Opinião ABC Brasil /08/2016

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1 19/08/2016 Estamos próximos de um momento decisivo para a economia brasileira em geral e para o mercado financeiro, em particular, o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. O início da sessão de julgamento está marcado para a próxima 5ª feira (25/08) e deverá durar de 5 a 7 dias. Portanto, Michel Temer já poderá ser considerado Presidente, não apenas de fato, mas como também de direito, até o final deste mês. O mais interessante dessa situação é que o momento decisivo a que nos referimos no início do texto não diz respeito à votação do impeachment per si, mas à condução de Temer à presidência efetiva. O motivo é que, enquanto ao resultado da primeira questão não pairam muitas dúvidas, com relação à segunda, os mercados têm ficado cada vez mais apreensivos. Se o afastamento de Dilma já pode ser considerado no preço, os mercados ainda não sabem como precificar o day after de Temer como presidente empossado e não mais como em exercício. Dessa forma, vamos usar o Opinião de hoje para entender o porquê dessa apreensão do mercado e qual deve ser a postura de Temer para dirimir essas dúvidas que ainda pairam sobre o seu Governo. A questão sobre o quanto do impeachment já está no preço dos ativos brasileiros vem realmente dividindo o mercado. Alguns acham que boa parte já foi incorporada, outros acreditam que há espaço para uma nova pernada, principalmente no câmbio. Para responder a essa pergunta, vamos partir do princípio de que, quanto mais precificado estiver o impeachment, menor estará a principal medida de risco do país, o seu CDS. Considerando o mês de março como ponto de partida para a análise, uma vez que foi nesse período que a possibilidade de afastamento de Dilma Rousseff ficou mais forte, podemos ver que CDS brasileiro passou de níveis próximos de 400 pontos para os atuais 250 pontos. Entretanto, como já salientado em Opiniões anteriores 1, boa parte desse movimento se deu a fatores externos ligados ao excesso de liquidez. Portanto, vamos primeiro voltar à análise 1 Opinião ABC Brasil 476 e 478;

2 sobre o quanto o movimento brasileiro foi maior do que o de seus pares, para podermos saber qual o nosso mérito nessa melhora. A partir dos números acima, vemos que o risco brasileiro melhorou mais de 37% no período, enquanto que o mexicano valorizou-se 24% e o da Rússia, 21%. Na comparação do Opinião 478 havia também a Turquia, que no mesmo período ficou 9% melhor, mas, nesse caso, os eventos internos foram no sentido contrário, com a tentativa de golpe e o endurecimento do regime que veio na esteira deste. A conclusão é que os números confirmam a intuição de que, apesar de um pedaço relevante da melhora do risco brasileiro ter vindo de um movimento geral de busca por ativos mais arriscados, consequência do excesso de liquidez no mercado internacional, a questão da mudança de governo teve sim impacto na queda do nosso risco país. Ou seja, boa parte da melhora pode já estar precificada. Para os mercados, o CDS pode ser a principal medida de risco do país, mas, para os brasileiros em geral, o ativo que dá a sensação de melhora ou de piora da situação é o Dólar e, este, veio piorando nos últimos dias. Seria uma indicação de que o mercado estaria acabando a lua de mel com o novo Governo, antes mesmo dele começar realmente? A resposta é não. Como também já foi ressaltado em outros Opiniões, existe uma correlação muito forte entre os movimentos do CDS e os do câmbio. Nos últimos dias, o Dólar saiu de R$ 3,13 para níveis próximos de R$ 3,23, enquanto o risco país permaneceu estável em 250 pontos, ou seja, não foi uma piora da percepção da situação brasileira que levou a essa desvalorização cambial, mas algo mais técnico, mais ligado ao próprio mercado. Podemos levantar duas hipóteses para explicar esse movimento, sem precisar recorrer a uma piora do risco país: A mudança de postura do BCB nos leilões de swap reverso e a posição técnica do mercado. No primeiro caso, os leilões diários, que alcançavam o montante de USD 500 milhões, passaram para USD 750 milhões. Além disso, atingimos o maior nível de 2

