Especial: Guia de Compras 2014

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1 Revista Internacional de Negócios e Tecnologia no Campo da Forjaria Maio a Agosto 2014 Número 14 special: Guia de Compras 2014 Desgaste de Matriz de Forjamento a Quente Comparação entre Billets Maciços e Vazados Materiais para Forjamento - Parte VII: Aços Inoxidáveis CIMATC: Inaugurado II Conformação na Bahia

2 anos AQUCIMNTO INDUTIVO Forjamento Brasagem Tratamento Térmico Aplicações specíficas 1000 kw A JAMO orgulha-se de ser uma empresa de capital 100% nacional e de ser a empresa do segmento de aquecedores indutivos que mais cresce no Brasil. Destaca-se no mercado nacional e internacional como referência em soluções de aquecimento por indução, tendo já fornecido mais de equipamentos (em série e customizados, com mais de 600 aplicações diferentes), distribuídos em cerca de 20 países. Fone: (47) Fax: (47) Rua Geraldo Harnack, 300 CP: Jaraguá do ul - C

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4 CONTÚDO ARTIGO studo do Desgaste em uma Matriz de Forjamento a Quente pela Técnica Numérica de lementos Finitos O desgaste é uma das principais causas das falhas de matrizes de forjamento a quente. A experiência tem mostrado que não é fácil descrevê-lo matematicamente em virtude das não linearidades das influências dos parâmetros de importância no fenômeno. Desse modo, este trabalho analisa a previsão do desgaste de matrizes de forjamento a quente de corpos moedores, empregando o modelo de desgaste de Archard e a simulação numérica por meio de elementos finitos. Comparação entre o Uso de Billets Maciços e Vazados na Fabricação de um Flange pelo Processo de Forjamento A ferramenta CA possibilita a avaliação do processo de forjamento virtualmente para otimização da produção industrial, reduzindo o custo final do produto pelo mínimo uso de matéria-prima, juntamente à previsão das variáveis que ocorrem durante a conformação do material no processo. Os procedimentos necessários para o forjamento de uma peça com geometria de média complexidade forjada em alumínio são apresentados. O objetivo deste trabalho é analisar experimentalmente o forjamento desta e compará-la com a simulação computacional. Materiais de Forjamento - Parte VII: Aços Inoxidáveis ste artigo trata dos aços inoxidáveis para forjamento como parte da continuação da série sobre materiais para forjamento. erão apresentados uma descrição geral dos aços inoxidáveis e os detalhes de sua composição química. Também estão inclusas aplicações de componentes de aços inoxidáveis forjados, detalhes de sua microestrutura e considerações especiais para os forjadores de aços inoxidáveis Na 5ª edição do Guia de Compras impresso, apresentamos mais de empresas e 450 classificações. Nosso objetivo é que este guia seja o recurso da indústria mais informativo que você vai ver este ano. Oferecemos duas listas globais: o Diretório de mpresas e o Diretório de Produtos (que é subdividido em Componentes, quipamentos, Instrumentação/Testes e erviços). e precisar de ajuda para navegar no Diretório de Produtos, inicie sua pesquisa por meio do Índice de Produtos, que está na página 40. ste mesmo guia pode ser encontrado em nosso site, no endereço: 4 - Mai a Ago2014

5 Departamentos & Colunas ditorial UA...06 ditorial Brasil...07 ventos...08 Novidades...12 Produtos...14 Coluna: Ambiente Gerencial...16 Coluna: Lubrificantes...18 Coluna: Pesquisa e Desenvolvimento...19 Coluna: NR Coluna: Conformação...24 Na Capa: Forjador posiciona billet aquecido em molde de martelo de 16t. Índice de Anunciantes Página mpresa ite -mail 27 Ajax Ceco 59 Beavermatic 67 Champwill - 7 Congresso Brasileiro do Aço 43 Cor-Met 63 uroforge 35, 68 Forgelube 69 Grupo Aprenda 3 IC do Brasil 55 II eminário de Tecnologias do Forjamento 23, 69 Inductotherm Group Brasil 38 Instituto LBV 2 a capa, 70 Jamo quipamentos 4 a capa, 70 Luxor 17 MDA outh America 21 Mercopar 73 Metalurgia 8 Moldes 31, 71 Prensas chuler 3 a capa Presstrade 53 Rad-Con 15 enafor 62 Trebi 65 TrueForge Mai a Ago

6 DITORIAL Dean M. Peters, ditor nos UA Preenchendo a escassez de mão de obra Asorte realmente sorriu para mim. Através de meus anos como editor, tenho exposto para o conhecimento coletivo e comercial de líderes da indústria, atendendo numerosas conferências e exposições comerciais. As lições e experiências recontadas por esses líderes foram muitas e variadas. ainda, de um ponto de vista operacional, há sempre um aperto que parece tomar cada setor metalúrgico que tenho coberto - a escassez de trabalhadores qualificados e confiáveis. Durante minha carreira profissional, eu testemunhei o declínio da importância da fabricação nos stados Unidos e tenho visto a mudança gradual dos programas educacionais para longe das buscas profissionais. É triste como essas mudanças têm ocorrido, elas correspondem à miríade de fechamentos de fábricas e perdas de trabalhos por meio de todos os tipos de indústrias durante as últimas décadas. Isso aconteceu conforme o mundo mudou seu foco para a Ásia e parte da Orla do Pacífico como sua escolha de fabricantes. No entanto, a manufatura nos stados Unidos e na América do Norte ainda é uma grande indústria. A cultura de ênfase na indústria é uma escolha de carreira viável e lucrativa. Contudo, afastou muitos de seguirem-na e criou uma necessidade de trabalhadores qualificados. Isso, unido ao fato de que muitas das pessoas qualificadas na indústria são Baby Boomers (denominação dada às pessoas nascidas entre 1945 e 1964 na uropa, stados Unidos, Canadá e Austrália) e em breve se aposentarão em grande número, significa que estamos adentrando um tempo de real escassez de pessoal se a indústria pretende se recuperar em grande forma. Felizmente, as indústrias mais afetadas por essa perda de empregos não têm feito vista grossa para a busca de oportunidades educacionais e programas que possam sustentar suas classes em um futuro indefinido. Os setores metalúrgicos têm formado alianças com muitos colégios e universidades para patrocinar cátedras, departamentos, laboratórios e estágios, mirando o desenvolvimento de programas que aumentariam a linha de futuros funcionários qualificados. m meus 10 anos como membro do Conselho xecutivo da Faculdade de Tecnologia Industrial da Universidade do stado de Kent, tive a sorte de fazer parte dos consideráveis esforços escolares para educar e formar estudantes que são necessários para a indústria. Nos bastidores, eu estava prestes a testemunhar o quão seriamente os administradores e a faculdade aceitaram seu desafio de fornecer graduados com as qualificações que os empregadores de fato necessitavam. A boa nova é que existem muitas escolas tentando fazer o mesmo. o momento para esses esforços não poderia ser melhor, como ecoou em uma reportagem que li recentemente do Dr. Rassoul Dastmodz, presidente do t. Paul College, uma faculdade técnica em Minnesota. Dr. Dastmodz disse: A demanda por trabalhadores qualificados em alguns setores da indústria está aumentando em um ritmo muito maior do que as faculdades técnicas de nossa comunidade podem produzir. Quando falamos com os empregadores nas Twin Cities [1], nós claramente sentimos suas aflições sobre a escassez de mão de obra. Meu ponto é que a indústria e academia deveriam continuar, ou mesmo estender, suas parcerias entre si a fim de prover oportunidades para aqueles que buscam emprego, estudantes e todo pessoal para que a base industrial possa reviver. Dean M. Peters, ditor da Forge nos UA [1] Nota do editor: Nos stados Unidos, o termo Twin Cities se refere às cidades de Minneapolis e aint Paul, no centro-oeste do estado de Minnesota. QUIP D DIÇÃO BRAILIRA +F ditora - Campinas/P IN Udo Fiorini - ditor (19) André Gobi - Jornalista unniva immelink - Diretora Comercial (19) Mariana Peron - Revisão de Textos Paula Fernanda da ilva Farina - Tradução CRITÓRIO CORPORATIVO NO UA BNP Media 2401 W. Big Beaver Road uite 700, Troy, MI Darrell Dal Pozzo, enior Group Publisher Reed Miller, ditor Mundial CRITÓRIO M PITTBURGH/UA Manor Oak One, uite Cochran Road, Pittsburgh, PA Tel: Fax: DIÇÃO PRODUÇÃO NO UA Dean M. Peters, ditor Bill Mayer, ditor Associado Linda Becker, ditora Colaboradora Beth McClelland, Gerente de Produção Brent Miller, Diretor de Arte RPRNTANT D PUBLICIDAD NO UA Kathy Pisano, Advertising Director (412) , Fax (412) DIRTOR CORPORATIVO NO UA dição: John R. chrei stratégia Corporativa: Rita M. Foumia Implantação de Conteúdo: Michelle Hucal Criação: Michael T. Powell ventos: cott Wolters Finanças: Lisa L. Paulus Tecnologia da Informação: cott Krywko Recursos Humanos: Marlene J. Witthoft Produção: Vincent M. Miconi Pesquisa Clear eas: Beth A. urowiec As opiniões expressadas em artigos, colunas ou pelos entrevistados são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião dos editores. 6 - Mai a Ago 2014

