ÍNDICE. Bibliografia CRES-FIL11 Ideias de Ler

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1 ÍNDICE 1. Introdução Competências essenciais do aluno Como ler um texto Como ler uma pergunta Como fazer um trabalho Conteúdos/Temas 11.º Ano III Racionalidade argumentativa e Filosofia Argumentação e lógica formal Argumentação e retórica Argumentação e Filosofia IV O conhecimento e a racionalidade científica e tecnológica Descrição e interpretação da atividade cognoscitiva Estatuto do conhecimento científico Temas/Problemas da cultura científico-tecnológica V Desafios e horizontes da filosofia A Filosofia e os outros saberes A Filosofia na cidade A Filosofia e o sentido Bibliografia... 63

2 Coleção Resumos Filosofia 11.º ano 3. Regras que permitem determinar a validade de um silogismo. Silogismo válido (cumpre a regra) O touro muge. O Preto lindo é um touro. O Preto lindo muge. Todos os escritores são bons. Eça era escritor. Eça era bom. Todos os homens são santos. Os criminosos são homens. Os criminosos são santos. Todos os pássaros voam. Todos os pássaros são animais. Alguns animais voam. Todos os homens são racionais. Alguns homens são altos. Alguns altos são racionais. Nenhum poderoso é boa pessoa. Os pobres não são poderosos. Logo, (nada se pode concluir). Alguns homens são virtuosos. Alguns maus são homens. Logo, (nada se pode concluir). Todos os mortais são Alguns seres são mortais. Alguns seres são Regra 1. O silogismo só tem três termos. 2. O termo médio não pode aparecer na conclusão. 3. O termo médio deve ser tomado pelo menos uma vez em toda a sua extensão (universalmente). 4. Nenhum termo pode ter mais extensão na conclusão do que nas premissas. 5. A conclusão segue sempre a parte mais fraca (negativa e particular). 6. De duas premissas negativas nada se pode concluir. 7. De duas premissas particulares nada se pode concluir. 8. De duas premissas afirmativas não se pode tirar uma conclusão negativa. Silogismo não válido (não cumpre a regra) O touro muge. O touro é uma constelação. Uma constelação muge. Eça era escritor. Eça era português. Eça era um escritor português. Alguns homens são santos. Os criminosos são homens. Os criminosos são santos. Todos os pássaros voam. Todos os pássaros são animais. Todo o animal voa. Todos os homens são racionais. Alguns homens são altos. Todos os altos são racionais. Nenhum poderoso é boa pessoa. Os pobres não são poderosos. Os pobres são boas pessoas. Alguns homens são virtuosos. Alguns maus são homens. Alguns maus são virtuosos. Todos os mortais são Alguns seres são mortais. Alguns seres não são Silogismo condicional É um silogismo cuja primeira premissa a maior é uma proposição condicional, que se apresenta com a seguinte estrutura: Se (antecendente), então (consequente). A segunda premissa menor afirma ou nega o antecedente ou o consequente. Assim, este silogismo tem dois modos válidos: um modo positivo modus ponens e um modo negativo modus tollens. O modus ponens Quando a premissa menor afirma o antecedente (condição), a conclusão deve afirmar o consequente (condicionado). Afirmar a condição é afirmar o condicionado (põe- -se, afirma-se). Se estudar, passo de ano. Ora, estudo. Logo, passo de ano. 18

3 1. Argumentação e lógica formal O modus tollens Quando a premissa menor nega o consequente (condicionado), a conclusão deve negar o antecedente (condição). Negar o condicionado é negar a condição (tira-se, nega-se). Se estudar, passo de ano. Ora, não passo de ano. Logo, não estudo. Silogismo disjuntivo É aquele cuja premissa maior a primeira é uma proposição disjuntiva (uma proposição que expressa uma alternativa, indicada pela partícula ou ). A premissa menor afirma ou nega um dos membros. A conclusão, por sua vez, afirma ou nega o outro. Este tipo de silogismo tem dois modos válidos: o modus ponendo-tollens e o modus tollendo-ponens. Modus ponendo-tollens (modo positivo-negativo): a premissa menor afirma uma das alternativas e a conclusão nega a outra ou as outras. Ou vou à praia ou vou ao cinema. Vou à praia. Logo, não vou ao cinema. Modus tollendo-ponens (modo negativo-positivo): a premissa menor nega uma das alternativas e a conclusão afirma a outra. Ou leio ou descanso. Não leio. Logo, descanso. Conceitos nucleares: inferência válida. B. Cálculo proposicional Na lógica proposicional é também possível realizar operações entre proposições, e é nisso que consiste o cálculo proposicional. 1. Proposições simples e complexas Proposições atómicas são proposições em que o sujeito e o predicado estão ligados pela cópula. São também designadas de proposições simples ou elementares. Portugal é um país da Europa. Lisboa é a capital de Portugal. A partir de proposições simples podemos construir proposições compostas ou moleculares, mediante a utilização de conectivas proposicionais. Portugal é um país da Europa e Lisboa é a capital de Portugal. 2. Conectivas verofuncionais Existem vários tipos de conectivas proposicionais, mas vamos apenas referir as conectivas verofuncionais. Estas conectivas designam-se deste modo porque a verdade ou a falsidade das proposições que elas formam são totalmente determinadas pela verdade ou falsidade das proposições simples. 19

