Opinião ABC Brasil /05/2017

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1 05/05/2017 No Opinião da semana passada, discutimos alguns assuntos que estavam impactando os mercados nas últimas semanas. A conclusão foi que, apesar de serem potencialmente perigosos e capazes de gerar muita volatilidade aos mercados, deveriam se resolver em um prazo relativamente curto. Entretanto, apesar de isso ser verdade, não significa que o desenrolar desses eventos não vá gerar alterações de cenário. Outra conclusão, só que do Opinião 518, foi que temos muitos fios desencapados, com potencial para gerar curtos circuitos a qualquer momento. Portanto, vamos usar o Opinião de hoje para atualizar as situações que citamos na semana passada e identificar alguns curtos circuitos. A China sempre foi um fio desencapado com um enorme potencial de gerar um curto circuito. Na verdade, acreditamos que a ocorrência deste não é se, mas quando. Entretanto, apesar desse vaticínio, no nosso cenário básico, esse quando não seria nesse ano devido ao 19º Congresso do Partido Comunista Chinês (PCC), uma grande reunião quinquenal do governo chinês em que há uma reacomodação no Comitê Permanente do PCC. Nesse encontro, em particular, 5 dos 7 membros serão compulsoriamente aposentados por chegarem aos 68 anos. Por coincidência, apenas o presidente Xi Jinping e primeiroministro, Li Keqiang, permanecerão no Comitê. Portanto, seria muito importante para Xi, conseguir emplacar aliados nessas 5 vagas em aberto, garantindo apoio às suas políticas pelos próximos 5 anos, até o próximo Congresso. Ou seja, a ordem para 2017 seria não fazer marola na economia para não atrapalhar essa estratégia. Bem, essa era a ideia, mas, nessa semana tivemos uma chacoalhada nos mercados vinda da economia chinesa. A partir de dados econômicos piores e uma movimentação no mercado de juros chinês, interpretada como um aperto de crédito, tivemos uma correção forte nas commodities, principalmente, no minério de ferro, que caiu 14% ao longo da semana. Esse movimento intenso, que se concentrou na 4ª feira e na 5ª feira, foi o principal responsável pela desvalorização próxima de 1,00% no Real também na 5ª feira. Isso poderia ser o prenuncio do tal curto circuito? Seria um motivo para mudarmos a nossa premissa de que

2 a China não será um problema esse ano? A resposta é não para as duas perguntas. Pelos mesmos motivos supracitados, caso o governo chinês identifique algum problema no mercado de crédito e/ou alguma desaceleração mais forte na economia e/ou qualquer outro movimento que, potencialmente, poderia gerar marola, certamente mexeria os seus pauzinhos para resolve-lo antes de se tornar um curto circuito. Portanto, mantemos o nosso cenário de que a China será um problema, mas não esse ano. Nos EUA, o mercado considerava que, o grande evento que poderia influenciar a precificação do número de vezes que o FED elevaria os juros, ao longo de 2017, seria o anúncio do pacote fiscal de Donald Trump. Entretanto, como vimos na semana passada, a montanha pariu um rato. Dessa forma, as atenções se voltaram para o encontro do FOMC dessa semana. Apesar de não se esperar nenhuma mudança nas taxas 1, o comunicado da reunião poderia trazer alguma informação a respeito da probabilidade de um novo aumento dos juros na reunião de junho. Dito e feito, ao minimizar a desaceleração da economia americana no 1º trimestre, o FED sinalizou, na opinião do mercado, que haverá um novo aperto monetário na próxima reunião. O resultado foi que, a probabilidade de que isso venha a ocorrer, saiu de níveis próximos de 70% antes da reunião, para quase 100% agora. O dado de hoje do mercado de trabalho nos EUA, só reforçou essa aposta, ao voltar a criar mais de vagas em abril, após o dado decepcionante em março. Portanto, a nossa projeção de que teremos mais duas altas nos juros americanos esse ano ficou reforçada, assim como não vermos espaço para uma desvalorização do Dólar ao longo de O que de fato ocorreu. Por unanimidade o Fed decidiu manter a taxa de juros estável no intervalo entre 0,75% e 1,00%. 2

3 Outro tema abordado na semana passada foi a eleição da França. Aqui as coisas estariam mais bem encaminhadas. O 2º turno do pleito ocorrerá nesse domingo (07/05) e o candidato preferido do mercado Emmanuel Macron é o favorito para ser eleito presidente da França. Segundo as últimas pesquisas, ele teria 61,5% dos votos contra 38,5% de Marine Le Pen, candidata de extrema direita e entusiasta da saída da França do Euro. Como desde a vitória de Macron no 1º turno, os mercados já trabalhavam com a sua vitória no 2º turno, a reação à esta deverá ser contida, com a discussão se concentrando agora nas eleições legislativas de 11 de junho e no desempenho do partido de Macron no pleito. Por aqui, o tema dominante continua a ser a Reforma da Previdência, com os dados ruins da atividade sendo apenas o tempero para apimentar as discussões. Nessa semana tivemos o primeiro teste importante para a base do Governo na tramitação desta Reforma, a votação na Comissão Especial. O placar foi favorável, com 23 votos a favor e 14 contra, representando mais que 3/5 da Comissão, desempenho que, reproduzido em plenário, garantiria a aprovação da Reforma. O problema é exatamente esse, reproduzir esse placar na votação que realmente vale. Segundo interlocutores do Governo, nesse momento, não haveria os 308 votos necessários. Uma questão que terá que ser resolvida nos próximos dias, mas, antes, a prioridade terá que ser impedir a desfiguração da proposta enviada pelo Governo. A aprovação do relatório de Arthur Maia, que foi escrito a quatro mãos com a equipe econômica, foi a típica situação de ganhar e não levar, uma vez que 11 destaques ainda terão que ser votados pela Comissão, podendo alterar o texto original. Quanto a isso, podemos dizer que o mercado já foi mais exigente. Após as mudanças feitas por Arthur Maia, as estimativas, tanto do mercado quanto do Governo, variam entre 65% e 75% da proposta original, o que talvez, no início do ano fosse visto como uma má notícia, 3

