A taxa ou coeficiente de mortalidade representa a intensidade com que os óbitos por uma determinada doença ocorrem em dada população.

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1 Mortalidade Mortalidade é uma propriedade natural das comunidades dos seres vivos. Refere-se ao conjunto dos indivíduos que morrem em um dado intervalo de tempo e em certo espaço. A taxa ou coeficiente de mortalidade representa a intensidade com que os óbitos por uma determinada doença ocorrem em dada população. Indicadores como os de mortalidade geral, mortalidade infantil, mortalidade materna e mortalidade por doenças transmissíveis, são muito utilizados para avaliar o nível de saúde de uma população, indicar medidas preventivas e de controle de caráter abrangente (saneamento básico, detecção precoce do câncer de mama, redução do tabagismo), visando, dessa forma, a redução do risco de morte por uma determinada causa evitável e a implementação de ações de controle sobre fatores de risco de adoecer ou de sofrer agravos. Indicadores de Mortalidade Os indicadores de mortalidade podem ser definidos como a proporção entre a frequência absoluta de óbitos e o número de sujeitos expostos ao risco de morrer (população exposta) no mesmo período de referência e no mesmo local. Taxa de mortalidade= n o de óbitos em determinado local e período x 10 n população exposta De acordo com a definição da população considerada exposta ao risco de óbito em determinado lugar e período de tempo, pode-se calcular a taxa de mortalidade geral (TMG) e os indicadores de mortalidade específicos relativos a grupos populacionais definidos de acordo com gênero, idade, 1/13

2 raça, causa do óbito, grupo socioeconômico ou outra característica de interesse. Por exemplo, ao se considerar como expostos ao risco de morrer as crianças menores de 1 ano de idade, o coeficiente será denominado de mortalidade infantil, portanto, específico para aquela faixa e etária. Para o cálculo do coeficiente de mortalidade geral são considerados expostos ao risco todos os indivíduos da população. É importante destacar que para a realização desse cálculo é necessário dispor, para todos os estados e municípios brasileiros, de dados de óbitos registrados no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Os denominadores são obtidos de censos e estimativas populacionais do IBGE e do Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SISNAC). Taxa de Mortalidade Geral (TMG) A taxa de mortalidade geral é calculada dividindo-se o número total de óbitos por todas as causas, em um determinado ano, pela população daquele período, registrados em uma área específica e multiplicando-se por 1.000, base referencial para a população exposta. TMG= n o total de óbitos em determinado local e período x n o de habitantes no mesmo local e período A TMG tem importante uso na avaliação do estado sanitário de populações e áreas definidas. Esse indicador possibilita relacionar o estado e o nível de saúde de diferentes regiões em uma mesma época. 2/13

3 Taxas específicas de mortalidade Taxa de mortalidade infantil A taxa de mortalidade infantil (TMI) é calculada dividindo-se o número de óbitos de crianças menores de 1 ano registrados em um dado período, pelo número de nascidos vivos naquele ano, em uma determinada área e multiplicando-se o valor encontrado por 1.000, método conhecido como direto. A TMI mede, portanto, o risco de morrer no primeiro ano de vida. TMI= n o total de óbitos em menores de 1 ano em dado local e período x n o de nascidos vivos no mesmo local e período 3/13

4 A TMI é considerada um bom indicador para descrever e analisar as condições de vida e saúde de uma população, visto que as crianças menores de 1 ano são extremamente sensíveis às condições socioeconômicas repercutindo no meio ambiente em que vivem. No início da década de 1980, houve um declínio acentuado na TMI, notável até hoje, sendo atribuído às melhorias na atenção à saúde com o uso da terapia de reidratação oral, à expansão da rede de serviços básicos, notadamente dos Programas de Agentes Comunitários de Saúde e de Saúde da Família, na década de 1990, ao aumento na cobertura vacinal, à ampliação da rede de abastecimento de água e esgotos sanitários e à queda da fecundidade, entre outros fatores socioeconômicos, demográficos e de serviços de saúde. Entretanto, tal como ocorre com os dados dos óbitos em geral, os ocorridos no primeiro ano de vida e os nascidos vivos ainda apresentam em nosso meio, problemas de registro, levando a distorções no cálculo da TMI. A TMI alcançou, em 2005, 21,4 óbitos (RIPSA, 2008). Apesar do declínio nos últimos anos, há expressivas diferenças nos valores desse indicador entre regiões, que se mantêm ao longo do período. Essas desigualdades revelam o impacto das condições socioeconômicas e do acesso aos serviços de saúde, existentes entre regiões, sobre o risco de morrer no primeiro ano de vida, excluindo-se as condições do registro e da qualidade dos dados em cada área. 4/13

