AVALIAÇÃO DE INTERFACES

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1 Conceitos do Livro: Interação Humano - Computador Simone D. J. Barbosa/Bruno Santana da Silva

2 Orienta o avaliador: Introdução Fazer julgamento sobre a qualidade de uso Identificar problemas do usuário durante o uso É difícil garantir a qualidade total de um produto, pois exigiria avaliação em todas as situações de uso. Seria possível prever todas as situações?

3 A avaliação de uma interface pode ser feita durante diferentes etapas do ciclo de desenvolvimento do software. As avaliações formativas (Preece et al., 1994; Hartson, 1998) são aquelas que são feitas durante o processo de design, antes de o sistema estar terminado, e muitas vezes antes de uma linha de código sequer ser escrita.

4 AVALIAÇÃO DE INTERFACES A avaliação pode ser feita utilizando-se desde cenários, storyboards, ou a modelagem conceitual da interação até protótipos do sistema. A vantagem de se fazer avaliação formativa é que problemas de interação são identificados e consertados antes de a aplicação ser terminada e liberada para uso. Quanto mais cedo no ciclo de design um problema é descoberto e reparado, menor o custo das alterações necessárias no software (Karat, 1993). Além disto, o software resultante a ser oferecido para o usuário é de melhor qualidade.

5 As avaliações de interface feitas em produtos já terminados são chamadas de avaliações somativas. Normalmente, enquanto as avaliações formativas têm por objetivo melhorar a qualidade do sistema, tornando-o mais usável para o usuário, as avaliações somativas buscam verificar a existência de determinados aspectos no sistema desenvolvido, como por exemplo a sua conformidade com um padrão estabelecido.

6 Por que Avaliar? Mesmo com critérios de qualidade e processos bem definidos, algum problema na interface pode passar despercebido prejudicando a qualidade do produto final.

7 Perspectivas de Avaliação Perspectiva de quem constrói verificar se o sistema funciona de acordo com a especificação de requisitos se concentra nos processos do sistema; Perspectiva de quem o concebe e de quem o utiliza verificar se o sistema apóia adequadamente os usuários a atingirem seus objetivos em um contexto de uso se concentra na interface com o usuário e ambiente que o cerca.

8 Alguns dos principais objetivos de se realizar avaliação de sistemas interativos são (Hartson, 1998; Preece et al., 2002): identificar as necessidades de usuários ou verificar o entendimento dos projetistas sobre estas necessidades identificar problemas de interação ou de interface investigar como uma interface afeta a forma de trabalhar dos usuários comparar alternativas de projeto de interface? alcançar objetivos quantificáveis em métricas de usabilidade verificar conformidade com um padrão

9 Critérios de Qualidade Usabilidade Experiência do usuário Acessibilidade Comunicabilidade

10 Usabilidade "Um conjunto de atributos relacionados com o esforço necessário para o uso de um sistema interativo, e relacionados com a avaliação individual de tal uso por um conjunto específico de usuários" ISSO/IEC 9126(1991) "O grau em que um produto é usado por usuários específicos com eficácia, eficiência e satisfação em um contexto de uso específico." ISO (1998)

11 Fatores de Usabilidade Facilidade de aprendizado tempo e esforço necessários para que o usuário aprenda a utilizar o sistema com determinado grau de competência e desempenho; Facilidade de recordação está relacionado ao esforço cognitivo do usuário necessário para lembrar como interagir com o sistema, conforme aprender nos primeiros acessos;

12 Fatores de Usabilidade Eficiência está relacionado ao tempo necessário para a conclusão de uma tarefa com apoio computacional; Segurança no uso está relacionado ao grau de proteção de um sistema de um sistema contra condições desfavoráveis ou até perigosas para usuários; Satisfação do usuário está relacionado com uma avaliação subjetiva que expressa o efeito do uso do sistema sobre as emoções e os sentimentos do usuário.

13 O conceito de usabilidade permite avaliar a qualidade de um sistema com relação a fatores que os projetistas definem como sendo prioritários ao sistema. Alguns fatores típicos envolvidos no conceito de usabilidade são (Nielsen, 1993; Preece et al., 2002): - facilidade de aprendizado - facilidade de uso - eficiência de uso e produtividade - satisfação do usuário - flexibilidade - utilidade - segurança no uso

14 Critérios de Qualidade Usabilidade Experiência do usuário Acessibilidade Comunicabilidade

15 Critério subjetivo Experiência do Usuário Sentimentos, estado de espírito, sensações e emoções dos usuários decorrentes da interação: Satisfação, Prazer, Diversão, Interesse, Atração, Motivação, Estética, Criatividade, Desafio, Cansaço, Frustração ou Ofensa.

16 Critérios de Qualidade Usabilidade Experiência do usuário Acessibilidade Comunicabilidade

17 Fatores humanos Acessibilidade Habilidade motora operação de dispositivos de entrada; Sentidos e capacidade de percepção identificação das respostas do sistema; Capacidade cognitiva para compreender as respostas do sistema e planejar as próximas ações.

