Opinião ABC Brasil /06/2017

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1 23/06/2017 Internamente as questões políticas continuam sendo o foco das atenções dos mercados. Contrariando as expectativas, o Comitê de Assuntos Sociais (CAS) do Senado rejeitou, por 10 votos a 9, o relatório da Reforma Trabalhista elaborado pelo senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES). Mesmo após a derrota na CAS, a reforma ainda poderá ser aprovada, passando na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e no plenário do Senado. No entanto, o resultado da votação na CAS indicou que a crise pós JBS está interferindo na capacidade política do governo de dar andamento à sua agenda de reformas econômicas. Esse aumento dos níveis de incerteza com relação à evolução do processo de reformas e ajuste na economia pode ter impacto direto nas decisões de política monetária. O Banco Central do Brasil (BCB) divulgou nesta semana o Relatório Trimestral de Inflação (RI), onde destacou os altos níveis de incertezas e deu indicações sobre as próximas decisões. Com isso, vamos utilizar este Opinião para analisar o RI e reavaliar nossas projeções para a taxa Selic neste e nos próximos anos. No documento de junho, o BCB apresentou as suas perspectivas para a inflação até o segundo trimestre de 2019, através de quatro cenários que dependem dos condicionantes usados para as trajetórias da taxa de câmbio e da taxa Selic ao longo do horizonte de projeção. Como o próprio BCB destacou, os dois primeiros modelos são mais informativos com relação à flexibilização de política monetária, já que consideram as projeções de mercado (Relatório Focus) para a Selic, sendo que o primeiro também utiliza as projeções da pesquisa Focus para a taxa de câmbio, enquanto o segundo supõe trajetória do Real constante. A mediana das expectativas de mercado para a Selic está em 8,5% a.a. para este e para o próximo ano. Já as projeções para a taxa de câmbio situam-se em R$ 3,30/US$ para 2017 e R$ 3,40/US$ para Com base nestes condicionantes, o modelo do BCB projetou que o IPCA fechará este ano em 3,8%. A inflação acumulada 12 meses atingirá seu valor mínimo no terceiro trimestre de 2017 (3,9%), refletindo, principalmente, efeitos estatísticos derivados dos

2 choques de alimentos. Passados esses efeitos, os preços tendem a acelerar, atingindo 4,9% no segundo trimestre de A partir deste momento, o IPCA volta para a sua trajetória descendente e encerra o ano próximo de 4,5%. Em 2019, essa trajetória de desaceleração é mantida, com a inflação projetada caindo para aproximadamente 4,3% no segundo trimestre. Na comparação com o RI anterior, quando tínhamos uma expectativa para o câmbio muito parecida 1, mas Selic de 9,0% a.a., observamos uma redução de 0,2 p.p. na projeção do IPCA para este ano, refletindo, em grande medida, a desaceleração maior do que a esperada nos preços para os meses de março a maio. Para 2018, a expectativa ficou inalterada, mas, para os primeiros três meses de 2019 ela recuou 0,2p.p., para 4,4%. Segundo o BCB, o efeito inflacionário de uma taxa de juros mais alta foi mais que compensado pela redução nas expectativas de inflação. 2 Diante do resultado dessas duas simulações, podemos destacar dois pontos bem importantes. O primeiro é que, ao mostrar que utilizando uma taxa Selic de 8,5% a.a. o IPCA converge para 4,5% em 2018, o BCB sinaliza que está confortável com este tamanho de flexibilização monetária. Sendo assim, mesmo com o aumento do nível de incerteza, mantemos nossa projeção de que a autoridade monetária encerrará o ciclo de queda dos juros este ano, com a Selic atingindo 8,5% a.a.. O segundo ponto a ser ressaltado advém da projeção de 4,3% para a inflação do segundo trimestre de O comentário do presidente do BCB, Ilan Goldfajn, na semana passada, citando que o país não teve "oportunidade e ousadia para reduzir a meta de inflação 1 Taxa de câmbio para 2017 de 3,28/US$ e para 2018 de R$ 3,30/US$. 2 Para este ano a mediana das projeções para o IPCA recuou de 4,12% para 3,64%, e de 2018 de 4,5% para 4,33%. 2

3 reacendeu as discussões sobre se o Conselho Monetário Nacional (CMN) reduzirá a meta de inflação de 2019 para 4,25%, na reunião da próxima semana (dia 29 de julho). Com a inflação do segundo trimestre de 2019 já convergindo para estes 4,25%, nos parece muito provável que o CMN decida a favor da redução. Temos que destacar que o clima político para alguma mudança não é dos melhores. O ambiente continua conturbado e os efeitos deste na economia e nos preços se mantêm incertos. Mesmo assim, o cenário para uma redução da meta, neste momento, parece propício. As projeções de inflação para 2019 e horizontes mais distantes estão por volta de 4,25%, já refletindo as expectativas sobre definição das metas para a inflação no futuro. Caso o CMN decida manter a meta, possivelmente as projeções do IPCA para esses anos aumentarão, convergindo para os 4,5%. Para o BCB não há ganho em ancorar as expectativas em um nível mais alto, já que isso pressiona suas projeções, limitando o espaço de flexibilização monetária. Além disso, ao mostrar que com o atual tamanho esperado para o ciclo de queda dos juros a inflação já converge para uma meta menor, o BCB dá mais um argumento a favor da mudança. Com a atividade econômica ainda mostrando sinais de fraqueza, seria difícil defender uma redução da meta que tivesse, como consequência, uma política monetária mais contracionista. No entanto, segundo os resultados do modelo a mudança na meta não é inflacionária e, portanto, não exige maior esforço da autoridade monetária. Posto isso, acreditamos que o CMN decidirá pela alteração da meta inflacionária para 4,25% em No cenário hibrido, com Selic do Relatório Focus, mas considerando uma taxa de câmbio constante em R$ 3,30/US$ durante todo horizonte de previsão, a expectativa do IPCA para o final do ano é igual ao do modelo anterior. No entanto, para 2018 e 2019 as projeções 3

