A FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS QUE DESENVOLVEM CONTEÚDOS PARA EAD: A APLICABILIDADE DO DESIGN INSTRUCIONAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS QUE DESENVOLVEM CONTEÚDOS PARA EAD: A APLICABILIDADE DO DESIGN INSTRUCIONAL"

Transcrição

1 A FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS QUE DESENVOLVEM CONTEÚDOS PARA EAD: A APLICABILIDADE DO DESIGN INSTRUCIONAL PICHETH, Fabiane Maria VOSGERAU, Dilmeire Sant`Anna RESUMO: Neste artigo apresentamos a experiência de duas instituições diferenciadas que desenvolvem materiais didáticos para Educação à Distância (EAD), a fim de apontar suas proposições com relação à formação do conteudísta para o sucesso do design instrucional. Apresentamos estas experiências com base em duas fontes teóricas: a Andragogia e o Design Instrucional. Refletimos em torno da Andragogia como concepção responsável pela organização e estruturação de proposições educativas para o aluno adulto (que atualmente é quem mais se insere nesta modalidade de ensino) e como elemento central para uma construção adequada de conteúdos que sejam direcionados a este público. Em paralelo com o Design Instrucional, cerne da construção de um modelo de material didático que leve em consideração aspectos como a navegação, a linguagem, a dialogicidade e a organização. Esta abordagem nos permite construir modelos de conteúdos para EAD que possam ser personalizados de maneira expressiva, com a finalidade de aproximar o aluno do professor ou do tutor em seus estudos, mesmo que distante fisicamente. Como complemento, relatamos experiências que contemplam a realidade do segmento corporativo e acadêmico no desenvolvimento de conteúdos para educação à distância. Em ambos os casos algumas dificuldades comuns foram detectadas, o que possibilitou ao designer instrucional o uso de estratégias claras para contorná-las. Finalizamos este documento registrando que a atividade de designer instrucional não está inserida com profundidade em nenhum curso de graduação, o que pode significar uma não valorização adequada deste profissional, que muitas vezes não apresenta o perfil necessário para desenvolver novos modelos de conteúdo para EAD. Palavras-chaves: Educação à Distância (EAD), Andragogia e Design Instrucional.

2 2943 Breve Contexto Histórico da EAD As Concepções dos Materiais Didáticos Legalmente, a EAD no Brasil é bastante recente, mas diversas ações anteriores e distintas compuseram uma história de tentativas significativas, tendo sempre os materiais didáticos como alternativa de sistematização e organização de conteúdos. Vianney, et al (2003) destaca três grandes gerações de EAD em nosso país, em que elementos e processos diferenciados influenciaram momentos distintos, e com um indicador comum: a utilização de materiais didáticos em sua aplicação. A 1ª geração descrita pelo autor surge a partir de 1904, quando instituições privadas começaram a ofertar iniciação profissional sem a utilização de salas de aula como até então se conhecia. O Instituto Monitor (1939) e o Instituto Universal Brasileiro (1941), por exemplo, ofertavam cursos profissionalizantes em que o material didático impresso era enviado ao aluno por correspondência. Podemos observar que esta geração utilizou os mesmos materiais didáticos para indivíduos com experiências e culturas diversas e diferentes níveis de escolaridade, ou seja, sem considerar a diversidade do público. Esta etapa consolidou a 1ª geração da EAD. Fomentando, de forma isolada e em um contexto amplo, a formação de diversos indivíduos com realidades culturais e cognitivas distintas, inseridos em um sistema comum e com uma metodologia única pautada em uma mídia impressa por meio de correspondência. A 2ª geração da EAD ocorreu entre as décadas de 70 e 80, com fundações privadas e organizações não governamentais que ofertavam cursos supletivos à distância, no modelo teleducação com aulas via satélite e kits com materiais impressos. Pode-se verificar desde então a necessidade de complementar as teleaulas com material impresso, ou seja, em uma primeira tentativa tornou-se majoritário relacionar mídias diferenciadas para permitir ao aluno um maior aprofundamento em determinada temática. A 3ª geração da EAD abrange o contexto atual, que se origina de forma regulamentada em 1996 com a Lei de Diretrizes e Bases 9394/96 (LDB). Por meio de quatro artigos essenciais fica determinado que: 1) as instituições que oferecerem educação à distância devem ser credenciadas pelo governo; 2) o governo regulamentará exames e diplomas para esta modalidade de ensino; 3) as normas de produção, controle e avaliação

3 2944 caberão aos sistemas de ensino; e 4) a educação a distância terá tratamento diferenciado quanto a custos de transmissão e concessão de canais para fins educativos. Nesta geração, diferenciadas alternativas de EAD têm sido viabilizadas por meio de tecnologias diversificadas. Com mais qualidade e agilidade, torna-se possível apresentar ao aluno temáticas atuais, bem como proporcionar estratégias de interação e materiais didáticos dinâmicos e personalizados de acordo com cada grupo. Muitas proposições de materiais didáticos para a EAD têm sido veiculadas por meio de Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA'S), onde o conteúdo é disponibilizado ao aluno como parte de uma proposta macro de planejamento. Nesta perspectiva, o conteúdo passa a ser um dos elos principais para a viabilização de propostas de formação, interação e comunicação entre os sujeitos. Com esta valorização do conteúdo para EAD, algumas questões precisam ser respondidas: Como este conteúdo é construído? Quais profissionais participam do desenvolvimento do conteúdo? Quais estratégicas podem e devem ser criadas para que o material didático atenda às necessidades do público a que se destina? O Aluno Adulto como Sujeito Central para a Elaboração de Materiais Didáticos para EAD: o Enfoque Andragógico Em um processo de EAD, o público a quem o material se destina, em sua grande maioria, é formado por adultos que já participaram de processos de escolarização formal presencial. Estes alunos muitas vezes optam pela EAD por determinação de seu ambiente de trabalho ou como uma forma de ampliar seus estudos e buscar qualificação. O perfil deste adulto difere quanto à formação, âmbito cultural, idade e interesses pessoais. Nuñes et al (2003, p.03) aponta um elemento crucial quanto ao que este aluno procura e como o conteúdo deve ser tratado para atingir estas necessidades. El adulto exige más que información sobre los contenidos de aprendizaje, el conocimiento de métodos de estudio que le permitan buscar soluciones a los problemas que le interesa resolver y que enfrenta cotidianamente; de ahí la necesidad de partir de la experiencia individual sin perder de vista los contenidos teóricos que posibiliten la generalización y aplicación del conocimiento, así como desarrollar una labor fundamentada cientificamente.

