDA? NÃO PERCAS A OPORTUNIDADE E VIVE A EXPERIÊNCIA DE SER ENFERMEIRO OE, 2011 IV CURSO DE VERÃO ESEnfCVPOA - ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DA CRUZ VERMELHA PORTUGUESA DE OLIVEIRA

Leia mais

Encontro Sucesso na Diferença

Encontro Sucesso na Diferença Encontro Sucesso na Diferença E.B. 2,3 Vieira da Silva, 15 de Março de 2012 Síndrome de Asperger e Emprego. Eu quero participar. Tu queres aceitar? Síndrome de Asperger na 1ª Pessoa Testemunho Interpretação

Leia mais

Etapas do processo de Administração Estratégica. DPS aula 3 Negócios

Etapas do processo de Administração Estratégica. DPS aula 3 Negócios Etapas do processo de Administração Estratégica Aula 3 Professor Douglas Pereira da Silva 1 2 As etapas envolvidas na administração estratégica Etapa 1: Análise do ambiente O processo de administração

Leia mais

Photovoice: uma nova metodologia de intervenção com famílias pobres

Photovoice: uma nova metodologia de intervenção com famílias pobres Photovoice: uma nova metodologia de intervenção com famílias pobres Sofia Rodrigues Universidade de Aveiro 24 Setembro 2010 Os sistemas formais de apoio atravessam um momento de transição! Modelo tradicional

Leia mais

PLANO DE INTERVENÇÃO

PLANO DE INTERVENÇÃO PLANO DE INTERVENÇÃO Área de intervenção Resultados escolares: promoção do sucesso e da excelência Objetivos Metas Atividades Indicadores Situação inicial Atingir em 95% os Elaboração dos PDI segundo Cumprimento

Leia mais

Conteúdo I. Nota Introdutória... 3 II. Metodologia e procedimentos de aplicação... 3 III. Conteúdo do questionário... 4 IV. Valores apurados... 4 V. B

Conteúdo I. Nota Introdutória... 3 II. Metodologia e procedimentos de aplicação... 3 III. Conteúdo do questionário... 4 IV. Valores apurados... 4 V. B QUESTIONÁRIO AOS(ÀS) TRABALHADORES(AS) E DIRIGENTES INTERMÉDIOS DA DRAP ALGARVE RELATÓRIO CICLO DE GESTÃO 2013 Fev 2014 Conteúdo I. Nota Introdutória... 3 II. Metodologia e procedimentos de aplicação...

Leia mais

promovam a reflexão sobre temáticas fundamentais relacionadas com a aprendizagem da Matemática.

promovam a reflexão sobre temáticas fundamentais relacionadas com a aprendizagem da Matemática. Áreas prioritárias no apoio ao sistema educativo 1º ciclo área da Matemática Perspectivas sobre o trabalho a ser desenvolvido na área da Matemática Proposta Enquadramento A visão de que o ensino da Matemática,

Leia mais

Aprender. Sessões para Profissionais

Aprender. Sessões para Profissionais Católica Porto Aprender a Educar Sessões para Profissionais (assistentes sociais, técnicos de instituições de acolhimento, enfermeiros, auxiliares de educação, psicólogos, etc... ) 1ª Edição 2014 O APRENDER

Leia mais

RAZÕES JUSTIFICATIVAS DA AÇÃO:

RAZÕES JUSTIFICATIVAS DA AÇÃO: PLANO DE FORMAÇÃO A PLATAFORMA FITESCOLA COMO INSTRUMENTO DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DA APTIDÃO FÍSICA DOS ALUNOS NA DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E NO DESPORTO ESCOLAR RAZÕES JUSTIFICATIVAS DA AÇÃO:

Leia mais

Obrigado por aceitar ser entrevistado neste estudo coordenado por.

