DESAFIOS NA GESTÃO DA SAÚDE

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1 Economia e Gestão da Saúde DESAFIOS NA GESTÃO DA SAÚDE Rafaela Landim Dutra Administradora UFJF Residente de Gestão Hospitalar HU/UFJF Telefone: (32)

2 Ementa SAÚDE NO BRASIL SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - SUS Problemas encontrados Cenário da saúde Desafios PARADOXO DA MEDICINA ATUAL CONSIDERAÇÕES FINAIS

3 Saúde no Brasil A Saúde no país mudou expressivamente nos últimos anos, com aumento da expectativa de vida, redução da mortalidade infantil, aumento da cobertura vacinal, erradicação de doenças e incorporação de tecnologias de ponta. As transformações alteraram os indicadores epidemiológicos e econômicos do país. O aumento das necessidades e demanda = Aumento dos custos com a saúde. Qualidade Gasto

4 SUS Almeida (2003) afirma que o SUS enfrenta tanto o problema da necessidade de garantir um mínimo básico, quanto de hierarquizar o sistema, assegurando a atenção integral preventiva e curativa. Problemas encontrados: Universalizar o atendimento; Assegurar a toda a população o direito de atendimento médico, exames, internações e diversos tratamentos; Financiamento do SUS: recursos arrecadados por meio de impostos e contribuições sociais pagos pela população; Recursos Governo Federal, Estadual e Municipal.

5 Cenário da Saúde: Crise no sistema de saúde; Insatisfação o Usuários; o Profissionais de Saúde; o Hospitais; o Planos privados de saúde; o Secretarias de Saúde; O rápido crescimento da população de idosos vem produzindo grande impacto no sistema de saúde, com elevação dos custos e da utilização dos serviços; o Tem maior susceptibilidade em adoecer em comparação com adultos e jovens; o O maior fator de risco é a idade; o Aumento do número de doenças crônicas; o Prevenção das doenças.

6 Fonte: IBGE, Projeção da População do Brasil por Sexo e Idade para o período Revisão 2008

7 Desafios: Dimensão geográfica (8,5 milhões km²) e populacional do país; Grandes diferenças regionais; Estrutura econômica-social heterogênea; Mudanças demográficas e epidemiológicas; Definição da divisão de responsabilidades entre Estados e Municípios; Integração entre sistemas municipais; Planejamento e organização funcional do sistema; Enfrentamento da judicialização as saúde.

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10 "É necessário um reordenamento do destino dos atuais gastos, priorizando o investimento em setores que dinamizem o setor. Lígia Bahia, professora de Saúde Pública da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). "Os gestores do SUS são, em sua maioria, indicados por motivos políticos, mas a saúde é uma área que requer conhecimento técnico amplo em todas as etapas: planejamento, execução e avaliação dos resultados Não é uma coisa que qualquer profissional que não de carreira pode fazer". Newton Lemos, consultor em Serviços de Saúde da Organização Mundial da Saúde.

11 Paradoxo da Medicina Atual A medicina avança e adoecemos mais! Avanços na Medicina: Medicamentos Tecnologia Educação Aumento das Doenças Crônicas: Câncer Doenças do coração Doenças articulares Doenças neurológicas

12 O mundo desenvolvido se tornou rico antes de se tornar velho. Países em desenvolvimento estão se tornando velhos antes de se tornarem ricos.

13 A Prevenção traz mais benefícios Tratamento Benefício Detecção precoce Benefício Prevenção Benefício

14 Considerações Finais Conquistas Inovações institucionais Descentralização Participação social Aumento do acesso Consciência do direito a saúde Recursos humanos e novas tecnologias Contradições Crescimento do setor privado Comprometimento da equidade nos serviços de saúde. Desafios Financiamento Corrupção Articulação públicoprivado

15 Considerações Finais Como está a situação de saúde no Brasil? Como estão as condições de vida da população? Quais são seus principais problemas? Que objetivos serão assumidos por uma gestão para transformar esta situação de saúde? Quais são os recursos disponíveis para enfrentar os problemas priorizados, visando alcançar os objetivos propostos? Quais e quantas ações podem ser produzidas, utilizandose estes recursos com o máximo de eficiência?

16 Referências Bibliográficas ALMEIDA, C. M. O SUS que queremos: sistema nacional de saúde ou subsetor público para pobres? Ciência & Saúde Coletiva. Rio de Janeiro: v. 8, n. 2, p BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF, Senado, BRASIL. Lei n (1990). Brasília, DF, Senado, Dias CRC, Romano-Liebar NS. Processo da implantação da política de medicamentos genéricos no Brasil. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 22(8): , ago, MATTOS, R. Os sentidos da integralidade: algumas reflexões acerca de valores que merecem ser defendidos. In: PINHEIRO, R. & MATTOS, R. (Orgs.) Os Sentidos da Integralidade na Atenção e no Cuidado em Saúde. 4.ed. Rio de Janeiro: Cepesc/IMS/Uerj/Abrasco, 2005a.

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