Boletim Ibero-americano de Criatividade e Inovação nº 02

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1 15 Boletim Ibero-americano de Criatividade e Inovação nº 02 Periodicidade Bimestral Organização: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO Editor-chefe: Sergio Fernando Zavarize Co-editora: Solange Muglia Wechsler

2 16 SUMÁRIO Editorial Tatiana de Cássia Nakano PESSOAS CRIATIVAS REAGEM MELHOR A DOR Sergio Fernando Zavarize O PROGRAMA PARA SUPERDOTADOS DA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL Angela Virgolim EL METODO CIENTÍFICO COMO MODELO EDUCATIVO MUSICAL I Pilar Garcia Calero CRIATIVIDADE DIGITAL João Lins CREATIVE EDUCATION FOR GIFTED CHILDREN Fernanda Hellen Ribeiro Piske ESTILOS DE PENSAR E CRIAR EM GERENTES DE EMPRESAS PAULISTAS Maria Célia Bruno Mundim; Solange Muglia Wechsler; Evelin Martins Vale a pena ler CRIATIVIDADE NA ESCOLA CREATIVIDAD Y FORMACIÓN RADICAL E INCLUSIVA: CUANDO LA CREATIVIDAD NO SIRVE PARA NADA INVESTIGACIÓN Y DOCENCIA EN LA CREACIÓN ARTÍSTICA O QUE LEVARIA UMA ALDEIA A SAIR DA MESMICE? 36 Eventos na área XIII FÓRUM INTERNACIONAL DE CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO: CRIATIVIDADE & INOVAÇÃO: PROBLEMA MUNDIAL, SOLUÇÕES LOCAIS! Sebastião Fernando Viana VI FORUM INTERNACIONAL DE INNOVACIÓN Y CREATIVIDAD: Escuelas y aulas creativas Reunião de Pesquisadores AVALIAÇÃO EM PSICOLOGIA POSITIVA E CRIATIVIDADE ANPEP Solange Muglia Wechsler 43 Sites interessantes 44 Chamada para a próxima Edição 46

3 17 Editorial Tatiana de Cássia Nakano Pontifícia Universidade Católica de Campinas Presidente Eleita para a Gestão da CRIABRASILIS Percebe-se, na literatura científica, uma atenção cada vez maior ao conceito de inovação e seu enfoque multidisciplinar, de modo que pesquisas acerca desse fenômeno têm sido desenvolvidas em diversas áreas de conhecimento, incluindo, por exemplo, administração, educação, economia, psicologia e sociologia, dentre outras. Dada a globalização dos negócios e a tendência para a ampliação da atividade inovadora através de fronteiras, tornou-se cada vez mais importante que haja uma compreensão da relação entre os processos de criatividade e inovação, dada sua importância não só para a performance individual e organizacional, mas, também, para o sucesso econômico e desenvolvimento social em nível global, considerando-se, principalmente, que a criatividade tem sido apontada como o determinante mais importante dos processos de inovação. Atentos a esse movimento, deu-se a fundação, em 2004, da Associação Brasileira de Criatividade e Inovação, a qual acaba de completar, no último dia 21 de abril, 10 anos de existência. Um balanço das atividades desenvolvidas pela associação nesse período aponta para a contribuição de profissionais das mais diferentes áreas tanto na diretoria da Criabrasilis quanto no seu quadro de membros (psicologia, engenharia de produção, artes plásticas, gestão, design, fisioterapia, educação, recursos humanos, engenharia civil, jornalismo, farmácia, educação ambiental, serviço social, dentre outras). Aponta também para a realização do I Congresso Internacional de Criatividade e Inovação em 2011, participação dos membros em importantes eventos nacionais e internacionais, organização de um livro (Da criatividade à inovação) e, mais recentemente, o lançamento de um boletim Ibero-Americano. Os próximos desafios envolvem, para a diretoria que assume em 2014, não só a consolidação e divulgação da Associação mas também a realização de um segundo congresso. Ideias, sugestões e ajuda são bem vindas!!!!

4 18 PESSOAS CRIATIVAS REAGEM MELHOR A DOR Sergio Fernando Zavarize Pontifícia Universidade Católica de Campinas Em pesquisa que fez parte de um programa de doutorado pela PUC de Campinas, pôde-se constatar que pessoas com características criativas reagem melhor à dor crônica e às doenças de maneira geral. É frequente observar, por meio de uma longa experiência com pacientes portadores de dor crônica, os mais variados tipos de comportamentos. Alguns pacientes se entregam a dor e vivem restritos aos limites que ela lhes impõe. Outros, que entendemos serem os mais criativos, tentam adaptar suas vidas a esses limites por meio de diferentes estratégias. Particularmente em relação à dor, existem principalmente dois tipos de pessoas. Do primeiro tipo, fazem parte aquelas pessoas que ao sentirem dor tomam medicamentos dos mais variados e, muitas vezes, incorretamente se automedicam, fazem compressas de calor ou frio, passam pomadas, fazem repouso, isto é, focam no sintoma da dor. Algumas praticamente se entregam diante de qualquer dorzinha. Já no segundo tipo, fazem parte aquelas pessoas que procuram reagir à dor de outras formas, geralmente contrárias, divergentes ou inovadoras em relação ao que sentem. Esses indivíduos, diante de quadros de dor muitas vezes crônicos, procuram direcionar seu foco para outras coisas. Começam a fazer aulas de pintura, de costura, de artesanato, de música, dentre outras. Alguns iniciam atividades de lazer como caminhadas leves, exercícios de Pilates, Yoga, meditação e alongamentos. A leitura, o cinema e as reuniões sociais com os amigos, também fazem parte desse arsenal de estratégias que esses indivíduos adotam para enfrentar o problema da dor crônica e tentar esquecê-la. O que se observou na pesquisa citada, é que os indivíduos do segundo tipo de pessoas, aqueles que procuram realizar coisas diferentes para desfocar da dor, foram avaliados como mais criativos do que os do primeiro tipo. Estas pessoas apresentaram também, índices menores de dor que o outro grupo e ainda uma melhor qualidade de vida. Portanto, as pessoas criativas têm certas características de personalidade e um jeito um pouco diferente de ver a vida e encarar os problemas. A criatividade está ligada a ação, à tendência individual de se movimentar no mundo de maneira própria, inovadora e produtiva, podendo ser capaz de transformar o cotidiano desses indivíduos. A pessoa criativa tende a buscar alternativas para todas as situações e problemas, independente do grau de dificuldade.

