Balanço de Competências

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Balanço de Competências"

Transcrição

1 Balanço de Competências Modelo em Árvore de desenvolvimento de competências empreendedoras José Soares Ferreira Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução deste documento, ou de qualquer uma das suas partes, por meio de impressão, cópia ou qualquer outro procedimento, para fins comerciais ou de prestação de serviços, mesmo que não remunerados, sem prévia autorização, por escrito, de José Soares Ferreira, bem como, é proíbida a sua reprodução ou utilização sem referência explicíta ao autor e à denomimação do modelo. A presente cópia, gratuíta, é destinada à utilização em escolas e salas de aula por professors, ou agentes educativos, equivalentes ou para efeitos de estudos académicos, por estudantes. É bem vinda informação de actividades decorrentes do modelo, bem como, dos seus resultados ou sugestões de melhoramento, para ou em Negocios-Tree-Model/ Pag. 1 Balanço Competências PPAI - V 2010 Tree Model

2 Diagnóstico de competências A presente ferramenta é composta por 3 partes, a saber: Definições Critérios de cotação das competências Técnica de levantamento de competências 1. Definições Na avaliação das competências devemos ter presente as seguintes definições: 1.1 Definição Operacional - permite compreender o conceito que está subjacente a cada competência. A definição operacional revela o que queremos dizer concretamente, já que de outra forma estaríamos a trabalhar com base em generalizações imprecisas. Poe exemplo é fácil confundir iniciativa com actividade, ou inovação e criatividade. Ao descrevermos a competência de forma operacional que dizer que é um comportamento objectivo, permitindo ser avaliado e reduzindo a sua subjectividade. As definições são sempre feita a pensar num contexto concreto e/ou num resultado. Ver anexo Indicadores comportamentais conjunto de comportamentos observáveis que são indiciadores da presença da competência no reportório comportamental de um indivíduo. Ver anexo 2 Os indicadores são factos concretos, visíveis no comportamento das pessoas que indiciam a presença de uma competência, como, falar alto ou falar baixo, Pag. 2 Balanço Competências PPAI - V 2010 Tree Model

3 Premissas básicas para p diagnóstico. Existem algumas premissas básicas na observação desses indicadores, de forma que eles sejam válidos, mas no geral, temos de estar atentos ao seguinte: Competência sem comportamento observável, não é Competência (Indicadores comportamentais); o Ou seja, eu posso ter a opinião sobre mim mesmo que sou energético e sempre pronto para agir, mas na pratica, no contexto de acção, necessito de tempo para me preparar antes de agir, manifestado em nunca me prontificar para desempenhar uma tarefa de forma voluntária. Comportamento sem intenção, não é Competência. Intenção quer dizer de desenvolvo um dado comportamento quando considero que necessito dele, por exemplo ser capaz de contactar pessoas desconhecidas ; No caso de não existir intenção, quer dizer que o comportamento só está disponível em certas circunstancias e não está disponível para ser usado, quando é necessário, ou seja, só sou capaz de contactar pessoa desconhecidas quando estou bem disposto, ou acompanhado. Assim, cada Indicador comportamental deve: Descrever um comportamento directamente observável; o exe. Contactar pessoas desconhecidas Descrever apenas um tipo de comportamento; o Autoconfiança e não sendo revelante para este caso, por exemplo a sua capacidade de expressão ou persuasão 2. Critérios de cotação das competências O nível de desenvolvimento da competência será aferido em função da frequência das evidências (indicadores comportamentais) de cada competência anotada e da sua consistência: 2.1 Frequência Pag. 3 Balanço Competências PPAI - V 2010 Tree Model

4 Em cada indicador será anotado a sua presença ou ausência (entre 0 e 3), sendo que a sua soma dá-nos a frequência e o respectivo nível de desenvolvimento, conforme o seguinte quadro resumo. Descrição Nível Nunca - Ausência da competência 0 Raramente - Competência com potencial de desenvolvimento 1 Algumas vezes - Competência desenvolvida 2 Sempre - Competência muito desenvolvida Consistência Ao observar-se um comportamento (evidência) deverá validar-se se noutras situações idênticas surgiu o mesmo comportamento ou não. Caso seja um comportamento evidenciado de forma repetida, poderemos considerar que é consistente e portanto válido, com a cotação de 1, 2 ou Técnicas de levantamento de competências As presentes orientações são uma adaptação de uma técnica denominada - Entrevista baseada em Eventos comportamentais BEI (Behavioral Event Interview) que foi criada em 1954 por Flanagan e é baseada na premissa de que a existência consistente de alguns eventos comportamentais (ou incidentes críticos) ao longo da vida do sujeito, permitem predizer o comportamento do sujeito no futuro. A Técnica de Levantamento procura realizar uma recolha de eventos comportamentais consistentes com indicadores comportamentais, previamente definidos, através de informação biográfica e/ou de observação directa do sujeito do diagnóstico. O processo mas adequado para jovens até aos 12 anos é o de observação em contexto de trabalho real, ou em laboratório (criação de situações) Processo de observação Passo 1 (repetir todos os passos por cada competência ) Pag. 4 Balanço Competências PPAI - V 2010 Tree Model

5 o Selecionar a competência. ex. autoconfiança Passo 2 (repetir os passos seguintes por cada indicador) o Selecionar um indicador dessa competência, ex. Apresenta as suas ideias de forma clara, calma e confiante Passo 3 o Observar a ocorrência ou não do indicador selecionado (zero ou mais que zero) o Observar a sua frequência (entre 1 e 3) Passo 4 Anotar o valor no mapa abaixo, ou na folha de excell em anexo. Anotar a situação concreta que foi observada no mapa (situação observada) Anexo 1 I Descrição das Competências-Chave Definições Operacionais Apresentamos no quadro que se segue, as competências, respectivas definições operacionais e acções potenciadoras a considerar para o desenvolvimento de competências num contexto formativo. Competênciachave Autoconfiança Iniciativa Definição Operacional Encara com optimismo as situações e enfrenta situações de incerteza e de risco, confiando nas suas capacidades. Actuar frequentemente por iniciativa própria antes de receber ordens, instruções ou em reacção aos acontecimentos. Acções potenciadoras Proporcionar espaço de actuação que promova a resolução de dificuldades de forma positiva, não substituindo a pessoa na sua resolução. Demonstrar confiança nas capacidades da pessoa para correr riscos e na sua capacidade de ultrapassar as dificuldades que surjam. Reconhecer positivamente as iniciativas assumidas pela pessoa, não a desresponsabilizando das suas consequências, mas enquadrando os Pag. 5 Balanço Competências PPAI - V 2010 Tree Model