4 2945 Em outras palavras, o aluno adulto amplia seu interesse quando o conteúdo envolve situações cotidianas e quando há um o desafio de resolver problemas que estimulem a expressão de sua experiência individual. Remetendo esta reflexão às origens teóricas sobre a aprendizagem de adultos, encontramos na Andragogia os referenciais que podem apoiar nossos estudos sobre a aprendizagem adulta. Etimologicamente, Andragogia deriva do grego andros (homem), agein (conduzir) e logos (tratado, ciência), ou seja, se refere à área da educação que se preocupa com a formação de adultos. Um dos autores que mais se dedicou a este tema foi Knowles (1977, p.21). Ele afirma que "a teoria da aprendizagem de adultos apresenta um desafio para os conceitos estáticos da inteligência e para as limitações padronizadas da educação convencional (...)". Baseado nestes princípios, Knowles definiu as seguintes proposições: A motivação para aprendizagem baseia-se nas necessidades e interesses; As situações e análises de casos são elementos que podem contribuir para a organização de atividades de aprendizagem de adultos; As atividades devem estimular o aluno a auto-dirigir seu processo de aprendizagem; As facilidades e dificuldades vão se sobressaindo conforme a idade de cada aluno adulto, fator este que deve ser considerado de forma a respeitar o estilo, ritmo e diferenças de cada um. Cavalcanti (1999) complementa estes princípios destacando a importância das seguintes questões: Incentivo à participação do aluno no planejamento da sua aprendizagem; Valorização da experiência como fonte de aprendizagem; Priorização de conteúdos de interesse imediato;

5 2946 Enfoque a conteúdos com aplicação prática; Estabelecimento de um clima de trabalho com confiança e respeito; Preocupação ao atendimento das motivações internas. Assim, podemos dizer que a Andragogia compreende uma concepção participante, em que a experiência, o planejamento coletivo, as motivações internas, a confiança, o respeito e a aplicabilidade imediata são essenciais para o sucesso. Nossa reflexão acerca da Andragogia não pode excluir as considerações de Paulo Freire, que de maneira expressiva, construiu uma bagagem teórica sobre a educação como elemento de transformação. Freire (1995) define a aprendizagem como continuidade de vida, ou seja, uma condição de existência e um processo coletivo e individual. Para ele sempre há tempo para aprender, descobrir e produzir o ainda não produzido: Sei que sei. Assim como sei que não sei o que me faz saber: primeiro, que posso saber melhor o que já sei; segundo que posso saber o que ainda não sei; terceiro que posso produzir conhecimento ainda não existente. (ibidem, p.18) Tais considerações têm grande relevância dentro da concepção andragógica, pois o adulto passa a ser compreendido como agente ativo de um processo educativo diferenciado, em que a idade não é elemento obstaculizante, mas sim fator que Freire (1995, p.56) denominou de vivacidade, sinal de vida e de sonhos: [...] somos moços ou velhos muito mais em função da vivacidade, da esperança com que estamos sempre prontos a começar tudo de novo e se o que fizemos continua a encarnar sonho nosso, sonho eticamente válido e politicamente necessário. Somos moços ou velhos se nos inclinarmos ou não a aceitar a mudança como sinal de vida e não a paralisação como sinal de morte. A partir das considerações apontadas, retomamos o objeto de discussão deste documento: a elaboração de materiais didáticos para EAD. Conclui-se que o material didático para o público adulto deve ser planejado e desenvolvido levando-se em consideração: A experiência pessoal e profissional; A aplicabilidade prática do conteúdo;

6 2947 O envolvimento de elementos de motivação; A linguagem e o desenho do conteúdo adequados ao público, respeitando questões culturais, de gênero, de escolaridade e de idade. Os Princípios do Design Instrucional na Construção de Materiais Didáticos para EAD O material didático na Educação à Distância não possui exclusivamente a função de apresentar os conteúdos, mas sim de comunicar-se com o aluno. Ele funciona como o elemento de presença do professor ou tutor no processo educativo. Por meio do material didático, o aluno sente que está sendo orientado e indicado a um objetivo. O professor ou o tutor por sua vez, tem no material didático a oportunidade de colocar-se presente por meio de um diálogo aberto, dinâmico e fundamentado. Silva (2002) destaca o valor do material didático, com foco na interatividade e permitindo participações, construções, intervenções, a permutabilidade-potencialidade e a bidirecionalidade-hibridação. Para tanto, o material didático deve levar em consideração a proposição clara do design instrucional que adotará. Compreendemos o design instrucional como o desenho em que o conteúdo será construído sob o ponto de vista da navegação, da linguagem, da concepção, das indicações externas de pesquisa, entre outros elementos. Filatro (2004, p.56) nos direciona a uma importante indicação sobre o valor de uma proposição de design instrucional na elaboração de materiais didáticos. [...] o design instrucional não se reduz à face visível de produtos instrucionais, nem se refere apenas a um planejamento abstrato de ensino, mas reflete a articulação entre forma e função, a fim de que se cumpram os objetivos educacionais propostos. É o design instrucional bem elaborado que permite ao aluno perceber que caminhos percorrer, pela presença de elementos indicativos de intervenção, como guias de direcionamento claro do conteúdo. No entanto, é importante ressaltar que o profissional que desenvolve este desenho necessariamente não tem formação ou conhecimento específico sobre objeto. Neste processo, devemos ter clareza da diferenciação entre o conteudista e o designer instrucional.