Obrigado por aceitar ser entrevistado neste estudo coordenado por. ESCALA DE AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DA EQUIPE TÉCNICA COM OS SERVIÇOS DE SAÚDE MENTAL (SATIS-BR) Bandeira, M., Pitta, AMF e Mercier,C (000). Escalas Brasileiras de Avaliação da Satisfação (SATIS-BR) e da

Leia mais

PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM PROFA. JAQUELINE SANTOS PICETTI

PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM PROFA. JAQUELINE SANTOS PICETTI PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM PROFA. JAQUELINE SANTOS PICETTI APRENDIZAGEM NA PERSPECTIVA HUMANISTA CARL ROGERS Dá grande importância às experiências da pessoa, a seus sentimentos e valores.

Leia mais

2. As percepções de competência dos parceiros numa relação podem influenciar a forma como cada um responde aos comportamentos outro;

2. As percepções de competência dos parceiros numa relação podem influenciar a forma como cada um responde aos comportamentos outro; PSICOLOGIA DA COMUNICAÇÃO Ciências da Comunicação COMUNICAÇÃO EM ACÇÃO COMPETÊNCIA COMUNICATIVA Aspectos gerais Mitos sobre competência comunicativa Dimensões da competência comunicativa O comunicador

Leia mais

Relatório de Avaliação Grau de Satisfação - Colaboradores CRIT

Relatório de Avaliação Grau de Satisfação - Colaboradores CRIT Relatório de Avaliação Grau de Satisfação - Colaboradores CRIT - 2010 Grau de Satisfação para Colaboradores sobre a Satisfação Global Nº de inquéritos recebidos 90 P1. Imagem global da organização. 0 2

Leia mais

Preparados para trabalhar?

Preparados para trabalhar? Preparados para trabalhar? Conheça o que os empregadores valorizam e saiba no que investir durante a formação Diana Aguiar Vieira Politécnico do Porto Portugal UNICAMP, 21 de março de 2016 18.000 estudantes

Leia mais

Formação Pedagógica Inicial de Formadores Objetivos Gerais Este Curso, homologado pelo IEFP, visa dotar os participantes das técnicas, conhecimentos e competências necessárias á apresentação com sucesso

Leia mais

NAGEH Pessoas. Eixo: Capacitação e Desenvolvimento de Pessoal 28/09/2015. Compromisso com a Qualidade Hospitalar

NAGEH Pessoas. Eixo: Capacitação e Desenvolvimento de Pessoal 28/09/2015. Compromisso com a Qualidade Hospitalar Eixo: Capacitação e Desenvolvimento de Pessoal 28/09/2015 Agenda: 28/09/2015 8:30 as 9:00 h Recepção dos participantes 9:00 as 11:00 h Eixo: Capacitação e Desenvolvimento 11:00 as 11:30 h Análise de Indicadores

Leia mais

JORNADAS DE REFLEXÃO. 6 e 7 de Setembro 2012

JORNADAS DE REFLEXÃO. 6 e 7 de Setembro 2012 JORNADAS DE REFLEXÃO 6 e 7 de Setembro 2012 Formação Científica Sólida BOM POFESSOR Competências Pedagógicas Envolvimento e Sucesso dos Alunos CONCEITO DE ANDRAGOGIA PEDAGOGIA ANDRAGOGIA Educação de Adultos

Leia mais

DESIGN THINKING NA PRÁTICA COM NIVEA

DESIGN THINKING NA PRÁTICA COM NIVEA DESIGN THINKING NA PRÁTICA COM NIVEA Um desafio de inovação, UX (user experience) e crowdsourcing. Objetivos Vivenciar um projeto real de inovação. Nesse curso, você aprende e já aplica ferramentas de

Leia mais

Curso de Formação Intensiva: Comunicação com os media

Curso de Formação Intensiva: Comunicação com os media Curso de Formação Intensiva: Comunicação com os media 1. Objetivos gerais Dar a conhecer as especificidades do contexto mediático português e dotar os participantes de capacidades e competências técnicas

Leia mais

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA QUESTIONÁRIO AOS TREINADORES DE FUTEBOL Este questionário faz parte de um estudo sobre a Análise do perfil de competências e das necessidades

Leia mais

10/8/2011. Administração de Recursos Humanos TREINAMENTO: DESENVOLVIMENTO: Concluindo: T&D é o processo educacional aplicado de