7 DITORIAL Udo Fiorini, ditor CIMATC ONAI, erviço Nacional de Aprendizagem Industrial, inaugurou, em 27 de Março último, o Instituto enai de Inovação (II) em Automação, Conformação Mecânica e União de Materiais e o Centro de Referência em Logística em alvador, na Bahia. Neste nosso mercado forjador tão carente de boas novas, a notícia da inauguração do II de Conformação Mecânica na Bahia fez uma tremenda diferença nesse primeiro semestre de Para quem não está a par do que isso significa, vale uma explicação mais pormenorizada. Tradicionalmente, conhecemos o - NAI por sua forte atuação na área da educação profissional. xistem mais de 800 unidades espalhadas pelo Brasil, com cerca de 3 milhões de alunos matriculados por ano. Ao mesmo tempo, essas unidades prestam serviços tecnológicos às indústrias, compreendendo mais de 130 mil serviços realizados para cerca de 20 mil empresas por ano. Já há alguns anos foi desenhada para o NAI uma nova forma de atuação procurando agregar competitividade à indústria brasileira. Assim, foi desenvolvida a área de serviços por intermédio da criação de Institutos enai de Tecnologia, os IT. Atuando como uma rede de laboratórios de atendimento à indústria, possuem especialização em setores industriais relevantes, estrutura física orientada a prestação de serviços técnicos e tecnológicos e localização em regiões de alta densidade industrial. Trinta e oito unidades de IT s estão sendo instaladas no Brasil com finalidades específicas, conforme a região onde estão situadas. Paralelamente, está sendo criada uma rede de Institutos enai de Inovação, os II s, com estrutura física adequada à prestação de serviços avançados, com a ideia de, principalmente, operar como elos entre instituições de pesquisa e empresas. Parcerias internacionais foram assinadas, como por exemplo, com o MIT (Massachusetts Institute of Technology), dos UA, e com o Fraunhofer Institut, da Alemanha. Vinte e cinco II s estão em fase de instalação, divididos em 8 áreas de conhecimento, compreendendo Produção, Materiais e Componentes, ngenharia de uperfícies e Fotônica, Microeletrônica, Tecnologia da Informação, Tecnologias Construtivas, nergia e Defesa. Vinculado ao erviço Nacional de Aprendizagem Industrial da Bahia (NAI-BA), o Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia (CIMATC), teve as unidades 1 e 2 inauguradas em O agora inaugurado CIMATC 3 deve se tornar centro nacional de referência em conformação mecânica para atuação em todos os processos de transformação de metais demandados pela indústria, devendo trabalhar em parceria com a Universidade de Aachen, na Alemanha, e com a Universidade Federal do Rio Grande do ul. O CIMATC 4, por sua vez, deve se tornar o centro de referência em logística no Brasil. stão em projeto os CIMATC s 5 e 6, previstos para II s e IT s. Nós participamos da inauguração do CIMATC 3 e 4 na Bahia, acompanhe a reportagem nesta edição. Também chamo a sua atenção para as novas colunas que estamos publicando a partir desse número, abordando temas extremamente atuais e escritas por experientes profissionais: Lubrificantes, escrita por Henri trasser; NR 12, de autoria de Leonardo Andrade do Nascimento; e Conformação, escrita por Lirio chaeffer., claro, não poderíamos deixar de mencionar sobre o já tradicional Guia de Compras, integrado a essa edição. A cada ano aumenta o número de empresas fornecedoras de serviços, componentes e equipamentos cadastradas em nosso sistema, as quais informamos gratuitamente a você, nosso leitor, nesta edição da FORG. Boa leitura. Udo Fiorini ditor da FORG no Brasil Mai a Ago

8 VNTO Junho IFC International Forging Congress - Berlim - Alemanha - Julho Alluminium China hangai - China º Congresso Anual da ABM - Centro de Convenções Frei Caneca, ão Paulo (P) - Agosto º ncontro da Cadeia de Ferramentas, Moldes e Matrizes - ão Paulo (P) - moldes/2014/informacoes-gerais.asp FNAUCRO - 22 ª Feira Internacional de Tecnologia ucroenergética - ertãozinho (P) TTT VII Conferência Brasileira sobre Temas de Tratamento Térmico - ão Paulo (P) - ttt2014 etembro Curso: Introdução ao Tratamento Térmico e Metalografia - Valinhos (P) Curso: Tratamento Térmico de Ferramentas - Joinville (C) Metalurgia Pavilhões da xpoville, Joinville (C) Curso: Tratamento Físico Químico de fluentes Joinville (C) IFM th International Forgemasters Meeting - Tokyo, Japão - Outubro º NAFOR - Centro de ventos Plaza ão Rafael - Porto Alegre (R) - Novembro º eminário de Tecnologia do Forjamento - Vinhedo (P) Abril Forge Fair Cleveland, Ohio, UA A +F ditora não se responsabiliza por alterações em data, local e/ou conteúdo dos eventos. 8 - Mai a Ago 2014