6 Organização É capaz de reunir e mobilizar recurso diversos de forma estruturada e sistemática com um objectivo. Determinar prioridades das tarefas e controla o seu cumprimento. eventuais erros como uma oportunidade de aprendizagem Proporcionar actividades em que a pessoa se vê confrontado com várias solicitações e em que tem de definir prioridades lógicas em termos da sua resolução. Resiliência Lida com problemas e obstáculos mantendo o equilíbrio e persistindo no alcance dos objectivos. Proporcionar experiências potencialmente geradoras de contrariedades e com as quais a pessoa tem de aprender a lidar de forma positiva. Criatividade Relacionamento Cooperativo Gera ideias originais ou não convencionais para resolver um problema ou uma tarefa. Estabelece relações interpessoais para atingir objectivos comuns Proporcionar actividades, que impliquem praticar um pensamento fora do habitual, soluções novas e diferentes das tradicionais. Promover actividades, que estimulem a criação de novas ideias, métodos, processos, etc. que sejam passíveis de implementação. Proporcionar actividades em que seja necessário colaborar e/ou pedir ajuda a outros para atingir os objectivos individuais. Proporcionar actividades de equipa em que o resultado que conta é o do conjunto e não o de cada membro do grupo. Pag. 6 Balanço Competências PPAI - V 2010 Tree Model

O QUE É A DISLEXIA? DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM ESPECÍFICA DA LEITURA

O QUE É A DISLEXIA? DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM ESPECÍFICA DA LEITURA O QUE É A DISLEXIA? DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM ESPECÍFICA DA LEITURA A origem da Dislexia tem por base alterações genéticas, neurológicas e neurolinguísticas. Cerca de 2 a 10% da população tem Dislexia,

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO CENTRO SOCIAL DE SANTA CRUZ DO DOURO NIF FICHA DE AVALIAÇÃO DO PESSOAL A preencher pelo avaliador Avaliador Cargo NIF Avaliado Unidade orgânica Carreira Categoria NIF Período em avaliação 1. MISSÃO DA

Leia mais

Programa de Estudo do Meio / Ciências da Natureza 2º ano

Programa de Estudo do Meio / Ciências da Natureza 2º ano Programa de Estudo do Meio / Ciências da Natureza 2º ano Introdução: Todas as crianças possuem um conjunto de experiências e saberes que foram acumulando ao longo da sua vida, no contacto com o meio que

Leia mais

Preparados para trabalhar?

Preparados para trabalhar? Preparados para trabalhar? Conheça o que os empregadores valorizam e saiba no que investir durante a formação Diana Aguiar Vieira Politécnico do Porto Portugal UNICAMP, 21 de março de 2016 18.000 estudantes

Leia mais

Que instrumentos utilizar na observação? (continuação)

Que instrumentos utilizar na observação? (continuação) Que instrumentos utilizar na observação? (continuação) In: Pensar avaliação, melhorar a aprendizagem /IIE Lisboa: IIE, 1994 REGISTOS DE INCIDENTES CRÍTICOS Os registos de incidentes críticos consistem

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS COLABORADORES

Sistema de Gestão da Qualidade ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS COLABORADORES ASCUDT - Associação Sócio-Cultural dos Deficientes de Trás-os-Montes Sistema de Gestão da Qualidade ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS COLABORADORES (novembro 2014) Índice

Leia mais

Módulo 1 Gestão de stresse

Módulo 1 Gestão de stresse Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Universidade do Minho Escola de Psicologia rgomes@psi.uminho.pt www.ardh-gi.com Módulo 1 Gestão de stresse 1 Esta apresentação não substitui a leitura dos manuais do

Leia mais

ALAIN AREAL LISBOA, 03 DE OUTUBRO 2016

ALAIN AREAL LISBOA, 03 DE OUTUBRO 2016 ALAIN AREAL LISBOA, 03 DE OUTUBRO 2016 Enquadramento Na Europa, 60% dos acidentes de trabalho de que resultam mortos são acidentes rodoviários, incluindo os acidentes de trajecto para o trabalho. Acidentes

Leia mais

Programa de Matemática 1.º ano

Programa de Matemática 1.º ano Programa de Matemática 1.º ano Introdução A Matemática é uma das ciências mais antigas e é igualmente das mais antigas disciplinas escolares, tendo sempre ocupado, ao longo dos tempos, um lugar de relevo

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO MINISTÉRIO Organismo/Serviço NIF FICHA DE AVALIAÇÃO PARA O GRUPO PROFISSIONAL DO PESSOAL AUXILIAR Avaliador Cargo NIF A preencher pelo avaliador Avaliado Unidade orgânica Carreira Categoria NIF Período

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO FICHA DE AUTO AVALIAÇÃO ASSISTENTE OPERACIONAL

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO FICHA DE AUTO AVALIAÇÃO ASSISTENTE OPERACIONAL AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VIEIRA DE ARAÚJO ESCOLA EB/S VIEIRA DE ARAÚJO VIEIRA DO MINHO SIADAP 3 AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO FICHA DE AUTO AVALIAÇÃO ASSISTENTE OPERACIONAL Avaliado Carreira/Categoria Unidade