5 19 O PROGRAMA PARA SUPERDOTADOS DA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL Angela Virgolim Departamento de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento da Universidade de Brasília Um dos grandes passos dados no Brasil em direção a uma Política Nacional de Educação Especial foi, sem dúvida alguma, a implementação dos Núcleos de Atividades de Altas Habilidades/Superdotação (NAAH/S) pelo Ministério da Educação em O programa, desenvolvido em todas as unidades da Federação, em parceria com as Secretarias de Educação, tornou-se tema amplamente debatido em seminários, encontros, congressos e cursos para a formação continuada de professores da educação inclusiva. Em 2007, com o intuito de subsidiar as ações voltadas para a área e difundir informações para auxiliar nas práticas de atendimento ao aluno com altas habilidades/ superdotação, a Secretaria de Educação Especial do MEC publicou uma série de quatro volumes de livros didático-pedagógicos denominados A construção de Práticas Educacionais para Alunos com Altas Habilidades/ Superdotação. Com estes volumes, o MEC visava basicamente oferecer atendimento educacional especializado com atividades suplementares para: (a) aprofundar e enriquecer o currículo, com vistas a ampliar e diversificar os conhecimentos que despertam curiosidade e interesse nos alunos; (b) promover a inclusão educacional e social; (c) estimular o pensamento produtivo e criativo; (d) desenvolver potencialidades e habilidades específicas; (e) propiciar experiências de resolução de problemas, formulação de hipóteses; e (f) promover o ajustamento de diferentes áreas de desenvolvimento (Barbosa, 2007). [http://portal.mec.gov.br/index.php?option=c om_content&view=article&id=12679:aconstrucao-de-praticas-educacionais-paraalunos-com-altashabilidadessuperdotacao&catid=192:seespesducacao-especial&itemid=860]. Buscando um aporte teórico que abarcasse todas essas possibilidades, o MEC adotou então o Modelo de Enriquecimento Escolar (The Schoolwide Enrichment Model SEM), resultante do trabalho pioneiro do Dr. Joseph Renzulli na década de 70, validado por mais de vinte anos de pesquisas empíricas (Renzulli & Reis, 2000). Este Modelo se encontra ancorado em três pilares: (a) O Modelo dos Três Anéis, que basicamente fornece os pressupostos filosóficos utilizados pelo SEM; (b) o Modelo de Identificação das Portas Giratórias, que fornece os princípios para a identificação e formação de um Pool de Talentos; e (c) o Modelo Triádico de Enriquecimento, que implementa as atividades de Enriquecimento para todos os alunos no contexto escolar. No Distrito Federal, o Programa para Superdotados da Secretaria de Estado de Educação se destaca como vanguarda neste tipo de atendimento, inicialmente implantado em O programa é desenvolvido em escolas públicas, sendo sete salas de recursos especializadas em Brasília (Plano Piloto- Cruzeiro) e 10 salas distribuídas nas cidades satélites do entorno, com 30% das vagas destinadas a alunos provenientes de escolas

6 20 particulares. Os alunos frequentam a sala de recursos uma vez por semana no contra turno da escola regular. O estudante tem ingresso ao programa por vias diversas, tendo sido predominante a indicação da escola, da família ou de profissional da saúde. A efetivação da matrícula se dá em duas fases: a Primeira, chamada de Qualificação da identificação, é o momento em que o professor itinerante organiza a documentação, verifica o preenchimento da Ficha de Indicação, laudo psicológico (para os alunos de escola particular) e outros documentos anexados. Ele também faz o acompanhamento do desempenho do aluno na escola regular e busca subsídios para sua indicação, colocando-o na fila de espera, caso haja insuficiência de vagas. Na segunda fase se dá o Encaminhamento para o Período de Observação. O professor itinerante repassa as fichas de identificação para o psicólogo, que por sua vez realiza a reunião de acolhimento da família. O aluno é então convidado a participar do Programa por um período de 4 a 16 semanas, durante o qual ele participará de todas as atividades rotineiras daquela sala de recursos. O psicólogo, o professor especializado e o professor itinerante avaliam independentemente o aluno durante este período, observando-o no desenvolvimento de projetos e atividades, no contato social e em atividades de lazer. Nos casos de altas habilidades na área acadêmica, o psicólogo poderá, se for necessário, utilizar testes psicológicos para este fim; na área de talento artístico, prescinde-se dos testes psicológicos, sendo a avaliação feita pelo professor especializado na área de artes. Além disso, busca-se delinear os interesses do aluno, suas áreas fortes, seu estilo de aprendizagem e formas preferenciais de aprender. Ao final desta etapa dá-se a devolutiva com os pais, na qual o aluno que tem confirmado sua potencialidade para as altas habilidades, ou demonstra comportamentos de superdotação (incluindo potencial para o desenvolvimento de habilidade superior em alguma área, grande comprometimento com a tarefa e criatividade) é convidado a permanecer no programa. O aluno que ainda não apresenta comportamentos (manifestos ou em potencial) de superdotação é convidado a retornar em outra ocasião, quando os indicadores estiverem mais visíveis e sinais de motivação, persistência e comprometimento se tornarem mais evidentes. O aluno é avaliado continuamente durante o desenvolvimento de projetos e atividades do Tipo I, II e III (de acordo com o modelo teórico SEM) e continua no programa enquanto estiver motivado para as atividades e demonstrar ganhos com sua participação. Os pais participam de reuniões com professores e psicólogos e compartilham suas expectativas, receios e interesses. Os professores recebem capacitação continuada durante toda a sua estada no Programa, tendo oportunidades para participar de cursos de aperfeiçoamento, encontros e simpósios na área, almejando sua qualificação profissional. Professores do Departamento de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento da Universidade de Brasília contribuem com treinamento, capacitação e supervisão de estagiários, numa atividade contínua e enriquecedora. Além disso, o programa recebe apoio institucional especializado do Conselho Brasileiro para Superdotação (ConBraSD da qual é associado. Desta forma, o Programa para Superdotados da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal tem ganhado força e visualização entre os outros estados, compartilhando com outros NAAH/S sua grande experiência na área das altas habilidades/superdotação.

7 21 EL METODO CIENTÍFICO COMO MODELO EDUCATIVO MUSICAL I THE SCIENTIFIC METHOD LIKE EDUCATIONAL MUSICAL MODEL I Pilar G. Calero Doctora en pedagogía Catedra Piano CSM de Sevilla / Investigadora Universidad de Sevilla RESUMEN Es importante que la enseñanza musical potencie el desarrollo de la creatividad artística y del método de investigación como complemento a la experimentación propia, concibiéndola no como un arte aislado, sino como hija de su tiempo en interacción con las artes de la época en la que vivimos que se encuentran en una continua y mutua interinfluencia; para ello es preciso trabajar los aspectos comunes de los procesos de creación contemporáneos generados a partir de esta simbiosis de factores científicos y artísticos, que parten de la experiencia y el intelecto, apoyando en el análisis de los datos los resultados científicos. Además se hace necesario innovar en métodos de diagnóstico que sirvan para aportar datos a la investigación musical, confeccionados desde diversas percepciones sensibles y cognitivas. Así, el método científico se configura como fundamento de la educación musical, potenciador de construcción del propio conocimiento y la creación de la propia interpretación. Descriptores: Música, creatividad, experimentación, método científico, diversidad. ABSTRACT It is important that the musical education promotes the development of the artistic creativity and of the method of investigation as complement to the own experimentation, concibiéndola not as an isolated art, but as daughter of his time in interaction with the arts of the epoch in which we live that they are in a continuous and mutual interinfluence; for it there is precise to work the common aspects of the contemporary processes of creation generated from this symbiosis of scientific and artistic factors, which depart from the experience and the intellect, resting on the analysis of the information the scientific results. In addition it becomes necessary to innovate in methods of diagnosis that serve to contribute information to the musical investigation, made from diverse sensitive and cognitive perceptions. This way, the scientific method is formed as foundation of the musical education, potenciador of construction of the own knowledge and the creation of the own interpretation. Key works: Music, creativity, experimentation, scientific method, diversity..