4 indicam uma trajetória mais benigna para a inflação, que atingirá 4,3% em 2018 e 4,2% em Já os outros dois modelos, como mantêm a taxa de juros constante no atual patamar de 10,25% a.a., têm pouca utilidade em termos de análise do processo de flexibilização monetária. Como era de se esperar, considerando a manutenção de juros, temos uma trajetória ainda mais benigna da inflação. Na simulação com juros e câmbio constantes, o IPCA atinge 3,8% em 2017 e 3,9% em No cenário híbrido, com taxa de câmbio da pesquisa Focus, a projeção para a inflação ficou em torno de 3,8% este ano e 4,0% no seguinte. Através dos resultados dos modelos do BCB, reforçamos duas das nossas expectativas: que a taxa Selic encerrará 2017 em 8,5% a.a. e continuará neste patamar até o final de 2018 e que a meta para 2019 deverá ser reduzida para 4,25% na reunião do CMN da próxima semana. Mas quais foram as indicações do BCB para o ritmo de corte dos juros? Ao manter no RI o seguinte parágrafo que já estava na última ata: "Em função do cenário básico e do balanço de riscos avaliados em sua última reunião, o Copom entendeu que uma redução moderada do ritmo de flexibilização monetária em relação ao ritmo adotado naquela ocasião deveria se mostrar adequada em sua próxima reunião, em julho (208ª reunião)., o BCB indicou que continua inclinado para um corte de 0,75 p.p. em julho, depois da redução de 1 p.p. na reunião de maio. No entanto, no RI, diferentemente da Ata, a autoridade monetária fez questão de ressaltar que não está comprometida com nenhuma decisão futura ao acrescentar o seguinte trecho: O Copom reitera sua preferência por explicitar condicionalidades sobre a evolução da política monetária, o que melhor transmite a racionalidade econômica que guia suas decisões. Isso contribui para aumentar a transparência e melhorar a comunicação do Copom.. Com essa indicação, o BCB evidencia que sua decisão será dependente dos dados, deixando a porta aberta para a decisão do próximo mês. 4

5 Dessa forma, mantemos nossa projeção de corte de 0,75p.p. para o encontro de julho, no entanto, ressaltamos que caso os próximos dados de inflação surpreendam para baixo, a atividade econômica continue dando sinais de fraqueza e os preços dos ativos permaneçam estáveis, há uma probabilidade não desprezível (e que cresceu depois do RI) de que o BCB mantenha o ritmo de queda dos juros em 1,0p.p.. Para concluir, o cenário político continua muito incerto e, por isso, diversos fatores podem alterar as expectativas. Com isso, o que nos resta é fazer projeções com base nos condicionantes atuais, sem deixar de destacar a existência de diversos riscos que afetariam de forma significativa nossas previsões. 5

6 Este material possui cunho meramente informativo, não constituindo qualquer tipo de oferta, convite, proposta ou aconselhamento por parte do Banco ABC Brasil S.A. ( Banco ) aos seus destinatários para quaisquer fins, inclusive, mas não limitado, à contratação ou não de operações financeiras, negócios ou investimentos, bem como quanto ao desenvolvimento por estes, ou não, de quaisquer estratégias correlatas. O envio deste material aos seus destinatários se dá de forma gratuita e por mera liberalidade do Banco, não se configurando como qualquer tipo de produto ou prestação de serviços por parte deste, ao qual fica reservado o direito de descontinuar o envio destas informações a qualquer tempo e sem qualquer tipo de aviso prévio a seus destinatários. As informações contidas neste material foram obtidas de fontes públicas e consideradas razoavelmente apuradas na data de sua divulgação. O Banco não confere aos destinatários deste material qualquer espécie de garantia, direito ou pretensão no que se refere às informações ora apresentadas, bem como quanto à sua exatidão, completude, isenção, confiabilidade ou atualização. Quaisquer decisões, contratações, investimentos, negócios ou estratégias, relacionadas ou não às informações ora apresentadas, deverão ser adotadas, efetuadas ou desenvolvidas pelos destinatários deste material exclusivamente de acordo com seus critérios de avaliação próprios e sob sua integral responsabilidade, com base nas informações por estes obtidas de forma independente e de acordo com a análise e opinião de seus consultores, analistas e administradores próprios. O Banco não será responsável, perante os destinatários deste material ou quaisquer terceiros, por qualquer forma de utilização das informações ora apresentadas, bem como por quaisquer perdas diretas, indiretas ou quaisquer tipos de prejuízos e/ou lucros cessantes que possam ser decorrentes do uso deste conteúdo. Este material e as informações dele constantes somente poderão ser reproduzidos, divulgados ou redistribuídos com a expressa anuência por escrito do Banco. Este material não se constitui, e não deve ser interpretado, para quaisquer fins, como relatório de análise nos termos do artigo 1º da Instrução CVM n.º 483, de 06 de Julho de

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