5 A TMI pode ser calculada ainda em seus dois componentes: taxa de mortalidade neonatal e pós-neonatal. Taxa de Mortalidade Infantil neonatal e pós-neonatal Para calcular a taxa de mortalidade infantil neonatal são incluídos os óbitos de menores de 28 dias de idade (até 27 dias de vida), enquanto, para se calcular a taxa de mortalidade pós-neonatal incluem-se os óbitos ocorridos no período que vai do 28 o dia de vida até o 12 o mês, isto é, antes da criança completar 1 ano de idade. A taxa de mortalidade neonatal pode ainda ser analisada segundo dois outros componentes: a taxa de mortalidade neonatal precoce, com o número de 5/13

6 óbitos entre 0 e 6 dias de vida, e a taxa de mortalidade neonatal tardia, com a frequência de óbitos ocorridos entre 7 e 27 dias após o nascimento. Para qualquer desses indicadores, o cálculo é feito através do número total de nascidos vivos no período como população exposta ao risco de morrer. Taxa de mortalidade infantil neonatal= n o óbitos < 28 dias em determinado local e período x n o nascidos vivos no mesmo local e ano A divisão da TMI nos componentes neonatal e pós-neonatal, possibilita avaliar mais precisamente o impacto de medidas de controle da mortalidade infantil relativas às causas de óbitos que mais incidem nos dois grupos etários correspondentes. Quanto melhor for a condição de vida e saúde de uma população, menor será o risco de morte no período pós-neonatal, principalmente porque nessa fase do ciclo da vida, as crianças estão mais expostas às condições socioeconômicoambientais e aos respectivos fatores de risco de doença e óbito, como para as doenças infecciosas (gastroenterites, pneumonia, doenças imunizáveis). Entretanto, as causas de óbito neonatal são de controle mais difícil. Anomalias congênitas ou doenças de origem genética, intercorrências durante a gestação e no parto que afetam o recém-nascido e que dependem dos serviços de saúde são as causas mais frequentes de óbito neonatal. 6/13

7 Desigualdades sociais que comprometem as condições de vida da população e o acesso aos serviços de saúde modificam esse quadro, situação em que as causas ditas ambientais de óbito influenciam ambos os indicadores. Desnutrição materna e precárias condições de habitação e saneamento, por exemplo, aumentam os valores das taxas neonatal e pós-neonatal e definem situação de elevada mortalidade infantil. Mortalidade específica por causa Taxa de mortalidade por causa (TMC): mede o risco de morte por determinada causa, em um dado local e período. No denominador deve constar a população exposta ao risco de morrer por essa mesma causa. As taxas específicas de mortalidade por causa são calculadas pela divisão do número de óbitos ocorridos por determinada causa e a população exposta, multiplicando-se o resultado por 10 n. Assim como as medidas de mortalidade geral e mortalidade infantil, as várias taxas de mortalidade por causas podem ser reveladores das condições gerais de saúde da população. TMC = nº óbitos por determinada causa em local e período x 10 n população exposta ao risco em local e período 7/13

8 Razão de Mortalidade Materna A razão de mortalidade materna (RMM) é uma medida do risco de óbito da mulher no período transcorrido a partir da gravidez, até 42 dias após o término da gestação. É obtida dividindo-se o número de óbitos por causas ligadas à gestação, parto e puerpério em certa área e período, pelo número de nascidos vivos no mesmo local e período, multiplicando-se por O número de nascidos vivos é aplicado como uma aproximação do total de mulheres grávidas que seria o grupo sob risco de morte materna, mas que em geral não se conhece. A 10 a revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) define morte materna como qualquer causa relacionada ou agravada pela gravidez ou por medidas relacionadas, excluindo-se as causas acidentais e incidentais. Este grupo de causas pode ser dividido em mortes obstétricas diretas (complicações na gestação, parto ou puerpério) e mortes obstétricas indiretas, resultantes de doenças existentes antes da gestação ou de enfermidades ocorridas durante a gestação que não estejam relacionadas a causas obstétricas diretas e que foram agravadas pelos efeitos fisiológicos da gestação. A morte materna é uma medida internacional para reduzir o risco desses óbitos recomendada pela OMS, desde A RMM reflete a qualidade da atenção à saúde e as condições de acesso aos serviços para a população feminina em idade reprodutiva. 8/13