8 22 1-CAMINANDO HACIA LA EVOLUCIÓN DEL ARTE: El primer paso para esta adaptación a lo singular de cada uno, es el fomento de la creatividad intrínseca del discente desde el ámbito educativo. Sin el cultivo de esta capacidad creativa interna es prácticamente imposible generar actitudes que induzcan a la fantasía, a la experimentación diferente, a la solución divergente de problemas, a la construcción del conocimiento y, como consecuencia al pensamiento divergente como hábito, base de la creación. 1.1-La Creatividad y las Inteligencias múltiples como base del desarrollo educativo innovador en el Arte. Ser creativo, para algunos, encierra una serie de características propias del ser talentoso, en el que esta capacidad es casi genética; pero, el poder creador abunda en mentes con pocos mecanismos de represión, sensibles a sus elaboraciones con gran empatía con la gente y amplia penetración en todo lo desconocido; y estos individuos de gran curiosidad intelectual disciernen y observan de manera diferente a los demás, están siempre alertas, poseen amplia información que pueden armonizar, elegir y sintetizar para resolver problemas de manera creativa; el ser creativos, por tanto, involucra nuestros sentidos y nuestra mente en un proceso sin fin por el cual buscamos una mayor calidad en lo cotidiano (Tannenbaum, 1991). La creatividad es inteligencia no sólo para problemas específicos sino para hacer mejor la vida misma. El aprender para aprender lleva consigo el aprender para desaprender y volver a aprender. Hay cambios deseables y cambios inevitables, y en la necesidad de los cambios, la creatividad lleva a replantear las situaciones incluyendo los cambios ya establecidos; por eso la creatividad consiste en abrir la percepción, generar alternativas y después elegir entre ellas; implicando en el proceso a la percepción, lo sensorial, las ideas, los sentimientos, etc..; supone abrirse hacia fuera y hacia dentro, abrirse a la experiencia (Torre de la, 1984). Por tanto, las consecuencias de este modo de concebir la creatividad nos llevan a la concepción de un constructivismo de la propia persona, que en esa apertura mental la sitúan en una situación de constante evolución interior, con lo cual el aprendizaje se convierte en todo un arte, en algo a lo que tiene que llegar la persona por sí misma en un continuo esfuerzo por encontrar soluciones divergentes. Así, plantearse en educación el desarrollo de la creatividad es pensar en un trabajo que desarrolle la inteligencia divergente a través de los diversos procesos de solución de problemas, como defendió en 1996 De Corte. La otra aproximación teórica implicada en esta investigación correspondió al esquema conceptual de Sikora (Sikora, Jvachim, 1979), quien aporta una comprensión del proceso creativo, donde se concibe la creatividad como una serie secuencial de estados de actividad, cada una de las cuales hace una contribución específica a la totalidad del proceso..

9 23 Figura 1: Proceso creativo para el aprendizaje. Elaboración propia desde la investigación A partir de estos estudios (Guildford, 1978), Guilford distinguió varias características relacionadas directamente con el pensamiento creativo, que emergen como habilidades centrales en el proceso creador; estas son las de fluidez, flexibilidad y originalidad, definidas de la siguiente forma: Características pensamiento creativo -Fluidez: la capacidad para dar varias o múltiples respuestas válidas a un problema. -Flexibilidad: implica una capacidad básica de adaptación en contraposición a un estilo rígido, y está referida al manejo de variadas categorías de respuesta frente a una situación. -Originalidad: la capacidad de emitir respuestas, que además de ser consideradas válidas, resulten nuevas, novedosas, inesperadas y que por lo tanto, provoquen un cierto impacto o impresión. Al respecto, Corazza (2004), basándose en la idea del pensamiento divergente de Gildford, Vaughan, Webster y Gorder, considera que la fluidez se consigue con la capacidad de producir diferentes ideas musicales en un breve plazo de tiempo, la flexibilidad en la elaboración de un nº considerable de frases con contenido musical diferente, y la originalidad con la producción sonora de ideas musicales poco comunes. Además, Trigo (1999) añade otra serie de características que son de interés en este trabajo..

10 24 Otras características creativas -La elaboración: rasgo de la creatividad que hace referencia a la realización de la respuesta, de su acabado final, del cuidado y no de detalles incorporados para llevar a cabo la idea. -El análisis: capacidad para descomponer mentalmente una realidad en sus partes;, contemplando aspectos que unidos en lo real se distinguen en lo conceptual. -Apertura mental: significa estar abierto a superar cualquier solución, es decir, aclarar, fundamentar e ir más allá. -La comunicación: rasgo típico del comportamiento creativo, porque el ser humano se expresa comunicándose con los demás y dentro del proceso creativo. -La sensibilidad para los problemas: sólo quien es capaz de ver los problemas evita un exagerado planteamiento de la situación o un desenfoque dirigido por temores, fobias u oposiciones. -La redefinición: capacidad de encontrar usos, funciones, aplicaciones diferentes a las habituales; se trata de mostrar un objeto y formular un mayor nº de respuestas para agotar el ámbito de las posibilidades de utilización del mismo. En otro sentido, Carter (1998) dibuja el circuito de los estímulos emocionales, partiendo de la base de que la emoción consciente se genera, tanto directa como indirectamente, por señales desde la amígdala hacia la corteza frontal; la vía indirecta implica al hipotálamo, que manda señales hormonales al cuerpo para generar cambios físicos, y estos cambios son enviados de vuelta a la corteza somatosensorial, que lo envía a la corteza frontal, donde es interpretada como emoción. Figura 2: proceso cerebral de los estímulos emocionales. Elaboración propia desde la investigación

11 25 Gardner (2001), además, propone la existencia de siete inteligencias específicas del ser humano. Inteligencias múltiples 1-La inteligencia lingüística: supone una sensibilidad especial hacia el lenguaje hablado y escrito, la capacidad para aprender idiomas y de emplear el lenguaje para lograr determinados objetivos. 2-La inteligencia lógico-matemática: supone la capacidad de analizar problemas de una manera lógica, de llevar a cabo operaciones matemáticas y de realizar investigaciones de una manera científica, de tal modo que los matemáticos, los lógicos y los científicos emplean este tipo de inteligencia. 3-La inteligencia musical: supone la capacidad de interpretar, componer y apreciar pautas musicales; es prácticamente análoga a la inteligencia lingüística, desde el punto de vista estructural. 4-La inteligencia corporal cinestésica: supone la capacidad de emplear partes del propio cuerpo o su totalidad para resolver problemas o crear productos; y es propia de los bailarines, los actores y los deportistas, siendo de vital importancia también para los artesanos, los cirujanos, los científicos de laboratorio, los mecánicos y otros profesionales de orientación técnica. 5-La inteligencia espacial: supone la capacidad de reconocer y manipular pautas en espacios grandes (como el mar y el espacio), o en espacios pequeños (como un hospital, un estudio..). 6-La inteligencia interpersonal: denota la capacidad de una persona para entender las intenciones, las motivaciones, los deseos ajenos, y en consecuencia, su capacidad para trabajar eficazmente con otras personas; es propia de los vendedores, los educadores, los médicos, los líderes políticos y religiosos, los actores. 7- La inteligencia intrapersonal: supone la capacidad de comprenderse a uno mismo, de tener un modelo útil y eficaz de uno mismo, y de emplear esta información con eficacia en la regulación de la propia vida. El mismo autor, en otras investigaciones posteriores descubre la existencia de otras 3 inteligencias no valoradas hasta la fecha, a las que, posteriormente, añade una 4ª: 8-La inteligencia naturalista: caracteriza al experto en reconocer y valorar las numerosas especies de su entorno (flora y fauna); es decir se trata de personas con un profundo conocimiento del mundo viviente. 9-La inteligencia espiritual: refleja el deseo de tener experiencias y conocer entidades cósmicas que no son fáciles de percibir en un sentido material pero que, parecen tener importancia para los seres humanos; también se refiere a las personas que son capaces de entrar en contacto con los trascendental así como experimentar fenómenos psíquicos, espirituales o noéticos (como es el caso de los místicos, los yoguis, etc..); además, ciertas personas se consideran espirituales por los efectos que pueden ejercer sobre los demás mediante su actividad, o por su propia manera de ser.