18 Acessibilidade Definição Melo e Baranauskas(2005) : "a flexibilidade proporcionada para o acesso à informação e à interação, de maneira que usuários com diferentes necessidades possam acessar e usar esses sistemas" permitir que mais pessoas possam perceber, compreender e utilizar o sistema...

19 Critérios de Qualidade Usabilidade Experiência do usuário Acessibilidade Comunicabilidade

20 Comunicabilidade capacidade da interface comunicar ao usuário a lógica do design ; Compreender relações de causa X efeito que determinam o comportamento da interface. Word 2011

21 O conceito de comunicabilidade (de Souza et al. 1999, Prates et al., 2000b) se refere à capacidade de os usuários entenderem o design tal como concebido pelos projetistas. Em sistemas com alta comunicabilidade, os usuários são capazes de responder: - para que o sistema serve - qual é a vantagem de utilizá-lo - como funciona - quais são os princípios gerais de interação com o sistema

22 Avaliar Interface e Identificar e Corrigir os Problemas Aumentar a produtividade dos usuários; Diminuir o número e gravidade dos erros cometidos durante o uso; Aumentar a satisfação dos usuários; Diminuir custo de treinamento e suporte; Planejar versões futuras.

23

24 Formas de Avaliação Formativa (construtiva) é realizada ao longo de todo o processo de design; compreender e confirmar o que os usuários querem e precisam; artefatos: cenário de uso, esboços de tela, storyboards, modelagem de interação e protótipos. Somativa (conclusiva) é realizada ao final de um processo de design, quando existir a solução (parcial ou completa); analisar a qualidade de uso da solução.

25 Locais para Coleta de Dados Avaliação em contexto forma de estudo de campo que possibilita verificar a qualidade de uso da solução diante diversas situações. Avaliação em laboratório oferece maior controle sobre as interferências do ambiente na interação do usuário com o sistema.

26 Qual Tipo de Dados a Coletar? Qual é o objetivo da avaliação? verificar se determinado sistema (ou protótipo) satisfaz as necessidades dos usuários Poderia identificar: Grau de satisfação dos usuários em relação ao sistema Há necessidade de utilizar outros sistemas ou artefatos para realizar suas tarefas (aonde são usados?) Pontos fracos e fortes do sistema? Quais seriam as melhorias desejadas?

27 Qual Tipo de Dados a Coletar? Qual é o objetivo da avaliação? identificar problemas na interação e interface de determinado sistema (ou protótipo) Poderia identificar: Quantos usuários conseguiram concluir certas tarefas? Quanto tempo foi necessário para concluir certas tarefas? Quais erros e quantas vezes foram cometidos? Em qual local da interface?

28 Métodos de Avaliação Classificação: Investigação: questionário, entrevistas, grupos de foco e estudo de campo; possibilita obter, interpretar e analisar concepções, opiniões, expectativas e comportamento do usuário em relação ao sistema; Observação de Uso: os dados sobre a interação do usuário são registrados Inspeção: o avaliador tenta se colocar no lugar de um usuário com determinado perfil, conhecimento e experiência em determinada tarefa.

29 Preparação da Avaliação Objetivos Escopo* Escolha de um ou mais métodos Escolha do perfil e quantidade de participantes *Em um programa, o módulo onde uma variável, constante, rotina, etc., pode ser lida, alterada ou executada, e fora do qual ela não é acessível.

30 Processo da Avaliação Preparar o material de apoio; Preparar todo o ambiente, hardware e software; Realizar teste-piloto; Interpretar os dados; Consolidar os dados; Relatar os resultados.

31 Preparação do Material de Apoio Para participantes: Termo de consentimento; Questionário pré-teste, obter: características pessoais, experiências anteriores com tecnologia e no domínio de conhecimento do sistema; Roteiro de entrevista pós-teste, obter: sentimentos e opinião após uso do sistema; Instruções e cenários para orientar os participantes sobre as tarefas que serão realizadas; Roteiro de acompanhamento da observação, de modo a facilitar a captura de dados e anotações.

32 Estrutura do Documento para Relato de Resultados Objetivos da avaliação; Escopo da avaliação; Método de avaliação utilizado; Quantidade e perfil dos participantes da avaliação; Sumário dos dados coletados (tabelas e gráficos); Interpretação e análise dos dados; Lista de problemas encontrados; Planejamento para manutenção da interface.

33 Questões 1. Porque avaliar interfaces do usuário? 2. O que se avalia em interfaces do usuário? 3. Explique a avaliação somativa. 4. Explique a avaliação formativa. 5. Cite as vantagens e desvantagens da avaliação de interação em laboratório. 6. Cite as vantagens e desvantagens da avaliação de interação em contexto. 7. Planeje em detalhes as avaliações de IHC para o projeto do Trabalho Semestral. 8. Cite os critérios de usabilidade e explique-os.

34 BARBOSA, Simone D.J.; SILVA, Bruno D. Interação Humano-Computador. Ed Campus Baixar ou (mesmo arquivo mas de lugares diferentes) Baixar Baixar

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