9 xpoalumínio 2014 TIVMO PRNT VNTO vento contou com mais de 12 mil visitantes em seus três dias de duração, satisfazendo organizadores e participantes Jorge Gerdau Johannpeter A 5 edição da xpoalumínio aconteceu entre os dias 01 e 03 de abril, no Centro de xposições Imigrantes, na cidade de ão Paulo, e reuniu toda a cadeia produtiva do alumínio, gerando uma grande oportunidade para o contato com grandes marcas que apresentaram as inovações e os desenvolvimentos tecnológicos do setor. O evento, promovido pela Reed xhibitions Alcantara Machado e realizado pela Abal (Associação Brasileira do Alumínio), contou com 170 marcas nacionais e internacionais ocupando 12 mil m² de área de exposição e recebeu mais de 12 mil visitantes em seus três dias de duração. specialistas, acadêmicos e profissionais do setor do Brasil e do exterior se reuniram para debater os desafios e conhecer as novidades de toda cadeia produtiva do metal. A solenidade de abertura da exposição, juntamente com o congresso e seminário, aconteceu com a mesa formada por Aquilino Paolucci, presidente da Alcoa para América Latina e Caribe; Tadeu Nardocci, presidente da Novelis para a América do ul; Tito Martins, diretor-superintendente da Votorantim Metais e Paulo Magalhães, vice-presidente da Abal - Associação Brasileira do Alumínio. O painel, com a participação de representantes da indústria primária e de transformação do país, foi moderado pelo jornalista Heródoto Barbeiro. O pronunciamento do líder empresarial Jorge Gerdau encerrou a cerimônia. Jornalista Heródoto Barbeiro. Foto: Reed xhibitions Alcantara Machado Luiz Roberto Hirschheimer. Foto: Reed xhibitions Alcantara Machado imultâneo à exposição, aconteceram o 6 Congresso Internacional do Alumínio e o 12 eminário Internacional de Reciclagem do Alumínio, que ofereceram fóruns de debates apresentando as novidades e os desafios do setor. Juntos, somaram 600 inscritos, entre profissionais, acadêmicos e estudantes, que participaram de 120 apresentações e 50 trabalhos técnicos. Dentre os temas das palestras apresentadas durante o 6 Congresso Internacional do Alumínio, destacamos: Tratamentos Térmicos de Ferramentas para a xtrusão de Alumínio, proferida pelo senhor Luiz Roberto Hirschheimer, da Hirschheimer erviços (empresa especializada no treinamento e consultoria em assuntos relacionados à apuração dos custos, aos equipamentos e à realização de tratamentos térmicos e termoquímicos dos aços). A palestra foi apresentada na tarde do dia 02 de Abril de Adjarma Azevedo, presidente executivo da Abal, se mostrou satisfeito com o resultado do evento. Aprendi muito nestes três dias com as apresentações nacionais e internacionais, tivemos uma visão da indústria para o futuro próximo, informações que a Abal utilizará para se articular com o governo. Todos os setores trouxeram conhecimento novo, áreas como tecnologia ambiental, novas técnicas, entre outras. Também me surpreendi com o interesse dos estudantes, em todos os painéis, mas com destaque para apresentações sobre automóveis, inovação e embalagens. Na exposição, particularmente, observei visitantes ainda mais qualificados do que na edição passada, relatou Azevedo. No encerramento do evento, foi realizada a entrega de prêmios para melhores trabalhos expostos no congresso e seminário e o prêmio João Valiante de Jornalismo. Além disso, o navegador Amyr Klink fez uma apresentação explicando o porquê de escolher o alumínio em seus projetos. ra muito difícil falar em alumínio 30 anos atrás. Mas conversando com navegadores experientes no início dos anos 1980, entendi o que eles gostariam de fazer, se livrar do aço e madeira e ter uma embarcação justamente de alumínio, pois ele é um material inteligente. Klink explicou que o custo operacional do seu barco atual, o Paratii 2, é equivalente àquele de uma embarcação 10 vezes menor. A xpoalumínio é uma das maiores feiras do negócio do alumínio do mundo e a maior da América Latina, sendo realizada a cada dois anos. Mai a Ago

10 TIVMO PRNT VNTO Inauguração do Instituto enai de Inovação CIMATC 3 e 4 Prof. Dr. Lirio chaeffer (UFRG), Dr. Reiner Kopp (Universidade de Aachen - Alemanha) e Celso A. Barbosa (Gestor em Conformação) na inauguração do Instituto NAI de Inovação - CIMATC 3 e 4 Centros tecnológicos inéditos, como o II em Conformação, visam a impulsionar inovação na indústria brasileira 10 - Mai a Ago 2014 Oenai Bahia inaugurou, no último dia 27 de março, em alvador, o Instituto enai de Inovação (II) em Automação, o Instituto Conformação Mecânica e União de Materiais e o Centro de Referência em Logística. egundo o enai, os centros tecnológicos contam com uma infraestrutura inédita no país, capaz de apoiar as empresas no processo de desenvolvimento de novas tecnologias, produtos e processos. Com os novos prédios, o CIMATC dobra de tamanho e transforma-se em um campus integrado. O investimento total em obras para esta ampliação é de R$ 65 milhões. As novas estruturas dispõem de um auditório para seminários nacionais e internacionais, simpósios, workshops e rodadas de negócios. ste espaço tem capacidade para pessoas, com a possibilidade de sediar até quatro eventos paralelos para 250 pessoas cada. Ainda com expansão, será concebida também uma praça de alimentação para mais de 250 pessoas, com a operação de restaurantes, livraria, terminais bancários e reprografia. Os IIs têm como objetivo assegurar à indústria maiores condições de competitividade em seus mercados mais exigentes, seja no Brasil ou no exterior. Para isso, ampliam as competências da sua rede por intermédio de parcerias com as melhores universidades e centros de pesquisa do país e do exterior. O prédio do CIMATC 3 abriga o II em Automação e, entre as suas áreas de competência, estão a microeletrônica, o desenvolvimento de robôs industriais e especiais e a inteligência artificial. Além disso, este prédio exercerá papel de elemento central para todo o CIMATC, com auditório, espaço para eventos e feiras e praça de alimentação, proporcionando uma maior funcionalidade ao

11 TIVMO PRNT VNTO Charles Chemale Yurgel, Prof. Lirio chaeffer, Fabio Lora e Willian Almeida conjunto. A Biblioteca Central contará com aproximadamente volumes. egundo divulgou o enai, o II em Automação pretende agregar competências tecnológicas fornecendo métodos automatizados e sistemas integrados para permitir o reposicionamento do espaço competitivo internacional de seus clientes industriais e o ingresso em novos segmentos de mercado, como energias renováveis e saúde. O gerente do Instituto, Herman Augusto Lepikson, informou que um dos braços de atuação é a robótica aplicada, que já tem em andamento projetos de ponta para sistemas embarcados, como um robô submarino de inspeção de plataformas. Primeiro II em Conformação e União de Materiais do Brasil No CIMATC 4, estão instalados o II em Conformação e União de Materiais e o Centro de Referência em Logística. O primeiro, único no país, envolve caracterização e desenvolvimento de materiais, análise de desempenho, simulação numérica e física. O início do projeto do II em Conformação aconteceu em 2004, quando se decidiu que seria construído, a princípio em Porto Alegre (R), um centro de conformação, algo inédito no Brasil. Posteriormente, o projeto foi transferido para alvador (BA). O intuito era formar pessoal capacitado para que, então, surgissem as indústrias do setor na região. O Instituto de Inovação em Conformação e União de Materiais atua no desenvolvimento de projetos de P&D&I com a indústria para assegurar competitividade e atualização nas tecnologias de conformação a quente e a frio e união de materiais. ste II envolve a integração das áreas de tecnologia de conformação e união de materiais, caracterização e desenvolvimento de materiais, análise de desempenho e simulação numérica e física. As competências, atuando de forma integrada, possibilitam o desenvolvimento de projetos inovadores demandados pela indústria. O processo de P&D&I visa à inovação tecnológica propiciando a liderança de mercado das empresas e inclui uma abordagem para reforçar as condições de competitividade com sustentabilidade. Desta maneira, oferecerá soluções inovadoras para a indústria nas áreas de conformação mecânica e união de materiais, em seus produtos ou processos, para capacitá-la a enfrentar os desafios econômicos e tecnológicos oriundos dos mercados onde atua. Participantes durante a cerimônia de inauguração Fachada do centro tecnológico O Centro de Referência em Logística tem laboratórios que atendem às necessidades do próprio enai-ba, como também servem de sala de aula para os alunos da instiuição, onde é possível conhecer e praticar os diversos tipos de armazenagem utilizados pela indústria. egundo o então presidente do sistema FIB e do conselho regional do NAI, José de F. Mascarenhas, as exigentes tecnologias atuais da indústria geram a necessidade de avanços nessas áreas, assim, este II será um parceiro na busca por novas soluções para as manufaturas de peças e componentes. Ainda segundo r. Mascarenhas, os institutos inaugurados ampliarão as competências do CIMATC, consolidando sua atuação como um campus integrado; dobrarão o tamanho das instalações desta unidade e estão prontos a oferecer soluções para a indústria. Mai a Ago