12 26 10-La inteligencia existencial: trata de la capacidad de situarse uno mismo en relación con las facetas más extremas del cosmos (lo infinito y lo infinitesimal) y la capacidad afín de situarse uno mismo en relación con determinadas características existenciales de la condición humana, como el significado de la vida y de la muerte, el destino final del mundo físico y el mundo psicológico y ciertas experiencias como sentir un profundo amor o quedarse absorto ante una obra de arte. 11-La inteligencia de los creadores y los líderes: Csikszentmihalyi (citado por Gardner), llega a la conclusión de que la creatividad es el resultado de la interacción de tres elementos: un creador potencial con sus talentos, sus debilidades y sus ambiciones personales; un ámbito de actividad que exista en la cultura; un campo o conjunto de personas o instituciones que juzguen la calidad de las obras producidas. Pero a estas capacidades personales, hay que sumar otros factores que influyen directamente en el desarrollo humano. Así, se considera también que los seres humanos aprendemos constantemente, a veces de la propia realidad, pero hay procesos de aprendizaje demasiado complejos si no se organizan contextos específicos en los que se enseñe lo que se debe aprender (Gardner, 2002). Y es esta organización de contextos específicos de aprendizaje, que resuelve el problema de los aprendizajes complejos, la que a su vez desaprovecha la capacidad natural de aprender y crea una gran distancia entre los aprendizajes naturales y los específicamente planificados (Estebaranz, 2000). Pero también es posible que en situaciones informales se adquiera conocimiento abstracto; al respecto, Neal y Hesketh (1997) definen el aprendizaje implícito como la adquisición de conocimiento abstracto que ocurre fuera de la conciencia, o al margen del control intencional. Un modelo de enseñanza para el cambio ha de ser holístico en sus metas, integrador en sus planteamientos, adaptativo a contextos y sujetos, polivalente en las estrategias y evaluación, porque educar es un acto creativo, constructivo, transformador. Continuando en esta idea, Pablos Pons (1996) aclara que las acciones humanas están empotradas en actividades socioculturales que funcionan como un contexto para las acciones humanas. Al respecto, de la Torre (1997) dice que el sistema y dimensiones del cambio es polivalente, ya que ha de producirse a nivel ideológico y político (dimensión constitutiva), a nivel institucional y cultural (dimensión contextual), a nivel social y tecnológico (dimensión instrumentadora). Además, mantiene que el desarrollo de la innovación no es una curva creciente al modo de la del coeficiente de inteligencia, sino una curva ondulada determinada por factores humanos. Pero estos factores humanos también han de contabilizarse en el método científico. 1.2-El método científico como responsable de la evolución educativa en el Arte. Todos estos factores, unidos al hecho del gran avance producido en el descubrimiento del comportamiento de las diversas áreas del cerebro y sus consecuencias en los procesos y significado del conocimiento, hace que la Educación en general se vea en la necesidad de involucrarse en el método científico para establecer su base. Esta educación ha de tener una clara dirección, dentro del respeto a las diversas personalidades y cualidades que deberá desarrollar íntegramente en un intento de unificación de la personalidad humana: por un lado hay que desarrollar las destrezas y

13 27 capacidades para las que se tiene facilidad y por otro hay que potenciar aquellas cualidades personales menos idóneas; todo ello a favor del desarrollo integral de la persona dentro del contexto adecuado. Aunque se conoce la importancia de la actividad investigadora en diversos ámbitos, no se aplica aún de un modo asiduo, generalizado y científico en algunos ámbitos educativos, sabiendo que es un eje fundamental en el desarrollo evolutivo de la Educación y elemento imprescindible para la construcción del conocimiento. García y García (2000) consideran la investigación científica cuando está enmarcada en teorías y marcos conceptuales característicos de la Ciencia y se centran en la descripción y explicación de la realidad. Además, considera problemas cotidianos los enmarcados en el conocimiento ordinario de cada individuo, cuyo objetivo es actuar en la realidad inmediata. Pero esta actividad requiere de un nuevo tipo de conocimiento, denominado significativo y construido a través de la reestructuración activa y continua de la interpretación que se tiene del mundo. Desde esta perspectiva, cualquier situación novedosa moldea las ideas del individuo, construyendo nuevo conocimiento. Por consiguiente, para estos autores la investigación sería una estrategia más en el conjunto de la programación, principio orientador de las decisiones curriculares, integrando diferentes recursos y estrategias de enseñanza, posibilitando el aprendizaje de procedimientos, destrezas y conceptos. Por eso, y para iniciar esta visión de la metodología, en las disciplinas artísticas se hace necesario un método diagnóstico peculiar que, partiendo de la experiencia sensible conduzca al alumno a una exploración interna que sirva de impulso para el desarrollo de sus capacidades Objetivos -Impulsar y aplicar la utilización de un método diagnóstico basado en la percepción sensorial con el fin de encauzar el aprendizaje de los procesos creadores y el desarrollo de las capacidades individuales. -Potenciar el desarrollo de diversas capacidades humanas como parte de la formación integral del discente, partiendo del diagnóstico, el enfoque del nuevo mapa de inteligencia musical, y del contexto educativo apropiado. -Abrir nuevas vías de investigación musical Metodología: -Se ha basado en los métodos de investigación-acción adaptados a las prácticas artísticas. La investigación-acción desde una perspectiva crítica, científica y de procesos, basada en el desarrollo interno neurológico que parte de la autoexploración diagnóstica y el desarrollo del proceso creador como experiencia artística. -La investigación cualitativa experimental que induce a nuevas prácticas artísticas de fomento de la creatividad en la aplicación de los conocimientos, partiendo del diagnóstico y desarrollando capacidades humanas que se integran en el nuevo mapa de la inteligencia musical. Uno de los medios es el estudio de casos. El caso único y el caso instrumental. Además de sumar el estudio de dos procesos: el neurológico interno (organizando los procesos naturales) y el innovador (organizando la disposición del trabajo el modo creativo). -Desde el punto de vista metodológico, existen unos rasgos de fondo de la actividad investigadora promovidos por la comunicación interpersonal; estos son: un posicionamiento pragmático con respecto a la forma de entender el conocimiento científico, y la toma de conciencia de la necesidad de conectar las metodologías con los cuerpos

14 28 teóricos. Además, la mirada transdisciplinar se proyecta en la religación de los saberes, siendo la tecnociencia la demostración de la complementariedad entre los conocimientos científico y tecnológico (Torre de la, Moraes, Tejada,Puyoll, 2011). Referencias: Carter, R El nuevo mapa del cerebro. Barcelona. Integral. Corazza, S Metainfanciofísica, Infancionática: dois exercícios de ficción y algumas práticas de artifícios. In: Corazza, Sandra; Tadeu, Tomaz. Composições. Belo Horizonte: Autêntica, 2003, p Estebaranz García, A. Sevilla (2000). Didáctica e innovación curricular. Proyecto docente e investigador de Cátedra de Didáctica y Organización Escolar. Sevilla. Universidad de Sevilla. García Calero, P Innovación y creatividad en la interpretación pianística. Vol I, II y III. Saarbrucken. Germany: EAE. García JE, García FF Aprender investigando. Una propuesta metodológica basada en la investigación. Sevilla: Diada. Gardner, H La inteligencia reformulada. Las inteligencias múltiples en el S.XXI. Buenos Aires. Paidos. Gardner, H Mentes creativas. Buenos Aires. Paidos. Guilford, J Creatividad y educación. Buenos Aires. Paidos. Neal, A. y Hesketh, B. (1997b). Future decisions for implicit learning: Toward a clarification of issues associated with knowledge representation and consciousness. Psychonomic Bulletin and Review, 4, Pablos Pons, J. de (1996). Tecnología y Educación: una proximación sociocultural. Barcelona. Cedecs. Sikora, Jvachim Manual de Métodos Creativos Ed.:Kapeluz - B. Aires. Tannenbaum, A J Creativity: Educational Programs. En The International Enciclopedia of Currículo. Lewy, A (editor). USA. Pergamon Press. Torre, S. De la Educar en la creatividad. Madrid. Narcea. Torre, S. de la Innovación educativa. Madrid. Dykinson S.L. Torre, S de la, Moraes, MC. Tejada, J. Puyoll, MA Decálogo sobre transdisciplinariedad y ecoformación. En Coord. Torre, S de la, Investigar en educación con otra mirada, pag Barcelona: Editorial Universitarias SA. Trigo, E. y colaboradores Creatividad y motricidad. Zaragoza. Inde. La segunda parte de este artículo estará disponible en el próximo número.