Leia mais

REGULAMENTO DE LABORATÓRIOS DO ISPAJ

REGULAMENTO DE LABORATÓRIOS DO ISPAJ REGULAMENTO DE LABORATÓRIOS DO ISPAJ Versão aprovada em CD de 08 de Junho de 2015 Documento Regulamento de Laboratórios do ISPAJ Data 08/06/2015 Conselho de Direcção 08/06/2015 Data entrega Assembleia

Leia mais

Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Serpa Regulamento da Avaliação Operacionalização da Avaliação no Processo de Ensino Aprendizagem

Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Serpa Regulamento da Avaliação Operacionalização da Avaliação no Processo de Ensino Aprendizagem Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Serpa Regulamento da Avaliação Operacionalização da Avaliação no Processo de Ensino Aprendizagem Conforme o ponto 1 do artigo 128º do Regulamento Interno

Leia mais

Processos de inferência social

Processos de inferência social Processos de inferência social Aspectos gerais Tipos de inferência social O processo de inferência Heurísticas Rigor na inferência social Copyright, 2005 José Farinha Aspectos gerais Definição Cada indivíduo

Leia mais

ESCOLA EB 2,3 DR. ANTÓNIO CHORA BARROSO ANO LETIVO 2013/2014. Planificação a Longo Prazo. Matemática 9º ano

ESCOLA EB 2,3 DR. ANTÓNIO CHORA BARROSO ANO LETIVO 2013/2014. Planificação a Longo Prazo. Matemática 9º ano ESCOLA EB 2,3 DR. ANTÓNIO CHORA BARROSO ANO LETIVO 203/204 Planificação a Longo Prazo Matemática 9º ano Finalidades, avaliação e organização temporal Grupo Disciplinar 500 Departamento de Matemática e

Leia mais

Nada disto. Sintomas característicos:

Nada disto. Sintomas característicos: Nada disto. Sabemos hoje que a Perturbação de Hiperactividade com Défice da Atenção tem uma base essencialmente neuropsicológica. Assim, compreendemos que o comportamento destas crianças resulta das suas

Leia mais

Avaliação de Desempenho. Orientações aos relatores

Avaliação de Desempenho. Orientações aos relatores Avaliação de Desempenho Orientações aos relatores 1. Referenciais de avaliação 1.1. Legislação 1. Referenciais de avaliação 1.2. Referentes internos: a. Projeto Educativo do Agrupamento, b. Projeto Curricular

Leia mais

O que é o programa Liderança Para a Mudança (LPM)?

O que é o programa Liderança Para a Mudança (LPM)? O que é o programa Liderança Para a Mudança (LPM)? O Liderança para a Mudança é um programa de aprendizagem activa para o desenvolvimento dos enfermeiros como líderes e gestores efectivos num ambiente

Leia mais

Relacionamento Interpessoal na Auditoria: Você está preparado? Elisabeth Sversut

Relacionamento Interpessoal na Auditoria: Você está preparado? Elisabeth Sversut Relacionamento Interpessoal na Auditoria: Você está preparado? Elisabeth Sversut Você está preparado? Pense bem... Curso superior, pós-graduação, dois idiomas... Um Auditor Como qualquer outro profissional,

Leia mais

FACULDADE EDUCACIONAL ARAUCÁRIA CURSO DE PEDAGOGIA. PORTARIA NORMATIVA 3, de 18 de fevereiro de 2010.

FACULDADE EDUCACIONAL ARAUCÁRIA CURSO DE PEDAGOGIA. PORTARIA NORMATIVA 3, de 18 de fevereiro de 2010. FACULDADE EDUCACIONAL ARAUCÁRIA CURSO DE PEDAGOGIA PORTARIA NORMATIVA 3, de 18 de fevereiro de 2010. Institui as orientações e as atividades aprovadas para a realização da carga horária de Estágio Supervisionado

Leia mais

EB1/PE DE ÁGUA DE PENA

EB1/PE DE ÁGUA DE PENA EB1/PE DE ÁGUA DE PENA 2010 2014 1.Introdução 2.Enquadramento legal 3.Diagnóstico avaliação do projecto anterior 4.Identificação de prioridades de intervenção 5.Disposições finais 6.Avaliação 1.Introdução

Leia mais

MANUAL DO AVALIADOR O

MANUAL DO AVALIADOR O MANUAL DO AVALIADOR O que é uma Feira de Ciência? É uma exposição que divulga os resultados de experimentos ou de levantamentos realizados, com rigor científico, por alunos, sob a orientação de um professor.

Leia mais

CRIATIVIDADE E ECONOMIA INOVAÇÂO E INTERNACIONALIZAÇÃO

CRIATIVIDADE E ECONOMIA INOVAÇÂO E INTERNACIONALIZAÇÃO CRIATIVIDADE E ECONOMIA INOVAÇÂO E INTERNACIONALIZAÇÃO Criatividade e Economia Identificamos 4 pilares complementares que deveriam ter um papel dinamizador para a promoção do empreendedorismo e a articulação

Leia mais

CONTRIBUTOS DA TUTORIA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE BOLONHA

CONTRIBUTOS DA TUTORIA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE BOLONHA INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Universidade Técnica de Lisboa Workshop: As Competências Transversais do MEEC no Modelo de Bolonha CONTRIBUTOS DA TUTORIA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE BOLONHA Gabinete de Estudos

Leia mais

Plataforma da Informação. Fundamentos da Excelência

Plataforma da Informação. Fundamentos da Excelência Plataforma da Informação Fundamentos da Excelência Modelo de Excelência em Gestão Fundamentos da Excelência O Modelo de Excelência em Gestão estimula e apoia as organizações no desenvolvimento e na evolução

Leia mais

Normas de cuidados para as pessoas com artrite reumatóide

Normas de cuidados para as pessoas com artrite reumatóide Normas de cuidados para as pessoas com artrite reumatóide Tradução para: Feita por: E mail: NdC 1 As pessoas com sintomas de AR devem ter acesso atempado a um médico / profissional de saúde competente