10/8/2011. Administração de Recursos Humanos TREINAMENTO: DESENVOLVIMENTO: Concluindo: T&D é o processo educacional aplicado de TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAL Administração de Recursos Humanos É o processo de desenvolver qualidades nos RHs para habilitá-los a serem mais produtivos e contribuir melhor para o alcance dos

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO SATISFAÇÃO DOS COLABORADORES 2014

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO SATISFAÇÃO DOS COLABORADORES 2014 I ENQUADRAMENTO GERAL O presente relatório tem como finalidade apresentar os resultados de avaliação realizada aos colaboradores da Instituição. Esta avaliação foi executada mediante a aplicação de um

Leia mais

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar 4710-057 Braga Escala Multidimensional de Liderança nas Organizações EMLO Multidimensional Scale of Leadership in Organizations (MSLO) Rui Gomes

Leia mais

Matriz dos resultados da aprendizagem Versão em Português

Matriz dos resultados da aprendizagem Versão em Português Learning Outcomes Matrix, English Version Matriz dos resultados da aprendizagem Versão em Português Compilado por: LMETB Título do módulo Perfil pessoal Matriz dos resultados da aprendizagem Nível introdutório

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A ESPECIALISTA EM TURISMO DE AR LIVRE

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A ESPECIALISTA EM TURISMO DE AR LIVRE PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A ESPECIALISTA EM TURISMO DE AR LIVRE Publicado no Boletim do Trabalho do Emprego (BTE) nº 4 de 29 de janeiro de 2013 com entrada em vigor a 29 de janeiro de 2013. Publicação

Leia mais

REDE DE MEDIADORES PARA O SUCESSO ESCOLAR

REDE DE MEDIADORES PARA O SUCESSO ESCOLAR REDE DE MEDIADORES PARA O SUCESSO ESCOLAR REDE DE MEDIADORES PRINCÍPIOS DE INTERVENÇÃO REDE DE MEDIADORES PRINCÍPIOS DE INTERVENÇÃO REDE DE MEDIADORES FASES DE INTERVENÇÃO REDE DE MEDIADORES EIXOS DE INTERVENÇÃO

Leia mais

AMIGABILIDADE Capacidade da organização para facilitar o acesso das pessoas à organização, nos domínios físico, temporal e relacional.

AMIGABILIDADE Capacidade da organização para facilitar o acesso das pessoas à organização, nos domínios físico, temporal e relacional. ENQUADRAMENTO GERAL O presente relatório tem como finalidade apresentar os resultados de avaliação realizada aos colaboradores da Instituição. Esta avaliação foi executada mediante a aplicação de um inquérito

Leia mais

CAF Estrutura Comum de Avaliação para a Qualidade Total das Administrações da União Europeia

CAF Estrutura Comum de Avaliação para a Qualidade Total das Administrações da União Europeia QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO Pais/Encarregados de Educação CAF Estrutura Comum de Avaliação para a Qualidade Total das Administrações da União Europeia Agrupamento de Escolas de Arganil 2º/3º CEB e Secundário

Leia mais

Personal Training na sala de musculação: estratégias de atendimento e retenção

Personal Training na sala de musculação: estratégias de atendimento e retenção Personal Training na sala de musculação: estratégias de atendimento e retenção Convenção Internacional Promofitness Sport Zone Porto 26.03.2006 pjrsena@sapo.pt www.paulosena Coisas simples muito bem feitas

Leia mais

CATÁLOGO DE FORMAÇÃO ESTRATEGOR

CATÁLOGO DE FORMAÇÃO ESTRATEGOR 2017 CATÁLOGO DE FORMAÇÃO ESTRATEGOR Gestão de Talentos e Soft Skills Coaching Liderança e Coaching O Líder do Séc. XXI O Poder de um Ponto de Vista - A Atitude Mental Positiva A Comunicação - Chave do

Leia mais

PROJETO CRIAR SABERES 2018

PROJETO CRIAR SABERES 2018 1 PROJETO CRIAR SABERES 2018 O ISG Instituto Superior de Gestão (Business & Economics School), integrado no Grupo ENSINUS, com o objetivo de reforçar o conhecimento dos alunos e professores das escolas