12 NOVIDAD Aniversário chuler chuler celebra seu 175º aniversário De oficina metalúrgica a grupo globalmente operacional: a fabricante de prensas tem uma longa tradição A chuler, fabricante de prensas de sucesso internacional está comemorando seu 175 anos no mundo dos negócios em Louis chuler fundou a empresa em 1839 como uma oficina de metalurgia. Ninguém, naquele momento, teria pensado que a pequena oficina um dia se tornaria uma corporação global com vendas de quase 1,2 bilhão. Poucas empresas na Alemanha podem olhar para trás com uma história tão longa e bem sucedida. Para marcar a ocasião, as celebrações incluirão um evento central para funcionários da sua base em Göppingen, na Alemanha, que será realizada em julho. Além disso, um site especial (www.schulergroup175.com) apresenta 175 momentos que moldaram a empresa ao longo dos anos. stes incluem, por exemplo, o momento em 1852, quando o fundador Louis chuler decidiu dedicar o seu futuro para a construção de máquinas para processamento de chapas. Na xposição Mundial de Paris em 1900, a chuler apresentou a primeira prensa transfer do mundo. Ao longo dos anos seguintes, headcount da empresa cresceu para Com uma prensa para corpo de carros para a Opel em 1924, a chuler começou a fornecer para a indústria automobilística, que ainda hoje é o seu cliente mais importante. chuler instala sua maior prensa hidráulica de forjamento na Rússia A chuler instalou recentemente sua maior prensa hidráulica de forjamento em suas novas instalações para istemas de Petróleo e Gás, localizado perto da cidade de Aleksin, na região de Tula, na Rússia. A nova prensa vai forjar peças de 0,6-20 toneladas de blanks redondos e chapas de metal. ua especialidade será a formação de grandes reservatórios de corpos de válvulas em oleodutos e gasodutos. A prensa pode aplicar uma força de 140 meganewtons (cerca de 16 mil toneladas) e está a uma altura de 22 metros acima do solo. Com espessuras de mm e feita a partir de uma grande variedade de metais e ligas, os blanks para a prensa de forjamento devem ser aquecidos apenas uma vez durante o processo de formação, que é de três fases. Isso economiza custos de energia e aumenta a segurança da produção. A linha de prensa pode ser utilizada tanto para forjamento aberto quanto fechado. A prensa estará no centro da linha de produção da nova planta. ntre outras coisas, peças para grandes tubos são produzidos lá - incluindo corpos de válvulas. Além do tamanho, a flexibilidade da prensa também impressiona: o espectro de peças varia de anéis que são Marcos conômicos e Tecnológicos Após a egunda Guerra Mundial, a chuler foi a primeira empresa do etor Americano a receber uma licença de exportação. O meticuloso trabalho de reconstrução foi recompensado: em 1961, as vendas atingiram 100 milhões de marcos alemães, em 1970 ultrapassou 200 milhões. Ao mesmo tempo, a empresa iniciou a sua internacionalização com a fundação de subsidiárias no Brasil e na América do Norte, seguido pela China e Índia nos anos 90. Com inovações nos últimos anos, tais como primeira prensa transfer com Compact Crossbar do mundo, tecnologias ervodirect e Twinervo, sublinharam a posição de liderança da chuler no campo da metalforming. Isso se reflete também pelo seu sucesso empresarial: em 2012, o Grupo chuler registrou vendas de mais de um bilhão de euros. "Nos últimos anos, temos atingido um nível de crescimento e de faturamento dos quais podemos nos orgulhar", conclui o CO tefan Klebert. "Por isso, queremos comemorar este 175º aniversário junto com nossos funcionários e estamos ansiosos para um ano cheio de momentos emocionantes e divertidos", concluiu. forjados automaticamente em três etapas ao longo de matriz aberta, peças forjadas e forjados de tubos, entre outros. Os fornos utilizados para aquecer as partes foram fornecidos pela Andritz Maerz, que - como chuler - pertence ao Grupo Andritz austríaca. chuler construiu a maior prensa de forjamento hidráulica em sua história 12 - Mai a Ago2014

13 NOVIDAD Lehigh Heavy Forge investe na ArcelorMittal teelton A Lehigh Heavy Forge Corp, com sede em Bethlehem Pensilvânia, UA e sua controladora WHMCO Inc., anunciou um investimento de 11,5 milhões de dólares americanos na usina da ArcelorMittal em teelton, Pennsilvânia, UA. A unidade de teelton opera uma operação de mini-usina que produz lingotes de até 300 toneladas fundidos a vácuo, que são enviados para a unidade da Lehigh em Bethlehem. A Lehigh produz componentes de aço forjado e posteriormente forja os lingotes em uma prensa de matriz aberta de toneladas. Produz uma grande variedade de itens forjados, incluindo eixos de navios e vasos de pressão para o mercado de defesa, vasos de pressão para os mercados nucleares e petroquímicas, eixos de geradores para o mercado de geração de energia e rolos de aço forjado para o mercado de laminação de planos. De acordo com Lehigh, a ArcelorMittal teelton é a única fornecedora capaz de produzir lingotes fundidos a vácuo de até 130 polegadas de diâmetro e 300 toneladas de peso. O investimento de 11,5 milhões de dólares é o primeiro dos três investimentos previstos pela Lehigh na ArcelorMittal teelton. le possibilita uma expansão de 260 metros nas instalações de lingotamento, bem como alterações do traçado da ferrovia de transporte do material forjado. A primeira fase vai permitir a ArcelorMittal de teelton o aumento da capacidade existente de produção de aço a vácuo em aproximadamente 25%. As fases dois e três incluirão novas aquisições e instalações de equipamentos. Dongbei pecial teel instala máquina de forjamento radial da M Meer A empresa Dongbei pecial teel colocou em operação em sua fábrica em Dalian, província de Liaoning, China uma máquina de forjamento radial hidráulica da M Meer. A máquina é alimentada por dois manipuladores de forjamento e tem a capacidade de moldar simultaneamente hastes de diferentes tipos de aços e seções. la opera com uma força de prensagem de 16 MN por cilindro e consegue uma passagem máxima de 800 mm (31,5 polegadas). Os dois manipuladores fornecem um torque de aperto de 120 knm e são capazes de mover peças forjadas com peso de até 8 toneladas. Hastes com seçoes redondas, quadradas, planas ou octogonais são produzidos na máquina. Aços estruturais, aços ferramenta, aços inoxidáveis, ligas de titânio ou superligas podem ser processados no equipamento. Alcoa expande produção de rodas de ligas leves forjadas na Hungria A Alcoa está investindo 13 milhões de dólares americanos para ampliar sua fábrica de rodas para caminhões forjadas de alumínio na uropa, para atender à crescente demanda por este produto. A expansão vai possibilitar dobrar a produção até 2015 de suas rodas Dura-Bright VO com superfície tratada. "A demanda para as rodas forjadas de alumínio Alcoa continua a crescer na uropa, uma vez que as regulamentações de emissões aumentam a procura para rodas automotivas mais fortes, leves e com fácil manutenção e que aumentem a carga útil dos veículos, reduzam custos de manutenção e melhorem a sustentabilidade", diz Tim Myers, presidente da Alcoa Wheel and Transportation Products. "A capacidade adicional em nossa fábrica na Hungria nos posiciona para capturar esse crescimento." A construção da linha de produção começou em janeiro de 2014, com conclusão prevista para o inicio de Norgren apresenta manipuladores para aplicação em prensas A Norgren apresentou na Feira Mecânica 2014 (realizada entre os dias 20 a 24 de Maio em ão Paulo) os manipuladores para aplicação em Prensas Tandem, Crossbar e Transfer, uma tecnologia de manipulação de chapas entre os estágios de prensas em estamparias. Também demonstrou blocos de sopro com regeneração de ar; sistemas secadores de ar comprimido para trens; blocos de redundância para o setor de energia; tecnologia em manifolds para o setor médico e painéis de controle. BMW e GL Group triplicarão a capacidade de planta de fibra de carbono Os parceiros da joint-venture GL Group e BMW Group anunciaram que triplicarão a capacidade de sua fábrica de fibra de carbono, a GL Automotive Carbon Fibers, em Moses Lake, Washington. A expansão de $ 200 mi prevê a criação de 120 novos postos de trabalho e será concluída até início de A planta de Moses Lake opera atualmente duas linhas de produção, exclusivamente para o BMW i, com uma produção anual de cerca de toneladas de fibra de carbono. A GL Automotive Carbon Fibers encomendará uma terceira e quarta linhas de produção neste verão, dobrando a capacidade da usina. A expansão inclui uma quinta e sexta linhas de produção, que triplicará capacidade para toneladas / ano e tornará possível para o Grupo BMW aplicar material de fibra de carbono a outros modelos no futuro. iemens e Mitsubishi Heavy Industries formam joint venture iemens e Mitsubishi Heavy Industries (MHI) estabeleceram uma joint venture para operar em cooperação na indústria metalúrgica. As empresa resultante da parceria deverá ser fornecedora completa para plantas, produtos e serviços para as indústrias de ferro, aço e alumínio. MHI deterá uma participação de 51% na joint venture, que iniciará as operações em janeiro de 2015, e a iemens ficará com os restantes 49%. Através da combinação de portfólios de produtos, a iemens e a MHI poderão oferecer aos clientes toda a cadeia de serviços, desde as tecnologias para o processamento de matériasprimas até ao acabamento de superfície no final do processo de produção. A joint venture será sediada no Reino Unido, com cerca de funcionários, incluindo os contratos de fornecimento para as divisões de automação industrial (Industry Automation) e tecnologias de acionamento (Drive Technologies) da iemens. Kobe teel fornecerá peças forjadas de titânio para Airbus Kobe teel, Ltd. e Messier-Bugatti-Dowty (afran Group) assinaram um contrato para que a Kobe teel forneça à empresa francesa peças forjadas de titânio para os principais trens de pouso dos aviões Airbus A350 XWB. Através do acordo, a Kobe teel irá contribuir para o fortalecimento da cadeia de abastecimento para o programa da próxima geração A350 XWB de fuselagem larga. As partes principais do trem de pouso serão fabricadas pela Kobe teel e sua empresa do grupo, Japan Aeroforge, Ltd., com sede em Kurashiki, na província de Okayama, Japão. A Japan Aeroforge é uma joint venture criada em Janeiro de 2011 pela Kobe teel e a Hitachi Metals, Ltd. como os dois principais acionistas, juntamente com várias outras empresas. quipado com uma prensa hidráulica de forjamento de ton, uma dos maiores do mundo, a Japan Aeroforge produz grandes peças forjadas de titânio para a indústria aeroespacial mundial. Mai a Ago