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DISCIPLINA DE FRANCÊS 3º CICLO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DISCIPLINA DE FRANCÊS 3º CICLO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DISCIPLINA DE FRANCÊS 3º CICLO Competências Específicas Instrumentos de Avaliação Pesos percentuais Compreender (ouvir / ver) Testes de Avaliação 3 DOMÍNIO COGNITIVO (ler) Fichas

Leia mais

OBJETIVOS DESTA UNIDADE

OBJETIVOS DESTA UNIDADE DEFINIR UM PROBLEMA OBJETIVOS DESTA UNIDADE Definir e descrever o problema relevante a ser abordado na política de saúde Iniciar a discussão sobre o marco teórico, caracterizacão, magnitude e causas do

Leia mais

Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático 2012/2013

Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático 2012/2013 Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático Língua Portuguesa 2012/2013 ATITUDES Formação para a cidadania. Apresentação dos materiais necessários, cumprimento de tarefas propostas, assiduidade,

Leia mais

Métodos de Estudo & Investigação Científica. Elaborando um projeto de pesquisa

Métodos de Estudo & Investigação Científica. Elaborando um projeto de pesquisa Elaborando um projeto de pesquisa A pesquisa é a realização concreta de uma investigação planeada, desenvolvido e redigida de acordo com as normas das metodologias consagradas pela ciência; Requerida quando

Leia mais

TÓPICOS PARA A APRESENTAÇÃO DA ESCOLA

TÓPICOS PARA A APRESENTAÇÃO DA ESCOLA TÓPICOS PARA A APRESENTAÇÃO DA ESCOLA CAMPOS DE ANÁLISE DE DESEMPENHO Como elemento fundamental de preparação da avaliação, solicita-se a cada escola 1 em processo de avaliação que elabore um texto que:

Leia mais

Escola Básica 2,3 com Ensino Secundário de Alvide

Escola Básica 2,3 com Ensino Secundário de Alvide Informação da prova de equivalência à frequência de Francês Prova 16 2016 3.º Ciclo do Ensino Básico Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho 1. Objeto de avaliação A prova tem por referência o Programa

Leia mais

I - Critérios de avaliação curricular

I - Critérios de avaliação curricular Trabalhador para a Carreira Técnica Especialista para o Departamento de Análise Jurídica (Ref.ª 02-DAJ/2016) I - Critérios de avaliação curricular São adotados os seguintes critérios de avaliação curricular:

Leia mais

Objectivos Pedagógicos

Objectivos Pedagógicos CD com cerca de 6000 fichas de trabalho, indicadas para pré- crianças escolar e 1º ciclo para com necessidades educativas especiais. Objectivos Pedagógicos O Meu Primeiro Alfabeto Este grupo de trabalho

Leia mais

Ciências Naturais 5º ano

Ciências Naturais 5º ano Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Escola E.B.,3 Dr. António Chora Barroso Ciências Naturais 5º ano Planificação a Longo Prazo 013/014 Planificação, finalidades e avaliação Grupo Disciplinar

Leia mais

Serra do Saber. Formação Pedagógica Inicial de Formadores

Serra do Saber. Formação Pedagógica Inicial de Formadores Formação Pedagógica Inicial de Formadores Fundamentação Este curso apresenta de uma forma clara e recorrendo a uma metodologia teórico-prática, os conhecimentos necessários para a formação de formadores

Leia mais

Integrando Gestão de Pessoas à Gestão de Negócios Oficina: Seleção por Competências

Integrando Gestão de Pessoas à Gestão de Negócios Oficina: Seleção por Competências Oficina: Seleção por Competências Adriana Cristina Ferreira Caldana CONTRATAMOS PELAS COMPETÊNCIAS TÉCNICAS DEMITIMOS PELAS DEFICIÊNCIAS COMPORTAMENTAIS Habilidades Personalidade Integrando Gestão de Pessoas

Leia mais

Associação de Futebol da Guarda

Associação de Futebol da Guarda Cronograma: Curso de Treinadores de Futsal 1º Nível Aulas Teóricas Dezembro/08 Janeiro/09 As Capacidades Motoras 17 / Janeiro 19 / Janeiro 21 / Janeiro Avaliação Teórica Avaliação Prática 04 / Fevereiro

Leia mais

OBJETIVOS. Dar a conhecer a estrutura do Modelo de Excelência de Gestão MEG. Refletir sobre o ciclo PDCL. Planejamento. Verificação Aprendizagem

OBJETIVOS. Dar a conhecer a estrutura do Modelo de Excelência de Gestão MEG. Refletir sobre o ciclo PDCL. Planejamento. Verificação Aprendizagem 1 OBJETIVOS Dar a conhecer a estrutura do Modelo de Excelência de Gestão MEG. Refletir sobre o ciclo PDCL Planejamento Execução Verificação Aprendizagem 2 INTRODUÇÃO Na aula passada, conhecemos os 11 Fundamentos

Leia mais

CURSO DE INTEGRAÇÃO EMPRESARIAL DE QUADROS (CIEQ)

CURSO DE INTEGRAÇÃO EMPRESARIAL DE QUADROS (CIEQ) INTEGRAÇÃO PROFISSIONAL DE TÉCNICOS SUPERIORES BACHARÉIS, LICENCIADOS E MESTRES CURSO DE INTEGRAÇÃO EMPRESARIAL DE QUADROS (CIEQ) GUIA DE CURSO ÍNDICE 1 - Objectivo do curso 2 - Destinatários 3 - Pré-requisitos

Leia mais

1- Objeto de Avaliação

1- Objeto de Avaliação Informação - Prova de Equivalência à Frequência Ciências Naturais 3º ciclo do Ensino Básico (código:10) 2016 1- Objeto de Avaliação As Orientações Curriculares para o 3º ciclo do ensino básico da disciplina