7 2948 O conteudista possui formação acadêmica e experiência profissional na área do objeto de estudo. Este profissional desenvolve o conteúdo utilizando-se de seus referenciais, levando em consideração o público, o nível de aprofundamento, as possíveis relações entre as áreas, as indicações de pesquisa entre outros elementos. Já o designer instrucional é o profissional que transformará o conteúdo desenvolvido pelo conteudísta em um instrumento de aprendizagem. Para tal, deverá levar em consideração aspectos funcionais, tais como: a adequação de linguagem e tecnologias, as estratégias de avaliação, as alternativas de interação e reflexão no decorrer da aprendizagem. Apoiando a identificação de competências e habilidades a serem desenvolvidas a partir do conteúdo. No entanto, para que tudo isto ocorra, este profissional deve ter conhecimentos aprofundados em andragogia, tecnologias educacionais e educação à distância, desta forma otimizará a transposição do conteúdo inicial elaborado pelo conteudista. Apontamentos de Pesquisa A Formação dos Conteudistas como Elemento de Sucesso para o Trabalho do Designer Instrucional Neste documento optamos por apresentar duas experiências diferenciadas quanto à importância da formação dos conteudistas para o sucesso do design instrucional. A experiência, que denominaremos de EAD Corporativa, refere-se a uma empresa de educação à distância que desenvolve e oferece cursos diferenciados para o segmento corporativo. Estes cursos são oferecidos mensalmente com enfoque no desenvolvimento pessoal, aspectos de gestão e especificidades da área pública. A proposição da EAD Corporativa é de que o aluno inicialmente assista à teleaula do conteúdo transmitido em um canal de televisão fechado, e em seguida aprofunde o conteúdo via web. Esta corporação oferece em torno de 22 cursos mensais, que individualmente correspondem de 3 a 5 horas de estudo (somatória da teleaula com a web). A divulgação é realizada pela própria web, pelos gestores de Recursos Humanos locais, pela revista mensal com a grade dos cursos e seus respectivos horários e sinopses, através da qual o aluno pode

8 2949 organizar seu processo de formação conforme seus interesses ou indicações de seus gestores. Já a segunda experiência, que denominamos de EAD Acadêmica, tem como espinha dorsal do processo ensino-aprendizagem o seu ambiente virtual, onde são disponibilizados - de forma seqüencial e de acordo com as habilidades pré-definidas - textos, objetos de aprendizagem, links para as vídeo-aulas e atividades desenvolvidas pelos professores. Neste modelo, a estruturação do conteúdo permite ao aluno conquistar gradativamente a autonomia necessária para a aprendizagem à distância. Também são oferecidos cursos de extensão que variam de 30 a 200 horas, além de cursos de especialização latu senso com duração de 360 a 400 horas, distribuídas em módulos múltiplos de 15 horas. Na proposição EAD Corporativa tomamos como elementos de análise os seguintes aspectos: Organização estrutural do conteúdo quanto a: Apresentação do Curso, Mapa do Curso, Objetivos de Aprendizagem, Desenvolvimento do Tema e Material Complementar; Escrita do conteúdo com uso da voz ativa; Indicações relacionáveis de cases que dinamizem e ilustrem o conteúdo; Retomadas de conceitos no decorrer do conteúdo; Sintetização fundamentada; Possibilidades externas de aprofundamento. Os conteudistas receberam um Manual de Orientações e exemplificações de conteúdos anteriormente realizados e analisados quanto a pontos de sucesso e aspectos que necessitavam de ampliação. Todos eram graduados em áreas de conhecimento distintas (Direito, Análise de Sistemas, Administração, Ciências Econômicas e Ciências Contábeis). Dos 08 (oito) participantes, apenas um tinha experiência de produção de material didático, no entanto não para o meio corporativo e nem para modalidade à distância. Para este trabalho, foi indicada também a contextualização do público a quem se destinava o conteúdo, ou seja, o perfil dos alunos que iriam participar do curso. O grupo teve 15 (quinze) dias para elaboração do material, em que pudemos observar que:

9 2950 Todos tiveram dificuldades em escrever o conteúdo com o uso de voz ativa; 07 (sete) participantes não conseguiram estabelecer relações entre os tópicos do conteúdo; Apenas 01 (um) participante conseguiu inserir cases, exemplificações ou alternativas de dinamização do conteúdo. Durante o prazo de elaboração do conteúdo todos entraram em contato para orientações que de maneira geral remetiam ao cenário descrito. Esta situação confirma que o grupo ainda apresentava dificuldades de produzir. Após a entrega dos conteúdos, o designer instrucional pode desenvolver os projetos dos conteúdos e repassar aos conteudistas algumas considerações descritivas de avaliação que focaram em sua maioria as seguintes indicações: Reflexão: Ampliar elementos de reflexão na escrita que estimulem o aluno a pensar sobre o assunto, com frases como: O que você acha? Qual sua opinião? No seu trabalho como isto funciona? Como você agiria?; Conclusões Sistematizadas: É interessante fazer uma síntese ao final de cada parágrafo para ajudar o aluno a relembrar o que foi estudado; Diálogo: O diálogo com o aluno, por meio de frases que o leve a associar o conteúdo estudado ao seu contexto, pode ajudar na compreensão. Por exemplo: Como vai seu entendimento até aqui? O tópico anterior exigiu muito não é mesmo! Ou ainda: E no seu trabalho como esse conceito é aplicado? Exemplificações e Cases: Como se trata de um material para EAD, cases, exemplos, exercícios lúdicos, relações com notícias, complementos com charges, poesias, casos reais, são necessários para enriquecer o conteúdo e quebrar a formalidade acadêmica. No caso da EAD Acadêmica, participaram 6 (seis) professores da área de ciências sociais e jurídicas em uma experiência de desenvolvimento de um curso de graduação.

10 2951 Além dos aspectos levantados na EAD Corporativa, outras necessidades foram consideradas essenciais pelos professores envolvidos, como uma elaboração do projeto conceitual do curso (PAQUETTE, 2002), constando: Definição das expectativas de atuação do egresso do curso; Elaboração do modelo gráfico das competências. O diretor do curso e os professores envolvidos validam a coerência externa dos módulos e a viabilidade de atuação do egresso do curso tendo desenvolvido tais competências; Elaboração do modelo de capacidades e habilidades. Por meio deste modelo os professores conseguem identificar se as habilidades desenvolvidas pelos alunos na realização das atividades permitem o desenvolvimento das competências previstas; Elaboração do modelo de conteúdos. Partindo das competências, capacidades e habilidades a serem desenvolvidas, os professores selecionam os conteúdos a serem trabalhados no curso. Por conteúdo compreendemos todos os textos, apresentações e atividades a serem apresentadas aos alunos durante o curso. Na EAD Acadêmica encontramos dificuldades similares às encontradas na EAD Corporativa. Duas destas dificuldades, supomos que possam ser mais abundantes no contexto acadêmico: a transformação de textos científicos em textos pedagógicos e a definição do limite de utilização de textos, exercícios ou parte de textos de terceiros. Devido à própria imposição do meio na escrita de artigos científicos, os professores apresentam dificuldade em sair do discurso acadêmico para o discurso pedagógico necessário para a educação à distância. Outra dificuldade é a inserção exagerada de citações, levando à utilização de exercícios publicados em livros e casos ocorridos em sala de aula presencial, ferindo assim os direitos autorais. Como elemento positivo, destacamos a conscientização que o trabalho de reconcepção de curso trouxe a todos os docentes envolvidos no processo, surgindo na equipe o desejo de reavaliar e reorganizar o material didático seu curso presencial.