14 PRODUTO Ferramenta de Busca para Compradores Brasil pec Com o intuito de reduzir o tempo gasto pelos compradores para realizar pesquisa de produtos, surgiu a Brasil pec, que é uma ferramenta de busca para a indústria que visa facilitar a vida dos responsáveis por compras das empresas. Por intermédio do site, apenas com a inserção do nome do produto, já são localizadas quais empresas o oferecem, sua localização e telefone para contato direto com o departamento de vendas. O Brasil pec também oferece um filtro de busca bem específico. Por exemplo: para o ramo do Forjaria, a pessoa procura por uma prensa e pela busca já são filtrada as especificações do produto, como tamanho, dimensão, carga mínima/máxima etc. Aquecimento por Indução urothermo O uro 100KW-FA é um equipamento de aquecimento por indução para forjamento total com sistema de alimentação e avanço automático com sistema pneumático. Construído de forma robusta em estrutura monobloco e tratamento de normalização para evitar empenamentos ou torções após usinagem. É comandado por CLP (Controlador Lógico Programável). O equipamento é completo, com sistema de refrigeração para o conversor com Água DI (deionizada). Aço AII H13 Favorit Aço para trabalho a quente, ligado ao cromo-molibdênio-vanádio, temperável em óleo ou ar, de excelente tenacidade, alta resistência mecânica e boa resistência ao desgaste em temperaturas elevadas. Apresenta boa resistência à fadiga térmica, ótima resistência ao choque térmico e ao amolecimento pelo calor. ste aço é destinado à fabricação de matrizes para forjamento a quente em prensas, fabricação de moldes para a injeção de plásticos e zamak, ferramentas para corte a quente, matrizes para a fundição de ligas de alumínio, chumbo, estanho ou zinco, ferramentas para a extrusão de ligas leves etc. Fluidos Diversos Fuchs Fluidos lubrificantes integrais ou solúveis utilizados em operações de conformação a frio e a quente, trefilação e estampagem de corte e repuxo. Produtos para conformação biodegradáveis, fluidos para tratamento térmico de metais, fluidos de base mineral e sintética utilizados em sistemas de transferências de calor. Plastificantes e diluentes de borracha, biocidas para tratamento de emulsões e soluções. Aditivos para controle de espuma em soluções e emulsões, de variadas aplicações para óleos solúveis. Produtos para limpeza e desinfecção de equipamentos que utilizam soluções e emulsões. Desengraxante alcalino solúvel sintético para limpeza de peças. quipamento para Forjamento Parcial Jamo A Jamo oferece aos seus clientes potências entre 10 e 1200kW para este tipo de aplicação. A concepção integrada de seu sistema de aquecimento indutivo é projetada para instalação em células de produção, com instalação rápida e de baixo custo, possibilitando economia de espaço, portabilidade e eficiência. Também desenvolve e fornece seus equipamentos conforme a necessidade do cliente. Calha de alimentação, sistema de avanço pneumático ou hidráulico, mesa hidráulica ou servoacionada, CLP com IHM para até 100 receitas de aquecimento, transformador isolador de saída e bobina com sistema rabo de andorinha, gerador flutuante, sistema de refrigeração água/água selado são algumas das características dos equipamentos Jamo. quipamentos de Aquecimento M lotherm O loforge CO-BTH 400KW a 800KW oferece tempos de ciclos curtos e alto rendimento no aquecimento indutivo para forjaria. A série de equipamentos de aquecimento loforget atende aos requisitos do usuário industrial quanto à alta produtividade, processos de aquecimento estáveis e qualidade de produto no processo de forjamento subsequente. Com grupos construtivos individuais, os equipamentos de aquecimento de tarugos e lingotes podem ser adaptados com precisão para os requisitos das respectivas máquinas de forjamento. As partes do equipamento são bem acessíveis e de fácil manutenção. Todas as peças de desgaste são facilmente substituídas. Cilindros Forjados orbit A orbit produz todos os tipos de cilindros até 300 mm de diâmetro e 3 m de comprimento. Cilindros forjados para a laminação a frio de metais ferrosos e não ferrosos. Para garantir a alta qualidade de seus cilindros, a orbit considera crucial a qualidade do aço e os processos de tratamento térmico. Prensa Hidráulica utherland Prensa Hidráulica LDF TON para forjamento quente ou frio com capacidades de carga 200 a toneladas. O equipamento possui controle Allen Bradley ou iemens, PLC e 14 - Mai a Ago 2014

15 PRODUTO touch screen colorida; sistema de fluido com válvula Bosch Rexroth; sistema de filtro eletronicamente monitorado com filtros limpáveis; válvulas do manifold e dutos curvados para suave operação; cilindros forjados sólidos; estrutura tratada a quente com todos os processos feitos internamente; 8 guias longas no martelo; sistema de travamento do martelo e de travamento da ferramenta para prevenir movimento; martelo hidráulico e ejetores de mesa atendendo à aplicação do cliente; plataforma de trabalho segura localizada no topo da prensa para facilitar manutenção; mesas rolantes como opcional, de acordo com especificação do cliente. Prensas com istema ervo-motor Thermo Consult Latina Nas Prensas de Fuso ervomotor 1600 Ton, após um passo, o freio mecânico não opera. Utilizando lona de freio de uso permanente, sem embreagem, tem economia em manutenção; economia de energia na desaceleração ao gerar energia na frenagem; tem diferença de passo de 0,2 a 0,3 segundos, mesmo ao forjar elementos pequenos com o equipamento de grande porte; e forja de ultraprecisão por controle direto da energia de volante do motor. Poderoso design racional de consumo total em uma única etapa da energia de volante. Tratamento Preliminar e Posterior Zwez Os produtos ZWZ, indicados para o pré e o pós-tratamento de peças metálicas, são especificamente ajustados às exigências dos processos de revestimento Coat e Lube e, com isso, garantem um alto padrão de qualidade. Fornos de Indução para Têmpera e Revenimento de Barras e Tubos Fornos contínuos para têmpera e revenimento de barras e tubos por indução, empregando-se conversores de frequência IGBT. m geral, o equipamento é dividido em dois trechos distintos - o de têmpera e o de revenimento. Os dois trechos são equipados com uma sequência de indutores, que são espiras de cobre resfriadas internamente com água, para o aquecimento das peças, e duchas para o resfriamento. As espiras são alimentadas pelos conversores com uma frequência em torno de 6 a 10 khz. Com isso, gera-se uma corrente indutiva nas peças que são aquecidas por efeito Joule. Tipicamente são atingidas temperaturas em torno de 950ºC e 400ºC para têmpera e revenimento respectivamente. As capacidades de produções usuais são da ordem de 1 a 4 toneladas por hora. 34º NAFOR 08 a 10 de outubro de 2014 Rio Grande do ul - Centro de ventos ão Rafael - Hotel Plaza ão Rafael - Porto Alegre/R 18ª Conferência Internacional de Forjamento - Brasil 17ª Conferência Nacional de Conformação de Chapas 4ª Conferência Internacional de Conformação de Chapas 11º ncontro Nacional de Metalurgia do Pó 5ª Conferência Internacional de Metalurgia do Pó 4ª Conferência Internacional de Materiais e Processos para nergias Renováveis INFORMAÇÕ GRAI: CRTARIAT - ecretaria para ventos (51) / APOIO: Mai a Ago