Leia mais

Critérios Específicos de Avaliação - 1º ciclo

Critérios Específicos de Avaliação - 1º ciclo Critérios Específicos de Avaliação - 1º ciclo A avaliação, como parte integrante do processo de ensino/ aprendizagem, deverá ter em conta: Os programas e as metas curriculares em vigor para o 1º ciclo;

Leia mais

Critérios de Avaliação de Francês 2016 / ºano

Critérios de Avaliação de Francês 2016 / ºano Critérios de Avaliação de Francês 2016 / 2017 7ºano A avaliação certifica as aprendizagens e tem como objetivo a melhoria dessas aprendizagens. Os conteúdos programáticos serão trabalhados, desenvolvendo

Leia mais

PLANO DE AÇÃO TUTORIAL

PLANO DE AÇÃO TUTORIAL PLANO DE AÇÃO TUTORIAL 2013/ 2014 agrupamentodeescolasdagafanhadaencarnação Índice ÍNDICE... 2 I. INTRODUÇÃO... 3 II. OBJECTIVOS GERAIS... 4 III. PÚBLICO-ALVO... 4 IV. PLANO DE TUTORIA... 4 V. PERFIL DO

Leia mais

sugestões para planos de sessão e exercícios

sugestões para planos de sessão e exercícios Parte II sugestões para planos de sessão e exercícios 315 316 317 318 319 320 Tema: Papéis sociais, paradigmas e estereótipos em Igualdade de oportunidades Exercício 1 Objectivo: Identificar estereótipos

Leia mais

PESQUISA CIENTÍFICA -Aula 4-

PESQUISA CIENTÍFICA -Aula 4- PESQUISA CIENTÍFICA -Aula 4- Prof. Alexandre Paiva da Silva Pombal PB SUMÁRIO Pesquisa Conceitos Características Objetivos Finalidades Requisitos Qualidades do pesquisador Tipos de pesquisa científica

Leia mais

COMUNIDADE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM

COMUNIDADE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM COMUNIDADE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM ATIVIDADES Atividade Extra - Fórum SIEPE (Compensação da carga horária do dia 08/09/2012) A atividade foi postada no módulo X Atividade Módulo X - Fórum Agenda O cursista

Leia mais

Comportamento empreendedor dos alunos em uma Instituição de Ensino Superior. Cristiane Bertolino

Comportamento empreendedor dos alunos em uma Instituição de Ensino Superior. Cristiane Bertolino Comportamento empreendedor dos alunos em uma Instituição de Ensino Superior Cristiane Bertolino Problema de pesquisa A partir da década de 1990 Visão renovada da empreendedorismo Promover o desenvolvimento

Leia mais

Empreendedorismo em sala de aula. Jane Carla Claudino Tosin Assessoria da Área Pedagógica

Empreendedorismo em sala de aula. Jane Carla Claudino Tosin Assessoria da Área Pedagógica Empreendedorismo em sala de aula Jane Carla Claudino Tosin Assessoria da Área Pedagógica Contato: Jane Carla Claudino Tosin Assessora da Área Pedagógica 0800 725 3536 Ramal 1171 jtosin@positivo.com.br

Leia mais

Escola Secundária de Valongo

Escola Secundária de Valongo Escola Secundária de Valongo PLANIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS 7º ANO Ano lectivo 2010/2011 TERRA NO ESPAÇO 1º PERÍODO ESCOLA SECUNDÁRIA DE VALONGO PROPOSTA DE PLANIFICAÇÃO ANO LECTIVO DE 2010/2011 CIÊNCIAS

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO INTERNA POR COMPETÊNCIAS MATRIZ DE COMPETÊNCIA DE ASSISTENTE DE DIRETOR DE SECRETARIA

EDITAL DE SELEÇÃO INTERNA POR COMPETÊNCIAS MATRIZ DE COMPETÊNCIA DE ASSISTENTE DE DIRETOR DE SECRETARIA EDITAL DE SELEÇÃO INTERNA POR COMPETÊNCIAS MATRIZ DE COMPETÊNCIA DE ASSISTENTE DE DIRETOR DE SECRETARIA ASSISTENTE DE DIRETOR DE SECRETARIA (FC-5) Área: Judiciária Unidade: Vara do Trabalho ATIVIDADE PRINCIPAL:

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora

Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora Curso Profissional de Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos Informação Prova da Disciplina de Física e Química - Módulo: 4 Circuitos elétricos. Modalidade

Leia mais

Estratégias de Melhoria da Gestão Escolar em Moçambique TANZÂNIA

Estratégias de Melhoria da Gestão Escolar em Moçambique TANZÂNIA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA Estratégias de Melhoria da Gestão Escolar em Moçambique TANZÂNIA C A B O N I A S S A D E L G A D O ZÂMBIA Lichinga Pemba T E T E MALAWI N A M P

Leia mais

AS PASTAS DOS DIÁRIOS DE CLASSE SERÃO COMPOSTAS DE:

AS PASTAS DOS DIÁRIOS DE CLASSE SERÃO COMPOSTAS DE: DIÁRIO DE CLASSE É O DOCUMENTO NO QUAL O PROFESSOR REGISTRA A FREQUÊNCIA DOS ALUNOS ÀS AULAS, O DESENVOLVIMENTO DE TRABALHO DOCENTE, O NÚMERO DE AULAS PREVISTAS E DADAS, PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO E OS

Leia mais

Agrupamento de Escolas do Fundão

Agrupamento de Escolas do Fundão Agrupamento de Escolas do Fundão MATEMÁTICA P GPI 13 12º Ano CURRÍCULO DA DISCIPLINA E Nº DE AULAS PREVISTAS Período PLANIFICAÇÃO ANUAL Módulos a leccionar + Conteúdos Programáticos Módulo A6- Taxa de