15 29 CRIATIVIDADE DIGITAL João F. Lins B. Rangel Junior Universidade Federal de Pernambuco Tratando-se de transformações tecnológicas em nossa era pós-industrial, mudanças rápidas e frequentes ocorreram no início da década de 1970, quando as pessoas podiam com um computador básico e acesso a uma linha telefônica trocar documentos, ler notícias e enviar mensagens. Os s se tornaram populares no início da década de 1980 e no final da década de 1990 as pessoas já conheciam e ampliavam a utilização de mecanismos de busca, portais e sites de comércio virtual. Na passagem do milênio surgiram online as primeiras redes sociais e os primeiros blogs que de fato se tornaram populares. Transformações tecnológicas e novos padrões de comportamento levaram a impactos sociais e econômicos. Por exemplo, enquanto empresas destacadas, líderes de mercado fechavam as portas de suas lojas de câmeras fotográficas tradicionais, assistiam no início da década de 2000 as câmeras digitais iniciarem a trajetória ascendente de vendas. De modo semelhante, na mesma década ocorreu com o mercado da música; lojas de discos de músicas armazenadas em mídias tradicionais encerravam suas atividades comerciais ao passo que, em 2008, a itunes no comércio de músicas adquiridas diretamente pela internet através de downloads de arquivos, tornou-se uma líder empresa varejista de música dos Estados Unidos. Para utilização das músicas, passou-se a contar com outros novos dispositivos, como telefones celulares com novas funções, que estavam alinhados com novos padrões de comportamento das pessoas, como a mobilidade para ouvir música e seu compartilhamento com outras pessoas através da internet, promovendo diversas formas de contato entre as pessoas. Uma vida assim interativa pode tender para mais produções criativas, sobretudo devido ao grande número de oportunidades que as redes de contato com pessoas e possibilidades que novas experiências proporcionam. Assim, a chegada e popularização da internet tiveram sua contribuição para um mundo criativo. Esse cenário de intenso desenvolvimento das tecnologias da informação e comunicação (TIC s), despertou a observação sobre a presença de determinados grupos de pessoas ocupadas com tecnologias na sociedade. Essa relação suscitou discussões, por exemplo, a respeito das pessoas que nasceram e se desenvolveram em meio a um conjunto de hábitos e costumes permeados pelas tecnologias digitais e outro grupo de pessoas com idade acima de 20 anos, que nasceram anteriormente ao boom tecnológico digital, mas que aprenderam a usar a tecnologia e passaram a fazer uso da mesma de maneira intensiva. Entre as pessoas com grande tempo dedicado ao uso da tecnologia, muitas vezes atuando profissionalmente com o desenvolvimento da mesma, surgiram alguns estereótipos. Apesar de origem imprecisa, talvez a partir dos anos 50, dois estereótipos ou termos atribuídos a determinados tipos de pessoas, acabaram se popularizando nos filmes, nas novelas e nas ruas. Um deles foi o

16 30 Geek, referente a um tipo de pessoa excêntrica, que se veste de forma estranha e que comumente nutre obsessão por tecnologia, incluindo jogos eletrônicos. O outro termo foi o Nerd, atribuído a um tipo de pessoa reconhecida popularmente como intelectual, uma pessoa precocemente envolvida com atividades complexas para sua faixa etária, como tecnologias avançadas, o que confere a si um tipo de pessoa solitária, com certa dificuldade de se integrar socialmente. Ao longo das décadas daquilo que se denomina de revolução digital, diversas implicações de natureza psicológica puderam ser evidenciadas. Uma delas foi sobre as interações em grupos e aquisição de novas linguagens ou representações mentais. Também trouxe um certo alívio da pressão sobre a cognição através do uso de novas ferramentas para armazenar e processar informações, auxiliando o cérebro em suas atividades. Nos estudos do campo da psicologia cognitiva, a proposta teórica do prof Bruno Campello de Souza identifica na Era Digital a emergência de uma hipercultura com certas características especiais sugeridas em pesquisa realizada, tais como: apresenta-se associada ao uso de metáforas com as TIC s na linguagem cotidiana, sobretudo com os mais jovens apresentando maior uso de metáforas e representações mentais do que os mais velhos; parece se desenvolver gradualmente em função da experiência com as TIC s até atingir um tipo de "ponto de saturação"; mostra-se tão maior quanto mais precoce for o início da experiência da pessoa com as TIC s. Além disso, algumas características gerais próprias das tecnologias digitais, identificouse que as mesmas executam processamento de modo lógico em sequência, programável, autônomo, simbólico e capaz de adaptação; requerem o domínio da lógica da tecnologia, do mercado e das comunidades de usuários. Além disso, envolvem conceitos inéditos, tais como interatividade, hipertexto, virtual, etc. Além de análises sobre as pessoas imersas em certas características tecnológicas, há também observações sobre os ambientes que promovem de modo significativo a hipercultura e ao mesmo tempo a criatividade e inovação; no Brasil há vários polos tecnológicos que arranjam produtivamente grupos de empresas que atuam com desenvolvimento tecnológico e estas, por sua vez, atraem muitas pessoas com interesse em ocupações no mercado de trabalho proporcionado por tais espaços. A exemplo disso há o parque tecnológico Porto Digital, caracterizado como um arranjo produtivo de tecnologia da informação e comunicação e economia criativa, que está situado em Recife- PE. Considerado um dos principais ambientes de inovação do país, o Porto Digital compreende cerca de 200 empresas, que em 2010 faturaram R$ 1bilhão. Esse ambiente tecnológico em Recife- PE foi um dos estímulos e fornecedor de amostra de participantes para o desenvolvimento da nossa pesquisa transformada em tese, intitulada Criatividade digital: um mundo de ideias e bytes, cujo objetivo foi compreender como a hipercultura implica na criatividade através da análise dos estilos de pensar e criar. E de modo específico, tentar explicar como a hipercultura promove a criatividade e se haveria um estilo a ser denominado de criatividade da Era Digital. A hipercultura foi explicada a partir da Teoria da Mediação Cognitiva, elaborada pelo prof. Bruno Campello de Souza, a partir de escolas de pensamento e das teorias de Jean Piaget, Lev Semenovich Vygotsky, Gerard Vergnaud, David Chalmers, Robert Sternberg entre outros. Para a compreensão dos estilos de criar, foi utilizada a base teórica dos Estilos de Pensar e Criar, desenvolvida pela profa. Solange Wechsler. Na amostra considerada, percebe-se que quanto mais o indivíduo usa a tecnologia

17 31 digital para finalidades criativas, maior a propensão que a pessoa tem para a ocupação denominada de atividade digital, como é o caso dos desenvolvedores de softwares, ou técnica estética, como no caso dos arquitetos. Este achado sugere uma aproximação entre tecnologias digitais e criatividade. Curioso foi identificar o estilo de criar Emocional Intuitivo dentro do contexto do estudo relacionado às atividades digitais, que se colocou até mesmo em lado oposto do estilo Lógico Objetivo, que comumente é associado a ocupações tecnológicas. Outra relação importante identificada foi sobre o estilo Emocional Intuitivo em relação ao uso de metáforas. E assim, observou-se uma relação significativa entre indivíduos que usam metáforas com as TICs e o estilo Emocional Intuitivo. Outros achados demonstram que a emergência da incorporação das TICs no vocabulário ocorre devido à idade digital e não em relação à experiência digital. Isso significa que a incorporação ocorre de maneira significativa em relação à idade da pessoa, provavelmente por ter nascido imerso em uma cultura cujas transformações digitais já estavam instaladas. A incorporação de analogias, representadas por comparação entre certos aspectos do meio digital e do pensamento, foi identificada como uma variável central, sendo esta a essência da internalização da hipercultura, através da incorporação de dispositivos da linguagem e desenvolvimento de um vocabulário próprio, explicando como a hipercultura implica na criatividade. Assim, a criatividade digital é apresentada no estudo como a criatividade relacionada ao estilo Emocional Intuitivo, respondendo que esta é a criatividade da Era Digital para a população pesquisada. É necessário considerar os resultados do referido estudo como relativo a determinada amostra, sob contexto específico, etc. mas ao mesmo tempo, podemos estar diante de mudanças que representam a passagem de um estilo caracterizado pelo pensamento lógico, racional e pragmático para um estilo de pessoa que se caracteriza pelo predomínio das emoções e das intuições sobre seu modo de agir no mundo digital.