9 As mortes maternas ocorrem com natureza epidêmica nos países em desenvolvimento e apresentam níveis elevados nas áreas mais pobres do mundo, refletindo a inadequação dos serviços de saúde para gestantes, como serviços de pré-natal, a falta de planejamento familiar e precárias condições socioeconômicas. RMM = n O de óbitos maternos em local e período X n O de nascidos vivos no mesmo local e período Letalidade A letalidade expressa o maior ou o menor poder que tem uma doença ou agravo de provocar a morte das pessoas acometidas ou que sofreram agravos à saúde. Para se estimar essa medida, calcula-se o coeficiente de letalidade dividindo-se o número de óbitos devidos à determinada doença pelo número de pessoas que foram afetadas pela doença, multiplicando-se o resultado por 100. Coeficiente de letalidade= n o de óbitos por determinada doença em um local e período x 100 n o de pessoas acometidas pela mesma doença no mesmo local e período 9/13

10 O coeficiente de letalidade é uma proporção aplicada para avaliar a gravidade de uma doença, considerando as variáveis: idade, sexo, condições socioeconômicas da região além de outras características de interesse. Por exemplo, a letalidade da raiva é de 100%, isto é, todo caso corresponde a um óbito, enquanto a letalidade da escabiose é nula. Vários outros fatores interferem na letalidade, como a qualidade dos serviços de saúde e a situação epidemiológica da doença. Explica-se essa variação pela qualidade de atenção médico-hospitalar, por uma parte, e por outra pelo sub-registro de casos, que também oscila entre períodos epidêmicos e não epidêmicos. Nos períodos epidêmicos os profissionais da saúde e a população estão alertas para a ocorrência da doença e os indivíduos doentes tendem a procurar os serviços de saúde mais precocemente, onde o diagnóstico de certeza é feito mais prontamente e o suporte à vida impede maior número de óbitos. Em períodos não epidêmicos, o retardo na procura dos serviços de saúde pode significar maior letalidade para as doenças, principalmente as doenças imunizáveis. Mortalidade Proporcional por faixa etária: Índice de Mortalidade Swaroop e Uemura O índice de Swaroop e Uemura, conhecido como razão de mortalidade proporcional, é considerado um dos indicadores do nível de vida e saúde. É obtido do cálculo da mortalidade proporcional para a faixa etária de 50 e mais anos de idade, e expressa o percentual de pessoas que morreram nessa faixa de idade em uma determinada população e período. RMP= nº de óbitos de 50 anos em um local e período x 1000 nº de óbitos no mesmo local e período 10/13

11 Indicador de Swaroop e Uemura ou razão de mortalidade proporcional (RMP) Mortalidade com 50 anos ou mais de idade 1ºnível (RMP 75): países ou regiões onde 75% ou mais da população morre com 50 anos ou mais de idade, típico de países desenvolvidos; 2ºnível (RMP entre 50% e 74%): países com certo desenvolvimento econômico e regular organização dos serviços de saúde; 3ºnível (RMP entre 25% e 49%): países em estágio atrasado de desenvolvimento das questões econômicas e de saúde; e 4ºnível (RMP< 25): países ou regiões onde 75% ou mais dos óbitos ocorrem em pessoas com menos de 50 anos, característico de alto grau de subdesenvolvimento. 11/13

12 Indicador de Swaroop e Uemura por localidade no Distrito Federal em /13

13 Para facilitar e permitir a comparação entre as taxas, tanto as de mortalidade quanto as de morbidade, calculadas para diferentes locais ou para o mesmo local, em distintos períodos de tempo, utiliza-se, sempre, uma base comum (100, 1.000, , , ) que representa uma potência de 10 (10 n ). Essa potência de 10 é escolhida de forma a tornar os números obtidos o mais próximo possível de números inteiros. Por convenção, nos coeficientes de mortalidade geral e infantil, a base é 1.000; e quando se trata de mortalidade por causa, a base mais adequada é 10 5 = A taxa de letalidade se expressa, sempre, em porcentagem. 13/13

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