Leia mais

ANEXO II da RESOLUÇÃO Nº 15/ CONSELHO SUPERIOR FORMULÁRIO PARA AVALIAÇÃO DE DOCENTE

ANEXO II da RESOLUÇÃO Nº 15/ CONSELHO SUPERIOR FORMULÁRIO PARA AVALIAÇÃO DE DOCENTE ANEXO II da RESOLUÇÃO Nº 15/2011 - CONSELHO SUPERIOR FORMULÁRIO PARA AVALIAÇÃO DE DOCENTE DADOS DO DOCENTE AVALIADO: Nome Completo: Colegiado/área: Campus: Período de Avaliação : / / a / / 1. Este formulário

Leia mais

Universidade dos Açores Campus de angra do Heroísmo Ano Letivo: 2013/2014 Disciplina: Aplicações da Matemática Docente: Ricardo Teixeira 3º Ano de

Universidade dos Açores Campus de angra do Heroísmo Ano Letivo: 2013/2014 Disciplina: Aplicações da Matemática Docente: Ricardo Teixeira 3º Ano de Universidade dos Açores Campus de angra do Heroísmo Ano Letivo: 2013/2014 Disciplina: Aplicações da Matemática Docente: Ricardo Teixeira 3º Ano de Licenciatura em Educação Básica - 1º Semestre O jogo é

Leia mais

Empregabilidade e Soft Skills na Perspetiva dos Empregadores

Empregabilidade e Soft Skills na Perspetiva dos Empregadores Auditório Nobre do IPS - 29 fevereiro 2016 Empregabilidade e Soft Skills na Perspetiva dos Empregadores Diana Aguiar Vieira Empregabilidade do contexto ou do indivíduo Contexto Empregabilidade Indivíduo

Leia mais

Critérios específicos de avaliação

Critérios específicos de avaliação Critérios específicos de 1. Aspetos a considerar na específica A sumativa expressa-se de forma descritiva em todas as áreas curriculares, com exceção das disciplinas de Português e Matemática no 4º ano

Leia mais

Metodologia de Avaliação

Metodologia de Avaliação Metodologia de Avaliação Disciplina de Formação Pessoal e Social (FPS) Professor Humberto Santos Ano-Lectivo 27/8 Escola Secundária de Achada Grande Praia/Cabo Verde Com o objectivo de responsabilizar

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS. Introdução

CONDIÇÕES GERAIS. Introdução CONDIÇÕES GERAIS Introdução A criação da Classe de Dança da Associação Equestre de Viana do Alentejo, resultam da cessação da actividade na Casa do Benfica em Viana do Alentejo, por vontade das alunas

Leia mais

Recrutamento e Seleção com Foco em Competências

Recrutamento e Seleção com Foco em Competências MMA em Vendas - Módulo 09 - Recrutamento e Seleção PROF.: ALEXANDRE HENRIQUE SOUZA 1 Recrutamento e Seleção com Foco em Competências O que é Recrutamento? Recrutamento e Seleção com Foco em Competências

Leia mais

Tipos de investigação educacional diferenciados por:

Tipos de investigação educacional diferenciados por: Bento Março 09 Tipos de investigação educacional diferenciados por: Praticalidade Básica Aplicada Método Qualitativo Quantitativo Experimental Não experimental Questões Etnográfica Histórica Descritiva

Leia mais

A relação interpessoal: -Actuando Relações: Estratégias e Padrões Comunicativos

A relação interpessoal: -Actuando Relações: Estratégias e Padrões Comunicativos A relação interpessoal: -Actuando Relações: Estratégias e Padrões Comunicativos Características básicas A qualidade da relação Negociação da relações interpessoais Questões de base COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL

Leia mais

Descrição do Curso de Verão

Descrição do Curso de Verão Descrição do Curso de Verão Portugal - 1 de 7 - Introdução O BEST Board of European Students of Technology é uma associação sem fins lucrativos, políticos ou religiosos que reúne estudantes de Engenharia,

Leia mais

CARTA DE QUALIDADE DA REDE DE CENTROS DE RECURSOS EM CONHECIMENTO (RCRC)

CARTA DE QUALIDADE DA REDE DE CENTROS DE RECURSOS EM CONHECIMENTO (RCRC) CARTA DE QUALIDADE DA REDE DE CENTROS DE RECURSOS EM CONHECIMENTO (RCRC) 1. Missão A RCRC tem por missão facilitar o acesso a informação estratégica, em vários suportes, aproximar e criar interfaces entre

Leia mais

NORMAS DE APLICAÇÃO DO SIADAP 2 E 3 NA AET

NORMAS DE APLICAÇÃO DO SIADAP 2 E 3 NA AET NORMAS DE APLICAÇÃO DO SIADAP 2 E 3 NA AET a) Fixação do nº mínimo de objetivos por carreira: Dirigentes Intermédios (coordenadora Técnica) 4 Objetivos (um funcional, um de relacionamento e um de grau

Leia mais

Código de conduta. Aristóteles Ética a Nicómaco

Código de conduta. Aristóteles Ética a Nicómaco Código de conduta Toda a teoria da conduta tem de ser apenas um esquema, e não um sistema exacto ( ) os temas de conduta e comportamento não têm em si nada de fixo e invariável, tal como os temas de saúde.

Leia mais

O projecto Potencial C inclui ainda um número limitado de actividades a decorrer fora do país. Objectivos:

O projecto Potencial C inclui ainda um número limitado de actividades a decorrer fora do país. Objectivos: O projecto Potencial C é uma iniciativa da Agência INOVA e é constituído por um conjunto integrado e abrangente de actividades que, ao longo de 24 meses, procurará estimular a criação de empresas no âmbito

Leia mais

Anexo 1.1.Guiões Guião A Desempenhos político-administrativos (altos funcionários, técnicos superiores)

Anexo 1.1.Guiões Guião A Desempenhos político-administrativos (altos funcionários, técnicos superiores) Anexo 1.1.Guiões Guião A Desempenhos político-administrativos (altos funcionários, técnicos superiores) Objectivos Temas organizadores Questões tipo Identificar os diferentes valores, princípios e ideologias