18 32 CREATIVE EDUCATION FOR GIFTED CHILDREN Fernanda Hellen Ribeiro Piske Universidade Federal do Paraná O artigo Creative Education for Gifted Children, das autoras: Fernanda Hellen Ribeiro Piske, Tania Stoltz e Jarci Machado, publicado recentemente em uma importante revista Americana Creative Education (Qualis A) que trata com excelência sobre a temática Criatividade: Creative Education, pode ser acessado no link: ormation.aspx?paperid=45206 Este artigo aponta a criatividade como um atributo essencial para o desenvolvimento do potencial criador, no entanto, nem sempre é desenvolvido corretamente no contexto escolar, especialmente quando se trata de educação os alunos superdotados, porque essas crianças precisam de um serviço especializado para atender as suas necessidades especiais que, na maioria das vezes, não é ofertado adequadamente. Neste sentido, este estudo tem como objetivo contribuir para que os profissionais da educação reflitam e tomem consciência da importância da criatividade na educação. O método utlizado neste estudo, foi baseado em estudos nacionais e internacionais voltados para a área de altas habilidades / superdotação e criatividade no contexto escolar. A conclusão que as autoras apresentam é queo desenvolvimento da criatividade depende de uma boa formação de professores na preparação de atividades que despertem a curiosidade e interesse de cada superdotado, permitindo que ao aluno um pensamanto criativo, independente, investigativo e crítico, além disso, os professores devem proporcionar novas oportunidades de reflexão sobre o processo de ensino e aprendizagem. Abstract Creativity is an essential attribute for the development of creative potential, however, it is not always developed properly in the school context, especially when it is about gifted students education, because these children need a specialized service to attend their special needs. In this sense, this study aims to contribute in order that education professionals reflect and become aware of the importance of creativity in education. The method of this research was based from national and international studies focused on the area of High Abilities / Giftedness and creativity in the school context. The conclusion is that the development of creativity depends on a good teacher education in preparing activities that arouse curiosity and interest of each gifted, enabling the student creative and independent, investigative and critical thinking, furthermore, teachers should provide new opportunities of reflection on the process of teaching and learning..

19 33 ESTILOS DE PENSAR E CRIAR EM GERENTES DE EMPRESAS PAULISTAS Trabalho apresentado no III Congreso Internacional de Ciudades Creativas e ocorreu do dia 28 à 30 de agosto de 2013 na Faculdade de Educação da Unicamp com parceria e por vídeo-conferencia na Universidad Complutense de Madrid. Maria Célia Bruno Mundim Doutoranda em Psicologia Pontifícia Universidade Católica de Campinas Solange Muglia Wechsler Docente de Pós-Graduação em Psicologia Pontifícia Universidade Católica de Campinas Evelin Martins Me. em Psicologia Centro Universitário Salesiano de Americana Resumo da apresentação oral Considerando-se a importância da gerência e da criatividade nas organizações, esta pesquisa teve como objetivo investigar os estilos de pensar e criar em gerentes considerando seu gênero, idade e tipo de empresa que trabalham. A amostra foi composta por 38 gerentes (23 M, 15 F), com idades variando de 30 a 53 anos, trabalhando em nove pequenas empresas do setor de serviços e de uma indústria de isolantes da Região Metropolitana de Campinas. Os gerentes foram contatados pelo setor de Recursos Humanos das respectivas empresas e convidados para participar no estudo. Como instrumento de pesquisa foi utilizado a Escala Estilos de Pensar e Criar. A Análise de Variância Univariada indicou diferença significativa (p 0,05) entre os gêneros somente para o Estilo Relacional-Divergente. Conclui-se que as mulheres gerentes tendem a ouvir mais as ideias do grupo antes de tomar decisões, possuindo melhores habilidades para relacionar-se com os subordinados, apresentando, portanto, um estilo criativo eficaz para exercer liderança. Palavras-chaves: gerência, liderança, gênero, criatividade, estilos.

20 34 Vale a pena ler CRIATIVIDADE NA ESCOLA Este livro apresenta estudos e pesquisas nacionais e internacionais envolvendo a teoria e a prática de autores do Brasil, de Portugal e da Espanha para fundamentar o desenvolvimento do potencial de todas as crianças, incluindo as que possuem altas habilidades/superdotação (AH/SD) e talentos a partir de um ensino criativo na escola. Tem um conjunto de propostas para promover a criatividade no contexto de escolas, Universidades e outras instituições. Esse atributo se faz premente e requer práticas educacionais que possibilitem o seu desenvolvimento. Nos dias atuais, a criatividade vem sendo reprimida, principalmente nas escolas onde há alunos superdotados altamente criativos e alunos que de modo geral buscam por um ensino inovador. Neste sentido, os profissionais da educação precisam utilizar medidas educativas que instiguem a curiosidade e interesse de cada discente. Esta obra busca inspirar todos os leitores a usarem o seu potencial criador para uma vida melhor e um mundo mais colorido e cheio de inovações nas escolas a partir do desenvolvimento da criatividade. É justamente a partir de um ensino fora do padrão, que possibilite a liberdade de expressão que é possível perceber o verdadeiro sentido do processo da aprendizagem. Professores, psicólogos, pedagogos, profissionais da educação, famílias, alunos, e toda a sociedade, unidos em prol de escolas mais criativas e inovadoras.

21 35 Creatividad y formación radical e inclusiva: cuando la creatividad no sirve para nada Investigación y docencia en la creación artística Sugestión de Pablo García y Pablo Tejada Coordinadores CICREART Desde el I Congreso de Investigación y Docencia en la Creación Artística, deseemos compartir los libros de ponencias del congreso. Ambos se encuentran con Licencia Creative Commons Atribución-NoComercial- SinDerivadas 3.0 Unported, esto significa que somos libres de reproducir y distribuir estas obra, siempre que cite la autoría, que no se use con fines comerciales o lucrativos y que no haga ninguna obra derivada. Compartidlos con todas aquellas personas que puedan estar interesadas. Herrán, A. de la (2014). Creatividad y formación radical e inclusiva: cuando la creatividad no sirve para nada. Granada: Editorial Universidad de Granada. https://www.dropbox.com/s/nbffisszdk pl8hp/creatividad%20y%20formacion%20radical %20e%20inclusiva%20% pdf ocs/creatividad_y_formacion_radical_e_i https://docs.google.com/file/d/0b5sju9 aefz8aruhveurtri1qufu/edit García-Sempere, P.; Tejada Romero, P. y Ruscica, A. (coords.) (2014). Investigación y docencia en la creación artística. Granada: Editorial Universidad de Granada. https://www.dropbox.com/s/sekrldydrl 8fq3o/Investigacion_y_docencia_en_la_creaci on_artistica_ pdf ocs/investigacion_y_docencia_en_la_crea https://docs.google.com/file/d/0b5sju9aefz8a enqtz3dnzf8wa0u/edit También podemos acceder a los mismos desde:

22 36 O QUE LEVARIA UMA ALDEIA A SAIR DA MESMICE? Denise Bragotto Universidade Estadual de Londrina O livro SEMPRE FOI ASSIM relata a história de uma aranha chamada Joana, dotada de um estilo criativo, questionador e vivaz, típico das crianças ávidas por conhecer e compreender o mundo questiona o que ninguém percebeu: -Vovó, por que as aranhas têm quatro olhos, mas somente dois estão abertos? -Por que nenhuma aranha precisa usar mais do que dois olhos para enxergar. Sempre foi assim. -Mas, vovó, se as aranhas precisam somente de dois olhos, por que elas nascem com quatro? - Ora Joana, porque...porque...porque sempre foi assim, disse a vovó. Joana não é uma aranha observadora que percebe a realidade sob uma nova perspectiva e persiste em suas indagações até encontrar respostas convincentes para as suas perguntas: Vovô, por que as aranhas fazem teias? Porque esse é o trabalho das aranhas fiandeiras. Sempre foi assim. -E, por que as aranhas fazem teias sempre do mesmo jeito? -Por que esse é o jeito de fazer teia. Sempre foi assim. -Nossa, que falta de imaginação, disse a aranhinha.