16 AMBINT GRNCIAL Wagner Aneas Quando Redes ociais não Atuam como Redes inceramente? Alguns sites de relacionamento, principalmente aqueles com foco na dimensão profissional, estão ficando chatos! sta é minha opinião. Já não me chamam tanto a atenção e venho acessando-os cada vez menos. Por força de ofício continuo visitandoos., certas vezes, após o log out (ao desconectar-me), desponta aquele sentimento de perda de tempo. Cada vez mais, as vinte e quatro horas do dia estão se tornando insuficientes para tantos papéis e tarefas que devemos dar conta: somos filho(a), pai/mãe, marido/esposa, amigo(a), colega, parceiro(a), fornecedor... Precisamos continuar competitivos, produzir cada vez mais (e melhor), participar de reuniões, visitar clientes e parceiros, atender o celular, ler (e responder) s, preparar relatórios, preencher planilhas, construir diferenciais, inovar, gerar resultados cada vez mais expressivos, manter os números atualizados e na ponta da língua, informar-se sobre o que anda acontecendo na atualidade, ler o livro do momento e/ou as revistas que seus pares também leem (ou dizem que leem), visitar feiras de negócios, aprender coisas novas, consolidar e divulgar nossas competências, compartilhar experiências, investir no networking, aprender mais uma língua estrangeira, conhecer novos aplicativos para nossos gadgets, entender de bites, megas, gigas, hd s, ram s, fazer trabalho comunitário, participar das atividades de nossa associação de classe e defender nossos interesses. Além de malhar, cuidar da saúde, abastecer a dispensa, reparar quando a companheira cortou um dedo do cabelo (e verbalizar o quanto ficou linda!), levar o carro para manutenção, fugir do trânsito, pagar prestações, levar o cachorro para passear, pensar no futuro, dormir! - será que dá? queremos (e necessitamos) passar momentos agradáveis com nossa família!, se conseguirmos a proeza de ser feliz, com toda esta lista, ao menos ficaria o sentimento de que nem tudo foi em vão! Creio que, em grande medida, esta é uma agenda comum a muitos (mesmo que nem todos tenham cachorro, por exemplo). ntão por que, diante de tantas coisas à nossa espera, vamos perder nossos preciosos minutos lendo anúncios na página inicial da rede social, postados por nossos amigos? abemos que quando os negócios não andam bem precisamos sair a campo, prospectando novos clientes e resgatando os inativos. Investir na divulgação de seu empreendimento é uma alternativa válida e muito importante nos dias de hoje, algo imprescindível! Mas, sair publicando a todo instante, em sua timeline, posts divulgando seus produtos e serviços é uma estratégia equivocada. u sei que a tentação é muito grande. Além de uma tarefa relativamente simples, a postagem é gratuita (e tem muita gente fazendo isto). Aqui se aplica aquele ditado popular que o barato sai caro. u diria que ficar publicando anúncios, indiscriminada e ostensivamente, é um tiro no pé. O efeito será o contrário, ou seja, outros usuários que estão ali em busca de conteúdo irão se distanciar de você. Afinal, o que você agrega a ele? O que faz alguém investir seu precioso tempo como apontamos, no início deste artigo lendo aquilo que você inseriu? Ou façamos a pergunta de outra maneira: qual o estímulo que você tem em abrir seu jornal, ao menos uma vez por dia, para ver a seção de classificados, caso você não tenha interesse em adquirir nada? Quer um exemplo? Pegue um grupo de discussão aberto. A maioria dos posts inseridos como discussão consiste em propaganda de um serviço ou de um produto (do tipo: faço tal coisa ou vendo tal coisa, consulte-me ). Às vezes é pura divulgação da existência de outro grupo de discussão ou de um blog. O indivíduo ingressa dentro de um grupo e fica a todo instante convidando os demais membros para o grupo dele. ventualmente, alguns nem percebem que estão ultrapassando o limite ético. em contar que o camarada que teve o trabalho de abrir o grupo, aglutinar pessoas e mantê-lo interessante, não ganha nada com isso. m uma revista, a princípio, ou o fato é relevante ou não tem espaço como matéria. Ou então, é preciso pagar para publicar um anúncio. m um evento, é preciso ser patrocinador para aparecer e se dirigir àquele público. Por que a internet tem que ser o lugar da esperteza? É grátis, não paga nada para inserir a nota, mas, como dizem, queima o filme totalmente. Qual a eficácia desta ação? Não seria mais inteligente levantar realmente um tema para o debate a partir de uma pergunta técnica, por exemplo? e a pergunta ou as várias perguntas possíveis de postar forem boas vai despertar a atenção para um contato. O nome disso é contribuição. Quem encontrar afinidade com sua ideias, quem enxergar valor em suas considerações, vai acabar distinguindo você dentre outros elementos do grupo. Possivelmente, vai visitar seu perfil e ver o que você faz para ganhar o pão. ua formação, outras de suas postagens. Os grupos a que pertence, seus contatos, o conteúdo de sua timeline diz muito mais do que aquilo que você inseriu na sua apresentação, na plataforma. Algo do tipo: diga-me com quem andas que direi quem és. A web 2.0 é viva, dinâmica! Não pode se tornar um ambiente 16 - Mai a Ago 2014