11 2952 Considerações Finais De todos estes elementos apontados, destacamos: a importância do designer instrucional, pois a ele cabe a condução do processo de desenvolvimento de conteúdos para EAD; a preparação do professor para o processo de concepção do material; e a validação dos princípios legais e pedagógicos de materiais didáticos para a educação à distância. O profissional que ocupa esta função precisaria, portanto: Ter um conhecimento profundo das teorias e modelos andragógicos; Ter conhecimento e cultura geral para ser capaz de compreender os diferentes tipos de conteúdos dos cursos; Experiência na condução da aprendizagem de adultos; Ter conhecimento legal da produção de textos; Conhecer as diferentes formas de utilização das tecnologias da informação e comunicação; Ser criativo. Pudemos observar que as dificuldades presentes na experiência corporativa e acadêmica em muitos momentos são as mesmas. O trabalho do designer instrucional pôde, desta forma, garantir que os conteúdos fossem realmente desenhados a partir de princípios claros, sem criar obstáculos ao processo de aprendizagem do aluno que estuda a distância. Tendo em vista a importância do designer instrucional, perguntamos: Que graduação no Brasil tem enfoque satisfatório na preparação deste profissional? Infelizmente a resposta a esta questão não é tão simples, algumas instituições compreendem que esta atividade deve ser desenvolvida pelo pedagogo, embora na graduação de Pedagogia esta formação seja superficialmente abordada em poucas universidades. Já em outras instituições, esta atividade é atribuída ao profissional graduado em Desenho Industrial / Programação Visual que na maioria dos casos desconhece a leitura pedagógica necessária.

12 2953 Sendo assim, a atividade do designer instrucional precisa ser incorporada como elemento de formação em um curso de graduação. Gerando conhecimento para explorar modelos de construção de material didático de forma expressiva, otimizando modelos diversificados para atender ao público, ao segmento e ao aluno agentes diretos da educação à distância. Vendo por este prisma, o curso de Pedagogia pode contribuir absorvendo este campo de atuação promissor. Relacionando assim pressupostos de aprendizagem, teorias da educação e fundamentações diversas para construir um referencial andragógico e de design instrucional propulsores da elaboração de conteúdos para a EAD. Referências ALMEIDA, Vânia Paula de e SILVA, Júnia Coutinho A. Estratégias Cognitivas para Aumento da Qualidade do Hiperdocumento que Contém o Material Instrucional para EAD. Universidade Federal de São Carlos. Disponível em: Acesso em: 20 ago CAVALCANTI, Roberto A. Andragogia: a aprendizagem nos Adultos. Revista de Clínica Cirúrgica da Paraíba, João Pessoa, v.4, n.6, Jul FILATRO, Andrea. Design Instrucional Contextualizado Educação e Tecnologia. São Paulo: Senac, FREIRE, Paulo. À sombra desta mangueira. São Paulo: Olho d Água, Pedagogia da Esperança. Rio de Janeiro. Paz e Terra: Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, KNOWLES, Malcolm et al. The Adult Learner: The Definitive Classic in Adult Education and Human Resourse Development. 5ª ed. Texas: Gulf Publishing Company - Houston, NUÑES, Maria Helena e SILVER, Adriana Tibúrcio. Elaboración de Materiales de Apoyo al Estudio Independiente. Universidad de Guadalajara. Disponível em: Acesso em: 20 de ago PAQUETTE, G. L ingénierie pédagogique: pour construire l apprentissage en réseau. Québec: Presses de l Université du Québec, SILVA, Marco. Sala de Aula Interativa. Rio de Janeiro: Quartet, 2000.

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA Zuleide Demetrio Minatti 1 Nilson Thomé 2 UNIPLAC. Resumo: Na atualidade observa-se o crescimento da demanda por cursos

Leia mais

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE *

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE * AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE * DILMEIRE SANT ANNA RAMOS VOSGERAU ** m 2003, com a publicação do livro Educação online, o professor Marco Silva conseguiu, com muita pertinência, recolher

Leia mais

DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP

DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP São Paulo - SP - maio 2011 Rita Maria Lino Tarcia, Universidade Federal

Leia mais

TECENDO REDE: UM OLHAR PARA O TRABALHO DO DESIGNER INSTRUCIONAL. Fortaleza 15/05

TECENDO REDE: UM OLHAR PARA O TRABALHO DO DESIGNER INSTRUCIONAL. Fortaleza 15/05 TECENDO REDE: UM OLHAR PARA O TRABALHO DO DESIGNER INSTRUCIONAL Fortaleza 15/05 Isabel Magda Said Pierre Carneiro, Ms. IFET/isabelmsaid@yahoo.com.br Maria José Costa dos Santos, Ms. UFC/mazeautomatic@gmail.com

Leia mais

1. Capacitação Docente em Informática na Educação

1. Capacitação Docente em Informática na Educação DO EDITOR DE TEXTOS A PLATAFORMA MOODLE: UM PROJETO PILOTO INOVADOR DE CAPACITAÇÃO DOCENTE CONSTRUCIONISTA EM UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE Maira Teresinha Lopes Penteado 1 Maria Beatriz

Leia mais

Técnicas, Legislação e Operação de Sistemas de Educação a Distância (EAD) Módulo/Disciplina Tecnologia Educacional em EAD

Técnicas, Legislação e Operação de Sistemas de Educação a Distância (EAD) Módulo/Disciplina Tecnologia Educacional em EAD 1 Curso Técnicas, Legislação e Operação de Sistemas de Educação a Distância (EAD) Módulo/Disciplina Tecnologia Educacional em EAD Unidade I Material Instrucional - Texto 1. Introdução Qualquer que seja