23 37 A criação da história foi cuidadosamente pensada, de maneira que tanto a criação da narrativa e a criação das personagens simbolizassem facetas importantes da criatividade: a personalidade criativa da Joana, as fases do processo criativo representadas por um esquilo com perfil de explorador que se aventura em novas experiências; uma borboleta com perfil artístico, capaz de transformar as informações em novas ideias; uma coruja que avalia as melhores ideias e um galo guerreiro, disposto a colocar as ideias em prática. A criação desses personagens foram baseados nos quatro papéis essenciais do processo criativo, proposto por Von Oech (1994). A narrativa ainda apresenta o Vovô e a Vovó como figuras representativas do ambiente facilitador à expressão criativa e um bicho preguiça representando as barreiras à criatividade. A narrativa aborda ainda, a dimensão da educação e do conhecimento para a expressão criativa representada pela Escola de Olhos, a dimensão do sonho e da sabedoria, e ainda a importância da persistência diante das adversidades e da criatividade como um bem social. A criatividade gera benefícios sociais como desenvolvimento humano, como desenvolvimento científico e como bem de futuro (Torre, 2005). O livro traz ainda um encarte direcionado ao leitor adulto, com o making off da história, onde a autora relata e analisa o seu processo criativo sob a perspectiva da pesquisadora. É comum encontrar a crença de que criatividade é resultado de um momento mágico de inspiração e, portanto, a produção criativa não requer conhecimento, dedicação ou disciplina. Essas crenças não correspondem à verdade. A possibilidade de entrar no mundo da literatura infantil surgiu ao me deparar com a foto de uma aranha com muitos olhos, quando fazia uma pesquisa de imagens na internet, quando preparava uma palestra. Até então, eu só havia escrito para adultos, mas nutria o desejo de escrever para crianças. A imagem dessa aranha remeteu-me a um episódio curioso da minha infância. A casa onde nasci tinha um porão, que era palco de inúmeras brincadeiras. Nele, tanto a minha imaginação quanto a de outras crianças rolava solta e dentre tantas brincadeiras, havia uma especial: o show de talentos, onde todas as crianças tinham a oportunidade de mostrar seus talentos artísticos. Em um desses eventos, ao descer as escadas da cozinha em direção ao porão com a bandeja de lanche preparada pela minha mãe, com um delicioso bolo de chocolate, deparamo-nos com uma aranha caranguejeira. A gritaria foi geral e, assustada, acabei derrubando a bandeja de bolo e a jarra de suco de laranja natural. A imagem da aranha na internet reportou-me a esse episódio divertido. No entanto, nem sempre foi assim! Durante muito tempo acalentei uma perspectiva raivosa daquela caranguejeira que acabou com a nossa brincadeira. Ao lembrarme desse episódio de forma tão divertida, percebi o quanto a minha perspectiva havia se transformado. Então, comecei a brincar com as ideias, flexibilizando o pensamento e buscando perspectivas inusitadas da situação: - E se a aranha também quisesse brincar? E se ela fosse louca por bolo de chocolate? E se ela quisesse uma chance no nosso show de talentos? Fazer perguntas abertas do tipo: e se... é um ótimo exercício de flexibilização mental. Arrisquei um pouco mais: - E se eu me reconciliasse com a aranha e a convidasse para brincar? E se eu continuasse a brincadeira que ela interrompeu, o que eu faria? A resposta foi imediata: eu escreveria um livro infantil. O acaso me fez encontrar a imagem da aranha, entretanto, acreditar na ideia, topar o desafio, buscar conhecimentos na biologia e nas teorias da criatividade, dedicar-se intensamente ao projeto, elaborando a narrativa em linguagem compreensível às

24 38 crianças, costurando a história de forma a abrir as portas para a entrada de novos personagens numa narrativa que faça sentido é um trabalho árduo que exige muita transpiração. O processo criativo começa e recomeça incontáveis vezes. Uma das experiências mais interessantes foi a criação da protagonista. Ela foi batizada com o nome de Joana, pelo fato de ser um nome comum na sociedade brasileira. Eu queria mostrar que a criatividade não é prerrogativa de pessoas geniais, mas está presente no cotidiano das pessoas comuns. Mas, que imagem ela poderia ter? A partir da observação das crianças da minha família e de outras que encontrava no dia a dia, uma foto foi delineada em minha mente. Foram necessárias várias reuniões com o ilustrador para que o desenho da personagem fosse fiel à imagem da Joana que estava em meu álbum mental. Foi assim que Joana nasceu. Era uma figura doce, de olhos grandes e vívidos, engraçada, sensível, questionadora e determinada. Joana era curiosa, tinha atração pela novidade e não se intimidava diante do desconhecido. Uma aranha que não negava o seu destino como aranha fiandeira, mas que não se rendia ao conformismo e à mesmice de ser, perceber e atuar no mundo como as todas as outras. Esse é o perfil criativo característico apontado na literatura (Alencar, 2004; Wechsler, 2009). A liberdade de pensar de forma original e autônoma protegiam-na da obrigatoriedade de seguir o modelo do comportamento automatizado e desprovido de sentido típico das aranhas de sua aldeia. Por vezes, Joana foi considerada maluca ou doida pelos outros personagens, assim como tantas pessoas criativas. No entanto, a crença em suas próprias ideias, o uso da intuição e o desejo de não abandonar a sua originalidade permitiram que ela caminhasse ao encontro de uma perspectiva inusitada da realidade. A intuição é uma importante aliada do processo criativo e Joana não a menosprezou. Ela sentia haver algo errado com as aranhas e abriu-se para a descoberta: fez perguntas certeiras e graças à sua coragem, persistência e ousadia caramelizadas de solidariedade e compaixão, a protagonista lidera o processo de transformação da aldeia, revolucionando os paradigmas tradicionais e provocando mudanças na maneira de ser, de viver e de construir teia. Desta forma, ela resgata a identidade criativa das aranhas. A narrativa comprova a afirmativa de Maslow (1996) "o homem criativo não é o homem comum ao qual se acrescentou algo. Criativo é o homem comum do qual nada se tirou". Membro fundadora e diretora da Associação Brasileira de Criatividade e Inovação, doutora em Psicologia pela PUC- Campinas e docente e coordenadora do curso de Especialização no Contexto Socioeducativo da Universidade Estadual de Londrina. É pesquisadora na área da Psicologia da Criatividade. Ministra cursos e palestras na área de criatividade e saúde mental em instituições educacionais, universidades e organizações nacionais e multinacionais. Poeta e escritora, é autora de seis livros. Ex- Presidente da Academia Feminina de Letras e Artes de Jundiaí - SP. Escreve artigos para revistas nacionais e estrangeiras.

25 39 Referências: Alencar, E. S. (2004) Como desenvolver o potencial criativo. Vozes: São Paulo. Maslow, A. H. (1996) Introdução à Psicologia do Ser. Livraria Eldorado: RJ. Torre, S. (2005). Dialogando com a Criatividade. São Paulo: Madras. Von Oech, R. (1994) Um Chute na rotina: os quatro papeis essenciais do processo criativo. São Paulo: Editora de Cultura. Wechsler, S. M. (2009) Criatividade Descobrindo e Encorajando. Campinas, São Paulo: Psy.