Leia mais

Ensinar e aprender História na sala de aula

Ensinar e aprender História na sala de aula Ensinar e aprender História na sala de aula Séries iniciais do Ensino Fundamental Ensino de História nas séries iniciais do Ensino Fundamental Por que estudar História? Quais ideias os educandos possuem

Leia mais

COORDENAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES OFICINAS 2014 MATRÍCULAS: DE 27 DE FEVEREIRO A 06 DE MARÇO

COORDENAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES OFICINAS 2014 MATRÍCULAS: DE 27 DE FEVEREIRO A 06 DE MARÇO COORDENAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES OFICINAS 2014 MATRÍCULAS: DE 27 DE FEVEREIRO A 06 DE MARÇO LÍNGUA ESTRANGEIRA ALEMÃO Profª Lourdes Sufredini Profª Luciane Probst Unidade de Ensino I Prédio João

Leia mais

Testes de diagnóstico de Português. Fausto Caels

Testes de diagnóstico de Português. Fausto Caels Testes de diagnóstico de Português Língua Não Materna Fausto Caels Equipa Grupo Língua e Diversidade Linguística ILTEC Maria Helena Mira Mateus Fausto Caels Nuno Carvalho Dulce Pereira (FLUL ILTEC) Ana

Leia mais

Planeamento como Ferramenta para a Sustentabilidade. Paulo Teixeira

Planeamento como Ferramenta para a Sustentabilidade. Paulo Teixeira Planeamento como Ferramenta para a Sustentabilidade Paulo Teixeira Pensar Estratégicamente a Organização Há várias razões para uma organização apostar em pensarse estratégicamente mas a principal é Para

Leia mais

Stresse pode ser positivo

Stresse pode ser positivo Stresse pode ser positivo Diferença entre stresse e burnout. Conceito de burnout -frustração do sujeito pelo não alcance dos resultados para os quais se empenhou (Freudenberger, 1974) -sentimento do sujeito

Leia mais

Prova Escrita de Economia A

Prova Escrita de Economia A EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A.º ou 2.º Anos de Escolaridade Prova 72/2.ª Fase 0 Páginas Duração da Prova: 20 minutos. Tolerância:

Leia mais

Mini-curso. Formação de professores e avaliação: instrumentos para avaliação processual em sala de aula

Mini-curso. Formação de professores e avaliação: instrumentos para avaliação processual em sala de aula Mini-curso Formação de professores e avaliação: instrumentos para avaliação processual em sala de aula Professor responsável Prof. Dr. Daniel Abud Seabra Matos (UFOP) Mariana 2014 2 Prezados/as professores/as,

Leia mais

SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO SPO

SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO SPO SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO SPO DECRETO-LEI Nº190/1991 DE 17 MAIO DECRETO-LEI Nº300/1997 DE 31 OUTUBRO / PORTARIA Nº 63 / 2001 DE 30 DE JANEIRO A escola e seus actores Agrupamento de Escolas de

Leia mais

Cursos de Educação e Formação de Adultos

Cursos de Educação e Formação de Adultos Curso EFA B3: Jardinagem e Espaços Verdes Área de Competência: Cidadania e Empregabilidade Unidade de Competência: Organização Política dos Estados Democráticos Nome: Data: FICHA DE ACTIVIDADE N.º 1- UM

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO EUROPEU

PLANO DE DESENVOLVIMENTO EUROPEU PLANO DE DESENVOLVIMENTO EUROPEU 2015-2017 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ARRIFANA, SANTA MARIA DA FEIRA PLANO DE DESENVOLVIMENTO EUROPEU AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ARRIFANA, SANTA MARIA DA FEIRA 2015-2017 Aprovado

Leia mais

COLÉGIO DE ALBERGARIA REGULAMENTO INTERNO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS

COLÉGIO DE ALBERGARIA REGULAMENTO INTERNO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS REGULAMENTO INTERNO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS 1. INTRODUÇÃO De acordo com o Projecto Educativo do Colégio de Albergaria e a legislação em vigor sobre a avaliação das aprendizagens dos alunos nos vários

Leia mais

Sistema de Gestão da Prevenção em

Sistema de Gestão da Prevenção em Sistema de Gestão da Prevenção em SST Trabalho realizado por: André Andrade nº18990 Curso: Engenharia do Ambiente Data: 29/10/2008 Disciplina: PARP Índice Introdução... 3 Sistema de gestão da prevenção

Leia mais

Inteligência Artificial - IA. Agentes Inteligentes Cont.

Inteligência Artificial - IA. Agentes Inteligentes Cont. Agentes Inteligentes Cont. 1 Caracterização de agente - M. A. A. S. (P.E.A.S) Medida desempenho Ambiente Atuadores Sensores Agente filtro de e-mail Minimizar carga de leitura usuário mensagens do usuário

Leia mais

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO PROFISSIONAL

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO PROFISSIONAL O PROCESSO DE AVALIAÇÃO PROFISSIONAL Carmen Leite Ribeiro Bueno* A Avaliação Profissional tem como objetivo geral auxiliar o indivíduo em seu desenvolvimento pessoal e profissional, utilizando sistematicamente

Leia mais

A Leitura a par Criar um relacionamento positivo

A Leitura a par Criar um relacionamento positivo A Leitura a Par A Leitura a par Criar um relacionamento positivo - Apresente-se. Fale um pouco de si. Se quiser pode falar do seu gosto pelos livros e pela leitura. - Procure conhecer a criança fazendo

Leia mais

Câmara Municipal de Penacova

Câmara Municipal de Penacova Câmara Municipal de Penacova Pen@cova Net.ureza Normas de utilização e funcionamento I Disposições Gerais Norma 1 Definição 1. O Espaço Internet de Penacova define-se como local destinado aos cidadãos

Leia mais

AGRUPAMENTO de ESCOLAS n.º 1 de GONDOMAR

AGRUPAMENTO de ESCOLAS n.º 1 de GONDOMAR AGRUPAMENTO de ESCOLAS n.º 1 de GONDOMAR PLANIFICAÇÃO ANUAL 2014/2015 PSICOLOGIA B 12.º ANO COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER COMPETÊNCIAS TRANSVERSAIS Desenvolve a consciência, o respeito e a valorização da

Leia mais

O QUE É UM SISTEMA DE GESTÃO?