17 AMBINT GRNCIAL Wagner Aneas onde todos falam e ninguém ouve. Não faz sentido. Onde fica a interação, o compartilhamento e, sobretudo, a colaboração? xistem colegas que explicitam, de tal maneira, que sua participação é tão pontual - direcionada a divulgação de seu negócio ou blog - que deixa claro ser este seu único propósito. Dentro deste raciocínio eu passo a ser interessante a estas pessoas apenas, caso eu seja, um potencial cliente. É quase uma relação monetária. Networking funciona se houver fluidez, se houver diálogo permanente. Procurar por alguém quando a água já subiu até a altura da cintura não é eficaz. É trabalhoso, porém, a vida é assim. Por que dentro de um site de relacionamento seria diferente? ntender que são ferramentas - para entre outras possibilidades - favorece a aproximação, unindo os pontos e viabilizando o trânsito da informação, é imperativo. Consolidar o vínculo para que ele esteja amadurecido no momento em que surgir uma demanda depende da inteligência ao longo do percurso. A colaboração será natural. Particularmente, procuro ser flexível. ntretanto, quando os posts de divulgação passam a ser ostensivos, é preciso tomar medidas mais efetivas e o unfollow (deixar de seguir) passa a ser considerado como alternativa válida. Tem alguns que falam (postam) demais. u nem bem faço o login e só dá ele na tela. É chato! Posso estar interessado no livro que a pessoa está lendo ou mesmo em algo mais lúdico, como na música que está ouvindo ou nos lugares que possa indicar - já descobri coisas excelentes por este caminho. Como em um bate-papo, em um happy hour. Gosto quando compartilham notícias - já soube de algo relevante primeiro por uma rede social, que consegue ser mais rápida que a TV. Geralmente, assuntos muito segmentados não têm muito espaço na grande mídia. Gosto de seguir/ adicionar pessoas de diferentes áreas - suas considerações me ajudam a pensar fora da caixa. Possuem perspectivas diferentes e podem trazer soluções, portanto, diferentes e melhores que as minhas. im, gosto de ficar a par de seminários e workshops. Já fui a vários a partir de um post e foram ótimos. Vejo como oportuno quando as pessoas expressam opiniões sobre temas polêmicos. Desta forma, passo a conhecê-lo melhor e saber se nossa visão de mundo está alinhada (o que pode ser arriscado, é verdade, já que é possível explicitar uma preferência justamente oposta ao de seu cliente). Tenho certeza que por vezes também cometo pecados e me policio bastante. Claro que eu poderia pensar: me segue quem quiser e lê quem quer, mas e meu desejo, meu propósito de compartilhar informações e ideias interessantes que agreguem? Vamos refletir duas vezes (ou mais) acerca daquilo que compartilhamos. Grandes empresas do varejo estão investindo pesado em ações inteligentes para capturar o interesse e a aceitação do internauta. Já perceberam que a web é um canal que possui especificidades, completamente diferentes dos outros (tv, rádio, jornal, revista etc.). Principalmente se for uma plataforma com foco profissional, o que você tem compartilhado agrega ou satura e polui? Vale registrar novamente: cada vez mais companhias pesquisam a atitude (e não apenas confirmam dados) dos candidatos às suas vagas nas redes sociais. Penso que talvez haja uma luz no fim do túnel. Como os sites de relacionamento são ferramentas novas, ainda estamos aprendendo a utilizá-las. Tal qual o no passado recente, que era utilizado para passar correntes com aquelas apresentações (power point) intermináveis sobre algum assunto de almanaque. Hoje, parece que isso já não é mais tão comum. Não sei ao certo se foi devido a uma postura crítica ou se porque esta prática acabou migrando para a timeline, dentro das redes. Contudo, acredito que o amadurecimento pode ser alcançado com o passar de algumas primaveras. Para minha alegria, como vivemos na era da velocidade, certamente não será com o passar dos séculos. Wagner Aneas é professor, pesquisador e empresário, com pós em Ciências ociais. É diretor da W.ANnex Consultoria e Representações. Membro do Conselho ditorial da revista Metalurgia & Materiais, da ABM, e membro da Comissão Organizadora do Moldes ABM. É consultor da Câmara etorial de Ferramentarias e Modelações - CFM, da ABIMAQ. Atuou recentemente em projeto de inovação e tecnologia industrial como pesquisador bolsista do CNPq, no IPDMAQ. -mail: Mai a Ago

18 LUBRIFICANT Henri trasser Lubrificante de Matriz - Parte I N o forjamento em matrizes, o lubrificante tem um papel muito importante. Para conhecê-lo melhor podemos traçar paralelas com uma tinta. Assim como uma tinta, o lubrificante de matriz é uma dispersão de pigmentos em solvente. le é fornecido concentrado e precisa ser diluído para ser aplicado. Como concentrado, ele tem as suas propriedades das quais as mais importantes são o tipo e a granulometria do lubrificante sólido, o teor de sólidos e a viscosidade que diz respeito à facilidade de diluição. O teor de diluição é um dado empírico, experimental, que depende do tipo de lubrificante sólido, do equipamento de aplicação e da complexidade do shape da gravura. A taxa de diluição costuma ser um dado de processo do cliente ao qual ele chegou por experiência com seu tipo de peça, procurando a diluição máxima. Depois de aplicado o lubrificante deverá deixar um revestimento, uma camada na superfície da gravura. É justamente esta camada que interessa ao forjamento. A camada lubrificante atua na interface entre a matriz e a geratriz. Lá, ela reduz o coeficiente de atrito, facilitando o enchimento das gravuras da matriz, e protege a matriz contra a pressão exercida pela máquina de forjar e o calor do tarugo. Como resultado, uma menor força de prensagem para preenchimento da gravura será necessária e uma vida de matriz maior será a consequência lógica. O solvente/diluente/veículo usado no lubrificante de matriz é a água potável, com raríssimas exceções. A grande diferença com a tinta, além de o pigmento ser o lubrificante sólido, é a temperatura da superfície na qual ele será aplicado, que vai de pouco abaixo de 100ºC até acima de 400ºC, enquanto a tinta é aplicada em substratos próximos da temperatura ambiente. A camada lubrificante precisa ser recomposta após cada ciclo de forjamento, pois a ideia é que ela seja toda consumida no ciclo de forjamento. O grafite é queimado e se transforma em CO 2 e vapor d água. A formação da camada, por meio da aplicação, também tem a sua função bem definida. O calor trazido pelo tarugo e pelo atrito do fluxo metálico sobre a superfície das gravuras tem que ser removido para evitar que o aço da matriz caia fora de sua faixa de trabalho, perca a dureza e sofra fadiga térmica. sta remoção de calor é conseguida pela evaporação da água, veículo do lubrificante. A água é evaporada e o lubrificante sólido permanece aderido na superfície por intermédio de um processo de cozimento. A isso se chama de molhamento. m geral, a faixa de temperatura de formação de camada vai desde 100ºC a 300ºC. Alguns lubrificantes conseguem molhar abaixo de 100ºC e outros conseguem fazê-lo até 400ºC. A origem do lubrificante de matrizes está na invenção do DAG (Defloculated Acheson Graphite) por dward Goodrich Acheson há mais de 100 anos quando Thomas dison encomendou uma solução para a trefilação do tungstênio do filamento da lâmpada incandescente que estava inventando. abendo da extrema severidade do processo, Acheson escolheu fazer uma grafitização completa de carvão vegetal e obteve um grafite sintético de altíssima pureza numa granulometria ao redor de 1 µm. Vale dizer que este produto continua sendo usado pelos fabricantes de filamentos pelo mundo na sua fórmula original. Os sistemas de aplicação iniciais foram inspirados nos sistemas usados em usinagem para aplicação dos fluidos refrigerantes. Na forjaria, estes sistemas antes aplicavam óleo mineral ou óleo grafitado num processo chamado de flooding, inundação. Uma bomba centrífuga bombeia o lubrificante através de tubos de pequeno diâmetro para as gravuras que as inunda. O calor das gravuras provoca a evaporação da água e separa o lubrificante que se adere sobre a superfície. Como apenas uma parte do lubrificante evapora e forma camada, recolhe-se o restante e reencaminha-se para o suprimento. Perfeito. Mas aí surgiram gravuras maiores e os sistemas tiveram que ser ampliados. Os tubos não eram mais suficientes para levar o lubrificante às regiões mais internas da gravura. Aí, adicionou-se ar comprimido para aumentar o alcance do jorro numa pulverização grosseira com gotas grandes. Como o consumo de lubrificante aumentou começou a procura por lubrificantes mais baratos, o que significa grafites com pureza menor, naturais e de granulometria maior. Pouco a pouco tornou-se claro que o grafite natural de granulometria maior não se adapta tão bem ao flooding do que o grafite sintético fino. Outro problema foi o aparecimento do efeito Leidenfrost, com vapor superaquecido isolando a superfície que evita a aderência da camada lubrificante por causa das partículas maiores que não conseguem lidar com o molhamento como as partículas menores. Também, devido às partículas maiores, o menor poder de cobertura levou a consumos maiores e o overspray começou a ser depositado em todo o ambiente de forjamento, tornando-o sujo e cheio de grafite. O outro problema do grafite de custo menor é a diminuição da temperatura de molhamento. Mas enquanto a temperatura da superfície da gravura da matriz não ultrapassasse 300ºC isso não seria problema, mesmo que nos processos usuais da época, de produtividade menor, a temperatura não chegaria a esses valores. m extremo, havia tempo suficiente para fazer uma refrigeração da superfície com aplicação do próprio lubrificante. m 1995, foi implementado nos equipamentos de aplicação a técnica da pulverização externa que, junto à mobilidade da condução robótica e da refrigeração, a água melhorou em muito a aplicação de lubrificantes de matrizes com grafite natural e de granulometria maior. Desta forma, a viabilidade deste tipo de lubrificante de matriz foi assegurada. ntretanto, atualmente, com a forte pressão de custos em nível internacional, a saída das forjarias na busca da competitividade são os processos de forjamento de alta velocidade, em que, devido à maior frequência de chegada de tarugos, o aporte de calor aumenta e os tempos disponíveis para refrigeração/lubrificação vão sendo cada vez menores, sendo necessários lubrificantes de matriz capazes de formar camada a altas temperaturas, o que certamente é uma volta às raízes. Henri trasser é engenheiro e sócio-diretor na Alimax Consultoria de Projetos e ervicos Médicos. le pode ser contatado em: 18 - Mai a Ago 2014