Leia mais

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga

UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar Braga UNIVERSIDADE MINHO Escola de Psicologia Campus de Gualtar 4710-057 Braga Medida de Burnout de Shirom-Melamed (MBSM) Shirom-Melamed Burnout Measure (SMBM) Tradução e adaptação: A. Rui Gomes (2012) (rgomes@psi.uminho.pt)

Leia mais

Estratégias para gestão do stresse

Estratégias para gestão do stresse GESTÃO DO STRESSE Estratégias para gestão do stresse 1. Utilizar estratégias de coping adequadas 2. Saber parar e não forçar (saber dizer não e/ou delegar) 3. Saber controlar o próprio comportamento 4.

Leia mais

Programa da Qualidade Política Geral

Programa da Qualidade Política Geral O Hospital Pulido Valente definiu como MISSÂO: Programa da Qualidade Política Geral 1. O Hospital é o estabelecimento de referência para a população envolvente, para as especialidades de que dispõe, desenvolvendo

Leia mais

arte bruta nas belas-artes

arte bruta nas belas-artes arte bruta nas belas-artes a arte com a doença e a deficiência mental Jean Dubuffet, em 1945, caracterizou o conceito de Art Brut numa perspetiva espontânea e livre de qualquer influência, como resultado

Leia mais

COMO PREVENIR O BULLYING

COMO PREVENIR O BULLYING COMO PREVENIR O BULLYING PULGUINHAS Uma vez identificado o problema importa saber como devemos reagir e o que pode ser feito para prevenir e evitar de raiz as situações de bullying que envolvam as nossas

Leia mais

Desenvolvimento de mensagens e materiais Módulo D3

Desenvolvimento de mensagens e materiais Módulo D3 Desenvolvimento de mensagens e materiais Módulo D3 A tradução deste documento foi feita por Translators Without Borders, único responsável pela qualidade e fidelidade ao original desta versão em português.

Leia mais

esperança em pais de crianças com doença crónica

esperança em pais de crianças com doença crónica Zaida Borges Charepe Promover a esperança em pais de crianças com doença crónica Modelo de Intervenção em Ajuda Mútua UNIVERSIDADE CATÓLICA EDITORA Lisboa 2014 Índice Apresentação 7 Maria Amélia José Monteiro

Leia mais

Criatividade e Inteligência Emocional

Criatividade e Inteligência Emocional Criatividade e Inteligência Emocional Formato do curso: Presencial Preço: 730 Nível: Intermédio Duração: 24 horas As emoções determinam em grande medida a direção da nossa vida, tanto no que se refere

Leia mais

A Comunicação e a. Cultura Organizacional

A Comunicação e a. Cultura Organizacional A Comunicação e a Cultura Organizacional A relação entre comunicação e cultura A comunicação empresarial interna exerce papel estratégico na construção de um universo simbólico, que, aliado às políticas

Leia mais

Curso de Formação Intensiva: Comunicação com os media

Curso de Formação Intensiva: Comunicação com os media Curso de Formação Intensiva: Comunicação com os media 1. Objetivos gerais Dar a conhecer as especificidades do contexto mediático português e dotar os participantes de capacidades e competências técnicas

Leia mais

CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA

CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJECTO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS Formulário de preenchimento obrigatório,

Leia mais

PROGRAMA DO CURSO. Gestão Associativa Contabilidade e Fiscalidade Associativa

PROGRAMA DO CURSO. Gestão Associativa Contabilidade e Fiscalidade Associativa PROGRAMA DO CURSO Gestão Associativa Contabilidade e Fiscalidade Associativa Í N D I C E Pág. 1. DESTINATÁRIOS... 3 2. OBJECTIVO GERAL... 3 3. OBJECTIVOS ESPECÍFICOS... 3 4. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS...

Leia mais

Comissão Nacional de Ciência e Tecnologia Combate à Desertificação

Comissão Nacional de Ciência e Tecnologia Combate à Desertificação Comissão Nacional de Ciência e Tecnologia Combate à Desertificação Maria José Roxo O papel do Comité de Ciência e Tecnologia Estabelecido pelo artigo 24 da Convenção Mandato e termos de referência adoptados

Leia mais