Leia mais

A EXPERIÊNCIA DA CONSTRUÇÃO CURRICULAR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE MARKETING NA MODALIDADE EAD DA UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ

A EXPERIÊNCIA DA CONSTRUÇÃO CURRICULAR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE MARKETING NA MODALIDADE EAD DA UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ 1 A EXPERIÊNCIA DA CONSTRUÇÃO CURRICULAR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE MARKETING NA MODALIDADE EAD DA UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ Maio/2007 Fabiano Palhares Galão - Unopar Universidade

Leia mais

Lição 4 Avaliação na EAD

Lição 4 Avaliação na EAD Estudo e Aprendizado a Distância 89 Após concluir o estudo desta lição, esperamos que você possa: identifi car a fi nalidade de um objetivo de aprendizagem; identifi car o conceito de avaliação da aprendizagem;

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO EM PROPRIEDADE INTELECTUAL E INOVAÇÃO

ESPECIALIZAÇÃO EM PROPRIEDADE INTELECTUAL E INOVAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM PROPRIEDADE INTELECTUAL E INOVAÇÃO CONCEPÇÃO DO CURSO O curso de Pós-graduação Lato Sensu Especialização em Propriedade Intelectual e Inovação faz parte do Programa de Capacitação dos

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

O Funcionamento dos Cursos... 02 Geração de Login e Senha... 03 Guia de Percurso... 05 Manual Acadêmico... 06 Ambiente Virtual de Aprendizagem...

O Funcionamento dos Cursos... 02 Geração de Login e Senha... 03 Guia de Percurso... 05 Manual Acadêmico... 06 Ambiente Virtual de Aprendizagem... O Funcionamento dos Cursos... 02 Geração de Login e Senha... 03 Guia de Percurso... 05 Manual Acadêmico... 06 Ambiente Virtual de Aprendizagem... 08 Edição do Perfil... 10 Ambiente Colaborar... 11 Iniciando

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

Implantação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo do Ceca/Fiocruz.

Implantação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo do Ceca/Fiocruz. Implantação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo do Ceca/Fiocruz. Objeto Desenvolver Projeto para a implementação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo no Cecal. Introdução:

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 2013 INTRODUÇÃO: O presente trabalho apresenta a relação de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu a serem reorganizados no

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

Curso de Especialização em Saúde da Família

Curso de Especialização em Saúde da Família MÓDULO: FAMILIARIZAÇÃO TECNOLÓGICA COM EAD UNIDADE 03 DOCÊNCIA E TUTORIA NA EAD Prof. Msc Rômulo Martins 2.1 Introdução A Educação a Distância, por meio dos inúmeros recursos didáticos e tecnológicos,

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II Índice Sistemático Capitulo I Da apresentação...02 Capitulo II Dos objetivos da proposta pedagógica...02 Capitulo III Dos fundamentos da proposta pedagógica...02 Capitulo IV Da sinopse histórica...03 Capitulo

Leia mais

em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir seus objetivos necessita

em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir seus objetivos necessita II. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A assessoria pedagógica não consiste em transmitir certezas, mas em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir

Leia mais

EDUCAÇÃO EXECUTIVA PARA O MERCADO FINANCEIRO MAIO / 2005 108-TC-B4

EDUCAÇÃO EXECUTIVA PARA O MERCADO FINANCEIRO MAIO / 2005 108-TC-B4 1 EDUCAÇÃO EXECUTIVA PARA O MERCADO FINANCEIRO MAIO / 2005 108-TC-B4 NADINE WASSMER TREINA E-LEARNING treina@treina.com.br ROSANA GOMES CONTEÚDOS E HABILIDADES EDUCAÇÃO CORPORATIVA DESCRIÇÃO DE PROJETO

Leia mais

O PAPEL DO TUTOR A DISTÂNCIA NO ENSINO DE INFORMÁTICA: A EXPERIÊNCIA DO CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET UAB/IFSUL

O PAPEL DO TUTOR A DISTÂNCIA NO ENSINO DE INFORMÁTICA: A EXPERIÊNCIA DO CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET UAB/IFSUL O PAPEL DO TUTOR A DISTÂNCIA NO ENSINO DE INFORMÁTICA: A EXPERIÊNCIA DO CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET UAB/IFSUL Pelotas RS Maio 2010 Letícia Marques Vargas IFSul le.mvargas@gmail.com Gabriela

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

POLÍTICA DE ENSINO DA FISMA

POLÍTICA DE ENSINO DA FISMA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ME FACULDADE INTEGRADA DE SANTA MARIA PRELIMINARES POLÍTICA DE ENSINO DA FISMA Santa Maria, RS Junho - 2010 1 SUMÁRIO 1. POLÍTICA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO... 1 2. POLÍTICAS DE ENSINO

Leia mais

A atuação do TecSaúde e da Fundação do Desenvolvimento Administrativo para a formação em EAD de trabalhadores do SUS

A atuação do TecSaúde e da Fundação do Desenvolvimento Administrativo para a formação em EAD de trabalhadores do SUS A atuação do TecSaúde e da Fundação do Desenvolvimento Administrativo para a formação em EAD de trabalhadores do SUS São Paulo SP Maio 2012 Setor Educacional Educação Corporativa Classificação das Áreas

Leia mais

PRÁTICAS METODOLÓGICAS PARA ENSINO E APRENDIZAGEM DA CARTOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL

PRÁTICAS METODOLÓGICAS PARA ENSINO E APRENDIZAGEM DA CARTOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL PRÁTICAS METODOLÓGICAS PARA ENSINO E APRENDIZAGEM DA CARTOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL José Euriques de Vasconcelos Neto (UFCG); Dennis Cláudio Ferreira (UFCG) Resumo O atual sistema educacional tem buscado

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA Autores : Agata RHENIUS, Melissa MEIER. Identificação autores: Bolsista IFC-Campus Camboriú;

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

EDUCAÇÃO CONVENCIONAL X EDUCAÇÂO MEDIADA

EDUCAÇÃO CONVENCIONAL X EDUCAÇÂO MEDIADA EDUCAÇÃO CONVENCIONAL X EDUCAÇÂO MEDIADA por Anelise Pereira Sihler é Pedagoga, Especialista em Gestão de Pessoas, Gestão Educacional, Educação a Distância, Educação colaborativa, Relações Humanas, mestre