4 mas agora já é considerada como aceitável. Da mesma forma, acreditamos que, se tivermos perdas adicionais no plenário reduzindo esse percentual para algo próximo de 60%, ainda assim o mercado tomaria esta como uma vitória do Governo. Por outro lado, quanto mais demorar a votação no plenário da Câmara, mais tenso ficará o mercado e mais desvalorizados ficarão os ativos brasileiros. Os próprios integrantes da equipe de Temer incentivaram essa interpretação ao afirmar que, só iriam para plenário, se tivessem certeza da aprovação. Ou seja, quanto mais demorar para colocar em votação, mais difícil estará a aprovação da Reforma. Por enquanto, se fala do final de maio, mas não seria surpreendente se ficasse para junho, sendo que já há algumas especulações que a votação só ocorreria após a aprovação da Reforma Trabalhista no Senado, o que significaria 2º semestre. A conclusão é que o mercado ainda aceitas alguma desidratação da proposta original, desde que não mexa com a idade mínima, mas vai penalizar os ativos brasileiros a cada adiamento da votação em plenário. Não é só lá fora que curtos circuitos ocorrem de fios desencapados que ninguém tinha observado. O Governo editou a MP 766 para tratar do Programa de Regularização Tributária (PRT), uma espécie de REFIS, mas que, por ser mais duro do que este, não era chamado dessa forma pela Receita Federal. Entretanto, ela foi totalmente descaracterizada na Comissão Mista criada para tratar do assunto e, agora, vai para o plenário da Câmara. Segundo técnicos da Receita, do jeito que está, a previsão de arrecadação extra para esse ano de R$ 20 bilhões ficaria comprometida. Ou seja, se o Governo não conseguir reverter essa situação e a MP for aprovada do jeito que está, provavelmente Temer vai veta-la e teremos menos R$ 20 bilhões para Orçamento em 2017, que já teve que ser contingenciado em R$ 42,1 bilhões para que a meta de um déficit de R$ 139 bilhões seja alcançada. Considerando que, em algum momento 4

5 do ano o STF vai publicar o acordão sobre a inconstitucionalidade da inclusão do ICMS na cobrança do PIS/Cofins, resultando em uma perda de arrecadação de R$ 20 bilhões por ano, vemos como cada vez mais provável algum aumento de impostos após a aprovação da Reforma da Previdência. Este material possui cunho meramente informativo, não constituindo qualquer tipo de oferta, convite, proposta ou aconselhamento por parte do Banco ABC Brasil S.A. ( Banco ) aos seus destinatários para quaisquer fins, inclusive, mas não limitado, à contratação ou não de operações financeiras, negócios ou investimentos, bem como quanto ao desenvolvimento por estes, ou não, de quaisquer estratégias correlatas. O envio deste material aos seus destinatários se dá de forma gratuita e por mera liberalidade do Banco, não se configurando como qualquer tipo de produto ou prestação de serviços por parte deste, ao qual fica reservado o direito de descontinuar o envio destas informações a qualquer tempo e sem qualquer tipo de aviso prévio a seus destinatários. As informações contidas neste material foram obtidas de fontes públicas e consideradas razoavelmente apuradas na data de sua divulgação. O Banco não confere aos destinatários deste material qualquer espécie de garantia, direito ou pretensão no que se refere às informações ora apresentadas, bem como quanto à sua exatidão, completude, isenção, confiabilidade ou atualização. Quaisquer decisões, contratações, investimentos, negócios ou estratégias, relacionadas ou não às informações ora apresentadas, deverão ser adotadas, efetuadas ou desenvolvidas pelos destinatários deste material exclusivamente de acordo com seus critérios de avaliação próprios e sob sua integral responsabilidade, com base nas informações por estes obtidas de forma independente e de acordo com a análise e opinião de seus consultores, analistas e administradores próprios. O Banco não será responsável, perante os destinatários deste material ou quaisquer terceiros, por qualquer forma de utilização das informações ora apresentadas, bem como por quaisquer perdas diretas, indiretas ou quaisquer tipos de prejuízos e/ou lucros cessantes que possam ser decorrentes do uso deste conteúdo. Este material e as informações dele constantes somente poderão ser reproduzidos, divulgados ou redistribuídos com a expressa anuência por escrito do Banco. Este material não se constitui, e não deve ser interpretado, para quaisquer fins, como relatório de análise nos termos do artigo 1º da Instrução CVM n.º 483, de 06 de Julho de

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