19 PQUIA DNVOLVIMNTO Alberto Moreira Guerreiro Brito imulação Numérica da volução Microestrutural em Processos Termomecânicos Ométodo dos elementos finitos (FM) já é utilizado em conformação mecânica em escala industrial. No entanto, uma pesquisa ainda é necessária em relação à otimização da microestrutura de componentes produzidos por processos como forjamento ou laminação. Projetos nesse sentido têm sido desenvolvidos no Laboratório de Transformação Mecânica (LdTM) da Universidade Federal do Rio Grande do ul (UFRG) [1]. Quando metais são deformados a baixa temperatura, mecanismos de encruamento, tal como o aumento de densidade de discordâncias, levam a um aumento na tensão necessária para continuar a deformação. ntretanto, em processos executados a alta temperatura, como, por exemplo, o forjamento a quente, processos de difusão tornam-se importantes e fenômenos microestruturais, tais como recuperação e recristalização (dinâmica e/ou estática), podem ocorrer modificando a forma como o material escoa [2, 3]. Para metais, especialmente aqueles com altas energias de falha de empilhamento (acima de 0,1 J/m 2 ), o encruamento é limitado pela recuperação dinâmica, a qual pode ser definida como um equilíbrio dinâmico entre a taxa de geração e a taxa de aniquilação de discordâncias durante a deformação, resultando em um rearranjo contínuo das mesmas, o que leva a um amolecimento do material [4, 5]. Para materiais com baixas energias de falha de empilhamento, como é o aço na fase austenítica, a recuperação dinâmica é menos eficaz. Nesses materiais, o principal mecanismo de amolecimento é a recristalização dinâmica que reduz a tensão de escoamento e o tamanho de grão. À medida em que o material é deformado um grande número de defeitos é gerado a nível cristalino. sses defeitos aumentam o potencial termodinâmico para o início da recristalização dinâmica. Tão logo uma deformação crítica é atingida, começa a ocorrer a nucleação de novos grãos livres de deformação, principalmente nos contornos dos grãos anteriores deformados [3]. sse fenômeno produz um forte refinamento de grão, que se traduz macroscopicamente como um forte amolecimento na curva de escoamento. Além da composição química e da microestrutura inicial, a recristalização dinâmica é fortemente dependente da temperatura, da deformação e da taxa de deformação aplicadas sobre o material [4-6]. Por meio do controle dos fenômenos de recristalização durante o processo, é possível obter um grande refinamento de grão. A Figura 1 mostra as mudanças que ocorrem na curva de escoamento de um aço em função das mudanças microestruturais que ocorrem durante a deformação a quente [1]. Para demonstrar a aplicação do FM em um processo de conformação mecânica com previsão microestrutural, foi simulado um ensaio de compressão que equivale a uma operação de forjamento em matriz aberta bastante simples. Durante o ensaio, a amostra é comprimida entre duas placas planas, reduzindo a sua altura e fazendo com que ocorra um fluxo de material na direção radial, aumentando o seu diâmetro. A Figura 2 mostra os passos básicos do teste de compressão a quente. Para a simulação foi utilizado o programa de elementos finitos LARTRAN/HAP com o pré/pós-processador PP (Programmer s nvironment for Pre-Postprocessing) e o módulo de simulação de microestrutura TRUCIM, ambos desenvolvidos no Instituto de Conformação Mecânica da Universidade de Aachen, na Alemanha. Para cada incremento de deformação ocorrem iterações entre o módulo de simulação termomecânica e o módulo de simulação microestrutura. O módulo termomecânico alimenta o módulo de microestrutura com os valores instantâneos de temperatura, deformação e taxa de deformação. O módulo microestrutural calcula, então, a evolução da microestrutura, dependendo dos valores alimentados e tendo em conta o seu estado anterior. Os dados iniciais da simulação podem ser vistos na Tabela 1. A Figura 3 mostra o modelo numérico usado para simular o ensaio de compressão. O modelo numérico re- ncruamento Forno Amostra aquecida a 900ºC nsaio de Compressão Tensão Verdadeira ncruamento + Recuperação dinâmica Deformação Verdadeira ncruamento + Recuperação dinâmica + Recristalização dinâmica Amostra inicial Amostra forjada Figura 1. Variações da curva de escoamento de um aço deformado a quente para diferentes mecanismos de encruamento/amolecimento Figura 2. Montagem experimental típica para o ensaio de compressão a quente Mai a Ago

20 PQUIA DNVOLVIMNTO Alberto Moreira Guerreiro Brito Direção de aplicação da força Temperatura ( o C) Ferramenta superior Discretização da amostra Malha de elementos finitos (a) (b) Ferramenta inferior Figura 3. Modelo numérico utilizado nas simulações produz condições usuais de ensaio utilizando os parâmetros da Tabela 1. A finalidade do teste de compressão é principalmente demonstrar a alteração no tamanho do grão do material devido à recristalização dinâmica. abe-se que a distribuição homogênea e mais fina de grãos proporciona um melhor comportamento mecânico, especialmente para componentes expostos a cargas cíclicas (fadiga). A Figura 4 revela a distribuição de temperatura na amostra após a compressão. Os resultados das simulações numéricas indicam uma perda de temperatura nas faces superior e inferior, devido à condução de calor entre a peça e a ferramenta. Como esperado, os corpos de prova têm um formato final de barril, devido às forças de atrito atuantes entre os mesmos e as superfícies das ferramentas, restringindo o fluxo de material ao longo desta região. As Figuras 5(a) a 5(d) mostram a distribuição de deformação efetiva ao longo da (a) (b) 20 - Mai a Ago 2014 Deformação efetiva Figura 4. Distribuição de temperatura ao final do ensaio de compressão: (a) na superfície da amostra e (b) em uma seção longitudinal central Grãos finos com estrutura homogênea seção transversal central da amostra em diferentes estágios do processo. Pode-se observar como o grau de deformação aumenta com a redução em altura, em especial na região central da amostra. Nas regiões de fluxo restrito pelo atrito (interfaces entre amostra e ferramentas) o grau de deformação é menor. mbora esse comportamento seja esperado, apenas por meio do FM é possível quantificar com precisão o perfil da deformação ao longo da peça, o que é importante para otimizar o comportamento Figura 5. Distribuição da deformação efetiva ao longo de uma seção longitudinal central da amostra para (a) 25%, (b) 50%, (c) 75% e (d) 100% do processo realizado (a) (b) Figura 6. eção longitudinal central da amostra ao final do processo mostrando: (a) fração da microestrutura dinamicamente recristalizada (DRX) e (b) o tamanho de grão médio (c) (d) Grãos grossos strutura não homogênea DRX Tamanho de grão (µm) mecânico, visto que influencia diretamente a microestrutura final do componente. A Figura 6 mostra os resultados numéricos para a fração recristalizada da microestrutura e tamanho de grão médio ao final do processo. Como mencionado, quando um grau de deformação crítica é atingido durante o processo, ocorre a recristalização dinâmica com a nucleação de novos grãos livres de deformação. ssa recristalização dinâmica depende do grau de deformação imposto sobre o material, como visto na Figura 6. Nota-se na Figura 6(a) que no centro da amostra, onde o grau de deformação é maior (ver Figura 5(d)), a fração da microestrutura dinamicamente recristalizada (DRX) chega a 1, significando que ocorreu a completa recristalização do material naquela região. Por outro lado, à medida em que se observa regiões mais afastadas do centro da amostra, a fração recristalizada diminui atingindo um valor mínimo junto à superfície, onde menores deformações são encontradas. A recristalização dinâmica produz um refinamento de grão na região central da amostra. O tamanho diminui de 75 µm para 30 µm, como mostrado na Figura 6b. De acordo com os resultados numéricos, um tamanho de grão mais fino e homogêneo é esperado

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