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Elisa Maçãs IDÉIAS & SOLUÇÕES Educacionais e Culturais Ltda www.ideiasesolucoes.com 1

Leia mais

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO PARA TUTORES - PCAT

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO PARA TUTORES - PCAT 1 RESOLUÇÃO CONSU 2015 04 de 14/04/2015 PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO PARA TUTORES - PCAT Campus Virtual 2 A. JUSTIFICATIVA A vida universitária tem correspondido a um período cada vez mais

Leia mais

softwares que cumprem a função de mediar o ensino a distância veiculado através da internet ou espaço virtual. PEREIRA (2007)

softwares que cumprem a função de mediar o ensino a distância veiculado através da internet ou espaço virtual. PEREIRA (2007) 1 Introdução Em todo mundo, a Educação a Distância (EAD) passa por um processo evolutivo principalmente após a criação da internet. Os recursos tecnológicos oferecidos pela web permitem a EAD ferramentas

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES TUTORES PARA O ENSINO DE TEATRO À DISTÂNCIA

REFLEXÕES SOBRE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES TUTORES PARA O ENSINO DE TEATRO À DISTÂNCIA REFLEXÕES SOBRE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES TUTORES PARA O ENSINO DE TEATRO À DISTÂNCIA Luzirene do Rego Leite, Kalina Lígia de Almeida Borba Universidade de Brasília luzirene@gmail.com; kalinaborba@gmail.com

Leia mais

PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular

PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular Daiele Zuquetto Rosa 1 Resumo: O presente trabalho objetiva socializar uma das estratégias de integração curricular em aplicação

Leia mais

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X DA INVISIBILIDADE AFROBRASILEIRA À VALORIZAÇÃO DA DIVERSIDADE

Leia mais

3.2 MATERIAL DIDÁTICO

3.2 MATERIAL DIDÁTICO A comparação do presencial e do virtual: um estudo de diferentes metodologias e suas implicações na EAD André Garcia Corrêa andregcorrea@gmail.com Universidade Federal de São Carlos Resumo. O presente

Leia mais

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Resumo: O presente trabalho apresenta uma análise, que se originou a

Leia mais

Sua Escola, Nossa Escola

Sua Escola, Nossa Escola Sua Escola, Nossa Escola Episódio: Andréa Natália e o Ensino na Fronteira Ponta Porã Resumo Esse vídeo integra a série Sua Escola, Nossa Escola, composta por dezessete programas, os quais mostram experiências

Leia mais

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO NAs REDES MUNICIPAIS DE ENSINO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES: O PNAIC EM FOCO

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES: O PNAIC EM FOCO 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

2- GESTÃO DOS AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO ÂMBITO DO PROINFO INTEGRADO

2- GESTÃO DOS AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO ÂMBITO DO PROINFO INTEGRADO 2- GESTÃO DOS AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO ÂMBITO DO PROINFO INTEGRADO Maria do Rozario Gomes da Mota Silva 1 Secretaria de Educação do

Leia mais

POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350

POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA APROVAÇÃO: Resolução DIREX nº 462, de 10/09/2012. VIGÊNCIA: 10/09/2012 POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350 1/6 ÍNDICE

Leia mais

Planejamento e Gestão das disciplinas na modalidade a distância em Cursos de Graduação Presencial: Conteúdo, Aprendizagem e Construção do Conhecimento

Planejamento e Gestão das disciplinas na modalidade a distância em Cursos de Graduação Presencial: Conteúdo, Aprendizagem e Construção do Conhecimento Planejamento e Gestão das disciplinas na modalidade a distância em Cursos de Graduação Presencial: Conteúdo, Aprendizagem e Construção do Conhecimento Maio/2010 AMARAL, Rita de Cássia Borges de Magalhães

Leia mais

Vigilância Alimentar Nutricional. Colocar aqui a página inicial do curso. Curso de. Vigilância. Alimentar. Nutricional

Vigilância Alimentar Nutricional. Colocar aqui a página inicial do curso. Curso de. Vigilância. Alimentar. Nutricional Colocar aqui a página inicial do curso Curso de Vigilância Alimentar Nutricional FIOCRUZ - Fundação Oswaldo Cruz Educação a Distância Coordenação Geral da Política de Alimentação e Nutrição Ministério

Leia mais

Andragogia, uma estratégia em T&D.

Andragogia, uma estratégia em T&D. Andragogia, uma estratégia em T&D. Por PAULA FRANCO Ensinar exige o reconhecimento de ser condicionado Gosto de gente porque, inacabado, sei que sou um ser condicionado, mas, consciente do inacabamento,

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

A INTERNET COMO RECURSO PEDAGÓGICO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

A INTERNET COMO RECURSO PEDAGÓGICO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A INTERNET COMO RECURSO PEDAGÓGICO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Jacqueline Liedja Araujo Silva Carvalho Universidade Federal de Campina Grande (UFCG CCTA Pombal) jliedja@hotmail.com

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

77... DESIGN INSTRUCIONAL E O DESENVOLVIMENTO DE MATERIAIS DIDÁTICOS NA UNISULVIRTUAL

77... DESIGN INSTRUCIONAL E O DESENVOLVIMENTO DE MATERIAIS DIDÁTICOS NA UNISULVIRTUAL 77 DESIGN INSTRUCIONAL E O DESENVOLVIMENTO DE MATERIAIS DIDÁTICOS NA UNISULVIRTUAL Cristina Klipp de Oliveira Daniela Erani Monteiro Will Márcia Loch Roseli Rocha Moterle RESUMO: O material didático utilizado

Leia mais

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP ALVES, Crislaine 1; CARVALHO, Daiane 1; CRUZ, Júlia 1, FÉLIX, Michelle 1; FERREIRA, Juliane

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

Módulo 1. Introdução. 1.1 O que é EAD?