4 Coleção Resumos Filosofia 11.º ano A relação necessária ao auditório Argumentar é, portanto, motivar, tomando este termo nos dois sentidos que ele abrange: dar motivos, razões e convencer as pessoas. Estes dois sentidos da palavra argumentar explicam as duas dimensões da argumentação: uma centrada no raciocínio e outra na relação de persuasão, que são indissociáveis. A argumentação é ao mesmo tempo raciocínio e relação. Trata-se de, simultaneamente, satisfazer as regras da razão por um procedimento lógico sólido e desenvolver razões adaptadas à especificidade das pessoas visadas pelo discurso, levando o auditório a aderir às teses do orador. No discurso argumentativo, para persuadir, o orador pode recorrer a três tipos de prova que podem ser preparadas pelo orador: As que dizem respeito ao carácter do orador (ethos). É o carácter do orador que o torna digno de crédito. Este deve ser virtuoso e credível para conseguir a confiança do auditório; As que se encontram centradas no auditório (pathos). A persuasão é conseguida quando o auditório é emocionalmente impressionado e seduzido; As que se centram nos argumentos, no discurso (logos). O discurso deve estar devidamente estruturado do ponto de vista lógico e argumentativo, para que a tese defendida se imponha como verdadeira O discurso argumentativo principais tipos de argumentos e falácias informais Estrutura e organização do discurso argumentativo Escrever um texto argumentativo e expressá-lo oralmente é uma tarefa que exige o cumprimento de alguns requisitos importantes, nomeadamente: qualquer processo argumentativo tem sempre uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão: a introdução deve ser breve. É o momento em que se apresenta o tema, isto é, o objeto ou assunto, e se faz uma descrição sumária da tese, ou seja, da posição defendida pelo orador quanto ao tema tratado, atendendo ao auditório a que se dirige; o desenvolvimento (ou corpo argumentativo) consiste na apresentação dos argumentos que apoiam a tese, assim como as possíveis objeções. Estes argumentos devem ser factos ou afirmações credíveis cuja veracidade não depende da tese. Devem ser em número suficiente, de modo a garantir a sustentabilidade da tese; a conclusão é uma síntese final. É a última oportunidade que o orador dispõe para agir sobre a eventual indecisão do auditório. Não deve afirmar mais do que aquilo que mostrou antes. 26

5 2. Argumentação e retórica Alguns tipos de argumentos (argumentos informais) Os argumentos que utilizamos para convencer o outro da nossa tese podem ser de vários tipos. Tipo de argumento Explicação Exemplo Argumentos indutivos Generalização Previsão Argumento cuja conclusão é mais geral do que a(s) premissa(s) e cuja validade não advém da sua forma lógica, mas sim do seu conteúdo. É válida se partir de casos particulares representativos e se não existirem contraexemplos. Baseando-se em casos passados, antevê casos não observados presentes ou futuros. A sua validade depende da probabilidade da conclusão corresponder, ou não, à realidade. Algumas aves têm penas. Logo, todas as aves têm penas. Todos os corvos observados são negros. Logo, o próximo corvo observado será negro. Argumento por analogia Partindo de certas semelhanças ou relação entre dois objetos/ realidades encontrar novas semelhanças ou relações. O mundo é um relógio. Um relógio tem um criador. Logo, o mundo tem um criador. Argumento de autoridade Apoia-se na opinião de um especialista para fazer valer a sua conclusão. Newton disse que dois corpos se atraem na razão direta das suas massas e na razão inversa do quadrado da distância entre eles. Logo, dois corpos atraem-se na razão direta das suas massas e na razão inversa do quadrado da distância entre eles. Entimema É um silogismo ao qual falta uma premissa ou, por vezes, a conclusão. Trata-se de um argumento incompleto. Sou homem, logo sou mortal. 27

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