O QUE É UM SISTEMA DE GESTÃO? O QUE É UM SISTEMA DE GESTÃO? É UM SISTEMA DE GERENCIAMENTO DOS FATORES DE PRODUÇÃO, MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS, PROCESSOS E RECURSOS HUMANOS, VOLTADOS PARA A SOBREVIVÊNCIA DA EMPRESA, ATRAVÉS DA BUSCA CONSTANTE

Leia mais

Melhorar as aprendizagens e consolidar conhecimentos. Colmatar as dificuldades ao nível da compreensão oral e escrita.

Melhorar as aprendizagens e consolidar conhecimentos. Colmatar as dificuldades ao nível da compreensão oral e escrita. Escola Secundária Abel Salazar Sala de Estudo DEFINIÇÃO Pretende-se que a Sala de Estudo seja um espaço com um ambiente educativo diferente daquele a que o aluno está habituado a vivenciar nas áreas curriculares

Leia mais

IV. Questionário aos professores e outros funcionários da escola.

IV. Questionário aos professores e outros funcionários da escola. IV. Questionário aos professores e outros funcionários da escola. Ex.mo/a Senhores/as Este questionário faz parte dum estudo que pretendemos realizar no âmbito da conclusão da etapa de Licenciatura, do

Leia mais

Estatística Básica. Introdução à Análise Exploratória de Dados. Renato Dourado Maia. Instituto de Ciências Agrárias

Estatística Básica. Introdução à Análise Exploratória de Dados. Renato Dourado Maia. Instituto de Ciências Agrárias Estatística Básica Introdução à Análise Exploratória de Dados Renato Dourado Maia Instituto de Ciências Agrárias Universidade Federal de Minas Gerais Pergunta Inicial O que é Estatística? 2/26 Contexto

Leia mais

Cursos Profissionais Disciplina: PORTUGUÊS Anos: 10º; 11º e 12º

Cursos Profissionais Disciplina: PORTUGUÊS Anos: 10º; 11º e 12º PARÂMETROS GERAIS DE AVALIAÇÃO Integração escolar e profissionalizante Intervenções e Atividades na sala de aula: PESOS PARÂMETROS ESPECÍFICOS INSTRUMENTOS Peso 2 Peso 5 Comportamento-assiduidade-pontualidadecumprimento

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS PROFISSIONAIS FAEPU

ORIENTAÇÕES PARA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS PROFISSIONAIS FAEPU 0 ORIENTAÇÕES PARA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS PROFISSIONAIS FAEPU APRESENTAÇÃO Este manual busca orientar os funcionários do quadro da FAEPU sobre a Avaliação de Desempenho que será realizada.

Leia mais

REGULAMENTO DO PRÉMIO

REGULAMENTO DO PRÉMIO REGULAMENTO DO PRÉMIO CAPÍTULO 1 Disposições gerais Artigo 1.º 1.A Fundação Ilídio Pinho, o Ministério da Educação e o Ministério da Economia celebraram um Protocolo com vista à instituição de um prémio

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Habilitação Profissional: TÉCNICO EM INFORMÁTICA Qualificação:

Leia mais

CARTA DOS DIREITOS E DEVERES COMUNIDADE EDUCATIVA

CARTA DOS DIREITOS E DEVERES COMUNIDADE EDUCATIVA MMA CARTA DOS DIREITOS E DEVERES CENTRO SOCIAL NOSSA SENHORA DO AMPARO Aprovado em Reunião de Direção a 07 /01 /2014 INTRODUÇÃO O CSNSA focaliza todo o seu trabalho no cliente, individualizando e personalizando

Leia mais

Relatório CRI Minas 16/05/13 Inovação e Comportamento Humano Hérica Righi,Raoni Pereira e Flávia Carvalho

Relatório CRI Minas 16/05/13 Inovação e Comportamento Humano Hérica Righi,Raoni Pereira e Flávia Carvalho Relatório CRI Minas 16/05/13 Inovação e Comportamento Humano Hérica Righi,Raoni Pereira e Flávia Carvalho Relatório CRI Minas 16/05/13 Inovação e Comportamento Humano Muitos são os desafios encontrados

Leia mais

efr ENTIDADES FAMILIARMENTE RESPONSÁVEIS

efr ENTIDADES FAMILIARMENTE RESPONSÁVEIS Promovemos a sustentabilidade do seu negócio Júlio Faceira Guedes XZ Consultores, SA O MODELO DE GESTÃO efr ENTIDADES FAMILIARMENTE RESPONSÁVEIS Porto, 08 de Maio de 2012 O modelo de gestão efr 1. O que

Leia mais

FACCAMP Faculdade Campo Limpo Paulista Curso Graduação em Pedagogia, Licenciatura Res. CNE/CP no. 1/2006 Diretrizes Curriculares Nacionais

FACCAMP Faculdade Campo Limpo Paulista Curso Graduação em Pedagogia, Licenciatura Res. CNE/CP no. 1/2006 Diretrizes Curriculares Nacionais Campo Limpo Paulista 2012 2 Atualizado em 14.08.2012 PORTFÓLIO DE FORMAÇÃO Regulamento 1. Apresentação O Portfólio de formação é um documento que facilita a observação da aprendizagem do aluno, por ele

Leia mais

COMO ESTABELECER OBJETIVOS EDUCATIVOS

COMO ESTABELECER OBJETIVOS EDUCATIVOS COMO ESTABELECER OBJETIVOS EDUCATIVOS 1 OBJETIVOS EDUCATIVOS COMPORTAMENTO INICIAL + PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM -> COMPORTAMENTO FINAL NÃO BASTA DEFINIR OS CONTEÚDOS É NECESSÁRIO IDENTIFICAR OS

Leia mais