Módulo 1. Introdução. 1.1 O que é EAD? Módulo 1. Introdução Cada vez mais o mundo social e do trabalho necessitam de sujeitos capazes de fazer a diferença através de suas ações e atitudes. A utilização do ambiente virtual, como meio de interação

Leia mais

OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA. Claudson Santana Almeida

OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA. Claudson Santana Almeida OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA Claudson Santana Almeida Junho 2012 Introdução O que o leitor encontrará neste artigo? Uma apresentação do sistema de Ensino a Distância (EAD), conhecer as vantagens e

Leia mais

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares C M E CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NATAL/RN RESOLUÇÃO Nº 003/2011 CME Estabelece normas sobre a Estrutura, Funcionamento e Organização do trabalho pedagógico da Educação de Jovens e Adultos nas unidades

Leia mais

Educação a distância: desafios e descobertas

Educação a distância: desafios e descobertas Educação a distância: desafios e descobertas Educação a distância: Desafios e descobertas Conteudista: Equipe Multidisciplinar Campus Virtual Cruzeiro do Sul Você na EAD Educação a distância: desafios

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996

A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996 A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996 RESUMO Aila Catori Gurgel Rocha 1 Rosana de Sousa Pereira Lopes 2 O problema proposto

Leia mais

CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA: A IMPLANTAÇÃO E A GESTÃO NA MODALIDADE A DISTÃNCIA. Araras, maio de 2011.

CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA: A IMPLANTAÇÃO E A GESTÃO NA MODALIDADE A DISTÃNCIA. Araras, maio de 2011. 1 CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA: A IMPLANTAÇÃO E A GESTÃO NA MODALIDADE A DISTÃNCIA Araras, maio de 2011. Fernando da Silva Pereira Centro Universitário Hermínio Ometto UNIARARAS SP fernandosilper@uniararas.br

Leia mais

Software Tutorial sobre Sistema Solar

Software Tutorial sobre Sistema Solar Software Tutorial sobre Sistema Solar Alan Correa, Antônio Rocir, Sandro Niederauer Faculdade Cenecista de Osório (FACOS) Rua 24 de maio, 141 95520-000 Osório RS Brasil {sandroniederauer, alan.sms}@hotmail.com,

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA FORMAÇÃO INICIAL DOS GRADUANDOS DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA

ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA FORMAÇÃO INICIAL DOS GRADUANDOS DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA FORMAÇÃO INICIAL DOS GRADUANDOS DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA Wanderlânyo de Lira Barboza * Emmanuel De Sousa Fernandes Falcão ** Resumo: O presente trabalho aborda reflexões

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA Coordenação-Geral de Ensino Médio Orientações para a elaboração do projeto escolar Questões norteadoras: Quais as etapas necessárias à

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

Estratégias de e-learning no Ensino Superior

Estratégias de e-learning no Ensino Superior Estratégias de e-learning no Ensino Superior Sanmya Feitosa Tajra Mestre em Educação (Currículo)/PUC-SP Professora de Novas Tecnologias da Anhanguera Educacional (Jacareí) RESUMO Apresentar e refletir

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL

SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL FICHA DE APRESENTAÇÃO SISTEMA INTERATIVO DE MONITORAÇÃO E PARTICIPAÇÃO PARA O APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DA PLATAFORMA DE C O O P E R A Ç Ã O A M B I

Leia mais

TUTOR EM EAD. Quem é? - Tutor/Educador. Educação à Distância - Profissional que acompanha o aluno nas aulas virtuais.

TUTOR EM EAD. Quem é? - Tutor/Educador. Educação à Distância - Profissional que acompanha o aluno nas aulas virtuais. TUTOR EM EAD Quem é? - Tutor/Educador - Competência em Educação à Distância - Profissional que acompanha o aluno nas aulas virtuais. SURGIMENTO Com a implantação da EAD surgiu a necessidade de um educador/tutor

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista Maira Teresinha Lopes Penteado 1 Gisele Dorneles Fernandes 2 RESUMO: O presente artigo tem por finalidade esclarecer

Leia mais

Desenho didático para cursos dinamizados em ambientes online: o caso do curso de formação para professores em serviço do ensino médio

Desenho didático para cursos dinamizados em ambientes online: o caso do curso de formação para professores em serviço do ensino médio Desenho didático para cursos dinamizados em ambientes online: o caso do curso de formação para professores em serviço do ensino médio MARISTELA MIDLEJ SILVA DE ARAÚJO Santos SP Set/2008 Objetivo Geral

Leia mais

Revisitando os Desafios da Web: Como Avaliar Alunos Online

Revisitando os Desafios da Web: Como Avaliar Alunos Online Revisitando os Desafios da Web: Como Avaliar Alunos Online Neide Santos neide@ime.uerj.br 2º Seminário de Pesquisa em EAD Experiências e reflexões sobre as relações entre o ensino presencial e a distância

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Modalidade Online

EDITAL DE SELEÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Modalidade Online EDITAL DE SELEÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Modalidade Online DOCÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR Regulamentação de Pós-Graduação Lato Sensu e Ato de Credenciamento Institucional para Oferta de Curso de Pós-Graduação

Leia mais

QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE

QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Há amplo consenso nas categorias profissionais da saúde, em especial na categoria

Leia mais

Proposta de curso de especialização em Educação Física com ênfase em Esporte Educacional e projetos sociais em rede nacional.

Proposta de curso de especialização em Educação Física com ênfase em Esporte Educacional e projetos sociais em rede nacional. Proposta de curso de especialização em Educação Física com ênfase em Esporte Educacional e projetos sociais em rede nacional. JUSTIFICATIVA Esporte Educacional & Projetos Sociais Esporte como meio de inclusão

Leia mais

Curso de Especialização em GESTÃO E LOGÍSTICA HOSPITALAR

Curso de Especialização em GESTÃO E LOGÍSTICA HOSPITALAR Curso de Especialização em GESTÃO E LOGÍSTICA HOSPITALAR ÁREA DO CONHECIMENTO: Administração e Saúde. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Gestão e Logística Hospitalar.