26 40 Eventos na área XIII FÓRUM INTERNACIONAL DE CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO: CRIATIVIDADE & INOVAÇÃO: PROBLEMA MUNDIAL, SOLUÇÕES LOCAIS! Sebastião Fernando Viana FUNDAÇÃO BRASIL CRIATIVO - Diretor Presidente A Fundação Brasil Criativo realiza desde 1999, em Aracaju, Sergipe o Fórum Internacional de Criatividade e Inovação FICI, evento de reconhecimento internacional e que aborda simultaneamente os temas criatividade, inovação, liderança criativa e economia criativa. O FICI tem por finalidade estimular a prática do pensamento criativo e como a criatividade atua como uma mola propulsora da inovação, que é uma competência fundamental para a inclusão social e como ajuda na transformação de pessoas, empresas, comunidades, territórios e cidades. A partir de 2013, depois de realizadas 11 edições com sucesso em Aracaju (SE), com uma média de 860/1000 participantes oriundos de diversas partes do Brasil e do Exterior, o evento foi transferido para o Estado do Espirito Santo e realizado nos dias 04 a 06/09/2013. A adesão dos capixabas ao evento foi elevada, resultando numa avaliação excelente e no incentivo que o FICI continuasse em Vitória, ES. Para a edição de 2013 contamos o apoio da SEDES e com o patrocínio das seguintes empresas/instituições capixabas: SEBRAE/ES, FINDES, SESI/ES, PETROBRAS, BANDES, BANESTES, SPASSU e com a CONSTRUTORA COSIL/Aracaju, SE. É intenção da FBC manter o evento na cidade de Vitória e, assim sendo, o XIII FICI acontecerá de 11 a 14/09/2014 no Golden Tulip Porto Vitória Hotel, contando de palestras magnas, palestras interativas, workshops, papers e lançamentos de livros, constituído por quatro núcleos principais de discussão: criatividade e inovação, liderança criativa, economia criativa e valores humanos como ferramenta de gestão estratégica. Para discutir e compartilhar experiências e conhecimentos, durante o XIII FICI, estarão em Vitória doutores, mestres, pesquisadores, especialistas e executivos das mais diferentes partes do nosso País, do Exterior (EUA, Canadá e Portugal) e também convidados do Estado do Espírito Santo. Ao longo dos anos, o FICI tem contado para a sua realização com o apoio de uma rede de parceiros que têm como objetivo comum a disseminação da prática do pensamento criativo e da inovação no Brasil e isto tem tornado possível disponibilizar para a sociedade oportunidades para trocas de conhecimentos e experiências de vanguardas sobre os temas discutidos..

27 41 O XIII FICI estará focando no seguinte público alvo: consultores, educadores, micro, pequenos e médios empresários, servidores públicos (municipais, estaduais e federais) e às pessoas que quiserem aprender como resgatar e desenvolver a sua criatividade. Finalmente, entendemos que os temas abordados pelo XIII FICI atendem a todos aqueles que querem conhecer ou aprofundar os seus conhecimentos visando aplicá-los nos seus projetos pessoais, empresariais, institucionais ou comunitários, seja com a finalidade de desenvolver processos, produtos ou serviços inovadores, seja visando o fortalecimento de competências de vanguarda como criatividade e inovação que irão propiciar o melhor desempenho das atividades laborativas no ambiente de trabalho altamente competitivo e provocador da atualidade, ou seja, visando a inclusão social em comunidades e territórios.

28 42 VI FORUM INTERNACIONAL DE INNOVACIÓN Y CREATIVIDAD: Escuelas y aulas creativas Fechas del evento: 3 y 4 de julio de Para informaciones actualizadas acerca evento, mira: Nueva fecha límite de entrega del resumen y artículo completo: 9 de junio de de envio: Para hacer tu inscripción, mira: Coste de Inscripción: Hasta 9 de junio, 80 euros. Después de esa fecha, 100 euros para todos. PROGRAMA DEL EVENTO Orientaciones acerca de la presentación de comunicaciones: Versión en castellano: https://docs.google.com/file/d/0b0uzd7gyxzpo VjUyTy1fYThnSGc/edit Versão em português: https://docs.google.com/file/d/0b0uzd7gyxzpo NUJwanMydVZGbEk/edit

29 43 REUNIÃO DE PESQUISADORES AVALIAÇÃO EM PSICOLOGIA POSITIVA E CRIATIVIDADE Solange Muglia Wechsler Pontifícia Universidade Católica de Campinas Pela primeira vez na história da Associação Nacional de Pesquisa e Pósgraduação em Psicologia (ANPEPP) foi organizado um grupo de pesquisa denominado Avaliação em Psicologia Positiva e Criatividade. Este grupo é formado por docentes de instituições de diferentes regiões brasileiras e tem por objetivo a coleta e divulgação de dados científicos a fim de promover o avanço das áreas de Psicologia Positiva e Criatividade, formando futuros pesquisadores em nível de pós-graduação para atuar nestes campos e suas aplicações. Este grupo é coordenado pela Dra. Solange Wechsler e tem por vice-coordenador o Dr. Claudio Hutz, atual presidente da Associação Brasileira de Psicologia Positiva (ABP+). Os pesquisadores que compõem este grupo, apresentados na foto (listados a partir da última fileira, da esquerda para a direita) são: Bruno Figueiredo Damásio (UFF) Cristian Zanon (USF), Wagner de Lara Machado (UFRGS), Luciana Karine de Souza (UFMG), Micheline Roat Bastianello (UFRGS), Juliana Cerentini Pacico (UFRGS), Ana Paula Porto Noronha (USF), Tatiana de Cassia Nakano (PUCCAMP), Carolina Rosa Campos

30 44 (PUCCAMP), Claudia de Morais Bandeira ( UFRGS), Vicente Cassepp-Borges (UFF), Solange Muglia Wechsler (PUCCAMP), Ana Claudia Souza Vazquez (UFCS), Claudio Simon Hutz (UFRGS), Claudette Medeiros Vendramini (USF), Claudia Hofheinz Giacomoni (UFRGS). Os temas apresentados nesta primeira representaram os enfoques atuais de pesquisas dos membros deste grupo e foram os seguintes: avaliação do potencial cognitivo e criativo; avaliação de afetos positivos e negativos; validação de instrumentos para medir forças e virtudes; a psicologia positiva no contexto das organizações e do trabalho; sentido de vida e bem-estar subjetivo ao longo do ciclo vital; bem-estar subjetivo como fator de proteção; avaliação de crianças deficientes visuais; atitudes e psicologia positiva; bemestar subjetivo otimismo ao longo do desenvolvimento infantil; avaliação da autocompaixão; validação da versão brasileira do Hope Index International; implicações do otimismo, autoestima e suporte social em mulheres com câncer de mama; bateria de avaliação das altas habilidades ou superdotação; investigação da validade de instrumento de medida dos eixos do amor. Algumas tarefas já foram programadas para este grupo durante o próximo biênio, tais como publicações conjuntas, um número especial sobre psicologia positiva e criatividade em revista científica, um livro apresentando o estado da área nos diferentes temas relacionados com a psicologia positiva e criatividade e o primeiro congresso brasileiro a ser realizado em outubro. Para mais informações sobre a importância destes temas, seus avanços científicos e aplicações nos mais diversos contextos, recomenda-se a inscrição no congresso pelo site: p?pg=1

31 45 Sites interessantes Sugestão dos editores: Acesse em: Sugestión de Pilar Calero: Os invito a ver el último programa de la 4- Cuarto milenio, titulado Educastración: 9&width=300&height=169&showTitle=1&sho wsummary=1 Nos hacen menos inteligentes para manipularnos mejor? 'Cuarto Milenio' debate sobre la conspiración de la educación Nos hacen más dependientes, más inseguros? Hay círculos que hablan ya de Educastración. Educadores y pedagogos afirman que el cerebro del ser humano nace con unas capacidades impresionantes que acaban reduciéndose, según algunos, por los intereses de diversos grupos de poder.

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