3 posição vendida 2 da história, reforçando a questão técnica. A mudança no tamanho do leilão pode não parecer grande, principalmente quando já vimos o BCB fazer leilões de USD 2 bilhões, mas, considerando que essa colocação se dá de forma diária, esse aumento de USD 250 milhões por dia, significava uma retirada adicional de fluxo da ordem de USD 5 bilhões por mês, mais de 10% de todo o estoque de swap cambial existente (ao redor de USD 44 bilhões). Corroborando essa análise, desde a mudança no tamanho dos leilões, o Real perdeu valor todos os dias e hoje, quando o montante voltou aos patamares anteriores, este voltou a valorizar, mesmo com o movimento internacional de fortalecimento do Dólar. No caso da posição vendida do mercado, apesar de não poder ser considerada o fator principal para o comportamento do câmbio nos últimos dias, sem dúvida reforça o movimento dos leilões, por reduzir o espaço para apostas na valorização da moeda brasileira. Isso nos leva a conclusão de que, do ponto de vista do risco país, o impeachment parece bem precificado, mas podemos ter um movimento mais forte no câmbio, dado que ele parece descolado, por fatores técnicos, do que sugeriria a sua relação com o CDS brasileiro. Colocando em números, o valor do Dólar compatível com esse nível de risco (em torno de 250 pontos), seria algo próximo de R$ 3,12, nível que estava antes da mudança dos leilões de swap reversos. Considerando que, em um movimento adicional de otimismo com o novo Governo, o CDS brasileiro poderia chegar ao nível da Rússia (230 pontos), poderíamos dizer que existira um potencial para o Real atingir patamares próximos de R$ 3,00. Entretanto, essa nova onda de otimismo não está relacionada com o evento do impeachment per si, mas com as primeiras medidas do novo governo Temer. Que a situação fiscal não estava boa, todos sabíamos, mas a expectativa era que, com a entrada de Michel Temer no comando do país, poder-se-ia ver uma luz no fim do túnel. O início foi bastante auspicioso, com a escolha de um dream team das reformas. Seja para o 2 Quando o mercado aposta na valorização do Real; 3

4 equilíbrio das contas públicas, ou para as reformas imprescindíveis, como a da Previdência, os técnicos escolhidos eram considerados os mais preparados para o desafio. Entretanto, como temos salientando, o tempo político é diferente do tempo econômico e, o momento agora, é de impeachment e não de reformas. Portanto, a esperança de que a base política de Temer, galvanizada na votação do impeachment na Câmara, pudesse atropelar as resistências, foi aos poucos dando lugar a um certo conformismo de que, uma certa inação política, era o preço a pagar pela solução definitiva do impeachment. Por isso, o mercado vem sendo condescendente com notícias não muito auspiciosas para quem precisa mostrar serviço no front fiscal. Desde aumentos a vários setores do funcionalismo público, passando por metas fiscais bastante elásticas e chegando a concessões consideradas mais do que razoáveis na negociação da dívida dos Estados, por enquanto o Governo tem comprado uma piora nas contas públicas de curto prazo, com a promessa de reformas em prazos mais longos. Dessa forma, como tudo que é sólido se desmancha no ar, se essas não se mostrarem viáveis, o bom humor dos mercados com o governo Temer vai se esvair rapidamente. Por isso, chamamos a atenção no início do texto, para o fato de estarmos chegando a um momento decisivo para a economia brasileira e, esta, não será a votação do impeachment per si, uma vez que isso já está no preço, mas as medidas que Temer vai tomar logo após ser empossado... O que vimos até agora é, apenas uma forma de garantir a aprovação definitiva do impeachment, ou o comprometimento do governo Temer com o equilíbrio fiscal realmente foi superestimado? Dependendo da resposta, a diferença nos cenários é gritante. No caso da primeira opção ser a verdadeira, o mercado pode passar por mais uma rodada de redução do risco país, levando o CDS brasileiro para os níveis supracitados compatíveis com os da Rússia. Com isso, o Dólar pode ir para R$ 3,00, puxando para baixo as expectativas de inflação, abrindo espaço para queda dos juros mais cedo e mais forte, sustentando o clima de otimismo com o crescimento, reforçando o poder do Governo em passar as reformas mais polêmicas. Por outro lado, se as 4