Leia mais

MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS

MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS Dr. André Ricardo Magalhães andrerm@gmail.com Universidade do Estado da Bahia Brasil Modalidade: Comunicação Breve Nível

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR 1. Como são os cursos ofertados pela plataforma freire e quais os benefícios para os professores que forem selecionados? O professor sem formação poderá estudar nos

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR APROVADO PELA RESOLUÇÃO

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031 COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Polyana Marques Lima Rodrigues 1 poly90lima@hotmail.com Willams dos Santos Rodrigues Lima 2 willams.rodrigues@hotmail.com RESUMO

Leia mais

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E AS PRÁTICAS DE LETRAMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DESENVOLVIDO NA PUCGOIÁS/GOIÂNIA

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E AS PRÁTICAS DE LETRAMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DESENVOLVIDO NA PUCGOIÁS/GOIÂNIA GT 13 - DIÁLOGOS ABERTOS SOBRE A EDUCAÇÃO BÁSICA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E AS PRÁTICAS DE LETRAMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DESENVOLVIDO NA PUCGOIÁS/GOIÂNIA Daniella

Leia mais

Formação e Gestão em Processos Educativos. Josiane da Silveira dos Santos 1 Ricardo Luiz de Bittencourt 2

Formação e Gestão em Processos Educativos. Josiane da Silveira dos Santos 1 Ricardo Luiz de Bittencourt 2 1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE PEDAGOGIA NA MODALIDADE EAD E A FORMAÇÃO COMPLEMENTAR NO CURSO DE MAGISTÉRIO PRESENCIAL: AS PERCEPÇÕES DOS ESTUDANTES Formação e Gestão em Processos Educativos Josiane

Leia mais

2.2.5. Questionário a ser Respondido Pelos Estudantes em EaD.

2.2.5. Questionário a ser Respondido Pelos Estudantes em EaD. 2.2.5. Questionário a ser Respondido Pelos Estudantes em EaD. Este questionário é um instrumento de coleta de informações para a realização da auto avaliação da UFG que tem como objetivo conhecer a opinião

Leia mais

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Resumo Gabriel Mathias Carneiro Leão1 - IFPR, UFPR Rosane de Fátima Batista Teixeira2 - IFPR Grupo de Trabalho Cultura, Currículo e Saberes

Leia mais

METODOLOGIA. 1 Centros de Educação de Jovens e Adultos, criados pela portaria nº 243 de 17 de fevereiro de 2005.

METODOLOGIA. 1 Centros de Educação de Jovens e Adultos, criados pela portaria nº 243 de 17 de fevereiro de 2005. USO DE SITES VISANDO A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA DE FÍSICA NO CURSO SEMIPRESENCIAL DA EJA INTRODUÇÃO Francinaldo Florencio do Nascimento Governo do Estado da Paraíba fran.nice.fisica@gmail.com Vivemos

Leia mais

Educação a Distância: uma alternativa para a UFBA? Introdução

Educação a Distância: uma alternativa para a UFBA? Introdução Educação a Distância: uma alternativa para a UFBA? Nicia Cristina Rocha Riccio nicia@ufba.br Introdução Com o advento das tecnologias de informação e comunicação (TICs) a Educação a Distância (EAD) ganha

Leia mais

PROGRAMA FALANDO EM POLÍTICA 1

PROGRAMA FALANDO EM POLÍTICA 1 PROGRAMA FALANDO EM POLÍTICA 1 Juliane Cintra de Oliveira 2 Antônio Francisco Magnoni 2 RESUMO Criado em 2007, o Programa Falando de Política é um projeto de experimentação e extensão cultural em radiojornalismo,

Leia mais

A Prática Educativa na EAD

A Prática Educativa na EAD A Prática Educativa na EAD A Prática Educativa na EAD Experiências na tutoria em EAD Disciplina de Informática Educativa do curso de Pedagogia da Ufal nos pólos de Xingó, Viçosa e São José da Laje (2002-2004).

Leia mais

OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO

OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO ISSN 2177-9139 OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO André Martins Alvarenga - andrealvarenga@unipampa.edu.br Andressa Sanches Teixeira - andressaexatas2013@gmail.com

Leia mais

Manual do Estagiário 2008

Manual do Estagiário 2008 Manual do Estagiário 2008 Sumário Introdução... 2 O que é estágio curricular... 2 Objetivos do estágio curricular... 2 Duração e carga horária do estágio curricular... 3 Requisitos para a realização do

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO,

FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO, FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO, Juliana Cordeiro Soares Branco CEFET MG Juliana.b@ig.com.br OLIVEIRA, Maria Rita Neto Sales CEFET MG mariarita2@dppg.cefetmg.br

Leia mais

Pós graduação em Psicologia Educacional DESCRITIVO DE CURSO

Pós graduação em Psicologia Educacional DESCRITIVO DE CURSO Pós graduação em Psicologia Educacional DESCRITIVO DE CURSO 1. Apresentação O curso de Pós Graduação Lato Sensu em Psicologia Educacional da POSGLOGAL visa a formação profissional de graduados que tenham

Leia mais

A inserção de jogos e tecnologias no ensino da matemática

A inserção de jogos e tecnologias no ensino da matemática A inserção de jogos e tecnologias no ensino da matemática Michel da Silva Machado e-mail: michel_nick25@hotmail.com Isaque Rodrigues e-mail: isaque.max@hotmail.com Márcia Marinho do Nascimento Mello e-mail:

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA A DISTÂNCIA: UM CAMINHO POSSÍVEL? PROPOSTA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS

FORMAÇÃO CONTINUADA A DISTÂNCIA: UM CAMINHO POSSÍVEL? PROPOSTA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS FORMAÇÃO CONTINUADA A DISTÂNCIA: UM CAMINHO POSSÍVEL? PROPOSTA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS Santos SP - Maio/ 2010 Marta Fernandes Garcia Secretaria de Educação Prefeitura

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO CAIRU O QUE VOCÊ PRECISA SABER: Por que fazer uma pós-graduação?

PÓS-GRADUAÇÃO CAIRU O QUE VOCÊ PRECISA SABER: Por que fazer uma pós-graduação? PÓS-GRADUAÇÃO CAIRU O QUE VOCÊ PRECISA SABER: Por que fazer uma pós-graduação? O mercado do trabalho está cada vez mais exigente. Hoje em dia, um certificado de pós-graduação é imprescindível para garantia

Leia mais

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade O caminho para o sucesso Promovendo o desenvolvimento para além da universidade Visão geral Há mais de 40 anos, a Unigranrio investe em ensino diferenciado no Brasil para cumprir com seu principal objetivo

Leia mais

ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL

ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL RESOLUÇÃO SEPLAG no. xx/xxxx Disciplina o funcionamento das Comunidades de Prática CoPs no âmbito do Poder Executivo Estadual, vinculadas

Leia mais