5 dúvidas quanto ao compromisso de Temer com as reformas permanecer, boa parte da melhora do CDS brasileiro será revertida, puxando o Dólar que poderia voltar a níveis acima de R$ 3,50, pressionando a inflação, reduzindo o espaço para redução dos juros e tirando a sustentação para o otimismo dos agentes econômicos com relação à recuperação da economia brasileira. Bem, no fim, já vamos ver a discussão sobre as eleições de 2018 ganhar força e a janela de oportunidade para implementar as medidas necessárias se fechando. Qual dos dois cenários vai prevalecer? Difícil dizer. A princípio, parece mais plausível que as concessões feitas até agora, tenham como objetivo a votação do impeachment. Passado esse evento, o discurso do Governo, tanto com o Congresso, quanto com os focos de pressão, como os funcionários públicos e os Governadores, ficará mais duro. Nesse sentido, alguns eventos serão particularmente monitorados, como a tramitação da PEC do teto dos gastos, a aprovação da PEC da prorrogação da DRU, a aprovação do PL da renegociação da dívida dos Estados sem nenhuma nova alteração, a mudança na Lei do Petróleo e o envio da Reforma da Previdência para o Congresso. Por enquanto ainda estamos em um período de calmaria, mas os ventos logo vão entrar, restará ao Governo saber posicionar o barco para recebe-los na popa e não na proa. 5

6 Este material possui cunho meramente informativo, não constituindo qualquer tipo de oferta, convite, proposta ou aconselhamento por parte do Banco ABC Brasil S.A. ( Banco ) aos seus destinatários para quaisquer fins, inclusive, mas não limitado, à contratação ou não de operações financeiras, negócios ou investimentos, bem como quanto ao desenvolvimento por estes, ou não, de quaisquer estratégias correlatas. O envio deste material aos seus destinatários se dá de forma gratuita e por mera liberalidade do Banco, não se configurando como qualquer tipo de produto ou prestação de serviços por parte deste, ao qual fica reservado o direito de descontinuar o envio destas informações a qualquer tempo e sem qualquer tipo de aviso prévio a seus destinatários. As informações contidas neste material foram obtidas de fontes públicas e consideradas razoavelmente apuradas na data de sua divulgação. O Banco não confere aos destinatários deste material qualquer espécie de garantia, direito ou pretensão no que se refere às informações ora apresentadas, bem como quanto à sua exatidão, completude, isenção, confiabilidade ou atualização. Quaisquer decisões, contratações, investimentos, negócios ou estratégias, relacionadas ou não às informações ora apresentadas, deverão ser adotadas, efetuadas ou desenvolvidas pelos destinatários deste material exclusivamente de acordo com seus critérios de avaliação próprios e sob sua integral responsabilidade, com base nas informações por estes obtidas de forma independente e de acordo com a análise e opinião de seus consultores, analistas e administradores próprios. O Banco não será responsável, perante os destinatários deste material ou quaisquer terceiros, por qualquer forma de utilização das informações ora apresentadas, bem como por quaisquer perdas diretas, indiretas ou quaisquer tipos de prejuízos e/ou lucros cessantes que possam ser decorrentes do uso deste conteúdo. Este material e as informações dele constantes somente poderão ser reproduzidos, divulgados ou redistribuídos com a expressa anuência por escrito do Banco. Este material não se constitui, e não deve ser interpretado, para quaisquer fins, como relatório de análise nos termos do artigo 1º da Instrução CVM n.º 483, de 06 de Julho de

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